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29 outubro 2026
Vídeo Lição 7, CPAD, As Maldições e as Bênçãos da Aliança, 4Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
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Escrita Lição 7, CPAD, As Maldições e as Bênçãos da Aliança, 4Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
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ESBOÇO DA LIÇÃO
I – AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- A natureza bíblica da obediência
2- A condição para desfrutar das promessas divinas
3- O equívoco da teologia da prosperidade
II – AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- O contraste: da bênção à maldição
2- As maldições nas dimensões da vida pessoal, social e
espiritual
3- As bênçãos devem conduzir à comunhão com DEUS
III – A NOVA ALIANÇA: NATUREZA, BÊNÇÃOS E RESPONSABILIDADE
1- A natureza da Nova Aliança
2- As bênçãos espirituais da Nova Aliança
3- O perigo da desobediência à Nova Aliança
TEXTO ÁUREO
“E
será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos
os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te exaltará
sobre todas as nações da terra.” (Dt 28.1)
VERDADE PRÁTICA
A
obediência à voz de Deus revela amor e fé, conduz às bênçãos da aliança em
Cristo e preserva nossa comunhão com Ele.
LEITURA DIÁRIA
Segunda
– Dt 28.1; Rm 10.17 Obediência: ouvir a Deus com o coração
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das
promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a
Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da
graça divina
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das
promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a
Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da
graça divina
Hinos Sugeridos: 126, 175 e 258 da Harpa Cristã
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Deuteronômio 28.1-6, 15-19
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar
todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te
exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre
ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás
tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o
fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e
os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 –
Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não
cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te
ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 –
Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e
a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra,
e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás
ao entrares e maldito serás ao saíres.
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar
todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te
exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre
ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás
tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o
fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e
os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 –
Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não
cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te
ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 –
Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e
a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra,
e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás
ao entrares e maldito serás ao saíres.
Palavra-Chave: Responsabilidade
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SUBSÍDIOS EXTRAS – BÍBLIAS, LIVROS, REVISTAS, COPILOT,
CHATGPT, GEMINI
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INTRODUÇÃO (NOVA)
O
capítulo 28 de Deuteronômio ocupa posição central na teologia da aliança do
Antigo Testamento. Nele, Moisés apresenta diante de Israel os resultados
espirituais decorrentes da fidelidade ou da infidelidade ao pacto estabelecido
por Deus. A obediência não é apresentada como meio de merecer o favor divino,
mas como resposta da fé ao Deus que já havia redimido o povo da escravidão
egípcia. A estrutura da aliança demonstra que o Senhor governa moralmente o
universo e que suas promessas e advertências estão ligadas ao seu caráter
santo, justo e imutável.
Ao
estudarmos este texto, percebemos que a verdadeira bênção não consiste apenas
na prosperidade material, mas sobretudo na comunhão com Deus. Da mesma forma, a
maior maldição não é a perda de bens ou privilégios, mas o afastamento da
presença divina. Na Nova Aliança, estabelecida em Cristo, esses princípios
encontram seu pleno cumprimento, revelando que a fé genuína produz obediência e
que a graça divina conduz o crente a uma vida de santificação.
I – AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1. A NATUREZA BÍBLICA DA OBEDIÊNCIA
Comentário Teológico Extra
A
Escritura apresenta a obediência como uma atitude integral do ser humano diante
da revelação divina. O conceito hebraico shama' não se limita à capacidade
auditiva, mas envolve ouvir, compreender, acolher e praticar. Na teologia
bíblica, ouvir sem obedecer equivale a rejeitar a mensagem recebida. Por isso,
Deus frequentemente repreendeu Israel não por falta de informação, mas por
falta de submissão.
A
obediência revela a autenticidade da fé. A verdadeira confiança em Deus produz
ações concretas que refletem dependência e submissão à sua vontade. Desde
Abraão até os apóstolos, a história da redenção demonstra que a fé salvadora
sempre se manifesta mediante a obediência prática.
No
Novo Testamento, a obediência é resultado da operação do Espírito Santo na vida
do crente. Não é mero legalismo religioso, mas fruto da regeneração. O crente
obedece porque ama a Deus e deseja glorificá-lo.
Palavras Originais
|
Palavra |
Idioma |
Significado |
|
Shama' |
Hebraico |
Ouvir com disposição para obedecer |
|
Hypakouō |
Grego |
Obedecer após ouvir |
|
Pistis |
Grego |
Fé, confiança |
|
Akouō |
Grego |
Ouvir atentamente |
· Gn 22.18 – Abraão foi abençoado porque obedeceu à voz de Deus.
|
Aspecto |
Síntese |
|
Definição |
Ouvir e praticar a Palavra |
|
Base |
Fé genuína |
|
Objetivo |
Glorificar a Deus |
|
Resultado |
Comunhão e maturidade espiritual |
Comentário Teológico Extra
A teologia da aliança mostra que Deus estabelece promessas acompanhadas de responsabilidades. Embora a graça seja a base do relacionamento com Deus, ela não elimina o dever humano de responder fielmente ao Senhor. As promessas bíblicas são recebidas mediante a fé e apropriadas através da perseverança na obediência.
O Antigo Testamento demonstra que Israel frequentemente perdeu privilégios espirituais não por insuficiência da promessa divina, mas por desobediência. Deus permaneceu fiel; o povo falhou em sua resposta.
No contexto da Nova Aliança, a obediência não produz salvação, mas evidencia que a salvação já foi recebida pela graça. O crente obedece não para ser aceito por Deus, mas porque já foi aceito em Cristo.
|
Palavra |
Significado |
|
Charis |
Graça |
|
Pisteuō |
Crer |
|
Tēreō |
Guardar, conservar |
|
Elpis |
Esperança |
· Sl 37.4 – Deus concede os desejos alinhados à sua vontade.
|
Aspecto |
Síntese |
|
Promessas |
Dependem da fidelidade divina |
|
Resposta humana |
Fé e obediência |
|
Resultado |
Crescimento espiritual |
|
Propósito |
Glória de Deus |
Comentário Teológico Extra
A teologia da prosperidade interpreta equivocadamente as promessas da Antiga Aliança, aplicando-as de forma mecânica aos cristãos. Tal sistema frequentemente reduz o Evangelho a benefícios materiais e transforma Deus em mero fornecedor de riquezas.
O Novo Testamento enfatiza que muitos servos fiéis enfrentaram perseguições, privações e sofrimentos. O próprio Cristo viveu em simplicidade e ensinou o desapego aos bens terrenos.
A verdadeira prosperidade bíblica consiste em desfrutar da presença de Deus, crescer em santidade e possuir herança eterna. As riquezas materiais podem ser bênção, mas jamais constituem a medida definitiva do favor divino.
|
Tema |
Explicação Teológica |
|
Interpretação equivocada |
A teologia da prosperidade retira textos do contexto histórico da
Antiga Aliança e os aplica diretamente aos cristãos, sem considerar as
diferenças entre o pacto mosaico e a Nova Aliança. |
|
Erro hermenêutico |
Desconsidera o contexto de Israel como
nação teocrática e transforma promessas coletivas e nacionais em garantias
individuais de riqueza. |
|
Redução do Evangelho |
O Evangelho é reduzido à obtenção de bens materiais, sucesso
financeiro e conforto terreno, minimizando a centralidade da cruz e da
santificação. |
|
Visão inadequada de
Deus |
Deus passa a ser visto principalmente
como provedor de riquezas, em vez de Senhor soberano, Salvador e objeto da
verdadeira adoração. |
|
Ensino de Cristo |
Jesus ensinou o desapego dos bens terrenos, a busca do Reino de
Deus e o valor dos tesouros eternos (Mt 6.19-21,33). |
|
Exemplo de Cristo |
O próprio Senhor viveu em
simplicidade, humildade e renúncia, demonstrando que a vida abundante não
depende da riqueza material. |
|
Exemplo dos apóstolos |
Os apóstolos enfrentaram perseguições, escassez, prisões e
sofrimentos, permanecendo fiéis mesmo sem prosperidade material constante. |
|
Sofrimento cristão |
O Novo Testamento apresenta o
sofrimento como parte normal da caminhada cristã e não como evidência
automática de falta de fé. |
|
Verdadeira prosperidade |
Consiste em comunhão com Deus, crescimento espiritual, santidade,
paz interior e esperança eterna. |
|
Maior riqueza do crente |
A presença de Deus, a salvação em
Cristo e a herança incorruptível reservada nos céus (1 Pe 1.4). |
|
Riquezas materiais |
Podem ser bênçãos concedidas por Deus, mas não constituem prova
definitiva de aprovação espiritual. |
|
Propósito das bênçãos |
Devem conduzir à gratidão, à
dependência de Deus e ao serviço cristão, nunca ao orgulho ou à idolatria. |
|
Aspecto |
Ensinamento Bíblico |
|
Foco da Teologia da Prosperidade |
Bens materiais e sucesso terreno |
|
Foco do Evangelho
Bíblico |
Salvação, santificação e comunhão com
Deus |
|
Medida do favor divino |
Fidelidade a Cristo, não riqueza financeira |
|
Exemplo Supremo |
Jesus Cristo e sua vida de humildade |
|
Maior bênção da Nova Aliança |
Reconciliação com Deus e vida eterna |
|
Tesouro do cristão |
Cristo e sua herança eterna |
|
Destino final dos salvos |
Glória eterna na presença de Deus |
|
Referência |
Resumo |
|
Mateus 6.33 |
Buscar primeiro o Reino de Deus. |
|
Mateus 6.19-21 |
Ajuntar tesouros no céu, não apenas na
terra. |
|
Lucas 12.15 |
A vida não consiste na abundância dos bens. |
|
João 16.33 |
Os discípulos enfrentariam aflições no
mundo. |
|
Filipenses 4.12-13 |
Paulo aprendeu a viver na abundância e na necessidade. |
|
2 Coríntios 8.9 |
Cristo se fez pobre para enriquecer
espiritualmente os salvos. |
|
1 Timóteo 6.6-10 |
O amor ao dinheiro é raiz de muitos males. |
|
Hebreus 11.37-38 |
Muitos servos fiéis sofreram privações
e perseguições. |
|
1 Pedro 1.3-4 |
Os crentes possuem uma herança incorruptível nos céus. |
|
Apocalipse 2.10 |
Fidelidade a Cristo até a morte
resulta em recompensa eterna. |
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
|
εὐσέβεια |
Eusebeia |
Piedade, devoção verdadeira a Deus |
|
χάρις |
Charis |
Graça, favor imerecido |
|
μακάριος |
Makarios |
Bem-aventurado, verdadeiramente feliz |
|
κληρονομία |
Klēronomia |
Herança espiritual |
|
βασιλεία |
Basileia |
Reino de Deus |
|
ζωή |
Zōē |
Vida plena que procede de Deus |
|
Palavra |
Significado |
|
Eusebeia |
Piedade |
|
Makarios |
Bem-aventurado |
|
Zoe |
Vida abundante |
|
Basileia |
Reino |
· Lc 12.15 – A vida não consiste na abundância de bens.
|
Elemento |
Ensinamento |
|
Obediência |
Evidência da fé |
|
Bênçãos |
Resultado da comunhão com Deus |
|
Prosperidade |
Deve ser entendida espiritualmente |
Objetivo final |
Relacionamento com Deus |
1. O CONTRASTE: DA BÊNÇÃO À MALDIÇÃO
Comentário Teológico Extra
O contraste entre bênção e maldição revela a seriedade da aliança. Deus não trata o pecado com indiferença porque sua santidade exige justiça. A desobediência representa rebelião consciente contra a vontade revelada de Deus.
As maldições da aliança não surgem de arbitrariedade divina, mas expressam as consequências da ruptura do relacionamento pactuai. A disciplina de Deus possui propósito corretivo e pedagógico.
· Lv 26.14-39 – Advertência contra a rebeldia.
|
Aspecto |
Síntese |
|
Maldição |
Consequência da rebelião |
|
Justiça divina |
Não é arbitrária |
|
Objetivo |
Correção e arrependimento |
Comentário Teológico Extra
O pecado possui natureza abrangente. Ele afeta o indivíduo, a família, a sociedade e a vida espiritual. A queda em Gênesis 3 evidencia como toda a criação sofreu os efeitos da rebelião humana.
A alienação de Deus produz distorções nos relacionamentos, nas estruturas sociais e até na percepção da verdade. A desobediência não permanece confinada ao coração humano; ela se manifesta em todas as esferas da existência.
· Gn 3.16-19 – Consequências universais da queda.
|
Dimensão |
Consequência |
|
Pessoal |
Sofrimento |
|
Social |
Conflito |
|
Espiritual |
Distanciamento de Deus |
Comentário Teológico Extra
Toda bênção possui finalidade teocêntrica. Deus abençoa para que seu povo o conheça mais profundamente. Quando as bênçãos se tornam um fim em si mesmas, corremos o risco da idolatria.
Israel frequentemente confundiu a dádiva com o Doador. O mesmo perigo permanece atual. O coração humano pode transformar prosperidade, posição ou recursos em objetos de confiança.
As bênçãos somente cumprem seu propósito quando produzem gratidão, adoração e dependência de Deus.
|
Tema |
Explicação Teológica |
|
Finalidade das bênçãos |
Toda bênção concedida por Deus possui propósito teocêntrico, ou
seja, deve levar o crente a conhecer, amar e glorificar mais ao Senhor. |
|
Centro das bênçãos |
O foco principal não é a dádiva
recebida, mas o próprio Deus, que é a fonte de toda boa dádiva. |
|
Propósito espiritual |
As bênçãos são instrumentos divinos para fortalecer a fé,
promover maturidade espiritual e aprofundar a comunhão com Deus. |
|
Perigo da idolatria |
Quando os benefícios recebidos
tornam-se mais importantes que o Doador, o coração incorre em idolatria
espiritual. |
|
Exemplo de Israel |
Muitas vezes Israel valorizou mais a terra, a prosperidade e as
conquistas do que a presença e a vontade de Deus. |
|
Perigo atual |
O cristão também pode colocar sua
confiança em riquezas, posição social, influência, recursos financeiros ou
realizações pessoais. |
|
Engano do coração humano |
O coração caído tende a substituir a dependência de Deus pela
autossuficiência e confiança nos bens materiais. |
|
Verdadeira perspectiva
bíblica |
As bênçãos devem ser recebidas com
gratidão, reconhecendo que tudo provém da graça de Deus. |
|
Resultado correto das bênçãos |
Produzir adoração, louvor, humildade e maior dependência do
Senhor. |
|
Erro espiritual |
Transformar os dons de Deus em objeto
de adoração ou segurança absoluta. |
|
Objetivo final |
Que Deus seja exaltado acima de todas as coisas e ocupe o
primeiro lugar no coração do seu povo. |
|
Aplicação prática |
O crente deve desfrutar das bênçãos
sem permitir que elas substituam sua comunhão com Deus. |
|
Aspecto |
Ensinamento Bíblico |
|
Fonte das bênçãos |
Deus é a origem de toda boa dádiva (Tg 1.17). |
|
Finalidade das bênçãos |
Conduzir o homem à comunhão e à
adoração. |
|
Maior bênção |
A presença de Deus e o relacionamento com Ele. |
|
Maior perigo |
Amar mais a bênção do que o Deus da
bênção. |
|
Resposta correta |
Gratidão, louvor e dependência espiritual. |
|
Exemplo negativo |
Israel frequentemente esqueceu do
Senhor em tempos de prosperidade. |
|
Exemplo positivo |
Os servos fiéis reconheceram que Deus era seu verdadeiro tesouro. |
|
Referência |
Resumo |
|
Deuteronômio 8.10-14 |
A prosperidade não deve levar ao esquecimento de Deus. |
|
Deuteronômio 8.17-18 |
É Deus quem concede força para
adquirir riquezas. |
|
Salmo 103.1-5 |
O salmista louva ao Senhor por todos os seus benefícios. |
|
Provérbios 30.8-9 |
O excesso pode levar o homem a
esquecer-se de Deus. |
|
Mateus 6.21 |
Onde estiver o tesouro, estará também o coração. |
|
Mateus 6.33 |
O Reino de Deus deve ocupar o primeiro
lugar. |
|
Lucas 12.15 |
A vida não consiste na abundância dos bens materiais. |
|
João 15.5 |
A verdadeira vida depende da
permanência em Cristo. |
|
Tiago 1.17 |
Toda boa dádiva procede do Pai das luzes. |
|
Apocalipse 2.4-5 |
É possível abandonar o primeiro amor
mesmo mantendo atividades religiosas. |
|
Palavra |
Idioma |
Significado |
|
Berakah (בְּרָכָה) |
Hebraico |
Bênção, favor concedido por Deus |
|
Yir'ah (יִרְאָה) |
Hebraico |
Temor reverente ao Senhor |
|
Doxa (δόξα) |
Grego |
Glória, honra atribuída a Deus |
|
Eucharistia (εὐχαριστία) |
Grego |
Gratidão, ação de graças |
|
Proskynesis (προσκύνησις) |
Grego |
Adoração, reverência profunda |
|
Koinonia (κοινωνία) |
Grego |
Comunhão, participação íntima com Deus |
|
Verdade Central |
|
Deus não abençoa seu povo apenas para torná-lo próspero,
mas para torná-lo mais próximo dEle. |
|
A bênção alcança seu propósito quando gera gratidão,
adoração e dependência espiritual. |
|
O crente maduro não busca apenas as mãos de Deus, mas
principalmente a face de Deus. |
|
A maior riqueza do cristão não são os dons recebidos, mas
o relacionamento com o Doador de todas as coisas. |
· Dt 8.11-18 – Não esquecer do Senhor na prosperidade.
|
Tema |
Ensinamento |
|
Desobediência |
Produz consequências espirituais |
|
Pecado |
Afeta todas as áreas da vida |
|
Bênçãos |
Devem conduzir à adoração |
1. A NATUREZA DA NOVA ALIANÇA
Comentário Teológico Extra
A Nova Aliança representa o ápice da revelação redentora. O que estava tipificado em sacrifícios, sacerdócio e instituições encontra cumprimento perfeito em Cristo.
A lei agora é escrita no coração pelo Espírito Santo. O relacionamento com Deus deixa de ser apenas externo para tornar-se interno e transformador.
Cristo atua como Mediador perfeito, Sacerdote eterno e Sacrifício definitivo.
|
Palavra |
Significado |
|
Diathēkē |
Aliança |
|
Mesitēs |
Mediador |
|
Soteria |
Salvação |
|
Hagiasmos |
Santificação |
· Jr 31.31-34
|
Aspecto |
Síntese |
|
Base |
Sangue de Cristo |
|
Mediador |
Jesus |
|
Resultado |
Transformação interior |
Comentário Teológico Extra
A Nova Aliança oferece bênçãos infinitamente superiores às bênçãos temporais da antiga dispensação. Em Cristo recebemos justificação, adoção, regeneração e herança eterna.
A maior dádiva da Nova Aliança não é algo concedido por Deus, mas o próprio Deus habitando em seu povo mediante o Espírito Santo.
· Ef 1.3-14
|
Bênção |
Resultado |
|
Justificação |
Paz com Deus |
|
Regeneração |
Nova vida |
|
Adoção |
Filiação divina |
|
Glorificação |
Esperança eterna |
Comentário Teológico Extra
A epístola aos Hebreus enfatiza que maiores privilégios implicam maior responsabilidade. Rejeitar a revelação plena em Cristo constitui pecado ainda mais grave do que desprezar as sombras da antiga dispensação.
A apostasia é apresentada como abandono deliberado da verdade conhecida. O remédio bíblico para esse perigo é a perseverança na fé, a comunhão dos santos e a vigilância espiritual.
|
Tema |
Explicação Teológica |
|
Privilégios da Nova Aliança |
A Nova Aliança concede revelação mais completa, acesso direto a
Deus por meio de Cristo e a habitação do Espírito Santo. |
|
Princípio da
responsabilidade |
Quanto maior a revelação recebida,
maior a responsabilidade diante de Deus. |
|
Ensino de Hebreus |
A epístola enfatiza que rejeitar Cristo é mais grave do que
transgredir os mandamentos da Antiga Aliança. |
|
Superioridade de Cristo |
Jesus é superior aos profetas, anjos,
sacerdotes e sacrifícios do Antigo Testamento. |
|
Gravidade da rejeição |
Desprezar a obra de Cristo significa rejeitar a revelação máxima
da graça de Deus. |
|
Antiga Dispensação |
Os rituais, sacrifícios e cerimônias
eram sombras que apontavam para Cristo. |
|
Plenitude da Revelação |
Em Cristo encontra-se o cumprimento definitivo das promessas e
figuras do Antigo Testamento. |
|
Perigo Espiritual |
A negligência espiritual pode
endurecer gradualmente o coração contra Deus. |
|
Advertência Bíblica |
A salvação jamais deve ser tratada com indiferença ou desprezo. |
|
Chamado Divino |
Deus convoca os crentes à
perseverança, fidelidade e maturidade espiritual. |
|
Aspecto |
Descrição |
|
Definição de Apostasia |
Abandono consciente, deliberado e persistente da verdade
anteriormente conhecida. |
|
Natureza do Problema |
Não se trata de simples fraqueza
espiritual, mas de rejeição voluntária da fé. |
|
Processo da Apostasia |
Geralmente começa com negligência espiritual, incredulidade e
endurecimento do coração. |
|
Consequência Principal |
Ruptura da comunhão com Deus e
afastamento da verdade. |
|
Causa Fundamental |
Desprezo contínuo da Palavra e resistência à ação do Espírito
Santo. |
|
Advertência de Hebreus |
O coração deve ser guardado para que
não se torne endurecido pelo engano do pecado. |
|
Exemplo Negativo |
Israel no deserto conheceu os atos de Deus, mas muitos
abandonaram a fé e a obediência. |
|
Necessidade da
Vigilância |
O cristão deve permanecer firme e
atento contra a apostasia espiritual. |
|
Recurso Espiritual |
Função |
|
Perseverança na fé |
Mantém o crente firme nas promessas de Deus até o fim. |
|
Comunhão dos santos |
Fortalece a fé por meio da exortação,
encorajamento e cuidado mútuo. |
|
Vigilância espiritual |
Protege contra o engano do pecado e o esfriamento espiritual. |
|
Palavra de Deus |
Nutre a fé e fortalece a convicção da
verdade. |
|
Oração constante |
Aproxima o crente de Deus e fortalece sua dependência espiritual. |
|
Ação do Espírito Santo |
Capacita o crente a permanecer fiel e
obediente. |
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Temor do Senhor |
Produz reverência e cuidado na caminhada cristã. |
|
Esperança eterna |
Mantém os olhos fixos na recompensa
futura em Cristo. |
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Referência |
Resumo |
|
Hebreus 2.1-3 |
Não devemos negligenciar tão grande salvação. |
|
Hebreus 3.12-14 |
O coração incrédulo pode afastar-se do
Deus vivo. |
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Hebreus 6.4-6 |
Solene advertência contra o abandono da fé. |
|
Hebreus 10.26-29 |
Rejeitar deliberadamente a verdade
resulta em severo juízo. |
|
Hebreus 10.35-39 |
O justo deve perseverar pela fé. |
|
Mateus 24.13 |
Quem perseverar até o fim será salvo. |
|
João 15.4-6 |
Permanecer em Cristo é indispensável para produzir fruto. |
|
Gálatas 6.7-8 |
O homem colhe aquilo que semeia. |
|
Judas 20-21 |
Os crentes devem edificar-se na fé e permanecer no amor de Deus. |
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Apocalipse 2.10 |
A fidelidade até a morte conduz à
coroa da vida. |
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
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ἀποστασία |
Apostasia |
Abandono, afastamento da fé |
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πίστις |
Pistis |
Fé, confiança em Deus |
|
ὑπομονή |
Hypomonē |
Perseverança, constância |
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γρηγορέω |
Grēgoreō |
Vigiar, manter-se atento |
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κοινωνία |
Koinonia |
Comunhão, participação conjunta |
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σωτηρία |
Sōtēria |
Salvação |
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χάρις |
Charis |
Graça divina |
|
πιστός |
Pistos |
Fiel, digno de confiança |
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Verdade Central |
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Maiores privilégios espirituais trazem maiores responsabilidades
diante de Deus. |
|
Rejeitar Cristo é mais
grave do que rejeitar as sombras e figuras da Antiga Aliança. |
|
A apostasia consiste no abandono deliberado da verdade conhecida. |
|
A perseverança na fé é
uma marca essencial da vida cristã genuína. |
|
A comunhão da Igreja fortalece os crentes contra o engano
espiritual. |
|
Vigilância, oração e
fidelidade são instrumentos indispensáveis para permanecer firme até o fim. |
|
O cristão deve viver olhando para Cristo, Autor e Consumador da
fé (Hb 12.2). |
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· Hb 10.26-31
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Elemento |
Ensinamento |
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Nova Aliança |
Cumprida em Cristo |
|
Bênçãos |
Espirituais e eternas |
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Responsabilidade |
Perseverança e fidelidade |
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Advertência |
Não desprezar a graça |
O estudo de Deuteronômio 28 revela que Deus continua sendo o Senhor da aliança, santo em seus juízos e fiel em suas promessas. Na Antiga Aliança, Israel foi chamado a responder à graça redentora mediante obediência, recebendo bênçãos ou sofrendo as consequências da rebelião. Esse princípio demonstra a seriedade do relacionamento entre Deus e seu povo.
Na Nova Aliança, Cristo cumpre perfeitamente aquilo que a Antiga apenas anunciava. O foco já não está nas bênçãos nacionais e temporais, mas nas riquezas espirituais concedidas por meio da obra da cruz. Entretanto, a graça não elimina a responsabilidade. O mesmo Deus que salva pela fé continua requerendo santidade, fidelidade e perseverança.
Assim, o verdadeiro discípulo de Cristo compreende que a maior bênção não é a prosperidade terrena, mas a comunhão com Deus, a transformação pelo Espírito Santo e a esperança da vida eterna. A obediência continua sendo a evidência visível de uma fé genuína, enquanto a perseverança demonstra que pertencemos ao Senhor da Nova Aliança.
1. Em qual discurso de Moisés está baseado o estudo?
Resposta: No terceiro grande discurso de Moisés registrado em Deuteronômio.
Resposta: Promessas condicionadas à obediência do povo a Deus.
Resposta: Ouvir com disposição para obedecer e praticar.
Resposta: Submissão e obediência após ouvir.
Resposta: Ouvir e obedecer à voz do Senhor.
Resposta: Da obediência ao Senhor.
Resposta: Aplicar incorretamente as promessas do pacto mosaico aos cristãos de forma automática.
Resposta: Viver o Reino de Deus com esperança eterna e comunhão com Ele.
Resposta: As bênçãos são substituídas pelas maldições e consequências do pecado.
Resposta: Não, era consequência da rebeldia do povo.
Resposta: A vida pessoal, social e espiritual.
Resposta: Separação espiritual e afastamento da presença de Deus.
Resposta: Conduzir o povo à comunhão e adoração a Deus.
Resposta: A idolatria.
Resposta: Jesus Cristo.
Resposta: No sangue de Cristo.
Resposta: Perdão, salvação, paz, justificação, transformação e esperança eterna.
Resposta: Servir como pedagogo e preparação para Cristo.
Resposta: O abandono deliberado da verdade conhecida.
Resposta: Em vigilância, fé, perseverança e fidelidade a Deus.
1. Em qual discurso de Moisés está baseado o estudo?
1. No terceiro grande discurso de Moisés registrado em Deuteronômio.
1. O estudo trata de qual discurso de Moisés?
a) Primeiro discurso
b) Segundo discurso
x c) Terceiro discurso
d) Quarto discurso
2. A obediência conduz a:
a) Julgamento x b) Bênçãos c) Castigo d) Sofrimento
3. O significado de "shâma'" é:
a) Orar x b) Ouvir e obedecer c) Cantar d) Profetizar
4. O termo "hypakoú" significa:
a) Ensinar b) Amar x c) Obedecer após ouvir d) Louvar
5. As bênçãos dependiam de:
a) Sacrifícios b) Tradições x c) Obediência d) Riquezas
6. As bênçãos eram resultado de:
a) Magia b) Mérito humano x c) Submissão ao Senhor d) Política
7. A teologia da prosperidade:
a) Interpreta corretamente Dt 28 x b) Ignora o contexto da aliança c) É ensinada por Paulo d) É apresentada por Jesus
8. A verdadeira prosperidade está em:
a) Acumular riquezas b) Ter fama x c) Viver o Reino de Deus d) Possuir muitos bens
9. A expressão "Se não deres ouvidos" indica:
a) Promessa x b) Juízo pela desobediência c) Livramento d) Prosperidade
10. As maldições eram consequência de:
a) Acaso b) Destino x c) Rebeldia d) Sorte
11. As maldições afetavam:
a) Somente a vida espiritual b) Somente a vida social x c) Vida pessoal, social e espiritual d) Apenas líderes
12. O pecado produz:
a) Comunhão perfeita b) Crescimento automático x c) Separação de Deus d) Paz contínua
13. Deus é:
a) Um espectador x b) A fonte de toda bênção c) Apenas juiz d) Apenas legislador
14. O propósito das bênçãos é:
a) Engrandecer o homem x b) Levar à comunhão com Deus c) Produzir riquezas d) Produzir fama
15. O Mediador da Nova Aliança é:
a) Moisés b) Arão x c) Jesus Cristo d) Jeremias
16. A Nova Aliança foi estabelecida:
a) No Sinai b) Em Jerusalém x c) No sangue de Cristo d) No Jordão
17. A Nova Aliança oferece:
a) Somente prosperidade b) Somente riqueza x c) Perdão e salvação d) Apenas saúde
18. A Antiga Aliança tinha função:
a) Eterna x b) Pedagógica c) Desnecessária d) Política
19. Apostasia significa:
a) Santificação b) Conversão x c) Abandono da fé d) Avivamento
20. Para evitar a apostasia o cristão deve viver:
a) Em descuido b) Em isolamento c) Em medo constante x d) Em vigilância e fidelidade
1. O estudo trata de qual discurso de Moisés?
a) Primeiro discurso
b) Segundo discurso
c) Terceiro discurso
d) Quarto discurso
2. A obediência conduz a:
a) Julgamento
b) Bênçãos
c) Castigo
d) Sofrimento
3. O significado de "shâma'" é:
a) Orar
b) Ouvir e obedecer
c) Cantar
d) Profetizar
4. O termo "hypakoú" significa:
a) Ensinar
b) Amar
c) Obedecer após ouvir
d) Louvar
5. As bênçãos dependiam de:
a) Sacrifícios
b) Tradições
c) Obediência
d) Riquezas
6. As bênçãos eram resultado de:
a) Magia
b) Mérito humano
c) Submissão ao Senhor
d) Política
7. A teologia da prosperidade:
a) Interpreta corretamente Dt 28
b) Ignora o contexto da aliança
c) É ensinada por Paulo
d) É apresentada por Jesus
8. A verdadeira prosperidade está em:
a) Acumular riquezas
b) Ter fama
c) Viver o Reino de Deus
d) Possuir muitos bens
9. A expressão "Se não deres ouvidos" indica:
a) Promessa
b) Juízo pela desobediência
c) Livramento
d) Prosperidade
10. As maldições eram consequência de:
a) Acaso
b) Destino
c) Rebeldia
d) Sorte
11. As maldições afetavam:
a) Somente a vida espiritual
b) Somente a vida social
c) Vida pessoal, social e espiritual
d) Apenas líderes
12. O pecado produz:
a) Comunhão perfeita
b) Crescimento automático
c) Separação de Deus
d) Paz contínua
13. Deus é:
a) Um espectador
b) A fonte de toda bênção
c) Apenas juiz
d) Apenas legislador
14. O propósito das bênçãos é:
a) Engrandecer o homem
b) Levar à comunhão com Deus
c) Produzir riquezas
d) Produzir fama
15. O Mediador da Nova Aliança é:
a) Moisés
b) Arão
c) Jesus Cristo
d) Jeremias
16. A Nova Aliança foi estabelecida:
a) No Sinai
b) Em Jerusalém
c) No sangue de Cristo
d) No Jordão
17. A Nova Aliança oferece:
a) Somente prosperidade
b) Somente riqueza
c) Perdão e salvação
d) Apenas saúde
18. A Antiga Aliança tinha função:
a) Eterna
b) Pedagógica
c) Desnecessária
d) Política
19. Apostasia significa:
a) Santificação
b) Conversão
c) Abandono da fé
d) Avivamento
20. Para evitar a apostasia o cristão deve viver:
a) Em descuido
b) Em isolamento
c) Em medo constante
d) Em vigilância e fidelidade.
https://youtu.be/wBBx1KZIOU4?si=1KWV2c4TZEzgJkCK Vídeo
Escrita https://ebdnatv.blogspot.com/2024/10/escrita-licao-4-cpad-promessa-e.html
Slides https://ebdnatv.blogspot.com/2024/10/slides-licao-4-cpad-promessa-e.html
PowerPoint https://pt.slideshare.net/slideshow/slides-licao-4-cpad-promessa-e-obediencia-4tr24-pptx/272320726
ESBOÇO DA LIÇÃO 4
I – A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO
1. O Concerto de Horebe
2. O Concerto nas campinas de Moabe
3. As promessas provenientes da obediência
II – A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO
1. Um Novo Concerto
2. JESUS CRISTO, o mediador
3. Obediência do Novo Concerto
III – BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO
1. Bênçãos espirituais
2. Justiça e Paz
3. Alegria no ESPÍRITO SANTO
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Deuteronômio 29.1,9-12; Hebreus 8.6-13
Deuteronômio 29
1 - Estas são as palavras do concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em Horebe.
9 - Guardai, pois, as palavras deste concerto e cumpri-as para que prospereis em tudo quanto fizerdes.
10 - Vós todos estais hoje perante o Senhor, vosso DEUS: os cabeças de vossas tribos, vossos anciãos, os vossos oficiais, todo o homem de Israel,
11 - os vossos meninos, as vossas mulheres e o estrangeiro que está no meio do teu arraial; desde o rachador da tua lenha até ao tirador da tua água;
12 - para que entres no concerto do Senhor, teu DEUS, e no seu juramento que o Senhor, teu DEUS, hoje faz contigo.
Hebreus 8
6 - Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas.
7 - Porque, se aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo.
8 - Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto,
9 - não segundo o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei, diz o Senhor.
10 - Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por DEUS, e eles me serão por povo.
11 - E não ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.
12 - Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.
13 - Dizendo novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho e se envelhece perto está de acabar.
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SUBSÍDIOS EXTRAS PARA A LIÇÃO 4
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Obediência. Um conceito central em ambos os Testamentos para entender
a maneira pela qual o povo de DEUS deve responder a Ele. DEUS deseja obediência
do seu povo, em contraste com mero serviço da boca para fora (Is 29.13; Mt
15.8; Mc 7.6) ou conformidade com o ritual religioso (Os 6.6; Mq 6.6-8). Quando
Saul desobedeceu a DEUS sacrificando alguns dos despojos da sua vitória sobre
os amalequitas, o profeta Samuel respondeu: “[...] o obedecer é melhor do
que o sacrificar; e o atender
melhor
é do que a gordura de carneiros” (1 Sm 15.22).
No
NT, o foco muda da obediência à Lei mosaica para a obediência a
JESUS CRISTO. A Grande Comissão contém instruções de JESUS para os seus
próprios discípulos fazerem discípulos, ensinando-os a “obedecer”
(gr. tēreō) o que CRISTO ordenara (Mt 28.19,20, ARA). O amor que os discípulos
de JESUS têm por Ele levá-los-ia a obedecer aos seus mandamentos
(Jo 14.15,21-24; 1 Jo 5.3; 2 Jo 6), e a obediência dos
discípulos, por sua vez, faria com que permanecessem no amor de JESUS (Jo
15.10). Paulo instrui os filhos a obedecer aos seus pais, bem
como os escravos a “obedecer” (gr. hypakouō) aos seus senhores em obediência
a CRISTO (Ef 6.1,5,6; Cl 3.20,22).
O
NT também discute a perfeita obediência de CRISTO a DEUS Pai como
uma qualidade a ser imitada (Fp 2.5-13) e como base para a salvação (Rm 5.19).
Tendo em vista que somente “os que obedecem à Lei [...] serão
declarados justos” (Rm 2.13, NVI) e que todos pecaram (Rm 3.23), “Àquele que
não conheceu pecado, [JESUS] o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos
feitos justiça de DEUS” (2 Co 5.21).
Como
um DEUS santo satisfará a sua ira contra o pecado humano e restaurará o seu
relacionamento com os seres humanos sem comprometer a sua justiça?
A
resposta curta é: através de Abraão e a sua descendência (12.1-3), que se
multiplicaram formando a nação de Israel. Depois que foram redimidos por DEUS
da sua escravidão no Egito (Êx 1–15), Ele trouxe-os ao Sinai para fazer uma
aliança com eles baseada na obediência (19.5,6). Um componente
central dessa aliança foi o sistema sacrificial (e.g., Lv 1–7), que o Senhor
providenciou como meio de lidar com o pecado. Além dos sacrifícios regulares
feitos pelo pecado ao longo do ano, DEUS separou um dia por ano para expiar os
pecados de Israel (Lv 16). No Dia da Expiação, o sumo sacerdote levava o sangue
de um bode para o SANTO dos Santos e espargia-o sobre o propiciatório como
oferta pela expiação do pecado. Depois, ele pegava um segundo bode e confessava
“todas as iniquidades dos filhos de Israel e todas as suas transgressões,
segundo todos os seus pecados”, pondo-os “sobre a cabeça do bode” e enviando-o
“ao deserto. [...] Assim, aquele bode levará sobre si todas as iniquidades
deles à terra solitária; e o homem enviará o bode ao deserto” (Lv 16.21,22).
Para que o DEUS santo habite com pessoas pecadoras, extensas provisões tiveram
de ser feitas para permitir a comunhão. Durante os próximos quatrocentos anos
de silêncio profético, o desejo de que o Senhor DEUS afaste os pecados do seu
povo cresceu. Por fim, quando a concepção e o nascimento de JESUS foram
anunciados, foi revelado que Ele “salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt
1.21). Nos dias anteriores ao ministério público de JESUS, João Batista
preparou o caminho para Ele, “pregando o batismo de arrependimento, para o
perdão dos pecados” (Lc 3.3). Enquanto Adão e Israel foram filhos de DEUS desobedientes,
JESUS provou ser o Filho obediente pela sua fidelidade a DEUS em
face da tentação (Mt 2.13-15; 4.1-11; 26.36-46; Lc 3.23–4.13; Rm 5.12-21; Fp
2.8; Hb 5.8-10). Ele também foi o Servo Sofredor que deu a sua vida em resgate
por muitos (Mc 10.45; cf. Is 52.13–53.12). Na cruz, JESUS experimentou a ira de
DEUS que o povo de DEUS merecia por haverem pecado. Com a sua justiça
plenamente satisfeita, o Senhor estava livre para perdoar e justificar todos os
que se identificam com CRISTO pela fé (Rm 3.21-26). O que nem a Lei nem o
sangue de touros e bodes podiam fazer, JESUS CRISTO fez com o seu
próprio
sangue (Rm 8.3,4; Hb 9.1–10.18).
Após
a ressurreição e ascensão de JESUS, os seus seguidores começaram a proclamar as
“Boas Novas” (evangelho) do que JESUS fez e chamar as pessoas: “Arrependei-vos,
e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO para perdão dos pecados”
(At 2.38). Quando as pessoas começaram a experimentar o perdão de DEUS, elas
foram tão transformadas que perdoaram os que pecaram contra elas (Mt 6.12;
18.15-20; Cl 3.13).
Embora
os crentes continuem a lutar contra o pecado nesta vida (Rm 8.12,13; Gl
5.16-25), o pecado não é mais mestre sobre eles (Rm 6.1-23). O ESPÍRITO SANTO
capacita-os a lutar contra o pecado ao mesmo tempo que anseiam pelo novo céu e
nova terra, onde não haverá pecado, morte e maldição (Rm 8.12-30; Ap 21–22).
Como mostra até este breve levantamento do trama bíblica de Gênesis a
Apocalipse, o pecado é um aspecto fundamental do enredo da Bíblia. O pecado
gera o conflito que impulsiona a narrativa bíblica; é o “problema” fundamental
que deve ser resolvido para que os propósitos de DEUS na criação sejam
cumpridos.
Ai.
O termo hebraico por trás de Ai significa “a ruína”. A Ai bíblica estava
situada a leste de Betel, nas regiões montanhosas de Efraim, com vista para o
vale do Jordão.
Na
Bíblia, Ai aparece pela primeira vez como um marco nas viagens de Abrão (Gn
12.8; 13.3). No livro de Josué, Ai aparece com destaque como cidade menor na
conquista inicial de Canaã (7.3; 10.2; mas veja 8.25). Após a derrota inicial
de Israel (7.4,5), Josué proscreve Ai de acordo com a instrução de Jeová (8.2),
matando os seus habitantes, enforcando o seu rei e reduzindo o assentamento a
ruínas (8.25-28). Isso causa medo nas populações vizinhas (9.3,4; 10.1,2). A
atenção desproporcional dada à sua captura coloca a conquista dentro duma
estrutura teológica: a vitória depende da obediência a Jeová. Os
anciãos exerciam autoridade cívica e judicial nas cidades e aldeias de Israel.
Eles faziam julgamentos de vários tipos, como disciplinar um filho rebelde (Dt
21.18-21), limpar a reputação de uma jovem virgem que pode ter sido caluniada
(22.13-19) e exortar a obediência à Lei e aos mandamentos de DEUS
(27.1).
Bênção e Maldição. As bênçãos e as maldições nas Escrituras são
fundamentadas em uma cosmovisão que entende que o DEUS soberano é o ministrador
final de cada uma. DEUS é o doador de bênçãos e, no fim das contas, o Juiz
final que determina a retirada ou o banimento. Ele é a fonte de toda boa dádiva
(Tg 1.17) e aquEle que dá poder e força para prosperar (Dt 8.17).
Antigo Testamento. O DEUS soberano, às vezes, emprega agentes de bênção na
sua criação. A bênção estende-se às nações por meio de Abraão (Gn 12.3), a Jacó
por meio de Isaque (Gn 26–27) e ao povo por meio dos sacerdotes (Nm 6.24-26). O
tema da bênção/maldição é usado para estruturar Deuteronômio 27–28 e Levítico
26 (cf. Js 8.34) no formato geral de aliança desses livros. Os estudiosos
observaram que o objetivo desse formato não é a simetria ou a unidade lógica,
mas a plenitude. A partir dessa perspectiva, a estrutura de bênção/maldição
funciona para forçar a obediência com o propósito de assegurar um
relacionamento. A bênção de Deuteronômio também inclui os benefícios da
prosperidade, poder e fertilidade. A maldição, por outro lado, é a ausência ou
a retirada de benefícios associados ao relacionamento. As narrativas da criação
são marcadas com o tema e a terminologia de bênção (Gn 1.22,28; 2.3; cf. 5.2;
9.1). Os alvos da bênção em Gênesis 1.22,28 (cf. 5.2; 9.1) são as criaturas
viventes e os seres humanos criados à imagem de DEUS. À medida que a revelação
progride, a bênção de DEUS é particularizada na vida de Noé (Gn 6–8), de Abraão
e os seus descendentes (Gn 12–25) e da nação de Israel e a sua liderança (Gn
26–50). Nesses contextos, a bênção destina-se a gerar descendentes e fazer
prosperar os destinatários em termos materiais e físicos (compare uma ênfase
semelhante do NT em At 17.25; cf. Mt 5.45; 6.25-33; At 14.17). A bênção de DEUS
também se estende a objetos inanimados que melhoram e fazem prosperar a
qualidade de vida das pessoas. O sétimo dia da criação é o objetivo de bênção
(Gn 2.7; Êx 20.11), talvez dando ao dia uma sensação de bem-estar e saúde.
Objetos e atividades da vida como cestos e amassadeiras (Dt 28.5), celeiros (Dt
28.8) e trabalho (Jó 1.10; Sl 90.17) são abençoados. O Senhor promete abençoar
os que o temem (Sl 128.1). A bênção destina-se aos que, por um profundo senso
de admiração pelo caráter de DEUS, amam-no e confiam nEle. Os que temem a DEUS
abraçam com confiança as promessas dEle, servem-no obedientemente
e levam a sério as suas advertências.
As
bênçãos discriminadas no Salmo 128 são comparáveis às detalhadas em
Deuteronômio 28 relativas à produtividade e fecundidade (cf. Sl 128.2 com Dt
28.12; Sl 128.3 com Dt 28.4,11). O conceito deuteronômico de bênção e maldição
é questionado quando os que temem a DEUS passam por um período de sofrimento ou
experimentam a aparente ausência dEle (e.g., José, Jó; cf. JESUS).
Novo Testamento. No NT, as bênçãos não são exclusivamente espirituais.
DEUS dá comida e alegria (At 14.17) e provê as necessidades da vida (Mt
6.25-33). O NT associa a bênção a CRISTO e foca a atenção na qualidade
espiritual do dom que se origina do próprio CRISTO, bem como o seu benefício
pretendido para os indivíduos espirituais.
Com
relação à maldição, o NT explica que CRISTO carregou a maldição da Lei para
libertar-nos do seu efeito mortífero (Gl 3.10-13). Apocalipse 22.3 prevê um
tempo em que a maldição associada ao pecado será completamente removida e a
bênção associada à criação prevalecerá. “Anátema” é a transliteração de uma
palavra grega que significa “maldição”. Paulo invoca-a para os que pervertem ou
rejeitam o evangelho da graça gratuita de DEUS (1 Co 16.22; Gl 1.8,9).
Consagração.
O processo de efetuar uma transição para a santidade, o estado de estar apto
para a presença de DEUS. A separação, ou ser separado, embora não seja o
significado central de consagração, é uma noção associada (Nm 6.8; 1 Cr 23.13).
A verdadeira consagração não é meramente externa e simbólica, mas envolve
genuína obediência pactual a DEUS, o Senhor (Nm 15.40).
JESUS
demonstrou a natureza humilde da sua missão e ministério mediante a sua obediência
até a morte, mesmo a morte na cruz (Fp 2.8). Para JESUS, a cruz não foi o seu
martírio — ou seja, como se Ele tivesse morrido por uma causa nobre —, e sim o
exemplo máximo de obediência e amor na Bíblia. JESUS chamou os seus seguidores
para estes tomarem a cruz e seguirem o seu exemplo de sacrifício altruísta (Mt
16.24). A cruz de JESUS é símbolo do seu amor, obediência e altruísmo. Acima de
tudo, a cruz revela o amor incondicional de DEUS, que ofereceu o seu Filho como
sacrifício expiatório pelo pecado (Jo 3.16; 1 Jo 4.10). A cruz brutal revela o
belo amor de JESUS, que voluntariamente deu a sua vida (1 Jo 3.16).
Relatado
em Gênesis 6.5–9.19, o Dilúvio é o evento pelo qual o Senhor destrói todas as
criaturas, exceto Noé, a família deste e uma reunião de animais. O relato é
centrado em DEUS. Ele começa e termina com os três filhos de Noé (6.10;
9.18,19). A obediência de Noé é destacada (7.5, 9, 16). O Senhor
é o protagonista, e Noé permanece em silêncio.
Nova aliança em CRISTO (4.1–6.20).
O
dom de DEUS de uma nova vida e a sua criação de uma nova comunidade em CRISTO
(caps. 1–3) exigem um novo andar (caps. 4–6), um andar em unidade (4.1-6), um
andar em santidade (4.17-32), um andar em amor (5.1-6), um andar na luz
(5.7-14), uma exortação para andar com cuidado (5.15–6.9) e um andar na força
do
Senhor
(6.10-20). A importante palavra grega oun (“então”, “portanto”, NVT) em 4.1
marca uma transição das bênçãos e privilégios da igreja (caps.1–3) para a
conduta e responsabilidades da igreja (caps. 4–6). A obediência vem
como resposta à graça de DEUS.
Embora
a escravidão fosse parte significativa da sociedade no século I d.C., nunca
vemos JESUS ou os apóstolos encorajando a escravidão. Em vez disso, tanto Paulo
quanto Pedro encorajaram o caráter piedoso e a obediência para os
escravos dentro desse sistema (Ef 6.5-8; Cl 3.22-25; 1Tm 6.1,2; Fm; 1 Pe
2.18-21). Da mesma forma, os senhores eram encorajados a serem gentis e justos
com os seus escravos (Ef 6.9; Cl 4.1). Mais tarde, no NT, o comércio de
escravos foi condenado pelo apóstolo Paulo como algo contrário à “sã doutrina”
e ao “evangelho da glória do DEUS bem-aventurado” (1 Tm 1.10,11). JESUS
incorporou a ideia de servo obediente.
Fé, Fidelidade.
Fé,
no contexto do AT, repousa sobre a base de que a pessoa ou objeto de confiança,
crença ou segurança é confiável. A confiança em Jeová é expressa por meio de
lealdade e obediência. O tema da obediência responsiva é
enfatizado na Torá (Êx 19.5). Na história posterior de Israel, a fidelidade à
Lei tornou-se a expressão predominante da fé (Dn
1.8;
6.10). A fé veterotestamentária é uma resposta moral ao invés de uma resposta
intelectual ou emocional abstrata.
A
fé é um conceito teológico central no NT. Em termos relacionais, a fé é
principalmente personalizada como o local da confiança e crença na pessoa de
JESUS CRISTO.
Ano Sabático.
A
cada sete anos, os israelitas deveriam observar um “sábado da terra” (Lv 25.6),
um tempo para a terra descansar. Esse ano, ao que parece, tinha o propósito de
manter a fertilidade da terra e permitir que a economia de Israel fosse
“reiniciada”, igualando a riqueza e limitando a pobreza. Cumprir tal
dispositivo exigia grande fé e firme
fidelidade,
pois eles tinham de confiar no Senhor para o pão de cada dia e colocar a obediência
acima do lucro. A releitura da Lei na Festa dos Tabernáculos lembrava aos
israelitas a aliança graciosa de DEUS e a resposta exigida deles.
Ao
entrar na Terra Prometida, Moisés ordenou aos israelitas que proclamassem as
bênçãos da obediência à Lei no monte Gerizim, e as maldições da
desobediência à Lei no monte Ebal (Dt 11.29). Moisés ainda ordenou que
construíssem um altar de pedras brutas em Ebal e pintassem-nas com cal para
escrever nelas as palavras da Lei (27.1-8).
Por
causa da rebelião de Adão, o pecado e a culpa foram imputados a toda a
humanidade, enquanto ao mesmo tempo a obediência de CRISTO é
imputada a todo o seu povo (5.12-21). A imputação deixa claro que a salvação é
inteiramente obra de DEUS.
A
carta de 2 João continua os temas principais de 1 João: amor, obediência
aos mandamentos de DEUS, andar na verdade e cristãos como “filhos”. Um tema
adicional é a hospitalidade. Os leitores são advertidos a não permitir que
esses enganadores ensinem na sua igreja doméstica (vv. 10,11). Companheirismo e
hospitalidade são
2
João, 3 João centra-se nos temas do amor, obediência aos
mandamentos de DEUS, andar na verdade e cristãos como “filhos”, tratando,
contudo, mais detalhadamente da questão da hospitalidade (vv. 6-10).
Por
que o Senhor DEUS declarou certas coisas limpas e outras impuras? Alguns
estudiosos sugerem que a distinção é dada como teste de obediência,
o público original conhecia as razões agora perdidas para nós. também o Senhor
estava protegendo o seu povo de doenças.
O
Evangelho de Lucas apresenta Maria como aquela a quem DEUS envia o anjo Gabriel
(Lc 1.26,27). Gabriel anuncia que Maria será a mãe do Messias da linhagem de
Davi; o Messias reinará sobre a casa de Jacó e terá uma relação de pai e filho
única com DEUS. Maria responde em humilde obediência como “serva
do Senhor” (1.29-38).
Dicionário
Bíblico Baker - CPAD
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Esta Lição a seguir ajuda na compreensão do assunto
Escrita Lição
6, Betel, Ordenança para uma vida de obediência e submissão, 2Tr24, Pr
Henrique, EBD NA TV
https://youtu.be/1IU1tXhL-sY?si=6SvPEOwmXPJBorPt Vídeo
Escrita https://ebdnatv.blogspot.com/2024/05/escrita-licao-6-betel-ordenanca-para.html
Slides https://ebdnatv.blogspot.com/2024/05/slides-licao-6-betel-ordenanca-para-uma.html
PowerPoint https://pt.slideshare.net/slideshow/slides-licao-6-betel-ordenanca-para-uma-vida-de-obediencia-e-submissao-pptx/267856009
ESBOÇO DA LIÇÃO
1- OBEDECER É MELHOR DO QUE SACRIFICAR
1.1. Obediência é um princípio.
1.2. Obediência é um plantio.
1.3. Obediência é uma porta aberta.
2- QUEM RESISTE À AUTORIDADE RESISTE A DEUS
2.1. Orem por todos que exercem autoridade.
2.2. Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a
eles.
2.3. Obedecei a vossos pais, pois isto é justo.
3- OBEDIÊNCIA E SUBMISSÃO
3.1. Obediência sem submissão esconde interesse
pessoal.
3.2. Submissão reconhece os que presidem e ajuda na
missão.
3.3. A submissão firma a obediência.
TEXTOS DE REFERÊNCIA
ROMANOS 13
1- Toda alma
esteja sujeita às potestades superiores, porque não há potestade que não venha
de DEUS; e as potestades que já foram ordenadas por DEUS
2- Por isso, quem resiste à potestade resiste à ordenação de DEUS e os que
resistem trarão sobre si mesmos a condenação.
HEBREUS 13
17- Obedecei a
vossos pastores e sujeitai-vos a eles, porque velam por vossas almas, como
aqueles que hão de dar conta delas, para que o façam com alegria, e não
gemendo, porque isso não vos seria útil.
PONTO
DE PARTIDA: Obedecer é melhor do que sacrificar.
OBEDECEI A VOSSOS PASTORES. A obediência e a fidelidade aos
líderes cristãos, aos pastores e mestres, devem basear-se numa superior
lealdade a DEUS. A lealdade do crente, em escala descendente, é a seguinte: (1)
primeiramente, lealdade a DEUS num relacionamento pessoal (ver Mt 22.37),
inclusive fidelidade aos princípios da sua; (2) segundo, lealdade à igreja
visível, à medida que ela permanecer fiel a DEUS e a sua Palavra escrita (Jo
15.12; Gl 6.10); e (3) terceiro, lealdade aos dirigentes da igreja,
enquanto permanecerem fiéis e leais a DEUS, à sua Palavra e ao seu propósito
para a igreja.
Tendo
nos ensinado, assim, as obrigações que os cristãos têm com os seus ministros
que já partiram, que consistem principalmente em seguir a sua fé e não se
afastar dela, o apóstolo nos revela agora qual é a obrigação que as pessoas têm
para com os seus ministros ainda vivos (v. 17) e as razões dessa obrigação.
(1)
A obrigação – de lhes obedecer e de se submeterem a eles. Aqui não são
requeridas uma obediência irrestrita ou uma submissão absoluta, mas só na
medida em que são apropriadas à mente e à vontade de DEUS reveladas na sua
Palavra; e, mesmo assim, é verdadeira obediência e submissão, e isso não
somente a DEUS, mas à autoridade do ofício ministerial, que procede de DEUS tão
certamente, em todas as coisas pertencendo a esse ofício, como também a
autoridade dos pais e dos magistrados civis nas coisas de sua esfera. Os
cristãos precisam se submeter a serem instruídos por seus ministros, e não se
acharem sábios demais, bons demais, ou grandes demais, para aprender deles. E,
quando acharem que as instruções ministeriais são concordantes com a palavra
escrita, devem obedecer-lhes.
(2)
Os motivos para essa obrigação.
[1]
Eles têm o governo sobre o povo; o seu ofício, embora não magistral, mesmo
assim é de verdadeira autoridade. Eles não têm autoridade alguma para oprimir o
povo, mas para conduzi-los nos caminhos de DEUS, ao informá-los e instruí-los,
explicando-lhes a palavra de DEUS, e ao aplicá-la aos diversos casos. Eles não
devem fazer leis por si mesmos, mas devem interpretar as leis de DEUS; nem deve
ser a sua interpretação recebida imediatamente sem análise, mas as pessoas
devem examinar as Escrituras, e, na medida em que as instruções do seu ministro
estiverem de acordo com essa regra, devem recebê-las, “...não como palavra de
homens, mas (segundo é, na verdade) como palavra de DEUS, a qual também opera
nos que creram”.
[2]
Eles velam pela alma das pessoas, não para pegá-la em armadilha, mas para
salvá-la; para ganhá-la, não para si mesmos, mas para CRISTO; para edificá-la
em conhecimento, fé e santidade. Eles devem vigiar acerca de tudo que pode ser
prejudicial à alma dos homens, e lhes dar advertência de erros perigosos, das
artimanhas de Satanás, de juízos que se aproximam; eles devem vigiar por todas
as oportunidades para ajudar a alma dos homens a progredir no caminho para o
céu.
[3]
Eles precisam prestar contas de como cumpriram a sua obrigação, e o que
aconteceu com as almas que lhes foram confiadas, se alguma se perdeu devido à
sua negligência, e se algumas foram trazidas e edificadas sob o seu ministério.
[4]
Eles terão alegria em dar um bom relatório de si mesmos e dos seus ouvintes. Se
então puderem dar um relatório da sua própria fidelidade e sucesso, será um dia
feliz para eles; aquelas almas que se converteram e foram confirmadas sob o seu
ministério serão a sua alegria e sua glória no dia do Senhor JESUS.
[5]
Se eles derem o seu relatório com tristeza, será para prejuízo do povo e deles.
É do interesse dos ouvintes que o relatório dos seus ministros acerca deles
seja dado com alegria, e não com tristeza. Se ministros fiéis não forem
bem-sucedidos, a tristeza será deles, mas o prejuízo será das pessoas. Os
ministros fiéis empenharam sua própria alma, mas o sangue e a ruína de um povo
infrutífero e infiel estarão sobre a própria cabeça do povo. Com. Bíblico -
Matthew Henry (Exaustivo) AT e NT
OBEDIÊNCIA
As
palavras hebraicas e gregas traduzidas como “obedecer” ou “obediência” são
geralmente shama‘ e as formas cognatas de akouo. O significado básico de ambas
é “ouvir”. De fato, muitas vezes que o tradutor se confronta com estas palavras
e seus cognatos, é muito difícil determinar se a tradução mais apropriada é
“ouvir” ou “obedecer”. Esta dificuldade, porém, oferece uma visão profunda do
conceito bíblico básico de obediência, um conceito que ocorre tanto no AT como
no NT.
Embora
a obediência expresse uma ação que existe nas relações humanas comuns (tais
como discípulos aos mestres ou filhos aos pais), sua referência mais
significativa é a de um relacionamento que deve existir entre o homem e DEUS.
DEUS revela-se a si mesmo ao homem por sua voz e palavras. As palavras devem
ser ouvidas. Isto obviamente envolve uma recepção física das palavras com uma
suposta compreensão mental de seu significado.
Mas
em termos da recepção da revelação de DEUS pelo homem, este fato em si não é um
ouvir verdadeiro. A atitude de ouvir verdadeiramente está ligada à fé que
recebe a Palavra divina e a traduz em ação. E uma resposta de fé. E uma
resposta positiva e ativa, não meramente ouvir e considerar de forma passiva.
Ouvir é agir. Em outras palavras, ouvir realmente a Palavra de DEUS é obedecer
à Palavra de DEUS. No NT, a ideia de se assumir a responsabilidade de obedecer
à Palavra ouvida, ou de se colocar sob esta responsabilidade, é claramente
enfatizada pelo termo kupakouo, uma composição dos termos “sob” e “ouvir”.
Muitas
passagens referentes ao ouvir e à obediência obviamente têm em vista este
aspecto de resposta positiva e ativa. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (Mt
11.15; cf. 13.9,43; Ap 2.7,11,17,29; 3.6,13,22; 13.9). O
homem sábio é aquele que “ouve estas minhas [do Senhor JESUS] palavras e as
pratica” (Mt 7.24). “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e... me seguem"
(Jo 10.27). Com respeito à revelação que havia recebido em Patmos, João disse:
“Bem-aventurado(s)... os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as
coisas que nela estão escritas” (Ap 1.3). Não há nenhuma dicotomia entre o
ouvir e o obedecer. O ouvir verdadeiro é a obediência. A fé em si envolve
obediência. O Senhor JESUS. Paulo e Tiago deixam bem claro que a verdadeira fé
emana da obediência. S.N.G. Dicionário Bíblico Wycliffe
No
AT, pelo fato de Abraão ter crido em DEUS e obedecido à sua voz, todas as
nações da terra se tornaram benditas (Gn 15.6; 22.18; 26.4,5).
Obedecer à voz de DEUS é equivalente a guardar a sua aliança (Êx 19.5;
cf. 23.20-22); portanto, os israelitas prometeram ser obedientes quando o
Livro da Aliança /oi ratificado com a aspersão de sangue (Ex 24.7,8). A
reeducação do povo para obedecer à lei era uma parte básica das cerimônias de
renovação de aliança (Dt 27.1-10; 30.2,8,20; Js 24.24-27).
Ao
castigar o rei Saul por sua obediência incompleta, Samuel ensinou a grande
verdade de que obedecer é melhor do que sacrificar (1 Sm 15.22). Em séculos
posteriores, a nação foi repetidamente advertida por sua desobediência a DEUS e
à sua lei (Is 42.24; Jr 3.13; 7.23-28; Sf 3.2; Ne 9.17,26).
A obediência, ou a falta dela, pode ser tanto interior, do coração (Pv 3.1), ou
meramente exterior, no sentido de uma obediência forçada (Sl 72.8-11).
No
NT, Paulo fala da “obediência da fé” (ou “por fé”) por parte dos cristãos (Rm
1.5; cf. Atos 6.7). A frase em grego é a mesma que foi utilizada em Romanos
16.26, onde ele escreve que o evangelho conduz à “obediência da fé”. O apóstolo
está, evidentemente, referindo-se ao desejo de DEUS de que os gentios, ao
ouvirem o evangelho, obedeçam-no recebendo-o pela fé, confiando em seus termos
(cf. 1 Pe 1.2,22; 1 Jo 3.23). Paulo adverte quanto ao terrível
castigo que aguarda aqueles que se recusam a obedecer ao evangelho de nosso
Senhor JESUS CRISTO (2 Ts 1.8; cf. Rm 2.8; 1 Pe 2.7,8). Ele elogia os
Coríntios por sua obediência ao evangelho de CRISTO que professavam (2 Co 9.13).
Como
um exemplo de obediência, Paulo e Pedro apontam para o Senhor JESUS CRISTO que
“humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte” (Fp 2.8; cf 1 Pe
2.18,21). Paulo fala da obediência de CRISTO ao fazer a expiação pelos
pecadores, em contraste com a desobediência de Adão e seus descendentes (Rm
5.19). A declaração em Hebreus 5.8 de que Ele “aprendeu a obediência,
por aquilo que padeceu”, deve significar que CRISTO fez da experiência de
obedecer ao Pai algo real. Ao agir assim, Ele cumpriu o propósito eterno da
Divindade vivendo toda a sua vida como nosso representante, obedecendo e
sofrendo em nosso lugar e por nossa causa, satisfazendo completamente a lei, em
todos os seus aspectos (J. O. Buswell, Jr., A Systematic Theology of the
Christian Religion, Grand Rapids. Zondervan, 1962, II, lllss,). Dicionário
Bíblico Wycliffe
A
Palavra de DEUS exorta os servos (escravos) a obedecerem a seus senhores (Ef
6.5-8; Cl 3.22; 1 Tm 6.1; Tt 2.9); os cristãos, a obedecerem a
seus líderes (Hb 13.17); as mulheres, a obedecerem a seus maridos (Tt 2.5; Ef
5.22-24; 1 Pe 3.1-6); e os filhos, a obedecerem a seus pais (Ef 6.1; Cl
3.20; cf. Pv 6.20; 23.22; 29.15). Portanto, os crentes como um
todo são caracterizados como “filhos obedientes” (1 Pe 1.14; cf. Rm 6.16,17; Hb
5.9). A desobediência aos pais é considerada uma marca da depravação humana (Rm
1.30) e um sinal dos últimos dias (2 Tm 3.2). Os cristãos são ensinados a
obrigar cada pensamento humano a se render em obediência a CRISTO (2 Co 10.5).
O mais alto nível de obediência para o cristão é fazer a vontade de DEUS de
todo o coração (Rm 6.17), e não por uma mera complacência exterior. Ele possui
um espírito de obediência que cria dentro de si o desejo de obedecer no
pensamento e através de atitudes (por exemplo, Mt 5.28,44; 19.21,22).
O cristão tem a mente de CRISTO (Fp 2.5), pois a Palavra de DEUS está dentro de
seu coração e ele deleita-se em fazer a vontade de DEUS (Sl 40.8; cf. Hb
10.5-9). . J.R. Dicionário Bíblico Wycliffe
OBEDIÊNCIA DE CRISTO
Esta
obediência inclui a aceitação voluntária de CRISTO em relação à encarnação,
quando DEUS Pai falou com o Filho no passado eterno, como registrado no Salmo
40.6-8 (cf. Hb 10.5-10). Sua vida de obediência perfeita ao Pai é
mostrada por Ele ter “nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gl 4.4), e por ter
guardado a lei de forma perfeita. Ele cumpriu a vontade de DEUS em seu
nascimento (Lc 2.21,22,39), em sua infância (Lc 2.52), em seu batismo (Mt 3.15),
em sua tentação, na qual triunfou sobre Satanás em contraste com Adão que caiu
(Mt 4.1-11; Lc 4.1-13), e por toda a sua vida (Jo 4.34; 6.38; 8.29,46; 15.10; 17.4; Atos
3.14; 2 Co 5.21; Hb 4.15). Ninguém poderia convencê-lo de
desobediência a DEUS ou à sua lei (Jo 8.46; Hb 5.8,9). Embora tenha lutado
contra o horror de sua futura condenação, ao ser feito pecado por nós,
carregando nossos pecados em seu próprio corpo no madeiro (2 Co 5.21; 1 Pe
2.24), ainda assim, Ele submeteu-se, em obediência, até sua morte na cruz (Fp
2.8).
E
costume dividir a obediência de CRISTO em duas fases: sua vida de obediência
ativa e seu sofrimento e morte, ou sua obediência passiva. Sua obediência ativa
então toma- se a base da justiça que nos é imputada; e sua obediência passiva,
a expiação por nossos pecados e nosso perdão. A divisão não é totalmente
satisfatória; porém seu sofrimento teve inicio antes da cruz, e o mérito de sua
morte sacrificial reside em sua vida sem pecado, completamente santa (1 Pe 1.18,19).
CRISTO e Adão são uma antítese (Rm 5.12-19). Através do primeiro Adão, o pecado
e a morte entraram no mundo; através do segundo, a justiça e a vida (vv.
12,17). Pela desobediência de Adão, todos se tornaram pecadores e morreram
espiritual mente; através da obediência do Senhor JESUS CRISTO, todos os que
estão nele tornam-se justos e vivos (v. 19; cf. 1 Co 15.22). A perfeita
obediência do Salvador deve ser o nosso exemplo (Hb 12.1,2; 1 Pe 2.21). R.
A. K. Dicionário Bíblico Wycliffe
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PAIS E FILHOS – comentários BEP - CPAD
Cl
3.21 “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o
ânimo.”
É
obrigação solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instrução e a
disciplina condizente com a formação cristã. Os pais devem ser exemplos de vida
e conduta cristãs, e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu
emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social (cf. Sl 127.3).
Segundo
a palavra de Paulo em Ef 6.4 e Cl 3.21, bem como as instruções
de DEUS em muitos trechos do AT (ver Gn 18.19; Dt 6.7; Sl 78.5; Pv
4.1-4; 6.20), é responsabilidade dos pais dar aos filhos criação que os prepare
para uma vida do agrado do Senhor. É a família, e não a igreja ou a Escola
Dominical, que tem a principal responsabilidade do ensino bíblico e espiritual
dos filhos. A igreja e a Escola Dominical apenas ajudam os pais no ensino dos
filhos.
A
essência da educação cristã dos filhos consiste nisto: o pai voltar-se para o
coração dos filhos, a fim de levar o coração dos filhos ao coração do Salvador
(ver Lc 1.17).
Na
criação dos filhos, os pais não devem ter favoritismo; devem ajudar, como
também corrigir e castigar somente faltas intencionais, e dedicar sua vida aos
filhos, com amor compassivo, bondade, humildade, mansidão e paciência (3.12-14,
21).
Seguem-se
quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida devotada a
CRISTO:
Dediquem
seus filhos a DEUS no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).
Ensinem
seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justiça e a odiar a
iniquidade. Incutam neles a consciência da atitude de DEUS para com o pecado e
do seu julgamento contra ele (ver Hb 1.9).
Ensinem
seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt 8.5; Pv
3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).
Protejam
seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-los
espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais
(Pv 13.20; 28.7; 2.15-17).
Façam
saber a seus filhos que DEUS está sempre observando e avaliando aquilo que
fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).
Levem
seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em CRISTO, ao arrependimento e ao
batismo em água (Mt 19.14).
Habituem
seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de DEUS, se mantém
os padrões de retidão e o ESPÍRITO SANTO se manifesta. Ensinem seus filhos a
observar o princípio: “Companheiro sou de todos os que te temem” (Sl 119.63;
ver At 12.5).
Motivem
seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar para
DEUS (2Co 6.14—7.1; Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos
neste mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com
CRISTO (Fp 3.20; Cl 3.1-3).
Instruam-nos
sobre a importância do batismo no ESPÍRITO SANTO (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).
(j)
Ensinem a seus filhos que DEUS os ama e tem um propósito específico para suas
vidas (Lc 17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).
Instruam
seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto
doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).
(m)
Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At
6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).
(n)
Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12).
Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em CRISTO JESUS
padecerão perseguições” (2Tm 3.12).
(o) Levem
seus filhos diante de DEUS em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg
5.16-18; ver Jo 17.1, - sobre a oração de JESUS por seus discípulos, como
modelo da oração dos pais por seus filhos).
(p)
Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas
vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas
suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17).
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OBEDIÊNCIA - πειθω - peitho (Grego) Strong Português
1) persuadir
1a) persuadir, i.e. induzir alguém pelas palavras a crer
1b) fazer amigos de, ganhar o favor de alguém, obter a boa vontade de alguém,
ou tentar vencer alguém, esforçar-se por agradar alguém
1c) tranquilizar
1d) persuadir a, i.e., mover ou induzir alguém, por meio de persuasão, para
fazer algo
2) ser persuadido
2a) ser persuadido, deixar-se persuadir; ser induzido a crer: ter fé (em algo)
2a1) acreditar
2a2) ser persuadido de algo relativo a uma pessoa
2b) escutar, obedecer, submeter-se a, sujeitar-se a
3) confiar, ter confiança, estar confiante
1) persuadir
1a) persuadir, i.e. induzir alguém pelas palavras a crer
1b) fazer amigos de, ganhar o favor de alguém, obter a boa vontade de alguém,
ou tentar vencer alguém, esforçar-se por agradar alguém
1c) tranquilizar
1d) persuadir a, i.e., mover ou induzir alguém, por meio de persuasão, para
fazer algo
2) ser persuadido
2a) ser persuadido, deixar-se persuadir; ser induzido a crer: ter fé (em algo)
2a1) acreditar
2a2) ser persuadido de algo relativo a uma pessoa
2b) escutar, obedecer, submeter-se a, sujeitar-se a
3) confiar, ter confiança, estar confiante
1) persuadir
1a) persuadir, i.e. induzir alguém pelas palavras a crer
1b) fazer amigos de, ganhar o favor de alguém, obter a boa vontade de alguém,
ou tentar vencer alguém, esforçar-se por agradar alguém
1c) tranquilizar
1d) persuadir a, i.e., mover ou induzir alguém, por meio de persuasão, para
fazer algo
2) ser persuadido
2a) ser persuadido, deixar-se persuadir; ser induzido a crer: ter fé (em algo)
2a1) acreditar
2a2) ser persuadido de algo relativo a uma pessoa
2b) escutar, obedecer, submeter-se a, sujeitar-se a
3) confiar, ter confiança, estar confiante
SUBMISSÃO - υπεικω hupeiko (Grego) Strong Português
1) não resistir
mais, mas entregar-se, render-se (de combatentes)
2) metáf. obedecer a autoridade e a admoestação, submeter-se
כחש SUBMISSO kachash (Hebraico) Strong
Português
1) enganar,
mentir, falhar, tendencioso, ser desapontador, ser, ser insuficiente, ser
descoberto mentiroso, desmentir, negar, disfarçar, agir falsamente
1a) (Qal) tornar-se tendencioso
1b) (Nifal) encolher, fingir obediência
1c) (Piel)
1c1) enganar, negar falsamente
1c2) agir enganosamente
1c4)
desapontar, falhar
1d) (Hitpael) encolher, fingir submissão
SUBMISSO - υποτασσω hupotasso – grego - (1B) Strong
Português
1) organizar
sob, subordinar
2) sujeitar, colocar em sujeição
3) sujeitar-se, obedecer
4) submeter ao controle de alguém
5) render-se à admoestação ou conselho de alguém
6) obedecer, estar sujeito
Um termo militar grego que significa “organizar [divisões de tropa] numa forma
militar sob o comando de um líder”. Em uso não militar, era “uma atitude
voluntária de ceder, cooperar, assumir responsabilidade, e levar uma carga”.
Semelhantemente
vós jovens, sede sujeitos (E.R.C.). O espírito dos anciãos deve ser carinhoso e
respeitoso, um exemplo fácil e natural para os mais jovens seguirem. Todos
devem estar revestidos (envolvidos em) de humildade, merecendo assim a graça de
DEUS que é tanto a causa como o resultado da humildade. Pedro cita Pv. 3:34
(LXX) para apoio de sua doutrina (cons. Tg. 4:6) e reforça sua admoestação
(cons. Tg. 4:10). Aquele que é humilde pela graça, pode descansar, lançando
sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós (ele se
preocupa convosco).
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O discípulo e a obediência
A
obediência é o caminho mais seguro para se obter a s mais ricas bênçãos de
DEUS. a obediência requerida pelo evangelho só é possível pela fé.
A
palavra obedecer significa “dar ouvidos a” ou ouvir debaixo autoridade ou
influência de quem fala.
Devemos
obedecer a DEUS incondicionalmente
JESUS
CRISTO obedeceu a DEUS sendo obediente até a morte, e morte de cruz; ele é o
modelo.
Exemplo
de homens obedientes: no Velho Testamento, Noé (Gn 6.22- fez tudo conforme DEUS
mandou; Hb 11.7) e Abraão (recebeu tudo de DEUS porque deu a DEUS tudo que
tinha; Hb11.8) e no Novo Testamento, Ananias e Paulo (At 26.19; a obediência de
Paulo trouxe Benefício ao mundo todo e lhe custou a vida - 2 Tm 4.7).
Devemos
obedecer a DEUS através de sua palavra, à igreja e aos nossos pastores ou
líderes.
A
obediência é melhor do que sacrificar (1 Sm 15.22) e traz efeitos benéficos à
nossa vida.
Obedecer
ou desobedecer afeta toda uma existência.
Obediência
aos patrões (Ef 6.5; Cl 3.22)
Obediência
aos pais faz futuro ser melhor.(Cl 3.20)
Obediência
aos pastores.(Hb 13.17; comparando o que nos ensinam com a bíblia. – 1 Ts
5.21-22)
A
obediência à igreja é sempre à luz da palavra de DEUS. não é a igreja que dita
as normas, é a bíblia.
A
obediência a DEUS nos dá o espírito santo. (At 5.32).
A
obediência a DEUS nos deixa inabaláveis. (Mt 7.24).
A
obediência a DEUS nos torna conhecidos. (Rm 16.19).
A
obediência a DEUS o glorifica. (2 Co 9.13).
A
obediência a DEUS nos torna irrepreensíveis. (Fl 2.12-15).
))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
Recomendação ao Amor Fraternal. A Glória e Condescendência
de CRISTO
Filipenses 2:1-11
Nesse
capítulo, o apóstolo retoma o assunto onde o deixou no capítulo anterior, com
mais exortações aos deveres cristãos. Ele os compele a terem o mesmo parecer e
serem humildes, em conformidade com o exemplo do Senhor JESUS, o grande padrão
de humildade e amor. Aqui podemos observar:
Aqui
está um padrão do evangelho proposto para nossa imitação, e esse é o exemplo do
nosso Senhor JESUS CRISTO: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que
houve também em CRISTO JESUS” (v. 5). Observe: Os cristãos devem ter o mesmo
sentimento de CRISTO. Devemos imitar a sua vida, se queremos nos beneficiar da
sua morte. “Se alguém não tem o ESPÍRITO de CRISTO, esse tal não é dele” (Rm
8.9). Qual era o sentimento de CRISTO? Ele era notavelmente humilde; precisamos
aprender isso dele. “...aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mt
11.29). Se somos, de fato, humildes, devemos sentir o mesmo; e, se queremos ser
semelhantes a CRISTO, devemos ser humildes. Devemos andar no mesmo espírito e
nos mesmos passos do Senhor JESUS, que se humilhou a si mesmo a ponto de sofrer
e morrer por nós. Não somente para satisfazer a justiça de DEUS, e pagar o
preço da nossa redenção, mas para servir de exemplo, para que sigamos os seus
passos. Temos aqui as duas naturezas e os dois estados do nosso Senhor JESUS. É
perceptível que o apóstolo, tendo oportunidade de mencionar o Senhor JESUS, e
em virtude do sentimento que havia nele, busca alongar-se acerca da descrição
da sua pessoa. Este é um assunto agradável, e um ministro do evangelho deve ter
prazer em discorrer a respeito dele. Qualquer oportunidade deveria ser
prontamente aproveitada.
1. Temos aqui as duas naturezas de CRISTO: sua natureza
divina e sua natureza humana.
(1) “...que, sendo em forma de DEUS...”
(v.
6), tomando parte da natureza divina, como o unigênito e eterno Filho de DEUS.
Isso está de acordo com João 1.1: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo
estava com DEUS”: isso significa a mesma coisa que ser a “...imagem do DEUS
invisível” (Cl 1.15), e “...o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da
sua pessoa” (Hb 1.3). “...não teve por usurpação ser igual a DEUS”. Ele não se
sentiu culpado de violar algo que não pertencia a Ele, ou apropriar-se de
direito alheio. Ele disse: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30). É o grau mais alto
de usurpação para qualquer mero ser humano ou criatura aspirar ser igual a
DEUS, ou professar ser um com o Pai. Isto não é roubar a DEUS nos dízimos e nas
ofertas, mas no direito da sua divindade (Ml 3.8). Alguns entendem que a
expressão sendo em forma de DEUS – en morphe Theou huyparchon se refere à sua
manifestação em uma glória divina e majestosa aos patriarcas, e aos judeus, no
Antigo Testamento, que com freqüência era chamada de glória, de Shequiná. A
palavra é usada nesse sentido pela LXX e pelo Novo Testamento. Ele
“...manifestou-se a dois deles”, en hetera morphe – em outra forma (Mc 16.12).
Metemorphote – Ele foi transfigurado diante deles (Mt 17.2, versão inglesa
KJV). E “...não teve por usurpação ser igual a DEUS”. Ele não buscou agarrar-se
a essa glória, nem cobiçar aparecer nela. Ele esvaziou-se da majestade do seu
aspecto anterior enquanto esteve nesta terra, o que parece ser o sentido da expressão
peculiar: ouk harpagmon hegesato.
(2) Sua natureza humana:
“...fazendo-se
semelhante aos homens” e “...achado na forma de homem”. Ele realmente se tornou
homem, participou da nossa carne e sangue, apareceu com a natureza humana e
assumiu essa natureza voluntariamente; foi seu próprio ato e por seu próprio consentimento.
Não podemos dizer que a nossa participação na natureza humana é assim. Ele, na
verdade, “...aniquilou-se a si mesmo”, esvaziou-se das honras e glórias do
mundo acima e da sua aparência anterior, para vestir-se com os trapos da
natureza humana. Ele foi, em tudo, semelhante a nós (Hb 2.17).
2. Vemos então os seus dois estados, o de humilhação e o de
exaltação.
(1) Seu estado de humilhação.
Ele
não só tomou sobre si a semelhança e forma de homem, mas a forma de servo, isto
é, um homem em um estado desprezível. Ele não era apenas o servo de DEUS que
fora escolhido, mas veio para ministrar aos homens, e esteve no meio deles como
alguém que serviu em um estado desprezível e servil. Imaginaríamos que o Senhor
JESUS, ao se tornar homem, se tornasse um príncipe e aparecesse em esplendor.
Mas ocorreu exatamente o oposto: “...tomando a forma de servo”. Ele foi criado
de maneira humilde, provavelmente trabalhando com seu pai na sua profissão.
Toda a sua vida foi uma vida de humilhação, baixeza, pobreza e desgraça; Ele
não tinha onde reclinar a sua cabeça, vivia de esmolas, era “...homem de dores,
experimentado nos trabalhos”, não demonstrava pompa exterior ou qualquer marca
de distinção em relação às outras pessoas. Essa foi a humilhação da sua vida.
Mas o passo mais desprezível da sua humilhação foi a sua morte na cruz. Ele foi
“...obediente até à morte e morte de cruz”. Ele não somente sofreu, mas foi voluntariamente
obediente; Ele obedeceu à lei, sob a qual se colocou voluntariamente como
Mediador, e por meio da qual foi obrigado a morrer. “...tenho poder para a dar
e poder para tornar a tomá-la. Esse mandamento recebi de meu Pai” (Jo 10.18).
Ele nasceu sob a lei (Gl 4.4). Ressalta-se a maneira da sua morte, que tinha
nela todas as circunstâncias possíveis de humilhação: “...e morte de cruz”, uma
morte maldita, dolorosa e vergonhosa – uma morte amaldiçoada pela lei (“Maldito
todo aquele que for pendurado no madeiro”, veja Gl 3.13), cheia de dor, o
corpo pregado através das partes nervosas (das mãos e dos pés) e pendurado com
todo o seu peso sobre a cruz; e a morte de um malfeitor e um escravo, não de um
homem livre, exposto como espetáculo público. Tal era a condescendência do JESUS
bendito.
(2) Sua exaltação:
“Pelo
que também DEUS o exaltou soberanamente”. Sua exaltação foi a recompensa da sua
humilhação. Pelo fato de Ele se humilhar, DEUS o exaltou; e o exaltou
soberanamente, hyperypsose – a uma posição extraordinariamente elevada. Ele
exaltou sua pessoa completa, a natureza humana, bem como a divina; porque Ele
veio na forma de DEUS bem como na forma de homem. Com sua natureza divina,
tinha seus direitos e a manifestação da “...glória que tinha contigo antes que
o mundo existisse” (Jo 17.5), não uma nova obtenção de glória; e assim o
próprio Pai é exaltado. Mas a exaltação distintiva relacionava-se à sua
natureza humana que, sozinha, parece ser capaz disso, embora em conjunção com a
divina. Sua exaltação aqui consiste em honra e poder. Em honra, pois assim Ele
recebeu “...um nome que é sobre todo o nome”, um título de dignidade acima de
todas as criaturas, homens e anjos. E, em poder: “...para que ao nome de JESUS
se dobre todo joelho...”. Toda criação deve estar sujeita a Ele: “...dos que estão
nos céus, e na terra, e debaixo da terra”, os habitantes do céu e da terra, os
vivos e os mortos. Ao nome de JESUS; não ao som da palavra, mas da autoridade
de JESUS; todos devem prestar uma homenagem solene. E que “...toda língua
confesse que JESUS CRISTO é o Senhor, para glória de DEUS Pai” – cada nação e
língua deveria publicamente reconhecer o império universal do Redentor
exaltado, que disse: “É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mt 28.18).
Observe a vasta extensão do reino de CRISTO; ele alcança o céu e a terra, e a
todas as criaturas que neles estão, anjos e homens, mortos e vivos. “...para
glória de DEUS Pai”. Observe: Confessamos que JESUS CRISTO é Senhor para a
glória de DEUS, o Pai; porque é sua vontade que todos honrem o Filho, como
honram o Pai. Todo respeito prestado a CRISTO redunda na honra do Pai. “...quem
me recebe a mim, recebe aquele que me enviou” (Mt 10.40). Com. Bíblico -
Matthew Henry (Exaustivo) AT e NT
))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
Filipenses 2 – comentários BEP - CPAD
2.3
POR HUMILDADE. Devido ao egocentrismo inato do homem caído, o mundo não tem em
alta estima a humildade e a modéstia. A Bíblia, no entanto, com seu conceito
teocêntrico do homem e da salvação, atribui máxima importância à humildade. (1)
A humildade bíblica subentende a consciência das nossas fraquezas e a decisão
de atribuir de imediato todo crédito DEUS e ao próximo, por aquilo que
realizamos (Jo 3.27; 5.19; 14.10; Tg 4.6). (2) Devemos ser
humildes porque somos simples criaturas (Gn 18.27); somos pecaminosos à parte
de CRISTO (Lc 18.9-14) e não podemos jactar-nos de nada (Rm 7.18; Gl 6.3),
a não ser no Senhor (2 Co 10.17). Logo, dependemos de DEUS para nosso valor e
para nossa frutificação, e não podemos realizar nada de valor permanente sem a
ajuda de DEUS e do próximo (Sl 8.4,5; Jo 15.1-16). (3) A presença de DEUS
acompanha aqueles que andam em humildade (Is 57.15; Mq 6.8). Maior graça é
dada aos humildes, mas DEUS resiste aos soberbos (Tg 4.6; 1 Pe 5.5). Os
mais zelosos filhos de DEUS servem "ao Senhor com toda a humildade" (At
20.19). (4) Como crentes, devemos viver em humildade uns para com os outros,
considerando-os superiores a nós mesmos (cf. Rm 12.3). (5) O oposto da
humildade é a soberba, um senso exagerado da importância e da autoestima da
pessoa que confia no seu próprio mérito, superioridade e realizações. A
tendência inevitável da natureza humana e do mundo é sempre à soberba, e não à
humildade (1 Jo 2.16; cf. Is 14.13,14; Ez 28.17; 1 Tm 6.17).
2.5
HAJA EM VÓS O MESMO SENTIMENTO. Paulo enfatiza como o Senhor JESUS deixou a
glória incomparável do céu e humilhou-se como um servo, sendo obediente até à
morte para o benefício dos outros (vv. 5-8). A humildade integral de CRISTO
deve existir nos seus seguidores, os quais foram chamados para viver com
sacrifício e renúncia, cuidando dos outros e fazendo-lhes o bem.
2.6
SENDO EM FORMA DE DEUS. JESUS sempre foi DEUS pela sua própria natureza e igual
ao Pai antes, durante e depois da sua permanência na terra (ver Jo 1.1; 8.58; 17.24; Cl
1.15,17; ver Mc 1.11; Jo 20.28). CRISTO, no entanto, não se apegou
aos seus direitos divinos, mas abriu mão dos seus privilégios e glória no céu,
a fim de que nós, na terra, fôssemos salvos.
2.7
ANIQUILOU-SE A SI MESMO. O texto grego do qual foi traduzida esta frase, diz
literalmente, que ele "se esvaziou", i.e., deixou de lado sua glória
celestial (Jo 17.4), posição (Jo 5.30; Hb 5.8), riquezas (2 Co 8.9),
direitos (Lc 22.27; Mt 20.28) e o uso de prerrogativas divinas (Jo 5.19; 8.28; 14.10).
Esse "esvaziar-se" importava não somente em restrição voluntária dos
seus atributos e privilégios divinos, mas também na aceitação do sofrimento, da
incompreensão, dos maus tratos, do ódio e, finalmente, da morte de maldição na
cruz (vv. 7,8).
2.7
A FORMA DE SERVO... SEMELHANTE AOS HOMENS. Para trechos na Bíblia que tratam de
CRISTO assumindo a forma de servo, ver Mc 13.32; Lc 2.40-52; Rm
8.3; 2 Co 8.9; Hb 2.7,14. Embora permanecesse em tudo divino, CRISTO
tomou sobre si uma natureza humana com suas tentações, humilhações e fraquezas,
porém sem pecado (vv. 7,8; Hb 4.15).
2.12
OPERAI A VOSSA SALVAÇÃO. Como crentes salvos pela graça, devemos concretizar a
nossa salvação até o fim. Se deixarmos de fazê-lo, nós a perderemos. (1) Não
desenvolvemos a nossa salvação por meros esforços humanos, mas por meio da
graça de DEUS e do poder do ESPÍRITO SANTO que nos foram outorgados. (2) A fim
de desenvolvermos a nossa salvação, devemos resistir ao pecado e atender os
desejos do ESPÍRITO SANTO em nosso íntimo. Isso envolve um esforço contínuo e
ininterrupto, de usar todos os meios determinados por DEUS para derrotarmos o
mal e manifestarmos a vida de CRISTO. Sendo assim, concretizar a nossa salvação
é concentrar-nos na importância da santificação (ver Gl 5.17). (3)
Operamos a nossa salvação, chegando cada vez mais perto de CRISTO (ver Hb
7.25) e recebendo seu poder para querer e efetuar a boa vontade de DEUS (ver v.
13). Deste modo, somos "cooperadores de DEUS" (1 Co 3.9) para a nossa
completa salvação no céu. (4) Desenvolver a nossa salvação é tão vital que deve
ser feito "com temor e tremor".
2.12
TEMOR E TREMOR. Na salvação efetuada por CRISTO, Paulo vê lugar para
"temor e tremor" da nossa parte. Todo filho de DEUS deve possuir um
santo temor que o faça tremer diante da Palavra de DEUS (Is 66.2) e o leve a
desviar-se de todo mal (Pv 3.7; 8.13). O temor (gr. phobos) do Senhor não
é de conformidade com a definição frequentemente usada, a mera "confiança
reverente", mas inclui o santo temor do poder de DEUS, da sua santidade e
da sua justa retribuição, e um pavor de pecar contra Ele e das consequências
desse pecado (cf. Êx 3.6; Sl 119.120; Lc 12.4,5). Não é um temor
destrutivo, mas um temor que controla e que redime e que aproxima o crente de
DEUS, de suas bênçãos, da pureza moral, da vida e da salvação (cf. Sl 5.7; 85.9; Pv
14.27; 16.6)
2.13
DEUS É O QUE OPERA EM VÓS. A graça de DEUS opera nos seus filhos, para produzir
neles tanto o desejo quanto o poder para cumprir a sua vontade. Mesmo assim, a
obra de DEUS dentro de nós não é de compulsão, nem de graça irresistível. A
obra da graça dentro de nós (1.6; 1 Ts 5.24; 2 Tm 4.18; Tt 3.5-7)
sempre depende da nossa fidelidade e cooperação (vv. 12,14-16)
2.15
GERAÇÃO CORROMPIDA E PERVERSA. JESUS e os apóstolos enfatizaram que o mundo em
que vivemos é uma "geração incrédula e perversa" (Mt 17.17; cf. 12.39; At
2.40). O povo deste mundo tem mentalidade errada, valores distorcidos,
critérios imorais de vida e rejeitam as normas e padrões da Palavra de DEUS. Os
filhos de DEUS devem separar-se do mundo e ser inculpáveis, puros de coração e
irrepreensíveis, a fim de proclamarem ao mundo perdido a gloriosa redenção em
CRISTO (Cf. 1 Jo 2.15).
2.17
E, AINDA QUE SEJA OFERECIDO... SOBRE O SACRIFÍCIO. O amor e a solicitude de
Paulo pelos filipenses era tão grande, que ele estava disposto a dar a sua vida
por eles, como se fosse uma oferenda a DEUS. (1) Paulo não lastimaria; antes se
regozijaria como a vítima do sacrifício, se assim os filipenses passassem a ter
mais fé em CRISTO e mais amor a Ele (cf. 2 Tm 4.6). (2) Já que Paulo tinha
tamanho amor sacrificial pelos seus filhos espirituais na fé, que sacrifícios e
sofrimentos devemos estar dispostos a enfrentar em prol da fé dos nossos
próprios filhos? Para que nossos filhos tenham uma vida inteiramente dedicada
ao Senhor, se necessário for, devemos dar até a nossa vida como oferta ao
Senhor.
2.19
TIMÓTEO. Timóteo era um bom exemplo do que um ministro e missionário de DEUS
deve ser. Era um estudante zeloso e obediente à Palavra de DEUS (2 Tm 3.15); um
servo perseverante e digno de CRISTO (1 Ts 3.2); um homem de boa reputação (At
16.2), amado e fiel (1 Co 4.17), com solicitude genuína pelo próximo (v. 20),
fidedigno (2 Tm 4.9,21) e dedicado a Paulo e ao evangelho (v. 22; Rm 16.21).
2.21
PORQUE TODOS BUSCAM O QUE É SEU. Há pastores que pregam, ensinam, pastoreiam ou
escrevem, não com solicitude genuína pela propagação do evangelho, mas visando
aos seus próprios interesses, honra, glória e prestígio. Ao invés de procurarem
agradar ao Senhor JESUS, procuram agradar aos homens e conquistar o favor deles
(Fp 1.15; 2.20,21; 2 Tm 4.10,16). Tais pastores não são verdadeiros
servos do Senhor.
)))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
Lição 6, Betel, Ordenança para uma vida de obediência e
submissão, 2Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV
Para
me ajudar PIX 331957816-20 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva
TEXTOS DE REFERÊNCIA
ROMANOS 13
1- Toda alma
esteja sujeita às potestades superiores, porque não há potestade que não venha
de DEUS; e as potestades que já foram ordenadas por DEUS
2- Por isso, quem resiste à potestade resiste à ordenação de DEUS e os que
resistem trarão sobre si mesmos a condenação.
HEBREUS 13
17- Obedecei a
vossos pastores e sujeitai-vos a eles, porque velam por vossas almas, como
aqueles que hão de dar conta delas, para que o façam com alegria, e não
gemendo, porque isso não vos seria útil.
INTRODUÇÃO
Ser
obediente faz parte do estilo de vida que se requer de todo discípulo de
CRISTO. Trata-se de um princípio bíblico, revelado desde o início da
humanidade. Veremos a relevância da obediência em nosso relacionamento com DEUS
e em diferentes níveis de relacionamento interpessoal. Nosso maior exemplo é
JESUS CRISTO – “obediente até a morte” [Rm 5.19; Fp 2.8; Hb 10.9].
1- OBEDECER É MELHOR DO QUE SACRIFICAR
Significado
da palavra obediência. A palavra no grego corresponde a “hupakoe” (υπεικω - hupeiko), que significa obediência, submissão,
complacência (υποτασσω - hupotasso - Dicionário de Strong, p. 5218) –
ou seja – obediência literalmente, submissão ao que se ouve, ou seja,
obediência como resposta a alguém que fala. Isso se refere tanto a uma voz
terrena quanto à voz do Senhor [2Co 10.5; 1Pe 1.2]. Obedecer é sujeitar-se à
vontade de, estar sob a autoridade de; estar sujeito, seguir as instruções,
agir de acordo com as normas estabelecidas, às leis impostas.
1.1. Obediência é um princípio.
Obediência
a DEUS significa obediência às Sagradas Escrituras, ou seja, aos ensinamentos
que Ele deixou para que todo cristão possa seguir para conquistar, ser
bem-sucedido e morar na eternidade com o Senhor. Aprendemos que obediência é um
princípio bíblico e serve para todas as áreas da vida e que não se quebra
princípios sob pena de pagar um alto preço. JESUS é a causa de eterna salvação
para todos os que lhe obedecem, pois Ele próprio aprendeu a obediência, por
aquilo que padeceu [Hb 5.8-9]. A obediência não é só mostrada na presença da
autoridade ou do superior, mas também na sua ausência ou a distância, o que
denota consciência e responsabilidade [Fp 2.12].
“Porém
Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e
sacrifícios como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é
melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de
carneiros.” [1Sm 15.22]. Dando sequência a este texto, o escritor compara a
rebelião contra os líderes como pecado de feitiçaria [1 Sm 15.23a). Obediência
é uma reação humana agradável a DEUS. Mas a desobediência desagrada a DEUS [Rm
2.8; Cl 3.6].
1.2. Obediência é um plantio.
Quem
não obedece para cima (seus superiores), não pode esperar obediência debaixo
(seus liderados). Se você não obedecer aos seus superiores, quando estiver
liderando, os seus liderados também não o obedecerão. Se você não obedece aos
seus pais, não espere que os seus filhos lhes obedeçam na íntegra. Se você
planta desobediência, como esperar a colheita de obediência?
Dicionário
VINE Thomas Nelson: “Os verbos “peithō” e “pisteuo”, ‘confiar, estão
estreitamente relacionados etimologicamente; a diferença no significado é que o
primeiro implica a obediência que é produzida pelo último (cf. Hb 3.18-19, onde
diz que a desobediência dos israelitas era evidência da incredulidade deles). A
fé é do coração, invisível aos homens; a obediência é da conduta e pode ser
observada. Quando o homem obedece a DEUS, ele dá a única prova possível de que
no seu coração ele crê em DEUS. Claro que é a persuasão da verdade que tem como
resultado a fé (cremos, porque fomos persuadidos de que a coisa é verdadeira;
uma coisa não se torna verdadeira porque é crida), mas o termo verbo, no Novo
Testamento, sugere um resultado factual e externo da persuasão interior e
consequente fé.”
1.3. Obediência é uma porta aberta.
As
bênçãos estão atreladas à obediência. A Bíblia nos mostra em Deuteronômio
28.1-14 as bênçãos decorrentes da obediência. Em contrapartida, do versículo 15
em diante os castigos e maldições para os desobedientes. A obediência abre
portas que jamais esperávamos. O princípio da obediência abre portas para ser
usado por DEUS, abre portas no mundo natural, abre as portas da salvação
eterna. Olha o que Senhor fala com a igreja de Filadélfia, considerada uma
igreja fiel que guardava (obedecia) a Palavra da Sua Paciência: “Eu sei as tuas
obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar;
tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.” [Ap
3.8].
Vimos
nas Sagradas Escrituras que Josué foi bem-sucedido quando obedeceu a tudo que o
Senhor lhe ordenou [Js 1.7]. Ainda ordenou que ele não se desviasse, nem para a
direita nem para a esquerda para ser bem-sucedido. A sua obediência o
levou à vitória com o povo de DEUS ao entrar na terra que DEUS jurou a seus
pais que lhes daria. Se você é obediente, DEUS estará contigo por onde quer que
andares.
EU
ENSINEI QUE:
Obediência
a DEUS significa obediência às Sagradas Escrituras.
2- QUEM RESISTE À AUTORIDADE RESISTE A DEUS
A
pessoa deve ser educada desde cedo à obediência [Rm 13.1-2]. Ο
princípio da autoridade estabelece a ordem de DEUS. Não existe organização sem
autoridade.
2.1. Orem por todos que exercem autoridade.
Paulo
dá instruções das honras que devemos dar aos que exercem autoridades e governam
sobre nós: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações,
orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis e por
todos os que estão em eminência (…)” [1Tm 2.1-2]. O apóstolo Pedro disse:
“Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei,
como superior; quer aos governadores (…) Honrai a todos. Amai a fraternidade.
Temei a DEUS. Honrai o rei.” [1 Pe 2.13-17]. JESUS ficou maravilhado ao ouvir o
centurião chamá-lo para curar o seu servo, pedindo que o Senhor falasse apenas
uma palavra para que o seu servo ficasse curado. Olha o que o centurião disse a
JESUS: “Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob o
meu poder, e digo a este: vai; e ele vai; e a outro: vem; e ele vem; e ao meu
servo: faze isto; e ele o faz.” [Lc 7.8). Honra gera honra, obediência gera
obediência.
Paulo
recomenda: “Portanto, dai a cada um o que deveis; a quem tributo, tributo; a
quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” [Rm 13.7]. Só
quando o Es- orga-tado ou as autoridades exigirem algo contrário à Palavra de
DEUS, o cristão deve obedecer a DEUS mais do que aos homens [At 5.29].
2.2. Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a
eles.
Obedecer
aos pastores é mandamento bíblico e isso não deve ser contestado, porque eles
velam pelas almas como aqueles que hão de dar conta delas [Hb 13.17]. As
lideranças eclesiásticas são autoridades espirituais dadas por DEUS, não as
despreze, não as enfrente. É claro que sempre haverá divergências de
pensamentos, principalmente na área administrativa, porque ninguém é igual a
ninguém, cada um governa de um jeito. Se não for desvio de conduta, obedeça em
tudo e seja bem-sucedido, JESUS deu o exemplo: Ele foi obediente ao Pai até a
morte [Fp 2.8-9].
Bíblia
de Estudo Aplicação Pessoal: “A tarefa dos líderes da igreja é ajudar as
pessoas a amadurecerem em CRISTO. Os cristãos que cooperam com os líderes
aliviam-lhes muito o fardo da liderança. A sua conduta dá a seus líderes
motivos para falar com alegria a seu respeito?”. A obediência aos líderes
cristãos, aos pastores, obreiros e mestres na Palavra, passa inicialmente pela
obediência a DEUS e a Sua Palavra. Assim, se uma pessoa está comprometida com a
obediência ao Senhor, tal comprometimento será demonstrado, também, na
obediência aos seus líderes ou às autoridades eclesiásticas constituídas.
2.3. Obedecei a vossos pais, pois isto é justo.
Paulo
recomenda aos filhos que obedeçam aos pais no Senhor, porque isto é justo, é um
mandamento com promessa [Ef 6.1-3]. Os filhos, mesmo depois de casados, devem
receber com carinho e respeito os conselhos dos pais, eles já trilharam
caminhos que os filhos ainda não passaram, eles têm muitas experiências para
dar aos filhos. Honrar os pais na velhice e os ajudar em tudo que for possível
é um plantio maravilhoso. Os filhos não chamam os pais de quadrados, obsoletos,
ultrapassados, antiquados, fora de moda; eles viveram em outra geração. A
Palavra de DEUS nos ensina que o filho sábio ouve a correção do pai [Pv 23.22];
que o filho sábio alegra a seu pai [Pv 10.1; Pv
13.1]. A obediência anda lado a lado com a honra e o
respeito [Pv 20.20].
Pelo
que vimos, embora a obediência expresse uma ação existente nos relacionamentos
humanos em geral, na sociedade como um todo (tais como discípulos aos mestres,
filhos aos pais, cidadãos às leis estabelecidas e às autoridades constituídas,
entre outras), sua referência mais significativa começa no relacionamento que
deve existir entre o homem e DEUS.
EU
ENSINEI QUE:
O
princípio da autoridade estabelece a ordem de DEUS. Não existe organização sem
autoridade.
3- OBEDIÊNCIA E SUBMISSÃO
A
obediência emana do intelecto. Cumprir com exatidão as normas, os regulamentos,
as diretrizes, as ordens emanadas dos superiores, verbais ou escritas.
Submissão emana direto do coração. Não avança à frente do seu líder. Sabe estar
debaixo do cajado de quem está com a missão e o ajuda em tudo. Mesmo o
dicionário colocando submissão como sinônimo de obediência, notamos que ela tem
algo a mais.
3.1. Obediência sem submissão esconde interesse
pessoal.
A
obediência que não é do coração já elimina automaticamente a submissão. A
obediência sem submissão gera:
a)
amargura, que executa as tarefas com tristeza, angústia ou desgosto;
b)
murmuração, que faz as coisas com reclamação, depreciação, falando mal,
resmungando;
c)
penitência, executa as ordens como se fosse uma pena imposta, um sofrimento, um
castigo ou um tormento;
d)
conveniência, que só faz o que lhe pedem porque atende o seu gosto, o seu
bem-estar, enche o seu ego e lhe dá um retorno satisfatório. Nesses casos
muitas pessoas obedecem porque correm o risco de perder vantagens e benefícios,
e ainda serem excluídas do processo ou demitidas do que fazem. A obediência
legítima é aquela que visa mais o interesse das autoridades e das instituições,
antes de visar os seus próprios interesses. Todos que assim agem ficam com a
consciência tranquila e sabor do dever cumprido.
Pr.
Valdir Alves de Oliveira (Livro Liderança Descomplicada): “É melhor trabalhar
com um leigo ou aprendiz, do que com um profissional rebelde, que não obedece
nem respeita o seu líder. Tem gente que firma a sua vida espiritual só na fé,
sem obediência [Rm 1.5; 16.26].”
3.2. Submissão reconhece os que presidem e ajuda na
missão.
Missão
é um todo, submissão são partes que se juntam para formar o todo. É quase
impossível o todo não ser composto de partes. Quem é submisso automaticamente
tem a obediência como parâmetro. A submissão gera: a) fidelidade, que é cumprir
com o que prometeu; b) lealdade, que não toma o que é do outro, não fala mal do
outro, vira conselheiro do outro, defende o outro em todas as verdades; c)
dedicação, que faz mais do que o solicitado e não mede esforços para execução
das tarefas, se sacrifica e se dedica com qualidade; d) cooperação, que ajuda
no que for preciso sem reclamar, atua no interesse do outro, imprime ação e
coloca a mão na massa.
Ann
G. Barnett Princípios Bíblicos de Liderança, Editora Cristã Evangélica,
2013, comentou a Lição 6- A lei do respeito: submissão, p. 43-44: “A lei do
respeito na vida de Epafrodito [Fp 2.19-30] – Encontramos um exemplo dessa
qualidade na carta aos Filipenses, na pessoa de Epafrodito. Ele era membro da
igreja em Filipos, que amava e sustentava o apóstolo Paulo. A igreja quis
mandar uma oferta a Paulo, que estava preso em Roma, e delegou a
Epafrodito a incumbência de levar a oferta. Epafrodito era uma pessoa de
confiança e enfrentou uma viagem marítima perigosa, e estava disposto a
sacrificar a sua própria vida em favor de Paulo e do evangelho. (…) Ele se
submeteu à liderança da igreja em Filipos, levando a oferta a Paulo, e se
submeteu à liderança de Paulo, quando este o mandou de volta à Filipos, levando
sua carta aos irmãos. (…) Um líder fiel e submisso à vontade de DEUS e à
liderança da igreja. Paulo mandou que a igreja o recebesse bem e declarou:
“Honrai sempre a homens como esse” [Fp 2.29].”
3.3. A submissão firma a obediência.
Não
adianta querer exercer autoridade sem submissão. A submissão é baseada na
condição de obedecer às ordens de um superior, sem o direito de tomar decisões
livres ou de se expressar de forma que bem entender. Normalmente, a submissão é
marcada pela espontaneidade do submisso perante algo ou alguém, algo voluntário
e que autentica e homologa a obediência. Não podemos dizer que somos submissos
a DEUS se não formos submissos aos nossos líderes espirituais. As pessoas hoje
têm muita dificuldade de entender que a submissão é a essência do Reino. Existe
um equívoco comum sobre o conceito de submissão, frequentemente associado a uma
posição de inferioridade ou subserviência. No entanto, a essência da palavra
está em se alinhar e contribuir ativamente para a missão ou objetivo de outra
pessoa, e ajudar na concretização do projeto, ser auxiliar, ajudante,
cooperador.
Quem
não é submisso nem obedece aos seus guias espirituais pode passar por
constrangimentos e dificuldades. O grande sábio disse no livro de Provérbios
que quase chegou à ruína completa, no meio da assembleia e do ajuntamento,
porque não escutou a voz dos que lhe ensinavam, nem dos que lhe instruíam [Pv
5.13-14]. O submisso faz mais do que devia fazer e assim cumpre fielmente a
obediência ao seu superior [Lc 17.7-10].
EU
ENSINEI QUE:
Quem
é submisso automaticamente tem a obediência como parâmetro.
CONCLUSÃO
A
obediência leva a pessoa a ser bem-sucedida na sua caminhada cristã e no seu
ministério e a ser honrada por seus superiores. Os obedientes a DEUS são mais
bem-sucedidos do que os desobedientes. A submissão de Josué o preparou para que
ele fosse o substituto natural de Moisés.
)))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
ALIANÇA (PACTO,
MEMORIAL, TRATADO, COMPROMETIMENTO) Pr. Henrique – 99-99152-0454
Sem o
conhecimento da ALIANÇA é quase impossível alguém ler e entender o plano de
redenção que DEUS fez para nos salvar, e principalmente entender algumas
passagens bíblicas que estão registradas no Antigo Testamento.
Sl
25.14 "O conselho do Senhor é para aqueles que o temem, e Ele lhes faz
saber o seu pacto (aliança, ou concerto)"
Hb
10.19 "Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar,
pelo sangue de JESUS, 20 pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e
vivo, através do véu, isto é, da sua carne, 21 e tendo um grande sacerdote
sobre a casa de DEUS, 22 cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira
certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência, e o corpo lavado
com água limpa, 23 retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porque
fiel é aquele que fez a promessa;"
***Somos
um mesmo ESPÍRITO com Ele (1Co 6.17),
***Somos
íntimos do senhor, como vimos acima,
Portanto,
podemos conhecer a sua aliança, senão, vejamos:
A
aliança pode ser feita por diversos motivos (guerras, amizade, amor, casamento,
etc...).
A
maioria das promessas de DEUS no Antigo Testamento estão condicionadas à
obediência, enquanto a maioria das promessas de DEUS no Novo Testamento estão
baseadas em sua graça.
ALIANÇA - (Strong Português) - ברית b
̂eriyth
1) acordo, aliança, compromisso
1a) entre homens
1a1) tratado, aliança, associação (homem a homem)
1a2) constituição, ordenança (do monarca para os súditos)
1a3) acordo, compromisso (de homem para homem)
1a4) aliança (referindo-se à amizade)
1a5) aliança (referindo-se ao casamento)
1b) entre DEUS e o homem
1b1) aliança (referindo-se à amizade)
1b2) aliança (ordenação divina com sinais ou promessas)
2) (expressões)
2a) fazer uma aliança
2b) manter a aliança
2c) violação da aliança
***B
ÊRYTH (Aliança Em Hebraico) = A Aliança Anterior É Feita Em Base De
Igualdade, É Uma Troca, Um Acordo Em Que DEUS Me Dá E Eu Tenho Que Dar Para
DEUS O Mesmo. É Condicional.
Existem
leis e normas a serem cumpridas ou obedecidas para que as bênçãos da aliança
alcancem seus aliançados.
O
auge dessa aliança é a vida de CRISTO, o messias, o rei do reino de Israel na
Terra (milênio).
***DIATHEKE (Aliança Em Grego) = A
Nova Aliança É Diferente, É Superior, Pois DEUS Me Dá Tudo O Que Preciso Não
Exigindo Nada Em Troca, A Não Ser Fé. É Incondicional.
Eu
Não Tinha Nada De Bom A Oferecer, Só De Ruim: Pecado E Iniquidade; Mesmo Assim,
DEUS Me Recebe Como Cabeça De Aliança E Me Dá A Salvação E Todas As Bênçãos
Provindas Daí : Batismo Com ESPÍRITO SANTO, Dons Do ESPÍRITO SANTO,
Participação No Ministério etc.
***DEUS
Faz Aliança Conosco, Em CRISTO, Hb 8.9, 1 Co 1.30 E Gl 3.16 = Maior Sinal
Não
está baseada na lei e nem na obediência a elas, mas na graça de DEUS, na fé em
CRISTO, através do ESPÍRITO SANTO que mora em nós.
São
várias as alianças que DEUS fez com os homens, mas iremos destacar, aqui as
duas mais importantes:
A
aliança Abrahâmica (com H) e a nova aliança de DEUS conosco em CRISTO JESUS.
DEUS
escolheu vir a nós através da aliança de sangue, costume antigo e muito
utilizado pelos chefes de tribos e patriarcas não só naquela época, mas também
nos dias de hoje, principalmente pelos ciganos e índios na áfrica. No satanismo
também é muito usado, pois satanás imita as coisas de DEUS e sabe quanto vale o
sangue no reino espiritual. (Satanás usa sangue de galinha preta, de
bodes,etc...)
Hb
9.22 "E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e
sem derramamento de sangue não há remissão." Veja também: Mt 23.34; 26.28;
Jo 19.34; At 15.20; 20.28; Rm 3.25; Hb 9.12-22
1- ALIANÇA ABRAHÂMICA
***São
nove os requisitos (ou normas, ou leis) exigidos para se fazer aliança com
alguém :
1.1-
TROCA DE CINTO (ou de armadura, ou de
armas): Significa proteção, quem luta contra mim luta contra ti e quem luta
contra ti, luta contra mim. (CINTO ERA USADO PARA CARREGAR ARMAS)
Exemplo:
Gn 15.1 "Depois destas coisas veio a palavra do Senhor a Abrão numa visão,
dizendo: Não temas, Abrão; eu sou o teu escudo, o teu galardão será
grandíssimo."
Outro
exemplo: 1 Sm 18.3 "Então Jônatas fez um pacto (aliança) com Davi, porque
o amava como à sua própria vida. 4 E Jônatas se despojou da capa que vestia, e
a deu a Davi, como também a sua armadura, e até mesmo a sua espada, o seu arco
e o
seu cinto."
1.2-
TROCA DE TÚNICA (ou Capa): Significa que tua vida
se torna minha vida e que minha vida se torna tua vida. Era complemento do
primeiro tópico.
Exemplo:
Gn 12.3 "Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te
amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra"
Outro
exemplo: 1 Sm 18.3 " Então Jônatas fez um pacto (aliança) com Davi, porque
o amava como à sua própria vida. 4 E Jônatas se despojou da capa
que vestia, e a deu a Davi, como também a sua armadura, e até mesmo a sua
espada, o seu arco e o seu cinto."
1.3-
CORTE COM DERRAMAMENTO DE SANGUE: Significa cortar aliança
com. Sangue é vida, nossas vidas se unem para sempre, eternamente. Corte
geralmente feito no pulso ou na mão; no caso de Abrahão, o sinal foi feito na
carne do prepúcio ou seja, na pele que une a glande do órgão sexual masculino ao
pênis, através de uma faca de pedra (circuncisão).
Exemplo:
Gn 17.11 "Circuncidar-vos-eis na carne do prepúcio; e isto será por
sinal de pacto entre mim e vós."
Outro
exemplo: Ex 4.25 Então Zípora tomou uma faca de pedra, circuncidou o prepúcio
de seu filho e, lançando-o aos pés de Moisés, disse: Com efeito, és para mim um
esposo sanguinário.
1.4-
SINAL DA ALIANÇA: PRIMEIRO MEMORIAL - Significa fazer
cicatriz, marcar com sinal visível na carne. Usa-se passar cinza no local do
corte para que outros soubessem, quando vissem; na África ainda se encontra
chefes indígenas com marcas pelo braço, e quanto mais marcas, mais poderoso é o
chefe, pois possui muitos amigos também chefes. Era complemento do tópico
3.
Exemplo:
Gn 17.11 " Circuncidar-vos-eis na carne do prepúcio; e isto será por sinal de
pacto entre mim e vós."
Outro
exemplo: 21.4 "E Abraão circuncidou a
seu filho Isaque, quando tinha oito dias, conforme DEUS lhe ordenara."
1.5-
TROCA DE NOMES: significa que o meu nome
passa a ter direito sobre tudo o que o teu nome tem e o teu nome passa a ter
direito sobre tudo o que o meu nome tem direito, inclusive dívidas. (Gn
17.5/28.13). Eu passo a ter um pedaço do seu nome e você passa a ter um pedaço
do meu nome.
Exemplo:
Gn 17.4 "Quanto a mim, eis que o meu pacto é contigo, e serás pai de
muitas nações; 5 não mais serás chamado Abrão, mas Abrahão será o teu
nome; pois por pai de muitas nações te hei posto;"
A
partir daí Abrão passou a se chamar AbraHão (esse
"H" é importante, pois vem do nome de DEUS (YHWH) ; infelizmente no
português não traduziram com o 'H", porém nas outras línguas, sim.
DEUS
também teria que mudar o seu nome; a partir daí ELE se apresenta como o DEUS
de Abrahão.
Gn
26.24 "E apareceu-lhe o Senhor na mesma noite e disse: Eu sou o DEUS
de Abrahão, teu pai; não temas, porque eu sou contigo, e te abençoarei e
multiplicarei a tua descendência por amor do meu servo Abrahão."
Gálatas
3.13= Abrahão recebe o H de DEUS e fica com um novo nome, ABRAHÃO,
(recebe o H = ESPÍRITO, pela fé).
1.6-
TERMOS DA ALIANÇA: Significa: leis que vão
reger a aliança se mantida ou se quebrada. (Todo o capítulo de Dt 28, fala de
bênçãos e maldições da aliança) AbraHão, recebe promessas, homem pecava, mas
prevaleciam as promessas, foi necessário acrescentar leis, continuaram a transgredir
e foi necessário acrescentar os cerimoniais que acabam não sendo suficientes
para a purificação do homem; DEUS enviou seu filho para um único e perfeito
sacrifício. (Hb 10.12-18).
Em Dt
28 temos como benção da aliança por exemplo: "11 E o
Senhor te fará prosperar grandemente no fruto do teu ventre, no fruto dos teus
animais e no fruto do teu solo, na terra que o
Senhor, com juramento, prometeu a teus pais te dar. 12 O Senhor
te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar à tua terra a chuva no seu tempo,
e para abençoar todas as obras das tuas mãos; e emprestarás
a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado. 13 E o
Senhor te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás por cima, e não
por baixo; se
obedeceres aos mandamentos do Senhor teu
DEUS, que eu hoje te ordeno, para os guardar e cumprir,
14 não te desviando de nenhuma das palavras que eu hoje te ordeno, nem para a
direita nem para a esquerda, e não andando após
outros deuses, para os servires."
Em Dt
28 temos como maldição da aliança por exemplo: "27 O Senhor te ferirá com
as úlceras do Egito, com tumores, com sarna e com coceira, de que não possas
curar-te; 28 o Senhor te ferirá com loucura, com cegueira, e com pasmo de
coração. 29 Apalparás ao meio-dia como o cego apalpa nas trevas, e não
prosperarás nos teus caminhos; serás oprimido e roubado todos os dias, e não
haverá quem te salve. 30 Desposar-te-ás com uma mulher, porém outro homem
dormirá com ela; edificarás uma casa, porém não morarás nela; plantarás uma
vinha, porém não a desfrutarás. 31 O teu boi será morto na tua presença, porém
dele não comerás; o teu jumento será roubado diante de ti, e não te será
restituído a ti; as tuas ovelhas serão dadas aos teus inimigos, e não haverá
quem te salve."
AS
LEIS PROMULGADAS NO SINAI SÃO TERMOS DA ALIANÇA MOSAICA FEITAS ENTRE DEUS E O
POVO HEBREU ATRAVÉS DE MOISÉS.
1.7-
REFEIÇÃO DA ALIANÇA: Significa: tudo o que eu
como vai para o meu sangue e sangue é vida, então a minha vida se torna a tua e
tua vida se torna minha; CRISTO, em Melquisedeque faz refeição com
AbraHão.
Exemplo: Gn
14.18 Ora,
Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do DEUS
Altíssimo; 19 e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo DEUS
Altíssimo, o Criador dos céus e da terra! 20 E bendito seja o DEUS Altíssimo,
que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.
1.8-
MORTE DE UM ANIMAL OU PASSAR PELAS METADES: Significa:
estamos morrendo e nascendo de novo, também significa: Que eu morra se não
cumprir e que tu morras se não cumprir.
Colocava-se
uma parte do animal de um lado e outra parte do outro lado e depois os cabeças
de aliança, ou chefes, passavam pelas metades de braços dados, dando a entender
que:
***Este
sinal significa infinito; a aliança passa de pai para filho, é eterna.
***Daí
a aliança ser um círculo, significa eternidade; sem princípio e nem fim.
Jr
34.18 Entregarei os homens que
traspassaram o meu pacto (aliança, concerto), e não cumpriram as palavras do
pacto (aliança, concerto) que fizeram diante de mim com o bezerro que dividiram
em duas partes, passando pelo meio das duas porções.
Gênesis
15.9 Respondeu-lhe: Toma-me
uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um carneiro de três anos, uma
rola e um pombinho. 10 Ele, pois, lhe trouxe todos estes animais, partiu-os
pelo meio, e pôs cada parte deles em frente da outra; mas as aves não partiu.11
E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava. 12
Ora, ao pôr do sol, caiu um profundo sono sobre Abrão; e eis que lhe
sobrevieram grande pavor e densas trevas. 13 Então disse o Senhor a Abrão: Sabe
com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será
reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos; 14 sabe também
que eu julgarei a nação a qual ela tem de servir; e depois sairá com muitos
bens. 15 Tu, porém, irás em paz para teus pais; em boa velhice serás sepultado.
16 Na quarta geração, porém, voltarão para cá; porque a medida da iniquidade
dos amorreus não está ainda cheia. 17 Quando o sol já estava posto, e era
escuro, eis um fogo fumegante e uma tocha de fogo, que passaram por entre aquelas
metades. 18 Naquele mesmo dia fez o Senhor um pacto (aliança, concerto) com
Abrão, dizendo: Â tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito
até o grande rio Eufrates;
Interpretação:
a)
Três animais: Significa três pessoas, PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO.
b)
Pássaros no céu e animais na terra( aliança entre céu e terra, entre DEUS e
homens.)
c)
Uma rolinha e um pombinho voam, são do céu, significa que o PAI e o ESPÍRITO
SANTO vão para o céu, JESUS fica para o sacrifício. O cordeiro é animal
terreno, JESUS se torna homem, o cordeiro de DEUS que tira o pecado do mundo
(Jo 12.24 = se o grão de trigo caindo na terra, não morrer, fica ele só, mas,
se morrer dá muito fruto(Jo 1.36)
d)
Fogo fumegante representa o modo como DEUS PAI apareceu no monte Sinai e sobre
a tenda da congregação, bem como em outras manifestações.(Êx 19.18 "Nisso
todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a
fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia
fortemente".)
e)
Tocha de fogo representa CRISTO ( Eu sou a luz do mundo - Jo 8.12 "Então
JESUS tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de
modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.")
f) O
Pai representando DEUS e o Filho representando o homem; assim a aliança foi
feita entre DEUS e os homens, em CRISTO, pois é pecador é fraco e não
conseguiria afastar Satanás e vencê-lo.
1.9-
ÁRVORE OU ANIMAL MANCHADO DE SANGUE (poderia também plantar uma árvore para
servir de memorial) :
SEGUNDO
MEMORIAL:
-
Abrahão plantou um bosque. (E plantou um bosque em Berseba, e invocou lá o nome
do Senhor, DEUS eterno. Gênesis 21:33)
-
Significa a lembrança da aliança, toda vez que olhar pra lá, devem se lembrar
da aliança.
Plantar
árvore, lembrança da pazinha na armadura: Dt 23.13 "Entre os teus
utensílios terás uma pá; e quando te assentares lá fora, então com ela cavarás
e, virando-te, cobrirás o teu excremento"; (fezes). É o cuidado que DEUS
tem com a natureza e com a saúde de seus filhos.
(No
sacrifício pode ser usado um, ou mais, Novilhos ou Ovelhas).
Gn
21.33 "Abraão plantou uma tamargueira em Beerseba, e invocou ali o nome do
Senhor, o DEUS eterno".
NOTE
QUE A ALIANÇA PASSA DE PAI PARA FILHO, POR ISSO O REI DAVI SE LEMBROU DO FILHO
DE JÔNATAS PARA ABENÇOÁ-LO, MESMO MEFIBOSETE O CONSIDERANDO COMO SEU INIMIGO.
2 Sm
4.4,6,8,10 Ora, Jônatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado dos
pés. Este era da idade de cinco anos quando chegaram de Jezreel as novas a
respeito de Saul e Jônatas; pelo que sua ama o tomou, e fugiu; e sucedeu que,
apressando-se ela a fugir, ele caiu, e ficou coxo. O seu nome era
Mefibosete.
6 E
Mefibosete, filho de Jônatas, filho de Saul, veio a Davi e, prostrando-se com o
rosto em terra, lhe fez reverência. E disse Davi: Mefibosete! Respondeu ele:
Eis aqui teu servo.
8
Então Mefibosete lhe fez reverência, e disse: Que é o teu servo, para teres
olhado para um cão morto tal como eu?
10
Cultivar-lhe-ás, pois, a terra, tu e teus filhos, e teus servos; e recolherás
os frutos, para que o filho de teu senhor tenha pão para comer; mas Mefibosete,
filho de teu senhor, comerá sempre à minha mesa...
DAVI
FOI LEAL À ALIANÇA QUE TINHA COMO O PAI DE MEFIBOSETE - DEUS TAMBÉM O LIVROU DE
VER SEU REINO DIVIDIDO EM SEUS DIAS.
VEREMOS
AGORA A NOVA ALIANÇA FEITA POR JESUS CRISTO COM O PAI, PELOS HOMENS, EM LUGAR
DOS HOMENS, SUBSTITUINDO OS HOMENS PECADORES, SENDO INTERMEDIÁRIO ENTRE OS
HOMENS E DEUS PAI.
2- NOVA ALIANÇA
***BHÊRITE
(ALIANÇA EM HEBRAICO) = A ALIANÇA ANTERIOR É FEITA EM BASE DE
IGUALDADE, É UMA TROCA, UM ACORDO EM QUE DEUS ME DÁ E EU TENHO QUE DAR PARA
DEUS O MESMO.
***DIATEKE (ALIANÇA EM GREGO) = A
NOVA ALIANÇA É DIFERENTE, É SUPERIOR, POIS DEUS ME DÁ TUDO O QUE PRECISO NÃO
EXIGINDO NADA EM TROCA, A NÃO SER FÉ.
EU
NÃO TINHA NADA DE BOM A OFERECER, SÓ DE RUIM: PECADO E INIQÜIDADE; MESMO ASSIM,
DEUS ME RECEBE COMO CABEÇA DE ALIANÇA E ME DÁ A SALVAÇÃO E TODAS AS BÊNÇÃOS
PROVINDAS DAÍ : BATISMO COM ESPÍRITO SANTO, DONS DO ESPÍRITO SANTO,
PARTICIPAÇÃO NO MINISTÉRIO etc.
***DEUS
CONOSCO EM CRISTO, Hb 8.9, 1 Co 1.30 E Gl 3.16 = MAIOR SINAL
***JESUS
CUMPRINDO CADA PASSO DA ALIANÇA:
1.
TROCA DE CINTO:
- Ef
6.10-18 ARMAS.
Toda
a armadura de DEUS - cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a
couraça da justiça, e calçados nos pés na preparação do evangelho da paz; o
escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do ESPÍRITO, que é a palavra de
DEUS, orando em todo tempo com toda oração e súplica no ESPÍRITO e vigiando
nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos
- II
Co 10.4,5 ARMAS ESPIRITUAIS (principal é o nome de JESUS) -
4
Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em DEUS,
para destruição das fortalezas; 5 destruindo os conselhos e toda altivez que se
levanta contra o conhecimento de DEUS, e levando cativo todo entendimento à
obediência de CRISTO,
2.
TROCA DE TÚNICA:
Fl
2.6-11 / Jo 10.17 / Cl 3.8-10; Mt 17:2; Apocalipse 3:5 - VESTES DE
SANTIDADE E DE SALVAÇÃO.
Fl
2.6 que, sendo em forma de DEUS, não teve por usurpação ser igual a DEUS. 7 Mas
aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos
homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente
até à morte e morte de cruz.
Jo
10.17 Por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la.]
8
Mas, agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da
maledicência, das palavras torpes da vossa boca. 9 Não mintais uns aos outros,
pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos.
Mateus
17:2 E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e
as suas vestes se tornaram brancas como a luz.
Apocalipse 3:5 O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira
nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante
de meu Pai e diante dos seus anjos.
3.
CORTE COM DERRAMAMENTO DE SANGUE:
Jo
20.25-29; Lc 2.21, 39; 1 Pd 1.18, 19
-Circuncisão
interior.
Rm
2.28 "Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que
o é exteriormente na carne. 29 Mas é judeu aquele que o é interiormente, e
circuncisão é a do coração, no espírito, e não na letra; cujo louvor não provém
dos homens, mas de DEUS."
Lc
2.21 E, quando os oito dias foram cumpridos para circuncidar o menino, foi-lhe
dado o nome de JESUS, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido.
Lc 2.39 E, quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à
Galiléia, para a sua cidade de Nazaré.
1 Pd 1.18 sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que
fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos
vossos pais, 19 mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem
mancha, o sangue de CRISTO,(1 Pd 1.18)
4.
CICATRIZ:
Jo
20.27; 1 Co 6:20; Ef 1.13
Jo
20.27 Depois, disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; chega a
tua mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente.
Significa
que quando satanás nos quer dominar, devemos lembrar-lhe de que lá no céu JESUS
CRISTO tem as marcas da aliança, provando que nos comprou e que temos com ELE
uma aliança; somos de DEUS, pois JESUS nos comprou com seu sangue.
1 Co
6.19 "Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do ESPÍRITO SANTO, que
habita em vós, o qual possuís da parte de DEUS, e que não sois de vós mesmos?
20 Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a DEUS no vosso
corpo."
NA
EPÍSTOLA AOS EFÉSIOS, PAULO FALA DO SELO.
Ef
1:13 em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o
evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o
ESPÍRITO SANTO da promessa;
5.
TROCA DE NOMES:
Lc
5.24; Rm 8.16; Ef 1.13
JESUS
gostava de se chamar "filho do homem", nós gostamos de ouvir o
ESPÍRITO SANTO testificar com nosso espírito que somos filhos de DEUS.
Lucas
5:24 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra poder de
perdoar pecados (disse ao paralítico), eu te digo: Levanta-te, toma a tua cama
e vai para tua casa.
Rm 8.16 "O ESPÍRITO mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos
de DEUS;"
Ef
1.13 "No qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho
da vossa salvação, e tendo nele também crido, fostes selados com o ESPÍRITO
SANTO da promessa, 14 o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da
possessão de DEUS, para o louvor da sua glória." (Recebemos o
"H" de DEUS)
6. TERMOS DA NOVA ALIANÇA:
Condições
para entrar = Mt 10.32; Rm 10.8; Ef 2.8; Gl 3.13; Gl 5:4
NÃO é
por merecimento, mas pela graça de DEUS mediante a fé:
Ef
2.8,9 - 8 "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem
de vós, é dom de DEUS; 9 não vem das obras, para que ninguém se glorie."
Leis
Espirituais que estão no Cap.5 de Mateus. Bem-Aventuranças.
Ex.:Mt
5.3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Só
tem bênçãos, pegue o Novo Testamento e saberá quais são. – Se creres verás a
glória de DEUS. (Rm 5.1,2; Hb 10.16).
Todas
as maldições JESUS já levaram na cruz do calvário. Gl 3.13
Gl
3:13 CRISTO nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós,
porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;
QUEM
ESTÁ NA LEI - DA GRAÇA CAIU
Gl
5:4 Separados estais de CRISTO, vós os que vos justificais pela lei; da graça
tendes caído.
7.
REFEIÇÃO DA ALIANÇA:
Ceia
com os discípulos antes de morrer e conosco renovada sempre NA CEIA (Lc
22.7-23; Jo 6.51-54; 1 Co 11.26)
Lc
22:19 E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto
é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim.
Jo
6:51 Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer desse pão, viverá
para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do
mundo.
1 Co 11:26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice,
anunciais a morte do Senhor, até que venha.
8.
MORTE DE UM ANIMAL:
Jo
1.29; Jo 19.30; Rm 6.88; 8.10; 1 Pd 1.18, 19
JESUS
é o cordeiro que deu sua vida por nós e é o que tira o pecado do mundo.
Jo
1.29 No dia seguinte, João viu a JESUS, que vinha para ele, e disse: Eis o
Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo.
Lembrando
que no batismo nas águas nós morremos.
Rm
6.88 Ora, se já morremos com CRISTO, cremos que também com ele viveremos,
1 Pd
1.18 sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que
fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos
vossos pais, 19 mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem
mancha, o sangue de CRISTO.
9.
ARVORE MANCHADA DE SANGUE (MEMORIAL) :
Mt 26:28; Rm 12.1; Cl 2:14; Fp 2:8; Hb
9.13-151; Jo 1.7
Cruz ensanguentada no calvário.
Mt 26:28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento,
que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
Palavra fez um corte profundo em nós (Rm 12.1; Hb 9.14)
Rm 12.1 Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de DEUS, que
apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o
vosso culto racional.
Cl 2:14 havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas
ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de
nós, cravando-a na cruz.
Fp 2:8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo
obediente até à morte e morte de cruz.
Hb 9.14 quanto mais o sangue de CRISTO, que, pelo ESPÍRITO eterno,
se ofereceu a si mesmo imaculado a DEUS, purificará a vossa consciência das
obras mortas, para servirdes ao DEUS vivo?
1 Jo 1.7 mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos
comunhão uns com os outros, e o sangue de JESUS seu Filho nos purifica de todo
pecado.
***MAIOR
SINAL DA ALIANÇA:
CRISTO,
NUM CORPO DE HOMEM NO CÉU; AQUI O ESPÍRITO SANTO MORANDO DENTRO DE NÓS, NA
TERRA.
HÁ UM
HOMEM (JESUS) LÁ EM CIMA E DEUS (ESPÍRITO SANTO) AQUI NA TERRA.**
DISPENSAÇÕES E ALIANÇAS:
DISPENSAÇÃO DA INOCÊNCIA E ALIANÇA EDÊMICA
Homem colocado em ambiente perfeito, sujeito a
uma lei simples de amor, temor e amizade, sendo advertido das conseqüências da
desobediência; a mulher é enganada e o homem peca deliberadamente depois da
tentação satânica, o orgulho prevalece (1 Tm 2.14).
A aliança Edêmica prepara o plano de salvação do
homem, agora o homem teria novas normas:
a) Encher a terra de uma nova ordem, a humana
que herdaria a semente pecaminosa de adão.
b) Subjugar a terra para subsistência.
c) Lutar pelo domínio sobre toda a criação.
d) Comer ervas e frutos com suor e fadiga.
e) Zelar pelo jardim.
f) Abster-se de comer da árvore da ciência do
bem e do mal.
DISPENSAÇÃO DA CONSCIÊNCIA E ALIANÇA ADÂMICA
O homem passou a conhecer do bem e do mal,
Expulso do Éden e amaldiçoado.
A aliança Adâmica exige sacrifícios de
purificação do homem para que se chegue a DEUS.
a) Satanás, através da serpente é amaldiçoado.
b) Ouve-se a primeira promessa de um Redentor.
(vv 15)
c) A condição da mulher mudada (vv 16) para
concepção multiplicada e com dor e sujeição ao homem, devido à necessidade de
governo. (1 Co 11.7-9)
d) A terra amaldiçoada por causa do homem (vv
17)
e) O inevitável cansaço da vida (vv 17)
f) O trabalho instituído no Éden (Gn 2.15)
g) A morte física decretada (vv 19)
DISPENSAÇÃO DO GOVERNO HUMANO OU DA CONSCIÊNCIA
E ALIANÇA NOÉTICA.
Governo do homem pelo homem procurando obedecer
a DEUS
A aliança com Noé tem como base:
a) Confirmação de relação homem-terra.
b) Confirmação de ordem da natureza.
c) Estabelecimento do governo humano.
d) Garantia de que a terra não sofreria outro
dilúvio (arco-íris).
e) De Cão procederia raça inferior e servil.
f) Relação especial entre DEUS e Sem, visando
CRISTO.
g) Declaração profética de que Jafé seria
de raça dilatada, ou seja inteligente.
DISPENSAÇÃO DA PROMESSA E ALIANÇA ABRAÃMICA
A promessa foi feita a Abraão e sua posteridade
que é CRISTO (Gl 3.8-16)
A aliança Abraâmica tem oito partes distintas:
a) Farei de ti uma grande nação, em um sentido
natural e espiritual (Gn 121-3 – em Ur dos Caldeus).
b) Abençoar-te-ei, em dois sentidos,
materialmente e espiritualmente.
c) Engrandecerei o teu Nome.
d) Serei teu escudo e galardão (Gn 15.1-21 – em
Manre - Hebrom).
e) Tu serás uma benção.
f) Abençoarei os que te abençoarem.
g) amaldiçoarei os que te amaldiçoarem.
h) Por meio de ti serão benditas todas as
famílias da terra.
i) Promessa do Nascimento de Isaque (Gn 18.10 –
em Manre - Hebron)
DISPENSAÇÃO DA LEI E ALIANÇAS MOSAICA,
PALESTINIANA E DAVÍDICA
Foi dada para mostrar o pecado Rm 3.20. Do
Sinai ao calvário, do Êxodo à Cruz. Terminou, envelheceu, durou até João
Batista Hb 8.13; Mt 11.13; Lc 16.16;
Veja:
5.1- O estado do homem no começo (Ex 19.1-3).
5.2- Sua responsabilidade (Êx 19.5,6).
5.3- Seu fracasso (II Rs 17.7-17).
5.4- O julgamento (II Rs 14.1-6,20)
A lei foi dada verbalmente em Êx 20.1-17 – em
Horebe, na cordilheira do Sinai), depois foi escrita por DEUS em tábuas de
pedra e entregues a Moisés que as quebra devido à idolatria do povo (Êx
34.1,28,29), sendo que depois é escrita por Moisés, na presença de DEUS
(Êx 34.1,28,29).
*** A aliança Mosaica constitui-se de :
a) Os mandamentos (Êx 20.1-26)
b) Os Juízos (Êx 21.1 a 24.11)
c) As ordenanças (Êx 24.12-31.18)
Lembrando de que o SENHOR JESUS resumiu toda a
lei em 2 mandamentos e em uma única Palavra – Amor (Lc 10.27)
***A aliança Palestiniana foi feita
com os Israelitas depois da peregrinação de Israel pelo deserto por quarenta
anos, devido à sua rebeldia para com DEUS. Era na realidade um preparação para
que entrassem na terra prometida e era ao mesmo tempo uma renovação da aliança
Mosaica. Bênçãos e maldições são proclamadas (Dt 28; Js 24.24,25 – em Siquém)
***A aliança Davídica foi realizada com base no
reino de Israel, com a promessa de que sempre existiria um descendente de Davi
no trono. (2 Sm 7.11-16; Sl 89.34 – em Jerusalém) Esta promessa terá seu cabal
cumprimento no milênio quando JESUS governará pessoalmente a Israel terrestre.
DISPENSAÇÃO DA GRAÇA OU ECLESIÁSTICA
E A NOVA ALIANÇA
Aqui a palavra-chave é “graça”. Da crucificação
até a volta de JESUS em duas etapas, uma no arrebatamento e outra no final da
grande tribulação. Na dispensação da graça é-nos oferecida a salvação pela fé
em JESUS CRISTO e não pelas obras. Ef 2.8.
A nova aliança é feita com base em melhores
promessas, pois não só nos oferece a possessão de terra ou riquezas terrenas,
ou qualquer outro bem material, mas acima de tudo isso oferece-nos a salvação,
a vida eterna com DEUS, no céu onde não há traça e nem ferrugem, mas paz, gozo
e alegria eternos, no espírito, coisas superiores portanto, pois são eternas.
Na nova aliança temos como único mediador JESUS
CRISTO (1Tm 2.5), a velha aliança perdeu seu valor, pois esta é superior
(Rm 10.4); Lembramos sempre dessa nova aliança ao cearmos (Lc 22.20; Mc 14.24;
1Co 11.23-32)
DISPENSAÇÃO DO MILÊNIO OU DO GOVERNO
DIVINO E ALIANÇA MILÊNICA
JESUS CRISTO descerá pessoalmente à terra e será
reis do reis e senhor dos senhores literalmente, seu reino será literal em
cumprimento à promessa feita a Davi. Mt 19.28.
Neste tempo Satanás será preso por mil anos (Ap
20.2), Os crentes reinarão com CRISTO nessa época (Ap 20.4).
A primeira ressurreição acabará no final da
grande tribulação e início do milênio.(Ap 20.5)
Satanás será solto e vencido no final do milênio
(Ap 20.7; 20.10-15)
***Algumas promessas para quem for fiel a essa
aliança:
»APOCALIPSE [21]
1 E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já
se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe.
2 E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que
descia do céu da parte de DEUS, adereçada como uma noiva ataviada para o seu
noivo.
3 E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que
dizia: Eis que o tabernáculo de DEUS está com os homens, pois com eles
habitará, e eles serão o seu povo, e DEUS mesmo estará com eles.
4 Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não
haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as
primeiras coisas são passadas.
5 E o que estava assentado sobre o trono disse:
Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas
palavras são fiéis e verdadeiras.
6 Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e
o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da
fonte da água da vida.
7 Aquele que vencer herdará estas coisas; e eu
serei seu DEUS, e ele será meu filho.
Agora pegue a bíblia em Mateus, capítulo 1,
versículo 1, segure aí e pegue em Apocalipse 22.21 – tudo isso são bênçãos de
DEUS para nós, aproveite e leia tudo; AMÉM?
ALIANÇA. Em hebraico, uma "aliança" é determinada pelo termo
berit, e berit karat significa "fazer (lit., 'cortar' ou 'lapidar') uma
aliança". Em grego o termo é diatheke (que pode significar tanto
"pacto"como "último desejo e testamento"), e o verbo é
diatithemi (At 3.25; Hb 8.10; 9.16; 10.16). Uma aliança é um acordo entre duas
ou mais pessoas em que quatro elementos estão presentes: partes, condições,
resultados, garantias. As alianças bíblicas são importantes como uma chave para
duas grandes facetas da verdade: Soteriologia - O plano de DEUS através de
JESUS CRISTO para redimir os seus eleitos, está revelado de uma maneira ampla e
profunda nas sucessivas alianças.
Alianças Bíblicas Específicas
1. Aliança Noéica. Esta é a primeira aliança claramente mencionada nas Escrituras.
Ela foi prometida a Noé em Gênesis 6.18 e está registrada em Gênesis 8.20-9.17.
Esta aliança foi, sobretudo, unilateral, pois DEUS era o seu criador e
executor, não requerendo um compromisso de aceitação e consentimento por parte
de Noé, como no caso do juramento dos israelitas ao pé do Monte Sinai (veja Êx
19.8).
As partes desta aliança eram DEUS e a terra (Gn
9.13) ou Noé e todos os seus descendentes (Gn 9.9,16,17). Daqui por diante, ela
era universal em seu escopo. Apesar disso, ela tinha certas condições, a saber,
que a humanidade fosse frutífera, se multiplicasse e enchesse a terra (9.1,7);
que não comesse carne com vida, isto é, com o sangue (9.4). Assim, a aliança
era condicional, porque DEUS trouxe um julgamento sobre a humanidade no
episódio da Torre de Babel na forma de uma confusão de línguas, para forçar o
povo a se espalhar e povoar a terra, quando eles estavam deliberadamente
desafiando o propósito e a ordem de DEUS (Gn 11.4-9). O Resultado era a
promessa de que DEUS nunca mais destruiria a terra com um dilúvio (Gn 8.21;
9.11,15), com a concomitante promessa da regularidade das estações (Gn 8.22). A
garantia de que DEUS iria manter esta aliança enquanto durasse a terra
encontrava-se em seu sinal ou prova, o arco-íris (9.12-17).
2. Aliança Abraâmica. Esta é geralmente considerada uma aliança unilateral no sentido
de que foi em primeiro lugar anunciada por DEUS, sem qualquer condição a ela
vinculada. Entretanto, um elemento bilateral aparece em Genesis 17.1: "Eu
sou o DEUS Todo-poderoso; anda em minha presença e sê perfeito"; e na
última repetição e confirmação da aliança a Abraão em Genesis 22.16ss., quando
DEUS diz, "Por mim mesmo, jurei... porquanto fizeste esta ação e não me
negaste o teu filho, o teu único, que deveras te abençoarei".
As partes desta aliança eram DEUS e Abraão. A
condição - revelada por DEUS a Abraão, depois dele demonstrar a sua vontade de
obedecer à ordem de DEUS de oferecer Isaque - era a obediência pela fé (cf. Hb
11.17-19). Os resultados foram: a promessa de DEUS de transformar a posteridade
de Abraão em uma grande nação (Gn 12.2); aumentar a sua semente tornando-a
numerosa como a areia do mar (Gn 22.17); abençoar aqueles que abençoassem o
povo judeu e amaldiçoar aqueles que o amaldiçoassem (Gn 12.3); e dar à descendência
a Abraão (ou seja, a Israel), a Palestina e o território que vai do rio do
Egito até o Eufrates. Finalmente, e o mais importante de tudo, o mundo inteiro
seria abençoado através da sua descendência, que era CRISTO (Gl 3.16), e CRISTO
por sua vez dominaria sobre todos os seus inimigos (Gn 22.17,18). A garantia
desta grande aliança era o juramento de DEUS por si mesmo e por seu grande Nome
(Gn 22.16; Hb 6.13-18), assim como o derramamento do sangue dos sacrifícios (Gn
15.9,10,17).
3. Aliança Mosaica ou do Sinai. Nesta aliança vemos o surgimento de um novo fator, de uma forma
particular. A aliança Abraâmica era muito simples e direta, a Mosaica, mesmo
sendo direta, era muito mais complexa, empregava a forma contemporânea das
alianças de suserania e vassalagem em voga no antigo Oriente, onde o grande
senhor ou suserano ditava um acordo para os seus vassalos ou servos. Um recente
estudo dos tratados ou alianças hititas da metade do segundo milênio a. C.,
revelou que existia uma forma paralela entre estas e a aliança de DEUS com
Israel, e cada uma continha seis elementos.
PFEIFFER .Charles F. Dicionário
Bíblico Wycliffe. Editora CPAD. pag. 61-64.
O CONCERTO DO SINAI.
Aliança Mosaica ou do Sinai.
Nesta aliança vemos o surgimento de um novo
fator, de uma forma particular. A aliança Abraâmica era muito simples e direta,
a Mosaica, mesmo sendo direta, era muito mais complexa, empregava a forma
contemporânea das alianças de suserania e vassalagem em voga no antigo Oriente,
onde o grande senhor ou suserano ditava um acordo para os seus vassalos ou
servos. Um recente estudo dos tratados ou alianças hititas da metade do segundo
milênio a. C., revelou que existia uma forma paralela entre estas e a aliança de
DEUS com Israel, e cada uma continha seis elementos.
(1) Um preâmbulo: "Eu sou o Senhor, teu
DEUS" (Ex 20.2a), identificava o autor da aliança, e correspondia a cada
introdução como "Estas são as palavras do filho de Mursilis, o grande rei,
e rei da terra de Hati, o valente, o filho favorito do deus do trovão
etc..." (ANET, p. 203).
(2) Um prólogo histórico: "...que te tirei
da terra do Egito, da casa da servidão" (Êx 20.2). Em Deuteronômio, que é
a segunda dádiva da aliança e da lei, o prólogo histórico se expandia
amplamente a fim de abranger o modo como DEUS levou Israel pelo deserto até aos
limites da terra prometida (Dt 1.6-4.49). Moisés está repetindo e expandindo a
aliança dada no Sinai, para atualizá-la e preparar Israel para a entrada na
terra prometida. Nas alianças hititas, o suserano dominador lembrava ao governante
vassalo (o governante subjugado) os benefícios que ele desfrutara até o momento
como vassalo de seu reino, como a base para a sua gratidão e obediência futura.
(3) As estipulações ou obrigações exclusivas da
aliança: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem
de escultura..."Não te encurvarás a elas nem as servirás" (Êx
20.3-5). Uma típica aliança hitita foi registrada da seguinte forma: "Mas
tu, Duppi-Tessub permaneça leal ao rei da terra de Hati... Não volte os seus
olhos para mais ninguém" (ANET, p. 204). Em sua primeira forma em Êxodo
20, a aliança começa com os Dez Mandamentos e continua ao longo de Êxodo 31. Em
Deuteronômio, ela começa com a lei no cap. 5 e continua pelo cap. 26.
(4) Sanções, a saber, bênçãos e maldições que
acompanham a manutenção ou o rompimento da aliança. Em sua primeira promulgação
no Êxodo, estas sanções estão vinculadas, na aliança Mosaica, aos Dez
Mandamentos; por exemplo: "Visito a maldade... e faço misericórdia"
(Êx 20.5,6); e, "Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os
teus dias na terra" (Êx 20.12). Além disso, mais sanções e advertências
são dadas com a promessa de direção e proteção pela presença de DEUS (Êx
23.20-33; para mais bênçãos e maldições, veja Levítico 26). Mas em Deuteronômio
há dois capítulos de bênçãos e maldições que devem ser lidos publicamente e
expostos na cerimónia de renovação da aliança (27 e 28), seguidos pela
conhecida aliança Palestina (29-30). Bênçãos e maldições também eram escritas
nos tratados da Ásia ocidental. A confirmação bíblica ou a certeza de que uma
promessa seria mantida era um juramento ou ainda a morte daquele que fez a
aliança. "Os termos juramento e aliança são sempre usados como sinônimos
no AT, assim como os termos juramento e tratado nos textos extrabíblicos"
esta é a conclusão de Gene M. Tucker ("Covenant Forms and Contract
Forms", VT, XV [1965], p. 497). Uma aliança no AT era, em sua essência, um
juramento, um acordo solene. DEUS confirmou a aliança Mosaica através de um
juramento mencionado em Deuteronômio 29.12ss. O juramento... "que o
Senhor, teu DEUS, hoje faz contigo" (cf. Dt 32.40; Ez 16.8; Nm 10.29). As
partes que faziam a aliança deveriam se tornar como os mortos, de maneira que
não poderiam mais mudar de ideia e revogá-la, assim como os mortos também não
poderiam fazer (Gn 15.8-18; Hb 9.16,17). Assim, o sangue dos animais
substitutos sacrificados era espargido na cerimónia de ratificação da aliança,
para representar a "morte" das partes (Êx 24.3-8). Os tratados
hititas comuns na época de Moisés não tinham como característica um juramento
por parte do suserano; ao invés disso, eles enfatizavam o juramento de lealdade
por parte do vassalo.
(5) Testemunhas: Os tratados hititas apelavam
para uma longa lista de divindades como testemunhas dos documentos. No Sinai e
em outras alianças bíblicas, os deuses pagãos eram obviamente excluídos. Ao
invés disso, memoriais de pedra podiam ser uma testemunha (Êx 24.4; cf. Js
24.27); os céus e a terra eram convocados como testemunhas (Dt 30.19; 31.28;
32.1; cf. 4.26); o livro da lei (ou o rolo da lei) era depositado ao lado da
arca com a finalidade de ser uma testemunha (Dt 31.26); e o próprio cântico de
Moisés lembraria ao povo os votos que fizeram por ocasião da aliança (Dt
31.30-32.47). Na cerimónia de renovação da aliança no final da vida de Josué, o
próprio povo atuou como testemunha (Js 24.22).
(6) A perpetuação da aliança. Esta podia ser
vista no cuidado pela segurança dos documentos do tratado, que no caso dos
pagãos eram geralmente depositados perante ou sob um deus pagão de uma nação
que fazia parte do tratado. Esta atitude poderia ser contrastada com as tábuas
da aliança Mosaica, colocadas dentro da arca da aliança em Israel (Êx 25.16,21;
40.20; Dt 10.2). As alianças hititas e a aliança Mosaica eram lidas
periodicamente em público, e as crianças eram nelas instruídas. A lei era
registrada em pedras caiadas (Dt 27.4), e lida em voz alta durante as
cerimônias, como aconteceu quando as bênçãos e maldições foram pronunciadas
(estando a metade de Israel no Monte Ebal e a outra metade no Monte Gerizim),
depois de terem entrado na terra prometida (Dt 27.9ss.; Js 8.30-35). A lei era
lida integralmente e publicamente a cada sete anos na Festa dos Tabernáculos
(Dt 31.9-13). Chegou-se a várias conclusões importantes como resultado da
comparação da aliança Mosaica com os antigos tratados de suserania daquela
época:
(a) DEUS falou a Israel de uma forma conveniente
ao seu propósito, mas que também fosse familiar ao povo daquela época. Alguns
dos detalhes mais apurados da forma até mesmo provam que a aliança Mosaica deve
ter sido estabelecida antes de 1200 a.C, porque os tratados aramaicos e
assírios do primeiro milênio a. C. não possuem vários dos elementos
característicos comuns aos hititas e à aliança do Sinai (veja Meredith G.
Kline, The Treaty of the Great King, p. 42ss.).
(6) A forma particular da aliança hitita em
Deuteronômio nos leva a ver que a ênfase é maior no significado da aliança do
que em seu significado legal, (c) Estudos mostram que as duas tábuas da lei não
eram duas pedras com quatro mandamentos na primeira e seis na segunda, mas duas
cópias de pedra do mesmo tratado ou aliança: uma para DEUS - mantida na arca -
e outra para Israel. O mesmo acontecia em todos os tratados hititas e assírios:
duas cópias eram feitas, uma para o rei do suserano e outra para o rei do
vassalo. Certas diferenças importantes, não devem, entretanto, passar
despercebidas. A Aliança Mosaica, como feita por DEUS, baseava-se no amor e na
graça e não simplesmente em poder. Além disso, ela tinha como objetivo a
salvação dos eleitos de DEUS, e não a mera submissão e obediência. Voltando ao
significado e à importância espiritual dessa aliança, podemos concluir que o
elemento condicional é prioritário em relação ao elemento incondicional. Será
que está sendo ensinada a expressão "faze isso e viverás" (cf. Lc
10.28) no sentido de que a vida eterna para o crente do AT dependia de se
guardar a lei de DEUS? Se fosse, as obras seriam de valor meritório até que
viesse a cruz! Ou será que DEUS queria dizer que deveriam viver à luz da lei? O
Senhor JESUS CRISTO, no Sermão do Monte, ensinou esta segunda visão quando
expôs vários mandamentos e disse: "Sede vós, pois, perfeitos, como é
perfeito o vosso Pai, que está nos céus" (Mt 5.48). Ele aplicou a lei com
o propósito da contínua santificação do crente e não para a sua justificação.
Em Levítico 18.5 é feita a mesma aplicação da lei: "Os meus estatutos e os
meus juízos guardareis; os quais, fazendo-os o homem, viverá por eles" (ou
seja, naquele âmbito). Quando vemos que esta aliança começa com a graça:
"Eu sou o Senhor, teu DEUS, que te tirei da terra do Egito, da casa da
servidão" (Êx.20.2), e acrescentamos a isto uma consideração dos fatos
descritos acima, somos levados a vê-la como uma aliança cheia de graça. A
aliança Mosaica, então, torna-se tanto um aio que tem a função de nos trazer a
CRISTO, onde todos os tipos de aliança apontam para ele, como um padrão para
guiar o comportamento dos crentes do AT e dos cristãos.
PFEIFFER .Charles F. Dicionário
Bíblico Wycliffe. Editora CPAD. pag. 61-64.
A Aliança de DEUS Conosco por Intermédio de
CRISTO é Indestrutível e Eterna
“Não violarei a minha aliança nem modificarei as
promessas dos meus lábios”. Sl.89.34
DEUS onipotente, Criador, o Alfa e o ômega,
firmou uma aliança eterna conosco! Tudo de que precisamos – redenção,
força, saúde, prosperidade – foi previsto, providenciado e garantido nessa
aliança PODEROSA E INDESTRUTÍVEL.
Para entender com clareza esse pacto, você
precisa compreender plenamente o tipo de aliança que DEUS fez conosco e o que
significa firmar uma aliança.
A palavra hebraica para aliança é extraída da
raiz brith, que significa “ligar”. O termo usado junto a essa palavra no
contexto da aliança é karath, que quer dizer “cortar”. Refere-se ao corte
cerimonial dos animais do sacrifício, que faz parte do ritual da aliança. Isso
na verdade apontava para o sacrifício de sangue – a expiação no Antigo
Testamento – que selava a Aliança.
A palavra grega para “aliança” significa “um
contrato”, “um testamento”. No novo Testamento, a mesma palavra usada para
“aliança” é usada para “testamento”. Colocando de maneira bem simples, a nossa
aliança com DEUS é o “TÍTULO DE PROPRIEDADE” de nossa herança. É um
contrato, um acordo com implicação legal entre DEUS e nós. Várias formas de
“cortar uma aliança” eram praticadas na antiguidade. E, em algumas partes do
mundo, ainda são observadas. Embora essas várias maneiras de estabelecer uma aliança
sejam formas corrompidas do conceito original de DEUS, elas nos permitem uma
compreensão mais profunda da extensão da aliança que Ele fez conosco.
As alianças entre DEUS e o homem contêm
basicamente os seguintes elementos:
Uma declaração dos termos e das promessas do
acordo;
Um juramento, de cada parte, de que os termos do
acordo serão observados;
Uma maldição sobre a parte que romper o acordo;
O “selo” da aliança por algum ato externo, como
o sacrifício de sangue – o seu derramamento sobre as partes envolvidas ou uma
refeição sacrifical.
Você deve conhecer os seus direitos relativos à
aliança, para que possa posicionar-se e enfrentar o inimigo com autoridade e
poder.
DEUS falou por meio de Isaías: “‘Embora os
montes sejam sacudidos e as colinas sejam removidas, ainda assim a minha
fidelidade para com você não será abalada, nem será removida a minha aliança de
paz’, diz o Senhor, que tem compaixão de você”. Is.54.10.
https://andrekerigma.wordpress.com/estudos/a-alianca-de-deus-conosco-por-intermedio-de-cristo-e-indestrutivel-e-eterna/
ALIANÇA - DICIONÁRIO Wycliffe
Embora esta palavra não apareça nas versões KJV
e ASV em inglês, aparece quatro vezes na versão RSV. O seu significado básico
deriva do substantivo hebraico berit, que significa “associação”,
“confederação”, ‘liga”; e dos verbos hatan, que significa “afinidade”, “unir em
casamento”; e nuah, que significa “estar despreocupado”, “estar aliado”; e do
substantivo qesher, que normalmente tem o sentido negativo de “conspiração”,
“traição”.
A primeira aliança descrita nas Escrituras foi entre Abraão e os amorreus
Manre, Escol e Aner. Eles uniram suas forças por tempo suficiente para libertar
Ló daqueles que o mantiveram cativo (Gn 14.13-24). Abrão fez uma aliança ainda
mais duradoura com Abimeleque em Berseba (Gn 21.22-32), como também Isaque fez
posteriormente (Gn 26.26-31). Não houve nenhuma proibição ou estigma contra
essas primeiras alianças; porém mais tarde a lei mosaica repetidamente proibia
alianças com estrangeiros, em particular com os cananeus. A proibição contra
alianças com os cananeus se baseava principalmente em questões religiosas. A
nação recém formada era ainda muito fraca para resistir às tentações da
adoração ao sexo praticada por Canaã, então DEUS, por meio de Moisés, procurou
isolar Israel. Os altares, templos e imagens pagãos foram destruídos para que
os jovens não fossem enganados pelos adoradores de Baal (Êx 23.32,33;
34.12,13). Para proteger os israelitas ainda mais contra essa corrupção, o
casamento com estrangeiros foi proibido, para que não houvesse corrupção do
israelita pelo adorador pagão através do casamento (Dt 7.2-4). Depois da
conquista, quando Israel desobedeceu, a razão do julgamento de DEUS sobre eles
tinha raízes na violação da proibição por parte de Israel (Jz 2.2).
Além da aliança com os homens de Gibeão, com artimanhas concluídas com Josué,
não houve ligações oficiais com outras nações até os tempos de Salomão. Davi
tinha relações amistosas, baseadas em alianças pessoais, com os reis de Moabe,
Amom, Gate e Hamate; mas parece que Salomão foi o primeiro a estabelecer uma
aliança internacional com uma nação estrangeira. Isto foi feito com Hirão de
Tiro, em relação à construção do Templo e às operações da frota no Mar Vermelho
e no Oceano Índico (1 Rs 5.1-18; 9.26-28), A completa implicação desta aliança
não veio à tona até o casamento de Acabe com Jezabel, filha de um rei de Tiro.
A adoração a Baal imediatamente tomou conta da vida religiosa de Israel, mas
foi vigorosamente combatida por Elias, Eliseu e Jeú, Judá sentiu alguns maus
resultados desse casamento quando a filha de Jezabel, Atalia, tornou-se rainha
de Judá,
Nas disputas triangulares entre Israel, Judá e Síria foram feitas diversas
alianças. Em uma ocasião, Asa de Judá obteve a ajuda de Ben-Hadade da Síria
contra Baasa de Israel (1 Rs 15.18,19; 2 Cr 16.3). Mais tarde, Acabe de Israel
ganhou o auxílio de Josafá de Judá contra a Síria (1 Rs 22; 2 Cr 18.1). Depois
da morte de Acabe, Acazias de Israel procurou unir-se a Josafá no
estabelecimento de uma frota mercante, mas DEUS não se agradou com isso e a
frota foi destruída (2 Cr 20.35-37). No tempo de Isaías, Rezim da Síria e Peca
de Israel se uniram contra Judá, mas Acaz de Judá conseguiu comprar a ajuda da
Assíria, que rapidamente destruiu a Síria, reduziu Israel à condição de sua
partidária, e finalmente fez de Acaz um fantoche nas suas mãos (2 Rs 16.5-8). A
última aliança trágica foi entre Zedequias e o Egito, que trouxe a Babilônia
contra Judá e destruiu Jerusalém completamente (Jr 37.1-8; Ez 17.15-17).
Em hebraico, uma “aliança״ é determinada pelo termo berit, e berit karat
significa “fazer (lit., ‘cortar’ ou ‘lapidar’) uma aliança”. Em grego o termo é
diatheke (que pode significar tanto “pacto”como “último desejo e testamento”),
e o verbo é diatithemi (At 3.25; Hb 8.10; 9.16; 10.16).
Uma aliança é um acordo entre duas ou mais pessoas em que quatro elementos
estão presentes; partes, condições, resultados, garantias.
As alianças bíblicas são importantes como uma chave para duas grandes facetas
da verdade: Soteriologia - O plano de DEUS através de JESUS CRISTO para redimir
os seus eleitos, está revelado de uma maneira ampla e profunda nas sucessivas
alianças.
Profecia - As alianças abraâmica, palestina, davídica e as novas alianças abrem
todo o panorama relacionado à primeira e à segunda vinda de CRISTO, e o seu
reinado milenar na terra. A maior parte das grandes alianças revela fatos
relacionados ao sofrimento, sacrifício, governo, e reinado do Messias. A
maneira como estas duas correntes de profecia deve ser interpretada determina
finalmente a sua escatologia, se ela deve ser amilenial, pós-milenial, ou
premilenial, A questão a ser encarada é se o método a ser aplicado a ambas
correntes de profecia será o mesmo, Disto deve depender a decisão sobre a
questão do milênio, e a interpretação de grande parte daquilo que está contido
em cada passagem bíblica sobre escatologia.
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REVISTA NA
ÍNTEGRA 4º Trimestre de 2024 - CPAD
ESBOÇO DA LIÇÃO
4
I –
A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO
1.
O Concerto de Horebe
2.
O Concerto nas campinas de Moabe
3.
As promessas provenientes da obediência
II
– A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO
1.
Um Novo Concerto
2.
JESUS CRISTO, o mediador
3.
Obediência do Novo Concerto
III
– BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO
1.
Bênçãos espirituais
2.
Justiça e Paz
3.
Alegria no ESPÍRITO SANTO
LEITURA BÍBLICA
EM CLASSE - Deuteronômio 29.1,9-12; Hebreus 8.6-13
Deuteronômio 29
1 - Estas são
as palavras do concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que
fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em
Horebe.
9 - Guardai,
pois, as palavras deste concerto e cumpri-as para que prospereis em tudo quanto
fizerdes.
10 - Vós todos
estais hoje perante o Senhor, vosso DEUS: os cabeças de vossas tribos, vossos
anciãos, os vossos oficiais, todo o homem de Israel,
11 - os vossos
meninos, as vossas mulheres e o estrangeiro que está no meio do teu arraial;
desde o rachador da tua lenha até ao tirador da tua água;
12 - para que
entres no concerto do Senhor, teu DEUS, e no seu juramento que o Senhor, teu
DEUS, hoje faz contigo.
Hebreus 8
6 - Mas agora
alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor
concerto, que está confirmado em melhores promessas.
7 - Porque, se
aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o
segundo.
8 - Porque,
repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa
de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto,
9 - não segundo
o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os
tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para
eles não atentei, diz o Senhor.
10 - Porque
este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o
Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as
escreverei; e eu lhes serei por DEUS, e eles me serão por povo.
11 - E não
ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o
Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.
12 - Porque
serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas
prevaricações não me lembrarei mais.
13 - Dizendo
novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho e se
envelhece perto está de acabar.
COMENTÁRIO
- INTRODUÇÃO
A
Bíblia apresenta uma relação entre promessa e obediência. Ao longo das
Escrituras, percebemos que a obediência é um princípio divino que não caducou
no Novo Testamento. Ela continua sendo requerida por Nosso Senhor para vivermos
promessas específicas de DEUS neste mundo. O DEUS que prometeu no Antigo
Testamento é o mesmo que prometeu no Novo e, ao mesmo tempo, exige do seu povo
obediência à sua Palavra. Entretanto, quais são os termos da obediência no Novo
Concerto conforme revelado no Novo Testamento? É o que estudaremos nesta lição.
I –
A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO
1.
O Concerto de Horebe
O
Concerto feito por DEUS com o povo de Israel, no deserto de Horebe (Dt 29.1; Êx
19), era uma reafirmação das promessas que Ele havia feito a Abraão e seus
descendentes (Gn 12.1-3; 22.8). No deserto do Horebe (também denominado de
“Sinai”) ficou patente que o concerto divino exigia santa obediência do povo
para que fosse bem-sucedido entre as nações: “se diligentemente ouvirdes a
minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis minha propriedade peculiar
dentre todos os povos; porque toda a terra é minha” (Êx 19.5). Pela santa
obediência, o povo seria “um reino sacerdotal”, um “povo santo” (Êx 19.6). A
nação de Israel deveria obedecer aos mandamentos do Senhor para viver as
promessas em toda a sua peregrinação no deserto (Êx 20.1-17).
2.
O Concerto nas campinas de Moabe
Muitos
anos se passaram depois do Concerto de Horebe (Êx 19), e a maioria dos
peregrinos havia perecido no deserto. Então, Moisés reuniu novamente o povo,
agora nas campinas de Moabe, pois uma nova geração estava prestes a entrar na
Terra Prometida: “Estas são as palavras do Concerto que o Senhor ordenou a
Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do
concerto que fizera com eles em Horebe” (Dt 29.1). A exposição básica desse
Concerto pode ser vista em Deuteronômio 4 a 26.19, bem como sua ênfase nas
bênçãos e maldições dos capítulos 27 a 30 do mesmo livro. Tudo nesse Concerto
dependeria da fidelidade do povo de Israel aos mandamentos divinos.
3.
As promessas provenientes da obediência
O
Concerto de Moabe mostra uma lista de promessas que seriam proferidas no Monte
Gerizim: bênçãos no campo, na cidade, na procriação, na vida doméstica, ao
entrar e sair da terra (Dt 28.1-14). Em toda a área da vida dos judeus, as
bênçãos divinas seriam derramadas como consequência da obediência aos
mandamentos divinos estabelecidos nos concertos proferidos por Moisés. Também é
verdade que as maldições seriam proferidas do Monte Ebal como consequências da
desobediência aos mandamentos do Senhor (Dt 27.11-26). Portanto, no Antigo
Testamento, vemos que a obediência tinha uma relação direta ao cumprimento de
uma promessa na vida do povo de Israel.
AMPLIANDO O
CONHECIMENTO
“Aliança.
Pacto, Concerto ou acordo (heb. berit). A palavra correspondente do NT
diathêkê, definida como ‘disposição’ legal de bens pessoais. A aliança é algo
que une as partes ou obriga uma parte à outra. Embora existam implicações
legais associadas à aliança, o aspecto relacional da aliança é mais bem
entendido como uma relação com as legalidades relacionadas. [...] Embora o tema
da aliança seja menos difundido no NT, o seu significado cristológico é
profundo. O NT destaca o papel messiânico significativo de CRISTO em relação às
alianças”. Amplie mais o seu conhecimento, lendo o Dicionário Bíblico Baker,
editado pela CPAD, pp.32-33.
SINÓPSE I - No
Concerto de DEUS com Israel, observamos o cumprimento das promessas a partir da
obediência do povo.
Auxílio
Bibliológico
“O CONCERTO DE
DEUS COM OS ISRAELITAS
1) As promessas
de DEUS neste concerto eram basicamente as mesmas que foram feitas a Abraão.
DEUS prometeu que daria aos israelitas a terra de Canaã depois de libertá-los
da escravidão no Egito (Êx 6.3-6;19.4;23.20,23) e que Ele seria o seu DEUS e os
adotaria como seu povo (Êx 6.7;19.6; ver Dt 5.2).
[...] 2) [...]
Depois de DEUS revelar os dez mandamentos, e muitas outras leis do Concerto, os
israelitas juraram a uma só voz: ‘Todas as palavras que o SENHOR tem falado
faremos’ (Êx 24.3). Sem essa promessa solene de aceitarem as normas da Lei de
DEUS, o Concerto entre eles e o Senhor não teria sido confirmado.
3) Essa
resolução de cumprir a Lei de DEUS continuou como uma condição prévia do
Concerto. Somente pela perseverança na obediência aos mandamentos do Senhor e
dos sacrifícios determinados por DEUS no Concerto é que Israel continuaria como
a possessão preciosa de DEUS e igualmente continuaria a receber as suas
bênçãos” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.333).
II
– A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO
1.
Um Novo Concerto
Hebreus
8 apresenta aspectos do Antigo Concerto, mostrando o quanto eles apontam para o
perfeito ministério do Senhor JESUS. Ali, vemos que o relacionamento entre DEUS
e o seu povo se dava por meio de uma fé manifesta pela obediência aos
mandamentos da Lei e à observação ao sistema de sacrifício do Antigo
Testamento. Contudo, o profeta Jeremias profetizou que chegaria o momento em
que DEUS instituiria um novo Pacto e que sua Lei se estabeleceria no interior
da pessoa, isto é, no coração: “Mas este é o concerto que farei com a casa de
Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: porei a minha lei no seu interior e
a escreverei no seu coração; e eu serei o seu DEUS, e eles serão o meu povo”
(Jr 31.33; cf. Hb 8.8-12).
2.
JESUS CRISTO, o mediador
O
Senhor JESUS é o mediador que estabelece o Novo Concerto, o Novo Pacto
profetizado pelo profeta Jeremias (Hb 8.10). Em vista disso, podemos afirmar
que o Novo Pacto é uma promessa de graça e amor de DEUS aos que o respondem com
arrependimento e fé à oferta de Salvação. Assim, o relacionamento de obediência
entre o salvo e DEUS se dá nos termos do Novo Concerto, em que o Senhor JESUS é
o verdadeiro mediador (1 Tm 2.5).
3.
Obediência do Novo Concerto
Os
ensinos do Novo Testamento mostram que fé e obediência andam lado a lado. Nosso
Senhor ensinou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14.15).
Essa expressão “guardareis” também pode ser substituída por “obedecereis”. Isso
significa que o nosso amor pelo Salvador, que foi primeiramente obediente ao
Pai (Fp 2.8), não pode ser apenas de palavras, mas em atos de obediência (At
26.19). Dessa forma, podemos desfrutar de bênçãos espirituais provenientes de
uma vida de obediência a DEUS e sua Palavra.
SINÓPSE II - O
NT mostra JESUS como a Nova Aliança, cumprindo a promessa de salvação a todos
que respondem com arrependimento e fé.
III
– BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO
1.
Bênçãos espirituais
No
Novo Testamento, é o ESPÍRITO SANTO que rege a vida dos que fazem parte do Novo
Concerto por meio de JESUS CRISTO mediante a fé (2 Co 3.4-6). Nesse contexto,
aprendemos que uma vida de obediência a CRISTO, mediante a obra do ESPÍRITO
SANTO, demanda bênçãos de natureza espiritual que abarcam todas as áreas de
nossa vida: “Porque o Reino de DEUS não é comida nem bebida, mas justiça, e
paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO” (Rm 14.17).
2.
Justiça e Paz
Quem
obedece a CRISTO vive piedosamente em sua presença e em justiça (Mt 5.6). Dessa
forma, temos uma vida de retidão proveniente da fé e da obediência a CRISTO,
pois fomos justificados e santificados por DEUS (1 Co 6.11). Então, a paz que
excede todo o entendimento torna-se realidade em nós (Fp 4.7). É aquela paz de
que o Senhor JESUS falou aos seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos
dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se
atemorize” (Jo 14.27). Assim, a obediência a CRISTO gera em nós justiça e paz
em meio as turbulências do mundo.
3.
Alegria no ESPÍRITO SANTO
A
alegria proveniente de uma relação com CRISTO é a marca da vida de quem anda na
justiça e tem a paz de CRISTO. A Bíblia mostra que a alegria é um fruto do
ESPÍRITO SANTO (Gl 5.22). Conforme nos ensinam as Escrituras, essa alegria não
está condicionada aos ambientes externos da nossa vida, mas é consequência de
uma vida cheia da presença do ESPÍRITO SANTO. A presença do SANTO ESPÍRITO
enche-nos de alegria.
SINÓPSE III -
Os que obedecem a CRISTO vivem em santidade e justiça, regidos pelo ESPÍRITO
SANTO.
Auxílio
Teológico - “O NOVO CONCERTO
Jeremias
profetizou que, num tempo futuro, DEUS faria um novo Concerto, um melhor
Concerto, com o seu povo (Jr 31.31-34, cf. Hb 8.8-12). [...] JESUS é quem
instituiu o Novo Concerto ou o Novo Testamento (ambas as ideias estão contidas
na palavra grega diatheke), e seu ministério celestial é incomparavelmente
superior ao dos sacerdotes terrenos do AT. O Novo Concerto é um acordo,
promessa, última vontade e testamento, e uma declaração do propósito divino em
outorgar graça e bênção àqueles que se chegam ao Senhor mediante a fé
obediente.
[...]
Estabelecido o Novo Concerto em CRISTO, o Antigo Concerto se tornou obsoleto
(8.13). Não obstante, o Novo Concerto não invalida a totalidade das Escrituras
do Antigo Testamento, mas apenas as do pacto mosaico, pelo qual a salvação era
obtida mediante a obediência à Lei e ao seu sistema de sacrifícios. O Antigo
Testamento não está abolido; boa parte de sua revelação aponta para CRISTO
[...], e por ser a inspirada Palavra de DEUS, é útil para ensinar, repreender,
corrigir e instruir na retidão” (Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1995,
pp.1910-1911).
CONCLUSÃO
Nesta
lição, estudamos a respeito da obediência como relacionamento com DEUS tanto na
perspectiva do Antigo Testamento quanto do Novo. Vimos que, a despeito do Novo
Pacto ter superado o Antigo, o princípio da obediência a DEUS e à sua Palavra
permanece o mesmo. Dessa forma, há promessas de justiça, paz e alegria no
ESPÍRITO SANTO para quem obedece aos mandamentos do Senhor JESUS. São promessas
condicionadas à nossa obediência a CRISTO.
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NA ÍNTEGRA COMO NA REVISTA DO 4º TRIMESTRE DE 2026
Escrita Lição 7, CPAD,
As
Maldições e as Bênçãos da Aliança, 4Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
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ESBOÇO DA LIÇÃO
I – AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- A natureza bíblica da obediência
2- A condição para desfrutar das promessas divinas
3- O equívoco da teologia da prosperidade
II – AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- O contraste: da bênção à maldição
2- As maldições nas dimensões da vida pessoal, social e
espiritual
3- As bênçãos devem conduzir à comunhão com DEUS
III – A NOVA ALIANÇA: NATUREZA, BÊNÇÃOS E RESPONSABILIDADE
1- A natureza da Nova Aliança
2- As bênçãos espirituais da Nova Aliança
3- O perigo da desobediência à Nova Aliança
TEXTO ÁUREO
“E
será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos
os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te exaltará
sobre todas as nações da terra.” (Dt 28.1)
VERDADE PRÁTICA
A
obediência à voz de Deus revela amor e fé, conduz às bênçãos da aliança em
Cristo e preserva nossa comunhão com Ele.
LEITURA DIÁRIA
Segunda
– Dt 28.1; Rm 10.17 Obediência: ouvir a Deus com o coração
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das
promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a
Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da
graça divina
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das
promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a
Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da
graça divina
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das
promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a
Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da
graça divina
Hinos Sugeridos: 126, 175 e 258 da Harpa Cristã
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Deuteronômio 28.1-6, 15-19
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar
todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te
exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre
ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás
tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o
fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e
os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 –
Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não
cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te
ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 –
Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e
a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra,
e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás
ao entrares e maldito serás ao saíres.
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar
todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te
exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre
ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás
tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o
fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e
os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 –
Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não
cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te
ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 –
Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e
a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra,
e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás
ao entrares e maldito serás ao saíres.
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar
todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te
exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre
ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás
tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o
fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e
os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 –
Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não
cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te
ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 –
Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e
a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra,
e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás
ao entrares e maldito serás ao saíres.
Palavra-Chave: Responsabilidade
PLANO DE AULA
1-
INTRODUÇÃO
Em Deuteronômio 28, Moisés apresenta diante de Israel duas realidades
inseparáveis da aliança: as bênçãos decorrentes da obediência e as
consequências da desobediência. O texto revela que Deus é fiel, justo e
coerente com a sua Palavra, chamando o seu povo à responsabilidade espiritual
Nesta lição, veremos que a verdadeira obediência nasce da fé e do amor a Deus,
produz comunhão com o Senhor e encontra o seu pleno significado na Nova Aliança
estabelecida em Cristo.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Esclarecer a relação entre obediência e bênçãos
na aliança divina; II) Expor as consequências espirituais e práticas da
desobediência a Deus; III) Ressaltar as bênçãos e responsabilidades da Nova
Aliança em Cristo.
B) Motivação: Nossas escolhas espirituais produzem consequências reais. Esta
lição ensina-nos sobre a importância de ouvirmos a voz de Deus e permanecermos
fiéis à sua Palavra. Por isso, devemos apresentar a obediência não como um
peso, mas como uma expressão de amor e fé que fortalece a comunhão com o Senhor
e conduz a uma vida espiritual bem-abençoada.
C) Sugestão de Método: Para aprofundar a conclusão do primeiro tópico (O
equívoco da teologia da prosperidade), escreva no quadro duas afirmações: “Deus
me abençoa porque sou fiel” e “Se sou fiel, nunca enfrentarei sofrimento”. Peça
que a classe identifique qual delas está de acordo com as Escrituras. Em
seguida, apresente exemplos bíblicos de servos fiéis que enfrentaram
dificuldades, como Jó, Paulo e os primeiros cristãos. Mostre que a verdadeira
prosperidade não consiste na ausência de problemas ou na presença de riqueza
material, mas em viver em comunhão com Deus e desfrutar das suas bênçãos
espirituais e da esperança eterna em Cristo.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
Aplicação: Deus chama o seu povo a responder à sua graça com fé e
obediência. As bênçãos da aliança revelam o cuidado divino, enquanto a
desobediência traz consequências que afetam a comunhão com o Senhor. Na Nova
Aliança, somos convidados a viver em fidelidade a Cristo. Desafie os alunos a
examinarem suas escolhas diárias e a cultivarem uma vida de obediência sincera
à Palavra de Deus.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão: Vale a pena conhecer essa revista que traz
reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas
Adultos. Na edição 107, p.39, você encontrará um subsídio especial para esta
lição.
B) Auxílios Especiais: Ao fim do tópico, você encontrará auxílios que darão
suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “Se Obedecerdes Plenamente”,
localizado após o primeiro tópico, auxilia na reflexão sobre as bênçãos
decorrentes da obediência e da fidelidade à Aliança; 2) O texto “O que
Realmente Aconteceu?”, localizado ao fim do segundo tópico, contribui para a
compreensão das consequências da desobediência e do cumprimento das
advertências divinas ao longo da história de Israel.
INTRODUÇÃO
Iniciaremos nesta lição o estudo do
terceiro grande discurso de Moisés e veremos que a aliança firmada por Deus com
Israel em Horebe e reafirmada em Moabe envolve promessas condicionais (Dt
29.1). A obediência conduz às bênçãos, enquanto a desobediência traria
maldições (Dt 28). Tal princípio revela o caráter justo e fiel de Deus, que
requer responsabilidade do seu povo.
I – AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- A natureza bíblica da obediência
Do hebraico shâma’, obedecer expressa a
união entre ouvir e acatar, sendo resposta de fé à Palavra (Dt 28.1). Não se
trata de mera audição, mas um ouvir do coração (Dt 6.4), que implica prontidão,
reverência e submissão como expressão da aliança (Dt 11.13-14; 30.20). No
grego, hypakoú indica submissão após ouvir (Rm 1.5; Hb 5.9). Assim, o conceito
bíblico de ouvir vai além da simples audição, pois envolve acolher a Palavra de
Deus e responder-lhe com obediência (Jr 42.6; Rm 6.16-17).
2- A condição para desfrutar das
promessas divinas
O texto é claro: “Se ouvires a voz do
SENHOR, teu Deus” (Dt 28.1). A conjunção hebraica ’im estabelece condição: as
bênçãos dependem da obediência e são manifestas quando ouvimos e guardamos a
Palavra (Sl 1.1-3; 19.7-11; 119.1-2, 33-35). Essas bênçãos não procedem de
ritos ou práticas humanas, mas da submissão ao Senhor (1 Sm 15.22). Essa
exigência era central no pacto mosaico. No Novo Testamento, embora a salvação
seja pela graça, a vivência das bênçãos espirituais requer obediência (Jo
14.15). Elas abrangem toda a vida (Dt 28.2-6) e revelam o cuidado e a justiça
de Deus (Ef 1.3; Mt 6.33).
3- O equívoco da teologia da
prosperidade
Jamais se deve utilizar Deuteronômio 28
para sustentar a teologia da prosperidade. Esse texto pertence ao contexto do
pacto mosaico, em que as bênçãos materiais, territoriais e sociais estavam
condicionadas à obediência coletiva de Israel em uma realidade teocrática. Não
se trata de promessas individuais nem de garantias automáticas. A teologia da
prosperidade ignora o contexto e a mudança da aliança (Hb 8.6), além de
contrariar o ensino de Jesus e dos apóstolos sobre sofrimentos e privações (Mt
5.11,12; 2Co 6.10; Fp 4.12). A verdadeira prosperidade está em viver o Reino de
Deus (Mt 6.33) com esperança eterna (1 Pe 1.4).
SINOPSE I - A obediência à Palavra conduz às bênçãos e honra a aliança
com Deus.
AMPLIANDO O CONHECIMENTO
“BÊNÇÃO
E MALDIÇÃO.
As bênçãos e as maldições nas Escrituras são fundamentadas em uma cosmovisão
que entende que o Deus soberano é o ministrador final de cada uma. Deus é o
doador de bênçãos e, no fim das contas, o Juiz final que determina a retirada
ou o banimento. Ele é a fonte de toda boa dádiva (Tg 1.17) e aquele que dá
poder e força para prosperar (Dt 8.17)” (Amplie mais seu conhecimento
consultando o Dicionário Bíblico Baker, editado pela CPAD, p.79).
AUXÍLIO DEVOCIONAL - “SE OBEDECERES PLENAMENTE”
(Dt 28.1-14). As bênçãos prometidas a Israel por causa da sua obediência
estavam dirigidas à prosperidade e segurança dentro da Terra Prometida. O
cristão dispõe de um compromisso semelhante da parte de Deus, e somos
informados de que, além disso, Deus ‘nos abençoou com todas as bênçãos
espirituais nos lugares celestiais em Cristo’ (Ef 1.3). As bênçãos espirituais
nos garantem a amável presença de Deus em nossa vida, e que ‘todas as coisas
contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são
chamados por seu decreto’ (Rm 8.28)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário
Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.124).
(Dt 28.1-14). As bênçãos prometidas a Israel por causa da sua obediência
estavam dirigidas à prosperidade e segurança dentro da Terra Prometida. O
cristão dispõe de um compromisso semelhante da parte de Deus, e somos
informados de que, além disso, Deus ‘nos abençoou com todas as bênçãos
espirituais nos lugares celestiais em Cristo’ (Ef 1.3). As bênçãos espirituais
nos garantem a amável presença de Deus em nossa vida, e que ‘todas as coisas
contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são
chamados por seu decreto’ (Rm 8.28)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário
Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.124).
(Dt 28.1-14). As bênçãos prometidas a Israel por causa da sua obediência
estavam dirigidas à prosperidade e segurança dentro da Terra Prometida. O
cristão dispõe de um compromisso semelhante da parte de Deus, e somos
informados de que, além disso, Deus ‘nos abençoou com todas as bênçãos
espirituais nos lugares celestiais em Cristo’ (Ef 1.3). As bênçãos espirituais
nos garantem a amável presença de Deus em nossa vida, e que ‘todas as coisas
contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são
chamados por seu decreto’ (Rm 8.28)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário
Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.124).
II – AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA
NA ALIANÇA
1- O contraste: da bênção à maldição
Do versículo 1 ao 14, destacam-se as
bênçãos da obediência; e do 15 ao 68, as maldições da desobediência. A
expressão “Se não deres ouvidos” (Dt 28.15) traz a condição negativa (hb.
‘imlo’) e indica juízo pela rejeição deliberada (Êx 19.5; Lv 26.14,15). Não se
trata de rigor arbitrário, mas de consequência da rebeldia. O cristão, contudo,
não deve ler esse texto de modo legalista, mas compreender que o pecado
consciente gera consequências (1 Sm 15.22; Mt 7.21).
2- As maldições nas dimensões da vida
pessoal, social e espiritual
A desobediência inverte o cenário: em
vez de bênçãos, maldições (Dt 28.15-19). O que era favor nas áreas material,
social e espiritual torna-se juízo pela quebra da aliança. Entre as
consequências, estão derrota, opressão, vergonha e fome. No âmbito pessoal,
afeta o cotidiano, a casa e o trabalho (Dt 28.16,17); no social, gera conflitos
e falta de paz (Dt 28.19); e, no espiritual, rompe a comunhão com Deus (Is
59.2) e produz esterilidade (Jo 15.5,6).
3- As bênçãos devem conduzir à comunhão
com DEUS
Deus é a fonte de toda bênção e colocou
diante do povo as opções bênção e maldição (Dt 11.26). Dessa maneira, a
obediência preserva a aliança, e a rebeldia transforma bênçãos em juízo (Ml
2.2). As bênçãos devem conduzir à comunhão com Deus, não à idolatria (Dt
8.10-17). A prosperidade material, portanto, não pode ser vista como sinal
absoluto da aprovação divina (Mc 8.36). Sem amor e temor ao Senhor, até o que é
bom pode afastar o coração da verdadeira fé.
SINOPSE II - A desobediência rompe a comunhão com Deus e produz sérias
consequências.
AUXÍLIO TEOLÓGICO - “O QUE REALMENTE ACONTECEU?
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel
dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi
subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série
de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca
de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras
estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente
arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria
nacional.
A terrível perseguição sofrida pelos judeus, culminando no holocausto nazista
dos anos 30 e 40, acrescentou seu testemunho às antigas palavras de Moisés: ‘E
nem ainda entre as nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; mas
o Senhor, ali, te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio
de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de
noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida’.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés
mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade”
(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a
Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel
dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi
subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série
de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca
de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras
estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente
arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria
nacional.
A terrível perseguição sofrida pelos judeus, culminando no holocausto nazista
dos anos 30 e 40, acrescentou seu testemunho às antigas palavras de Moisés: ‘E
nem ainda entre as nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; mas
o Senhor, ali, te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio
de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de
noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida’.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés
mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade”
(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a
Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel
dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi
subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série
de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca
de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras
estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente
arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria
nacional.
A terrível perseguição sofrida pelos judeus, culminando no holocausto nazista
dos anos 30 e 40, acrescentou seu testemunho às antigas palavras de Moisés: ‘E
nem ainda entre as nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; mas
o Senhor, ali, te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio
de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de
noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida’.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés
mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade”
(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a
Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
III – A NOVA ALIANÇA: NATUREZA, BÊNÇÃOS
E RESPONSABILIDADE
1- A natureza da Nova Aliança
Para compreender a Nova Aliança, é
necessário entender a Antiga, pois é nela que se inicia o plano da salvação,
cumprido em Cristo (Mt 19.17). A Nova Aliança cumpre a anterior, baseada em
leis externas, sendo agora estabelecida por Deus em Cristo, mediante o seu
sangue (Jr 31.31; Lc 22.20; Hb 8.8). Prometida em Jeremias, tem Cristo como
mediador, sendo inaugurada na sua morte, confirmada na ressurreição e na vinda
do Espírito (Hb 9.16; At 2). Não se fundamenta na letra, mas na obediência (Hb
8.10), trazendo salvação (Hb 5.9) e exigindo fé e submissão.
2- As bênçãos espirituais da Nova
Aliança
A Antiga e a Nova Aliança estão
conectadas pela revelação progressiva: a primeira prepara, e a segunda cumpre
(Mt 5.17), sendo sombra e realidade (Hb 10.1). A Antiga teve função pedagógica
(Gl 3.24,25), mas foi temporária; já a Nova, firmada no sangue de Cristo, é
perfeita e eterna (Hb 8.13). Por isso, esta é superior em promessas, sacrifício
e mediação (Hb 8.6). Fundada na graça e no sangue de Jesus (Jo 1.29), ela chama
à obediência pela fé. Nessa Nova Aliança, há perdão e transformação (Hb
10.16,17), o que garante ao crente bênçãos espirituais, paz, justificação e
esperança eterna (Ef 1.3; Rm 5.1-5).
3- O perigo da desobediência à Nova
Aliança
O escritor aos Hebreus alerta quanto ao
perigo de desprezar a graça de Deus, o que resulta em juízo (Hb 10.26,27). A
graça não anula a justiça; Deus permanece santo, e colhemos o que semeamos (Gl
6.7). Trata-se da desobediência deliberada mesmo após conhecer a verdade (Hb
10.26). A salvação custou o sangue de Cristo (Ef 2.8,9), e rejeitá-la é o mesmo
que desprezar a cruz (Hb 10.29). Tal atitude conduz à apostasia, o que rompe
com a comunhão com Deus (Is 59.2; Jo 15.6) e resulta em condenação (Ap 21.8). Devemos,
portanto, viver em vigilância e fidelidade.
SINOPSE III - A Nova Aliança oferece bênçãos
espirituais e requer fé, vigilância e fidelidade.
CONCLUSÃO
Na Antiga Aliança, as bênçãos para
Israel estavam condicionadas à obediência e fidelidade (Dt 28); a sua quebra
resultava em maldições. A Nova Aliança, firmada no sangue de Cristo, enfatiza
as bênçãos espirituais. Para desfrutá-las, o cristão deve responder com fé e
obediência; desprezá-la implica juízo divino.
REVISANDO O CONTEÚDO
1- O que a palavra “obedecer” expressa?
Do hebraico
shâma’, obedecer expressa a união entre ouvir e acatar, sendo resposta de fé à
Palavra (Dt 28.1).
2- Segundo a lição, o que a vivência das bênçãos espirituais requer na vida
do crente e qual a abrangência dessas bênçãos?
No Novo Testamento, embora a salvação seja pela graça, a vivência das
bênçãos espirituais requer obediência (Jo 14.15). Elas abrangem toda a vida (Dt
28.2-6) e revelam o cuidado e a justiça de Deus (Ef 1.3; Mt 6.33).
3- O que a expressão “Se não deres ouvidos” traz como condição?
A expressão “Se não deres ouvidos” (Dt 28.15) traz a condição negativa (hb.
’im lo’) e indica juízo pela rejeição deliberada (Êx 19.5; Lv 26.14,15). Não se
trata de rigor arbitrário, mas consequência da rebeldia.
4- Segundo a lição, Deus é a fonte de quê? E que escolha Ele colocou diante
do povo?
Deus é a fonte de toda bênção e colocou diante do povo a escolha entre a
bênção e a maldição (Dt 11.26).
5- O que é necessário para compreender a Nova Aliança?
Para compreender a Nova Aliança, é necessário entender a Antiga, pois nela
inicia-se o plano da salvação, cumprido em Cristo (Mt 9.17).
Bibliografia: A Bíblia Explicada, S.E.Mcnair;
Conhecendo as Doutrinas Bíblicas, Myer Pearlman;
Bíblia de Estudo Pentecostal, Apostila FAETEL
módulo VI
PFEIFFER .Charles F. Dicionário
Bíblico Wycliffe. Editora CPAD.
https://ebdnatv.blogspot.com/2022/01/estudo-alianca-de-sangue-pr-henrique.html
Revistas EBD - CPAD
melhor é do que a gordura de carneiros” (1 Sm 15.22).
No NT, o foco muda da obediência à Lei mosaica para a obediência a JESUS CRISTO. A Grande Comissão contém instruções de JESUS para os seus próprios discípulos fazerem discípulos, ensinando-os a “obedecer” (gr. tēreō) o que CRISTO ordenara (Mt 28.19,20, ARA). O amor que os discípulos de JESUS têm por Ele levá-los-ia a obedecer aos seus mandamentos (Jo 14.15,21-24; 1 Jo 5.3; 2 Jo 6), e a obediência dos discípulos, por sua vez, faria com que permanecessem no amor de JESUS (Jo 15.10). Paulo instrui os filhos a obedecer aos seus pais, bem como os escravos a “obedecer” (gr. hypakouō) aos seus senhores em obediência a CRISTO (Ef 6.1,5,6; Cl 3.20,22).
O NT também discute a perfeita obediência de CRISTO a DEUS Pai como uma qualidade a ser imitada (Fp 2.5-13) e como base para a salvação (Rm 5.19). Tendo em vista que somente “os que obedecem à Lei [...] serão declarados justos” (Rm 2.13, NVI) e que todos pecaram (Rm 3.23), “Àquele que não conheceu pecado, [JESUS] o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de DEUS” (2 Co 5.21).
Como um DEUS santo satisfará a sua ira contra o pecado humano e restaurará o seu relacionamento com os seres humanos sem comprometer a sua justiça?
A resposta curta é: através de Abraão e a sua descendência (12.1-3), que se multiplicaram formando a nação de Israel. Depois que foram redimidos por DEUS da sua escravidão no Egito (Êx 1–15), Ele trouxe-os ao Sinai para fazer uma aliança com eles baseada na obediência (19.5,6). Um componente central dessa aliança foi o sistema sacrificial (e.g., Lv 1–7), que o Senhor providenciou como meio de lidar com o pecado. Além dos sacrifícios regulares feitos pelo pecado ao longo do ano, DEUS separou um dia por ano para expiar os pecados de Israel (Lv 16). No Dia da Expiação, o sumo sacerdote levava o sangue de um bode para o SANTO dos Santos e espargia-o sobre o propiciatório como oferta pela expiação do pecado. Depois, ele pegava um segundo bode e confessava “todas as iniquidades dos filhos de Israel e todas as suas transgressões, segundo todos os seus pecados”, pondo-os “sobre a cabeça do bode” e enviando-o “ao deserto. [...] Assim, aquele bode levará sobre si todas as iniquidades deles à terra solitária; e o homem enviará o bode ao deserto” (Lv 16.21,22). Para que o DEUS santo habite com pessoas pecadoras, extensas provisões tiveram de ser feitas para permitir a comunhão. Durante os próximos quatrocentos anos de silêncio profético, o desejo de que o Senhor DEUS afaste os pecados do seu povo cresceu. Por fim, quando a concepção e o nascimento de JESUS foram anunciados, foi revelado que Ele “salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1.21). Nos dias anteriores ao ministério público de JESUS, João Batista preparou o caminho para Ele, “pregando o batismo de arrependimento, para o perdão dos pecados” (Lc 3.3). Enquanto Adão e Israel foram filhos de DEUS desobedientes, JESUS provou ser o Filho obediente pela sua fidelidade a DEUS em face da tentação (Mt 2.13-15; 4.1-11; 26.36-46; Lc 3.23–4.13; Rm 5.12-21; Fp 2.8; Hb 5.8-10). Ele também foi o Servo Sofredor que deu a sua vida em resgate por muitos (Mc 10.45; cf. Is 52.13–53.12). Na cruz, JESUS experimentou a ira de DEUS que o povo de DEUS merecia por haverem pecado. Com a sua justiça plenamente satisfeita, o Senhor estava livre para perdoar e justificar todos os que se identificam com CRISTO pela fé (Rm 3.21-26). O que nem a Lei nem o sangue de touros e bodes podiam fazer, JESUS CRISTO fez com o seu
próprio sangue (Rm 8.3,4; Hb 9.1–10.18).
Após a ressurreição e ascensão de JESUS, os seus seguidores começaram a proclamar as “Boas Novas” (evangelho) do que JESUS fez e chamar as pessoas: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO para perdão dos pecados” (At 2.38). Quando as pessoas começaram a experimentar o perdão de DEUS, elas foram tão transformadas que perdoaram os que pecaram contra elas (Mt 6.12; 18.15-20; Cl 3.13).
Embora os crentes continuem a lutar contra o pecado nesta vida (Rm 8.12,13; Gl 5.16-25), o pecado não é mais mestre sobre eles (Rm 6.1-23). O ESPÍRITO SANTO capacita-os a lutar contra o pecado ao mesmo tempo que anseiam pelo novo céu e nova terra, onde não haverá pecado, morte e maldição (Rm 8.12-30; Ap 21–22). Como mostra até este breve levantamento do trama bíblica de Gênesis a Apocalipse, o pecado é um aspecto fundamental do enredo da Bíblia. O pecado gera o conflito que impulsiona a narrativa bíblica; é o “problema” fundamental que deve ser resolvido para que os propósitos de DEUS na criação sejam cumpridos.
Ai. O termo hebraico por trás de Ai significa “a ruína”. A Ai bíblica estava situada a leste de Betel, nas regiões montanhosas de Efraim, com vista para o vale do Jordão.
Na Bíblia, Ai aparece pela primeira vez como um marco nas viagens de Abrão (Gn 12.8; 13.3). No livro de Josué, Ai aparece com destaque como cidade menor na conquista inicial de Canaã (7.3; 10.2; mas veja 8.25). Após a derrota inicial de Israel (7.4,5), Josué proscreve Ai de acordo com a instrução de Jeová (8.2), matando os seus habitantes, enforcando o seu rei e reduzindo o assentamento a ruínas (8.25-28). Isso causa medo nas populações vizinhas (9.3,4; 10.1,2). A atenção desproporcional dada à sua captura coloca a conquista dentro duma estrutura teológica: a vitória depende da obediência a Jeová. Os anciãos exerciam autoridade cívica e judicial nas cidades e aldeias de Israel. Eles faziam julgamentos de vários tipos, como disciplinar um filho rebelde (Dt 21.18-21), limpar a reputação de uma jovem virgem que pode ter sido caluniada (22.13-19) e exortar a obediência à Lei e aos mandamentos de DEUS (27.1).
Bênção e Maldição. As bênçãos e as maldições nas Escrituras são fundamentadas em uma cosmovisão que entende que o DEUS soberano é o ministrador final de cada uma. DEUS é o doador de bênçãos e, no fim das contas, o Juiz final que determina a retirada ou o banimento. Ele é a fonte de toda boa dádiva (Tg 1.17) e aquEle que dá poder e força para prosperar (Dt 8.17).
Antigo Testamento. O DEUS soberano, às vezes, emprega agentes de bênção na sua criação. A bênção estende-se às nações por meio de Abraão (Gn 12.3), a Jacó por meio de Isaque (Gn 26–27) e ao povo por meio dos sacerdotes (Nm 6.24-26). O tema da bênção/maldição é usado para estruturar Deuteronômio 27–28 e Levítico 26 (cf. Js 8.34) no formato geral de aliança desses livros. Os estudiosos observaram que o objetivo desse formato não é a simetria ou a unidade lógica, mas a plenitude. A partir dessa perspectiva, a estrutura de bênção/maldição funciona para forçar a obediência com o propósito de assegurar um relacionamento. A bênção de Deuteronômio também inclui os benefícios da prosperidade, poder e fertilidade. A maldição, por outro lado, é a ausência ou a retirada de benefícios associados ao relacionamento. As narrativas da criação são marcadas com o tema e a terminologia de bênção (Gn 1.22,28; 2.3; cf. 5.2; 9.1). Os alvos da bênção em Gênesis 1.22,28 (cf. 5.2; 9.1) são as criaturas viventes e os seres humanos criados à imagem de DEUS. À medida que a revelação progride, a bênção de DEUS é particularizada na vida de Noé (Gn 6–8), de Abraão e os seus descendentes (Gn 12–25) e da nação de Israel e a sua liderança (Gn 26–50). Nesses contextos, a bênção destina-se a gerar descendentes e fazer prosperar os destinatários em termos materiais e físicos (compare uma ênfase semelhante do NT em At 17.25; cf. Mt 5.45; 6.25-33; At 14.17). A bênção de DEUS também se estende a objetos inanimados que melhoram e fazem prosperar a qualidade de vida das pessoas. O sétimo dia da criação é o objetivo de bênção (Gn 2.7; Êx 20.11), talvez dando ao dia uma sensação de bem-estar e saúde. Objetos e atividades da vida como cestos e amassadeiras (Dt 28.5), celeiros (Dt 28.8) e trabalho (Jó 1.10; Sl 90.17) são abençoados. O Senhor promete abençoar os que o temem (Sl 128.1). A bênção destina-se aos que, por um profundo senso de admiração pelo caráter de DEUS, amam-no e confiam nEle. Os que temem a DEUS abraçam com confiança as promessas dEle, servem-no obedientemente e levam a sério as suas advertências.
As bênçãos discriminadas no Salmo 128 são comparáveis às detalhadas em Deuteronômio 28 relativas à produtividade e fecundidade (cf. Sl 128.2 com Dt 28.12; Sl 128.3 com Dt 28.4,11). O conceito deuteronômico de bênção e maldição é questionado quando os que temem a DEUS passam por um período de sofrimento ou experimentam a aparente ausência dEle (e.g., José, Jó; cf. JESUS).
Novo Testamento. No NT, as bênçãos não são exclusivamente espirituais. DEUS dá comida e alegria (At 14.17) e provê as necessidades da vida (Mt 6.25-33). O NT associa a bênção a CRISTO e foca a atenção na qualidade espiritual do dom que se origina do próprio CRISTO, bem como o seu benefício pretendido para os indivíduos espirituais.
Com relação à maldição, o NT explica que CRISTO carregou a maldição da Lei para libertar-nos do seu efeito mortífero (Gl 3.10-13). Apocalipse 22.3 prevê um tempo em que a maldição associada ao pecado será completamente removida e a bênção associada à criação prevalecerá. “Anátema” é a transliteração de uma palavra grega que significa “maldição”. Paulo invoca-a para os que pervertem ou rejeitam o evangelho da graça gratuita de DEUS (1 Co 16.22; Gl 1.8,9).
Consagração. O processo de efetuar uma transição para a santidade, o estado de estar apto para a presença de DEUS. A separação, ou ser separado, embora não seja o significado central de consagração, é uma noção associada (Nm 6.8; 1 Cr 23.13). A verdadeira consagração não é meramente externa e simbólica, mas envolve genuína obediência pactual a DEUS, o Senhor (Nm 15.40).
JESUS demonstrou a natureza humilde da sua missão e ministério mediante a sua obediência até a morte, mesmo a morte na cruz (Fp 2.8). Para JESUS, a cruz não foi o seu martírio — ou seja, como se Ele tivesse morrido por uma causa nobre —, e sim o exemplo máximo de obediência e amor na Bíblia. JESUS chamou os seus seguidores para estes tomarem a cruz e seguirem o seu exemplo de sacrifício altruísta (Mt 16.24). A cruz de JESUS é símbolo do seu amor, obediência e altruísmo. Acima de tudo, a cruz revela o amor incondicional de DEUS, que ofereceu o seu Filho como sacrifício expiatório pelo pecado (Jo 3.16; 1 Jo 4.10). A cruz brutal revela o belo amor de JESUS, que voluntariamente deu a sua vida (1 Jo 3.16).
Relatado em Gênesis 6.5–9.19, o Dilúvio é o evento pelo qual o Senhor destrói todas as criaturas, exceto Noé, a família deste e uma reunião de animais. O relato é centrado em DEUS. Ele começa e termina com os três filhos de Noé (6.10; 9.18,19). A obediência de Noé é destacada (7.5, 9, 16). O Senhor é o protagonista, e Noé permanece em silêncio.
Nova aliança em CRISTO (4.1–6.20).
Senhor (6.10-20). A importante palavra grega oun (“então”, “portanto”, NVT) em 4.1 marca uma transição das bênçãos e privilégios da igreja (caps.1–3) para a conduta e responsabilidades da igreja (caps. 4–6). A obediência vem como resposta à graça de DEUS.
Embora a escravidão fosse parte significativa da sociedade no século I d.C., nunca vemos JESUS ou os apóstolos encorajando a escravidão. Em vez disso, tanto Paulo quanto Pedro encorajaram o caráter piedoso e a obediência para os escravos dentro desse sistema (Ef 6.5-8; Cl 3.22-25; 1Tm 6.1,2; Fm; 1 Pe 2.18-21). Da mesma forma, os senhores eram encorajados a serem gentis e justos com os seus escravos (Ef 6.9; Cl 4.1). Mais tarde, no NT, o comércio de escravos foi condenado pelo apóstolo Paulo como algo contrário à “sã doutrina” e ao “evangelho da glória do DEUS bem-aventurado” (1 Tm 1.10,11). JESUS incorporou a ideia de servo obediente.
Fé, Fidelidade.
1.8; 6.10). A fé veterotestamentária é uma resposta moral ao invés de uma resposta intelectual ou emocional abstrata.
A fé é um conceito teológico central no NT. Em termos relacionais, a fé é principalmente personalizada como o local da confiança e crença na pessoa de JESUS CRISTO.
Ano Sabático.
fidelidade, pois eles tinham de confiar no Senhor para o pão de cada dia e colocar a obediência acima do lucro. A releitura da Lei na Festa dos Tabernáculos lembrava aos israelitas a aliança graciosa de DEUS e a resposta exigida deles.
Ao entrar na Terra Prometida, Moisés ordenou aos israelitas que proclamassem as bênçãos da obediência à Lei no monte Gerizim, e as maldições da desobediência à Lei no monte Ebal (Dt 11.29). Moisés ainda ordenou que construíssem um altar de pedras brutas em Ebal e pintassem-nas com cal para escrever nelas as palavras da Lei (27.1-8).
Por causa da rebelião de Adão, o pecado e a culpa foram imputados a toda a humanidade, enquanto ao mesmo tempo a obediência de CRISTO é imputada a todo o seu povo (5.12-21). A imputação deixa claro que a salvação é inteiramente obra de DEUS.
A carta de 2 João continua os temas principais de 1 João: amor, obediência aos mandamentos de DEUS, andar na verdade e cristãos como “filhos”. Um tema adicional é a hospitalidade. Os leitores são advertidos a não permitir que esses enganadores ensinem na sua igreja doméstica (vv. 10,11). Companheirismo e hospitalidade são
2 João, 3 João centra-se nos temas do amor, obediência aos mandamentos de DEUS, andar na verdade e cristãos como “filhos”, tratando, contudo, mais detalhadamente da questão da hospitalidade (vv. 6-10).
Por que o Senhor DEUS declarou certas coisas limpas e outras impuras? Alguns estudiosos sugerem que a distinção é dada como teste de obediência, o público original conhecia as razões agora perdidas para nós. também o Senhor estava protegendo o seu povo de doenças.
O Evangelho de Lucas apresenta Maria como aquela a quem DEUS envia o anjo Gabriel (Lc 1.26,27). Gabriel anuncia que Maria será a mãe do Messias da linhagem de Davi; o Messias reinará sobre a casa de Jacó e terá uma relação de pai e filho única com DEUS. Maria responde em humilde obediência como “serva do Senhor” (1.29-38).
Dicionário Bíblico Baker - CPAD
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Esta Lição a seguir ajuda na compreensão do assunto
Escrita Lição 6, Betel, Ordenança para uma vida de obediência e submissão, 2Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV
https://youtu.be/1IU1tXhL-sY?si=6SvPEOwmXPJBorPt Vídeo
Escrita https://ebdnatv.blogspot.com/2024/05/escrita-licao-6-betel-ordenanca-para.html
Slides https://ebdnatv.blogspot.com/2024/05/slides-licao-6-betel-ordenanca-para-uma.html
PowerPoint https://pt.slideshare.net/slideshow/slides-licao-6-betel-ordenanca-para-uma-vida-de-obediencia-e-submissao-pptx/267856009
ESBOÇO DA LIÇÃO
1- OBEDECER É MELHOR DO QUE SACRIFICAR
1.1. Obediência é um princípio.
1.2. Obediência é um plantio.
1.3. Obediência é uma porta aberta.
2- QUEM RESISTE À AUTORIDADE RESISTE A DEUS
2.1. Orem por todos que exercem autoridade.
2.2. Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles.
2.3. Obedecei a vossos pais, pois isto é justo.
3- OBEDIÊNCIA E SUBMISSÃO
3.1. Obediência sem submissão esconde interesse pessoal.
3.2. Submissão reconhece os que presidem e ajuda na missão.
3.3. A submissão firma a obediência.
TEXTOS DE REFERÊNCIA
ROMANOS 13
1- Toda alma esteja sujeita às potestades superiores, porque não há potestade que não venha de DEUS; e as potestades que já foram ordenadas por DEUS
2- Por isso, quem resiste à potestade resiste à ordenação de DEUS e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.
HEBREUS 13
17- Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles, porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas, para que o façam com alegria, e não gemendo, porque isso não vos seria útil.
PONTO DE PARTIDA: Obedecer é melhor do que sacrificar.
OBEDECEI A VOSSOS PASTORES. A obediência e a fidelidade aos líderes cristãos, aos pastores e mestres, devem basear-se numa superior lealdade a DEUS. A lealdade do crente, em escala descendente, é a seguinte: (1) primeiramente, lealdade a DEUS num relacionamento pessoal (ver Mt 22.37), inclusive fidelidade aos princípios da sua; (2) segundo, lealdade à igreja visível, à medida que ela permanecer fiel a DEUS e a sua Palavra escrita (Jo 15.12; Gl 6.10); e (3) terceiro, lealdade aos dirigentes da igreja, enquanto permanecerem fiéis e leais a DEUS, à sua Palavra e ao seu propósito para a igreja.
Tendo nos ensinado, assim, as obrigações que os cristãos têm com os seus ministros que já partiram, que consistem principalmente em seguir a sua fé e não se afastar dela, o apóstolo nos revela agora qual é a obrigação que as pessoas têm para com os seus ministros ainda vivos (v. 17) e as razões dessa obrigação.
(1) A obrigação – de lhes obedecer e de se submeterem a eles. Aqui não são requeridas uma obediência irrestrita ou uma submissão absoluta, mas só na medida em que são apropriadas à mente e à vontade de DEUS reveladas na sua Palavra; e, mesmo assim, é verdadeira obediência e submissão, e isso não somente a DEUS, mas à autoridade do ofício ministerial, que procede de DEUS tão certamente, em todas as coisas pertencendo a esse ofício, como também a autoridade dos pais e dos magistrados civis nas coisas de sua esfera. Os cristãos precisam se submeter a serem instruídos por seus ministros, e não se acharem sábios demais, bons demais, ou grandes demais, para aprender deles. E, quando acharem que as instruções ministeriais são concordantes com a palavra escrita, devem obedecer-lhes.
(2) Os motivos para essa obrigação.
[1] Eles têm o governo sobre o povo; o seu ofício, embora não magistral, mesmo assim é de verdadeira autoridade. Eles não têm autoridade alguma para oprimir o povo, mas para conduzi-los nos caminhos de DEUS, ao informá-los e instruí-los, explicando-lhes a palavra de DEUS, e ao aplicá-la aos diversos casos. Eles não devem fazer leis por si mesmos, mas devem interpretar as leis de DEUS; nem deve ser a sua interpretação recebida imediatamente sem análise, mas as pessoas devem examinar as Escrituras, e, na medida em que as instruções do seu ministro estiverem de acordo com essa regra, devem recebê-las, “...não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade) como palavra de DEUS, a qual também opera nos que creram”.
[2] Eles velam pela alma das pessoas, não para pegá-la em armadilha, mas para salvá-la; para ganhá-la, não para si mesmos, mas para CRISTO; para edificá-la em conhecimento, fé e santidade. Eles devem vigiar acerca de tudo que pode ser prejudicial à alma dos homens, e lhes dar advertência de erros perigosos, das artimanhas de Satanás, de juízos que se aproximam; eles devem vigiar por todas as oportunidades para ajudar a alma dos homens a progredir no caminho para o céu.
[3] Eles precisam prestar contas de como cumpriram a sua obrigação, e o que aconteceu com as almas que lhes foram confiadas, se alguma se perdeu devido à sua negligência, e se algumas foram trazidas e edificadas sob o seu ministério.
[4] Eles terão alegria em dar um bom relatório de si mesmos e dos seus ouvintes. Se então puderem dar um relatório da sua própria fidelidade e sucesso, será um dia feliz para eles; aquelas almas que se converteram e foram confirmadas sob o seu ministério serão a sua alegria e sua glória no dia do Senhor JESUS.
[5] Se eles derem o seu relatório com tristeza, será para prejuízo do povo e deles. É do interesse dos ouvintes que o relatório dos seus ministros acerca deles seja dado com alegria, e não com tristeza. Se ministros fiéis não forem bem-sucedidos, a tristeza será deles, mas o prejuízo será das pessoas. Os ministros fiéis empenharam sua própria alma, mas o sangue e a ruína de um povo infrutífero e infiel estarão sobre a própria cabeça do povo. Com. Bíblico - Matthew Henry (Exaustivo) AT e NT
OBEDIÊNCIA
As palavras hebraicas e gregas traduzidas como “obedecer” ou “obediência” são geralmente shama‘ e as formas cognatas de akouo. O significado básico de ambas é “ouvir”. De fato, muitas vezes que o tradutor se confronta com estas palavras e seus cognatos, é muito difícil determinar se a tradução mais apropriada é “ouvir” ou “obedecer”. Esta dificuldade, porém, oferece uma visão profunda do conceito bíblico básico de obediência, um conceito que ocorre tanto no AT como no NT.
Embora a obediência expresse uma ação que existe nas relações humanas comuns (tais como discípulos aos mestres ou filhos aos pais), sua referência mais significativa é a de um relacionamento que deve existir entre o homem e DEUS. DEUS revela-se a si mesmo ao homem por sua voz e palavras. As palavras devem ser ouvidas. Isto obviamente envolve uma recepção física das palavras com uma suposta compreensão mental de seu significado.
Mas em termos da recepção da revelação de DEUS pelo homem, este fato em si não é um ouvir verdadeiro. A atitude de ouvir verdadeiramente está ligada à fé que recebe a Palavra divina e a traduz em ação. E uma resposta de fé. E uma resposta positiva e ativa, não meramente ouvir e considerar de forma passiva. Ouvir é agir. Em outras palavras, ouvir realmente a Palavra de DEUS é obedecer à Palavra de DEUS. No NT, a ideia de se assumir a responsabilidade de obedecer à Palavra ouvida, ou de se colocar sob esta responsabilidade, é claramente enfatizada pelo termo kupakouo, uma composição dos termos “sob” e “ouvir”.
Muitas passagens referentes ao ouvir e à obediência obviamente têm em vista este aspecto de resposta positiva e ativa. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (Mt 11.15; cf. 13.9,43; Ap 2.7,11,17,29; 3.6,13,22; 13.9). O homem sábio é aquele que “ouve estas minhas [do Senhor JESUS] palavras e as pratica” (Mt 7.24). “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e... me seguem" (Jo 10.27). Com respeito à revelação que havia recebido em Patmos, João disse: “Bem-aventurado(s)... os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas” (Ap 1.3). Não há nenhuma dicotomia entre o ouvir e o obedecer. O ouvir verdadeiro é a obediência. A fé em si envolve obediência. O Senhor JESUS. Paulo e Tiago deixam bem claro que a verdadeira fé emana da obediência. S.N.G. Dicionário Bíblico Wycliffe
No AT, pelo fato de Abraão ter crido em DEUS e obedecido à sua voz, todas as nações da terra se tornaram benditas (Gn 15.6; 22.18; 26.4,5). Obedecer à voz de DEUS é equivalente a guardar a sua aliança (Êx 19.5; cf. 23.20-22); portanto, os israelitas prometeram ser obedientes quando o Livro da Aliança /oi ratificado com a aspersão de sangue (Ex 24.7,8). A reeducação do povo para obedecer à lei era uma parte básica das cerimônias de renovação de aliança (Dt 27.1-10; 30.2,8,20; Js 24.24-27).
Ao castigar o rei Saul por sua obediência incompleta, Samuel ensinou a grande verdade de que obedecer é melhor do que sacrificar (1 Sm 15.22). Em séculos posteriores, a nação foi repetidamente advertida por sua desobediência a DEUS e à sua lei (Is 42.24; Jr 3.13; 7.23-28; Sf 3.2; Ne 9.17,26). A obediência, ou a falta dela, pode ser tanto interior, do coração (Pv 3.1), ou meramente exterior, no sentido de uma obediência forçada (Sl 72.8-11).
No NT, Paulo fala da “obediência da fé” (ou “por fé”) por parte dos cristãos (Rm 1.5; cf. Atos 6.7). A frase em grego é a mesma que foi utilizada em Romanos 16.26, onde ele escreve que o evangelho conduz à “obediência da fé”. O apóstolo está, evidentemente, referindo-se ao desejo de DEUS de que os gentios, ao ouvirem o evangelho, obedeçam-no recebendo-o pela fé, confiando em seus termos (cf. 1 Pe 1.2,22; 1 Jo 3.23). Paulo adverte quanto ao terrível castigo que aguarda aqueles que se recusam a obedecer ao evangelho de nosso Senhor JESUS CRISTO (2 Ts 1.8; cf. Rm 2.8; 1 Pe 2.7,8). Ele elogia os Coríntios por sua obediência ao evangelho de CRISTO que professavam (2 Co 9.13).
Como um exemplo de obediência, Paulo e Pedro apontam para o Senhor JESUS CRISTO que “humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte” (Fp 2.8; cf 1 Pe 2.18,21). Paulo fala da obediência de CRISTO ao fazer a expiação pelos pecadores, em contraste com a desobediência de Adão e seus descendentes (Rm 5.19). A declaração em Hebreus 5.8 de que Ele “aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu”, deve significar que CRISTO fez da experiência de obedecer ao Pai algo real. Ao agir assim, Ele cumpriu o propósito eterno da Divindade vivendo toda a sua vida como nosso representante, obedecendo e sofrendo em nosso lugar e por nossa causa, satisfazendo completamente a lei, em todos os seus aspectos (J. O. Buswell, Jr., A Systematic Theology of the Christian Religion, Grand Rapids. Zondervan, 1962, II, lllss,). Dicionário Bíblico Wycliffe
A Palavra de DEUS exorta os servos (escravos) a obedecerem a seus senhores (Ef 6.5-8; Cl 3.22; 1 Tm 6.1; Tt 2.9); os cristãos, a obedecerem a seus líderes (Hb 13.17); as mulheres, a obedecerem a seus maridos (Tt 2.5; Ef 5.22-24; 1 Pe 3.1-6); e os filhos, a obedecerem a seus pais (Ef 6.1; Cl 3.20; cf. Pv 6.20; 23.22; 29.15). Portanto, os crentes como um todo são caracterizados como “filhos obedientes” (1 Pe 1.14; cf. Rm 6.16,17; Hb 5.9). A desobediência aos pais é considerada uma marca da depravação humana (Rm 1.30) e um sinal dos últimos dias (2 Tm 3.2). Os cristãos são ensinados a obrigar cada pensamento humano a se render em obediência a CRISTO (2 Co 10.5). O mais alto nível de obediência para o cristão é fazer a vontade de DEUS de todo o coração (Rm 6.17), e não por uma mera complacência exterior. Ele possui um espírito de obediência que cria dentro de si o desejo de obedecer no pensamento e através de atitudes (por exemplo, Mt 5.28,44; 19.21,22). O cristão tem a mente de CRISTO (Fp 2.5), pois a Palavra de DEUS está dentro de seu coração e ele deleita-se em fazer a vontade de DEUS (Sl 40.8; cf. Hb 10.5-9). . J.R. Dicionário Bíblico Wycliffe
OBEDIÊNCIA DE CRISTO
Esta obediência inclui a aceitação voluntária de CRISTO em relação à encarnação, quando DEUS Pai falou com o Filho no passado eterno, como registrado no Salmo 40.6-8 (cf. Hb 10.5-10). Sua vida de obediência perfeita ao Pai é mostrada por Ele ter “nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gl 4.4), e por ter guardado a lei de forma perfeita. Ele cumpriu a vontade de DEUS em seu nascimento (Lc 2.21,22,39), em sua infância (Lc 2.52), em seu batismo (Mt 3.15), em sua tentação, na qual triunfou sobre Satanás em contraste com Adão que caiu (Mt 4.1-11; Lc 4.1-13), e por toda a sua vida (Jo 4.34; 6.38; 8.29,46; 15.10; 17.4; Atos 3.14; 2 Co 5.21; Hb 4.15). Ninguém poderia convencê-lo de desobediência a DEUS ou à sua lei (Jo 8.46; Hb 5.8,9). Embora tenha lutado contra o horror de sua futura condenação, ao ser feito pecado por nós, carregando nossos pecados em seu próprio corpo no madeiro (2 Co 5.21; 1 Pe 2.24), ainda assim, Ele submeteu-se, em obediência, até sua morte na cruz (Fp 2.8).
E costume dividir a obediência de CRISTO em duas fases: sua vida de obediência ativa e seu sofrimento e morte, ou sua obediência passiva. Sua obediência ativa então toma- se a base da justiça que nos é imputada; e sua obediência passiva, a expiação por nossos pecados e nosso perdão. A divisão não é totalmente satisfatória; porém seu sofrimento teve inicio antes da cruz, e o mérito de sua morte sacrificial reside em sua vida sem pecado, completamente santa (1 Pe 1.18,19). CRISTO e Adão são uma antítese (Rm 5.12-19). Através do primeiro Adão, o pecado e a morte entraram no mundo; através do segundo, a justiça e a vida (vv. 12,17). Pela desobediência de Adão, todos se tornaram pecadores e morreram espiritual mente; através da obediência do Senhor JESUS CRISTO, todos os que estão nele tornam-se justos e vivos (v. 19; cf. 1 Co 15.22). A perfeita obediência do Salvador deve ser o nosso exemplo (Hb 12.1,2; 1 Pe 2.21). R. A. K. Dicionário Bíblico Wycliffe
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PAIS E FILHOS – comentários BEP - CPAD
Cl 3.21 “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.”
É obrigação solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instrução e a disciplina condizente com a formação cristã. Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristãs, e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social (cf. Sl 127.3).
Segundo a palavra de Paulo em Ef 6.4 e Cl 3.21, bem como as instruções de DEUS em muitos trechos do AT (ver Gn 18.19; Dt 6.7; Sl 78.5; Pv 4.1-4; 6.20), é responsabilidade dos pais dar aos filhos criação que os prepare para uma vida do agrado do Senhor. É a família, e não a igreja ou a Escola Dominical, que tem a principal responsabilidade do ensino bíblico e espiritual dos filhos. A igreja e a Escola Dominical apenas ajudam os pais no ensino dos filhos.
A essência da educação cristã dos filhos consiste nisto: o pai voltar-se para o coração dos filhos, a fim de levar o coração dos filhos ao coração do Salvador (ver Lc 1.17).
Na criação dos filhos, os pais não devem ter favoritismo; devem ajudar, como também corrigir e castigar somente faltas intencionais, e dedicar sua vida aos filhos, com amor compassivo, bondade, humildade, mansidão e paciência (3.12-14, 21).
Seguem-se quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida devotada a CRISTO:
Dediquem seus filhos a DEUS no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).
Ensinem seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justiça e a odiar a iniquidade. Incutam neles a consciência da atitude de DEUS para com o pecado e do seu julgamento contra ele (ver Hb 1.9).
Ensinem seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt 8.5; Pv 3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).
Protejam seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-los espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais (Pv 13.20; 28.7; 2.15-17).
Façam saber a seus filhos que DEUS está sempre observando e avaliando aquilo que fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).
Levem seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em CRISTO, ao arrependimento e ao batismo em água (Mt 19.14).
Habituem seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de DEUS, se mantém os padrões de retidão e o ESPÍRITO SANTO se manifesta. Ensinem seus filhos a observar o princípio: “Companheiro sou de todos os que te temem” (Sl 119.63; ver At 12.5).
Motivem seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar para DEUS (2Co 6.14—7.1; Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos neste mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com CRISTO (Fp 3.20; Cl 3.1-3).
Instruam-nos sobre a importância do batismo no ESPÍRITO SANTO (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).
(j) Ensinem a seus filhos que DEUS os ama e tem um propósito específico para suas vidas (Lc 17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).
Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).
(m) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).
(n) Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12). Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em CRISTO JESUS padecerão perseguições” (2Tm 3.12).
(o) Levem seus filhos diante de DEUS em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg 5.16-18; ver Jo 17.1, - sobre a oração de JESUS por seus discípulos, como modelo da oração dos pais por seus filhos).
(p) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17).
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OBEDIÊNCIA - πειθω - peitho (Grego) Strong Português
1) persuadir
1a) persuadir, i.e. induzir alguém pelas palavras a crer
1b) fazer amigos de, ganhar o favor de alguém, obter a boa vontade de alguém, ou tentar vencer alguém, esforçar-se por agradar alguém
1c) tranquilizar
1d) persuadir a, i.e., mover ou induzir alguém, por meio de persuasão, para fazer algo
2) ser persuadido
2a) ser persuadido, deixar-se persuadir; ser induzido a crer: ter fé (em algo)
2a1) acreditar
2a2) ser persuadido de algo relativo a uma pessoa
2b) escutar, obedecer, submeter-se a, sujeitar-se a
3) confiar, ter confiança, estar confiante
1) persuadir
1a) persuadir, i.e. induzir alguém pelas palavras a crer
1b) fazer amigos de, ganhar o favor de alguém, obter a boa vontade de alguém, ou tentar vencer alguém, esforçar-se por agradar alguém
1c) tranquilizar
1d) persuadir a, i.e., mover ou induzir alguém, por meio de persuasão, para fazer algo
2) ser persuadido
2a) ser persuadido, deixar-se persuadir; ser induzido a crer: ter fé (em algo)
2a1) acreditar
2a2) ser persuadido de algo relativo a uma pessoa
2b) escutar, obedecer, submeter-se a, sujeitar-se a
3) confiar, ter confiança, estar confiante
1) persuadir
1b) fazer amigos de, ganhar o favor de alguém, obter a boa vontade de alguém, ou tentar vencer alguém, esforçar-se por agradar alguém
1c) tranquilizar
1d) persuadir a, i.e., mover ou induzir alguém, por meio de persuasão, para fazer algo
2) ser persuadido
2a) ser persuadido, deixar-se persuadir; ser induzido a crer: ter fé (em algo)
2a1) acreditar
2a2) ser persuadido de algo relativo a uma pessoa
2b) escutar, obedecer, submeter-se a, sujeitar-se a
3) confiar, ter confiança, estar confiante
SUBMISSÃO - υπεικω hupeiko (Grego) Strong Português
1) não resistir mais, mas entregar-se, render-se (de combatentes)
2) metáf. obedecer a autoridade e a admoestação, submeter-se
כחש SUBMISSO kachash (Hebraico) Strong Português
1) enganar, mentir, falhar, tendencioso, ser desapontador, ser, ser insuficiente, ser descoberto mentiroso, desmentir, negar, disfarçar, agir falsamente
1a) (Qal) tornar-se tendencioso
1b) (Nifal) encolher, fingir obediência
1c) (Piel)
1c1) enganar, negar falsamente
1c2) agir enganosamente
1c4) desapontar, falhar
1d) (Hitpael) encolher, fingir submissão
SUBMISSO - υποτασσω hupotasso – grego - (1B) Strong Português
1) organizar sob, subordinar
2) sujeitar, colocar em sujeição
3) sujeitar-se, obedecer
4) submeter ao controle de alguém
5) render-se à admoestação ou conselho de alguém
6) obedecer, estar sujeito
Um termo militar grego que significa “organizar [divisões de tropa] numa forma militar sob o comando de um líder”. Em uso não militar, era “uma atitude voluntária de ceder, cooperar, assumir responsabilidade, e levar uma carga”.
Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos (E.R.C.). O espírito dos anciãos deve ser carinhoso e respeitoso, um exemplo fácil e natural para os mais jovens seguirem. Todos devem estar revestidos (envolvidos em) de humildade, merecendo assim a graça de DEUS que é tanto a causa como o resultado da humildade. Pedro cita Pv. 3:34 (LXX) para apoio de sua doutrina (cons. Tg. 4:6) e reforça sua admoestação (cons. Tg. 4:10). Aquele que é humilde pela graça, pode descansar, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós (ele se preocupa convosco).
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O discípulo e a obediência
A obediência é o caminho mais seguro para se obter a s mais ricas bênçãos de DEUS. a obediência requerida pelo evangelho só é possível pela fé.
A palavra obedecer significa “dar ouvidos a” ou ouvir debaixo autoridade ou influência de quem fala.
Devemos obedecer a DEUS incondicionalmente
JESUS CRISTO obedeceu a DEUS sendo obediente até a morte, e morte de cruz; ele é o modelo.
Exemplo de homens obedientes: no Velho Testamento, Noé (Gn 6.22- fez tudo conforme DEUS mandou; Hb 11.7) e Abraão (recebeu tudo de DEUS porque deu a DEUS tudo que tinha; Hb11.8) e no Novo Testamento, Ananias e Paulo (At 26.19; a obediência de Paulo trouxe Benefício ao mundo todo e lhe custou a vida - 2 Tm 4.7).
Devemos obedecer a DEUS através de sua palavra, à igreja e aos nossos pastores ou líderes.
A obediência é melhor do que sacrificar (1 Sm 15.22) e traz efeitos benéficos à nossa vida.
Obedecer ou desobedecer afeta toda uma existência.
Obediência aos patrões (Ef 6.5; Cl 3.22)
Obediência aos pais faz futuro ser melhor.(Cl 3.20)
Obediência aos pastores.(Hb 13.17; comparando o que nos ensinam com a bíblia. – 1 Ts 5.21-22)
A obediência à igreja é sempre à luz da palavra de DEUS. não é a igreja que dita as normas, é a bíblia.
A obediência a DEUS nos dá o espírito santo. (At 5.32).
A obediência a DEUS nos deixa inabaláveis. (Mt 7.24).
A obediência a DEUS nos torna conhecidos. (Rm 16.19).
A obediência a DEUS o glorifica. (2 Co 9.13).
A obediência a DEUS nos torna irrepreensíveis. (Fl 2.12-15).
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Recomendação ao Amor Fraternal. A Glória e Condescendência de CRISTO
Filipenses 2:1-11
Nesse capítulo, o apóstolo retoma o assunto onde o deixou no capítulo anterior, com mais exortações aos deveres cristãos. Ele os compele a terem o mesmo parecer e serem humildes, em conformidade com o exemplo do Senhor JESUS, o grande padrão de humildade e amor. Aqui podemos observar:
Aqui está um padrão do evangelho proposto para nossa imitação, e esse é o exemplo do nosso Senhor JESUS CRISTO: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em CRISTO JESUS” (v. 5). Observe: Os cristãos devem ter o mesmo sentimento de CRISTO. Devemos imitar a sua vida, se queremos nos beneficiar da sua morte. “Se alguém não tem o ESPÍRITO de CRISTO, esse tal não é dele” (Rm 8.9). Qual era o sentimento de CRISTO? Ele era notavelmente humilde; precisamos aprender isso dele. “...aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mt 11.29). Se somos, de fato, humildes, devemos sentir o mesmo; e, se queremos ser semelhantes a CRISTO, devemos ser humildes. Devemos andar no mesmo espírito e nos mesmos passos do Senhor JESUS, que se humilhou a si mesmo a ponto de sofrer e morrer por nós. Não somente para satisfazer a justiça de DEUS, e pagar o preço da nossa redenção, mas para servir de exemplo, para que sigamos os seus passos. Temos aqui as duas naturezas e os dois estados do nosso Senhor JESUS. É perceptível que o apóstolo, tendo oportunidade de mencionar o Senhor JESUS, e em virtude do sentimento que havia nele, busca alongar-se acerca da descrição da sua pessoa. Este é um assunto agradável, e um ministro do evangelho deve ter prazer em discorrer a respeito dele. Qualquer oportunidade deveria ser prontamente aproveitada.
1. Temos aqui as duas naturezas de CRISTO: sua natureza divina e sua natureza humana.
(1) “...que, sendo em forma de DEUS...”
(v. 6), tomando parte da natureza divina, como o unigênito e eterno Filho de DEUS. Isso está de acordo com João 1.1: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com DEUS”: isso significa a mesma coisa que ser a “...imagem do DEUS invisível” (Cl 1.15), e “...o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa” (Hb 1.3). “...não teve por usurpação ser igual a DEUS”. Ele não se sentiu culpado de violar algo que não pertencia a Ele, ou apropriar-se de direito alheio. Ele disse: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30). É o grau mais alto de usurpação para qualquer mero ser humano ou criatura aspirar ser igual a DEUS, ou professar ser um com o Pai. Isto não é roubar a DEUS nos dízimos e nas ofertas, mas no direito da sua divindade (Ml 3.8). Alguns entendem que a expressão sendo em forma de DEUS – en morphe Theou huyparchon se refere à sua manifestação em uma glória divina e majestosa aos patriarcas, e aos judeus, no Antigo Testamento, que com freqüência era chamada de glória, de Shequiná. A palavra é usada nesse sentido pela LXX e pelo Novo Testamento. Ele “...manifestou-se a dois deles”, en hetera morphe – em outra forma (Mc 16.12). Metemorphote – Ele foi transfigurado diante deles (Mt 17.2, versão inglesa KJV). E “...não teve por usurpação ser igual a DEUS”. Ele não buscou agarrar-se a essa glória, nem cobiçar aparecer nela. Ele esvaziou-se da majestade do seu aspecto anterior enquanto esteve nesta terra, o que parece ser o sentido da expressão peculiar: ouk harpagmon hegesato.
(2) Sua natureza humana:
“...fazendo-se semelhante aos homens” e “...achado na forma de homem”. Ele realmente se tornou homem, participou da nossa carne e sangue, apareceu com a natureza humana e assumiu essa natureza voluntariamente; foi seu próprio ato e por seu próprio consentimento. Não podemos dizer que a nossa participação na natureza humana é assim. Ele, na verdade, “...aniquilou-se a si mesmo”, esvaziou-se das honras e glórias do mundo acima e da sua aparência anterior, para vestir-se com os trapos da natureza humana. Ele foi, em tudo, semelhante a nós (Hb 2.17).
2. Vemos então os seus dois estados, o de humilhação e o de exaltação.
(1) Seu estado de humilhação.
Ele não só tomou sobre si a semelhança e forma de homem, mas a forma de servo, isto é, um homem em um estado desprezível. Ele não era apenas o servo de DEUS que fora escolhido, mas veio para ministrar aos homens, e esteve no meio deles como alguém que serviu em um estado desprezível e servil. Imaginaríamos que o Senhor JESUS, ao se tornar homem, se tornasse um príncipe e aparecesse em esplendor. Mas ocorreu exatamente o oposto: “...tomando a forma de servo”. Ele foi criado de maneira humilde, provavelmente trabalhando com seu pai na sua profissão. Toda a sua vida foi uma vida de humilhação, baixeza, pobreza e desgraça; Ele não tinha onde reclinar a sua cabeça, vivia de esmolas, era “...homem de dores, experimentado nos trabalhos”, não demonstrava pompa exterior ou qualquer marca de distinção em relação às outras pessoas. Essa foi a humilhação da sua vida. Mas o passo mais desprezível da sua humilhação foi a sua morte na cruz. Ele foi “...obediente até à morte e morte de cruz”. Ele não somente sofreu, mas foi voluntariamente obediente; Ele obedeceu à lei, sob a qual se colocou voluntariamente como Mediador, e por meio da qual foi obrigado a morrer. “...tenho poder para a dar e poder para tornar a tomá-la. Esse mandamento recebi de meu Pai” (Jo 10.18). Ele nasceu sob a lei (Gl 4.4). Ressalta-se a maneira da sua morte, que tinha nela todas as circunstâncias possíveis de humilhação: “...e morte de cruz”, uma morte maldita, dolorosa e vergonhosa – uma morte amaldiçoada pela lei (“Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”, veja Gl 3.13), cheia de dor, o corpo pregado através das partes nervosas (das mãos e dos pés) e pendurado com todo o seu peso sobre a cruz; e a morte de um malfeitor e um escravo, não de um homem livre, exposto como espetáculo público. Tal era a condescendência do JESUS bendito.
(2) Sua exaltação:
“Pelo que também DEUS o exaltou soberanamente”. Sua exaltação foi a recompensa da sua humilhação. Pelo fato de Ele se humilhar, DEUS o exaltou; e o exaltou soberanamente, hyperypsose – a uma posição extraordinariamente elevada. Ele exaltou sua pessoa completa, a natureza humana, bem como a divina; porque Ele veio na forma de DEUS bem como na forma de homem. Com sua natureza divina, tinha seus direitos e a manifestação da “...glória que tinha contigo antes que o mundo existisse” (Jo 17.5), não uma nova obtenção de glória; e assim o próprio Pai é exaltado. Mas a exaltação distintiva relacionava-se à sua natureza humana que, sozinha, parece ser capaz disso, embora em conjunção com a divina. Sua exaltação aqui consiste em honra e poder. Em honra, pois assim Ele recebeu “...um nome que é sobre todo o nome”, um título de dignidade acima de todas as criaturas, homens e anjos. E, em poder: “...para que ao nome de JESUS se dobre todo joelho...”. Toda criação deve estar sujeita a Ele: “...dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra”, os habitantes do céu e da terra, os vivos e os mortos. Ao nome de JESUS; não ao som da palavra, mas da autoridade de JESUS; todos devem prestar uma homenagem solene. E que “...toda língua confesse que JESUS CRISTO é o Senhor, para glória de DEUS Pai” – cada nação e língua deveria publicamente reconhecer o império universal do Redentor exaltado, que disse: “É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mt 28.18). Observe a vasta extensão do reino de CRISTO; ele alcança o céu e a terra, e a todas as criaturas que neles estão, anjos e homens, mortos e vivos. “...para glória de DEUS Pai”. Observe: Confessamos que JESUS CRISTO é Senhor para a glória de DEUS, o Pai; porque é sua vontade que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Todo respeito prestado a CRISTO redunda na honra do Pai. “...quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou” (Mt 10.40). Com. Bíblico - Matthew Henry (Exaustivo) AT e NT
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Filipenses 2 – comentários BEP - CPAD
2.3 POR HUMILDADE. Devido ao egocentrismo inato do homem caído, o mundo não tem em alta estima a humildade e a modéstia. A Bíblia, no entanto, com seu conceito teocêntrico do homem e da salvação, atribui máxima importância à humildade. (1) A humildade bíblica subentende a consciência das nossas fraquezas e a decisão de atribuir de imediato todo crédito DEUS e ao próximo, por aquilo que realizamos (Jo 3.27; 5.19; 14.10; Tg 4.6). (2) Devemos ser humildes porque somos simples criaturas (Gn 18.27); somos pecaminosos à parte de CRISTO (Lc 18.9-14) e não podemos jactar-nos de nada (Rm 7.18; Gl 6.3), a não ser no Senhor (2 Co 10.17). Logo, dependemos de DEUS para nosso valor e para nossa frutificação, e não podemos realizar nada de valor permanente sem a ajuda de DEUS e do próximo (Sl 8.4,5; Jo 15.1-16). (3) A presença de DEUS acompanha aqueles que andam em humildade (Is 57.15; Mq 6.8). Maior graça é dada aos humildes, mas DEUS resiste aos soberbos (Tg 4.6; 1 Pe 5.5). Os mais zelosos filhos de DEUS servem "ao Senhor com toda a humildade" (At 20.19). (4) Como crentes, devemos viver em humildade uns para com os outros, considerando-os superiores a nós mesmos (cf. Rm 12.3). (5) O oposto da humildade é a soberba, um senso exagerado da importância e da autoestima da pessoa que confia no seu próprio mérito, superioridade e realizações. A tendência inevitável da natureza humana e do mundo é sempre à soberba, e não à humildade (1 Jo 2.16; cf. Is 14.13,14; Ez 28.17; 1 Tm 6.17).
2.5 HAJA EM VÓS O MESMO SENTIMENTO. Paulo enfatiza como o Senhor JESUS deixou a glória incomparável do céu e humilhou-se como um servo, sendo obediente até à morte para o benefício dos outros (vv. 5-8). A humildade integral de CRISTO deve existir nos seus seguidores, os quais foram chamados para viver com sacrifício e renúncia, cuidando dos outros e fazendo-lhes o bem.
2.6 SENDO EM FORMA DE DEUS. JESUS sempre foi DEUS pela sua própria natureza e igual ao Pai antes, durante e depois da sua permanência na terra (ver Jo 1.1; 8.58; 17.24; Cl 1.15,17; ver Mc 1.11; Jo 20.28). CRISTO, no entanto, não se apegou aos seus direitos divinos, mas abriu mão dos seus privilégios e glória no céu, a fim de que nós, na terra, fôssemos salvos.
2.7 ANIQUILOU-SE A SI MESMO. O texto grego do qual foi traduzida esta frase, diz literalmente, que ele "se esvaziou", i.e., deixou de lado sua glória celestial (Jo 17.4), posição (Jo 5.30; Hb 5.8), riquezas (2 Co 8.9), direitos (Lc 22.27; Mt 20.28) e o uso de prerrogativas divinas (Jo 5.19; 8.28; 14.10). Esse "esvaziar-se" importava não somente em restrição voluntária dos seus atributos e privilégios divinos, mas também na aceitação do sofrimento, da incompreensão, dos maus tratos, do ódio e, finalmente, da morte de maldição na cruz (vv. 7,8).
2.7 A FORMA DE SERVO... SEMELHANTE AOS HOMENS. Para trechos na Bíblia que tratam de CRISTO assumindo a forma de servo, ver Mc 13.32; Lc 2.40-52; Rm 8.3; 2 Co 8.9; Hb 2.7,14. Embora permanecesse em tudo divino, CRISTO tomou sobre si uma natureza humana com suas tentações, humilhações e fraquezas, porém sem pecado (vv. 7,8; Hb 4.15).
2.12 OPERAI A VOSSA SALVAÇÃO. Como crentes salvos pela graça, devemos concretizar a nossa salvação até o fim. Se deixarmos de fazê-lo, nós a perderemos. (1) Não desenvolvemos a nossa salvação por meros esforços humanos, mas por meio da graça de DEUS e do poder do ESPÍRITO SANTO que nos foram outorgados. (2) A fim de desenvolvermos a nossa salvação, devemos resistir ao pecado e atender os desejos do ESPÍRITO SANTO em nosso íntimo. Isso envolve um esforço contínuo e ininterrupto, de usar todos os meios determinados por DEUS para derrotarmos o mal e manifestarmos a vida de CRISTO. Sendo assim, concretizar a nossa salvação é concentrar-nos na importância da santificação (ver Gl 5.17). (3) Operamos a nossa salvação, chegando cada vez mais perto de CRISTO (ver Hb 7.25) e recebendo seu poder para querer e efetuar a boa vontade de DEUS (ver v. 13). Deste modo, somos "cooperadores de DEUS" (1 Co 3.9) para a nossa completa salvação no céu. (4) Desenvolver a nossa salvação é tão vital que deve ser feito "com temor e tremor".
2.12 TEMOR E TREMOR. Na salvação efetuada por CRISTO, Paulo vê lugar para "temor e tremor" da nossa parte. Todo filho de DEUS deve possuir um santo temor que o faça tremer diante da Palavra de DEUS (Is 66.2) e o leve a desviar-se de todo mal (Pv 3.7; 8.13). O temor (gr. phobos) do Senhor não é de conformidade com a definição frequentemente usada, a mera "confiança reverente", mas inclui o santo temor do poder de DEUS, da sua santidade e da sua justa retribuição, e um pavor de pecar contra Ele e das consequências desse pecado (cf. Êx 3.6; Sl 119.120; Lc 12.4,5). Não é um temor destrutivo, mas um temor que controla e que redime e que aproxima o crente de DEUS, de suas bênçãos, da pureza moral, da vida e da salvação (cf. Sl 5.7; 85.9; Pv 14.27; 16.6)
2.13 DEUS É O QUE OPERA EM VÓS. A graça de DEUS opera nos seus filhos, para produzir neles tanto o desejo quanto o poder para cumprir a sua vontade. Mesmo assim, a obra de DEUS dentro de nós não é de compulsão, nem de graça irresistível. A obra da graça dentro de nós (1.6; 1 Ts 5.24; 2 Tm 4.18; Tt 3.5-7) sempre depende da nossa fidelidade e cooperação (vv. 12,14-16)
2.15 GERAÇÃO CORROMPIDA E PERVERSA. JESUS e os apóstolos enfatizaram que o mundo em que vivemos é uma "geração incrédula e perversa" (Mt 17.17; cf. 12.39; At 2.40). O povo deste mundo tem mentalidade errada, valores distorcidos, critérios imorais de vida e rejeitam as normas e padrões da Palavra de DEUS. Os filhos de DEUS devem separar-se do mundo e ser inculpáveis, puros de coração e irrepreensíveis, a fim de proclamarem ao mundo perdido a gloriosa redenção em CRISTO (Cf. 1 Jo 2.15).
2.17 E, AINDA QUE SEJA OFERECIDO... SOBRE O SACRIFÍCIO. O amor e a solicitude de Paulo pelos filipenses era tão grande, que ele estava disposto a dar a sua vida por eles, como se fosse uma oferenda a DEUS. (1) Paulo não lastimaria; antes se regozijaria como a vítima do sacrifício, se assim os filipenses passassem a ter mais fé em CRISTO e mais amor a Ele (cf. 2 Tm 4.6). (2) Já que Paulo tinha tamanho amor sacrificial pelos seus filhos espirituais na fé, que sacrifícios e sofrimentos devemos estar dispostos a enfrentar em prol da fé dos nossos próprios filhos? Para que nossos filhos tenham uma vida inteiramente dedicada ao Senhor, se necessário for, devemos dar até a nossa vida como oferta ao Senhor.
2.19 TIMÓTEO. Timóteo era um bom exemplo do que um ministro e missionário de DEUS deve ser. Era um estudante zeloso e obediente à Palavra de DEUS (2 Tm 3.15); um servo perseverante e digno de CRISTO (1 Ts 3.2); um homem de boa reputação (At 16.2), amado e fiel (1 Co 4.17), com solicitude genuína pelo próximo (v. 20), fidedigno (2 Tm 4.9,21) e dedicado a Paulo e ao evangelho (v. 22; Rm 16.21).
2.21 PORQUE TODOS BUSCAM O QUE É SEU. Há pastores que pregam, ensinam, pastoreiam ou escrevem, não com solicitude genuína pela propagação do evangelho, mas visando aos seus próprios interesses, honra, glória e prestígio. Ao invés de procurarem agradar ao Senhor JESUS, procuram agradar aos homens e conquistar o favor deles (Fp 1.15; 2.20,21; 2 Tm 4.10,16). Tais pastores não são verdadeiros servos do Senhor.
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Lição 6, Betel, Ordenança para uma vida de obediência e submissão, 2Tr24, Pr Henrique, EBD NA TV
Para me ajudar PIX 331957816-20 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva
TEXTOS DE REFERÊNCIA
ROMANOS 13
1- Toda alma esteja sujeita às potestades superiores, porque não há potestade que não venha de DEUS; e as potestades que já foram ordenadas por DEUS
2- Por isso, quem resiste à potestade resiste à ordenação de DEUS e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação.
HEBREUS 13
17- Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles, porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas, para que o façam com alegria, e não gemendo, porque isso não vos seria útil.
INTRODUÇÃO
Ser obediente faz parte do estilo de vida que se requer de todo discípulo de CRISTO. Trata-se de um princípio bíblico, revelado desde o início da humanidade. Veremos a relevância da obediência em nosso relacionamento com DEUS e em diferentes níveis de relacionamento interpessoal. Nosso maior exemplo é JESUS CRISTO – “obediente até a morte” [Rm 5.19; Fp 2.8; Hb 10.9].
1- OBEDECER É MELHOR DO QUE SACRIFICAR
Significado da palavra obediência. A palavra no grego corresponde a “hupakoe” (υπεικω - hupeiko), que significa obediência, submissão, complacência (υποτασσω - hupotasso - Dicionário de Strong, p. 5218) – ou seja – obediência literalmente, submissão ao que se ouve, ou seja, obediência como resposta a alguém que fala. Isso se refere tanto a uma voz terrena quanto à voz do Senhor [2Co 10.5; 1Pe 1.2]. Obedecer é sujeitar-se à vontade de, estar sob a autoridade de; estar sujeito, seguir as instruções, agir de acordo com as normas estabelecidas, às leis impostas.
1.1. Obediência é um princípio.
Obediência a DEUS significa obediência às Sagradas Escrituras, ou seja, aos ensinamentos que Ele deixou para que todo cristão possa seguir para conquistar, ser bem-sucedido e morar na eternidade com o Senhor. Aprendemos que obediência é um princípio bíblico e serve para todas as áreas da vida e que não se quebra princípios sob pena de pagar um alto preço. JESUS é a causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem, pois Ele próprio aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu [Hb 5.8-9]. A obediência não é só mostrada na presença da autoridade ou do superior, mas também na sua ausência ou a distância, o que denota consciência e responsabilidade [Fp 2.12].
“Porém Samuel disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros.” [1Sm 15.22]. Dando sequência a este texto, o escritor compara a rebelião contra os líderes como pecado de feitiçaria [1 Sm 15.23a). Obediência é uma reação humana agradável a DEUS. Mas a desobediência desagrada a DEUS [Rm 2.8; Cl 3.6].
1.2. Obediência é um plantio.
Quem não obedece para cima (seus superiores), não pode esperar obediência debaixo (seus liderados). Se você não obedecer aos seus superiores, quando estiver liderando, os seus liderados também não o obedecerão. Se você não obedece aos seus pais, não espere que os seus filhos lhes obedeçam na íntegra. Se você planta desobediência, como esperar a colheita de obediência?
Dicionário VINE Thomas Nelson: “Os verbos “peithō” e “pisteuo”, ‘confiar, estão estreitamente relacionados etimologicamente; a diferença no significado é que o primeiro implica a obediência que é produzida pelo último (cf. Hb 3.18-19, onde diz que a desobediência dos israelitas era evidência da incredulidade deles). A fé é do coração, invisível aos homens; a obediência é da conduta e pode ser observada. Quando o homem obedece a DEUS, ele dá a única prova possível de que no seu coração ele crê em DEUS. Claro que é a persuasão da verdade que tem como resultado a fé (cremos, porque fomos persuadidos de que a coisa é verdadeira; uma coisa não se torna verdadeira porque é crida), mas o termo verbo, no Novo Testamento, sugere um resultado factual e externo da persuasão interior e consequente fé.”
1.3. Obediência é uma porta aberta.
As bênçãos estão atreladas à obediência. A Bíblia nos mostra em Deuteronômio 28.1-14 as bênçãos decorrentes da obediência. Em contrapartida, do versículo 15 em diante os castigos e maldições para os desobedientes. A obediência abre portas que jamais esperávamos. O princípio da obediência abre portas para ser usado por DEUS, abre portas no mundo natural, abre as portas da salvação eterna. Olha o que Senhor fala com a igreja de Filadélfia, considerada uma igreja fiel que guardava (obedecia) a Palavra da Sua Paciência: “Eu sei as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.” [Ap 3.8].
Vimos nas Sagradas Escrituras que Josué foi bem-sucedido quando obedeceu a tudo que o Senhor lhe ordenou [Js 1.7]. Ainda ordenou que ele não se desviasse, nem para a direita nem para a esquerda para ser bem-sucedido. A sua obediência o levou à vitória com o povo de DEUS ao entrar na terra que DEUS jurou a seus pais que lhes daria. Se você é obediente, DEUS estará contigo por onde quer que andares.
EU ENSINEI QUE:
Obediência a DEUS significa obediência às Sagradas Escrituras.
2- QUEM RESISTE À AUTORIDADE RESISTE A DEUS
A pessoa deve ser educada desde cedo à obediência [Rm 13.1-2]. Ο princípio da autoridade estabelece a ordem de DEUS. Não existe organização sem autoridade.
2.1. Orem por todos que exercem autoridade.
Paulo dá instruções das honras que devemos dar aos que exercem autoridades e governam sobre nós: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão em eminência (…)” [1Tm 2.1-2]. O apóstolo Pedro disse: “Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores (…) Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a DEUS. Honrai o rei.” [1 Pe 2.13-17]. JESUS ficou maravilhado ao ouvir o centurião chamá-lo para curar o seu servo, pedindo que o Senhor falasse apenas uma palavra para que o seu servo ficasse curado. Olha o que o centurião disse a JESUS: “Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob o meu poder, e digo a este: vai; e ele vai; e a outro: vem; e ele vem; e ao meu servo: faze isto; e ele o faz.” [Lc 7.8). Honra gera honra, obediência gera obediência.
Paulo recomenda: “Portanto, dai a cada um o que deveis; a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” [Rm 13.7]. Só quando o Es- orga-tado ou as autoridades exigirem algo contrário à Palavra de DEUS, o cristão deve obedecer a DEUS mais do que aos homens [At 5.29].
2.2. Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles.
Obedecer aos pastores é mandamento bíblico e isso não deve ser contestado, porque eles velam pelas almas como aqueles que hão de dar conta delas [Hb 13.17]. As lideranças eclesiásticas são autoridades espirituais dadas por DEUS, não as despreze, não as enfrente. É claro que sempre haverá divergências de pensamentos, principalmente na área administrativa, porque ninguém é igual a ninguém, cada um governa de um jeito. Se não for desvio de conduta, obedeça em tudo e seja bem-sucedido, JESUS deu o exemplo: Ele foi obediente ao Pai até a morte [Fp 2.8-9].
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal: “A tarefa dos líderes da igreja é ajudar as pessoas a amadurecerem em CRISTO. Os cristãos que cooperam com os líderes aliviam-lhes muito o fardo da liderança. A sua conduta dá a seus líderes motivos para falar com alegria a seu respeito?”. A obediência aos líderes cristãos, aos pastores, obreiros e mestres na Palavra, passa inicialmente pela obediência a DEUS e a Sua Palavra. Assim, se uma pessoa está comprometida com a obediência ao Senhor, tal comprometimento será demonstrado, também, na obediência aos seus líderes ou às autoridades eclesiásticas constituídas.
2.3. Obedecei a vossos pais, pois isto é justo.
Paulo recomenda aos filhos que obedeçam aos pais no Senhor, porque isto é justo, é um mandamento com promessa [Ef 6.1-3]. Os filhos, mesmo depois de casados, devem receber com carinho e respeito os conselhos dos pais, eles já trilharam caminhos que os filhos ainda não passaram, eles têm muitas experiências para dar aos filhos. Honrar os pais na velhice e os ajudar em tudo que for possível é um plantio maravilhoso. Os filhos não chamam os pais de quadrados, obsoletos, ultrapassados, antiquados, fora de moda; eles viveram em outra geração. A Palavra de DEUS nos ensina que o filho sábio ouve a correção do pai [Pv 23.22]; que o filho sábio alegra a seu pai [Pv 10.1; Pv 13.1]. A obediência anda lado a lado com a honra e o respeito [Pv 20.20].
Pelo que vimos, embora a obediência expresse uma ação existente nos relacionamentos humanos em geral, na sociedade como um todo (tais como discípulos aos mestres, filhos aos pais, cidadãos às leis estabelecidas e às autoridades constituídas, entre outras), sua referência mais significativa começa no relacionamento que deve existir entre o homem e DEUS.
EU ENSINEI QUE:
O princípio da autoridade estabelece a ordem de DEUS. Não existe organização sem autoridade.
3- OBEDIÊNCIA E SUBMISSÃO
A obediência emana do intelecto. Cumprir com exatidão as normas, os regulamentos, as diretrizes, as ordens emanadas dos superiores, verbais ou escritas. Submissão emana direto do coração. Não avança à frente do seu líder. Sabe estar debaixo do cajado de quem está com a missão e o ajuda em tudo. Mesmo o dicionário colocando submissão como sinônimo de obediência, notamos que ela tem algo a mais.
3.1. Obediência sem submissão esconde interesse pessoal.
A obediência que não é do coração já elimina automaticamente a submissão. A obediência sem submissão gera:
a) amargura, que executa as tarefas com tristeza, angústia ou desgosto;
b) murmuração, que faz as coisas com reclamação, depreciação, falando mal, resmungando;
c)
penitência, executa as ordens como se fosse uma pena imposta, um sofrimento, um
castigo ou um tormento;
d)
conveniência, que só faz o que lhe pedem porque atende o seu gosto, o seu
bem-estar, enche o seu ego e lhe dá um retorno satisfatório. Nesses casos
muitas pessoas obedecem porque correm o risco de perder vantagens e benefícios,
e ainda serem excluídas do processo ou demitidas do que fazem. A obediência
legítima é aquela que visa mais o interesse das autoridades e das instituições,
antes de visar os seus próprios interesses. Todos que assim agem ficam com a
consciência tranquila e sabor do dever cumprido.
Pr.
Valdir Alves de Oliveira (Livro Liderança Descomplicada): “É melhor trabalhar
com um leigo ou aprendiz, do que com um profissional rebelde, que não obedece
nem respeita o seu líder. Tem gente que firma a sua vida espiritual só na fé,
sem obediência [Rm 1.5; 16.26].”
3.2. Submissão reconhece os que presidem e ajuda na
missão.
Missão
é um todo, submissão são partes que se juntam para formar o todo. É quase
impossível o todo não ser composto de partes. Quem é submisso automaticamente
tem a obediência como parâmetro. A submissão gera: a) fidelidade, que é cumprir
com o que prometeu; b) lealdade, que não toma o que é do outro, não fala mal do
outro, vira conselheiro do outro, defende o outro em todas as verdades; c)
dedicação, que faz mais do que o solicitado e não mede esforços para execução
das tarefas, se sacrifica e se dedica com qualidade; d) cooperação, que ajuda
no que for preciso sem reclamar, atua no interesse do outro, imprime ação e
coloca a mão na massa.
Ann
G. Barnett Princípios Bíblicos de Liderança, Editora Cristã Evangélica,
2013, comentou a Lição 6- A lei do respeito: submissão, p. 43-44: “A lei do
respeito na vida de Epafrodito [Fp 2.19-30] – Encontramos um exemplo dessa
qualidade na carta aos Filipenses, na pessoa de Epafrodito. Ele era membro da
igreja em Filipos, que amava e sustentava o apóstolo Paulo. A igreja quis
mandar uma oferta a Paulo, que estava preso em Roma, e delegou a
Epafrodito a incumbência de levar a oferta. Epafrodito era uma pessoa de
confiança e enfrentou uma viagem marítima perigosa, e estava disposto a
sacrificar a sua própria vida em favor de Paulo e do evangelho. (…) Ele se
submeteu à liderança da igreja em Filipos, levando a oferta a Paulo, e se
submeteu à liderança de Paulo, quando este o mandou de volta à Filipos, levando
sua carta aos irmãos. (…) Um líder fiel e submisso à vontade de DEUS e à
liderança da igreja. Paulo mandou que a igreja o recebesse bem e declarou:
“Honrai sempre a homens como esse” [Fp 2.29].”
3.3. A submissão firma a obediência.
Não
adianta querer exercer autoridade sem submissão. A submissão é baseada na
condição de obedecer às ordens de um superior, sem o direito de tomar decisões
livres ou de se expressar de forma que bem entender. Normalmente, a submissão é
marcada pela espontaneidade do submisso perante algo ou alguém, algo voluntário
e que autentica e homologa a obediência. Não podemos dizer que somos submissos
a DEUS se não formos submissos aos nossos líderes espirituais. As pessoas hoje
têm muita dificuldade de entender que a submissão é a essência do Reino. Existe
um equívoco comum sobre o conceito de submissão, frequentemente associado a uma
posição de inferioridade ou subserviência. No entanto, a essência da palavra
está em se alinhar e contribuir ativamente para a missão ou objetivo de outra
pessoa, e ajudar na concretização do projeto, ser auxiliar, ajudante,
cooperador.
Quem
não é submisso nem obedece aos seus guias espirituais pode passar por
constrangimentos e dificuldades. O grande sábio disse no livro de Provérbios
que quase chegou à ruína completa, no meio da assembleia e do ajuntamento,
porque não escutou a voz dos que lhe ensinavam, nem dos que lhe instruíam [Pv
5.13-14]. O submisso faz mais do que devia fazer e assim cumpre fielmente a
obediência ao seu superior [Lc 17.7-10].
EU
ENSINEI QUE:
Quem
é submisso automaticamente tem a obediência como parâmetro.
CONCLUSÃO
A
obediência leva a pessoa a ser bem-sucedida na sua caminhada cristã e no seu
ministério e a ser honrada por seus superiores. Os obedientes a DEUS são mais
bem-sucedidos do que os desobedientes. A submissão de Josué o preparou para que
ele fosse o substituto natural de Moisés.
)))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
ALIANÇA (PACTO,
MEMORIAL, TRATADO, COMPROMETIMENTO) Pr. Henrique – 99-99152-0454
Sem o
conhecimento da ALIANÇA é quase impossível alguém ler e entender o plano de
redenção que DEUS fez para nos salvar, e principalmente entender algumas
passagens bíblicas que estão registradas no Antigo Testamento.
Sl
25.14 "O conselho do Senhor é para aqueles que o temem, e Ele lhes faz
saber o seu pacto (aliança, ou concerto)"
Hb
10.19 "Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar,
pelo sangue de JESUS, 20 pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e
vivo, através do véu, isto é, da sua carne, 21 e tendo um grande sacerdote
sobre a casa de DEUS, 22 cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira
certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência, e o corpo lavado
com água limpa, 23 retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porque
fiel é aquele que fez a promessa;"
***Somos
um mesmo ESPÍRITO com Ele (1Co 6.17),
***Somos
íntimos do senhor, como vimos acima,
Portanto,
podemos conhecer a sua aliança, senão, vejamos:
A
aliança pode ser feita por diversos motivos (guerras, amizade, amor, casamento,
etc...).
A
maioria das promessas de DEUS no Antigo Testamento estão condicionadas à
obediência, enquanto a maioria das promessas de DEUS no Novo Testamento estão
baseadas em sua graça.
ALIANÇA - (Strong Português) - ברית b
̂eriyth
1) acordo, aliança, compromisso
1a) entre homens
1a1) tratado, aliança, associação (homem a homem)
1a2) constituição, ordenança (do monarca para os súditos)
1a3) acordo, compromisso (de homem para homem)
1a4) aliança (referindo-se à amizade)
1a5) aliança (referindo-se ao casamento)
1b) entre DEUS e o homem
1b1) aliança (referindo-se à amizade)
1b2) aliança (ordenação divina com sinais ou promessas)
2) (expressões)
2a) fazer uma aliança
2b) manter a aliança
2c) violação da aliança
***B
ÊRYTH (Aliança Em Hebraico) = A Aliança Anterior É Feita Em Base De
Igualdade, É Uma Troca, Um Acordo Em Que DEUS Me Dá E Eu Tenho Que Dar Para
DEUS O Mesmo. É Condicional.
Existem
leis e normas a serem cumpridas ou obedecidas para que as bênçãos da aliança
alcancem seus aliançados.
O
auge dessa aliança é a vida de CRISTO, o messias, o rei do reino de Israel na
Terra (milênio).
***DIATHEKE (Aliança Em Grego) = A
Nova Aliança É Diferente, É Superior, Pois DEUS Me Dá Tudo O Que Preciso Não
Exigindo Nada Em Troca, A Não Ser Fé. É Incondicional.
Eu
Não Tinha Nada De Bom A Oferecer, Só De Ruim: Pecado E Iniquidade; Mesmo Assim,
DEUS Me Recebe Como Cabeça De Aliança E Me Dá A Salvação E Todas As Bênçãos
Provindas Daí : Batismo Com ESPÍRITO SANTO, Dons Do ESPÍRITO SANTO,
Participação No Ministério etc.
***DEUS
Faz Aliança Conosco, Em CRISTO, Hb 8.9, 1 Co 1.30 E Gl 3.16 = Maior Sinal
Não
está baseada na lei e nem na obediência a elas, mas na graça de DEUS, na fé em
CRISTO, através do ESPÍRITO SANTO que mora em nós.
São
várias as alianças que DEUS fez com os homens, mas iremos destacar, aqui as
duas mais importantes:
A
aliança Abrahâmica (com H) e a nova aliança de DEUS conosco em CRISTO JESUS.
DEUS
escolheu vir a nós através da aliança de sangue, costume antigo e muito
utilizado pelos chefes de tribos e patriarcas não só naquela época, mas também
nos dias de hoje, principalmente pelos ciganos e índios na áfrica. No satanismo
também é muito usado, pois satanás imita as coisas de DEUS e sabe quanto vale o
sangue no reino espiritual. (Satanás usa sangue de galinha preta, de
bodes,etc...)
Hb
9.22 "E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e
sem derramamento de sangue não há remissão." Veja também: Mt 23.34; 26.28;
Jo 19.34; At 15.20; 20.28; Rm 3.25; Hb 9.12-22
1- ALIANÇA ABRAHÂMICA
***São
nove os requisitos (ou normas, ou leis) exigidos para se fazer aliança com
alguém :
1.1-
TROCA DE CINTO (ou de armadura, ou de
armas): Significa proteção, quem luta contra mim luta contra ti e quem luta
contra ti, luta contra mim. (CINTO ERA USADO PARA CARREGAR ARMAS)
Exemplo:
Gn 15.1 "Depois destas coisas veio a palavra do Senhor a Abrão numa visão,
dizendo: Não temas, Abrão; eu sou o teu escudo, o teu galardão será
grandíssimo."
Outro
exemplo: 1 Sm 18.3 "Então Jônatas fez um pacto (aliança) com Davi, porque
o amava como à sua própria vida. 4 E Jônatas se despojou da capa que vestia, e
a deu a Davi, como também a sua armadura, e até mesmo a sua espada, o seu arco
e o
seu cinto."
1.2-
TROCA DE TÚNICA (ou Capa): Significa que tua vida
se torna minha vida e que minha vida se torna tua vida. Era complemento do
primeiro tópico.
Exemplo:
Gn 12.3 "Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te
amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra"
Outro
exemplo: 1 Sm 18.3 " Então Jônatas fez um pacto (aliança) com Davi, porque
o amava como à sua própria vida. 4 E Jônatas se despojou da capa
que vestia, e a deu a Davi, como também a sua armadura, e até mesmo a sua
espada, o seu arco e o seu cinto."
1.3-
CORTE COM DERRAMAMENTO DE SANGUE: Significa cortar aliança
com. Sangue é vida, nossas vidas se unem para sempre, eternamente. Corte
geralmente feito no pulso ou na mão; no caso de Abrahão, o sinal foi feito na
carne do prepúcio ou seja, na pele que une a glande do órgão sexual masculino ao
pênis, através de uma faca de pedra (circuncisão).
Exemplo:
Gn 17.11 "Circuncidar-vos-eis na carne do prepúcio; e isto será por
sinal de pacto entre mim e vós."
Outro
exemplo: Ex 4.25 Então Zípora tomou uma faca de pedra, circuncidou o prepúcio
de seu filho e, lançando-o aos pés de Moisés, disse: Com efeito, és para mim um
esposo sanguinário.
1.4-
SINAL DA ALIANÇA: PRIMEIRO MEMORIAL - Significa fazer
cicatriz, marcar com sinal visível na carne. Usa-se passar cinza no local do
corte para que outros soubessem, quando vissem; na África ainda se encontra
chefes indígenas com marcas pelo braço, e quanto mais marcas, mais poderoso é o
chefe, pois possui muitos amigos também chefes. Era complemento do tópico
3.
Exemplo:
Gn 17.11 " Circuncidar-vos-eis na carne do prepúcio; e isto será por sinal de
pacto entre mim e vós."
Outro
exemplo: 21.4 "E Abraão circuncidou a
seu filho Isaque, quando tinha oito dias, conforme DEUS lhe ordenara."
1.5-
TROCA DE NOMES: significa que o meu nome
passa a ter direito sobre tudo o que o teu nome tem e o teu nome passa a ter
direito sobre tudo o que o meu nome tem direito, inclusive dívidas. (Gn
17.5/28.13). Eu passo a ter um pedaço do seu nome e você passa a ter um pedaço
do meu nome.
Exemplo:
Gn 17.4 "Quanto a mim, eis que o meu pacto é contigo, e serás pai de
muitas nações; 5 não mais serás chamado Abrão, mas Abrahão será o teu
nome; pois por pai de muitas nações te hei posto;"
A
partir daí Abrão passou a se chamar AbraHão (esse
"H" é importante, pois vem do nome de DEUS (YHWH) ; infelizmente no
português não traduziram com o 'H", porém nas outras línguas, sim.
DEUS
também teria que mudar o seu nome; a partir daí ELE se apresenta como o DEUS
de Abrahão.
Gn
26.24 "E apareceu-lhe o Senhor na mesma noite e disse: Eu sou o DEUS
de Abrahão, teu pai; não temas, porque eu sou contigo, e te abençoarei e
multiplicarei a tua descendência por amor do meu servo Abrahão."
Gálatas
3.13= Abrahão recebe o H de DEUS e fica com um novo nome, ABRAHÃO,
(recebe o H = ESPÍRITO, pela fé).
1.6-
TERMOS DA ALIANÇA: Significa: leis que vão
reger a aliança se mantida ou se quebrada. (Todo o capítulo de Dt 28, fala de
bênçãos e maldições da aliança) AbraHão, recebe promessas, homem pecava, mas
prevaleciam as promessas, foi necessário acrescentar leis, continuaram a transgredir
e foi necessário acrescentar os cerimoniais que acabam não sendo suficientes
para a purificação do homem; DEUS enviou seu filho para um único e perfeito
sacrifício. (Hb 10.12-18).
Em Dt
28 temos como benção da aliança por exemplo: "11 E o
Senhor te fará prosperar grandemente no fruto do teu ventre, no fruto dos teus
animais e no fruto do teu solo, na terra que o
Senhor, com juramento, prometeu a teus pais te dar. 12 O Senhor
te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar à tua terra a chuva no seu tempo,
e para abençoar todas as obras das tuas mãos; e emprestarás
a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado. 13 E o
Senhor te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás por cima, e não
por baixo; se
obedeceres aos mandamentos do Senhor teu
DEUS, que eu hoje te ordeno, para os guardar e cumprir,
14 não te desviando de nenhuma das palavras que eu hoje te ordeno, nem para a
direita nem para a esquerda, e não andando após
outros deuses, para os servires."
Em Dt
28 temos como maldição da aliança por exemplo: "27 O Senhor te ferirá com
as úlceras do Egito, com tumores, com sarna e com coceira, de que não possas
curar-te; 28 o Senhor te ferirá com loucura, com cegueira, e com pasmo de
coração. 29 Apalparás ao meio-dia como o cego apalpa nas trevas, e não
prosperarás nos teus caminhos; serás oprimido e roubado todos os dias, e não
haverá quem te salve. 30 Desposar-te-ás com uma mulher, porém outro homem
dormirá com ela; edificarás uma casa, porém não morarás nela; plantarás uma
vinha, porém não a desfrutarás. 31 O teu boi será morto na tua presença, porém
dele não comerás; o teu jumento será roubado diante de ti, e não te será
restituído a ti; as tuas ovelhas serão dadas aos teus inimigos, e não haverá
quem te salve."
AS
LEIS PROMULGADAS NO SINAI SÃO TERMOS DA ALIANÇA MOSAICA FEITAS ENTRE DEUS E O
POVO HEBREU ATRAVÉS DE MOISÉS.
1.7-
REFEIÇÃO DA ALIANÇA: Significa: tudo o que eu
como vai para o meu sangue e sangue é vida, então a minha vida se torna a tua e
tua vida se torna minha; CRISTO, em Melquisedeque faz refeição com
AbraHão.
Exemplo: Gn
14.18 Ora,
Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do DEUS
Altíssimo; 19 e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo DEUS
Altíssimo, o Criador dos céus e da terra! 20 E bendito seja o DEUS Altíssimo,
que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.
1.8-
MORTE DE UM ANIMAL OU PASSAR PELAS METADES: Significa:
estamos morrendo e nascendo de novo, também significa: Que eu morra se não
cumprir e que tu morras se não cumprir.
Colocava-se
uma parte do animal de um lado e outra parte do outro lado e depois os cabeças
de aliança, ou chefes, passavam pelas metades de braços dados, dando a entender
que:
***Este
sinal significa infinito; a aliança passa de pai para filho, é eterna.
***Daí
a aliança ser um círculo, significa eternidade; sem princípio e nem fim.
Jr
34.18 Entregarei os homens que
traspassaram o meu pacto (aliança, concerto), e não cumpriram as palavras do
pacto (aliança, concerto) que fizeram diante de mim com o bezerro que dividiram
em duas partes, passando pelo meio das duas porções.
Gênesis
15.9 Respondeu-lhe: Toma-me
uma novilha de três anos, uma cabra de três anos, um carneiro de três anos, uma
rola e um pombinho. 10 Ele, pois, lhe trouxe todos estes animais, partiu-os
pelo meio, e pôs cada parte deles em frente da outra; mas as aves não partiu.11
E as aves de rapina desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava. 12
Ora, ao pôr do sol, caiu um profundo sono sobre Abrão; e eis que lhe
sobrevieram grande pavor e densas trevas. 13 Então disse o Senhor a Abrão: Sabe
com certeza que a tua descendência será peregrina em terra alheia, e será
reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos; 14 sabe também
que eu julgarei a nação a qual ela tem de servir; e depois sairá com muitos
bens. 15 Tu, porém, irás em paz para teus pais; em boa velhice serás sepultado.
16 Na quarta geração, porém, voltarão para cá; porque a medida da iniquidade
dos amorreus não está ainda cheia. 17 Quando o sol já estava posto, e era
escuro, eis um fogo fumegante e uma tocha de fogo, que passaram por entre aquelas
metades. 18 Naquele mesmo dia fez o Senhor um pacto (aliança, concerto) com
Abrão, dizendo: Â tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito
até o grande rio Eufrates;
Interpretação:
a)
Três animais: Significa três pessoas, PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO.
b)
Pássaros no céu e animais na terra( aliança entre céu e terra, entre DEUS e
homens.)
c)
Uma rolinha e um pombinho voam, são do céu, significa que o PAI e o ESPÍRITO
SANTO vão para o céu, JESUS fica para o sacrifício. O cordeiro é animal
terreno, JESUS se torna homem, o cordeiro de DEUS que tira o pecado do mundo
(Jo 12.24 = se o grão de trigo caindo na terra, não morrer, fica ele só, mas,
se morrer dá muito fruto(Jo 1.36)
d)
Fogo fumegante representa o modo como DEUS PAI apareceu no monte Sinai e sobre
a tenda da congregação, bem como em outras manifestações.(Êx 19.18 "Nisso
todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a
fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia
fortemente".)
e)
Tocha de fogo representa CRISTO ( Eu sou a luz do mundo - Jo 8.12 "Então
JESUS tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de
modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.")
f) O
Pai representando DEUS e o Filho representando o homem; assim a aliança foi
feita entre DEUS e os homens, em CRISTO, pois é pecador é fraco e não
conseguiria afastar Satanás e vencê-lo.
1.9-
ÁRVORE OU ANIMAL MANCHADO DE SANGUE (poderia também plantar uma árvore para
servir de memorial) :
SEGUNDO
MEMORIAL:
-
Abrahão plantou um bosque. (E plantou um bosque em Berseba, e invocou lá o nome
do Senhor, DEUS eterno. Gênesis 21:33)
-
Significa a lembrança da aliança, toda vez que olhar pra lá, devem se lembrar
da aliança.
Plantar
árvore, lembrança da pazinha na armadura: Dt 23.13 "Entre os teus
utensílios terás uma pá; e quando te assentares lá fora, então com ela cavarás
e, virando-te, cobrirás o teu excremento"; (fezes). É o cuidado que DEUS
tem com a natureza e com a saúde de seus filhos.
(No
sacrifício pode ser usado um, ou mais, Novilhos ou Ovelhas).
Gn
21.33 "Abraão plantou uma tamargueira em Beerseba, e invocou ali o nome do
Senhor, o DEUS eterno".
NOTE
QUE A ALIANÇA PASSA DE PAI PARA FILHO, POR ISSO O REI DAVI SE LEMBROU DO FILHO
DE JÔNATAS PARA ABENÇOÁ-LO, MESMO MEFIBOSETE O CONSIDERANDO COMO SEU INIMIGO.
2 Sm
4.4,6,8,10 Ora, Jônatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado dos
pés. Este era da idade de cinco anos quando chegaram de Jezreel as novas a
respeito de Saul e Jônatas; pelo que sua ama o tomou, e fugiu; e sucedeu que,
apressando-se ela a fugir, ele caiu, e ficou coxo. O seu nome era
Mefibosete.
6 E
Mefibosete, filho de Jônatas, filho de Saul, veio a Davi e, prostrando-se com o
rosto em terra, lhe fez reverência. E disse Davi: Mefibosete! Respondeu ele:
Eis aqui teu servo.
8
Então Mefibosete lhe fez reverência, e disse: Que é o teu servo, para teres
olhado para um cão morto tal como eu?
10
Cultivar-lhe-ás, pois, a terra, tu e teus filhos, e teus servos; e recolherás
os frutos, para que o filho de teu senhor tenha pão para comer; mas Mefibosete,
filho de teu senhor, comerá sempre à minha mesa...
DAVI
FOI LEAL À ALIANÇA QUE TINHA COMO O PAI DE MEFIBOSETE - DEUS TAMBÉM O LIVROU DE
VER SEU REINO DIVIDIDO EM SEUS DIAS.
VEREMOS
AGORA A NOVA ALIANÇA FEITA POR JESUS CRISTO COM O PAI, PELOS HOMENS, EM LUGAR
DOS HOMENS, SUBSTITUINDO OS HOMENS PECADORES, SENDO INTERMEDIÁRIO ENTRE OS
HOMENS E DEUS PAI.
2- NOVA ALIANÇA
***BHÊRITE
(ALIANÇA EM HEBRAICO) = A ALIANÇA ANTERIOR É FEITA EM BASE DE
IGUALDADE, É UMA TROCA, UM ACORDO EM QUE DEUS ME DÁ E EU TENHO QUE DAR PARA
DEUS O MESMO.
***DIATEKE (ALIANÇA EM GREGO) = A
NOVA ALIANÇA É DIFERENTE, É SUPERIOR, POIS DEUS ME DÁ TUDO O QUE PRECISO NÃO
EXIGINDO NADA EM TROCA, A NÃO SER FÉ.
EU
NÃO TINHA NADA DE BOM A OFERECER, SÓ DE RUIM: PECADO E INIQÜIDADE; MESMO ASSIM,
DEUS ME RECEBE COMO CABEÇA DE ALIANÇA E ME DÁ A SALVAÇÃO E TODAS AS BÊNÇÃOS
PROVINDAS DAÍ : BATISMO COM ESPÍRITO SANTO, DONS DO ESPÍRITO SANTO,
PARTICIPAÇÃO NO MINISTÉRIO etc.
***DEUS
CONOSCO EM CRISTO, Hb 8.9, 1 Co 1.30 E Gl 3.16 = MAIOR SINAL
***JESUS
CUMPRINDO CADA PASSO DA ALIANÇA:
1.
TROCA DE CINTO:
- Ef
6.10-18 ARMAS.
Toda
a armadura de DEUS - cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a
couraça da justiça, e calçados nos pés na preparação do evangelho da paz; o
escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do ESPÍRITO, que é a palavra de
DEUS, orando em todo tempo com toda oração e súplica no ESPÍRITO e vigiando
nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos
- II
Co 10.4,5 ARMAS ESPIRITUAIS (principal é o nome de JESUS) -
4
Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em DEUS,
para destruição das fortalezas; 5 destruindo os conselhos e toda altivez que se
levanta contra o conhecimento de DEUS, e levando cativo todo entendimento à
obediência de CRISTO,
2.
TROCA DE TÚNICA:
Fl
2.6-11 / Jo 10.17 / Cl 3.8-10; Mt 17:2; Apocalipse 3:5 - VESTES DE
SANTIDADE E DE SALVAÇÃO.
Fl
2.6 que, sendo em forma de DEUS, não teve por usurpação ser igual a DEUS. 7 Mas
aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos
homens; 8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente
até à morte e morte de cruz.
Jo
10.17 Por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la.]
8
Mas, agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da
maledicência, das palavras torpes da vossa boca. 9 Não mintais uns aos outros,
pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos.
Mateus
17:2 E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e
as suas vestes se tornaram brancas como a luz.
Apocalipse 3:5 O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira
nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante
de meu Pai e diante dos seus anjos.
3.
CORTE COM DERRAMAMENTO DE SANGUE:
Jo
20.25-29; Lc 2.21, 39; 1 Pd 1.18, 19
-Circuncisão
interior.
Rm
2.28 "Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que
o é exteriormente na carne. 29 Mas é judeu aquele que o é interiormente, e
circuncisão é a do coração, no espírito, e não na letra; cujo louvor não provém
dos homens, mas de DEUS."
Lc
2.21 E, quando os oito dias foram cumpridos para circuncidar o menino, foi-lhe
dado o nome de JESUS, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido.
Lc 2.39 E, quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à
Galiléia, para a sua cidade de Nazaré.
1 Pd 1.18 sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que
fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos
vossos pais, 19 mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem
mancha, o sangue de CRISTO,(1 Pd 1.18)
4.
CICATRIZ:
Jo
20.27; 1 Co 6:20; Ef 1.13
Jo
20.27 Depois, disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; chega a
tua mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente.
Significa
que quando satanás nos quer dominar, devemos lembrar-lhe de que lá no céu JESUS
CRISTO tem as marcas da aliança, provando que nos comprou e que temos com ELE
uma aliança; somos de DEUS, pois JESUS nos comprou com seu sangue.
1 Co
6.19 "Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do ESPÍRITO SANTO, que
habita em vós, o qual possuís da parte de DEUS, e que não sois de vós mesmos?
20 Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a DEUS no vosso
corpo."
NA
EPÍSTOLA AOS EFÉSIOS, PAULO FALA DO SELO.
Ef
1:13 em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o
evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o
ESPÍRITO SANTO da promessa;
5.
TROCA DE NOMES:
Lc
5.24; Rm 8.16; Ef 1.13
JESUS
gostava de se chamar "filho do homem", nós gostamos de ouvir o
ESPÍRITO SANTO testificar com nosso espírito que somos filhos de DEUS.
Lucas
5:24 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra poder de
perdoar pecados (disse ao paralítico), eu te digo: Levanta-te, toma a tua cama
e vai para tua casa.
Rm 8.16 "O ESPÍRITO mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos
de DEUS;"
Ef
1.13 "No qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho
da vossa salvação, e tendo nele também crido, fostes selados com o ESPÍRITO
SANTO da promessa, 14 o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da
possessão de DEUS, para o louvor da sua glória." (Recebemos o
"H" de DEUS)
6. TERMOS DA NOVA ALIANÇA:
Condições
para entrar = Mt 10.32; Rm 10.8; Ef 2.8; Gl 3.13; Gl 5:4
NÃO é
por merecimento, mas pela graça de DEUS mediante a fé:
Ef
2.8,9 - 8 "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem
de vós, é dom de DEUS; 9 não vem das obras, para que ninguém se glorie."
Leis
Espirituais que estão no Cap.5 de Mateus. Bem-Aventuranças.
Ex.:Mt
5.3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
- Só
tem bênçãos, pegue o Novo Testamento e saberá quais são. – Se creres verás a
glória de DEUS. (Rm 5.1,2; Hb 10.16).
Todas
as maldições JESUS já levaram na cruz do calvário. Gl 3.13
Gl
3:13 CRISTO nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós,
porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;
QUEM
ESTÁ NA LEI - DA GRAÇA CAIU
Gl
5:4 Separados estais de CRISTO, vós os que vos justificais pela lei; da graça
tendes caído.
7.
REFEIÇÃO DA ALIANÇA:
Ceia
com os discípulos antes de morrer e conosco renovada sempre NA CEIA (Lc
22.7-23; Jo 6.51-54; 1 Co 11.26)
Lc
22:19 E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto
é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim.
Jo
6:51 Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer desse pão, viverá
para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do
mundo.
1 Co 11:26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice,
anunciais a morte do Senhor, até que venha.
8.
MORTE DE UM ANIMAL:
Jo
1.29; Jo 19.30; Rm 6.88; 8.10; 1 Pd 1.18, 19
JESUS
é o cordeiro que deu sua vida por nós e é o que tira o pecado do mundo.
Jo
1.29 No dia seguinte, João viu a JESUS, que vinha para ele, e disse: Eis o
Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo.
Lembrando
que no batismo nas águas nós morremos.
Rm
6.88 Ora, se já morremos com CRISTO, cremos que também com ele viveremos,
1 Pd
1.18 sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que
fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos
vossos pais, 19 mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem
mancha, o sangue de CRISTO.
9.
ARVORE MANCHADA DE SANGUE (MEMORIAL) :
Mt 26:28; Rm 12.1; Cl 2:14; Fp 2:8; Hb
9.13-151; Jo 1.7
Cruz ensanguentada no calvário.
Mt 26:28 Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento,
que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.
Palavra fez um corte profundo em nós (Rm 12.1; Hb 9.14)
Rm 12.1 Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de DEUS, que
apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a DEUS, que é o
vosso culto racional.
Cl 2:14 havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas
ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de
nós, cravando-a na cruz.
Fp 2:8 e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo
obediente até à morte e morte de cruz.
Hb 9.14 quanto mais o sangue de CRISTO, que, pelo ESPÍRITO eterno,
se ofereceu a si mesmo imaculado a DEUS, purificará a vossa consciência das
obras mortas, para servirdes ao DEUS vivo?
1 Jo 1.7 mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos
comunhão uns com os outros, e o sangue de JESUS seu Filho nos purifica de todo
pecado.
***MAIOR
SINAL DA ALIANÇA:
CRISTO,
NUM CORPO DE HOMEM NO CÉU; AQUI O ESPÍRITO SANTO MORANDO DENTRO DE NÓS, NA
TERRA.
HÁ UM
HOMEM (JESUS) LÁ EM CIMA E DEUS (ESPÍRITO SANTO) AQUI NA TERRA.**
DISPENSAÇÕES E ALIANÇAS:
DISPENSAÇÃO DA INOCÊNCIA E ALIANÇA EDÊMICA
Homem colocado em ambiente perfeito, sujeito a
uma lei simples de amor, temor e amizade, sendo advertido das conseqüências da
desobediência; a mulher é enganada e o homem peca deliberadamente depois da
tentação satânica, o orgulho prevalece (1 Tm 2.14).
A aliança Edêmica prepara o plano de salvação do
homem, agora o homem teria novas normas:
a) Encher a terra de uma nova ordem, a humana
que herdaria a semente pecaminosa de adão.
b) Subjugar a terra para subsistência.
c) Lutar pelo domínio sobre toda a criação.
d) Comer ervas e frutos com suor e fadiga.
e) Zelar pelo jardim.
f) Abster-se de comer da árvore da ciência do
bem e do mal.
DISPENSAÇÃO DA CONSCIÊNCIA E ALIANÇA ADÂMICA
O homem passou a conhecer do bem e do mal,
Expulso do Éden e amaldiçoado.
A aliança Adâmica exige sacrifícios de
purificação do homem para que se chegue a DEUS.
a) Satanás, através da serpente é amaldiçoado.
b) Ouve-se a primeira promessa de um Redentor.
(vv 15)
c) A condição da mulher mudada (vv 16) para
concepção multiplicada e com dor e sujeição ao homem, devido à necessidade de
governo. (1 Co 11.7-9)
d) A terra amaldiçoada por causa do homem (vv
17)
e) O inevitável cansaço da vida (vv 17)
f) O trabalho instituído no Éden (Gn 2.15)
g) A morte física decretada (vv 19)
DISPENSAÇÃO DO GOVERNO HUMANO OU DA CONSCIÊNCIA
E ALIANÇA NOÉTICA.
Governo do homem pelo homem procurando obedecer
a DEUS
A aliança com Noé tem como base:
a) Confirmação de relação homem-terra.
b) Confirmação de ordem da natureza.
c) Estabelecimento do governo humano.
d) Garantia de que a terra não sofreria outro
dilúvio (arco-íris).
e) De Cão procederia raça inferior e servil.
f) Relação especial entre DEUS e Sem, visando
CRISTO.
g) Declaração profética de que Jafé seria
de raça dilatada, ou seja inteligente.
DISPENSAÇÃO DA PROMESSA E ALIANÇA ABRAÃMICA
A promessa foi feita a Abraão e sua posteridade
que é CRISTO (Gl 3.8-16)
A aliança Abraâmica tem oito partes distintas:
a) Farei de ti uma grande nação, em um sentido
natural e espiritual (Gn 121-3 – em Ur dos Caldeus).
b) Abençoar-te-ei, em dois sentidos,
materialmente e espiritualmente.
c) Engrandecerei o teu Nome.
d) Serei teu escudo e galardão (Gn 15.1-21 – em
Manre - Hebrom).
e) Tu serás uma benção.
f) Abençoarei os que te abençoarem.
g) amaldiçoarei os que te amaldiçoarem.
h) Por meio de ti serão benditas todas as
famílias da terra.
i) Promessa do Nascimento de Isaque (Gn 18.10 –
em Manre - Hebron)
DISPENSAÇÃO DA LEI E ALIANÇAS MOSAICA,
PALESTINIANA E DAVÍDICA
Foi dada para mostrar o pecado Rm 3.20. Do
Sinai ao calvário, do Êxodo à Cruz. Terminou, envelheceu, durou até João
Batista Hb 8.13; Mt 11.13; Lc 16.16;
Veja:
5.1- O estado do homem no começo (Ex 19.1-3).
5.2- Sua responsabilidade (Êx 19.5,6).
5.3- Seu fracasso (II Rs 17.7-17).
5.4- O julgamento (II Rs 14.1-6,20)
A lei foi dada verbalmente em Êx 20.1-17 – em
Horebe, na cordilheira do Sinai), depois foi escrita por DEUS em tábuas de
pedra e entregues a Moisés que as quebra devido à idolatria do povo (Êx
34.1,28,29), sendo que depois é escrita por Moisés, na presença de DEUS
(Êx 34.1,28,29).
*** A aliança Mosaica constitui-se de :
a) Os mandamentos (Êx 20.1-26)
b) Os Juízos (Êx 21.1 a 24.11)
c) As ordenanças (Êx 24.12-31.18)
Lembrando de que o SENHOR JESUS resumiu toda a
lei em 2 mandamentos e em uma única Palavra – Amor (Lc 10.27)
***A aliança Palestiniana foi feita
com os Israelitas depois da peregrinação de Israel pelo deserto por quarenta
anos, devido à sua rebeldia para com DEUS. Era na realidade um preparação para
que entrassem na terra prometida e era ao mesmo tempo uma renovação da aliança
Mosaica. Bênçãos e maldições são proclamadas (Dt 28; Js 24.24,25 – em Siquém)
***A aliança Davídica foi realizada com base no
reino de Israel, com a promessa de que sempre existiria um descendente de Davi
no trono. (2 Sm 7.11-16; Sl 89.34 – em Jerusalém) Esta promessa terá seu cabal
cumprimento no milênio quando JESUS governará pessoalmente a Israel terrestre.
DISPENSAÇÃO DA GRAÇA OU ECLESIÁSTICA
E A NOVA ALIANÇA
Aqui a palavra-chave é “graça”. Da crucificação
até a volta de JESUS em duas etapas, uma no arrebatamento e outra no final da
grande tribulação. Na dispensação da graça é-nos oferecida a salvação pela fé
em JESUS CRISTO e não pelas obras. Ef 2.8.
A nova aliança é feita com base em melhores
promessas, pois não só nos oferece a possessão de terra ou riquezas terrenas,
ou qualquer outro bem material, mas acima de tudo isso oferece-nos a salvação,
a vida eterna com DEUS, no céu onde não há traça e nem ferrugem, mas paz, gozo
e alegria eternos, no espírito, coisas superiores portanto, pois são eternas.
Na nova aliança temos como único mediador JESUS
CRISTO (1Tm 2.5), a velha aliança perdeu seu valor, pois esta é superior
(Rm 10.4); Lembramos sempre dessa nova aliança ao cearmos (Lc 22.20; Mc 14.24;
1Co 11.23-32)
DISPENSAÇÃO DO MILÊNIO OU DO GOVERNO
DIVINO E ALIANÇA MILÊNICA
JESUS CRISTO descerá pessoalmente à terra e será
reis do reis e senhor dos senhores literalmente, seu reino será literal em
cumprimento à promessa feita a Davi. Mt 19.28.
Neste tempo Satanás será preso por mil anos (Ap
20.2), Os crentes reinarão com CRISTO nessa época (Ap 20.4).
A primeira ressurreição acabará no final da
grande tribulação e início do milênio.(Ap 20.5)
Satanás será solto e vencido no final do milênio
(Ap 20.7; 20.10-15)
***Algumas promessas para quem for fiel a essa
aliança:
»APOCALIPSE [21]
1 E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já
se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe.
2 E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que
descia do céu da parte de DEUS, adereçada como uma noiva ataviada para o seu
noivo.
3 E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que
dizia: Eis que o tabernáculo de DEUS está com os homens, pois com eles
habitará, e eles serão o seu povo, e DEUS mesmo estará com eles.
4 Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não
haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as
primeiras coisas são passadas.
5 E o que estava assentado sobre o trono disse:
Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve; porque estas
palavras são fiéis e verdadeiras.
6 Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e
o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da
fonte da água da vida.
7 Aquele que vencer herdará estas coisas; e eu
serei seu DEUS, e ele será meu filho.
Agora pegue a bíblia em Mateus, capítulo 1,
versículo 1, segure aí e pegue em Apocalipse 22.21 – tudo isso são bênçãos de
DEUS para nós, aproveite e leia tudo; AMÉM?
ALIANÇA. Em hebraico, uma "aliança" é determinada pelo termo
berit, e berit karat significa "fazer (lit., 'cortar' ou 'lapidar') uma
aliança". Em grego o termo é diatheke (que pode significar tanto
"pacto"como "último desejo e testamento"), e o verbo é
diatithemi (At 3.25; Hb 8.10; 9.16; 10.16). Uma aliança é um acordo entre duas
ou mais pessoas em que quatro elementos estão presentes: partes, condições,
resultados, garantias. As alianças bíblicas são importantes como uma chave para
duas grandes facetas da verdade: Soteriologia - O plano de DEUS através de
JESUS CRISTO para redimir os seus eleitos, está revelado de uma maneira ampla e
profunda nas sucessivas alianças.
Alianças Bíblicas Específicas
1. Aliança Noéica. Esta é a primeira aliança claramente mencionada nas Escrituras.
Ela foi prometida a Noé em Gênesis 6.18 e está registrada em Gênesis 8.20-9.17.
Esta aliança foi, sobretudo, unilateral, pois DEUS era o seu criador e
executor, não requerendo um compromisso de aceitação e consentimento por parte
de Noé, como no caso do juramento dos israelitas ao pé do Monte Sinai (veja Êx
19.8).
As partes desta aliança eram DEUS e a terra (Gn
9.13) ou Noé e todos os seus descendentes (Gn 9.9,16,17). Daqui por diante, ela
era universal em seu escopo. Apesar disso, ela tinha certas condições, a saber,
que a humanidade fosse frutífera, se multiplicasse e enchesse a terra (9.1,7);
que não comesse carne com vida, isto é, com o sangue (9.4). Assim, a aliança
era condicional, porque DEUS trouxe um julgamento sobre a humanidade no
episódio da Torre de Babel na forma de uma confusão de línguas, para forçar o
povo a se espalhar e povoar a terra, quando eles estavam deliberadamente
desafiando o propósito e a ordem de DEUS (Gn 11.4-9). O Resultado era a
promessa de que DEUS nunca mais destruiria a terra com um dilúvio (Gn 8.21;
9.11,15), com a concomitante promessa da regularidade das estações (Gn 8.22). A
garantia de que DEUS iria manter esta aliança enquanto durasse a terra
encontrava-se em seu sinal ou prova, o arco-íris (9.12-17).
2. Aliança Abraâmica. Esta é geralmente considerada uma aliança unilateral no sentido
de que foi em primeiro lugar anunciada por DEUS, sem qualquer condição a ela
vinculada. Entretanto, um elemento bilateral aparece em Genesis 17.1: "Eu
sou o DEUS Todo-poderoso; anda em minha presença e sê perfeito"; e na
última repetição e confirmação da aliança a Abraão em Genesis 22.16ss., quando
DEUS diz, "Por mim mesmo, jurei... porquanto fizeste esta ação e não me
negaste o teu filho, o teu único, que deveras te abençoarei".
As partes desta aliança eram DEUS e Abraão. A
condição - revelada por DEUS a Abraão, depois dele demonstrar a sua vontade de
obedecer à ordem de DEUS de oferecer Isaque - era a obediência pela fé (cf. Hb
11.17-19). Os resultados foram: a promessa de DEUS de transformar a posteridade
de Abraão em uma grande nação (Gn 12.2); aumentar a sua semente tornando-a
numerosa como a areia do mar (Gn 22.17); abençoar aqueles que abençoassem o
povo judeu e amaldiçoar aqueles que o amaldiçoassem (Gn 12.3); e dar à descendência
a Abraão (ou seja, a Israel), a Palestina e o território que vai do rio do
Egito até o Eufrates. Finalmente, e o mais importante de tudo, o mundo inteiro
seria abençoado através da sua descendência, que era CRISTO (Gl 3.16), e CRISTO
por sua vez dominaria sobre todos os seus inimigos (Gn 22.17,18). A garantia
desta grande aliança era o juramento de DEUS por si mesmo e por seu grande Nome
(Gn 22.16; Hb 6.13-18), assim como o derramamento do sangue dos sacrifícios (Gn
15.9,10,17).
3. Aliança Mosaica ou do Sinai. Nesta aliança vemos o surgimento de um novo fator, de uma forma
particular. A aliança Abraâmica era muito simples e direta, a Mosaica, mesmo
sendo direta, era muito mais complexa, empregava a forma contemporânea das
alianças de suserania e vassalagem em voga no antigo Oriente, onde o grande
senhor ou suserano ditava um acordo para os seus vassalos ou servos. Um recente
estudo dos tratados ou alianças hititas da metade do segundo milênio a. C.,
revelou que existia uma forma paralela entre estas e a aliança de DEUS com
Israel, e cada uma continha seis elementos.
PFEIFFER .Charles F. Dicionário
Bíblico Wycliffe. Editora CPAD. pag. 61-64.
O CONCERTO DO SINAI.
Aliança Mosaica ou do Sinai.
Nesta aliança vemos o surgimento de um novo
fator, de uma forma particular. A aliança Abraâmica era muito simples e direta,
a Mosaica, mesmo sendo direta, era muito mais complexa, empregava a forma
contemporânea das alianças de suserania e vassalagem em voga no antigo Oriente,
onde o grande senhor ou suserano ditava um acordo para os seus vassalos ou
servos. Um recente estudo dos tratados ou alianças hititas da metade do segundo
milênio a. C., revelou que existia uma forma paralela entre estas e a aliança de
DEUS com Israel, e cada uma continha seis elementos.
(1) Um preâmbulo: "Eu sou o Senhor, teu
DEUS" (Ex 20.2a), identificava o autor da aliança, e correspondia a cada
introdução como "Estas são as palavras do filho de Mursilis, o grande rei,
e rei da terra de Hati, o valente, o filho favorito do deus do trovão
etc..." (ANET, p. 203).
(2) Um prólogo histórico: "...que te tirei
da terra do Egito, da casa da servidão" (Êx 20.2). Em Deuteronômio, que é
a segunda dádiva da aliança e da lei, o prólogo histórico se expandia
amplamente a fim de abranger o modo como DEUS levou Israel pelo deserto até aos
limites da terra prometida (Dt 1.6-4.49). Moisés está repetindo e expandindo a
aliança dada no Sinai, para atualizá-la e preparar Israel para a entrada na
terra prometida. Nas alianças hititas, o suserano dominador lembrava ao governante
vassalo (o governante subjugado) os benefícios que ele desfrutara até o momento
como vassalo de seu reino, como a base para a sua gratidão e obediência futura.
(3) As estipulações ou obrigações exclusivas da
aliança: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem
de escultura..."Não te encurvarás a elas nem as servirás" (Êx
20.3-5). Uma típica aliança hitita foi registrada da seguinte forma: "Mas
tu, Duppi-Tessub permaneça leal ao rei da terra de Hati... Não volte os seus
olhos para mais ninguém" (ANET, p. 204). Em sua primeira forma em Êxodo
20, a aliança começa com os Dez Mandamentos e continua ao longo de Êxodo 31. Em
Deuteronômio, ela começa com a lei no cap. 5 e continua pelo cap. 26.
(4) Sanções, a saber, bênçãos e maldições que
acompanham a manutenção ou o rompimento da aliança. Em sua primeira promulgação
no Êxodo, estas sanções estão vinculadas, na aliança Mosaica, aos Dez
Mandamentos; por exemplo: "Visito a maldade... e faço misericórdia"
(Êx 20.5,6); e, "Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os
teus dias na terra" (Êx 20.12). Além disso, mais sanções e advertências
são dadas com a promessa de direção e proteção pela presença de DEUS (Êx
23.20-33; para mais bênçãos e maldições, veja Levítico 26). Mas em Deuteronômio
há dois capítulos de bênçãos e maldições que devem ser lidos publicamente e
expostos na cerimónia de renovação da aliança (27 e 28), seguidos pela
conhecida aliança Palestina (29-30). Bênçãos e maldições também eram escritas
nos tratados da Ásia ocidental. A confirmação bíblica ou a certeza de que uma
promessa seria mantida era um juramento ou ainda a morte daquele que fez a
aliança. "Os termos juramento e aliança são sempre usados como sinônimos
no AT, assim como os termos juramento e tratado nos textos extrabíblicos"
esta é a conclusão de Gene M. Tucker ("Covenant Forms and Contract
Forms", VT, XV [1965], p. 497). Uma aliança no AT era, em sua essência, um
juramento, um acordo solene. DEUS confirmou a aliança Mosaica através de um
juramento mencionado em Deuteronômio 29.12ss. O juramento... "que o
Senhor, teu DEUS, hoje faz contigo" (cf. Dt 32.40; Ez 16.8; Nm 10.29). As
partes que faziam a aliança deveriam se tornar como os mortos, de maneira que
não poderiam mais mudar de ideia e revogá-la, assim como os mortos também não
poderiam fazer (Gn 15.8-18; Hb 9.16,17). Assim, o sangue dos animais
substitutos sacrificados era espargido na cerimónia de ratificação da aliança,
para representar a "morte" das partes (Êx 24.3-8). Os tratados
hititas comuns na época de Moisés não tinham como característica um juramento
por parte do suserano; ao invés disso, eles enfatizavam o juramento de lealdade
por parte do vassalo.
(5) Testemunhas: Os tratados hititas apelavam
para uma longa lista de divindades como testemunhas dos documentos. No Sinai e
em outras alianças bíblicas, os deuses pagãos eram obviamente excluídos. Ao
invés disso, memoriais de pedra podiam ser uma testemunha (Êx 24.4; cf. Js
24.27); os céus e a terra eram convocados como testemunhas (Dt 30.19; 31.28;
32.1; cf. 4.26); o livro da lei (ou o rolo da lei) era depositado ao lado da
arca com a finalidade de ser uma testemunha (Dt 31.26); e o próprio cântico de
Moisés lembraria ao povo os votos que fizeram por ocasião da aliança (Dt
31.30-32.47). Na cerimónia de renovação da aliança no final da vida de Josué, o
próprio povo atuou como testemunha (Js 24.22).
(6) A perpetuação da aliança. Esta podia ser
vista no cuidado pela segurança dos documentos do tratado, que no caso dos
pagãos eram geralmente depositados perante ou sob um deus pagão de uma nação
que fazia parte do tratado. Esta atitude poderia ser contrastada com as tábuas
da aliança Mosaica, colocadas dentro da arca da aliança em Israel (Êx 25.16,21;
40.20; Dt 10.2). As alianças hititas e a aliança Mosaica eram lidas
periodicamente em público, e as crianças eram nelas instruídas. A lei era
registrada em pedras caiadas (Dt 27.4), e lida em voz alta durante as
cerimônias, como aconteceu quando as bênçãos e maldições foram pronunciadas
(estando a metade de Israel no Monte Ebal e a outra metade no Monte Gerizim),
depois de terem entrado na terra prometida (Dt 27.9ss.; Js 8.30-35). A lei era
lida integralmente e publicamente a cada sete anos na Festa dos Tabernáculos
(Dt 31.9-13). Chegou-se a várias conclusões importantes como resultado da
comparação da aliança Mosaica com os antigos tratados de suserania daquela
época:
(a) DEUS falou a Israel de uma forma conveniente
ao seu propósito, mas que também fosse familiar ao povo daquela época. Alguns
dos detalhes mais apurados da forma até mesmo provam que a aliança Mosaica deve
ter sido estabelecida antes de 1200 a.C, porque os tratados aramaicos e
assírios do primeiro milênio a. C. não possuem vários dos elementos
característicos comuns aos hititas e à aliança do Sinai (veja Meredith G.
Kline, The Treaty of the Great King, p. 42ss.).
(6) A forma particular da aliança hitita em
Deuteronômio nos leva a ver que a ênfase é maior no significado da aliança do
que em seu significado legal, (c) Estudos mostram que as duas tábuas da lei não
eram duas pedras com quatro mandamentos na primeira e seis na segunda, mas duas
cópias de pedra do mesmo tratado ou aliança: uma para DEUS - mantida na arca -
e outra para Israel. O mesmo acontecia em todos os tratados hititas e assírios:
duas cópias eram feitas, uma para o rei do suserano e outra para o rei do
vassalo. Certas diferenças importantes, não devem, entretanto, passar
despercebidas. A Aliança Mosaica, como feita por DEUS, baseava-se no amor e na
graça e não simplesmente em poder. Além disso, ela tinha como objetivo a
salvação dos eleitos de DEUS, e não a mera submissão e obediência. Voltando ao
significado e à importância espiritual dessa aliança, podemos concluir que o
elemento condicional é prioritário em relação ao elemento incondicional. Será
que está sendo ensinada a expressão "faze isso e viverás" (cf. Lc
10.28) no sentido de que a vida eterna para o crente do AT dependia de se
guardar a lei de DEUS? Se fosse, as obras seriam de valor meritório até que
viesse a cruz! Ou será que DEUS queria dizer que deveriam viver à luz da lei? O
Senhor JESUS CRISTO, no Sermão do Monte, ensinou esta segunda visão quando
expôs vários mandamentos e disse: "Sede vós, pois, perfeitos, como é
perfeito o vosso Pai, que está nos céus" (Mt 5.48). Ele aplicou a lei com
o propósito da contínua santificação do crente e não para a sua justificação.
Em Levítico 18.5 é feita a mesma aplicação da lei: "Os meus estatutos e os
meus juízos guardareis; os quais, fazendo-os o homem, viverá por eles" (ou
seja, naquele âmbito). Quando vemos que esta aliança começa com a graça:
"Eu sou o Senhor, teu DEUS, que te tirei da terra do Egito, da casa da
servidão" (Êx.20.2), e acrescentamos a isto uma consideração dos fatos
descritos acima, somos levados a vê-la como uma aliança cheia de graça. A
aliança Mosaica, então, torna-se tanto um aio que tem a função de nos trazer a
CRISTO, onde todos os tipos de aliança apontam para ele, como um padrão para
guiar o comportamento dos crentes do AT e dos cristãos.
PFEIFFER .Charles F. Dicionário
Bíblico Wycliffe. Editora CPAD. pag. 61-64.
A Aliança de DEUS Conosco por Intermédio de
CRISTO é Indestrutível e Eterna
“Não violarei a minha aliança nem modificarei as
promessas dos meus lábios”. Sl.89.34
DEUS onipotente, Criador, o Alfa e o ômega,
firmou uma aliança eterna conosco! Tudo de que precisamos – redenção,
força, saúde, prosperidade – foi previsto, providenciado e garantido nessa
aliança PODEROSA E INDESTRUTÍVEL.
Para entender com clareza esse pacto, você
precisa compreender plenamente o tipo de aliança que DEUS fez conosco e o que
significa firmar uma aliança.
A palavra hebraica para aliança é extraída da
raiz brith, que significa “ligar”. O termo usado junto a essa palavra no
contexto da aliança é karath, que quer dizer “cortar”. Refere-se ao corte
cerimonial dos animais do sacrifício, que faz parte do ritual da aliança. Isso
na verdade apontava para o sacrifício de sangue – a expiação no Antigo
Testamento – que selava a Aliança.
A palavra grega para “aliança” significa “um
contrato”, “um testamento”. No novo Testamento, a mesma palavra usada para
“aliança” é usada para “testamento”. Colocando de maneira bem simples, a nossa
aliança com DEUS é o “TÍTULO DE PROPRIEDADE” de nossa herança. É um
contrato, um acordo com implicação legal entre DEUS e nós. Várias formas de
“cortar uma aliança” eram praticadas na antiguidade. E, em algumas partes do
mundo, ainda são observadas. Embora essas várias maneiras de estabelecer uma aliança
sejam formas corrompidas do conceito original de DEUS, elas nos permitem uma
compreensão mais profunda da extensão da aliança que Ele fez conosco.
As alianças entre DEUS e o homem contêm
basicamente os seguintes elementos:
Uma declaração dos termos e das promessas do
acordo;
Um juramento, de cada parte, de que os termos do
acordo serão observados;
Uma maldição sobre a parte que romper o acordo;
O “selo” da aliança por algum ato externo, como
o sacrifício de sangue – o seu derramamento sobre as partes envolvidas ou uma
refeição sacrifical.
Você deve conhecer os seus direitos relativos à
aliança, para que possa posicionar-se e enfrentar o inimigo com autoridade e
poder.
DEUS falou por meio de Isaías: “‘Embora os
montes sejam sacudidos e as colinas sejam removidas, ainda assim a minha
fidelidade para com você não será abalada, nem será removida a minha aliança de
paz’, diz o Senhor, que tem compaixão de você”. Is.54.10.
https://andrekerigma.wordpress.com/estudos/a-alianca-de-deus-conosco-por-intermedio-de-cristo-e-indestrutivel-e-eterna/
ALIANÇA - DICIONÁRIO Wycliffe
Embora esta palavra não apareça nas versões KJV
e ASV em inglês, aparece quatro vezes na versão RSV. O seu significado básico
deriva do substantivo hebraico berit, que significa “associação”,
“confederação”, ‘liga”; e dos verbos hatan, que significa “afinidade”, “unir em
casamento”; e nuah, que significa “estar despreocupado”, “estar aliado”; e do
substantivo qesher, que normalmente tem o sentido negativo de “conspiração”,
“traição”.
A primeira aliança descrita nas Escrituras foi entre Abraão e os amorreus
Manre, Escol e Aner. Eles uniram suas forças por tempo suficiente para libertar
Ló daqueles que o mantiveram cativo (Gn 14.13-24). Abrão fez uma aliança ainda
mais duradoura com Abimeleque em Berseba (Gn 21.22-32), como também Isaque fez
posteriormente (Gn 26.26-31). Não houve nenhuma proibição ou estigma contra
essas primeiras alianças; porém mais tarde a lei mosaica repetidamente proibia
alianças com estrangeiros, em particular com os cananeus. A proibição contra
alianças com os cananeus se baseava principalmente em questões religiosas. A
nação recém formada era ainda muito fraca para resistir às tentações da
adoração ao sexo praticada por Canaã, então DEUS, por meio de Moisés, procurou
isolar Israel. Os altares, templos e imagens pagãos foram destruídos para que
os jovens não fossem enganados pelos adoradores de Baal (Êx 23.32,33;
34.12,13). Para proteger os israelitas ainda mais contra essa corrupção, o
casamento com estrangeiros foi proibido, para que não houvesse corrupção do
israelita pelo adorador pagão através do casamento (Dt 7.2-4). Depois da
conquista, quando Israel desobedeceu, a razão do julgamento de DEUS sobre eles
tinha raízes na violação da proibição por parte de Israel (Jz 2.2).
Além da aliança com os homens de Gibeão, com artimanhas concluídas com Josué,
não houve ligações oficiais com outras nações até os tempos de Salomão. Davi
tinha relações amistosas, baseadas em alianças pessoais, com os reis de Moabe,
Amom, Gate e Hamate; mas parece que Salomão foi o primeiro a estabelecer uma
aliança internacional com uma nação estrangeira. Isto foi feito com Hirão de
Tiro, em relação à construção do Templo e às operações da frota no Mar Vermelho
e no Oceano Índico (1 Rs 5.1-18; 9.26-28), A completa implicação desta aliança
não veio à tona até o casamento de Acabe com Jezabel, filha de um rei de Tiro.
A adoração a Baal imediatamente tomou conta da vida religiosa de Israel, mas
foi vigorosamente combatida por Elias, Eliseu e Jeú, Judá sentiu alguns maus
resultados desse casamento quando a filha de Jezabel, Atalia, tornou-se rainha
de Judá,
Nas disputas triangulares entre Israel, Judá e Síria foram feitas diversas
alianças. Em uma ocasião, Asa de Judá obteve a ajuda de Ben-Hadade da Síria
contra Baasa de Israel (1 Rs 15.18,19; 2 Cr 16.3). Mais tarde, Acabe de Israel
ganhou o auxílio de Josafá de Judá contra a Síria (1 Rs 22; 2 Cr 18.1). Depois
da morte de Acabe, Acazias de Israel procurou unir-se a Josafá no
estabelecimento de uma frota mercante, mas DEUS não se agradou com isso e a
frota foi destruída (2 Cr 20.35-37). No tempo de Isaías, Rezim da Síria e Peca
de Israel se uniram contra Judá, mas Acaz de Judá conseguiu comprar a ajuda da
Assíria, que rapidamente destruiu a Síria, reduziu Israel à condição de sua
partidária, e finalmente fez de Acaz um fantoche nas suas mãos (2 Rs 16.5-8). A
última aliança trágica foi entre Zedequias e o Egito, que trouxe a Babilônia
contra Judá e destruiu Jerusalém completamente (Jr 37.1-8; Ez 17.15-17).
Em hebraico, uma “aliança״ é determinada pelo termo berit, e berit karat
significa “fazer (lit., ‘cortar’ ou ‘lapidar’) uma aliança”. Em grego o termo é
diatheke (que pode significar tanto “pacto”como “último desejo e testamento”),
e o verbo é diatithemi (At 3.25; Hb 8.10; 9.16; 10.16).
Uma aliança é um acordo entre duas ou mais pessoas em que quatro elementos
estão presentes; partes, condições, resultados, garantias.
As alianças bíblicas são importantes como uma chave para duas grandes facetas
da verdade: Soteriologia - O plano de DEUS através de JESUS CRISTO para redimir
os seus eleitos, está revelado de uma maneira ampla e profunda nas sucessivas
alianças.
Profecia - As alianças abraâmica, palestina, davídica e as novas alianças abrem
todo o panorama relacionado à primeira e à segunda vinda de CRISTO, e o seu
reinado milenar na terra. A maior parte das grandes alianças revela fatos
relacionados ao sofrimento, sacrifício, governo, e reinado do Messias. A
maneira como estas duas correntes de profecia deve ser interpretada determina
finalmente a sua escatologia, se ela deve ser amilenial, pós-milenial, ou
premilenial, A questão a ser encarada é se o método a ser aplicado a ambas
correntes de profecia será o mesmo, Disto deve depender a decisão sobre a
questão do milênio, e a interpretação de grande parte daquilo que está contido
em cada passagem bíblica sobre escatologia.
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REVISTA NA
ÍNTEGRA 4º Trimestre de 2024 - CPAD
ESBOÇO DA LIÇÃO
4
I –
A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO
1.
O Concerto de Horebe
2.
O Concerto nas campinas de Moabe
3.
As promessas provenientes da obediência
II
– A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO
1.
Um Novo Concerto
2.
JESUS CRISTO, o mediador
3.
Obediência do Novo Concerto
III
– BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO
1.
Bênçãos espirituais
2.
Justiça e Paz
3.
Alegria no ESPÍRITO SANTO
LEITURA BÍBLICA
EM CLASSE - Deuteronômio 29.1,9-12; Hebreus 8.6-13
Deuteronômio 29
1 - Estas são
as palavras do concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que
fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em
Horebe.
9 - Guardai,
pois, as palavras deste concerto e cumpri-as para que prospereis em tudo quanto
fizerdes.
10 - Vós todos
estais hoje perante o Senhor, vosso DEUS: os cabeças de vossas tribos, vossos
anciãos, os vossos oficiais, todo o homem de Israel,
11 - os vossos
meninos, as vossas mulheres e o estrangeiro que está no meio do teu arraial;
desde o rachador da tua lenha até ao tirador da tua água;
12 - para que
entres no concerto do Senhor, teu DEUS, e no seu juramento que o Senhor, teu
DEUS, hoje faz contigo.
Hebreus 8
6 - Mas agora
alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor
concerto, que está confirmado em melhores promessas.
7 - Porque, se
aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o
segundo.
8 - Porque,
repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa
de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto,
9 - não segundo
o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os
tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para
eles não atentei, diz o Senhor.
10 - Porque
este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o
Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as
escreverei; e eu lhes serei por DEUS, e eles me serão por povo.
11 - E não
ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o
Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.
12 - Porque
serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas
prevaricações não me lembrarei mais.
13 - Dizendo
novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho e se
envelhece perto está de acabar.
COMENTÁRIO
- INTRODUÇÃO
A
Bíblia apresenta uma relação entre promessa e obediência. Ao longo das
Escrituras, percebemos que a obediência é um princípio divino que não caducou
no Novo Testamento. Ela continua sendo requerida por Nosso Senhor para vivermos
promessas específicas de DEUS neste mundo. O DEUS que prometeu no Antigo
Testamento é o mesmo que prometeu no Novo e, ao mesmo tempo, exige do seu povo
obediência à sua Palavra. Entretanto, quais são os termos da obediência no Novo
Concerto conforme revelado no Novo Testamento? É o que estudaremos nesta lição.
I –
A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO
1.
O Concerto de Horebe
O
Concerto feito por DEUS com o povo de Israel, no deserto de Horebe (Dt 29.1; Êx
19), era uma reafirmação das promessas que Ele havia feito a Abraão e seus
descendentes (Gn 12.1-3; 22.8). No deserto do Horebe (também denominado de
“Sinai”) ficou patente que o concerto divino exigia santa obediência do povo
para que fosse bem-sucedido entre as nações: “se diligentemente ouvirdes a
minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis minha propriedade peculiar
dentre todos os povos; porque toda a terra é minha” (Êx 19.5). Pela santa
obediência, o povo seria “um reino sacerdotal”, um “povo santo” (Êx 19.6). A
nação de Israel deveria obedecer aos mandamentos do Senhor para viver as
promessas em toda a sua peregrinação no deserto (Êx 20.1-17).
2.
O Concerto nas campinas de Moabe
Muitos
anos se passaram depois do Concerto de Horebe (Êx 19), e a maioria dos
peregrinos havia perecido no deserto. Então, Moisés reuniu novamente o povo,
agora nas campinas de Moabe, pois uma nova geração estava prestes a entrar na
Terra Prometida: “Estas são as palavras do Concerto que o Senhor ordenou a
Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do
concerto que fizera com eles em Horebe” (Dt 29.1). A exposição básica desse
Concerto pode ser vista em Deuteronômio 4 a 26.19, bem como sua ênfase nas
bênçãos e maldições dos capítulos 27 a 30 do mesmo livro. Tudo nesse Concerto
dependeria da fidelidade do povo de Israel aos mandamentos divinos.
3.
As promessas provenientes da obediência
O
Concerto de Moabe mostra uma lista de promessas que seriam proferidas no Monte
Gerizim: bênçãos no campo, na cidade, na procriação, na vida doméstica, ao
entrar e sair da terra (Dt 28.1-14). Em toda a área da vida dos judeus, as
bênçãos divinas seriam derramadas como consequência da obediência aos
mandamentos divinos estabelecidos nos concertos proferidos por Moisés. Também é
verdade que as maldições seriam proferidas do Monte Ebal como consequências da
desobediência aos mandamentos do Senhor (Dt 27.11-26). Portanto, no Antigo
Testamento, vemos que a obediência tinha uma relação direta ao cumprimento de
uma promessa na vida do povo de Israel.
AMPLIANDO O
CONHECIMENTO
“Aliança.
Pacto, Concerto ou acordo (heb. berit). A palavra correspondente do NT
diathêkê, definida como ‘disposição’ legal de bens pessoais. A aliança é algo
que une as partes ou obriga uma parte à outra. Embora existam implicações
legais associadas à aliança, o aspecto relacional da aliança é mais bem
entendido como uma relação com as legalidades relacionadas. [...] Embora o tema
da aliança seja menos difundido no NT, o seu significado cristológico é
profundo. O NT destaca o papel messiânico significativo de CRISTO em relação às
alianças”. Amplie mais o seu conhecimento, lendo o Dicionário Bíblico Baker,
editado pela CPAD, pp.32-33.
SINÓPSE I - No
Concerto de DEUS com Israel, observamos o cumprimento das promessas a partir da
obediência do povo.
Auxílio
Bibliológico
“O CONCERTO DE
DEUS COM OS ISRAELITAS
1) As promessas
de DEUS neste concerto eram basicamente as mesmas que foram feitas a Abraão.
DEUS prometeu que daria aos israelitas a terra de Canaã depois de libertá-los
da escravidão no Egito (Êx 6.3-6;19.4;23.20,23) e que Ele seria o seu DEUS e os
adotaria como seu povo (Êx 6.7;19.6; ver Dt 5.2).
[...] 2) [...]
Depois de DEUS revelar os dez mandamentos, e muitas outras leis do Concerto, os
israelitas juraram a uma só voz: ‘Todas as palavras que o SENHOR tem falado
faremos’ (Êx 24.3). Sem essa promessa solene de aceitarem as normas da Lei de
DEUS, o Concerto entre eles e o Senhor não teria sido confirmado.
3) Essa
resolução de cumprir a Lei de DEUS continuou como uma condição prévia do
Concerto. Somente pela perseverança na obediência aos mandamentos do Senhor e
dos sacrifícios determinados por DEUS no Concerto é que Israel continuaria como
a possessão preciosa de DEUS e igualmente continuaria a receber as suas
bênçãos” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.333).
II
– A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO
1.
Um Novo Concerto
Hebreus
8 apresenta aspectos do Antigo Concerto, mostrando o quanto eles apontam para o
perfeito ministério do Senhor JESUS. Ali, vemos que o relacionamento entre DEUS
e o seu povo se dava por meio de uma fé manifesta pela obediência aos
mandamentos da Lei e à observação ao sistema de sacrifício do Antigo
Testamento. Contudo, o profeta Jeremias profetizou que chegaria o momento em
que DEUS instituiria um novo Pacto e que sua Lei se estabeleceria no interior
da pessoa, isto é, no coração: “Mas este é o concerto que farei com a casa de
Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: porei a minha lei no seu interior e
a escreverei no seu coração; e eu serei o seu DEUS, e eles serão o meu povo”
(Jr 31.33; cf. Hb 8.8-12).
2.
JESUS CRISTO, o mediador
O
Senhor JESUS é o mediador que estabelece o Novo Concerto, o Novo Pacto
profetizado pelo profeta Jeremias (Hb 8.10). Em vista disso, podemos afirmar
que o Novo Pacto é uma promessa de graça e amor de DEUS aos que o respondem com
arrependimento e fé à oferta de Salvação. Assim, o relacionamento de obediência
entre o salvo e DEUS se dá nos termos do Novo Concerto, em que o Senhor JESUS é
o verdadeiro mediador (1 Tm 2.5).
3.
Obediência do Novo Concerto
Os
ensinos do Novo Testamento mostram que fé e obediência andam lado a lado. Nosso
Senhor ensinou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14.15).
Essa expressão “guardareis” também pode ser substituída por “obedecereis”. Isso
significa que o nosso amor pelo Salvador, que foi primeiramente obediente ao
Pai (Fp 2.8), não pode ser apenas de palavras, mas em atos de obediência (At
26.19). Dessa forma, podemos desfrutar de bênçãos espirituais provenientes de
uma vida de obediência a DEUS e sua Palavra.
SINÓPSE II - O
NT mostra JESUS como a Nova Aliança, cumprindo a promessa de salvação a todos
que respondem com arrependimento e fé.
III
– BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO
1.
Bênçãos espirituais
No
Novo Testamento, é o ESPÍRITO SANTO que rege a vida dos que fazem parte do Novo
Concerto por meio de JESUS CRISTO mediante a fé (2 Co 3.4-6). Nesse contexto,
aprendemos que uma vida de obediência a CRISTO, mediante a obra do ESPÍRITO
SANTO, demanda bênçãos de natureza espiritual que abarcam todas as áreas de
nossa vida: “Porque o Reino de DEUS não é comida nem bebida, mas justiça, e
paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO” (Rm 14.17).
2.
Justiça e Paz
Quem
obedece a CRISTO vive piedosamente em sua presença e em justiça (Mt 5.6). Dessa
forma, temos uma vida de retidão proveniente da fé e da obediência a CRISTO,
pois fomos justificados e santificados por DEUS (1 Co 6.11). Então, a paz que
excede todo o entendimento torna-se realidade em nós (Fp 4.7). É aquela paz de
que o Senhor JESUS falou aos seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos
dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se
atemorize” (Jo 14.27). Assim, a obediência a CRISTO gera em nós justiça e paz
em meio as turbulências do mundo.
3.
Alegria no ESPÍRITO SANTO
A
alegria proveniente de uma relação com CRISTO é a marca da vida de quem anda na
justiça e tem a paz de CRISTO. A Bíblia mostra que a alegria é um fruto do
ESPÍRITO SANTO (Gl 5.22). Conforme nos ensinam as Escrituras, essa alegria não
está condicionada aos ambientes externos da nossa vida, mas é consequência de
uma vida cheia da presença do ESPÍRITO SANTO. A presença do SANTO ESPÍRITO
enche-nos de alegria.
SINÓPSE III -
Os que obedecem a CRISTO vivem em santidade e justiça, regidos pelo ESPÍRITO
SANTO.
Auxílio
Teológico - “O NOVO CONCERTO
Jeremias
profetizou que, num tempo futuro, DEUS faria um novo Concerto, um melhor
Concerto, com o seu povo (Jr 31.31-34, cf. Hb 8.8-12). [...] JESUS é quem
instituiu o Novo Concerto ou o Novo Testamento (ambas as ideias estão contidas
na palavra grega diatheke), e seu ministério celestial é incomparavelmente
superior ao dos sacerdotes terrenos do AT. O Novo Concerto é um acordo,
promessa, última vontade e testamento, e uma declaração do propósito divino em
outorgar graça e bênção àqueles que se chegam ao Senhor mediante a fé
obediente.
[...]
Estabelecido o Novo Concerto em CRISTO, o Antigo Concerto se tornou obsoleto
(8.13). Não obstante, o Novo Concerto não invalida a totalidade das Escrituras
do Antigo Testamento, mas apenas as do pacto mosaico, pelo qual a salvação era
obtida mediante a obediência à Lei e ao seu sistema de sacrifícios. O Antigo
Testamento não está abolido; boa parte de sua revelação aponta para CRISTO
[...], e por ser a inspirada Palavra de DEUS, é útil para ensinar, repreender,
corrigir e instruir na retidão” (Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1995,
pp.1910-1911).
CONCLUSÃO
Nesta
lição, estudamos a respeito da obediência como relacionamento com DEUS tanto na
perspectiva do Antigo Testamento quanto do Novo. Vimos que, a despeito do Novo
Pacto ter superado o Antigo, o princípio da obediência a DEUS e à sua Palavra
permanece o mesmo. Dessa forma, há promessas de justiça, paz e alegria no
ESPÍRITO SANTO para quem obedece aos mandamentos do Senhor JESUS. São promessas
condicionadas à nossa obediência a CRISTO.
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NA ÍNTEGRA COMO NA REVISTA DO 4º TRIMESTRE DE 2026
Escrita Lição 7, CPAD,
As
Maldições e as Bênçãos da Aliança, 4Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
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ESBOÇO DA LIÇÃO
I – AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- A natureza bíblica da obediência
2- A condição para desfrutar das promessas divinas
3- O equívoco da teologia da prosperidade
II – AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- O contraste: da bênção à maldição
2- As maldições nas dimensões da vida pessoal, social e
espiritual
3- As bênçãos devem conduzir à comunhão com DEUS
III – A NOVA ALIANÇA: NATUREZA, BÊNÇÃOS E RESPONSABILIDADE
1- A natureza da Nova Aliança
2- As bênçãos espirituais da Nova Aliança
3- O perigo da desobediência à Nova Aliança
TEXTO ÁUREO
“E
será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos
os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te exaltará
sobre todas as nações da terra.” (Dt 28.1)
VERDADE PRÁTICA
A
obediência à voz de Deus revela amor e fé, conduz às bênçãos da aliança em
Cristo e preserva nossa comunhão com Ele.
LEITURA DIÁRIA
Segunda
– Dt 28.1; Rm 10.17 Obediência: ouvir a Deus com o coração
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das
promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a
Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da
graça divina
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das
promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a
Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da
graça divina
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das
promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a
Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da
graça divina
Hinos Sugeridos: 126, 175 e 258 da Harpa Cristã
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Deuteronômio 28.1-6, 15-19
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar
todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te
exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre
ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás
tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o
fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e
os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 –
Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não
cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te
ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 –
Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e
a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra,
e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás
ao entrares e maldito serás ao saíres.
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar
todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te
exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre
ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás
tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o
fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e
os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 –
Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não
cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te
ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 –
Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e
a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra,
e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás
ao entrares e maldito serás ao saíres.
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar
todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te
exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre
ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás
tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o
fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e
os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 –
Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não
cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te
ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 –
Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e
a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra,
e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás
ao entrares e maldito serás ao saíres.
Palavra-Chave: Responsabilidade
PLANO DE AULA
1-
INTRODUÇÃO
Em Deuteronômio 28, Moisés apresenta diante de Israel duas realidades
inseparáveis da aliança: as bênçãos decorrentes da obediência e as
consequências da desobediência. O texto revela que Deus é fiel, justo e
coerente com a sua Palavra, chamando o seu povo à responsabilidade espiritual
Nesta lição, veremos que a verdadeira obediência nasce da fé e do amor a Deus,
produz comunhão com o Senhor e encontra o seu pleno significado na Nova Aliança
estabelecida em Cristo.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Esclarecer a relação entre obediência e bênçãos
na aliança divina; II) Expor as consequências espirituais e práticas da
desobediência a Deus; III) Ressaltar as bênçãos e responsabilidades da Nova
Aliança em Cristo.
B) Motivação: Nossas escolhas espirituais produzem consequências reais. Esta
lição ensina-nos sobre a importância de ouvirmos a voz de Deus e permanecermos
fiéis à sua Palavra. Por isso, devemos apresentar a obediência não como um
peso, mas como uma expressão de amor e fé que fortalece a comunhão com o Senhor
e conduz a uma vida espiritual bem-abençoada.
C) Sugestão de Método: Para aprofundar a conclusão do primeiro tópico (O
equívoco da teologia da prosperidade), escreva no quadro duas afirmações: “Deus
me abençoa porque sou fiel” e “Se sou fiel, nunca enfrentarei sofrimento”. Peça
que a classe identifique qual delas está de acordo com as Escrituras. Em
seguida, apresente exemplos bíblicos de servos fiéis que enfrentaram
dificuldades, como Jó, Paulo e os primeiros cristãos. Mostre que a verdadeira
prosperidade não consiste na ausência de problemas ou na presença de riqueza
material, mas em viver em comunhão com Deus e desfrutar das suas bênçãos
espirituais e da esperança eterna em Cristo.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
Aplicação: Deus chama o seu povo a responder à sua graça com fé e
obediência. As bênçãos da aliança revelam o cuidado divino, enquanto a
desobediência traz consequências que afetam a comunhão com o Senhor. Na Nova
Aliança, somos convidados a viver em fidelidade a Cristo. Desafie os alunos a
examinarem suas escolhas diárias e a cultivarem uma vida de obediência sincera
à Palavra de Deus.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão: Vale a pena conhecer essa revista que traz
reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas
Adultos. Na edição 107, p.39, você encontrará um subsídio especial para esta
lição.
B) Auxílios Especiais: Ao fim do tópico, você encontrará auxílios que darão
suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “Se Obedecerdes Plenamente”,
localizado após o primeiro tópico, auxilia na reflexão sobre as bênçãos
decorrentes da obediência e da fidelidade à Aliança; 2) O texto “O que
Realmente Aconteceu?”, localizado ao fim do segundo tópico, contribui para a
compreensão das consequências da desobediência e do cumprimento das
advertências divinas ao longo da história de Israel.
INTRODUÇÃO
Iniciaremos nesta lição o estudo do
terceiro grande discurso de Moisés e veremos que a aliança firmada por Deus com
Israel em Horebe e reafirmada em Moabe envolve promessas condicionais (Dt
29.1). A obediência conduz às bênçãos, enquanto a desobediência traria
maldições (Dt 28). Tal princípio revela o caráter justo e fiel de Deus, que
requer responsabilidade do seu povo.
I – AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- A natureza bíblica da obediência
Do hebraico shâma’, obedecer expressa a
união entre ouvir e acatar, sendo resposta de fé à Palavra (Dt 28.1). Não se
trata de mera audição, mas um ouvir do coração (Dt 6.4), que implica prontidão,
reverência e submissão como expressão da aliança (Dt 11.13-14; 30.20). No
grego, hypakoú indica submissão após ouvir (Rm 1.5; Hb 5.9). Assim, o conceito
bíblico de ouvir vai além da simples audição, pois envolve acolher a Palavra de
Deus e responder-lhe com obediência (Jr 42.6; Rm 6.16-17).
2- A condição para desfrutar das
promessas divinas
O texto é claro: “Se ouvires a voz do
SENHOR, teu Deus” (Dt 28.1). A conjunção hebraica ’im estabelece condição: as
bênçãos dependem da obediência e são manifestas quando ouvimos e guardamos a
Palavra (Sl 1.1-3; 19.7-11; 119.1-2, 33-35). Essas bênçãos não procedem de
ritos ou práticas humanas, mas da submissão ao Senhor (1 Sm 15.22). Essa
exigência era central no pacto mosaico. No Novo Testamento, embora a salvação
seja pela graça, a vivência das bênçãos espirituais requer obediência (Jo
14.15). Elas abrangem toda a vida (Dt 28.2-6) e revelam o cuidado e a justiça
de Deus (Ef 1.3; Mt 6.33).
3- O equívoco da teologia da
prosperidade
Jamais se deve utilizar Deuteronômio 28
para sustentar a teologia da prosperidade. Esse texto pertence ao contexto do
pacto mosaico, em que as bênçãos materiais, territoriais e sociais estavam
condicionadas à obediência coletiva de Israel em uma realidade teocrática. Não
se trata de promessas individuais nem de garantias automáticas. A teologia da
prosperidade ignora o contexto e a mudança da aliança (Hb 8.6), além de
contrariar o ensino de Jesus e dos apóstolos sobre sofrimentos e privações (Mt
5.11,12; 2Co 6.10; Fp 4.12). A verdadeira prosperidade está em viver o Reino de
Deus (Mt 6.33) com esperança eterna (1 Pe 1.4).
SINOPSE I - A obediência à Palavra conduz às bênçãos e honra a aliança
com Deus.
AMPLIANDO O CONHECIMENTO
“BÊNÇÃO
E MALDIÇÃO.
As bênçãos e as maldições nas Escrituras são fundamentadas em uma cosmovisão
que entende que o Deus soberano é o ministrador final de cada uma. Deus é o
doador de bênçãos e, no fim das contas, o Juiz final que determina a retirada
ou o banimento. Ele é a fonte de toda boa dádiva (Tg 1.17) e aquele que dá
poder e força para prosperar (Dt 8.17)” (Amplie mais seu conhecimento
consultando o Dicionário Bíblico Baker, editado pela CPAD, p.79).
AUXÍLIO DEVOCIONAL - “SE OBEDECERES PLENAMENTE”
(Dt 28.1-14). As bênçãos prometidas a Israel por causa da sua obediência
estavam dirigidas à prosperidade e segurança dentro da Terra Prometida. O
cristão dispõe de um compromisso semelhante da parte de Deus, e somos
informados de que, além disso, Deus ‘nos abençoou com todas as bênçãos
espirituais nos lugares celestiais em Cristo’ (Ef 1.3). As bênçãos espirituais
nos garantem a amável presença de Deus em nossa vida, e que ‘todas as coisas
contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são
chamados por seu decreto’ (Rm 8.28)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário
Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.124).
(Dt 28.1-14). As bênçãos prometidas a Israel por causa da sua obediência
estavam dirigidas à prosperidade e segurança dentro da Terra Prometida. O
cristão dispõe de um compromisso semelhante da parte de Deus, e somos
informados de que, além disso, Deus ‘nos abençoou com todas as bênçãos
espirituais nos lugares celestiais em Cristo’ (Ef 1.3). As bênçãos espirituais
nos garantem a amável presença de Deus em nossa vida, e que ‘todas as coisas
contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são
chamados por seu decreto’ (Rm 8.28)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário
Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.124).
(Dt 28.1-14). As bênçãos prometidas a Israel por causa da sua obediência
estavam dirigidas à prosperidade e segurança dentro da Terra Prometida. O
cristão dispõe de um compromisso semelhante da parte de Deus, e somos
informados de que, além disso, Deus ‘nos abençoou com todas as bênçãos
espirituais nos lugares celestiais em Cristo’ (Ef 1.3). As bênçãos espirituais
nos garantem a amável presença de Deus em nossa vida, e que ‘todas as coisas
contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são
chamados por seu decreto’ (Rm 8.28)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário
Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.124).
II – AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA
NA ALIANÇA
1- O contraste: da bênção à maldição
Do versículo 1 ao 14, destacam-se as
bênçãos da obediência; e do 15 ao 68, as maldições da desobediência. A
expressão “Se não deres ouvidos” (Dt 28.15) traz a condição negativa (hb.
‘imlo’) e indica juízo pela rejeição deliberada (Êx 19.5; Lv 26.14,15). Não se
trata de rigor arbitrário, mas de consequência da rebeldia. O cristão, contudo,
não deve ler esse texto de modo legalista, mas compreender que o pecado
consciente gera consequências (1 Sm 15.22; Mt 7.21).
2- As maldições nas dimensões da vida
pessoal, social e espiritual
A desobediência inverte o cenário: em
vez de bênçãos, maldições (Dt 28.15-19). O que era favor nas áreas material,
social e espiritual torna-se juízo pela quebra da aliança. Entre as
consequências, estão derrota, opressão, vergonha e fome. No âmbito pessoal,
afeta o cotidiano, a casa e o trabalho (Dt 28.16,17); no social, gera conflitos
e falta de paz (Dt 28.19); e, no espiritual, rompe a comunhão com Deus (Is
59.2) e produz esterilidade (Jo 15.5,6).
3- As bênçãos devem conduzir à comunhão
com DEUS
Deus é a fonte de toda bênção e colocou
diante do povo as opções bênção e maldição (Dt 11.26). Dessa maneira, a
obediência preserva a aliança, e a rebeldia transforma bênçãos em juízo (Ml
2.2). As bênçãos devem conduzir à comunhão com Deus, não à idolatria (Dt
8.10-17). A prosperidade material, portanto, não pode ser vista como sinal
absoluto da aprovação divina (Mc 8.36). Sem amor e temor ao Senhor, até o que é
bom pode afastar o coração da verdadeira fé.
SINOPSE II - A desobediência rompe a comunhão com Deus e produz sérias
consequências.
AUXÍLIO TEOLÓGICO - “O QUE REALMENTE ACONTECEU?
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel
dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi
subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série
de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca
de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras
estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente
arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria
nacional.
A terrível perseguição sofrida pelos judeus, culminando no holocausto nazista
dos anos 30 e 40, acrescentou seu testemunho às antigas palavras de Moisés: ‘E
nem ainda entre as nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; mas
o Senhor, ali, te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio
de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de
noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida’.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés
mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade”
(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a
Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel
dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi
subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série
de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca
de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras
estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente
arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria
nacional.
A terrível perseguição sofrida pelos judeus, culminando no holocausto nazista
dos anos 30 e 40, acrescentou seu testemunho às antigas palavras de Moisés: ‘E
nem ainda entre as nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; mas
o Senhor, ali, te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio
de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de
noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida’.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés
mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade”
(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a
Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel
dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi
subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série
de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca
de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras
estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente
arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria
nacional.
A terrível perseguição sofrida pelos judeus, culminando no holocausto nazista
dos anos 30 e 40, acrescentou seu testemunho às antigas palavras de Moisés: ‘E
nem ainda entre as nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; mas
o Senhor, ali, te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio
de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de
noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida’.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés
mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade”
(RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a
Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
III – A NOVA ALIANÇA: NATUREZA, BÊNÇÃOS
E RESPONSABILIDADE
1- A natureza da Nova Aliança
Para compreender a Nova Aliança, é
necessário entender a Antiga, pois é nela que se inicia o plano da salvação,
cumprido em Cristo (Mt 19.17). A Nova Aliança cumpre a anterior, baseada em
leis externas, sendo agora estabelecida por Deus em Cristo, mediante o seu
sangue (Jr 31.31; Lc 22.20; Hb 8.8). Prometida em Jeremias, tem Cristo como
mediador, sendo inaugurada na sua morte, confirmada na ressurreição e na vinda
do Espírito (Hb 9.16; At 2). Não se fundamenta na letra, mas na obediência (Hb
8.10), trazendo salvação (Hb 5.9) e exigindo fé e submissão.
2- As bênçãos espirituais da Nova
Aliança
A Antiga e a Nova Aliança estão
conectadas pela revelação progressiva: a primeira prepara, e a segunda cumpre
(Mt 5.17), sendo sombra e realidade (Hb 10.1). A Antiga teve função pedagógica
(Gl 3.24,25), mas foi temporária; já a Nova, firmada no sangue de Cristo, é
perfeita e eterna (Hb 8.13). Por isso, esta é superior em promessas, sacrifício
e mediação (Hb 8.6). Fundada na graça e no sangue de Jesus (Jo 1.29), ela chama
à obediência pela fé. Nessa Nova Aliança, há perdão e transformação (Hb
10.16,17), o que garante ao crente bênçãos espirituais, paz, justificação e
esperança eterna (Ef 1.3; Rm 5.1-5).
3- O perigo da desobediência à Nova
Aliança
O escritor aos Hebreus alerta quanto ao
perigo de desprezar a graça de Deus, o que resulta em juízo (Hb 10.26,27). A
graça não anula a justiça; Deus permanece santo, e colhemos o que semeamos (Gl
6.7). Trata-se da desobediência deliberada mesmo após conhecer a verdade (Hb
10.26). A salvação custou o sangue de Cristo (Ef 2.8,9), e rejeitá-la é o mesmo
que desprezar a cruz (Hb 10.29). Tal atitude conduz à apostasia, o que rompe
com a comunhão com Deus (Is 59.2; Jo 15.6) e resulta em condenação (Ap 21.8). Devemos,
portanto, viver em vigilância e fidelidade.
SINOPSE III - A Nova Aliança oferece bênçãos
espirituais e requer fé, vigilância e fidelidade.
CONCLUSÃO
Na Antiga Aliança, as bênçãos para
Israel estavam condicionadas à obediência e fidelidade (Dt 28); a sua quebra
resultava em maldições. A Nova Aliança, firmada no sangue de Cristo, enfatiza
as bênçãos espirituais. Para desfrutá-las, o cristão deve responder com fé e
obediência; desprezá-la implica juízo divino.
REVISANDO O CONTEÚDO
1- O que a palavra “obedecer” expressa?
Do hebraico
shâma’, obedecer expressa a união entre ouvir e acatar, sendo resposta de fé à
Palavra (Dt 28.1).
2- Segundo a lição, o que a vivência das bênçãos espirituais requer na vida
do crente e qual a abrangência dessas bênçãos?
No Novo Testamento, embora a salvação seja pela graça, a vivência das
bênçãos espirituais requer obediência (Jo 14.15). Elas abrangem toda a vida (Dt
28.2-6) e revelam o cuidado e a justiça de Deus (Ef 1.3; Mt 6.33).
3- O que a expressão “Se não deres ouvidos” traz como condição?
A expressão “Se não deres ouvidos” (Dt 28.15) traz a condição negativa (hb.
’im lo’) e indica juízo pela rejeição deliberada (Êx 19.5; Lv 26.14,15). Não se
trata de rigor arbitrário, mas consequência da rebeldia.
4- Segundo a lição, Deus é a fonte de quê? E que escolha Ele colocou diante
do povo?
Deus é a fonte de toda bênção e colocou diante do povo a escolha entre a
bênção e a maldição (Dt 11.26).
5- O que é necessário para compreender a Nova Aliança?
Para compreender a Nova Aliança, é necessário entender a Antiga, pois nela
inicia-se o plano da salvação, cumprido em Cristo (Mt 9.17).
Bibliografia: A Bíblia Explicada, S.E.Mcnair;
Conhecendo as Doutrinas Bíblicas, Myer Pearlman;
Bíblia de Estudo Pentecostal, Apostila FAETEL
módulo VI
PFEIFFER .Charles F. Dicionário
Bíblico Wycliffe. Editora CPAD.
https://ebdnatv.blogspot.com/2022/01/estudo-alianca-de-sangue-pr-henrique.html
Revistas EBD - CPAD
O CONCERTO DO SINAI.
Aliança Mosaica ou do Sinai.
Nesta aliança vemos o surgimento de um novo fator, de uma forma particular. A aliança Abraâmica era muito simples e direta, a Mosaica, mesmo sendo direta, era muito mais complexa, empregava a forma contemporânea das alianças de suserania e vassalagem em voga no antigo Oriente, onde o grande senhor ou suserano ditava um acordo para os seus vassalos ou servos. Um recente estudo dos tratados ou alianças hititas da metade do segundo milênio a. C., revelou que existia uma forma paralela entre estas e a aliança de DEUS com Israel, e cada uma continha seis elementos.
(1) Um preâmbulo: "Eu sou o Senhor, teu DEUS" (Ex 20.2a), identificava o autor da aliança, e correspondia a cada introdução como "Estas são as palavras do filho de Mursilis, o grande rei, e rei da terra de Hati, o valente, o filho favorito do deus do trovão etc..." (ANET, p. 203).
(2) Um prólogo histórico: "...que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão" (Êx 20.2). Em Deuteronômio, que é a segunda dádiva da aliança e da lei, o prólogo histórico se expandia amplamente a fim de abranger o modo como DEUS levou Israel pelo deserto até aos limites da terra prometida (Dt 1.6-4.49). Moisés está repetindo e expandindo a aliança dada no Sinai, para atualizá-la e preparar Israel para a entrada na terra prometida. Nas alianças hititas, o suserano dominador lembrava ao governante vassalo (o governante subjugado) os benefícios que ele desfrutara até o momento como vassalo de seu reino, como a base para a sua gratidão e obediência futura.
(3) As estipulações ou obrigações exclusivas da aliança: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura..."Não te encurvarás a elas nem as servirás" (Êx 20.3-5). Uma típica aliança hitita foi registrada da seguinte forma: "Mas tu, Duppi-Tessub permaneça leal ao rei da terra de Hati... Não volte os seus olhos para mais ninguém" (ANET, p. 204). Em sua primeira forma em Êxodo 20, a aliança começa com os Dez Mandamentos e continua ao longo de Êxodo 31. Em Deuteronômio, ela começa com a lei no cap. 5 e continua pelo cap. 26.
(4) Sanções, a saber, bênçãos e maldições que acompanham a manutenção ou o rompimento da aliança. Em sua primeira promulgação no Êxodo, estas sanções estão vinculadas, na aliança Mosaica, aos Dez Mandamentos; por exemplo: "Visito a maldade... e faço misericórdia" (Êx 20.5,6); e, "Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra" (Êx 20.12). Além disso, mais sanções e advertências são dadas com a promessa de direção e proteção pela presença de DEUS (Êx 23.20-33; para mais bênçãos e maldições, veja Levítico 26). Mas em Deuteronômio há dois capítulos de bênçãos e maldições que devem ser lidos publicamente e expostos na cerimónia de renovação da aliança (27 e 28), seguidos pela conhecida aliança Palestina (29-30). Bênçãos e maldições também eram escritas nos tratados da Ásia ocidental. A confirmação bíblica ou a certeza de que uma promessa seria mantida era um juramento ou ainda a morte daquele que fez a aliança. "Os termos juramento e aliança são sempre usados como sinônimos no AT, assim como os termos juramento e tratado nos textos extrabíblicos" esta é a conclusão de Gene M. Tucker ("Covenant Forms and Contract Forms", VT, XV [1965], p. 497). Uma aliança no AT era, em sua essência, um juramento, um acordo solene. DEUS confirmou a aliança Mosaica através de um juramento mencionado em Deuteronômio 29.12ss. O juramento... "que o Senhor, teu DEUS, hoje faz contigo" (cf. Dt 32.40; Ez 16.8; Nm 10.29). As partes que faziam a aliança deveriam se tornar como os mortos, de maneira que não poderiam mais mudar de ideia e revogá-la, assim como os mortos também não poderiam fazer (Gn 15.8-18; Hb 9.16,17). Assim, o sangue dos animais substitutos sacrificados era espargido na cerimónia de ratificação da aliança, para representar a "morte" das partes (Êx 24.3-8). Os tratados hititas comuns na época de Moisés não tinham como característica um juramento por parte do suserano; ao invés disso, eles enfatizavam o juramento de lealdade por parte do vassalo.
(5) Testemunhas: Os tratados hititas apelavam para uma longa lista de divindades como testemunhas dos documentos. No Sinai e em outras alianças bíblicas, os deuses pagãos eram obviamente excluídos. Ao invés disso, memoriais de pedra podiam ser uma testemunha (Êx 24.4; cf. Js 24.27); os céus e a terra eram convocados como testemunhas (Dt 30.19; 31.28; 32.1; cf. 4.26); o livro da lei (ou o rolo da lei) era depositado ao lado da arca com a finalidade de ser uma testemunha (Dt 31.26); e o próprio cântico de Moisés lembraria ao povo os votos que fizeram por ocasião da aliança (Dt 31.30-32.47). Na cerimónia de renovação da aliança no final da vida de Josué, o próprio povo atuou como testemunha (Js 24.22).
(6) A perpetuação da aliança. Esta podia ser vista no cuidado pela segurança dos documentos do tratado, que no caso dos pagãos eram geralmente depositados perante ou sob um deus pagão de uma nação que fazia parte do tratado. Esta atitude poderia ser contrastada com as tábuas da aliança Mosaica, colocadas dentro da arca da aliança em Israel (Êx 25.16,21; 40.20; Dt 10.2). As alianças hititas e a aliança Mosaica eram lidas periodicamente em público, e as crianças eram nelas instruídas. A lei era registrada em pedras caiadas (Dt 27.4), e lida em voz alta durante as cerimônias, como aconteceu quando as bênçãos e maldições foram pronunciadas (estando a metade de Israel no Monte Ebal e a outra metade no Monte Gerizim), depois de terem entrado na terra prometida (Dt 27.9ss.; Js 8.30-35). A lei era lida integralmente e publicamente a cada sete anos na Festa dos Tabernáculos (Dt 31.9-13). Chegou-se a várias conclusões importantes como resultado da comparação da aliança Mosaica com os antigos tratados de suserania daquela época:
(a) DEUS falou a Israel de uma forma conveniente ao seu propósito, mas que também fosse familiar ao povo daquela época. Alguns dos detalhes mais apurados da forma até mesmo provam que a aliança Mosaica deve ter sido estabelecida antes de 1200 a.C, porque os tratados aramaicos e assírios do primeiro milênio a. C. não possuem vários dos elementos característicos comuns aos hititas e à aliança do Sinai (veja Meredith G. Kline, The Treaty of the Great King, p. 42ss.).
(6) A forma particular da aliança hitita em Deuteronômio nos leva a ver que a ênfase é maior no significado da aliança do que em seu significado legal, (c) Estudos mostram que as duas tábuas da lei não eram duas pedras com quatro mandamentos na primeira e seis na segunda, mas duas cópias de pedra do mesmo tratado ou aliança: uma para DEUS - mantida na arca - e outra para Israel. O mesmo acontecia em todos os tratados hititas e assírios: duas cópias eram feitas, uma para o rei do suserano e outra para o rei do vassalo. Certas diferenças importantes, não devem, entretanto, passar despercebidas. A Aliança Mosaica, como feita por DEUS, baseava-se no amor e na graça e não simplesmente em poder. Além disso, ela tinha como objetivo a salvação dos eleitos de DEUS, e não a mera submissão e obediência. Voltando ao significado e à importância espiritual dessa aliança, podemos concluir que o elemento condicional é prioritário em relação ao elemento incondicional. Será que está sendo ensinada a expressão "faze isso e viverás" (cf. Lc 10.28) no sentido de que a vida eterna para o crente do AT dependia de se guardar a lei de DEUS? Se fosse, as obras seriam de valor meritório até que viesse a cruz! Ou será que DEUS queria dizer que deveriam viver à luz da lei? O Senhor JESUS CRISTO, no Sermão do Monte, ensinou esta segunda visão quando expôs vários mandamentos e disse: "Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus" (Mt 5.48). Ele aplicou a lei com o propósito da contínua santificação do crente e não para a sua justificação. Em Levítico 18.5 é feita a mesma aplicação da lei: "Os meus estatutos e os meus juízos guardareis; os quais, fazendo-os o homem, viverá por eles" (ou seja, naquele âmbito). Quando vemos que esta aliança começa com a graça: "Eu sou o Senhor, teu DEUS, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão" (Êx.20.2), e acrescentamos a isto uma consideração dos fatos descritos acima, somos levados a vê-la como uma aliança cheia de graça. A aliança Mosaica, então, torna-se tanto um aio que tem a função de nos trazer a CRISTO, onde todos os tipos de aliança apontam para ele, como um padrão para guiar o comportamento dos crentes do AT e dos cristãos.
PFEIFFER .Charles F. Dicionário Bíblico Wycliffe. Editora CPAD. pag. 61-64.
A Aliança de DEUS Conosco por Intermédio de CRISTO é Indestrutível e Eterna
“Não violarei a minha aliança nem modificarei as promessas dos meus lábios”. Sl.89.34
DEUS onipotente, Criador, o Alfa e o ômega, firmou uma aliança eterna conosco! Tudo de que precisamos – redenção, força, saúde, prosperidade – foi previsto, providenciado e garantido nessa aliança PODEROSA E INDESTRUTÍVEL.
Para entender com clareza esse pacto, você precisa compreender plenamente o tipo de aliança que DEUS fez conosco e o que significa firmar uma aliança.
A palavra hebraica para aliança é extraída da raiz brith, que significa “ligar”. O termo usado junto a essa palavra no contexto da aliança é karath, que quer dizer “cortar”. Refere-se ao corte cerimonial dos animais do sacrifício, que faz parte do ritual da aliança. Isso na verdade apontava para o sacrifício de sangue – a expiação no Antigo Testamento – que selava a Aliança.
A palavra grega para “aliança” significa “um contrato”, “um testamento”. No novo Testamento, a mesma palavra usada para “aliança” é usada para “testamento”. Colocando de maneira bem simples, a nossa aliança com DEUS é o “TÍTULO DE PROPRIEDADE” de nossa herança. É um contrato, um acordo com implicação legal entre DEUS e nós. Várias formas de “cortar uma aliança” eram praticadas na antiguidade. E, em algumas partes do mundo, ainda são observadas. Embora essas várias maneiras de estabelecer uma aliança sejam formas corrompidas do conceito original de DEUS, elas nos permitem uma compreensão mais profunda da extensão da aliança que Ele fez conosco.
As alianças entre DEUS e o homem contêm basicamente os seguintes elementos:
Uma declaração dos termos e das promessas do acordo;
Um juramento, de cada parte, de que os termos do acordo serão observados;
Uma maldição sobre a parte que romper o acordo;
O “selo” da aliança por algum ato externo, como o sacrifício de sangue – o seu derramamento sobre as partes envolvidas ou uma refeição sacrifical.
Você deve conhecer os seus direitos relativos à aliança, para que possa posicionar-se e enfrentar o inimigo com autoridade e poder.
DEUS falou por meio de Isaías: “‘Embora os montes sejam sacudidos e as colinas sejam removidas, ainda assim a minha fidelidade para com você não será abalada, nem será removida a minha aliança de paz’, diz o Senhor, que tem compaixão de você”. Is.54.10.
https://andrekerigma.wordpress.com/estudos/a-alianca-de-deus-conosco-por-intermedio-de-cristo-e-indestrutivel-e-eterna/
ALIANÇA - DICIONÁRIO Wycliffe
Embora esta palavra não apareça nas versões KJV e ASV em inglês, aparece quatro vezes na versão RSV. O seu significado básico deriva do substantivo hebraico berit, que significa “associação”, “confederação”, ‘liga”; e dos verbos hatan, que significa “afinidade”, “unir em casamento”; e nuah, que significa “estar despreocupado”, “estar aliado”; e do substantivo qesher, que normalmente tem o sentido negativo de “conspiração”, “traição”.
A primeira aliança descrita nas Escrituras foi entre Abraão e os amorreus Manre, Escol e Aner. Eles uniram suas forças por tempo suficiente para libertar Ló daqueles que o mantiveram cativo (Gn 14.13-24). Abrão fez uma aliança ainda mais duradoura com Abimeleque em Berseba (Gn 21.22-32), como também Isaque fez posteriormente (Gn 26.26-31). Não houve nenhuma proibição ou estigma contra essas primeiras alianças; porém mais tarde a lei mosaica repetidamente proibia alianças com estrangeiros, em particular com os cananeus. A proibição contra alianças com os cananeus se baseava principalmente em questões religiosas. A nação recém formada era ainda muito fraca para resistir às tentações da adoração ao sexo praticada por Canaã, então DEUS, por meio de Moisés, procurou isolar Israel. Os altares, templos e imagens pagãos foram destruídos para que os jovens não fossem enganados pelos adoradores de Baal (Êx 23.32,33; 34.12,13). Para proteger os israelitas ainda mais contra essa corrupção, o casamento com estrangeiros foi proibido, para que não houvesse corrupção do israelita pelo adorador pagão através do casamento (Dt 7.2-4). Depois da conquista, quando Israel desobedeceu, a razão do julgamento de DEUS sobre eles tinha raízes na violação da proibição por parte de Israel (Jz 2.2).
Além da aliança com os homens de Gibeão, com artimanhas concluídas com Josué, não houve ligações oficiais com outras nações até os tempos de Salomão. Davi tinha relações amistosas, baseadas em alianças pessoais, com os reis de Moabe, Amom, Gate e Hamate; mas parece que Salomão foi o primeiro a estabelecer uma aliança internacional com uma nação estrangeira. Isto foi feito com Hirão de Tiro, em relação à construção do Templo e às operações da frota no Mar Vermelho e no Oceano Índico (1 Rs 5.1-18; 9.26-28), A completa implicação desta aliança não veio à tona até o casamento de Acabe com Jezabel, filha de um rei de Tiro. A adoração a Baal imediatamente tomou conta da vida religiosa de Israel, mas foi vigorosamente combatida por Elias, Eliseu e Jeú, Judá sentiu alguns maus resultados desse casamento quando a filha de Jezabel, Atalia, tornou-se rainha de Judá,
Nas disputas triangulares entre Israel, Judá e Síria foram feitas diversas alianças. Em uma ocasião, Asa de Judá obteve a ajuda de Ben-Hadade da Síria contra Baasa de Israel (1 Rs 15.18,19; 2 Cr 16.3). Mais tarde, Acabe de Israel ganhou o auxílio de Josafá de Judá contra a Síria (1 Rs 22; 2 Cr 18.1). Depois da morte de Acabe, Acazias de Israel procurou unir-se a Josafá no estabelecimento de uma frota mercante, mas DEUS não se agradou com isso e a frota foi destruída (2 Cr 20.35-37). No tempo de Isaías, Rezim da Síria e Peca de Israel se uniram contra Judá, mas Acaz de Judá conseguiu comprar a ajuda da Assíria, que rapidamente destruiu a Síria, reduziu Israel à condição de sua partidária, e finalmente fez de Acaz um fantoche nas suas mãos (2 Rs 16.5-8). A última aliança trágica foi entre Zedequias e o Egito, que trouxe a Babilônia contra Judá e destruiu Jerusalém completamente (Jr 37.1-8; Ez 17.15-17).
Em hebraico, uma “aliança״ é determinada pelo termo berit, e berit karat significa “fazer (lit., ‘cortar’ ou ‘lapidar’) uma aliança”. Em grego o termo é diatheke (que pode significar tanto “pacto”como “último desejo e testamento”), e o verbo é diatithemi (At 3.25; Hb 8.10; 9.16; 10.16).
Uma aliança é um acordo entre duas ou mais pessoas em que quatro elementos estão presentes; partes, condições, resultados, garantias.
As alianças bíblicas são importantes como uma chave para duas grandes facetas da verdade: Soteriologia - O plano de DEUS através de JESUS CRISTO para redimir os seus eleitos, está revelado de uma maneira ampla e profunda nas sucessivas alianças.
Profecia - As alianças abraâmica, palestina, davídica e as novas alianças abrem todo o panorama relacionado à primeira e à segunda vinda de CRISTO, e o seu reinado milenar na terra. A maior parte das grandes alianças revela fatos relacionados ao sofrimento, sacrifício, governo, e reinado do Messias. A maneira como estas duas correntes de profecia deve ser interpretada determina finalmente a sua escatologia, se ela deve ser amilenial, pós-milenial, ou premilenial, A questão a ser encarada é se o método a ser aplicado a ambas correntes de profecia será o mesmo, Disto deve depender a decisão sobre a questão do milênio, e a interpretação de grande parte daquilo que está contido em cada passagem bíblica sobre escatologia.
I – A OBEDIÊNCIA NO ANTIGO TESTAMENTO
1. O Concerto de Horebe
2. O Concerto nas campinas de Moabe
3. As promessas provenientes da obediência
II – A OBEDIÊNCIA NO NOVO TESTAMENTO
1. Um Novo Concerto
2. JESUS CRISTO, o mediador
3. Obediência do Novo Concerto
III – BÊNÇÃOS PROVENIENTES DA OBEDIÊNCIA A CRISTO
1. Bênçãos espirituais
2. Justiça e Paz
3. Alegria no ESPÍRITO SANTO
Deuteronômio 29
1 - Estas são as palavras do concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em Horebe.
9 - Guardai, pois, as palavras deste concerto e cumpri-as para que prospereis em tudo quanto fizerdes.
10 - Vós todos estais hoje perante o Senhor, vosso DEUS: os cabeças de vossas tribos, vossos anciãos, os vossos oficiais, todo o homem de Israel,
11 - os vossos meninos, as vossas mulheres e o estrangeiro que está no meio do teu arraial; desde o rachador da tua lenha até ao tirador da tua água;
12 - para que entres no concerto do Senhor, teu DEUS, e no seu juramento que o Senhor, teu DEUS, hoje faz contigo.
Hebreus 8
6 - Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas.
7 - Porque, se aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo.
8 - Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto,
9 - não segundo o concerto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei, diz o Senhor.
10 - Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por DEUS, e eles me serão por povo.
11 - E não ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.
12 - Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais.
13 - Dizendo novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho e se envelhece perto está de acabar.
A Bíblia apresenta uma relação entre promessa e obediência. Ao longo das Escrituras, percebemos que a obediência é um princípio divino que não caducou no Novo Testamento. Ela continua sendo requerida por Nosso Senhor para vivermos promessas específicas de DEUS neste mundo. O DEUS que prometeu no Antigo Testamento é o mesmo que prometeu no Novo e, ao mesmo tempo, exige do seu povo obediência à sua Palavra. Entretanto, quais são os termos da obediência no Novo Concerto conforme revelado no Novo Testamento? É o que estudaremos nesta lição.
1. O Concerto de Horebe
O Concerto feito por DEUS com o povo de Israel, no deserto de Horebe (Dt 29.1; Êx 19), era uma reafirmação das promessas que Ele havia feito a Abraão e seus descendentes (Gn 12.1-3; 22.8). No deserto do Horebe (também denominado de “Sinai”) ficou patente que o concerto divino exigia santa obediência do povo para que fosse bem-sucedido entre as nações: “se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes o meu concerto, então, sereis minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha” (Êx 19.5). Pela santa obediência, o povo seria “um reino sacerdotal”, um “povo santo” (Êx 19.6). A nação de Israel deveria obedecer aos mandamentos do Senhor para viver as promessas em toda a sua peregrinação no deserto (Êx 20.1-17).
2. O Concerto nas campinas de Moabe
Muitos anos se passaram depois do Concerto de Horebe (Êx 19), e a maioria dos peregrinos havia perecido no deserto. Então, Moisés reuniu novamente o povo, agora nas campinas de Moabe, pois uma nova geração estava prestes a entrar na Terra Prometida: “Estas são as palavras do Concerto que o Senhor ordenou a Moisés, na terra de Moabe, que fizesse com os filhos de Israel, além do concerto que fizera com eles em Horebe” (Dt 29.1). A exposição básica desse Concerto pode ser vista em Deuteronômio 4 a 26.19, bem como sua ênfase nas bênçãos e maldições dos capítulos 27 a 30 do mesmo livro. Tudo nesse Concerto dependeria da fidelidade do povo de Israel aos mandamentos divinos.
3. As promessas provenientes da obediência
O Concerto de Moabe mostra uma lista de promessas que seriam proferidas no Monte Gerizim: bênçãos no campo, na cidade, na procriação, na vida doméstica, ao entrar e sair da terra (Dt 28.1-14). Em toda a área da vida dos judeus, as bênçãos divinas seriam derramadas como consequência da obediência aos mandamentos divinos estabelecidos nos concertos proferidos por Moisés. Também é verdade que as maldições seriam proferidas do Monte Ebal como consequências da desobediência aos mandamentos do Senhor (Dt 27.11-26). Portanto, no Antigo Testamento, vemos que a obediência tinha uma relação direta ao cumprimento de uma promessa na vida do povo de Israel.
“Aliança. Pacto, Concerto ou acordo (heb. berit). A palavra correspondente do NT diathêkê, definida como ‘disposição’ legal de bens pessoais. A aliança é algo que une as partes ou obriga uma parte à outra. Embora existam implicações legais associadas à aliança, o aspecto relacional da aliança é mais bem entendido como uma relação com as legalidades relacionadas. [...] Embora o tema da aliança seja menos difundido no NT, o seu significado cristológico é profundo. O NT destaca o papel messiânico significativo de CRISTO em relação às alianças”. Amplie mais o seu conhecimento, lendo o Dicionário Bíblico Baker, editado pela CPAD, pp.32-33.
“O CONCERTO DE DEUS COM OS ISRAELITAS
1) As promessas de DEUS neste concerto eram basicamente as mesmas que foram feitas a Abraão. DEUS prometeu que daria aos israelitas a terra de Canaã depois de libertá-los da escravidão no Egito (Êx 6.3-6;19.4;23.20,23) e que Ele seria o seu DEUS e os adotaria como seu povo (Êx 6.7;19.6; ver Dt 5.2).
[...] 2) [...] Depois de DEUS revelar os dez mandamentos, e muitas outras leis do Concerto, os israelitas juraram a uma só voz: ‘Todas as palavras que o SENHOR tem falado faremos’ (Êx 24.3). Sem essa promessa solene de aceitarem as normas da Lei de DEUS, o Concerto entre eles e o Senhor não teria sido confirmado.
3) Essa resolução de cumprir a Lei de DEUS continuou como uma condição prévia do Concerto. Somente pela perseverança na obediência aos mandamentos do Senhor e dos sacrifícios determinados por DEUS no Concerto é que Israel continuaria como a possessão preciosa de DEUS e igualmente continuaria a receber as suas bênçãos” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p.333).
1. Um Novo Concerto
Hebreus 8 apresenta aspectos do Antigo Concerto, mostrando o quanto eles apontam para o perfeito ministério do Senhor JESUS. Ali, vemos que o relacionamento entre DEUS e o seu povo se dava por meio de uma fé manifesta pela obediência aos mandamentos da Lei e à observação ao sistema de sacrifício do Antigo Testamento. Contudo, o profeta Jeremias profetizou que chegaria o momento em que DEUS instituiria um novo Pacto e que sua Lei se estabeleceria no interior da pessoa, isto é, no coração: “Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu DEUS, e eles serão o meu povo” (Jr 31.33; cf. Hb 8.8-12).
O Senhor JESUS é o mediador que estabelece o Novo Concerto, o Novo Pacto profetizado pelo profeta Jeremias (Hb 8.10). Em vista disso, podemos afirmar que o Novo Pacto é uma promessa de graça e amor de DEUS aos que o respondem com arrependimento e fé à oferta de Salvação. Assim, o relacionamento de obediência entre o salvo e DEUS se dá nos termos do Novo Concerto, em que o Senhor JESUS é o verdadeiro mediador (1 Tm 2.5).
Os ensinos do Novo Testamento mostram que fé e obediência andam lado a lado. Nosso Senhor ensinou: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14.15). Essa expressão “guardareis” também pode ser substituída por “obedecereis”. Isso significa que o nosso amor pelo Salvador, que foi primeiramente obediente ao Pai (Fp 2.8), não pode ser apenas de palavras, mas em atos de obediência (At 26.19). Dessa forma, podemos desfrutar de bênçãos espirituais provenientes de uma vida de obediência a DEUS e sua Palavra.
1. Bênçãos espirituais
No Novo Testamento, é o ESPÍRITO SANTO que rege a vida dos que fazem parte do Novo Concerto por meio de JESUS CRISTO mediante a fé (2 Co 3.4-6). Nesse contexto, aprendemos que uma vida de obediência a CRISTO, mediante a obra do ESPÍRITO SANTO, demanda bênçãos de natureza espiritual que abarcam todas as áreas de nossa vida: “Porque o Reino de DEUS não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO” (Rm 14.17).
Quem obedece a CRISTO vive piedosamente em sua presença e em justiça (Mt 5.6). Dessa forma, temos uma vida de retidão proveniente da fé e da obediência a CRISTO, pois fomos justificados e santificados por DEUS (1 Co 6.11). Então, a paz que excede todo o entendimento torna-se realidade em nós (Fp 4.7). É aquela paz de que o Senhor JESUS falou aos seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo 14.27). Assim, a obediência a CRISTO gera em nós justiça e paz em meio as turbulências do mundo.
3. Alegria no ESPÍRITO SANTO
A alegria proveniente de uma relação com CRISTO é a marca da vida de quem anda na justiça e tem a paz de CRISTO. A Bíblia mostra que a alegria é um fruto do ESPÍRITO SANTO (Gl 5.22). Conforme nos ensinam as Escrituras, essa alegria não está condicionada aos ambientes externos da nossa vida, mas é consequência de uma vida cheia da presença do ESPÍRITO SANTO. A presença do SANTO ESPÍRITO enche-nos de alegria.
Jeremias profetizou que, num tempo futuro, DEUS faria um novo Concerto, um melhor Concerto, com o seu povo (Jr 31.31-34, cf. Hb 8.8-12). [...] JESUS é quem instituiu o Novo Concerto ou o Novo Testamento (ambas as ideias estão contidas na palavra grega diatheke), e seu ministério celestial é incomparavelmente superior ao dos sacerdotes terrenos do AT. O Novo Concerto é um acordo, promessa, última vontade e testamento, e uma declaração do propósito divino em outorgar graça e bênção àqueles que se chegam ao Senhor mediante a fé obediente.
[...] Estabelecido o Novo Concerto em CRISTO, o Antigo Concerto se tornou obsoleto (8.13). Não obstante, o Novo Concerto não invalida a totalidade das Escrituras do Antigo Testamento, mas apenas as do pacto mosaico, pelo qual a salvação era obtida mediante a obediência à Lei e ao seu sistema de sacrifícios. O Antigo Testamento não está abolido; boa parte de sua revelação aponta para CRISTO [...], e por ser a inspirada Palavra de DEUS, é útil para ensinar, repreender, corrigir e instruir na retidão” (Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1995, pp.1910-1911).
Nesta lição, estudamos a respeito da obediência como relacionamento com DEUS tanto na perspectiva do Antigo Testamento quanto do Novo. Vimos que, a despeito do Novo Pacto ter superado o Antigo, o princípio da obediência a DEUS e à sua Palavra permanece o mesmo. Dessa forma, há promessas de justiça, paz e alegria no ESPÍRITO SANTO para quem obedece aos mandamentos do Senhor JESUS. São promessas condicionadas à nossa obediência a CRISTO.
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I – AS BÊNÇÃOS DA OBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- A natureza bíblica da obediência
3- O equívoco da teologia da prosperidade
II – AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA NA ALIANÇA
1- O contraste: da bênção à maldição
3- As bênçãos devem conduzir à comunhão com DEUS
1- A natureza da Nova Aliança
2- As bênçãos espirituais da Nova Aliança
“E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra.” (Dt 28.1)
A obediência à voz de Deus revela amor e fé, conduz às bênçãos da aliança em Cristo e preserva nossa comunhão com Ele.
Segunda – Dt 28.1; Rm 10.17 Obediência: ouvir a Deus com o coração
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da graça divina
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da graça divina
Terça – Dt 6.4; Rm 6.16,17 Ouvir e obedecer: a resposta de fé à Palavra
Quarta – Dt 28.1; 1 Sm 15.22 Obediência: condição para desfrutar das promessas
Quinta – Dt 28.15; Gl 6.7,8 Desobediência: consequências da rejeição a Deus
Sexta – Dt 28.16,17; Is 59.2 O pecado rompe a comunhão com Deus
Sábado – Dt 11.26; Hb 10.26,27 Escolha e responsabilidade diante da graça divina
Hinos Sugeridos: 126, 175 e 258 da Harpa Cristã
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 – Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 – Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás ao entrares e maldito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 – Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás ao entrares e maldito serás ao saíres.
1 – E será que, se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o SENHOR, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra. 2 – E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR, teu Deus: 3 – Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo. 4 – Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 5 – Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. 6 – Bendito serás ao entrares e bendito serás ao saíres.
15 – Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, para não cuidares em fazer todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então, sobre ti virão todas estas maldições e te alcançarão:16 – Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo. 17 – Maldito o teu cesto e a tua amassadeira. 18 – Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e a criação das tuas vacas, e os rebanhos das tuas ovelhas. 19 – Maldito serás ao entrares e maldito serás ao saíres.
1- INTRODUÇÃO
Em Deuteronômio 28, Moisés apresenta diante de Israel duas realidades inseparáveis da aliança: as bênçãos decorrentes da obediência e as consequências da desobediência. O texto revela que Deus é fiel, justo e coerente com a sua Palavra, chamando o seu povo à responsabilidade espiritual Nesta lição, veremos que a verdadeira obediência nasce da fé e do amor a Deus, produz comunhão com o Senhor e encontra o seu pleno significado na Nova Aliança estabelecida em Cristo.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Esclarecer a relação entre obediência e bênçãos na aliança divina; II) Expor as consequências espirituais e práticas da desobediência a Deus; III) Ressaltar as bênçãos e responsabilidades da Nova Aliança em Cristo.
B) Motivação: Nossas escolhas espirituais produzem consequências reais. Esta lição ensina-nos sobre a importância de ouvirmos a voz de Deus e permanecermos fiéis à sua Palavra. Por isso, devemos apresentar a obediência não como um peso, mas como uma expressão de amor e fé que fortalece a comunhão com o Senhor e conduz a uma vida espiritual bem-abençoada.
C) Sugestão de Método: Para aprofundar a conclusão do primeiro tópico (O equívoco da teologia da prosperidade), escreva no quadro duas afirmações: “Deus me abençoa porque sou fiel” e “Se sou fiel, nunca enfrentarei sofrimento”. Peça que a classe identifique qual delas está de acordo com as Escrituras. Em seguida, apresente exemplos bíblicos de servos fiéis que enfrentaram dificuldades, como Jó, Paulo e os primeiros cristãos. Mostre que a verdadeira prosperidade não consiste na ausência de problemas ou na presença de riqueza material, mas em viver em comunhão com Deus e desfrutar das suas bênçãos espirituais e da esperança eterna em Cristo.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
Aplicação: Deus chama o seu povo a responder à sua graça com fé e obediência. As bênçãos da aliança revelam o cuidado divino, enquanto a desobediência traz consequências que afetam a comunhão com o Senhor. Na Nova Aliança, somos convidados a viver em fidelidade a Cristo. Desafie os alunos a examinarem suas escolhas diárias e a cultivarem uma vida de obediência sincera à Palavra de Deus.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão: Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 107, p.39, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao fim do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “Se Obedecerdes Plenamente”, localizado após o primeiro tópico, auxilia na reflexão sobre as bênçãos decorrentes da obediência e da fidelidade à Aliança; 2) O texto “O que Realmente Aconteceu?”, localizado ao fim do segundo tópico, contribui para a compreensão das consequências da desobediência e do cumprimento das advertências divinas ao longo da história de Israel.
Iniciaremos nesta lição o estudo do terceiro grande discurso de Moisés e veremos que a aliança firmada por Deus com Israel em Horebe e reafirmada em Moabe envolve promessas condicionais (Dt 29.1). A obediência conduz às bênçãos, enquanto a desobediência traria maldições (Dt 28). Tal princípio revela o caráter justo e fiel de Deus, que requer responsabilidade do seu povo.
1- A natureza bíblica da obediência
O texto é claro: “Se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus” (Dt 28.1). A conjunção hebraica ’im estabelece condição: as bênçãos dependem da obediência e são manifestas quando ouvimos e guardamos a Palavra (Sl 1.1-3; 19.7-11; 119.1-2, 33-35). Essas bênçãos não procedem de ritos ou práticas humanas, mas da submissão ao Senhor (1 Sm 15.22). Essa exigência era central no pacto mosaico. No Novo Testamento, embora a salvação seja pela graça, a vivência das bênçãos espirituais requer obediência (Jo 14.15). Elas abrangem toda a vida (Dt 28.2-6) e revelam o cuidado e a justiça de Deus (Ef 1.3; Mt 6.33).
Jamais se deve utilizar Deuteronômio 28 para sustentar a teologia da prosperidade. Esse texto pertence ao contexto do pacto mosaico, em que as bênçãos materiais, territoriais e sociais estavam condicionadas à obediência coletiva de Israel em uma realidade teocrática. Não se trata de promessas individuais nem de garantias automáticas. A teologia da prosperidade ignora o contexto e a mudança da aliança (Hb 8.6), além de contrariar o ensino de Jesus e dos apóstolos sobre sofrimentos e privações (Mt 5.11,12; 2Co 6.10; Fp 4.12). A verdadeira prosperidade está em viver o Reino de Deus (Mt 6.33) com esperança eterna (1 Pe 1.4).
“BÊNÇÃO E MALDIÇÃO.
As bênçãos e as maldições nas Escrituras são fundamentadas em uma cosmovisão que entende que o Deus soberano é o ministrador final de cada uma. Deus é o doador de bênçãos e, no fim das contas, o Juiz final que determina a retirada ou o banimento. Ele é a fonte de toda boa dádiva (Tg 1.17) e aquele que dá poder e força para prosperar (Dt 8.17)” (Amplie mais seu conhecimento consultando o Dicionário Bíblico Baker, editado pela CPAD, p.79).
(Dt 28.1-14). As bênçãos prometidas a Israel por causa da sua obediência estavam dirigidas à prosperidade e segurança dentro da Terra Prometida. O cristão dispõe de um compromisso semelhante da parte de Deus, e somos informados de que, além disso, Deus ‘nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo’ (Ef 1.3). As bênçãos espirituais nos garantem a amável presença de Deus em nossa vida, e que ‘todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto’ (Rm 8.28)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.124).
(Dt 28.1-14). As bênçãos prometidas a Israel por causa da sua obediência estavam dirigidas à prosperidade e segurança dentro da Terra Prometida. O cristão dispõe de um compromisso semelhante da parte de Deus, e somos informados de que, além disso, Deus ‘nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo’ (Ef 1.3). As bênçãos espirituais nos garantem a amável presença de Deus em nossa vida, e que ‘todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto’ (Rm 8.28)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.124).
1- O contraste: da bênção à maldição
A desobediência inverte o cenário: em vez de bênçãos, maldições (Dt 28.15-19). O que era favor nas áreas material, social e espiritual torna-se juízo pela quebra da aliança. Entre as consequências, estão derrota, opressão, vergonha e fome. No âmbito pessoal, afeta o cotidiano, a casa e o trabalho (Dt 28.16,17); no social, gera conflitos e falta de paz (Dt 28.19); e, no espiritual, rompe a comunhão com Deus (Is 59.2) e produz esterilidade (Jo 15.5,6).
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria nacional.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade” (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria nacional.
A terrível perseguição sofrida pelos judeus, culminando no holocausto nazista dos anos 30 e 40, acrescentou seu testemunho às antigas palavras de Moisés: ‘E nem ainda entre as nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; mas o Senhor, ali, te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida’.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade” (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
Séculos depois que Moisés escreveu as palavras de advertência, o povo de Israel dividiu-se em duas nações, norte e sul. O Reino do Norte, chamado Israel, foi subjugado. E seu povo levado em cativeiro pelos assírios em 722 a.C.
O Reino do Sul, Judá, sobreviveu somente até 586 a.C., quando, após uma série de deportações, os babilônios finalmente destruíram Jerusalém.
Uma população simbólica voltou a estabelecer Jerusalém e parte de Judeia cerca de 70 anos mais tarde. Porém, a maioria dos judeus permaneceu nas terras estrangeiras por toda a era do NT. Então, em 70 d.C., Jerusalém foi novamente arrasada. Nessa época, pelos romanos. Até 1948 o povo judeu não tinha pátria nacional.
A terrível perseguição sofrida pelos judeus, culminando no holocausto nazista dos anos 30 e 40, acrescentou seu testemunho às antigas palavras de Moisés: ‘E nem ainda entre as nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso; mas o Senhor, ali, te dará coração tremente, e desfalecimento de olhos, e desmaio de alma. E a tua vida estará como em suspenso diante de ti; e estremecerás de noite e de dia, e não terás segurança da tua própria vida’.
Contudo, como é bom saber que Deus preservou Seu povo exilado e, como Moisés mais tarde promete, todavia os resgatará e restaurará como Sua propriedade” (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2016, p.138).
1- A natureza da Nova Aliança
Para compreender a Nova Aliança, é necessário entender a Antiga, pois é nela que se inicia o plano da salvação, cumprido em Cristo (Mt 19.17). A Nova Aliança cumpre a anterior, baseada em leis externas, sendo agora estabelecida por Deus em Cristo, mediante o seu sangue (Jr 31.31; Lc 22.20; Hb 8.8). Prometida em Jeremias, tem Cristo como mediador, sendo inaugurada na sua morte, confirmada na ressurreição e na vinda do Espírito (Hb 9.16; At 2). Não se fundamenta na letra, mas na obediência (Hb 8.10), trazendo salvação (Hb 5.9) e exigindo fé e submissão.
Na Antiga Aliança, as bênçãos para Israel estavam condicionadas à obediência e fidelidade (Dt 28); a sua quebra resultava em maldições. A Nova Aliança, firmada no sangue de Cristo, enfatiza as bênçãos espirituais. Para desfrutá-las, o cristão deve responder com fé e obediência; desprezá-la implica juízo divino.
1- O que a palavra “obedecer” expressa?
Do hebraico shâma’, obedecer expressa a união entre ouvir e acatar, sendo resposta de fé à Palavra (Dt 28.1).
2- Segundo a lição, o que a vivência das bênçãos espirituais requer na vida do crente e qual a abrangência dessas bênçãos?
No Novo Testamento, embora a salvação seja pela graça, a vivência das bênçãos espirituais requer obediência (Jo 14.15). Elas abrangem toda a vida (Dt 28.2-6) e revelam o cuidado e a justiça de Deus (Ef 1.3; Mt 6.33).
3- O que a expressão “Se não deres ouvidos” traz como condição?
A expressão “Se não deres ouvidos” (Dt 28.15) traz a condição negativa (hb. ’im lo’) e indica juízo pela rejeição deliberada (Êx 19.5; Lv 26.14,15). Não se trata de rigor arbitrário, mas consequência da rebeldia.
4- Segundo a lição, Deus é a fonte de quê? E que escolha Ele colocou diante do povo?
Deus é a fonte de toda bênção e colocou diante do povo a escolha entre a bênção e a maldição (Dt 11.26).
5- O que é necessário para compreender a Nova Aliança?
Para compreender a Nova Aliança, é necessário entender a Antiga, pois nela inicia-se o plano da salvação, cumprido em Cristo (Mt 9.17).
Conhecendo as Doutrinas Bíblicas, Myer Pearlman;
Bíblia de Estudo Pentecostal, Apostila FAETEL módulo VI
PFEIFFER .Charles F. Dicionário Bíblico Wycliffe. Editora CPAD.
https://ebdnatv.blogspot.com/2022/01/estudo-alianca-de-sangue-pr-henrique.html
Revistas EBD - CPAD
Pr Henrique, EBD NA TV, Cajamar, SP, Revista Lições Bíblicas, CPAD, Assembleia de Deus, Família Church , Missões, Central Gospel, ADVEC, BETEL, Madureira, adultos, estudantes, professores, Imperatriz, MA, Ervália, MG, estudos bíblicos, gospel, DEUS, ESPÍRITO SANTO, JESUS, Slides, Trimestres, Tema diversos, meu telefone, 99-99152-0454, Luiz Henrique de Almeida Silva, Canal YouTube, Henriquelhas, Rodovia Edgar Máximo Zambotto, 354, Residencial Vista Bella, Torre A, Apto 95, Jordanésia, Cajamar, SP. CEP: 07786-015
