EBD NA TV - Pr. Henrique, 99-99152-0454 Wh, Família Cristã Church, Cajamar, SP - YouTube @PrHenrique
Pr. Henrique, EBD NA TV, DONS DE CURAR, Lições Bíblicas, COMENTO REVISTAS CPAD, BETEL E CENTRAL GOSPEL, Moro em Jordanésia, Cajamar, SP, morava em Imperatriz, MA, Pr. IEADI, estudos bíblicos, vídeos aula, gospel, ESPÍRITO SANTO, JESUS, DEUS PAI, slides, de Ervália, MG, Canal YouTube Henriquelhas, Igreja Família Cristã Church, Jordanésia, Cajamar, SP, @PrHenrique
07 setembro 2026
Vídeo Lição 11, Betel, A preguiça, um mal que destrói caminhos, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
Pr Henrique, EBD NA TV, Cajamar, SP, Revista Lições Bíblicas, CPAD, Assembleia de Deus Belém, Missões, Central Gospel, ADVEC, BETEL, Madureira, adultos, estudantes, professores, Imperatriz, MA, Ervália, MG, estudos bíblicos, gospel, DEUS, ESPÍRITO SANTO, JESUS, Slides, Trimestres, Tema diversos, meu telefone, 99-99152-0454, Luiz Henrique de Almeida Silva, Canal YouTube, Henriquelhas, Rodovia Edgar Máximo Zambotto, 354, Residencial Vista Bella, Torre A, Apto 95, Jordanésia, Cajamar, SP. CEP: 07786-015
06 setembro 2026
Escrita Lição 11, Betel, A preguiça, um mal que destrói caminhos, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva
Escrita https://ebdnatv.blogspot.com/2026/09/escrita-licao-11-betel-preguica-um-mal.html
ESBOÇO DA LIÇÃO
1- A PREGUIÇA DESAGRADA A DEUS
1.1. O exemplo da formiga.
1.2. O preguiçoso não produz.
1.3. O preguiçoso acabará na miséria.
2- A PREGUIÇA IMPEDE O CRESCIMENTO ESPIRITUAL
2.1. O preguiçoso tem muitas desculpas.
2.2. O cristão deve ser diligente.
2.3. A preguiça e a vida cristã.
3- FUJA DOS PREGUIÇOSOS
3.1. A preguiça contamina.
3.2. A preguiça arruína.
3.3. O trabalho é uma bênção divina.
TEXTO ÁUREO
"A
alma do preguiçoso deseja e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes
engorda", Provérbios 13.4
VERDADE APLICADA
Os
que conhecem o Senhor e nEle confiam têm como características o esforço, a
diligência e a perseverança.
OBJETIVOS
-
Conhecer os malefícios da preguiça.
-
Destacar que a preguiça prejudica a vida espiritual.
-
Reconhecer o trabalho como uma bênção do Senhor.
TEXTOS DE REFERÊNCIA - PROVÉRBIOS 6.6-11
6.
Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio.
7.
A qual, não tendo superior, nem oficial, nem dominador,
8.
Prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento.
9.
Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?
10.
Um pouco de sono, um pouco tosquenejando, um pouco encruzando as mãos, para
estar deitado.
11.
Assim te sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um
homem armado.
LEITURAS COMPLEMENTARES
Seg
| Pv 6.6 A pedagogia da formiga.
Ter
| Pv 10.4 A preguiça impede a prosperidade.
Qua
| Pv 21.25 O desejo do preguiçoso o mata.
Qui
| Pv 19.15 O preguiçoso acabará passando fome.
Sex
| Pv 1.7 A preguiça paralisa.
Sab
| Pv 13.4 A preguiça empobrece.
HINOS SUGERIDOS
332,
422, 432
MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore
para que o Senhor nos livre da preguiça.
PONTO DE PARTIDA - O preguiçoso deve observar a formiga.
)))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
📖 NOVA INTRODUÇÃO
A
preguiça, segundo a perspectiva bíblica, não é apenas um defeito de caráter,
mas um pecado que compromete a vocação espiritual do ser humano. A Escritura
nos mostra que fomos criados para o trabalho, para o cultivo da terra e para a
glória de DEUS (Gênesis 2.15; Colossenses 3.23). O termo grego "argos"
(ἀργός), usado em alguns textos do Novo Testamento, significa "inativo,
sem fruto, improdutivo". Assim, a preguiça não é apenas ausência de
esforço físico, mas também negligência espiritual, que impede o cristão de
frutificar no Reino de DEUS (João 15.2). Nesta reflexão, ampliaremos os
comentários sobre o tema, trazendo mais referências bíblicas, termos teológicos
e aplicações práticas.
Podemos
aprender com as formigas valiosas lições sobre trabalho em equipe, disciplina e
previsão para o futuro.
Principais Lições
·
Trabalho
duro e constância:
Elas mantêm-se sempre ativas e focadas em suas tarefas, sem precisar de um
chefe ou supervisor para mandar nelas. [1, 2,
3]
·
Previsão
e planejamento:
Juntam e armazenam alimentos no tempo certo (como no verão) para garantir a
sobrevivência nos momentos escassos (como no inverno).
·
Cooperação
e divisão de papéis:
Cada formiga conhece sua função no grupo — seja cuidar dos filhotes, buscar
comida ou defender o formigueiro — priorizando o bem coletivo.
·
Resiliência
diante de obstáculos:
Não desandam ou desistem quando encontram um fardo pesado, unindo forças ou
dividindo o problema em partes menores para conseguir vencer o desafio.
Mecanismos Biológicos Impressionantes
·
Comunicação
Química (Feromônios):
As formigas são praticamente cegas, mas usam "cheiros" para
conversar. Elas secretam trilhas químicas para indicar caminhos até a comida,
dar alarmes de perigo ou identificar quem pertence à mesma colônia.
·
Superorganismo: A colônia não funciona como um grupo de
indivíduos isolados, mas sim como um único organismo. Cada formiga age como uma
célula de um corpo maior, sacrificando-se se necessário pelo bem do
formigueiro.
·
Trofalaxia
(Troca de Fluidos):
Elas alimentam umas às outras boca a boca. Esse processo serve para transferir
nutrientes e também para espalhar hormônios que informam a saúde e as
necessidades da colônia.
·
Divisão
Castas por Tamanho (Polimorfismo): Em muitas espécies, a biologia da formiga muda conforme
sua função. As formigas "soldado" nascem cabeçudas e com mandíbulas
enormes para defesa, enquanto as operárias são menores e ágeis para carregar
peso.
Casos Extremos na Natureza
·
Formigas-Cortadeiras
(Agricultoras):
Elas não comem as folhas que cortam. Elas mastigam o vegetal para cultivar um
fungo específico no subsolo, alimentando-se exclusivamente dele.
·
Formigas-Legionárias
(Nômades): Não
constroem formigueiros fixos. Elas viajam em colunas de milhões, caçando tudo
pelo caminho e criando estruturas físicas (pontes e ninhos) usando os próprios
corpos interligados.
O papel da rainha
·
Postura
de ovos: Ela
passa a maior parte da vida no interior do ninho protegida pelas operárias,
botando milhares ou até milhões de ovos que vão originar novas formigas
(trabalhadoras, soldados ou futuras rainhas).
·
Fundação
da colônia: É
ela quem inicia o formigueiro após o voo nupcial, cavando o primeiro refúgio e
cuidando sozinha das primeiras larvas usando suas reservas de gordura e
músculos das asas antes de ter operárias.
·
Controle
químico: Por
meio de feromônios (substâncias químicas que ela libera), a rainha
consegue influenciar o comportamento das operárias, indicando as necessidades
da colônia e mantendo a ordem no formigueiro.
Ao
contrário do que o nome "rainha" sugere, ela não governa ou dá ordens
como uma soberana humana; seu papel é estritamente biológico e focado na reprodução
1. A PREGUIÇA DESAGRADA A DEUS
A
preguiça é uma afronta ao propósito divino, pois DEUS nos criou para o trabalho
e para a administração da criação (Gênesis 2.15). O termo grego "argos"
(ἀργός) significa "inativo, sem fruto", e descreve bem o preguiçoso
que não cumpre sua vocação. O trabalho é parte da dignidade humana e reflete a
imagem de DEUS, que é ativo e criador (João 5.17). A preguiça, portanto, não é
apenas um defeito social, mas um pecado que rouba a glória de DEUS e impede o
homem de frutificar espiritualmente (João 15.2). O preguiçoso se torna inútil
para o Reino, desperdiçando talentos e oportunidades (Mateus 25.26-30). Por
isso, a Escritura insiste que o Senhor abençoa as mãos diligentes (Provérbios
10.4), mas rejeita a indolência.
1.1. O EXEMPLO DA FORMIGA
A
formiga é símbolo de diligência e sabedoria prática. Em Provérbios 6.6-11,
Salomão exorta o preguiçoso a observar esse pequeno ser que, sem chefe ou
supervisor, trabalha incansavelmente. O termo hebraico "ḥārûṣ"
(חָרוּץ) significa "esforçado, aplicado". A formiga representa a
disciplina e a previsão, pois armazena alimento no verão para sobreviver ao
inverno (Provérbios 30.25). Teologicamente, isso nos ensina sobre a importância
da previdência espiritual: o cristão deve acumular tesouros no céu
(Mateus 6.20), preparando-se para os tempos difíceis. A diligência da formiga
contrasta com a indolência humana, mostrando que até a criação irracional
obedece ao princípio divino do trabalho.
📊 Resumo 1.1
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Formiga |
Diligência (ḥārûṣ) |
Pv 6.6-11 |
Trabalho constante e previdente |
1.2. O PREGUIÇOSO NÃO PRODUZ
O
preguiçoso é improdutivo e vive em constante desculpa. Provérbios 19.15 mostra
que a preguiça conduz ao sono profundo e à fome. O preguiçoso é comparado ao
"servo inútil" (Mateus 25.30), que não cumpre sua missão. O termo
grego "argos" (ἀργός) reforça essa ideia de inutilidade.
Teologicamente, isso significa que o preguiçoso não frutifica no Reino,
tornando-se estéril espiritualmente (João 15.6). Paulo exorta: "Desperta,
tu que dormes" (Efésios 5.14), mostrando que a indolência é como morte
espiritual. O preguiçoso não apenas falha em produzir bens materiais, mas
também falha em gerar frutos espirituais como amor, fé e perseverança (Gálatas
5.22).
📊 Resumo 1.2
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Preguiçoso |
Inutilidade (argos) |
Pv 19.15 |
Falta de frutos espirituais |
1.3. O PREGUIÇOSO ACABARÁ NA MISÉRIA
A
miséria é consequência inevitável da preguiça. Provérbios 24.34 afirma que a
pobreza vem como ladrão. O preguiçoso não planeja, não trabalha e não se
prepara, por isso colhe escassez. Teologicamente, a pobreza é também símbolo da
morte espiritual (Romanos 6.23). O preguiçoso rejeita o princípio bíblico de
semear e colher (Gálatas 6.7). O hebraico usa o termo "rēš" (רֵשׁ)
para pobreza, indicando falta e carência. O preguiçoso não apenas empobrece
materialmente, mas também espiritualmente, pois não acumula tesouros no céu
(Mateus 6.19-21). A miséria é resultado da negligência e da falta de zelo pela
vida e pela fé.
📊 Resumo 1.3
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Preguiçoso |
Pobreza (rēš) |
Pv 24.34 |
Consequência da negligência |
2. A PREGUIÇA IMPEDE O CRESCIMENTO ESPIRITUAL
A
vida cristã exige disciplina, perseverança e zelo. O termo grego "spoudē"
(σπουδή) significa "diligência, zelo". Romanos 12.11 nos exorta:
"No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos no espírito, servindo ao
Senhor." A preguiça impede o crescimento espiritual porque rouba o tempo
da oração, da leitura bíblica e da comunhão. O preguiçoso não se dedica à
santificação (Hebreus 12.14) e não persevera na fé (Hebreus 10.36). Assim, sua
vida espiritual se torna estéril e sem frutos. O crescimento espiritual exige
esforço, disciplina e constância, virtudes que a preguiça destrói.
2.1. O PREGUIÇOSO TEM MUITAS DESCULPAS
O
preguiçoso inventa desculpas para não trabalhar. Provérbios 26.13 mostra que
ele diz: "Há um leão no caminho." Isso é autoengano, pois cria
perigos inexistentes. Jeremias 17.9 afirma que o coração é enganoso, e o
preguiçoso usa isso para justificar sua indolência. Teologicamente, isso mostra
que a preguiça é acompanhada de mentira e fuga da responsabilidade. Lucas 14.18
mostra que muitos se desculpam para não participar do banquete do Senhor. O
preguiçoso, portanto, perde bênçãos espirituais porque prefere desculpas à
obediência.
📊 Resumo 2.1
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Preguiçoso |
Autoengano |
Pv 26.13 |
Justificativas falsas |
2.2. O CRISTÃO DEVE SER DILIGENTE
O
cristão é chamado à diligência. 1 Coríntios 15.58 nos exorta a sermos firmes e
constantes na obra do Senhor. O termo grego "spoudē" (σπουδή)
significa zelo e esforço. Hebreus 6.12 nos chama a imitar os que pela fé e
paciência herdam as promessas. Teologicamente, a diligência é fruto da fé viva
(Tiago 2.17). O cristão diligente não se deixa vencer pela preguiça, mas
trabalha com entusiasmo, sabendo que seu trabalho no Senhor não é vão. A
diligência é virtude que fortalece a fé e garante crescimento espiritual.
📊 Resumo 2.2
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Cristão |
Zelo (spoudē) |
1Co 15.58 |
Trabalho constante na obra |
2.3. A PREGUIÇA E A VIDA CRISTÃ
A
preguiça destrói a vida cristã porque impede o desenvolvimento das virtudes
espirituais. Marcos 13.13 afirma que só quem perseverar até o fim será salvo. O
preguiçoso não persevera, não ora, não lê a Bíblia e não participa da comunhão.
Apocalipse 3.11 nos exorta a conservar o que temos para não perder a coroa.
Teologicamente, a preguiça é inimiga da perseverança e da santificação. O
preguiçoso não investe na devoção e, por isso, sua vida espiritual se torna
fraca e vulnerável. A vida cristã exige esforço e disciplina, virtudes que a
preguiça destrói.
📊 Resumo 2.3
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Vida cristã |
Perseverança |
Mc 13.13 |
Fidelidade até o fim |
3. FUJA DOS PREGUIÇOSOS (continuação)
A
convivência com pessoas preguiçosas é espiritualmente perigosa, pois a
indolência é contagiosa e pode enfraquecer a disciplina cristã. O termo grego "mimēsis"
(μίμησις), que significa "imitação", nos lembra que somos
influenciados por aqueles com quem convivemos (1 Coríntios 11.1). O preguiçoso
não apenas deixa de contribuir, mas também suga a energia e os recursos dos
outros, como uma sanguessuga (Provérbios 30.15). Teologicamente, isso mostra
que a preguiça não é apenas uma falha pessoal, mas um comportamento destrutivo
para a comunidade. O cristão deve buscar relacionamentos que edifiquem e
fortaleçam sua fé (Hebreus 10.24-25), evitando a influência negativa dos indolentes.
3.1. A PREGUIÇA CONTAMINA
O
preguiçoso ama o sono e a indolência (Provérbios 20.13), e sua postura
influencia negativamente os que estão ao seu redor. A preguiça gera procrastinação,
que é o adiamento constante das responsabilidades. Paulo alerta que "as
más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15.33),
mostrando que o convívio com preguiçosos pode enfraquecer a disciplina
espiritual. Teologicamente, isso significa que a preguiça é como o fermento que
leveda toda a massa (Gálatas 5.9), contaminando a comunidade. O cristão deve
vigiar suas amizades e evitar se associar a pessoas que não valorizam o
trabalho e a diligência, pois isso pode comprometer sua própria fé e produtividade
espiritual.
📊 Resumo 3.1
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Preguiça contamina |
Procrastinação |
Pv 20.13 |
Más influências e desânimo espiritual |
3.2. A PREGUIÇA ARRUÍNA
A
preguiça não apenas contamina, mas também destrói. Eclesiastes 10.18 afirma
que, por indolência, o telhado se estraga. O preguiçoso deixa de cuidar do que
lhe foi confiado, e isso leva à ruína material e espiritual. Provérbios 18.9
declara que o negligente é irmão do desperdiçador. Teologicamente, isso mostra
que a preguiça é pecado contra a mordomia cristã, pois o homem é chamado a
cuidar da criação e dos bens que DEUS lhe confiou (Gênesis 2.15). A indolência
leva à destruição da família, da comunidade e da própria fé, pois o preguiçoso
não se empenha em preservar o que DEUS lhe deu. A ruína é consequência
inevitável da negligência.
📊 Resumo 3.2
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Preguiça arruína |
Negligência |
Ec 10.18 |
Destruição material e espiritual |
3.3. O TRABALHO É UMA BÊNÇÃO DIVINA
O
trabalho é dom de DEUS e expressão da dignidade humana. Provérbios 13.4 mostra
que o preguiçoso deseja, mas nada alcança, enquanto o diligente prospera.
Gênesis 2.15 revela que DEUS colocou o homem no Éden para cultivar e guardar.
Teologicamente, o trabalho é parte da vocação humana e meio de glorificar a DEUS
(Colossenses 3.23). O preguiçoso vê o trabalho como fardo, mas o cristão o vê
como bênção. O trabalho é também meio de sustento e de serviço ao próximo
(Efésios 4.28). Assim, o trabalho não é apenas necessidade material, mas também
ato de adoração e gratidão ao Senhor.
📊 Resumo 3.3
|
Elemento |
Palavra-chave |
Texto central |
Aplicação |
|
Trabalho é bênção |
Sustento |
Pv 13.4 |
Dom divino para dignidade e adoração |
Comentário Bíblico Beacon Antigo e Novo Testamentos.
I. UMA SÉRIE DE ADVERTÊNCIAS, 6.6-11
O livro de Provérbios está repleto de sinais de advertência, luzes vermelhas piscando para nos alertar do perigo e do desastre à frente. Nesta seção temos quatro dessas luzes vermelhas piscando. Essas advertências nos lembram mais uma vez da relevância da mensagem de Provérbios. Numa época de revolta moral e de relativismo ético, é bom ler com frequência as palavras diretas e francas dos sábios de Israel "que falavam francamente dos males dos seus dias e indicavam aos jovens o caminho da sabedoria que é o caminho de DEUS".27
2. Não Seja Preguiçoso (6.6-11)
A ocorrência tripla da expressão um pouco (10) destaca o fato de que pequenas negligências resultam em grandes deficiências. Hoje, só mais um gole antes de pegar o volante pode resultar em grandes tragédias. O sábio adverte que, como resultado da indolência repetida, a pobreza e a necessidade sobrevirão ao preguiçoso (11).
Comentário Bíblico NVI F. F. Bruce
7) Vida simples e honesta (6.1-15) Três parágrafos vívidos advertem o jovem a evitar a responsabilidade por dívidas de outros, a trabalhar com diligência nos seus próprios negócios e a ser honesto. Provérbios se posiciona claramente contra alguém tornar-se fiador do seu próximo (17.18; 22.26,27) ou de um estranho (11.15; 20.16). Tomar garantias era uma precaução natural (Gn 38.17), particularmente talvez com mercadores estrangeiros, mas no mundo antigo os emprestadores eram capazes de fazer negócios altamente rentáveis para eles, e a lei israelita tentava controlar os abusos (Ex 22.25-27; Dt 24.6,12,17), mas essas leis eram negligenciadas com frequência (Am 2.8; Ne 5). Numa comunidade agrícola, mais até do que na nossa, a falta de condições de pagar uma dívida poderia ser o destino dos mais bem-intencionados; assim, Provérbios ensina a precaução. As palavras que você mesmo disse podem torná-lo prisioneiro do que falou, assim apresse-se em resolver a pendência (6.2,3). Isso não significa que deva haver indiferença insensível às necessidades do próximo (ou inimigo, 25.21), mas qualquer ajuda deve ser voluntária e proporcional aos recursos.
v. 6. O preguiçoso é um dos retratos bem desenhados (até com certo exagero) que Provérbios usa para ensinar uma lição (6.6,9; 10.26; 13.4; 15.19; 19.24; 20.4; 21.25; 22.13; 24.30; 26.13-16). Desajeitado, sempre procurando desculpas, indiferente, sempre à toa, ele é o oposto de tudo que Provérbios ensina sobre alguém que progride na vida de forma propositada, organizada e diligente como a formiga. Acerca do uso da história natural por parte dos sábios antigos, v. 30.2431; 1Rs 4.29-34.
v. 12. Anda [...] dizendo coisas maldosas: a AGF traz “tem a boca pervertida”. O gesto e a piscadela que acompanham essa boca fornecem um exemplo excelente da perversidade que Provérbios lamenta (v. 2.14). O prazer e a segurança da conversa natural são torcidos para enganar os outros e acabam trazendo desgraça sobre o que semeia essa discórdia. O resultado trágico desse tipo de comportamento vem repentinamente, e ele será destruído irremediavelmente. O perverso é tradução do hebraico “homem de Belial” (“homem sem caráter”, 16.27; “ímpios”, 19.28). O mal é o vazio, a ausência da dignidade e do bem. No NT, Belial é usado como referência ao Diabo em oposição à plenitude de CRISTO (2Co 6.15).
1- A PREGUIÇA DESAGRADA A DEUS
1.1. O exemplo da formiga.
1.2. O preguiçoso não produz.
1.3. O preguiçoso acabará na miséria.
2- A PREGUIÇA IMPEDE O CRESCIMENTO ESPIRITUAL
2.1. O preguiçoso tem muitas desculpas.
2.2. O cristão deve ser diligente.
2.3. A preguiça e a vida cristã.
3- FUJA DOS PREGUIÇOSOS
3.1. A preguiça contamina.
3.2. A preguiça arruína.
3.3. O trabalho é uma bênção divina.
"A alma do preguiçoso deseja e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes engorda", Provérbios 13.4
Os que conhecem o Senhor e nEle confiam têm como características o esforço, a diligência e a perseverança.
- Conhecer os malefícios da preguiça.
- Destacar que a preguiça prejudica a vida espiritual.
- Reconhecer o trabalho como uma bênção do Senhor.
PROVÉRBIOS 6
6. Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio.
7. A qual, não tendo superior, nem oficial, nem dominador,
8. Prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento.
9.
Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?
10.
Um pouco de sono, um pouco tosquenejando, um pouco encruzando as mãos, para
estar deitado.
11.
Assim te sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um
homem armado.
LEITURAS COMPLEMENTARES
Seg
| Pv 6.6 A pedagogia da formiga.
Ter
| Pv 10.4 A preguiça impede a prosperidade.
Qua
| Pv 21.25 O desejo do preguiçoso o mata.
Qui
| Pv 19.15 O preguiçoso acabará passando fome.
Sex
| Pv 1.7 A preguiça paralisa.
Sab
| Pv 13.4 A preguiça empobrece.
HINOS SUGERIDOS
332,
422, 432
MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore
para que o Senhor nos livre da preguiça.
PONTO DE PARTIDA
O
preguiçoso deve observar a formiga.
INTRODUÇÃO
Nesta
lição, veremos algumas advertências contra a preguiça, um comportamento marcado
por desinteresse, indiferença e descaso; portanto, que afeta negativamente o
relacionamento com DEUS. A preguiça prejudica o crescimento espiritual e a
dignidade do indivíduo, que deixa de usufruir das muitas bênçãos que nos foram
preparadas pelo Nosso Senhor (Pv 6.11; 2Ts 3.10-12).
1- A PREGUIÇA DESAGRADA A DEUS
A preguiça desagrada a DEUS porque
contraria o propósito para o qual fomos criados: ser Seus agentes no cuidado
com a criação e glorificá-lO em tudo que fazemos. A Bíblia apresenta a formiga
como um exemplo de trabalho sem precisar de supervisão (Pv 6.6-11). Também o
Apóstolo Paulo advertiu os tessalonicenses: "Se alguém não quiser
trabalhar, não coma também", 2Ts 3.10. DEUS abençoa as mãos diligentes (Pv
10.4), mas considera a preguiça um pecado que rouba a nossa vocação e
desperdiça os nossos talentos (Mt 25.26-30), refletindo ingratidão pelo dom da
vida e pelas oportunidades. O Livro de Provérbios, portanto, tem muito a nos
ensinar sobre o assunto (Pv 6.6-11; 10.4,5,26; 13.4; 19.15; 20.4,13; 24.30-34;
26.15,16).
1.1. O exemplo da formiga.
Salomão, em Provérbios 6.6-11, manda o
preguiçoso aprender com a formiga. Ele cita esse pequeno inseto porque, embora
não tenha líder, é trabalhador e organizado (Pv 6.7). As formigas sabem que não
é possível trabalhar no inverno; por isso, têm o cuidado de armazenar alimentos
no verão para que, no inverno, não venham a perecer (Pv 6.8). Esse é um exemplo
de diligência de um ser que não deixa a preguiça impedir sua responsabilidade
com a vida. Em nome da sobrevivência, elas são incansáveis no tempo da seara, o
verão, estocando o suprimento imprescindível para sobreviverem ao inverno.
A Bíblia usa a formiga
para revelar o contraste com o preguiçoso. Em Provérbios 6.6-8, ela trabalha
sem depender de fiscalização e sabe reconhecer o tempo certo de agir, enquanto
o preguiçoso precisa ser despertado e trata todas as estações como se fossem
iguais. A falta de discernimento faz com que ele perca oportunidades que
poderiam garantir sustento e segurança. Assim, o tempo da colheita se
transforma em frustração, como expressa Jeremias: "Passou a sega, findou o
verão, e nós não estamos salvos" (Jr 8.20). Quem não percebe o momento
presente acaba deixando escapar aquilo que poderia construir seu futuro.
1.2. O preguiçoso não produz
Em Provérbios 6.9, temos duas indagações
ao preguiçoso: "Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te
levantarás do teu sono?" São perguntas de confronto, que têm a intenção de
fazê-lo reagir e sair de sua postura inerte. O preguiçoso incomodou Salomão por
ser alguém improdutivo, cujo alvo é dormir e deleitar-se com um descanso
imerecido. Em Provérbios 19.15, a advertência é que ele acabará passando fome,
porque busca o conforto sem assumir responsabilidades para isso.
Bispo Abner Ferreira
(2024, p. 92): "O preguiçoso governa de maneira errada o seu tempo, adora
a si mesmo e é sonolento quanto às misérias do próximo. Suas atitudes mostram
carência de espiritualidade, de cautela e de senso de propósito. Há um
provérbio chinês que afirma: 'Não é a erva daninha que mata a planta, mas a
preguiça do agricultor' [...] a preguiça não pode ganhar lugar em nossa vida
(Pv 15.19). Devemos deixar a preguiça, pois ainda há uma longa jornada a
trilhar (Pv 20.13). A Bíblia adverte sobre o perigo da preguiça, que
repetidamente leva a pessoa a passar necessidade (Pv 21.25)".
1.3. O preguiçoso acabará na miséria
Para o preguiçoso, o trabalho é uma
punição, e as responsabilidades da vida são obstáculos invencíveis. Seu plano
de vida é deleitar-se de uma cama macia e render-se a um sono profundo.
Entretanto, está destinado à pobreza. O sábio o adverte: enquanto dorme, a
pobreza o ataca como um ladrão armado (Pv 24.34). Em Provérbios 10.4, lemos que
o preguiçoso ficará pobre porque quer tão somente aproveitar as benesses da
existência, mas sem a luta do trabalho denso. O preguiçoso não pensa no dia de
amanhã; ele não quer estresse nem se empenha por nada. Como disse Benjamin
Franklin: "A preguiça anda tão devagar que a pobreza facilmente a
alcança".
A preguiça enfraquece a
vida e impede qualquer avanço real. Sem disciplina e responsabilidade, até o
que alguém recebeu sem esforço se perde, pois falta zelo e visão de futuro. A
Escritura adverte que "pela preguiça se enfraquece o teto" (Ec 10.18),
mostrando que a negligência destrói o que deveria ser preservado. Quem vive
acomodado não se prepara, não desenvolve habilidades e deixa escapar
oportunidades que poderiam transformar seu caminho. Assim, enquanto os
diligentes constroem, o preguiçoso vê até o que possui se desfazer (Pv 12.11;
13.4). A sabedoria bíblica é clara: prospera quem trabalha com constância, não
quem escolhe a inércia.
EU ENSINEI QUE:
A preguiça desagrada a DEUS porque
contraria o propósito para o qual fomos criados: trabalhar com diligência e
glorificá-lO em tudo que fazemos.
2- A PREGUIÇA IMPEDE O CRESCIMENTO
ESPIRITUAL
A preguiça é, sem dúvida, uma das
responsáveis pela falta de crescimento espiritual, conforme o Senhor nos exorta
(2Ts 3.11,12). O Apóstolo Paulo disse que devemos trabalhar para o Senhor com
entusiasmo e servi-lO com o coração cheio de fervor (Rm 12.11).
2.1. O preguiçoso tem muitas
desculpas.
Para ficar em casa e fugir do trabalho,
o preguiçoso inventa muitas desculpas: "Se eu sair, o leão me pega",
Pv 26.13. Assim, cria histórias e mentiras, vendo perigo onde não existe.
Entretanto, o leão que ronda sua vida é a pobreza, da qual ele não poderá
escapar. O sábio declarou que o preguiçoso morre desejando muitas coisas porque
se nega a trabalhar (Pv 21.25).
A preguiça cria uma forma
própria de distorcer a realidade. Em vez de encarar o que precisa ser feito, a
pessoa preguiçosa constrói justificativas que sustentam sua falta de ação.
Obstáculos mínimos se tornam enormes, perigos inexistentes ganham forma, e
qualquer tarefa parece pesada demais para ser iniciada. Provérbios retrata essa
atitude ao mostrar o preguiçoso dizendo: "Há um leão lá fora" (Pv
22.13), revelando como a imaginação se torna um refúgio para evitar
responsabilidades. Essa postura não apenas paralisa, mas também afasta a pessoa
das oportunidades que poderiam gerar crescimento. Enquanto a diligência abre
portas, a preguiça escolhe o caminho da fuga, preferindo desculpas ao progresso
(Pv 14.23). No fim, quem vive assim não é impedido pelos desafios, mas pelas
barreiras que ele mesmo cria.
2.2. O cristão deve ser diligente.
Todos nós precisamos de descanso, mas
sem extrapolar ou permitir que isso nos impeça de cumprir os compromissos com
esforço e dedicação. DEUS não se agrada da preguiça, por isso nos adverte a
continuarmos firmes e constantes na Sua Obra, sabendo que nEle o nosso trabalho
não é vão (1Co 15.58). Portanto, não devemos ser indolentes ao fazer a Obra de DEUS,
mas participar dela de coração, sempre diligentes, fazendo tudo como se fosse
para o Senhor e não para os homens (Cl 3.23). Infelizmente, a preguiça tem
levado o Ministério de muitos à ruína.
Bispo Abner Ferreira
(2024, p. 91): "DEUS não gosta da preguiça. Ele delineou em nós a
autorrealização por meio do trabalho. Nosso DEUS trabalha: 'E JESUS lhes
respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também', Jo 5.17 [...] A
preguiça não era bem-vista pelo Apóstolo Paulo, que nos recomendou viver com
serenidade, tratando dos nossos próprios negócios e trabalhando com as próprias
mãos".
2.3. A preguiça e a vida cristã
Quem se deixa levar pela preguiça
dificilmente desenvolve virtudes cristãs, como: persistência, diligência,
motivação e perseverança, as quais caracterizam uma vida firme com JESUS (Mc
13.13). O preguiçoso não investe na devoção a DEUS, não se empenha para ajudar
nos trabalhos da igreja, não comparece aos cultos com frequência, nunca
participa de mutirões, pois é muito acomodado para isso (Pv 20.4).
Bispo Abner Ferreira
(2024, p. 92): "Lembre-se, o que a preguiça pode fazer de pior em nós é
embaraçar ou destruir nossa caminhada com CRISTO. Não podemos esquecer que a
nossa carreira ainda não acabou e há muito que precisamos fazer para povoar o
Reino de DEUS. Isso mostra que a preguiça é incompatível com a vida cristã,
pois o crente tem muito a trabalhar, esforçando-se para entrar pela porta
estreita".
EU ENSINEI QUE:
Quem se deixa levar pela preguiça
dificilmente desenvolve virtudes cristãs.
3- FUJA DOS PREGUIÇOSOS
Pessoas preguiçosas não costumam se
dedicar à ajuda mútua, por isso não representam amizades construtivas. A
preguiça faz da pessoa uma sanguessuga, que espera do outro o que ela não se
dispõe a fazer por ele. Sua postura é de receber, nunca de dar. Portanto, a
companhia de preguiçosos é prejudicial e dificulta o nosso trabalho (Pv 10.26).
3.1. A preguiça contamina.
A vida do preguiçoso não é produtiva,
pois ele ama o sono (Pv 20.13). Como o entorno tende a nos influenciar, convém
não estabelecer relacionamentos profundos com quem vive assim. A preguiça reduz
a produtividade e leva à procrastinação (Pv 27.1); portanto, devemos ficar
atentos às pessoas com quem dividimos as nossas responsabilidades para não
ficarmos desestimulados nem sobrecarregados devido à acomodação ou preguiça de
outros.
Bispo Abner Ferreira
(2024, p. 92): "O costume habitual de muitos é deixar algumas coisas para
depois. O hábito de adiar, postergar, tem um nome: procrastinação, ou, como se
diz popularmente, 'empurrar com a barriga'. Isso leva a temeridades, como: acumular
afazeres, inatividade e desordem [...] A procrastinação é um problema que pode
alcançar qualquer pessoa, originando diferentes problemas em seu dia a dia,
desde uma simples tarefa no trabalho até seus planos de vida".
3.2. A preguiça arruína.
O preguiçoso gosta de viver deitado (Pv
6.10); com isso, seus bens se deterioram e a pobreza afeta os que estão à sua
volta. Segundo o sábio, se, por indolência, o preguiçoso deixar de consertar o
telhado da casa, ele ficará cheio de goteiras e cairá (Ec 10.18). O trabalho é
um dever honroso, que produz dignidade; portanto, quem não quer trabalhar
também não deve comer do fruto do trabalho do outro (2Ts 3.8-10).
Bispo Abner Ferreira
(2019. Vol. 2. p. 38): "Existem razões para o cristão não se permitir ser
governado pela preguiça. O Apóstolo Paulo falou aos crentes de Tessalônica a
esse respeito: 'Nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e
fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a vós (2Ts 3.8).
Naquela igreja, existiam irmãos eufóricos pela pregação do Evangelho, que
abandonaram seus empregos e passaram a viver às custas de outros (2Ts
3.11,12)".
3.3. O trabalho é uma bênção
divina.
O preguiçoso não vê o trabalho como um
meio de realizar seus desejos, por essa razão não alcança nada na vida (Pv
13.4). Para os preguiçosos, o trabalho é um fardo, e eles se recusam a
trabalhar (Pv 21.25). Dessa maneira, a preguiça é um comportamento que não cabe
aos cristãos, porque tudo que temos e conquistamos nos é concedido pelo Senhor;
inclusive o nosso trabalho, de onde vem o nosso sustento pessoal e, se for o
caso, de nossa família também.
O trabalho não surgiu como
um castigo, mas como parte da identidade humana desde a criação. Antes mesmo da
queda, DEUS confiou a Adão a tarefa de cultivar e guardar o jardim (Gn 2.15),
mostrando que o labor é expressão da dignidade dada por Ele. O peso e o cansaço
que hoje experimentamos são consequências do pecado (Gn 3.17-19), mas o ato de
trabalhar continua sendo um chamado divino. A própria Escritura revela que DEUS
é ativo, não passivo: JESUS declarou que o Pai trabalha continuamente, e Ele
também (Jo 5.17). Assim, quando exercemos nossas responsabilidades com empenho
e propósito, refletimos algo do caráter do Criador. O trabalho, portanto, não
apenas sustenta a vida; ele manifesta a imagem de DEUS em nós e dá sentido ao
uso dos dons que recebemos (Cl 3.23).
EU ENSINEI QUE:
Pessoas preguiçosas não costumam se
dedicar à ajuda mútua, por isso não representam amizades construtivas.
CONCLUSÃO
Que o ESPÍRITO SANTO nos ajude a não
sermos indiferentes ou negligentes com as diretrizes bíblicas, vivendo de
maneira digna e que glorifique o Senhor DEUS ao longo da nossa jornada cristã.
Que a Sua boa e poderosa mão continue estendida sobre nós, concedendo-nos mais
e mais a Sua Graça para que possamos nos esforçar e ser bem-sucedidos, para a
Sua glória.
Fonte: Revista Betel
Pr Henrique, EBD NA TV, Cajamar, SP, Revista Lições Bíblicas, CPAD, Assembleia de Deus Belém, Missões, Central Gospel, ADVEC, BETEL, Madureira, adultos, estudantes, professores, Imperatriz, MA, Ervália, MG, estudos bíblicos, gospel, DEUS, ESPÍRITO SANTO, JESUS, Slides, Trimestres, Tema diversos, meu telefone, 99-99152-0454, Luiz Henrique de Almeida Silva, Canal YouTube, Henriquelhas, Rodovia Edgar Máximo Zambotto, 354, Residencial Vista Bella, Torre A, Apto 95, Jordanésia, Cajamar, SP. CEP: 07786-015
