quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

FOTOS DA LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE

FOTOS DA LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE

LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE

LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º Trimestre de 2010 2 Coríntios - "Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas". Comentários da revista da CPAD: Pr. Elienai Cabral Consultores Doutrinários e Teológicos da CPAD: Pr. Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva TEXTO ÁUREO "Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria" (2 Co 9.7). VERDADE PRÁTICA A generosidade é um princípio que deve preencher o coração alcançado pela graça de DEUS. LEITURA DIÁRIA Segunda Dt 15.10,11 DEUS recompensa a generosidade Terça Pv 11.25 A alma generosa prosperará Quarta 1 Tm 6.18 Sejamos generosos Quinta Gl 5.22 Generosidade, fruto do ESPÍRITO Sexta Rm 12.20,21 Generosidade até para com os inimigos Sábado Rm 12.13 A generosidade para com os crentes LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Coríntios 8.1-5;9.6,7,10,11 1 Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de DEUS dada às igrejas da Macedônia; 2 como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade. 3 Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente, 4 pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos. 5 E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor e depois a nós, pela vontade de DEUS; 6 E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. 7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque DEUS ama ao que dá com alegria. 8 E DEUS é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, 9 conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. 10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; 11 para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a DEUS. 8.1-9.15 ÀS IGREJAS DA MACEDÔNIA. Estes dois capítulos contêm instruções sobre a oferta para os crentes pobres de Jerusalém. As palavras de Paulo abarcam o ensino mais completo do NT sobre a contribuição financeira cristã. Os princípios, aqui, definidos são ensinos para os crentes e para as igrejas de todos os tempos. 8.2 RIQUEZAS DA SUA GENEROSIDADE. Os princípios e as promessas da contribuição cristã contidos nesses dois capítulos são os seguintes: (1) Pertencemos a DEUS; aquilo que possuímos está confiado às nossas mãos pelo Senhor (v. 5). (2) Devemos tomar a decisão firme, em nosso coração, de que serviremos a DEUS, e não ao dinheiro (v.5; Mt 6.24). (3) A contribuição é feita para ajudar os necessitados (v. 14; 9.12; Pv 19.17; Gl 2.10, para promover o reino de DEUS (1 Co 9.14; Fp 4.15-18), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprendermos a temer ao Senhor (Dt 14.22,23). (4) A contribuição deve ser em proporção ao que ganhamos (vv. 3,12; 1 Co 16.2). (5) A contribuição é considerada uma prova do nosso amor cristão (v.24) e deve ser realizada de modo sacrificial (v.3) e voluntária (9.7). (6) Ao contribuirmos com nossas ofertas para DEUS, semeamos não somente dinheiro, mas também fé, tempo, serviço, e, assim, colhemos mais fé e outras bênçãos (v.5; 9.6,10-12). (7) Quando DEUS nos dá em abundância, é para que multipliquemos as nossas boas obras (9.8; Ef 4.28). (8) Quando contribuímos, isso aumenta a nossa dedicação a DEUS (Mt 6.21) e propicia suas bençãos sobre nossos assuntos financeiros (Lc 6.38). 8.9 JESUS CRISTO... SE FEZ POBRE. Dar, de modo sacrificial, fez parte essencial da natureza e do caráter de JESUS CRISTO aqui no mundo. Porque Ele se fez pobre, nós, agora, participamos das suas riquezas eternas. DEUS quer uma atitude idêntica entre os crentes, como evidência da sua graça operando em nosso ser. Todos os dons da graça e da salvação, o reino do céu e, até mesmo, o vitupério por causa de CRISTO são as riquezas eternas que recebemos em lugar dos trapos da nossa iniqüidade (Lc 12.15; Ef 1.3; Fp 4.11-13,18,19; Hb 11.26; Ap 3.17). 9.6 POUCO... CEIFARÁ. O cristão pode contribuir generosamente, ou com avareza. DEUS o recompensará de acordo com o que ele lhe dá (Mt 7.1,2). Para Paulo, a contribuição não é uma perda, mas uma forma de economizar; ela trará benefícios substanciais para quem contribui (ver 8.2; 9.11). Paulo não fala primeiramente da quantidade ofertada, mas da qualidade dos desejos e dos motivos do nosso coração ao ofertarmos. A viúva pobre deu uma oferta pequena, mas DEUS a considerou uma quantia grande por causa da proporção da dádiva e pela dedicação total que ela revelou ter (ver Lc 21.1-4; cf. Pv 11.24,25; 19.17; Mt 10.41,42; Lc 6.38). 9.8 ABUNDAR EM VÓS TODA GRAÇA. O crente que contribui com o que pode, para ajudar os necessitados, verá que a graça de DEUS suprirá o suficiente para suas próprias necessidades, e até mais, a fim de que possa ser fecundo em toda boa obra (cf. Ef 4.28). 9.11 EM TUDO ENRIQUEÇAIS. Para que a generosidade seja manifesta exteriormente, o coração deve antes estar enriquecido de amor e compaixão sinceros para com o próximo. Dar de nós mesmos e daquilo que temos, resulta em: (1) suprir as necessidades dos nossos irmãos mais pobres; (2) louvor e ações de graças a DEUS (v.12) e (3) amor recíproco da parte daqueles que recebem a ajuda (v.14). O CUIDADO DOS POBRES E NECESSITADOS Am 5.12-14 “Porque sei que são muitas as vossas transgressões e enormes os vossos pecados; afligis o justo, tomais resgate e rejeitais os necessitados na porta. Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau. Buscai o bem e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o DEUS dos Exércitos, estará convosco, como dizeis.” Neste mundo, onde há tanto ricos quanto pobres, freqüentemente os que têm abastança material tiram proveito dos que nada têm, explorando-os para que os seus lucros aumentem continuamente (ver Sl 10.2, 9,10; Is 3.14,15; Jr 2.34; Am 2.6,7; 5.12,13; Tg 2.6). A Bíblia tem muito a dizer a respeito de como os crentes devem tratar os pobres e necessitados. O ZELO DE DEUS PELOS POBRES E NECESSITADOS. DEUS tem expressado de várias maneiras seu grande zelo pelos pobres, necessitados e oprimidos. (1) O Senhor DEUS é o seu defensor. Ele mesmo revela ser deles o refúgio (Sl 14.6; Is 25.4), o socorro (Sl 40.17; 70.5; Is 41.14), o libertador (1Sm 2.8; Sl 12.5; 34.6; 113.7; 35.10; cf. Lc 1.52,53) e provedor (cf. Sl 10.14; 68.10; 132.15). (2) Ao revelar a sua Lei aos israelitas, mostrou-lhes também várias maneiras de se eliminar a pobreza do meio do povo (ver Dt 15.7-11). Declarou-lhes, em seguida, o seu alvo global: “Somente para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR abundantemente te abençoará na terra que o SENHOR, teu DEUS, te dará por herança, para a possuíres” (Dt 15.4). Por isso DEUS, na sua Lei, proíbe a cobrança de juros nos empréstimos aos pobres (Êx 22.25; Lv 25.35,36). Se o pobre entregasse algo como “penhor”, ou garantia pelo empréstimo, o credor era obrigado a devolver-lhe o penhor (uma capa ou algo assim) antes do pôr-do-sol. Se o pobre era contratado a prestar serviços ao rico, este era obrigado a pagar-lhe diariamente, para que ele pudesse comprar alimentos a si mesmo e à sua família (Dt 24.14,15). Durante a estação da colheita, os grãos que caíssem deviam ser deixados no chão para que os pobres os recolhessem (Lv 19.10; Dt 24.19-21); e mais: os cantos das searas de trigo, especificamente, deviam ser deixados aos pobres (Lv 19.9). Notável era o mandamento divino de se cancelar, a cada sete anos, todas as dívidas dos pobres (Dt 15.1-6). Além disso, o homem de posses não podia recusar-se a emprestar algo ao necessitado, simplesmente por estar próximo o sétimo ano (Dt 15.7-11). DEUS, além de prover o ano para o cancelamento das dívidas, proveu ainda o ano para a devolução de propriedades — o Ano do Jubileu, que ocorria a cada cinqüenta anos. Todas as terras que tivessem mudado de dono desde o Ano do Jubileu anterior teriam de ser devolvidas à família originária (ver Lv 25.8-55). E, mais importante de tudo: a justiça haveria de ser imparcial. Nem os ricos nem os pobres poderiam receber qualquer favoritismo (Êx 23.2,3,6; Dt 1.17; cf. Pv 31.9). Desta maneira, DEUS impedia que os pobres fossem explorados pelos ricos, e garantia um tratamento justo aos necessitados (ver Dt 24.14). (3) Infelizmente, os israelitas nem sempre observavam tais leis. Muitos ricos tiravam vantagens dos pobres, aumentando-lhes a desgraça. Em conseqüência de tais ações, o Senhor proferiu, através dos profetas, palavras severas de juízo contra os ricos (ver Is 1.21-25; Jr 17.11; Am 4.1-3; 5.11-13; Mq 2.1-5; Hc 2.6-8; Zc 7.8-14). A RESPONSABILIDADE DO CRENTE NEOTESTAMENTÁRIO DIANTE DOS POBRES E NECESSITADOS. No NT, DEUS também ordena a seu povo que evidencie profunda solicitude pelos pobres e necessitados, especialmente pelos domésticos na fé. (1) Boa parte do ministério de JESUS foi dedicado aos pobres e desprivilegiados na sociedade judaica. Dos oprimidos, necessitados, samaritanos, leprosos e viúvas, ninguém mais se importava a não ser JESUS (cf. Lc 4.18,19; 21.1-4; Lc 17.11-19; Jo 4.1-42; Mt 8.2-4; Lc 17.11-19; Lc 7.11-15; 20.45-47). Ele condenava duramente os que se apegavam às possessões terrenas, e desconsideravam os pobres (Mc 10.17-25; Lc 6.24,25; 12.16-20; 16.13-15,19-31). (2) JESUS espera que seu povo contribua generosamente com os necessitados (ver Mt 6.1-4). Ele próprio praticava o que ensinava, pois levava uma bolsa da qual tirava dinheiro para dar aos pobres (ver Jo 12.5,6; 13.29). Em mais de uma ocasião, ensinou aos que o queriam seguir a se importarem com os marginalizados econômica e socialmente (Mt 19.21; Lc 12.33; 14.12-14,16-24; 18.22). As contribuições não eram consideradas opcionais. Uma das exigências de CRISTO para se entrar no seu reino eterno é mostrar-se generoso para com os irmãos e irmãs que passam fome e sede, e acham-se nus (Mt 25.31-46). (3) O apóstolo Paulo e a igreja primitiva demonstravam igualmente profunda solicitude pelos necessitados. Bem cedo, Paulo e Barnabé, representando a igreja em Antioquia da Síria, levaram a Jerusalém uma oferta aos irmãos carentes da Judéia (At 11.28-30). Quando o concílio reuniu-se em Jerusalém, os anciãos recusaram-se a declarar a circuncisão como necessária à salvação, mas sugeriram a Paulo e aos seus companheiros “que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência” (Gl 2.10). Um dos alvos de sua terceira viagem missionária foi coletar dinheiro “para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém” (Rm 15.26). Ensinava as igrejas na Galácia e em Corinto a contribuir para esta causa (1Co 16.1-4). Como a igreja em Corinto não contribuísse conforme se esperava, o apóstolo exortou demoradamente aos seus membros a respeito da ajuda aos pobres e necessitados (2Co 8;9). Elogiou as igrejas na Macedônia por lhe terem rogado urgentemente que lhes deixasse participar da coleta (2Co 8.1-4; 9.2). Paulo tinha em grande estima o ato de contribuir. Na epístola aos Romanos, ele arrola, como dom do ESPÍRITO SANTO, a capacidade de se contribuir com generosidade às necessidades da obra de DEUS e de seu povo (ver Rm 12.8; ver 1Tm 6.17-19). (4) Nossa prioridade máxima, no cuidado aos pobres e necessitados, são os irmãos em CRISTO. JESUS equiparou as dádivas repassadas aos irmãos na fé como se fossem a Ele próprio (Mt 25.40, 45). A igreja primitiva estabeleceu uma comunidade que se importava com o próximo, que repartia suas posses a fim de suprir as necessidades uns dos outros (At 2.44,45; 4.34-37). Quando o crescimento da igreja tornou impossível aos apóstolos cuidar dos necessitados de modo justo e equânime, procedeu-se a escolha de sete homens, cheios do ESPÍRITO SANTO, para executar a tarefa (At 6.1-6). Paulo declara explicitamente qual deve ser o princípio da comunidade cristã: “Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6.10). DEUS quer que os que têm em abundância compartilhem com os que nada têm para que haja igualdade entre o seu povo (2Co 8.14,15; cf. Ef 4.28; Tt 3.14). Resumindo, a Bíblia não nos oferece outra alternativa senão tomarmos consciência das necessidades materiais dos que se acham ao nosso redor, especialmente de nossos irmãos em CRISTO. DÍZIMOS E OFERTAS Ml 3.10 “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.” DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS. A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”. (1) Na Lei de DEUS, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. DEUS considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (cf. Mt 25.15; Lc 19.13). (2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que DEUS é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, DEUS estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado. (3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1—5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14—6.7; 7.1-10). (4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (ver Êx 35.20-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da reconstrução do templo (2Cr 31.5-19). (5) Houve ocasiões na história do AT em que o povo de DEUS reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de DEUS que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, DEUS castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12). A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO. Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do NT. (1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a DEUS, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses. (2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a DEUS, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). (3) Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de DEUS, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2; ver o estudo O CUIDADO DOS POBRES E NECESSITADOS), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor(Dt 14.22,23). (4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a DEUS. Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que DEUS nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12; ver 2Co 8.2). (5) Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2Co 8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor JESUS entregou-se por nós (ver 2Co 8.9). Para DEUS, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4). (6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no AT (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do NT (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos. (7) DEUS tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1Tm 6.19; ver 2Co 9.6). INTERAÇÃO Professor, vivemos em uma sociedade marcada pelo individualismo e o egoísmo, onde parece não existir mais lugar para a generosidade. Que tal propor a sua classe a possibilidade de praticar essa virtude neste domingo? Leia com a classe Tiago 1.22, e tente descobrir o que sua igreja, congregação ou outras organizações em sua cidade estão fazendo para ajudar os necessitados. Proponha que sua turma participe de alguma forma. Leia para a classe o texto de Tiago 1.27: "A religião pura e imaculada para com DEUS, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo". OBJETIVOS Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Conscientizar-se de que o princípio da generosidade está fundamentado na idéia de doar e não de ter. Compreender que atender ao pobre em suas necessidades é um preceito bíblico. Saber que a graça de contribuir está fundamentada no princípio de que mais "bem-aventurada coisa é dar do que receber". ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Professor, para a aula de hoje sugerimos que você reproduza no quadro-de-giz a tabela da abaixo. Mostre aos seus alunos que o serviço social e a evangelização fazem parte da missão integral da Igreja  somos chamados à evangelização pessoal, mas também ao serviço social. Explique aos alunos que os conceitos baseados em 2 Coríntios 8 e relacionados no quadro vão ajudá-los a construir uma teologia ortodoxa e bíblica a respeito da caridade. A caridade é um privilégio (8.4) A caridade nasce do comprometimento (8.5) A caridade é voluntária (8.8) A caridade tem um objetivo (8.13-16) A caridade tem conseqüência pessoais (9.6) A caridade envolve coração e mente (9.7) A caridade tem resultados espirituais, além dos materiais (9.12) Palavra Chave: Generosidade - "Virtude daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem". RESUMO DA LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE Os capítulos 8 e 9 de 2 Coríntios tratam especificamente acerca da obrigatoriedade de amarmos e auxiliarmos os pobres e necessitados. I. EXEMPLOS DE AÇÕES GENEROSAS (8.1-6,9; 9.1,2) 1. O exemplo dos macedônios (8.1-6). 2. O exemplo de JESUS CRISTO (8.9). 3. O exemplo da igreja coríntia (9.1,2). II. EXORTAÇÃO AO ESPÍRITO GENEROSO PARA CONTRIBUIR (8.7-15) 1. A igreja de Corinto foi encorajada a repartir generosamente com os necessitados (8.11). 2. A responsabilidade social da Igreja. 3. A generosidade cristã requer reciprocidade mútua dos recursos. III. OS PRINCÍPIOS DA GENEROSIDADE (9.6-15) 1. O valor da liberalidade na contribuição. 2. A igreja deve socorrer os necessitados obedecendo a três princípios que norteiam o serviço social. 3. A graça de contribuir. CONCLUSÃO Filantropia sem generosidade não tem valor. SINOPSE DO TÓPICO (1) O princípio da generosidade está fundamentado na idéia de doar e não de ter (2 Co 8.12). SINOPSE DO TÓPICO (2) Assim como o Senhor jamais se esqueceu dos pobres, a Igreja não deve desprezá-los (Lc 4.18,19), pois na essência da mensagem do Evangelho está também o atendimento às pessoas necessitadas. SINOPSE DO TÓPICO (3) A igreja deve socorrer os necessitados obedecendo a três princípios que norteiam o serviço social: mutualidade, responsabilidade e proporcionalidade. REFLEXÃO "Dar ajuda aos pobres, era, e é, virtude tão grande no judaísmo assim como o é na grande exortação de Paulo aos coríntios (e a nós!) para que todos sejam generosos com os necessitados". Lawrence Richards AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Teológico "Ação Social: Compromisso de uma Igreja. O avivamento espiritual, que é tanto a causa como o produto de uma Igreja Viva, precisa abranger a igreja como um todo, se não queremos um organismo aleijado ou disforme. Não se pode falar de um avivamento que priorize apenas um aspecto da totalidade do ser humano como, por exemplo, o destino de sua alma, em detrimento de seu bem-estar físico e social. Não nos interessa uma comunidade apenas voltada para o futuro, em prejuízo do hoje, pois isso implica em negligenciar as necessidades imediatas e urgentes do ser humano. O homem vive na dimensão do aqui e agora. Tem fome, frio, doença, sofre injustiças; enfim, tem mil motivos para não ser feliz. Nossa missão, pois, é socorrer o homem no seu todo, para que não somente usufrua paz de espírito, mas também conserve no corpo e na mente motivos de alegria e esperança. O projeto de JESUS é para o homem todo e para todos os homens. Fugir dessa verdade é desobediência e rebelião contra aquEle que nos comissionou. Um verdadeiro avivamento trará de volta ao crente brasileiro o amor pelos quase 50 milhões de irmãos pátrios que vivem na pobreza absoluta. O estilo de vida de uma igreja avivada não se presta a esquisitices humanas, mas à formação de personalidades de acordo com o caráter de CRISTO, que não negligenciam o amor ao próximo" (CIDACO, J. Armando. Um Grito pela Vida da Igreja. 1.ed. RJ, CPAD, 1996, pp.87-8). BIBLIOGRAFIA SUGERIDA RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2007. HENRY, Matthew. Comentário Bíblico do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2008. SAIBA MAIS na Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 41, p. 40 QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 9 - O PRINCIPIO BÍBLICO DA GENEROSIDADE RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2009 Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas. TEXTO ÁUREO 1- Complete: "Cada um ______________________ segundo propôs no seu coração, não com ____________________________ ou por _____________________________; porque DEUS ama ao que dá com alegria" (2 Co 9.7). VERDADE PRÁTICA 2- Complete: A generosidade é um ________________________ que deve _________________________ o coração _____________________________________ pela graça de DEUS. COMENTÁRIO- INTRODUÇÃO 3- De que tratam os capítulos 8 e 9 de 2 Coríntios ,especificamente? ( ) Da visita de Paulo a Corinto para arrecadar fundos para ajudar aos pobres de Antioquia. ( ) Acerca da obrigatoriedade de amarmos e auxiliarmos os pobres e necessitados. ( ) Ambos os capítulos formam o que poderíamos chamar de uma "teologia da generosidade". ( ) O caso que está sendo considerado, indica que a comunidade de fé em Jerusalém passava por sérias dificuldades. ( ) Os apóstolos solicitaram a Paulo e a Barnabé que se lembrassem dos pobres. ( ) Eles trouxeram uma contribuição de Antioquia a Jerusalém conforme está registrado em Romanos. 4- O que é o ato de estendermos as mãos aos menos favorecidos? ( ) É mais uma forma de sermos salvos. ( ) É uma forma de expressarmos o amor de Deus através de nossa vida. ( ) É a única forma de sermos salvos. I. EXEMPLOS DE AÇÕES GENEROSAS (8.1-6,9; 9.1,2) 5- Qual o exemplo dos macedônios (8.1-6), apesar de serem gentios e de suas dificuldades e pobreza? ( ) O princípio da generosidade está fundamentado na ideia de doar e não de ter. ( ) Foram capazes, por causa do amor a Deus, de ofertar o pouco que tinham para socorrer os pobres de Jerusalém. ( ) Paulo cita-lhes o exemplo e passa a exortar os coríntios a que observem a mesma prática em termos de contribuição. ( ) Os Macedônios contribuíram devido à insistÊncia de Paulo. ( ) O apóstolo apela para os cristãos de Corinto serem abundantes na generosidade para com os irmãos necessitados, especialmente, os de Jerusalém, a Igreja-mãe, pois foi onde tudo começou. 6- Por que o maior exemplo de generosidade está em Jesus Cristo (8.9)? ( ) Segundo o Dicionário Houaiss, generosidade é a "virtude daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem". ( ) Esta acepção encaixa-se perfeitamente no que Paulo afirmou acerca do Filho de Deus, dizendo que Ele sendo rico, por amor de vós se fez pobre. ( ) O sacrifício de nosso Senhor teve início no Céu, quando se despojou de sua glória para vir à Terra e dar a sua vida em resgate da humanidade. ( ) Seu exemplo de generosidade vai além de qualquer outro. ( ) Por que JESUS mandava seus discípulos ajudarem aos pobres, Ele não tinha tempo para fazê-lo. ( ) Paulo diz que Jesus se fez "pobre", para que, pela sua "pobreza", nós, cristãos fôssemos enriquecidos. ( ) O sentimento de Jesus é o que deve permear o coração dos crentes, tendo disposição de vontade para fazer o melhor pelo Reino de Deus, inclusive, contribuir com amor fraterno para os necessitados (Fp 2.5). 7- Qual foi o exemplo da igreja coríntia (9.1,2)? ( ) O apóstolo é amável e felicita os coríntios pela abundância de bênçãos espirituais que têm experimentado. ( ) Em termos de caridade, os coríntios já haviam-na manifestado a Paulo e aos seus companheiros . ( ) A igreja coríntia foi a que mais havia abundado em distribuir aos pobres bênçãos materiais até aquela data. ( ) A fim de defender a importância de tal contribuição, ele afirma que Tito fora sido recebido carinhosamente em Corinto e começado o levantamento de ofertas. ( ) Paulo recorda-lhes que não devem ficar apenas com esse ato inicial, mas que concretizem o propósito de enviar a oferta que prometeram. II. EXORTAÇÃO AO ESPÍRITO GENEROSO PARA CONTRIBUIR (8.7-15) 8- Como a igreja de Corinto foi encorajada a repartir generosamente com os necessitados (8.11)? ( ) Paulo provoca neles ciúmes dos Efésios que haviam contribuído muito mais do que eles, mesmo sendo pobres. ( ) Paulo motiva a igreja lembrando suas virtudes positivas e declara que os coríntios têm sido abundantes na fé, no entanto, apela a que sobejem, também, na graça da generosidade. ( ) Para não parecer que está exercendo sua autoridade apostólica com atitude interesseira, Paulo apenas dá o seu parecer sobre o assunto. ( ) Ele não impõe à igreja qualquer encargo, mas recorre ao espírito generoso dos irmãos quanto à contribuição financeira em favor dos crentes de Jerusalém. 9- Como é a responsabilidade social da Igreja? ( ) A missão assistencial da Igreja no mundo é feita somente para os cristãos pobres. ( ) Atender ao pobre em suas necessidades é um preceito bíblico. ( ) A missão assistencial da Igreja no mundo é a continuação da obra iniciada por Jesus. ( ) Assim como o Senhor jamais se esqueceu dos pobres, a Igreja não deve desprezá-los. ( ) Na essência da mensagem do Evangelho está também o atendimento às pessoas necessitadas. ( ) A Igreja Primitiva deu ênfase à assistência generosa para com os seus pobres. ( ) A Bíblia afirma que os cristãos primitivos "repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade". 10- Como a generosidade cristã requer reciprocidade mútua dos recursos? ( ) O sentimento comunitário é um dos sinais do cristianismo autêntico. ( ) Todos são iguais perante o Senhor, e seus direitos são os mesmos. ( ) O princípio da igualdade refuta as diferenças sociais quando é possível que algo seja feito. ( ) A reciprocidade mútua entre os crentes supre as necessidades dos irmãos que fazem parte da mesma fé. ( ) Não pode haver espaço para a fome e a nudez no meio do povo de Deus. ( ) Ninguém deve doar esperando que seja ajudado se vier a ter necessidade. ( ) A base desse sentimento constitui o critério da generosidade que deve permear a vida cristã. III. OS PRINCÍPIOS DA GENEROSIDADE (9.6-15) 11- Qual o valor da liberalidade na contribuição no Antigo Testamento? ( ) No Antigo Testamento, a entrega do dízimo obedecia a uma lei. ( ) Todo israelita tinha a obrigação de entregar o seu dízimo na Casa do Senhor. ( ) O dízimo, mais que uma regra a ser obedecida, é um princípio de gratidão, fé e obediência. ( ) O doador o faz porque reconhece o senhorio de Deus sobre suas finanças. ( ) O dízimo é uma obrigação de todos e não pode ser negligenciado sob pena de maldição hereditária até mesmo para os cristãos. 12- Qual o valor da liberalidade na contribuição no Novo Testamento, na igreja? ( ) O cristão está desobrigado do dízimo, pois não vive mais segundo a lei, portanto só contribui se desejar. ( ) Na igreja, o cristão obedece ao princípio da fé e do reconhecimento do Senhorio de Cristo. ( ) Do ponto de vista bíblico, a contribuição não se restringe aos 10% (o valor mínimo que o crente deve trazer à casa do tesouro). ( ) O princípio que a rege é o da liberalidade. ( ) Não há limite para a contribuição (2 Co 9.10). ( ) A pessoa oferta o que propuser em seu coração; o que vale é o seu princípio (o dar com liberalidade), não a regra. ( ) Ninguém o faz por força de uma lei ou preceito, mas sim por gratidão ao Senhor, por fidelidade e reconhecimento. ( ) As ofertas devem ser espontâneas, de coração aberto, e sem avareza (9.5). ( ) Deus se compraz em abençoar a Igreja, dando-lhe bênçãos espirituais e materiais. ( ) Assim como Ele abençoa seus filhos, espera que seus filhos abençoem generosamente seus irmãos na fé. ( ) Este princípio orienta que devemos dar com alegria, não com tristeza ou por necessidade (2 Co 9.7). 13- Complete: A igreja deve socorrer os necessitados obedecendo a três princípios que norteiam o serviço social. A Igreja não apenas ______________________ o Evangelho. Ela deve ____________________ os seus necessitados em termos ______________________ e materiais (Gl 2.9,10). 14- Quais são os três princípios fundamentais no exercício do serviço social.da igreja? ( ) Mutualidade, Santidade e Proporcionalidade. ( ) Mutualidade, Responsabilidade e Proporcionalidade. ( ) Mutualidade, Responsabilidade e Funcionalidade. 15- O que é Mutualidade? ( ) Este princípio se manifesta em generosidade, praticidade e solidariedade. ( ) Este princípio se manifesta em generosidade, reciprocidade e solidariedade. ( ) Este princípio se manifesta em generosidade, reciprocidade e verdade 16- Responsabilidade com o que? ( ) Com a obra de Deus e com seus parentes mais próximos. ( ) Com a obra de Deus e com seus irmãos necessitados. ( ) Com a sua família e com seus irmãos necessitados. 17- O que é Proporcionalidade? ( ) Nesta perspectiva, o cristão contribui de acordo com as necessidades dos outros. ( ) Nesta perspectiva, o cristão contribui de acordo com as suas possibilidades. ( ) Nesta perspectiva, o cristão deve contribuir além de suas possibilidades. 18- Como é a graça de contribuir? ( ) É uma lei imposta a todos. ( ) A generosidade requerida por Paulo não se constituía de atitudes vazias ou meras formalidades sociais. ( ) As igrejas que ajudam às suas coirmãs, ou investem na obra de evangelização e missões, são abençoadas copiosamente. ( ) Ofertar é um ato de adoração e louvor a Deus.. ( ) Além do mais, a graça de contribuir está fundamentada no princípio de que mais "bem-aventurada coisa é dar do que receber". CONCLUSÃO 19- Complete: Filantropia sem _______________________ não tem valor. A boa filantropia é aquela que baseia suas obras no princípio do ______________________, que supera todas as deficiências e nos torna úteis ao Reino de Deus. Gratidão e disposição para servir uns aos outros anulam a _________________________ e abrem as despensas de Deus com bênçãos espirituais e materiais (Ml 3.10). RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm AJUDA CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal. VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD. Nosso novo endereço: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/ Veja vídeos em http://ebdnatv.blogspot.com, http://www.ebdweb.com.br/ - Ou nos sites seguintes: 4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

ESTUDOS DA LICAO 08, EXORTACAO A SANTIFICACAO

LIÇÃO 08 - EXORTAÇÃO A SANTIFICAÇÃO Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º Trimestre de 2010 2 Coríntios - "Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas". Comentários da revista da CPAD: Pr. Elienai Cabral Consultores Doutrinários e Teológicos da CPAD: Pr. Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva TEXTO ÁUREO "Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de DEUS" (2 Co 7.1). VERDADE PRÁTICA Através de uma vida de Santificação e pureza, o crente separa-se das paixões mundanas, dedicando-se sacrificalmente ao serviço de nosso Senhor JESUS CRISTO. LEITURA DIÁRIA Segunda 1 Pe 1.16 DEUS é santo Terça Lv 11.45 Sede santos, porque eu sou santo Quarta Hb 13.12 Santificados pelo sangue de CRISTO Quinta 2 Tm 2.21 Santificados e idôneos Sexta Hb 12.14 Sem santificação ninguém verá o Senhor Sábado Jo 17.17 Santificados na verdade LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Coríntios 6.14-18; 7.1,8-10 2 Coríntios 6.14-18 14 Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? 15 E que concórdia há entre CRISTO e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? 16 E que consenso tem o templo de DEUS com os ídolos? Porque vós sois o templo do DEUS vivente, como DEUS disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu DEUS, e eles serão o meu povo. 17 Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; 18 e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso. 2 Coríntios 7.1,8-10 1 ORA, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de DEUS 8 Porquanto, ainda que vos contristei com a minha carta, não me arrependo, embora já me tivesse arrependido por ver que aquela carta vos contristou, ainda que por pouco tempo. 9 Agora folgo, não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para o arrependimento; pois fostes contristados segundo DEUS; de maneira que por nós não padecestes dano em coisa alguma. 10 Porque a tristeza segundo DEUS opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte. Vamos estudar nesta licao, principalmente sobre santificação, assunto quase desaparecido de nosso pulpitos na atualidade. Paulo estava preocupado com a situacao da igreja corintia a esse respeito, tanto que quase nao espera que eles respirem a reconciliacao entre eles e jaos esta exortanto sobre a separacao que deveriam ter do mundo, seus costumes, suas festas iolatricas e seus banquetes dedicados aos idolos, bem como sua prostituicao cultual e relacionamentos libidiosos. Exortação à santificação Significado de Exortar Animar, Incentivar, estimular - Induzir, conversar. Advertir, admoestar, aconselhar. Significado de Santificação Apartar-se (de algo impróprio) para uso sagrado (para DEUS). santificação no corpo, na alma e no espírito 6 Contatos entre o crente e o mundo: Jugo Sociedade Comunhão Harmonia Participação Consenso 6 diferentes posições: Crédulos e Incrédulos Justos e Injustos Luz e Trevas CRISTO e satanás Crentes e Descrentes Santuário de DEUS e Santuário de satanás A Bíblia deixa claro que não há contato, não há mistura. Ou se está em uma posição, ou se está em outra. Não dá para ficar com o “pé nos dois barcos”. Como está a sua vida. Analise agora: sua família, seu casamento, noivado, namoro, compromisso, escola, trabalho, empresa. Enfim, todas as áreas de sua vida. Quando Paulo fala “recebei-nos”, ele não está falando de receber CRISTO, mas sim, de receber a ele mesmo. Que os cristãos de Corinto deveriam “receber” Paulo como pastor, obedecê-lo e respeitá-lo. O amor de Paulo era tão grande que ele afirma: “junto viveremos” e “juntos morreremos”. Ele diz que se gloria da igreja e o mais importante, que está cheio de consolação e transborda de alegria nas “nossas tribulações”. Paulo participa das tribulações dos coríntios. 6.14 JUGO DESIGUAL COM OS INFIÉIS. Diante de DEUS, há apenas duas categorias de pessoas: as que estão em CRISTO e as que não estão (vv. 14-16). O crente, portanto, não deve ter comunhão ou amizade íntima com incrédulos, porque tais relacionamentos corrompem sua comunhão com CRISTO. Neste contexto estão as sociedades nos negócios, as ordens secretas (Maçonaria), namoro e casamento com incrédulos. A associação entre o cristão e o incrédulo deve ser o mínimo necessário à convivência social ou econômica, ou com o intuito de mostrar ao incrédulo o caminho da salvação (ver o estudo A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE) 6.16 O TEMPLO DE DEUS COM OS ÍDOLOS? Paulo apresenta um forte argumento no sentido de um crente nascido de novo, sendo templo de DEUS e do ESPÍRITO SANTO (Jo 14.23; 1 Co 6.19), não poder ser habitado por demônios. (1) Os ídolos, tanto no AT quanto no NT, representavam demônios (Dt 32.17; 1 Co 10.20,21). Logo, a pior forma de profanação no AT era colocar ídolos no próprio templo de DEUS (2 Rs 21.7,11-14). Semelhantemente, nunca devemos profanar nosso corpo, a habitação do ESPÍRITO SANTO, permitindo aos demônios ter acesso a ele (cf. v.15, onde "Belial" refere-se a Satanás; ver também Lc 10.19; 2 Tm 2.25,26; 1 Jo 4.4; 5.18). (2) Embora um espírito imundo não possa habitar lado a lado com o ESPÍRITO SANTO num verdadeiro crente, pode haver circunstâncias em que um espírito maligno aja num indivíduo cuja conversão esteja em marcha, não estando ele ainda plenamente regenerado pelo ESPÍRITO SANTO. A conversão pode, às vezes, envolver a expulsão de demônios de uma pessoa que, sinceramente, deseja seguir a CRISTO, mas que está enfrentando problemas maiores com certos pecados. Até ser aniquilado aquele poder ou controle demoníaco, a pessoa não poderá experimentar uma salvação plena e completa e, assim, tornar-se "templo do DEUS vivente" (cf. Mt 12.28,29) 6.17 APARTAI-VOS. Ver o estudo A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE. 7.1 TEMOS TAIS PROMESSAS. Paulo afirma com toda clareza que não podemos reivindicar as promessas maravilhosas e graciosas de DEUS alistadas em 6.16-18, sem uma vida de separação e de santidade (ver o estudo A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE). Este fato explica por que alguns perderam sua alegria cristã (Jo 15.11), sua proteção divina (Jo 17.12,14,15), resposta às orações (Jo 15.7,16) e o senso da presença paternal de DEUS (Jo 14.21,23). Uma vida de parceria com o mundo significa perder a presença e as promessas de DEUS. 7.1 PURIFIQUEMO-NOS. Os crentes precisam purificar-se de todo pecado, do corpo e do espírito. Fazer isso significa romper totalmente com toda forma de transigência ímpia e resistir, continuamente, aos desejos da carne. Devemos mortificar as ações pecaminosas do corpo, repudiá-las cada vez mais e fugir delas (vv. 9-11; Rm 8.12,13; Gl 5.16). 7.10 TRISTEZA SEGUNDO DEUS... TRISTEZA DO MUNDO. Aqui, Paulo identifica dois tipos de tristezas. (1) Há a tristeza autêntica, causada pelo pecado, que leva ao arrependimento. Consiste numa mudança de atitude, que nos leva a voltar-nos contra o pecado, e para DEUS. Esse tipo de arrependimento leva à salvação. Para Paulo, o arrependimento do pecado e a fé em CRISTO são responsabilidades humanas quanto à salvação (ver Mt 3.2). (2) Em contraste, os que não se arrependem, se entristecem repetidamente devido às conseqüências do seu pecado; tal tristeza conduz à morte e à condenação eternas (Mt 13.42,50; 25.30; Rm 6.23). Palavra Chave: Santificação - Separação do mal e do pecado, e dedicação total e exclusiva a DEUS. A SANTIFICAÇÃO (BEP - CPAD) 1Pe 1.2 “Eleitos segundo a presciência de DEUS Pai, em santificação do ESPÍRITO, para a obediência e aspersão do sangue de JESUS CRISTO: graça e paz vos sejam multiplicadas”. Santificação (gr. hagiasmos) significa “tornar santo”, “consagrar”, “separar do mundo” e “apartar-se do pecado”, a fim de termos ampla comunhão com DEUS e servi-lo com alegria (ver também o estudo A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE). (1) Além do termo “santificar” (cf. 1Ts 5.23), o padrão bíblico da santificação é expresso em termos tais como “Amarás o Senhor, teu DEUS, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mt 22.37), “irrepreensíveis em santidade” (1Ts 3.13), “aperfeiçoando a santificação” (2Co 7.1), “a caridade de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida” (1Tm 1.5), “sinceros e sem escândalo algum” (Fp 1.10), “libertados do pecado” (Rm 6.18), “mortos para o pecado” (Rm 6.2), “para servirem à justiça para santificação” (Rm 6.19), “guardamos os seus mandamentos” (1Jo 3.22) e “vence o mundo” (1Jo 5.4). Tais termos descrevem a operação do ESPÍRITO SANTO mediante a salvação em CRISTO, pela qual Ele nos liberta da escravidão e do poder do pecado (Rm 6.1-14), nos separa das práticas pecaminosas deste mundo atual, renova a nossa natureza segundo a imagem de CRISTO, produz em nós o fruto do ESPÍRITO e nos capacita a viver uma vida santa e vitoriosa de dedicação a DEUS (Jo 17.15-19,23; Rm 6.5, 13, 16, 19; 12.1; Gl 5.16, 22,23; ver 2Co 5.17). (2) Esses termos não subentendem uma perfeição absoluta, mas a retidão moral de um caráter imaculado, demonstrada na pureza do crente diante de DEUS, na obediência à sua lei e na inculpabilidade desse crente diante do mundo (Fp 2.14,15; Cl 1.22; 1Ts 2.10; cf. Lc 1.6). O cristão, pela graça que DEUS lhe deu, morreu com CRISTO e foi liberto do poder e domínio do pecado (Rm 6.18); por isso, não precisa nem deve pecar, e sim obter a necessária vitória no seu Salvador, JESUS CRISTO. Mediante o ESPÍRITO SANTO, temos a capacidade para não pecar (1Jo 3.6), embora nunca cheguemos à condição de estarmos livres da tentação e da possibilidade do pecado. (3) A santificação no AT foi a vontade manifesta de DEUS para os israelitas; eles tinham o dever de levar uma vida santificada, separada da maneira de viver dos povos à sua volta (ver Êx 19.6; Lv 11.44; 19.2; 2Cr 29.5). De igual modo a santificação é um requisito para todo crente em CRISTO. As Escrituras declaram que sem santificação ninguém verá o Senhor (Hb 12.14). (4) Os filhos de DEUS são santificados mediante a fé (At 26.18), pela união com CRISTO na sua morte e ressurreição (Jo 15.4-10; Rm 6.1-11; 1 Co 130), pelo sangue de CRISTO (1Jo 1.7-9), pela Palavra (Jo 17.17) e pelo poder regenerador e santificador do ESPÍRITO SANTO no seu coração (Jr 31.31-34; Rm 8.13; 1Co 6.11; 1Pe 1.2; 2Ts 2.13). (5) A santificação é uma obra de DEUS, com a cooperação do seu povo (Fp 2.12,13; 2Co 7.1). Para cumprir a vontade de DEUS quanto à santificação, o crente deve participar da obra santificadora do ESPÍRITO SANTO, ao cessar de praticar o mal (Is 1.16), ao se purificar “de toda imundícia da carne e do espírito” (2Co 7.1; cf. Rm 6.12; Gl 5.16-25) e ao se guardar da corrupção do mundo (Tg 1.27; cf. Rm 6.13,19; 8.13; Ef 4.31; 5.18; Tg 4.8). (6) A verdadeira santificação requer que o crente mantenha profunda comunhão com CRISTO (ver Jo 15.4), mantenha comunhão com os crentes (Ef 4.15,16), dedique-se à oração (Mt 6.5-13; Cl 4.2), obedeça à Palavra de DEUS (Jo 17.17), tenha consciência da presença e dos cuidados de DEUS (Mt 6.25-34), ame a justiça e odeie a iniqüidade (Hb 1.9), mortifique o pecado (Rm 6), submeta-se à disciplina de DEUS (Hb 12.5-11), continue em obediência e seja cheio do ESPÍRITO SANTO (Rm 8.14; Ef 5.18). (7) Segundo o NT, a santificação não é descrita como um processo lento, de abandonar o pecado pouco a pouco. Pelo contrário, é apresentada como um ato definitivo mediante o qual, o crente, pela graça, é liberto da escravidão de Satanás e rompe totalmente com o pecado a fim de viver para DEUS (Rm 6.18; 2Co 5.17; Ef 2.4,6; Cl 3.1-3). Ao mesmo tempo, no entanto, a santificação é descrita como um processo vitalício mediante o qual continuamos a mortificar os desejos pecaminosos da carne (Rm 8.1-17), somos progressivamente transformados pelo ESPÍRITO à semelhança de CRISTO (2Co 3.18) crescemos na graça (2Pe 3.18), e devotamos maior amor a DEUS e ao próximo (Mt 22.37-39; 1Jo 4.10-12, 17-21). (8) A santificação pode significar uma outra experiência específica e decisiva, à parte da salvação inicial. O crente pode receber de DEUS uma clara revelação da sua santidade, bem como a convicção de que DEUS o está chamando para separar-se ainda mais do pecado e do mundo e a andar ainda mais perto dEle (2Co 6.16-18). Com essa certeza, o crente se apresenta a DEUS como sacrifício vivo e santo e recebe da parte do ESPÍRITO SANTO graça, pureza, poder e vitória para viver uma vida santa e agradável a DEUS (Rm 12.1,2; 6.19-22). A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE 2Co 6.17,18 “Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso”. O conceito de separação do mal é fundamental para o relacionamento entre DEUS e o seu povo. Segundo a Bíblia, a separação abrange duas dimensões, sendo uma negativa e outra positiva: (a) a separação moral e espiritual do pecado e de tudo quanto é contrário a JESUS CRISTO, à justiça e à Palavra de DEUS; (b) acercar-se de DEUS em estreita e íntima comunhão, mediante a dedicação, a adoração e o serviço a Ele. (1) No AT, a separação era uma exigência contínua de DEUS para o seu povo (Lv 11.44; Dt 7.3; Ed 9.2). O povo de DEUS deve ser santo, diferente e separado de todos os outros povos, a fim de pertencer exclusivamente a DEUS. Uma principal razão por que DEUS castigou o seu povo com o desterro na Assíria e Babilônia foi seu obstinado apego à idolatria e ao modo pecaminoso de vida dos povos vizinhos (ver 2Rs 17.7,8; 24.3; 2Cr 36.14; Jr 2.5, 13; Ez 23.2; Os 7.8). (2) No NT, DEUS ordenou a separação entre o crente e (a) o sistema mundial corrupto e a transigência ímpia (Jo 17.15,16; 2Tm 3.1-5; Tg 1.27; 4.4); (b) aqueles que na igreja pecam e não se arrependem de seus pecados (Mt 18.15-17; 1Co 5.9-11; 2Ts 3.6-15); e (c) os mestres, igrejas ou seitas falsas que aceitam erros teológicos e negam as verdades bíblicas (ver Mt 7.15; Rm 16.17; Gl 1.9; Tt 3.9-11; 2Pe 2.17-22; 1Jo 4.1; 2Jo 10,11; Jd vv.12,13). (3) Nossa atitude nessa separação do mal, deve ser de (a) ódio ao pecado, à impiedade e à conduta de vida corrupta do mundo (Rm 12.9; Hb 1.9; 1Jo 2.15), (b) oposição à falsa doutrina (Gl 1.9), (c) amor genuíno para com aqueles de quem devemos nos separar (Jo 3.16; 1Co 5.5; Gl 6.1; cf. Rm 9.1-3; 2Co 2.1-8; 11.28,29; Jd v. 22) e (d) temor de DEUS ao nos aperfeiçoarmos na santificação (7.1). (4) Nosso propósito na separação do mal, é que nós, como o povo de DEUS, (a) perseveremos na salvação (1Tm 4.16; Ap 2.14-17), na fé (1Tm 1.19; 6.10, 20,21) e na santidade (Jo 17.14-21; 2Co 7.1); (b) vivamos inteiramente para DEUS como nosso Senhor e Pai (Mt 22.37; 2Co 6.16-18) e (c) convençamos o mundo incrédulo da verdade e das bênçãos do evangelho (Jo 17.21; Fp 2.15). (5) Quando corretamente nos separarmos do mal, o próprio DEUS nos recompensará, acercando-se de nós com sua proteção, sua bênção e seu cuidado paternal. Ele promete ser tudo o que um bom Pai deve ser. Ele será nosso Conselheiro e Guia; Ele nos amará e de nós cuidará como seus próprios filhos (6.16-18). (6) O crente que deixa de separar-se da prática do mal, do erro, da impureza, o resultado inevitável será a perda da sua comunhão com DEUS (6.16), da sua aceitação pelo Pai (6.17), e de seus direitos de filho (6.18; cf. Rm 8.15,16). INTERAÇÃO Todo crente compromissado com o Senhor deseja viver em santidade. A santificação é um processo, longo, é realizada paulatinamente por meio do ESPÍRITO SANTO naqueles que a buscam com um coração sincero e puro. Paulo amava os coríntios, por isso, os advertiu a viver uma vida de santidade na presença de DEUS. O apóstolo, com amor e zelo, advertiu os irmãos a respeito do jugo desigual e da parceria com os incrédulos. Ele enfatizou o fato de que é preciso haver separação entre "luz e trevas", "justiça e iniqüidade", "templo de DEUS" e "templo de ídolos". OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Compreender o que levou Paulo a buscar a reconciliação e a comunhão com os coríntios. Conscientizar-se a respeito da importância de se ter uma vida santificada. Explicar o porquê de Paulo ter reiterado seu amor para com os coríntios. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Professor, divida a classe em dois grupos. Depois que já estiverem formados, entregue a cada grupo uma das seguintes questões: O que é jugo desigual? É correto o relacionamento do cristão com os não-crentes? Cada grupo terá três minutos no máximo para discutir seu tema e dois minutos para expor sua opinião à classe. Ouça com atenção a cada exposição. Em seguida, peça aos alunos que leiam as seguintes referências: 2 Co 7.1; 1 Pe 1.15,16; 1 Ts 4.3-8 e Rm 6.19. Conclua explicando que a Palavra de DEUS nos exorta a termos uma vida de pureza.. RESUMO DA LIÇÃO 08 - EXORTAÇÃO A SANTIFICAÇÃO Paulo incentiva-os a viverem em santificação, rejeitando todo envolvimento com as coisas imundas. I. PAULO APELA À RECONCILIAÇÃO E COMUNHÃO (6.11-13) 1. Paulo apela ao sentimento fraterno dos coríntios (v.11). 2. Paulo dá exemplo de reconciliação. 3. Paulo demonstra seu afeto e espera ser correspondido (vv.12,13). II. PAULO EXORTA OS CORÍNTIOS A UMA VIDA SANTIFICADA (6.14-7.1) 1. Uma abrupta interrupção de exortação (vv.14-18). 2. O perigo que ameaça a fé: o jugo desigual. 3. O correto relacionamento do cristão com os não-crentes. III. PAULO REGOZIJA-SE COM AS NOTÍCIAS DA IGREJA DE CORINTO (7.2-16) 1. Paulo reitera seu amor para com os coríntios (vv.2-4). 2. Paulo alegra-se com as notícias trazidas por Tito (vv.5-7). 3. A tristeza segundo DEUS (vv.8-16). CONCLUSÃO Regozijo-me de em tudo poder confiar em vós (v.16). REFLEXÃO - Somente quando você se tornar um homem do ESPÍRITO é que deixará de ser um homem da carne Bruce Wilkinson SINOPSE DO TÓPICO (1) - Paulo demonstra seu afeto pelos coríntios e espera ser correspondido. SINOPSE DO TÓPICO (2) - A cultura do mundo exterior, extremamente pagã, não deve interferir na vida dos cristãos. SINOPSE DO TÓPICO (3) - Mesmo tendo enfrentado a reprovação apostólica através dos atos rebeldes praticados por opositores ao seu ministério, Paulo se sentia consolado porque, ao reprovar tal atitude, produziu arrependimento e bem-estar em todos. AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO Subsídio Bibliográfico Porque a tristeza segundo DEUS opera arrependimento... A palavra traduzida como tristeza é lupe em cada caso. Esta palavra grega, também traduzida como pesar e dor no NT, é um termo amplo que abrange todos os tipos de aflições físicas e emocionais. Aqui, no entanto, a ênfase de Paulo está no fato de que a reação de uma pessoa lupe será segundo DEUS ou segundo o mundo. Quando a tristeza leva ao arrependimento Å\ aquela mudança no coração e na mente nos coloca no caminho que leva à salvação Å\ esta tristeza cai na categoria das tristezas segundo DEUS. É importante recordar que salvação é freqüentemente usada no sentido da liberação atual. Aqui, o que Paulo quer dizer é que o arrependimento reverte nossa corrida para o desastre, e redime a situação, de modo que somos libertos das conseqüências associadas às escolhas anteriores, e erradas, que fizemos. Por outro lado, a tristeza é do mundo, se tudo o que ela produz é pesar, ou até mesmo um reconhecimento de que estivemos errados Å\ mas, sem nos levar ao arrependimento. (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. RJ, CPAD, 2007, p.378). VOCABULÁRIO Arrefecer: Esfriar, desanimar, perder a energia e o vigor. Missiva: Carta. Veterotestamentário: Relativo ao Antigo Testamento. Veemência: Impetuosidade, intensidade. QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 08 - EXORTAÇÃO A SANTIFICAÇÃO RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2009 Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas. TEXTO ÁUREO 1- Complete: "Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda ________________________ da ________________________ e do ________________________, aperfeiçoando a _________________________ no temor de DEUS" (2 Co 7.1). VERDADE PRÁTICA 2- Complete: Através de uma vida de _________________________ e __________________________, o crente separa-se das paixões mundanas, dedicando-se ______________________________ ao serviço de nosso Senhor JESUS CRISTO. COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO 3- A que Paulo apela para os Coríntios e a que os incentiva? ( ) À comunhão dos crentes em CRISTO, e incentiva-os a viverem em comunhão, rejeitando todo envolvimento com as coisas boas. ( ) À comunhão dos crentes em DEUS, e incentiva-os a viverem em santificação, rejeitando todo envolvimento com as coisas santas. ( ) À comunhão dos crentes em CRISTO, e incentiva-os a viverem em santificação, rejeitando todo envolvimento com as coisas imundas. I. PAULO APELA À RECONCILIAÇÃO E COMUNHÃO (6.11-13) 4- Paulo interrompe sua defesa apostólica apelando, com veemência a que? ( ) Ao afeto mútuo que deve ser nutrido entre marido e esposa. ( ) Ao afeto mútuo que deve ser nutrido entre noivo e noiva. ( ) Ao afeto mútuo que deve ser nutrido entre um pai e seus filhos. 5- O que denotam as expressões empregadas pelo apóstolo, no versículo 11, ("nossa boca está aberta para vós" e "o nosso coração está dilatado") ( ) Denotam que seus atos e palavras são a expressão verdadeira do seu sentimento. ( ) Denotam que seus atos e palavras são a expressão verdadeira do seu entendimento. ( ) Denotam que seus atos e palavras são a expressão verdadeira do seu aconselhamento. 6- O que Paulo esperava, após ter expressado seu desejo de reatar os laços estreitos que havia entre ele e os coríntios? ( ) Que fosse compreendido e amado fraternalmente em CRISTO. ( ) Ele declara que o seu coração tem sido alargado para amar a todos os crentes e que ele e seus companheiros não têm limites nem restrições para amar a todos. ( ) Ele espera sinceramente que os Coríntios expulsassem os falsos mestres de entre eles e pedissem perdão a ele. 7- Paulo percebeu que o afeto dos coríntios era limitado e que não havia espaço para que eles verdadeiramente amassem seus ministros. O que lhes escreveu a esse respeito? ( ) Paulo visava acabar com os pensamentos idolátricos a seu respeito. ( ) No versículo 13, ele dá ênfase ao verbo "dilatar" (o mesmo que alargar). ( ) Paulo insiste com os coríntios que, de igual forma, dilatem (ou alarguem) seus corações, a fim de que recebam o amor que estava no coração do apóstolo. ( ) Dessa forma, Paulo visava acabar com os pensamentos negativos a seu respeito. II. PAULO EXORTA OS CORÍNTIOS A UMA VIDA SANTIFICADA (6.14-7.1) 8- Apesar de Paulo haver expressado seu sentimento de afeto e amor pelos coríntios, o que lhe era preciso corrigir? ( ) Alguns problemas de ordem financeira. ( ) Alguns problemas de ordem espiritual. ( ) Assim, ele assume um tom mais grave na discussão. 9- Qual a relação que não pode existir na vida de um crente? ( ) Tal relação é denominada de "fé desigual". ( ) Tal relação é denominada de "jugo desigual". ( ) Tal relação é denominada de "jugo igual". 10- O que é "jugo desigual"? ( ) É uma alusão à proibição veterotestamentária de se lavrar a terra com dois animais diferentes, sendo um mais forte que o outro (Dt 22.10). ( ) Isso para mostrar que deve haver separação entre "luz e trevas", "justiça e iniquidade", "templo de DEUS" e "templo de ídolos". ( ) Assim como água e óleo não se misturam, a comunhão dos santos com os infiéis equivale a um jugo desigual. ( ) É colocar cada junta de animal com uma canga de uma cor diferente, no costume idólatra. ( ) No versículo 16 ele declara que não há consenso entre DEUS e os ídolos, pois se cada crente é templo do DEUS vivo, não pode haver em seu interior imundícias que profanem a vida cristã. ( ) A grande lição que Paulo quer que os coríntios aprendam é que a cultura do mundo exterior, extremamente pagã, não deve interferir na vida dos cristãos. ( ) Devemos abster-nos de todo tipo de relacionamento que nos leve a transigir nossa fé ante o paganismo. ( ) Evitemos, pois, relacionamentos pessoais, matrimoniais e outros que nos induzam a abandonar a fé e a pureza de nossa vida espiritual (2 Co 11.3). 11- Qual o correto relacionamento do cristão com os não-crentes? ( ) O melhor é se afastar deles para não se contaminar com o pecado. ( ) O crente não deve se colocar sob um jugo desigual com o incrédulo. ( ) Isso não é um incentivo à discriminação social. ( ) Numa sociedade, as circunstâncias levam-nos a comunicar-nos com os mais variados tipos de pessoas. ( ) Não devemos praticar, jamais, as obras dos ímpios e inimigos da fé. ( ) As ações do crente devem influenciar as pessoas de fora, não o contrário. ( ) A pureza moral e espiritual, no trato com os descrentes, objetiva evitar a contaminação da carne e do espírito (2 Co 7.1). ( ) Esta expressão, envolvendo carne e espírito, não se refere a duas categorias de pecados, mas à contaminação da pessoa como um todo, física e espiritualmente (1 Ts 5.23). III. PAULO REGOZIJA-SE COM AS NOTÍCIAS DA IGREJA DE CORINTO (7.2-16) 12- De que maneira Paulo reitera seu amor para com os coríntios (vv.2-4)? ( ) Paulo não perdera seu afeto pelos coríntios. ( ) Sua consciência e a de seus companheiros estavam limpas, pois não haviam defraudado a ninguém, ou prejudicado a qualquer irmão em CRISTO. ( ) Mais uma vez ele recomenda aos crentes que abram o coração (7.2). ( ) Paulo não se perdoava por perder o afeto dos coríntios. ( ) Ele tinha razões para escrever desse modo - com ousadia - por causa das boas notícias que obteve da igreja através de Tito, seu companheiro (vv.6,7). 13- Como foi escrita essa carta de Paulo aos Coríntios? ( ) Muito provavelmente em uma única cidade, a de Éfeso. ( ) A diversidade de assuntos tratados na carta evidencia que ela não foi escrita de uma só vez, mas em várias etapas. ( ) Paulo havia viajado de Éfeso para Trôade, depois foi a Macedônia, e em seguida para o Ilírico (atuais Albânia e Iugoslávia - Rm 15.19). ( ) Durante essas viagens, ele ia escrevendo suas cartas, a exemplo dessa segunda aos coríntios. 14- Foi em uma dessas viagens, quando estava na Macedônia, que Tito veio ao encontro de Paulo (v.6), quais as notícias tragas pelo mesmo? ( ) O jovem pastor era portador de boas e más notícias: o amor demonstrado pelos coríntios ao receberem Tito com carinho e hospitalidade era a boa e a má que eles não o queriam ver. ( ) O jovem pastor era portador de boas notícias: o amor demonstrado pelos coríntios ao receberem Tito com carinho e hospitalidade era a principal delas. ( ) O jovem pastor trouxe informações da mudança de atitude dos coríntios para com o apóstolo e, por isso, Paulo louva a mudança de coração daquele povo, que soube reconhecer-lhe o zelo pela igreja. 15- Como era a tristeza segundo DEUS (vv.8-16) para Paulo? ( ) A tristeza provocada pela repreensão de DEUS gerou uma tristeza irreparável nos coríntios. ( ) Paulo se sentia consolado porque, ao reprovar as atitudes manifesta nos atos rebeldes praticados pelos opositores de seu ministério, produziu arrependimento e bem-estar em todos. ( ) A tristeza provocada pela repreensão paulina gerou arrependimento e concerto (vv.10-12). ( ) Antes as palavras "tristeza" e "entristecer" estiveram nos lábios e pena do apóstolo, agora, nos versículos 13 a 16, "consolar" e "encorajar"passaram a constar no vocabulário da carta. ( ) Tais verbos revelam o sentimento mútuo que passou a dominar o coração de Paulo e da igreja de Corinto. CONCLUSÃO 16- Complete? Apesar de a relação entre Paulo e a igreja de Corinto ter sido __________________________________, a inteireza da fé e a _____________________________ do apóstolo contribuíram para que houvesse uma restauração entre ambos. Assim, após a operação do ESPÍRITO SANTO na vida da igreja, Paulo pôde então dizer: Regozijo-me de em tudo poder ___________________________________ em vós (v.16). RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm AJUDA CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal. VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD. Nosso novo endereço: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/ Veja vídeos em http://ebdnatv.blogspot.com, http://www.ebdweb.com.br/ - Ou nos sites seguintes: 4Shared, BauCristao, Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

VIDEO DA LICAO 7, PAULO, UM MODELO DE LIDER SERVIDOR

ESTUDOS DA LCAO 7, PAULO, MODELO DE UM L�DER SERVIDOR

LI��O 7, PAULO, MODELO DE UM L�DER SERVIDOR
Li��es B�blicas Aluno - Jovens e Adultos - 1 � TRIMESTRE DE 2010
2Cor�ntios - "Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas".
Coment�rios da revista da CPAD: Pr.. Elienai Cabral
Doutrin�rios e Consultores Teol�gicos da CPAD: Pr.. Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade
Extras, ilustra��es, v�deos e question�rios: Ev .. Luiz Henrique de Almeida Silva
Question�rio
TEXTO �UREO
N�s "E, cooperando tamb�m com ele, vos exortamos a que n�o recebais a gra�a de DEUS em v�o" (2 Co 6.1).
VERDADE PR�TICA
O l�der-servidor egoisticamente idade n�o, antes servir ao povo de esp�rito volunt�rio com DEUS e sol�cito.
LEITURA DI�RIA
2 Co 3,1
Paulo, recomend�vel um l�der
2 Co 4,2
Paulo, um l�der exemplar
Mt 20,26
Paulo, um servo-l�der
Rm 5,3
Paulo, um paciente l�der
2 Co 4,5
Paulo, um l�der que pregava somente a mensagem de CRISTO
At 14,22
Paulo, um l�der pelas adversidades Provado
LEITURA B�BLICA EM CLASSE -- 2 Cor�ntios 6,1-10
1 E n�s, cooperando tamb�m com ele, vos exortamos a que n�o recebais a gra�a de DEUS em v�o 2 (Porque diz: Ouvi-te em tempo Aceit�vel e Socorri-te no dia da salva��o; Aceit�vel eis aqui agora o tempo, eis aqui agora o dia da salva��o.); 3 N�o dando n�s esc�ndalo em alguma coisa, para que o nosso minist�rio n�o seja censurado. 4 Antes, como ministros de DEUS, tornando-nos recomend�veis em tudo: na muita paci�ncia, nas afli��es, nas Necessidades, nas Ang�stias, 5 nos a�oites, nas pris�es, nos tumultos, nos trabalhos, nas vig�lias, nos jejuns, 6 na pureza , na ci�ncia, na longanimidade, na benignidade, no Esp�rito Santo, no amor n�o fingido, 7 na verdade da Palavra, no poder de DEUS, pelas armas da justi�a, � direita e � esquerda, 8 por honra e por desonra inf�mia, por e por boa fama, como sendo verdadeiros Enga�adores e; 9 como desconhecidos, mas sendo bem conhecidos, como morrendo e eis que vivemos; Castigados como e n�o mortos; 10 Como contristados, mas sempre alegres, como pobres, mas a muitos enriquecendo, como TENDO nada e possuindo tudo.
Palavra Chave: L�der-Servidor -- Individuo que, na moderna administra��o, � visto como o modelo ideal de lideran�a, pois, em vez de chefiar friamente, servir aos liderados de modo que constrange-os a trabalhar em prol do bem coletivo.

6,1 N�O RECEBAIS A GRA�A DE DEUS EM V�O. Paulo cria, indubitavelmente, era que o crente Poss�vel Receber a gra�a de DEUS E depois experimentar a salva��o (v.2), e, por causa de descuido ou espiritual de viver em pecado deliberado, abandonar a f� ea vida do Evangelho, e voltar a perder-se. Todos Devem ser exortados a se reconciliarem com DEUS EA Receber uma sua gra�a (5,20). Aqueles que Recebem a gra�a de DEUS Devem ser exortados um n�o recebe-la em v�o (cf. vv. 14-18).
A gra�a de DEUS:
Repartida livremente, Sl 84:11, At 11:23; 13:43.
D� poder para o servi�o, 1 Cor�ntios 3:10; 15:10.
Capacita a viver uma vida crist�, 2Co 1:12.
Pode ser tornada in�til e 2 Cor�ntios 6:1; Gl 2:21, Ef 3:7, Hb 2:9; Tg 4:6.
N�o � CONCEDIDA para fins ego�stas, 1Pe 4:10.
Prometida aos humildes, 1Pe 5:5.
F� E GRA�A
Rm 5,21 "para que, assim como o pecado reinou na morte, tamb�m a gra�a reinasse pela justi�a para a vida eterna, por JESUS CRISTO, nosso Senhor."

Gra�a � o dom do Atrav�s da Miseric�rdia estende qual DEUS, bondade e salva��o �s pessoas. A gra�a de DEUS Permite que Ele confronte a indiferen�a e rebeli�o Humanas COM SUA Capacidade ilimitada de perdoar e aben�oar. DEUS � gracioso em a��o. A doutrina da Divina Gra�a sublinha o pensamento tanto do Velho como do Novo Testamento. Entretanto, o Velho Testamento somente antecipa e prepara para uma completa express�o da gra�a que � revelada nenhuma Novo Testamento.

A salva��o � um dom da gra�a de DEUS, mas somente podemos recebe-la em resposta � f�, do lado humano. Para entender CORRETAMENTE O processo da salva��o, precisamos entender essas duas palavras: F� e Gra�a
F� salvifica. A f� em JESUS CRISTO � a �nica condi��o pr�via Requer QUE DEUS do homem para a salva��o. A f� n�o � somente uma confiss�o a respeito de CRISTO, mas tamb�m uma a��o din�mica, que brota do cora��o do crente que quer seguir a CRISTO como Senhor e Salvador (cf. Mt 4,19; 16,24; Lc 9,23-25, Jo 10.4, 27 ; 12,26; Ap 14,4).
(1) O conceito de f� no NT Abrange quatro elementos principais: (a) F� significa crer e confiar firmemente n�o crucificado CRISTO e ressurreto como nosso Senhor e Salvador pessoal (ver Rm 1,17). Importa em crer de todo cora��o (At 8,37; Rm 6,17; Ef 6,6; Hb 10,22), ou seja: entregar a nossa vontade ea Totalidade do Ser um nosso JESUS CRISTO tal como Ele � revelado NT n�o.
(b) F� inclui arrependimento, ie, desviar-se do pecado com verdadeira tristeza (At 17,30; 2Co 7,10 voltar E)-se para DEUS Atrav�s de CRISTO. F� salvifica � sempre f� mais arrependimento (At 2.37,38; ver Mt 3,2).
(c) A f� inclui obedi�ncia um JESUS CRISTO e � sua Palavra, como maneira de viver inspirada por nossa f�, por nossa gratid�o a DEUS e pela obra regeneradora do ESP�RITO SANTO em n�s (Jo 3,3-6; 14,15, 21-24; Hb 5.8,9). � a "obedi�ncia que prov�m da f�" (Rm 1,5). Logo, f� e obedi�ncia s�o insepar�veis (cf. Rm 16,26). A salvifica f� sem uma busca dedicada da Santifica��o � ileg�tima e imposs�vel.
(d) A f� inclui sincera dedica��o pessoal e fidelidade uma CRISTO JESUS, que se expressam na confian�a, amor, gratid�o e lealdade para com ele. A f�, no seu sentido mais elevado, n�o se diferencia muito do amor. � uma atividade pessoal de sacrif�cio e de abnega��o para com CRISTO (cf. Mt 22,37; Jo 21,15-17; At 8,37; Rm 6,17; Gl 2,20; Ef 6,6; 1Pe 1,8).
(2) A f� em Jesus como nosso Senhor e Salvador � tanto um ato de um momento �nico, como uma atitude cont�nua para a vida inteira, que precisa crescer e se fortalecer (ver Jo 1,12). Porque temos f� numa Pessoa real e �nica que morreu por n�s (Rm 4,25; 8,32; 1Ts 5.9,10), nossa f� crescer DEVE (Rm 4,20; 2Ts 1,3; 1Pe 1.3-9). A confian�a ea obedi�ncia transformam-se em fidelidade e Devo��o (Rm 14,8; 2Co 5.15); Fidelidade nossa Devo��o e transformam-se numa intensa dedica��o pessoal e amorosa ao Senhor Jesus Cristo (Fp 1.21; 3,8-10; ver Jo 15,4; Gl 2,20 ).
GRA�A. No AT DEUS Revelou-se como o DEUS da gra�a e miseric�rdia, demonstrando amor para com o seu povo, n�o porque este merecesse, mas por causa da fidelidade de DEUS � sua promessa feita � Abra�o, Isaque e Jac� (ver �x 6,9). Os escritores b�blicos d�o Prosseguimento ao tema da gra�a como sendo a presen�a eo amor de Deus em CRISTO JESUS, transmitidos aos crentes pelo ESP�RITO SANTO, e que lhes outorga miseric�rdia perd�o, querer e poder para fazer a vontade de DEUS (Jo 3,16; 1Co 15,10; Fp 2.13; 1Tm 1.15,16). Toda atividade da vida crist�, desde o seu in�cio at� o fim, depende desta gra�a divina.
(1) DEUS concede uma medida da sua gra�a como d�diva aos Incr�dulos (1Co 1.4; 15,10), a fim de poderem crer no Senhor Jesus Cristo (Ef 2.8,9; Tt 2,11; 3,4).
(2) DEUS concede gra�a ao crente para que seja "liberto do pecado" (Rm 6.20, 22), para que nele opere "tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade" (Fp 2.13; cf. Tt 2,11, 12; ver Mt 7,21), para orar (Zc 12.10), para crescer em CRISTO (2Pe 3,18) e para testemunhar de CRISTO (At 4,33; 11,23).
(3) Devemos diligentemente desejar e buscar a gra�a de DEUS (Hb 4,16). Alguns dos Meios pelos Quais o crente recebe a gra�a de DEUS S�o estudar: as Escrituras Sagradas e obedecer aos seus preceitos (Jo 15,1-11; 20,31; 2Tm 3,15), ouvir a Proclama��o do Evangelho (Lc 24,47; At 1,8; Rm 1,16; 1Co 1.17,18), orar (Hb 4,16; Jd v. 20), jejuar (cf. Mt 4,2; 6,16), adorar a Cristo (Cl 3,16); estar continuamente cheio do ESP�RITO SANTO (cf. Ef 5,18) e participar da Ceia do Senhor (cf. At 2,42; ver Ef 2,9).
(4) A gra�a de DEUS pode ser resistida (Hb 12.15), recebida em v�o (2Co 6.1), apagada (1Ts 5.19), anulada (Gl 2,21) e abandonada pelo crente (Gl 5,4).
6,4 Afli��es NAS ... NAS ANG�STIAS.
OS Sofrimentos de Paulo. O ESP�RITO SANTO, Atrav�s das palavras de Paulo, revela-nos a ang�stia eo sofrimento de uma pessoa totalmente dedicada a CRISTO, � sua Palavra e � causa em prol da qual Ele morreu. Paulo comungava com os sentimentos de DEUS cora��o e vivia em sintonia com o e os sofrimentos de CRISTO. Seguem-se vinte formas da participa��o de Paulo nos sofrimentos de CRISTO. Ele fala em:
(1) "muitas tribula��es" enfrentadas ao servir um DEUS (At 14,22);
(2) sua afli��o no "esp�rito", por causa do pecado dominante na sociedade (At 17,16);
(3) servir ao Senhor com "l�grimas" (2,4);
(4) advertir a igreja "noite e dia com L�grimas", durante um per�odo de tr�s anos, por causa da perdi��o das almas, pela distor��o do evangelho falsos mestres por, contr�rios � f� b�blica apost�lica (At 20,31);
(5) sua grande tristeza ao separar-se dos crentes amados (At 20.17-38), e seu pesar diante da tristeza deles (At 21,13);
(6) uma grande tristeza "e cont�nua dor" no seu cora��o, por causa da recusa dos seus "Patr�cios" em aceitarem o evangelho de CRISTO (Rm 9.2,3; 10,1);
(7), e Prova��es muitas afli��es que lhe advieram por causa do seu trabalho para CRISTO (4.8-12; 11,23-29; 1 Co 4.11-13);
(8 pesar seu) e ang�stia de esp�rito, por causa do pecado tolerado dentro da igreja (2.1-3; 12,21; 1 Co 5.1,2; 6,8-10);
(9) sua muita tribula��o "e ang�stia do cora��o", ao escrever abandonavam AQUELES QUE A CRISTO e ao evangelho verdadeiro (2,4);
(10) seus gemidos, por causa do desejo de estar com CRISTO e livre do pecado e das Preocupa��es deste mundo (5.1-4; FC. Fp 1,23);
(11) suas tribula��es "por fora e por dentro", por causa de seu compromisso com uma pureza moral e doutrin�ria da igreja (7.5; 11.3,4);
(12) o "cuidado" que o oprimia cada dia, por causa do seu zelo "por todas as igrejas" (v.28);
(13) o consumidor desgosto que sentia quando um crist�o passava um viver em pecado (v.29);
(14) o desgosto de proferir um An�tema "sobre" Aqueles que pregavam outro evangelho, diferente daquele revelado no NT (Gl 1.6-9);
(15) suas "dores de parto para restaurar" os da gra�a que caiam (Gl 4,19; 5,4);
(16) seu choro por causa dos inimigos da cruz de Cristo (Fp 3.18);
(17) sua afli��o "e Necessidade", pensando que Naqueles Podiam decair da f� (1 Ts 3.5-8);
(18) suas persegui��es por causa da sua paix�o pela justi�a e pela piedade (2 Tm 3,12);
(19) Lastim�vel sua condi��o ao ser abandonado pelos crentes da �sia (2 Tm 1,15); e
(20) seu apelo angustiado a Tim�teo para que este guarde fielmente a f� Genu�na, ante uma vindoura apostasia (1 Tm 4,1; 6,20; 2 Tm 1,14).

6,10 COMO POBRES. N�o � uma contradi��o para o Evangelho, quando um crist�o verdadeiramente dedicado � Financeiramente pobre. Paulo afirma que possu�a poucos bens deste mundo, mas, como servo de DEUS, Tornava ricos outros espiritualmente (cf. 8,9; em 3. 1�; Ef 3,8).
As riquezas da Gra�a de DEUS s�o superiores as do mundo:
Rm 2:4 Ou ser� que voc� despreza as riquezas da sua bondade, toler�ncia e paci�ncia, n�o Reconhecendo que uma bondade de DEUS o leva ao arrependimento?
Rm 9:23 Que dizer, se ele fez isto para Tornar conhecidas as riquezas de sua gl�ria aos vasos de sua miseric�rdia, que preparou de antem�o para gl�ria, a fim de que tamb�m desse a conhecer a riquezas da sua gl�ria nos vasos de miseric�rdia, que para a gl�ria j� dantes preparou,
Ef 1:7 Nele temos a reden��o pelo seu sangue, uma Remiss�o dos pecados, segundo as riquezas da sua gra�a,
Ef 2:7 para mostrar nos s�culos vindouros as abundantes riquezas da sua gra�a, pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.
Fp 4:19 E o meu DEUS suprir� todas as vossas Necessidades segundo a sua gloriosa riqueza em Cristo Jesus.
1Tm 1:14 ea gra�a de nosso Senhor superabundou com a f� eo amor que h� em Cristo Jesus.
Tt 3:6 que ele Derramou sobre n�s ricamente, por meio de Jesus Cristo nosso Salvador,
2Co 6,10 como entristecidos, por�m sempre alegres, pobres, enriquecendo mas a muitos; tend�o nada, mas possuindo tudo.
2Co 8,9 Pois j� conheceis a gra�a de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de v�s se fez pobre, para que pela sua pobreza vos torn�sseis ricos.
O L�der Servidor (James C. Hunter)
Liderar � tanto arte como ci�ncia. N�o basta querer ser l�der, voc� tem que ter aptid�o, talento ter, e se preparar. Para liderar pessoas � preciso ser integrante do grupo, n�o cair de p�ra-quedas, bem como os anseios entender do grupo, e estes anseios por lutar. O verdadeiro l�der � o maior servidor. Ele defende e resultados obt�m em prol dos desejos do grupo. Ele � o principal interlocutor do grupo. Ele n�o exige nada e nem imp�e a ningu�m, apenas pede o compromisso de todos em prol do grupo. Ele � compreens�vel, e entende os problemas de cada um, e s� pensa nenhum grupo, na coletividade. Todas as Decis�es Tomadas levam em Considera��o principalmente o grupo. O seu grande objetivo � preservar o grupo, e trabalhar em prol do seu crescimento. A forma��o de novos l�deres � uma importante Fun��o do l�der moderno. Ele sabe da Necessidade de preparar pessoas, � consciente da Necessidade de ensin�-las ea condu��o delas � a sua grande humildade miss�o.A, o companheirismo e toler�ncia Devem ser exercidos diariamente pelo l�der.Os grupos se fortalecem com l�deres comprometidos com uma organiza��o, L�deres que se preocupam em trabalhar pela organiza��o, de forma impessoal, e volunt�ria.Segundo James Hunter, � necessario que os l�deres l�deres se transformem em servidores. Ele descrev� algumas caracter�sticas b�sicas para os l�deres Servidores: Paci�ncia respeito, gentileza, humildade, altru�smo, Capacidade de perdoar, honestidade, comprometimento, servi�o e sacrif�cio.
Conclus�o:
Conforme a defini��o b�sica de l�der servidor: "Algu�m com habilidades de identificar e ir ao encontro das Necessidades leg�timas (e n�o desejos) dos outros, influenciando-os para que possam contribuir completamente com seus recursos, visando �s metas e ao bem comum e com um car�ter que inspire confian�a ". S� JESUS CRISTO � o perfeito l�der servidor eo ap�stolo Paulo o seu imitador.
JESUS Como L�der Servo (Por: Josu� Campanha SEPAL)

"Porque o Filho do Homem n�o veio para ser servido, mas para servir, e dar um sua vida em resgate de muitos" (Marcos 10,45)

"A verdadeira grandeza ea verdadeira lideran�a, n�o se alcan�am Submetendo-se alguns homens ao servi�o de um, mas generosamente dando-se a si mesmo ao servi�o deles." J. Oswald Sanders.

As pessoas preferem seguir Aqueles que como Ajudam, n�o que Aqueles que intimidam! A B�blia diz: "a humildade precede uma honra" (Pv 15,33)
O primeiro Princ�pio da lideran�a de servo �: Os l�deres servidores se esperam e humilham os que exalte DEUS.
Voc� n�o pode Aplicar este Princ�pio em sua vida sem antes seguir os Ensinos de Jesus. Deve Decidir se dirigir� ou n�o sua vida de acordo com os Padr�es de JESUS, ou de acordo com as melhores experi�ncias e id�ias que o mundo oferece uma.
O segundo Princ�pio da lideran�a de servo �: Os l�deres servidores seguem uma JESUS posi��es e n�o um.
O terceiro Princ�pio da lideran�a de servo �: Os l�deres servidores renunciam um seus direitos para encontrar grandeza servindo aos outros.
Redefiniu JESUS "grandeza" e "Ser o primeiro". Quando voc� faz de Jesus o amo de sua vida, se converte em dos demais servo. No Reino de Deus, servir � guiar um e outros seguir ao Rei.
"Os l�deres crist�os Devem adotar o estilo de lideran�a de JESUS, que Lavou os p�s de seus disc�pulos. � interessante que o "antigo estilo" est� t�o atual como qualquer teoria moderna de lideran�a. "(Leith Anderson)
S� quando se confia que tem DEUS absoluto controle de sua vida, � que voc� pode arriscar-se e esquecer-se de si mesmo para servir aos outros. Se n�o � assim, n�o h� outra possibilidade de Proteger seu "ego" e defender seus direitos.
O quarto Princ�pio da lideran�a de servo �: Os l�deres servidores arriscam se a servir aos outros porque confiam em que controla suas vidas DEUS.
Ainda assim, Jesus redefiniu o que fazer Devem os l�deres: Os l�deres satisfazem as Necessidades. Os seguidores de Jesus tinham os p�s sujos e ningu�m estava disposto a lava-los. Tinham uma Necessidade, mas ningu�m ia deixar seu posto para satisfaz�-la. O quinto Princ�pio da lideran�a de servo �: Os l�deres servidores imitam uma CRISTO tomando uma toalha de servid�o de JESUS para satisfazer as dos outros Necessidades.

Nota importante: Satisfazer as Necessidades n�o significa atender aos desejos das pessoas. JESUS se ajoelhou aos p�s de Pedro como um servo, mas n�o permitiu que a prefer�ncia de Pedro o impedisse de Cumprir sua miss�o.

Outra mensagem importante: JESUS Lavou os p�s de Judas, o disc�pulo que o trairia com um beijo. O Mestre Lavou os p�s de Judas mesmo sabendo que ele o entregaria aos l�deres religiosos para ser crucificado. A maior prova do l�der servidor � lavar os p�s dos que ele sabe que v�o trai-lo.
Se voc� n�o est� usando uma toalha para servir de joelhos aos p�s dos outros, est� num lugar equivocado. Os l�deres do Reino de DEUS se ajoelham, se vestem como servidores e satisfazem as Necessidades dos seus seguidores.
Delegar � uma das formas que tem um l�der para unir o que fazer com o falar. � um m�todo valioso para formentar uma participa��o de outros, Desenvolver-se Alcan�ar e seu potencial. (Max DePree).
O delegam responsabilidades sexto Princ�pio da lideran�a do servo �: Os l�deres servidores e Autoridade para outros para satisfazer Maiores Necessidades.
Deve haver um equil�brio entre Autoridade e responsabilidade delegada. Assinala que "mais Autoridade e responsabilidade Ajudam menos uma incrementar a lideran�a; menos Autoridade e Ajudam mais uma responsabilidade Desenvolver uma conduta passiva". Os ap�stolos delegaram uma Autoridade suficiente para que os tomassem Sete Decis�es que satisfizessem os necessitados. Quando os l�deres procuram dirigir sozinhos, seus seguidores esgotam os e cansam. Os l�deres de muitas igrejas se "queimam porque pensam" que s�o os �nicos que pueden fazer o trabalho. Ser dono da responsabilidade de uma tarefa n�o significa que voc� tem que faz�-la sozinho. Os l�deres servidores sabem que S�o Mais Eficientes quando confiam em outros para com eles trabalhar.
Os bons preparam L�deres Capazes outras pessoas para que ajudem os a levar um cabo suas responsabilidades.
Quando Mois�s foi aconselhado a escolher outros l�deres para ajud�-lo, � porque Existiam enguias. Existem l�deres na Igreja preparados por DEUS, escolhidos Prontos Para Serem. Se n�o s�o escolhidos, alguns problemas tambi�n pueden Criar e outros ir para outro lugar, onde Ser�o mais �teis.
O s�timo Princ�pio da lideran�a do servo �: Os l�deres servidores multiplicam sua lideran�a um delegando responsabilidades para dirigir outros.
JESUS multiplicou sua lideran�a ao poder do ESP�RITO SANTO dar uma disc�pulos seus. Ele disse: "Recebereis poder, ao descer sobre v�s o ESP�RITO SANTO, e ser-me-eis testemunhas [...]" (Atos1.8). Dar poder vem sempre antes da miss�o. JESUS deu seu ESP�RITO SANTO aos disc�pulos para que tivessem o poder de testemunhar quem era ele e porque o Pai O havia enviado.

O que L�der S.E.R.V.E.

... servindo uns aos outros, segundo o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme gra�a de DEUS. (1 Pe 4.10).

OS L�DERES S�O OS SERVIDORES QUE DEUS TEM PREPARADO

Na forma de um Esbo�o vamos usar o Acr�stico SERVE para aprender como DEUS tem preparado l�deres para cumprirem os prop�sitos do Reino. Estas partes de sua vida foram a mat�ria prima para uma lideran�a de servo. S.E.R.V.E. significa:

Dons Espirituais: Dons DEUS QUE LHE Atrav�s da do ESP�RITO SANTO para fortalece-lo no servi�o.
Experi�ncias: Acontecimentos QUE DEUS E.U.A. para Molda-lo como um l�der servidor.
Relacionamento: Ajustes de Conduta QUE DEUS E.U.A. para dar-lhe um estilo de lideran�a.
Voca��o: Atrav�s Habilidades obtidas do estudo e da experi�ncia, que voc� pode usar para servir um DEUS.
Entusiasmo: Paix�o que DEUS colocou em seu cora��o por um certo minist�rio que serve aos outros. O l�der servidor outros PREPARA
Motiva-os para servirO primeiro passo para uma treinar outros para servir � motiva-los a envolverem-se no minist�rio.

Motivar significa: Algu�m Atrair. Voc� motiva um algu�m quando se coloca ao seu lado durante um tempo para consol�-lo e ajud�-lo.
Motiva��o sem treinamento � como o entusiasmo sem dire��o.
O segundo passo � Avaliar os que servir�o. Nesta se��o, Avaliar aspectos envolvem dois. O primeiro � saber se uma pessoa re�ne Certos requisitos relacionados a ser um seguidor de CRISTO. Isto inclui uma condi��o espiritual da pessoa e sua disposi��o para servir a outros.
O segundo � comprovar se a pessoa � competente para servir nenhum Minist�rio para a qual voc� est� estimulado.
Um l�der servidor avalia os que prepara, Expondo-lhes as normas do discipulado e provando sua disposi��o para servir a outros.
O terceiro passo para treinar um e outros compreender suas Necessidades e satisfaz�-las. JESUS observava os disc�pulos enquanto estes seguiam o. De igual forma voc� compreender� como preparar Necessidades dos que se observar como Desenvolvem se no minist�rio. Isto lhe permitira ver o que necessitam para Converterem-se mais Eficientes em servos.

Instrua-os: Os l�deres esquecem quando cometem um grave erro de instruir os que recrutam. Muitas vezes os l�deres deixam s�s servir para os que motivaram nenhum minist�rio e que tem estes adivinhar Devem fazer o que. Os servidores que n�o est�o treinados sempre ocasionam problemas.

O quarto passo para treinar um e outros instrui-los. Instruir e Lideran�a da parte. Os seguidores necessitam saber o que se espera deles e como fazer uma tarefa designada. JESUS preparou um Seus seguidores instruindo-os.

Paulo preparou uma Tim�teo ensinando-o como ministrar aos que tinha sob seu cuidado. Seus ensinamentos foram claros e espec�ficos. Tim�teo n�o teve que advinhar o que dele esperava seu mentor. Estas Instru��es Surgiram da experi�ncia e sabedoria de Paulo. Os l�deres servidores preparam uma instruindo-os outros nas �reas espec�ficas de seu minist�rio.

Ore por eles. Pode ensinar inclusiva-lhes atitudes espec�ficas do Minist�rio Baseadas em Decis�es humanas. Mas faltar� uma coisa: O poder de DEUS em suas vidas. JESUS notou uma falta em poder de seus disc�pulos quando n�o puderam expulsar o dem�nio (Mt 17. 19-21). Algo faltava. Por esta raz�o, o passo final e mais importante para treinar a dos outros para o minist�rio �: orar por eles!

O l�der servidor servir em uma Equipe Ministerial. O minist�rio em equipe � o que a igreja primitiva usava para satisfazer as Necessidades do evangelismo. O minist�rio em equipe � o que uma Igreja do s�culo XXI uSara para continuar satisfazendo as Necessidades com mais efici�ncia.

Os l�deres servidores de uma equipe ministerial Devem Manter um equil�brio entre fazer as coisas mesmos enguias e estimular a dos outros para que participem. Ainda que ele ou ela pare�am ter uma atitude de servo, que uma pessoa sozinha faz o trabalho de equipe n�o � um l�der genu�no servidor. Katzenbach e Smith Apontam uma s�bia conclus�o sobre este assunto: Os l�deres de grupo genuinamente creem que todas tem n�o como respostas, assim n�o insistem em d�-las. Creem que n�o necessitam tomar todas as importantes decis�es, portanto n�o o fazem. Creem que pueden triunfar n�o sem uma contribui��o combinada de outros membros do grupo para um fim comum, que assim evitam qualquer a��o que POSSA Limitar uma participa��o ou intimidar um qualquer um no grupo. O "ego" n�o � sua preocupa��o primordial. Delegar uma lideran�a. As equipes demandam diferentes habilidades e dons. Afirmou Peter Drucker: Um erro comum � crer que todos os indiv�duos de uma equipe atuam e pensam de igual forma. N�o � assim. O prop�sito da equipe � que fazer os pontos Eficientes Sejam fortes e os fracos irrelevantes.

Formar uma equipe significa encontrar pessoas que tenham uma meta comum com voc�, ainda que difiram em algumas id�ias ou maneira de fazer as coisas.

Para comissionar um outros seguindo o padr�o de Paulo DEVE voc�:
1. Ensinar e viver conforme o Evangelho enquanto vive e trabalha outros crentes com.
2. Convidar um outros a formar com voc� uma equipe ministerial, avalia que logo-los para saber se pueden CONTRIBUIR para uma meta de sua miss�o.
3. Comissiona-los para que sigam ministrando s�s ou formem sua equipe ministerial.
Demonstrou que comissionar COM JESUS. Voc� forma sua equipe com Autoridade e Poder Para alcan�ar uma meta.
Paulo Demonstrou comissionar como. Voc� forma seu grupo vivendo e trabalhando com eles e convidando-os a tomar uma ou mais responsabilidades na caminhada.

Responsabilizar-se. A responsabilidade torna Poss�vel o minist�rio em equipe. A B�blia nos ensina que uma parte � responsabilidade de sua rela��o com DEUS.

Servir de Mentor. Um mentor � um guia que dirige uma outros Atrav�s de novos terrenos que j� conhece e por este motivo se encontra preparado para dirigir. O mentor d� o exemplo do que quer que fa�am seus seguidores. Suas a��es pesam tanto como suas palavras.
Os l�deres servidores s�o Mentores para os que est�o com eles na equipe ministerial. Por meio dos Mentores o trabalho de CRISTO passa para a pr�xima gera��o de l�deres servidores. Reproduzir Ser mentor � uma JESUS na vida do outro.
Cada crente DEVE imitar um Paulo em sua vida porque "voc� Necessita de algu�m que tenha atravessado o caminho". Cada crente Necessita de um Barnab� porque precisa de algu�m "Ame o que, mas que n�o se deixe impressionar por voc�". Cuja vida est� Necessita de um Tim�teo "Edificando".
INTERA��O
Professor, Voc� � um Cooperador de CRISTO? Exercer lideran�a Atualmente muitos querem, mas poucos querem servir ao Mestre ea Sua Igreja. JESUS, homem perfeito enquanto, � o nosso exemplo de l�der-servidor. Certa vez, Ele Declarou que n�o veio a esse mundo para ser servido, mas para servir (Mt 20.26-28). Paulo seguiu foi um homem que como Pisadas do Mestre. Ele procurou servir uma JESUS em todo o tempo. Mesmo sofrendo retalia��o e rejei��o de alguns, Paulo amou, serviu e liderou a igreja em Corinto.
OBJETIVOS
Ap�s esta aula, o aluno Dever� estar apto a:
Conscientizar-se de que o l�der-servidor egoisticamente idade n�o, antes servir ao povo de DEUS com esp�rito volunt�rio.
Compreender l�der o que na Igreja Cristo precisa de estar pronto para Enfrentar as dificuldades inerentes ao minist�rio.
Identificar Quais s�o as armas de ataque e defesa de um l�der-servidor.
ORIENTA��O PEDAG�GICA
Professor, sugerimos que voc� Reproduza em uma cartolina o diagrama abaixo. Leve o cartaz para a sala de aula e fixe-o em um local onde possam ver todos. Explique aos seus alunos que todo l�der crist�o, a exemplo de Paulo, DEVE ter um m�todo de trabalho, al�m de observar alguns Princ�pios B�blicos para que sua lideran�a seja bem-sucedida. Diga Paulo, que superou as dificuldades e circunst�ncias sem perder de vista uma perspectiva divina porque procurou seguir os Princ�pios relacionados.
RESUMO DA LI��O 7,
PAULO, UM MODELO DE L�DER SERVIDOR
Seu modelo de l�der-servidor era o pr�prio Jesus,
que nos deixou um grande exemplo (Jo 13,1-17; Fp 2.5-8).
I. PAULO SE IDENTIFICA COMO SERVIDOR DE CRISTO (6.1,2)
1. Paulo se descrev� como Cooperador de DEUS n�o
Minist�rio da Reconcilia��o (v.1).
2. Paulo, um modelo de l�der-servidor.
3. Paulo desperta os Cor�ntios para uma chegada do tempo Aceit�vel (v.2).
II. A Abnega��o DE UM L�DER SERVIDOR-(6.3-10)
1. O cuidado de um l�der-servidor.
2. Experi�ncias de um l�der-servidor (vv.4-6).
3. Nestas Os elementos da Gra�a que o sustentaram
Experi�ncias (vv.7-10).
III. AS ARMAS DE ATAQUE E DEFESA DE UM L�DER-SERVIDOR
1. As armas da justi�a numa guerra espiritual (v.7).
2. Os contrastes da vida crist� na experi�ncia de um
l�der-servidor (vv.8-10).
3. Paulo d� uma resposta aos adeptos da Teologia da Prosperidade (v.10).
CONCLUS�O
Se quisermos servir ao Senhor com inteireza de cora��o,
Precisamos seguir os passos de JESUS.
REFLEX�O -- "O l�der espiritual DEVE ter uma boa reputa��o" entre os crentes e DESCRENTES. " -- Gene A. Getz.
SINOPSE DO T�PICO (1) Paulo aprendeu com Jesus que o servi�o � uma postura ideal para liderar Deseja quem na vida eclesi�stica, pois o Mestre mesmo disse que n�o tinha vindo ao mundo para ser servido, mas para servir.
SINOPSE DO T�PICO (2) Paulo n�o se envergonha do Evangelho de CRISTO nem desiste de continuar seu trabalho.
SINOPSE DO T�PICO (3) Paulo superou as dificuldades e circunst�ncias sem perder de vista uma perspectiva divina. Estas experi�ncias deram Condi��es de lhe ter alegria e tristeza � frente, pela pobreza material, ter a certeza da riqueza celeste.
REFLEX�O Reconhecer-nos como vasos de barro � Reconhecer uma maravilhosa gra�a que nos foi dada.
AUX�LIO BIBLIOGR�FICO I -- Subs�dio Bibliogr�fico
"Agora � o Dia da Salva��o 6.1,2. Como cooperadores de DEUS, que pertencem a Ele, como tamb�m resultados obt�m para Ele, e como embaixadores de Cristo (2 Co 5.20), Paulo e sua equipe os exortavam Corinthians Receber um n�o uma gra�a de DEUS sem resultado algum. Os Cor�ntios tinham recebido a gra�a de DEUS, inclusive a salva��o por CRISTO, mas eles n�o Deviam supor que a salva��o � mantida automaticamente. � Poss�vel 'deix�-la ir por nada "(2 Co 6.1, NEB) . Isto aconteceria se eles voltassem � antiga maneira de viver ou se dessem ouvidos aos cr�ticos 'super--ou espirituais "aos falsos ap�stolos que Estavam ensinando um evangelho diferente (cf. 2 Co 11,4; Gl 2,21). Precisamos viver de acordo com a nova vida que nos foi dada (cf. Jo 15,2; DEUS tira os ramos que n�o d�o frutos). A seguir, Paulo cita Isa�as aos 49,8 eo Corinthians aplica. Nos dias eles estavam vivendo em que uma profecia estava sendo cumprida. � o dia de DEUS, o tempo de DEUS. Paulo n�o diminui a Import�ncia da futura �poca ou as coisas �ltimas. Mas eles t�m de Reconhecer que esta � uma era final antes da era milenar. Agora � o dia em que DEUS torna uma Reconcilia��o Poss�vel a Ele por CRISTO. Hoje � o dia da salva��o (cf. Hb 3.12-15). � medida que nos aproximamos do Fim dos Tempos temos tamb�m de Aplicar as observa��es de Paulo � nossa �poca, de forma que n�o recebamos a gra�a de DEUS v�o 'em' [...]. Nada seria mais triste que ter recebido uma gra�a de DEUS e, no fim, se perder. (HORTON, Stanley M. I & II Cor�ntios: Os Problemas da Igreja e Suas Solu��es. 1.ed. RJ, CPAD, 2003, pp.213-14).
VOCABULARIO
Agrura: Dificuldade, obst�culo.
Inj�ria: Insulto, ofensa.
Nutrir: Alimentar, sustentar.Transigir: Ceder, abrir m�o.
Vatic�nio:Predi��o, profecia.
BIBLIOGRAFIA sugerida
CLOUD, Henry. 9 Coisas que um L�der Deve Fazer. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2009.
GETZ, Gene A. Pastores e L�deres: O Plano de DEUS Para a Lideran�a da Igreja. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2004.
SAIBA MAIS -- Revista Ensinador Crist�o, CPAD, n � 41, p. 39
AJUDA
CPAD -- http://www.cpad.com.br/ - B�blias, CD's, DVD's, Livros e Revistas. BEP - B�blia de Estudos Pentecostal.
V�DEOS da EBD na TV, DE LI��O INCLUSIVE -- http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
B�BLIA ILUMINA EM CD - B�blia de Estudo NVI EM CD - B�blia Thompson EM CD.
Nosso novo endere�o: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/
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