quinta-feira, 28 de outubro de 2010

LIÇÃO 5, ORANDO COMO JESUS ENSINOU



LIÇÃO 5, ORANDO COMO JESUS ENSINOU
Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 4º Trimestre de 2010
O PODER E O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO
O relacionamento do cristão com DEUS
Comentários da revista da CPAD: Pr. Eliezer de L. e Silva
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva



TEXTO ÁUREO
“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26.41).

VERDADE PRÁTICA
Ao orar o Pai Nosso, o Senhor JESUS ensina-nos a essência da oração.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Jo 14.6,13,14 - JESUS é o caminho de resposta paraa oração
Terça - Lc 18.13,14 - Como devemos orar
Quarta - Mc 11.22-24 - Devemos orar com fé
Quinta - Mc 11.25; Mt 6.15 - A oração eficaz depende do perdão
Sexta - Mt 6.9-13 - A oração-modelo de JESUS
Sábado - Lc 11.9,10 - A persistência na oração

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Mateus 6.5-13
NA VERDADE JESUS NÃO NOS ENSINOU “O QUE ORAR”, E SIM “COMO ORAR”; PROIBINDO-NOS DE FICAR
REPETINDO SEMPRE A MESMA ORAÇÃO. (NOS EVANGELHOS AS ORAÇÕES PAI-NOSSO SÃO DIFERENTES)

LUCAS 11.1-4
1 Estava JESUS em certo lugar orando e, quando acabou, disse-lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos. 2 Ao que ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; 3 dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano;
4 e perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo aquele que nos deve; e não nos deixes entrar em tentação, (mas livra-nos do mal.)

MATEUS 6.7-15
5 E, quando orares, não sejas como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. 6 Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará. 7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos.8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. 9 Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10 venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; 11 o pão nosso de cada dia nos dá hoje; 12 e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores; 13 e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém. 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; 15 se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.

6.1 ATOS DE JUSTIÇA DIANTE DOS HOMENS. O princípio aqui em evidência tem a ver com o motivo para o cristão praticar o que é justo. Se o crente, seja leigo ou ministro, faz o bem para ser admirado pelos homens, ou por motivos egoístas, perderá seu galardão e louvor da parte de Deus. Em vez disso será desmascarado como hipócrita, porque, sob o disfarce de glorificar a Deus, o que ele realmente buscava era glória para si mesmo. O motivo subjacente no coração é um desafio para muitas das atividades cristãs contemporâneas, inclusive a competição por grandeza, a -propaganda exagerada do sucesso e o desejo egoísta -de ser o primeiro ou o melhor (cf. 1 Co 3.13-15; 4.5).
6.6 TU, QUANDO ORAIS. Todo filho de Deus deve ter um lugar para estar a sós com Deus a fim de buscá-lo. Sem isto, a oração secreta não terá a duração desejada ou será algo casual. Jesus tinha seus lugares -secretos para orar (14.23; Mc 1.35; Lc 4.42; 5.16; 6.12). Nós, também, devemos disciplinar nossa vida a fim de mantermos nossa comunhão com Deus e demonstrar nosso amor por Ele. A oração secreta é especialmente importante: (1) de manhã cedo, para dedicarmos a Deus o nosso dia; (2) no
fim da tarde, para render-lhe graças por suas misericórdias; e (3) nos momentos em que o Espírito nos impulsiona a orar. A promessa é que nosso Pai nos recompensará
abertamente com a resposta à -nossa oração, com sua presença íntima, e com honra -genuína por toda a eternidade (ver 6.9).
6.9 ORAREIS ASSIM. Com esta oração modelo, Cristo indicou áreas de interesse que devem constar da oração do cristão. Esta oração contém seis petições: três dizem
respeito à santidade e à vontade de Deus e três dizem respeito às nossas necessidades pessoais. A brevidade desta oração não significa que devemos ser breves quando
oramos. Às vezes, Cristo orava a noite inteira (Lc 6.12).
6.9 PAI NOSSO... NOS CÉUS. A oração envolve a adoração ao Pai celestial. (1) Como Pai, Deus nos ama, cuida de nós e anela comunhão e intimidade conosco. Em Cristo, temos acesso ao Pai, em todo tempo, para adorá-lo e expressar-lhe as nossas necessidades (vv. 25-34). (2) Deus, como nosso Pai, não significa que Ele seja como um pai terrestre, que tolera o mal nos filhos ou que deixa de discipliná-los corretamente. Deus é um Pai santo, que se opõe terminantemente ao pecado. Ele não tolera a iniqüidade, mesmo naqueles que o chamam de Pai. Seu nome deve ser santificado (v. 9). (3) Logo, como Pai celeste, Ele pode castigar, tanto quanto abençoar; reter, tanto quanto dar; agir com justiça e também com misericórdia. Sua maneira de atender seus filhos depende da nossa fé e obediência para com Ele.
6.9 SANTIFICADO SEJA O TEU NOME. O maior empenho em nossas orações e na nossa vida deve concentrar-se na santificação do nome de Deus. É da máxima importância que o próprio Deus seja reverenciado, honrado, glorificado e exaltado (cf. Sl 34.3). Em nossas orações e em nosso viver diário, devemos ter o máximo zelo com a reputação de Deus, da sua igreja, do seu evangelho e do seu reino. Fazer algo que cause escândalo para o nome e o caráter do Senhor é um pecado horrível que o expõe à vergonha pública.
6.10 VENHA O TEU REINO. A oração deve ocupar-se com o reino de Deus na terra agora e com seu pleno cumprimento no futuro. (1) Devemos orar pela volta de Cristo e pelo estabelecimento do reino eterno de Deus no novo céu e na nova terra (Ap 21.1; cf. 2 Pe 3.10-12; Ap 20.11; 22.20). (2) Devemos orar pela presença e manifestação espiritual do reino de Deus agora. Isso inclui a operação do poder de Deus entre o seu povo para destruir as obras de Satanás, curar os enfermos, salvar os perdidos, promover a justiça e derramar o Espírito Santo sobre seu povo.
6.10 SEJA FEITA A TUA VONTADE. Orar seja feita a tua vontade significa que anelamos sinceramente que a vontade e o propósito de Deus sejam cumpridos em nossa vida
e na vida dos nossos familiares, segundo seu plano eterno. Podemos conhecer a vontade de Deus, primeiramente através da Bíblia, que é a sua vontade revelada, e através
da direção do Espírito Santo em nosso coração (cf. Rm 8.4-14.). A vontade de Deus é cumprida quando oramos para que o reino de Deus e a sua justiça prevaleçam entre nós (v. 33.)
6.11 O PÃO NOSSO DE CADA DIA. A oração deve conter petições concernentes às nossas necessidades diárias (Fp 4.19; ver Lc 11.3).
6.12 PERDOA... ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS. Na oração devemos tratar dos nossos pecados e também estar dispostos a perdoar aqueles que nos fizeram mal (vv.
14,15; Hb 9.14; 1 Jo 1.9).
6.13 LIVRA-NOS DO MAL. Todos os crentes são objeto especial da hostilidade e dos maus propósitos de Satanás. Por essa razão nunca devemos esquecer de orar para
que Deus nos livre do poderio e das tramas do inimigo (ver Lc 11.26; 18.1; 22.31; Jo 17.15; 2 Co 2.11)
6.15 SE, PORÉM... PERDOARDES AOS HOMENS. Esta declaração de Jesus salienta o fato de que o crente deve estar pronto e disposto a perdoar as ofensas sofridas da
parte dos outros. Caso ele não perdoe seu ofensor arrependido, Deus não o perdoará e suas orações não terão resposta. Aqui está um princípio essencial para obtermos o
perdão de Deus (18.35; Mc 11.26; Lc 11.4).

Filiação Divina - Pai nosso que estás nos céus

Ó DEUS, eu Te chamo Pai, Tu és meu pai. Mas agora, ó Senhor, Tu és meu Pai; eu sou o barro, e Tu o meu oleiro; O ESPÍRITO mesmo testifica com meu espírito que sou Teu filho, ó DEUS; Recebi a JESUS, crendo no seu nome, pelo que me foi dado o poder de ser chamado filho de DEUS; Graças Te dou, ó pai, porque enviaste JESUS para me resgatar a fim de que eu recebesse a adoção de filho. Pai justo, Pai santo, meu pai, dirijo-me a ti que estás nos céus, em teu trono de glória, entronizado entre os querubins.
Referências bíblicas: Is. 63:16; 64:8; Gl 4:4-7; Hb. 12:8,10; Dt. 32:6; Jo. 16:27; Tg. 1:17; Rm. 8:15-17,14; 2 Co 1:3,4; Ef. 1:3; 1 Jo 3:1,2; 2 Co 11:31; Fp 4:20
Ao orarmos devemos nos lembrar de que DEUS é nosso PAI (Qual PAI quer o mal de seu filho?)
Ao orarmos dirigimos nossa oração para cima, para DEUS, não a uma imagem ou alguma divindade da Terra, mas ao PAI que está no céu dos céus.

Exaltação ao nome de DEUS - Santificado seja o Teu nome
Bendito seja o Teu glorioso nome, que está exaltado sobre toda bênção e louvor. Bendito seja o Teu Nome, desde agora e para sempre. Desde o teu nascimento de sol até a seu ocaso, há de ser louvado o Teu Nome. Seja Bendito o Teu Nome, ó DEUS, para todo o sempre, porque são tuas a sabedoria e a força. Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e a tua verdade. O teu nome, ó senhor, subsiste para sempre; e a tua memória, ó Senhor por todas as gerações. E tudo o que há em mim, bendiz o teu santo nome.

Referências Bíblicas Ne 9:5b; Gn 1:1,26; Sl 71:22; Sl 113:2,3; Rm 8:29; Ex 3:14; Pv 18:10; Gn 49:24,25; Jr 3:10 ; Dt 28:58; Gn 15:1,2,8; Dt 10:17; Dn 2:2; Hb 13:8; 1 Cr 29:10; Sl 8:1; 72:17; Lv 20:7,8; Sl 138:2; Sl 75:1; 115:1; Sl 91:1; Jo 1:14; Sl 103:2; Dt 33:27

O nome de DEUS é santo, não deve ser usado em vão, como por exemplo para piadas "evangélicas" ou para justificar erros humanos. A invocação do nome de DEUS para justificar erro ou para influenciar pessoas para o erro é pecado.

Estabelecimento do Reino de DEUS - "Venha o Teu Reino"

Venha o Teu reino, Tua soberania domínio e senhorio em todas as áreas da minha vida. Venha o Teu reino sobre minha família, minha cidade, meu Estado, meu País. Venha hoje o Teu reino na igreja e na vida de todos os homens. Porque o domínio pertence a Ti e reinas sobre as nações.

Teu Reino, Senhor, não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no ESPÍRITO SANTO. Não consiste em palavras, mas em poder e este é o caminho que quero seguir. Pai, aguardo o dia quando unirei minha voz à de miríades, proclamando: O reino do mundo passou a ser do Senhor nosso e do Seu CRISTO, e Ele reinará pelos séculos dos séculos.

Referências Bíblicas Sl 145:11-13; Mt 6:33; Hb 12:28; Mt 6:10; Lc 17:21,22; 1 Jo 3:2,3 Amp.; Sl 22:28; Mt 5:3-11; Tt 2:11-13; Sl 103:19; Rm 14:17; Zc 14:5,9 ;Is 9:6,7; 1 Co 4:20; Ap. 11:16,17; Mt 4:17; Cl 1:12-14; 1Cr 29:11

Desejar que DEUS reine sobre nós, desejar que o reino espiritual esteja acima do material em nossa vida. Desejar que JESUS volte o mais rapidamente possível para estabelecer seu reino milenial sobre a Terra. Tudo isso é agradável a DEUS em nossa oração.

O REINO DE DEUS (BEP - CPAD)
Mt 12.28: “Mas, se eu expulso os demônios pelo ESPÍRITO de DEUS, é conseguintemente chegado a vós o Reino de DEUS.”

A NATUREZA DO REINO. O reino de DEUS (ou dos céus), no presente, significa DEUS intervindo e predominando no mundo, para manifestar seu poder, sua glória e suas prerrogativas contra o domínio de Satanás e a condição atual deste mundo. Trata-se de algo além da salvação ou da igreja; é DEUS revelando-se com poder na execução de todas as suas obras.

(1) O reino é antes de tudo uma demonstração do poder divino em ação. DEUS inicia seu domínio espiritual na terra, nos corações do seu povo e no meio deste (Jo 14.23; 20.22). Ele entra no mundo com poder (Is 64.1; Mc 9.1; 1Co 4.20). Não se trata de poder no sentido material ou político, e sim, espiritual. O reino não é uma teocracia relígio-política; ele não está vinculado ao domínio social ou político sobre as nações ou reinos deste mundo (Jo 18.36). DEUS não pretende atualmente redimir e reformar o mundo através de ativismo social ou político, da força, ou de ação violenta (26.52; ver Jo 18.36). O mundo, durante a presente era, continuará inimigo de DEUS e do seu povo (Jo 15.19; Rm 12.1,2; Tg 4.4; 1Jo 2.15-17; 4.4). O governo de DEUS mediante o juízo direto e à força só ocorrerá no fim desta era (Ap 19.11-21).

(2) Quando DEUS se manifesta com poder sobre o mundo, este entra em crise. O império do diabo fica totalmente alarmado (12.28,29; Mc 1.23,24), e todos encaram a decisão de submeter-se ou não ao governo de DEUS (3.1,2; 4.17; Mc 1.14,15). A condição necessária e fundamental para se entrar no reino de DEUS é: “Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15).
(3) O fato de DEUS irromper no mundo com poder, abrange: (a) seu poder divino sobre o governo e domínio de Satanás (12.28; Jo 18.36); a chegada do reino é o começo da destruição do domínio de Satanás (Jo 12.31; 16.11) e do livramento da humanidade das forças demoníacas (Mc 1.34,39; 3.14,15; At 26.18) e do pecado (Rm 6); (b) poder para operar milagres e curar os enfermos (4.23; 9.35; At 4.30; 8.7); (c) a pregação do evangelho, que produz a convicção do pecado, da justiça e do juízo (11.5; Jo 16.8-11; At 4.33); (d) a salvação e a santificação daqueles que se arrependem e crêem no evangelho (ver Jo 3.3; 17.17; At 2.38-40; 2Co 6.14-18); e (e) o batismo no ESPÍRITO SANTO, com poder, para testemunhar de CRISTO (ver At 1.8; 2.4).
(4) Uma evidência máxima de que a pessoa está vivendo o reino de DEUS é viver uma vida de “justiça, e paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO” (Rm 14.17).
(5) O reino de DEUS tem um aspecto tanto presente como futuro. É uma realidade presente no mundo hoje (Mc 1.15; Lc 18.16,17; Cl 1.13; Hb 12.28), mas o governo e o poder de DEUS não predominam plenamente em todos e em tudo. A obra e a influência de Satanás e dos homens maus continuarão até o fim desta era (1Tm 4.1; 2Tm 3.1-5; Ap 19.19 — 20.10). A manifestação futura da glória de DEUS e do seu poder e reino ocorrerá quando JESUS voltar para julgar o mundo (24.30; Lc 21.27; Ap 19.11-20; 20.1-6). O estabelecimento total do reino virá, quando CRISTO finalmente triunfar sobre todo o mal e oposição e entregar o reino a DEUS Pai (1Co 15.24-28; Ap 20.7-21.8; ver também Mc 1.15).

O PAPEL DO CRENTE NO REINO. O NT contém abundante ensino sobre a missão do crente no reino de DEUS, na sua presente manifestação. (1) É responsabilidade do crente buscar incessantemente o reino de DEUS, em todas as suas manifestações, tendo fome e sede pela presença e pelo poder de DEUS, tanto na sua vida como no meio da sua comunidade cristã (ver 5.10; 6.33).
(2) Em 11.12, JESUS revela novos fatos sobre a natureza dos membros do reino. Ali Ele disse que somente quem se esforça apodera-se do reino de DEUS. Os tais, movidos por DEUS, resolvem romper com as práticas pecaminosas e imorais do mundo e seguem a CRISTO, a sua Palavra e seus justos caminhos. Não importando o preço a pagar, esses, resolutamente, buscam o reino com todo o seu poder. Noutras palavras, pertencer ao reino de DEUS e desfrutar de todas as suas bênçãos requer esforço sincero e constante — um combate de fé, aliado a uma forte vontade de resistir a Satanás, ao pecado e à sociedade perversa em que vivemos.
(3) Não conhecerão o reino de DEUS aqueles que raramente oram, que transigem com o mundo, que negligenciam a Palavra e que têm pouca fome espiritual. É para crentes como José (Gn 39.9), Natã (2Sm 12.7), Elias (1Rs 18.21), Daniel e seus três amigos (Dn 1.8; 3.16-18), Mardoqueu (Et 3.4,5), Pedro e João (At 4.19,20), Estêvão (At 6.8; 7.51) e Paulo (Fp 3.13,14); inclusive mulheres como Débora (Jz 4.9), Rute (Rt 1.16-18), Ester (Et 4.16), Maria (Lc 1.26-35), Ana (Lc 2.36-38) e Lídia (At 16.14,15,40).

Submissão - "Seja feita a Tua vontade, assim na terra como é no céu".
Pai, oro para que Tua vontade seja feita na minha vida, de um modo tão perfeito como ela é feita no Céu. Deleito-me em fazer tua vontade, ó DEUS meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração. Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu DEUS; guie-me o Teu bom ESPÍRITO por terreno plano.
Oro como JESUS: “Não se faça a minha vontade, mas a tua”, não importa qual seja, pois ela é sempre o melhor para minha vida. A minha comida é fazer a Tua vontade e realizar a obra que me confiaste. Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; porque não procuro a minha vontade, mas a Tua.
Pois esta é a Tua vontade, que eu seja consagrado (separado e colocado á parte para uma vida pura e santa): que eu me abstenha de todo vicio sexual; que eu saiba como possuir (controlar dirigir) meu próprio corpo em consagração (pureza, separado das coisas profanas) e honra, não (para ser usado) em paixão e lascívia como os pagãos, que são ignorantes do verdadeiro DEUS e não têm conhecimento da Sua Vontade.
Referências Bíblicas Mt 6:10; At 13:22; 1 Jo 2:17; Ef 1:4,5 Amp.; Sl 40:8; 143:10; Rm 8:26,27; 12:2; Cl 1:9 Amp; Lc 22:42; 1 Ts 4:3-5 Amp.; Fp 2:13; Jo 4:34; 5:30; Sl 1:3,4 Amp.; Hb 13:20,21

Existem duas vontades de DEUS, a permissiva e a perfeita. Desejar e pedir a DEUS que sua vontade perfeita seja feita em nossa vida é oração de entrega, e de submissão, e também de consagração. Isso é agradável ao nosso bom DEUS que tem um plano perfeito para nossa vida aqui na Terra.

A VONTADE DE DEUS (BEP - CPAD)
Is 53.10 “Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão”.

DEFINIÇÃO DA VONTADE DE DEUS. De modo geral, a Bíblia refere-se à vontade de DEUS em três sentidos diferentes.
(1) A vontade de DEUS é outra maneira de se identificar a Lei de DEUS. Davi, por exemplo, forma um paralelo entre a frase “tua lei” e “tua vontade” no Sl 40.8. Semelhantemente, o apóstolo Paulo considera que, conhecer a DEUS é sinônimo de conhecer a sua vontade (Rm 2.17,18). Noutras palavras: como em sua Lei o Senhor nos instrui no caminho que Ele traçou, ela pode ser apropriadamente chamada “a vontade de DEUS”. “Lei” significa essencialmente “instrução”, e inclui a totalidade da Palavra de DEUS.
(2) Também se emprega a expressão “a vontade de DEUS” para designar qualquer coisa que Ele explicitamente quer. Pode ser corretamente designada de “a perfeita vontade” de DEUS. E a vontade revelada de DEUS é que todos sejam salvos (1Tm 2.4; 2Pe 3.9) e que nenhum crente caia da graça (ver Jo 6.39). Isso não quer dizer que todos serão salvos, mas apenas que DEUS deseja a salvação de todos.
(3) Finalmente, a “vontade de DEUS” pode referir-se àquilo que DEUS permite, ou deixa acontecer, embora Ele não deseje especificamente que ocorra. Tal coisa pode ser corretamente chamada “a vontade permissiva de DEUS”. De fato, muita coisa que acontece no mundo é contrária à perfeita vontade de DEUS (e.g., o pecado, a concupiscência, a violência, o ódio, e a dureza de coração), mas Ele permite que o mal continue por enquanto. A chamada de Jonas para ir a Nínive fazia parte da perfeita vontade de DEUS, mas sua viagem na direção oposta estava dentro de sua vontade permissiva (ver Jn 1). Além disso, a decisão de muitas pessoas permanecerem sem salvação é permitida por DEUS. Ele não impõe a fé aos que recusam a salvação mediante o seu Filho. Semelhantemente, muitas aflições e males que nos acometem são permitidos por DEUS (1Pe 3.17; 4.19), mas não é desejo seu que soframos (ver 1Jo 5.19).

FAZENDO A VONTADE DE DEUS. O ensino bíblico a respeito da vontade de DEUS não expressa apenas uma doutrina. Afeta a nossa vida diária como crentes.
(1) Primeiro, devemos descobrir qual é a vontade de DEUS, conforme revelada nas Escrituras. Como os dias em que vivemos são maus, temos de entender qual a perfeita e agradável vontade de DEUS (Ef 5.17).
(2) Uma vez que já sabemos como Ele deseja que vivamos como crentes, precisamos dedicar-nos ao cumprimento da sua vontade. O salmista, por exemplo, pede a DEUS que lhe ensine a “fazer a tua vontade” (Sl 143.10). Ao pedir, igualmente, que o ESPÍRITO o guie “por terra plana”, indica que, em essência, está rogando a DEUS a capacidade de viver uma vida de retidão. Semelhantemente, Paulo espera que os cristãos tessalonicenses sigam a vontade divina, evitando a imoralidade sexual, e vivendo de maneira santa e honrosa (1Ts 4.3,4). Noutro lugar, Paulo ora para que os cristãos recebam a plenitude do conhecimento da vontade divina, a fim de viverem “dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo” (Cl 1.9,10).
(3) Os crentes são exortados a orarem para que a vontade de DEUS seja feita (cf. Mt 6.10; 26.42; Lc 11.2; Rm 15.30-32; Tg 4.13-15). Devemos desejar, com sinceridade, a perfeita vontade de DEUS, e ter o propósito de cumprí-la em nossa vida e na vida de nossa família (ver Mt 6.10). Se essa for a nossa oração e compromisso, teremos total confiança de que o nosso presente e futuro estarão sob os cuidados do Pai (cf. At 18.21; 1Co 4.19; 16.7). Se, porém, há pecado deliberado em nossa vida, e rebelião contra a sua Palavra, DEUS não atenderá as nossas orações. Não poderemos esperar que a vontade divina seja feita na terra como no céu, a não ser que nós mesmos procuremos cumprir a sua vontade em nossa própria vida.
(4) Finalmente, não podemos usar a vontade de DEUS como desculpa pela passividade, ou irresponsabilidade, no tocante à sua chamada para lutarmos contra o pecado e a mornidão espiritual. É Satanás, e não DEUS, o culpado por essa era maligna, com a sua crueldade, maldade e injustiça (ver 1Jo 5.19). É também Satanás quem causa grande parte da dor e sofrimento no mundo (cf. Jó 1.6-12; 2.1-6; Lc 13.16; 2Co 12.7). Assim como JESUS veio para destruir as obras do diabo (1Jo 3.8), assim também é da vontade explícita de DEUS que batalhemos contra as hostes espirituais da maldade por meio do ESPÍRITO SANTO (Ef 6.10-20; 1Ts 5.8

Provisão - “O pão nosso de cada dia nos dá hoje”
Pai, tu és meu DEUS Provedor, Jeová Jiré, pelo que supres liberalmente cada uma das minhas necessidades, de acordo com Tuas riquezas em glória em CRISTO JESUS. Sou Teu amado e me dás o pão enquanto durmo. Dás mantimento aos que Te temem; Confesso que não ando ansioso quanto à minha vida, pelo que hei de comer, ou pelo que hei de beber; nem quanto ao meu corpo, pelo que hei de vestir. Olho para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajudam em celeiros; e Tu, meu Pai celeste, as alimenta. Não valho eu muito mais do que elas? Portanto não me inquieto, dizendo: Que hei de comer? Ou: Que hei de Beber? Ou: Com que hei de vestir? Porque Tu, meu pai celeste, sabes que preciso de Tudo isso. Meu Pão de cada dia me dás hoje.
Referências Bíblicas Fp 4:19; Ex 23:25; Mt 6:25,26,31,32; Sl 127:2; 111:5; 2 Co 9:10; Sl 34:10; Sl 145:15,16; Sl 146:5,7; Dt 28:1,4,8,12; Sl 37:25; Pv 10:3; Dt 8:3
Cada dia devemos depender de DEUS em tudo e para tudo, nada de garantir já seu futuro independente de DEUS. DEUS quer governar sobre nós cada dia, cada instante, senão estaremos como aquele louco que construiu um grande depósito para dali para frente folgar e dormir sem depender de DEUS; seria como construir uma nova torre de Babel para não temer o juízo de DEUS sobre o pecado. A riqueza trás o sentimento de auto-suficiência, o que é pecado.

Perdão Pessoal - “E perdoa-nos as nossas dívidas”
Pai, tenho experimentado Teu perdão em minha vida.Confesso-te meus pecados e Tu és fiel e justo para me perdoares os pecados e me purificares de toda a injustiça.
Tu, Senhor, perdoas todas as minhas iniqüidades e saras todas as minhas enfermidades. Pois me perdoaste a iniqüidades e não Te lembraras mais dos meus pecados.
Referências Bíblicas Mt 6:12; Sl 139:23,24; Rm 4:7,8; 1 Jo 1:9; Sl 86:4,5; 103:1,3; 1 Jo 2:12; Sl 32:5; 19:12; Jr 31:34; Cl 1:14
Pedir perdão está condicionado a perdoar. O mal pagador vê aqui uma saída para suas dívidas por não se lembrar de que comprar e não pagar equivale a roubar, o que é pecado. Quando pedimos perdão trazemos junto o desejo de nunca mais repetirmos a ofensa feita, só assim obteremos o perdão.

Perdão a Outros (geral) - “Assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores”

Pai de amor, tenho provado o Teu ilimitado perdão. Lançaste meus pecados nas profundezas do mar e deles não Te lembras mais. Tratas-me como se eu nunca tivesse pecado. De Ti recebo o espírito perdoador e libero o meu perdão a todos quanto me ofendem. De todo o coração perdôo o que peca contra mim. Recebo Tua palavra: “Antes sede bondosos para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros (pronta e livremente), como também DEUS vos perdoou em CRISTO. “ Suporto o meu irmão e o perdôo, assim como JESUS me perdoou.

Amo meu próximo como a mim mesmo, e porque o amo, o perdôo, sabendo que o amor cobre uma multidão de pecados.
Referências Bíblicas Mt 6:12; Cl 3:13; Mc 12:31; Is 43:25; Mt 6:14,15 Amp.; 1 P 4:8; Mt 18:35; Mc 11:25,26; Mt 5:44,45,48; Ef 4:32; Mt 18:22; Nm 6:24-26
Estamos afirmando que já perdoamos como queremos que sejamos perdoados.

Proteção - “Não nos deixes cair em tentação”
Pai reconheço que não me sobrevêm nenhum tentação, que não seja humana, mas Tu és fiel, e não deixarás que eu seja tentado acima do que possa resistir, antes com a tentação darme-ás também o escape, para que a possa suportar. Tu me sustentas, meu DEUS. Andarei seguro pelo meu caminho, e não tropeçará o meu pé. Quando me deitar, não temerei: sim, deitar-me-ei e o meu sono será suave. Não temo o pavor repentino, nem a assolação dos ímpios quando vier. Porque Tu, Senhor, serás a minha confiança, e guardarás os meus pés de serem presos. Não me deixarás cair em tentação.

Referências Bíblicas 1 Co 10:13; Tg. 1:12 Amp.; 1 Sm 2:9; Pv 4:11,12; Mt 26:41 Amp.; Pv 3:23-26; Tg 1:2-4,13; Sl 116:8; Ap. 3:10;
Orar isso implica em dizer que não podemos resistir sozinhos diante das tentações. é reconhecer nossa fraqueza humana e total dependência de DEUS. é prevenir-se contar o pecado.

Libertação - “Livra-nos do mal”
Nenhum mal; me sucederá, nem praga alguma chegará à minha tenda, porque aos Teus anjos darás ordem a meu respeito, para me guardarem em todos os meus caminhos. Eles me sustentarão nas suas mãos, para que eu não tropece em alguma pedra. Teu anjo, Senhor, acampa-se ao redor, pois temo a Ti, e me livras. Senhor, Tu me Livrarás também de toda a obra maligna, e me levarás salvo para o Teu reino celestial. A ti, glória pelos séculos dos séculos. Amém.
Referências Bíblicas Gl 1:4,5; Sl 18:2; 2 Tm 4:18; Sl 91:3,10,12; Sl 34:7,17; 1 Ts 1:10; Sl 91:14,15; Sl 56:13
Cada dia já tem o seu mal e só podemos nos livrar desse mal estando em comunhão íntima com DEUS.

PODER SOBRE SATANÁS E OS DEMÔNIOS (BEP - CPAD)

Mc 3.27 “Ninguém pode roubar os bens do valente, entrando-lhe em sua casa, se primeiro não manietar o valente; e, então, roubará a sua casa”.
Um dos destaques principais do Evangelho segundo Marcos é o propósito firme de JESUS: derrotar Satanás e suas hostes demoníacas. Em 3.27, isto é descrito como “manietar o valente” (i.e., Satanás) e, “roubará a sua casa” (i.e., libertar os escravos de Satanás). O poder de JESUS sobre Satanás fica claramente demonstrado na expulsão de demônios (gr. daimonion) ou espíritos malignos.

OS DEMÔNIOS. (1) O NT menciona muitas vezes pessoas sofrendo de opressão ou influência maligna de Satanás, devido a um espírito maligno que neles habita; menciona também o conflito de JESUS com os demônios. O Evangelho segundo Marcos, e.g., descreve muitos desses casos: 1.23-27, 32, 34, 39; 3.10-12, 15; 5.1-20; 6.7, 13; 7.25-30; 9.17-29; 16.17.(2) Os demônios são seres espirituais com personalidade e inteligência. Como súditos de Satanás, inimigos de DEUS e dos seres humanos (Mt 12.43-45), são
malignos, destrutivos e estão sob a autoridade de Satanás (ver Mt 4.10).

(3) Os demônios são a força motriz que está por trás da idolatria, de modo que adorar falsos deuses é praticamente o mesmo que adorar demônios (ver 1Co 10.20).

(4) O NT mostra que o mundo está alienado de DEUS e controlado por Satanás (ver Jo 12.31; 2Co 4.4; Ef 6.10-12;). Os demônios são parte das potestades malignas; o cristão tem de lutar continuamente contra eles (ver Ef 6.12).

(5) Os demônios podem habitar no corpo dos incrédulos, e, constantemente, o fazem (ver Mc 5.15; Lc 4.41; 8.27,28; At 16.18) e falam através das vozes dessas pessoas. Escravizam tais indivíduos e os induzem à iniqüidade, à imoralidade e à destruição.

(6) Os demônios podem causar doenças físicas (Mt 9.32,33; 12.22; 17.14-18; Mc 9.17-27; Lc 13.11,16), embora nem todas as doenças e enfermidades procedam de espíritos maus (Mt 4.24; Lc 5.12,13).

(7) Aqueles que se envolvem com espiritismo e magia (i.e., feitiçaria) estão lidando com espíritos malignos, o que facilmente leva à possessão demoníaca (cf. At 13.8-10; 19.19; Gl 5.20; Ap 9.20,21).

(8) Os espíritos malignos estarão grandemente ativos nos últimos dias desta era, na difusão do ocultismo, imoralidade, violência e crueldade; atacarão a Palavra de DEUS e a sã doutrina (Mt 24.24; 2Co 11.14,15; 1Tm 4.1). O maior surto de atividade demoníaca ocorrerá através do Anticristo e seus seguidores (2Ts 2.9; Ap 13.2-8; 16.13,14).

JESUS E OS DEMÔNIOS. (1) Nos seus milagres, JESUS freqüentemente ataca o poder de Satanás e o demonismo (e.g., Mc 1.25,26, 34, 39; 3.10,11; 5.1-20; 9.17-29; cf. Lc 13.11,12,16). Um dos seus propósitos ao vir à terra foi subjugar Satanás e libertar seus escravos (Mt 12.29; Mc 1.27; Lc 4.18).

(2) JESUS derrotou Satanás, em parte pela expulsão de demônios e, de modo pleno, através da sua morte e ressurreição (Jo 12.31; 16.17; Cl 2.15; Hb 2.14). Deste modo, Ele aniquilou o domínio de Satanás e restaurou o poder do reino de DEUS.

(3) O inferno (gr. Gehenna), o lugar de tormento, está preparado para o diabo e seus demônios (Mt 8.29; 25.41). Exemplos do termo Gehenna no grego: Mc 9.43,45,47; Mt 10.28; 18.9.

O CRENTE E OS DEMÔNIOS. (1) As Escrituras ensinam que nenhum verdadeiro crente, em quem habita o ESPÍRITO SANTO, pode ficar endemoninhado; i.e.: o ESPÍRITO e os demônios nunca poderão habitar no mesmo corpo (ver 2Co 6.15,16). Os demônios podem, no entanto, influenciar os pensamentos, emoções e atos dos crentes que não obedecem aos ditames do ESPÍRITO SANTO (Mt 16.23; 2Co 11.3,14).

(2) JESUS prometeu aos genuínos crentes autoridade sobre o poder de Satanás e das suas hostes. Ao nos depararmos com eles, devemos aniquilar o poder que querem exercer sobre nós e sobre outras pessoas, confrontando-os sem trégua pelo poder do ESPÍRITO SANTO (ver Lc 4.14-19). Desta maneira, podemos nos livrar dos poderes das trevas.

(3) Segundo a parábola em Mc 3.27, o conflito espiritual contra Satanás envolve três aspectos: (a) declarar guerra contra Satanás segundo o propósito de DEUS (ver Lc 4.14-19); (b) ir onde Satanás está (qualquer lugar onde ele tem uma fortaleza), atacá-lo e vencê-lo pela oração e pela proclamação da Palavra, e destruir suas armas de engano e tentação demoníacos (cf. Lc 11.20-22); (c) apoderar-se de bens ou posses, i.e., libertando os cativos do inimigo e entregando-os a DEUS para que recebam perdão e santificação mediante a fé em CRISTO (Lc 11.22; At 26.18).

(4) Seguem-se os passos que cada um deve observar nesta luta contra o mal: (a) Reconhecer que não estamos num conflito contra a carne e o sangue, mas contra forças espirituais do mal (Ef 6.12). (b) Viver diante de DEUS uma vida fervorosamente dedicada à sua verdade e justiça (Rm 12.1,2; Ef 6.14). (c) Crer que o poder de Satanás pode ser aniquilado seja onde for o seu domínio (At 26.18; Ef 6.16; 1Ts 5.8) e reconhecer que o crente tem armas espirituais poderosas dadas por DEUS para a destruição das fortalezas de Satanás (2Co 10.3-5). (d) Proclamar o evangelho do reino, na plenitude do ESPÍRITO SANTO (Mt 4.23; Lc 1.15-17; At 1.8; 2.4; 8.12; Rm 1.16; Ef 6.15). (e) Confrontar Satanás e o seu poder de modo direto, pela fé no nome de JESUS (At 16.16-18), ao usar a Palavra de DEUS (Ef 6.17), ao orar no ESPÍRITO (At 6.4; Ef 6.18), ao jejuar (ver Mt 6.16; Mc 9.29) e ao expulsar demônios (ver Mt 10.1; 12.28; 17.17-21; Mc 16.17; Lc 10.17; At 5.16; 8.7; 16.18; 19.12). (f) Orar, principalmente, para que o ESPÍRITO SANTO convença os perdidos, no tocante ao pecado, à justiça e ao juízo vindouro (Jo 16.7-11). (g) Orar, com desejo sincero, pelas manifestações do ESPÍRITO,

mediante os dons de curar, de línguas, de milagres e de maravilhas (At 4.29-33; 10.38; 1Co 12.7-11).

Exaltação - “Porque Teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre. Amem”
Sê exaltado, ó DEUS, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a Tua glória. A ti, o único DEUS, nosso Salvador, por JESUS CRISTO Nosso Senhor, glória, majestade, domínio e poder, antes de todos os séculos, e agora, e para todo o sempre . Amem.
Referências Bíblicas Sl 57:5; 34:3; Sl 63:2; Sl 113:4; Sl 148:13; 1 Cr 29:10-13; 1 Cr 16:36; Sl 29:9; Is 25:1; Sl 72:18,19; Sl 92:2; Dn 2:20-22; Jd 25.
Orar assim é reconhecer a soberania de DEUS, é reconhecer seus atributos divinos de Amor, misericórdia, onipotência, onipresença e onisciência. Isso agrada a DEUS. É adoração em ESPÍRITO e em verdade e DEUS procura por aqueles que assim fazem.
Ajuda insejec@uol.com.br

INTERAÇÃO
Prezado mestre, na lição de hoje vamos estudar a respeito da oração-modeloensinada por JESUS CRISTO. O ensino do Senhor a respeito da oração originou-se da súplica dos discípulos: “Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos” (Lc 11.1). Não são poucas as pessoas que querem obter uma “fórmula mágica de oração” a fim de obterem respostas rápidas e previsíveis às suas petições. Tais pessoas frequentememente perguntam: “qual a posição correta para orar?” ou “qual o horário ideal?” Na verdade deveriam fazer os seguintes questionamentos: “Será que nossas petições estão sendo realmente sinceras?” “Estamos dispostos a pôr em prática a instrução bíblica?” Para responder a essas perguntas precisamos atentar para cada detalhe da oração-modelo, começando pelo prefácio de JESUS: “Portanto, vós orareis assim: ...” (Mt 6.9).

OBJETIVOS
Explicar porque a oração é vital ao crente.
Compreender as implicações espirituais e práticas da oração-modelo.
Conscientizar-se de que a Palavra de DEUS nos ensina a orar..

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, providencie algumas cópias do esquema abaixo para seus alunos. Escreva no quadro-de-giz as seguintes questões: “O que JESUS queria dizer ao afirmar: ‘“orando, não useis de vãs repetições, como os gentios?’” “O que exigia a adoração oficial romana?” “Em que os pagãos confiavam ao orar?” “O que significa ‘o pão nosso de cada dia’?” Dê um tempo para que os alunos leiam e respondam as questões. Depois de ouvir as respostas, faça as considerações que julgar necessárias. Conclua explicando o contexto histórico em que se originou esse ensinamento de JESUS. Boa aula!



RESUMO DA LIÇÃO 5, ORANDO COMO JESUS ENSINOU
Para ensinar os discípulos a orar, JESUS proferiu esta conhecida oração (Mt 6.9-13).
I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE
1. Aprendendo a orar com o Mestre.
2. Os discípulos já conheciam a respeito da oração?
3. A oração era algo habitual para JESUS e seus discípulos.
II. A ORAÇÃO-MODELO
1. “Pai nosso, que estás nos céus” (v.9).
Três verdades bíblicas sobre o amor de DEUS:
a) DEUS nos amou primeiro.
b) DEUS nos adotou como filhos pelo ESPÍRITO de adoção (Rm 8.15).
c) DEUS nos fez herdeiros seus.
2. “Santificado seja o teu nome” (v.9).
3. “Seja feita a tua vontade” (v.10).
III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO
1. “O pão nosso de cada dia”:
2. Perdão das nossas dívidas.
3. Livramento do mal.
CONCLUSÃO
“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós,
pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito” (Lo.15.7).

SINÓPSE DO TÓPICO (1)
A oração deve ser uma prática habitual na vida do crente.
SINÓPSE DO TÓPICO (2)
A oração-modelo ensina reconhecer a DEUS como Pai; expressar sua soberania, santidade e dependência plena do Eterno.
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
O suprimento diário, o perdão dos pecados e o livramento do mal são decorrências práticas da oração-modelo.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Teológico
A oração e seu caráter natural - Mateus 6
“Quando orares, não sejas como os hipócritas (v. 5). Como podemos saber se a nossa religião é realmente hipocrisia? Quando é para ser vista pelos homens. É apenas hipocrisia quando as igrejas têm bons coros, exigem pregação de elevado estilo, fazem orações eloquentes..., mas sem o ESPÍRITO. É hipocrisia colocar todas as mercadorias na vitrine, dando a entender que a loja tem grande estoque. É hipocrisia quando a adoração sai da boca para fora; é sinceridade somente se sair do íntimo do coração.
Os hipócritas... se comprazem em orar em pé nas sinagogas (v. 5). Muitas vezes, a hipocrisia é tão acentuada nas igrejas que o mundo julga que todos os crentes são hipócritas.
[...] Entra no teu aposento (v. 6). É evidente que CRISTO não condena a oração nos cultos públicos (Jo 11.41,42; 17.1; At 1.14). Mas, mesmo a oração pública deve ser com ‘a porta fechada’, i.e., com o mundo excluído do coração e em contato com o trono de DEUS em espírito. Na maior multidão, o crente pode achar seu ‘quarto de oração’. Mesmo no tempo de tristeza e angústia, é difícil evitar a hipocrisia, mas em secreto é mais fácil orar sem fingimento” (BOYER, Orlando. Espada Cortante 1. Rio de Janeiro, CPAD, 2. ed. 2006, p. 313).

VOCABULÁRIO
Inerente: Que está por natureza inseparável.
Intimamente unido, Que é atributo ou propriedade de algo ou alguém, Que faz parte de (pessoa ou coisa). = inseparável (http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
BOYER, Orlando. Espada Cortante. 2. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2006.
GEORGE, Jim. Orações Notáveis da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2007.
RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2007.
SAIBA MAIS pela revista Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 44, p.38.

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 5, ORANDO COMO JESUS ENSINOU
RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2010
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas.

TEXTO ÁUREO
1- Complete:
“Vigiai e ____________________, para que não entreis em ____________________; na verdade, o espírito está pronto, mas a _______________- é fraca” (Mt 26.41

VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
Ao _________________________ o Pai Nosso, o Senhor JESUS _______________________-nos a ____________________ da oração.

INTRODUÇÃO
3- Qual a oração mais conhecida de todos os tempos, quem a ensinou e por que?
( ) A Oração do Pai Nosso.
( ) A Oração Sacerdotal.
( ) JESUS proferiu esta conhecida oração.
( ) Para ensinar os discípulos a orar.

 I. A ORAÇÃO DEVE SER INERENTE AO CRENTE
4- JESUS estava dizendo que os discípulos “deviam” repetir mecanicamente esse modelo de oração toda vez que buscassem a face de DEUS?
( ) Não.
( ) Sim.
( ) Poderiam repetir sempre que fosse necessário.

5- Os discípulos já conheciam a respeito da oração?
( ) Ainda não, pois JESUS não os tinha ensinado.
( ) Os discípulos já tinham conhecimento da importância da oração, pois os judeus devotos e os gentios que criam em DEUS tinham como costume orar.
( ) De acordo com Atos 3.1, os judeus tinham um horário determinado para as orações: de manhã (as 9h), à tarde (as 15h) e à noite (no pôr do sol).

6- Os discípulos nunca viram alguém orar como o Mestre. Como JESUS no Sermão da Montanha ensinou a respeito de como devemos orar? Complete:
“E, quando orares, não sejas como os ________________________, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu ______________________. Mas tu, quando orares, entra no teu ___________________ e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará” (Mt 6.5,6). JESUS ensinou acerca disso, porque os líderes religiosos de sua época, gostavam das orações em lugares ________________________ para chamarem a atenção (Mt 6.5,6), porém JESUS ensina que devemos ter o nosso momento ______________________ com o Pai em oração (Mt 6.3).

7- A oração era algo habitual para JESUS e seus discípulos? Por que devemos seguir o mesmo exemplo?
( ) A oração não era uma prática habitual entre eles, só oravam quando iam ao templo.
( ) Os discípulos podiam observar o exemplo de JESUS.
( ) A oração era uma prática habitual entre eles.
( ) Precisamos buscar a face de DEUS em oração diariamente.
( ) É impossível que um discípulo não converse com seu mestre; que um servo não conheça o que o seu senhor deseja.
( ) Precisamos buscar a face de DEUS em oração diariamente.
( ) A oração e a Palavra de DEUS são imprescindíveis para uma vida cristã vitoriosa como discípulo e amigo do Senhor JESUS.

II. A ORAÇÃO-MODELO
8- A quem devemos dirigir nossas petições, segundo ensinou JESUS?
( ) Ao ESPÍRITO SANTO que é DEUS de todos os que seguem o “novo e vivo caminho”, o seu Filho JESUS CRISTO.
( ) A JESUS mesmo que é o “novo e vivo caminho”, sendo ELE mesmo DEUS.
( ) A DEUS que é o Pai Celestial de todos os que seguem o “novo e vivo caminho”, o seu Filho JESUS CRISTO.

9- Quem transmite ao crente a certeza de que DEUS é seu Pai?
( ) A Bíblia e a Igreja.
( ) A Bíblia declara que é o ESPÍRITO SANTO.
( ) O ESPÍRITO testifica com o nosso espírito de que somos filhos de DEUS.

10- Quais as três verdades bíblicas, sobre o amor de DEUS, que o crente deve ter em mente ao contemplar a DEUS como Pai?
( ) DEUS nos amou primeiro.
( ) DEUS sempre perdoa aos pecadores.
( ) DEUS nos adotou como filhos pelo ESPÍRITO de adoção.
( ) DEUS nos fez herdeiros Seu.

11- DEUS nos amou primeiro. Complete:
“Porque DEUS amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). O seu amor por nós ______________________ a nossa própria _________________________ e, conseqüentemente, as nossas ________________________________ (Rm 5.8).

12- DEUS nos adotou como filhos pelo ESPÍRITO de adoção (Rm 8.15). Complete:
Por meio da obra _______________________ de CRISTO JESUS na cruz, “[...] nos __________________________ para filhos de adoção por JESUS CRISTO, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua _________________ (Ef 1.5).

13- DEUS nos fez herdeiros seus. Complete:
A única coisa destinada ao homem era a sua própria _______________________, resultante dos seus __________________________ (Rm 6.23; Jo 3.18,19). Entretanto, DEUS, que é riquíssimo em misericórdia quis nos justificar por sua _______________________ e amor (Rm 3.24; Tt 3.7). Ele, “[...] segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de JESUS CRISTO dentre os mortos, para uma ________________________ incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar, guardada nos _________________ para vós” (1 Pe 1.3,4).

14- Por que devemos orar “Santificado seja o teu nome” (v.9)?
( ) Porque, ao oramos assim, estaremos desejando que DEUS se torne santo.
( ) DEUS é santo (Is 6.3).
( ) Seu nome é exaltado em cima nos céus e em baixo na terra, acima de qualquer outro nome (Is 12.4).
( ) A santidade de DEUS é manifesta através do crente que dá bom testemunho.
( ) É dever de todo o crente honrar como santo o nome do Senhor nosso DEUS, não só de lábios, mas com sua vida santa (1 Pe 1.15,16).

15- De acordo com a oração “Seja feita a tua vontade” (v.10), complete:
Abrir mão da nossa vontade nem sempre é fácil, requer total ________________________ de DEUS. JESUS, como homem _____________________, é o nosso exemplo. Certa vez Ele afirmou: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou...” (Jo 4.34). DEUS é um Pai amoroso e a sua vontade sempre é boa, agradável e perfeita, por isso, devemos nos ____________________________ a ela com alegria.

16- Como descobrir a vontade de DEUS?
( ) Mediante a oração.
( ) A vontade de DEUS só é revelada pela profecia.
( ) A oração não é um monólogo, mas um diálogo onde podemos ouvir DEUS e saber qual direção tomar.
( ) Como está escrito: “Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas” (Sl 23.2).

III. DECORRÊNCIAS PRÁTICAS DA ORAÇÃO-MODELO
17- O que quis JESUS dizer com a oração “O pão nosso de cada dia”?
( ) JESUS estava se referindo ao nosso alimento diário, pelo menos uma refeição por dia que não pode faltar em nossa mesa.
( ) É a luta diária contra a auto-suficiência.
( ) JESUS nos ensina que, por mais que o homem trabalhe e lute para obter o seu sustento, DEUS é o Provedor.
( ) Nenhum homem pode ignorar as providências divinas, mesmo que suas posses “garantam” sua manutenção (Dt 11.14,15; 28.12; Mt 5.45).
( ) A Bíblia declara que: “Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono” (Sl 127.2).
( ) DEUS conhece todas as nossas necessidades, de modo que não devemos estar inquietos por nossa subsistência (Mt 6,25-32; Sl 37.25; 34.10).

18- Por que devemos pedir perdão das nossas dívidas?
( ) Porque o crente não pode ficar devendo, então deve clamar por perdão de dívidas quando não as puder pagar.
( ) O pecado é uma dívida que o homem contrai para com DEUS quando transgride a sua Lei.
( ) O Senhor JESUS nos ensina a buscar o perdão do Pai e perdoar os que nos ofendem.

19- Por que devemos perdoar as ofensas dos outros contra nós?
( ) JESUS deixa claro que só seremos perdoados por DEUS pelas nossas faltas, se perdoarmos os que nos prejudicam: “se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós.
( ) Porque só poderemos ser salvos se não ofendermos a ninguém.
( ) Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”(Mt 6.14,15).

20- Por que devemos orar pedindo Livramento do mal?
( ) Todo crente está sujeito às tentações e ataques do mal.
( ) todo crente está sujeito à intervenção maligna em sua vida.
( ) Todos têm o seu lado frágil e susceptível ao mal de cada dia (Rm 7.15-19; Gl 5.17; Tg 1.14,15; 1 Co 10.12,13); este fato não pode ser negligenciado.
( ) JESUS nos advertiu: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mc 14.38).

CONCLUSÃO
21- Complete:
Quando o crente aprende biblicamente como se ________________________ a DEUS em oração, estando com a sua vida cristã em ordem, passa a ter a certeza de que suas orações serão _________________________. Afinal, as Sagradas Escrituras nos garantem: “Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, ______________________ tudo o que quiserdes, e vos será feito” (Jo.15.7).


RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

LIÇÃO 4, A ORAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO




LIÇÃO 4, A ORAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO

Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 4º Trimestre de 2010

O PODER E O MINISTÉRIO DA ORAÇÃO

O relacionamento do cristão com DEUS

Comentários da revista da CPAD: Pr. Eliezer de L. e Silva

Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto

Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

QUESTIONÁRIO










TEXTO ÁUREO

“Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar” (1 Ts 5.16,17).







VERDADE PRÁTICA

A oração em o Novo Testamento tem como padrão a fé, a intensidade e a perseverança.







LEITURA DIÁRIA

Segunda - Mc 1.35 - JESUS orou durante o seu ministério

Terça - Jo 15.7,16 - JESUS ensina sobre a oração

Quarta - At 1.13,14; 2.42 - A Igreja Primitiva perseverava unânime em oração

Quinta - Ef 1.15-17 - Paulo e sua vida de oração

Sexta - Cl 4.2,3 - A oração com vigilância e gratidão

Sábado - 1 Tm 2.1 - A oração por todos.



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE- Lucas 24.46,49,52,53; Atos 1.4,5,12,14

Lucas 24.46,49,52,53

46 E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o CRISTO padecesse e, ao terceiro dia, ressuscitasse dos mortos;

49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.

52 E, adorando-o eles, tornaram com grande júbilo para Jerusalém.

53 E estavam sempre no templo, louvando e bendizendo a DEUS. Amém!



PALAVRAS-CHAVE: NOVO TESTAMENTO – Nome dado à segunda parte da Bíblia que compreende 27 livros ou documentos escritos por testemunhas oculares de CRISTO ou pelos seus contemporâneos através de inspiração divina.



JESUS E A ORAÇÃO - JESUS É O MAIOR EXEMPLO DE ORAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO.

JESUS DEMONSTROU NA PRÁTICA O VALOR DA ORAÇÃO. JESUS FOI O PRECURSOR, O MODELO, O EXEMPLO.

I - JESUS VALORIZOU A ORAÇÃO

Jesus pontilhou seu ministério com muita oração, a mais pura e genuína intercessão que jamais se viu. Vemos Jesus enfatizando a validade da oração em várias circunstâncias:

a) Em Lucas 11: 5-8, Ele cita uma curiosa parábola, conhecida como a do amigo importuno, onde o tema central é a oração. Uma pessoa vai à casa do amigo, à meia-noite, pedir três pães emprestados. Jesus está querendo ensinar dois fatores. Primeiro, acreditar que o amigo era o meio para a solução do problema, que tinha os pães e que iria atendê-lo; segundo, ser persistente, perseverante, fazendo constranger o coração do benfeitor, como conclui o verso 8: se o amigo não se levantar para atender, levando em conta a amizade, o fará por causa da importunação, atendendo prontamente.

b) Em João 11: 41-42, no episódio da ressurreição de Lázaro, temos outro relevante seguimento da oração. Jesus exalta a necessidade de convicção que se deve ter ao fazer a petição. Note que Ele afirma “Pai, graças te dou porque me ouviste”.

Ao orar, estamos acreditando sinceramente que estamos sendo ouvidos. Jesus se torna mais enfático quando enriquece seu diálogo com o Pai, ao dizer: “Eu sabia que sempre me ouves”, referindo-se à certeza inabalável de que se traduz a oração.

c) Deus deseja atender-nos. Isaías, o profeta messiânico, se mostrou um habilidoso ministro na oração, quando afirmou que “a mão do Senhor não está encolhida para que não possa salvar, e nem surdo o seu ouvido para que não possa ouvir”, Is. 59: 1. Assim, ele termina por se mostrar conhecedor do Deus que servia, e da presteza dEle em ouvir nossos rogos.



II - JESUS ENSINOU A ORAR

Os discípulos pediram: “Senhor, ensina-nos a orar”, Lc. 11: 1. E Ele formulou a chamada oração dominical de Mt. 6: 9-13. Ela serve de modelo.

a) A fórmula da súplica. Embora isso não seja fundamental, há quem trate a FORMA da oração com certo rigor. É verdade que a oração, por ser um pedido, precisa ter uma estrutura. Iniciamos a oração dirigindo-nos sempre ao Pai e a encerramos pedindo e agradecendo, em nome de Jesus, conforme Jo. 14: 13.

b) Evitar as ladainhas. Em Mt. 6: 5-8, Jesus explica que, quando fôssemos orar, evitássemos repetições enfadonhas, tipo ladainhas cansativas, e nos mantivéssemos sóbrios na fala, ou seja, conscientes do que estamos pedindo. O perfil ou a característica da oração demonstrada aqui é a do raciocínio.

c) Hinos podem ser oração. Não somente as orações faladas alcançam o trono de Deus, mas também os nossos cânticos e as nossas mais diversas formas de louvor. Uma letra cantada, individualmente ou por todos os congregados, se estiver sendo entoada de coração e em espírito, constitui-se numa oração fervorosa e inflamável, gerando uma combustão instantânea ao redor de todos, e fazendo mover o braço do Senhor. Os filhos de Coré cantaram: “A noite, a sua canção estará comigo; uma oração ao Deus da minha vida,” Sl. 42: 8.

Notemos o que Jesus ensinou sobre a oração:

a) Postura do corpo. A posição do corpo, gestos, altura da voz em nada influem na oração. Deus conhece as intenções de todos os que dEle se aproximam. Os discípulos estavam assentados quando veio sobre eles o Espírito Santo, Atos 2: 2. Ana falava baixinho com Deus, 1Sm. 1: 13.

b) Intimidade com Deus. No mesmo texto de Mt. 6, Jesus está abolindo a intermediação do sacerdote. Ele veio revelar um Deus que atende a cada um individualmente. Entrar no quarto, fechar a porta significa estar a sós, com o Senhor. O salmista confirma isto, muito antes de Cristo ter vindo declarando: “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando irei e me verei perante Deus? Sl. 42: 2.

c) Humildade. Outro aspecto do ato de orar ensinado por Jesus é a humildade. Existem orações abusivas, arrogantes e altivas, do tipo daquela feita por um dos malfeitores na cruz, ao lado de Jesus: “Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também”, Lc. 23: 39. Não deixou de ser uma oração, por trazer um pedido de socorro, e ser dirigida a quem se poderia pedir. Sua forma, porém, estúpida e petulante não mereceu qualquer intervenção do Mestre. Já o segundo malfeitor corrigiu a maneira grosseira do companheiro e se dirigiu a Jesus humildemente, dizendo: Jesus, “lembra-te de mim, quando vieres no teu reino”. Observe que o primeiro pediu a salvação do corpo; queria evitar a dor da morte, enquanto que o segundo, pedia para que fosse apenas lembrado, na eternidade por Jesus.

Concluindo, o que desejamos é que nossa oração seja eficaz, seja atendida pelo Senhor. Tiago com entusiasmo afirma: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros para que sareis. Muito pode, por sua eficácia a oração de um justo. Tg. 5: 16. Guardemos dentro de nós estas orientações e nos unamos no propósito da oração, aprendendo com Jesus uma intimidade séria, produtiva e compensadora.

Fonte: Revista de Estudos Bíblicos Aleluia



SINOPSE DO TÓPICO (1)

A oração na Igreja Primitiva era diária; nem mesmo a perseguição impediu os crentes de orar.

REFLEXÃO: “A oração sempre esteve ligada às grandes manifestações de DEUS.” Estevam Ângelo de Souza.

SINOPSE DO TÓPICO (2)

Os princípios da oração congregacional passam pelo crescimento da igreja, apresentação de necessidades específicas e a dedicação integral à vida de oração de seus líderes.

REFLEXÃO: “A Igreja que ora, também tem problemas, mas os problemas são resolvidos, a obra é realizada e DEUS é glorificado.” Estevam Ângelo de Souza.

REFLEXÃO: “A oração é o berço em que a Igreja nasceu, é o alimento que nutre a Igreja, e a faz crescer e lhe dá vigor. Sem oração a Igreja não cresce, não tem vida, não tem voz, não tem ouvinte, não tem força.” Estevam Ângelo de Souza.

SINOPSE DO TÓPICO (3)

Paulo era um líder que cultivava a prática da oração. Por meio da oração ele obteve revelações do Senhor e desenvolveu um piedoso zelo pela ordem na igreja.



24.46 A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO. Ver Mt 28.6.

JÁ RESSUSCITOU. A ressurreição de JESUS CRISTO é uma das verdades essenciais do evangelho (1 Co 15.1-8). Qual a importância da ressurreição de CRISTO para os que nEle crêem? (1) Ela comprova que Ele é o Filho de DEUS (Jo 10.17,18; Rm 1.4). (2) Garante a eficácia da sua morte redentora (Rm 6.4; 1 Co 15.17). (3) Confirma a verdade das Escrituras (Sl 16.10; Lc 24.44-47; At 2.31). (4) É prova do juízo futuro dos ímpios (At 17.30,31). (5) É o fundamento pelo qual CRISTO concede o ESPÍRITO SANTO e a vida espiritual ao seu povo (Jo 20.22; Rm 5.10; 1 Co 15.45), e a base do seu ministério celestial de intercessão pelo crente (Hb 7.23-28). (6) Garante ao crente a sua futura herança celestial (1 Pe 1.3,4) e sua ressurreição ou transformação quando o Senhor vier (ver Jo 14.3; 1 Ts 4.14ss). (7) Ela põe à disposição do crente, na sua vida diária, a presença de CRISTO e o seu poder sobre o pecado (Gl 2.20; Ef 1.18-20; Rm 5.10).

24.49 A PROMESSA DE MEU PAI.

A promessa de meu Pai refere-se ao derramamento do ESPÍRITO SANTO (ver At 1.4; 2.4). Vemos esta promessa no AT, em Is 32.15, 44.3; Jl 2.28; Ez 39.29; e no NT, em Jo 14.16,17,26; 15.26; 16.7; At 1.4-8; 2.17,18,33,38,39. Os discípulos aguardaram o cumprimento desta promessa em oração perseverante (ver At 1.14). O crente atual que busca o batismo no ESPÍRITO SANTO deve fazer a mesma coisa.

24.52 - E ADORANDO-O.

Aqui vemos o segredo do sucesso cristão na obra de DEUS, a adoração. DEUS procura aqueles que o adoram em ESPÍRITO e em Verdade (Jo 4).

24.53 - SEMPRE NO TEMPLO.

A constância e perseverança nos cultos a DEUS tornam os cristãos fortes espiritualmente para vencerem todas as tentações e a realizarem grandes obras para DEUS.



Atos 1.4,5,12,14

4 E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes.

5 Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o ESPÍRITO SANTO, não muito depois destes dias.

12 Então, voltaram para Jerusalém, do monte chamado das Oliveiras, o qual está perto de Jerusalém, à distância do caminho de um sábado.

14 Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria, mãe de JESUS, e com seus irmãos.



1.4 - A PROMESSA DO PAI.

O prometido dom do Pai (Jl 2.28,29; Mt 3.11) é o batismo no ESPÍRITO SANTO. O cumprimento desta promessa, no entanto, é descrito como ser cheios do ESPÍRITO SANTO (2.4). Assim, batizado no ESPÍRITO e cheio do ESPÍRITO , às vezes, são usados como equivalentes nas Escrituras. A partícula grega que aparece nos pertinentes textos do NT leva para a tradução com ou no ESPÍRITO SANTO, em se tratando do batismo pentecostal. Este batismo com ou no ESPÍRITO SANTO, não deve ser identificado com o recebimento do ESPÍRITO SANTO na ocasião da regeneração. São duas obras distintas do ESPÍRITO, muitas vezes separadas por um período de tempo.

1.5 BATIZADOS COM O ESPÍRITO SANTO.

A preposição com é a partícula grega en, que pode ser traduzida como em ou com . Por isso, muitos preferem a tradução sereis batizados no ESPÍRITO SANTO . Da mesma forma, batizados com água pode ser traduzido batizados em água . O próprio JESUS é aquele que batiza no ESPÍRITO SANTO os que nEle crêem.

RECEBEREIS A VIRTUDE.

O termo original para virtude é dunamis, que significa poder real; poder em ação. Esse é o versículo-chave do livro de Atos. O propósito principal do batismo no ESPÍRITO SANTO é o recebimento de poder divino para testemunhar de CRISTO, para ganhar os perdidos para Ele, e ensinar-lhes a observar tudo quanto CRISTO ordenou. Sua finalidade é que CRISTO seja conhecido, amado, honrado, louvado e feito Senhor do povo de DEUS (cf. Mt 28.18-20; Lc 24.49; Jo 5.23; 15.26,27). (1) Poder (gr. dunamis) significa mais do que força ou capacidade; designa aqui, principalmente, o poder divino em operação, em ação. O batismo no ESPÍRITO SANTO trará o poder pessoal do ESPÍRITO SANTO à vida do crente. (2) Note que neste versículo Lucas não relaciona o batismo no ESPÍRITO SANTO com a salvação e regeneração da pessoa, mas com o poder celestial no interior do crente para este testemunhar com grande eficácia. (3) A obra principal do ESPÍRITO SANTO no testemunho e na proclamação do evangelho diz respeito à obra salvífica de CRISTO, à sua ressurreição e à promessa do batismo no ESPÍRITO (cf. 2.14-42).

SER-ME-EIS TESTEMUNHAS.

O batismo no ESPÍRITO SANTO não somente outorga poder para pregar JESUS como Senhor e Salvador, como também aumenta a eficácia desse testemunho, fortalecido e aprofundado pelo nosso relacionamento com o Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO por termos sido cheios do ESPÍRITO (cf. Jo 14.26; 15.26,27). (1) O ESPÍRITO SANTO revela e torna mais real para nós a presença pessoal de JESUS (Jo 14.16-18). Uma comunhão íntima com o próprio JESUS CRISTO resultará num desejo cada vez maior da nossa parte de amar, honrar e agradar nosso Salvador. (2) O ESPÍRITO SANTO dá testemunho da justiça (Jo 16.8,10) e da verdade (Jo 16.13), as quais glorificam a CRISTO (Jo 16.14), não somente com palavras, mas também no modo de viver e no agir. Daí, quem tem o testemunho do ESPÍRITO SANTO a respeito da obra redentora de JESUS CRISTO, manifestará com certeza, à semelhança de CRISTO, o amor, a verdade e a justiça em sua vida (cf. 1 Co 13). (3) O batismo no ESPÍRITO SANTO outorga poder para o crente testemunhar de CRISTO e produz nos perdidos a convicção do pecado, da justiça e do juízo (ver Jo 16.8). Os efeitos desta convicção se tornarão evidentes naqueles que proclamam com sinceridade a mensagem da Palavra e naqueles que a recebem (2.39,40). (4) O batismo no ESPÍRITO SANTO destina-se àqueles cujos corações pertencem a DEUS por terem abandonado seus maus caminhos (2.38; 3.26), e é mantido mediante a mesma dedicação sincera a CRISTO (ver 5.32). (5) O batismo no ESPÍRITO SANTO é um batismo no ESPÍRITO que é santo (cf. ESPÍRITO de santificação, Rm 1.4). Assim, se o ESPÍRITO SANTO realmente estiver operando em nós plenamente, viveremos em maior conformidade com a santidade de CRISTO. À luz destas verdades bíblicas, portanto, quem for batizado no ESPÍRITO SANTO, terá um desejo intenso de agradar a CRISTO em tudo o que puder. Noutras palavras: a plenitude do ESPÍRITO complementa (i.e., completa) a obra salvífica e santificadora do ESPÍRITO SANTO em nossa vida. Aqueles que afirmam ter a plenitude do ESPÍRITO, mas vivem uma vida contrária ao ESPÍRITO de santidade, estão enganados e mentindo. Aqueles que manifestam dons espirituais, milagres, sinais espetaculares, ou oratória inspiradora, mas não têm uma vida de verdadeira fé, amor e retidão, não estão agindo segundo o ESPÍRITO SANTO, mas segundo um espírito impuro que não é de DEUS (Mt 7.21-23; cf. Mt 24.24; 2 Co 11.13-15).

1.14 PERSEVERAVAM UNANIMEMENTE EM ORAÇÃO E SÚPLICAS.

A experiência do Pentecoste sempre envolve a responsabilidade humana. Aqueles que desejam o derramamento do ESPÍRITO em sua vida, para terem poder para realizar a obra de DEUS, devem colocar-se à disposição do ESPÍRITO SANTO mediante sua submissão à vontade de DEUS e à oração (v. 4; 2.38; 9.11-17; cf. Lc 11.5-13; 24.49; Is 40.29-31). Note os paralelos entre a vinda do ESPÍRITO sobre JESUS e os discípulos. (1) O ESPÍRITO desceu sobre eles depois que oraram (Lc 3.21,22; At 1.14; 2.2-4). (2) Houve manifestações visíveis do ESPÍRITO (Lc 3.22; At 2.2-4). (3) Os ministérios, tanto de JESUS como dos discípulos, começaram depois do ESPÍRITO SANTO vir sobre eles (cf. Mt 3.16 com 4.17; Lc 3.21,22 com 4.14-19; At 2.14-47).



A igreja deve ser uma igreja de oração e jejum (1.14; 6.4; 12.5; 13.2; Rm 12.12; Cl 4.2; Ef 6.18)

Atos 1.14 Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria, mãe de JESUS, e com seus irmãos.

Atos 6.4 Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.

O batismo no ESPÍRITO SANTO, em si, não basta para uma liderança cristã eficaz. Os líderes cristãos devem dedicar-se constantemente à oração e à pregação da Palavra. O verbo traduzido perseverar (gr. proskartereo) denota uma fidelidade inabalável e sincera e a dedicação de muito tempo a um certo empreendimento. Por isso, os apóstolos tinham a convicção de que a oração e o ministério da Palavra eram a ocupação máxima dos dirigentes cristãos. Note as freqüentes referências à oração em Atos (ver 1.14,24; 2.42; 4.24-31; 6.4,6; 9.40; 10.2,4,9,31; 11.5; 12.5; 13.3; 14.23; 16.25; 22.17; 28.8).

Atos 12.5 Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a DEUS.

Os crentes do NT enfrentavam a perseguição em oração fervorosa. A situação parecia impossível; Tiago fora morto. Herodes mantinha Pedro na prisão vigiado por

dezesseis soldados. Todavia, a igreja primitiva tinha a convicção de que a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos (Tg 5.16), e oraram de um modo intenso e contínuo a respeito da situação de Pedro. A oração deles não demorou a ser atendida (vv. 6-17). As igrejas do NT freqüentemente se dedicavam à oração coletiva prolongada (1.4; 2.42; 4.24-31; 12.5,12; 13.2). A intenção de DEUS é que seu povo se reúna para a oração definida e perseverante; note as palavras de JESUS: A minha casa será chamada casa de oração (Mt 21.13). As igrejas que declaram basear sua teologia, prática e missão, no padrão divino revelado no livro de Atos e noutros escritos do NT, devem exercer a oração fervorosa e coletiva como elemento vital da sua adoração e não apenas um ou dois minutos por culto. Na igreja primitiva, o poder e presença de DEUS e as reuniões de oração integravam-se. Nenhum volume de pregação, ensino, cânticos, música, animação, movimento e entusiasmo manifestará o poder e presença genuínos no ESPÍRITO SANTO, sem a oração neotestamentária, mediante a qual os crentes perseveravam unanimemente em oração e súplicas (1.14).

Atos 2 E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o ESPÍRITO SANTO: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.

Mediante a oração e o jejum, a igreja buscando constantemente estar em harmonia com a vontade do ESPÍRITO SANTO (vv. 3,4), confirma a chamada divina de determinadas pessoas à obra missionária. O propósito é que a igreja envie somente aqueles que forem da vontade do ESPÍRITO SANTO.

Pela oração com imposição de mãos e o envio de missionários, a igreja indica que se compromete a sustentar e assistir os que saem à obra. A responsabilidade da igreja que envia missionários inclui demonstrar amor e cuidado para com eles de um modo digno de DEUS (3 Jo 6), orar por eles (v. 3; Ef 6.18,19) e sustentá-los financeiramente (Lc 10.7; 3 Jo 6-8). Isso inclui ofertas especiais de amor para necessidades específicas deles (Fp 4.10, 14-18). O missionário é uma projeção do propósito, interesse e missão da igreja que os envia. Essa igreja fica sendo, portanto, uma cooperadora da verdade (Fp 1.5; 3 Jo 8). A oração da igreja, a intercessão por esses missionários é imprescindível para seu sucesso na obra de DEUS.

Rm 12.12 alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração.

Cl 4.2 Perseverai em oração, velando nela com ação de graças.

"Perseverai" (gr. proskartereo) significa "dedicar", "continuar firme"; o que subentende desvelada persistência, fervor e apego à oração. "Velar" (gr. gregoreo) significa estar espiritualmente vigilante ou alerta. (1) Para nos devotarmos intensamente à oração, devemos estar alertas diante das muitas coisas que poderiam desviar-nos desse propósito. Satanás e a fraqueza da natureza humana procurarão nos levar a negligenciar a oração, ou desviar nossos pensamentos enquanto oramos. Por isso, devemos disciplinar-nos para alcançar a dimensão da oração que a vida vitoriosa cristã requer. (2) Essa era uma prática imprescindível dos membros da igreja do NT, batizados no ESPÍRITO SANTO: "perseveraram... nas orações (At 2.42). Essa devoção a DEUS, na oração, deve ser marcada por ação de graças a CRISTO, pelo que Ele tem feito por nós.

Efésios 6.18 orando em todo tempo com toda oração e súplica no ESPÍRITO e vigiando nisso com toda perseverança e súplica por todos os santos.

A guerra do cristão contra as forças espirituais de Satanás exige dedicação a oração, i.e., orando "no ESPÍRITO", "em todo tempo", "com toda oração e súplica", "por todos os santos", "com toda perseverança". A oração não deve ser considerada apenas mais uma arma, mas parte do conflito propriamente dito, onde a vitória é alcançada, mediante a cooperação com o próprio DEUS. Deixar de orar diligentemente, sob todas as formas de oração, em todas as situações, é render-se ao inimigo e deixar de lutar (Lc 18.1; Rm 12.12; Fp 4.6; Cl 4.2; 1 Ts 5.17).



A INTERCESSÃO DO CRENTE.

A Bíblia refere-se constantemente às orações intercessórias do crente e registra numerosos exemplos de orações notáveis e poderosas. (1) No AT, os líderes do povo de DEUS, tais como os reis (1Cr 21.17; 2Cr 6.14-42), profetas (1Rs 18.41-45; Dn 9) e sacerdotes (Ed 9.5-15; Jl 1.13; 2.17,18), deviam ser exemplos na oração intercessória em prol da nação. Exemplos marcantes de intercessão no AT, são as orações de Abraão em favor de Ismael (Gn 17.18) e de Sodoma e Gomorra (Gn 18.23-32), as orações de Davi em favor de seus filhos (2Sm 12.16; 1Cr 29.19), e as de Jó em favor de seus filhos (Jó 1.5). Na vida de Moisés, temos o exemplo supremo no AT, quanto ao poder da oração intercessória. Em várias ocasiões ele orou intensamente para DEUS alterar a sua vontade, mesmo depois de o Senhor declarar-lhe aquilo que Ele já resolvera executar. Por exemplo, quando os israelitas se rebelaram e se recusaram a entrar em Canaã, DEUS falou a Moisés que iria destruí-los e fazer de Moisés uma nação maior (Nm 14.1-12). Moisés, então, levou o assunto ao Senhor em oração e implorou em favor dos israelitas (Nm 14.13-19; no fim da sua oração, DEUS lhe disse: “Conforme à tua palavra, lhe perdoei” (Nm 14.20; ver também Êx 32.11-14; Nm 11.2; 12.13; 21.7; 27.5). Outros poderosos intercessores do AT são Elias (1Rs 18.21-26; Tg 5.16-18), Daniel (9.2-23) e Neemias (Ne 1.3-11). (2) O NT apresenta mais exemplos, ainda, de orações intercessórias. Os evangelhos registram como os pais e outras pessoas intercediam com JESUS em favor dos seus entes queridos. Os pais rogavam a JESUS para que curasse seus filhos doentes (Mc 5.22-43; Jo 4.47-53); um grupo de mães pediu que JESUS abençoasse seus filhos (Mc 10.13). Certo homem de posição implorou, pedindo a cura de seu servo (Mt 8.6-13), e a mãe de Tiago e João intercedeu diante de JESUS em favor deles (Mt 20.20,21). (3) A igreja do NT intercedia constantemente pelos fiéis. Por exemplo, a igreja de Jerusalém reuniu-se a fim de orar pela libertação de Pedro da prisão (At 12.5, 12). A igreja de Antioquia orou pelo êxito do ministério de Barnabé e de Paulo (At 13.3). Tiago ordena expressamente que os presbíteros da igreja orem pelos enfermos (Tg 5.14) e que todos os cristãos orem “uns pelos outros” (Tg 5.16; cf. Hb 13.18,19). Paulo vai mais além, e pede que se faça oração em favor de todos (1Tm 2.1-3). (4) O apóstolo Paulo, quanto à intercessão, merece menção especial. Em muitas das suas epístolas, discorre a respeito das suas próprias orações em favor de várias igrejas e indivíduos (e.g., Rm 1.9,10; 2Co 13.7; Fp 1.4-11; Cl 1.3,9-12; 1Ts 1.2,3; 2Ts 1.11,12; 2Tm 1.3; Fm .4-6). Vez por outra fala das suas orações intercessórias (e.g., Ef 1.16-18; 3.14-19; 1Ts 3.11-13). Ao mesmo tempo, também pede as orações das igrejas por ele, pois sabe que somente através dessas orações é que o seu ministério terá plena eficácia (Rm 15.30-32; 2Co 1.11; Ef 6.18-20; Fp 1.19; Cl 4.3,4; 1Ts 5.25; 2Ts 3.1,2).



PROPÓSITOS DA ORAÇÃO INTERCESSÓRIA.

Nas numerosas orações intercessórias da Bíblia, os santos de DEUS intercediam para que DEUS sustasse o seu juízo (Gn 18.23-32; Nm 14.13-19; Jl 2.17), que restaurasse o seu povo (Ne 1; Dn 9), que livrasse as pessoas do perigo (At 12.5,12; Rm 15.31), e que abençoasse o seu povo (Nm 6.24-26; 1Rs 18.41-45; Sl 122.6-8). Os intercessores também oravam para que o poder do ESPÍRITO SANTO viesse sobre os crentes (At 8.15-17; Ef 3.14-17), para que alguém fosse curado (1Rs 17.20-23; At 28.8; Tg 5.14-16), pelo perdão dos pecados (Ed 9.5-15; Dn 9; At 7.60), para DEUS dar capacidade às pessoas investidas de autoridade para governarem bem (1Cr 29.19; 1Tm 1.1,2), pelo crescimento na vida cristã (Fp 1.9-11; Cl 1.10,11), por pastores para que sejam capazes (2Tm 1.3-7), pela obra missionária (Mt 9.38; Ef 6.19,20), pela salvação do próximo (Rm 10.1) e para que os povos louvem a DEUS (Sl 67.3-5). Qualquer coisa que a Bíblia revele como a perfeita vontade de DEUS para o seu povo pode ser um motivo apropriado para a oração intercessória.



A oração é uma comunicação multifacetada entre os crentes e o Senhor. Além de palavras como “oração” e “orar”, essa atividade é descrita como invocar a DEUS (Sl 17.6). Invocar o nome do Senhor (Gn 4.26), clamar ao Senhor (Sl 3.4), levantar nossa alma ao Senhor (Sl 25.1), buscar ao Senhor (Is 55.6), aproximar-se do trono da graça com confiança (Hb 4.16) e chegar perto de DEUS (Hb 10.22).



MOTIVOS PARA A ORAÇÃO.

A Bíblia apresenta motivos claros para o povo de DEUS orar.

(1) Antes de tudo, DEUS ordena que o crente ore. O mandamento para orarmos vem através dos salmistas (1Cr 16.11; Sl 105.4), dos profetas (Is 55.6; Am 5.4,6), dos apóstolos (Ef 6.17,18; Cl 4.2; 1Ts 5.17) e do próprio Senhor JESUS (Mt 26.41; Lc 18.1; Jo 16.24). DEUS aspira a comunhão conosco; mediante a oração, mantemos o nosso relacionamento com Ele.

(2) A oração é o elo de ligação que carecemos para recebermos as bênçãos de DEUS, o seu poder e o cumprimento das suas promessas. Numerosas passagens bíblicas ilustram esse princípio. JESUS, por exemplo, prometeu aos seus seguidores que receberiam o ESPÍRITO SANTO se perseverassem em pedir, buscar e bater à porta do seu Pai celestial (Lc 11.5-13). Por isso, depois da ascensão de JESUS, seus seguidores reunidos permaneceram em constante oração no cenáculo (At 1.14) até o ESPÍRITO SANTO ser derramado com poder (At 1.8) no dia de Pentecostes (At 2.1-4). Quando os apóstolos se reuniram após serem libertos da prisão pelas autoridades judaicas, oraram fervorosamente para o ESPÍRITO SANTO lhes conceder ousadia e autoridade divina para falarem a palavra dEle. “E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e anunciavam com ousadia a palavra de DEUS” (At 4.31). O apóstolo Paulo freqüentemente pedia oração em seu próprio favor, sabendo que a sua obra não prosperaria se os crentes não orassem por ele (Rm 15.30-32; 2Co 1.11; Ef 6.18, 20; Fp 1.19; Cl 4.3,4). Tiago declara inequivocamente que o crente pode receber a cura física em resposta à “oração da fé” (Tg 5.14,15).

(3) DEUS, no seu plano de salvação da humanidade, estabeleceu que os crentes sejam seus cooperadores no processo da redenção. Em certo sentido, DEUS se limita às orações santas, de fé e incessantes do seu povo. Muitas coisas não serão realizadas no reino de DEUS se não houver oração intercessória dos crentes (ver Êx 33.11). Por exemplo: DEUS quer enviar obreiros para evangelizar. CRISTO ensina que tal obra não será levada a efeito dentro da plenitude do propósito de DEUS sem as orações do seu povo: “Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara” (Mt 9.38). Noutras palavras, o poder de DEUS para cumprir muitos dos seus propósitos é liberado somente através das orações contritas do seu povo em favor do seu reino. Se não orarmos, poderemos até mesmo estorvar a execução do propósito divino da redenção, tanto para nós mesmos, como indivíduos, quanto para a igreja coletivamente.



A Bíblia está cheia de exemplos de orações que foram poderosas e eficazes.

Os cristãos primitivos oraram incessantemente a DEUS pela libertação de Pedro da prisão, e DEUS enviou um anjo para libertá-lo (At 12.3-11; cf. 12.5). Tais exemplos devem fortalecer a nossa fé e encher-nos de disposição para orarmos de modo eficaz, segundo os princípios delineados na Bíblia.



O APÓSTOLO PAULO E A ORAÇÃO

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

O texto básico que deu início à atual etapa foi Efésios 1.15-23 e o meu tema naquela ocasião foi “olhos do coração”.

a) Deus tem verdades eternas a nos revelar; b) Para se compreender e vivenciar as verdades eternas os olhos do coração precisam estar iluminados; c) Abre, Senhor, os olhos do meu coração, pois quero conhecer tuas eternas verdades.

Vamos analisar um pouco mais exaustivamente o texto de Efésios 3. 14-21, onde encontramos uma das mais belas e profundas orações de um pastor pela igreja amada.

Meu objetivo é conduzir a igreja às descobertas mais profundas sobre uma vida de oração independentemente de qualquer circunstância, provendo os estímulos espirituais para isso.

TRANSIÇÃO: Paulo em sua oração pelos cristãos de Éfeso apresenta estímulos concretos para a dinâmica de uma vida de oração.



I – AO ORAR DEVE-SE TER EM MENTE UMA OU MAIS CAUSAS

Considere as palavras de Paulo logo ao início da oração. Ele diz: “Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai” (NVI), ou “Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai” (SBBRA).

Ele começa dizendo que há motivos de suma importância que o levam a orar. Antes de falar sobre os seus motivos, ou pelo menos alguns deles, consideremos esta verdade: Toda oração precisa de objetividade, caso contrário, fica sem sentido e termina por deixar-nos um tanto quanto perdidos em palavras e pensamentos.

Considere isso: Há uma causa primária que todos devemos cultivar quanto à oração. Mais do que buscar favores divinos a razão maior da oração deve ser “conhecer a Deus”, ter intimidade com ele, fortalecer vínculos com ele.

Este pensamento sempre esteve presente norteando a vida de oração do apóstolo Paulo. Ele ora para conhecer a Deus e o poder da sua ressurreição. A causa maior da oração, a razão suprema que deve nos levar a orar é a busca constante de conhecer a Deus e andar de acordo com ele.

Junto a isto há outros fatores, ou melhor, outras causas ou razões para se orar como veremos a seguir, mas esta deve ser assumida como a causa maior e como a mais forte motivação para se orar.

II – NELE VOCÊS TAMBÉM ESTÃO SENDO EDIFICADOS JUNTOS, PARA SE TORNAREM MORADA DE DEUS POR SEU ESPÍRITO.

O subtema sobre o qual passo a discorrer e que tem o título acima foi retirado de Efésios 2.22, o qual sumaria a razão imediata desta que é uma das mais significativas orações do apóstolo Paulo.

Praticamente todos os comentaristas e estudiosos que tenho lido são unânimes em afirmar que a razão da oração está em Efésios 2, em especial a partir do verso 11. Na verdade a oração começa em 3.1, é interrompida por uma digressão que vai de 3.2 a 3.13, e usando a expressão inicial de 3.1 (“Por essa razão”) Paulo recomeça e desenvolve a oração a partir de 3.14.

“Por essa razão” alude segundo Paulo primeiramente à graça de Deus em si, e em segundo lugar faz referência a esta mesma graça manifesta através de Jesus Cristo (Ler Efésios 2.1-10).

Também, o que surpreende o apóstolo e o leva a orar é o fato de a graça de Deus ter rompido as fronteiras dos judeus e alcançado os gentios provocando algo humanamente impossível que era a comunhão entre ambos (ler Efésios 2.13-16).

O resumo de tudo isto e que emociona o apóstolo é o fato de que Deus incluiu e integrou os gentios no seu plano de salvação e agora o edifica sistematicamente a fim de fazer dele sua permanente habitação, a habitação do seu Espírito Santo. Esta era a razão concreta desta oração, qual seja, a manifestação da graça de Deus de modo concreto e surpreendente.

III – QUANDO SE TEM UMA CAUSA NADA IMPEDE A VIDA DE ORAÇÃO

Este é o último aspecto que quero considerar neste sermão, e o caracterizo com tão importante quanto os outros anteriores. Neste momento volto os meus olhos para aquele que ora e para o ambiente à sua volta.

Gostaria que você fizesse um rápido exercício de abstração e voltasse comigo no tempo e contemplasse a cena que passo a descrever. Imagine um inocente feito prisioneiro. Imagine-o preso por correntes e vigiado pela guarda maior do império romano como se fosse um bandido de alta periculosidade. Imagine também que a qualquer momento chegaria a ele um decreto real condenando-o à morte sem que ele tivesse feito qualquer coisa para merecer tal destino.

Pense naquele homem contra o qual o inimigo se levantou e o colocou de alguma forma na prisão. Para o inimigo ele, Paulo, estaria agora impedido de pregar e de ameaçar o seu reino maligno. Mas algo surpreendente acontece. Grilhões, cadeias, prisões, ameaça de morte, presença real da morte, nada disso pode deter uma vida de oração.

Isto é algo realmente que surpreende até mesmo o inferno. Satanás pode colocar qualquer barreira, qualquer impedimento diante de nós, mas nunca poderá impedir que o nosso espírito transite por esse mundo lado a lado com o Espírito de Deus através da oração.

Quando se tem uma causa (uma ou mais causas) nada impede a nossa vida de oração. Quer seja a luta contra um câncer ou qualquer outra enfermidade física, quer seja a luta contra a depressão ou contra outra doença emocional. Seja a luta que for, seja a tentação que for, sempre teremos motivação para orar. Esta é uma grande lição que Paulo legou para toda a humanidade cristã.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Portanto, ao orar tenha em mente algo específico. Não ore sem uma causa ou uma razão. Ao se por de joelhos diante do Pai tenha em mente algo objetivo, em especial o desejo de conhecer e andar com Deus.

Ore pela edificação da Igreja, corpo de Cristo. Ore por sua comunhão com o Espírito Santo. Ore para que as paredes de separação levantas por aqueles que dão lugar a Satanás sejam quebradas; ore para que toda e qualquer estrutura maligna que se levante contra Deus na Igreja seja jogada por terra e que todos sejamos edificados em amor.

Imagino que neste momento, em algum lugar deste grande planeta há pessoas que precisam de nossa oração. Convido-o a orar agora por elas. Convido-o agora a ir além de suas limitações e acompanhado pelo Espírito Santo chegue até a vida de alguém (distante ou próxima) e a abençoe neste momento com sua oração. Comece por dizer: Por esta razão, me ponho de joelhos diante do Pai. Amém.

14 Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai, 15 do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra. 16 Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, 17 para que Cristo habite no coração de vocês mediante a fé; e oro para que, estando arraigados e alicerçados em amor, 18 vocês possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, 19 e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus. 20 Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós, 21 a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém! (Pr. Davi Baeta).



O apóstolo Paulo tinha na oração uma devoção natural e constante, que o capacitava para os grandes feitos de seu ministério, assim como a respiração é essencial para sobrevivência, a oração é o oxigênio que mantém viva a alma do crente. Paulo orava constantemente com orações de ações de graças, de confissão, de petição, e de intercessão, com muita persistência e esforço, mesmo assim o apóstolo diz que “Não sabemos orar como convém” e imediatamente adiciona que “...o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que Ele intercede pelos santos. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo seu propósito.” (Rm. 8. 26-28).



As orações de Paulo eram:

• Diligentes: “ Gostaria, pois, que saibas quão grande luta venho mantendo por vós, pelos laodicenses e por quantos não me viram face a face” (Cl. 2. 1).

• Submissas: “Por causa disso três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então ele me disse: A minha graça te basta, porque o espírito se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo.” ( II Co. 12. 8,9).

• Incessantes: “Sem cessar me lembro de ti nas minhas orações, noite e dia “(2Tm. 1. 3).

• Confiantes: “ ...Tende bom ânimo, pois eu confio em Deus que sucederá do modo porque me foi dito.” (At.26. 25).



Paulo entendia que as orações deveriam ser um esforço cooperativo dentro da igreja: ” Irmãos, orai uns pelos outros” ( I Ts. 5. 25). “Suplicai ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra “ (Cl. 4.3 ). Enfim ele entendia ser a oração dirigida pelo Espírito. O líder cristão deve imitar a Cristo e seguir o exemplo do apóstolo Paulo, com uma vida de oração para que o poder de Deus flua em sua vida. (Pr. Sérgio Roberto Pinheiro Gomes)





INTERAÇÃO

Caro professor, o livro de Atos registra as ações inspiradas de um grupo especial de crentes. Nele estão incluídos os atos da Igreja, levantada no Pentecostes, por meio do ESPÍRITO SANTO. As orações da Igreja Primitiva foram cruciais para os eventos sobrenaturais que marcaram os primeiros dias desse novo movimento do ESPÍRITO. Em diferentes épocas da Igreja surge a necessidade do estabelecimento de movimentos profundamente espirituais. Foi assim na Igreja Primitiva, na igreja medieval, e é assim na igreja contemporânea. Precisamos olhar para o passado a fim de corrigir o presente e aperfeiçoar o futuro.



OBJETIVOS

Conhecer a respeito da oração no início da igreja cristã.

Compreender os princípios da oração congregacional.

Conscientizar-se de que uma vida de oração resulta em ação onde vivemos.



ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, na lição de hoje analisaremos a oração num período histórico da Igreja. O objetivo é fazer uma exposição, ainda que resumida, entre os períodos históricos da Igreja (Antigo, Medieval e Moderno).

Reproduza o subsídio histórico eclesiológico, presente na seção Auxílio Bibliográfico II, e distribua cópias para os alunos. A partir do exemplo de Charles G. Finney, explique que ao longo da história da igreja cristã houve momentos em que surgiram movimentos de despertamento para mudar as suas ações. O exemplo da comunidade cristã primitiva influenciou Charles Finney a não se conformar com a mornidão espiritual da vida eclesiástica. Ele influenciou profundamente a sociedade de seu tempo a partir da sua vida de oração. Mostre aos alunos que os exemplos do passado forjam a esperança.







RESUMO DA LIÇÃO 4, A ORAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO

Estudar a respeito da oração em o Novo Testamento é conhecer o princípio

de uma nova fase no relacionamento de DEUS com o homem.

I. A ORAÇÃO NO INÍCIO DA IGREJA

1. JESUS volta ao céu.

2. A primeira reunião de oração.

3. Oração ante a perseguição.

II. PRINCÍPIOS DA ORAÇÃO CONGREGACIONAL

1. O crescimento da obra de DEUS.

2. Outras necessidades.

3. A oração dos líderes.

III. O APÓSTOLO PAULO E A ORAÇÃO

1. As revelações do Senhor.

2. O zelo de Paulo pela ordem na igreja.

3. Paulo e a oração.

CONCLUSÃO

A igreja nasceu e cresceu mediante a oração.



AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Bibliológico

A oração no livro de Atos e no ministério de Paulo

“Atos. Se Lucas é o evangelho da oração, o livro que o acompanha, Atos mostra a Igreja Primitiva como uma comunidade de oração. Os discípulos oram enquanto esperam pelo ESPÍRITO SANTO (Lc 24.53; At 1.14) e depois de sua vinda as principais práticas da jovem igreja podem ser resumidas entre ‘ensinar’, ‘dividir os bens’, ‘distribuir o pão’ e ‘orar’ (2.42-45). Lucas descreve essa vida inicial de oração como perseverante e dotada de uma concordância (por exemplo, 1.14; 2.42,46). Como no Evangelho de Lucas, a oração acompanha as crises de decisão (At 1.24), de libertação (4.24ss.; 12.5; 16.25) ou de confiança (7.60). Ela também está permanentemente associada à prática da imposição de mãos, e à vinda do ESPÍRITO SANTO sobre indivíduos ou grupos (6.6; 8.14-17).

Paulo. A contribuição paulina à teologia da oração do NT é a sua grande ênfase na ação de graças. O fato de todas as suas epístolas, exceto Gálatas e Tito, terem uma expressão de ação de graças ou bênção de DEUS logo de início, ou pouco depois da saudação, não pode ser explicada apenas como uma mera forma epistolar, pois está enraizada na teologia paulina. Paulo acreditava que toda oração deve incluir ação de graças (Fp 4.6; Cl 4.2), pois as ações de graças (eucharistia) faziam com que a glória ascendesse a DEUS pela graça (charis) que havia descido sobre nós em JESUS CRISTO (cf. 2 Co 1.11).

O ensino geral de Paulo sobre a oração foi muito bem resumido em 1 Timóteo 2.1-9” (Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro, CPAD, 2009, p. 1421).



AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio de História Eclesiástica

“Charles G. Finney foi um dos principais evangelistas da América do Norte. Nasceu em 1792, num lar sem qualquer influência evangélica. A princípio, tornou-se professor de escola primária e, mais tarde, aprendiz num escritório de advocacia no Estado de Nova Iorque. Enquanto estudava para prestar exames na faculdade de Direito, descobriu que a Bíblia era o alicerce das leis norte-americanas. [...] Com idade de vinte e nove anos, Finney rendeu sua vida a CRISTO e abandonou seus planos de se tornar advogado para pregar o Evangelho. Imediatamente, o reavivamento acompanhou a prédica de Finney. Pessoas eram arrebanhadas para o Reino de DEUS em reavivamento após reavivamento.

A oração era o principal ingrediente no sucesso de Finney. Tudo quanto fazia era precedido pela oração.

A clássica obra de autoria de Finney, Lectures on Revivals of Religion [Palestras sobre Reavivamento da Religião], [...]. Do capítulo ‘The Spirit of Prayer’, temos este impressionante trecho:

‘Oh, quem nos dera uma igreja que orasse! Certa feita, conheci um ministro que teve um reavivamento por catorze anos seguidos. Não sabia como explicar a razão disso, até que presenciei um de seus membros se levantar numa reunião de oração e fazer uma confissão. ‘Irmãos’, disse ele. ‘Há muito que tenho o hábito de orar todos os sábados à noite até depois da meia-noite, pela descida do ESPÍRITO SANTO entre nós. E agora, irmãos’ – e ele começou a chorar – ‘confesso que tenho negligenciado isso por duas ou três semanas...’ Aquele ministro tinha uma igreja dedicada a oração” (Finney, Lectures on Revivals, pp. 99,100). (BRANDT, Robert L.; BICKET, Zenas J. Teologia Bíblica da Oração. 4. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2007, pp. 459-61).

“Contudo, Finney também acreditava na reforma social, em que indivíduos convertidos fariam uma grande diferença na cultura como um todo. Quando as pessoas vêm para CRISTO não podem simplesmente aquecer-se em sua salvação recém-encontrada. Elas precisam investir sua energia na transformação da cultura, fazendo cessar as coisas que violam os princípios bíblicos. Foi exatamente neste ponto que a segunda carreira de Finney teve uma influência impressionante. Ele envolveu-se fortemente nos movimentos antiescravagista, de direitos da mulher e de abstinência (de alcoolismo). Donald Dayton escreve:

O próprio Finney fez conversões fundamentais e nunca quis substituir o avivamento pela reforma, mas ele fez as reformas com um ‘complemento’ ao avivamento. Por exemplo, ao discutir a questão do escravagismo, o evangelista desejava fazer da ‘abolição um complemento, exatamente como, em Rochester, fez a abstinência um complemento ao avivamento’. Com esta conexão, Finney preservou a centralidade dos avivamentos, ao mesmo tempo em que promovia as reformas e impelia seus convertidos a assumirem novas posições sobre questões sociais” (GARLOW, James L. DEUS e seu Povo. A História da Igreja.



VOCABULÁRIO

Imprescindível: que não pode prescindir; indispensável.

Dimensão: extensão mensurável que determina a porção de espaço ocupada por um corpo; tamanho, proporção.



BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

ZUCK, Roy B. (ed). Teologia do Novo Testamento. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2008.

BRANDT, Robert L.; BICKET, Zenas J. Teologia Bíblica da Oração. 4. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2007.

SOUZA. Estevam Ângelo. Guia Básico de Oração: Como Orar com Eficácia no seu Dia-a-Dia. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2002.

Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro, CPAD, 2009.

SAIBA MAIS pela Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 44, p.38.





QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 4, A ORAÇÃO EM O NOVO TESTAMENTO

RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2010

Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas.



TEXTO ÁUREO

1- Complete:

“__Regozijai__-vos __sempre__. __Orai__ sem cessar” (1 Ts 5.16,17).



VERDADE PRÁTICA

2- Complete:

A __oração__ em o Novo Testamento tem como __padrão__ a fé, a __intensidade__ e a perseverança.



INTRODUÇÃO

3- No Novo Testamento como é a oração?

( ) É o princípio de uma nova fase no relacionamento de DEUS com o homem.

( ) Uma fase iniciada na cruz de CRISTO e consolidada com a descida do ESPÍRITO SANTO sobre a igreja.

( ) Através da mediação de JESUS, o homem tem acesso direto a DEUS, em qualquer lugar.

( ) Mais do que acesso; o crente em JESUS torna-se habitação do SANTO ESPÍRITO.



I. A ORAÇÃO NO INÍCIO DA IGREJA

4- O que fez JESUS, antes de sua volta ao céu?

( ) JESUS reuniu-se com os seus discípulos no monte das Oliveiras.

( ) JESUS deu as últimas orientações e ordenou-lhes que “não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes.

( ) JESUS disse que "na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o ESPÍRITO SANTO, não muito depois destes dias” (At 1.4,12-14; 2.1-3).



5- Como foi a primeira reunião de oração da Igreja?

Após a ascensão de JESUS, os discípulos se reuniram no cenáculo em oração (At 1.13,14).

Os discípulos aguardaram, em oração, a promessa de JESUS até que do alto todos foram revestidos de poder; ninguém foi excluído.

Aprendemos com isso que as bênçãos de DEUS, assim como a oração, são para todos.



6- Qual o resultado deste derramamento do ESPÍRITO SANTO que era aguardado com oração (At 2.40-43)?

( ) Houve conversão de várias pessoas,

( ) Houve multiplicação dos milagres,

( ) Houve unidade da igreja e a

( ) Houve comunhão entre os irmãos .



7- Como era a oração ante a perseguição que surgiu contra a Igreja?

( ) Os discípulos diariamente se reuniam no Templo, e muitas pessoas criam em CRISTO a cada dia.

( ) Não demorou para que a perseguição surgisse.

( ) Pedro e João foram presos, e as autoridades determinaram que não mais pregassem, nem ensinassem, no nome de JESUS.

Porém, os cristãos não se abateram, “unânimes levantaram a voz a DEUS” (At 4.24).

( ) Por conseguinte, “todos foram cheios do ESPÍRITO SANTO e anunciavam com ousadia a palavra de DEUS: “[...] E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor JESUS, e em todos eles havia abundante graça” (At 4.31,33).



II. PRINCÍPIOS DA ORAÇÃO CONGREGACIONAL

8- Como deve ser a oração pelo crescimento da obra de DEUS?

( ) É imprescindível que o crente ore neste sentido.

( ) O próprio JESUS incentivou seus discípulos a ver a dimensão do trabalho a ser feito e a orar pela propagação do evangelho (Lc 10.2).

( ) Quando JESUS convocou seus discípulos, os chamou para “pescar” (Mt 4.19; Mc 1.17).



9- Como o trabalho primordial da igreja foi resumido nas palavras do Mestre? Complete segundo Mt 28.19,20:

“Portanto, ide, __ensinai__ todas as nações, __batizando__-as em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO; ensinando-as a __guardar__ todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!” .



10- Apresente outras necessidades de oração que devem ser feitas pela Igreja, complete:

A oração em favor da igreja local e universal não pode permanecer focada exclusivamente no seu crescimento __quantitativo__, pois existem outras necessidades pelas quais precisamos interceder, por exemplo: orar pelos __enfermos__, desempregados, pelos que estão __presos__, etc.

Muitas são as necessidades da igreja, e todas elas devem ser __apresentadas__ a DEUS por intermédio da oração.



11- Como era a oração do líderes da Igreja no princípio?

( ) A Igreja do Senhor, por meio de seus dirigentes, sempre se dedicou à oração.

( ) Todo crente se sente confortado e confiante, tendo a certeza das orações intercessórias de seus dirigentes, inclusive nas reuniões congregacionais, dedicadas à oração.

( ) Paulo recomendou ao pastor Timóteo: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens” (1 Tm 2.1).

( ) No livro de Atos, encontramos vários outros exemplos de líderes que oravam: Pedro e João (At 3.1; 8.14-17); os Doze (At 6.2,4); Pedro (At 9.40; 10.9-11); Paulo e Barnabé (At 14.23); Paulo e Silas (At 16.16,25); Paulo (At 20.36; 21.5; 22.17).



III. O APÓSTOLO PAULO E A ORAÇÃO

12- Por que Paulo foi o apóstolo que mais recebeu revelações acerca das doutrinas cristãs?

( ) Isso com certeza se deve ao fato de que ele orava.

( ) Seu amor, dedicação e zelo pela obra de DEUS são incontestáveis e admiráveis.

( ) O desprendimento desse incansável homem de DEUS pela evangelização resultou no acelerado crescimento da Igreja Primitiva.

( ) Paulo é um exemplo de como DEUS pode transformar o caráter daquele que se entrega a Ele sem reservas (Gl 1.14; Fp 3.4-7).



13- Complete segundo o zelo de Paulo pela ordem na igreja:

Paulo deixara Tito na igreja em Creta para que cuidasse das questões éticas e administrativas da comunidade.

A situação era tão grave que o apóstolo precisou escrever uma carta àquele jovem pastor, expondo a urgente necessidade de se manter a ordem na igreja. Se os conselhos de Paulo a Tito fossem observados por todas as igrejas, não haveria tantos problemas na condução do rebanho do Senhor.



14- Qual relação Paulo nos apresenta das qualidades indispensáveis aos obreiros da Igreja de CRISTO, os quais são disciplinados e, portanto, procuram estar sempre em constante oração?

( ) Irrepreensível, Marido de uma mulher.

( ) Que tenha filhos fiéis, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes [...].

( ) Irrepreensível como despenseiro da casa de DEUS, Não soberbo.

( ) Nem iracundo, Nem dado ao vinho, Nem espancador.

( ) Nem cobiçoso de torpe ganância, Dado à hospitalidade.

( ) Amigo do bem, Moderado.

( ) Justo, Santo, Temperante.

( ) Que retém firme a fiel palavra.

( ) Que é conforme a doutrina” (Tt 1.5-9).



15 Qual era a relação de Paulo com a oração?

( ) Paulo era um líder que estava em contínua e constante oração, dia e noite (1 Ts 3.10).

( ) Ele exortou os crentes de Tessalônica a “orar sem cessar” (1 Ts 5.17).

( ) Paulo gostava de estar com os irmãos em oração: Ele orou com as irmãs (At 16.13); com os anciãos (At 20.36) e com um grupo de discípulos em Tiro (At 21.5).

( ) Não temos dúvidas de que Paulo foi um grande intercessor! Todavia, ele não somente orava, mas também rogava que outros irmãos orassem por ele.

( ) Repetidas vezes ele rogava as orações: “Ajudando-nos também vós, com orações por nós...” (2 Co 1.11); “Orando também juntamente por nós...” (Cl 4.3).



CONCLUSÃO

16- Sobre oração da Igreja, complete:

A igreja __nasceu__ e cresceu mediante a oração. Aos pés do Senhor, encontrou __direção__ e disposição para o trabalho, bem como forças para não sucumbir diante das dificuldades e problemas que surgem no caminho, inclusive oposição e perseguições. As circunstâncias, pelas quais a igreja passa, podem mudar de diferentes maneiras ao longo do tempo, mas a necessidade de buscar a DEUS em __oração__ permanecerá até a volta do Senhor JESUS.





RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm





AJUDA

CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.

VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.

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