terça-feira, 14 de maio de 2019

Vídeos Lição 7, O Lugar Santo, 4 Partes, 2Tr19, Pr. Henrique, EBD NA TV

Escrita Lição 7, O Lugar SANTO

Lição 7, O Lugar SANTO
2º Trimestre de 2019 - O Tabernáculo - Símbolos da Obra Redentora de CRISTO - Comentário: Pr Elienai Cabral
Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454. - henriquelhas@hotmail.com
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slides - https://ebdnatv.blogspot.com/2019/05/slides-licao-7-o-lugar-santo.html
Vídeo desta Lição -https://www.youtube.com/watch?v=xnP5u5W8jmU
 
 
 
 
 
TEXTO ÁUREO
“Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o Santuário.” (Hb 9.2)
 
 
 
 
VERDADE PRÁTICA
Através de sua morte expiatória, JESUS nos garantiu o livre acesso ao Santíssimo DEUS.
 
 
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Êx 25.31-40 O Castiçal iluminava o ambiente
Terça – Jo 1.4-9 JESUS ilumina o homem
Quarta – Jo 8.12 A luz que dá vida 
Quinta – Êx 29.1-9 Cerimônias da consagração 
Sexta – Êx 37.25-28 O Altar de Incenso 
Sábado – Hb 5.7; 1 Ts 5.17; Jo 17.1-9 Obra de sacrifício e oração
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Êxodo 25.23,30,31; 26.31-37; 30.1,6-8
25.23,30,31
23 - Também farás uma mesa de madeira de cetim; o seu comprimento será de dois côvados, e a sua largura, de um côvado, e a sua altura, de um côvado e meio,
30 - E sobre a mesa porás o pão da proposição perante a minha face continuamente. 31 - Também farás um castiçal de ouro puro; de ouro batido se fará este castiçal; o seu pé, as suas canas, as suas copas, as suas maçãs e as suas flores serão do mesmo.
26.31-37
31 - Depois, farás um véu de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino torcido; com querubins de obra prima se fará. 32 - E o porás sobre quatro colunas de madeira de cetim cobertas de ouro, sobre quatro bases de prata; seus colchetes serão de ouro. 33 - Pendurarás o véu debaixo dos colchetes e meterás a arca do Testemunho ali dentro do véu; e este véu vos fará separação entre o santuário e o lugar santíssimo. 34 - E porás a coberta do propiciatório sobre a arca do Testemunho no lugar santíssimo, 35 - e a mesa porás fora do véu, e o castiçal, defronte da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul; e a mesa porás à banda do norte. 36 - Farás também para a porta da tenda uma coberta de pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino torcido, de obra de bordador, 37 - e farás para esta coberta cinco colunas de madeira de cetim, e as cobrirás de ouro; seus colchetes serão de ouro, e far-lhe-ás de fundição cinco bases de cobre.
30.1,6,7,8
1 - E farás um altar para queimar o incenso; de madeira de cetim o farás. 
6 - E o porás diante do véu que está diante da arca do Testemunho, diante do propiciatório que está sobre o Testemunho, onde me ajuntarei contigo. 7 - E Arão sobre ele queimará o incenso das especiarias; cada manhã, quando põe em ordem as lâmpadas, o queimará. 8 - E, acendendo Arão as lâmpadas à tarde, o queimará; este será incenso contínuo perante o SENHOR pelas vossas gerações.
 
OBJETIVO GERAL
Conscientizar que devemos prestar um verdadeiro serviço e adoração a DEUS.
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Conceituar o Lugar SANTO;
Elencar as três peças que compunham o interior do Lugar SANTO;
Explicar o véu que demarca o Lugar SANTO e o Lugar Santíssimo
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Na lição passada vimos que as cores das cortinas do Tabernáculo apontavam para a obra completa de salvação. Nesta lição, veremos a importância do serviço e da adoração a DEUS refletida no Lugar SANTO, um lugar de reverência e sacrifícios ao Altíssimo. Não podemos perder o senso de serviço e adoração divina. Uma vida piedosa é o que DEUS requer de seus servos. Para isso, não precisamos de intermediários para entrar na presença de DEUS. Nosso Senhor e Salvador, JESUS CRISTO, nos abriu essa porta.
 
PONTO CENTRAL
Sejamos zelosos em nossa vida de serviço e adoração a DEUS. 
 
 
 
Resumo da Lição 7, O Lugar SANTO
I – LUGAR SANTO: UM LOCAL DE SERVIÇO E COMUNHÃO COM DEUS 
1. Que lugar é esse?
2. Um lugar de serviço e adoração.
3. O propósito do Lugar SANTO.
II – AS TRÊS PEÇAS QUE COMPUNHAM O INTERIOR DO LUGAR SANTO 
1. Os mobiliários do lugar.
2. O castiçal de ouro (Êx 25.31-37).
3. A Mesa com os Pães da Proposição (Êx 25.30).
4. O Altar de Incenso (Êx 30.1-10).
III – O VÉU QUE DEMARCA O LUGAR SANTO E O LUGAR SANTÍSSIMO 
1. O primeiro véu (Êx 26.36).
2. O segundo véu (Êx 26.32,33).
 

SÍNTESE DO TÓPICO I - O Lugar SANTO era um local de serviço e de adoração.
SÍNTESE DO TÓPICO II - As três peças que compunham o interior do Lugar SANTO eram o Castiçal de Ouro, a Mesa com os Pães da Proposição e o Altar de Incenso.
SÍNTESE DO TÓPICO III - O primeiro véu separava o Pátio do Lugar SANTO; e o segundo fazia separação entre o Lugar SANTO e o Lugar Santíssimo.
 
 
 
 
Resumo Rápido do Pr. Henrique da Lição 7, O Lugar SANTO
INTRODUÇÃO
O Tabernáculo era a morada de DEUS entre os israelitas. Ali prestavam seu culto a DEUS. Cultuar implica em prestar serviço. Tudo no Tabernáculo foi consagrado a DEUS, tudo era santo. As etapas do culto eram separadas por véus, três, a saber. Cada véu era uma porta de entrada para maior proximidade com DEUS. Em cada etapa havia sua mobília própria com seu simbolismo. Depois de estudarmos a primeira etapa, o Pátio, agora vamos estudar a segunda etapa, o Lugar SANTO. Como o próprio nome indica, o lugar era SANTO. Sua mobília era santa. Sua proximidade com DEUS era maior. Seu serviço mais rebuscado, sua mobília, agora, de madeira de cetim (Acácia), revestida de ouro, indicando a intimidade com o sagrado. O castiçal era todo de ouro.

VOLTAMOS A FIRMAR - NINGUÉM DENTRE O POVO PODIA ENTRAR NO TABERNÁCULO, NEM MESMO NO PÁTIO
Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. Hebreus 10:4 - Sendo assim, o povo israelita não foram perdoados de seus pecados quando ofereceram sacrifícios no Tabernáculo. DEDUÇÃO CLARA - NÃO PODIAM ENTRAR NO TABERNÁCULO (Salmos 15 - nenhum deles poderiam entrar). Então tomarás o azeite da unção, e ungirás o tabernáculo, e tudo o que há nele; e o santificarás com todos os seus pertences, e será santo. Ungirás também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios; e santificarás o altar; e o altar será santíssimo. Então ungirás a pia e a sua base, e a santificarás. Farás também chegar a Arão e a seus filhos à porta da tenda da congregação; e os lavarás com água. E vestirás a Arão as vestes santas, e o ungirás, e o santificarás, para que me administre o sacerdócio. Êxodo 40:9-13 TODO O TABERNÁCULO ERA SANTO E SE ALGUÉM ENTRASSE LÁ MORRERIA - SÓ OS SACERDOTES PODIAM ENTRAR EM QUALQUER PARTE DO TABERNÁCULO. PORÉM NO SANTO DOS SANTOS, SÓ O SUMO SACERDOTE - ARÃO E SEUS DESCENDENTE S DIRETOS DEPOIS DELE APÓS SUA MORTE, PASSANDO DE UM PARA OUTRO QUADO MORRIAM. E Moisés despiu a Arão de suas vestes, e as vestiu em Eleazar, seu filho; e morreu Arão ali sobre o cume do monte; e desceram Moisés e Eleazar do monte.
Números 20:28
 
Nadabe e Abiú Morreram por irreverência, Uzá morreu por irreverência, Zacarias ficou mudo por não crer nas palavras de Gabriel. O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom, e tudo quanto tinha. TODOS ELES ESTAVAM MUITO PERTO DA ARCA DA PRESENÇA DE DEUS - IMAGINE - SOMOS TABERNÁCULOS DE DEUS - DEUS MORA DENTRO DE NÓS E SABE NOSSOS PENSAMENTOS, INTENÇÕES, DESEJOS.
 
O povo, incluindo os sacerdotes, sabiam que os sacrifícios eram imperfeitos ?
Se soubessem, para que fazer?
Sua sombra é você? Tudo o que faziam era sombra do que viria. DEUS jurou que nenhum deles entrariam no descanso, ou seja, na promessa. A não ser Josué e Calebe. Nem Moisés e Arão entraram.
Não endureçais os vossos corações,Como na provocação, no dia da tentação no deserto. Onde vossos pais me tentaram, me provaram,E viram por quarenta anos as minhas obras. Por isso me indignei contra esta geração, E disse: Estes sempre erram em seu coração, E não conheceram os meus caminhos. Assim jurei na minha ira Que não entrarão no meu repouso.
Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do DEUS vivo. Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado; Porque nos tornamos participantes de CRISTO, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim. Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações, como na provocação. Hebreus 3:8-15
 
Construído de acordo com o modelo original celestial (Êx 25:9, 40), o santuário israelita, com suas medidas, móveis e ritos, contém importantes lições sobre o plano da salvação e a vida prática do povo de DEUS. Erigido para efetuar substituição e reconciliação, o tabernáculo revelava o caráter amorável do grande DEUS que condescendeu em habitar com Seu povo e ensinava aos israelitas que a solução divina para restaurar o relacionamento interrompido entre DEUS e o homem era o sacrifício e a mediação. O serviço do santuário também revelava a natureza do pecado (definida pelos Dez Mandamentos depositados na arca do concerto no lugar santíssimo) e inculcava nos adoradores a necessidade de um redentor.
 
Ministério sacerdotal — O santuário requeria o serviço de pessoal especializado — os sacerdotes. Em contraste com o tempo dos patriarcas, quando a função sacerdotal era exercida pelo chefe da família, o santuário requeria um sacerdócio especializado, nomeado por DEUS, para oficiar os diversos ritos. Ao ofertante cabia apenas trazer o animal à porta do Tabernáculo, confessar seu pecado sobre ele, depois imolá-lo e entregar o sangue ao Sacerdote e parte do animal que seria queimado no Alatar de Sacrifícios e a parte do sacerdote (Tudo decidido no Tribunal montado fora do Tabernáculo). A partir daí, todos os outros ritos, em favor do pecador, eram oficiados pelo sacerdote. Era ele que representava o ofertante diante de DEUS. Enfatizava-se assim a seriedade do pecado e o profundo abismo que separava de DEUS o ser humano.
Até mesmo o mais fiel e espiritual dos israelitas não poderia entrar no santuário. Isso só era feito por meio de um mediador ( o sacerdote) e do sangue que esse mediador apresentava como condição a ser satisfeita pelos pecados cometidos. Era o sacerdote que fazia a ponte entre DEUS e o pecador, ao exercer seu ministério tanto dentro do tabernáculo, na parte coberta, onde DEUS habitava, como no pátio onde ficavam o Altar de Holocaustos e a Pia. Além disso, o sacerdote se identificava com o povo ao levar as duas pedras preciosas sobre os ombros, com o nome das doze tribos de Israel, e o mesmo se dava com as pedras do peitoral (12 pedras representando as doze tribos de Israel). Sua identificação com a esfera celestial ocorria ao levar ele sobre a mitra a inscrição: "Santidade ao Senhor! (Na cabeça). Em determinados sacrifícios, o sacerdote deveria consumir parte da carne do animal sacrificado e assim tomar sobre si o pecado do ofertante.
 
 
 

I – LUGAR SANTO: UM LOCAL DE SERVIÇO E COMUNHÃO COM DEUS 
1. Que lugar é esse?
Todo o Tabernáculo era composto de duas partes distintas quanto à cobertura, uma coberta e outra descoberta. O Lugar SANTO era o primeiro compartimento coberto do Tabernáculo. Na parte coberta havia duas partes distintas, o Lugar SANTO, ou Santuário e o SANTO dos Santos, ou Santíssimo (de Êxodo 26.33). No Lugar SANTO, como no Pátio só entravam sacerdotes. No SANTO dos Santos só entrava ao Sumo Sacerdote, uma vez por ano para fazer expiação. O lugar SANTO era local de Serviço, manter acesas as chamas do Candelabro de Ouro, trocar os Pães da Proposição e manter aceso o fogo e o aroma do Altar de Incenso
 
Havia ênfase no preparo pessoal do sacerdote para oficiar no santuário. A pia situada à entrada do santuário advertia o oficiante de que DEUS não requeria apenas ritos apropriados, mas também um sacerdócio puro para oficiar os ritos sagrados. "Os sacerdotes não deveriam entrar no santuário usando calçados. Partículas de pó que a eles se apegavam, profanariam o lugar santo. Deviam deixar os calçados no pátio, antes de entrar no santuário, e também lavar tanto as mãos como os pés, antes de ministrarem no tabernáculo, ou no altar dos holocaustos. Desta maneira ensinava-se constantemente a lição de que toda contaminação devia ser removida daqueles que se aproximavam da presença de DEUS."
 
Havia sacrifícios que exigiam ir até lá dentro do lugar santo e colocar sangue nas pontas do altar de incenso.
No dia da expiação (uma vez por ano) o sangue do bode expiatório era levado até o Santos dos Santos e colocado na tampa do propiciatório.
 
E tomará do sangue do novilho, e com o seu dedo espargirá sobre a face do propiciatório, para o lado oriental; e perante o propiciatório espargirá sete vezes do sangue com o seu dedo. Levítico 16:14 VEJA AQUI SANGUE DE NOVILHO LEVADO PARA DENTRO DO SANTO DOS SANTOS PELO SUMO SACERDOTE NO DIA DA EXPIAÇÃO, ALÉM DO SANGUE DO BODE EXPIATÓRIO.
 
Depois degolará o bode, da expiação, que será pelo povo, e trará o seu sangue para dentro do véu; e fará com o seu sangue como fez com o sangue do novilho, e o espargirá sobre o propiciatório, e perante a face do propiciatório. Levítico 16:15 VEJA AQUI SANGUE DO BODE EXPIATÓRIO LEVADO PARA O SANTO DOS SANTOS.
 
Também o sacerdote porá daquele sangue sobre as pontas do altar do incenso aromático, perante o Senhor que está na tenda da congregação; e todo o restante do sangue do novilho derramará à base do altar do holocausto, que está à porta da tenda da congregação. Levítico 4:7 AQUI O SANGUE É COLOCADO NO LUGAR SANTO, NAS PONTAS DO ALTAR DE INCENSO E DEPOIS O RESTANTE DO SANGUE É DERRAMADO LÁ FORA NA BASE DO ALTAR DE HOLOCAUSTOS.
 
 
2. Um lugar de serviço e adoração.
Havia uma só porta de entrada para a parte coberta do Tabernáculo, lá dentro havia uma outra porta de entrada, pelo véu, para o SANTO dos Santos. Isso tudo indicava que pecadores não poderiam ter acesso à presença de DEUS.
O caminho para a comunhão com DEUS tinha início lá fora do Tabernáculo quando o pecador apresentava seu animal, degolava-o e o sangue era entregue ao sacerdote para proceder aos rituais seguintes. No Altar de Incenso o sangue era colocado em suas pontas e derramado o restante em volta, com esse derramamento do sangue de um animal inocente o sacerdote iniciava o caminho para DEUS em substituição ao ofertante pecador. O Lugar SANTO era local de serviço, o sacerdote intercedia a DEUS em favor do pecador que oferecia sacrifícios ao Senhor. Também era um local de adoração onde se exigia uma profunda reverência, temor e santidade. 
Adoração, reverência, temor e santidade também são exigidos para os que adentram os templos de hoje para prestarem um culto a DEUS.
 
Veja que não eram 4 colunas na porta (que representavam os 4 evangelhos) aqui, mas 5 colunas que representam o Serviço, simbolizando os 5 ministérios de Efésios 4:11 para a igreja - E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, Efésios 4:11
E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores.
 
Nadabe e Abiú Morreram por irreverência, Uzá morreu por irreverência, Zacarias ficou mudo por não crer nas palavras de Gabriel. O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom, e tudo quanto tinha quando a Arca da Aliança estava em sua casa. TODOS ELES ESTAVAM MUITO PERTO DA ARCA DA PRESENÇA DE DEUS - IMAGINE - SOMOS TABERNÁCULOS DE DEUS - DEUS MORA DENTRO DE NÓS E SABE NOSSOS PENSAMENTOS, INTENÇÕES, DESEJOS.
 

Já imaginou a santidade exigida por DEUS para ministrar em sua presença?
Passar pela porta do Tabernáculo, Lavar mãos e pés na Pia, Levar sangue e colocar nas pontas do Altar de Holocaustos e derramar o restante aos lados do Altar e queimar parte de um animal no Altar de Sacrifícios (holocaustos), Oferecer sacrifício, Lavar mãos e pés para entrar no Lugar SANTO, Arrumar pães da Proposição, Completar óleo do Candelabro, Oferecer Incenso aromático com fogo pego no Altar de Sacrifícios, Pegar sangue de Novilho e passar nas pontas dos chifres do Altar de Incenso e derramar lá fora no pé do altar de sacrifícios o restante. Lavar mãos e pés, pegar sangue do bode expiatório e passar nas pontas do Altar de Incenso, derramar o restante lá fora no pé do Altar de sacrifícios (holocaustos), Lavar mãos e pés, Pegar fogo do Altar de Sacrifícios e Incenso, Levar ao Altar de Incenso. Pegar desse incenso queimando e colocar parte no Incensário de Mão e balançar para fazer bastante fumaça. Entrar no SANTO dos Santos pensando se vai sair vivo de lá ou não. Balançar o Incensário e fazer bastante fumaça para não ver DEUS. Colocar Sangue em cima do propiciatório e esperar glória de DEUS descer. Sair dali o mais rápido que puder para não morrer. HOJE FAZEMOS CULTO COMO SE ESTIVÉSSEMOS APRESENTANDO UMA PEÇA TEATRAL. COLOCAMOS PESSOAS PARA CANTAR VESTIDOS COMO MUNDANOS E SEM NEM AO MENOS ORAREM 10 MINUTOS ANTES. OUVIMOS UMA BANDA TOCAR QUE NEM ORARAM 10 MINUTOS PARA MINISTRAR O LOUVOR. COLOCAMOS PARA PREGAR ALGUÉM QUE ESTAVA ASSISTINDO FUTEBOL ANTES DO CULTO E NEM JEJUOU E NEM OROU PELO MENOS POR 10 MINUTOS, NEM ESTUDOU O QUE VAI MINISTRAR. *** A ISSO CHAMAMOS GRAÇA ** UM DIA SABEREMOS QUE NOME DEUS DÁ A ISSO.

 
3. O propósito do Lugar SANTO.
Era a penúltima etapa do culto para se chegar à presença de DEUS.
O Lugar SANTO representava a intercessão sacerdotal em favor dos pecadores. Não seria perfeita e nem suficiente esta intercessão, pois era feita por sacerdotes imperfeitos e por animais que não davam suas vidas voluntariamente e com entendimento. (Hb 9.11-14). 
JESUS CRISTO se ofereceu como sacrifício perfeito e suficiente no “Lugar SANTO”, por meio de seu próprio sangue, garantindo-nos, em seu nome, a remissão de todos os nossos pecados. Por isso, quem está em CRISTO tem o privilégio de entrar na presença de DEUS (Ef 2.18,19; Hb 10.19-22).
 
 
SE O PRIMEIRO TABERNÁCULO FOSSE PERFEITO, SE ARÃO E SEU SACERDÓCIO FOSSE SUFICIENTE, SE O SANGUE DE ANIMAIS FOSSE CAPAZ DE PURIFICAR OS HOMENS DE SEUS PECADOS, NÃO HAVERIA NECESSIDADE CRISTO.
Mas, vindo CRISTO, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Porque, se o sangue dos touros e bodes, e a cinza de uma novilha esparzida sobre os imundos, os santifica, quanto à purificação da carne, Quanto mais o sangue de CRISTO, que pelo ESPÍRITO eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a DEUS, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servirdes ao DEUS vivo? Hebreus 9:11-14
SE A PRIMEIRA ALIANÇA FOSSE SUFICIENTE PARA SLAVAR NÃO SERIA NECESSÁRIA UMA NOVA ALIANÇA
Porque, se aquela primeira fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para a segunda. Hebreus 8:7
PELO SANGUE DE JESUS TEMOS LIVRE ACESSO A DEUS. O VÉU SÓ REPRESENTAVA O CORPO DE JESUS QUE FOI PARTIDO POR NÓS. O TABERNÁCULO REPRESENTAVA O TRONO DE DEUS. ARÃO REPRESENTAVA O SACERDÓCIO IMPERFEITO, ENQUANTO JESUS CRISTO, O PERFEITO.
Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de JESUS, Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, E tendo um grande sacerdote sobre a casa de DEUS, Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, Hebreus 10:19-22
 
PODEMOS ENTRAR NA PRESENÇA DE DEUS EM CRISTO.
 
II – AS TRÊS PEÇAS QUE COMPUNHAM O INTERIOR DO LUGAR SANTO 
1. Os mobiliários do lugar.
O Lugar SANTO também era como espaço de preparação dos sacerdotes para suas diversas tarefas, mas somente o sumo sacerdote ali se vestia para entrar no Lugar Santíssimo, o SANTO dos Santos.
No Lugar SANTO, oração, intercessão, adoração e louvor eram prestados.  A mobília era composta pelo castiçal de ouro (candeeiro ou candelabro ou menorah), a mesa para os pães da proposição e o altar de ouro, ou de incenso.
Do lado esquerdo de quem entrava estava o candelabro, do lado direito a mesa dos pães da proposição e bem no centro, em frente ao véu que fazia separação entre o Lugar SANTO e o SANTO dos Santos, estava o Altar de Incenso.
 
LUGAR DE PREPARAÇÃO DO SUMO SACERDOTE PARA MINISTRAR - Disse, pois, o Senhor a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre no santuário em todo o tempo, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, para que não morra; porque eu aparecerei na nuvem sobre o propiciatório.
Com isto Arão entrará no santuário: com um novilho, para expiação do pecado, e um carneiro para holocausto.
Vestirá ele a túnica santa de linho, e terá ceroulas de linho sobre a sua carne, e cingir-se-á com um cinto de linho, e se cobrirá com uma mitra de linho; estas são vestes santas; por isso banhará a sua carne na água, e as vestirá.
Levítico 16:2-4 E Arão porá ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo, e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, e todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á ao deserto, pela mão de um homem designado para isso.
Assim aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles à terra solitária; e deixará o bode no deserto.
Depois Arão virá à tenda da congregação, e despirá as vestes de linho, que havia vestido quando entrara no santuário, e ali as deixará. Levítico 16:21-23
 
LUGAR DE REVELAÇÃO, ORAÇÃO, MEDITAÇÃO DOS SACERDOTES.
 
LUGAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO - MANTER ACESO O CANDELABRO, MANTER OS PÃES E MANTER O FOGO COM O AROMA NO ALTAR DE INCENSO.
 
NA REVISTA HÁ AQUI UM EQUÍVOCO - ESTÁ ESCRITO: O Lugar SANTO era o espaço de preparação dos sacerdotes para a entrada na segunda divisão do Tabernáculo, o Lugar Santíssimo - ****Há um equívoco aqui - Só o sumo-sacerdote, uma vez por ano, entrava no santíssimo, ou SANTO dos Santos. Os sacerdotes só podiam entrar até o Lugar SANTO.
 
 
2. O castiçal de ouro (Êx 25.31-37).
Candelabro - Menorah - Strong Português) -  מאור ma’owr ou מאר ma’or também (no pl.) fem. מאורה m ̂e’owrah ou מארה m ̂eorah
1) luz, luminária
 
A LUZ DA PALAVRA E DO ESPÍRITO No Santuário o crente está iluminado pela Palavra de DEUS e pela luz espiritual do candelabro ou castiçal: "Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne; e, se antes conhecemos a CRISTO segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo" (2 Coríntios 5.16).
 
Candelabro, Candeeiro, Castiçal ou Menorah.
 Só o candelabro era todo de ouro.
Êx 25:31 Também farás um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará o candelabro, tanto o seu pedestal como a sua haste; os seus copos, os seus cálices e as suas corolas formarão com ele uma só peça.
Êx 25:37 Também lhe farás sete lâmpadas, as quais se acenderão para alumiar defronte dele.
OURO UTILIZADO NA CONSTRUÇÃO DO MEMORAH - DE 30 a 35 Kg de ouro aproximadamente.
Cinco milhões e dez mil reais hoje.
 
A luz do Candelabro representava JESUS - A luz do Mundo. Todo Lugar SANTO e o SANTO dos Santos eram iluminados pela luz que vinha do Candelabro. Não havia outra luz dentro do Tabernáculo coberto.
O combustível que alimentava as chamas era do azeite de oliveira, puro, batido, símbolo do ESPÍRITO SANTO. 
JESUS era sempre cheio do ESPÍRITO SANTO e sobre ELE estava a plenitude do ESPÍRITO SANTO como vemos em Isaías 11 e Ap 1 (aqui sobre a Igreja - O mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete castiçais de ouro. As sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete castiçais, que viste, são as sete igrejas. Apocalipse 1:20), e traz como simbologia a imagem do castiçal. 
Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse, Colossenses 1:19 
E repousará sobre ele o ESPÍRITO do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor. Isaías 11:2 
E JESUS, cheio do ESPÍRITO SANTO, voltou do Jordão e foi levado pelo ESPÍRITO ao deserto; Lucas 4:1 
Então foi conduzido JESUS pelo ESPÍRITO ao deserto, para ser tentado pelo diabo. Mateus 4:1 
Falou-lhes, pois, JESUS outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12
Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. João 9:5
Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. João 12:46 
Agora, se somos cristãos, somos imitadores de CRISTO. Se somos imitadores de CRISTO devemos mostrar a mesma luz que JESUS mostrava ao mundo, pois o mesmo ESPÍRITO SANTO que fornecia combustível para manter acesa a luz de CRISTO habita em nós. 
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. Mateus 5:16
 
O grande desastre do evangelho de hoje é que se prega que DEUS é onipresente e onisciente, mas se duvida de que seja onipotente.
 
O castiçal aponta JESUS como a luz do mundo. O castiçal no seu formato prefigura o Messias. Assim como o castiçal tinha sete braços (Êx 25.31-36); do Messias procederia o ESPÍRITO com Suas sete virtudes: “E repousará sobre ele o ESPÍRITO do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR” (Is 11.2). O castiçal também prefigura CRISTO na sua função iluminadora. O profeta Isaías anunciou que a vinda do Messias traria luz ao mundo (Is 9.2; 60.1-2). Por ocasião do nascimento de JESUS, o evangelista Mateus afirmou que a profecia de Isaías se cumpriu: “O povo, que estava assentado em trevas, viu uma grande luz; e aos que estavam assentados na região e sombra da morte a luz raiou” (Mt 4.16). O apóstolo João afirmou o seguinte acerca de JESUS: “E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam” (Jo 1.5). O apóstolo ainda declara em João 3.19-20: “... a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz...”. O próprio JESUS disse: “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12 ver 9.5).
 
O castiçal ou candelabro (heb. m"nora) encontrava-se ao sul ou do lado esquerdo do Lugar SANTO, diretamente do lado oposto à mesa da proposição (Êx 40.24). Os detalhes da construção, com exceção de seu tamanho, são dados em Êxodo 25.31-40; 37.17-24. Um talento inteiro de ouro puro foi usado na construção do castiçal e seus utensílios. As diferentes partes eram de "obra batida", isto é, folhas marteladas. Ele consistia de um pedestal, uma haste e três tubos que se projetavam de cada lado da haste. A haste e os tubos acabavam em bases dentro das quais sete lâmpadas eram colocadas. A decoração do castiçal era bastante elaborada. O castiçal de sete tubos do Templo de Herodes foi aparentemente feito de forma a lembrar o do Tabernáculo, como mostrado no relevo no Arco de Tito em Roma, onde foi tomado como um troféu de guerra depois de 70 d.C. A forma do castiçal de ouro visto por Zacarias em visão era bem diferente (Zc 4.2). Um vaso no topo fornecia azeite para as suas sete lâmpadas, cada uma das quais possuía sete bicos de pavio conforme o padrão das lâmpadas de cerâmica com sete bordas encontradas nas tumbas do segundo milénio a.C. em Dota e em outros lugares. Veja Lâmpada. As lâmpadas eram abastecidas com azeite puro batido (Êx 27.20). Elas eram acesas na hora do sacrifício da noite (Êx 30.8), e apagadas, preparadas^e enchidas na hora do sacrifício matinal (Êx 30.7; 1 Sm 3.3). Espevitadeiras e apagadores eram os utensílios pertencentes ao serviço do castiçal (Êx 25.38). Estes também foram feitos do mesmo ouro usado na construção do castiçal (Êx 25.38). As espevitadeiras ou pinças eram usadas para ajustar o pavio e para segurá-lo enquanto se soprava para acender a lâmpada. Os apagadores eram bandejas para conter as espevitadeiras e pedaços de pavio aparados, tais como os braseiros usados para carregar as brasas do altar (Êx 27.3; Lv 16.12).
 
 
 3. A Mesa com os Pães da Proposição (Êx 25.30).
6 pães de cada lado, com incenso em cima deles. Trocados todos os sábados
 
A mesa da proposição (Nm 4.7; 2 Cr 29.18) ficava no Lugar SANTO (Èx 25.23-30; 37.10- 16). Ela era colocada no norte ou à direita de quem entrava, e ficava em frente ao castiçal (Êx 40.22). A mesa era feita de madeira de acácia coberta de ouro puro, e tinha dois côvados de comprimento, um côvado de largura, e um côvado e meio de altura. A parte superior da mesa descansava sobre uma armação, e em volta dela havia uma "coroa" ou "moldura" de ouro, projetando-se sobre a parte de cima para impedir que os objetos caíssem dela. Havia argolas em cada canto para possibilitar seu transporte. Sobre a mesa eram colocados os pães feitos de flor de farinha (sem fermento) - 12 pães ou bolos assados, cada um contendo um quinto de efa de farinha. Estes bolos eram renovados todo sábado para serem consumidos apenas pelos sacerdotes (somente no santuário). A tarefa da preparação dos pães foi atribuída aos levitas (1 Cr 9.32). Para cada pilha de bolos era adicionado incenso, muito provavelmente em travessas que eram colocadas ao lado dos pães, "por oferta memorial; oferta queimada é ao Senhor" (Lv 24.5-9). Na ministração da mesa da proposição, eram usados três tipos de utensílios de ouro: pratos rasos, que provavelmente eram empregados para carregar os pães para a mesa e para retornar dela, e possivelmente para conter os pães enquanto estavam na mesa; colheres, ou talvez taças, provavelmente para o incenso (Lv 24.7); e jarras e travessas, talvez para o vinho.
 
 
4. O Altar de Incenso (Êx 30.1-10).
Altar de ouro, Altar de Incenso. Madeira de Acácia (ou Setim) revestida de ouro.
 
O altar do incenso ocupava o espaço central no Lugar SANTO, próximo e em frente ao véu que levava ao SANTO dos Santos (Êx 30.1-6; 37.25-28; 40.5; Lv 16.18). No entanto, era contado como pertencendo ao SANTO dos Santos (1 Rs 6.22; Hb 9.4), talvez por conta de sua grande santidade. Era uma caixa simples de madeira de acácia com dois côvados de altura, um côvado de largura e um côvado de comprimento, com uma parte superior semelhante à do altar das ofertas queimadas (os cantos superiores tinham chifres que se projetavam). O altar inteiro era coberto de ouro. Possuía uma bordadura em volta da parte superior, e argolas e varais para que fosse transportado. Nenhum utensílio especial era usado em sua ministração. Nenhum sacrifício era oferecido nele, sendo reservado exclusivamente para queimar incenso a cada manhã e a cada anoitecer.
 
O altar do incenso retratava CRISTO como o nosso Intercessor (Jo 17.1-26; Hb 7.25). É através dele que as nossas orações sobem à presença do DEUS SANTO (Hb 13.15).
 
ERRO DE TRADUÇÃO BIBLICA EM ALGUMAS BÍBLIAS
Em algumas traduções errôneas, o escritor aos Hebreus diz que o altar de incenso está após o segundo véu.

ERRO DE TRADUÇÃO.

VEJA O CORRETO EM OUTRAS TRADUÇÕES.
2 Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o santuário.3 Mas depois do segundo véu estava o tabernáculo que se chama o santo dos santos,4 Que tinha o incensário de ouro, e a arca do concerto, coberta de ouro toda em redor; em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Aarão, que tinta florescido, e as tábuas do concerto;5 E sobre a arca os querubins da glória, que faziam sombra no propiciatório, das quais coisas não falaremos agora particularmente.
Correta Tradução JFA 

Hb 9: 3 Mas [o lugar] atrás do segundo véu do Tabernáculo é chamado Santo dos Santos,4 o qual tinha o incensário de ouro, e a arca da aliança, coberta de ouro, na qual estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Aharon, que floresceu, e as segundas tábuas
Tradução correta NT judaico.

2 Pois foi preparada uma tenda, a primeira, na qual estavam o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; a essa se chama o santo lugar;3 mas depois do segundo véu estava a tenda que se chama o santo dos santos,4 que tinha o incensário de ouro, e a arca do pacto, toda coberta de ouro em redor; na qual estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão, que tinha brotado, e as tábuas do pacto;
ARM 1967 correta tradução.


2 Porque o tabernáculo foi preparado, [a saber] o primeiro, em que estava o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; ao chamam o Santuário.3 Mas depois do segundo véu estava o tabernáculo que se chama o Lugar santíssimo,4 que tinha um incensário de ouro, e a arca do concerto coberta por todas as bandas [ao redor] de ouro, em que estava um vaso de ouro, que continha o maná, e a vara de Arão que reverdeceu, (tinha florescido) e as tábuas do concerto;
ARCA tradução CORRETA.

CONCLUSÃO
Pelo que inferimos, o incensário de mão era guardado no Santo dos Santos, Embora fosse utilizado só no dia da expiação para fazer fumaça, para que o sumo sacerdote não visse DEUS, apenas DEUS o visse, para que não morresse.

Levítico 16:13 e colocará o incenso sobre o fogo, diante de Iahweh; uma nuvem de incenso recobrirá o propiciatório que está sobre o Testemunho, a fim de que não morra
 
UMA GERAÇÃO IDÓLATRA PENSAVA QUE DEUS NÃO OS VIA EM SUAS ABOMINAÇÕES COBERTAS DE FUMAÇA DE INCENSO.
E estavam em pé diante deles setenta homens dos anciãos da casa de Israel, e Jaazanias, filho de Safã, em pé, no meio deles, e cada um tinha na mão o seu incensário; e subia uma espessa nuvem de incenso.
Então me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? Pois dizem: O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra.
Ezequiel 8:11,12 

Ezequiel 8:11,12 Por isso também eu os tratarei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade; ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei. Ezequiel 8:18
AI DAQUELE QUE TENTA ENCOBRIR SEUS PECADOS.
 
 

 
III – O VÉU QUE DEMARCA O LUGAR SANTO E O LUGAR SANTÍSSIMO
 
1. O primeiro véu (Êx 26.36).
Porta do pátio, 4 cores, 4 evangelhos.
 
 
2. O segundo véu (Êx 26.32,33).
Porta do Santo dos Santos, 5 colunas da porta representam o Serviço simbolizando os 5 ministérios de Efésios 4:11 - E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,
Efésios 4:11
 
Véu do Santo dos Santos
Se as proporções destas áreas eram análogas no Tabernáculo e no Templo, então o SANTO dos Santos era quadrado, e o SANTO Lugar era duas vezes mais longo que sua largura. Estes dois compartimentos eram separados por um véu (heb. paroket). O véu era feito dos mesmos materiais da tela da entrada, exceto por ser bordado com querubins. Geralmente acredita-se que havia dois com suas asas estendidas tocando um no outro (Êx 26.31-33; 36.35,36).
 
O véu do templo. Uma grossa cortina separava o lugar santíssimo do lugar santo, tanto no Tabernáculo (Êx 26.33) como mais tarde no templo (2 Cr 3.14). Este véu (em hebraico paroket) era feito com material nas cores azul, púrpura e carmesim, e era bordado com figuras de querubins que representavam os seres angelicais em volta do trono de Deus (Êx 26.31). Ele ocultava a presença de Deus do sacerdote oficiante que diariamente queimava incenso e ministrava de outras formas no lugar santo (Êx 40.26; Lv 4.6). Só anualmente, no Dia da Expiação, o sumo sacerdote podia entrar no local separado pelo véu para levar incenso e aspergir sangue no propiciatório (Lv 16.12,15). Quando o Tabernáculo era transportado de um lugar para outro, o véu era retirado e utilizado para cobrir a arca da aliança (Nm 4.5). No momento da morte do Senhor Jesus Cristo, o véu do templo de Herodes foi rasgado de cima abaixo e o lugar santíssimo ficou exposto (Mt 27.51; Mc 15.38; Lc 23.45). Na Septuaginta, as duas cortinas do Tabernáculo tinham o nome grego de katapetasma, sendo que a externa separava a entrada do lugar santo do pátio externo (Êx 38.18) e a outra separava as duas seções do santuário (Êx 26.31). Portanto, em Hebreus 9.3 a designação "segundo véu" corresponde à cortina interior. Como nosso Sumo Sacerdote, Cristo ressuscitado penetrou até "o interior do véu" (Hb 6.19,20), até a própria presença de Deus, para o nosso bem. Agora, nós também podemos entrar nesse lugar santíssimo em virtude do sangue de Jesus, "pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne" (Hb 10.20). "Assim como o corpo (de Cristo) foi rasgado na cruz, o véu entre Deus e os homens foi rasgado, dando acesso imediato a Deus" (WBC, p. 1420). Bibliografia. James B. Hurley, "Did Paul Require Veils or the Silence of Women? A Consideration of 1 Co 11.2-16 and 1 Co 14.330-36", WTJ, XXXV (1973), 190-220. J. R
 
 
 
 
Simbologia da Tricotomia no Tabernáculo
Corpo, Alma e espírito - Átrio, Lugar SANTO, SANTO dos Santos.
 
 
Simbologia das Festas relacionadas ao Tabernáculo
Páscoa (Pátio ou Átrio), Pentecostes (Lugar SANTO) e Tabernáculos (SANTO dos Santos).
 
 
 
CONCLUSÃO
LUGAR SANTO - Que lugar é esse? Como o próprio nome indica, o lugar era SANTO. Sua mobília era santa. Sua proximidade com DEUS era maior. Seu serviço mais rebuscado.
Um lugar de serviço e adoração. O Lugar SANTO era local de serviço, o sacerdote intercedia a DEUS em favor do pecador que oferecia sacrifícios ao Senhor. Também era um local de adoração onde se exigia uma profunda reverência, temor e santidade.
O propósito do Lugar SANTO. O Lugar SANTO representava a intercessão sacerdotal em favor dos pecadores. Não seria perfeita e nem suficiente esta intercessão, pois era feita por sacerdotes imperfeitos e por animais que não davam suas vidas voluntariamente e com entendimento. (Hb 9.11-14).
COMPOSIÇÃO DO LUGAR SANTO - Os mobiliários do lugar eram três, ocastiçal de ouro, a mesa com os Pães da Proposição e o Altar de Incenso.
O castiçal de ouro (Êx 25.31-37). Todo de ouro, por volta de 40 Kg. Sete Lâmpadas, O azeite, combustível para acender as Lâmpadas, é símbolo do ESPÍRITO SANTO. A luz é a Luz de CRISTO.
A Mesa com os Pães da Proposição (Êx 25.30). 12 pães representando totalidade do povo de DEUS. Trocados todos os sábados. Alimento e nutrição. JESUS, o pão da vida.
O Altar de Incenso (Êx 30.1-10). Orações e cheiro suave. JESUS nosso intercessor e sacerdote perfeito. Cheiro de CRISTO para salvação.
VÉUS - O primeiro véu (Êx 26.36). Porta do pátio, 4 cores, 4 evangelhos. Separação entre o pecador e DEUS.
O segundo véu (Êx 26.32,33). Porta do Santo dos Santos, 5 colunas da porta representam o Serviço simbolizando os 5 ministérios de Efésios 4:11. Separação entre sacrifício e o serviço a DEUS.
 
 
COMENTÁRIOS EXTRAS
 
O Cristão no Lugar SANTO - Abrão de Almeida - O Tabernáculo e a Igreja. Fé, Esperança e Amor (SANTO dos Santos) -
A FÉ E A ESPERANÇA Em sua caminhada em direção ao SANTO dos Santos, o crente deixa para trás o altar do holocausto e a pia de bronze, transpõe o segundo véu e penetra no Santuário, entrando assim na segunda dimensão espiritual. "Para a entrada da tenda f aras uma cortina de púrpura violácea, vermelha e carmesim e de linho fino torcido, artisticamente bordada. Para a cortina farás cinco colunas de madeira de acácia, revestidas de ouro e com ganchos de ouro, e fundirás para elas cinco bases de bronze" (Êxodo 26.36,37). Este segundo véu corresponde à segunda maior virtude do cristianismo - a Esperança. Atentem os leitores para esta palavra em 1 Coríntios 13.13 e 1 Timóteo 1.1: "Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor". "Paulo, apóstolo de CRISTO JESUS, nossa esperança". A esperança produz corações fortes. "Espera no Senhor! Sê forte e corajoso, e espera no Senhor!" (Salmo 27.14). Stanley Jones conta que "viveu e trabalhou no Sul da índia um dos missionários mais nobres, ao qual, entre a infinidade de coisas que teve de fazer, coube-lhe a demolição de um leprosário. Nessa época a lepra o atingiu. A princípio ele ficou aturdido, sua fé vacilou e quase soçobrou. - Por que DEUS permitiu acontecer-lhe isto, na aurora da vida, quando se dedicava a uma tarefa à qual era necessário? Ele, porém, recuperou a fé; viu através das trevas... Isolado do homem, DEUS pareceu-lhe mais próximo. Amigos visitaram-no no seu isolamento para com ele aprenderem a viver. Pois ele aprendera a viver, apesar das circunstâncias. Mas um amigo que voltou da índia teve pena dele, e o demonstrou pelo tom de voz. O leproso interrompeu-o: O senhor está me lastimando, mas não deve fazê-lo. Jamais conheci alegria mais profunda na minha vida. Estas paredes estão radiantes do amor de DEUS. DEUS não o curou da lepra, mas fez algo melhor: curou outros através dele, curou-os onde mais necessitamos de cura - no espírito". (Ob. cit pp. 120 e 121.) Péguy disse que a esperança, como uma luz que atravessa a escuridão da noite, é uma virtude para a Terra e não para o Céu, pois no Céu nada se espera, porque tudo se possui. SANTO Agostinho afirmou que, tirando-se a esperança ao peregrino, ele perderá as forças para a marcha. Thomas Müller, quando diz que as grandes esperanças fazem os grandes homens, concorda com a célebre frase de William Carey: "Espera grandes coisas de DEUS e empreende grandes coisas para DEUS". A esperança do crente é bem diferente daquela referida por Coelho Neto, quando diz que as esperanças são como as estrelas: brilham, mas não trazem luz; lindas, mas ninguém as alcança. A experiência cristã mostra que o caminho da vida eterna começa na fé, continua na esperança e termina no amor. Para Roquete Pinto, a virtude da esperança é o maior bem da Terra, porque só quem espera pode ser bom, sábio e forte. Como Davi, que disse: "Esperei confiantementepelo Senhor, ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro" (Salmo 40.1), assim também o crente nunca perde por esperar no Senhor. Podemos fazer nossas as palavras de Frederico, o Grande: "O tempo em que vivo está repleto de tribulação, mas minha esperança está no Senhor!" Os fundamentos da esperança cristã. Motivo de júbilo para todos os justificadores pela fé, a esperança do crente é a consumação futura da obra de DEUS iniciada pela conversão, e que inclui a ressurreição do corpo, a herança dos santos, a vida eterna, a glória e a visão de DEUS. Antes depositada unicamente em Israel, esta segunda maior virtude do cristianismo tornou-se uma "esperança superior" na Nova Aliança (Hebreus 7.19) pelo fato de incluir os gentios e de basear-se, não nas obras, mas na abundante graça divina. Assim, na atual dispensação da Igreja, esta "esperança superior" é oferecida a todos mediante a obra realizada por CRISTO como a posteridade de Abraão (Gênesis 22.17,18; Gálatas 3.16), em quem todas as famílias da Terra são abençoadas
Colocada entre as virtudes da fé e do amor, a esperança apoia-se na primeira e nutre-se da segunda. Tendo por fundamento o próprio DEUS, ela não pode decepcionar ou confundir, uma vez que DEUS mesmo, segundo as suas muitas misericórdias, para ela nos regenerou, e pelo seu poder e verdade mantém firme suas fiéis promessas consignadas nas Escrituras. Esta "esperança superior" constantemente vivificada, iluminada e fortificada pelo Espirito SANTO (Romanos 15.3; Gálatas 5.5; Efésios 1.17), é fonte permanente de segurança, conforto e alegria. Longe de se deixar abater pelos sofrimentos, ela os suporta com perseverança tal que deles triunfa provada e fortalecida (Romanos 5.4; 2 Coríntios 1.7).
 
A PÁSCOA E O PENTECOSTE
No Lugar SANTO, ou Santuário, o crente celebra a segunda das três grandes festas, a do Pentecoste. Diz a Bíblia: "Contareis sete semanas completas a partir do dia seguinte ao sábado, quando trouxestes o feixe de espigas agitado ritualmente. Contados assim cinqüenta dias até a manhã seguinte ao sétimo sábado, oferecereis ao Senhor uma nova oblação. Como oferta a ser agitada ritualmente, levareis de casa dois pães feitos com oito litros de flor de farinha, preparados com fermento. São as primícias do Senhor. Além destes pães oferecereis em holocausto ao Senhor sete cordeiros de um ano, sem defeito, um bezerro e dois carneiros com as respectivas oferendas e libações. São um sacrifício pelo fogo de suave odor ao Senhor. Imolareis um bode como sacrifício expiatório e dois cordeiros de um ano como sacrifício pacífico. O sacerdote os agitará ritualmente diante do Senhor, com o pão das primícias e os dois cordeiros. Serão coisas consagradas ao Senhor, pertencentes ao sacerdote. Nesse mesmo dia convocareis uma assembléia litúrgica, e não fareis nenhum trabalho servil. E uma lei perpétua, válida para vossos descendentes, onde quer que habiteis" (Levítico 23.15-21). Os sete cordeiros significam uma entrega perfeita, total e voluntária; o novilho é o símbolo da mansidão e do serviço, e os dois carneiros significam uma maior convicção do sacrifício substitutivo de CRISTO na cruz do Calvário. A partir do Novo Testamento, Pentecoste passou a significar unção, poder, capacitação. JESUS foi ungido com poder para o desempenho de sua missão, conforme anunciou o profeta. "O ESPÍRITO do Senhor DEUS está sobre mim, porque o Senhor me ungiu, para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos, e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso DEUS; a consolar todos os que choram" (Isaías 61.1,2). Ao concluir sua obra, Ele adverte os discípulos e promete: "Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder". "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o ESPÍRITO SANTO, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra" (Lucas 24.49 e Atos 1.8). No Antigo Testamento o nome dessa celebração é Festa das Primícias, ou das primeiras colheitas. Por isso, em Jerusalém, no dia de Pentecoste, atendendo à pregação de Pedro, houve a primeira colheita de almas para CRISTO, quando três mil se converteram.
 
CONHECIMENTO AMPLIADO
1. CRISTO, o capacitador.
No Lugar SANTO, o crente conhece a JESUS como Salvador e como o CRISTO: "E toda língua confesse que JESUS CRISTO é Senhor, para glória de DEUS Pai" (Filipenses 2.11). A palavra "CRISTO", que vem do grego e corresponde a "Messias" em hebraico, significa ungido na língua portuguesa. Ela mostra que JESUS não é apenas o Salvador, mas é, também, aquele que dá poder. É o capacitador do crente. Por isso o crente no Lugar SANTO exerce ministérios espirituais. "E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo" (1 Coríntios 12.5). De acordo com este texto, os dons ministeriais são distribuídos por JESUS CRISTO, enquanto os dons espirituais o são pelo ESPÍRITO SANTO. Embora cada crente exerça uma função na Igreja, assim como cada membro no corpo, há alguns ministérios fundamentais que se destacam, como os mencionados em Efésios 4.11 e 12: "E ele mesmo [JESUS] concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de CRISTO". Esses ministérios são a mão de DEUS operando na Igreja. O apóstolo corresponde ao polegar, por seu íntimo e fácil relacionamento com todos os demais. O profeta corresponde ao dedo indicador. O evangelista pode ser representado pelo dedo médio - o maior da mão pois ele se sobressai entre os outros. - Quem não conhece pelo menos um dos grandes evangelistas do passado ou do presente? O pastor é o anular, o dedo da aliança, pois ele está casado com a igreja local. Finalmente, o mestre corresponde ao mínimo, o menor dedo da mão, o preferido para remover pequenas dificuldades, principalmente do ouvido. O fato de esses cinco dons ministeriais terem sido dados à Igreja para a sua edificação espiritual é bastante significativo no estudo da tipologia do Tabernáculo. A tenda da congregação estava de pé graças às cinco travessas que mantinham suas 48 tábuas unidas nas três paredes (ao Sul, ao Norte e ao Oeste) e às cinco colunas ao Leste, que suportavam o segundo véu. A longa travessa do meio (Êxodo 26.28) aponta para o primeiro de todos os dons ministeriais: o apostolado. "A uns estabeleceu DEUS na igreja, primeiramente apóstolos..." (1 Coríntios 12.28).
2. Conhece CRISTO como o grande Pastor. No Lugar SANTO, o crente conhece a JESUS como o grande Pastor: "Ora, o DEUS da paz, que tornou a trazer dentre os mortos a JESUS CRISTO, o nosso Senhor, o grande Pastor das ovelhas, pelo sangue da eterna aliança" (Hebreus 13.20). Enquanto no Pátio ele via JESUS como o Bom Pastor, no Lugar SANTO ele vê o Filho de DEUS como o grande Pastor.
3. Conhece melhor o Pai.
No Lugar SANTO, o crente tem a pessoa do Pai por ele. Note esta proposição em Efésios 4.6: "Um só DEUS e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos". DEUS é, primeiramente, sobre todos, depois, age por meio de todos.
4. Possui o ESPÍRITO SANTO e o Filho.
No Lugar SANTO, o crente possui o ESPÍRITO SANTO e JESUS. "Naquele dia vós conhecereis que eu estou em meu Pai, e vós em mim e eu em vós". "Meus filhos, por quem de novo sofro as dores de parto até ser CRISTO formado em vós" (João 14.20 e Gálatas 4.19). Aqui o crente se relaciona com a colina do Gólgota, onde JESUS derramou seu sangue, representado pelo vinho. É JOVEM No Santuário, o crente é espiritualmente jovem. "Jovens, eu vos escrevo, porque tendes vencido o Maligno. Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de DEUS permanece em vós, e tendes vencido o Maligno" (1 João 2.13,14). Como jovem, o crente é forte, vencedor, e possui a segunda maior virtude do cristianismo - a Esperança -, que produz nele um coração forte. Quando alguém correu para o grande Emerson, dizendo: "Mestre, dizem que o mundo vai acabar", ele respondeu: "Não faz mal; podemos passar sem ele". Se o nosso mundo interior é forte, nada nos pode abalar, "ainda que a terra se transforme e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem, e na sua fúria os montes se estremeçam" (Salmo 46.2,3). Na sua mensagem aos jovens o apóstolo João afirma: "a palavra de DEUS permanece em vós". Por guardar no coração a Palavra de DEUS, o cristão não peca e ainda recebe tudo o que pede: "Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito" (João 15.7). Jorge Müller, um dos homens que mais estudaram a Palavra de DEUS, viajava certa vez para Quebeque, no Canadá, onde era esperado para ministrar estudos bíblicos. Mas, em pleno alto mar, uma forte neblina obrigou o comandante a reduzir consideravelmente a velocidade do barco para evitar um choque do navio com algum recife, ou mesmo com outra embarcação. Müller, percebendo que o atraso o impediria de chegar ao seu destino em tempo hábil, procurou o comandante e disse-lhe: "Se o senhor não tem a solução para este nevoeiro, eu tenho". Combinaram então de orar juntos e se ajoelharam. Porém, antes de o comandante iniciar a oração, Müller tocou-lhe as costas e disse: "O irmão não ore, porque não tem certeza de receber!" E Müller em seguida fez uma oração simples, como a de uma criança, pedindo a DEUS que afastasse  o nevoeiro e limpasse o tempo, a fim de permitir-lhe ministrar a Palavra de DEUS no dia e hora marcados. Ao terminar a oração, e ainda ajoelhado, disse ao comandante: "Olhe à janela". O comandante levantou-se, olhou através da janelae viu o nevoeiro desaparecer rapidamente. E o barco chegou a Quebeque a tempo de o homem de DEUS cumprir o seu abençoado ministério. - Qual o segredo da operante oração de Müller? Deixemos que ele mesmo nos diga: - "Nos meus primeiros três anos de convertido, descuidei-me bastante do estudo da Palavra de DEUS. Mas, depois que comecei a estudá-la diligentemente, tenho recebido bênçãos maravilhosas. Já li a Bíblia toda cem vezes, e de cada vez sinto maior delícia nessa leitura. O dia em que não dou bastante tempo à leitura e meditação da Bíblia, considero-o um dia perdido. Tenho ouvido alguns dos meus amigos dizerem: Tenho tanto que fazer, tantas pessoas me procuram, que não posso arranjar tempo para estudar a Bíblia. "Talvez não haja muitas pessoas que tenham mais coisas a fazer do que eu. Há mais de cinqüenta anos não me recordo de um só dia em que não tivesse mais trabalho para fazer do que conseguisse fazer. Nestes últimos quarenta anos tenho recebido uma média anual de trinta mil cartas, e quase todas passam pela minha mão. Tenho nove auxiliares sempre ocupados com correspondência em alemão, francês, inglês, dinamarquês, russo e outras línguas. Além disso tenho a grande tarefa de uma igreja de mil e duzentos membros. Tenho ainda a meu cargo cinco enormes orfanatos; e, na minha casa editora, a publicação e distribuição de milhões de tratados, livros e bíblias. Não obstante, adotei como regra infalível nunca começar a trabalhar sem ter estado um bom espaço de tempo com DEUS. O vigor da nossa vida espiritual estará na proporção direta do lugar que damos à Palavra de DEUS na nossa vida e nos nossos pensamentos". Esse conhecido homem de DEUS, que passou à história como um dos que mais confiaram no poder da oração e no valor do estudo da Bíblia Sagrada, legou-nos muitas histórias interessantes e verídicas, de como o Senhor atende a oração quando são preenchidas as condições dadas por JESUS aos discípulos: "Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós..." O valor da Palavra de DEUS, como modeladora de novas vidas em CRISTO, jamais poderá ser exagerado. Todos os avivamentos do passado tiveram na Bíblia a sua inspiração fundamental e dinâmica, pois ela é a fonte da mensagem da Igreja. E esta mensagem é: somente em CRISTO JESUS há perfeita salvação para um mundo perdido e grandemente necessitado.
 
A LUZ DA PALAVRA E DO ESPÍRITO
No Santuário o crente está iluminado pela Palavra de DEUS e pela luz espiritual do candelabro ou castiçal: "Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne; e, se antes conhecemos a CRISTO segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo" (2 Coríntios 5.16). Há um progresso notável aqui. Enquanto no Pátio o cristão sofre uma tremenda influência da luz natural, tão abundante, aqui sua visão está voltada para a luz espiritual do candelabro. Por que ocorrem tantos fracassos humanos na expansão do reino de DEUS? A resposta é que o homem, embora regenerado, ainda não compreende que, na queda, não apenas seu corpo e seu espírito se degradaram, mas também o seu entendimento. A Palavra de DEUS adverte: "Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento" (Provérbios 3.5). O profeta Jeremias fala dos nossos arrazoamentos quando diz que "enganoso é o coração, mais do que todas as coisas" (17.9). É por isso que Paulo afirma: "Porque, embora andando na carne, não milhamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em DEUS, para destruir fortalezas, anulando sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de DEUS, levando cativo todo pensamento à obediência de CRISTO" (2 Coríntios 10.3-5). Um obreiro transcultural dos Estados Unidos, enviado como missionário à América do Sul, percebeu horrorizado, depois de um longo período de muito trabalho e pouco fruto, que sua mensagem tinha muito de razão e pouco de revelação. Sua conclusão simples foi que sua denominação, que possuía mais de 40 por cento de todos os missionários evangélicos na América Latina e apenas cinco por cento dos crentes, estava ministrando mais humanismo que cristianismo. Ao porem demasiada ênfase na cultura em prejuízo da ação do ESPÍRITO SANTO, acabaram mais iluminados pela luz natural do que pela sobrenatural. E muita lógica humana e pouco fruto são características de cristãos ainda no Pátio. E claro que o crente não abre mão do seu entendimento, mas o submete ao ESPÍRITO SANTO. Quando entrega sua vida ao Senhor, ele inclui nessa entrega o seu intelecto, a sua maneira de ver as coisas, a sua cosmovisão. Isso não é fácil. Seu entendimento "enganoso...mais do que todas as coisas e desesperadamente corrupto", se recusa a submeter-se à direção do ESPÍRITO SANTO, e trava-se uma batalha: "Porque a carne milita contra o ESPÍRITO, e o ESPÍRITO contra a carne, porque são opostos entre si" (Gálatas 5.17). Contudo, é vitorioso o cristão que deixa de estribar-se no seu próprio entendimento e permite que o ESPÍRITO SANTO, presente nele, renove a sua mente e o faça um homem de entendimento espiritual, possuidor da mente de CRISTO e que julga bem todas as coisas (1 Coríntios 2.15,16). Quando nosso entendimento está cativo a CRISTO, então nosso culto espiritual segue esta ordem: "Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente" (1 Coríntios 14.15). Veja também Romanos 12.1,2; 1 Pedro 2.2. A finalidade do candelabro está descrita em Êxodo 25.37: "Farás também sete lâmpadas e as porás sobre o candelabro, de maneira que iluminem de frente". Os seis braços laterais (três de cada lado) apontam para a comunhão dos salvos com JESUS, formando com Ele sete hastes. JESUS é o tronco, a videira, e nós as varas. Assim como o candelabro era de ouro batido, tanto na sua haste central como nas laterais, assim também nós somos batidos. O próprio CRISTO preveniu: "Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: Não é o servo maior do que seu senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa" (João 15.20). No Santuário o crente também conhece JESUS como a Verdade, e "verdade" é luz. Por isso disse JESUS: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14.6). Na parábola da candeia, ou na da dracma perdida, temos um exemplo de JESUS como a verdade. No Santuário o crente não apenas apara e limpa os pavios para que a luz do candelabro brilhe cada vez mais intensamente, mas ele mesmo continua sendo purificado, num processo contínuo. A obra da santificação, iniciada por DEUS na pia de bronze, não será jamais consumada aqui na Terra. O sacerdote tinha de usar o espevitador e o apagador, para fazer com que todas as lâmpadas brilhassem normalmente, sem problemas. Para isso ele tinha de puxar o pavio e escová-lo, ou cortálo, a fim de remover o carvão. Os meios usados por DEUS para fazer nossa luz brilhar são dolorosos, porém necessários. Para que nossa luz resplandeça diante dos homens, o azeite do ESPÍRITO SANTO precisa fluir livremente através de nós: "Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus" (Mateus 5.16).
 
FRUTO E MAIS FRUTO
No Santuário, o crente dá mais fruto, "...e todo o que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda" (João 15.2). Note que a vara que dá fruto passa a dar mais fruto depois de limpa. Se no Pátio damos 30 por um, no Santuário passamos para 60 por um (Marcos 4.8). No Lugar SANTO, ou Santuário, o crente alimenta-se de pães asmos. "Sobre cada fileira porás incenso puro que servirá de memorial em vez do pão, um sacrifício pelo fogo ao Senhor. Cada sábado, habitualmente, será colocado diante do Senhor o pão fornecido pelos israelitas: é um compromisso permanente. Servirá para Arão e seus filhos, que comerão em lugar santo, pois é porção santíssima que lhes cabe das ofertas do Senhor consumidas pelo fogo. É uma lei perpétua" (Levítico 24.7-9). Aqueles doze pães, cada um preparado sem fermento e com cerca de oito litros de flor de farinha, eram colocados sobre a mesa apropriada, em cada sábado. Em seguida o sacerdote derramava sobre eles o incenso puro, tornando-os santos. Permaneciam na mesa de um sábado a outro. A cada sábado os sacerdotes se reuniam no Lugar SANTO e os comiam. Era o alimento deles como um tipo de CRISTO, o Pão da Vida. O crente, ao ministrar como sacerdote no Lugar SANTO, precisa alimentar-se dos pães asmos, que também representam a plenitude do povo de DEUS diante de seu Redentor e Senhor. Endurecidos pelo tempo e pela ausência de fermento, e amargosos por causa do incenso sobre eles derramado, esses pães bem podem significar certos crentes fracos, que têm de ser "engolidos", embora duros e amargos. Mas, assim como os sacerdotes, somos jovens, somos fortes e precisamos suportar os mais fracos. Paulo nos adverte em Romanos 15.1,2: "Ora, nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos, não agradar-nos a nós mesmos. Portanto cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação".
 
JUSTIFICAÇÃO. SANTIFICACÃO E OLORIFICACÃO
1. O valor da adoração. Para prosseguir na sua caminhada em direção do Santíssimo Lugar, o crente precisa do louvor e da adoração. O altar do incenso ficava junto ao terceiro véu, que corresponde ao segundo véu da tenda da congregação. O sumo sacerdote não podia entrar no Santíssimo Lugar sem um incensário portátil, no qual o incenso sagrado estivesse sendo queimado com fogo.
2. A verdadeira adoração. A Bíblia diz que o Pai procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade: "Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. DEUS é espírito, e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade" (João 4.23,24).
3. O altar do incenso. Era o meio de ligação com o Lugar Santíssimo. "Por trás do segundo véu se encontrava o tabernáculo que se chama o SANTO dos Santos, ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso, e a Arca da alianç a totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, a vara de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança" (Hebreus 9.3,4). "Assim cobriu de ouro toda a casa, inteiramente, e também todo o altar que estava diante do SANTO dos Santos" (1 Reis 6.22). "Colocarás o altar diante do véu que oculta a arca da aliança, frente ao propiciatório que está sobre a arca da aliança, lugar onde me encontro contigo" (Êxodo 30.6). A Bíblia assim descreve o altar de incenso: "Fez o altar do incenso de madeira de acácia. Era quadrado e tinha 50 cm de comprimento e de largura, e um metro de altura. Dele sobressaíam as pontas. Revestiu-o de ouro puro por cima, em redor dos lados, e nas pontas. Em redor do altar fez uma moldura de ouro. Por baixo da moldura, nos dois lados opostos, colocou argolas de ouro para receber os varais que serviam para transportá-lo" (Êxodo 37.25-27).
4. O poder do louvor. O altar de ouro possuía um chifre em cada um dos seus quatro cantos, significando que há grande poder no louvor, conforme exemplifica a própria Bíblia: "Tendo eles começado a cantar e a dar louvores, pôs o Senhor emboscadas contra os filhos de Amom e de Moabe, e os do monte Seir que vieram contra Judá, e foram desbaratados" (2 Crônicas 20.22).
5. A restauração do Tabernáculo de Davi. DEUS prometeu levantar o Tabernáculo de Davi, e isto significa que o louvor e a adoração seriam restaurados: "Naquele dia levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas; e, levantando-os das suas ruínas, restaurá-lo-ei como fora nos dias da antigüidade". "Cumpridas estas cousas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi; e, levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei. Para que os demais homens busquem ao Senhor, e todos os gentios sobre os quais tem sido invocado o meu nome" (Amos 9.11 e Atos 15.16,17). No século XVI, com a Reforma Protestante, a verdade acerca do sacerdócio universal dos crentes foi restaurada, o que aponta para o altar do holocausto. Dois séculos mais tarde, surge Wesley com o Metodismo, restaurando à Igreja Cristã a doutrina da santificação, simbolizada na pia de bronze. Depois, em fins do século passado e início do presente século vinte, tivemos a restauração da doutrina pentecostal representada no candelabro. Mais recentemente, a Igreja, nas suas mais diversas denominações, começou a experimentar uma intensa renovação espiritual e uma conseqüente mais profunda comunhão fraternal. Não estou me referindo a nenhum movimento ecumênico, mas ao movimento do ESPÍRITO SANTO. Por esta razão, as igrejas pentecostais acolhem muitos irmãos procedentes de denominações onde são rejeitados o poder e a operação do ESPÍRITO SANTO. A comunhão fraterna entre irmãos cheios do ESPÍRITO SANTO fala da restauração da Mesa e da feliz reunião dos sacerdotes no Lugar SANTO para se alimentarem dos pães da proposição. Em nossos dias, como resultado do último despertamento espiritual, estamos assistindo ao levantamento da Tenda de Davi. Preocupado com a Arca do concerto, o rei e poeta de Israel construiu uma tenda em Jerusalém e introduziu nela a Arca. Depois organizou cantores e preparou músicos para adorarem o Criador. O fato de DEUS prometer levantar o Tabernáculo de Davi, e não o de Moisés, revela seu interesse em restaurar a adoração e o louvor, que só a Ele pertencem.
6. O incenso. A composição do incenso nos dá lições importantes para a nossa vida de adoração, de oração e de ação de graças. O texto bíblico de Êxodo 30.34-37 diz: "O Senhor disse a Moisés: Arranja essências aromáticas: resina, âmbar, galbano, substâncias aromáticas e incenso perfumado, composto segundo a parte da perfumaria, bem dosado, puro e santo. Parte dele reduzirás a pó a fim de pôr diante da arca da aliança na tenda de reunião, onde me encontrarei contigo. Haveis de considerá-lo como algo de santo e consagrado. Não deveis fazer para vós outro incenso da mesma composição. Deveras considerá-lo como consagrado ao Senhor". A resina, que Almeida traduz por estoraque, era extraída sem incisão, espontaneamente de um arbusto do mesmo nome. O nosso louvor e adoração devem ser espontâneos. DEUS fez exigências assim aos seus sacerdotes: "Eles entrarão no meu santuário, e se chegarão à minha mesa, para me servirem, e cumprirão as minhas prescrições. E será que, quando entrarem pelas portas do átrio interior, usarão vestes de linho, não se porá lã sobre eles, quando servirem nas portas do átrio interior, dentro do templo. Tiaras de linho lhes estarão sobre as cabeças, e calções de linho sobre as coxas; não se cingirão a ponto de lhes vir suor" (Ezequiel 44.16-18). O leitor deve notar a expressão "a ponto de lhes vir suor”. O outro elemento que entra na composição do incenso é a onicha, ou âmbar, que a Bíblia de Jerusalém traduz por "craveiro". Extraído de um molusco marinho, ele nos ensina que a nossa oração ou louvor deve partir das profundezas da alma, como em Ana (1 Samuel 1.9-18) e no salmista: "Das profundezas clamo a ti, Senhor" (Salmo 130.1). O terceiro elemento é o galbano, um arbusto do deserto. Suas folhas deviam ser quebradas e moídas para extração do perfume. A adoração deve brotar de um coração quebrantado e contrito: "Sacrifícios agradáveis a DEUS são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito não o desprezarás, ó DEUS" (Salmo 51.17). Stanley Jones registra a experiência de um escritor muito apreciado que orou pedindo o fim de seus muitos sofrimentos. Um amigo, ao ouvir as palavras da oração, pôs a mão sobre o ombro do escritor e disse-lhe: "Se esta oração for atendida, será o fim do seu estilo". Esse amigo tinha razão. O mesmo autor narra um outro episódio acorrido na índia: Um coral evangélico constituído unicamente de pessoas leprosas, ao cantar em igrejas daquele país, levou muitos às lágrimas, à salvação e ao despertamento, pelo fato de seus integrantes arrancarem seu louvor de corações contritos, quebrados e moídos, como das folhas do galbano. E DEUS recebeu aquele louvor. Paulo e Silas, como cordas distendidas pela cravelha do sofrimento, oravam e cantavam hinos no cárcere de Filipos. Tão alto subiram os seus louvores, que DEUS enviou uma nota baixa -um terremoto - nascendo daí talvez a primeira igreja na Europa, uma igreja forte e cooperadora no Evangelho de CRISTO.
 
 

Capítulo 7
 - Elienai Cabral -  O TABERNÁCULO - Símbolos da Obra Redentora de CRISTO - Livro de Apoio (com algumas modificações minhas - Pr Henrique)O LUGAR SANTO
"
Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candeeiro, e a mesa, e ospães da proposição; ao que se chama o santuário. Mas, depois do segundo véu, estava o tabernáculo que se chama o SANTO dos
 Santos" (Hb 9.2,3).
este capítulo, o homem pecador sai da parte exterior por meio do sumo sacerdote para descobrir que, para chegar ao Lugar Santíssimo, a caminhada é progressiva. O homem também descobre que o Tabernáculo foi projetado para passar ao povo uma noção de relacionamento progressivo com DEUS. Dentro dessa conscientização, o homem descobre ainda que, quanto mais próximo de DEUS, maior é a responsabilidade, porque DEUS é SANTO, e nenhuma possibilidade de sujeira entra na sua presença. Também veremos que o Senhor deseja uma relação íntima com o seu povo, de tal modo que a ordem para construir o Tabernáculo era para que Ele pudesse habitar com o seu povo e no meio dele.
O texto neotestamentário em Hebreus 9.2,3 mostra a distinção dos dois compartimentos do Tabernáculo e chama ao primeiro "Santuário" e ao segundo "SANTO dos Santos". O texto biblico diz: "Porque um tabernáculo estava preparado, o primeiro, em que havia o candeeiro, e a mesa, e os pães da proposição; ao que se chama o Santuário. Mas, depois do segundo véu, estava o tabernáculo que se chama o SANTO dos santos" (Hb 9.2,3). Os dois compartimentos do Tabernáculo também eram identificados como "Lugar SANTO" e "Lugar Santíssimo".
No primeiro compartimento os sacerdotes podiam ter acesso, mas no segundo compartimento, apenas o Sumo Sacerdote, uma vez por ano, poderia adentrar (Hb 9.1-10).
I. Lugar SANTO: um Local de Serviço e Comunhão com DEUS
Que Lugar É esse?
O "Lugar SANTO" era um lugar de serviço, onde somente os sacerdotes podiam entrar para ministrar (Hb 9.6). Os israelitas apenas podiam trazer suas ofertas ao Altar de holocaustos e não podiam passar dali. O povo tinha acesso ao Pátio (Átrio), mas a entrada para o Tabernáculo era proibida. Porém, quando
CRISTO entrou no Lugar SANTO e no Lugar Santíssimo com o seu próprio sangue, todos os crentes em CRISTO, havendo sido redimidos e santificados, têm o privilégio de entrar na presença de DEUS e exercer uma nova posição em CRISTO como "sacerdotes de DEUS" (ver Ef 2.18,19; Hb 10.19-22).
Um Lugar de Serviço e Adoração
O Modelo Divino do Tabernáculo
A morada terrenal levantada chamada "Tabernáculo" (do hebraico, misklan = "morada") não ficava exposta, mas tinha uma cobertura de peles que a protegia do sol causticante do deserto. Era a casa que DEUS ordenou a Moisés construir para sua morada do Altíssimo (ver Êx 25.8). A parte interna tinha um caráter bem particular. Era um lugar especial, de privilégio e com exclusividade para o serviço dos sacerdotes diante de DEUS.
Esse modelo foi dado a Moisés quando subiu ao Sinai. Era a revelação do lugar no qual DEUS habitaria com o seu povo, ou seja, a primeira morada de DEUS sobre a terra (ver Êx 25.8). Durante os quarenta dias em que Moisés esteve no alto do monte, aquela montanha alta tornou-se um lugar santo, de exclusividade divina, pois DEUS mostraria sua glória a Moisés no ponto mais alto. Imaginem um lugar ermo e de pedras esquecidas dos homens que, de repente, se torna num lugar da manifestação da glória de DEUS.
Naquele monte, Moisés recebeu a planta de tudo quanto o Senhor queria no Tabernáculo. DEUS foi o arquiteto e concedeu a ajuda do seu ESPÍRITO na seleção das pessoas habilitadas em várias atividades que envolviam habilidade com madeira e metais. Nesse modelo divino do Tabernáculo, está revelado tipologicamente que JESUS CRISTO edificou sua Igreja, o "Tabernáculo espiritual" aqui na terra. Na verdade, todos os detalhes do Tabernáculo demonstram em seu conjunto a revelação de JESUS CRISTO, em sua pessoa, em seu sacrifício e em seu sacerdócio eterno.
O Propósito do Lugar SANTO
Antes de adentrar no Santuário, do lado de fora, dentro da cerca de linho fino retorcido, estava o Altar de Sacrifícios, que representa a Cruz de CRISTO, na qual Ele, como verdadeira vítima expiatória, seria oferecido por nossos pecados (ver 1 Jo 2.2). Isso significa que, antes de entrar no céu, o pecador precisa passar pelo Altar de Sacrifícios de JESUS.
Outrossim, os móveis e outros materiais utilizados no Tabernáculo possuem um significado simbólico para cada elemento. A sua distribuição nos lugares certos passa a ter um sentido espiritual simbólico. A partir do Pátio (ou Átrio) até entrar no Santuário, todos os objetos do Tabernáculo, tanto os que estão fora quanto os que estão dentro, servem de "exemplar e sombra das coisas celestiais" (Hb 8.5). O autor da carta aos Hebreus reconhece o significado simbólico e diz: "Olha, faze tudo conforme o modelo que, no monte, se te mostrou" (Hb 8.5). O Novo Testamento reforça o projeto celestial do Tabernáculo para fortalecer o fato de que a Igreja seria a demonstração da presença de DEUS na terra e que JESUS CRISTO foi a manifestação do "Verbo [que] se fez carne e habitou entre nós" 00 1.14). A palavra "habitou", de João 1.14, aparece na língua grega do NT como skenoo, que significa "tenda, habitação, tabernáculo". O apóstolo João, portanto, declara que JESUS foi o verbo que se encarnou, habitou entre nós e que fez da Igreja o seu Tabernáculo, isto é, o lugar onde Ele habita.
Lições da Tipologia do Tabernáculo em Relação a Israel e à Igreja
Em relação a Israel, aprendemos que apenas Arão e seus filhos, da tribo de Levi, eram sacerdotes escolhidos por DEUS para essa função na vida religiosa de Israel (Êx 28.1; Nm 3.5-10). Para ser um sacerdote em Israel, era preciso ser nascido na família de Levi e pertencer a sua tribo.
Em relação à Igreja, nenhuma pessoa por nascimento natural tem direito a um sacerdócio espiritual (ver Rm 3.23; Ef 2.12). A Igreja, porém, é fruto de um nascimento espiritual, que, na linguagem neotestamentária de JESUS, se refere ao novo nascimento, que torna filhos de DEUS todos quantos aceitam a CRISTO JESUS como Senhor e Salvador (ver Jo 1.12,13; Ef 2,13; 1 Pe 2.9), tornando-se, assim, "sacerdotes para com DEUS".
Em relação a Israel, a aceitação dos israelitas diante de DEUS era mediante mediação feita pelos sacerdotes que ofereciam os sacrifícios do Altar de Sacrifícios e, depois, lavados pela água límpida da Pia Lavatório, bem como a unção com azeite da Santa Unção (ver Êx 30.25-30), representavam o povo diante de DEUS.
Em relação à Igreja, nossa aceitação para com DEUS, o Pai, foi feita através do sacríficio de JESUS CRISTO.

Amado, assim, fomos limpos pela regeneração do ESPÍRITO SANTO e da Palavra de DEUS e ungidos com o ESPÍRITO SANTO. Esse direito de aceitação diante de DEUS foi, portanto, conquistado pelo sangue de CRISTO JESUS (Hb 10,17-25).
Para entendermos a importância do "Lugar SANTO" e a sua tipologia na vida cristã, precisamos entender que, na esfera celestial, os objetos do Lugar SANTO são tipificados pelas coisas que estão no céu. Precisamos, portanto, descobrir a tipologia dos objetos
"A palavra 'habitou', de João 1.14, aparece na língua grega do NT como skenoo, que significa 'tenda, habitação, tabernáculo'. O apóstolo João, portanto, declara que JESUS foi o verbo
que se encarnou, habitou entre nós e que fez da Igreja o seu Tabernáculo, isto é, o lugar onde Ele habita."

que estavam na parte interna do Lugar SANTO (ver Êx 26.35; Hb
II. As Três Peças que Compunham o Interior do Lugar SANTO
O autor da carta aos Hebreus fez distinção na identificação de dois títulos dados ao "Lugar SANTO" e ao "Lugar Santíssimo". O autor da carta aos Hebreus identificou "o Lugar SANTO" como sendo "o santuário" e chamou o "Lugar Santíssimo" de Tabernáculo. Entendo, entretanto, que ambos os lugares são parte do Santuário. Sem ferir o princípio de fidelidade ao texto (Hb 9.1-3), o autor da carta aos Hebreus fez uma distinção entre "o santuário", ao qual se refere ao Lugar SANTO, e chamou o Lugar Santíssimo (ou "SANTO dos Santos") como sendo o "tabernáculo". Ao primeiro, como lugar de ministração dos sacerdotes; ao segundo, como "o lugar do Trono de DEUS", o lugar da adoração.
Os Mobiliários do Lugar
No Lugar SANTO, os sacerdotes, devidamente vestidos, ministravam e mantinham os móveis de ouro, que eram o Castiçal de Ouro (ou candelabro), a Mesa dos Pães da Proposição e o Altar de Incenso. Porém, no "Lugar Santíssimo", apenas o sumo sacerdote podia ministrar uma vez por ano no grande dia da expiação.
O Santuário do Lugar SANTO constituía-se no espaço interior da primeira divisão dentro do Tabernáculo. Era o espaço de preparação dos sacerdotes para a entrada na segunda divisão, o Lugar Santíssimo. O sumo sacerdote não podia entrar afoitamente no Lugar Santíssimo. Ele precisava estar vestido com as roupagens próprias que representavam o povo, e, depois de ministrar no Lugar SANTO, o véu podia ser então aberto para a sua entrada no Lugar Santíssimo.
Dentro do Lugar SANTO, havia três peças especiais que compunham aquele ambiente de oração, intercessão, adoração e louvor, a saber: o Castiçal de Ouro (também chamado de candeeiro ou candelabro); a Mesa para os pães da proposição e, no centro e de frente para o véu, o altar de ouro para os incensos.
O Castiçal de ouro (Êx 25.31-37)
Esse era o primeiro objeto sagrado dentro do Lugar SANTO. Vários são os nomes dados à mesma peça: candelabro, candeeiro, lampadário e castiçal. Na linguagem hebraica, especialmente na Torah, o nome é menorah. Todos esses nomes referem-se à mesma peça. Mais facilmente identificado na ARC, usaremos o nome castiçal, Esse castiçal era feito de uma só peça de ouro, formado por uma coluna central, ou seja, o tronco que sustentava todo o Castiçal de Ouro; dele saíam três braços de cada lado, com seis lâmpadas alimentadas interiormente com azeite. A sétima lâmpada saía da haste ou coluna central e vertical. O azeite para o Castiçal de Ouro provisionava a coluna central oca através de orifícios (ou canais) pelos quais se produzia a luz. Em cada orifício (ou canal), havia uma mecha de pano embebida no azeite e, uma vez acesas, todas aquelas lâmpadas produziam a luz para o ambiente,
Nas Escrituras, a luz é expressão da natureza e do caráter de DEUS (ver 1 Jo 1.5). Por isso, se as Escrituras falam de JESUS CRISTO como a revelação do caráter de DEUS, entendemos que conhecer a CRISTO verdadeiramente significa conhecer a DEUS 00 14.9).
Simbolicamente, vemos a CRISTO representado neste Castiçal como a revelação do DEUS Todo-poderoso. Ora, esse castiçal é um símbolo da Palavra de DEUS (ver SI 119.105), e, neste sentido, igualmente vemos a CRISTO como sendo o Verbo de DEUS, ou seja, a Palavra de DEUS encarnada (ver Jo 1.14).
As Sete Lâmpadas do Castiçal
As sete lâmpadas produziam uma só luz, que em sua plenitude indicavam a luz poderosa do Senhor JESUS CRISTO, que é a luz do mundo. Ele é a luz que ilumina o mundo, pois Ele mesmo declarou ser "a luz do mundo" (Jo 8.12). NEIe não há sombra nem variação de luz porque Ele é Luz perfeita (ver Tg 1.17). JESUS disse aos seus discípulos que eles deveriam ser luz quando disse: "Vós sois a luz do mundo" (Mt 5.14). Neste mundo cruel de trevas, a luz da Igreja deve iluminar o ambiente. Somos luzeiros de CRISTO neste mundo (ver FP 2.15,16). A Igreja é o Castiçal de DEUS neste mundo, e isso revela o seu ministério atual na ministração da Palavra de DEUS,
O Azeite Combustível do Castiçal
O azeite combustível do castiçal era extraído do fruto da oliveira, um dos símbolos do ESPÍRITO SANTO. Na visão que teve do Apocalipse, o Senhor mostrou ao apóstolo João as sete igrejas da Ásia como castiçais com suas lâmpadas acesas (ver Ap 4,5). Portanto, a relação do ESPÍRITO SANTO com a iluminação do castiçal entende-se que, se JESUS é a Luz que brilha, o ESPÍRITO SANTO é o azeite que provisiona o castiçal. Do mesmo modo, a presença do ESPÍRITO SANTO na vida da Igreja é motivada pelo azeite que faz o crente brilhar neste mundo de trevas. O ESPÍRITO SANTO também é simbolizado como luz na revelação e inspiração das Escrituras (ver 2 Tm 3,16). Num sentido especial, o ESPÍRITO SANTO é luz interior na vida do crente, porque o ESPÍRITO glorifica a CRISTO revelando sua glória por meio do evangelho que pregamos. O testemunho do ESPÍRITO SANTO conduz o crente no caminho do conhecimento da plenitude de CRISTO (ver Jo 16.13).
A coluna central era, de fato, o tronco oco interior feito para armazenar o azeite que alimentaria todos os braços com suas lâmpadas. Nenhum dos braços tinha luz própria, nem iluminava independente e autonomamente, porque as lâmpadas eram alimentadas pelo azeite do tronco principal do castiçal. Havia uma lâmpada no cimo desse tronco para formar uma unidade sétupla para iluminar o ambiente do Lugar SANTO como uma só luz. Assim sendo, a totalidade de sete luminárias irradiavam uma luz sétupla que formava uma unidade e revelava a perfeição e a plenitude de CRISTO, Ele é chamado "a plenitude daquele que cumpre tudo em todos" (Ef 1.23).
Outra grande lição que aprendemos acerca do Castiçal é sobre os seis braços que saíam do tronco vertical daquele lampadário. Esses braços não estavam ligados artificialmente a ele, mas procediam dele, do mesmo modo como é a união de CRISTO e os membros do seu corpo glorioso, a Igreja, Todo o Castiçal com seus braços era feito de uma só peça. A palavra "braço" ("cana"; Êx 25,32) não é usada vulgarmente, mas significa, na linguagem tipológica, os braços da redenção que nos unem a CRISTO como parte dEle (ver Jo 15,4,5; Gl 2,20; Rm 12,4,5). Esses braços, que somos nós, contribuem para projetar luz por CRISTO JESUS (Ef 5,8; 2.9), porque Ele é o tronco, ou seja, é o centro de nossa vida, Ele representa a coluna do Castiçal que ocupa o lugar central. Se Ele é o centro de tudo na sua Igreja, entendemos que Ele tem a preeminência em tudo (ver Cl 1.18; Ap 1.20; 2.1). Ele é a Cabeça, e nós somos os membros do seu corpo (ver Ef 1.22,23; 1 co 12.12,27).
Os adornos do Castiçal revelam, tipologicamente, a beleza do caráter de CRISTO. Naquele castiçal, havia três tipos de adornos que falam do tríplice testemunho da Trindade representado pelo Pai, pelo Filho e pelo ESPÍRITO SANTO. Nos seis braços, à direita e à esquerda do Castiçal, havia três cálices (ou copos) em forma de flor aberta de amêndoa; no cimo de cada braço, havia um copo em forma de romã (ver Êx 25.31-40). Podemos denominar a haste principal por tronco, pé ou coluna central. Neste ponto, chamaremos "haste central" a parte que sustenta as seis outras "hastes laterais" com seus cálices em forma de flor de amêndoa. A romã era uma fruta típica daquela região. Todos esses adornos tinham a forma de tubo interno por onde passava o azeite combustível, Tudo era feito de uma só peça de ouro martelado. Na parte superior, havia a mecha de pano embebido no azeite para projetar a luz para fora, A flor de amêndoa, por causa da sua floração, lembra o poder da Palavra do DEUS que "não dorme" e que está sempre pronto para cumprir o que disse em sua Palavra (ver SI 121.3-5; Jr 1.11,12). Como a "vara de amêndoa", as flores e as romãs também tipificam o Fruto do ESPÍRITO. Na realidade, todo o Castiçal faznos lembrar a CRISTO, que foi ferido e "martelado" por nossos pecados. Isso tudo fala da redenção (ver SI 22.1; Is 50.6; 53.3-6; Mt 26.67; 2 co 5,21; Hb 5.8), Visto que o Castiçal foi todo feito de ouro puro, temos a revelação da Deidade e divindade (ver Jo 1,4,5,9; Hb 1,3). Isso nos ensina que o Senhor quer que sejamos semelhantes a Ele (2 Pe 1.4; Ef 5.14; 1 Ts 5.5).
A Mesa com os Pães da Proposição (Êx 25.30)
O vocabulário utilizado para os objetos e utensílios da vida litúrgica no Antigo Testamento era típico da vida cotidiana em Israel. As várias expressões litúrgicas que envolvem os ritos e cerimônias israelitas merecem a nossa apreciação, porque nos ensinam a lidar com as coisas santas. A mesa dourada ficava à direita do Santuário, para o lado norte da Cortina, em frente ao Castiçal. A expressão "pães da proposição" também era identificada como "Pães da presença" ou "o pão colocado perante o Altíssimo" (ver Êx 35.13; 1 Sm 21.6). Essa mesa era feita com madeira de cetim e recoberta com ouro. Sobre a ela eram colocados dois pratos para 12 pães redondos, feitos com flor da farinha de trigo e cozidos, Eram colocados em duas fileiras de seis cada uma e comidos durante toda a semana. A cada sábado, eram colocados 12 novos pães. Os pães eram comidos pelo sumo sacerdote e seus filhos no Lugar SANTO.
Havia duas taças com incenso puro, copos, uma jarra com água e outra com vinho. Tudo era muito limpo. Os pães eram feitos sem fermento e eram grandes, cada um pesando dois quilos (ver LV 24.5, NTLH). Como os sacerdotes, os líderes da Igreja de CRISTO hoje devem nutrir-se e alimentar-se do pão da presença antes de querer ministrar no Lugar Santíssimo. O Senhor JESUS é "o pão da vida", do qual o ministro de DEUS deve nutrir-se, Num sentido especial, todo crente em CRISTO foi feito sacerdote e pode nutrir-se desse pão do céu (ver Jo 6.35,58), Quem ministra a Palavra de DEUS precisa, antes de tudo, ministrar à sua alma com o pão da presença de DEUS em sua vida de comunhão e intimidade com Ele. Todo crente em CRISTO feito sacerdote (ver 1 Pe 2.5,9) tem os privilégios e o gozo de participação da Mesa do Senhor, porque Ele é o Senhor da mesa (ver Mt 26.20; 1 co 10.16,21). Quando JESUS ministrou a última Ceia com seus discípulos, ao tomar o pão e parti-lo, Ele estava afirmando que todo o sistema anterior estava finalizado; todas as velhas instituições também estavam anuladas. Ao estabelecer o Novo Pacto, a mudança de figuras do Tabernáculo teria uma nova simbologia e um novo cordeiro. Por isso, CRISTO é o Senhor da cruz e da Mesa (ver SI 22.1-21). CRISTO torna-se o cabeça da nova criação e o irmão Maior, porque DEUS é o Pai de todos nós, que somos seu filhos espirituais (ver Is 9.6; Hb 2.1013; cl 1.18; Rm 8.29).
O Altar de Incenso (Êx 30.1-10)
O Altar de Incenso, também identificado como "o Altar de ouro" ou "altar do cheiro suave", estava nas extremidades do Santuário, disposto no centro do "Lugar SANTO" entre o Castiçal e a Mesa dos Pães da Proposição. O cheiro, ou olor, dele vinha da essência e do perfume das plantas aromáticas. Essas plantas eram gravetos de árvores odoríficas de perfume agradável, que, quando queimadas sobre aquele altar, exalavam o agradável perfume com a sua fumaça enchendo todo aquele lugar (ver LV 16.12). O Altar ficava diante do véu que dava acesso ao "Lugar Santíssimo", Havia um incensário de ouro que era movido pelo sacerdote enquanto ele ministrava as orações intercessoras em favor do povo de Israel (ver Êx 30.10). Algumas escrituras da Bíblia indicam o incenso como uma figura da oração do crente (SI 141.2; LC 1.10; Ap 5.8 e 8,3). O incenso queimado que produzia uma nuvem de fumaça era símbolo de proteção do povo de DEUS enquanto o sacerdote ministrava as intercessões no Lugar SANTO. É interessante notar que havia dois altares nas peças do Tabernáculo, um de bronze (ou cobre) e outro de ouro. O Altar de Bronze ficava no Pátio, sobre o qual eram feitos os sacrifícios pelos pecados e representa a Cruz do Senhor JESUS (ver 1 Pe 1.11). O Altar de ouro ficava dentro do Lugar SANTO, sobre o qual era queimado o incenso de oração e adoração ao Senhor. JESUS CRISTO foi nosso Sacerdote e, no primeiro altar de bronze, Ele fez-se sacrifício por todos nós na cruz do Calvário. No Altar de Ouro, JESUS CRISTO, nosso Sacerdote, intercedeu por nós e, ainda hoje, cumpre sua tarefa de intercessor ao entrar no Lugar Santíssimo com o seu próprio sangue, tornando-se, portanto, o grande e único Mediador entre DEUS e o homem (1 Tm 2.5; Hb 4.14,15).
III. Os Véus que Demarcam o Lugar SANTO e o
Lugar Santíssimo (Êx 26.31-36)
No acesso ao Tabernáculo, havia duas portas e três véus. Tudo se inicia na porta de entrada do Pátio, na qual estava o primeiro véu. A maioria dos estudiosos sobre o Tabernáculo aponta apenas dois véus, que se referem ao Tabernáculo propriamente dito, ou seja, o que ficava na entrada do Lugar SANTO, e o que ficava na entrada do Lugar Santíssimo. Entretanto, para uma maior compreensão da estrutura do Tabernáculo, entendemos começar primeiramente com o véu de entrada ao Pátio do Tabernáculo. Havia, portanto, três véus, e todos estes eram a barreira para que o homem comum e pecador não entrasse afoitamente nesse lugar. Era um modo de evitar a entrada aleatória de pecadores na presença de DEUS. O caminho para DEUS começava com o derramamento de sangue inocente, que é um tipo perfeito de CRISTO como o "Cordeiro de DEUS, que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29). Mediante sua obra expiatória na cruz do Calvário, JESUS abriu o caminho de acesso para o
pecador arrependido. O sacrifício de JESUS na cruz é o ponto de partida para termos acesso a DEUS.
O Primeiro Véu (Êx 26.36)
Ficava na Porta montada na cerca do Tabernáculo (Êx 27.16). Nessa porta, havia "um véu", e só podia adentrar-se por esse véu os sacerdotes, os quais, depois de feita a coleta do sangue do animal a ser oferecido, lkevavam o sangue e colocavam-no numa bacia para efetuar a expiação. A vítima do sacrifício podia ser um cordeiro, um bezerro ou outro animal permitido como oferta pelos pecados. (Pr. Henrique - Fiz algumas alterações)
O Segundo Véu (Êx 26.32,33)
Ficava na porta de acesso ao Santuário, que era o "Lugar SANTO" (ver Êx 26,36; 36.37). Por esse véu, o sumo sacerdote entrava sozinho para ministrar na presença de DEUS e precisava estar devidamente vestido com as roupagens próprias e com o sangue da expiação numa bacia a fim de ministrar a expiação depois do segundo véu interno com acesso ao Lugar Santíssimo. Porém, antes de entrar no Lugar Santíssimo, o sumo sacerdote ministrava as intercessões no Altar de Incenso, tendo de um lado o Castiçal de Ouro e, do outro, a mesa com os pães da proposição. Só depois dessa ministração no Lugar SANTO, o sumo sacerdote podia entrar na presença de DEUS com o sangue da expiação no "Lugar Santíssimo". Uma vez tendo ministrado no "Lugar SANTO", o sumo sacerdote podia adentrar o terceiro véu.
O Terceiro Véu
Significava o ápice da liturgia expiatória. Por esse véu, o sumo sacerdote tinha acesso ao Lugar Santíssimo (ou SANTO dos Santos). Esse era o lugar da glória e do Trono de DEUS. Nesse lugar, ninguém podia atrever-se a entrar sem o sangue da expiação, e JESUS CRISTO fez-se o nosso expiador, o qual entrou na presença do Pai com o seu próprio sangue, identificando-se como "o Cordeiro de DEUS". Por isso, o "Lugar Santíssimo" era o lugar da manifestação da justiça de DEUS.
Outrossim, para entrar no Santuário, que é representado pelos dois compartimentos, o Lugar SANTO e o Lugar Santíssimo no interior do Tabernáculo, sabia-se que aqueles lugares eram o local do fruir das bênçãos divinas, reservadas especialmente para os sacerdotes que ministravam naquele lugar. Eles tinham permissão para entrar e cumprir suas funções, fazendo funcionar todas as coisas que faziam parte da liturgia do povo de Israel. Todos os objetos e utensílios eram usados com atitude de temor a DEUS pelos ofícios sacerdotais. Estamos numa nova dispensação, o tempo da Graça de DEUS. Nessa dispensação, os crentes remidos por CRISTO e santificados pelo ESPÍRITO SANTO têm o privilégio de entrar na presença de DEUS como "sacerdócio real" (1 Pe 2.9).
Todo crente em CRISTO constitui-se sacerdote e pode ministrar na presença de DEUS. Não apenas o ministro da Igreja exerce um sacerdócio, mas também todo crente foi chamado para exercê-lo. Esse fato, entretanto, não anula o ofício sacerdotal do pastor da Igreja, que tem um ministério da Palavra de DEUS e que representa os interesses de CRISTO para a Igreja.
 
PARA REFLETIR - A respeito de “O Lugar SANTO”, responda:
O povo tinha acesso ao Lugar SANTO? O povo tinha acesso ao Pátio (Átrio), mas não ao Lugar SANTO. 
O que havia no Tabernáculo, segundo a lição? No Tabernáculo, havia uma porta e dois véus.
Qual é o privilégio de quem está em CRISTO? Quem está em CRISTO tem o privilégio de entrar na presença de DEUS (Ef 2.18,19; Hb 10.19-22).
Quais são as três peças que compunham o Lugar SANTO? O castiçal de ouro, a mesa com os pães da proposição e o altar de incenso. 
Fale sobre o primeiro e o segundo véu. Primeiro véu: depois de se passar pelo altar dos holocaustos e pela Bacia de Bronze, havia, no Tabernáculo, um véu que dava acesso ao Lugar SANTO. Segundo véu: esse é o véu que ficava entre o Lugar SANTO e o Lugar Santíssimo (ou SANTO dos santos).
 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO TOP1
“Porque o ministério à Igreja reflete uma figura bíblica que representa a Igreja como um organismo, podemos ver como a dimensão relacional da vida na Igreja é dinâmica, e não estática. Certamente exercemos algum efeito uns sobre os outros. O ministério à Igreja corrige a tendência da sociedade ocidental de enfatizar o indivíduo mais do que a comunidade. O ministério da Igreja inclui equipar um grupo de pessoas que vivem em mútua comunhão, capacitando-as a crescer até formarem uma entidade amorosa, equilibrada e madura. Paulo diz claramente em Efésios 4.11-16 que a equipagem dos santos para o serviço compassivo em nome de CRISTO deve acontecer numa comunidade. O crescimento espiritual e o contexto em que ele ocorre de modo mais eficaz não surgem por mera coincidência. O amadurecer do crente não poderá acontecer fora da comunidade da fé. O discipulado não possui nenhum outro contexto que não seja a igreja de JESUS CRISTO, porque não se pode seguir fielmente a JESUS à parte de uma participação cada vez mais madura com outros crentes na vida e no ministério de CRISTO” (HORTON, M. Horton (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, pp.601-02). 

SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ TOP2
“A Oferta do Cristão
Nós nos aproximamos hoje do Senhor não com uma pomba, ou um cordeiro, ou uma cabra, ou um novilho. Nós chegamos com o nosso tudo, oferecendo-o ao Senhor. Não barganhando com Ele para obter a bênção. 
Muita raramente sei de pessoas que perderam a bênção de DEUS quando se achegaram abertamente e disseram: ‘Eu desejo receber; eu quero dar tudo de mim’. Este é o segredo de todo o afeto entre pessoa e pessoa, entre os sexos. As pessoas nem sempre estão procurando alguém que as ame; estão procurando alguém que elas possam amar. 
Quando duas almas estão buscando aquela a quem possam amar, há união, e o mundo constata gradualmente que há verdadeiros casamentos. Há uma união de espírito tão indissolúvel, que nada na terra ou no céu o divide. 
CRISTO está buscando a alma que receberá o seu amor, e o cristão, o verdadeiro, está buscando CRISTO, que receberá o amor dele. Ambos estão praticando a inalterável lei de DEUS: ‘Dai, e ser-vos-á dado” (LAKE, John G. Devocional. Série: Clássicos do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp.161-62).
CONHEÇA MAIS
*A respeito do Serviço
“Na Bíblia Sagrada, os termos ‘serviço’ e ‘servo’ são usados no sentido de servir e ministrar. A escravidão ou serviços forçados são atestados desde os tempos mais remotos por todo o Oriente Próximo. O trabalho escravo era utilizado principalmente pelas famílias ricas, e também em projetos reais de construção.” Leia mais em “Dicionário Bíblico Wycliffe”, CPAD, p.1805.
 
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO TOP3
Ao final da exposição do tópico é importante que você faça uma revisão de toda a lição. Essa revisão pode ser feita por meio de algumas ênfases em cada tópico ou por meio das perguntas do questionário. Revisar é fundamental para garantir o processo de ensino-aprendizagem do aluno.
 
CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 78, p39.
SUGESTÃO DE LEITURA - Teologia Bíblica da Oração, Teologia de John Wesley e Teologia Sistemática de Finney.
AJUDA BIBLIOGRÁFICA
Veja Lição 1, 2, 3, 4, 5 e 6
Abraão de Almeida O TABERNÁCULO E A IGREJA - CPAD (principal fonte)
O Tabernaculo - Martyn Barrow
Os segredos do Tabernáculo de Moisés- Kevin J. Conner
O Tabernáculo e as suas lições por Gunnar Vingren - Gunnar Vingren
A Pessoa de CRISTO no Tabernáculo - Floyd Lee Gilbert
Dicionário Wycliffe - CPAD