14 outubro 2026

Vídeo Lição 4, BETEL, Perigos dos últimos dias e o preparo da Igreja, 4Tr26, Com. Extras do Pr Henrique, EBD NA TV

 

12 outubro 2026

Escrita Lição 4, BETEL, Perigos dos últimos dias e o preparo da Igreja, 4Tr26, Com. Extras do Pr Henrique, EBD NA TV

Lição 4, BETEL, Perigos dos últimos dias e o preparo da Igreja, 4Tr26, Com. Extras do Pr Henrique, EBD NA TV
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ESBOÇO DA LIÇÃO 
1- OS DIAS DE NOÉ E LÓ
1.1. Os dias de Noé.
1.2. Os dias de Ló.
1.3. Exortação à vigilância.
2- OS FALSOS PROFETAS E OS FALSOS MESTRES 
2.1. Os falsos profetas.
2.2. Os falsos mestres.
2.3. Identificando os falsos profetas e mestres.
3- A MENSAGEM DA PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS 
3.1. As aparências enganam.
3.2. Sempre preparados.
3.3. Cada um dará conta de si.
 
TEXTO ÁUREO
"Pelo que, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz". 2Pedro 3.14 
 
VERDADE APLICADA
O discípulo de CRISTO deve vigiar e orar em todo o tempo, enquanto aguarda a Sua Segunda Vinda. 
 
OBJETIVOS
Compreender os dias de Noé e de Ló. 
Identificar as características dos falsos mestres nos dias atuais.
Ressaltar as lições da Parábola das Dez Virgens. 
 
TEXTOS DE REFERÊNCIA - Mateus 24.37-39, 44
37. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. 38. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. 39. E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem. 
44. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis. 
 
LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA Lc 17.24 A volta de CRISTO será repentina e visível a todos. 
TERÇA At 1.6,7 O tempo do cumprimento profético pertence a DEUS. 
QUARTA Mt 25.1-13 É necessário estar em vigilância constante. 
QUINTA Tg 5.8 Persevere com firmeza, pois a vinda do Senhor se aproxima. 
SEXTA Mt 24.24 Cuidado com os enganos. 
SÁBADO 2Ts 1.8,9 O justo juízo. 
 
HINOS SUGERIDOS - 157, 300, 323 
MOTIVO DE ORAÇÃO - Ore para que a Igreja permaneça vigilante, firme na verdade e preparada para a volta de CRISTO. 
 
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SUBSÍDIOS EXTRAS - BÍBLIAS, LIVROS, REVISTAS - CHATGPT, GEMINI
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INTRODUÇÃO
A escatologia cristã aponta para o clímax da história humana: a Parousia, a gloriosa e pessoal vinda de Nosso Senhor JESUS CRISTO. A prudência e o estado de prontidão espiritual não são opcionais, mas imperativos da graça para os redimidos. Vivemos em uma era marcada pelo secularismo e pela anestesia moral, onde o atrativo das coisas efêmeras busca arrefecer o fervor da Igreja de DEUS. Diante dessa realidade, o chamado bíblico exige discernimento teológico, constância e santificação sob o poder do ESPÍRITO SANTO para resistir aos sutis desvios da apostasia e aguardar com regozijo a manifestação do Noivo Divino.
 
"Perigos dos últimos dias e o preparo da Igreja", tem como foco central a necessidade de vigilância e santificação cristã frente aos tempos do fim.
Os temas e objetivos principais desta lição são:
·        Vigilância Constante: A importância de o discípulo de CRISTO vigiar, orar e buscar uma vida "santa e irrepreensível" enquanto aguarda a Segunda Vinda.
·        Paralelos Históricos: Compreender os "dias de Noé e de Ló" como exemplos bíblicos e alertas sobre o comportamento da humanidade nos últimos dias.
·        Alerta contra Enganos: Identificar as características dos falsos mestres que surgirão nesse período.
·        Prontidão Espiritual: Ressaltar as lições da Parábola das Dez Virgens, enfatizando a necessidade de estar espiritualmente preparado (cheio do ESPÍRITO SANTO).
 
"Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor." — Mateus 24:42
 
1. OS DIAS DE NOÉ E LÓ
A análise tipológica dos dias de Noé e de Ló revela o padrão divino do julgamento e da preservação do remanescente fiel (leimma). Ambas as épocas caracterizaram-se pelo eclipse moral e pela autonomia humana levada às últimas consequências, onde a impiedade (asebeia) sufocava os princípios do Reino. DEUS, contudo, em Sua inesgotável chesed (misericórdia aliançada), estabeleceu um tempo de paciência e proclamação graciosa da verdade antes de derramar o Seu retributivo juízo sobre a criação rebelde.
 
1.1. Os dias de Noé
O período pré-diluviano exemplifica o ápice da depravação humana, definida no texto bíblico como uma inclinação continuamente má do coração. Noé sobressaiu-se como um pregador da justiça (keryx dikaiosynes), anunciando o arrependimento em meio a uma cultura inteiramente hostil ao Criador. A tragédia daquela geração não esteve meramente na prática de ações ilícitas, mas no total alheamento em relação ao propósito soberano de DEUS, vivendo sob o domínio da carne e desconsiderando os solenes avisos do julgamento iminente.
 
"Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem." — Mateus 24:38-39
 
"E não poupou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, a oitava pessoa, um pregador da justiça, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;" — 2 Pedro 2:5
 
1.2. Os dias de Ló
O cenário sociocultural de Sodoma retrata a consumação da perversão e do materialismo desenfreado, no qual o senso do sagrado foi completamente extirpado da consciência coletiva. As pessoas entregavam-se ao comércio, à edificação e aos prazeres sem qualquer percepção da iminência da ira divina (orge). A história de Ló adverte a Igreja contemporânea contra o risco de assimilação cultural e do adormecimento espiritual causado pelo conforto materialista, que impede a percepção clara dos sinais do fim da era presente.
 
"Como também da mesma forma aconteceu nos dias de Ló: Comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e consumiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar." — Lucas 17:28-30
 
"E arrestou as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e condenando-as à destruição, pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;" — 2 Pedro 2:6
 
1.3. Exortação à vigilância
O imperativo cristão diante da iminência da Parousia exige gregoreuo
, isto é, uma postura de vigilância contínua e sóbria. A condenação da mulher de Ló serve de solene aviso contra o olhar nostálgico para o sistema pecaminoso do mundo (kosmos), demonstrando que a salvação requer renúncia interior e desapego absoluto. O crente é chamado a fixar sua esperança nas realidades celestiais, mantendo o coração limpo e desimpedido das solicitudes imperfeitas desta era transitória.
 
"Lembrai-vos da mulher de Ló. Qualquer que procurar salvar a sua vida, perde-la-á, e qualquer que a perder, salvá-la-á." — Lucas 17:32-33
 
"E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados desta vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia." — Lucas 21:34

Tópico / Subtópico

Termo Grego Chave

Significado em Português

Resumo Teológico

1. Os Dias de Noé e Ló

Leimma 

Remanescente

DEUS preserva Seu povo santo enquanto traz juízo sobre a impiedade do mundo.

1.1. Os dias de Noé

Keryx 

Pregador / Proclamador

Anúncio gracioso da justiça e do arrependimento antes do inevitável julgamento.

1.2. Os dias de Ló

Orge 

Ira / Juízo Divino

A rotina pecaminosa e insensível atrai a repentina e santa retribuição de DEUS.

1.3. Exortação à vigilância

Gregoreuo 

Vigiar / Estar atento

O dever de manter constante prontidão espiritual, desapegando-se do mundo.

 
2. OS FALSOS PROFETAS E OS FALSOS MESTRES
O fenômeno da falsa profecia e do ensino herético representa um das mais graves ameaças à integridade da Igreja ao longo das eras. A infiltração de heresias de perdição busca solapar a autoridade da revelação divina e desviar o povo da suficiência da obra expiatória de CRISTO. O discernimento doutrinário e a fidelidade à fidei depositum (o depósito da fé) constituem a salvaguarda inegociável do corpo cristão contra o engano soteriológico e moral.
2.1. Os falsos profetas
Os falsos profetas (pseudoprophetai) caracterizam-se por instrumentalizar a linguagem da fé para promover discursos antropocêntricos e antibíblicos. Disfarçados de servos do Altíssimo, eles manipulam as emoções das massas, prometendo paz e prosperidade onde há necessidade urgente de contrição e arrependimento. A Igreja deve exercitar o julgamento espiritual à luz do cânon sagrado, avaliando não apenas as manifestações fenomenológicas, mas o conteúdo doutrinário e os frutos morais da vida dos pregadores.
 
"Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis." — Mateus 7:15-16a
 
"Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de DEUS, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo." — 1 João 4:1
 
2.2. Os falsos mestres
A estratégia dos falsos mestres (pseudodidaskaloi) apoia-se no uso de plastos (), ou seja, discursos fabricados, refinados e manipuladores para obter vantagem pessoal e financeira. Eles introduzem dissimuladamente ensinos heterodoxos que negam a soberania do Senhor e corruptores da doutrina gracejadora do Evangelho. O perigo residir na sutileza com que mesclam meias-verdades ao erro, exigindo dos fiéis um profundo conhecimento do texto sagrado para desmascarar a sofisticação da impostura.
 
"E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição." — 2 Pedro 2:1
 
"Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de CRISTO. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz." — 2 Coríntios 11:13-14
 
2.3. Identificando os falsos profetas e mestres
A identificação dos promotores do erro requer o exercício contínuo da prova dos espíritos (dokimazo), confrontando todo ensino com a infalível Palavra de DEUS. O padrão da sã doutrina revela a mentira ao expor o desvio soteriológico, a negação do senhorio de CRISTO e a libertinagem comportamental. A maturidade espiritual do crente, edificada no conhecimento bíblico sólido, impede que ele seja levado por ventos de doutrina e pela astúcia enganosa dos homens.
 
"Exalta-te a ti mesmo, e examina todas as coisas; retende o que é bom." — 1 Tessalonicenses 5:21
 
"Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim." — Atos 17:11
 

Tópico / Subtópico

Termo Grego Chave

Significado em Português

Resumo Teológico

2. Os Falsos Profetas e Mestres

Pseudoprophetai 

Falsos profetas

Ameaça escatológica de engano spiritual no meio da comunidade dos crentes.

2.1. Os falsos profetas

Pseudodidaskaloi 

Falsos mestres

Mestres enganadores que distorcem a verdade para desviar os fiéis da fé ortodóxa.

2.2. Os falsos mestres

Plastos 

Fabricado / Moldado

Utilização de discursos elaborados e falsificados para manipular o povo de DEUS.

2.3. Identificando o engano

Dokimazo

Provar / Testar / Examinar

Dever do crente de julgar todo ensino e prática pelo crivo das Escrituras.

 
3. A MENSAGEM DA PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS
A Parábola das Dez Virgens sintetiza as exigências do Reino de DEUS quanto à vigilância interna e à vida no ESPÍRITO. Ela delineia a diferença essencial entre a religiosidade meramente formal e a genuína experiência regeneradora. O azeite atua como elemento simbólico da presença, do enchimento e da unção do ESPÍRITO SANTO, demonstrando que a aparência externa de religiosidade não subsistirá no tribunal da vinda do Noivo.
 
3.1. As aparências enganam
A convergência externa entre as virgens prudentes e as insensatas evidencia que o pertencimento visível à comunidade da fé não garante a aprovação divina. Todas possuíam lâmpadas e compartilhavam da mesma expectativa, porém metade carecia da realidade espiritual interior (eso anthropos). O julgamento divino penetrating desmascara o mero formalismo litúrgico, exigindo que a profissão de fé esteja enraizada no verdadeiro regeneramento efetuado pelo ESPÍRITO SANTO de DEUS.
 
"Então o Reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo. E cinco delas eram prudentes, e cinco loucas." — Mateus 25:1-2
 
"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus." — Mateus 7:21
 
3.2. Sempre preparados
A prudência (phronesis) no contexto bíblico traduz-se pelo agir previdente e pela busca diligente do enchimento contínuo do ESPÍRITO SANTO. As virgens prudentes garantiram o azeite de reserva, demonstrando responsabilidade com a sua própria perseverança final (perseverantia sanctorum). A preparação espiritual genuína recusa a negligência, promovendo uma vida constante de oração, santificação e comunhão profunda com CRISTO, independentemente do tempo de espera pela manifestação do Noivo.
 
"As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo. Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas." — Mateus 25:3-4
 
"Portanto, todo aquele que ouve estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;" — Mateus 7:24
 
3.3. Cada um dará conta de si
A impossibilidade de partilhar o azeite no momento da chegada do Noivo ensina a intransferibilidade da responsabilidade espiritual individual (kairos). Ninguém entrará nas bodas baseado no fervor, nas orações ou na dedicação de outrem; a experiência da salvação e da santificação exige uma resposta pessoal de fé e obediência. A preparação deve ser efetuada hoje, enquanto dura o tempo da graça, pois a porta do Reino será fechada para os que negligenciarem seu próprio estado espiritual.
 
"E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam. Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai para vós." — Mateus 25:8-9
 
"De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a DEUS." — Romanos 14:12
 

Tópico / Subtópico

Termo Grego Chave

Significado em Português

Resumo Teológico

3. A Parábola das Dez Virgens

Parousia 

Vinda / Presença

A vinda gloriosa do Senhor exige preparo interior e expectativa santificadora.

3.1. As aparências enganam

Eso Anthropos 

Homem Interior

A verdadeira piedade é invisível aos olhos humanos, mas revelada no juízo de DEUS.

3.2. Sempre preparados

Phronesis

Prudência / Sabedoria prática

Sabedoria espiritual para acumular recursos da graça diante da espera do Noivo.

3.3. Prestação de contas pessoal

Kairos 

Tempo oportuno / Decisivo

A responsabilidade individual de estar cheio do ESPÍRITO SANTO antes do fim da graça.

 
 
CONCLUSÃO
A iminência do regresso do Senhor JESUS convoca a Igreja a um estado irrevogável de santidade, maturidade doutrinária e perseverança graciosa. Diante dos perigos que caracterizam os últimos dias — seja o materialismo paralisante da era de Noé e Ló, seja a apostasia promovida pelos falsos ensinadores ou a insensatez do formalismo religioso —, o povo de DEUS deve manter suas lâmpadas acesas e alimentadas com o azeite da unção do ESPÍRITO. Aguardamos não com pavor, mas com santa expectativa e firmeza soteriológica a manifestação da glória do grande DEUS e Nosso Salvador JESUS CRISTO, certos de que a perseverança e a vigilância culminarão no eterno banquete das Bodas do Cordeiro.
 
"Aquele que atesta estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor JESUS." — Apocalipse 22:20
 
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QUESTIONÁRIOS
 
 
PARTE 1: QUESTIONÁRIO COM 20 PERGUNTAS E RESPOSTAS DISCURSIVAS (para professores)
1. Sobre o que JESUS alertou Seus discípulos a respeito de Sua volta?
Resposta: JESUS alertou sobre a natureza repentina de Sua volta.
 
2. O que é exigido dos cristãos para estarem preparados para o encontro com CRISTO?
Resposta: Exige foco, fidelidade e perseverança.
 
3. Qual era a situação moral e espiritual da humanidade quando DEUS chamou Noé?
Resposta: A humanidade vivia um período de profunda corrupção moral e espiritual, com violência e injustiça no cotidiano, sendo dominada por impiedade, rebeldia e dureza de coração.
 
4. De acordo com 2 Pedro 2.5, como o Senhor levantou Noé diante daquela geração?
Resposta: O Senhor levantou Noé como um pregador da justiça, oferecendo uma oportunidade de arrependimento.
 
5. Segundo o texto, qual era o verdadeiro problema nas atitudes das pessoas nos dias de Noé (Mt 24.37-39)?
Resposta: O problema não estava nas atividades comuns (comer, beber, casar-se), mas na indiferença das pessoas que viviam preocupadas apenas com a rotina da vida, ignorando os avisos de DEUS.
 
6. O que as pessoas de Sodoma faziam nos dias de Ló antes do juízo de DEUS chegar?
Resposta: Estavam totalmente envolvidas com seus próprios interesses e viviam sua rotina normalmente, sem dar atenção às advertências de DEUS.
 
7. Qual foi o erro da mulher de Ló ao sair de Sodoma?
Resposta: Ela tornou-se exemplo do perigo de deixar o lugar do juízo sem romper interiormente com aquilo que DEUS condena.
 
8. O que Paulo advertiu que marcaria os últimos tempos (1Tm 4.1; 2Ts 2.3)?
Resposta: Advertiu que os últimos tempos seriam marcados pela apostasia e pelo afastamento da verdade.
 
9. De acordo com o texto, por meio de qual expediente os falsos mestres introduzirão a apostasia nos últimos dias?
Resposta: Por meio de seus ensinamentos enganosos e heresias destruidoras.
 
10. Como os falsos profetas podem ser identificados segundo Mateus 7.15 e 2 Pedro 2.1-3?
Resposta: Podem ser identificados por seus ensinos e por seus frutos, uma vez que distorcem a verdade.
 
11. O que significa o termo grego plastos mencionado na análise de 2 Pedro 2.1-3?
Resposta: Transmite a ideia de algo fabricado ou moldado para enganar (palavras fingidas/discursos cuidadosamente elaborados).
 
12. De que forma o apóstolo Paulo descreveu os falsos apóstolos em 2 Coríntios 11.13-15?
Resposta: Descreveu-os como pessoas que se apresentavam como obreiros de CRISTO, embora servissem ao erro.
 
13. Quais são as duas formas principais pelas quais os falsos mestres podem ser reconhecidos?
Resposta: Por seus ensinos e por sua conduta.
 
14. Que atitude a Bíblia orienta o cristão a tomar para não ser enganado por falsos ensinos (1Jo 4.1-3; 1Ts 5.21)?
Resposta: Orienta a provar os espíritos, conferir cada ensino à luz das Escrituras e examinar todas as coisas.
 
15. Quais são as três importantes advertências destacadas na Parábola das Dez Virgens?
Resposta: 1) As aparências enganam; 2) A vigilância deve ser constante; 3) Cada um responderá por si diante de DEUS.
 
16. O que as dez virgens tinham em comum na parábola de Mateus 25?
Resposta: Todas aguardavam o mesmo noivo, possuíam lâmpadas iguais e faziam parte do mesmo grupo.
 
17. Onde residia a verdadeira diferença entre as virgens prudentes e as imprudentes?
Resposta: A diferença não estava na aparência exterior, mas na condição espiritual (ter ou não reserva de azeite).
 
18. Como a prudência se manifesta na perspectiva bíblica?
Resposta: Manifesta-se na capacidade de preparar-se antecipadamente para aquilo que certamente acontecerá.
 
19. Por que o azeite de reserva das virgens prudentes mostra que a preparação espiritual é intransferível?
Resposta: Porque no momento decisivo, as imprudentes descobriram que o azeite que lhes faltava não podia ser suprido ou doado por outras pessoas.
 
20. Segundo a conclusão, quem estará preparado para o encontro com o Noivo na volta de CRISTO?
Resposta: Os que permanecem em CRISTO, guardando a fé e Sua Palavra.
 
 
PARTE 2: QUESTIONÁRIO COM 20 PERGUNTAS DISCURSIVAS (SEM RESPOSTAS PARA ALUNOS)
1.     Sobre o que JESUS alertou Seus discípulos a respeito de Sua volta?
 
2.     O que é exigido dos cristãos para estarem preparados para o encontro com CRISTO?
 
3.     Qual era a situação moral e espiritual da humanidade quando DEUS chamou Noé?
 
4.     De acordo com 2 Pedro 2.5, como o Senhor levantou Noé diante daquela geração?
 
5.     Segundo o texto, qual era o verdadeiro problema nas atitudes das pessoas nos dias de Noé (Mt 24.37-39)?
 
6.     O que as pessoas de Sodoma faziam nos dias de Ló antes do juízo de DEUS chegar?
 
7.     Qual foi o erro da mulher de Ló ao sair de Sodoma?
 
8.     O que Paulo advertiu que marcaria os últimos tempos (1Tm 4.1; 2Ts 2.3)?
 
9.     De acordo com o texto, por meio de qual expediente os falsos mestres introduzirão a apostasia nos últimos dias?
 
10. Como os falsos profetas podem ser identificados segundo Mateus 7.15 e 2 Pedro 2.1-3?
 
11. O que significa o termo grego plastos mencionado na análise de 2 Pedro 2.1-3?
 
12. De que forma o apóstolo Paulo descreveu os falsos apóstolos em 2 Coríntios 11.13-15?
 
13. Quais são as duas formas principais pelas quais os falsos mestres podem ser reconhecidos?
 
14. Que atitude a Bíblia orienta o cristão a tomar para não ser enganado por falsos ensinos (1Jo 4.1-3; 1Ts 5.21)?
 
15. Quais são as três importantes advertências destacadas na Parábola das Dez Virgens?
 
16. O que as dez virgens tinham em comum na parábola de Mateus 25?
 
17. Onde residia a verdadeira diferença entre as virgens prudentes e as imprudentes?
 
18. Como a prudência se manifesta na perspectiva bíblica?
 
19. Por que o azeite de reserva das virgens prudentes mostra que a preparação espiritual é intransferível?
 
20. Segundo a conclusão, quem estará preparado para o encontro com o Noivo na volta de CRISTO?
 
 
PARTE 3: QUESTIONÁRIO DE MÚLTIPLA ESCOLHA (COM GABARITO MARCADO COM "X" - para professore)
1. JESUS alertou Seus discípulos sobre qual característica de Sua vinda?
a) O dia exato do calendário em que viria
b) A lentidão de Seu cumprimento
[x] c) A natureza repentina de Sua volta
d) A ausência de sinais antes do fim
 
2. O preparo do cristão para o encontro com CRISTO exige:
a) Apenas conhecimento teórico
[x] b) Foco, fidelidade e perseverança
c) Isolamento total em mosteiros
d) Acúmulo de riqueza e bens
 
3. Qual era o estado da humanidade nos dias de Noé?
[x] a) Profunda corrupção moral e espiritual, dominada por impiedade e violência
b) Perfeita harmonia e obediência à Lei
c) Busca constante por arrependimento e oração
d) Indiferença apenas política, mas sem corrupção moral
 
4. Noé foi levantado por DEUS como:
a) Um rei soberano sobre as nações
b) Um falso profeta que enganou o povo
[x] c) Um pregador da justiça
d) Um juiz militar
 
5. O problema principal das pessoas nos dias de Noé ao realizarem tarefas cotidianas era:
a) O ato de comer e beber em si
b) O casamento, que havia sido proibido
[x] c) A indiferença espiritual e o descarte dos avisos de DEUS
d) A falta de trabalho e produtividade
 
6. De acordo com Lucas 17.28-30, as pessoas nos dias de Ló viviam:
a) Em constante jejum e oração
[x] b) Envolvidas com seus próprios interesses, ignorando o juízo próximo
c) Procurando a orientação do profeta Ló
d) Atentas aos sinais dos tempos
 
7. A mulher de Ló tornou-se um exemplo negativo porque:
[x] a) Não rompeu interiormente com aquilo que DEUS condena
b) Recusou-se a caminhar para fora da cidade
c) Denunciou Ló aos habitantes de Sodoma
d) Não acreditava na existência de anjos
 
8. Conforme 1 Timóteo 4.1 e 2 Tessalonicenses 2.3, os últimos tempos seriam marcados por:
a) Um reavivamento mundial sem apostasia
b) Unidade absoluta entre todos os povos
[x] c) Apostasia e afastamento da verdade
d) Fim do sofrimento físico na Terra
 
9. A apostasia dos últimos dias seria introduzida na Igreja por meio de:
a) Perseguição militar externa
[x] b) Ensinamentos de falsos mestres
c) Leis puramente civis
d) Falta de templos físicos
 
10. Os falsos profetas afirmam falar em nome de DEUS, mas:
a) Pregam exatamente o que está na Bíblia
[x] b) Ensinam doutrinas contrárias à Palavra de DEUS
c) Recusam-se a usar o nome do Senhor
d) Nunca realizam reuniões públicas
 
11. O termo grego plastos (2 Pedro 2.3) indica algo:
a) Eterno e imutável
[x] b) Fabricado ou moldado para enganar
c) Sagrado e purificado pelo fogo
d) Desconhecido e misterioso
 
12. Segundo 2 Coríntios 11.13-15, os falsos apóstolos se apresentavam como:
a) Inimigos declarados do Evangelho
[x] b) Obreiros de CRISTO
c) Sacerdotes do Antigo Testamento
d) Governantes romanos
 
13. A Bíblia ensina que os falsos mestres podem ser reconhecidos por:
a) Sua elegância e riqueza
b) Seu número de seguidores
[x] c) Seus ensinos e por sua conduta
d) Sua idade e tempo de ministério
 
14. Para não ser enganado pelos falsos mestres, o cristão deve:
a) Aceitar qualquer ensino sem questionar
[x] b) Provar os espíritos e conferir os ensinos à luz das Escrituras
c) Ignorar a leitura da Bíblia
d) Confiar cegamente em discursos bonitos
 
15. Qual destas é uma das três lições da Parábola das Dez Virgens?
[x] a) As aparências enganam
b) A salvação é coletiva
c) A vigilância é desnecessária se houver fé
d) O Noivo não voltará
 
16. O que todas as dez virgens da parábola tinham em comum?
a) O mesmo nível de prudência
b) A mesma quantidade de reserva de azeite
[x] c) Aguardavam o mesmo noivo e possuíam lâmpadas
d) A rejeição ao convite da festa
 
17. O que garantia a tranquilidade das virgens prudentes ante a demora do noivo?
a) A certeza de que as outras dividiram o azeite
[x] b) A reserva de azeite que possuíam
c) O fato de não terem dormido
d) A proximidade do local da festa
 
18. Na perspectiva bíblica, a prudência se manifesta na:
a) Acumulação de bens terrenos
[x] b) Capacidade de preparar-se antecipadamente
c) Habilidade de enganar os concorrentes
d) Fuga dos deveres do cotidiano
 
19. O fato de as virgens prudentes não poderem doar seu azeite ensina que:
a) Elas eram egoístas
b) O azeite era de má qualidade
[x] c) A preparação espiritual é pessoal e intransferível
d) A festa havia sido cancelada
 
20. Segundo o texto, estarão preparados para o encontro com o Noivo aqueles que:
[x] a) Permanecem em CRISTO, guardando a fé e Sua Palavra
b) Apenas aparentam religiosidade exterior
c) Confiam na comunhão espiritual de seus parentes
d) Vivem preocupados unicamente com os negócios desta vida
PARTE 4: QUESTIONÁRIO DE MÚLTIPLA ESCOLHA (SEM GABARITO – PARA ALUNOS)
1. JESUS alertou Seus discípulos sobre qual característica de Sua vinda?
a) O dia exato do calendário em que viria
b) A lentidão de Seu cumprimento
c) A natureza repentina de Sua volta
d) A ausência de sinais antes do fim
 
2. O preparo do cristão para o encontro com CRISTO exige:
a) Apenas conhecimento teórico
b) Foco, fidelidade e perseverança
c) Isolamento total em mosteiros
d) Acúmulo de riqueza e bens
 
3. Qual era o estado da humanidade nos dias de Noé?
a) Profunda corrupção moral e espiritual, dominada por impiedade e violência
b) Perfeita harmonia e obediência à Lei
c) Busca constante por arrependimento e oração
d) Indiferença apenas política, mas sem corrupção moral
 
4. Noé foi levantado por DEUS como:
a) Um rei soberano sobre as nações
b) Um falso profeta que enganou o povo
c) Um pregador da justiça
d) Um juiz militar
 
5. O problema principal das pessoas nos dias de Noé ao realizarem tarefas cotidianas era:
a) O ato de comer e beber em si
b) O casamento, que havia sido proibido
c) A indiferença espiritual e o descarte dos avisos de DEUS
d) A falta de trabalho e produtividade
 
6. De acordo com Lucas 17.28-30, as pessoas nos dias de Ló viviam:
a) Em constante jejum e oração
b) Envolvidas com seus próprios interesses, ignorando o juízo próximo
c) Procurando a orientação do profeta Ló
d) Atentas aos sinais dos tempos
 
7. A mulher de Ló tornou-se um exemplo negativo porque:
a) Não rompeu interiormente com aquilo que DEUS condena
b) Recusou-se a caminhar para fora da cidade
c) Denunciou Ló aos habitantes de Sodoma
d) Não acreditava na existência de anjos
 
8. Conforme 1 Timóteo 4.1 e 2 Tessalonicenses 2.3, os últimos tempos seriam marcados por:
a) Um reavivamento mundial sem apostasia
b) Unidade absoluta entre todos os povos
c) Apostasia e afastamento da verdade
d) Fim do sofrimento físico na Terra
 
9. A apostasia dos últimos dias seria introduzida na Igreja por meio de:
a) Perseguição militar externa
b) Ensinamentos de falsos mestres
c) Leis puramente civis
d) Falta de templos físicos
 
10. Os falsos profetas afirmam falar em nome de DEUS, mas:
a) Pregam exatamente o que está na Bíblia
b) Ensinam doutrinas contrárias à Palavra de DEUS
c) Recusam-se a usar o nome do Senhor
d) Nunca realizam reuniões públicas
 
11. O termo grego plastos (2 Pedro 2.3) indica algo:
a) Eterno e imutável
b) Fabricado ou moldado para enganar
c) Sagrado e purificado pelo fogo
d) Desconhecido e misterioso
 
12. Segundo 2 Coríntios 11.13-15, os falsos apóstolos se apresentavam como:
a) Inimigos declarados do Evangelho
b) Obreiros de CRISTO
c) Sacerdotes do Antigo Testamento
d) Governantes romanos
 
13. A Bíblia ensina que os falsos mestres podem ser reconhecidos por:
a) Sua elegância e riqueza
b) Seu número de seguidores
c) Seus ensinos e por sua conduta
d) Sua idade e tempo de ministério
 
14. Para não ser enganado pelos falsos mestres, o cristão deve:
a) Aceitar qualquer ensino sem questionar
b) Provar os espíritos e conferir os ensinos à luz das Escrituras
c) Ignorar a leitura da Bíblia
d) Confiar cegamente em discursos bonitos
 
15. Qual destas é uma das três lições da Parábola das Dez Virgens?
a) As aparências enganam
b) A salvação é coletiva
c) A vigilância é desnecessária se houver fé
d) O Noivo não voltará
 
16. O que todas as dez virgens da parábola tinham em comum?
a) O mesmo nível de prudência
b) A mesma quantidade de reserva de azeite
c) Aguardavam o mesmo noivo e possuíam lâmpadas
d) A rejeição ao convite da festa
 
17. O que garantia a tranquilidade das virgens prudentes ante a demora do noivo?
a) A certeza de que as outras dividiram o azeite
b) A reserva de azeite que possuíam
c) O fato de não terem dormido
d) A proximidade do local da festa
 
18. Na perspectiva bíblica, a prudência se manifesta na:
a) Acumulação de bens terrenos
b) Capacidade de preparar-se antecipadamente
c) Habilidade de enganar os concorrentes
d) Fuga dos deveres do cotidiano
 
19. O fato de as virgens prudentes não poderem doar seu azeite ensina que:
a) Elas eram egoístas
b) O azeite era de má qualidade
c) A preparação espiritual é pessoal e intransferível
d) A festa havia sido cancelada
 
20. Segundo o texto, estarão preparados para o encontro com o Noivo aqueles que:
a) Permanecem em CRISTO, guardando a fé e Sua Palavra
b) Apenas aparentam religiosidade exterior
c) Confiam na comunhão espiritual de seus parentes
d) Vivem preocupados unicamente com os negócios desta vida
  
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LIÇÃO 3, CENTRAL GOSPEL, NOÉ, O PREGOEIRO DA JUSTIÇA, comentário extra revista Pr Henrique, EBD NA TV
3º TRIMESTRE DE 2024 - AJUDA DO Pr Henrique – EBD NA TV – 99 99152-0454
 

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SUBSÍDIOS EXTRAS PARA A LIÇÃO

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"Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com DEUS." - Gênesis 6:9
Ser justo e perfeito diante de DEUS é não dever nada a ninguém; ser irrepreensível diante de todos para que a verdade seja dita sem percalços. Por isso, neste entremente entre a construção da arca e os sinais do dilúvio era, sem dúvida, um ATO DE JUSTIÇA. O planeta estava irreconhecível, a impiedade dominava tudo - corrupção geral. Noé se destacou por não ser igual aos demais, nele havia o temor a DEUS.
Noé preservou a sua geração das misturas genéticas e do bom testemunho diante de todos os homens da "Era dos Gigantes". Noé preservou a Verdade e consequentemente a Vida, que determina o Caminho. Se não fosse pela fé jamais Noé conseguiria ser justo. Afinal, foi a fé que justificou a Abraão e justifica a todos os que creem em CRISTO.
A Fé é o Caminho que leva para a Justificação - Fé em CRISTO.
Noé creu, se preocupou com sua família e construiu a Arca.
Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé. Hebreus 11:7
 
Por que Noé condenou o mundo de então?
Para ilustrar vou contar a história de uma classe de aula.
Todos os alunos tiraram nota zero em uma prova.
Exigiram do professor que desse outra prova mais fácil.
O professor disse que não podia pois o Joãozinho tirou 10.
Então o Joãozinho condenou a todos a tirarem zero, sem o saber.
 
A JUSTIÇA DE NOÉ ESTÁ BASEADA EM SUA FÉ EM DEUS. NOÉ NÃO SE CORROMPEU ENQUANTO TODOS À SUA VOLTA SE CORROMPERAM.
 
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LIÇÃO 06 - NOÉ, UM HOMEM JUSTO E INCORRUPTÍVEL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2007 - TEMA: “A busca do caráter cristão: aprendendo com homens e mulheres da Bíblia”.
Comentarista da CPAD: Eliezer de Lira e Silva
Complementos Extras: Pr. Henrique
 
 
Um dos sinais que apontam para o fim dos tempos e a segunda vinda de JESUS CRISTO.
As palavras de JESUS mostram igualmente que a situação é semelhante à do passado remoto dos dias de Noé.
Mateus 24:36-44
“Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai.
Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem.
Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,
E não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.
Então dois estarão no campo, um será tomado, e deixado o outro;
Duas estarão trabalhando num moinho, uma será tomada, e deixada a outra.
Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor.
Mas considerai isto: Se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a casa.
Por isso ficai vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá.”
 
Eram de consternar as condições morais dos dias de Noé: “ Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra, e que continuamente era mau todo desígnio do seu coração” (Gn 6.5) “A terra estava corrompida à vista de DEUS, e cheia de violência.” (Gn 6.11).
 
Estas condições exibem marcada semelhança com as condições morais do mundo de hoje.
Cento e vinte anos foram o prazo que DEUS deu a geração de Noé para o arrependimento, e embora Noé, o pregoeiro da justiça advertisse o povo da aproximação do dilúvio, sua advertência não foi ouvida. Pouca atenção lhe deu à admoestação.
Do mesmo modo, nós, os salvos, como pregoeiros da justiça, já há quase dois milênios, anunciamos ao mundo a volta de CRISTO e o Juízo de DEUS, e , como Noé, somos desprezados e taxados de loucos e fanáticos. Pregamos o arrependimento e apontamos para a Arca, o Senhor JESUS CRISTO, O ÚNICO MEIO DE SALVAÇÃO: “Quem entrar por mim, salvar-se-á” (Jo 10.9).
   
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE = Gênesis 6.1-12.
1E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, 2\viram os filhos de DEUS que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.3 Então, disse o SENHOR: Não contenderá o meu ESPÍRITO  para sempre com o homem, porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. 4 Havia, naqueles dias, gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de DEUS entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os varões de fama. 5 E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. 6 Então, arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra, e pesou-lhe em seu coração. 7 E disse o SENHOR: Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito. 8 Noé, porém, achou graça aos olhos do SENHOR. 9 Estas são as gerações de Noé: Noé era varão justo e reto em suas gerações; Noé andava com DEUS. 10 E gerou Noé três filhos: Sem, Cam e Jafé. 11 A terra, porém, estava corrompida diante da face de DEUS; e encheu-se a terra de violência. 12 E viu DEUS a terra, e eis que estava corrompida; porque toda carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.
 
Gênesis 6.2 OS FILHOS DE DEUS. Esses filhos de DEUS, sem dúvida, eram os descendentes da linhagem piedosa de Sete (cf. Dt 14.1; Sl 73.15; Os 1.10); eles deram início aos casamentos mistos com as filhas dos homens, i.e., mulheres da família ímpia de Caim (ver 4.16). A teoria de que os filhos de DEUS eram anjos, não subsiste ante as palavras de JESUS, que os anjos não se casam (Mt 22.30; Mc 12.25). Essa união entre os justos e os ímpios levou à maldade do versículo 5, i.e., os justos passaram a uma vivência iníqua. Como resultado, a terra corrompeu-se e encheu-se de violência (vv. 11-13)
 
Gênesis 6.5 A MALDADE DO HOMEM SE MULTIPLICARA. Nos dias de Noé, o pecado abertamente se manifestava no ser humano, de duas principais maneiras: a concupiscência carnal (v. 2) e a violência (vv. 11,12). A degeneração humana não mudou; o mal continua irrompendo desenfreado através da depravação e da violência. Hoje em dia, a imoralidade, a incredulidade, a pornografia e a violência dominam a sociedade inteira (ver Mt 24.37-39; ver Rm 1.32).
 
Gênesis 6.6 ENTÃO, ARREPENDEU-SE O SENHOR. DEUS se revela, já nestes primeiros caps. da Bíblia, como um DEUS pessoal para com o ser humano, e que é passível de sentir emoção, desagrado e reação contra o pecado deliberado e a rebelião da humanidade.
(1) Aqui, a expressão arrependeu-se significa que, por causa do trágico pecado da raça humana, DEUS mudou a sua disposição para com as pessoas; sua atitude de misericórdia e de longanimidade passou à atitude de juízo.
(2) A existência de DEUS, o seu caráter e seus eternos propósitos traçados, permanecem imutáveis (1 Sm 15.29; Tg 1.17), porém, Ele pode alterar seu tratamento para com o homem, dependendo da conduta deste. DEUS altera, sim, seus sentimentos, atitudes, atos e intenções, conforme as pessoas agem diante da sua vontade (Êx 32.14; 2 Sm 24.16; Jr 18.7-10; 26.3,13,19; Ez 18.4-28; Jn 3.8-10).
(3) Essa revelação de DEUS como um DEUS que pode sentir pesar e tristeza, deixa claro que Ele, em relação à sua criação, age pessoalmente, como no recesso de uma família. Ele tem um amor intenso pelos seres humanos e solicitude divina ante a penosa situação da raça humana (Sl 139.7-18).
 
Gênesis 6.9 NOÉ ERA VARÃO JUSTO E RETO EM SUAS GERAÇÕES. Em meio à iniquidade e maldade generalizadas daqueles dias (v. 5), DEUS achou em Noé um homem que ainda buscava comunhão com Ele e que era varão justo .
(1) Reto em suas gerações , equivale dizer que ele se mantinha distanciado da iniquidade moral da sociedade ao seu redor. Por ser justo e temer a DEUS e resistir à opinião e conduta condenáveis do público, Noé achou favor aos olhos de DEUS (v. 8; 7.1; Hb 11.7; 2 Pe 2.5).
(2) Essa retidão de Noé era fruto da graça de DEUS nele, por meio da sua fé e do seu andar com DEUS (v. 9). A salvação no NT é obtida exatamente da mesma maneira, i.e., mediante a graça e misericórdia de DEUS, recebidas pela fé, cuja eficácia conduz o crente a um esforço sincero para andar com DEUS e permanecer separado da geração ímpia ao seu redor (v. 22; 7.5,9,16; At 2.40). Hebreus 11.7 declara que Noé foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.
(3) O NT também declara que Noé não somente era justo, como também pregador da justiça (2 Pe 2.5). Nisso, ele é exemplo do que os pregadores devem ser.
 
Hb 11.7 Pela fé, Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu, e, para salvação da sua família, (grifo nosso)
18preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.
 
O ARREBATAMENTO DA IGREJA VEM AÍ, O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO PARA SALVAR SUA FAMÍLIA DA GRANDE TRIBULAÇÃO QUE VIRÁ?
  
OBSERVAÇÕES SOBRE NOÉ - 1
NOÉ (Seu nome Significa "Descanso") Filho de Lameque da descendência de Sete (Gn 5.28-32). Noé era um homem JUSTO 4). Quando DEUS decidiu destruir o mundo através de um DILÚVIO, ele escolheu Noé e sua família para escaparem da destruição. Durante o dilúvio, Noé e sua esposa, seus três filhos e suas esposas e muitos animais permaneceram dentro de uma ARCA que havia sido construída por Noé. Depois que as águas secaram, Noé e sua família saíram da arca e receberam de DEUS a ordem e a bênção para povoarem de novo a terra. Noé viveu 950 anos (Gn 6—9).
Noé era um homem correto que protegeu sua fiel família do julgamento de DEUS. Ele era o filho de Lameque e neto de Matusalém, um descendente de Sete, terceiro filho de Adão (Genesis 5:13-20). Lameque nomeou seu filho Noé, um nome que soa como um termo em Hebraico que significa "alívio" ou "conforto". Quando Lameque escolheu esse nome, ele disse "Ele nos trará alívio do trabalho doloroso de cultivar essa terra que o Senhor amaldiçoou" (Genesis 5:29). DEUS estava determinado a destruir a criação por causa da perversão difundida (compare Mateus 24:37-39, Lucas 17:26-27). Mas DEUS fez uma exceção com Noé, um homem correto aos olhos de DEUS e inocente diante as pessoas (Genesis 6:39). Depois de seguir as instruções precisas de DEUS, Noé construiu uma arca. Somente oito pessoas poderiam entrar na arca: Noé, sua esposa, os três filhos e suas esposas. Entrou também na arca todos os tipos de criaturas com seus pares. Todos eles foram protegidos do dilúvio no qual todas as coisas vivas restantes foram destruídas(Genesis 6:14, 8:19). Quando emergiram da arca, Noé construiu um altar e queimou ofertas para agradecer a DEUS. DEUS prometeu que a inundação nunca mais aconteceria e a sequência das estações não seria interrompidas apesar do pecado do homem (Genesis 8:20-9:17). Noé suportou poderosas tentações. Entretanto, mais tarde, na idade velha, ficou negligente e tornou-se bêbado. Os membros da família reagiram diferentemente e foram julgados de modo devido. Sem e Jafé receberam a benção. Cam não recebeu nenhuma benção, mas o seu filho Canaã foi amaldiçoado (Genesis 9:20-27). Noé tinha 950 anos quando morreu, 350 anos depois do dilúvio. Noé, Daniel e Jó são especialmente citados por terem sido justo em Ezequiel 14:12-14, 19-20). A carta aos Hebreus elogia Noé pela fé, medo santo e a rejeição do mundo tornou-se herança da justiça(Ezequiel 11:7). Em 2 Pedro 2:5, Pedro o chama de pregador da justiça.
 
 
OBSERVAÇÕES SOBRE NOÉ - 2
NOÉ, o construtor da arca.
Origem e primeiros anos. Nada se sabe sobre a parte inicial de sua vida. Aparece pela primeira vez nas Escrituras com quinhentos anos de idade. Seu bisavô Enoque foi homem extremamente piedoso e, pela graça divina, escapou da morte. Foi trasladado, Gn 5:22-24; Hb 11:5. Seu avô Matusalém foi o homem que mais viveu, Gn 5:25-27.
Seu pai chamava-se Lameque, aparentemente homem religioso, que deu ao filho o nome que significa “descanso”, Gn 5:29. Condições da sociedade na época. Noé viveu em uma época irremediavelmente corrupta. A humanidade tornara-se tão depravada que o Senhor determinou destruir a raça humana, Gn 6:1-7. Em meio a essa escuridão moral, a vida de Noé brilhou com sua justiça, Gn 6:8,9. Seu chamado. Devido à maldade então existente, DEUS revelou a Noé que enviaria um grande dilúvio a fim de exterminar o homem da face da terra. DEUS encarregou-o de realizar uma tarefa estranha e impossível do ponto de vista humano. Construir um imenso barco para preservar a vida da família e de certas espécies do reino animal. A magnitude de tal tarefa é difícil de entender. Noé estava rodeado de incrédulos malvados que riam de seu trabalho. Converteu-se em motivo de zombaria. No entanto, manteve a fé e continuou o trabalho ano após ano, tarefa que para os vizinhos parecia indicar que ficara louco.
Considerando seu meio ambiente, a grandiosidade da obra para a qual foi chamado e tantos anos de trabalho árduo, destaca-se como insuperável, ou talvez inigualável, entre todas as personagens bíblicas com fé persistente. A arca. Não é possível determinar com exatidão as dimensões da arca, pois estão especificadas em côvados antigos. Para nossos cálculos, consideramos a medida de 45 cm. (Quanto ao tempo investido na construção, comp. Gn 5:32 com 7:6.) Noé aparentemente admoestava o povo enquanto trabalhava na arca, 2Pe 2:5. Os dias imediatamente anteriores ao Dilúvio. A reunião dos animais e a entrada de Noé e sua família na arca, Gn 7:1-16. O Senhor fecha a porta da arca, Gn 7:16.
 
Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de mim no meio desta geração. De todo animal limpo levarás contigo sete pares: o macho e sua fêmea; mas dos animais imundos, um par: o macho e sua fêmea. Também das aves dos céus, sete pares: macho e fêmea; para se conservar a semente sobre a face da terra.
 
Na arca entraram assim ordenados os animais:
Animais limpos sete pares de cada espécie e
Animais imundos um par de cada espécie.
 
 

A ARCA E NOÉ

Acontecimentos durante e depois do Dilúvio:

A duração do dilúvio, Gn 7:24;

 E prevaleceram as águas sobre a terra cento e cinquenta dias.

A diminuição das águas, 8:3;

as águas se foram retirando de sobre a terra; no fim de cento e cinqüenta dias começaram a minguar.

O repouso da arca sobre a terra, 8:4;

No sétimo mês, no dia dezessete do mês, repousou a arca sobre os montes de Arará.(Ararat)

O envio das aves, 8:6-12;

 soltou um corvo - ia e voltava - Soltou um pombo - voltou - soltou outro pombo - voltou com oliveira - soltou outro pombo - não voltou mais.

 

A saída da arca, 8:15-18.

Então saiu Noé, e com ele seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos; todo animal, todo réptil e toda ave, tudo o que se move sobre a terra, segundo as suas famílias, saiu da arca.

Noé edifica um altar e oferece um sacrifício, 8:20;

Edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar.

 

Noé É honrado por um pacto eterno, 9:9-17;

 Eis que eu estabeleço o meu pacto convosco e com a vossa descendência depois de vós, O meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre mim e a terra

 

Noé Planta uma vinha e cede à tentação, 9:21;

Bebeu do vinho, e embriagou-se; e achava-se nu dentro da sua tenda.

 

Noé Morre, 9:28,29.

E foram todos os dias de Noé novecentos e cinquenta anos; e morreu.

 
   
Ver tb: Gn 5:29, Gn 6:8, Gn 7:1, Gn 7:13, Gn 8:1, Gn 8:20, Gn 9:1, Gn 9:17, Gn 9:29, 1Cr 1:4, Ez 14:14, Lc 17:26, Hb 11:7, 2Pe 2:5
 
Noé pode aprender muito sobre DEUS, pois viveu o suficiente para conhecer muitos patriarcas, desde
Enos até Matusalém; e tempo suficiente para passar seus ensinos para gerações futuras até Abraão.
 
 OBSERVAÇÕES SOBRE NOÉ - 3
O caráter de NOÉ, filho de Lameque
Referências gerais: Gn 5:29; 6:8; 7:1; 8:1,20; 9:1,17,29; Mt 24:37; Hb 11:7; 1Pe 3:20; 2Pe 2:5.
Fatos relacionados:
1- Andou com DEUS em um ambiente mau, Gn 6:8-12.
2- Obedeceu quando lhe foi dada uma tarefa difícil, Gn 6:14,22; 7:5.
3- Lembrado por DEUS e salvo da morte, Gn 8:1.
4- Pela fé, trabalhou para sua salvação e de sua Família, Hb 11:7.
5- Advertiu os vizinhos acerca do juízo vindouro, 2Pe 2:5.
6- Edificou o primeiro altar de que há registro, Gn 8:20.
7- Honrado pelo Senhor com uma aliança eterna, Gn 9:12-17.
 
Ver tb: Gn 7:13, 1Cr 1:4, Sl 22:31, Lc 3:36, Lc 17:26
 
   
 

CARACTERÍSTICAS DE NOÉ

Noé

Caráter

Espiritualidade

Ocupações

Fraqueza

Integridade

Obediência

Andava com DEUS

Dependente de DEUS

Profeta

Engenheiro náutico

Herdeiro da fé

Pregoeiro da justiça

Embriaguez

  
  
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Apologético - "Uma reputação justa".
Contra o pano de fundo de uma cultura escurecida pelo mal, Noé viveu uma vida exemplar e brilhante. Ele foi o único seguidor de DEUS em sua geração, e assim sua família foi escolhida por DEUS para sobreviver ao dilúvio. De certo modo, ele tornou-se o segundo pai da raça humana. Ao concluir a construção do bote gigante que os levaria através das águas do juízo divino, Noé demonstrou fidelidade, obediência e paciência (a tarefa levou cem anos!). A Segunda Carta de Pedro 2.5 também chama Noé de 'pregador da justiça', implicando que ele avisou seus amigos e vizinhos sobre a catástrofe vindoura.
Noé não era perfeito. Ele demonstrou falta de autocontrole posteriormente, quando ficou bêbado com o vinho de sua própria videira. E, ainda assim, quando a Escritura resume sua vida, Noé é chamado de homem justo que andou com DEUS - em agudo contraste aos outros dos seus dias.
Se alguém hoje fosse resumir sua vida numa frase ou duas, o que ele ou ela diria sobre você? Qual é a sua reputação? O que o faz conhecido? Se você realmente leva a sério a vontade de viver de uma forma que agrade a DEUS, deve fazer essas perguntas a um amigo de confiança. As respostas podem surpreendê-lo ou até ferir seus sentimentos, mas também lhe darão algumas idéias claras sobre que áreas da sua vida precisam de mudança.
A forma como você vive determinará como você será lembrado."
(KENDRICK, M. 365 lições de vida extraída de personagens da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, p.10.)
 

APLICAÇÃO PESSOAL

"Noé era varão justo e reto em suas gerações; Ele andava com DEUS." Que síntese mais sublime! Toda a vida de um homem resumida em uma pequena frase! Muito tempo depois, o autor da Epístola aos Hebreus escreveu: "Pela fé, Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu, e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé" (Hb 11.7; 2 Pe 2.5). Outro resumo memorável! Noé fora profeta, exímio engenheiro náutico, pregoeiro da justiça e herdeiro da fé.

Se você deseja ser lembrado com frases sublimes e memoráveis, como as de Noé, faça, agora, de sua vida um testemunho inabalável de fé, justiça e retidão. O que será dito de você amanhã está subordinado ao que você é e faz hoje.

 

 

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Escrita Lição 2, CPAD, A Fé De Abrão Nas Promessas De DEUS, 2Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
 
Vídeo https://youtu.be/HSvSR2TovJU?si=v1WW3pijCDdqODoi
Escrita https://ebdnatv.blogspot.com/2026/03/escrita-licao-2-cpad-fe-de-abrao-nas.html
Slides https://ebdnatv.blogspot.com/2026/03/slides-licao-2-cpad-fe-de-abrao-nas.html
PowerPoint https://pt.slideshare.net/slideshow/slides-licao-2-cpad-a-fe-de-abrao-nas-promessas-de-deus-2tr26-pptx/286778392
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 13. 7-18
7 - E houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló; e os cananeus e os ferezeus habitavam, então, na terra. 8 - E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti e entre os meus pastores e os teus pastores, porque irmãos somos. 9 - Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; se escolheres a esquerda, irei para a direita; e, se a direita escolheres, eu irei para a esquerda. 10 - E levantou Ló os seus olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem-regada, antes de o SENHOR ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do SENHOR, como a terra  do Egito, quando se entra em Zoar. 11 - Então, Ló escolheu para si toda a campina do Jordão e partiu Ló para o Oriente; e apartaram-se um do outro.  12 - Habitou Abrão na terra de Canaã, e Ló habitou nas cidades da campina e armou as suas tendas até Sodoma. 13 - Ora, eram maus os varões de Sodoma e grandes pecadores contra o SENHOR. 14 - E disse o SENHOR a Abrão, depois que Ló se apartou dele: Levanta, agora, os teus olhos e olha desde o lugar onde estás, para a banda do norte, e do sul, e do oriente, e do ocidente; 15 - porque toda esta terra que vês te hei de dar a ti e à tua semente, para sempre. 16 - E farei a tua semente como o pó da terra; de maneira que, se alguém puder contar o pó da terra, também a tua semente será contada. 17 - Levanta-te, percorre essa terra, no seu comprimento e na sua largura; porque a ti a darei. 18 - E Abrão armou as suas tendas, e veio, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao SENHOR.
 
 
LÓ
Algumas pessoas simplesmente vivem à deriva. Suas alternativas, quando podem reunir suficiente vontade para tomar decisões, tendem a seguir a lei do menor esforço. Ló, o sobrinho do Abrão, era esse tipo de pessoa.
Quando era jovem, Ló perdeu seu pai. Mesmo que isto tivesse sido duro para ele, contou com o exemplo de seu avô Terá e de seu tio Abrão, que o criaram. Ainda assim, Ló não desenvolveu o mesmo caráter que aqueles tinham. Estava tão envolvido com o materialismo que era incapaz de ver as consequências de suas ações.
É difícil imaginar o que teria sido de sua vida sem a atenção esmerada do Abrão e a intervenção de DEUS.
No momento em que Ló foi tirado dessa situação sua vida tinha dado um horrível giro. Tinha estado tão misturado com a cultura de seus dias que não queria deixá-la. Logo sua esposa amou mais a Sodoma do que a DEUS e à sua família e suas filhas cometeram incesto com ele. Sua vida sem rumo o levou finalmente a um caminho muito definido: a destruição.
Entretanto, Ló é chamado "justo" no Novo Testamento e clamava a DEUS para que tomasse alguma atitude quanto ao pecado de Sodoma (2 Pe 2:7). Rute, a descendente do Moabe, foi um antepassado do JESUS CRISTO, mesmo que Moabe fosse o resultado da relação incestuosa do Ló com uma de suas filhas. Isto nos dá esperança no sentido de que DEUS perdoa e frequentemente tira circunstâncias positivas do mal.
Que direção leva sua vida? Vai você para DEUS ou se afasta Dele? Se sua vida está à deriva, decidir-se por DEUS pode lhe parecer difícil, mas é a única decisão que põe todas as demais decisões em uma luz diferente.
Pontos fortes e lucros :
-- Era um homem de negócios bem-sucedido.
-- Pedro o chamou um homem justo (2 Pe 2:7-8).
Debilidades e enganos :
-- Quando tinha que tomar alguma decisão, tendia a transpô-la, logo elegia o curso de ação mais fácil.
-- Quando lhe dava a escolher, sua primeira reação era pensar em si mesmo.
Lição de sua vida:
-- DEUS quer que façamos algo mais que viver à deriva: quer que sejamos uma influência a seu favor.
Dados gerais :
-- Onde: Viveu primeiro no Ur dos caldeus, logo mudou-se para Canaã com o Abrão. Depois, mudou-se à malvada cidade da Sodoma.
-- Ocupação: Boiadeiro rico (ganho bovino e ovino). Além disso, funcionário da cidade.
-- Familiares: Pai: Harã. Adotado por Abrão quando morreu seu pai. Não se menciona o nome de sua esposa, que se converteu em uma estátua de sal quando Sodoma foi destruída.
Versículo chave :
"E detendo-se ele, os varões agarraram de sua mão, e da mão de sua mulher e das mãos de suas duas filhas, segundo a misericórdia de DEUS para com ele; e o tiraram e o puseram fora da cidade" (Gn 19:16).
A história do Ló se relata em Gênesis 11-14; 19. Também se menciona em Deut 2:9; Luc 17:28-32; 2 Pe 2:7-8.
 
Gn 13.12 Ao princípio pareceu ser uma sábia decisão por parte do Ló: bom pasto e água abundante. Mas não se deu conta de que a influência pecaminosa da Sodoma poderia originar tentações tão fortes que podiam destruir a sua família. Você decidiu viver ou trabalhar em uma "Sodoma"? Mesmo que você possa ter suficiente força para resistir às tentações, pode ser que outros membros de sua família não. Enquanto as Escrituras nos mandam que nos aproximemos às pessoas da "Sodoma" que está perto de nós para ganhá-los, devemos evitar nos converter no mesmo tipo de gente que estamos tratando de alcançar.
Notas da Bíblia Diário Vivir.
 
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Lição 13, A Vigilância Conserva Pura a Igreja
 
Revista Adulto, CPAD, 3° trimestre 2020
Tema: Os Princípios Divinos em Tempo de Crise - A reconstrução de Jerusalém e o avivamento espiritual como exemplos para os nossos dias
Comentarista: Pr. Eurico Bergstén
Escrita https://ebdnatv.blogspot.com/2020/09/escrita-licao-13-vigilancia-conserva.html
Slides https://ebdnatv.blogspot.com/2020/09/slides-licao-13-vigilancia-conserva.html
Vídeo da Lição 13, A Vigilância Conserva Pura a Igreja, comp67min https://www.youtube.com/watch?v=_1X-9bqx2Sg
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Mateus 25.1-13
1 - Então, o Reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo. 2 - E cinco delas eram prudentes, e cinco, loucas. 3 - As loucas, tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo. 4 -Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com as suas lâmpadas. 5 - E, tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram. 6 - Mas, à meia-noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro!
7 -Então, todas aquelas virgens se levantaram e prepararam as suas lâmpadas. 8 - E as loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam. 9 - Mas as prudentes responderam, dizendo: Não seja caso que nos falte a nós e a vós; ide, antes, aos que o vendem e comprai-o para vós. 10 - E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele para as bodas, e fechou-se a porta. 11 - E, depois, chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, senhor, abre-nos a porta! 12 - E ele, respondendo, disse: Em verdade vos digo que vos não conheço. 13 - Vigiai, pois, porque não sabeis o Dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir.o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir.
 
Resumo da Lição 13, A Vigilância Conserva Pura a Igreja
I – MEIA-NOITE: O DIA QUE JÁ PASSOU
Ela nos fala de um dia, de um período de tempo que terminou.
(“o dia”) que está para terminar é a dispensação da Igreja (Rm 11.25; Lc 21.24)
II – MEIA-NOITE: INÍCIO DE UM NOVO DIA
1. A manhã começará.
2. A noite vem.
III – AS ARMAS ESPIRITUAIS INDISPENSÁVEIS AO CRENTE
1. A natureza sente as trevas.
2. Os homens sentem as trevas.
3. As nações estão em trevas.
IV – MEIA-NOITE A VINDA DO NOIVO
Naquele glorioso momento, o poder do ESPÍRITO SANTO operará milagres (Rm 8.11; Fp 3.21),
Os que morreram em CRISTO ressuscitarão com corpos gloriosos, e os que estiverem vivos serão transformados
Todos juntos serão arrebatados ao encontro com o Senhor nos ares (1 Ts 4.11-18; 1 Co 15.51-54).
V – O CLAMOR DA MEIA-NOITE, UM BRADO DE ALERTA
1. O sono espiritual é um sinal dos últimos tempos.
2. Seremos guardados vigilantes, se usarmos os meios que DEUS põe à nossa disposição.
 
 
INTRODUÇÃO
Chegamos à última lição deste trimestre. O comentarista não seguiu nos livros estudados (Esdras, Neemias, Ageu, Zacarias). Considerou que o povo judeu estava em avivamento por terem abandonado seus casamentos mistos e a idolatria. O povo judeu em avivamento significa um povo que espera seu Messias.
A Igreja, para estar em avivamento, deve estar orando e vigiando. Deve estar todo o tempo esperando JESUS voltar hoje. 
Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda. 2 Timóteo 4:8
O legítimo avivamento implica em se estar lendo e estudando a bíblia, orando, jejuando, evangelizando e se santificando.
O TEMPO SE ABREVIA - Isto, porém, vos digo, irmãos: que o tempo se abrevia 1 Coríntios 7:29 - Porque ainda um poucochinho de tempo, e o que há de vir virá e não tardará. Hebreus 10:37
 
Vamos estudar a parábola de JESUS, registrada em Mateus 25.1-11
10 virgens
5 prontas, pois possuiam, além das lâmpadas, vasilhas contendo mais azeite.
5 loucas, pois não possuiam, além das lâmpadas, vasilhas contendo mais azeite.
As 10 tosquenejaram e adormeceram.
O Esposo chegou, todas acordaram, porém só 5 entraram para as bodas.
 
I – MEIA-NOITE: O DIA QUE JÁ PASSOU
Meia noite, menos um segundo, é dia ainda, é presente.
Meia noite, mais um segundo, é amanhã, futuro.
Meia Noite fala da hora do arrebatamento. Chegou o esposo. Não dá mais tempo para nada. Ou vai com Ele ou fica sem Ele. O ontem ficou no passado e não tem como ser arrumado mais. O amanhã é eternidade, só a DEUS pertence saber o que acontece ai.
 
O período de tempo dado à Igreja termina no momento do arrebatamento (Rm 11.25; Lc 21.24).
Temos a responsabilidade, como igreja de JESUS CRISTO, de proclamarmos a vinda do Senhor, enquanto é dia, ou seja, enquanto não chega a meia noite, horário do arebatamento.
A Bíblia diz que somos o sustentáculo da verdade (1 Tm 3.15). É nosso tempo aqui para pregarmos o evangelho da graça de DEUS. Depois da meia noite não nos será mais possível fazer isto. O dia é hoje, a hora é esta.
Rm.11:25. Irmãos, não quero que ignoreis este mistério para que não sejais presunçosos: Israel experimentou um endurecimento em parte, até que chegue a plenitude dos gentios. O período da Igreja vai até o arrebatamento (haverá possibilidade de salvação durante a Grande Tribulação, mas não sob a salvação pela graça, por meio da fé, mas sob a Lei, custará a vida de cada um).
...até que os tempos dos gentios se completem. Lucas 21:24b
 A "plenitude dos gentios" significa a conclusão do propósito de DEUS ao chamar para si um povo dentre os gentios (At 15.14) - a Igreja.
 
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de DEUS. E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém! Marcos 16:15-20
 
 
II – MEIA-NOITE: INÍCIO DE UM NOVO DIA
Mas, à meia-noite, ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo! Saí-lhe ao encontro! Mateus 25:6
Meia noite é o momento do arrebatamento, portanto o novo dia só acontece após o arrebatamento, após a meia noite
Um novo dia vai raiar. A Eternidade com CRISTO. Estaremos para sempre com Ele.
depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.~1 Tessalonicenses 4:17
 
 
1. A manhã começará.
 
Um novo dia, o dia da eternidade, cujo início se dará quando JESUS chamar para si aqueles que lavaram suas vestiduras em seu precioso sangue.
Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 1 Coríntios 15:52
JESUS verá o fruto do seu trabalho e de seu sofrimento (Is 53.11). Os que morreram no Senhor ressuscitarão e os que estiverem vivos serão transformados (1 Co 15.22).
JESUS levará a sua Noiva para a Nova Jerusalém onde acontecerá o Tribunal de CRISTO e depois as bodas, festa da união da Igreja com o Cordeiro, para todo o sempre (2 Co 11.2; Ap 19.9; 21.9). Desde já oremos e digamos: “Amém. Ora vem, Senhor JESUS” (Ap 22.20).
 
 
2. A noite vem.
 
Enquanto no Céu, na Nova Jerusalém (Jo 14:3), acontecem o Tribunal de CRISTo e a s Bodas do Cordeiro, aqui na Terra, acontece a Grande Tribulação com perseguição do anticristo e com os juízos de DEUS derramados sobre os homens.
Será o “dia da ira do Cordeiro”, para o mundo que rejeitou a JESUS (Ap 6.16,17). O grande lagar da ira de DEUS será pisado sem misericórdia (Ap 14.9; 15.7; 16.19; 19.15). As trevas dominarão a terra (Is 8.21,22). Para os homens que não houverem dado crédito às palavras de DEUS começará o dia da vingança, e a ira de DEUS será executada repentinamente, assim como foi nos dias de Noé (Gn 7.11,12; Mt 24.39).
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao8-ftc-1tr16-a-grande-tribulacao.htm
 
 
O ESPÍRITO SANTO após o arrebatamento da Igreja. Se o Apocalipse mostra que haverá salvação nesse período e que nesse período a Palavra de DEUS continuará a ser proclamada, perguntamos: Estará o ESPÍRITO SANTO na terra durante a Grande Tribulação? Sim! Ele aqui estará. Mas, como conciliar essa assertiva com 2 Tessalonicenses 2.7?
No começo dos sete anos de tribulação, o ESPÍRITO SANTO será afastado do domínio sobre o governo da Terra, estará agindo através dos 144 mil e nas duas testemunhas.
Isso não significa ser Ele tirado do mundo, mas que cessará sua influência restritiva à iniquidade e ao surgimento do Anticristo. Todas as restrições contra o pecado serão removidas, e começará a rebelião inspirada por Satanás. O ESPÍRITO SANTO, todavia, agirá na terra durante a tribulação, convencendo pessoas dos seus pecados, convertendo-as a CRISTO e dando-lhes poder (Ap 7.9,14; 11.1-11; 14.6,7).
 
A PROCLAMAÇÃO DOS MÁRTIRES
Tanto no Império Romano como em nossos dias, muitos são os torturados e mortos por amor a CRISTO. Todavia, os martírios durante o governo do Anticristo superarão a todas as cifras já registradas. Será o Holocausto dos holocaustos.
1. A identidade dos mártires. Chamaremos de mártires aqueles que, na Grande Tribulação, arrepender-se-ão de seus pecados e se recusarão a adorar a imagem da besta e a receber o seu código. Eles são mostrados no Apocalipse como uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas. (Ap 7.9).
2. A fé sob o martírio. Por causa de sua postura confessante e testemunhal, serão degolados pelo governo do Anticristo (Ap 20.4). Eles, porém, não temerão perturbar o império do mal com o Evangelho do Reino.
 
 
A PROCLAMAÇÃO DOS 144 MIL
Além dos mártires oriundos de todos os povos e nações, haverá um grupo de 144 mil judeus, que também estará confessando a CRISTO durante o governo do Anticristo.
1. A identidade dos 144 mil. São israelitas que se converterão a CRISTO logo após o arrebatamento da igreja (Ap 7.1-8). E precederão a conversão nacional de Israel, que se dará no final da Grande Tribulação (Zc 12.10). Por isso são tratados por DEUS como as suas primícias (Ap 14.3).
2. A elevada posição dos 144 mil. Inferimos do texto sagrado, que DEUS os tomará para si após os terem assinalado. Isto porque, mais adiante, João os vê no monte Sião acompanhando o Cordeiro (Jo 14.1). Em sua testa, o nome do Pai e do Filho.
 
 

A MARCA DA BESTA
O Anticristo romperá seu tratado com a nação de Israel, profanará o Templo reconstruído em Jerusalém e matará as duas testemunhas que vinham proclamando o evangelho. Então assumirá o controle total do sistema monetário mundial, exigindo que todos levem sua marca; ou seja, a marca da besta (Ap 13.16,17)" 
 
POSIÇÃO DOS GENTIOS DURANTE A GRANDE TRIBULAÇÃO
Temos que entender que a GRANDE TRIBULAÇÃO é a 70ª semana - É tratamento quase que exclusivo com Israel, existe algumas coisas para os os gentios que estão pegando uma carona com os judeus. Assim como agora é o período da Igreja, mas alguns judeus acabam sendo salvos.
 
MUITA PREGAÇÃO E SALVAÇÃO DURANTE A GRANDE TRIBULAÇÃO
144 MIL
Mateus: 24. 14. E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
"E porei entre eles um sinal, e os que deles escaparem enviarei às nações, a Társis, Pul, e Lude, flecheiros, a Tubal e Javã, até às ilhas de mais longe, que não ouviram a minha fama, nem viram a minha glória; e anunciarão a minha glória entre os gentios." Isaías 66.19
Para saber mesmo exige toda uma exegese bemn feita da bíblia para se chegar à conclusão de que serão pregadores durante a Grande Tribulação. Na verdade se chegou a esta afirmação depois de uma revelação de DEUS e aceita por todos os analistas desse assunto.
A PROCLAMAÇÃO DOS 144 MIL Também, na primeira metade da “Grande Tribulação”, apesar de o ESPÍRITO SANTO não mais oferecer resistência ao Anticristo, 144 mil homens escolhidos de Israel proclamarão com grande pujança o Evangelho do Reino, não tendo por preciosas as suas vidas.
1. A identidade dos 144 mil.
São chamados de “servos do nosso DEUS” (Ap 7:3), provenientes das tribos dos filhos de Israel (Ap 7:4-8). São servos anônimos, a exemplo daqueles sete mil que serviram a DEUS no tempo de Elias (1Rs 19:18), os quais não deixaram nem permitiram que a apostasia de Israel fosse total; ou como os crentes anônimos de Chipre e de Cirene que, sem serem identificados, iniciaram a evangelização dos gentios na igreja primitiva (At 11:20,21).
2. Estes homens serão os responsáveis pela pregação da Palavra de DEUS e pela salvação de muitos na Grande Tribulação.
O texto bíblico diz que estes homens não se contaminarão com o mundo e se manterão fiéis ao Senhor (Ap 14:3-5), mas, também, como são vistos na glória, juntamente com o Cordeiro (Ap 14:3), é percebido que também irão ser mortos pelo Anticristo e pelo Falso profeta no desempenho de seu ministério.
3. A elevada posição dos 144 mil. Os 144 mil escolhidos receberão um “selo” na testa, algo visível (Ap 7:3) da parte de DEUS, que os protegerá de maneira sobrenatural durante algum espaço de tempo. DEUS assinalará ou marcará as suas testas para indicar a sua consagração a DEUS e que pertencem a Ele (cf Ap 9:4; ler Ez 9:1-6). Todavia, isso não os protegerá das perseguições e do martírio, haja vista o que está escrito em Apocalipse 7:13,14. Tal marcação denota a proteção que eles terão quanto aos juízos divinos sobre o mundo (Ap 9:4). O Cordeiro os honrará por sua fidelidade, como lemos em Apocalipse 14:3-5: “E cantavam um cântico novo diante do trono e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra. Estes são os que não estão contaminados com mulheres, porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai. Estes são os que dentre os homens foram comprados como príncipes para DEUS e para o Cordeiro. E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de DEUS”.
Além disto tem o anjo pregando o evangelho eterno - E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Apocalipse 14:6.
Além disto tem as duas testemunhas - E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco. Apocalipse 11:3
São multidões salvas durante a Grande Tribulação - E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. Apocalipse 7.14
CREIO QUE OS DESVIADOS TERÃO OPORTUNIDADE PORQUE CONHECIAM A PALAVRA E SABEM DO ARREBATAMENTO, NÃO PRECISARÃO SER CONVENCIDOS, JÁ SABEM.
Veja uma pessoa normal, uma pessoa que não é crente. Quando sua esposa for arrebatada, ele saberá que ela foi arrebatada ao vê-la desaparecer na sua frente em plena hora do almoço, por exemplo? Se ele já foi à igreja ou se a esposa lhe falou a respeito do arrebatamento, então ele saberá. O que ele vai fazer agora? Vai procurar se salvar também para estar com sua esposa e seus filhos que terão ido também. Assim o desviado quando ver que a igreja foi arrebatada vaio procurar por todos os meios se arrepender e procurar como fazer para se salvar.
 
 
O ESPÍRITO SANTO SERÁ RETIRADO DA TERRA DURANTE A GRANDE TRIBULAÇÃO, COMO SEERÁ PREGADO O EVANGELHO NESTA ÉPOCA?
Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora o retém até que do meio seja tirado; 2 Tessalonicenses 2:7 
ESSE É O ESPÍRITO SANTO, É UMA PESSOA, TEM PODER SOBRE QUALQUER OUTRO PODER. Portanto - O que o detém o anticristo? - É o poder do ESPÍRITO SANTO nos crentes. Quem detém o anticristo? O próprio ESPÍRITO SANTO que é DEUS.
Porque já o mistério da injustiça somente há um que agora o retém até que do meio seja tirado; 2 Tessalonicenses 2:7 ATÉ QUANDO O ANTICRISTO SERÁ DETIDO? ATÉ O DIA DO ARREBATAMENTO QUANDO O ESPÍRITO SANTO CONDUZIRÁ A NOIVA (IGREJA) A CRISTO.
COMO SE DARÁ A SALVAÇÃO DURANTE A GRANDE TRIBULAÇÃO?
Convencimento pela palavra como faziam no Antigo Testamento, como Apolo pregava no Novo testamento (haviam salvos).
QUE TIPO DE PREGAÇÃO VAI HAVER DURANTE A GRANDE TRIBULAÇÃO?
Será pregado o evangelho do reino de CRISTO que acontecerá logo a seguir do final da Grande Tribulação, o milênio. Basicamente a pregação se baseará nas promessas de DEUS que agora estão se cumprindo, principalmente com o arrebatamento e com o aparecimento do anticristo.
O maior juízo de DEUS será exatamente a falta do ESPÍRITO SANTO na terra. Alguns acham que os selos, as trombetas e as taças serão o maior juízo, mas o maior é a ausência do ESPÍRITO SANTO. Os homens serão enganados, acreditarão na mentira, não terão o ESPÍRITO SANTO para dar discernimento. O pecado se alastrará como pólvora, pois não tem mais a santidade do ESPÍRITO SANTO para combater e o anticristo apoiará tudo o que for contrário a bíblia e à santidade do ESPÍRITO SANTO.
ESPÍRITO SANTO PARA SEMPRE?
João: 14. 16. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre. 17. a Saber, o ESPÍRITO da verdade, o qual o mundo não pode receber; porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque ele habita convosco, e estará em vós.
Ficará sempre com a igreja que já foi arrebatada nesta época da GT. Parece que os irmãos não estão conseguindo ver a época futura de juízo e não de graça. O ESPÍRITO SANTO ficará sempre com a igreja, mas os que não subiram no arrebatamento não são igreja, se fossem teriam subido. Então não têm o ESPÍRITO SANTO e não terão durante a GRANDE TRIBULAÇÃO.
Duas forças contrárias se colidindo, a maior vence a menor. A bíblia diz bem claro que o anticristo só não governa até hoje porque o ESPÍRITO SANTO o impede. Ou seja, a força ou o poder maior impede o menor de assumir.
Não consigo crer que o ESPÍRITO SANTO se sujeitará a Satanás durante a GRANDE TRIBULAÇÃO, você consegue crer nisso? Por certo que não. Então a conclusão lógica é que o ESPÍRITO SANTO não estará na terra durante a GRANDE TRIBULAÇÃO.
 
 
EM BAIXO NA TERRA - DUAS TESTEMUNHAS
Alguns acreditam que serão duas pessoas físicas levantadas e ungidas por DEUS dentre os filhos de Israel por causa das indicações feitas em Apocalipse 11.4 que diz: Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do DEUS da terra. Creio eu que estes não seriam representantes à altura de representarem DEUS e sua Palavra num período tão conturbado.
Representante da lei - Moisés e dos profetas - Elias. Bom - tudo são suposições - Lá veremos tudo isso que é futuro acontecer. Que são as duas oliveiras à direita do castiçal e à sua esquerda? E, falando-lhe outra vez, disse: Que são aqueles dois raminhos de oliveira que estão junto aos dois tubos de ouro e que vertem de si ouro? E ele me respondeu, dizendo: Não sabes o que é isto? E eu disse: Não, Senhor meu. Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que estão diante do Senhor de toda a terra”; (Zc 4.1-14). 
As duas testemunhas podem ser Moisés e Elias. Moisés é representante da lei e o maior desejo que ele tinha era entrar na terra prometida, entrou depois de morrer aqui, mas entrou, lá no Monte da Transfiguração - Isso nos revela que pode voltar quando DEUS quiser, não precisa ter sido levado vivo para o céu como Elias e Enoque. Se veio vivo no Monte da Transfiguração pode voltar na Grande Tribulação.
As pessoas mais representativas para serem as duas testemunhas são Moisés representando a lei e Elias representando os profetas, tanto a lei como os profetas previram a vinda de JESUS e seu ministério.
A bíblia se resume na lei e nos profetas. Ap 11.6 Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem. - Claramente identifica Elias e Moisés. 
Elias - 3 anos e meio sem chuva e Moisés - águas transformadas em sangue e pragas. Ou são Moisés e Elias ou são pessoas que vêm na unção de Moisés e Elias, como João Batista que veio na unção de Elias.
Prefiro ficar com Moisés e Elias. Lembrando que Elias representa quem vai subir no arrebatamento sem experimentar a morte e Moisés representa os que vão ser arrebatados após terem morrido aqui na terra.
 
 
Tribunal de CRISTO
Primeira pergunta: O que vem a ser galardão? Muitos dizem que é pedrinha na coroa, será? 
Segunda pergunta: Se o julgamento acontece assim logo após o arrebatamento, os salvos da grande tribulação não terão nenhum galardão?
Terceira pergunta: O que estará acontecendo com a Igreja enquanto a terra estiver passando pela grande tribulação?
 
Primeira respoosta: COROAS - Galardões?
1) A coroa de glória. “ E, quando aparecer (na sua vinda) O Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória” (1 Pd 5.4).
2) A coroa incorruptível. “ E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, uma incorruptível” (1 Co 9.25).
3) A coroa de alegria. “ Portanto, meus amados e mui queridos irmãos, minha alegria e coroa...” (F1 4.1; 1 Ts 2.19,20).
4) A coroa da justiça: “ Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia (diante do tribunal); e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.8).
5) A coroa da vida. “ Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam” (Tg 1.12; Ap 2.10).
Cumpre-se aqui, portanto, o que diz o profeta Isaías acerca de JESUS: “o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras foram sarados” (Is 53.5b). Isto, aponta claramente para o Calvário, onde JESUS suportou por nós “uma coroa de espinhos” (Jo 19.2) para nos dar o direito de sermos participantes de “uma coroa de glória” . Isso é supremo sacrifício!
JESUS, nosso Senhor, morreu com apenas 33 anos de idade! Depois de ter sofrido “uma eternidade de dores!” Seus inimigos aqui na terra o julgaram digno de “uma coroa de espinhos” . No Céu, porém, o quadro se inverte. E Ele está presentemente “coroado de glória!” (Hb 2.9), etc.
 
Segunda resposta - Não terão nenhum galardão os que vierem da Grande Tribulação, estão com palmas nas mãos e não galardões.
Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos; Apocalipse 7:9
 
Terceira Resposta - A Igreja estará na Jerusalém celeste, primeiro passando pelo Tribunal de CRISTO e recebendo galardões, depois nas Bodas do Cordeiro
 
A grande Tribulação 
 
- Os eventos que ocorrerão na semana de número 70 de Daniel são descritos em Apocalipse.
Será um período de 7 anos, divido em duas partes de 3 anos e meio cada.
Na primeira metade, Satanás trará alguns males, representado pelo 1º selo, o engano e a mentira, Falsa Paz.
Enganará os moradores da terra, trazendo relativa paz e tranquilidade;
resolverá os problemas políticos e econômicos, mas, ao tentar receber adoração dos judeus,
dentro do templo reconstruído em Jerusalém, no lugar santíssimo, será rompida a aliança entre ele e Israel.
Após isso, sobrevirá sobre a terra os juízos de DEUS, chamados de Selos, de trombetas e taças. 
Aparentemente, estes dois últimos acontecerão simultaneamente.
Alguns destes juízos serão catástrofes naturais (terremotos, maremotos, pragas, poluições, quedas de asteróides, etc.), mas haverá também juízos sobrenaturais
 
REMANESCENTE DE ISRAEL - O REMANESCENTE É QUE SERÁ SALVO - OS ÚLTIMOS JUDEUS NA TERRA.
O remanescente de Israel não são só os 144 mil. Já pensou sobre isto? Israel entraria no milênio só com 144 mil homens e nenhuma mulher ou criança. Houve algum engano aí por parte de alguns. O remanescente de Israel é todo judeu que estiver vivo no final da grande tribulação e clamar pela vinda do Messias.
 
Quem estará no Milênio com CRISTO? Todas as ovelhas de JESUS CRISTO entrarão no Milênio para reinar com Ele (Mt 25.34) - Os habitantes da terra, fora os que foram declarados bodes e foram exterminados.. Os "bodes" serão lançados no inferno (Mt 25.41,46). As ovelhas reinarão com CRISTO por mil anos, literalmente, bem como os homens que não adoraram a Besta (Ap 20.4). Também entrará o restante das nações que escaparem da Grande Tribulação (ai entram os judeus e os gentios, todos que estiverem vivos no final da Grande Tribulação - A Igreja não, esta já foi transformada em corpos celestiais e estarão morando na Jerusalém celestial). Os ímpios só ressuscitarão para serem julgados, no Juízo Final, após os mil anos (Ap 20.5,6).
Em Ap 9.4 está apenas dizendo que as pragas não atingirão os 144 mil, não está dizendo que só eles são os remanecentes de Israel.
### Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o ESPÍRITO de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e prantearão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito. Zacarias 12:10
E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul. Zacarias 14:4
Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse JESUS, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir. Atos 1:11
Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém. Apocalipse 1:7
Também Isaías clama acerca de Israel: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo. Porque ele completará a obra e abreviá-la-á em justiça; porque o Senhor fará breve a obra sobre a terra. E como antes disse Isaías: Se o Senhor dos Exércitos nos não deixara descendência, Teríamos nos tornado como Sodoma, e teríamos sido feitos como Gomorra. Romanos 9:27-29
 
 
III – AS ARMAS ESPIRITUAIS INDISPENSÁVEIS AO CRENTE
1. A natureza sente as trevas.
O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da Majestade, nas alturas; Hebreus 1:3
JESUS sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder - controla tudo. JESUS continua intercedendo por nós a direita do PAI (Rm 8.34)
Quando JESUS morreu, o Sol deixou de brilhar e houve trevas na terra (Mt 27.45).
Hoje, toda a natureza geme, pelas coisas que hão de sobrevir à terra (Rm 8.22,23).
 
2. Os homens sentem as trevas.
 
Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios. Porque os que dormem dormem de noite, e os que se embebedam embebedam-se de noite. Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor e tendo por capacete a esperança da salvação. 1 Tessalonicenses 5:6-8
E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. João 3:19
Não estejamos nas trevas, amemos a luz. Trevas significa falta de vigilância, ser deixado para trás e não subir no arrebatamento. Estejamos todos alertas para a vinda de JESUS.
A Bíblia fala de tempos difíceis, quando o homem, em particular, será atormentado por tentações de toda espécie (1 Tm 4.18; 2 Tm 3.1-4). As perseguições à Igreja, o ódio aos crentes e a corrupção moral, provam que já anoiteceu há muito tempo (Lc 17.28; 21.12,16,17).
 
3. As nações estão em trevas.
A pandemia, a ameaça de guerra entre Estados Unidios e China, o armamento atômico da Coréia do Norte do Irã, a perseguição à Igreja em todos os países comunistas, a esquerda mundial quase chegando a violência para barrar o crescimento da direita, a multiplicação de terremotos, maremotos, tufões, sinais no céu e nas estrelas, bem como na lua. Tudo isso nos chama a atenção para a iminente volta de JESUS. Há guerras e rumores de guerras (Lc 21.9; Mt 24.6). O perigo de guerras nucleares, biológicas e químicas constituem uma sombra ameaçadora, que paira sobre todo o mundo (Lc 21.25,26). O mundo já se preparou para a maior catástrofe todos os tempos, a Grande Tribulação (Mt 24.21), e não há lugar para recuo. As trevas da meia-noite já estão para se multiplicarem exponencialmente.
 
 
IV – MEIA-NOITE A VINDA DO NOIVO
Durante milênios, os salvos cantaram e falaram da segunda vinda de JESUS, muitos crentes, que esperavam aquele dia, dormiram no Senhor, guardando a fé; e os que hoje vivem, esperam ansiosos a segunda vinda de JESUS! Mas, a partir da “meia-noite”, ninguém mais dirá que “JESUS virá”. Pelo contrário: À meia-noite ouvir-se-á o clamor de júbilo incontido que encherá terra e o céu: será a Noiva exclamando: “CHEGOU O NOIVO”!!! Em Mateus 25.10 está escrito: “Chegou o esposo”. Naquele glorioso momento, o poder do ESPÍRITO SANTO operará milagres (Rm 8.11; Fp 3.21), pois os que morreram em CRISTO ressuscitarão com corpos gloriosos, e os que estiverem vivos serão transformados, e todos juntos serão arrebatados ao encontro com o Senhor nos ares (1 Ts 4.11-18; 1 Co 15.51-54). Seremos arrebatados ao céu, para não sofrermos a dor e a desgraça que atingirá o mundo todo. Iremos entrar nas moradas que JESUS foi nos preparar, e para as quais fomos comprados com o seu precioso sangue (Ap 7.14).
  
V – O CLAMOR DA MEIA-NOITE, UM BRADO DE ALERTA
Veja
Lição 5, O Arrebatamento da Igreja
I - TODOS OS SALVOS SERÃO ARREBATADOS
1. A reunião dos salvos no encontro com CRISTO.
2. Quem será arrebatado?
II - O ARREBATAMENTO E A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS
1. A ignorância acerca dos mortos (1 Ts 4.13).
2.A primeira e a segunda ressurreição.
3. A transformação dos crentes que estiverem vivos quando JESUS voltar.
III - ANTES DO ARREBATAMENTO E DEPOIS DELE
1. Antes, é preciso vigilância.
2. Depois, viveremos felizes para sempre.
 
“Mas à meia-noite ouviu-se um clamor: Aí vem o esposo”! (Mt 25.6). É este o clamor que ouvimos em nossos dias. Meu irmão, você está ouvindo já este clamor? Está escutando como o ESPÍRITO SANTO diz ao mundo e aos salvos que JESUS vem breve? Está atento aos sinais dos tempos? Está atento ao cumprimento das profecias? (Lc 21.28,29; 1 Pe 1.19). Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o ESPÍRITO diz à Igreja (Ap 2.7). Mas aqueles que já ouviram a voz do ESPÍRITO SANTO devem divulgar as Palavras eternas do evangelho, enquanto houver tempo! Fomos chamados por DEUS para sermos atalaias, e nossa função é despertar o povo! (Ez 3.17-21; Hc 2.1-3). Temos que anunciar aos homens que JESUS vem breve. Obreiros e crentes em geral: não nos cansemos de anunciar a volta de JESUS! Não é bastante que uma vez tenhamos sido feitos filhos da luz, e vestidos de vestes nupciais. Precisamos vigiar e permanecer prontos para a vinda do Senhor. Por isso diz a Bíblia: “Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap 3.11). Os membros da igreja de Filadélfia eram agradáveis a DEUS, mas precisavam “guardar” o que haviam recebido do Senhor, para não serem roubados. É isso que a Palavra de DEUS nos ensina, com a ordem “Vigiai” (Mc 13.36,37).
1. O sono espiritual é um sinal dos últimos tempos.
O sono pode ser causado, primeiramente, pela desobediência como aconteceu a Jonas (Jn 1.6). Quando obedecemos a DEUS, somos revestidos do poder do ESPÍRITO SANTO (At 5.32), para não adormecermos. Também a preguiça causa sono (Pv 24.30-33). Quando Davi ficou em casa, desocupado, enquanto o seu exército combatia, caiu em tentação (2 Sm 11.1.2). Por isso é uma bênção para o crente estar muito ocupado na igreja do Senhor, servindo-o ali! Esgotamento espiritual, por falta de renovação, também pode causar sono. Está escrito que Abraão teve que lutar contra o sono ao pé do altar (Gn15.12). Precisamos do poder de DEUS, para ficarmos fortes e resistir a tudo, inclusive ao sono.
2. Seremos guardados vigilantes, se usarmos os meios que DEUS põe à nossa disposição.
Ele nos desperta pela sua Palavra. JESUS despertou seus discípulos, falando-lhes (Mt 26.45,46). Como é preciosa a Palavra de DEUS! Quem a estuda com atenção, encontra sempre incentivo e despertamento. Aleluia! O ESPÍRITO SANTO nos conserva vigilantes e acordados. Ele é como o óleo na lâmpada (Mt 25.1-8). Vive, pois, uma vida, onde há inteira liberdade para o ESPÍRITO de DEUS operar (2 Co 3.17), e isto o conservará preparado para o encontro com o Senhor. A oração é outro fator de importância, para o qual JESUS chama a nossa atenção. Disse Ele: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26.41; Mc 13.33). E acrescentou: “O espírito está pronto, mas a carne é fraca”, significando que, se os discípulos orassem, o ESPÍRITO prevaleceria sobre a carne. Por que a oração é um recurso tão importante para nos manter vigilantes? Sim, porque pela oração vivemos em comunhão com DEUS. Então ficamos fortes e felizes! Sim, porque pela oração vivemos em comunhão com DEUS. O rosto de Moisés resplandecia quando tinha estado com DEUS, no monte (Êx 34.29) Semelhantemente, também, Estêvão (At 6.15). A oração é uma arma eficaz contra Satanás (Ef 6.18). Quando combatemos e prevalecemos contra o nosso inimigo, permanecemos vigilantes. A oração é, finalmente, o meio pelo qual recebemos as bênçãos de DEUS. A oração nos enche de sua graça, e nos faz prontos para o grande culto nas nuvens. Que DEUS nos guarde, a todos, vigilantes, a fim de podermos ver, um dia, a glória de DEUS! Estejamos atentos à nossa conduta, sempre buscando a santificação e purificação, para que não apareça alguma mancha em nossos vestidos, porque “qualquer que nEle tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, como também ele é puro” (1 Jo 3.3). Assim estaremos sempre preparados, e um dia o veremos tal como Ele é (1Jo 3.2).
 
CONCLUSÃO
Quando o clamor da meia-noite for ouvido, diz a Bíblia que o seu sentido é o seguinte: SAÍ-LHE AO ENCONTRO! É precisamente isto que o ESPÍRITO SANTO quer dizer atualmente: “Prepara-te para te encontrares com o teu DEUS” (Am 4.12). E nós devemos estar prontos a responder: “Já a sua Noiva se aprontou” (Ap 19.7,8). Lemos em Mateus 25.7 que, ao ouvir o clamor da meia-noite, as virgens começaram a preparar as suas lâmpadas. Meu irmão, a tua lâmpada está preparada hoje? Que DEUS permita que nas nossas lâmpadas, nas nossas vidas, se cumpram as palavras de Lucas 12.35,36: “Estejam cingidos os vossos lombos, e acesas, as vossas candeias. 36 E sede vós semelhantes aos homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar das bodas, para que, quando vier e bater, LOGO possam abrir-lhe” (Grifo nosso). O ESPÍRITO SANTO nos está despertando hoje para que estejamos nesta condição. Estajamos atentos e sensíveis a sua voz. Amém.
 
 
I - A VINDA DE JESUS SERÁ REPENTINA
1. Como um relâmpago.
2. Como um ladrão. 
 
1. Como um relâmpago.
O problema aí é só o título que pode confundir O título deveria ser - Falsos Cristos, pois fala disto. Relâmpago é citado por JESUS se referindo à sua vinda na segunda fase onde todo o olho o verá.
Aqui o assunto é a proliferação de falsos Cristos, como já assistimos em nossos dias.
POLIGÂMICO - VISSARION (SIBÉRIA, RÚSSIA), MODERNINHO - DAVID SHAPLER (INGLATERRA), JESUS MÚLTIPLO - ERNEST L. NORMAN (CALIFÓRNIA, EUA), JESUS RASTAFÁRI - HAILÉ SELASSIÉ 1º (ETIÓPIA E JAMAICA), BRASILEIRO - INRI CRISTO ("NOVA JERUSALÉM" (BRASÍLIA), BRASIL), JESUS SUICIDA - JIM JONES (JONESTOWN, GUIANA), JESUS VENENOSO - SHOKO ASAHARA (TÓQUIO, JAPÃO), E.T. - MARSHALL APPLEWHITE (SANTA FÉ, EUA), ENCARCERADO - MICHEL TRAVESSER (NOVO MÉXICO, EUA), ANTICRISTO - JOSÉ LUIS DE JESUS MIRANDA (MIAMI, EUA).
"Então, se alguém vos disser: Eis aqui o CRISTO! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto! Não saiais. Ou: Ei-lo no interior da casa! Não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem." (Mateus 24:23-27). É espantoso a quantidade de pessoas que esses enganadores conseguem manipular. Como já disse o relâmpago deveria ser usado só para a vinda de JESUS na segunda fase, seria melhor. Nós só vamos falar disso na Lição 9 - A Vinda de JESUS em Glória.
2. Como um ladrão.
Vem como um ladrão - Não quer dizer que JESUS vem roubar (ELE não é ladrão), mesmo porque já somos Dele. Como ladrão é porque vem sem dia e sem hora marcada. De surpresa para quem não o espera, mas para nós que somos salvos e estamos em comunhão com o ESPÍRITO SANTO, vivendo em santidade e vigilantes será uma hora esperada, aguardada, amada.
 
II - COMO FOI NOS DIAS DE NOÉ
1.Comiam e bebiam (Lc 17.27).
2. "Casavam e davam-se em casamento" (Lc 17.27). 
 
1.Comiam e bebiam (Lc 17.27).
Comer e beber não é pecado, mas comer exageradamente é pecado - Glutonaria. Beber bebida alcoólica ou mesmo suco de uva em excesso sabendo que embriaga é pecado.
Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância; 1 Timóteo 3:8
Não é apenas estar ocupado comendo e bebendo, mas também estar desatento e no pecado.
Dois problemas - ocupado não percebendo os sinais da volta de CRISTO e em situação de pecado. 
2. "Casavam e davam-se em casamento" (Lc 17.27).
Estavam muito ocupados para prestarem atenção à mensagem de salvação pregada por Noé (Noé, pregoeiro da justiça 2 Pedro 2:5).
 
Casar é coisa boa - é de DEUS – Dar-se em casamento, ou seja, aceitar se casar com alguém do sexo oposto é bom. O problema é quando se casa já estando casado com outra pessoa, isso é adultério.  Qualquer que deixa sua mulher, e casa com outra, adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido, adultera também. Lucas 16:18-  O problema é se casar com pessoa do mesmo sexo - Isso é bestialidade, abominação. Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é; Levítico 18:22; - Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de DEUS. 1 Coríntios 6:10.
 
III - A CORRUPÇÃO GERAL NA TERRA
1. Toda a terra estava corrompida e violenta.
2. O juízo de DEUS sobre a corrupção geral. 
 
1. Toda a terra estava corrompida e violenta.
Corrupção - tem sido a marca de nossa geração – nunca se viu tanta, ou pelo menos nunca se soube de tanta corrupção como em nossos dias.
A corrupção da lição é o que nos corrompe, o que nos prende à terra, o que pode nos impedir de estarmos prontos para o arrebatamento.
Somos corrompidos pelo que para não sermos arrebatados? Essa é a questão.
Cantores e outros crentes mais, dividindo o mesmo palco com cantores mundanos, isso é forma de corrupção. Grana e Fama envolvidos ai.
A corrupção da lição é o que nos corrompe, o que nos prende à terra, o que pode nos impedir de estarmos prontos para o arrebatamento.
Amor ao dinheiro por exemplo. Viver na prática do aceitar suborno e subornar.
Adultério, prostituição, roubo, homossexualidade, lesbianismo, viciado em pornografia na internet, etc...
Embora a corrupção na lição não seja esta da mídia de hoje (dos políticos, líderes das igrejas, comerciantes, até a gorjeta do guarda de trânsito), podemos até nos lembrar da corrupção geral dos políticos brasileiros, inclusive e principalmente dos políticos evangélicos.
Violência – tem começado dentro dos lares, filhos matando pais, maridos matando esposas. Com a multiplicação dos carros e motos, nunca se teve tantas mortes no trânsito como vemos em nossos dias. Assaltos são constantes na vida de qualquer cidadão hoje em dia, as pessoas honestas vivem presas em suas casas e os ladrões soltos pelas ruas. Estupros, pedofilia, e por incrível que pareça a diversão maior de jovens passou a ser assistir lutas de UFC MMA onde duas pessoas se machucam brutalmente sangrando por toda parte. Infelizmente crentes têm dado muito valor a essas coisas.
Nós temos que mudar essa situação, temos que parar de corromper as pessoas e de sermos corrompidos por elas, temos de parar de valorizar a violência. O mundo precisa conhecer a paz e o amor de DEUS.
Imagine, o Brasil tem 10% dos homicídios do mundo. É no mínimo absurdo. oremos mais, evangelizemos mais. 
2. O juízo de DEUS sobre a corrupção geral.
DEUS resolveu destruir toda a humanidade através do dilúvio (Gn 6.5-7).
Certamente o segundo maior Juízo de DEUS sobre a Terra será a Grande Tribulação que virá sobre aqueles que se esquecem de DEUS. na primeira parte da grande Tribulação será o juízo da falta do ESPÍRITO SANTO na Terra, presente somente nas duas testemunhas e nos 144 mil judeus. (Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora o retém até que do meio seja tirado; 2 Tessalonicenses2:7).
Será fácil para o anticristo enganar as nações, ele se fará passar pelo próprio CRISTO. fará sinais e prodígios. Será ferido de chaga mortal e reviverá, fará até fogo descer do céu. Ainda bem que nós não passaremos por esta época por aqui, já estaremos no céu com o Senhor! Glória a DEUS! Então p juízo de DEUS está próximo para esta geração corrompida e perversa. Não se misture a ela. Vigie, sintifique-se.
Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de DEUS. Salmos 9:17 
 
IV – COMO FOI NOS DIAS DE LÓ
1. Dias de intensa corrupção.
2. A corrupção mundial.
3. A destruição da família. 
 
1. Dias de intensa corrupção.
"Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam" (Lc 17.28).
Isso significa que nos dias de Ló estavam muito ocupados para perceberem que o pecado já se tornara exageradamente perigoso para eles. Se esqueceram de que o planeta não é de tolos pecadores, mas de um DEUS santo e poderoso que não tolera que o desafiem. Comiam, mas com glutonaria; Bebiam, mas se embriagavam; Compravam, mas muitas de suas mercadorias eram roubadas de outros ou contrabandeadas (para atualizar com nossos dias); Vendiam, mas superfaturadas ou sem recolher os devidos impostos (para atualizar com nossos dias); Plantavam, mas com sementes modificadas geneticamente, ou plantavam drogas como a maconha, o fumo, ou a coca (para atualizar com nossos dias); edificavam, mas com material inadequado e financiamentos fraudulentos (para atualizar com nossos dias).
O pecado estava sempre por detrás de seus empreendimentos. Estavam sem vigiar e na prática do pecado.
2. A corrupção mundial.
Estados Unidos, uma nação onde a maioria das pessoas se diz cristã, aprovou o "casamento gay". Este país é hoje anfitrião da maior igreja de Satanás do mundo, é responsável pela distribuição da maior quantidade de drogas do planeta, maior distribuição de filmes pornográficos, de violência e responsável pela maior venda de armas do mundo. Se tornou uma nação íntima de Satanás. Se gastasse com ajuda humanitária um, terço do gasta com viagens espaciais, a fome do mundo seria erradicada.
O Brasil hoje sente falta do dinheiro enviado a grupos terroristas, do dinheiro aplicado em países comunistas e no dinheiro gasto erradamente em investimentos num produto controlado pelos árabe e americanos, o petróleo (mais barato importar do que produzir, já que a corrupção neste setor está todo ocupado por corruptos profissionais que roubam o Brasil).
O Brasil é o maior país católico do  mundo, onde a idolatria, a feitiçaria, o espiritismo são elogiados pelo mundo. O turismo sexual no Brasil é conhecido no mundo e a pedofilia é explorada por marginais em todo país.
Enquanto a igreja brasileira perde tempo com a mídia e em roubar fiéis uns dos outros, milhões de vidas são ceifadas por Satanás.
Até quando SENHOR suportarás essa situação? 
3. A destruição da família.
No Brasil, temos visto vários projetos cujo objetivo é dar fim ao modelo bíblico, cristão de família.
Agora querem tornar a prostituição uma profissão. Isso é provocar a ira de DEUS sobre nossa nação, mas vem a eleição ai e ainda tem crente que vai votar nesse partido maligno. Querem também colocar ensino sexual para crianças ensinando pedofilia, ensinando que ninguém nasce nem homem e nem mulher, pode escolher depois o que vai ser. Ô partido de Satanás.
Pode ser nossa família por exemplo - Para agradar a família podemos estar na praia Domingo pela manhã na hora da EBD. Num Sítio, Ou mesmo passarmos a noite em filmes junto com a família e dormirmos até tarde no Domingo e não irmos para a EBD. Esse é um exemplo bom.
A explicação para o recorde de divórcios registrados no país também está no Direito: desde julho do ano passado, uma mudança na legislação facilitou o acesso ao divórcio, acabando com o instituto da separação, com os altos preços de alguns processos e com os prazos longos. “Hoje é mais barato, rápido e acessível”
 
Estavam muito ocupados para prestarem atenção à mensagem de salvação pregada por Ló (e livrou o justo Ló, enfadado da vida dissoluta dos homens abomináveis, 2 Pedro 2:7).
 
 
VIGIAR, OBSERVAR, PRESTAR ATENÇÃO - Cinco palavras são assim traduzidas no AT, das quais shamar talvez seja a mais comum. Cinco também são assim traduzidas no NT, sendo gregoreo a mais utilizada delas. Este verbo significa ficar acordado, alerta, dar total atenção, para evitar que por negligência ou indolência algumas calamidades destrutivas atinjam a vida de alguém (Mt 24.42; 25.13; Ap 16.15), ou ainda para evitar que alguém negue ou abandone a CRISTO (Mt 26.41) ou caia em pecado (1 Ts 5.6; 1 Co 16.13; !Pe5.8;Ap3.2ss.).
Charles F. Pfeiffer, Howard F. Vos, John Rea - Dicionário Bíblico Wycliffe
 
 
VIGIAI - COMENTÁRIO WIERSBE ÚNICO VOLUME - NOVO TESTAMENTO - CPAD
"Vigiai" (Mt 24:42; 25:13). Isso não significa ficar em pé no alto de uma montanha olhando para o céu (At 1:9-11), mas sim estar desperto e atento (Mt 26:38-41). 
 
"Vigiar" significa permanecer alerta, em sua melhor postura, desperto. Por que devemos permanecer alertas? Porque ninguém sabe quando JESUS CRISTO voltará.
Nem mesmo os anjos sabem. O mundo incrédulo zomba de nós, pois continuamos apegados a essa "esperança abençoada", mas ele voltara conforme prometeu (2 Pe 3).
 
 
 
O RELACIONAMENTO ENTRE O CRENTE E O MUNDO - BEP - CPAD
 1Jo 2.15,16 "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo."
A palavra "mundo" (gr. kosmos) freqüentemente se refere ao vasto sistema de vida desta era, fomentado por Satanás e existente à parte de DEUS. Consiste não somente nos prazeres obviamente malignos, imorais e pecaminosos do mundo, mas também se refere ao ESPÍRITO de rebelião que nele age contra DEUS, e de resistência ou indiferença a Ele e à sua revelação. Isso ocorre em todos os empreendimentos humanos que não estão sob o senhorio de CRISTO. Na presente era, Satanás emprega as idéias mundanas de moralidade, das filosofias, psicologia, desejos, governos, cultura, educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas econômicos, diversões, comunicação de massa, esporte, agricultura, etc, para opor-se a DEUS, ao seu povo, à sua Palavra e aos seus padrões de retidão (Mt 16.26; 1Co 2.12; 3.19; Tt 2.12; 1Jo 2.15,16; Tg 4.4; Jo 7.7; 15.18,19; 17.14 ). Por exemplo, Satanás usa a profissão médica, para defender e promover a matança de seres humanos nascituros; a agricultura para produzir drogas destruidoras da vida, tais como o álcool e os narcóticos; a educação, para promover a filosofia ímpia humanista; e os meios de comunicação em massa, para destruir os padrões divinos de conduta. Os crentes devem estar conscientes de que, por trás de todos os empreendimentos meramente humanos, há um espírito, força ou poder maligno que atua contra DEUS e a sua Palavra. Nalguns casos, essa ação maligna é menos intensa; noutros casos, é mais. Finalmente, o "mundo" também inclui todos os sistemas religiosos originados pelo homem, bem como todas as organizações e igrejas mundanas, ou mornas. 
(1) Satanás (ver Mt 4.10) é o DEUS do presente sistema mundano (ver Jo 12.3; 14.30; 16.11; 2Co 4.4; 5.19). Ele o controla juntamente com uma hoste de espíritos malignos, seus subordinados (Dn 10.13; Lc 4.5-7; Ef 6.12,13).
(2) Satanás tem o mundo organizado em sistemas políticos, culturais, econômicos e religiosos que são inatamente hostis a DEUS e ao seu povo (Jo 7.7; 15.18,19; 17.14; Tg 4.4; 2.16) e que se recusam a submeter-se à sua verdade, a qual revela a iniquidade do mundo (Jo 7.7). 
(3) O mundo e a igreja verdadeira são dois grupos distintos de povo. O mundo está sob o domínio de Satanás (ver Jo 12.31); a igreja pertence exclusivamente a DEUS (Ef 5.23,24; Ap 21.2). Por isso, o crente deve separar-se do mundo.
(4) No mundo, os crentes são forasteiros e peregrinos (Hb 11.13; 1Pe 2.11). (a) Não devem pertencer ao mundo (Jo 15.19), não se conformar com o mundo (ver Rm 12.2), não amar o mundo (2.15), vencer o mundo (5.4), odiar a iniquidade do mundo (ver Hb 1.9), morrer para o mundo (Gl 6.14) e ser libertos do mundo (Cl 1.13; Gl 1.4). (b) Amar o mundo (cf. 2.15) corrompe nossa comunhão com DEUS e leva à destruição espiritual. É impossível amar o mundo e ao Pai ao mesmo tempo (Mt 6.24; Lc 16.13; ver Tg 4.4). Amar o mundo significa estar em estreita comunhão com ele e dedicar-se aos seus valores, interesses, caminhos e prazeres. Significa ter prazer e satisfação naquilo que ofende a DEUS e que se opõe a Ele (ver Lc 23.35). Note, é claro, que os termos "mundo" e "terra" não são sinônimos; DEUS não proíbe o amor à terra criada, i.e., à natureza, às montanhas, às florestas, etc. 
(5) De acordo com 2.16, três aspectos do mundo pecaminoso são abertamente hostis a DEUS: (a) "A concupiscência da carne", que inclui os desejos impuros e a busca de prazeres pecaminosos e a gratificação sensual (1Co 6.18; Fp 3.19; Tg 1.14). (b) "A concupiscência dos olhos", que se refere à cobiça ou desejo descontrolado por coisas atraentes aos olhos, mas proibidas por DEUS, inclusive o desejo de olhar para o que dá prazer pecaminoso (Êx 20.17; Rm 7.7). Nesta era moderna, isso inclui o desejo de divertir-se contemplando pornografia, violência, impiedade e imoralidade no teatro, na televisão, no cinema, ou em periódicos (Gn 3.6; Js 7.21; 2 Sm 11.2; Mt 5.28). (c) "A soberba da vida", que significa o ESPÍRITO de arrogância, orgulho e independência autossuficiente, que não reconhece DEUS como Senhor, nem a sua Palavra como autoridade suprema. Tal pessoa procura exaltar, glorificar e promover a si mesma, julgando não depender de ninguém (Tg 4.16).
(6) O crente não deve ter comunhão espiritual com aqueles que vivem o sistema iníquo do mundo (ver Mt 9.11; 2Co 6.14) deve reprovar abertamente o pecado deles (Jo 7.7; Ef 5.11), deve ser sal e luz do mundo para eles (Mt 5.13,14), deve amá-los (Jo 3.16), e deve procurar ganhá-los para CRISTO (Mc 16.15; Jd 22,23).
(7) Da parte do mundo, o verdadeiro cristão terá tribulação (Jo 16.33), ódio (Jo 15.19), perseguição (Mt 5.10-12) e sofrimento em geral (Rm 8.22,23; 1Pe 2.19-21). Satanás, usando as atrações do mundo, faz um esforço incessante para destruir a vida de DEUS dentro do cristão (2Co 11.3; 1Pe 5.8).
(8) O sistema deste mundo é temporário e será destruído por DEUS (Dn 2.34,35, 44; 2Ts 1.7-10; 1Co 7.31; 2Pe 3.10; Ap 18.2).
 
 
A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE - BEP - CPAD
2Co 6.17,18 "Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso".
O conceito de separação do mal é fundamental para o relacionamento entre DEUS e o seu povo. Segundo a Bíblia, a separação abrange duas dimensões, sendo uma negativa e outra positiva: (a) a separação moral e espiritual do pecado e de tudo quanto é contrário a JESUS CRISTO, à justiça e à Palavra de DEUS; (b) acercar-se de DEUS em estreita e íntima comunhão, mediante a dedicação, a adoração e o serviço a Ele. 
(1) No AT, a separação era uma exigência contínua de DEUS para o seu povo (Lv 11.44 ; Dt 7.3; Ed 9.2 ). O povo de DEUS deve ser santo, diferente e separado de todos os outros povos, a fim de pertencer exclusivamente a DEUS. Uma principal razão por que DEUS castigou o seu povo com o desterro na Assíria e Babilônia foi seu obstinado apego à idolatria e ao modo pecaminoso de vida dos povos vizinhos (ver 2Rs 17.7,8 ; 24.3 ; 2Cr 36.14 ; Jr 2.5, 13 ; Ez 23.2; Os 7.8 ). 
(2) No NT, DEUS ordenou a separação entre o crente e (a) o sistema mundial corrupto e a transigência ímpia (Jo 17.15,16; 2Tm 3.1-5; Tg 1.27; 4.4;); (b) aqueles que na igreja pecam e não se arrependem de seus pecados (Mt 18.15-17; 1Co 5.9-11; 2Ts 3.6-15); e (c) os mestres, igrejas ou seitas falsas que aceitam erros teológicos e negam as verdades bíblicas (ver Mt 7.15; Rm 16.17; Gl 1.9 ; Tt 3.9-11; 2Pe 2.17-22; 1Jo 4.1; 2Jo 10,11; Jd vv.12,13).
(3) Nossa atitude nessa separação do mal, deve ser de (a) ódio ao pecado, à impiedade e à conduta de vida corrupta do mundo (Rm 12.9; Hb 1.9; 1Jo 2.15), (b) oposição à falsa doutrina (Gl 1.9), (c) amor genuíno para com aqueles de quem devemos nos separar (Jo 3.16; 1Co 5.5; Gl 6.1; cf. Rm 9.1-3; 2Co 2.1-8; 11.28,29; Jd v. 22) e (d) temor de DEUS ao nos aperfeiçoarmos na santificação (7.1).
(4) Nosso propósito na separação do mal, é que nós, como o povo de DEUS, (a) perseveremos na salvação (1Tm 4.16; Ap 2.14-17), na fé (1Tm 1.19; 6.10, 20,21) e na santidade (Jo 17.14-21; 2Co 7.1); (b) vivamos inteiramente para DEUS como nosso Senhor e Pai (Mt 22.37; 2Co 6.16-18) e (c) convençamos o mundo incrédulo da verdade e das bênçãos do evangelho (Jo 17.21; Fp 2.15). 
(5) Quando corretamente nos separarmos do mal, o próprio DEUS nos recompensará, acercando-se de nós com sua proteção, sua bênção e seu cuidado paternal. Ele promete ser tudo o que um bom Pai deve ser. Ele será nosso Conselheiro e Guia; Ele nos amará e de nós cuidará como seus próprios filhos (6.16-18).
(6) O crente que deixa de separar-se da prática do mal, do erro, da impureza, o resultado inevitável será a perda da sua comunhão com DEUS (6.16), da sua aceitação pelo Pai (6.17), e de seus direitos de filho (6.18; cf. Rm 8.15,16).
 
 
A PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS
    O reino dos céus será semelhante as dez virgens (v. 1).
    Está parábola tem como material uma cena do casamento oriental, que não sofreu grande alteração com o decurso do tempo. O esposo ou noivo contratado ia à casa da noiva, para dali ser reconduzido em companhia dos amigos, geralmente em número de dez para a ceia nupcial. Dez era o símbolo da perfeição; o número regular de membros de membros da família para a participação da páscoa; condição para organizar-se uma sinagoga, número dos mandamentos do decálogo; o número de amigas no casamento de Booz com Rute. (Rute 4:2).
    Virgens significavam que eram irrepreensíveis, figurando os crentes cuja vida exterior estava sem qualquer mancha. Os que seguem o cordeiro são chamados virgens. (Ap. 14:4).
    Cinco dentre elas eram néscias. (v.2). representam aqueles que vivem, na igreja, professam o nome de CRISTO, porém vivem alienados da palavra de DEUS, vivem de um modo displicente e descompromissados dos valores do reino de DEUS. As prudentes representam aqueles que vivem em harmonia com a palavra de DEUS, que amam e guardam os preceitos do Senhor em seus corações, que vivem a vida cristã em toda a sua plenitude.
    As loucas ao tomarem suas lâmpadas não levaram azeite consigo. (v.3). Lâmpada fala da igreja, quando João teve a visão de CRISTO glorificado, ele o viu entre sete candeeiros de ouro (Ap. 1:12-13). No capítulo 1 verso 20, o próprio CRISTO diz que os candeeiros são as igrejas. O azeite na Bíblia é símbolo do ESPÍRITO SANTO, então nossas lâmpadas precisam se encontrar sempre cheias de azeite. Quando falta azeite do ESPÍRITO SANTO o crente não se exercita na oração, na leitura da bíblia e no trabalho do Senhor. Quando falta o azeite o crente, não exerce vigilância sobre suas afeições, donde procedem as fontes da vida, então a lâmpada corre o risco de se apagar.
    As prudentes, além das lâmpadas levaram azeite nas vasilhas. (v.4). Só se conhece um crente prudente, sensato na ora da provação. É somente na hora do desapontamento imprevisto, da tentação repentina, ou da tristeza inesperada que se revela a profundeza de caráter e quanto a de verdadeira consagração na vida do crente.
    Tardando o noivo, adormeceram (v.5)
    Houve uma demora inesperada, como parece acontecer com a Segunda vinda de CRISTO; e essa demora serviu para revelar a prudência das virgens. O decorrer dos anos descobre em nós o que? Prudência? Insensatez?
    A meia-noite ouviu-se um grito. (v.6), a vinda de CRISTO é possível em qualquer época e não é impossível em nossa época, diz Trench, sendo a incerteza nossa expectativa um motivo para a diligência e santidade. O grito da meia noite, é o grito revelador. É a hora do sono profundo, e por isso menos esperada, é a hora que os homens tem menos esperança e resolvem descansar.
(Lc. 12:20; I Tes. 5:2)
    As néscias disseram as prudentes: Dói-nos da vosso azeite. (v.8)
    No dia da revelação das coisas ocultas, na hora do balanço geral, da prestação de contas, é que as néscias vão com surpresa verificar a falta de azeite, elas também estavam aguardando a chegada do noivo. Tinham as lâmpadas em suas mãos mais faltava o essencial – o azeite. O pedido que as néscias fizeram, não pôde ser atendido.
    Mas as prudentes disseram: não! (v.9), não podemos conceder vossa vida espiritual ao próximo; nem podemos tomar emprestada a graça do irmão. Ide compare Is. 55:1.
    Entraram com ele para as que estavam apercebidas, entraram com eles para as bodas, e fechou-se a porta como se fechou a porta da arca, como se fecharam as portas do templo da cidade de Jerusalém, para a alegria e segurança dos que achavam dentro, e tristeza e exclusão dos que ficaram fora, assim se fechará a porta.
    Chegarão as virgens néscias clamando (v.11)   
    As virgens loucas tentarão buscar azeite de última hora, quando voltarão encontrarão a porta fechada, baterão, clamarão, pedirão que o Senhor abra porém será tarde demais.
    Em verdade vos digo que vos conheço (v.12).
    Muitos dirão naquele dia, Senhor, em teu nome expulsamos demônios, curamos enfermos, ele dirá: Apartai-vos de mim...
 
Sabemos pelas Sagradas Escrituras, que é chegado o momento de CRISTO vir arrebatar a sua Igreja. Não sabemos se virá Ele na primeira vigília, se aparecerá na segunda ou na terceira, ou se haverá de romper os céus aos primeiros clarões da alva. De uma coisa, porém, estejamos certos: JESUS breve virá! Estará você preparado para este dia e hora? 
Muitos serão surpreendidos pela vinda do Senhor. Embriagados pelas ânsias desta vida, teimam em viver como se a vinda de JESUS fosse a mais remota das hipóteses. À semelhança daqueles escarnecedores referidos pelo apóstolo Pedro, perguntam: “Onde está a promessa da sua vinda?” O que tais crentes não sabem é que já estamos em plena era escatológica; vivemos os últimos dias desta dispensação. Estarás tu vigiando, quando JESUS voltar? 
Mateus - Série Cultura Bíblica - R.V.G Tasker
 
 
As Dez Virgens (25.1-13; somente em Mateus, mas comparar com Lucas 12.35-37.
Conquanto a primeira palavra do v. 1, Então (lote), seja muitas vezes neste evangelho apenas uma partícula transitiva sem nenhum significado cronológico, parece que aqui deve ser construída com um sentido temporal, sendo a referência ao dia que desempenha papel tão importante na seção anterior. Assim Knox traduz corretamente, ''Quando chegar aquele dia, o reino do céu será semelhante ... " No capítulo 24, a certeza e o caráter subitâneo da parousia, e a suprema necessidade de estarem os discípulos preparados para ela, são salientados com extrema solenidade. A parábola das dez virgens complementa a parábola do servo fiel e do infiel que a antecede imediatamente. Nela se dá mais um quadro da condição em que os discípulos se verão na parousia, se deixarem de preparar-se para ela. O dia da oportunidade, descobrirão eles então, terá passado para sempre; e terá chegado o tempo de efetuar-se rápida e permanente separação entre os que estão prepara os para entrar na vida eterna a eles possibilitada por Aquele a quem aceitaram como o seu Rei, e aqueles que, embora nominalmente sujeitasse a esse Rei, falharam no cumprimento das suas obrigações espii1tuais, por negligencia, falta de previdência, ou irresponsabilidade. A estes o caminho para a festa de casamento, símbolo da alegria do reino do céu, estará permanentemente impedido. Há uma terrível finalidade em torno das palavras, e fechou-se a porta (10).
Esta estreita conexão entre a parábola e o ensino sobre a parousia, no capítulo anterior torna difícil ao leitor divisar a característica precisa dos costumes matrimoniais dos judeus que aqui está sendo empregada com ilustração. No tempo de JESUS, normalmente havia três estágios no processo matrimonial. Primeiro vinha o compromisso, quando era feito um contrato formal entre os respectivos pais da noiva e do noivo. A este seguia-se o noivado, cerimônia feita na casa dos pais da noiva, quando promessas mútuas eram feitas pelas partes contratantes diante de testemunhas, e o noivo dava presentes a sua prometida. O homem e a mulher ficavam unidos um ao outro pela cerimônia de noivado, apesar de ainda não serem de fato marido e mulher; na verdade, tão obrigatório era o noivado que, se o homem morresse durante o período de sua duração, a mulher era considerada viúva; o cancelamento de um noivado não era permitido; se, porém, acontecia tal coisa, era semelhante a um divórcio''! Finalmente, depois do transcurso de cerca de um ano havia o casamento, quando o noivo, acompanhado dos seus amigos, ia buscar a noiva na casa do seu pai e a levava em cortejo para sua casa, onde se fazia a festa de casamento. É bem provável que seja este o cortejo que dez jovens da história retratadas como indo encontrar, quer como damas de honra oficiais são da noiva, quer como criadas do noivo, quer como filhas de amigos e vizinhos, não temos meios de sabê-lo.
Porque a parábola se relaciona com a parousia do Filho do homem o noivo é a figura central. Não se faz menção alguma da noiva, quer o v. 1, quer no chamamento à ação no v. 2, Eis o noivo, quer na chegada da comitiva do casamento, no v. 10. É verdade que as palavras, ''e a noiva'', se acham depois de, o noivo, no v. 1, nas versões da Velha Latina e na Vulgata Latina, no grego bilingue do Codex Bezae, e nas versões siríacas uma forte combinação de testemunhas, mas provavelmente não é esta redação original, e não é seguida nas versões inglesas. As palavras foram acrescentadas mais tarde, parece, para ajustar mais a história aos costumes judaicos de casamento. Por outro lado, alguns eruditos têm argumentado em favor da sua autenticidade baseados em que é razoável supor que elas teriam sido omitidas quando se tornou costumeiro pensar em JESUS como o Noivo celeste e na igreja como sua noiva, à luz de Efésios 5.25. Mas se o propósito primário da parábola era acentuar a importância de estar preparado para a vinda final de JESUS (suposição que tanto o contexto em que se acha a parábola como a sua admoestação no final parecem impelir o leitor a fazer), a menção da noiva teria sido enganosa. Além disso, são as dez virgens da história que representam a igreja à espera do retorno do seu Senhor. A igreja tem em seu seio, como está implícito, os que estão preparados e os que não estão, embora não necessariamente em proporção igual, pois as palavras, cinco dentre elas eram néscias, e cinco prudentes, têm sentido geral, não exato.
O que diferencia as néscias das prudentes é precisamente o fracasso das primeiras em não encararem a possibilidade de que o noivo, o seu Senhor em regresso, possa chegar mais cedo ou mais tarde do que esperam, e que, seja qual for o caso, a vinda será tão repentina que não dará oportunidade para corrigir deficiências descobertas nessa ocasião. A afirmação do v. 5 de que todas as jovens ''ficaram sonolentas e caíram no sono'' (Knox) não é feita a modo de recriminação, mas para pôr em relevo a verdade de que quando elas eventualmente se levantassem, não teriam tempo para nada, exceto para reabastecer as suas lâmpadas. Tampouco poderiam aquelas que tinham em suas vasilhas o óleo disponível e necessário para este fim prestar uma assistência de última hora às que vieram sem ele. A graça salvadora, ensina-se aqui, é uma possessão pessoal intransferível. Quando chegar o dia final da salvação, ninguém poderá livrar o seu irmão. Cada qual será, com respeito a isto, árbitro do seu próprio destino. Esta verdade é sublinhada na réplica das prudentes, quando lhes pedem que repartam o seu suprimento com as néscias. Não! Para que não nos falte a nós e a vós outras. A VR e a VPR tornam esta réplica muito mais polida, mas muito menos decisiva: porventura'' (VPR: ''talvez'') não haverá o bastante para nós e vós''. Mas se se seguir a redação m'epote ou nê arkese. e não a variante ,nepo-te ouk arkesê, a resposta deveria ser, e talvez devesse ser menos polida e mais enfática: ''Nunca! Certamente não haverá o bastante para nós e vós''. Esta recusa intransigente é seguida pela injunção semi-irônica, ide antes aos que o vende, e comprai-o. Como já passava da meia-noite, não admira que não se pudesse fazer a compra a tempo!
A parábola termina com uma ordem para sermos vigilantes e estarmos preparados, e com um arrazoado que ecoa em 24.36. O dia e a hora da parousia continuam desconhecidos. O acréscimo explicativo, em que há de vir o Filho do homem (V A) está ausente das mais antigas autoridades do texto, e deve omitir-se, como o fazem a VR e a RA.
Mateus - Série Cultura Bíblica - R.V.G Tasker
 
Ap 16.15 Aguardemos a vinda do Senhor vigiando
15 Eis que venho como ladrão! Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para não andar nu, e não se veja a sua vergonha.
COMO O LADRÃO DE NOITE. A metáfora sobre o ladrão de noite significa que o tempo do início do Dia do Senhor é incerto e imprevisto. Não há maneira de prever a sua data (ver Mt 24.42-44).
A advertência de CRISTO aos seus discípulos para estarem sempre apercebidos para a sua vinda, por não saberem quando ela se dará, cremos ser uma referência à volta de CRISTO, vindo do céu, para tirar do mundo os santos da Igreja, i.e., o arrebatamento (ver Jo 14.3). (1) JESUS afirma claramente que sua vinda para levar os santos antes da tribulação será numa ocasião inesperada. Ele não somente declara que eles não sabem a hora (v. 42), mas também que Ele voltará à hora em que não pensais (v. 44). Isto indica claramente que haverá surpresa, espanto, e que os fiéis não saberão o momento certo da sua vinda. Assim sendo, para os santos da igreja, JESUS virá num momento inesperado (v. 44). Isto claramente fala de surpresa, pasmo e rapidez nesta específica fase da vinda de CRISTO. Este evento é chamado de primeira fase da segunda vinda de CRISTO. (2) Quanto à vinda de CRISTO com poder e grande glória, para julgar o mundo depois da tribulação (v. 30; Ap 19.11-21), ela será aguardada  e prevista. O cumprimento dos eventos e sinais durante a tribulação suscitará nos santos a certeza e a expectativa da ocasião da volta de CRISTO, ao passo que os santos da igreja dos dias atuais terão surpresa por ocasião do seu arrebatamento (ver 24.44; Jo 14.3). A vinda de CRISTO depois da tribulação é comumente chamada a segunda fase da vinda de CRISTO
1 Ts 3.13  Esperemos a CRISTO em santidade
13 Possa ele vos confirmar os corações, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso DEUS e Pai, na vinda de nosso Senhor JESUS com todos os seus santos.
IRREPREENSÍVEIS EM SANTIDADE... NA VINDA DE NOSSO SENHOR. Paulo freqüentemente orava pensando na volta de CRISTO (cf. Fp 1.10). Considerava que seria uma tragédia se, na volta do Senhor, alguns da igreja fossem surpreendidos vivendo em pecado ou indiferentes. JESUS salientou esse mesmo interesse (Mt 24.42-51; 25.1-13). À luz da volta de CRISTO, o padrão bíblico é estarmos "irrepreensíveis em santidade". Devemos ser sincera e totalmente dedicados ao Senhor e separados de tudo quanto o ofende. O termo "com todos os seus santos" se refere aos crentes fiéis que já morreram, e que agora estão com o Senhor no céu
 
 
1 Ts 5.23 Aguardemos a CRISTO vivendo irrepreensivelmente
23 O mesmo DEUS de paz vos santifique completamente. E todo o vosso espírito, alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor JESUS CRISTO.
VOS SANTIFIQUE EM TUDO. A oração final de Paulo em favor dos crentes tessalonicenses é que sejam santificados no corpo, na alma e no espírito.
A santificação pode significar uma outra experiência específica e decisiva, à parte da salvação inicial. O crente pode receber de DEUS uma clara revelação da sua santidade, bem como a convicção de que DEUS o está chamando para separar-se ainda mais do pecado e do mundo e a andar ainda mais perto dEle (2Co 6.16-18). Com essa certeza, o crente se apresenta a DEUS como sacrifício vivo e santo e recebe da parte do ESPÍRITO SANTO graça, pureza, poder e vitória para viver uma vida santa e agradável a DEUS (Rm 12.1,2; 6.19-22).
2 Tm 4.8 Na vinda de JESUS receberemos a coroa da justiça
8 Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.
A COROA DA JUSTIÇA. Por ter Paulo permanecido fiel ao seu Senhor e ao evangelho que lhe foi confiado, o ESPÍRITO lhe testificou que a aprovação amorosa de DEUS e a "coroa da justiça" o aguardavam no céu. DEUS tem reservado no céu galardões para todos que conservam a fé com justiça (cf. Mt 19.27-29; 2 Co 5.10).
2 Tm 4.8 Esperemos o Senhor, amando a sua vinda
8 Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.
OS QUE AMAREM A SUA VINDA. Os cristãos do NT anelavam grandemente a volta do Senhor para levá-los daqui, para ficarem com Ele para sempre (ver 1 Ts 4.13-18; cf. Fp 3.20,21; Tt 2.13). Uma marca distintiva dos fiéis de DEUS é que eles se sentem fora do seu lugar, neste mundo, e já daqui eles aguardam o seu lar celestial (cf. Hb 11.13-16)
Tg 5.7 Com paciência, esperemos a vinda do Senhor
7 Sede, pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Vede que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até receber as primeiras e as últimas chuvas.
SEDE... PACIENTES ATÉ A VINDA DO SENHOR. A volta de CRISTO está próxima (v. 8). Ele virá como juiz para castigar os ímpios e recompensar os justos e livrá-los das injustiças que sofreram (v. 9). A paciência é a virtude de suportar a injustiça, o sofrimento, as aflições, etc., confiando a nossa vida na mão de DEUS, tendo fé nEle para corrigir todas as coisas na sua vinda (Dt 32.35; Rm 12.12; Hb 10.30; 12.1,2; ver Jó 2.3; Sl 73.17)
 
 
I. O QUE SIGNIFICAR VIGIAR
Vigiar é um dos verbos mais conhecidos nos arraiais evangélicos. Leva-nos esta palavra a uma ordem expressa e urgente de Nosso Senhor JESUS CRISTO: “Vigiai, pois, porque não sabeis o Dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir” (Mt 25.13). Tal mandamento, deu-nos Ele pouco antes do início de sua paixão, morte e ressurreição. O que significa, porém, vigiar?
1. Definição. Este vocábulo significa: observar atentamente, tomar cuidado, estar acordado, velar com toda atenção, postar-se como sentinela, precaver-se. É uma palavra rica em 
significados. Quando CRISTO a usou, sabia Ele perfeitamente que os seus servos, nestes tempos difíceis e trabalhosos, teriam de munir-se de todos os cuidados possíveis, a fim de não serem subvertidos pelos acontecimentos que haveriam de preceder o soar da última trombeta.
2. Conceituação teológica. “Vigiar, no original, é um verbo mui sugestivo; significa estar sóbrio e manter a mente limpa. Nestes dias de intensa fúria das forças do mal, conservemos nossas mentes em contínuo equilíbrio para que não percamos de vista a vinda de CRISTO. Como, porém, manter o equilíbrio em meio a tantas pressões? Através da oração e súplica. Quanto mais buscarmos a face de DEUS, mais aptos estaremos para resistir ao período derradeiro da Igreja na terra”. (Dicionário de Escatologia Bíblica, 1998, p.177, CPAD). 
Diante do exposto, a pergunta não pode ser ignorada: Estamos realmente vigiando? Ou, simplesmente, estamos a brincar de crentes, como se este mundo, que jaz no maligno, fosse um 
imenso parque de diversões? Irmão, não estamos num parque de diversões; encontramo-nos num campo de batalha, onde nos defrontamos com um inimigo cruel e astuto. Mas nós 
haveremos de vencê-lo através do sangue do Cordeiro. Aleluia!
II. OLHAI, VIGIAI E ORAI
Ao transcrever o Sermão Profético de Nosso Senhor, o evangelista Marcos registra uma ênfase que todos deveríamos levar em consideração: “Olhai, vigiai e orai, porque não sabeis quando chegará o tempo” (Mc 13.33). Vejamos, a seguir, o por quê da ênfase que JESUS empregou nesta ordem escatológica.
1. Olhai. Este imperativo leva o crente a olhar para todos os acontecimentos que, nestes últimos dias, estão marcando a Igreja de CRISTO e a História Universal. Lembra-se do que estudamos nas primeiras lições deste trimestre? Na segunda lição, vimos que a Igreja vem sendo atacada por uma onda inédita de heresias, apostasias. Na terceira, realçamos os sinais mencionados pelo Senhor em seu Sermão Profético.
Por conseguinte, “quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima” (Lc 21.28). Contemplemos os sinais não com espanto e medo; contemplemo-los com pleno regozijo; afinal, estão eles a assinalar-nos de que breve JESUS voltará.
2. Vigiai. Como já vimos acima, o vigiar diz respeito à nossa conduta e ao nosso andar como discípulos de CRISTO JESUS. Os que não vigiam, estão a agir como aqueles servos das parábolas do Senhor. Um resolveu enterrar o talento; outro pôs-se a espancar os conservos; as néscias dormiram sem se aperceberem de azeite. E, assim, quando o Senhor voltou, encontrou todos desprevenidos. Está você vigiando? Ou acha que JESUS nunca nos chamará a prestar contas?
3. Orai. Como viver sem oração num mundo que, declaradamente, jaz no maligno? O apóstolo Paulo, ao discorrer sobre estes dias aos irmãos de Tessalônica, exortou-os: “Orai sem cessar”  (1Ts 5.17). Oremos, pois, em todo o tempo, a fim de que o Senhor nos leve a viver de vitória em vitória. 
III. VIGIAI EM SANTIDADE 
A doutrina da santificação vem sendo esquecida em muitos de nossos púlpitos. Na procura insana por aquilo que se convencionou chamar de politicamente correto, substituiu-se a teologia da santificação por um ensino de auto-ajuda e triunfalista. A grande proeza destes dias selvagens não é o ser santo, mas o triunfar na profissão e prosperar materialmente, como se estas fossem o parâmetro exigido por DEUS para herdarmos a vida eterna. Todavia, a Palavra de DEUS não deixa qualquer dúvida quanto às reivindicações divinas: “Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o Senhor, vosso DEUS” (Lv 20.7).
No Apocalipse, deixa-nos o evangelista uma exortação que jamais deveria ser esquecida por aqueles que lutam por viver a eternidade ao lado de CRISTO: “Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda” (Ap 22.11).
É chegado o momento de os santos mostrarem-se cada vez mais santos. Não há dúvida de que, nestes últimos dias, presenciaremos o surgimento de uma geração que, amorosa e 
sacrificialmente, tudo fará para honrar o Cordeiro de DEUS através de uma vida irrepreensível e piedosa: “Esta é a geração daqueles que buscam, daqueles que buscam a tua face, ó DEUS de Jacó” (Sl 24.6). Infelizmente, o número dos abomináveis aumentará de forma assustadora, e tudo farão para trazer o mundo para a Igreja.
Tem você vigiado em santidade? Tem buscado ao Senhor de todo o seu coração? Sem a santificação, ninguém verá o Senhor (Hb 12.14).
CONCLUSÃO
Querido irmão, breve JESUS voltará! Busquemos, pois, ter uma vida irrepreensível diante daquEle que, em breve, virá buscar-nos. Não podemos agir de maneira displicente como se fôssemos viver, neste mundo, por alongados dias. Aqui não é a nossa pátria. Somos peregrinos! E, assim, andando e chorando, caminhemos em direção da cidade, cujo arquiteto e construtor é o Senhor. JESUS, não te esqueças de nós!
 
 
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Lição 10 - A Vinda de JESUS e a Vigilância do Crente
Lições Bíblicas do 3º Trimestre De 2005 - Vida Santa Até A Volta De CRISTO: Conselhos Para Uma Vida Vitoriosa - Comentarista: Pr. Elinaldo Renovato De Lima - Livro Tema: 1e 2 Tessalonicenses
 
 
1 TESSALONICENSES 5.1-11
1 Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; 2 porque vós mesmos sabeis muito bem que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite. 3 Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. 4 Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como um ladrão; 5 porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. 6 Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios. 7 Porque os que dormem dormem de noite, e os que se embebedam embebedam-se de noite. 8 Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e da caridade e tendo por capacete a esperança da salvação. 9 Porque DEUS não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor JESUS CRISTO, 10 que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele. 11Pelo que exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis.
 
 
2 Tm 4.1 O julgamento dos vivos e dos mortos
1Conjuro-te, pois, diante de DEUS e do Senhor JESUS CRISTO, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino,
2 Coríntios 5.10 Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de CRISTO, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal.
Romanos 14.9 Foi para isto que morreu CRISTO e tornou a viver; para ser Senhor tanto dos mortos como dos vivos.
Is 2.12 O Dia do Senhor contra os soberbos
12Porque o dia do SENHOR dos Exércitos será contra todo o soberbo e altivo e contra todo o que se exalta, para que seja abatido;
2.12 O DIA DO SENHOR. Segundo as palavras de Isaías, o tempo do juízo estava próximo. O cumprimento imediato da sua profecia foi a assolação da terra de Israel por DEUS, empregando os exércitos assírio e babilônico como agentes da sua ira (39.6). Na perspectiva profética remota, o dia do SENHOR refere-se à ocasião em que DEUS banirá toda a iniqüidade na terra (cf. Jl 2.31; ver 1 Ts 5.2; ver Ap 4-19)
 
Is 13.6 O Dia do Senhor está perto
6Uivai, porque o dia do SENHOR está perto; vem do Todo-poderoso como assolação.
13.6-13 O DIA DO SENHOR ESTÁ PERTO. A destruição de Babilônia tipifica a destruição de todos os inimigos de DEUS no tempo do fim, e o juízo final que virá sobre toda a terra durante o período da tribulação. Isaías coloca ambos os juízos neste trecho (cf. Ez 32.7; Jl 2.10; 3.16; Ag 2.6,7,21,22; Zc 14.6,7).
 
Ez 7.19 O dia do furor do Senhor
19A sua prata lançarão pelas ruas, e o seu ouro será como imundícia; nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia do furor do SENHOR; eles não fartarão a sua alma, nem lhes encherão as entranhas, porque isso foi o tropeço da sua maldade.
Provérbios 11.4 Não aproveitam as riquezas no dia da ira, mas a justiça livra da morte.
Sofonias 1.18 Nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia do furor do SENHOR, mas, pelo fogo do seu zelo, toda esta terra será consumida, porque certamente fará de todos os moradores da terra uma destruição total e apressada.
 
Jl 1.15 Dia como uma assolação
15Ah! Aquele dia! Porque o dia do SENHOR está perto e virá como uma assolação do Todo-poderoso.
1.15 O DIA DO SENHOR. Este "dia" é o tema principal do livro de Joel (cf. 2.1,11,31; 3.14). Pode referir-se: (1) a um julgamento divino sobre o povo de DEUS ou sobre outras nações da época; ou (2) ao Juízo Final de DEUS sobre toda a impiedade, que incluirá a tribulação dos sete anos e a volta de CRISTO para reinar sobre a terra (ver 1 Ts 5.2). Neste ponto do livro, Joel refere-se 
primordialmente ao julgamento divino de sua época, embora não deixe de ser uma advertência quanto ao dia vindouro. Joel fala mais a respeito do derradeiro "dia do Senhor" nos próximos dois capítulos.
 
Zc 14.7 Um dia muito estranho
7Mas será um dia conhecido do SENHOR; nem dia nem noite será; e acontecerá que, no tempo da tarde, haverá luz.
Apocalipse 22.5 E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor DEUS os alumia, e reinarão para todo o sempre.
Apocalipse 21.23 E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de DEUS a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. 
Mateus 24.36 Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai.
Isaías 30 .26 E será a luz da lua como a luz do sol, e a luz do sol, sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que o SENHOR ligar a quebradura do seu povo e curar a chaga da sua ferida.
Isaías 60.19 Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com o seu resplendor a lua te alumiará; mas o SENHOR será a tua luz perpétua, e o teu DEUS, a tua glória. 20 Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará, porque o SENHOR será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão.
 
Apocalipse 21.23 E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de DEUS a tem alumiado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. 
Mateus 24.36 Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai.
Isaías 30 .26 E será a luz da lua como a luz do sol, e a luz do sol, sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que o SENHOR ligar a quebradura do seu povo e curar a chaga da sua ferida.
Isaías 60.19 Nunca mais te servirá o sol para luz do dia, nem com o seu resplendor a lua te alumiará; mas o SENHOR será a tua luz perpétua, e o teu DEUS, a tua glória. 20 Nunca mais se porá o teu sol, nem a tua lua minguará, porque o SENHOR será a tua luz perpétua, e os dias do teu luto findarão.
 
 
SÍNTESE TEXTUAL
O texto da Leitura Bíblica está dividido em três seções que iniciam com a conjunção adversativa "mas" (vv.1,4,8). Cada um dos três parágrafos apresenta uma doutrina coesa em torno das necessidades espirituais dos crentes de Tessalônica.
Na primeira divisão, o apóstolo trata a respeito do tempo da segunda vinda. A fonte da metáfora está no ensino de JESUS registrado em Mateus 24.42-44. Os cristãos haviam perguntado a respeito do tempo da vinda de CRISTO, e Paulo responde que eles já sabem com precisão que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite (vv.1-3).
Na segunda divisão, o apóstolo reafirma a identidade daqueles que estão em CRISTO e exorta-os a vigiarem e serem sóbrios (vv.4-6). Pois, os que dormem e se embebedam não são capazes de discernir "os tempos e as estações" (v.7).
Na última seção, exorta mais uma vez a igreja. A vinda de CRISTO é urgente, e, por isso, todos devem estar revestidos da armadura necessária para o encontro triunfal (v.8). Paulo assevera, com base no plano salvífico, a esperança e o destino eterno dos santos: "DEUS não nos destinou para a ira, mas para aquisição da salvação, por nosso Senhor JESUS CRISTO" (v.9,10). E, por fim, apela para a exortação e edificação mútuas (v.11).
 
 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Professor, que tal iniciar esta lição explicando aos alunos que a vinda de JESUS é certa? Enfatize que a nossa vitória está garantida. Depois, faça a seguinte pergunta: "Quando JESUS voltará"? Responda-lhes que a hora e a data ninguém sabe, só o próprio DEUS. Afirme que embora desconheçamos o dia em que este grande evento ocorrerá, o Mestre revelou nas Escrituras Sagradas alguns sinais que o precederia. Escreva no quadro-de-giz os sinais relacionados abaixo. Depois, interrogue os alunos acerca destes sinais. Apresente as passagens bíblicas em que os mesmos podem ser encontrados. Solicite aos alunos que exemplifiquem e confirmem essas afirmativas bíblicas mediante fatos ocorridos em nossos dias. A participação ativa do aluno é muito importante para que haja uma melhor aprendizagem do conteúdo. Porém, não descuide do horário.
 
 

SINAIS DA VINDA DE CRISTO

1- GUERRAS E RUMORES DE GUERRA.

2- FOME EM VÁRIOS LUGARES.

3- TERREMOTOS EM VÁRIOS LUGARES.

4- SURGIMENTO DE FALSOS PROFETAS.

5- APOSTASIAS.

6- GANÂNCIA, SOBERBA, BLASFÊMIAS, ESFRIAMENTO DO AMOR, CRUELDADE.

 
 
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
Temos a oportunidade de constatar, pelas Sagradas Escrituras, que é chegado o momento de CRISTO vir arrebatar a sua Igreja. Não sabemos se virá Ele na primeira vigília, se aparecerá na segunda ou na terceira, ou se haverá de romper os céus aos primeiros clarões da alva. De uma coisa, porém, estejamos certos:JESUS breve virá!
Estará você preparado para este dia e hora?
Muitos serão surpreendidos pela vinda do Senhor. Embriagados pelas ânsias desta vida, teimam em viver como se a vinda de JESUS fosse a mais remota das hipóteses. À semelhança daqueles escarnecedores referidos pelo apóstolo Pedro, perguntam: "Onde está a promessa da sua vinda?" O que tais crentes não sabem é que já estamos em plena era escatológica; vivemos os
últimos dias desta dispensação.
Estarás tu vigiando, quando JESUS voltar?
 
 

IMAGENS

INTERPRETAÇÃO

IMPERATIVOS

TERMOS GREGOS

SIGNIFICADO

Relâmpago
(Mt 24.27)

Repentino
 

Acautelai-vos
(Mt 24.4)

Blepete

Tende cuidado, atenção.

Figueira
(Mt 24.32)

Discernimento

Vigiai
(Mt 24.42)

Gregoreite

Esteja alerta, atento.

Dilúvio
(Mt 24.37)

Indolência

Considerai
(Mt 24.43)

Ginõskete

Seja conhecedor, perito.

Ladrão
(Mt 24.43)

Inesperado

Olhai
(Mc 13.33)

Blepete

Tende cuidado, atenção.

Os Servos
(Mt 24.45)

Diligência

Aprendei
(Mt 24.32)

Mathete

Aprenda como discípulo

As Virgens
(Mt 25.1)

Prudência

Estai apercebidos
(Mt 24.44)

Ginesthe hetoimoi

Ficai em prontidão

Os Talentos
(Mt 25.14)

Mordomia

Orai
(Mc 13.33; 14.38)

Proseuchesthe

Orai, clamai.

Tabela Demonstrativa dos termos e figuras bíblicas que nos exortam à vigilância.

 

Através desta lição, você terá a oportunidade ímpar de aprender acerca da volta triunfal de CRISTO. Ninguém sabe o dia, nem a hora em que Ele virá. Por isso, a Bíblia adverte o crente a vigiar. A Igreja está agora aqui, mas não é daqui. Somos "peregrinos e forasteiros" (1 Pe 2.11). Então, não devemos nos acostumar com o mundanismo, mas sim preparar-nos para a vinda do Senhor em oração, vigilância, santidade e sobriedade.  
 
 
COMENTÁRIO VERSÍCULO POR VERSÍCULO:
1 TESSALONICENSES 5.1-11
1 Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva;
Acerca dos tempos e estações tem a ver com os sinais preditos por JESUS em seu sermão escatológico no evangelho de Mateus, capítulo 24, logo após falar sobre a destruição do templo, onde JESUS respondendo a três perguntas dos discípulo, formuladas em uma mesma pergunta, responde aos mesmos falando sobre o arrebatamento, sobre a Grande Tribulação e sobre o Milênio.
Mt 24.3b"Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?
PRIMEIRA PERGUNTA: Quando acontecerão essas coisas? 
"Cuidado, que ninguém os engane. 5 Pois muitos virão em meu nome, dizendo: 'Eu sou o CRISTO!' e enganarão a muitos. 6 Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim. 7 Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. 8 Tudo isso será o início das dores.
ARREBATAMENTO: Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado. 41 Duas mulheres estarão trabalhando num moinho: uma será levada e a outra deixada. 42 "Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor. 43 Mas entendam isto: se o dono da casa soubesse a que hora da noite o ladrão viria, ele ficaria de guarda e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44 Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam.
SEGUNDA PERGUNTA: Qual será o sinal da tua vinda?
"Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho{4}, senão somente o Pai. 
  "Aprendam a lição da figueira: quando seus ramos se renovam e suas folhas começam a brotar, vocês sabem que o verão está próximo. 33 Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele está próximo, às portas. 
TERCEIRA PERGUNTA: Qual será o sinal do fim dos tempos?
GRANDE TRIBULAÇÃO: 
"Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. 10 Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, 11 e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. 12 Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, 13 mas aquele que perseverar até o fim será salvo.
"Assim, quando vocês virem 'o sacrilégio terrível'{1}, do qual falou o profeta Daniel, no Lugar SANTO - quem lê, entenda - 16 então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes. 17 Quem estiver no telhado de sua casa não desça para tirar dela coisa alguma. 18 Quem estiver no campo não volte para pegar seu manto. 19 Como serão terríveis aqueles dias para as grávidas e para as que estiverem amamentando! 20 Orem para que a fuga de vocês não aconteça no inverno nem no sábado. 21 Porque haverá então grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá. 24 Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos. 25 Vejam que eu os avisei antecipadamente.
MILÊNIO: 27 Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem. 28 Onde houver um cadáver, aí se ajuntarão os abutres. 29 "Imediatamente após a tribulação daqueles dias " 'o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu, e os poderes celestes serão abalados'{3}. 
E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
DOS TEMPOS E DAS ESTAÇÕES. Tendo falado a respeito da volta de CRISTO a fim de arrebatar os seus seguidores (v.v. 13-18), Paulo agora passa ao assunto do derradeiro juízo divino contra os que rejeitaram a salvação em CRISTO, nesse tempo terrível chamado "o Dia do Senhor" (5. 2). O arrebatamento dos crentes (v. 17) deve ser simultâneo com o início do "Dia do Senhor",  para que a volta de CRISTO seja iminente e inesperada, como Ele ensinou (ver Mt 24.42,44).  
2 porque vós mesmos sabeis muito bem que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite.
Os Tessalonicenses já estavam sabendo devido aos ensinos de Paulo e de Timóteo, a respeito da vinda do Senhor. Isto já era do conhecimento de Paulo, pois alguns até exageravam nesta espera deixando até de trabalhar, causando problemas aos outros. Paulo agora explica de que maneira será esta vinda, ou seja, de forma inesperada, sem aviso prévio, nada além do que já lhes havia alertado Paulo e Timóteo. Paulo explica a maneira usando a figura de um assaltante, um ladrão que à noite vinha roubar uma casa e não encontrava nenhum tipo de vigilância, ou de oposição.
O DIA DO SENHOR. O "Dia do Senhor" refere-se, normalmente, não a um dia de 24 horas, mas a um extenso período de tempo durante o qual os inimigos de DEUS são derrotados (Is 2.12-21; 13.9-16; 34.1-4; Jr 46.10; Jl 1.15-2.11,28; 3.9,12-17; Am 5.18-20; Zc 14.1-3), vindo a seguir o reino terrestre de CRISTO (Sf 3.14-17; Ap 20.4-7). 
(1) Esse "Dia" começa quando o juízo e 
tribulação divinos e diretos, caírem sobre o mundo, no fim desta era (v. 3). O período da tribulação está incluso no "Dia do Senhor" (Ap 6.19; ver 6.1). Essa ira de DEUS culmina com a vinda de CRISTO para destruir todos os ímpios (Jl 3.14; ver Ap 16.16; 19.11-2.1). 
(2) Segundo parece, o Dia do Senhor começa num momento em que as pessoas estão confiantes na paz e na 
segurança (v. 3). 
(3) O "Dia" não surpreenderá os crentes como um ladrão de noite, porque eles foram destinados à salvação, e não à ira, e estão alertas, espiritualmente vigilantes e vivendo na fé, no amor e na justiça (vv. 4-9). 
(4) Os crentes serão livres da "ira futura" (1.10) pelo Senhor JESUS CRISTO (v. 9), quando Ele vier nas nuvens para arrebatar sua igreja e levá-la ao céu (cf. 4.17; ver Jo 14.3; Ap 3.10). 
(5) O Dia do Senhor terminará depois do reino milenar de CRISTO (Ap 20.4-10), na ocasião da criação do novo céu e da nova terra (cf. 2 Pe 3.13; Ap 21.1)
COMO O LADRÃO DE NOITE. A metáfora sobre o ladrão de noite significa que o tempo do início do Dia do Senhor é incerto e imprevisto. Não há maneira de prever a sua data (ver Mt 24.42-44, sobre o ensino do Senhor a respeito do tempo inesperado da sua vinda para buscar a igreja).
3 Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão.
O engano da falsa paz construída pelos homens sem DEUS, pode enganar ao crente não vigilante, porém esta paz.
PAZ E SEGURANÇA. São os incrédulos que estarão dizendo: "Há paz e segurança". Isso talvez signifique que o mundo estará numa expectativa e esperança de paz. O "Dia do Senhor", trazendo tribulação mundial, lhes sobrevirá repentinamente, destruindo qualquer esperança de paz e segurança.
A Grande Tribulação já começará no caos instituído pelo arrebatamento, ou seja, o desaparecimento de milhões de pessoas e devido a este desaparecimento, muitos acidentes com carros, aviões, navios, acidentes domésticos como explosões de gás, carros que baterão uns nos outros sem o motorista, etc...
DE MODO ALGUM ESCAPARÃO. Não adianta tentar enganar a DEUS, ELE sabe quem está em comunhão com o ESPÍRITO SANTO, não escaparão das catástrofes e dos juízos de DEUS, aqueles que não subirem no arrebatamento.
4 Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele Dia vos surpreenda como um ladrão;
Estar em trevas significa pertencer ao reino das trevas governado por Satanás
At 26. 17 Eu o livrarei do seu próprio povo e dos gentios, aos quais eu o envio 18 para abrir-lhes os olhos e convertê-los das trevas para a luz, e do poder de Satanás para DEUS, a fim de que recebam o perdão dos pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim'.
Os crentes passaram do reino das trevas para o reino da Luz, do poder de Satanás para DEUS, portanto não mais devem temer o Dia do Senhor, ou o dia da vingança do Senhor, ou ainda, o Dia da Ira do Senhor, ou mais claro ainda, a Grande Tribulação que vem sobre os ímpios e pecadores.
VÓS, IRMÃOS, JÁ NÃO ESTAIS EM TREVAS. Os crentes não vivem em pecado e rebelião contra DEUS. Pertencem ao dia, e não experimentarão a noite da ira determinada por DEUS.
5 porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas.
FILHOS DA LUZ E FILHOS DO DIA: Uma clara referência ao que JESUS disse em:  Jo 8.12 Falou-lhes, pois, JESUS outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
Quem segue a JESUS, ou seja, quem é crente, não pertence mais ao reino das trevas, não é mais do reino da noite, agora passou a ser luz e pertencer ao reino da luz, é guiado pela luz de CRISTO, é salvo e as coisas velhas já passaram, tudo se fez novo.
2Co 5.17 Assim que, se alguém está em CRISTO, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
6 Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios.
VIGIEMOS. "Vigiar" (gr. gregoreo) significa "manter-se acordado e alerta". O contexto (vv. 4-9) indica que Paulo não está exortando seus leitores a ficarem à espera do "Dia do Senhor" (v. 2), mas a estarem espiritualmente preparados para escapar da ira do Dia do Senhor (cf. 2.11,12; Lc 21.34-36). 
(1) Se quisermos escapar da ira de DEUS (v. 3), devemos permanecer espiritualmente acordados e moralmente alertas, e devemos continuar na fé, no amor e na esperança da salvação (vv. 8,9; ver Lc 21.36; Ef 6.11). 
(2) Visto que os fiéis serão protegidos da ira de DEUS, por meio do arrebatamento, não devem temer o "Dia do Senhor", mas "esperar dos céus a seu Filho... JESUS, que nos livra da ira futura" (1.10), esperar o arrebatamento que virá antes do dia do Senhor.
SEJAMOS SÓBRIOS. A palavra "sóbrio" (gr. nepho) tinha dois significados nos tempos do NT. 
(1) O significado primário e literal, conforme explicam vários léxicos do grego, é "um estado de abstinência de vinho", "não beber vinho", "abster-se de vinho", "estar totalmente livre dos efeitos do vinho" ou "estar sóbrio, abstinente de vinho". A palavra tem um segundo sentido,  metafórico, de alerta, vigilância ou domínio próprio, i.e., estar espiritualmente alerta e controlado, exatamente como alguém que não toma bebida alcoólica. 
(2) O contexto deste versículo deixa ver que Paulo tinha em mente o significado literal. As palavras "vigiemos e sejamos sóbrios" são contrastadas com as palavras do versículo seguinte: "os que se embebedam embebedam-se de noite" (v. 7). Sendo assim, o contraste que Paulo fez entre nepho e a embriaguez física indica que ele tinha em mente o sentido literal: "abstinência do vinho". Compare com a declaração de JESUS a respeito dos que comem e bebem com os ébrios, e assim são apanhados desprevenidos na sua volta (Mt 24.48-51).
 
7 Porque os que dormem dormem de noite, e os que se embebedam embebedam-se de noite.
A vinda de JESUS e a vigilância do crente
A vigilância e uma vida sóbria são essenciais à vida cristã. Vigiar e orar foi o conselho que JESUS deixou para seus discípulos, para que estes não entrassem em tentação. Isso significa que não adianta o crente orar muito e vigiar pouco. Tendo em vista essa necessidade em todos os momentos, Paulo recomenda a vigilância como um estado contínuo do crente que aguarda a Volta do Senhor.
Vigiar exige disciplina. Aqueles que passaram pela vida militar sabem que estar em um posto como sentinela exige disciplina para vencer o cansaço, o sono, a fome e demais circunstâncias que podem fazer a pessoa {descuidar de seu posto e dormir. Uma sentinela disciplinada, que sabe vencer o sono e o cansaço, é exemplo em sua unidade e motivo de confiança para seus superiores. Quem não gosta de disciplina não está apto para ser exemplo no tocante à vigilância, pois pode ser surpreendido pelo adversário em um momento de cochilo. I Disciplina aqui refere-se a submeter-se a um sistema de pormas para obter um determinado fim, ou seja, submeter-nos a CRISTO e aos seus mandamentos, de forma que Satanás não consiga nos enganar com suas artimanhas. Se mantivermos uma posição vigilante, não seremos surpreendidos no Dia do Senhor.
Vigiar exige sobriedade. "E sejamos sóbrios", 1Ts 5.6. Uma pessoa embriagada está desqualificada para a vigilância. Quem não está de posse de seus sentidos de forma completa não pode vigiar e ter êxito no horário em que foi escalado para guardar e proteger o local onde para o serviço. Sobriedade exige a moderação dos apetites e paixões. Paulo diz: "Porque vós mesmos sabeis isto, que o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite", 1Ts 5.2. Quem não está sóbrio será pego de sur­presa nesse Dia. Não estamos mais em trevas, mas na luz, e quem está na luz pode enxergar os caminhos tortuosos e desviar-se deles, como também ouvir as advertências de vigilância e zelar por sua posição em DEUS.
O exemplo dos tessalonicenses. Paulo sabia que os tessalonicenses tinham por hábito o exortar uns aos outros. Exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros, 10 também o fazeis",  1Ts 5.11. A orientação dada ao crente  não é que ele apenas vigie de forma sóbria, mas que também auxilie outros a estarem alertas e firmes. Se um crente vigia de forma sóbria, mas tem prazer em ver seu irmão errando, esse também erra. Somos um corpo, e quando um membro sofre, todo o corpo sofre com ele. Os tessalonicenses olhavam-se uns aos outros como pessoas que iam juntas para o Céu, e fortaleciam-se mutuamente, demonstrando uma verdadeira unidade cristã.
DORMEM DE NOITE, ou seja, estão desapercebidos sobre a volta de JESUS os que pertencem à noite, ou ao reino das trevas.
EMBEBEDAM-SE DE NOITE, ou seja, praticam a bebedice os que são ou pertencem ao reino das trevas como visto acima.
8 Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e da caridade e tendo por capacete a esperança da salvação.
SOMOS DO DIA, ou seja, do reino da Luz, do reino de DEUS
SEJAMOS SÓBRIOS, ou seja, vigiemos com toda a atenção, orando e velando pela nossa fé e perseverança.
VESTINDO-NOS DA COURAÇA DA FÉ E DA CARIDADE E TENDO POR CAPACETE A ESPERANÇA DA SALVAÇÃO.
EF 6.13 Por isso, vistam toda a armadura de DEUS, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo. 14 Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça 15 e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. 16 Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno. 17 Usem o capacete da salvação e a espada do ESPÍRITO, que é a palavra de DEUS. 18 Orem no ESPÍRITO em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos. 
9 Porque DEUS não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor JESUS CRISTO,
DEUS NÃO NOS DESTINOU PARA A IRA. Uma razão por que a esperança da volta de CRISTO é tão grande consolo para os crentes (4.17,18) é que Ele nos livra da terrível ira de DEUS, i.e., os juízos do Dia do Senhor (vv. 2,3; cf. Ap 6.16,17; 11.18; 14.10,19; 15.1,7; 16.1,19; 19.15).  
A IRA aqui significando a ira de DEUS derramada sobre todos os que não subiram no arrebatamento, pois não creram, ou não foram fiéis ao seu filho JESUS CRISTO.
AQUISIÇÃO DA SALVAÇÃO, Traz a idéia de esforço para ser salvo, interessando-se e buscando a salvação, pois é com a boca que se faz confissão a respeito da salvação e com o coração é que se crê para ser salvo. (Rm 10.10).
POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, A salvação só é possível  através de JESUS e é para todos.
1Tm 2. 3 Isso é bom e agradável perante DEUS, nosso Salvador, 4 que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade. 5 Pois há um só DEUS e um só mediador entre DEUS e os homens: o homem CRISTO JESUS, 6 o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos. 
10 que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele.
VIVAMOS JUNTAMENTE COM ELE. Paulo identifica nosso livramento do dia da ira de DEUS, bem como nossa esperança da salvação, com a morte sacrificial de CRISTO e seu retorno para nos levar à vida eterna juntamente com Ele.
Os que estão vigiando são os que estão vivos no dia do Arrebatamento e os que estão dormindo, os que já morreram, mas que serão arrebatados, pois morreram na condição de crentes salvos.
11Pelo que exortai-vos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis.
EXORTAI-VOS UNS AOS OUTROS Ajudar os outros a encontrar a salvação e principalmente o salvador, esta é a nossa maior tarefa e destino, enquanto aqui na Terra. 
A EDIFICAÇÃO se dá pela constante lembrança da Palavra de DEUS.
Ap 22.7 "Eis que venho em breve! Feliz é aquele que guarda as palavras da profecia deste livro".
 
Resumo das partes e tópicos da lição:
I. "ACERCA DOS TEMPOS E ESTAÇÕES" (5.1,2)
1. O tempo de DEUS.
2. "O Dia do Senhor" (v.2).
Transladação - Transferir, ou transportar, alguém de um lugar para outro de maneira sobrenatural, violenta e inesperada a fim de que esteja para sempre com o Senhor
3. "Como o ladrão de noite" (v.2).
4. Falsa paz e segurança (v.3).
II. A VIGILÂNCIA INDISPENSÁVEL (vv.4-8)
1. "Já não estais em trevas" (v.4).
2. "Filhos da luz e filhos do dia" (v.5).  
3. "Não durmamos, pois" (vv.6,7).  
4. Sejamos sóbrios (v.6).
III. DESTINADOS PARA SALVAÇÃO
1. Livres da "Ira Futura" (v.9).  
2. "Quer vigiemos, quer durmamos" (v.10).
IV. EXORTANDO E EDIFICANDO UNS AOS OUTROS
1. A prática mútua da exortação e edificação (v.11).
 
CONCLUSÃO
Ap 22.20 VEM, SENHOR JESUS. A Bíblia termina com a promessa de que JESUS breve voltará, à qual João responde: "Vem, Senhor JESUS". Este anseio é também o de todos os cristãos verdadeiros.
(1) Esta súplica é também uma confissão de que, enquanto Ele não vier, nossa redenção está incompleta, o mal e o pecado não estão exterminados, e este mundo não está renovado.
(2) Temos toda razão para crer que rapidamente aproxima-se o dia em que aquele que é chamado "a Palavra de DEUS" (19.13) e "a resplandescente Estrela da Manhã" (v. 16) descerá do céu para levar da terra os seus fiéis para a casa do Pai (Jo 14.1-3; 1 Ts 4.16-18), depois Ele voltará em glória e triunfo para reinar para sempre como "Rei dos reis e Senhor dos senhores" (19.16). Essa é a nossa imutável esperança e jubilosa expectativa (2 Pe 1.19).
 
 
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES Subsídio Teológico
"A Vinda do Senhor" (1 Ts 5.1-10)
1. O tempo da sua vinda. Paulo já explicava que não poderiam saber nem o dia nem a hora. Repete esse fato para reprimir aquela curiosidade que é natural dos homens e que já tinha sido a causa de muita perturbação e desordem na igreja. É uma verdade muito aplicável hoje. A palavra profética tem sido muito desprezada por pessoas que fixam datas, bem como todas as coisas absurdas que alegam "profecias".
O "Dia do Senhor" é a expressão comum no Antigo Testamento que descreve a vinda do juízo divino. Em particular descreve o julgamento de Israel e das nações, que terá lugar na vinda do Messias. Paulo declara como esse acontecimento será súbito e inesperado. O ladrão vem de noite, quando todos dormem e ninguém está preparado; de modo semelhante, quando CRISTO vier, achará o mundo despreparado, e não esperando a sua vinda (v.3). Certamente, haverá sinais, mas os ímpios não os verão na sua verdadeira luz. Correrão para a destruição, sem prestar atenção aos sinais de "PARE" deixados por DEUS.
2. Os preparos para a sua vinda. Há três tipos de sono mencionado nas Escrituras: o sono natural, o sono da morte e o sono do descuido espiritual mencionado no texto (v.6). O que se diz do que dorme o sono natural pode ser dito do que dorme espiritualmente; não reconhece que há perigo, esquece-se de qualquer dever, não se comove por apelos e, talvez, nem reconheça que está dormindo." (PEARLMAN, Myer. Epístolas paulinas: semeando as doutrinas cristãs. RJ:CPAD, 1998, p.187-8.). Leia mais Revista Ensinador Cristão CPAD, no 23, pág. 41.
 
 
O RELACIONAMENTO ENTRE O CRENTE E O MUNDO
 1Jo 2.15,16 "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo."
A palavra "mundo" (gr. kosmos) freqüentemente se refere ao vasto sistema de vida desta era, fomentado por Satanás e existente à parte de DEUS. Consiste não somente nos prazeres obviamente malignos, imorais e pecaminosos do mundo, mas também se refere ao ESPÍRITO de rebelião que nele age contra DEUS, e de resistência ou indiferença a Ele e à sua revelação. Isso ocorre em todos os empreendimentos humanos que não estão sob o senhorio de CRISTO. Na presente era, Satanás emprega as idéias mundanas de moralidade, das filosofias, psicologia, desejos, governos, cultura, educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas econômicos, diversões, comunicação de massa, esporte, agricultura, etc, para 
opor-se a DEUS, ao seu povo, à sua Palavra e aos seus padrões de retidão (Mt 16.26; 1Co 2.12; 3.19; Tt 2.12; 1Jo 2.15,16; Tg 4.4; Jo 7.7; 15.18,19; 17.14 ). Por exemplo, Satanás usa a profissão médica, para defender e promover a matança de seres humanos nascituros; a agricultura para produzir drogas destruidoras da vida, tais como o álcool e os narcóticos; a educação, para promover a filosofia ímpia humanista; e os meios de comunicação em massa, para destruir os padrões divinos de conduta. Os crentes devem estar conscientes de que, por trás de todos os empreendimentos meramente humanos, há um espírito, força ou poder maligno que atua contra DEUS e a sua Palavra. Nalguns casos, essa 
ação maligna é menos intensa; noutros casos, é mais. Finalmente, o "mundo" também inclui todos os sistemas religiosos originados pelo homem, bem como todas as organizações e igrejas mundanas, ou mornas. 
(1) Satanás (ver Mt 4.10) é o DEUS do presente sistema mundano (ver Jo 12.3; 14.30; 16.11; 2Co 4.4; 5.19). Ele o controla juntamente com uma hoste de espíritos malignos, seus subordinados (Dn 10.13; Lc 4.5-7; Ef 6.12,13).
(2) Satanás tem o mundo organizado em sistemas políticos, culturais, econômicos e religiosos que são inatamente hostis a DEUS e ao seu povo (Jo 7.7; 15.18,19; 17.14; Tg 4.4; 2.16) e que se recusam a submeter-se à sua verdade, a qual revela a iniqüidade do mundo (Jo 7.7). 
(3) O mundo e a igreja verdadeira são dois grupos distintos de povo. O mundo está sob o domínio de Satanás (ver Jo 12.31); a igreja pertence exclusivamente a DEUS (Ef 5.23,24; Ap 21.2). Por isso, o crente deve separar-se do mundo.
(4) No mundo, os crentes são forasteiros e peregrinos (Hb 11.13; 1Pe 2.11). (a) Não devem pertencer ao mundo (Jo 15.19), não se conformar com o mundo (ver Rm 12.2), não amar o mundo (2.15), vencer o mundo (5.4), odiar a iniqüidade do mundo (ver Hb 1.9), morrer para o mundo (Gl 6.14) e ser libertos do mundo (Cl 1.13; Gl 1.4). (b) Amar o mundo (cf. 2.15) corrompe nossa comunhão com DEUS e leva à destruição espiritual. É impossível amar o mundo e ao Pai ao mesmo tempo (Mt 6.24; Lc 16.13; ver Tg 4.4). Amar o mundo significa estar em estreita comunhão com ele e dedicar-se aos seus valores, interesses, caminhos e prazeres. Significa ter prazer e satisfação naquilo que ofende a DEUS e que se opõe a Ele (ver Lc 23.35). Note, é claro, que os termos "mundo" e "terra" não são sinônimos; DEUS 
não proíbe o amor à terra criada, i.e., à natureza, às montanhas, às florestas, etc. 
(5) De acordo com 2.16, três aspectos do mundo pecaminoso são abertamente hostis a DEUS: (a) "A concupiscência da carne", que inclui os desejos impuros e a busca de prazeres pecaminosos e a gratificação sensual (1Co 6.18; Fp 3.19; Tg 1.14). (b) "A concupiscência dos olhos", que se refere à cobiça ou desejo descontrolado por coisas atraentes aos olhos, mas proibidas por DEUS, inclusive o desejo de olhar para o que dá prazer pecaminoso (Êx 20.17; Rm 7.7). Nesta era moderna, isso inclui o desejo de divertir-se contemplando pornografia, violência, impiedade e imoralidade no teatro, na televisão, no cinema, ou em periódicos (Gn 3.6; Js 7.21; 2 Sm 11.2; Mt 5.28). (c) "A soberba da vida", que significa o 
ESPÍRITO de arrogância, orgulho e independência auto-suficiente, que não reconhece DEUS como Senhor, nem a sua Palavra como autoridade suprema. Tal pessoa procura exaltar, glorificar e promover a si mesma, julgando não depender de ninguém (Tg 4.16).
(6) O crente não deve ter comunhão espiritual com aqueles que vivem o sistema iníquo do mundo (ver Mt 9.11; 2Co 6.14) deve reprovar abertamente o pecado deles (Jo 7.7; Ef 5.11), deve ser sal e luz do mundo para eles (Mt 5.13,14), deve amá-los (Jo 3.16), e deve procurar ganhá-los para CRISTO (Mc 16.15; Jd 22,23).
(7) Da parte do mundo, o verdadeiro cristão terá tribulação (Jo 16.33), ódio (Jo 15.19), perseguição (Mt 5.10-12) e sofrimento em geral (Rm 8.22,23; 1Pe 2.19-21). Satanás, usando as atrações do mundo, faz um esforço incessante para destruir a vida de DEUS dentro do cristão (2Co 11.3; 1Pe 5.8).
(8) O sistema deste mundo é temporário e será destruído por DEUS (Dn 2.34,35, 44; 2Ts 1.7-10; 1Co 7.31; 2Pe 3.10; Ap 18.2).
 
 
A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE
2Co 6.17,18 "Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso".
O conceito de separação do mal é fundamental para o relacionamento entre DEUS e o seu povo. Segundo a Bíblia, a separação abrange duas dimensões, sendo uma negativa e outra positiva: (a) a separação moral e espiritual do pecado e de tudo quanto é contrário a JESUS CRISTO, à justiça e à Palavra de DEUS; (b) acercar-se de DEUS em estreita e íntima comunhão, mediante a dedicação, a adoração e o serviço a Ele. 
(1) No AT, a separação era uma exigência contínua de DEUS para o seu povo (Lv 11.44 ; Dt 7.3; Ed 9.2 ). O povo de DEUS deve ser santo, diferente e separado de todos os outros povos, a fim de pertencer exclusivamente a DEUS. Uma principal razão por que DEUS castigou o seu povo com o desterro na Assíria e Babilônia foi seu obstinado apego à idolatria e ao modo pecaminoso de vida dos povos vizinhos (ver 2Rs 17.7,8 ; 24.3 ; 2Cr 36.14 ; Jr 2.5, 13 ; Ez 23.2; Os 7.8 ). 
(2) No NT, DEUS ordenou a separação entre o crente e (a) o sistema mundial corrupto e a transigência ímpia (Jo 17.15,16; 2Tm 3.1-5; Tg 1.27; 4.4;); (b) aqueles que na igreja pecam e não se arrependem de seus pecados (Mt 18.15-17; 1Co 5.9-11; 2Ts 3.6-15); e (c) os mestres, igrejas ou seitas falsas que aceitam erros teológicos e negam as verdades bíblicas (ver Mt 7.15; Rm 16.17; Gl 1.9 ; Tt 3.9-11; 2Pe 2.17-22; 1Jo 4.1; 2Jo 10,11; Jd vv.12,13).
(3) Nossa atitude nessa separação do mal, deve ser de (a) ódio ao pecado, à impiedade e à conduta de vida corrupta do mundo (Rm 12.9; Hb 1.9; 1Jo 2.15), (b) oposição à falsa doutrina (Gl 1.9), (c) amor genuíno para com aqueles de quem devemos nos separar (Jo 3.16; 1Co 5.5; Gl 6.1; cf. Rm 9.1-3; 2Co 2.1-8; 11.28,29; Jd v. 22) e (d) temor de DEUS ao nos aperfeiçoarmos na santificação (7.1).
(4) Nosso propósito na separação do mal, é que nós, como o povo de DEUS, (a) perseveremos na salvação (1Tm 4.16; Ap 2.14-17), na fé (1Tm 1.19; 6.10, 20,21) e na santidade (Jo 17.14-21; 2Co 7.1); (b) vivamos inteiramente para DEUS como nosso Senhor e Pai (Mt 22.37; 2Co 6.16-18) e (c) convençamos o mundo incrédulo da verdade e das bênçãos do evangelho (Jo 17.21; Fp 2.15). 
(5) Quando corretamente nos separarmos do mal, o próprio DEUS nos recompensará, acercando-se de nós com sua proteção, sua bênção e seu cuidado paternal. Ele promete ser tudo o que um bom Pai deve ser. Ele será nosso Conselheiro e Guia; Ele nos amará e de nós cuidará como seus próprios filhos (6.16-18).
(6) O crente que deixa de separar-se da prática do mal, do erro, da impureza, o resultado inevitável será a perda da sua comunhão com DEUS (6.16), da sua aceitação pelo Pai (6.17), e de seus direitos de filho (6.18; cf. Rm 8.15,16).
 
 
O ARREBATAMENTO DA IGREJA
1Ts 4.16,17 "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de DEUS; e os que morreram em CRISTO ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor."
O termo "arrebatamento" deriva da palavra raptus em latim, que significa "arrebatado rapidamente e com força". O termo latino raptus equivale a harpazo em grego, traduzido por "arrebatado" em 4.17. Esse evento, descrito aqui e em 1Co 15, refere-se à ocasião em que a igreja do Senhor será arrebatada da terra para encontrar-se com Ele nos ares. O arrebatamento abrange apenas os salvos em CRISTO.
(1) Instantes antes do arrebatamento, ao descer CRISTO do céu para buscar a sua igreja, ocorrerá a ressurreição dos "que morreram em CRISTO" (4.16). Não se trata da mesma ressurreição referida em Ap 20.4, a qual somente ocorrerá depois de CRISTO voltar à terra, julgar os ímpios e prender Satanás (Ap 19.11-20.3). A ressurreição de Ap 20.4 tem a ver com os mártires da tribulação e possivelmente com os santos do AT (ver Ap 20.6).
(2) Ao mesmo tempo que ocorre a ressurreição dos mortos em CRISTO, os crentes vivos serão transformados; seus corpos se revestirão de imortalidade (1Co 15.51,53). Isso acontecerá num instante, "num abrir e fechar de olhos" (1Co 15.52).
(3) Tanto os crentes ressurretos como os que acabaram de ser transformados serão "arrebatados juntamente" (4.17) para encontrar-se com CRISTO nos ares, ou seja: na atmosfera entre a terra e o céu.
(4) Estarão literalmente unidos com CRISTO (4.16,17), levados à casa do Pai, no céu (ver Jo 14.2,3), e reunidos aos queridos que tinham morrido (4.13-18).
(5) Estarão livres de todas as aflições (2Co 5.2,4; Fp 3.21), de toda perseguição e opressão (ver Ap 3.10), de todo domínio do pecado e da morte (1Co 15.51-56); o arrebatamento os livra da "ira futura" (ver 1.10; 5.9), ou seja: da grande tribulação.
(6) A esperança de que nosso Salvador logo voltará para nos tirar do mundo, a fim de estarmos "sempre com o Senhor" (4.17), é a bem-aventurada esperança de todos os redimidos (Tt 2.13). É fonte principal de consolo para os crentes que sofrem (4.17,18; 5.10).
(7) Paulo emprega o pronome "nós" em 4.17 por saber que a volta do Senhor poderia acontecer naquele período, e comunica aos tessalonicenses essa mesma esperança. A Bíblia insiste que anelemos e esperemos contínua e confiadamente a volta do nosso Senhor (cf. Rm 13.11; 1Co 15.51,52; Ap 22.12,20).
(8) Quem está na igreja mas não abandona o pecado e o mal, sendo assim infiel a CRISTO, será deixado aqui, no arrebatamento (ver Mt 25.1; Lc 12.45 ). Os tais ficarão neste mundo e farão parte da igreja apóstata (ver Ap 17), sujeitos à ira de DEUS.
(9) Depois do arrebatamento, virá o Dia do Senhor, um tempo de sofrimento e ira sobre os ímpios (5.2-10; ver 5.2). Seguir-se-á a segunda fase da vinda de CRISTO, quando, então, Ele virá para julgar os ímpios e reinar sobre a terra (ver Mt 24.42,44).
  

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Lição 10, Precisamos de Vigilância Espiritual - 4º Trimestre de 2018 - As Parábolas de JESUS: As Verdades e Princípios Divinos para uma Vida Abundante
Comentarista: Wagner Tadeu Gaby, pastor presidente da Assembleia de DEUS em Curitiba (PR)
 
Mt 26.41 A dupla advertência de JESUS aos seus discípulos 
1 Pe 5.8,9 Estar em alerta e vigiar, pois o Diabo está à espreita 
Ap 16.15 A surpresa da vinda de JESUS requer que estejamos vigiando 
Sl 141.3,4 A maior e mais necessária vigilância a ser exercida pelo crente 
Cl 4.2 Oração, vigilância e gratidão são práticas importantes 
Mt 24.44 A vigilância é necessária, pois o Senhor virá a qualquer momento
 
 
Mateus 24.45-51
45 – Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo? 46 – Bem-aventurado aquele servo que o Senhor, quando vier, achar servindo assim. 47 – Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens. 48 – Porém, se aquele mau servo disser consigo: O meu senhor tarde virá, 49 – e começar a espancar os seus conservos, e a comer, e a beber com os bêbados, 50 – virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera e à hora em que ele não sabe, 51 – e separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes.
 
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
A riqueza da Bíblia em tratar dos assuntos espirituais já é de amplo conhecimento. Todavia, poucas vezes se pensa acerca de sua capacidade em tratar de questões cruciais na esfera estritamente humana. A parábola de hoje, conquanto contenha uma mensagem especificamente escatológica, deixa entrever um fato corriqueiro do dia a dia: O exercício do poder e da liderança oferecido a alguém que não possui condição alguma para tal pode ser um desastre, pois entre outros males, essa pessoa pode “abusar” de sua posição para oprimir as outras. A Bíblia, porém, é muito clara a respeito desse tipo de atitude (1 Ts 4.6). Sejamos vigilantes, pois o Senhor virá a qualquer momento e nos pedirá conta de todas as nossas ações.
 
 Resumo da Lição 10, Precisamos de Vigilância Espiritual
I – INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DOS DOIS SERVOS
1. O servo bom e fiel.
2. O mau servo.
3. O destino escatológico.
II – UM CHAMADO À VIGILÂNCIA
1. Vigilância.
2. Ninguém sabe o dia.
III – VIVENDO COM DISCERNIMENTO
1. Vida dissoluta.
2. Vida santa.
3. Administrando os bens.
COMENTÁRIOS DIVERSOS
Somos despenseiros, acumuladores, guardadores das bênçãos de DEUS, porém, de nada adiantará ter tudo isso se não ministrarmos aos outros o que recebemos do Senhor.
1 Pedro 4:10-12 Almeida Revista e Corrigida 2009 (ARC) - Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de DEUS. Se alguém falar, falesegundo as palavras de DEUS; se alguém administrar, administresegundo o poder que DEUS dá, para que em tudo DEUS seja glorificado por JESUS CRISTO, a quem pertence a glória e o poder para todo o sempre. Amém!
Que os homens nos considerem como ministros de CRISTO, e despenseiros dos mistérios de DEUS. Além disso requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel. Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por algum juízo humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo. Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor. 1 Co 4:1-4.
Significado de Despenseiro. substantivo masculino Encarregado da despensa; aquele que, numa comunidade, é responsável pelo fornecimento e pela administração dos gêneros alimentícios; ecônomo. Aquele que é caridoso utilizando a generosidade alheia.
https://www.dicio.com.br/despenseiro/
  
Os ministros e despenseiros dos mistérios de DEUS (1 Co 4.1-21)
Paulo voou às alturas do entendimento espiritual ao apresentar as possibilidades ilimitadas da vida em CRISTO. Mas ele não era alguém que se perdia no êxtase oratório e inspirador. Ele descia abruptamente das alturas para lutar com um problema próximo e real. O problema que os coríntios enfrentavam era a sua insistência em avaliar os prega­dores a partir de um ponto de vista humano, em vez de considerá-los como servos e despenseiros. Todos, exceto o último versículo deste capítulo, tratam da natureza da mordomia apostólica. No versículo de encerramento a opção é dada - mordomia dedicada ou liderança severa. A preocupação de Paulo era apresentar a avaliação correta de um líder apostólico.
A Missão do Apóstolo (4.1-5)
A missão de Paulo e de todos os que foram chamados para pregar o evangelho foi construída sobre quatro elementos: serviço, mordomia, fidelidade e sensibilidade aos juízos de DEUS. Embora todos estes elementos estejam relacionados, há diferença entre eles.
 a) Serviço (4.1). Paulo e Apolo não deveriam ser considerados como líderes de evan­gelhos diferentes. Ambos eram ministros de CRISTO. A palavra ministros (hyperetas) significa "servos". Originalmente o termo se referia a remadores que ajudavam a impul­sionar barcos através das águas do mar. A palavra sugere a labuta e o trabalho contínuo envolvido na obra do evangelho.
 b) Mordomia (4.1). Paulo e Apolo também eram despenseiros dos mistérios de DEUS. Um despenseiro (oikonomos) era literalmente o "administrador de uma casa". Freqüentemente ele era um escravo respeitado e eficiente a quem o negociante ou o dono da terra havia entregue a administração da propriedade. Como tal, o despenseiro tinha autoridade sobre os ajudantes ou empregados. Ele atribuía trabalho e distribuía mantimentos. Ele era o superintendente sobre a operação de todo o empreendimento. Contu­do, ele estava sempre ciente de que era um escravo, e estava sob a obrigação de iniciar e executar a vontade do proprietário.
 O termo mistérios se refere a todo o plano da salvação. Paulo e Apolo não possuíam qualquer conhecimento secreto escondido de todos, exceto de alguns escolhidos. Eles eram mestres e pregadores da verdade revelada sobre a salva­ção em JESUS CRISTO e através dele.
 c) Fidelidade (4.2). Esta é a principal qualificação de um apóstolo: Além disso, re­quer-se nos despenseiros que cada um se ache fiel. Quando tudo é dito e feito, a principal exigência para um homem que ensina ou prega é a fidelidade a DEUS e à verda­de. Não a eloqüência em palavras, não a excelência em pensamento, não o magnetismo na aparência - mas a exigência é a fidelidade diária.
 d) Juízo do homem, juízo próprio e juízo de DEUS (4.3-5). Paulo declarou que pouco importava que avaliação os coríntios faziam dele. Ele era sempre compassivo, atencioso e gentil. Mas o apóstolo era quase que totalmente indiferente às reações dos homens em relação a si, quando se tratava da questão de pregar o evangelho. Tais juízos não tinham qualquer influência sobre a sua crença ou conduta. A razão era simples: como um despenseiro ele era diretamente responsável diante de CRISTO.
José, na casa de Potifar, é um excelente exemplo de servo que sabia administrar as coisas de seu patrão. Depois provou o mesmo assumindo a segunda maior posição no Egito, foi o governador.
Aquele que está ocupoado na obra de DEUS não se preocupa com a hora de sua chegada, pelo contrário, ama sua vinda e a aguarda todos os dias. Para este não é surpresa sua vinda.
Para aquele que pensa que seu Senhor tardará e não está ocupado na obra de seu Senhor, qualquer hora que vier seu Senhor, será para ele uma surpresa. virá como Ladrão para este, a uma hora que não espera.
 
 
Comentário Bíblico - Matthew Henry (Exaustivo) AT e NT (Com modificações do Pr.Henrique)
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Mateus 24.45-51
45 – Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo? 46 – Bem-aventurado aquele servo que o Senhor, quando vier, achar servindo assim. 47 – Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens. 48 – Porém, se aquele mau servo disser consigo: O meu senhor tarde virá, 49 – e começar a espancar os seus conservos, e a comer, e a beber com os bêbados, 50 – virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera e à hora em que ele não sabe, 51 – e separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes.
 
Porque o resultado da vinda do nosso Senhor será muito feliz e consolador para aqueles que forem encontrados preparados, mas muito triste e assustador para os demais (vv. 45ss.). Isto é representado pela situação diferente do servo bom e do mau, quando o seu senhor vem para acertar as contas com eles. Será bom ou mau para nós, por toda a eternidade; tudo depende de sermos encontrados preparados ou despreparados, naquele dia, pois CRISTO dará a cada um segundo as suas obras. Esta parábola, que conclui o capítulo, se aplica a todos os cristãos, que são, por profissão e obrigação, servos de DEUS. Mas ela parece destinada, em especial, como uma advertência aos ministros, pois o servo de que se fala é um administrador. Observe o que CRISTO diz aqui:
[1] A respeito do servo bom.
O Senhor mostra aqui que aquele é um administrador da casa; sendo assim, ele deveria ser fiel e prudente; e se fosse assim, seria eternamente bem-aventurado. Aqui há boas instruções e bons incentivos aos ministros de CRISTO.
Em primeiro lugar, temos aqui o seu lugar e trabalho. Ele é aquele que o Senhor tornou administrador da sua casa, para dar o sustento a cada um a seu tempo. Observe:
1. A igreja de CRISTO é a sua casa, ou família. Ele é o Pai e Mestre. É a casa de DEUS, uma família que toma o nome de CRISTO (Ef 3.15).
2. Os ministros do Evangelho são nomeados administradores nessa casa. Não como príncipes (CRISTO advertiu contra isso), mas como administradores, ou outros encarregados subordinados; não como senhores, mas como guias; não para prescrever novos caminhos, mas para mostrar e conduzir nos caminhos que CRISTO indicou. Este é o significado de hegoumenoi, que traduzimos: governando sobre vós (Hb 13.17). Como supervisores, não para interromper nenhum novo trabalho, mas para orientar e acelerar a obra que CRISTO ordenou; este é o significado de episcopoi – bispos. Eles são governantes por CRISTO; qualquer poder que eles tenham deriva dele, e ninguém pode tomá-lo deles, ou reduzi-lo. JESUS é aquele a quem DEUS Pai fez governante; e CRISTO tem o poder de fazer ministros. Eles são governantes sob CRISTO, agindo subordinados a Ele; e governantes para CRISTO, para o progresso do seu reino.
3. O trabalho dos ministros do Evangelho é de dar à casa de CRISTO o seu sustento a seu tempo, como administradores, e por isso eles têm as chaves da casa.
(1) O seu trabalho é dar, e não tomar para si mesmos (Ez 34.8), mas dar à família o que o Mestre trouxe, distribuir o que CRISTO comprou. E aos ministros foi dito: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (At 20.35).
(2) Trata-se de dar sustento, e não a lei (isto é função de CRISTO), mas transmitir à igreja essas doutrinas, que, se devidamente digeridas, serão alimento para as almas. Eles devem dar, não o veneno das falsas doutrinas, não as pedras das doutrinas duras e infrutíferas, mas o sustento que é saudável e que faz bem.
(3) O sustento deve ser dado a seu tempo, en kairo – enquanto há tempo para isso; quando vier a eternidade, será tarde demais; nós precisamos trabalhar enquanto é dia: isto é, sempre que houver qualquer oportunidade; ou no tempo indicado, continuamente, conforme exija o dever de cada dia.
Em segundo lugar, a sua liberação desse ofício. O bom servo, se assim o preferir, será um bom administrador; pois:
1. Ele é fiel; os administradores devem ser fiéis (1 Co 4.2). Aquele a quem algo é confiado, deve ser confiável; e quanto mais lhe é confiado, mais se espera dele. É uma coisa boa e grandiosa que é confiada aos ministros (2 Tm 1.14); e eles precisam ser fiéis, como Moisés também o foi (Hb 3.2). CRISTO considera os ministros que são fiéis, e somente eles (1 Tm 1.12). Um ministro fiel de JESUS CRISTO é alguém que deseja sinceramente a honra do seu Mestre, não a sua própria; este transmite integralmente a Palavra de DEUS, não as suas próprias fantasias e idéias; ele segue as instituições de CRISTO e adere a elas; considera os mais humildes, reprova os mais poderosos e não respeita a aparência das pessoas.
2. Ele é sábio para compreender o seu dever e a ocasião apropriada para ele. E para guiar o rebanho é necessária não apenas a integridade do coração, mas a habilidade das mãos. A honestidade pode ser suficiente para um bom servo, mas a sabedoria é necessária para um bom administrador; pois orientar é um trabalho frutífero.
3. Ele trabalha, como exige o seu cargo. O ministério é uma boa obra, e aqueles que têm este trabalho sempre têm alguma coisa para fazer; eles não devem permitir-se descansar, nem deixar o trabalho inacabado, nem descuidadamente passá-lo a outros, mas precisam estar trabalhando, e trabalhando para alcançar os objetivos do seu trabalho, dando sustento à casa, cuidando dos seus deveres e não se envolvendo no que não lhe diz respeito; trabalhando como o Mestre ordenou, como importa ao cargo, e como exige a situação da família; não conversar, mas trabalhar. Este era o lema que o Sr. Perkins usava: Minister verbi es – Você é um ministro da Palavra. Não apenas Age – Trabalhe, mas Hoc age – Trabalhe assim.
4. Ele é encontrado trabalhando quando chega o seu Mestre, o que indica:
(1) Constância no seu trabalho. A qualquer hora em que chegue o seu Mestre, ele será encontrado ocupado com o trabalho. Os ministros não devem deixar lacunas no seu tempo, para que o Senhor não os encontre parados por ocasião da sua volta. Assim como para o DEUS benigno o fim de uma misericórdia é o início de outra, também para um homem bom, um bom ministro, o fim de um dever é o início de outro. Perseverança no seu trabalho, até a chegada do Senhor. “Retende-o até que eu venha” (Ap 2.25). “Persevera nestas coisas” (1 Tm 4.16; 6.14). Persevere até o fim.
Em terceiro lugar, a recompensa destinada ao servo fiel, em três aspectos:
1. Ele será notado. Isto está indicado nestas palavras: “Quem é, pois, o servo fiel e prudente?” Isto dá a entender que poucos têm esta qualidade; um administrador tão fiel e prudente será um entre mil. Àqueles que se distinguirem pela humildade, diligência e sinceridade no seu trabalho, CRISTO, no grande dia, honrará e distinguirá através da glória que lhes será conferida.
2. Ele será bem-aventurado. “Bem-aventurado aquele servo”; e CRISTO, ao dizer isto, o torna bem-aventurado. “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor” (Ap 14.13). Mas há uma bênção especial garantida àqueles que se mostram administradores fiéis, e são encontrados trabalhando. Ao lado da honra daqueles que morrem no campo de batalha, sofrendo por CRISTO, como os mártires, está a honra daqueles que morrem no campo de trabalho, arando, e semeando, e colhendo, por CRISTO.
3. Ele será preferido (v. 47); [Ele] “o porá sobre todos os seus bens”. A alusão é ao caminho dos grandes homens: se os administradores da sua casa se conduzem bem, eles normalmente os preferem para que sejam os administradores das suas propriedades. Assim José foi preferido na casa de Potifar (Gn 29.4,6). Mas a maior honra que o senhor mais gentil já fez aos seus servos mais experimentados neste mundo não é nada, quando comparada ao peso da glória que o Senhor JESUS irá conferir aos seus servos fiéis e vigilantes, no mundo vindouro. O que aqui é dito, em comparação, é a mesma coisa dita, mais claramente, em João 12.26: “Meu Pai o honrará”. E os servos de DEUS, quando assim preferidos, serão perfeitos em sabedoria e santidade, para sustentar o peso daquela glória, para que estes servos não representem perigo, quando reinarem.
[2] A respeito do servo mau, temos aqui:
Em primeiro lugar, a descrição que é dada a respeito dele (vv. 48,49), onde temos o infeliz com as suas características.
A mais vil das criaturas é um homem mau, o mais vil dos homens é um mau cristão, e o mais vil entre eles é um mau ministro. Corruptio optimi est pessima – O que é melhor, quando corrompido, torna-se o pior. A maldade nos profetas de Jerusalém é verdadeiramente uma coisa horrível (Jr 23.14). Aqui está:
1. A causa da sua maldade, que é uma descrença prática na segunda vinda de CRISTO.
Ele diz no seu coração: o meu Senhor atrasa a sua vinda (se demora); e por isso começa a pensar que Ele nunca virá, e que abandonou a sua igreja. Considere que:
(1) CRISTO sabe o que dizem, nos seus corações, aqueles que com seus lábios clamam: “Senhor, Senhor”, como este servo.
(2) A demora da vinda de CRISTO, embora seja um exemplo gracioso da sua paciência, é muito mal interpretada pelas pessoas más, cujos corações, desta maneira, se endurecem, com os seus métodos de iniqüidade. Quando a vinda de CRISTO é considerada duvidosa, ou algo que está a uma distância imensa, o coração do homem se torna inteiramente disposto a praticar o mal (Ec 8.11). Veja Ez 12.27. Aqueles que caminham pelos seus sentidos estão prontos para falar, a respeito do JESUS invisível, como o povo falou sobre Moisés, quando ele se demorou no monte, depois da sua peregrinação: “Não sabemos o que lhe sucedeu” portanto “levanta-te, faze-nos deuses”; o mundo é um deus, o nosso ventre é um deus, qualquer coisa pode ser um deus, porém nunca será o DEUS verdadeiro.
2. As particularidades da sua iniqüidade. E esses são pecados de primeira grandeza; o ímpio é um escravo das suas paixões e dos seus apetites.
(1) Aqui ele é acusado de perseguição. Ele começa a espancar os seus conservos. Veja que: [1] Até mesmo os administradores mais importantes da casa devem considerar os servos da casa como seus conservos, e por isso estão proibidos de agir como se fossem senhores deles. Se o anjo se considerava conservo de João (Ap 19.10), não é de admirar que João tivesse aprendido a se considerar um irmão dos cristãos das igrejas da Ásia (Ap 1.9). [2] Não é novidade ver maus servos ferindo os seus conservos; tanto cristãos em particular quanto ministros fiéis. Ele os fere, seja porque eles o reprovam, seja porque eles não o reverenciam; não dizem o que ele diz, e não fazem o que ele faz, agindo contra as suas consciências: ele os fere com a língua, da mesma maneira como eles feriram o profeta (Jr 18.18). E se ele tiver poder nas mãos, ou puder pressionar aqueles que o têm, como os dez chifres sobre a cabeça da besta, isso continuará. Pasur, o sacerdote, feriu o profeta Jeremias, e o meteu no tronco (Jr 20.2). Aqueles que se insurgem contra DEUS têm descido até ao profundo, na matança (Os 5.2). Quando o administrador fere os seus conservos, o faz deturpando a autoridade do seu Mestre, e no seu nome. Ele diz: “O Senhor seja glorificado” (Is 66.5), mas ele virá a saber que não poderia ter feito afronta pior ao seu Mestre.
(2) Profanação e imoralidade. Ele começa a comer e a beber com os bêbados.
[1] Ele se associa aos piores pecadores, se relaciona com eles, é íntimo deles. Ele caminha sob a orientação deles, segue o caminho deles, senta-se na cadeira deles e canta as canções deles. Os bêbados são os companheiros, alegres e joviais, e aqueles a quem ele prefere, e por isso ele fortalece a sua iniqüidade. [2] Ele age como eles; “come, e bebe e folga”, assim consta no texto de Lucas. Isto é uma introdução a todos os tipos de pecado. A embriaguez é uma iniqüidade dominante; aqueles que são seus escravos, nunca são senhores de si mesmos em qualquer outro aspecto. Os perseguidores do povo de DEUS normalmente têm sido os homens mais maldosos e imorais. As consciências dos perseguidores, quaisquer que sejam os argumentos, normalmente são as mais corruptas e pervertidas. De que não se embriagam aqueles que se embriagam com o sangue dos santos? 
Em segundo lugar, é apresentada a sua condenação (vv. 50,51). A “capa” e o caráter dos maus ministros não os protegem da condenação, mas a agrava grandemente. Eles não podem reivindicar que estejam fora do alcance ou da jurisdição de CRISTO, nem da jurisdição dos magistrados civis; os clérigos não possuem nenhum benefício no tribunal de CRISTO. Considere:
1. A surpresa que irá acompanhar a sua condenação (v. 50): “Virá o senhor daquele servo”. Então: (1) O fato de nós adiarmos os pensamentos sobre a vinda de CRISTO não irá adiar a sua vinda. Não importa com o quê alguém procure se iludir; o seu Senhor virá. A descrença do homem não tornará sem efeito aquela grande promessa, ou ameaça (você pode chamá-la como quiser). (2) A vinda de CRISTO será uma surpresa terrível para os pecadores seguros e descuidados, especialmente para os maus ministros: “virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera”. Aqueles que desprezaram os avisos da Palavra, e calaram os avisos das suas próprias consciências, a respeito do juízo futuro, não podem pretender esperar quaisquer outras advertências; serão considerados como tendo recebido suficientes avisos legais, tenham estes sido aceitos ou não; e não se pode acusar a CRISTO de nenhuma injustiça se Ele vier repentinamente, sem qualquer aviso. Ele já nos falou a este respeito anteriormente.
2. A severidade da sua condenação (v. 51). Ela não é mais severa do que justa, mas é uma condenação que traz a destruição completa, envolta por duas palavras terríveis: morte e condenação.
(1) Morte. O seu Senhor o separará, dikotomesei auton, “Ele o separará da terra dos vivos”, da congregação dos justos, irá separá-lo para o mal; esta é uma definição de maldição (Dt 29.21). Ele o derrubará, como uma árvore que sobrecarrega o solo; talvez isto seja uma alusão à sentença freqüentemente usada na lei: “Esta alma será extirpada do seu povo”, o que sugere uma extirpação completa. A morte separa um bom homem, assim como um escolhido é separado para ser enxertado em um rebanho melhor; mas ela também separa um homem mau, assim como um galho seco é separado quando o fogo o separa deste mundo. Ou, como podemos interpretar, Ele o separará, isto é, separará o corpo da alma e do espírito, enviará o corpo à sepultura, para ser uma presa dos vermes, e a alma e o espírito para o inferno, para ser uma presa dos demônios; e assim o pecador é separado. Na morte, a alma, o espírito e o corpo de um homem temente e obediente a DEUS se separam da maneira adequada; a primeira é alegremente levada à presença de DEUS, e o segundo é deixado para a terra. Mas a alma e o corpo de um homem iníquo, na morte, são separados, pois para eles a morte é o rei dos terrores (Jó 18.14). O mau servo se divide entre DEUS e o mundo, entre CRISTO e Belial, entre a sua profissão de religião e os seus desejos; portanto, com justiça, ele também será dividido.
(2) Condenção. Ele “destinará a sua parte com os hipócritas”, e será uma porção miserável, pois “ali haverá pranto”. Observe que: [1] Há um lugar e um estado de miséria perpétua no outro mundo, onde não há nada, exceto pranto e ranger de dentes; o que expressa a tribulação e a angústia da alma sob a indignação e a ira de DEUS. [2] A sentença divina designará este lugar e estado como a porção daqueles que, por seu próprio pecado, foram preparados para ele. Até àquele de quem Ele disse, que dizia que Ele era o seu Senhor, designará, desta maneira, a sua porção. Aquele que agora é o Salvador, será, então, o Juiz, e o estado perpétuo dos filhos dos homens será como Ele designar. Eles, que escolhem o mundo por sua porção nesta vida, terão o inferno por sua porção na outra vida. “Esta, da parte de DEUS, é a porção do homem ímpio” (Jó 20.29). [3] O inferno é o lugar apropriado para os hipócritas. Este servo perverso tem sua porção com os hipócritas. Eles são, como eram, os proprietários livres, outros pecadores são meramente como moradores com eles, e têm somente uma porção da sua miséria. Quando CRISTO desejava expressar o mais severo castigo no outro mundo, Ele o chamava de “a porção dos hipócritas”. Se houver algum lugar no inferno mais ardente que outro, como é provável que haja, ele será a parte daqueles que têm a forma, mas odeiam o poder da piedade. [4] Os ministros perversos terão a sua porção no outro mundo com os piores dos pecadores, certamente com os hipócritas, e com justiça, pois eles são os piores dos hipócritas. O sangue de CRISTO, que eles têm, por suas profanações, pisado sob os seus pés, e o sangue das almas, que eles têm, por sua deslealdade, trazido sobre as suas cabeças, os oprimirão naquele lugar de tormento. “Filho, lembra-te”, será como o corte de uma palavra a um ministro, se ele perecer, como a qualquer outro pecador. Que eles, portanto, que pregam aos outros, temam, para que eles mesmos não sejam reprovados.
 
 
 
Comentário Bíblico TT W. W. Wiersbe - A Volta do Rei -Parte 2 - Mateus 24:45 - 25:46 (Com modificações do Pr.Henrique)
Observe-se que o contexto da primeira parte do Sermão do Monte das Oliveiras era, inequivocamente, judaico. Uma leitura atenciosa desse trecho indica uma mudança. JESUS descreveu acontecimentos que serviríam de sinal no período antes e na tribulação e no final da mesma. Falou de uma série de julgamentos, culminando com sua volta à Terra. Nessa seção, porém, a ênfase é sobre sua demora em voltar (Mt 24:48; 25:5,19).
Parece válido associar Mateus 24:45 - 25:30 à presente era da Igreja, um tempo durante o qual o Senhor parece estar adiando sua volta (2 Pe 3). O encerramento da seção (Mt 25:31-46) descreve o julgamento que o Senhor executará quando voltar à Terra. De um modo geral, os ensinamentos no monte das Oliveiras dizem respeito aos judeus (Mt 24:4-44), à igreja professa (Mt 24:45 - 25:30) e às nações gentias (Mt 25:31-46), correspondendo às três divisões da humanidade mencionadas por Paulo em 1 Coríntios 10:32. Já estudamos como a vinda de JESUS, em sua segunda vinda e segunda fase é relacionada a Israel; convém, agora, voltarmos para as duas últimas relações.
1. A vinda de CRISTO e a Igreja professa (Mt 24:45 - 25:30)
Não é de surpreender que o assunto do sermão de JESUS tenha mudado repentinamente, deixando de discorrer sobre a relação da sua vinda com Israel e passando a tratar de sua relação com a Igreja. Não é incomum nas Escrituras um orador ou escritor mudar de ênfase bem no meio de uma frase. Toda a Era da Igreja, por exemplo, ocorre no período compreendido entre as palavras "deu" e "e" em Isaías 9:6. 
Na seção dedicada a Israel, JESUS descreveu primeiramente acontecimentos exteriores do período em questão; nesta seção, porém, descreve as atitudes interiores. Todos que creram em JESUS CRISTO como Salvador estão indo para o céu (Jo 3:16-18; 17:24), mas nem todos os cristãos estão preparados para se encontrar com o Senhor no arrebatamento.
Quando JESUS CRISTO voltar e levar sua Igreja para o céu, se assentará em seu trono e julgará seu povo (Rm 14:10-12; 2 Co 5:8-11). Não julgará nossos pecados, pois estes já foram julgados na cruz (Rm 8:1-4), mas julgará nossas obras e dará recompensas para os que a merecerem (1 Co 3:9-15). 
Servos obedientes e servos desobedientes (vv. 45-51). O povo de DEUS na Terra é chamado de família (Gl 6:10; Ef 2:19). DEUS coloca servos em cada família para alimentar os membros. Podemos ver, nessa idéia, a família da igreja local com seus líderes espirituais. O propósito da liderança espiritual é que os líderes alimentem o povo, não que o povo alimente os líderes! O apóstolo Pedro compreendeu essa verdade e enfatizou-a em sua primeira carta (1 Pe 5:1-4).
Ser pastor ou ministrar na igreja local é algo extremamente sério. E preciso ter todo cuidado para servir a CRISTO e seu povo em amor e com as motivações corretas. Tanto em palavras quanto em ações, deve-se conduzir a família pelo caminho certo (Hb 13:7,8). Os membros da família devem se submeter à liderança espiritual, pois um dia tanto o povo quanto seus líderes se verão diante do trono de julgamento de CRISTO (Hb 13:17).
A tarefa de um servo não é ser popular, mas sim ser obediente. Ele deve alimentar a família com o alimento de que ela necessita e quando ela necessita. Deve tirar de sua "despensa espiritual" coisas novas e velhas
(Mt 13:52). Em sua busca por novidades e idéias interessantes, alguns mestres da Bíblia esquecem os nutrientes de verdades antigas da Palavra. Outros ministros, por sua vez, estão tão presos a coisas antigas que não conseguem enxergar novos insights e novas aplicações para as verdades mais antigas. O velho dá origem ao novo, e o novo torna o velho mais significativo.
Se o líder espiritual estiver trabalhando em obediência quando o Senhor voltar, será recompensado. Mas, se não estiver fazendo seu trabalho quando o Senhor voltar, será tratado com severidade (Mt 24:51), como indica a imagem da dor e da perda. 
A recompensa de um serviço obediente é a capacidade de servir ainda mais. O que causou a queda desse servo? Havia algo de errado em seu coração: ele parou de esperar a vinda do Senhor (Mt 24:48). Viveu como se fosse alguém do mundo e maltratou seus colegas de serviço. Quando os servos de DEUS não conseguem trabalhar juntos, geralmente é porque alguém está esquecendo que o Senhor voltará. Esperar e amar a volta de CRISTO deve servir de motivação para que permaneçamos fiéis e para que sejamos amorosos (1 Tes 2:19, 20; 1 Jo 2:28).
 
 
Comentários do Expositor - Bíblia The Word
45 Quem é o servo fiel e prudente (refere-se a todos os crentes de todos os tempos) , a quem o Senhor tem feito governante sobre a sua casa (neste caso, a Igreja) , para dar o sustento a seu tempo? (chamados por DEUS Pregadores são responsáveis por alimentar adequadamente o rebanho.) 
46 Bem-aventurado é aquele servo a quem o Senhor, quando Ele vier, achar fazendo assim (refere-se a fidelidade até o Arrebatamento) . 
47 Em verdade vos digo que, para que o porá sobre todos os seus bens (refere-se aos santos ressuscitados sendo feitas "governantes" na vinda do Reino 
48 Mas, se aquele mau servo disser no seu coração: Meu senhor tarda em vir (exatamente o que muitos na Igreja moderna estão dizendo agora) ; 
49 E começar a espancar os seus conservos, e a comer e beber com os ébrios (não só para estar no mundo, mas para ser bem, do mundo) ; 
50 O senhor daquele servo virá num dia em que não olha para Ele , e numa hora que ele não tem conhecimento de (não está pronto para o arrebatamento, a maioria da Igreja moderna, infelizmente, se enquadra nessa categoria) , 
51 E deve cortá-lo em pedaços, e nomear -lhe a sua parte com os hipócritas (apesar da sua profissão) ; ali haverá choro e ranger de dentes (perder a sua alma, e ir para um inferno eterno, a maioria na Igreja moderna, infelizmente e lamentavelmente, se enquadram nesta categoria, pois eles só são religiosos, mas perderão o arrebatamento)!
 
 
Comentário. Bíblico - Devocional (NT) - Bíblia The word
“Quem é, pois, o servo fiel e prudente?” (Mt 24.45-51). Essa parábola é dirigida aos líderes — os responsáveis pelo cuidado e pela supervisão dos outros. Os líderes devem considerar e se preocupar com o bem estar dos outros. O servo bom, que trata os outros com bondade, será recompensado quando JESUS voltar. Mas há servos “maus” na liderança, que exploram e maltratam os outros. Ignorando a possibilidade do retorno do senhor, estes servos tosquiam, em vez de apascentar o rebanho de DEUS. Quando estava escrevendo este parágrafo, fiz uma pausa, e liguei a televisão. Eu vi uma notícia rápida. Jim Bakker tinha sido condenado por 24 contas fraudulentas: por mentir aos seus parceiros da TV sobre projetos que ele sabia que não seriam concluídos, e por tomar para si mesmo e sua esposa 3,7 milhões de dólares das contribuições. Posteriormente, Tammy Faye falou, e contou aos repórteres reunidos que este júri terreno não tinha dado o veredicto final.
Pergunto-me se ela ou Jim teriam lido esta parábola? Ou a sua conclusão. Em termos vividos e severos, JESUS fala de punições para aqueles servos maus, que “espancam seus conservos e... comem e bebem com bêbados” (v. 49).
 
 
SUBSÍDIO EXEGÉTICO TOP1
“JESUS conta outra parábola (que também poderia ser chamada de Parábola do Servo Bom e do Servo Mau) sobre o tema da prontidão (cf. Mt 12.41-46). Nesta descrição, o senhor, voltando de uma visita inesperada, encontra o servo administrador satisfazendo ou recusando-se a satisfazer as necessidades dos outros servos. Considerando a crítica que JESUS fez aos líderes judeus por desconsiderarem o bem-estar das pessoas, este servo opressivo e esbanjador serve de comentário sobre as ações dos governantes rejeitados (Mt 23.1-4,23,24).
“O castigo do servo mau é severo. É igual ao dos ‘hipócritas’ (Mt 24.51; [...]; cf. também Mt 15.7; 22.18; 23.13-15,29). JESUS deixa claro que este não é mero castigo terreno, mas de julgamento eterno (quanto ao choro e ranger de dentes, veja também Mt 8.12; 13.42,50; 22.13; 25.30)” (SHELTON, James B. In ARRINGTON, French L.; STRONDAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p.135).
 
 
CONHEÇA MAIS -A Parábola dos Dois Servos
“Nesta descrição, o senhor, voltando de uma visita inesperada, encontra o servo administrador satisfazendo ou recusando-se a satisfazer as necessidades dos outros servos. Considerando a crítica que JESUS fez aos líderes judeus por desconsiderarem o bem-estar das pessoas, este servo opressivo e esbanjador serve de comentário sobre as ações dos governantes rejeitados (Mt 23.1-4,23,24)”. Para conhecer mais, leia Comentário Bíblico Pentecostal, CPAD, p.134.
 
 
SUBSÍDIO DEVOCIONAL
“A respeito daqueles que estão na igreja mas são infiéis ao Senhor, é impossível estarem vigilantes e preparados para a volta inesperada de CRISTO, se os tais não creem que Ele pode vir agora. (1) Qualquer crente professo que vive em pecado, julgando que JESUS tardará a vir, tornar-se-á como o servo mau da parábola. Ele não percebe o risco da volta do Senhor pegá-lo de surpresa ([...]). (2) É significativo JESUS associar a infidelidade e a hipocrisia à crença e ao desejo de que Ele demore a voltar” (STAMPS, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.1141).
 
 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“Nos tempos antigos era um costume comum que os senhores deixassem um servo encarregado de todos os assuntos da família. O servo, descrito como fiel e prudente, corresponde aos discípulos, aos quais foi atribuída por JESUS uma responsabilidade sem precedentes. Isto também descreve aqueles que são indicados para posições de liderança na igreja, que deverão estar desempenhando fielmente suas obrigações quando JESUS (o Senhor) chegar. Estes servos receberão grandes recompensas.
“Alguns servos, entretanto, podem decidir aproveitar-se da sua posição de liderança, maltratando os outros e entregando-se ao prazer. O servo pode ter pensado que o seu senhor estaria fora durante um longo período, mas certo dia, virá o senhor num dia em que o não espera e à hora em que ele não sabe. Este será um evento repentino e sem aviso prévio, e o mau servo será surpreendido ‘no ato’. O julgamento do senhor contra o seu mau servo será extremamente severo. Ainda pior do que esse horrível castigo será o destino eterno do servo. Ele será designado a um lugar onde haverá pranto e ranger de dentes (referência ao inferno). O julgamento futuro de DEUS é tão certo quanto a volta de JESUS à terra” (Comentário do Novo Testamento. Vol 1. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, p.146).
 
 
PARA REFLETIR - A respeito de “Precisamos de Vigilância Espiritual”, responda:
A parábola tem o que como base? A parábola é contada tendo como base uma comparação entre o comportamento de dois servos.
De acordo com a lição, o discurso do Senhor é claramente escatológico e tem qual objetivo? Advertir os ouvintes da necessidade de se viver de forma vigilante e prudente enquanto se aguarda o retorno do Senhor.
O destaque à vigilância, nesta parábola, se manifesta como o quê? O destaque à vigilância, nesta parábola se manifesta como sendo o exercício correto da mordomia, ou seja, o homem vigilante pratica a administração responsável do que recebeu do seu senhor, sabendo que está lidando com o que não é seu e que brevemente terá de prestar contas.
O que JESUS quis dizer ao referir-se ao tempo de Noé dizendo que as pessoas “comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca”? As pessoas do tempo do “pregoeiro da justiça” (2 Pe 2.5), viviam sem compromisso algum com DEUS e foram surpreendidas pelo juízo divino (Mt 24.38,39).
De acordo com o último subtópico da lição, para que JESUS contou a parábola dos dois servos? JESUS contou a parábola dos dois servos para que os ouvintes, e todos nós, optássemos em seguir o exemplo do servo fiel e prudente, evitando o trágico fim dos hipócritas.
 
 
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SUBSÍDIOS DA REVISTA - LIÇÃO 12 - Vivendo em Constante Vigilância
PARA REFLETIR - A respeito de “Vivendo em Constante Vigilância”, responda:
Qual o sentido do verbo “vigiar”? Significa estar alerta, ser vigilante. No contexto bíblico tem o sentido de estarmos atentos em todos os aspectos da vida cristã.
O que JESUS estava dizendo com as palavras: “ficai aqui e vigiai comigo”? Significa que JESUS queria que seus discípulos ficassem acordados e continuassem a orar ou, talvez, se protegessem de alguma intromissão enquanto orava.
Por que a vigilância é um dos pontos centrais do sermão profético? Porque não se sabe o dia nem a hora da vinda de JESUS (Mt 24.36; Mc 13.32).
Qual o significado da vigilância em “vigiai e orai, para que não entreis em tentação”? Significa estar vigilante para manter a fidelidade ao Senhor JESUS e nunca se apartar dEle.
O que nos ensina a experiência de JESUS e seus discípulos no jardim de Getsêmani? Ensina que cada cristão tem o seu Getsêmani e cada um de nós deve se submeter à vontade do Pai.
CONSULTE
Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 77, p42.
 
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO TOP1
Prezado(a) professor(a), a aula desta semana trata a respeito da importância da vigilância no viver diário do cristão. É relevante explicar aos seus alunos que devemos estar alerta quanto à Segunda Vinda do Senhor JESUS, pois não sabemos o dia e nem a hora que Ele há de retornar para buscar a Sua Igreja. Para auxiliá-lo (a) na compreensão deste aspecto, leia para a classe o significado do conceito abaixo:
“Escatologia – O termo escatologia (gr. eschatos, ‘últimos’; logos, ‘raciocínio’), significando ‘a teologia das últimas coisas’, tem sido usado desde o século XIX para designar a divisão da teologia sistemática que lida com tudo o que era profeticamente futuro na época em que foi escrito, isto é, profecias que já se cumpriram, como também profecias que ainda não se cumpriram. Importantes assuntos de profecia incluem predições com relação a JESUS CRISTO, tanto em sua primeira vinda como na segunda, Israel, os gentios, Satanás, cristianismo, os santos de todas as eras, a futura Grande Tribulação, o estado intermediário, a ressurreição dos mortos, o reino milenial, o juízo final e o estado eterno. Estes temas podem ser classificados como a revelação divina do programa quádruplo de DEUS para: (1) Israel, (2) os gentios, (3) a igreja e (4) Satanás e seus anjos caídos” (Dicionário Bíblico Wycliffe. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 662).
 
SUBSÍDIO BÍBLICOTEOLÓGICO TOP2
“[...] É importante observar o uso de uma condicional de primeiro tipo na expressão ‘se é possível’ (Mt 26.39). Isto normalmente sugere que se supõe que a condição é cumprida — isto é, que era possível evitar o ‘cálice’ que JESUS tinha em mente. Esta interpretação recebe o apoio de Hebreus 5.7, que observa que quando JESUS ‘oferecendo com grandes lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia’. A morte biológica não causava terror a JESUS. Ela não causa terror em nós. Como JESUS carregou nossos pecados e sentiu a ira de DEUS em nosso lugar, nós também fomos libertados. Nem a morte biológica nem a espiritual têm qualquer influência sobre aqueles que, por meio de CRISTO, receberam a vida eterna” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, pp. 83,84).
SUBSÍDIO TEOLÓGICO TOP3
“Iniquidade e esfriamento do amor.
Em Mateus 24.12, JESUS mencionou mais dois alarmantes sinais, um decorrente do outro: ‘E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará’. E o que assusta, neste duplo sinal, é mais uma vez a palavra ‘muitos’, cujo significado é ‘quase todos’. Não foi por acaso que JESUS ensinou: ‘Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela’ (Mt 7.13). A cada dia, a aceitação da verdade da Palavra de DEUS torna-se mais difícil. Doutrinas que outrora, ao serem ensinadas, geravam temor, têm levado muitos crentes a fazerem questionamentos. Vemos que os mensageiros mais conservadores — mas conservadores do ponto de vista bíblico (2 Tm 1.13,14) — são vistos por muitos como extremistas, descontextualizados ou politicamente incorretos. Isso, com certeza, é reflexo do dúplice sinal em questão. O amor ao mundo faz-nos perder o amor a DEUS (Tg 4.4; 1 Jo 2.15-17). E muitos líderes, à semelhança de Demas (2 Tm 4.10), perderão a visão espiritual, nesses últimos dias.
Os cultos, que deveriam ter como objetivos o louvor a DEUS e a exposição da Palavra (1 Co 14.27), se transformarão — como já vem ocorrendo — em programas de auditório, shows, com muito entretenimento e pouco ou nenhum quebrantamento de espírito na presença do Senhor. Esse sinal indica que, nos últimos dias, o mundo se tornará tão religioso, e a igreja — quer dizer, uma boa parte dela — tão mundana, que não saberá onde começa um e termina o outro. Sabendo que tudo isso aconteceria, JESUS alertou: ‘Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar...’ (Lc 21.36, ARA). E, como escapar? O caminho é dar ouvidos à Palavra de DEUS e se arrepender, a fim de que o nosso amor não se esfrie (Ap 2.4,5)” (ZIBORDI, Ciro S, Et al.Teologia Sistemática Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, pp. 493-94).
 
 
SUBSÍDIOS DA LIÇÃO 13 - 3º TRIMESTRE DE 2020 - CPAD
 
OBJETIVO GERAL - Sinalizar a necessidade de o aluno cultivar uma vida de oração e de vigilância.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apontar o sentido da expressão "à meia-noite";
Revelar que "à meia-noite" é o início de um novo dia;
Expor que "à meia-noite" é a hora das trevas;
Destacar que "à meia-noite" marca a vinda do noivo;
Ressaltar o clamor da "meia-noite" como um brado de alerta.
 
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Vigilância remonta a uma atenção objetiva para consigo mesmo diante de DEUS, uma consciência de passar em revista o nosso coração diante do Pai. Esse exercício requer pureza interior, honestidade para consigo mesmo. Só consegue fazer isso quem compreendeu profundamente as implicações do Evangelho na vida presente e na do porvir. Assim, à luz da pessoa bendita de JESUS CRISTO, somos estimulados a vigiar em todo tempo. O nosso Senhor nos disse que deveríamos ficar despertados para compreender os tempos em que vivemos e conservar a fé até que Ele venha buscar a sua noiva. Sejamos, pois, vigilantes!
 
 
SÍNTESE DO TÓPICO I - À meia-noite o dia findou, tudo o que aconteceu pertence ao passado, ao ontem.
SÍNTESE DO TÓPICO II - À meia-noite é o anúncio de um novo dia, mas também a chegada da noite também.
SÍNTESE DO TÓPICO III - A expressão “meia-noite” denota que a natureza sente as trevas e que as nações estão em trevas.
SÍNTESE DO TÓPICO IV - A expressão “meia-noite” denota a vinda infalível do Noivo.
SÍNTESE DO TÓPICO V - Se estivermos vigilantes seremos guardados do sono espiritual e discerniremos os dias.
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO I
Esta lição deve reproduzir um apelo prático para a vida espiritual dos alunos. Por isso, ao introduzir esta lição, mencione o quanto que o Novo Testamento é mencionado ao lado da vigilância espiritual. A razão para isso é que a vigilância necessária não é uma questão meramente humana, mas espiritual. Necessitamos da graça de DEUS, da orientação do ESPÍRITO SANTO e de sua parceria para resistir a tudo o quanto pretende nos tirar do alvo, da meta do Reino de DEUS. É preciso cultivar uma vida de oração e de vigilância.
SÍNTESE DO TÓPICO II
À meia-noite é o anúncio de um novo dia, mas também a chegada da noite também.
SUBSÍDIO TEOLÓGICO II
“O cumprimento dessa profecia [Mt 24.15, ‘abominação da desolação de que falou o profeta Daniel’] ocorreu em dezembro 167 a.C., quando Antíoco Epifânio colocou um símbolo cultual pagão no altar dos holocaustos, e dedicou o templo de Jerusalém ao deus grego, Zeus. Mas tanto Daniel quanto JESUS viram um cumprimento mais importante. Daniel 12.1 dá um pulo para a frente, para o tempo da Grande Tribulação, e a identifica como ‘um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até aquele tempo’. JESUS também identificou aquele tempo como a ‘grande aflição’ (Mt 24.21). No mundo presente, muitos crentes já estão sofrendo aflição, mas a Grande Tribulação será marcada pela ira de DEUS mais do que qualquer coisa que o mundo já tem conhecido, conforme indica Apocalipse 6–18. Naquele período, também surgirá um ditador mundial, o Anticristo” (HORTON, Stanley (Ed.) Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, pp.633,34).
SUBSÍDIO TEOLÓGICO V
“A Bíblia indica dois aspectos da Segunda Vinda de CRISTO. Por um lado, Ele virá como o Preservador, Libertador ou Protetor ‘da ira vindoura’ (1 Ts 1.10). ‘Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira’ (Rm 5.9). Devemos manter-nos espiritualmente vigilantes, viver a vida sóbria, equilibrada com domínio próprio, e usar a armadura do Evangelho: a fé, o amor e a esperança da salvação, ‘porque DEUS não destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor JESUS CRISTO, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos uns aos outros e edificai-vos uns aos outros” (HORTON, Stanley (Ed.) Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.632).
 
PARA REFLETIR - A respeito de “A Vigilância Conserva Pura a Igreja”, responda:
Segundo 1 Timóteo 3.15, o que somos? Sustentáculos da verdade.
Por que devemos trabalhar enquanto é dia? Porque a noite vem, quando ninguém mais poderá trabalhar.
De acordo com a lição, o que representa a meia-noite para a Igreja? O início de um novo dia.
O que nos assinala o sono espiritual? Os últimos tempos.
Como as virgens prudentes esperaram o noivo? Com as lâmpadas cheias de azeite.


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NA ÍNTEGRA COMO NA REVISTA 2026
 
LIÇÃO 4, BETEL, PERIGOS DOS ÚLTIMOS DIAS E O PREPARO DA IGREJA, 4TR26
 
ESBOÇO DA LIÇÃO
1- OS DIAS DE NOÉ E LÓ
1.1. Os dias de Noé.
1.2. Os dias de Ló.
1.3. Exortação à vigilância.
2- OS FALSOS PROFETAS E OS FALSOS MESTRES 
2.1. Os falsos profetas.
2.2. Os falsos mestres.
2.3. Identificando os falsos profetas e mestres.
3- A MENSAGEM DA PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS 
3.1. As aparências enganam.
3.2. Sempre preparados.
3.3. Cada um dará conta de si.
 
TEXTO ÁUREO
"Pelo que, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz". 2Pedro 3.14 
 
VERDADE APLICADA
O discípulo de CRISTO deve vigiar e orar em todo o tempo, enquanto aguarda a Sua Segunda Vinda. 
 
OBJETIVOS
Compreender os dias de Noé e de Ló. 
Identificar as características dos falsos mestres nos dias atuais.
Ressaltar as lições da Parábola das Dez Virgens. 
 
TEXTOS DE REFERÊNCIA - Mateus 24.37-39, 44
37. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. 38. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. 39. E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem. 
44. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do homem há de vir à hora em que não penseis. 
 
LEITURAS COMPLEMENTARES
SEGUNDA Lc 17.24 A volta de CRISTO será repentina e visível a todos. 
TERÇA At 1.6,7 O tempo do cumprimento profético pertence a DEUS. 
QUARTA Mt 25.1-13 É necessário estar em vigilância constante. 
QUINTA Tg 5.8 Persevere com firmeza, pois a vinda do Senhor se aproxima. 
SEXTA Mt 24.24 Cuidado com os enganos. 
SÁBADO 2Ts 1.8,9 O justo juízo. 
 
HINOS SUGERIDOS - 157, 300, 323 
MOTIVO DE ORAÇÃO - Ore para que a Igreja permaneça vigilante, firme na verdade e preparada para a volta de CRISTO. 
 
INTRODUÇÃO 
JESUS alertou Seus discípulos sobre a natureza repentina de Sua volta, por isso os cristãos devem permanecer atentos. Precisamos estar alertas para não nos deixar levar pelas preocupações e distrações deste mundo, estando preparados para o encontro com Ele, e isso exige foco, fidelidade e perseverança (Mt 24.42). 
 
1- OS DIAS DE NOÉ E LÓ
Quando DEUS chamou Noé, a humanidade vivia um período de profunda corrupção moral e espiritual. A violência e a injustiça haviam se tornado parte do cotidiano, pois os habitantes da terra eram dominados por impiedade, rebeldia e dureza de coração. Mesmo assim, o Senhor levantou Noé como um pregador da justiça (2Pe 2.5), oferecendo à humanidade uma oportunidade de arrependimento. Ao comparar aqueles dias com os que antecederão a Sua volta, JESUS destacou semelhanças que servem de alerta para os crentes, que devem viver de modo santo em meio a um mundo cada vez mais distante do Caminho Eterno. 
 
1.1. Os dias de Noé.
Ao retratar os dias de Noé como um sinal da Sua volta, JESUS não estava condenando atividades comuns, como comer, beber ou casar-se (Mt 24.37-39). Na verdade, o problema estava na indiferença daquelas pessoas, que viviam preocupadas apenas com a rotina da vida, ignorando os avisos de DEUS. Embora Noé tenha pregado o juízo divino por muitos anos, o chamado ao arrependimento foi desprezado (1Pe 3.20). A sociedade de sua época, marcada por corrupção e violência, escolheu rejeitar aquela advertência e viver como se DEUS não existisse, até que o juízo finalmente chegou (Gn 6.11,12; Ec 8.11).
 
Champlin (2001, p.59): "Tudo quanto eles faziam era mau, todos os seus pensamentos eram pecaminosos; tudo quanto planejavam era corrupto E isso se assemelha ao conteúdo dos jornais que lemos em nossos dias". Os dias de Noé evidenciam a profunda corrupção moral da geração antediluviana, que vivia distante de DEUS e indiferente aos Seus alertas. A comparação feita por JESUS entre aqueles dias e os dias de Sua volta revela que o maior perigo não é a falta de informação, mas a indiferença espiritual. Assim como Noé creu e se preparou, a Igreja deve permanecer vigilante, fiel e pronta para encontrar o Senhor (Hb 11.7; Mt 24.37-39). 
 
1.2. Os dias de Ló.
JESUS também comparou o dia de Sua volta aos dias de Ló (Lc 17.28-30). Assim como ocorreu em Sodoma, as pessoas estavam totalmente envolvidas com seus próprios interesses, ignorando que o juízo estava próximo. Viviam sua rotina normalmente, sem dar atenção às advertências de DEUS, até que foram surpreendidas pelo Seu julgamento (Gn 19.23-25). Da mesma forma, quando CRISTO voltar, muitos estarão tão envolvidos com as preocupações e distrações desta vida que não conseguirão discernir os sinais dos tempos. A Palavra, porém, nos exorta a permanecer vigilantes e atentos para que a volta do Senhor não nos encontre despreparados (Le) 21.34; 2Pe 3.14). 
 
Os dias de Ló apresentam muitas semelhanças com os nossos dias. O Apóstolo Pedro descreve os habitantes de Sodoma e Gomorra como pessoas entregues à depravação moral e a práticas contrárias à vontade de DEUS (2Pe 2.6-9). A perversidade havia se tornado algo comum, revelando uma sociedade distante dos princípios divinos (Gn 19.1-13). Ao comparar Sua volta aos dias de Ló, JESUS destacou que a humanidade estará marcada pela indiferença espiritual e pela crescente corrupção moral. Por isso, os crentes devem permanecer vigilantes, firmes na fé e comprometidos com os valores do Reino de DEUS (Lc 17.30). 
 
1.3. Exortação à vigilância.
JESUS perguntou se encontraria fé na terra quando voltasse (Lc 18.8), e Paulo advertiu que os últimos tempos seriam marcados pela apostasia e pelo afastamento da verdade (1Tm 4.1; 2Ts 2.3). Por isso, devemos manter o coração voltado para CRISTO e para os tesouros eternos, sem permitir que os interesses passageiros deste mundo ocupem o lugar que pertence ao Senhor (Mt 6.19,20). A mulher de Ló tornou-se exemplo do perigo de deixar o lugar do juízo sem romper interiormente com aquilo que DEUS condena (Gn 19.26; Lc 17.32). A preparação para o encontro com CRISTO exige vigilância, desapego do mundo e compromisso com o Reino de DEUS (Lc 21.34-36; 1Jo 2.15-17).
 
A advertência contida nos exemplos de Noé, Ló e da mulher de Ló destaca uma verdade inegociável: a oportunidade para o arrependimento e a preparação não permanecerá aberta indefinidamente. Tanto o Dilúvio quanto a destruição de Sodoma ocorreram de forma repentina para aqueles que ignoraram os avisos divinos. Por isso, a vigilância cristã não deve ser encarada como uma atitude ocasional, mas como um estilo de vida permanente. A preparação para a volta de CRISTO acontece no presente, por meio de uma vida de fé, obediência e perseverança. Quando o Senhor vier, não haverá mais tempo para ajustes ou mudanças de última hora. Assim, enquanto a porta da Graça permanece aberta, devemos aproveitar cada oportunidade para servir a DEUS e permanecer firmes em Sua vontade (Mt 25.13; Jo 9.4). 
 
EU ENSINEI QUE: A volta de CRISTO exige constante vigilância e preparação. 
 
2- OS FALSOS PROFETAS E OS FALSOS MESTRES 
JESUS e os apóstolos alertaram Igreja quanto ao perigo da apostasia que seria introduzida, nos últimos dias, pelos ensinamentos de falsos mestres (Mt 24.11; Rm 16.18; 2Pe 2.1-3; 1Jo 4.1). Portanto, precisamos conhecer as características desses falsos mestres, e também dos falsos profetas, para identificá-los e não cair em suas astúcias. 
 
2.1. Os falsos profetas.
Os falsos profetas afirmam falar em Nome de DEUS, mas ensinam doutrinas contrárias à Sua Palavra. JESUS advertiu que surgiriam muitos enganadores, especialmente nos últimos dias (Mt 7.15; Mt 24.11,24). Porém, eles podem ser identificados por seus ensinos e frutos, uma vez que distorcem a verdade e tentam afastar as pessoas de DEUS (2Pe 2.1-3). Diante disso, devemos examinar toda e qualquer mensagem à luz das Escrituras, buscando sempre crescer no conhecimento da Palavra para não sermos enganados (1Jo 4.1; At 17.11). 
 
Orivaldo Prattis (2015), em "Escatologia: Uma Visão Panorâmica das Profecias Bíblicas" define os falsos profetas como "homens que falam de DEUS, mas são desprovidos de sua Graça". Embora aparentem piedade, seus ensinos afastam as pessoas da verdade e da sã doutrina (2Tm 3.5; 2Pe 2.1). JESUS advertiu que eles seriam conhecidos por seus frutos e não apenas por suas palavras (Mt 7.15-20). Por isso, a Igreja deve permanecer vigilante, examinando cuidadosamente todo ensino à luz das Escrituras (1 Jo 4.1; At 17.11). 
 
2.2. Os falsos mestres.
Em 2 Pedro 2.1-3, o apóstolo mostra que os falsos mestres não apenas propagavam ensinos contrários à verdade, mas também agiam de maneira dissimulada. Eles introduziam encobertamente heresias destruidoras e procuravam explorar os crentes por meio de "palavras fingidas" (2Pe 2.1-3). O termo grego plastos transmite a ideia de algo fabricado ou moldado para enganar. Assim, esses homens apresentavam discursos cuidadosamente elaborados, enquanto ocultavam seus verdadeiros propósitos. O apóstolo Paulo também adverte sobre falsos apóstolos que se apresentavam como obreiros de CRISTO, embora servissem ao erro (2Co 11.13-15). 
 
Os falsos mestres raramente rejeitam a verdade de forma aberta. Em vez disso, misturam o erro com a verdade, dando a impressão de que permanecem fiéis aos fundamentos da fé cristã. Aos poucos, porém, substituem a sã doutrina por ensinos distorcidos e enganosos. Utilizam as Escrituras não para esclarecer a verdade, mas para sustentar seus próprios interesses e confundir os incautos. Essa estratégia não é nova; foi o mesmo método empregado por Satanás no Eden, quando distorceu a Palavra de DEUS para enganar Eva (Gn 3.1-6). 
 
2.3. Identificando os falsos profetas e mestres.
Os falsos mestres podem ser reconhecidos por seus ensinos e por sua conduta (2Pe 2.1-3; Tt 1.16). Sua mensagem altera verdades fundamentais das Escrituras e afasta as pessoas da sã doutrina (2Tm 4.3,4). Muitos negam a identidade e a Obra Redentora de JESUS CRISTO, introduzindo ensinamentos contrários ao Evangelho (2Pe 2.1; 1Jo 2.22,23). Por isso, a Bíblia nos orienta a provar os espíritos, conferir cada ensino à luz das Escrituras e examinar todas as coisas, permanecendo firmes na verdade (1Jo 4.1-3; At 17.11; 1Ts 5.21). 
 
César Pereira Roza de Melo (2020) observa que: “O falso mestre não combate a verdade de frente; ele a mistura com o erro até que a verdade seja substituída" Esse é um dos maiores perigos da falsa doutrina, pois o engano nem sempre se apresenta de forma evidente. Por essa razão, os cristãos devem examinar cuidadosamente todo ensino recebido, conferindo-o à luz das Escrituras para não serem levados por ventos de doutrina nem enganados por discursos aparentemente piedosos (Ef 4.14; 1Jo 4.1; At 17.11). 
 
EU ENSINEI QUE: Os Falsos Mestres E Profetas Distorcem A Verdade Da Escritura. 
 
3- A MENSAGEM DA PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS 
Na Parábola das Dez Virgens, podemos destacar três importantes advertências sobre como estar prontos para o dia do encontro com o Senhor: 1) as aparências enganam; 2) a vigilância deve ser constante; 3) cada um responderá por si diante de DEUS. Devemos permanecer firmados na graça de DEUS, vigilantes, perseverantes na fé e obedientes à Palavra enquanto aguardamos a volta de CRISTO (Mt 25.1-13; Tt 2.11-13). 
 
3.1. As aparências enganam.
A Parábola das Dez Virgens nos ensina que nem todos que aparentam estar preparados para a vinda de CRISTO realmente estão. Todas as dez moças aguardavam o mesmo noivo, possuíam lâmpadas iguais e faziam parte do mesmo grupo, mas apenas cinco delas eram prudentes (Mt 25.1-4). A diferença não estava na aparência exterior, mas na condição espiritual. Essa verdade harmoniza-se com outras advertências de JESUS, que ensinou que nem todos que dizem "Senhor, Senhor" entrarão no Reino dos Céus (Mt 7.21-23). 
 
Champlin observa que a preparação para a vinda de CRISTO é uma responsabilidade pessoal e intransferível, não podendo ser adiada para o último momento, pois a oportunidade de preparo possui limite definido (Champlin, 2014, p. 656-657): "A preparação para a vinda de CRISTO não pode ser deixada para a última hora. As virgens prudentes estavam prontas quando o noivo chegou, enquanto as imprudentes descobriram tarde demais que certas decisões espirituais são pessoais e intransferíveis". A vigilância ensinada por JESUS exige preparo contínuo, e a Parábola das Dez Virgens demonstra que a oportunidade de preparação tem um tempo definido e que cada pessoa deve cuidar da sua vida espiritual enquanto há tempo (Mt 25.1-13). 
 
3.2. Sempre preparados.
Cinco das dez virgens são chamadas de prudentes. A prudência, na perspectiva bíblica, manifesta-se na capacidade de preparar-se antecipadamente para aquilo que certamente acontecerá (Mt 7.24,25; Mt 25.4). Por isso, as prudentes podiam aguardar o noivo com tranquilidade, porque possuíam reserva de azeite e estavam prontas para qualquer demora. E eis aí a diferença entre as prudentes e as imprudentes. Enquanto umas assumiram a responsabilidade por sua própria condição espiritual, as outras negligenciaram o que deveriam ter providenciado para si mesmas. 
 
A parábola evidencia que a preparação para a vinda de CRISTO é pessoal e intransferível. O azeite das virgens prudentes não podia ser compartilhado no momento decisivo, demonstrando que ninguém pode depender da fé ou da experiência espiritual de outra pessoa. Embora todas as dez virgens pertencessem ao mesmo grupo, aguardassem o mesmo noivo e possuíssem lâmpadas, apenas cinco delas estavam verdadeiramente preparadas (Mt 25.1-10). Esse contraste revela que a participação na comunidade de fé e a aparência de espiritualidade não substituem uma vida de vigilância e comunhão genuína com DEUS. Quando a porta se fechou, não houve nova oportunidade de preparo, e isso ressalta a urgência da advertência de CRISTO: "Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora." (Mt 25.13). 
 
3.3. Cada um dará conta de si.
As virgens imprudentes perceberam que as prudentes levavam azeite de reserva, mas não cuidaram da própria preparação (Mt 25.3,4). No momento decisivo, descobriram que aquilo que lhes faltava não poderia ser suprido por outras pessoas (Mt 25.8,9). A reserva de azeite evidencia que a preparação espiritual é pessoal e intransferível. Ninguém pode depender da fé ou da comunhão alheia. Enquanto aguardamos o Noivo, devemos permanecer vigilantes, firmes na fé e cheios do ESPÍRITO SANTO (1Ts 5.6; Ef 5.18). 
 
De modo semelhante, a Igreja conhece, há quase dois mil anos, a promessa da volta de CRISTO. Entretanto, a demora aparente do Noivo tem levado muitos a um estado de acomodação espiritual, exatamente como advertiram JESUS e os apóstolos (Mt 24.48-50; 2Pe 3.3,4). O perigo, portanto, está na negligência, apesar do conhecimento. Quando a esperança escatológica perde sua força, a vigilância enfraquece, a santificação é relegada a segundo plano e o testemunho cristão perde sua urgência. Por isso, a parábola ensina que a expectativa da volta de CRISTO não deve ser apenas uma doutrina confessada, mas uma realidade que molda a vida diária do crente (Mt 25.13; Tt 2.11-13; 1Jo 3.2,3). 
 
EU ENSINEI QUE: 
A prudência, na perspectiva bíblica, manifesta-se na capacidade de preparar-se antecipadamente para aquilo que certamente acontecerá.
 
CONCLUSÃO 
A volta de CRISTO é certa e acontecerá no tempo determinado por DEUS. Por isso, a Igreja deve permanecer vigilante, firme na verdade e preparada para encontrar o Senhor. Os que permanecem em CRISTO, guardando a fé e Sua Palavra, estarão preparados para o encontro com o Noivo (Mt 25.13; Jo 15.4; Ap 19.7-9). 
  

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