segunda-feira, 11 de março de 2019

Escrita Lição 11, Discernimento de Espíritos, um Dom Imprescindível, 1Tr19, Pr. Henrique, EBD NA TV

Lição 11, Discernimento de Espíritos, um Dom Imprescindível
1º Trimestre de 2019 - Batalha Espiritual: O povo de DEUS e a guerra contra as potestades do mal. - Comentário: Esequias Soares
Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454. - henriquelhas@hotmail.com
Slides - https://ebdnatv.blogspot.com/2019/03/licao-11-discernimento-de-espiritos-um.html
Vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=3Jz5iqsqlKU  
SlideShere https://www.slideshare.net/henriqueebdnatv/slideshare-lio-11-discernimento-de-espritos-um-dom-imprescindvel-4-partes-1tr19-pr-henrique-ebd-na-tv
Veja escrita ajuda em: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao13-heresias-odiscernimentoespiritualdocrente.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao3-dem-2tr14-dons-de-revelacao.htm
 
Ajuda em Vídeos em: https://www.youtube.com/watch?v=QYPLHDYKreM
 Filmete Atos, Pitoniza.
 
 
 
 
TEXTO ÁUREO
“Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.” (1 Co 2.15)
 
 
 
 
VERDADE PRÁTICA
O discernimento de espíritos é um dos dons espirituais concedidos aos crentes, em JESUS; ele nos capacita a distinguir o real do aparente e a verdade da mentira.
 
 
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda – At 5.1-5 O uso do discernimento no exercício do ministério
Terça – 1 Co 2.14 O homem natural não compreende as coisas espirituais
Quarta – 1 Co 12.10 O discernimento de espíritos é um dos dons do ESPÍRITO SANTO
Quinta – Hb 4.12 A Palavra de DEUS é apta para discernir os pensamentos do coração
Sexta – Hb 5.14 O discernimento distingue corretamente entre o bem e o mal
Sábado – 1 Jo 4.1 DEUS nos deu as condições para o discernimento de espíritos
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 16.16-22
16 - E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores.17 - Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo.18 - E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu 19 - E, vendo seus senhores que a esperança do seu lucro estava perdida, prenderam Paulo e Silas e os levaram à praça, à presença dos magistrados.20 - E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens, sendo judeus, perturbaram a nossa cidade.21 - E nos expõem costumes que nos não é lícito receber nem praticar, visto que somos romanos.22 - E a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoitá-los com varas.
 
OBJETIVO GERAL - Conscientizar sobre a imprescindibilidade do Discernimento de ESPÍRITO;
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Discorrer sobre Discernir e Discernimento;
Explicitar as artimanhas da adivinhadora de Filipos;
Mostrar como desmascarar os ardis de Satanás.
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Nesta lição estudaremos um tema importante para vivermos a fé nestes últimos dias: o discernimento de espíritos. Quem conhece a DEUS e deseja não ser enganado é importante rogar ao Senhor por essa capacidade. Há coisas na vida que não se discerne com bagagem intelectual, ou sabedoria humana, mas por uma ação sobrenatural de DEUS. Discernimento espiritual é para a obra espiritual. Não se pode querer discernir o que é espiritual com instrumentalidade carnal. No mundo espiritual, o discernimento de espíritos é um dom imprescindível.
 
PONTO CENTRAL - O discernimento de espíritos nos capacita a verdade da mentira.
 
 
 
 
Resumo da Lição 11, Discernimento de Espíritos, um Dom Imprescindível 
I – DISCERNIR E DISCERNIMENTO
1. O verbo “discernir”.
2. O substantivo “discernimento”. 
3. Atualidade.
II – A ADIVINHADORA DE FILIPOS
1. Uma avaliação sensata.
2. O espírito de adivinhação.
3. Adivinhações ontem e hoje.
III – DESMACARANDO OS ARDIS DE SATANÁS
1. O dom do ESPÍRITO SANTO.
2. Uma estratégia demoníaca para confundir o povo.
3. A libertação da jovem adivinhadora.
4. A necessidade do dom de discernir.
 
 
SÍNTESE DO TÓPICO I - Discernir pode significar “examinar” ou “investigar”, bem como outras variantes. Discernimento, significa “julgamento” e “distinção”
SÍNTESE DO TÓPICO II - A adivinhadora de Filipos estava possessa por demônios e não falava em nome de DEUS.
SÍNTESE DO TÓPICO III - A partir do discernimento de espíritos, a jovem adivinhadora foi liberta das forças demoníacas
 
 

 
 
Resumo Rápido do Pr Henrique da Lição 11, Discernimento de Espíritos, um Dom Imprescindível 
 
 
 
I – DISCERNIR E DISCERNIMENTO
1. O verbo “discernir”.
 ανακρινω anakrino -DISCERNIR
 
1 Co 2:14 Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 15 Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém.
 (Strong Português) -  ανακρινω anakrino -DISCERNIR
1) examinar ou julgar 
1a) investigar, examinar, verificar, analisar cuidadosamente, questionar 
1a1) especificamente num sentido forense no qual um juiz conduz uma investigação 
1a2) interrogar, examinar o acusado ou testemunha 
1b) julgar de, estimar, determinar ( a excelência ou defeitos de alguma pessoa ou coisa
 
Discernir - (Strong Português) - διακρισις diakrisis - habilidade de discernir, discernimento, julgamento. (Quando dom do ESPÍRITO SANTO - habilidade sobrenatural de discernir, discernimento sobrenatural, julgamento sobrenatural).
 
O CRENTE é templo do Espírito Santo e tem melhores condições para entender cada situação de maneira espiritual - Exemplo - Todo crente sabe que existem demônios e existem anjos. Todo crente sabe que existem dois reinos espirituais opostos e invisíveis que guerreiam entre si. O reino de DEUS e o reino de Satanás. Colossenses 1:13 Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor.
Porém, devemos entender à luz da bíblia que existem diversas situações em que necessitamos de algo a mais para enxergarmos o que ninguém enxerga. Vermos o invisível. Sabermos com exatidão o que está acontecendo no reino espiritual para podermos lutra e vencer nossos inimigos.
Um exemplo clássico disso é 2 Samuel 6:15 Tendo-se levantado muito cedo o moço do homem de Deus e saído, eis que tropas, cavalos e carros haviam cercado a cidade; então, o seu moço lhe disse: Ai! Meu senhor! Que faremos? 16 Ele respondeu: Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles. 17 Orou Eliseu e disse: SENHOR, peço-te que lhe abras os olhos para que veja. O SENHOR abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu. 18 E, como desceram contra ele, orou Eliseu ao SENHOR e disse: Fere, peço-te, esta gente de cegueira. Feriu-a de cegueira, conforme a palavra de Eliseu.
O relato da libertação da pitonisa de Filipos também revela que a necessidade do Dom de Discernimento de espíritos que vai muito além do que pensamos ou imaginamos sobre o reino espiritual (1 Co 12.10).
 
JESUS enxergava o reino espiritual
 Mc 9:25 Vendo Jesus que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai deste jovem e nunca mais tornes a ele. 26 E ele, clamando e agitando-o muito, saiu, deixando-o como se estivesse morto, a ponto de muitos dizerem: Morreu. 27 Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. JESUS aqui sabia que um demônio causava a surdez e a mudez daquele jovem.
 
 
2. O substantivo “discernimento”.
Discernir - (Strong Português) - διακρισις diakrisis - habilidade de discernir, discernimento, julgamento.
diákrisis só aparece 3 vezes no Novo Testamentocom seguintes significados:
 
 sentido de “briga” ou “julgamento” (Rm 14.1);
 sentido de “distinção” em que se julgam pelas evidências se os espíritos são malignos ou se provém de Deus (1 Co 12.10);
 sentido de discernir entre o bem e o mal (Hb 5.14).
 
Um dos dons do Espírito Santo (1 Co 12.8-10; Ef 4.7-11). O discernimento é também a avaliação de alguém que profetizava, fala em línguas, opera milagres etc., pela qual se entende se a pessoa está ou não agindo através do Espírito Santo. A palavra gr. diakrisis (“distinção”, “discernimento”, “julgamento”) é usada em Hebreus 5.14, “Discernir tanto o bem como o mal”, e Romanos 14.1, “Quanto ao que está enfermo na fé, recebei-o, não em contendas sobre dúvidas". No NT, um dos significados de 1 Coríntios 12.10 é a habilidade para julgar se alguém fala ou age pelo Espírito Santo ou por um falso espírito.
 
 

3. Atualidade.
Pessoas endemoninhadas matam e morrem todos os dias.
Em noticiário recente podemos ver claramente a açãod e demônios. Vídeogames são armas poderosas de destruição nas maõs de adolescentes e jovens para matarem pessoas.
Assim, na atualidade, milhões de pessoas morrem devido à influência de Satanás que veio matar, roubar e destruir.
O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. João 10:10
Precisamos do Discernimento de espíritos para evitarmos a ação assassina de Satanás.
Nós crentes não imitamnos as manifestaçlões do Diabo e de seus demônios, porém, eles nos imitam. Realizam cultos, Cantam, dançam, pulam, pregam, curam, profetizam, fazem milagres, ensinam, têm igrejas, adeptos, recebem dízimos e ofertas, etc...or isso mesmo a trindade satânica imitará a trindade de DEUS. Besta (anti-pai), Anticristo (falso cristo) e Falso profeta (anti-espirito santo).
 
 
II – A ADIVINHADORA DE FILIPOS
A Igreja não imita as manifestações de Satanás e seus demônios. Satanás e seus demônios é que nos imitam. Então, não chame de demoníaca as manifestações do ESPÍRITO SANTO.
Talvez você não saiba o que o ESPÍRITO SANTO faz, por isso mesmo, não sabe reconhecer o ESPÍRITO SANTO quando Ele se manifesta assim como os judeus não reconheceram JESUS quando Ele esteve entre eles.
Saul ficou nú todo um dia e profetizou assim - E ele também despiu as suas vestes, e profetizou diante de Samuel, e esteve nu por terra todo aquele dia e toda aquela noite; por isso se diz: Está também Saul entre os profetas? 1 Samuel 19:24
Davi dançou debaixo de uma unção do ESPÍRITO SANTO.
Diário de Gunnar Vingren - Manifestações poderosas dos dons do ESPÍRITO SANTO - Algumas estranhas para os crentes da atualidade -  "2 de maio de 1913. Deus estava perto de nós hoje no culto. Durante a oração, o Espírito Santo se manifestou poderosamente. Alguns riam debaixo do poder de Deus, outros falavam em línguas, outros profetizavam, e todos se alegraram imensamente. Nunca vi o poder de Deus derramado com tanta intensidade num culto como hoje na Vila Correia. O Espírito Santo fez, Ele mesmo, através de uma irmã, o convite para os pecadores se converterem. Uma grande multidão se reuniu para ver essa manifestação maravilhosa do poder de Deus. Durante a pregação, as bênçãos de Deus também caíram sobre os crentes! Aleluia!"
Os missionários tinham agora se espalhado por todo o Norte do País. No mês de novembro, houve uma revo  lução, mas isso não impediu o trabalho. O poder de Deus operava cada vez mais nas igrejas e entre o povo. Acontecimentos sobrenaturais eram freqüentes. Num culto, o poder de Deus se manifestou, e uma irmã viu o rosto e as roupas do missionário Vingren transformadas e brilhan tes como o sol.
Num daqueles dias o Senhor falou em profecia para o irmão Vingren, dizendo: "Chega mais perto de mim! Eu conheço as tuas lutas. Passarás por grandes tribulações e prepararão muitas ciladas para tirar a tua vida, mas eu farei com que sejam todos envergonhados, e cairão nas suas próprias ciladas. Toma conta do meu rebanho, por que muitos são fracos. Tem paciência para com eles. Eu te guardarei". Profecias foram constantes durante toda a vida e trabalho de Gunnar Vingren.
Quatro moças sentiram o poder de Deus de maneira maravilhosa. Uma delas sentiu tanto o peso dos seus pecados, que começou a chorar e a pedir perdão. Uma amiga sua, que não era crente, sentiu também o poder de Deus de uma maneira tão forte que caiu de costas no chão e começou a clamar a Deus pelo perdão dos seus pecados. Depois o Espírito Santo desceu sobre ela e ela começou a falar em outra língua e a cantar um hino espiritual no novo idioma que recebera de Deus. Também cantou um hino em português, enquanto o poder de Deus estava fortemente sobre ela. Os vizinhos ficaram zangados com o barulho que fizemos. O culto de oração terminou à meia noite" 
 (Strong Português) - πυθων Puthon - Serpente
de Putho (nome da região onde Delfos, sede do famoso oráculo, estava localizado); 
1) na mitologia grega, nome da serpente ou dragão Pitiã que habitava na região de Pito, junto ao Parnasso em Focis. Diz-se ter ela guardado o oráculo de Delfos. Foi eliminada por Apolo
2) espírito de adivinhação

1. Uma avaliação sensata.
A Jovem Pitonisa de Éfeso estava realmente sendo usada por um demônio ou espírito advinhante. Paulo, Silas, Timóteo e Lucas, nenhum deles notou isso até que o ESPÍRITO SANTO revelou a Paulo a procedência de sua declaração, mesmo que fosse verdade o que gritava pelas ruas. Satanás, às vezes usa servos disfarçados para minar a ação de DEUS na salvação das almas. Basta vermos o que o calvinismo tem feito com a Assembleia de DEUS. Nunca houve tão pouca oração, tão poucos batismos, tão poucas almas ganhas, tanto esfriamento espiritual. Líderes convidam calvinistas para darem palestras para obreiros e para ministrarem em cursos de teologia para futuros líderes. O resultado tem sido funesto. Já quase nem se ouve alguém falar em línguas na igreja e dificilmente se arranca um glória a DEUS na igreja. Somente com um empurrão de algum pregador ou líder. Nada espontâneo vindo do ESPÍRITO SANTO residente no crente.

Satanás sempre tentou imitar todas as manifestações sobrenaturais de DEUS, todos seus sinais, prodígios e maravilhas. Como servos de DEUS temos que pedir a DEUS discernimento para não sermos enganados. Este tem sido um grande problema para a igreja atual. Como a maioria dos líderes da igreja, na atualidade, não são homens de jejum e oração, não são usados em dons, não sabem, portanto, julgar as manifestações do ESPÍRITO SANTO. Se pelo menos buscassem ter o Dom de Discernir os espíritos já ajudaria muito. O que estamos vendo acontecer na igreja é que, por não terem prática e nem discernimento, os líderes proíbem ou inibem as manifestações do ESPÍRITO SANTO na igreja. Assim o povo de DEUS anda disperso em busca da presença de DEUS em várias denominações e até em residencias de pessoas que se intitulam profetas de DEUS. O povo de DEUS precisa ver DEUS na igreja. Estamos vendo de tudo, menos DEUS. Corais, cantores, musicistas, bandas, teatro, coreografia, pregadores e ensinadores com homilética, exegese e filosofia. Porém DEUS não é visto.
Tudo com DEUS é pela sua graça. É exigido apenas desejo e fé.
 
2. O espírito de adivinhação.
 
 
Advinhação:
A tentativa de discernir eventos futuros por algum meio como êxtases, visões etc., ou por meio de objetos físicos. Estes eram variados:
(1) rabdomancia, atirar pedaços de madeira ou flechas para o ar (Ez 21.21; cf. Os 4.12);
(2) hepatoscopia, examinar o fígado ou outros órgãos de animais (Ez 21.21);
(3) terafins (ídolos do lar), imagens usadas para a adivinhação (1 Sm 15.23; Ez 21.21; Zc 10.2);
(4) necromancia ou magia negra, comunicação com os mortos (Dt 18.11; 1 Sm 28.8; 2 Rs 21.6) que era condenada na lei (Lv 19.31; 20.6) e nos profetas (Is 8.19,20);
(5) astrologia, ler as estrelas e chegar a conclusões com base em suas posições e nas relações entre as estrelas; isto foi declarado vão em Isaías 47.13 e Jeremias 10.2;
(6) hidromancia, adivinhação pela água, feita observando-se os reflexos, ou induzindo um êxtase por este meio.
A fim de confundir os seus irmãos, José mandou que os seus servos dissessem que o copo encontrado em seus sacos de mantimento era utilizado para este propósito (Gn 44.5,15); nenhuma aprovação para esta prática é sugerida.
Deus condena severamente todo e qualquer meio de se buscar o conhecimento oculto e o conhecimento do futuro. O único meio permitido é a sua divina revelação.
O uso de sortes, sonhos e sinais não é considerado adivinhação. No AT, Deus permitiu que se lançassem sortes para certos propósitos, como por exemplo a designação do território para cada uma das dez tribos (Js 18.10), a escolha do bode para ser sacrificado no Dia da Expiação (Lv 16), a determinação de uma pessoa culpada (Js 7.14; Jn 1.7), a atribuição do serviço do Templo (1 Cr 24.5), e uma vez no NT para a escolha de um substituto para o apóstolo Judas (Act 1.15-26). É significativo observar que o uso de sortes cessou após o Pentecostes. (estude sobre Urim e Tumim).
Os sonhos também foram um meio usado por Deus para dar revelações, embora seja significativo notar que não lemos sobre ninguém pedindo especificamente direção desta maneira (por exemplo, os sonhos de José, Gênesis 37.5-11; o sonho de Nabucodonosor, Daniel 2; os sonhos de José, o marido de Maria, Mateus 1.20; 2.19).
Em vários casos, os crentes do AT pediram a Deus um sinal para guiá-los, como por exemplo, quando Gideão, pôs o seu velo de lã do lado de fora (Jz 6.37-40) e quando Jônatas tomou a resposta específica do inimigo como a direção de Deus para si (1 Sm 14.8-10). O uso de sortes foi ordenado por Deus somente para a tomada de decisões, nos casos em que fosse necessário mais do que a sabedoria humana.
No caso dos sonhos, podemos considerar que este foi o modo usado por Deus para conceder a revelação divina apenas nas situações de extrema emergência.
Bibliografia. Yehezkel Kaufmann, The Re· ügion of Israel, trad. por Moshe Greenberg, Chicago. Univ. of Chicago Press, 1960, pp. 42-53, 87-93. R. A. K.
 
3. Adivinhações ontem e hoje.
O rei Saul com sua consulta a uma Pitonisa de En-Dor talvez seja o maior exemplo para nós. Um crente desviado que procurou o Diabo em rebeleião contra DEUS. Foi enagado pelo Diabo que apenas imita as coisas de DEUS. O Diabo é mentiroso e pai da mentira.
“Quem foi que apareceu a Saul em 1 Samuel 28.7-25?”
Preliminarmente, ressaltamos, que o capítulo 28 de 1 Samuel, a começar do seu versículo 7 até o 25, foi escrito por uma testemunha ocular; logo, por um dos servos de Saul que o acompanhou à necromante: vv.7,8. Freqüentemente, esses servos eram estrangeiros e quase sempre supersticiosos, crentes no erro – razão por que o seu estilo é tão convincente. Esta crônica que é parte da história de Israel, pela determinação divina, entrou no Cânon assim como os discursos dos amigos de Jó (42.7), as afirmações do autor de “debaixo do sol” (Ec 3.19) e a fala da mulher de Tecoa (2 Sm 12.2-21), que são palavras e conceitos meramente humanos. A confusão gerada pelo assunto exposto no texto é porque foi analisado o ponto de vista do servo de Saul. Todavia, sobre a questão se Samuel falou ou não com Saul, a Bíblia é bem clara e tem argumentos definidos para desmentir todas e quaisquer afirmações hipotéticas e asseverações parapsicológicas a seu respeito. Examinaremos alguns desses argumentos e veremos a impossibilidade de ter sido Samuel a pessoa com quem falou Saul:1
1 Argumento gramatical (v.6): “… o Senhor… não lhe respondeu”. O verbo hebraico é completo e categórico. Na condição que Saul estava, Deus não lhe responderia e não lhe respondeu. O fato é confirmado pela frase: “… Saul… interrogara e consultara uma necromante e não ao Senhor…”, 1 Cr 10.13,14.
2 Argumento exegético: v.6. Nem por Urim – revelação sacerdotal (w.14,18), nem por sonhos – revelação pessoal, nem por profetas – revelação inspiracional da parte de Deus. Fosse Samuel o veículo transmissor, seria o próprio Deus respondendo, pois Samuel não podia falar senão por inspiração. E, se não foi o Senhor, não foi Samuel.
3 Argumento ontológico. Deus se identifica como Deus dos vivos: de Abraão, de Isaque, de Jacó: Êx 3.15; Mt 22.32. Ne¬nhum deles perdeu a sua personalidade e sua integridade. Seria Samuel o único a poluir-se, contra a natureza do seu ser, contra Deus e contra a doutrina que ele mesmo pregara (1 Sm 15.23), quando em vida nunca o fez? Impossível.
4 Argumento escatológico. O pecado de Samuel tomar-se-ia mais grave ainda, por ter ele estado no “seio de Abraão”, tendo recebido uma revelação superior e conhecimento mais exato das coisas encobertas, e não tê-las considerado, nem obedecido às ordens de Deus: Lc 16.27-31. Mas Samuel nunca desobedeceu a Deus: 1 Sm 12.3,4.
5 Argumento doutrinário. Consultar os “espíritos familiares” é condenado pela Bíblia inteira. Logo, aceitando a profecia do pseudo-Samuel, cria-se uma nova dou¬trina, que é a revelação divina mediante pessoas ímpias e polutas. E, além disso, para serem aceitas as afirmações proféticas como verdades divinas, é necessário que sejam de absoluta precisão; o que não acontece no caso presente.
6 Argumento profético: Dt 18.22. As profecias devem ser julgadas: 1 Co 14.29. E essas do pseudo-Samuel não resistem ao exame. São ambíguas, imprecisas e infundadas. Vejamos:
a) Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus (1 Sm 28.19), mas se suicidou (1 Sm 31.4) e veio parar nas mãos dos homens de Jabes-Gileade: 1 Sm 31.11,13. Infelizmente, o pseudo-Samuel não podia prever este detalhe;
b) não morreram todos os filhos de Saul (“… tu e teus filhos”, 1 Sm 28.19) como insipua essa outra profecia obscura. Ficaram vivos pelo menos três filhos de Saul: Isbosete (2 Sm 2.8-10), Armoni e Mefibosete: 2 Sm 21.8. Apenas três morreram, como anotam clara e objetivamente as passagens seguintes: 1 Sm 31.6 e 1 Cr 10.2-6;
c) Saul não morreu no dia seguinte (“… amanhã… estareis comigo”, 1 Sm 28.19). Esta é uma profecia do tipo délfico, ambígua. Saul morreu cerca de dezoito dias depois: 1 Sm 30.1,10,13,17; 2 Sm 1.13. Afirmar que a palavra hebraica “mahar” (amanhã), aqui, é de sentido indefinido, é torcer o hebraico e a sua exegese, pois todos vão morrer mesmo, em “algum dia” no futuro, isto não é novidade;
d) Saul não foi para o mesmo lugar que Samuel (“…estareis comigo”, 1 Sm 28.19). Outra profecia inverossímil: interpretar o “comigo” por simples “além” (Sheol), é tergiversar. Samuel estava no “seio de Abraão”, sentia isso e sabia a diferença que existe entre um salvo e um perdido. Jesus também o sabia, e não disse ao ladrão que estava na cruz: “Hoje estarás comigo no além (Sheol)”, mas sim no “Paraíso”. Logo, Samuel não podia ter dito a Saul que este estaria no mesmo lugar que ele: no “seio de Abraão”. Porque com o ato abominável e reprovado de Saul em consultar uma feiticeira e não ao Senhor, foi completamente anulada a sua possibilidade de ir para o mesmo lugar de Samuel – o “seio de Abraão”.
Ainda notamos este absurdo, analisando a palavra “médium” (heb), que é traduzida em outras versões por “espírito adivinhador” ou “espírito familiar” e no texto grego (LXX) por “engastrimuthos”, que significa ventríloquo, isto é, um de fala diferente, palavra que indica a espécie de pessoa usada por um desses espíritos.
Assim concluímos que:
-Não foi Samuel quem apareceu e falou com Saul, mas sim um espírito demoníaco.
-Nenhum morto por invocação humana pode aparecer ou falar com alguém, e quanto mais Samuel.
-Todas as predições do pseudo-Samuel estavam deturpadas. Nada se cumpriu. Isto é um verdadeiro contra-senso, visto que, Samuel quando em vida, “nenhuma só das suas palavras caiu por terra”. 1 Sm 3.19.
-Quem pratica tais coisas, a saber, invoca os mortos, consulta necromantes, está sendo logrado pelas artimanhas de Satanás.
-Deus é Deus dos vivos e não dos mortos: Mt 22.32. Assim, aqueles que invocam os mortos estão indo de encontro a essa lei básica e bíblica.
-Não existe, portanto, neste trecho nenhuma similaridade ou abertura para supostos fundamentos de doutrinas heréticas. Ademais, todos esses argumentos provam categoricamente a impossibilidade de tais pensamentos. A Bíblia é a verdade.
Fonte: Livro – “A Bíblia Responde” – Editora CPAD
 
 
Os demônios (ou diabos) são indubitavelmente reais, seres individuais tendo personalidade e conhecimento sobre Deus e os homens (Tg 2.19; Act 19.15). Seu domínio atual é o reino espiritual ou a esfera sobrenatural (Ef 6.12), mas eles desejam ser incoporados a seres humanos vivos ou animais. Os demônios são capazes de invadir ou influenciar as mentes de professores humanos a fim de sugerirem doutrinas falsas (1Tm 4.1; 1Jo 4.1-6; Tg 3.15). Eles na verdade comungam com as almas de homens no caso de médiuns que se entregam a eles. 
No NT, é freqüentemente dito que os demônios tomam posse dos homens, e que Cristo, portanto, os expulsa (por exemplo, Mt 4.24; 8.16; 9.33; 15.22). Às vezes, mais de um demônio pode possuir uma pessoa, como nos casos do endemonihhado de Gadara (Mc 5.1- 17; Lc 8.30-33,36) e de Maria Madalena (Lc 8.2). Tais demônios freqüentemente produzem impureza, seja ritual, moral on espiritual (Lc 4.33-36; 6.18; 8.27-29; 9.42; 11.24-26). Os discípulos foram capacitados e comissionados para curar toda sorte de doenças e para expulsar demônios (Mt 10.8; Lc 9.1; 10.17-20). Porém, eles tiveram sérios problemas com certos demônios e foram informados por Cristo que estes só poderiam ser expulsos após oração e jejum (Mc 9.14-29). Os apóstolos libertaram as vítimas de opressão demoníaca através do uso do nome de Jesus (Act 16.16-18; 19.12-17). Os escritos dos patriarcas pré-nicenos indicam que a igreja continuou a expulsar demônios bem depois da era apostólica. Essa promessa de Cristo em Marcos 16.17 “E estes sinais seguirão aos que crerem; em meu nome, expulsarão demônios...” ( Mc 16.9-20) seria descritiva das condições do início do século II d.C. 
Pastores e missionários estrangeiros testificam da possessão demoníaca entre muitos povos do mundo hoje, de tribos primitivas e pagãs com crenças anímistas até pessoas altamente educadas na Europa e na América. Em vários casos aqueles que cometem assassinatos em massa ou o suicídio parecem ter sido impelidos por espíritos malignos. É urgente que os obreiros cristãos levem a sério esta doutrina e aprendam a exercer a autoridade de Cristo para libertar aqueles que estão oprimidos ou possessos por demônios.
Dicionário Bíblico Wycliffe - Charles F. Pfeiffer, Howard F. Vos, João Rea - CPAD.
 
 
III – DESMACARANDO OS ARDIS DE SATANÁS

1. O dom do ESPÍRITO SANTO.
O dom sobrenatural do ESPÍRITO SANTO Discernimento de espíritos.
1 Coríntios 12:10
8 Porque a uns é dado por meio do Espírito a palavra de sabedoria; a outros, segundo o mesmo Espírito, a palavra de conhecimento; 9 a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar. 10 A outro, o dom de efetuar milagres; a outro, a profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, diversidades de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. 11 Mas um só e o mesmo Espírito efetua todas essas coisas, repartindo a cada um segundo Sua vontade.
 
Discernir - (Strong Português) - διακρισις diakrisis - habilidade de discernir, discernimento, julgamento. (Quando dom do ESPÍRITO SANTO - habilidade sobrenatural de discernir, discernimento sobrenatural, julgamento sobrenatural)
 
 
Discernimento de espíritos: 
Saber de onde vem e o que está operando numa pessoa. JESUS enxergava a fé dentro das pessoas. Tem a ver com a onipotência de DEUS (Aqui se expulsa demônios e se vence forças e idéias malignas). Tem mais a ver com Onisciência de DEUS, pois revela o oculto, revela a fonte ou procedência de um comportamento ou de uma manifestação sobrenatural. Paulo enxergou um demônio falando a verdade a seu respeito, através de uma jovem, em Éfeso, mas com o intuito de ganhar crédito para suas adivinhações. Expulsou o demônio e a jovem foi liberta.
 
Exemplo:
JESUS:
"E JESUS, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5). Aqui um discernimento de algo bom.
 
Exemplo em Atos dos apóstolos:
Paulo e a pitonisa:
" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de JESUS CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18). Aqui um discernimento de algo ruim.
  
Para julgar profecias esse dom é imprescindível.
1Co 14.26 - "E falem dois ou três profetas, e os outros julguem".
O julgamento de manifestações espirituais é uma ordenança bíblica. O apóstolo João escreveu: "Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de DEUS, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo"(1Jo 4.1). O discernimento é uma necessidade para a igreja dos dias atuais, pois há um verdadeiro bombardeio de modismos doutrinários, heresias e misticismos antibíblicos. Em meio a essa confusão da espiritualidade pós-moderna, a "profecia", ou melhor, a profetada é um dos meios em que muitas heresias têm sido geradas.
Como saber se determinada manifestação espiritual vem do ESPÍRITO de DEUS, do espírito humano ou de Satanás? Se detectado apenas comparando com a Bíblia é discernimento humano. Feito pela inteligência humana.
Se concedido pelo ESPÍRITO SANTO - Somente com o discernimento dado pelo ESPÍRITO SANTO se detecta a ação de demônios.
 
Esse dom também tem a ver com o discernimento para se distinguir a fonte do falar em línguas espirituais (ou estranhas).
- se aquele que fala em línguas está falando na carne (fingindo ser batizado, ou aquele que aprendeu a repetir palavras como se fossem em línguas espirituais),
- se aquele que fala em línguas está falando línguas vindas de DEUS (foi ou não realmente batizado)
- ou se fala imitações de Satanás, através de demônios que imitam o falar em línguas verdadeiro.
 
A própria pregação e/ou ensino deve ser ouvida e julgada para se discernir entre a pregação/ensino que vem de DEUS ou a que vem do homem ou a que vem do Diabo.
 
Mediante este dom o ESPÍRITO SANTO o crente é capacitado a discernir a presença de espíritos malignos em pessoas ou próximo de pessoas ou ver os espíritos enquanto operam malvadamente.Existem espíritos de vários generos, isto é, ocupados a fazer várias formas de mal. Existem espíritos que provocam mudez e surdez como aquele expulso daquele menino epiléptico por JESUS, de fato JESUS lhe disse: "ESPÍRITO mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele" (Mar. 9:25). De modo que nestes casos para que a cura se faça é necessário discernir o espírito ou os espíritos que provocam as doenças para depois expulsá-lo ou expulsá-los em nome de JESUS CRISTO. Existem espíritos enganadores que estão ocupados a enganar; Paulo diz de fato que em dias vindouros "alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores…." (1 Tim. 4:1). Destes espíritos existem já muitos no seio do povo de DEUS; mediante eles toda a sorte de falsa doutrina é ensinada a certos crentes. Existem espíritos que farão durante a Grande Tribulação grandes sinais e prodígios; João viu alguns deles em visão: "E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do DEUS Todo-Poderoso" (Ap. 16:13-14). 
E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. Apocalipse 13:13.
 
 
2. Uma estratégia demoníaca para confundir o povo.
A intenção de Satanás parece clara - A moça advinha seria considerada pelo povo como integrante da equipe evangelizadora comandada pro Paulo. Assim quando esta equipe fosse embora da cidade, a jovem assumiria a posição de representante única do verdadeiro DEUS na cidade.Imagine! Uma advinha, uma ptoniza, uma serva de Satanás - como líder espiritual de uma cidade.
 
3. A libertação da jovem adivinhadora.
At 16:17 - Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo.18 - E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu
Por muitos dias, tanto Paulo como Silas, Timóteo e Lucas, foram enganados pensando ser aquela jovem uma admiradora do evangelho e futura serva de DEUS. Ela ajudava muito na propagação da mensagem dando apoio aos missionários.
Quando Paulo recebe do ESPÍRITO SANTO a revelação do engodo (ou engano), por meio do dom de discernimento de espíritos, imediatamente Paulo expulsa o demônio advinho daquela jovem e ele sai deixando a moça livre dai por diante.
 
4. A necessidade do dom de discernir.
 
1Co 14:1 SEGUI a caridade, e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar.
Procurai com zelo os dons. Buscai ardentemente em outra tradução.
Procurai no original
ζηλοω zeloo 
1a) estar cheio ou ferver de ciúme, ódio, raiva 1a1) num bom sentido, ser zeloso na busca do bem 1b) desejar sinceramente, procurar 1b1) desejar sinceramente, esforçar-se muito por, ocupar-se de alguém 1b2) empenhar-se por alguém (para que não seja arrancado de mim) 1b3) ser o objeto do zelo de outros, ser zelosamente procurado
Boa tradução é:
Deseje como se fosse a única coisa importante do mundo, se esforçando por receber.
 
1 Tessalonicenses 5:20 
(LTT2015) - LITERAL 2015 1Ts 5:20" Às profecias não desprezeis;
LTT2015n - Literal Texto Tradicional 1Ts 5:20">Às profecias não desprezeis;
ARCA_COMPLETA Não desprezeis as profecias.
ARM1967 não desprezeis as profecias,
BAM Não desprezeis as profecias.
BJP não desprezeis as profecias.
BLivre Não desprezai as profecias.
BPT nem desprezem a voz dos profetas,
JFA-RA(Pt) não desprezeis as profecias,
JFA-RC(Pt) Não desprezeis as profecias;
LTT 1Ts 5:20">Às profecias não desprezeis;
NT Judaico não desprezeis as profecias,
NTLH Não desprezem as profecias.
VIVA Não zombem daqueles que profetizam,
 
 
Dom de Discernimento de Espíritos (12.10). Trata-se de uma dotação especial dada pelo Espírito, para o portador do dom discernir e julgar corretamente as profecias e distinguir se uma mensagem provém do Espírito Santo ou não (ver 14.29; 1Jo 4.1). No fim dos tempos, quando os falsos mestres (ver Mt 24.5) e a distorção do cristianismo bíblico aumentarão muito (ver 1Tm 4.1), esse dom espiritual será extremamente importante para a igreja.


Lições antigas
LIÇÃO 13 – O DISCERNIMENTO ESPIRITUAL DO CRENTE - SEGUNDO TRIMESTRE DE 2006
TEMA – Heresias e modismos – Combatendo os erros doutrinários - COMENTARISTA : Esequias Soares
 
 
 
TEXTO ÁUREO:
"Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido" (1 Co 2.15).
 
VERDADE PRÁTICA:
Discernimento é a habilidade conferida pelo ESPÍRITO SANTO ao cristão para distinguir o real do aparente e a verdade da mentira.
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Deuteronômio 13.1-3; Atos 16.16-18
Deuteronômio 13.1-3
1 Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio, 2 e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, 3 não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o SENHOR, vosso DEUS, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso DEUS, com todo o vosso coração e com toda a vossa alma.
NÃO OUVIRÁS AS PALAVRAS DAQUELE PROFETA. É fundamental à comunhão do crente com o Senhor, a sua fidelidade a DEUS e à Palavra revelada dEle (8.3). Os versículos 1-5 mostram que a tentação visando a destruir nossa lealdade a DEUS, às vezes surge através de pessoas parecendo
espirituais. Várias inferências decorrem disso, para nossa vida como crentes.
(1) DEUS, às vezes, testa a sinceridade do nosso amor e dedicação a Ele e à sua Palavra (cf. 8.2).
(2) DEUS, às vezes, nos prova permitindo que surja entre o seu povo, pessoas afirmando que são profetas de DEUS, e que realizam "sinal ou prodígio" (vv. 1,2).
Tais pessoas, às vezes, falam com muita "unção", predizem corretamente o futuro, e operam milagres, sinais e prodígios. Ao mesmo tempo, porém, podem pregar um evangelho contrário à revelação bíblica, acrescentar inovações à Palavra de DEUS ou subtrair partes dela (cf. 4.2; 12.32). Aceitar esses falsos pregadores, significa abdicar da fidelidade total a DEUS e à sua Palavra inspirada (v. 5).
(3) O NT também, por sua vez, adverte que falsos profetas e falsos mestres perverterão grandemente o evangelho de CRISTO nos últimos dias desta era. O crente deve ter firme determinação quanto a sua fidelidade à revelação escrita de DEUS, como a temos na Bíblia. A autenticidade do ministério de uma pessoa e do seu ensino não deve ser avaliada apenas pela sua pregação talentosa, alocuções proféticas poderosas, realização de milagres ou número de decisões. Esses critérios tornam-se cada vez menos dignos de confiança à medida que se aproximam os tempos do fim. O padrão da verdade sempre deverá ser a infalível Palavra de DEUS.
 
Atos 16.16-18
16 E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. 17 Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo. 18 E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu.
ESPÍRITO DE ADIVINHAÇÃO.
As expressões vocais demoníacas da jovem escrava eram consideradas a voz de um deus; por isso, os serviços dela como adivinha eram muito procurados, dando grande lucro aos seus donos. Através de Paulo, CRISTO demonstrou aqui, mais uma vez, seu poder sobre o império do mal.
Atos 16.16-21 = 16. A segunda parte da história nos leva para fora do mundo do judaísmo para o contato com a superstição popular do mundo helenístico. Numa das visitas para o lugar de oração, ele e seus companheiros foram encontrados por uma jovem escrava, que tinha o dom da vidência, e dava lucro aos senhores com suas adivinhações. Lucas atribui esta capacidade a um espírito adivinhador, literalmente, "um espírito, um pitão". Esta última palavra originalmente significava uma serpente, e, em especial, a serpente que guardava o oráculo célebre em Delfos e que, segundo a lenda, foi morta por ApoIo. A palavra também se emprega no sentido de ventríloquo. Os ventríloquos agiam como adivinhadores, e, sem dúvida, o caráter incomum dos sons que produziam tinha efeito numinoso; pensava-se, provavelmente, que um demônio neles habitava. No presente caso, supõe-se que a jovem falava como ventríloco e que tinha o dom da clarividência.. e, portanto, Lucas disse que tinha um espírito (i.é, um espírito maligno), a saber, um que era capaz da ventriloquia.
17. A jovem saiu ao encontro de Paulo e seus companheiros na rua, e gritava, seguindo após eles, que eram servos do DEUS Altíssimo, e que proclamavam o caminho da salvação. Semelhantes descrições do DEUS supremo se acham alhures nos lábios de pagãos (Lc 8:28), mas também se empregavam entre os judeus de língua grega; é provável que os pagãos copiassem o uso lingüístico dos judeus quando se referiam ao DEUS deles. Salvação era um termo comum para o conteúdo da mensagem cristã (4:12; 13:26, 47). E possíve, portanto, que o grito da jovem dependesse meramente daquilo que era do conhecimento geral acerca das atividades dos missionários em Filipos. Mesmo assim, a história se conta de modo semelhante às histórias de exorcismo nos Evangelhos, nas quais os endemoninhados proclamam seu conhecimento da identidade de JESUS (Lc 4:34, 41; 8:28) como meio de procurar demonstrar a autoridade que desejariam ter sobre Ele. Parece provável que Lucas atribuísse o conhecimento da jovem à clarividência dos  endemoninhados. Noutras partes do Novo Testamento, é igualmente difícil reconhecer as fronteiras claras entre a possessão demoníaca, a doença mental e a obra de charlatães.
18. O efeito da proclamação da jovem, que foi repetida no decurso de muitos dias, cada vez que se encontrava com Paulo, foi dar aos missionários uma publicidade inesperada. Paulo não fez tentativa alguma para tratar do caso na primeira ocasião, por razões que não ficam claras. Talvez, de início, os gritos da jovem não parecessem perigosos; na realidade, não havia sugestão alguma de que ela era hostil aos missionários. Mas logo fica sendo claro a Paulo de que ela estava no poder de um espírito maligno e passou a exorcizar o espírito por meio do nome de JESUS. A história não nos conta se a jovem se converteu; o interesse de Lucas aqui se focalizava no efeito que o incidente teve sobre Paulo e seus companheiros. O que ficou claro é que o exorcismo privou a jovem da sua capacidade de adivinhar ou da sua disposição para assim fazer.
19. Não se diz se os senhores da jovem estavam com ela durante o exorcismo, mas o certo é que logo descobriram que não somente o espírito deixara a jovem, como também a fonte de lucro deles (Lucas deliberadamente emprega o mesmo verbo, para efeito humorístico, nos vv. 18 e 19), e sabiam quem era o responsável por isto. Assim como aconteceu no caso posterior, em Éfeso (19:23-27), o efeito do evangelho era arruinar os negócios daqueles que tiravam lucro ou vantagem das superstições e dos vícios humanos. Assim, os donos da escrava; sem dúvida com a ajuda de amigos ou circunstantes, prontamente agiram na sua própria causa ao lançarem mão de Paulo e Silas, arrastando-os para a praça central da cidade onde podiam apresentar acusações contra eles diante dos magistrados. Os demais membros do grupo (Timóteo e Lucas), não foram envolvidos na cena (o emprego de "nós" cessa no v. 17), ou porque eram de menos importância que os missionários principais, ou apenas porque estavam noutro lugar na ocasião. (Ou será que foram presos apenas os membros do grupo que eram judeus de pleno direito, conforme sugere Bruce, Livro, pág. 3357). A praça do mercado era o centro dos negócios da cidade; já foi escavada pelos arqueólogos.
20-21. Os pretores se mencionam com o título geral de "autoridades" no v. 19, mas aqui recebem seu nome mais específico. O seu título especial era duoviri, conforme atestam as inscrições. A palavra grega que aqui se emprega, strategoi, talvez seja a equivalência mais próxima que existe em Grego (Sherwin-White, págs. 92-93), mas também podia traduzir o título mais grande eloqüente de preletores; comentaristas mais antigos sugerem que os magistrados tenham arrogado sobre si este título (assim como faziam em Cápua no século I. a.C.; Bruce, Livro, pág. 335), mas é improvável que este uso arcaico ainda estivesse corrente. É de significância que, quando os acusadores fazem a sua queixa, as considerações econômicas se colocam em segundo plano, e procuram-se outros pretextos. A queixa, na realidade, se divide em duas partes. A primeira é que Paulo e Silas estavam perturbando a ordem pública, o que era apoiado pelo comentário de que eram judeus, a fim de tirar vantagem do sentimento antijudaico que não era incomum naquela época (ver 18:2, 12-17). A segunda parte da acusação era que Paulo e Silas estava propagando costumes antiromanos. Assim, o exorcismo foi colocado no contexto mais lato da atividade missionária. Vemos aqui a auto-consciência romana que se achava numa colônia. Os romanos eram oficialmente proibidos de praticar religiões estrangeiras, embora pudessem, na prática, fazer assim na condição de não haver nada que ofendesse contra os costumes romanos. O princípio era claramente flexível, e podia ser invocado conforme a necessidade. Durante o século I d.C. em diante, empregava-se quando os cultos estrangeiros levavam a práticas criminosas; aqui, a queixa tem o som arcaico de que o respectivo culto era "não-romano". As vezes tem sido argumentado que os judeus eram banidos por proselitização, mas não parece que foi assim a situação (Sherwin-White, págs. 78-83).
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda Mt 16.1-3 Os hipócritas não discernem o tempo de DEUS.
1 E, chegando-se os fariseus e os saduceus para o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu. 2 Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro. 3 E pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis diferençar a face do céu e não conheceis os sinais dos tempos?
Os sinais dos tempos
Lc 12.54 E dizia também à multidão: Quando vedes a nuvem que vem do ocidente, logo dizeis: Lá vem chuva; e assim sucede.55 E, quando assopra o vento sul, dizeis: Haverá calma; e assim sucede.56 Hipócritas, sabeis discernir a face da terra e do céu; como não sabeis, então, discernir este tempo?
 
Terça At 5.1-5 O exemplo clássico de discernimento.
1 Mas um certo varão chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade 2 e reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos. 3 Disse, então, Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao ESPÍRITO SANTO e retivesses parte do preço da herdade? 4 Guardando-a, não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a DEUS. 5 E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram.
5.3 MENTISSES AO ESPÍRITO SANTO. A fim de obterem prestígio e reconhecimento, Ananias e Safira mentiram diante da Pedro que representava naquele momento a igreja a respeito das suas contribuições. DEUS considerou um delito grave essas mentiras contra o ESPÍRITO SANTO. As mortes de Ananias e Safira ficaram como exemplos perpétuos da atitude de DEUS para com qualquer coração enganoso entre aqueles que professam ser cristãos. Note, também, que mentir ao ESPÍRITO SANTO é a mesma coisa que mentir a DEUS, logo, o ESPÍRITO SANTO também é DEUS (vv.3,4; ver Ap 22.15).
5.4 POR QUE FORMASTE ESTE DESÍGNIO...? A raiz do pecado de Ananias e de Safira era seu amor ao dinheiro e elogio dos outros. Isto os fez tentar o ESPÍRITO SANTO (v.9). Quando o amor ao dinheiro e o aplauso dos homens tomam posse de uma pessoa, seu espírito fica vulnerável a todos os tipos de males satânicos (1 Tm 6.10).
Ninguém pode estar cheio de amor ao dinheiro e, ao mesmo tempo, amar e servir a DEUS (Mt 6.24; Jo 5.41-44).
5.5 ANANIAS... CAIU E EXPIROU. DEUS feriu com severidade a Ananias e Safira (vv. 5,10), para que se manifestasse sua aversão a todo engano, mentira e desonestidade no reino de DEUS. Um dos pecados mais abomináveis na igreja é enganar o povo de DEUS no tocante ao nosso relacionamento com CRISTO, trabalho para Ele, e a dimensão do nosso ministério. Entregar-se a esse tipo de hipocrisia significa usar o sangue derramado de CRISTO para exaltar e glorificar o próprio eu diante dos outros. Esse pecado desconsidera o propósito dos sofrimentos e da morte de CRISTO (Ef 1.4; Hb 13.12), e revela ausência de temor do Senhor (vv. 5,11) e de respeito e honra ao ESPÍRITO SANTO (v. 3), e merece o justo juízo de DEUS.
 
Quarta 1 Co 2.14 O homem natural não compreende as coisas espirituais.
14 Ora, o homem natural não compreende as coisas do ESPÍRITO de DEUS, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.
O homem/mulher natural (gr. psuchikos, 2.14), denotando a pessoa irregenerada, i.e., governada por seus próprios instintos naturais (2Pe 2.12). Tal pessoa não tem o ESPÍRITO SANTO (Rm 8.9), está sob o domínio de Satanás (At 26.18) e é escravo da carne com suas paixões (Ef 2.3). Pertence ao mundo, está em harmonia com ele (Tg 4.4) e rejeita as coisas do ESPÍRITO (2.14). A pessoa natural não consegue compreender a DEUS, nem os seus caminhos; pelo contrário, depende do raciocínio ou emoções humanas.
 
Quinta 1 Co 12.10 O dom de discernir os espíritos.
10 e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.
O Dom de Discernir espíritos funciona como uma bússola e é uma manifestação sobrenatural do ESPÍRITO SANTO que visa descobrir a origem de quem está inspirando uma mensagem, se DEUS, ou o Homem ou Satanás, ainda se seu comportamento está de acordo com a Palavra de DEUS.
 
Sexta Hb 4.12 A Palavra de DEUS é apta para discernir os pensamentos dos corações.
12 Porque a palavra de DEUS é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
A PALAVRA DE DEUS A palavra de DEUS mostra quem vai entrar no repouso de DEUS. Ela é uma espada cortante que penetra no mais íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e motivos são espirituais ou não (vv. 12,13). Tem dois gumes e corta, ou para nos salvar ou para nos condenar à morte eterna (cf. Jo 6.63; 12.48).
Por isso, nossa atitude para com a palavra de DEUS deve ser achegar-nos a JESUS como nosso sumo sacerdote.
 
Sábado Hb 5.14 O discernimento do crente experiente. 14 Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.
DISCERNIR TANTO O BEM COMO O MAL. Quem é fraco e imaturo na fé não tem sensibilidade nem discernimento espiritual para perceber o que é bom e o que é mau nesta vida e aquilo que honra a DEUS e o que o desonra. O crente espiritualmente maduro, por outro lado, é aquele que tem seus sentidos espirituais treinados para distinguir claramente entre o bem e o mal mediante a prática constante da justiça e da obediência a DEUS e à sua Palavra. Este crente aprendeu a amar a justiça e a odiar a iniqüidade (ver 1.9), tendo uma mente renovada segundo os princípios da justiça (Rm 12.1,2). E, por ser capacitado pelo ESPÍRITO SANTO para ver as coisas do ponto de vista de DEUS, está apto a receber o alimento sólido da sua Palavra e crescer segundo a estatura completa de CRISTO (cf. Ef 4.13).
 
Sabemos que o homem natural, que não tem o ESPÍRITO, não distingue o certo do errado, o puro do impuro, o santo do profano. Mas o filho de DEUS, discerne bem entre o certo e o errado. Assim como Paulo, na era apostólica, levantou-se cheio de ousadia e repreendeu o espírito de adivinhação daquela jovem, da mesma maneira, Pedro, orientado pelo ESPÍRITO SANTO, foi sabedor das reais intenções de Ananias. É, portanto, desejo de DEUS que nós, cristãos da presente era, peçamos a Ele que capacite homens com o Seu poder e com o dom de discernimento dos espíritos, a fim de livrar nossas igrejas de heresias e movimentos que cercam o povo de DEUS.
 
SÍNTESE TEXTUAL: A necessidade do discernimento espiritual e do conhecimento das doutrinas bíblicas tem aumentado nesses dias devido ao crescimento das sutilezas de Satanás. Mas por outro lado, estamos advertidos por JESUS que disse:
"porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo
tenho predito." (Mt 24.24). Hoje, faz-se necessário o dom de discernir os espíritos que estão camuflados com doutrinas que parecem cristãs.
 
Nesta propomos um recurso que visa despertar seus alunos quanto as doutrinas que invadem nossas igrejas através das músicas que, cheias de sensacionalismos e emoções, arrebanham vidas. As músicas sempre defendem uma visão doutrinária, por isso, escreva trechos de músicas sacras e outras com teor duvidoso (músicas que colocam o arcanjo Miguel como maestro do coral de DEUS, ou outras que incitam pessoas a mergulharem numa aventura de fé, como alguns hinos denominados de guerra ou de adoração), em folhas de papel e dê aos alunos para eles analisarem a letra à luz da Bíblia. Conceda-lhes alguns minutos para debaterem entre si e depois conclua corrigindo as letras dos hinos e valorizando as músicas com letras doutrinárias.
 
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO:
Aprendemos a precavermo-nos das sutilezas de Satanás e dos perigos à nossa volta. Há heresias, aberrações teológicas e doutrinas que parecem cristãs. Por meio do ensino dos falsos mestres é possível o cristão reconhecer a fonte, mas, às vezes, tais doutrinas são apresentadas de maneira sutil, tornando-se impossível o seu discernimento sem a ajuda do ESPÍRITO SANTO.
 
 
É função sacerdotal o discernimento:
Ez 44.23 E a meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão discernir entre o impuro e o puro.
É nosso dever como sacerdotes de DEUS na terra, assumirmos nosso papel de sal da terra e luz do mundo. Para isso precisamos enxergar pelo ESPÍRITO SANTO o que é de DEUS, o que é do homem e o que é de Satanás.
Devemos identificar o joio e não permitir que o mesmo mate o trigo, embora conviva com este.
 
 
 
I. DEFININDO OS TERMOS
1. Sinais e prodígios (v. 1). 
A palavra hebraica 'ôth, traduzida no texto, por "sinal" é termo genérico que significa: "marca, insígnia, indício, milagre, sinal miraculoso". Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. (Mateus 24:24 RC) a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, (2 Ts 2:9 RC)
"A contrafação será de tal modo semelhante à manifestação verdadeira, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas."
Nos dias de Moisés e Arão, com que propósito Satanás operou milagres?
Êxodo 7:10-13. A que perigo estão sujeitos aqueles cuja fé se baseia na manifestação de milagres?
10 Então, Moisés e Arão entraram a Faraó e fizeram assim como o SENHOR ordenara; e lançou Arão a sua vara diante de Faraó, e diante dos seus servos, e tornou-se em serpente. 11 E Faraó também chamou os sábios e encantadores; e os magos do Egito fizeram também o mesmo com os seus encantamentos. 12 Porque cada um lançou sua vara, e tornaram-se em serpentes; mas a vara de Arão tragou as varas deles. 13 Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito. (Êxodo 7:10-13 RC)
"O homem que torna a operação de milagres a prova de sua fé verificará que Satanás pode, por meio de uma variedade de enganos, efetuar prodígios que parecerão genuínos milagres. Ele esperou fazer disto um elemento de prova para os israelitas ao tempo de seu livramento do Egito."
Alguns motivos para sinais:
***Autenticar os mensageiros dessas revelações (1Rs 17:24; Jo 10:24-25; At 2:22; 14:3);
- Então a mulher disse a Elias: Nisto conheço agora que tu és homem de DEUS, e que a palavra do SENHOR na tua boca é verdade. (1 Reis 17:24)
- Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o CRISTO, dize-no-lo abertamente. Respondeu-lhes JESUS: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço, em nome de meu Pai, essas testificam de mim. (João 10:24-25).
- Homens israelitas, escutai estas palavras: A JESUS Nazareno, homem aprovado por DEUS entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que DEUS por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; (Atos 2:22)
- Detiveram-se, pois, muito tempo, falando ousadamente acerca do Senhor, o qual dava testemunho à palavra da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios. (Atos 14:3)
***Fazer crer em CRISTO, o centro das revelações, E na Bíblia - Jo 20:31; At 5:12-14.
Estes, porém, foram escritos para que creiais que JESUS é o CRISTO, o Filho de DEUS, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. (João 20:31)
E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de Salomão. Dos outros, porém, ninguém ousava ajuntar-se a eles; mas o povo tinha-os em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais. (Atos 5:12-14).
 
2. ESPÍRITO de adivinhação (v.16).
A palavra grega usada para "adivinhação" é python, nome de um dragão que, segundo a mitologia clássica, era guardião do templo de Apolo e do oráculo de Delfos na grécia.
Em Atos 16:16-18, uma menina que tinha um espírito de adivinhação (ou, no jargão moderno, que era “psíquica”), só teve tais poderes porque foi possuída por um demônio. O apóstolo Paulo expulsou este demônio, no nome de JESUS CRISTO, e deixou a menina livre desta opressão sombria. Por que DEUS odeia adivinhação?
Porque é uma forma diabólica e desautorizada de revelação.
DEUS deu aos homens um guia perfeito, infalível, para a salvação, vida e conduta santa. Este guia é a Bíblia. “Toda Escritura é dada por inspiração de DEUS, e é útil para o ensino, para repreensão, para correção, para instrução na justiça; a fim de que o homem de DEUS seja perfeito, completamente capaz para realizar toda boa obra” (2 Tm. 3:16,17).
Também o ESPÍRITO SANTO -  Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. João 16:13.
Quando as pessoas rejeitam, ignoram ou tentam alegorizar a Bíblia para incorporá-la em um paradigma oculto ou novo, eles estão afirmando sua independência de DEUS. Eles insultam a majestade de DEUS. Eles estão dizendo por suas ações: “A Bíblia é desnecessária;” ou, “A Bíblia não é adequada como regra de vida.” Elas estão dizendo: “Eu vou fazer do meu jeito. Eu não preciso de DEUS me dizendo o que crer ou como agir.” Os praticantes da adivinhação, quer eles tenham percebido ou não, estão aceitando a doutrina satânica da salvação e poder, buscando autonomia (independência) de DEUS (cf. Gn. 3:1-6; Jz. 21:25).
Satanás foi o primeiro adivinho da história. Quando Adão e Eva obedeceram a Satanás mais do que a DEUS, eles estavam buscando um atalho para alcançar poder e domínio. Adão e Eva rejeitaram o plano de DEUS, creram na palavra de Satanás e decidiram seguir seu padrão ético (cf. Gn. 3:1-6). O resultado da desobediência à palavra de DEUS é a morte (cf. Gn. 2:17), morte espiritual e escravidão ao pecado e a Satanás nesta vida; morte física, inferno e lago de fogo no futuro.
Quando as pessoas buscam a resposta para os problemas da vida por meio de adivinhos, eles só aumentam seus problemas.
É perfeitamente racional buscar meios de contornar os problemas da vida; mas fazer isto à parte da Palavra de DEUS é uma forma de idolatria e auto-adoração. Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a DEUS e a Momom [i.e., as riquezas]... Mas buscai primeiro o reino de DEUS, e a sua justiça; e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt. 6:19-21,24,33).
Em vez da tagarelice tola e vã dos adivinhos, você tem que se submeter à Palavra de DEUS como seu projeto de vida.
Talvez você esteja se perguntando: “Por que eu preciso crer em JESUS CRISTO? A história de Seu nascimento virginal, crucificação e ressurreição não são mitos criados na época da igreja primitiva?” Absolutamente não! O apóstolo Pedro disse, “Não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor JESUS CRISTO seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares de sua majestade” (2 Pe. 1:16).
A adivinhação não o salvará. Ela o arrastará para a cova do inferno, “o lançará fora nas trevas exteriores: ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt. 8:12).
 
3. Discernimento.
A palavra grega para "discernimento" é diakrisis. Está completamente fora das possibilidades do homem natural compreender o ESPÍRITO, pois só quem tem a mente purificada pode fazê-lo. Porque o ESPÍRITO tomou posse do crente, em vez da mente natural, possui "a mente de CRISTO". "O homem que possui o ESPÍRITO compartilha do divino " (cf. 2Pe 1.4 ). Paulo fez uma afirmação ousada: "nós temos a mente de CRISTO", por essa razão, o homem espiritual não vê as coisas da perspectiva do mundo, mas do ponto de vista do seu Salvador.
 
 
 
II. AS ARMAS ESPIRITUAIS
1. O dom do ESPÍRITO SANTO. 
O dom de discernir os espíritos aparece logo após o dom de profecia (1 Co 12.10).
Dom de Discernimento de Espíritos (12.10). Trata-se de uma dotação especial dada pelo ESPÍRITO, para o portador do dom discernir e julgar corretamente as profecias e distinguir se uma mensagem provém do ESPÍRITO SANTO ou não (ver 14.29; 1Jo 4.1).
No fim dos tempos, quando os falsos mestres (ver Mt 24.5) e a distorção do cristianismo bíblico aumentarão muito (ver 1Tm 4.1), esse dom espiritual será extremamente importante para a igreja. Esse tempo já chegou.
 
Discernimento: Saber de onde vem e o que está operando numa pessoa.
Ex: JESUS: "E JESUS, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5)
Paulo:" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de JESUS CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18).
 
2. O discernimento apostólico (v. 18). 
Há duas maneiras para se discernir a fonte da mensagem ou dos milagres: pelo conteúdo doutrinário (Hb 5.14; 1 Jo 4.1) ou pela revelação do ESPÍRITO SANTO (At 5.1-5).
1 Co 12.4 Os dons são operações sobrenaturais do ESPÍRITO.
4 Há diversidade de dons, mas o ESPÍRITO é o mesmo.
12.1-6 DONS ESPIRITUAIS. Os termos que a Bíblia emprega para os dons espirituais descrevem a sua natureza.
(1) "Dons espirituais", (gr. pneumatika, derivado de pneuma, "espírito"). A expressão refere-se às manifestações sobrenaturais concedidas como dons da parte do ESPÍRITO SANTO, e que operam através dos crentes, para o seu bem comum (vv. 1,7; 14.1).
(2) "Dons" ou "dons da graça" (gr. charismata, derivado de charis, "graça"), indicam que os dons espirituais envolvem tanto a motivação interior da pessoa, como o poder para desempenhar o ministério referente ao dom (i.e., a capacitação dinâmica) recebido do ESPÍRITO SANTO.
Esses dons fortalecem espiritualmente o corpo de CRISTO e aqueles que necessitam de ajuda espiritual (v. 4; ver Rm 12.6; Ef 4.11; 1 Pe 4.10;).
 
 
 
III. AS ASTÚCIAS MALIGNAS
1. Uma mensagem embaraçosa (v. 17). 
A jovem estava possessa, tomada pelo espírito das trevas, logo, a mensagem não vinha de si mesma, mas do espírito que a oprimia. Dizia a Verdade, mas com fins malévolos. Ser reconhecida como parte da equipe de Paulo.
 
2. O termo "salvação" (v. 17). 
O texto não esclarece a que salvação o espírito imundo referia-se, considerando ser um termo comum entre os pagãos, mas cremos que falava mesmo sobre a salvação corereta, pois o demônio nela sabia sobre o verdadeiro evangelho..
A legítima salvação:
Nossa salvação envolve primeiro, a morte de CRISTO por nós, segundo, CRISTO vivendo em nós (João 15:4; 17:26; Colossenses 1:27) e nós vivendo em CRISTO, unidos com Ele em Sua morte e ressurreição (Romanos 6:3-10; Colossenses 2:12, 20; 3:1). Esta união vital, que é sustentada pelo ESPÍRITO, do lado divino, e pela fé, do nosso lado, é formada através do nosso novo nascimento, e pressupõe uma aliança no sentido de nossa eleição eterna em CRISTO (Efésios 1:4-6).
 
3. Qual a intenção do espírito de adivinhação? 
O propósito diabólico era dizer a todos que a mensagem que Paulo e Silas pregavam seria a mesma da jovem adivinhadora.
ADIVINHAÇÃO: Arte de conhecer por meios sobrenaturais: A adivinhação é comum entre todos os povos em todos os tempos. A idéia é quase universal que certos deuses, ou certos espíritos, têm conhecimento, escondido aos homens, mas que. sob certas condições, esses. espíritos ficam prontos a revelar.
Refere-se a Bíblia a várias maneiras de adivinhar, por meio de:
a. Astromancia ou astrologia: Arte de adivinhar por meio dos astros, Is 47.13; 2 Rs 17.16; 21.3; 23.5; Dn 2.27. Os livros dos que seguiam artes mágicas (At. 19. 19) naturalmente incluíam os almanaques e as tábuas de astrologia. Entre as nações somente os judeus foram ensinados a não seguir artes mágicas nem temer aqueles que as exerciam. Is 44.25: Jr. 10.2.
b. Belomancia: Arte de adivinhar por meio de flechas. Depois de marcar as flechas, escolhiam uma, ou sacudiam todas até uma cair fora, de modo que satisfazia a informação ali ensejada.Ou ainda julgavam pela maneira de cair a flecha quando lançada para cima. "Pois o rei de Babilônia parará na encruzilhada,
para usar de adivinhações.sacode as setas. . ." Ez 21.2I(R).
c. Hepatoscopia: Arte de adivinhar por meio de inspeção do fígado das vítimas, Ez 21. 2J. Cada parte do fígado tinha sua própria significação.
A idéia baseava-se em que o deus a quem. ofereciam o animal em sacrifício, revelasse. sua vontade pela forma que dera ao fígado, órgão que consideravam
como o centro da vida da vítima.
d. Hidromancia: Arte de adivinhar por meio de água. Deixava-se um objeto de ouro, de prata, ou uma pedra preciosa, cair em uma vasilha d’água. O movimento da.água ou as figuras resultantes do movimento.que resultavam, eram interpretadas por regras fixas. Ver Gn 44.5.
e. Necromancia: Arte de adivinhar por meio de evocação dos mortos, Dt 18. 11. Por meio de espíritos familiares, isto é, espíritos que se podem fazer aparecer por meio de esconjuros, invocações ou exorcismos, Is 8.19; Dt 18.11(R); 2 Rs 21.6(B); I Cr 10. 13(B): I Sm 28.3, 7, 8, 9(8); Is 19.3(B); 29. 4(B). Em vez de necromante,é traduzido, também, pitão (F), ou na forma feminina, pitonisa (F).
f. Rabdomancia: Adivinhação por meio de varinha mágica. Os 4. 12.
g. Sonhos: Refere-se em Is 65.4 ao costume de adivinhar, dormindo junto às sepulturas; etc...
h- Sortilégio ...;
i-Terafim ...;
j- Filhos oferecidos em holocaustos; etc...
 
IV. DISCERNIMENTO
1. O falso e o verdadeiro (v.2). 
DEUS deu a Israel profetas legítimos, os quais falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO no AT e no NT. Dentre os principais estão Abraão, Moisés, Samuel, Natã, Elias, Eliseu, no AT. Barnabé, Ágabo (Atos 21:10-12), Judas e Silas (At 15:32) e outros como está registrado em Ef 4:11, no NT..
 
2. A necessidade do discernimento. 
Já vimos em lições anteriores a possibilidade de manifestações sobrenaturais por meio de homens não comprometidos com a verdade. 
MILAGRE: Sucesso que se não explica por causas naturais: propriamente obra de DEUS, Êx 7.3,4; At 10.38. contudo os milagres são feitos, às vezes, por poderes maus: Mt 24.24; 2 Ts 2.9; Ap 13.14; 16.14.: Empregam-se vários outros vocábulos para exprimir a idéia de milagres: prodígios, maravilhas, sinais, poderes miraculosos.
Alguns têm caráter profético e pressagioso, predizendo grandes juízos: as pragas sobre o Egito, Êx 3.20; prodígios no céu, At 2.19. Outros são grandes e poderosos, Mt 13.54; Mc 6.14; At 6.8; 8.6,13; 2 Co 12.12.
Milagres extraordinários. At 19. 11. Ainda outros tinham significação teológica, servindo como "sinais", Jo 2.11; 4.54. 11 Não todos os grandes servos de DEUS faziam milagres: Jo 10.41; 1 Co 12.10,29. As curas eram milagrosas, At 4.22. Havia quatro períodos quando DEUS operava maior número de milagres:
1) Quando 'formava a nação de Israel, sob Moisés e Josué.
2) Sob Elias e Eliseu, quando o culto a Baal ameaçava destruir toda a adoração a DEUS.
3) No tempo de Daniel.
4) Ao estabelecer a Igreja. no tempo de CRISTO e os apóstolos. Mas não foi porque DEUS não quisesse que os milagres continuassem ininterruptamente; antes foi porque o povo não mais atentava para a voz do Senhor. Ver 1 Sm 3; etc. As Escrituras não ensinam que milagres cessariam com os apóstolos, mas sim que permaneceriam até que viesse o que é perfeito, 1 Co 13.10, isso só se dará quando formos arrebatados. Tanto os sinais como a salvação pertencem à promessa de Mc 16.16, 17. Milagres, prodígios e sinais são para a confirmação da Palavra, At 2.22; Hb 2.4. E nunca houve maior necessidade, de confirmação do que há atualmente. CRISTO operava milagres, movido de compaixão, Mt 9.36. Ele, portanto, atende aos necessitados hoje, porque Ele, é o mesmo, Hb 13.8. 11. JESUS curava toda sorte de doenças e enfermidades, em toda parte, e fazia muitos outros sinais que não estão registrados nas Escrituras. Mt 4.23, 24; 8.16; 9.35; 10.8; 14.14; 5.30;21.14; Jo 20.30.
 
CONCLUSÃO:
É dever do cristão não se levar pela manifestação de sinais sobrenaturais sem antes ter certeza de sua origem.
 
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Apologético
"O momento é de alerta"
O momento atual da Igreja de JESUS CRISTO impõe urgência ao tratar as doutrinas fundamentais da Bíblia Sagrada como prioridade inegociável. É preciso escrevê-las, discuti-las, ensiná-las com mais profundidade e dedicação para que possam ser aprendidas, lembradas, divulgadas como tarefa sine qua non da igreja. No passado, gastávamos muito tempo falando mais de costumes do que de doutrina. Hoje, infelizmente, não falamos nem de uma coisa nem de outra. Muitos de nossos púlpitos estão indefinidos porque cederam à tentação dos avivamentos coreográficos, da exibição dos grandes números e da cultura imediatista, as quais flagelam os que procuram seriedade no servir a DEUS. Algumas igrejas, por causa disso, tornaram-se patrocinadoras de espetáculos e locais onde o ego humano é 'massageado', com o nítido objetivo de crescimento rápido e vantajoso. Resultado: vulnerabilidade doutrinária e frenesi pelas novidades (At 17.21).
Com a falta de ensino bíblico em muitos de nossos púlpitos, criou-se no povo um fascínio desesperadamente ambicioso pela experiência, que acabou se tornando a pedra de toque da vida da esmagadora maioria dos crentes pentecostais. As profecias, sem nenhum ensino, acabaram tomando o primeiro lugar na preferência da maioria dos nossos cultos, valendo, para muitos, mais uma profecia do que um ensino bíblico.
Não esqueçamos que o nascedouro de heresias é sempre a ausência de estudo bíblico sistemático. Ademais, o povo de DEUS precisa ter conhecimento das doutrinas cardeais das Sagradas Escrituras para poder se defender das heresias.
Precisamos, portanto, e com muita urgência, fazer uma nova leitura das necessidades reais do nosso povo e da sociedade ao nosso redor e pensar num meio
de tornar as Boas Novas do Evangelho mais convincentes para o homem atual". (LIMA, Paulo César. O que está por trás do G-12. Rio de Janeiro : CPAD, 2000. p.30-31.)
 
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ATOS - EDITORA MUNDO CRISTÃO
 
Lição 3 - Dons de Revelação
LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos
Tema: Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário
Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima
 
 
TEXTO ÁUREO
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação (I Co 14,26).
 
 
VERDADE PRATICA
Os dons de revelação divina são indispensáveis à igreja da atualidade, pois vivemos em um tempo marcado pelo engano.
 
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1 Coríntios 12.8,10; Atos 6.8-10; Daniel 2.19-22
1 Coríntios 12 - 8 - Porque a um, pelo ESPÍRITO, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, a palavra da ciência; 10 - e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.
Atos 6 - 8 - E Estêvão, cheio de fé e de poder; fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.
9 - E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos Libertos, e dos cireneus, e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilicia e da Ásia, e disputavam com Estêvão. 10 - E não podiam resistir à sabedoria e ao ESPÍRITO com que falava.
Daniel 2 - 19 - Então foi revelado o segredo a Daniel numa visão de noite; e Daniel louvou o DEUS do céu. 20 - Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de DEUS para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força; 21 - ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos inteligentes. 22 - Ele revela o profundo e o escondido e conhece o que está em trevas; e com ele mora a luz.
 
CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS DONS - 1 Co 12
DONS DE REVELAÇÃO 
DONS DE PODER  
DONS DE ELOCUÇÃO
Palavra da sabedoria
Fé 
Profecia
Palavra do conhecimento 
Curar 
Variedade de línguas
Discernimento de espíritos
Operação de milagres  
Interpretação de línguas
Extraído de Nos Domínios do ESPÍRITO, CPAD p. 131.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
SOUZA, Estevam Ângelo de. Nos Domínios do ESPÍRITO. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.
HORTON, Stanley M. A Doutrina do ESPÍRITO SANTO no Antigo e Novo Testamento. 12. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
SAIBA MAIS pela Revista Ensinador Cristão CPAD, n° 58, p.37.
 
Meus comentários - Ev. Henrique
Atos 16.16-24
16 - E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. 17 - Esta, seguindo a Paulo e a nós, c/amava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo. 18 - E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu.
 
Fruto do ESPÍRITO X Batismo No ESPÍRITO X Línguas faladas no batismo X Dons do ESPÍRITO
Fruto do ESPÍRITO - O fruto é implantado no crente no momento de sua conversão e o recebemos pela graça de DEUS e sem merecimento - Pegue uma laranja com nove gomos como exemplo - No momento da conversão se recebe a laranja para que bebamos dos nove gomos em nossa caminhada cristão. Podemos beber muito de um gomo e de outro não, mas seguramente beberemos de todos, pelo menos um pouco de cada. Se bebermos muito do primeiro que é o amor, seguramente beberemos muito de todos os outros.

Batismo No ESPÍRITO - Quanto ao batismo recebemos pela graça de DEUS e sem merecimento. JESUS quer batizar-nos desde o momento de nossa conversão, assim como o fruto nos foi implantado desde esse momento. O ESPÍRITO SANTO já estará habitando em nós a partir daí - O problema é deixarmos que o ESPÍRITO SANTO fale através de nossa língua (membro difícil de ser domado) - Devemos permitir que o ESPÍRITO SANTO controle nosso ser, nosso eu, que ELE nos use para ganharmos almas; só assim poderemos ser revestidos de poder para sermos testemunhas de CRISTO. Só podemos confirmar se alguém recebe o Batismo o ESPÍRITO SANTO quando este fala em línguas espirituais (At 2.4-8; 10.45; At 19.6; 1 Co 14.18, etc...)
 
Línguas faladas no batismo - Quanto às línguas faladas no batismo são para o crente orar em línguas durante toda sua vida. Essa linguagem é para se falar diretamente com DEUS (1 Co 14.2), é para edificação do crente (1 Co 14.4; Jd 1.20), é para orar com perfeição (Rm 8.26).
Atenção - Não é dom do ESPÍRITO SANTO arrolado em 1 Coríntios 12.8-10 o falar em línguas diariamente na língua em que se foi batizado.
No dom do ESPÍRITO SANTO chamado "Dom de Línguas" ou Variedade de Línguas, o crente fala diversas línguas e não somente a linguagem do batismo (4 tipos de línguas).
 
Dons do ESPÍRITO - Quanto aos dons, recebemos pela graça de DEUS e sem merecimento, à medida que acreditamos na ação sobrenatural do ESPÍRITO SANTO e nos dispomos a ser Seu canal de poder para operação de seus dons. Temos que desejar os dons, ter fé que são para nós e abundar neles (1 Co 14.12). Temos que dar a vida pelos outros. Ser usado em dons significa ser criticado, odiado, perseguido e tudo isso por causa dos outros. Para que possamos ser usados nos dons temos que amar aos outros como a nós mesmos e sacrificarmos nossa vida por eles. Jejuar, orar e estudar muito.
 
INTRODUÇÃO
"Porque os dons e a vocação de DEUS são sem arrependimento" (Rm 11.29).
Estamos em plena crise de dons na igreja - enquanto uns pouquíssimos são usados em vários dons, a grande maioria da igreja nem mesmo sabe diferenciar entre um dom e outro. A bíblia afirma: "Todos podeis profetizar...", mas a realidade é que quase nenhum profetiza.
"Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados." - Paulo, (I Coríntios, 14:31)
 
Os dons são concedidos pelo nosso desejo em dar espaço ao ESPÍRITO SANTO de agir em nossa vida e trabalho na obra de DEUS.
A vontade de DEUS não exclui de modo algum o desejar por parte do crente estes dons, de fato Paulo diz várias vezes para ambicionar os dons espirituais: "Desejai ardentemente os maiores dons" (1 Cor. 12:31), "procurai abundar neles, para edificação da igreja" (1 Cor. 14:12), diz Paulo. Estes dons devem ser objeto de busca por parte de todos nós, ninguém está excluído. Não há uma categoria de crentes que está excluída desta busca. Todos devem estar envolvidos nela. Quem não os deseja na realidade não quer que a Igreja seja edificada pela manifestação do ESPÍRITO. Ele não quer que a Igreja de hoje seja edificada por meio dos dons, como o era a igreja antiga.
 
Discernimento de espíritos:
Saber de onde vem e o que está operando numa pessoa. JESUS enxergava a fé dentro das pessoas. Tem a ver com a onipotência de DEUS (Aqui se expulsa demônios e se vence forças e idéias malignas). Paulo enxergou um demônio falando a verdade a seu respeito, mas com o intuito de ganhar crédito para suas adivinhações.
 
Exemplo:
JESUS:
"E JESUS, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5).
 
Exemplo em Atos dos apóstolos:
Paulo e a pitonisa:
" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de JESUS CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18).
 
Para julgar profecias esse dom é imprescindível.
1Co 14.26 - "E falem dois ou três profetas, e os outros julguem".
O julgamento de manifestações espirituais é uma ordenança bíblica. O apóstolo João escreveu: "Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de DEUS, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo"(1Jo 4.1). O discernimento é uma necessidade para a igreja dos dias atuais, pois há um verdadeiro bombardeio de modismos doutrinários, heresias e misticismos antibíblicos. Em meio a essa confusão da espiritualidade pós-moderna, a "profecia", ou melhor, a profetada é um dos meios em que muitas heresias têm sido geradas.
Como saber se determinada manifestação espiritual vem do ESPÍRITO de DEUS, do espírito humano ou de Satanás? Somente com o discernimento dado pelo ESPÍRITO SANTO.
 
Esse dom também tem a ver com o discernimento para se distinguir a fonte do falar em línguas espirituais (ou estranhas).
- se aquele que fala em línguas está falando na carne (fingindo ser batizado, ou aquele que aprendeu a repetir palavras como se fossem em línguas espirituais),
- se aquele que fala em línguas está falando de DEUS (foi realmente batizado)
- ou se fala imitações de Satanás, através de demônios que imitam o falar em línguas verdadeiro.
 
A própria pregação e/ou ensino deve ser ouvida e julgada para se discernir entre a pregação/ensino que vem de DEUS ou a que vem do homem ou a que vem do Diabo.
 
Mediante este dom o ESPÍRITO SANTO capacita o crente de discernir a presença de espíritos malignos em pessoas ou próximo de pessoas ou ver os espíritos enquanto operam malvadamente. Existem espíritos de vários generos, isto é, ocupados a fazer várias formas de mal. Existem espíritos que provocam mudez e surdez como aquele expulso por JESUS, daquele menino epiléptico. De fato JESUS lhe disse: "ESPÍRITO mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele" (Mar. 9:25). De modo que nestes casos para que a cura se faça é necessário discernir o espírito ou os espíritos que provocam as doenças para depois expulsá-lo(s) em nome de JESUS CRISTO. Existem espíritos enganadores que estão ocupados a enganar; Paulo diz de fato que em dias vindouros "alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores…." (1 Tim. 4:1). Destes espíritos existem já muitos no seio do povo de DEUS; mediante eles toda a sorte de falsa doutrina é ensinada a certos crentes. Existem espíritos que fazem sinais e prodígios; João viu alguns deles em visão: "E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do DEUS Todo-Poderoso" (Ap. 16:13-14).   
 
COMENTÁRIO/INTRODUÇÃO
Os dons de revelação constituem parte da revelação de DEUS, concedida ao homem salvo, para que, por eles, a “multiforme sabedoria” divina seja manifestada no meio da Igreja, e os crentes em JESUS sejam protegidos das sutilezas do Adversário e das maquinações humanas contra a fé cristã.
Sem a presença física de CRISTO, após sua Ascensão aos céus, os salvos, reunidos em igrejas locais, precisam, de maneira indispensável, dos dons espirituais, tanto para cumprirem a Missão confiada por CRISTO, quanto para lutar e vencer “as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais” (Ef 6.12). Sem eles, a igreja local não passa de uma comunidade humana, uma associação religiosa, como um “vale de ossos”, transformados em corpos com tecidos humanos, mas sem vida. Tem estruturas humanas, ministeriais, denominacionais, intelectuais, políticas e administrativas, mas não tem o poder de DEUS em sua vida institucional. Os dons espirituais propiciam a provisão divina para a igreja cumprir a sua missão, concedida por CRISTO, de proclamar o evangelho por todo o mundo e a toda a criatura.
Dentre esses, os chamados “dons de revelação” aparecem como categoria de grande valor e necessidade, no meio das igrejas locais. No tempo de Paulo, havia confusões, mistificações doutrinárias, ensinos heréticos e tantos outros tipos de informações, que chegavam aos ouvidos dos crentes, que muitos se desviaram, iludidos pelos “ventos de doutrina” (Ef 4.14). O gnosticismo ameaçava a integridade da fé cristã. Os judaizantes queriam impor seus ensinos legalistas e ultrapassados. A igreja precisava de recursos espirituais sobrenaturais para não ser esmagada pelas heresias, muitas delas travestidas de verdades absolutas. Só a revelação de DEUS, manifestada de forma incisiva, poderia evitar a derrocada do cristianismo.
E, nos dias presentes, será que não há necessidade da revelação especial de DEUS, através de sua palavra e de dons ou carismas que façam a diferença, para que os cristãos saibam discernir o “joio do trigo”? Certamente hoje, mais do que nunca, a igreja de JESUS, em toda a parte, necessita desses recursos. Os dons de revelação podem identificar a origem, os meios e os propósitos de muitas falsas doutrinas que surgem a cada dia, no meio evangélico. Pela revelação sobrenatural, pode-se desmascarar os falsos pastores, os “obreiros fraudulentos”, “de torpe ganância”.
Elinaldo Renovato. Dons espirituais & Ministeriais Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário. Editora CPAD. pag. 31-32.
 
 
Estratégias Espirituais: Um Manual Para A Guerra Espiritual - www.harvestime.org - Harvestime International Institute
 
DISCERNIMENTO ESPIRITUAL Posto que a guerra espiritual é justamente isso: espiritual, deve ser entendida com uma mente espiritual. Em nosso estado natural de pecado, nós não podemos entender as coisas espirituais: 
“Ora, o homem natural não aceita as coisas do ESPÍRITO de DEUS, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Coríntios 2.14). 
É necessário usar o “discernimento espiritual” para entender as coisas espirituais. Talvez um dos melhores exemplos de discernimento natural e espiritual está registrado em 2 Reis capítulo 6, que registra a história de uma batalha natural na qual as tropas da nação inimiga da Síria haviam rodeado um pequeno povo chamado Dotã onde o profeta Eliseu estava. Quando o servo de Eliseu, Geazi, viu o grande exército do inimigo, ele teve medo. Eliseu orou para que DEUS abrisse os olhos espirituais de Geazi para que ele pudesse ver as hostes espirituais que o rodeavam e os protegiam. Nesta ocasião, DEUS abriu os olhos espirituais de Geazi e lhe permitiu ver visivelmente as forças superiores de DEUS listadas para a batalha. 
A história desta batalha em Dotã é semelhante às condições espirituais na Igreja. Há alguns, como Eliseu, que vêem claramente dentro do reino espiritual. Eles sabem que há um conflito que está ocorrendo, têm identificado o inimigo e reconhecido as grandes forças de DEUS que asseguram a vitória. Há outros como Geazi, que com um pouco de encorajamento, serão capazes de abrir seus olhos espirituais e não serão mais temerosos ou derrotados pelo inimigo. Porém, tristemente, há muitas pessoas que, como aqueles na cidade de Dota, estão dormindo espiritualmente. Eles não sabem inclusive que o inimigo os tem rodeado e está posicionado para ao ataque.
 
Todos os crentes são chamados a “provar os espíritos” (1 João 4.1). “Provar” significa “testar” os espíritos. Se provar os espíritos isso não significa que estás atuando com incredulidade. Se os espíritos são de DEUS passarão pela prova!

DETECTANDO A PRESENÇA DEMONÍACA 
Para derrotar os poderes demoníacos é importante ser capaz de reconhecer sua presença e táticas. O ESPÍRITO SANTO está provido de um dom espiritual especial para este propósito. Este dom é chamado “discernimento de espíritos” (1 Coríntios 12.10). 
Discernir significa “descobrir, revisar, fazer uma distinção entre”. O dom de discernimento de espíritos capacita o crente para discernir os espíritos que estão operando nas pessoas. Ele permite descobrir, revelar, e identificar espíritos malignos. 
O dom de discernimento de espíritos é muito importante na hora de tratar com poderes demoníacos. Capacita imediatamente a discernir se uma pessoa tem um espírito maligno operando através ou mediante ela. Evita o engano de irmãos de 
espíritos mentirosos, os enganadores. As pessoas com este dom podem reconhecer as táticas malignas e os motivos dos poderes demoníacos. 
Por exemplo, algumas surdez e mudez (segundo registro bíblico) podem ser causadas por um espírito ou pode ser o resultado de um acidente ou de enfermidade. O discernimento te permitirá determinar a causa por traz da situação e permitirá o exercício de um ministério específico. 
Não são todos os crentes que tem este dom espiritual especial de discernir espíritos. Se um crente não tem este dom existem sinais da presença demoníaca que podem ser observados. 

Quando a mulher Ciro fenícia veio a JESUS com o pedido que JESUS expulsasse um espírito imundo de sua filha, ela disse “minha filha está gravemente atormentada por um demônio” (Mateus 15:22). ¿ Como ela entendeu isto? Logo, foi pelos sintomas. A detecção é simplesmente observar o que os espíritos demoníacos fazem a uma pessoa. 
Aqui há alguns sintomas de atividades demoníacas: 
Indução demoníaca: É reconhecida por um controle incomum pelos demônios. Tal pessoa pode interessar-se pelas práticas ocultas, constantemente atribuindo tudo a Satanás e aos demônios, ou estar mais preocupada com o estudo dos demônios e Satanás.

Opressão demoníaca: Pode ser reconhecida pelos seguintes sinais: 1.Uma atadura física: A “filha de Abraão” a quem JESUS aliviou de um espírito de enfermidade estava atada fisicamente. Ver Lucas 13.10-17. Enfermidade crônica pode ser opressão demoníaca. Nem toda enfermidade é causada por poderes demoníacos. Algumas enfermidades são causadas por uma violação das leis naturais, tais como não comer apropriadamente, o beber água em más condições... Algumas enfermidades são também correção. Um rei na Bíblia que não deu a gloria a DEUS foi ferido com enfermidade intestinal e morreu! 
2.Opressão mental: Distúrbios na mente nos pensamentos tal como tormento mental, confusão, dúvida, perda de memória, etc. Falta de descanso, falta de habilidade para raciocinar e escutar os outros; problemas de fala e timidez podem manifestar.
3. Nem todos os problemas mentais são causados por Satanás. Desalento, depressão, desorientação podem ser causadas por alergias a certas comidas ou um balanço químico inapropriado no cérebro. DEUS é capaz de sarar os problemas mentais e…
4. Problemas espirituais: dificuldades extremas em vencer o pecado, incluindo hábitos pecaminosos. Rejeição de soluções espirituais aos problemas. Qualquer tipo de erro doutrinal, incluindo o jugo a objetos e a literatura de cultos. 
5.Circunstancias: Os demônios podem criar circunstancias difíceis que são opressoras. Tais circunstâncias usualmente envolvem confusão e podem imediatamente ser identificadas como demoníacas porque DEUS não é o autor de confusão (1 Coríntios 14.33; Tiago 3.16).

Possessão demoníaca: pode ser reconhecida pelos seguintes sinais: 1.Habitação de um espírito imundo: Isto é demonstrado por uma moral básica de impureza. Pode incluir o desejo de andar sem roupa. Para exemplos ver Marcos 5.2 e Lucas 8.27. 
2. Força física incomum: Uma pessoa mostra força alem da capacidade normal. Por exemplos ver Marcos 5.3 e Lucas 8.29. 
3.Ataques de ira: estes ataques podem vir acompanhados de espuma na boca. Ver Marcos 9.14-29 e Lucas 8.26-39. 
4.Resistência as coisas espirituais: Nos registros de Marcos 6.7 e 1.21-28, os demônios conheciam a JESUS, apenas o viram e lhe pediram que os deixassem em paz. O temor do nome de JESUS, a oração e a Palavra e a blasfêmia contra o que é espiritual são sintomas da possessão demoníaca. Blasfêmia excessiva pode ser notada, características físicas transformadas e abruptas mudanças de comportamentos quando se menciona coisas espirituais. 
5.Mudanças na personalidade e na voz: Uma pessoa que é normalmente tímida pode apresentar-se agressiva ou violenta. Ações a semelhança da aparência, podem também ser afetada. O caráter moral e a inteligência podem mudar. A voz pode ser alterada. Ver Marcos 5.9. 
6.Acompanhamento de aflições físicas: Em casos de possessão demoníaca, estas parecem ser mais comumente aflições do sistema mental e nervoso. (Ver Mateus 9.33; 12.22; Marcos 5.4-5). Pode também incluir uma convulsão. (Ver Marcos 9.14-29). 
7.Dano físico auto-flagelo: Em Mateus 17.14-21 está a história do filho de um homem que se lançava a no fogo. Em Lucas 8.26-39 este homem possuído por um demônio se cortava com pedras para auto provocar danos físico. 
8.Angustia terrível: Lucas 8.28 relata de um homem que morava nos sepulcros devido aos tormentos tremendos internos causados pela possessão. 
9.Incapacidade para a vida normal: Este homem não podia viver na sociedade por isso que vivia nas tumbas do cemitério. Ver Lucas 8.27.
10.Mediante métodos não bíblicos, a habilidade de predizer o futuro e descobrir o que é desconhecido: A mulher em Atos 16.16 que se dizia estar “possuída” por um espírito de adivinhação. 
Os quadros seguintes também podem indicar indução, opressão e possessão demoníaca: 
1. Obsessiva imoralidade como envolvimento com pornografia, adultério, fornicação, masturbação, homossexualidade, e outros pecados sexuais. Forte compulsão, desordem alimentar, suicídio, autoflagelação, mutilação e assassinato. 
2. Uso das drogas e do álcool. 
3. Transes, visões, e meditação que não está de acordo com a verdade de DEUS. 
4. Emoções tais como medo, ansiedade, depressão, ódio, ira, enfado, orgulho, amargura, negativismo, e crítica.

CONTRA ESTRATÉGIAS PARA LIDAR COM OS DEMONIOS 
Aqui estão algumas contra-estratégias espirituais para tratar com os poderes demoníacos.

PREPARAÇÃO PRELIMINAR PARA TI: 
A fé vem pelo ouvir a Palavra de DEUS, a palavra específica, “rema”. Começa por edificar a fé em teu próprio coração, lendo o Novo Testamento com uma nova atitude: 

- Qualquer coisa que JESUS disse a Seus seguidores que fizessem, comesse a fazer.
- Qualquer coisa que disse que falassem, comesse a falar.
- Se Ele disse que poderiam liberar aqueles afligidos por Satanás, espera então vê-los liberados, creia.
- Se Ele disse para expulsar demônios, então faça em Seu nome e espera que te obedeçam. 

Deixa de lado todos os ensinamentos dos homens e as experiências pessoais que já teve. Aceita que o Novo Testamento significa exatamente o que diz. O aceite como verdadeiro e atual e seja um embaixador de CRISTO (2 Coríntios 5.20). Um embaixador nunca duvida do que diz o país que representa e guardará sua palavra. 

Antes de ministrar libertação lembre-se que o poder e a autoridade para a libertação vêm de DEUS. É bom estar em contato com ele! Alguns demônios só saem com jejum e oração. Isaías 58 ensina que DEUS honra aquele que se concentra em ministrar às necessidades dos outros.
PREPARAÇÃO PRELIMINAR PARA OUTROS: 
Quando há possibilidade de uma equipe de crentes, se deve utilizar para atar e expulsar demônios. JESUS enviou Seus discípulos em pares para este ministério: 
“E chamou a si os doze, e começou a enviá-los a dois e dois, e dava-lhes poder sobre os espíritos imundos;” (Marcos 6:7). 
Isto não significa que não podes ministrar sozinho a um afetado pelo demônio quando te encontras com um, pois há poder na unidade da oração com outros irmãos. Posto que o poder venha da unidade, daqueles que se unem neste ministério de libertação, porem devem estar similarmente preparados com jejú e oração. 

Em casos de opressão condução (tais como depressão, enfermidades causadas por demônios, etc.) prepara a pessoa que está por receber o ministério. Eles necessitam ter sua fé edificada sobre a palavra “rema” de DEUS acerca da libertação (isto pode não ser possível nos casos de possessão). 

Se você orar pelo afetado por demônio sem a preparação adequada, é como animar aos não crentes a aceitar a JESUS como Salvador sem saberem quem é Ele. Reconhecer seus pecados é necessário para a salvação. Ao compartilhar o Evangelho um ganhador de almas sábio não pressiona por uma decisão rapidamente. Existe um ministério prévio a ser realizado. Instruções adequadas devem ser dadas. 

É certo que algumas vezes, DEUS liberta sem estas instruções ao afetado. Mas ao ministrar libertação deves usar cada canal prescrito na Palavra de DEUS para ver a obra completa. Às vezes um dos canais para o poder libertador de DEUS vem apenas por escutar a Palavra, de tal maneira que a instrução é importante. JESUS combinou palavra e ensinamento com saúde e libertação e instruiu a Seus seguidores a fazer o mesmo.

O LUGAR PARA MINISTRAR: 
A ministração de libertação àqueles afetados por poderes demoníacos pode ser feita durante uma parte regular dos trabalhos da igreja ou não. Tal ministério não necessita estar confinado somente a seções privadas. Este é um ministério válido da igreja. 

JESUS ministrou aos possuídos de demônios como parte regular do serviço (Marcos 1.21-25). Não é necessário esperar que haja um serviço regular para tratar com os poderes demoníacos. JESUS tratou de libertação qualquer momento quando encontrava os demônios.

O TEMPO PARA MINISTRAR: Quando estás pronto para ministrar libertação... 
1. Começa com adoração e louvor: entramos em Sua presença (onde há libertação e vida) mediante a adoração louvor. Liberação pode vir mediante o louvor e a adoração, inclusive sem ministrar mediante a oração porque DEUS habita entre os louvores de Seu povo. Quando louvamos, Ele está presente para sarar e libertar. 
2. Crie um ambiente de fé: começa fazendo isto e quando ministrar a palavra sobre libertação, também podes necessitar tomar uns passos adicionais para criar um ambiente de fé. A incredulidade impede a ação o poder, inclusive o ministério de JESUS em Nazaré, algumas vezes JESUS afastou os incrédulos quando ministrava (Marcos 5.35-40). Algumas vezes guiou as pessoas fora de suas vilas (um ambiente de incredulidade) tendo em vista a ministrar (Marcos 8.23). 
3.Orar primeiro: pedir por discernimento e sabedoria antes que comeces a ministrar liberação. Durante a oração, DEUS pode revelar-te: 
4.Uma palavra de conhecimento: fatos específicos e informações sobre uma pessoa e condições de maneira que saberás como orar. Uma “palavra de conhecimento” pode incluir uma profunda sensação de conhecimento, uma certeza em teu espírito, pensamentos, palavras e sentimentos. A palavra de conhecimento pode revelar o que a enfermidade é o por que a pessoa está nesta condição. 
5.Um Versículo das Escrituras: A palavra “rema” para esta situação, condição da pessoa ou grupo. 
6. Uma visão: imagens em sua mente relacionadas com quem está ministrando. 
7. Palavras de fé: palavras especiais de alimento e fé especificamente para o indivíduo. 
8.Uma unção especial: um derramamento repentino de poder, que será sentido como um calor, uma confiança sobrenatural. 
9.Conduzir uma entrevista breve: isto não é requerido. É opcional e só deve ser feito com a direção de DEUS. DEUS pode te dar palavras específicas de sabedoria sobre a condição da pessoa e não ser necessário entrevista-la. Pelo que se DEUS não te revela sobrenaturalmente algo, não deves usar a entrevista para isto (o diabo é mentiroso). JESUS usou tanto os métodos naturais como os sobrenaturais. 

Em ocasiões discerniu a condição das pessoas pelo ESPÍRITO SANTO. Em outra lhes perguntou o que queriam e quanto tempo haviam estado afetados, porem sempre na dispensação do ESPÍRITO SANTO (autoridade). Uma entrevista te ajuda a ganhar informações de tal maneira que podes orar mais especificamente. Também te ajuda a determinar se a pessoa necessita de instruções adicionais antes da oração. JESUS com frequência fazia isto. Perguntou as pessoas com relação a sua fé e logo tratou com as forças negativas da incredulidade antes de ministrar-lhes.
 
Estude os seguintes exemplos:
- Marcos 5.1-20: JESUS pergunta ao homem endemoniado.
- Marcos 8.22-26: perguntando ao homem cego.
- Marcos 9.14-27: um menino com um espírito maligno.
- Marcos 10:46-52: perguntando ao cego Bartimeu.
 Pergunta a pessoa “Qual é o problema?”. Perguntar o motivo de oração é importante. JESUS libertou a muitos que vieram a Ele sabendo quais eram suas necessidades. Ele pedia a eles mesmos um ato de fé que pode por em movimento o processo de cura (Tiago 5.14-15). Pede uma declaração específica de fé. Só necessita de atos breves. Não necessitas da historia completa ou uma história de vida. 
Não trate de canalizar as informações que se Da. Tua função é ministrar libertação. Somente alguns casos únicos pedem privacidade e maior quantidade de tempo para aconselhamento com um conselheiro. Tem conselheiros disponíveis para este propósito. 
Quando estás ministrando a uma multidão, é melhor treinar os outros para ministrar contigo e não fazer toda ministração sozinho. JESUS falou que estes sinais seguiriam aos que creem. A obra do ministério havia de ser mediante o corpo, e não mediante um dos crentes ou evangelista. 
1.Determine qual o problema específico: usa as informações da entrevista e a sabedoria que DEUS te tem dado para discernir se o problema está: 
No reino espiritual: problemas relacionados com o pecado. Isto requer um ministério de santidade espiritual (salvação, arrependimento e perdão de pecados). 
No reino físico: enfermidade corporal provocada por espíritos demoníacos de enfermidade. 
No reino emocional: problemas relacionados com a ansiedade, temor, enjôos, amargura, ressentimento, culpa, duvida, fracasso, ciúmes, orgulho, confusão, frustração, perfeccionismo, falta de perdão, traumas. 
A maior barreira para sanidade emocional é a falta de perdão, de tal maneira que a sanidade emocional inclui a sanidade de relações sociais (conjugal, financeira, profissional, filial, paternal, maternal…) 
Somos chamados a serem ministros de reconciliações (2 Coríntios 5.18-21). Reconciliações tanto com DEUS como com o próximo, e aqui é onde a cura emocional, mental, ou interior entra em cena. 
Pode necessitar instruir a pessoa o perdão. Isto Não é:
- Justificar os erros que alguém tenha cometido.
- Negar que fomos errados primeiro.
- Aceitar com restrição o que te foi feito.
- Esperar por “tempo” para sarar a ferida.

O verdadeiro perdão vem por: 
- Reconhecer que o que nos foi feito, é resultado de homens pecaminosos em um mundo pecaminoso.
- Confessar a ferida a DEUS e pedir a Ele que sare as emoções feridas (por exemplo, ódio, amargura, etc.). Pedir que nunca duvidasse do fato do incidente o que necessitas é da cura das emoções errôneas relacionadas com o fato.
- Pedir a DEUS que te ajude a perdoar aos outros involuntariamente, logo perdoar como CRISTO te perdoa. Reconhecer que DEUS estende o perdão a ti na medida em que perdoas aos outros. 
- Reconhecer o pecado que causa culpa e emoções pecaminosas, confessá-las a DEUS e arrepender-se. Pedir-lhe, que perdoe teu pecado e sare tuas emoções. 
- Reconhecer quando DEUS perdoa e não duvidar. 
- Clamar 1 João 1.8-9 e Romanos 8.1. 
- Por um ato de tua própria voluntariedade, libera a ti mesmo da condenação. Controla os patrões futuros de pensamento despojando-se de “vans imaginações” e “esquecendo aquelas coisas do passado”.

Reino mental: problemas relacionados com o pensamento negativo, ataques de Satanás na mente e retardo mental. Posto que o homem seja um ser trino, os problemas neste reino afetam toda a pessoa. Na medida em que se ministra, trate com toda a pessoa, não somente com uma área. O homem é corpo, alma, e espírito. A totalidade implica tratar com tudo isto.

2.Determinar se é tempo de orar: determinar se é tempo de orar a oração de cura. Na maioria dos casos, orar pelo que em alguns casos não se surpreendas se o Senhor retardar a oração. 
JESUS retardou a cura no caso da filha da mulher siro-fenícia e Lázaro. Não fez muitas obras em Nazaré por causa da incredulidade. O Senhor pode também dirigir-te a retardar até que instruções adicionais sejam dadas, por exemplo, podem necessitar tratar com um problema de pecado, necessitar de mais instrução sobre libertação, etc. 
3.Orar a oração de libertação: Ao fazer uma oração de libertação sobre um problema específico de influência demoníaca que se tenha identificado Não tem que persuadir a DEUS a libertar por tua oração. A salvação está disponível, o mesmo é certo da libertação. Assim como a salvação está baseada sobre a condição da fé, assim a libertação. DEUS quer libertar, como também quer salvar. 
JESUS ensinou que primeiro deves atar o inimigo, e logo podes exercer poder sobre ele: 
“Ou, como pode alguém entrar na casa do valente, e roubar-lhe os bens, se primeiro não amarrar o valente? e então lhe saquear a casa.” (Mateus 12.29). 
A fé, o jejum, e a oração são necessários para expulsar os demônios (lê o registro em Mateus 17.14-21). Esta é a razão pela qual a preparação preliminar se necessita nestas áreas. A Palavra de DEUS (Efésios 5.17; Hebreus 4.12); o sangue de JESUS (Apocalipse 12.11) e o poder do ESPÍRITO SANTO (Atos 1.8; 2.38) são também “ferramentas” para a libertação que DEUS te tem dado. 
Gritar com demônios não é necessário. É a tua autoridade no nome de JESUS que expulsará, e não o volume de tua voz durante a oração de libertação. Sempre proíba aos demônios de voltar. É uma parte importante da oração de libertação: 
“E JESUS, vendo que a multidão, correndo, se aglomerava, repreendeu o espírito imundo, dizend…
Quando um demônio é expulso anda sem descanso e descontente fora de um corpo humano. É somente mediante a habitação controle de uma vida humana que o demônio é capaz de cumprir com os planos malignos de Satanás. Esta é a razão pela qual expulsar os demônios não é suficiente. A “casa” espiritual deve ser adornada pela experiência do novo nascimento a presença do ESPÍRITO SANTO a Palavra de DEUS e fazer parte de uma comunidade de cristãos. 
Aqueles que experimentam libertação dos poderes demoníacos devem ser animados a dar seu testemunho. JESUS disse ao endemoniado gadareno: “Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti. Ele se retirou, pois, e começou a publicar em Decápolis tudo quanto lhe fizera JESUS; e todos se admiravam.” (Marcos 5:19-20).

PROTEÇÃO DOS PODERES DEMONÍACOS 
Há maneiras específicas de proteger-se das atividades dos poderes demoníacos. A maior proteção é receber a JESUS cristo como Salvador, posto que os demônios não podem possuir a um verdadeiro crente nascido de novo. Mantenha-se afastado do pecado, porque pelo pecado “você pode dar lugar ao diabo”. Seja pleno do ESPÍRITO SANTO. Os espíritos demoníacos e o ESPÍRITO de DEUS não podem habitar a mesma casa espiritual. 
Evite o interesse excessivo nos demônios. Não é errado estudar o que a Palavra de DEUS disse sobre eles, mas evita livros seculares. Evita todo contato com o oculto. Não consultes bruxas, astrólogos, horóscopos, cartas, etc. Não permitas que ídolos se introduzam dentro de tua casa através dessas leituras: 
“As imagens esculpidas de seus deuses queimarás a fogo; não cobiçarás a prata nem o ouro que estão sobre elas, nem deles te apropriarás, para que não te enlaces neles; pois são abominação ao Senhor teu DEUS. Não meterás, pois, uma abominação em tua casa, para que não sejas anátema, semelhante a ela; de todo a detestarás, e de todo a abominarás, pois é anátema.” (Deuteronômio 7.5-26). 
É importante que controles tua mente, tua língua, e que seleciones tuas amizades cuidadosamente. É também importante que tenha vitória sobre o mundo e a carne.
Estratégias Espirituais: Um Manual Para A Guerra Espiritual - www.harvestime.org - Harvestime International Institute.
 
 
 
SUBSÍDIOS DA REVISRTA DA CPAD - LIÇÃO 11 - DISCERNIMENTO
PARA REFLETIR - A respeito de “Discernimento de Espíritos – um Dom Imprescindível”, responda:
O que mostra a importância e a atualidade do dom de discernir os espíritos? Em todos os lugares e em todas as épocas, sempre existiram falsas imitações, e só com o discernimento do ESPÍRITO SANTO é possível identificar a fonte de tais manifestações. 
Por que as práticas ocultistas são repulsivas aos olhos de DEUS? São práticas repulsivas aos olhos de DEUS porque se trata de uma forma de idolatria (Ap 21.8; 22.15).
Qual o propósito diabólico, segundo a lição, com os elogios a Paulo e Silas? O propósito diabólico aqui era transmitir ao povo a falsa ideia de que a mensagem que Paulo e Silas pregavam seria a mesma da jovem adivinhadora.
O que aconteceu aos missionários depois da libertação da jovem adivinhadora? A população não viu a maravilha da grande libertação da moça, e Paulo e Silas não foram denunciados por causa da expulsão do espírito maligno da jovem.
O que era completamente impossível acontecer sem a atuação do ESPÍRITO SANTO de acordo com o contexto de Paulo? Reconhecer a origem maligna de uma manifestação contra a Igreja não é tão difícil, mas, no contexto de Paulo, diante dos elogios da adivinhadora, isso era praticamente impossível sem a atuação do ESPÍRITO SANTO.
 
SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO TOP1
“Discernimento de espíritos. A expressão inteira, no grego, apresenta-se no plural. Este fato indica uma variedade de maneiras na manifestação desse dom. Por ser mencionado imediatamente após a profecia, muitos estudiosos o entendem como um dom paralelo responsável por ‘julgar’ as profecias (1 Co 14.29). Envolve uma percepção capaz de distinguir espíritos, cuja preocupação é proteger-nos dos ataques de Satanás e dos espíritos malignos (cf. 1 Jo 4.1). O discernimento nos permite empregar a Palavra de DEUS e todos os demais dons para liberar o campo à proclamação plena do Evangelho. ‘Da mesma forma que os demais dons, este não eleva o indivíduo a um novo nível de capacidade. Tampouco concede a alguém a capacidade de sair olhando as pessoas e declarando do que espírito são. É um dom específico para ocasiões específicas’” (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p.475)
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO TOP2
Para lição desta semana é importante você estudar o tema dos Dons Espirituais de um modo geral e específico com relação ao dom de discernimento de espíritos. Para isso, sugerimos a obra “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, editada pela CPAD. Lembre que o planejamento e a organização são fundamentais para uma aula eficaz. Não deixe para se organizar em cima da hora. Antecipe-se!
 
SUBSÍDIO DE VIDA CRISTÃ
“Dei uma conferência na África sobre os demônios. Sobre o assunto argumentei: ‘Espanta-me constatar que durante todos esses anos em que houve missões nesta terra, as mãos de vocês estivessem amarradas por causa de médiuns feiticeiros. Por que vocês não saem e expulsam o Diabo das pessoas e as livram do poder que as escraviza?’
O segredo de nossa obra, a razão de DEUS nos ter dado cem mil almas, o motivo por que temos mais mil e duzentos pregadores nativos em nossa obra na África, é devido ao fato de crermos na promessa: ‘Filhinhos, sois de DEUS e já os tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo’ (1 Jo 4.4). 
Nós não apenas saímos para buscá-las, mas as desafiamos individual e coletivamente, e pelo poder de DEUS libertamos as pessoas do poder que as acorrenta. Quando são libertas, elas se rejubilam pela libertação da escravidão na qual estavam presas. ‘Porque DEUS não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação’ (2 Timóteo 1.7)” (LAKE, John G. Devocional. Série: Clássicos do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp.146-47).
 
CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 77, p41.
 
AJUDA BIBLIOGRÁFICA
ALLMEN, J. J. V. VocabulárioBíblico,2ª Edição. Asso­ciação de Seminários Teológicos Evangélicos, São Pau­lo, SP,1972
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VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
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