terça-feira, 2 de abril de 2019

Escrita Lição 1, Tabernáculo, Um Lugar da Habitação de Deus, 2Tr19, Pr. Henrique, EBD NA TV

Lição 1, Tabernáculo, Um Lugar Da Habitação De DEUS
2º Trimestre de 2019 - O Tabernáculo - Símbolos da Obra Redentora de CRISTO - Comentário: Elienai Cabral
Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454. - henriquelhas@hotmail.com
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Slides - http://ebdnatv.blogspot.com/2019/04/slides-licao-1-tabernaculo-um-lugar-da.html
Vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=PMmvv8FbP6k  
SlideShere  https://www.slideshare.net/henriqueebdnatv/slideshere-lio-1-tabernculo-um-lugar-da-habitao-de-deus-2tr19-pr-henrique-ebd-na-tv  
Veja ajuda escrita em:
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao6oantigotestamentolivrosdopentateuco.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao1-ujf-1tr14-olivrodeexodoeocativeirodeisraelnoegito.htm
 
 
Ajuda em Vídeos em: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv-1trim2014.htm
 http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebd-3trim2018.htm

 
 
TEXTO ÁUREO
“E me farão um santuário, e habitarei no meio deles.”(Êx 25.8)
 
 
 
 
VERDADE PRÁTICA
O Tabernáculo de Moisés foi o protótipo da Igreja de CRISTO, na qual hoje DEUS habita e manifesta sua glória.
 
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Êx 36.1-3 Executando com sabedoria o projeto de DEUS
Terça – Hb 9.1-9 Os sacrifícios do Tabernáculo tipificam o sacrifício perfeito de CRISTO
Quarta – Êx 29.43-46\O Tabernáculo era o símbolo da presença de DEUS entre o povo
Quinta – 1 Rs 6.11-13 No Templo de Salomão, DEUS confirmou sua presença entre o povo 
Sexta – Hb 3.1-6 DEUS, o edificador de sua Casa 
Sábado – Ap 21.1-4 O Tabernáculo Eterno 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Êxodo 25.1-9
1 - Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:2 - Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada. 3 - E esta é a oferta alçada que tomareis deles: ouro, e prata, e cobre, 4 - e pano azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pelos de cabras, 5 - e peles de carneiros tintas de 
vermelho, e peles de texugos, e madeira de cetim, 6 - e azeite para a luz, e especiarias para o óleo da unção, e especiarias para o incenso, 7 - e pedras sardônicas, e pedras de engaste para o éfode e para o peitoral. 8 - E me farão um santuário, e habitarei no meio deles.9 - Conforme tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.

OBJETIVO GERAL - Enfatizar a relação do Tabernáculo com a Igreja de CRISTO.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apresentar a parceria de DEUS com o povo de Israel para construção do Tabernáculo;
Mostrar que o Tabernáculo foi um projeto de DEUS;
Pontuar a relação tipológica entre o Tabernáculo e a Igreja.
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Iniciaremos um novo trimestre. Estudaremos a respeito de “O Tabernáculo: Símbolos da Obra Redentora de CRISTO”. 
Todo início de trimestre cabe uma reflexão. Talvez seja a oportunidade de você fazer uma avaliação com o objetivo de traçar o perfil dos alunos. Essa avaliação pode ser feita por meio de uma observação informal acerca do comportamento deles nas aulas e da consulta ao diário de classe. 
A partir do resultado dessa avaliação você pode planejar suas atividades ao longo do trimestre: É preciso visitá-los? É preciso auxiliá-los em alguma habilidade básica (ler, escrever, falar ou ouvir)? Estas são ações que podem ser executadas para garantir o melhor desempenho dos alunos na Escola Dominical. Não esqueça que o objetivo dessa maravilhosa agência de ensino cristão é desenvolver o caráter de CRISTO na vida dos crentes. 
Antes de iniciar a presente lição, apresente o comentarista deste trimestre: o pastor Elienai Cabral. Ele é 1º Secretário da Mesa Diretora da CGADB, Teólogo, Conferencista, membro da Casa de Letras Emílio Conde e autor de diversas obras publicadas pela CPAD.
 
PONTO CENTRAL - O Tabernáculo foi um projeto de DEUS assim como a Igreja o é.
 
Resumo da Lição 1, Tabernáculo, Um Lugar Da Habitação De DEUS
I – A PARCERIA DE DEUS COM SEU POVO PARA A CONSTRUÇÃO DO TABERNÁCULO* (Êx 25.1-7)
1. Por que construir um Tabernáculo no deserto?
2. A materialização da obra de DEUS (Êx 25.1,2).
3. Três verdades bíblicas que o ofertante deve saber (Êx 25.2):
II – O TABERNÁCULO FOI UM PROJETO DE DEUS (Êx 25.8,9)
1. DEUS arquitetou o Tabernáculo (Êx 25.8).
2. O Tabernáculo foi um projeto de DEUS.
3. O plano térreo do Tabernáculo (25.9).
III – A RELAÇÃO TIPOLÓGICA ENTRE O TABERNÁCULO E A IGREJA 
1. A importância dos aspectos tipológicos do Tabernáculo.
2. A Igreja de CRISTO é o Tabernáculo de DEUS na Terra.
 
 
SÍNTESE DO TÓPICO I - DEUS estabeleceu uma parceria com o seu povo para construir o Tabernáculo.
SÍNTESE DO TÓPICO II - DEUS arquitetou o Tabernáculo, dando o plano térreo da estrutura a Moisés.
SÍNTESE DO TÓPICO III - O Tabernáculo era uma imagem da Igreja de CRISTO no mundo.
 
 
PARA REFLETIR - A respeito de “Tabernáculo – Um Lugar da Habitação de DEUS”, responda:
Como se efetivou a construção do Tabernáculo?
A construção do Tabernáculo se efetivou mediante a participação do povo de DEUS através de ofertas alçadas e voluntárias como o ouro, prata, cobre, pano azul, e púrpura, e carmezim.
Cite as três verdades bíblicas que o ofertante deve saber.
(1) A oferta foi um plano de DEUS para o sustento de sua obra; (2) O ato de ofertar é voluntário; (3) A fidelidade ao Senhor trará abundância.
O Tabernáculo foi fruto da mente engenhosa de Moisés?
Não. DEUS elaborou a engenharia e arquitetou toda a construção do Tabernáculo, dando a Moisés a relação dos materiais que deveriam ser utilizados. 
Quais os elementos que constituem o plano térreo do Tabernáculo?
a) O Átrio; b) O Altar dos holocaustos; c) A Bacia de bronze (ou cobre); d) A Tenda do Testemunho; e) O Lugar SANTO; f) O Lugar Santíssimo (SANTO dos Santos).
Como Paulo tipificou a Igreja?
O apóstolo Paulo deu importância à tipologia bíblica quando escreveu aos romanos: “tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4).

CONSULTE
Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 78, p. 36. Você encontrará mais subsídios para enriquecer a lição. São artigos que buscam expandir certos assuntos.
 
Introdução
Seria difícil encontrar um único tópico de importância do Velho Testamento, ou mesmo do Novo, que não esteja exemplificado no livro de Êxodo. Muitos dos temas, usados posteriormente na Bíblia, surgem realmente neste livro, na interpretação da experiência de Israel, através dos grandes acontecimentos que levaram à sua organização como povo e nação. Nesta Introdução Teológica consideraremos alguns pontos importantes relacionados com a natureza de DEUS. Nosso tratamento não visa esgotar o assunto; procura apenas ser uma parca introdução às riquezas teológicas do livro. Mais precisamente estudaremos o Tabernáculo como busca e manutenção da prese~ça de DEUS entre seu povo, sempre tendo em mente que JESUS CRISTO, DEUS mesmo esteve na Terra e nos proporcionou sermnos tornados templos do ESPÍRITO SANTO. Por meio de JESUS CRISTO, DEUS está presente na Terra em nós e através de nós.
O DEUS cuja ira pode ser evitada
YHWH é também o DEUS cuja ira pode ser desviada. O arrependimento, muitas vezes bem superficial, como o de Faraó, pode evitá-la, bem como o pode a oração intercessória (8:8). A oferta pelo pecado também pode desviá-la (29:10-14), embora Levitico seja mais rico em exemplos deste último caso. O supremo exemplo da ira de DEUS sendo evitada é aquele da nobre oração intercessória de Moisés depois do episódio do bezerro de ouro (32:32), em que ele se identifica com seu povo, mostrando-se disposto a participar até do castigo que eles mereciam (compare Paulo em Romanos 9:3). Se examinarmos o conteúdo da oração de Moisés (32:11-14) veremos a peculiaridade da fé israelita. Moisés faz seu apelo a DEUS com base em Sua natureza, revelada no ato redentor recém-acontecido e na promessa de bênção a Israel. Muitos anos antes disso, em sua oração em favor de Sodoma, Abraão já fizera o mesmo (Gn 18:22-33). Não se trata de um perdão extorquido a alguém que não está disposto a concedê-lo: é a reivindicação do amoroso propósito que DEUS já havia revelado. Quando lemos, mais adiante, sobre a revelação que YHWH faz de Sua própria natureza, vemos que Ele não é um DEUS que Se alegra com a ira e o castigo: Seu prazer está em demonstrar misericórdia (34:6), como fica bem patente em outras partes do Velho Testamento (Ez 18:23). O oferecer uma oração intercessória (às vezes simbolizada pelo incenso, Nm 16:46) em favor da nação pecaminosa é considerado um ato de "propiciação” (32:30). Até mesmo uma oferta em dinheiro ao tesouro sagrado pode ser considerada expiação (30:16), uma oferta propiciatória, aceita como resgate pela vida.

Embora, como dissemos acima, a ira de DEUS possa ser "propiciada” através da oração intercessória, o uso normal do conceito "propiciação” (normalmente uma forma intensiva do verbo hebraico kãpar, que significa cobrir, está relacionado ao sacrifício animal visto como oferta pelo pecado. Êxodo contém vários casos em que tal sacrifício, e especialmente o sangue derramado em tais sacrifícios, é apresentado como "propiciação” em favor de Arão e de seus filhos (29:35,36), ou mesmo em favor de objetos inanimados como o altar (29:37). Assim, o princípio que é claramente apresentado em Levitico (Lv 17:11) se encontra perfeitamente implícito em Êxodo. O sangue derramado, simbolizando a vida sacrificada, é o que faz "propiciação” sobre o altar e desvia a ira de DEUS. Em 29:36, a "propiciação” é diretamente relacionada à "oferta pelo pecado” , de modo que o significado do termo "propiciação” é bem claro; no entanto, "propiciação” ou "expiação” (como o termo é traduzido algumas vezes) também parece apresentar em Êxodo o conceito de "consagração” para um uso ou tarefa particular (29:37). À medida que o Velho Testamento progredia, o conceito de propiciação por meio de uma oferta pelo pecado continuou, acabando por tornar-se um sistema bastante complexo ao tempo do Templo em Jerusalém, estendendo-se a todas as áreas da vida. Resta muito pouca dúvida quanto ao fato de que o conceito de propiciação por sacrifício se origina no princípio da substituição, encontrado já desde o tempo de Abraão (Gn 22:13). Para os israelitas todo e qualquer sacrifício se originava em DEUS (Lv 17:11). Era Ele quem ordenava e aceitava a oferta pelo pecado que tornava possível a propiciação, tal como Ele mesmo havia fornecido o carneiro para Abraão (Gn 22:8). Essa oferta, tal como a oração de Moisés em favor de seu povo, não era a extorsão do perdão a um DEUS que não se dispunha a concedê-lo; era um meio de acesso a Ele por Ele mesmo graciosamente concedido. Além do mais, os sacrifícios não eram de efeito automático: uma boa ilustração é o fato de que o indivíduo não poderia cometer pecado "atrevidamente” (lit. "com a mão estendida” , Nm 15:27-31), ou seja, uma rebelião deliberada e aberta contra DEUS, pensando que mais tarde sempre poderia comprar o perdão através de sacrifícios. Para tal indivíduo o sacrifício de nada valia. E mesmo dentro do contexto do Velho Testamento os santos já percebiam que não era o sacrifício em si que aplacava a ira de DEUS, mas o coração contrito que o sacrifício devia representar (SI 51:16,17).
O uso mais interessante do verbo "propiciar” em Êxodo é o substantivo dele derivado, kappõret (traduzido como "propiciatório” ), usado como o nome da cobertura da arca (37:6). Dizer que alguns comentaristas traduzem a palavra simplesmente como "tampa” , baseados no sentido literal da raiz, "cobrir” , nada mais é que ser fiel aos fatos.
Se, porém, a palavra realmente significa "lugar de propiciação” ou "lugar onde o pecado é coberto” (como o termo grego hilastêrion parece sugerir), temos aqui outra expressão do interesse divino em desviar a Sua ira de sobre o homem. A arca era aquele lugar especial em que DEUS prometera vir ao encontro do homem (25:22) e onde Ele lhes prometera falar. Essa "cobertura” da arca era vista como o próprio trono de DEUS (SI 99:1), coberto pelas asas dos querubins (25:20), o lugar (se pudermos usar o termo reverentemente) da própria presença de DEUS. Sem qualquer dúvida, era esta a razão por que a arca era considerada o símbolo da presença de DEUS. O profundo valor da arca se vê pelo lugar que ocupava no "lugar santíssimo” dentro do Tabernáculo (40:21) e pela sua função em guiar a Israel, quer fosse durante sua marcha no deserto (Nm 10:33) ou na frente de batalha (Nm 10:35). Assim, no coração do conceito da presença de DEUS com Israel jazia a idéia da propiciação e do perdão, oferecidos e garantidos por DEUS em favor de Seu povo tão pecaminoso.
É a predisposição divina em perdoar. Há apoio lingüístico e uma verdade teológica, perfeitamente discernível em todo o Velho Testamento.
JESUS veio para propiciação pelos nossos pecados.
E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. 1 João 2:2
Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; Romanos 3:25
Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados. 1 João 4:10
 
O DEUS que é transcendente
YHWH é um DEUS que não pode ser diretamente experimentado em Sua plenitude pelo homem mortal. A expressão clássica desta verdade se encontra em 33:20: "homem nenhum verá a minha face e viverá” . Embora DEUS não possa ser experimentado diretamente, podemos conhecer algo de Sua presença. Ele é um DEUS de "glória” ; uma expressão típica de Êxodo é "a glória do Senhor apareceu na nuvem” (16:10). A palavra hebraica kãhôd (cujo significado literal é "peso”, e por metáfora "dignidade” ) é uma das palavras usadas para denotar a presença de DEUS quando manifesta aos homens. Normalmente traz consigo, não apenas o conceito do esplendor de DEUS, mas também algo de Sua temível grandeza, como nesta ocasião. O homem mortal deve temer ao presenciar a glória de DEUS, tal como Israel temeu ao ver, simplesmente, a glória refletida a brilhar no rosto de Moisés, quando ele retornou de seu período de comunhão com DEUS no alto do Sinai (34:39-35). Até onde possamos determinar, um certo brilho estava associado a essa glória. Em 24:17, a glória divina sobre o Sinai é comparada a um "fogo consumidor” que aparecia em meio à nuvem negra. Certamente uma idéia semelhante era transmitida pelo termo "shekinah”, de origem mais recente (literalmente "habitação” ), usado para descrever o símbolo visível da presença de DEUS no Tabernáculo ou no Templo. O elo entre "glória” e "habitação” é o fato de que a "glória” de DEUS "habita” o Tabernáculo depois de este ser completado (40:34). As vezes, portanto, DEUS revela Sua glória para demonstrar Seu favor, como neste caso; em outras ocasiões, contudo, ela demonstra Sua ira (J6:10). Fogo pode ser comparada à dupla atividade divina em salvação e juízo. DEUS recebe glória em seu povo e através dele (Isaías 49:3), mas também recebe glória destruindo Faraó e seu exército (14:4). A palavra glória pode ser considerada, portanto, um sinônimo virtual para a presença de DEUS, tal como Ele é, em toda Sua divindade, presença esta revelada e reconhecida; o termo glória é, sem dúvida, uma perífrase para o próprio ser de DEUS. A palavra parece ser usada do mesmo modo no Novo Testamento; é por isso que vemos em CRISTO a própria glória de DEUS.
 
 
O DEUS que vive entre seu povoYHWH viverá entre Seu povo (29:45). Este aspecto é chamado às vezes de "teologia da presença” e é uma tecla constantemente batida no livro de Êxodo. Já mencionamos o tema ao discutir a "glória” divina mas o tema é bem mais amplo. A promessa básica de DEUS a Israel era "Minha presença irá contigo” (33:14). Em contraste, a oração de Moisés é que, se a presença de DEUS não acompanhar Israel, Ele não os conduzirá a Canaã em hipótese alguma (33:15). Aos olhos de Moisés, o que distinguia a Israel era a presença de DEUS que os acompanhava.

Essa "teologia da presença” é tão importante, que pode ser considerada o pensamento central do livro de Êxodo. A princípio, o chamado de Moisés é uma confrontação com a presença de DEUS (3:5). É a presença de DEUS que permite a Israel atravessar o Mar Vermelho e ao mesmo tempo destrói os egípcios, bem como é a presença de DEUS que guia e protege Israel no deserto (14:19,20). Quando YHWH passa diante de Moisés e "proclama o nome do Senhor” (34:5), o que ocorre é uma proclamação da natureza dessa presença. Todo o processo de celebração da aliança (24:1-11) e doação da lei (20) é uma garantia da realidade dessa presença. Por fim, o objetivo único da construção do Tabernáculo é que a presença de DEUS seja experimentada entre o próprio povo de Israel (25:8). A glória máxima do término da construção do Tabernáculo vem quando os israelitas têm uma prova visível de que a presença de DEUS com Seu povo realmente aconteceu (40:35). O livro termina com a confiante certeza de que esta mesma presença continuará sem dúvida a seguir com Israel, levará o povo a possuir Canaã e lhe dará o "descanso” (33:14) que será o cumprimento da promessa feita a Abraão (Gn 13:15).
Como já foi mencionado, essa Presença era enfatizada pelo próprio projeto do Tabernáculo e simbolizada particularmente pela arca, que ficava no lugar santíssimo, no centro exato do acampamento do povo de DEUS. Em dias futuros na história de Israel, o simbolismo "estático” da habitação de DEUS em Jerusalém (SI 9:11), especialmente no Templo de Salomão (SI 20:2), substituiu o simbolismo "dinâmico” daqueles primeiros dias em que uma tenda móvel e uma arca portátil "localizavam” em menor escala a presença divina. Houve os abusos possíveis em ambos os casos: Hofni e Finéias pensaram que a presença de DEUS era automaticamente garantida pela arca (1 Sm 4:3), tal como os judeus, séculos depois, a considerariam automaticamente garantida pelo Templo em Jerusalém (Jr. 7:4). A sorte do santuário em Siló deveria tê-los feito pensar de outro modo (Jr 7:12). No entanto, apesar de abusos e falsas compreensões, a promessa mais venerada do Velho Testamento foi sempre a promessa feita por DEUS e que Ele viveria entre Seu povo (Is 7:14), e na vinda de JESUS CRISTO a profecia do futuro "Emanuel” (DEUS conosco) finalmente se tornou realidade. Assim sendo, a presença de DEUS está diretamente, não mais indiretamente, entre os homens para sempre (Ap 21:3); o tipo e a ilustração já passaram porque a realidade já se fez em CRISTO. Numa realidade mais atual, cada um de nós tem em si mesmo a presença de DEUS através do ESPÍRITO SANTO que mora em nós.
E me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Êxodo 25:8
E habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei o seu Deus, Êxodo 29:45
E habitarei no meio dos filhos de Israel, e não desampararei o meu povo de Israel. 1 Reis 6:13
 
I – A PARCERIA DE DEUS COM SEU POVO PARA A CONSTRUÇÃO DO TABERNÁCULO* (Êx 25.1-7)
1. Por que construir um Tabernáculo no deserto?
DEUS falou com Moisés no Monte Horebe (Cordilheira do Sinai que abrange tanto o lado onde leste está Israel como o lado oeste onde está a Arábia) que sua missão seria tirar seu povo do Egito e os levar até ao Monte Horebe para que DEUS falasse com eles. E disse: Certamente eu serei contigo; e isto te será por sinal de que eu te enviei: Quando houveres tirado este povo do Egito, servireis a Deus neste monte. Êxodo 3:12
Ali DEUS daria a eles as leis que regeriam sua aliança com eles. (Toda Aliança tem normas e regras - quem obedece é abençoado e quem desobedece é amaldiçoado - Deuteronômio cap. 28).
E ouviu Deus o seu gemido, e lembrou-se Deus da sua aliança com Abraão, com Isaque, e com Jacó; Êxodo 2:24
Então tomou Moisés aquele sangue, e espargiu-o sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor tem feito convosco sobre todas estas palavras. Êxodo 24:8
 
DEUS manifestou o desejo de habitar neles como em nós, porém não compreenderam. Assim DEUS decide que seja construída uma habitação física entre eles para lhes servir de casa de DEUS visível, já que não compreendiam a invisível presença de DEUS.
E porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis. Ezequiel 36:27
E porei o meu tabernáculo no meio de vós, e a minha alma de vós não se enfadará. Levítico 26:11
E me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Êxodo 25:8
E habitarei no meio dos filhos de Israel, e lhes serei o seu Deus, E saberão que eu sou o Senhor seu Deus, que os tenho tirado da terra do Egito, para habitar no meio deles. Eu sou o Senhor seu Deus. Êxodo 29:45,46
Essa tenda, denominada “Tabernáculo” é a morada sagrada, o lugar de encontro entre Deus e seu povo.
O Tabernáculo deveria ser desmontável, pois teria que ser desmiontado e transportado toda vez que DEUS ordenasse que o povo partisse.
QUANDO ISRAEL DESMONTAVA O TABERNÁCULO E VIAJAVA?
Quando DEUS mandava sair, saiam. A Nuvem se mexia. Mas sempre que a nuvem se alçava de sobre a tenda, os filhos de Israel partiam; e no lugar onde a nuvem parava, ali os filhos de Israel se acampavam. Números 9:17
Porém, outras vezes a nuvem ficava desde a tarde até à manhã, e quando ela se alçava pela manhã, então partiam; quer de dia quer de noite alçando-se a nuvem, partiam. Números 9:21
Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantasse; Êxodo 40:37.
ASSIM A IGREJA DEVE EVANGELIZAR A TERRA TODA SOB O COMANDO DE JESUS.
 
 
O tabernáculo é um prédio com sua área, simbolizando um corpo
Veja que o prédio se movia sob a direção de DEUS.
A nuvem subia e se movia e os israelitas tinham que desmontar tudo e seguir a nuvem.
O prédio possuía Átrio, Lugar Santo e Santo dos Santos. 
Portanto possuía lugar de sacrifícios e purificação. Lugar de alimentação, iluminação e oração. E por fim lugar de comunhão, de adoração.
Um caminho para se chegar a DEUS.
O caminho é JESUS.
Fez o sacrifício, se santificou, é o Maná, a luz do mundo, sacerdote, e o próprio DEUS.
Seguindo este caminho encontramos DEUS.

A igreja é o corpo místico de CRISTO.
Deve passar pelo crer no sacrifício de JESUS pela lavagem da regeneração e santificação, pela alimentação pela Palavra de DEUS, pela iluminação do entendimento e unção do ESPÍRITO SANTO, deve orar tendo como intercessores o ESPÍRITO SANTO e JESUS, intercedendo pelos ímpios e pecadores, deve entrar na presença de DEUS com intimidade de adorador e filhos amados.
JESUS é a cabeça do corpo e conduz o corpo por meio do ESPÍRITO SANTO até o dia que virá nos buscar para estarmos para sempre com o PAI.

Nosso ser é um Templo.
Nosso corpo é nossa morada na terra, feito do pó da terra e deve ser colocado como altar de sacrifício.
Rm 12:1 Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
Devemos manter nosso corpo em santificação. 1 Ts 5:23.

Possuímos uma alma que é sede de nossa vontade, intelecto, livre arbítrio. Deve ser mantida em vigilante estudo da Bíblia, sob a orientação do ESPÍRITO SANTO, em oração por si própria e pelos outros.
Deve ser mantida em santificação.

Ez 18:4 Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá.

Somos seres espirituais. Temos um espírito que foi ligado ao ESPÍRITO SANTO ao nos convertermos a DEUS. O espírito deve ser mantido em estreita comunhão com o ESPÍRITO SANTO pela adoração a DEUS. A oração em línguas é uma maneira de fortalecer esta comunhão.
Devemos manter este espírito em santificação.

1Ts 5:23 E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
2Co 5:1 Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre [deste] tabernáculo se desfizer, temos de Deus [um] edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. Ver Mais
2Co 5:4 Porque também nós, os que estamos [neste] tabernáculo, gememos carregados, não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. 
Hb 8:2 ministro do santuário e verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, (armou) e não o homem. 
Hb 8:5 os quais servem ao exemplo (de exemplar) e à sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado, (de Deus foi respondido) estando [já] para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme ao molde de que no monte te foi mostrado.
 
Gosto de comparar o tabernáculo com o nosso ser completo.
Corpo, alma e espírito.
1Ts 5:23 E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. 
2Co 5:1 Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
No 2:19 Jesus respondeu e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei.
Jo 14:23 Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. 
Ef 2:22 no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em espírito.
1 Com 6:19 Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do espírito santo, [que habita] em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?

Veja que somos mesmo, individualmente, o tabernáculo, ou templo de DEUS, na terra.

Como dividir então o tabernáculo como nosso ser?

Átrio, corpo.
Lugar Santo, alma.
Santos doz Santos, espírito.

Quando olhamos para o tabernáculo vemos a parte exterior somente. As cortinas e toldo do santuário.
Da mesma forma, quando olhamos para o ser humano, só vemos o corpo. 
Daí a importância do vestir apropriadamente para identificar o exterior com a casa de DEUS na terra. A roupa do crente já o identifica como casa espiritual. Corpo sem marcas e sem piercings, sem tatuagens. Vestir modesto e santo, sem imitação com o mundo.

Se entrar os um pouco no Tabernáculo veremos o altar de holocausto e a pia ou bacia para lavagem.
O crente é identificado com o altar de sacrifício pelo evangelho, jejum e oração. 
Também pela lavagem da água pela Palavra de DEUS que sempre lê. Isso é santificação.

Ao entrar no Lugar Santo. (Alma).
LADO ESQUERDO, Castiçal, lâmpada conservada acesa todos os dias pelo óleo do ESPÍRITO SANTO. JESUS é luz que ilumina nosso caminho e nos dá o ESPÍRITO SANTO.
LADO DIREITO, Mesa dos Pães da proposição. Pão é alimento. JESUS é o pão da vida. Agora não é só ler a Bíblia, mas também meditar de dia e de noite. Prazer no estudo da Bíblia.
AO CENTRO, o Altar do Incenso. Aceso e conservado aceso todos os dias. Agora não é só oração, mas oração em línguas. Oração no ESPÍRITO SANTO. INTERCESSÃO. 

Chegamos agora ao SANTO DOS SANTOS.
ARCA CONTENDO LEI (PAI), MANÁ (JESUS) E VARA QUE FLORESCEU (ESPÍRITO SANTO).
Tampa da Arca. Pripriciatorio, sangue oferecido. Sacrifício perfeito. Nosso espírito, agora ligado ao ESPÍRITO SANTO. 
DEUS SE MANIFESTA AÍ.
Lugar da presença de DEUS.
 

2. A materialização da obra de Deus (Êx 25.1,2).
O projeto da construção do Tabernáculo foi dado por DEUS a Moisés em visão. Então levantarás o tabernáculo conforme ao modelo que te foi mostrado no monte.Êxodo 26:30.
DEUS poderia enviar a Moisés todo o material para a construção do Tabernáculo, porém queria a participação do povo. Assim eles comprovariam seu amor a DEUS e o desejo de que DEUS estivesse entre eles. Ninguém quer morar numa casa onde não é bem vindo.
DEUS deseja que o povo dê com alegria.
Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel, que me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada. E esta é a oferta alçada que recebereis deles: ouro, e prata, e cobre, Êxodo 25:1-3
A igreja vive momentos difíceis. Encontramos milhares de grupos nas redes sociais incentivando os crentes a não contribuírem financeiramente em suas congregações. Dentre os principais grupos estão os calvinistas, como a CCB (Congregação Cristã do Brasil).
O povo de DEUS precisa entender que dízimos e ofertas são provas de nossos amor a DEUS e o desejo de que Sua obra seja feita para salvação das almas. Também precisamos ser mais transparentes no uso do dinheiro arrecadado com prestação de contas diante da congregação.
E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra; Conforme está escrito:Espalhou, deu aos pobres;a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça; 2 Coríntios 9:6-10
O ÚNICO DITADO DEIXADO POR JESUS e confirmado por Paulo - enho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. Atos 20:35
 
 
 
3. Três verdades bíblicas que o ofertante deve saber (Êx 25.2):
 
(1) A oferta foi um plano de Deus para o sustento de sua obra.
A Antiga Aliança previa bênçãos materiais abundantes aos obedientes a DEUS.
E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor teu Deus: Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo. Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. Deuteronômio 28:1-5 (veja todo o capítulo).
Não era uma negociação do dá tanto e recebe tanto, mas uma alegria em contribuir com a obra daquele que nos dá tudo. É confiar na providência de DEUS. Eles deram tanto que foi mandado parar. Glória a DEUS!
Moisés manda parar as ofertas devido a grande quantidade ofertada. Já viu alguém fazer isso? MANDAR PARAR DE OFERTAR?
Então mandou Moisés que proclamassem por todo o arraial, dizendo: Nenhum homem, nem mulher, faça mais obra alguma para a oferta alçada do santuário. Assim o povo foi proibido de trazer mais, Êxodo 36:6
 

(2) O ato de ofertar é voluntário.
Moisés manda parar as ofertas devido a grande quantidade ofertada. Já viu alguém fazer isso? MANDAR PARAR DE OFERTAR?
Então mandou Moisés que proclamassem por todo o arraial, dizendo: Nenhum homem, nem mulher, faça mais obra alguma para a oferta alçada do santuário. Assim o povo foi proibido de trazer mais, Êxodo 36:6
Não foram constrangidos. Não foi obrigatório. Não ficaram exortando o tempo todo e nem passando os "envelopes". Não houve ameaças. “de todo homem cujo coração se mover voluntariamente” (cf. Êx 35.29).
 
Existe preparação em cada um dos casos. Forçosamente, o Tabernáculo estava na mente de Deus quando mandou o povo pedir aos egípcios jóias de ouro e jóias de prata, e quando colocou no coração daqueles que tinham sido seus opressores a disposição de lhes entregar tudo quanto pediram. Deus dissera a Abraão que os israelitas “sairíam com muitos bens”; e, portanto, quando em Êxodo 25 Deus lhes mandou trazer contribuições, estavam bem supridos. Quando, portanto, Deus nos pede que lhe entreguemos alguma coisa, ele sempre a dá primeiramente a nós. Ele faz os preparativos, e depois nos deixa dizer que nós “lhe prepararemos habitação”. Quando os materiais tinham sido entregues, Deus chamou Bezaleel, a quem encheu “do Espírito de Deus, dando-lhe destreza, habilidade e plena capacidade artística [...] para todo tipo de obra artesanal” (Êx 35.31-33), e o dispôs a ensinar outros, a fim de que a obra fosse realizada segundo o modelo de Deus.
 “Porque, dou-lhes testemunho de que, segundo as suas posses, e ainda acima das suas posses, deram voluntariamente” (2 Co 8.3). Portanto, na Igreja de Cristo, não pode haver mercantilismo da fé! Você não pode se deixar coagir para trocar ou negociar o que é espiritual, a fim de receber bênçãos materiais. O que a Palavra de Deus diz é que você precisa amar ao Senhor de todo o coração e, constrangido por esse amor, doar voluntariamente. Essa perspectiva humilde gera bênçãos da parte de Deus. ...Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. Atos 20:35b
E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Co 2:9, 10.

(3) Fidelidade ao Senhor trará abundância.
E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Co 2:9, 10..
O PRINCÍPIO É IMPORTANTE
Semia pouco - também pouico ceifará
 Semeia em abundância - em abundância ceifará
 
Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça; 2 Coríntios 9:6-10
O PRINCÍPIO É IMPORTANTE
DEUS dá semente - começa ai.
O que recebe deve semear - resposta positiva.
DEUS multiplica a sementeira - agora a semente frutifica e torna-se uma árvore frodosa.
E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. Mateus 25:21
Embora o contexto seja dons e seu uso, podemos aplicar também quanto a nossa atitute altruísta em ajudar aos necessitados, colaborando com a assistência social da igreja.
Ele espalhou, deu aos necessitados; a sua justiça permanece para sempre, e a sua força se exaltará em glória. Salmos 112:9
Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência. Gálatas 2:10
Porque pareceu bem à macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém. Romanos 15:26
Conforme está escrito:Espalhou, deu aos pobres;a sua justiça permanece para sempre. 2 Coríntios 9:9
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Mateus 25:40
 
Exemplo no AT
Abrão deu o dízimo de tudo porque Melquisedeque era sacerdote do DEUS altíssimo. Abrão se tornou Abraão e muito bem financeiramente.
Abraão deu o melhor que tinha para DEUS - deu seu filho amado - e ouviu de DEUS: E disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor: Porquanto fizeste esta ação, e não me negaste o teu filho, o teu único filho, Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; E em tua descendência serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz. Gênesis 22:16-18
Jacó prometeu dar o dízimo de tudo. Voltou para a terra que DEUS prometeu a seu avô, muito bem financeiramente.
E Jacó habitou na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã. Gênesis 37:1Disse-lhe mais Deus: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; frutifica e multiplica-te; uma nação, sim, uma multidão de nações sairá de ti, e reis procederão dos teus lombos; Gênesis 35:11
 
Exemplo no NT
E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas; E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva; Lucas 21:2,3
E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis. Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes. Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves? Lucas 12:22-24
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33
 
 
II – O TABERNÁCULO FOI UM PROJETO DE DEUS (Êx 25.8,9)
Após chamar Moisés e ordenar a confecção do Tabernáculo DEUS lhe dá o projeto em visão.
1. Deus arquitetou o Tabernáculo (Êx 25.8).
A ideia é de DEUS e naõ dos homens, portanto desejo de DEUS de estar entre os homens.“E me farão um santuário, e habitarei no meio deles.”
A engenharia e arquitetura sobre toda a construção do Tabernáculo foi dada a Moisés.
DEUS guiou seu povo desde a saída do Egito até o Monte Hoirebe, no Sinai. Ao mesmo local que antes falara com Moisés na sarça ardenbte. Moisés subiu a presença de DEUS por 2 vezes, estando em jejum por 40 dias em cada vez, ali com DEUS. e o povo ficou em baixo.
E Moisés entrou no meio da nuvem, depois que subiu ao monte; e Moisés esteve no monte quarenta dias e quarenta noites. Êxodo 24:18
E esteve ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água, e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, os dez mandamentos. Êxodo 34:28
E me lancei perante o Senhor, como antes, quarenta dias, e quarenta noites; não comi pão e não bebi água, por causa de todo o vosso pecado que havíeis cometido, fazendo mal aos olhos do Senhor, para o provocar à ira. Deuteronômio 9:18
Então disse o Senhor a Moisés: Sobe a mim ao monte, e fica lá; e dar-te-ei as tábuas de pedra e a lei, e os mandamentos que tenho escrito, para os ensinar. Êxodo 24:12 - Estas eram as normas da Aliança.
 
Também DEUS falou a Moisés neste período de 40 dias para construir o Tabernáculo - Fala aos filhos de Israel, que me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada. Êxodo 25:2 E me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus pertences, assim mesmo o fareis. Êxodo 25:8,9

2. O Tabernáculo foi um projeto de Deus.
Ficva subentendido que Moisés aproveitaria seus 40 anos de aprendizado no Egito para conduzir o povo e para orientar a contrução do Tabernáculo e organizar para que tudo funcionasse da maneira que DEUS ordenara.
Moisés havia sido criado para reinar como um Faraó, portanto conhecia táticas de guerra, engenharia de construções e como comandar uma multidão. - E Moisés foi instruído em toda a ciência dos egípcios; e era poderoso em suas palavras e obras. Atos 7:22
Agora, Moisés, transformado pelo encontro com DEUS, poderia aprimorar seus conhecimentos e inspirado por DEUS encontrar a excelência no servir a DEUS. A sabedoria e conhecimento espirituais lhe foram incutidos pelo ESPÍRITO SANTO.
O projeto de DEUS era mostrar aos homens o acesso a Ele mesmo. Como chegar à prsença de DEUS. O culto no Tabernáculo indicaria isso. Arrependimento de pecado, Sacrifício (altar de sacrifícios - Cruiz); Purificação (bacia de água - Lavagem pela Palavra, regeneração); Iluminação (candelabro - Luz do Mundo - azeite - unção do ESPÍRITO SANTO); Alimentação espiritual (mesa dos pães da proposição - Maná - Palavra de DEUS); Orações intercessórias (altar de incenso - sacerdócio - intercessão); sangue (vida) oferecido para aceitação de DEUS e seu perdão (propiciatório - sangue do bode expiatório - fogo do céu) - TUDO APONTAVA PARA JESUS. Glória a DEUS!
 
Ao estudarmos a Habitação de DEUS — o Tabernáculo, o Templo, nosso Senhor mesmo, e a igreja — podemos rastrear muitos pensamentos a respeito de cada um deles, e os comparar e contrastar entre si.
Primeiro, há o modelo para cada um deles. Moisés é ordenado a fazer o Tabernáculo, e todos os seus utensílios, segundo o modelo que lhe foi mostrado no monte (Êx 25.9, 40). Quando Davi deu a Salomão o projeto para todas as partes do Templo, ele disse: “Tudo isso a mão do Senhor me deu por escrito [...] para executar todos esses projetos (1Cr 28.19)”. Sabemos que o Senhor Jesus Cristo é a imagem exata da pessoa de Deus, e que cada membro da igreja deve ser conformado com a imagem do seu Filho, “até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingida a medida da plenitude de Cristo” (Ef 4-13). Na habitação de Deus, não há lugar para os projetos, desígnios ou invenções do homem. O padrão para todos é o próprio Cristo.
 
 
 

3. O plano térreo do Tabernáculo (25.9).
Área total - 100 por 50 côvados aproximadamente, 50 por 25 metros, uma vez que um “côvado” equivale de 45 a 50 centímetros, pois a medida do côvado naqueles tempos era “a distância entre o cotovelo e a ponta do dedo médio de um homem”.

a) O Pátio. “Átrio” (ou Pátio) e era fechado por uma cerca feita de cortinas de “linho fino torcido” e presas por ganchos e pinos em pilares de madeira de acácia ( Êx 27.18).
b) O Altar dos holocaustos. “altar de bronze” (ou cobre), onde eram feitas as ofertas queimadas e, principalmente, onde era feito o sacrifício pelos pecados do povo (Êx 27.1-8; 38.1-6).
c) A Pia de bronze (ou cobre). Havia, também, “uma bacia de bronze (ou cobre)” para que os sacerdotes lavassem as mãos e os pés antes de entrarem no interior do Tabernáculo (Êx 30.18-21; 38.8).
d) A Tenda do Testemunho. Parte do Tabernáculo, era a parte coberta e ficava dentro do Pátio, composto por duas partes: o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo (ou Santo dos Santos).
e) O Lugar Santo. No Lugar Santo havia três elementos: o Candeeiro (Candelabro, ou Castiçal) de Ouro com suas sete lâmpadas; a mesa feita de madeira de acácia e coberta de ouro, era chamada “Mesa dos pães da proposição”. Por fim, ainda no “Lugar Santo”, de frente para a entrada de cortinas bordadas que dava para o “Lugar Santíssimo”, estava o “Altar de Incenso” revestido de ouro, no qual se faziam intercessões pelo povo de Deus (Êx 30.1-6; 37.25-28).
f) O Lugar Santíssimo (Santo dos Santos). “O lugar Santíssimo”, onde se encontrava a única mobília, chamada de “Arca do Concerto” (Nm 10.33) ou “Arca do Testemunho” (Êx 25.22), ou também “Arca da Aliança”, na qual se guardavam as “Tábuas da Lei” (Êx 31.18), o vaso contendo o Maná e a vara de Arão que floresceu. A tampa da arca era chamada de propiciatório, feita toda de ouro, tendo em cima dois querubins com suas asas se encontrando acima, representando a presença de DEUS no céu, local onde se colocava o sangue do bode para expiação dos pecados do povo. Só o sumo sacerdote, um dia por ano, podia ali entrar.
 
A habitação futura de Deus. Em Isaías 2.2 lemos: “Nos últimos dias o monte do templo do Senhor será estabelecido como o principal; será elevado acima das colinas, e todas as nações correrão para ele”; e em Apocalipse 21.2,3 João vê “a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, preparada como uma noiva adornada para o seu marido”; e ao mesmo tempo, ouve “uma forte voz vinda do trono, dizendo: Agora o Tabernáculo de Deus está com os homens’”.
NA INAUGURAÇÃO A GLÓRIA DE DEUS INVADE O TABERNÁCULO - Assim Moisés acabou a obra.
Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo; De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo. Êxodo 40:33-35. Não era uma casa de arrecadação de dinheiro, mas uma casa de adoração a DEUS.
 
 
 
 
III – A RELAÇÃO TIPOLÓGICA ENTRE O TABERNÁCULO E A IGREJA 1. A importância dos aspectos tipológicos do Tabernáculo.
“tudo que dantes foi escrito para nosso ensino foi escrito, para que, pela paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4).
Estudaremos durante o trimestre a tipoçlogioa do Tabernáculo, ou seja, o que DEUS nos quer mostrar a respeito de JESUS CRISTO, usando para isto o Tabernáculo.
 
As medidas inseridas nesta imagem é do comentárioBíblico da Bíblia de Genebra. O lugar Santo eSantíssimo tinha um comprimento de 13,72 m. A largura do tabernáculo era de 4,57 m, e a altura era de 4,57 m, internos. 
Temos ainda a largura e comprimento do pátio do tabernáculo, o comprimento era de 45,72 m e sua largura era de 22,86 m 
As cortinas de tecido caros com querubins bordados, ornamentava o tabernáculo e tinha 12,80 m por 1,83 m de largura. Vinculadas entre si deveria conter a medida de 18,30 m por 12,80 m. Esta deveria ser espalhada sobre a (estrutura) ou arcabouço de madeira. Estas cortinas não tocava o chão, sua altura era de 0,46 m do chão de ambos os lados. 
As cortinas de pele de cabra deveria proteger externamente o tabernáculo, tinha 13,72 m de alto a baixo, e 20,10 de um extremo a outro. Apesar de as cortinas externas serem 0,90 mais longas que as cortinas de tecidos caros e bordados, estas não tocavam o chão. 

2. A Igreja de Cristo é o Tabernáculo de Deus na Terra.
Acima do Tabernáculo repousava a nuvem da shekiná que indicava a presença de Deus. Lemos que, quando Moisés armou o Tabernáculo, “Então a nuvem cobriu a Tenda do Encontro, e a glória do Senhor encheu o Tabernáculo. Moisés não podia entrar na Tenda do Encontro, porque a nuvem estava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o Tabernáculo” (Êx 40.34,35).
Terminadas todas as obras que Salomão, todos os objetos foram levados para dentro e colocados nos seus devidos lugares, e o Templo foi dedicado a Deus: “Os que tocavam cornetas e os cantores, em uníssono, louvaram e agradeceram ao Senhor. Ao som de cornetas, címbalos e outros instrumentos, levantaram suas vozes em louvor ao Senhor e cantaram: ‘Ele é bom; e seu amor dura para sempre.’ Então uma nuvem encheu o templo do Senhor, de forma que os sacerdotes não podiam desempenhar o seu serviço, pois a glória do Senhor encheu o templo de Deus” (2Cr 5.13,14).
Uma nuvem brilhante apareceu sobre o Senhor Jesus no monte da Transfiguração; e assim como no deserto Deus falou a Israel a partir da nuvem, assim também falou aos discípulos. Da nuvem saiu uma voz que dizia: “Este é o meu Filho amado em quem me agrado. Ouçam-no!”. A nuvem foi vista de novo quando o Senhor Jesus ascendeu; pois enquanto os discípulos estavam reunidos em seu redor no monte das Oliveiras, “foi elevado às alturas enquanto eles olhavam, e uma nuvem o encobriu da vista deles” (Act 1.9).
Lemos em 1Coríntios 10.2 que todos os israelitas “estiveram sob a nuvem e todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar”. Isso parece indicar que a nuvem era um tipo do Espírito Santo, pois “por um só Espírito todos nós fomos batizados em um só corpo”. Finalmente, na visão de João das coisas que virão a acontecer, lemos que “O santuário ficou cheio da glória de Deus e do seu poder, e ninguém podia entrar no santuário” (Ap 15.8).
O ouro, que é entendido como tipificação do divino, acha-se em cada um. As tábuas no Tabernáculo eram revestidas de ouro; também o altar de ouro, a mesa dos pães da Presença, e a arca, ao passo que a tampa e o candelabro eram de ouro maciço.
Nada de madeira, que é considerado representação da humanidade, podia se ver no Tabernáculo nem no Templo; e neste último, “não se via nenhuma pedra”. Tudo era revestido de ouro puro. A respeito de nosso Senhor pessoalmente, lemos: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus”. Era o Deus-homem; e o ouro, o divino, embora estivesse freqüentemente encoberto da vista, via-se, no decurso da totalidade da vida de Jesus, nos milagres que operava e nas palavras que falava. No monte da Transfiguração, essa glória foi plenamente vista; e mesmo quando Jesus se humilhou e se tornou obediente à morte, à morte da cruz, o centurião e aqueles que estavam com ele disseram: “Verdadeiramente este era Filho de Deus”.
A igreja, que é a habitação de Deus agora, também precisa do ouro; e todo membro da igreja precisa estar nascido de novo, e participante da natureza divina.
Quando, em Apocalipse 3, Cristo se lamenta por causa da mornidão dos laodiceus, diz: “Eu o aconselho a comprar de mim ouro refinado no fogo, para que se torne rico, e roupas brancas para vestir [...] e colírio para ungir os seus olhos, a fim de que você veja”; e lemos em 1Coríntios 3 que no Tribunal de Cristo, quando, então, as obras dos crentes serão testadas, o ouro, a prata, e as pedras preciosas resistirão ao fogo.
No templo de Salomão, “revestiu de ouro os pisos, tanto na parte interna como na externa do templo” (1Rs 6.30); e os pés dos sacerdotes pisavam nesse ouro, por contraste com a areia do deserto que servia de piso no Tabernáculo no deserto; ao passo que na Nova Jerusalém, na qual o próprio Senhor Deus e o Cordeiro são o templo, lemos que as ruas da cidade eram de ouro puro.
O exterior dessas habitações merece uma comparação e contraste. O Tabernáculo estava coberto de couros, e ficavam encobertas as belezas por dentro. Não podia ter havido nada de atraente na sua aparência; e era muito diferente da glória do templo de Salomão, que era “ornamentado com pedras preciosas”.
Nosso Senhor, enquanto estava na terra, era semelhante ao Tabernáculo, de modo que o profeta podia dizer: “Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência que o desejássemos. Foi desprezado e rejeitado pelos homens [...] Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não o tínhamos em estima” (Is 53.2,3) — e assim acontece com a igreja hoje. “O discípulo não está acima do seu Mestre, nem o servo acima do seu Senhor”; e no seu caráter de peregrina, a igreja também é desprezada e rejeitada pelos homens. Não se considerava que o grupinho em Éfeso tivesse muita importância. Enquanto o apóstolo lhes escrevia a sua carta, e comparava- os com o Templo e com o Tabernáculo, é provável que estivesse pensando naquele outro templo em Éfeso, uma das sete maravilhas do mundo, a respeito do qual lemos em Atos 19 que Demétrio tinha medo de “o templo da grande deusa Artemis cair em descrédito e de a própria deusa, adorada em toda a Província da Ásia e em todo o mundo, ser destituída de sua majestade divina” (v. 27). Aquele templo foi destruído há muito tempo, e podemos ver seus restos no Museu Britânico; mas os crentes de Éfeso formavam parte de um templo que, de modo semelhante ao de Salomão, será “extraordinariamente magnífico, famoso e cheio de esplendor à vista de todas as nações”. Quando Cristo na sua glória ressurreta vier com a sua igreja, para ser admirado entre todos aqueles que crêem, a beleza daquele Templo será vista pelo universo inteiro.
Muitos outros pensamentos podem ser rastreados através das habitações de Deus nos vários períodos bíblicos.
O Tabernáculo reprenta CRISTO em sua humanidade e o Templo representa CRISTO em sua glória. Somos tempo de DEUS na terra, portanto reflitamos sua luz, sua glória. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. Mateus 5:16
 
 
O Tabernáculo e o Templo de Salomão simbolizam a Igreja de Cristo edificada para “morada de Deus em Espírito” (Ef 2.22). Alguns textos do Novo Testamento fazem da tipologia o modo de comparação entre o Tabernáculo e a Igreja. Paulo tipificou a Igreja como edifício de Deus para falar de crescimento coerente e organizado da comunidade cristã (1 Co 3.9). Neste edifício, os crentes em Cristo são identificados como “pedras vivas”, as quais são edificadas umas sobre as outras.
Portanto, a Igreja é o edifício espiritual construído para morada de Deus como o Tabernáculo no Antigo Testamento. Ela também é tratada como “Templo de Deus” (1 Co 3.16). A figura do templo, aqui, tem dupla referência, pois refere-se à Igreja e, também, ao lugar da presença de Deus. A Igreja é tipificada como a Casa de Deus, de caráter familiar, porque a palavra “casa”, nesse contexto, refere-se à família que mora na casa (1 Tm 3.15). O tabernáculo de Moisés era material, e Deus habitava nele; a Igreja é o tabernáculo espiritual onde o Altíssimo habita e se manifesta gloriosamente (Ef 2.22).
 
 
 
REVISTA ANTIGA COMENTÁRIOS
Lição 1 - O Livro de Êxodo e o Cativeiro de Israel no Egito
LIÇÕES BÍBLICAS - 1º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos
Tema: Uma Jornada de Fé - A Formação do povo de Israel e sua herança espiritual
Comentário: Pr. Antônio Gilberto
 
 
Texto Áureo
"E José fez jurar os filhos de Israel, dizendo: Certamente, vos visitará DEUS, e fareis transportar os meus ossos daqui” (Gn 50.25).
 
Verdade Prática
Os propósitos de DEUS são imutáveis e se cumprirão no tempo determinado por Ele.
 
 
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Gn 50.25 José não se esqueceu da promessa
Terça - Êx 1.7  O crescimento dos hebreus no Egito
Quarta - Êx 1.11 A aflição dos hebreus
Quinta - Êx 1.13,14 A opressão do Povo Escolhido
Sexta - Jr 33.3 DEUS atende ao clamor do seu povo
Sábado - Jó 42.2 Os propósitos do Senhor jamais serão
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Êxodo 1.1-14
1 - Estes, pois, são os nomes dos filhos de Israel, que entraram no Egito com Jacó; cada um entrou com sua casa: 2 - Rúben, Simeão, Levi e Judá; 3 - Issacar, Zebulom e Benjamim; 4 - Dã, Naftali, Gade e Aser. 5 - Todas as almas, pois, que descenderam de Jacó foram setenta almas; José, porém, estava no Egito. 6 - Sendo, pois, José falecido, e todos os seus irmãos, e toda aquela geração, 7 - os filhos de Israel frutificaram, e aumentaram muito, e multiplicaram-se, e foram fortalecidos grandemente; de maneira que a terra se encheu deles. 8 - Depois, levantou-se um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José, 9-o qual disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é muito e mais poderoso do que nós. 10 - Eia, usemos sabiamente para com ele, para que não se multiplique, e aconteça que, vindo guerra, ele também se ajunte com os nossos inimigos, e peleje contra nós, e suba da terra. 11 - E os egípcios puseram sobre eles maiorais de tributos, para os afligirem com suas cargas. E edificaram a Faraó cidades de tesouros, Pitom e Ramessés. 12 - Mas, quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e tanto mais cresciam; de maneira que se enfadavam por causa dos filhos de Israel. 13 - E os egípcios faziam servir os filhos de Israel com dureza; 14 - assim, lhes fizeram amargar a vida com dura servidão, em barro e em tijolos, e com todo o trabalho no campo, com todo o seu serviço, em que os serviam com dureza.
  
 
INTERAÇÃO
Prezado professor, pela graça de DEUS iniciamos um novo ano e um novo trimestre. Estudaremos o segundo livro do Pentateuco, Êxodo. Teremos a oportunidade ímpar de conhecer mais a respeito da libertação de Israel do cativeiro egípcio e sua trajetória pelo deserto rumo à Terra Prometida. O comentarista das lições é o pastor Antonio Gilberto, Consultor Teológico e Doutrinário da CPAD, membro da Casa de Letras Emílio Conde, teólogo e escritor. Que o Todo-Poderoso utilize cada lição para a edificação de seus alunos. Que DEUS o abençoe.
 
OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Ressaltar os aspectos principais do livro de Êxodo.
Delinear os aspectos biográficos de Moisés.
Saber que o zelo precipitado de Moisés e sua fuga não impediram os propósitos divinos em sua vida.
 
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, para esta primeira aula sugerimos que seja feito um esboço geral do livro de Êxodo. Reproduza o esquema da página seguinte no quadro de giz ou tire cópias para os alunos. Explique à classe que o vocábulo êxodo significa saída. Moisés é o autor do livro e, segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, o propósito dele ao escrever a obra foi oferecer ao seu povo um registro permanente dos atos históricos e redentores de DEUS.
Comente com os alunos que alguns conceitos importantes são enfatizados por Moisés no decorrer de todo o livro, como por exemplo, a libertação da morte, da escravidão e da idolatria.
 
O LIVRO DE ÊXODO
Título
Êxodo.
Autor
Moisés.
Data e local
Aproximadamente 1450—1410 a.C. Foi escrito no deserto, durante a peregrinação de Israel, em algum lugar da península do Sinai.
Propósito
Registrar os acontecimentos da libertação de Israel do Egito e seu desenvolvimento como nação.
Estrutura
I. Israel no Egito (1.1— 13.20).
II. Israel no deserto (12.1—18.27).
III. Israel no Sinai (19.1— 40.38).
Lugares-chaves
Egito, Gósen, rio Nilo, Midiã, mar Vermelho, península do Sinai e monte Sinai.
Características
Relata mais milagres do que qualquer livro do Antigo Testamento.
Versículo-chave
Êxodo 3.7,10.
Pessoas-chave
Moisés, Faraó, Miriã, Jetro, Arão.
Lugares-chave
Egito, Gósen, rio Nilo, Midiã, mar Vermelho, península do Sinai e monte Sinai.
 
PALAVRA-CHAVE
Cativeiro: Escravidão, servidão dos hebreus pelos egípcios.
 
Resumo da Lição 1 - O Livro de Êxodo e o Cativeiro de Israel no Egito
I - O LIVRO DE ÊXODO
1. Seu propósito.
2. A escravidão.
3. Clamor por libertação.
II - O NASCIMENTO DE MOISÉS
1. Os israelitas no Egito.
a) Frutificaram, aumentaram muito, multiplicaram-se (At 9.31; Lc 14.22,23).
 
b) "Fortalecidos grandemente”.
 
c) "A terra se encheu deles".
 
2. Um bebê é salvo da morte.
3. A mãe de Moisés (Êx 6.20).
4. A Filha de Faraó (Êx 2.5,6).
III - O ZELO PRECIPITADO DE MOISÉS E SUA FUGA (Êx 2.1 1 22)
1. Moisés é levado ao palácio (Êx 2.10).
2. O preparo de Moisés (Êx 3.9,10).
3. A fuga de Moisés (Êx 2.1 1-22).
 
SINOPSE DO TÓPICO (1) - Moisés é o autor do livro de Êxodo e, segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, ele foi "escrito para que tivéssemos um registro permanente dos atos históricos e redentores de DEUS, pelos quais Israel foi liberto do Egito”.
SINOPSE DO TÓPICO (2) - Moisés nasceu durante o período em que Faraó ordenou que todos os meninos israelitas recém-nascidos fossem mortos. Todavia, os pais de Moisés eram tementes a DEUS e conseguiram, com a ajuda dEle, salvar o menino.
SINOPSE DO TÓPICO (3) - Moisés passou sua juventude no palácio real. Como filho de uma princesa egípcia, ele freqüentou as mais renomadas universidades. Moisés estava sendo preparado, por DEUS, para libertar o seu povo e conduzi-lo até a Terra Prometida.
 
 
ÊXODO
 
Esboço
I. Opressão dos Hebreus no Egito (1.1—11.10)
A. Sofrimentos dos Oprimidos (1.1-22)
B. Preparação do Libertador (2.1— 4.31)
1. Nascimento de Moisés e Seus Primeiros Quarenta Anos (2.1-15a)
2. Exílio de Moisés e o Seu Segundo Período de Quarenta Anos (2.15b - 25)
3. Chamada de Moisés e Seu Regresso ao Egito (3.1— 4.31)
C. Luta com o Opressor (5.1—11.10)
1. A Petição: Deixa Meu Povo Ir (5.1-3)
2. A Resposta: Perseguição Tirânica de Faraó (5.4-21)
3. A Garantia: O Senhor Manifestará Seu Senhorio (5.22 — 7.13)
4. O Recurso: As Dez Pragas (7.14 — 11.10)
II. Livramento dos Hebreus do Egito (12.1—13.16). (N do R - Aqui começa o 3o período de 40 anos da vida de Moisés; cf. At 7.36)
A. Livramento na Páscoa: Redenção pelo Sangue (12.1—15.21)
B. Livramento no Mar Vermelho: Redenção pelo Poder (13.17—14.31)
C. Cânticos do Livramento: Louvor ao Redentor (15.1-21)
III. Ensinamento a Israel a Caminho do Monte Sinai (15.22—19.2)
A. A Prova da Adversidade e o Cuidado Providente de DEUS (15.22—19.2)
1. A Primeira Prova: Águas Amargas em Mara (15.22-27)
2. A Prova da Fome: Provisão de Codornizes e Maná (16.1-36)
3. A Prova da Sede: Água em Refidim (17.1-7)
4. A Prova do Combate: A Luta com Amaleque (17.8-16)
B. O Conselho Sábio de Jetro (18.1-27)
IV. O Pacto de DEUS com Israel no Monte Sinai (19.3—24.18)
A. Instruções Preparatórias a Moisés (19.3—24.18)
B. Os Dez Mandamentos: Diretrizes de Vida e Conduta sob o Concerto (20.1-17)
C. Ordenanças Preventivas do Relacionamento Pactual (20.18—23.19)
D. Promessas Concernentes à Terra Prometida (23.20-33)
E. Ratificação do Concerto (24.1-18)
V. Normas de Adoração a DEUS por Israel, no Monte Sinai (25.1— 40.38)
A. Instruções a Respeito do Tabernáculo (25.1— 27.21)
B. Instruções a Respeito dos Sacerdotes (28.1— 31.18)
C. O Pecado de Idolatria (32.1— 34.35)
D. Implementação das Instruções Divinas (35.1— 40.38)
 
Autor: Moisés
Tema: A Redenção
Data: Cerca de 1445-1405 a.C.
                                                                                                                
Considerações Preliminares
Êxodo dá continuidade à narrativa iniciada em Gênesis. O título do livro, deriva da palavra grega exodos (título empregado na Septuaginta, a tradução do AT em
grego), que significa “saída” ou “partida”. Refere-se à poderosa libertação de Israel, efetuada por DEUS, tirando-o da escravidão do Egito, e à sua partida daquela
terra, como povo de DEUS.
Dois pontos relacionados com o livro de Êxodo têm causado muita controvérsia: a data do êxodo de Israel ao sair do Egito e a autoria do dito livro.
(1) Duas datas diferentes para o êxodo são propostas pelos eruditos. (a) Uma “data recuada” (também chamada a data bíblica), derivada de 1 Reis 6.1, onde está dito que o êxodo ocorreu 480 anos antes do quarto ano do reinado de Salomão. Esta declaração estabelece a data do êxodo em 1445 a.C. Por outro lado, em Juízes 11.26, Jefté (cerca de 1100 a.C.) afirma que Israel ocupara sua própria terra já há 300 anos, o que permite datar a conquista de Canaã, assim a conquista fica datada em aproximadamente 1400 a.C. Essa cronologia do êxodo, a da conquista de Canaã e a do período dos juízes encaixam-se bem nos eventos datáveis da história dos três primeiros reis de Israel (Saul, Davi e Salomão). (b) Os críticos liberais da Bíblia propõem uma “data posterior” para o êxodo, em cerca de 1290
a.C., com base em suposições a respeito dos governantes egípcios, bem como uma data arqueológica do século XIII a.C. sobre a destruição de cidades cananéias
durante a conquista de Canaã.
(2) Há também discordância entre os eruditos bíblicos conservadores e liberais, no tocante à autoria mosaica do livro de Êxodo.
(a) Intérpretes modernos geralmente consideram o livro como uma obra conjunta, preparada por vários escritores e completada num período da história de Israel muito posterior aos tempos de Moisés (a chamada teoria JEDP).
(b) Por outro lado, a tradição judaica desde os tempos de Josué (Js 8.31-35), bem como o testemunho de JESUS (cf. Mc 12.26), do cristianismo primitivo, e da erudição conservadora contemporânea, todos atribuem a Moisés a origem do livro (ver a introdução a Deuteronômio).
Além disso, a evidência interna do livro apóia a autoria de Moisés. Pormenores numerosos em Êxodo indicam que o autor foi testemunha ocular dos eventos
registrados no livro (e.g., 2.12; 9.31,32; 15.27). Além disso, trechos do próprio livro dão testemunho da participação direta de Moisés na sua escrita (e.g., 17.14;
24.4; 34.27).
 
Propósito
 Êxodo foi escrito para que tivéssemos um registro permanente dos atos históricos e redentores de DEUS, pelos quais Israel foi liberto do Egito e organizado como
a sua nação escolhida. Pelos mesmos atos divinos, Israel também recebeu a revelação escrita, do concerto entre DEUS e aquela nação. Também foi escrito como
um elo extremamente importante da auto-revelação geral e progressiva de DEUS, que culminou na pessoa de JESUS CRISTO e no NT.
 
Visão Panorâmica
 O livro de Êxodo começa com a descrição do sofrimento dos descendentes de Jacó no Egito, a saber: opressão, escravidão e infanticídio, e termina com a
presença, o poder e a glória de DEUS manifestos no Tabernáculo, no meio do seu povo já liberto, no deserto. Êxodo divide-se em três seções principais. (A) Os
caps. 1 — 14 revelam Israel no Egito, oprimido por um faraó que não conhecia José, e DEUS então redimiu Israel “com braço estendido e com juízos grandes”
(6.6). Entre os eventos portentosos dessa parte da história de Israel, estão: (1) o nascimento de Moisés, sua preservação e preparação (cap. 2); (2) a chamada de
Moisés na sarça ardente (3 — 4); (3) as dez pragas (7 — 12); (4) a Páscoa (cap. 12) e (5) a travessia do mar Vermelho (13 — 14).
O êxodo de Israel para fora do Egito é declarado em todo o AT como a mais grandiosa experiência de redenção do velho concerto. (B) Os caps. 16 — 18
descrevem Israel no Deserto, a caminho do monte Sinai. DEUS guiou seu povo redimido por meio de uma nuvem e uma coluna de fogo e proveu maná,
codornizes e água, exercitando assim seus redimidos a andar pela fé e pela obediência. (C) Os caps. 19 — 40 registram Israel no monte Sinai, recebendo de DEUS
a revelação que abarcou (1) o concerto (cap. 19), (2) o decálogo (cap. 20) e (3) o Tabernáculo e o sacerdócio (25 — 31). O livro termina com o Tabernáculo
inaugurado e transbordante da glória de DEUS (cap. 40).
 
Características Especiais
 Cinco características distinguem Êxodo. (1) As circunstâncias históricas do nascimento de Israel como nação. (2) O Decálogo, i.e., os dez mandamentos (cap. 20), que é a suma feita por DEUS da sua lei moral e das suas justas exigências para o seu povo. Nela, temos o fundamento da ética e da moralidade bíblicas. (3) É o livro do AT que mais destaca a graça redentora e o poder de DEUS em ação. Em termos do AT, Êxodo descreve o caráter sobrenatural da libertação que DEUS
efetuou do seu povo, livrando-o do perigo e da escravidão do pecado, de Satanás e do mundo. (4) O livro inteiro está repleto da revelação majestosa de DEUS,
como (a) glorioso nos seus atributos, (veraz, misericordioso, fiel, santo e onipotente); (b) Senhor da história e dos reis poderosos; (c) o Redentor que faz um
concerto com os seus redimidos; (d) justo e reto, assim revelado na sua lei moral e nos seus juízos e (e) digno da adoração reverente, como o DEUS transcendente que desce para “tabernacular” com o seu povo, i.e., habitar com o seu povo (cf. Jo 1.14 no gr.). (5) Êxodo enfatiza o “como?”, “o quê?” e o “por quê?” do verdadeiro culto que deve seguir-se à redenção que DEUS efetua dos seus.
 
O Livro de Êxodo e Seu Cumprimento no NT
 A prefiguração da redenção que temos no novo pacto, é evidente em todo o livro de Êxodo. A primeira Páscoa, a travessia do mar Vermelho e a outorga da lei
no monte Sinai são, para o velho concerto, aquilo que a vida, morte e ressurreição de JESUS, e a outorga do ESPÍRITO SANTO no Pentecoste, são para o novo concerto. Os tipos de Êxodo que prenunciam CRISTO e a redenção no NT são: (1) Moisés, (2) a Páscoa, (3) a travessia do mar Vermelho, (4) o maná, (5) a rocha e a água, (6) o Tabernáculo, e (7) o sumo sacerdote. As exigências morais absolutas dos dez mandamentos são repetidas no NT, para os crentes do novo concerto.
 
REVISTA ANTIGA
Lições Bíblicas CPAD - Jovens e Adultos - 1º Trimestre de 2014 
Título: Uma jornada de fé — A formação do povo de Israel e sua herança espiritual
Comentarista: Antonio Gilberto
 Lição 9: Um lugar de adoração a DEUS no deserto - Data: 2 de Março de 2014
 TEXTO ÁUREO
 “E me farão um santuário, e habitarei no meio deles” (Êx 25.8).
VERDADE PRÁTICA
DEUS deseja habitar entre nós, para que Ele seja o nosso DEUS e para que nós sejamos o seu povo.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Êxodo 25.1-9.
1 - ENTÃO falou o Senhor a Moisés, dizendo:2 - Fala aos filhos de Israel, que me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada.3 - E esta é a oferta alçada que tomareis deles: ouro, e prata, e cobre,4 - E azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino, e pelos de cabras,5 - E peles de carneiros tintas de vermelho, e peles de teixugos, e madeira de cetim,6 - Azeite para a luz, e especiarias para o óleo da unção, e especiarias para o incenso,7 - Pedras sardônicas, e pedras de engaste para o éfode e para o peitoral.8 - E me farão um santuário, e habitarei no meio deles.9 - Conforme a tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo, e para modelo de todos os seus vasos, assim mesmo o fareis. 
INTERAÇÃO - O povo judeu viveu mais de quatrocentos anos no Egito. Este reino era fundamentalmente idólatra. Como era de se esperar em qualquer nação do mundo antigo, o Egito tinha templo, sacerdotes e todo um sistema religioso que funcionava vigorosamente. Mas a nação de Israel ainda não possuía uma religião sedimentada. Portanto, a influência egípcia na cultura dos judeus era inevitável — vide os exemplos dos deuses egípcios como fonte de apostasia para os judeus (Ez 20.5-9; 23.3,8,19-21,27), o Bezerro de Ouro construído no Monte Sinai e a posterior adoração do bezerro de Jeroboão I. Por isso, assim como o fez no Decálogo, DEUS revelou diretamente a Moisés um modelo para a construção do Tabernáculo. Ele deixou claro que a sua habitação devia ser única, sem a mistura com o paganismo do Egito. 
OBJETIVOS 
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·         Conhecer as instruções para a construção do Tabernáculo.
·         Elencar os utensílios presentes no pátio do Tabernáculo.
·         Compreender que o Tabernáculo representava o lugar de habitação de DEUS em pleno deserto.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA - Prezado professor, para ministrar a presente lição sugerimos que você leve para a classe uma gravura do Tabernáculo ou reproduza cópias para os alunos conforme a sua possibilidade. Você poderá encontrá-la na Bíblia de Estudo Pentecostal, editada pela CPAD, pág. 158, ou no mapa O Tabernáculo também editado pela CPAD. O auxílio do mapa do Tabernáculo muito o ajudará para uma apresentação do conteúdo da aula desta semana.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Palavra Chave
Tabernáculo: Santuário portátil onde os hebreus guardavam e transportavam a arca da aliança e demais utensílios sagrados.
DEUS queria habitar no meio de Israel. Por isso, ordenou a Moisés que, juntamente com o todo o povo, construísse um lugar separado para adoração. Trata-se do “Tabernáculo do Senhor”, um santuário móvel que acompanhou os hebreus durante sua longa peregrinação pelo deserto. Na lição de hoje, estudaremos como ocorreu a construção desse lugar santo de adoração ao Senhor.
I. AS INSTRUÇÕES PARA A CONSTRUÇÃO DO TABERNÁCULO
1. O propósito divino. Depois da entrega da lei, DEUS ordenou que o seu povo edificasse um lugar de adoração. O objetivo divino era aumentar e fortalecer os laços de comunhão com o seu povo Israel, que Ele libertara do poder de Faraó no Egito. O Senhor assim age para que o homem o conheça de forma pessoal e íntima (Jo 14.21,23).
2. As ofertas. O Tabernáculo seria construído pelo povo de DEUS, com os recursos que receberam pela providência divina ao saírem do Egito (Êx 3.21,22; 12.35,36). Para a construção do Tabernáculo os israelitas ofertaram voluntariamente e com alegria. A Palavra de DEUS nos ensina que o fator motivante para a contribuição do crente é a alegria: “porque DEUS ama ao que dá com alegria” (2Co 9.7). O Senhor não se agrada de quem entrega a sua oferta e dízimo contrariado ou por obrigação (Ml 3.10). De nada adianta contribuir com relutância e amargura.
3. Tudo segundo a ordenança divina (Êx 25.8,9,40). O Tabernáculo não foi uma invenção humana. Podemos ver que a partir de Êxodo 25, o próprio DEUS instrui a Moisés quanto à planta e os objetos do templo móvel. Moisés obedeceu a todas as instruções, pois todo o Tabernáculo apontava para o sacrifício de CRISTO na cruz do Calvário. Simbolizava o plano perfeito de DEUS para a redenção da humanidade (Hb 9.8-11).
SINOPSE DO TÓPICO (I)
As instruções para a construção do Tabernáculo foram rigorosamente acatadas por Moisés segundo a ordenança divina.
II. O PÁTIO DO TABERNÁCULO
1. O pátio. “Farás também o pátio do Tabernáculo” (Êx 27.9). Os israelitas precisavam aprender a forma correta de se chegar à presença de DEUS e adorá-lo. O pátio tinha o formato retangular, e indicava que, na adoração a DEUS, deve haver separação, santidade. Havia uma única porta de entrada, que apontava para um único caminho, uma única direção. Isso prefigura JESUS CRISTO, que disse: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á” (Jo 10.9). JESUS é o caminho que nos conduz a DEUS (Jo 14.6).
2. O altar dos holocaustos. “Farás também o altar de madeira de cetim” (Êx 27.1). Ao entrar no pátio, o israelita tinha a sua frente o altar do holocausto. Era uma caixa de madeira de cetim coberta de bronze. Junto a esse altar o transgressor da lei encontrava-se com o sacerdote para oferecer sacrifícios a DEUS a fim de expiar seus pecados e obter o perdão. O altar dos holocaustos tipificava CRISTO, o nosso sacrifício perfeito que morreu em nosso lugar (Ef 5.2; Gl 2.20). Sem um sacrifício expiador do pecado não há perdão de DEUS (Lv 6.7; 2Co 5.21). A epístola aos Hebreus nos mostra que o sacrifício salvífico de CRISTO foi único, perfeito e completo para a nossa salvação (Hb 7.25; 10.12).
3. A pia de bronze (Êx 30.17-21). Na pia os sacerdotes lavavam suas mãos e pés antes de executarem seus deveres sacerdotais. Mãos limpas: trabalho honesto; pés limpos: um viver e um agir íntegros (Ef 5.26,27; Hb 10.22). Precisamos nos achegar a DEUS com um coração puro e limpo. DEUS é santo e requer santidade do seu povo. DEUS não aprova o viver e o servir do impuro. O servo de DEUS deve ser “limpo de mãos e puro de coração” (Sl 24.4). Hoje somos lavados e purificados pelo precioso sangue de CRISTO que foi derramado por nós (1Jo 1.7).
SINOPSE DO TÓPICO (II)
No pátio do Tabernáculo localizava-se o altar dos holocaustos e a pia de bronze.
III. O LUGAR DA HABITAÇÃO DE DEUS
1. O castiçal de ouro (Êx 25.31-40). Não havia janelas no Lugar SANTO e a iluminação vinha de um castiçal de ouro puro e batido. Esta peça também apontava para JESUS CRISTO, luz do mundo, e a quem seguindo, não andaremos em trevas, mas teremos a luz da vida (Jo 8.12). O castiçal, em Apocalipse, simboliza a Igreja (Ap 1.12,13,20). As lâmpadas do castiçal ardiam continuamente e eram abastecidas diariamente de azeite puro de oliveira (Êx 27.20,21) a fim de que iluminassem todo o Lugar SANTO. O azeite é um símbolo do ESPÍRITO SANTO. Se quisermos emanar a luz de CRISTO para este mundo que se encontra em trevas, precisamos ser cheios, constantemente, do ESPÍRITO SANTO de DEUS. “Enchei-vos do ESPÍRITO” (Ef 5.18) é a recomendação bíblica.
2. Os pães da proposição e o altar do incenso (Êx 25.30). Havia uma mesa com doze pães e, todos os sábados, esses eram trocados. Estes pães apontavam para JESUS, o Pão da vida (Jo 6.35). Precisamos nos alimentar diariamente de CRISTO, e não apenas no domingo. Tem você se alimentado diariamente na mesa do Senhor JESUS? Além dos pães, próximo ao SANTO dos Santos ficava o altar do incenso, um lugar destinado à oração e ao louvor a DEUS. Precisamos nos achegar ao Senhor diariamente com a nossa adoração e nossas orações: “Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e seja o levantar das minhas mãos como o sacrifício da tarde” (Sl 141.2).
3. O SANTO dos Santos e a arca da aliança (Êx 25.10-22). O SANTO dos Santos era um local restrito, onde somente o sumo sacerdote poderia entrar uma única vez ao ano. A arca da aliança era a única peça deste compartimento sagrado. Era uma caixa de madeira forrada de ouro. Durante a peregrinação pelo deserto os sacerdotes carregavam-na sobre os ombros. A arca simbolizava a presença de DEUS no meio do seu povo. Erroneamente os israelitas a utilizaram como uma espécie de amuleto.
Em Hebreus 10.19,20, vemos a gloriosa revelação profética entre o SANTO dos Santos, o Senhor JESUS e o povo salvo da atualidade. O termo “santuário”, no versículo 19, é literalmente, no original, “santo dos santos”.
SINOPSE DO TÓPICO (III)
No interior do Tabernáculo ficava o castiçal de ouro, os pães da proposição, o altar do incenso, o SANTO dos santos e a arca da aliança.
CONCLUSÃO
Os israelitas, mediante o Tabernáculo, podiam aprender corretamente como achegar-se a DEUS, adorá-lo, servi-lo e viver para Ele em santidade. Assim deve fazer a igreja, conforme Hebreus 10.21-23. O Senhor é SANTO e sem santidade nosso louvor e adoração não poderão agradá-lo.
VOCABULÁRIO
Sedimentada: Processo de formação e acumulação de camadas sólidas.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
GOWER, R. Novo Manual dos Usos & Costumes dos Tempos Bíblicos. 2 ed., RJ: CPAD, 2012.
MERRIL, E. H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino de sacerdotes que DEUS colocou entre as nações. 6 ed., RJ: CPAD, 2007.
EXERCÍCIOS
1. Qual era o objetivo de DEUS com a construção do Tabernáculo?
R. O objetivo divino era aumentar e fortalecer os laços de comunhão com o seu povo Israel.
2. O Tabernáculo foi construído com quais recursos?
R. Com os recursos que receberam pela providência divina ao saírem do Egito.
3. Faça um pequeno resumo a respeito do pátio do Tabernáculo.
R. O pátio tinha o formato retangular, e indicava que, na adoração a DEUS, deve haver separação, santidade.
4. No Apocalipse o que o castiçal simboliza?
R. A Igreja.
5. Faça um pequeno resumo a respeito do SANTO dos Santos.
R. O SANTO dos Santos era um local restrito, onde somente o sumo sacerdote poderia entrar uma única vez ao ano. A arca da aliança era a única peça deste compartimento sagrado.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Teológico
“Análise Teológica (do Tabernáculo)
Os materiais necessários para o Tabernáculo e as vestes sacerdotais deviam ser doados de bom grado pelo povo. A ninguém foi imposto uma dívida ou parte nos custos, mas a doação era voluntária (25.1-7, com destaque para o v.2). A resposta ao apelo de Moisés foi sensacional. Ao contrário de muitos ministros que várias vezes imploram e bajulam por dinheiro, Moisés teve de impedir que o povo continuasse doando. Foi, sem dúvida, uma grande demonstração de generosidade por parte do povo (36.2-7)!
A descrição do mobiliário do Tabernáculo começa pelas peças do centro e prossegue para as mais externas, mas não de forma sistemática. Já nos trechos que descrevem a efetiva construção, a ordem de execução difere da ordem das instruções.
[...] O próprio texto de Êxodo devia nos servir de alerta contra uma excessiva interpretação alegórica do Tabernáculo. Enxergar um significado oculto em cada mobiliário, tecido, corrediças e cores, em vez de exegético, não passa de especulação” (HAMILTON, V. P. Manual do Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. 1 ed., RJ: CPAD, 2006, pp.249,50).
SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Um lugar de adoração a DEUS no deserto
A planta do santuário, assim como os seus objetos, não seriam idealizados pelo homem, mas todo o projeto foi elaborado e entregue a Moisés pelo próprio Senhor.
Os recursos para a construção do local de adoração vieram do povo de DEUS. Eles foram convidados a ofertarem e o fizeram com alegria (2Co 9.7). Tem você contribuído com alegria ou por constrangimento?
Segundo o Comentário Bíblico Moody o tabernáculo “simbolizava para Israel, como para nós também, grandes virtudes espirituais. Claramente ensinava o fato da presença de DEUS no meio do Seu povo”.
O tabernáculo era dividido em três partes: o Átrio, o lugar SANTO e o lugar Santíssimo.
O átrio era um pátio: “Farás também o pátio do tabernáculo” (Êx 27.9), um lugar cercado, reservado que mostrava os israelitas que a adoração a DEUS exige sempre santidade, separação. O acesso ao átrio era feito por intermédio de uma única porta. Esta porta apontava para JESUS CRISTO. Nosso Redentor, certa vez declarou: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á [...]” (Jo 10.9). JESUS é o único caminho que leva o homem até a presença do Todo-Poderoso (Jo 14.6).
No pátio havia duas peças principais, o altar do holocausto e a pia de bronze. Antes de realizar qualquer ação o sacerdote deveria ir até a pia e ali se purificar. Ao olhar na bacia, o sacerdote poderia ver a sua imagem ali refletida e se lembrar de que era pecador e que sem purificação não poderia se chegar diante de DEUS. Somos imperfeitos e impuros, mas “o sangue de JESUS CRISTO nos purifica de todo pecado” (1Jo 1.7).
“Farás também o altar de madeira de cetim [...]” (Êx 27.1). Depois de passar pela pia, o sacerdote se dirigia até o altar do holocausto. O altar apontava para CRISTO e o seu sacrifício na cruz. Vários animais eram mortos para cobrir os pecados, todavia o sacrifício de JESUS foi único e substitutivo: “mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Is 53.6).
Depois de entrar no pátio, se purificar na bacia de lavar e oferecer sacrifícios pelo pecado, o sacerdote podia entrar em um lugar ainda mais reservado, o lugar SANTO. Ali ele veria a luz do castiçal de ouro (Êx 25.31-40) que apontava para JESUS CRISTO, a luz do mundo (Jo 8.12). No lugar santo também era colocada a mesa com os pães da proposição e o altar de incenso.
O terceiro e último compartimento era o SANTO dos Santos, um local restrito, onde somente o sumo sacerdote poderia entrar uma única vez ao ano. Dentro deste compartimento secreto ficava a arca da aliança.
 
 
SUBSÍDIOS da Revista da CPAd - 2 Trimestre de 2019
SUBSÍDIO DIDÁTICO - PEDAGÓGICO TOP1
Ao introduzir a lição desta semana, revele o propósito do trimestre. Responda a seguinte pergunta: “Por que estudaremos o Tabernáculo?”. A resposta a essa pergunta permitirá que você faça um panorama geral do trimestre. Em seguida, indague aos alunos o que eles esperam acerca desse estudo. Aqui, a ideia é perceber o entusiasmo dos alunos quanto ao tema.
Em seguida, exponha o primeiro tópico com clareza e objetividade. Como o nosso tempo não é extenso, você pode períodos para a exposição do conteúdo e outros períodos para perguntas. Por exemplo: Você pode expor o conteúdo do primeiro tópico e, depois, abrir para uma ou duas perguntas da classe. 
Sugerimos que na exposição do primeiro tópico você enfatize a citação do comentarista a respeito da monografia de Gunar Vingren, a fim de que fique claro o percurso do anúncio do projeto de DEUS e da materialização dele no deserto.
 
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO TOP2
Reserve para o dia da aula um gráfico sobre o Tabernáculo que reproduzimos abaixo. Antes de iniciar o subtópico três, “O plano térreo do Tabernáculo”, faça a seguinte pergunta: “Para você, como era o Tabernáculo?”. Ouça as respostas dos alunos, anote algumas na lousa. Em seguida, apresente o gráfico do Tabernáculo à medida que você expõe o conteúdo do subtópico. 
O objetivo dessa atividade é dar um panorama geral acerca da estrutura do santuário, pois a veremos detalhadamente ao longo da lição. Por isso, essa imagem panorâmica ajudará os alunos a compreender as partes específicas da “Tenda da Congregação”. O Método que usaremos neste trimestre é simples: partiremos do todo para o específico.
 
 
 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO TOP3
A obra de Gunar Vingren acerca do Tabernáculo está dividida em três capítulos: (1) Introdução, (2) O Tabernáculo e (3) Comparações e contraposições ao Tabernáculo. No terceiro capítulo, ele faz uma comparação do Tabernáculo, pelo qual o chama de “tenda do testemunho”, com a Igreja de CRISTO. Veja:
“Assim como a tenda do testemunho, com todos os seus utensílios, foi ordenada por DEUS, a igreja cristã recebeu de DEUS suas normas e seus mandamentos. A tenda no Antigo Testamento era o lugar onde DEUS se revelava, enquanto as igrejas cristãs são, hoje, o lugar da presença de DEUS, o lugar onde se faz a sua vontade. O primeiro era constituído de riquezas e material precioso, o segundo é constituído também de material precioso, isto é, de almas humanas redimidas do pecado por meio da graça de CRISTO JESUS. Desta forma, à tenda do Antigo Testamento se contrapõe a igreja cristã do Novo Testamento. A bacia com água ficava em frente da tenda e, na água, Arão e seus filhos limpavam seus pés e suas mãos antes de adentrarem o santuário para que não morressem. Já o batismo é a maneira pela qual o cristão ingressa na Igreja de DEUS. Aquele que crê e recebe o batismo será salvo. Após o batismo, seremos sepultados com DEUS, e assim como CRISTO ressuscitou dos mortos, passaremos a caminhar em uma nova vida” (VINGREN, Gunnar. O Tabernáculo e Suas Lições: Monografia de graduação em Teologia do fundador das Assembleias de DEUS no Brasil, defendida em 1909 no Seminário Teológico Sueco de Chicago (EUA). Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pp.76-77).
 
 
AJUDA BIBLIOGRÁFICA
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A TEOLOGIA DE ÊXODO - ÊXODO Introdução e Comentário - Por R. Alan Cole, Ph. D. Menzies College, da Universidade Macquarie - Sociedade Religiosa Vida Nova - Associação Religiosa Editora Mundo Cristão