Escrita
Lição 6, CPAD, A Aliança e as Bênçãos da
Obediência, 4Tr26, Com. Extras Pr.
Henrique, EBD NA TV
Para
nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva
ESBOÇO DA LIÇÃO
I– ELEIÇÃO E SANTIDADE: DOIS
ASPECTOS DA ALIANÇA
1- Eleição, santidade e
propósito na Aliança Divina
2- A separação como exigência
da Lei de DEUS
3- O princípio permanente dos
juízos em Deuteronômio
II – A ELEIÇÃO DE ISRAEL:
AMOR, ALIANÇA E OBEDIÊNCIA
1- O chamado à santidade do
povo de DEUS
2- O DEUS fiel e justo: base
da aliança
3- Obediência e confiança: o
caminho da prosperidade em DEUS
III – SANTIDADE E SEPARAÇÃO:
VIVENDO EM OBEDIÊNCIA
1- Fortalecendo a confiança
pela obediência
2- Sem acordo com o mal
3- Separação total para uma
vida santa
TEXTO ÁUREO
“Porque povo santo és ao
SENHOR, teu DEUS; o SENHOR, teu DEUS, te escolheu, para que fosses o seu povo
próprio, de todos os povos que sobre a terra
há.” (Dt 7.6)
VERDADE PRÁTICA
A aliança com DEUS exige amor
exclusivo, obediência fiel e separação do mal, que nos conduzem à plena
comunhão com o Senhor.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Êx
19.5; 1 Pe 2.9 Eleição: um chamado para pertencer a DEUS
Terça – Dt 14.2; 1 Pe 1.15,16 Santidade: a resposta ao chamado divino
Quarta – Dt 7.6-8; 1 Jo 4.10 Eleição por amor: a base da aliança
Quinta – Dt 7.9; Rm 2.6 Fidelidade e justiça: o caráter de DEUS
Sexta – Dt 7.12,13; Mt 6.33 Obediência: o caminho das bênçãos de DEUS
Sábado – Dt 7.17-19; Rm 8.37 Confiança em DEUS: vitória sobre os
inimigos espirituais
Terça – Dt 14.2; 1 Pe 1.15,16 Santidade: a resposta ao chamado divino
Quarta – Dt 7.6-8; 1 Jo 4.10 Eleição por amor: a base da aliança
Quinta – Dt 7.9; Rm 2.6 Fidelidade e justiça: o caráter de DEUS
Sexta – Dt 7.12,13; Mt 6.33 Obediência: o caminho das bênçãos de DEUS
Sábado – Dt 7.17-19; Rm 8.37 Confiança em DEUS: vitória sobre os
inimigos espirituais
Hinos Sugeridos: 50, 176 e 386 da Harpa Cristã
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Deuteronômio 7.6-13, 21-23
6 – Porque povo santo és ao
SENHOR, teu DEUS; o SENHOR, teu DEUS, te escolheu, para que fosses o seu povo
próprio, de todos os povos que sobre a terra há.
7 – O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão
era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do
que todos os povos;
8 – mas porque o SENHOR vos amava; e, para guardar o juramento que jurara a
vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da
servidão, da mão de Faraó, rei do Egito.
9 – Saberás, pois, que o SENHOR, teu DEUS, é DEUS, o DEUS fiel, que guarda o
concerto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus
mandamentos;
10 – e dá o pago em sua face a qualquer dos que o aborrecem, fazendo-o perecer;
não será remisso para quem o aborrece; em sua face lho pagará.
11 – Guarda, pois, os mandamentos, e os estatutos, e os juízos que hoje te
mando fazer.
12 – Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o
SENHOR, teu DEUS, te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus
pais;
13 – e amar-te-á, e abençoar-te-á, e te fará multiplicar, e abençoará o fruto
do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o teu cereal, e o teu mosto, e o teu
azeite, e a criação das tuas vacas, e o rebanho do teu gado miúdo, na terra que
jurou a teus pais dar-te.
21 – Não te espantes diante deles, porque o SENHOR, teu DEUS, está no meio de
ti, DEUS grande e terrível.
22 – E o SENHOR, teu DEUS, lançará fora estas nações, pouco a pouco, de diante
de ti; não poderás destruí-las todas de pronto, para que as feras do campo se
não multipliquem contra ti.
23 – E o SENHOR as dará diante de ti e as fará pasmar com grande pasmo, até que
sejam destruídas.
Palavra-Chave: Consagração
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SUBSÍDIOS EXTRAS – BÍBLIAS,
LIVROS, REVISTAS, COPILOT, CHATGPT, GEMINI
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INTRODUÇÃO (NOVA E AMPLIADA)
O tema da aliança divina ocupa
lugar central em toda a revelação bíblica. Desde o Antigo Testamento, DEUS
estabelece relacionamentos pactuais com seu povo, revelando seu caráter santo,
justo e misericordioso. Em Deuteronômio, Moisés recorda a Israel que a eleição
divina não era um privilégio para orgulho nacional, mas uma vocação para
santidade e testemunho diante das nações.
A fidelidade ao pacto exigia
uma vida separada do pecado, da idolatria e de toda prática contrária à vontade
de DEUS. A aliança envolvia responsabilidades espirituais concretas,
fundamentadas no amor de DEUS e respondidas mediante obediência. A santidade
não era opcional, mas a evidência visível de que Israel pertencia ao Senhor.
No Novo Testamento, essa
verdade encontra sua plenitude em CRISTO. A Igreja, como povo redimido, também
foi chamada para viver em santificação progressiva, demonstrando ao mundo os
valores do Reino de DEUS. Assim, os princípios encontrados em Deuteronômio
continuam relevantes, ensinando que a comunhão com DEUS requer fé, obediência,
separação do mal e completa devoção ao Senhor.
Palavras Gregas Importantes da
Introdução
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
|
διαθήκη |
Diathēkē |
Aliança, pacto |
|
ἅγιος |
Hagios |
SANTO, separado |
|
ἐκλογή |
Eklogē |
Eleição |
|
πίστις |
Pistis |
Fé |
|
ὑπακοή |
Hypakoē |
Obediência |
I – ELEIÇÃO E SANTIDADE: DOIS ASPECTOS DA ALIANÇA
1. Eleição, Santidade e Propósito na Aliança Divina
A eleição de Israel deve ser compreendida como um ato soberano da graça divina. DEUS escolheu uma nação específica para cumprir seus propósitos redentivos na história. Tal escolha não aconteceu devido ao tamanho, poder ou mérito do povo hebreu, mas exclusivamente pela vontade soberana do Senhor. A eleição possuía caráter missional, pois Israel deveria refletir o caráter santo de DEUS diante das demais nações. O propósito era preservar a revelação divina, transmitir as promessas messiânicas e servir como instrumento da redenção universal. Assim, a eleição sempre esteve vinculada à responsabilidade espiritual. Quem recebe um chamado divino também recebe uma missão correspondente.
Comentário Teológico Extra
A doutrina da eleição revela a iniciativa soberana de DEUS na história da salvação. Antes que Israel pudesse demonstrar qualquer mérito, DEUS já havia determinado seus propósitos para essa nação. A eleição bíblica não elimina a responsabilidade humana, mas estabelece uma relação entre privilégio e dever. Israel foi escolhido para servir e testemunhar, não apenas para desfrutar de benefícios espirituais. A santidade tornou-se a marca visível dessa separação divina. Teologicamente, observamos que a eleição está associada à revelação progressiva do plano redentor. Em CRISTO, percebe-se que a eleição encontra seu ápice no chamado universal para formar um povo santo entre todas as nações.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Resumo |
|
Dt 7.6-8 |
Israel escolhido por amor e
graça |
|
Êx 19.5-6 |
Reino sacerdotal e povo
santo |
|
Is 49.6 |
Chamado para alcançar as
nações |
|
Gn 12.3 |
Todas as famílias seriam
abençoadas |
|
Rm 9.4-5 |
Privilégios históricos de
Israel |
|
1Pe 2.9 |
Igreja como nação santa |
|
Ef 1.4 |
Escolhidos antes da fundação
do mundo |
|
Jo 15.16 |
CRISTO escolhe para produzir
fruto |
|
Palavra |
Significado |
|
ἐκλογή (Eklogē) |
Eleição |
|
κλῆσις (Klēsis) |
Chamado |
|
λαός (Laos) |
Povo |
|
ἁγιασμός (Hagiasmos) |
Santificação |
|
Aspecto |
Explicação |
|
Eleição |
Escolha soberana de DEUS |
|
Propósito |
Serviço e testemunho |
|
Santidade |
Evidência da eleição |
|
Missão |
Manifestar DEUS às nações |
|
Aplicação Cristã |
Igreja chamada à
santificação |
2. A Separação Como Exigência da Lei de DEUS
A separação exigida por DEUS possuía um propósito espiritual profundo. Israel vivia cercado por culturas pagãs marcadas pela idolatria, imoralidade e práticas contrárias à vontade divina. Caso adotasse tais costumes, comprometeria sua identidade espiritual. DEUS determinou uma distinção nítida entre seu povo e as demais nações para preservar a pureza da fé monoteísta. Essa separação não era isolamento social absoluto, mas proteção espiritual. O objetivo era impedir que os valores pagãos destruíssem a comunhão do povo com DEUS. Santidade sempre implica distinção moral.
Comentário Teológico Extra
O princípio da separação
possui fundamento na natureza santa de DEUS. O Senhor exige que seu povo
reflita seus atributos morais. A idolatria cananeia representava uma ameaça
direta à fidelidade da aliança. A separação veterotestamentária possuía um
caráter pedagógico e espiritual, ensinando que a comunhão com DEUS exige
renúncia ao pecado. No Novo Testamento, essa separação torna-se principalmente
espiritual e ética. O cristão permanece no mundo, mas não absorve seus valores
pecaminosos. A santificação envolve discernimento contínuo para identificar
tudo aquilo que enfraquece a comunhão com DEUS.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Resumo |
|
Dt 7.1-5 |
Proibição de alianças pagãs |
|
Lv 20.26 |
Separados para DEUS |
|
Nm 25.1-9 |
Consequências da mistura
espiritual |
|
Js 23.12-13 |
Perigo das alianças erradas |
|
2Co 6.14-17 |
Separação espiritual dos
incrédulos |
|
Rm 12.2 |
Não se conformar com o mundo |
|
Tg 4.4 |
Amizade do mundo gera
inimizade com DEUS |
|
Palavra |
Significado |
|
ἅγιος (Hagios) |
SANTO |
|
κόσμος (Kosmos) |
Sistema mundano |
|
καθαρός (Katharos) |
Puro |
|
κοινωνία (Koinonia) |
Comunhão |
|
Aspecto |
Explicação |
|
Separação |
Preservação espiritual |
|
Santidade |
Reflexo do caráter divino |
|
Idolatria |
Principal ameaça |
|
Objetivo |
Fidelidade à aliança |
|
Aplicação |
Discernimento cristão |
3. O Princípio Permanente dos Juízos em Deuteronômio
As determinações divinas envolvendo os povos cananeus devem ser interpretadas dentro do contexto histórico-redentivo específico. DEUS estava executando juízo sobre sociedades profundamente corrompidas moral e espiritualmente. Israel foi instrumento desse juízo em um momento singular da história da revelação. Entretanto, o princípio que permanece é a santidade divina e sua oposição ao pecado. DEUS continua justo e continua julgando toda forma de rebelião. A diferença é que, na Nova Aliança, a principal arma do povo de DEUS é a proclamação do Evangelho.
Comentário Teológico Extra
A doutrina do juízo divino está integrada à doutrina da santidade. DEUS não pode ignorar o pecado porque sua natureza é perfeitamente justa. O juízo sobre Canaã demonstra a seriedade das consequências da depravação humana persistente. Ao mesmo tempo, a Escritura mostra que DEUS é paciente antes de exercer seu julgamento. A cruz representa a maior demonstração da justiça e da misericórdia divinas reunidas. Hoje, a Igreja não executa juízo físico sobre nações, mas proclama arrependimento e reconciliação. O juízo final permanece uma realidade escatológica que confirma a retidão eterna de DEUS.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Resumo |
|
Lv 18.24-25 |
A terra vomitou seus
habitantes |
|
Dt 18.9-12 |
Práticas abomináveis
condenadas |
|
Rm 1.18-22 |
A ira de DEUS contra a
impiedade |
|
At 17.30-31 |
DEUS ordena arrependimento |
|
2Pe 3.9 |
Longanimidade divina |
|
Ap 20.11-15 |
Juízo final |
|
Ef 6.10-12 |
Guerra espiritual da Igreja |
|
2Co 10.4 |
Armas espirituais poderosas |
|
Palavra |
Significado |
|
κρίσις (Krisis) |
Juízo |
|
δικαιοσύνη (Dikaiosynē) |
Justiça |
|
μετάνοια (Metanoia) |
Arrependimento |
|
εὐαγγέλιον (Euangelion) |
Evangelho |
|
Aspecto |
Explicação |
|
Juízo Divino |
Manifestação da justiça |
|
Canaã |
Contexto histórico
específico |
|
Igreja |
Missão evangelizadora |
|
Evangelho |
Meio atual de transformação |
|
Escatologia |
Juízo final futuro |
RESUMO GERAL DO TÓPICO I
|
Tema |
Síntese |
|
Eleição |
Escolha soberana para
serviço |
|
Santidade |
Separação para DEUS |
|
Propósito |
Testemunho às nações |
|
Separação |
Proteção contra a corrupção
espiritual |
|
Juízo |
Demonstração da justiça
divina |
|
Aplicação Cristã |
Vida consagrada e
evangelização |
- ἐκλογή (Eklogē) = Eleição
- ἅγιος (Hagios) = SANTO
- ἁγιασμός (Hagiasmos) = Santificação
- κρίσις (Krisis) = Juízo
- μετάνοια (Metanoia) = Arrependimento
- εὐαγγέλιον (Euangelion) = Evangelho
A eleição de Israel está profundamente vinculada ao amor soberano de DEUS, à sua fidelidade pactual e à resposta de obediência exigida do povo. Em Deuteronômio 7, Moisés destaca que a escolha divina não teve como fundamento a grandeza humana, mas a graça, a misericórdia e o propósito eterno do Senhor. Esse princípio continua relevante para a Igreja, pois a salvação e a santificação também procedem da iniciativa divina e conduzem o crente a uma vida de compromisso com DEUS.
1. O Chamado à Santidade do Povo de DEUS
Israel foi escolhido para ser um povo separado, pertencente exclusivamente ao Senhor. A santidade não era apenas uma condição religiosa, mas uma identidade espiritual. DEUS desejava que sua nação refletisse seu caráter santo, justo e misericordioso diante das demais nações. A escolha divina tinha como objetivo produzir um povo consagrado que servisse de testemunho vivo da presença e da vontade de DEUS na terra. O chamado à santidade envolvia todas as áreas da vida: culto, relacionamentos, moralidade e obediência. A pertença a DEUS exigia uma conduta compatível com essa realidade espiritual. A santidade era, portanto, a consequência natural da aliança.
Comentário Teológico Extra
A santidade ocupa posição central na teologia da aliança. O DEUS que chama também transforma aqueles que lhe pertencem. A eleição não era uma autorização para o pecado, mas uma convocação para a consagração. A natureza santa do Senhor tornava necessária uma resposta de pureza por parte do povo. No contexto bíblico, santidade significa separação para DEUS e dedicação aos seus propósitos. No Novo Testamento, esse princípio permanece inalterado, pois a Igreja é descrita como sacerdócio real e nação santa. A santificação progressiva é a evidência de que a graça divina está operando na vida dos crentes.
Ampliação Doutrinária
A doutrina da santificação ensina que DEUS não apenas justifica, mas também transforma. O crente é declarado justo mediante a fé e, ao mesmo tempo, é conduzido por um processo contínuo de renovação espiritual. A eleição divina produz responsabilidades éticas e espirituais. O amor de DEUS não promove acomodação, mas gera transformação interior. A verdadeira espiritualidade manifesta-se em uma vida de conformidade com a vontade divina.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Frase Resumo |
|
Dt 7.6 |
Israel escolhido como povo
santo |
|
Êx 19.6 |
Reino sacerdotal e nação
santa |
|
Lv 11.44 |
DEUS exige santidade de seu
povo |
|
Lv 20.26 |
Separados para pertencer ao
Senhor |
|
Sl 4.3 |
DEUS distingue o piedoso
para si |
|
Is 43.1 |
Chamados pelo nome de DEUS |
|
Tt 2.14 |
CRISTO formou um povo
especial |
|
1 Pe 1.15-16 |
Sede santos porque DEUS é
santo |
|
1 Pe 2.9 |
Geração eleita e sacerdócio
real |
|
Ef 1.4 |
Escolhidos para sermos
santos |
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
|
ἅγιος |
Hagios |
SANTO |
|
ἁγιασμός |
Hagiasmos |
Santificação |
|
λαός |
Laos |
Povo |
|
κλῆσις |
Klēsis |
Chamado |
|
χάρις |
Charis |
Graça |
|
Aspecto |
Síntese |
|
Chamado |
Convocação divina para DEUS |
|
Santidade |
Separação para o Senhor |
|
Eleição |
Ato da graça soberana |
|
Propósito |
Testemunho diante das nações |
|
Aplicação Cristã |
Vida de santificação
contínua |
2. O DEUS Fiel e Justo: Base da Aliança
A aliança estabelecida entre DEUS e Israel fundamentava-se no caráter imutável do Senhor. Diferentemente dos deuses pagãos das nações vizinhas, o DEUS de Israel era absolutamente fiel às suas promessas. Sua palavra era segura, sua misericórdia constante e sua justiça perfeita. O povo precisava compreender que a permanência das bênçãos estava relacionada à fidelidade à aliança. O Senhor jamais falharia em cumprir o que havia prometido aos patriarcas. Sua fidelidade atravessava gerações, demonstrando que sua aliança estava fundamentada em seu caráter eterno.
Comentário Teológico Extra
Um dos pilares da teologia bíblica é a imutabilidade divina. DEUS não muda seus propósitos nem abandona suas promessas. A fidelidade divina é uma extensão de sua própria natureza. Quando DEUS estabelece uma aliança, Ele o faz com absoluta integridade e perfeição. Sua justiça garante que o pecado não seja ignorado, enquanto sua misericórdia assegura oportunidade de arrependimento. A aliança mosaica demonstra simultaneamente graça e responsabilidade. O Senhor recompensa a fidelidade, mas também corrige a rebelião. Isso revela a harmonia entre seus atributos de amor e justiça.
Ampliação Doutrinária
A doutrina dos atributos divinos revela que a fidelidade de DEUS é inseparável de sua santidade. Seu amor não é sentimentalismo, mas expressão de sua perfeição moral. Sua justiça não é crueldade, mas manifestação de sua retidão absoluta. A cruz de CRISTO representa o ponto máximo em que fidelidade, amor e justiça convergem plenamente. DEUS permanece fiel às suas promessas porque não pode negar sua própria natureza.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Frase Resumo |
|
Dt 7.9 |
DEUS guarda sua aliança |
|
Nm 23.19 |
DEUS não mente nem muda |
|
Sl 89.34 |
O pacto divino permanece
firme |
|
Lm 3.22-23 |
Grande é a fidelidade do
Senhor |
|
Is 55.11 |
A Palavra não volta vazia |
|
Ml 3.6 |
DEUS não muda |
|
Rm 2.6 |
DEUS julga segundo as obras |
|
Rm 3.25-26 |
Justiça e graça harmonizadas |
|
2 Tm 2.13 |
DEUS permanece fiel |
|
Hb 10.23 |
Fiel é aquele que prometeu |
|
Palavra |
Significado |
|
Ne'eman |
Fiel |
|
Chesed |
Amor leal |
|
Pistis (πίστις) |
Fidelidade, fé |
|
Dikaiosynē (δικαιοσύνη) |
Justiça |
|
Eleos (ἔλεος) |
Misericórdia |
|
Aspecto |
Síntese |
|
Fidelidade |
DEUS cumpre suas promessas |
|
Justiça |
DEUS julga retamente |
|
Misericórdia |
Amor leal da aliança |
|
Imutabilidade |
DEUS não muda |
|
Aplicação |
Confiança absoluta no Senhor |
3. Obediência e Confiança: O Caminho da Prosperidade em DEUS
As promessas de DEUS para Israel incluíam bênçãos espirituais, proteção, provisão e prosperidade. Contudo, essas promessas estavam relacionadas à permanência na aliança mediante a obediência. O povo deveria recordar continuamente os grandes feitos realizados pelo Senhor no Egito. A memória dos atos divinos fortalecia a fé para enfrentar os desafios futuros. DEUS não apenas prometia bênçãos, mas também assegurava sua presença constante. A confiança deveria estar fundamentada não nas circunstâncias visíveis, mas no poder daquele que havia libertado Israel.
Comentário Teológico Extra
A obediência bíblica não é mero cumprimento mecânico de normas religiosas. Trata-se de uma resposta amorosa à graça recebida. Na teologia do Antigo Testamento, a prosperidade estava frequentemente associada à fidelidade à aliança. Entretanto, a verdadeira prosperidade sempre incluiu dimensões espirituais além das materiais. O elemento central era o favor de DEUS e sua presença entre o povo. A confiança nasce da memória das intervenções divinas na história. Quanto mais Israel lembrava da fidelidade de DEUS, mais fortalecido era para obedecer e avançar pela fé.
Ampliação Doutrinária
No Novo Testamento, a maior prosperidade é a comunhão com CRISTO. Embora DEUS continue cuidando das necessidades de seus filhos, a bênção suprema é a salvação e a vida eterna. A obediência permanece sendo a evidência da fé genuína. O crente caminha pela fé, confiando que o Senhor dirige todas as circunstâncias para cumprir seus propósitos soberanos. A dependência de DEUS produz segurança espiritual e perseverança diante das tribulações.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Frase Resumo |
|
Dt 7.12-13 |
Bênçãos da obediência |
|
Dt 28.1-14 |
Prosperidade pela fidelidade |
|
Êx 15.26 |
DEUS é quem sara |
|
Js 1.8 |
Prosperidade vinculada à
Palavra |
|
Sl 1.1-3 |
O justo prospera
espiritualmente |
|
Pv 3.5-6 |
Confiança total no Senhor |
|
Mt 6.33 |
Buscar primeiro o Reino |
|
Jo 15.5 |
Dependência de CRISTO |
|
Rm 8.37 |
Mais que vencedores |
|
Fp 4.19 |
DEUS supre todas as
necessidades |
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
|
ὑπακοή |
Hypakoē |
Obediência |
|
πίστις |
Pistis |
Fé |
|
ἐλπίς |
Elpis |
Esperança |
|
δύναμις |
Dynamis |
Poder |
|
νίκη |
Nikē |
Vitória |
|
Aspecto |
Síntese |
|
Obediência |
Resposta à graça divina |
|
Confiança |
Fé no caráter de DEUS |
|
Prosperidade |
Favor e provisão divina |
|
Memória |
Recordação dos atos de DEUS |
|
Aplicação Cristã |
Dependência contínua de CRISTO |
RESUMO GERAL DO TÓPICO II
|
Tema Central |
Resumo |
|
Amor de DEUS |
Base da eleição de Israel |
|
Santidade |
Evidência da aliança |
|
Fidelidade Divina |
DEUS cumpre suas promessas |
|
Justiça de DEUS |
Julga com perfeita retidão |
|
Obediência |
Resposta adequada ao amor
divino |
|
Confiança |
Fundamentada nos feitos de DEUS |
|
Prosperidade Bíblica |
Resultado da comunhão e
fidelidade |
|
Palavra Grega |
Significado |
|
ἅγιος (Hagios) |
SANTO |
|
ἁγιασμός (Hagiasmos) |
Santificação |
|
χάρις (Charis) |
Graça |
|
πίστις (Pistis) |
Fé |
|
ὑπακοή (Hypakoē) |
Obediência |
|
δικαιοσύνη (Dikaiosynē) |
Justiça |
|
ἔλεος (Eleos) |
Misericórdia |
|
δύναμις (Dynamis) |
Poder |
|
νίκη (Nikē) |
Vitória |
|
ἐλπίς (Elpis) |
Esperança |
A eleição de Israel demonstra que DEUS age com base em seu amor soberano e em sua fidelidade à aliança. Esse amor, porém, nunca elimina a responsabilidade humana. O povo escolhido deveria viver em santidade, confiar nas promessas divinas e responder ao Senhor com obediência. Os mesmos princípios aparecem no Novo Testamento, onde a Igreja é chamada a refletir a santidade de DEUS, confiar em sua fidelidade e permanecer firme até a consumação da redenção em CRISTO.
A santidade prática é uma das maiores evidências da autenticidade da fé. Em Deuteronômio 7, Moisés demonstra que a eleição, o amor e a aliança de DEUS exigiam uma resposta concreta do povo: viver em obediência e completa separação do pecado. O Senhor não desejava apenas um povo que conhecesse seus mandamentos, mas que os praticasse diariamente. A verdadeira espiritualidade manifesta-se através da confiança em DEUS, da rejeição ao mal e da preservação da pureza da aliança. Esses princípios continuam atuais para a Igreja, que foi chamada para ser luz do mundo e sal da terra.
1. Fortalecendo a Confiança Pela Obediência
A nova geração de Israel encontrava-se diante do grande desafio de conquistar a Terra Prometida. Diferentemente de seus pais, que pereceram no deserto em razão da incredulidade, eles precisariam desenvolver confiança absoluta no Senhor. DEUS havia demonstrado seu poder ao libertá-los do Egito, abrir o Mar Vermelho, prover alimento no deserto e protegê-los dos inimigos. Agora, deveriam recordar essas intervenções divinas para fortalecer sua fé. A obediência era o caminho para experimentar novamente a atuação sobrenatural de DEUS. A confiança genuína sempre nasce da lembrança da fidelidade divina.
Comentário Teológico Extra
A relação entre fé e obediência constitui um dos fundamentos da espiritualidade bíblica. A obediência não produz a salvação, mas evidencia a existência de uma fé verdadeira. Em Deuteronômio, DEUS ensina Israel a desenvolver uma memória espiritual saudável, recordando continuamente suas obras poderosas. O esquecimento dos feitos divinos geralmente resulta em incredulidade. A confiança cresce quando o crente medita na fidelidade passada de DEUS. A história da redenção demonstra que o Senhor jamais abandona aqueles que permanecem fiéis. A fé fortalecida pela obediência gera coragem para enfrentar desafios aparentemente impossíveis.
Ampliação Doutrinária
A teologia bíblica apresenta a fé como dependência ativa de DEUS. Crer não significa apenas aceitar verdades intelectuais, mas confiar integralmente no caráter do Senhor. A geração de Cades-Barneia fracassou porque olhou para os obstáculos em vez de contemplar o poder divino. A nova geração deveria aprender que a vitória pertence ao Senhor. O princípio permanece válido para a Igreja atual: quanto maior a confiança em DEUS, maior a disposição para obedecer.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Frase Resumo |
|
Dt 7.18-21 |
Recordação dos milagres
fortalece a fé |
|
Nm 14.1-11 |
A incredulidade impede a
vitória |
|
Dt 1.32 |
Israel não confiou
plenamente em DEUS |
|
Js 1.9 |
Coragem baseada na presença
divina |
|
Sl 77.11-14 |
Lembrança das obras do
Senhor |
|
Is 41.10 |
DEUS fortalece e sustenta
seu povo |
|
Mc 9.23 |
Tudo é possível ao que crê |
|
Hb 3.19 |
A incredulidade fecha portas
espirituais |
|
Hb 11.6 |
Sem fé é impossível agradar
a DEUS |
|
Tg 2.17 |
A fé verdadeira produz obras |
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
|
πίστις |
Pistis |
Fé |
|
θαρσέω |
Tharseō |
Coragem |
|
δύναμις |
Dynamis |
Poder |
|
ὑπακοή |
Hypakoē |
Obediência |
|
νίκη |
Nikē |
Vitória |
|
Aspecto |
Síntese |
|
Fé |
Confiança no poder divino |
|
Obediência |
Expressão prática da fé |
|
Memória Espiritual |
Recordação das obras de DEUS |
|
Coragem |
Resultado da confiança |
|
Vitória |
Consequência da dependência
de DEUS |
2. Sem Acordo Com o Mal
DEUS advertiu Israel para não estabelecer alianças com as nações pagãs que habitavam Canaã. O problema não era étnico, cultural ou político, mas espiritual. Essas nações estavam profundamente envolvidas em idolatria, feitiçaria, imoralidade e práticas abomináveis diante do Senhor. Qualquer aproximação espiritual representava risco para a fidelidade da aliança. Israel deveria destruir os objetos de culto pagão e rejeitar completamente aqueles sistemas religiosos. A preservação da pureza espiritual exigia firmeza e vigilância constante.
Comentário Teológico Extra
O princípio da separação espiritual continua sendo extremamente relevante para a Igreja. O Novo Testamento não ensina isolamento social, mas alerta contra a assimilação dos valores pecaminosos do mundo. O mal raramente se apresenta de forma explícita; frequentemente surge de maneira atraente e sedutora. A idolatria moderna pode assumir formas sofisticadas, como materialismo, poder, fama, ideologias ou prazeres que ocupam o lugar de DEUS no coração humano. A fidelidade ao Senhor exige discernimento espiritual contínuo. A comunhão com DEUS torna-se enfraquecida sempre que permitimos compromissos espirituais com aquilo que Ele condena.
Ampliação Doutrinária
A doutrina da santificação ensina que o pecado deve ser tratado de forma radical. O cristão não pode negociar com aquilo que ameaça sua comunhão com DEUS. O processo de santificação envolve mortificação da velha natureza e submissão progressiva ao ESPÍRITO SANTO. A graça capacita o crente a resistir às influências corruptoras do mundo. O Senhor continua chamando seu povo a uma vida de pureza espiritual e devoção exclusiva.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Frase Resumo |
|
Dt 7.16 |
Não poupar práticas
contrárias a DEUS |
|
Dt 7.24-26 |
Destruição dos ídolos
cananeus |
|
Êx 34.14 |
DEUS exige adoração
exclusiva |
|
Js 23.12-13 |
Alianças erradas trazem
prejuízo espiritual |
|
Sl 101.3 |
Rejeição consciente do mal |
|
Rm 11.22 |
Bondade e severidade de DEUS |
|
1 Co 10.14 |
Fugir da idolatria |
|
Cl 3.5 |
A avareza é idolatria |
|
2 Tm 2.19 |
Apartar-se da iniquidade |
|
1 Jo 5.21 |
Guardar-se dos ídolos |
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
|
εἴδωλον |
Eidōlon |
Ídolo |
|
πονηρός |
Ponēros |
Maligno, mal |
|
πειρασμός |
Peirasmos |
Tentação |
|
καθαρός |
Katharos |
Puro |
|
ἀλήθεια |
Alētheia |
Verdade |
|
Aspecto |
Síntese |
|
Idolatria |
Inimiga da verdadeira
adoração |
|
Santificação |
Separação contínua do pecado |
|
Vigilância |
Proteção espiritual
constante |
|
Discernimento |
Reconhecimento das
armadilhas |
|
Fidelidade |
Exclusividade na adoração a DEUS |
3. Separação Total Para Uma Vida Santa
Moisés advertiu que a convivência com a idolatria acabaria produzindo corrupção espiritual. A permanência dos objetos pagãos dentro da comunidade israelita abriria portas para o afastamento gradual de DEUS. A ordem divina era clara: remover completamente tudo aquilo que pudesse contaminar o relacionamento com o Senhor. A santidade exigia uma ruptura definitiva com as práticas condenadas por DEUS. Essa separação tinha como objetivo preservar a identidade espiritual do povo e manter viva a comunhão da aliança.
Comentário Teológico Extra
A santidade bíblica sempre envolve separação e consagração. Não basta abandonar o pecado; é necessário dedicar-se integralmente a DEUS. A teologia da santificação apresenta duas dimensões complementares: negativa e positiva. Negativamente, o crente afasta-se daquilo que ofende a DEUS. Positivamente, aproxima-se cada vez mais da vontade divina. A vida cristã não pode ser marcada por neutralidade espiritual. O discípulo de CRISTO é chamado para uma transformação contínua de mente, coração e comportamento. A separação do pecado torna-se um testemunho poderoso do poder transformador do Evangelho.
Ampliação Doutrinária
No Novo Testamento, a santificação é obra conjunta da graça divina e da cooperação humana. O ESPÍRITO SANTO trabalha continuamente para conformar o crente à imagem de CRISTO. A separação do mundo não significa fuga das responsabilidades terrenas, mas rejeição dos valores contrários ao Reino de DEUS. O objetivo final da santificação é refletir cada vez mais a glória do Senhor. Quanto mais próximo de DEUS, mais distante do pecado o cristão desejará permanecer.
Referências Bíblicas Ampliadas
|
Referência |
Frase Resumo |
|
Dt 7.25-26 |
Rejeição completa da
idolatria |
|
Lv 19.2 |
Chamado universal à
santidade |
|
Sl 24.3-4 |
Pureza para estar na
presença de DEUS |
|
Is 52.11 |
Separação da impureza |
|
Rm 12.1-2 |
Transformação pela renovação
da mente |
|
2 Co 6.14-17 |
Separação dos padrões
mundanos |
|
Ef 4.22-24 |
Revestimento do novo homem |
|
2 Tm 2.21 |
Vaso santificado para honra |
|
Hb 12.14 |
Santificação indispensável |
|
1 Pe 2.11-12 |
Vida exemplar entre os
homens |
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
|
ἁγιασμός |
Hagiasmos |
Santificação |
|
μεταμόρφωσις |
Metamorphōsis |
Transformação |
|
καθαρισμός |
Katharismos |
Purificação |
|
δικαιοσύνη |
Dikaiosynē |
Justiça |
|
τελειότης |
Teleiotēs |
Maturidade espiritual |
|
Aspecto |
Síntese |
|
Santidade |
Dedicação total a DEUS |
|
Separação |
Rompimento com o pecado |
|
Consagração |
Pertencimento exclusivo ao
Senhor |
|
Transformação |
Obra contínua do ESPÍRITO |
|
Testemunho |
Evidência da nova vida em CRISTO |
RESUMO GERAL DO TÓPICO III
|
Tema Central |
Resumo |
|
Confiança em DEUS |
Desenvolvida pela obediência |
|
Fé |
Fundamentada nos atos de DEUS |
|
Vitória Espiritual |
Resultado da dependência
divina |
|
Rejeição do Mal |
Exigência da santidade |
|
Idolatria |
Principal ameaça à aliança |
|
Separação |
Proteção contra a corrupção
espiritual |
|
Santificação |
Processo contínuo de
transformação |
|
Consagração |
Entrega total ao Senhor |
|
Palavra Grega |
Significado |
|
πίστις (Pistis) |
Fé |
|
ὑπακοή (Hypakoē) |
Obediência |
|
δύναμις (Dynamis) |
Poder |
|
νίκη (Nikē) |
Vitória |
|
εἴδωλον (Eidōlon) |
Ídolo |
|
πονηρός (Ponēros) |
Mal |
|
ἁγιασμός (Hagiasmos) |
Santificação |
|
μεταμόρφωσις (Metamorphōsis) |
Transformação |
|
καθαρισμός (Katharismos) |
Purificação |
|
δικαιοσύνη (Dikaiosynē) |
Justiça |
A santidade prática é a resposta esperada daqueles que pertencem à aliança de DEUS. Deuteronômio ensina que a confiança no Senhor é fortalecida pela obediência, que a idolatria deve ser rejeitada sem concessões e que a santificação requer separação contínua do pecado. Esses princípios alcançam sua plenitude em CRISTO, que chama sua Igreja a viver em constante transformação pelo ESPÍRITO SANTO, aguardando a plena consumação da redenção e perseverando em fidelidade até o fim.
Deuteronômio 7 ensina que DEUS estabelece sua aliança com base em sua graça, amor e soberania. Israel foi escolhido não por méritos próprios, mas pelos propósitos eternos do Senhor. Essa eleição concedia privilégios, porém exigia fidelidade, santidade e obediência. A santidade era uma prática diária que preservava a comunhão com DEUS e a integridade da aliança. A rejeição da idolatria mostrava a exclusividade do relacionamento entre o povo e o Senhor.
Os atributos divinos, como fidelidade, justiça, misericórdia e santidade, sustentam toda a aliança. Na Nova Aliança, esses princípios alcançam sua plenitude em JESUS CRISTO. A Igreja é chamada a viver em santificação contínua e refletir o caráter de CRISTO ao mundo. Os ídolos modernos continuam sendo ameaças à devoção exclusiva que pertence a DEUS. O cristão deve buscar transformação espiritual constante pelo poder do ESPÍRITO SANTO. A verdadeira felicidade está em confiar, obedecer e permanecer firme na vontade divina. Assim, o povo de DEUS deve viver em santidade e esperança, aguardando a consumação da redenção em CRISTO JESUS.
Aplicações Práticas da Conclusão
|
Aplicação |
Ensinamento |
|
Santidade |
Deve caracterizar a vida
diária do cristão |
|
Fidelidade |
Demonstra amor verdadeiro
por DEUS |
|
Obediência |
Evidência de uma fé genuína |
|
Separação do Pecado |
Preserva a comunhão com DEUS |
|
Confiança |
Baseada no caráter fiel do
Senhor |
|
Evangelização |
Missão da Igreja na Nova
Aliança |
|
Perseverança |
Necessária até a volta de CRISTO |
Principais Palavras Gregas da Conclusão
|
Palavra Grega |
Transliteração |
Significado |
|
διαθήκη |
Diathēkē |
Aliança |
|
ἅγιος |
Hagios |
SANTO |
|
ἁγιασμός |
Hagiasmos |
Santificação |
|
πίστις |
Pistis |
Fé |
|
ὑπακοή |
Hypakoē |
Obediência |
|
χάρις |
Charis |
Graça |
|
σωτηρία |
Sōtēria |
Salvação |
|
ἐλπίς |
Elpis |
Esperança |
|
λύτρωσις |
Lytrōsis |
Redenção |
|
δόξα |
Doxa |
Glória |
Referências Bíblicas Finais Para Estudo
|
Referência |
Resumo |
|
Dt 7.6-9 |
DEUS escolhe e ama seu povo |
|
Dt 10.12-13 |
Temor, amor e obediência ao
Senhor |
|
Js 24.14-15 |
Escolha consciente de servir
a DEUS |
|
Sl 24.3-4 |
Santidade para estar na
presença divina |
|
Is 6.3 |
A absoluta santidade de DEUS |
|
Jr 31.31-33 |
Promessa da Nova Aliança |
|
Mt 5.8 |
Os puros verão a DEUS |
|
Jo 14.15 |
O amor se manifesta pela
obediência |
|
Rm 12.1-2 |
Consagração e transformação
espiritual |
|
2 Co 7.1 |
Aperfeiçoando a santidade |
|
Ef 1.4 |
Escolhidos para sermos
santos |
|
Fp 2.12-13 |
DEUS opera no crente para
obedecer |
|
Tt 2.11-14 |
A graça ensina a viver
santamente |
|
Hb 12.14 |
Sem santificação ninguém
verá o Senhor |
|
1 Pe 1.15-16 |
Chamados à santidade |
|
Ap 22.3-4 |
Comunhão eterna com DEUS no
fim dos tempos |
Resumo Final de Toda a Lição
|
Tema Principal |
Síntese Doutrinária |
|
Eleição |
Escolha soberana de DEUS
para seus propósitos |
|
Aliança |
Relacionamento estabelecido
pela graça divina |
|
Santidade |
Separação do pecado para DEUS |
|
Fidelidade Divina |
DEUS cumpre fielmente suas
promessas |
|
Justiça Divina |
DEUS julga com retidão
absoluta |
|
Obediência |
Resposta humana ao amor de DEUS |
|
Fé |
Confiança nas promessas do
Senhor |
|
Separação |
Proteção contra a corrupção
espiritual |
|
Santificação |
Processo contínuo de
transformação |
|
Igreja |
Povo da Nova Aliança em CRISTO |
|
Esperança Escatológica |
Consumação final da redenção |
A eleição divina conduz à santidade; a santidade produz obediência; a obediência fortalece a comunhão com DEUS; e a comunhão com DEUS conduz o crente à perseverança até a glória eterna em CRISTO JESUS.
NA ÍNTEGRA COMO NA
REVISTA 2026
Escrita
Lição 6, CPAD, A Aliança e as Bênçãos da
Obediência, 4Tr26, Com. Extras Pr.
Henrique, EBD NA TV
Para nos ajudar PIX
33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva
ESBOÇO DA LIÇÃO
I– ELEIÇÃO E SANTIDADE: DOIS
ASPECTOS DA ALIANÇA
1- Eleição, santidade e
propósito na Aliança Divina
2- A separação como exigência
da Lei de DEUS
3- O princípio permanente dos
juízos em Deuteronômio
II – A ELEIÇÃO DE ISRAEL:
AMOR, ALIANÇA E OBEDIÊNCIA
1- O chamado à santidade do
povo de DEUS
2- O DEUS fiel e justo: base
da aliança
3- Obediência e confiança: o
caminho da prosperidade em DEUS
III – SANTIDADE E SEPARAÇÃO:
VIVENDO EM OBEDIÊNCIA
1- Fortalecendo a confiança
pela obediência
2- Sem acordo com o mal
3- Separação total para uma
vida santa
TEXTO ÁUREO
“Porque povo santo és ao
SENHOR, teu DEUS; o SENHOR, teu DEUS, te escolheu, para que fosses o seu povo
próprio, de todos os povos que sobre a terra
há.” (Dt 7.6)
VERDADE PRÁTICA
A aliança com DEUS exige amor
exclusivo, obediência fiel e separação do mal, que nos conduzem à plena
comunhão com o Senhor.
LEITURA DIÁRIA
Segunda – Êx
19.5; 1 Pe 2.9 Eleição: um chamado para pertencer a DEUS
Terça – Dt 14.2; 1 Pe 1.15,16 Santidade: a resposta ao chamado divino
Quarta – Dt 7.6-8; 1 Jo 4.10 Eleição por amor: a base da aliança
Quinta – Dt 7.9; Rm 2.6 Fidelidade e justiça: o caráter de DEUS
Sexta – Dt 7.12,13; Mt 6.33 Obediência: o caminho das bênçãos de DEUS
Sábado – Dt 7.17-19; Rm 8.37 Confiança em DEUS: vitória sobre os
inimigos espirituais
Terça – Dt 14.2; 1 Pe 1.15,16 Santidade: a resposta ao chamado divino
Quarta – Dt 7.6-8; 1 Jo 4.10 Eleição por amor: a base da aliança
Quinta – Dt 7.9; Rm 2.6 Fidelidade e justiça: o caráter de DEUS
Sexta – Dt 7.12,13; Mt 6.33 Obediência: o caminho das bênçãos de DEUS
Sábado – Dt 7.17-19; Rm 8.37 Confiança em DEUS: vitória sobre os
inimigos espirituais
Terça – Dt 14.2; 1 Pe 1.15,16 Santidade: a resposta ao chamado divino
Quarta – Dt 7.6-8; 1 Jo 4.10 Eleição por amor: a base da aliança
Quinta – Dt 7.9; Rm 2.6 Fidelidade e justiça: o caráter de DEUS
Sexta – Dt 7.12,13; Mt 6.33 Obediência: o caminho das bênçãos de DEUS
Sábado – Dt 7.17-19; Rm 8.37 Confiança em DEUS: vitória sobre os
inimigos espirituais
Hinos Sugeridos: 50, 176 e 386 da Harpa Cristã
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Deuteronômio 7.6-13, 21-23
6 – Porque povo santo és ao
SENHOR, teu DEUS; o SENHOR, teu DEUS, te escolheu, para que fosses o seu povo
próprio, de todos os povos que sobre a terra há.
7 – O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão
era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do
que todos os povos;
8 – mas porque o SENHOR vos amava; e, para guardar o juramento que jurara a
vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da
servidão, da mão de Faraó, rei do Egito.
9 – Saberás, pois, que o SENHOR, teu DEUS, é DEUS, o DEUS fiel, que guarda o
concerto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus
mandamentos;
10 – e dá o pago em sua face a qualquer dos que o aborrecem, fazendo-o perecer;
não será remisso para quem o aborrece; em sua face lho pagará.
11 – Guarda, pois, os mandamentos, e os estatutos, e os juízos que hoje te
mando fazer.
12 – Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o
SENHOR, teu DEUS, te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus
pais;
13 – e amar-te-á, e abençoar-te-á, e te fará multiplicar, e abençoará o fruto
do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o teu cereal, e o teu mosto, e o teu
azeite, e a criação das tuas vacas, e o rebanho do teu gado miúdo, na terra que
jurou a teus pais dar-te.
21 – Não te espantes diante deles, porque o SENHOR, teu DEUS, está no meio de
ti, DEUS grande e terrível.
22 – E o SENHOR, teu DEUS, lançará fora estas nações, pouco a pouco, de diante
de ti; não poderás destruí-las todas de pronto, para que as feras do campo se
não multipliquem contra ti.
23 – E o SENHOR as dará diante de ti e as fará pasmar com grande pasmo, até que
sejam destruídas.
Palavra-Chave: Consagração
PLANO DE AULA
1- INTRODUÇÃO
Deuteronômio enfatiza que a aliança com DEUS não consiste
apenas em privilégios, mas também em responsabilidades. Israel foi escolhido
por amor e chamado para viver em santidade, fidelidade e obediência ao Senhor.
Nesse contexto, Moisés alerta contra a idolatria e reafirma que as bênçãos da
aliança estão associadas a uma vida de compromisso com DEUS. A lição é um
desafio para cultivarmos uma fé marcada pela consagração e pela fidelidade ao
Senhor.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Evidenciar a relação entre eleição, santidade e
propósito na aliança divina; II) Demonstrar como o amor, a fidelidade e a
obediência sustentam a aliança; III) Orientar os alunos quanto à importância da
santidade e da separação do mal.
B) Motivação: A aliança com DEUS envolve amor, fidelidade e obediência. Por
isso, podemos refletir sobre como a santidade e a confiança no Senhor continuam
essenciais para a vida cristã. Mostre para a classe que as bênçãos divinas não
são fruto do acaso, mas resultado de uma caminhada comprometida com DEUS e a
sua Palavra.
C) Sugestão de Método: Para reforçar o terceiro tópico, sugerimos que distribua
pequenos cartões e peça que cada aluno escreva, de forma anônima, uma situação,
hábito ou influência que pode enfraquecer sua comunhão com DEUS. Em seguida,
recolha os cartões e leia alguns exemplos sem identificar os autores. Promova
uma reflexão sobre como a obediência e a santidade ajudam o cristão a vencer
essas influências. Conclua convidando a classe a assumir um compromisso pessoal
de vigilância e consagração durante a semana, aplicando o ensino da lição à
vida diária.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
Aplicação: Aprendemos que DEUS escolheu o seu povo por amor, chamou-o à
santidade e convocou-o a viver em fidelidade à aliança. Israel deveria refletir
tudo o que ameaçasse a sua comunhão com o Senhor e confiar plenamente nas suas
promessas. Da mesma forma, somos chamados a examinar nossa vida, abandonar
práticas incompatíveis com a fé e cultivar uma obediência sincera. A verdadeira
bênção está em permanecer fiel ao Senhor todos os dias.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão: Vale a pena conhecer essa revista que traz
reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas
Adultos. Na edição 107, p. 39, você encontrará um subsídio especial para esta
lição.
B) Auxílios Especiais: Ao fim do tópico, você encontrará auxílios que darão
suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “O Papel de Israel”, localizado
após o primeiro tópico, auxilia na compreensão da vocação de Israel como povo
escolhido para testemunhar às nações; 2) os textos “O Concerto e a Misericórdia
[…] aos que o Amam” e “Abominação em Tua Casa”, localizados ao fim do segundo
tópico, contribuem para o aprofundamento da relação entre o amor de DEUS, a
fidelidade à aliança e a santidade exigida do seu povo.
INTRODUÇÃO
Quem entra em aliança com DEUS
deve viver em plena fidelidade com Ele. No segundo discurso de Moisés (Dt
5–26), o legislador adverte o povo quanto ao perigo de negligenciar os
mandamentos e cair na idolatria. Pelo pacto com o Senhor, Israel deveria viver
em santidade, que é a condição para desfrutar das suas bênçãos. A aliança não
era unilateral no tocante às bênçãos, mas baseada em obediência, separação,
fidelidade, exclusividade e devoção somente ao Senhor.
I– ELEIÇÃO E SANTIDADE: DOIS
ASPECTOS DA ALIANÇA
1- Eleição, santidade e
propósito na Aliança Divina
A natureza da aliança divina
com Israel fundamentava-se na eleição e na santidade, de modo que cada
israelita compreendia o seu chamado à separação das nações pecaminosas (Dt
7.6-8), sendo propósito exclusivo do Senhor: “sereis a minha propriedade peculiar
dentre todos os povos” (Êx 19.5; cf. Dt 14.2; 26.19; 1 Pe 2.9). Tal eleição não
se refere à salvação individual (soteriológica), mas a um chamado coletivo e
funcional: preservar a revelação, servir às nações (Is 49.6) e preparar o
caminho do Messias (Gn 12.3; Gl 3.16). Ela não garantia salvação, como mostra
Hebreus 3.7-19. Há, portanto, distinção entre Israel nacional e espiritual (Rm
9.8; 9.6). A Igreja, chamada por CRISTO, deve viver em santidade (1 Co 6.19,20;
1 Pe 1.15,16).
2- A separação como exigência
da Lei de DEUS
Israel, escolhido como nação
santa e testemunho vivo (Ml 3.18), devia viver de modo distinto das nações
ímpias (Dt 7.6). As suas vitórias e a posse da Terra Prometida provinham do
Senhor. Entre os povos cananeus, estavam heteus, jebuseus, girgaseus, heveus
(Js 11.3; Jz 3.3), gibeonitas (Js 9.3-15), amorreus, cananeus e ferezeus,
ligados à linhagem de Canaã (Gn 10.15-18). Sob o juízo divino, Israel não
deveria ter aliança com eles, a fim de preservar a santidade do povo de DEUS.
Casamentos mistos eram proibidos e toda forma de idolatria deveria ser removida
(Nm 25.1-9). Tal ordem tinha fundamento espiritual e moral para todo o povo
peregrino.
3- O princípio permanente dos
juízos em Deuteronômio
A ordem divina para destruir
tais povos deve ser compreendida à luz da revelação progressiva: dirigida a
Israel, nação vocacionada a preservar a revelação e preparar a vinda do Messias
(Rm 9.4,5). Tratava-se de povos marcados por pecados graves (Lv 18.21-25; Dt
18.9-12). Hoje, em CRISTO (Hb 1.1-2), não se aplica tal juízo às nações, pois o
combate é espiritual (Ef 6.10-12; 2 Co 10.4). Permanece, porém, o princípio: DEUS
julga o pecado e cumpre a aliança (Rm 1.18-22); cabe à Igreja proclamar o
Evangelho (Rm 1.16-17) que transforma vidas, como em Corinto (1 Co 6.9-11) e
Ninive (Mt 12.41).
SINOPSE I - Israel
foi eleito por DEUS para viver em santidade e cumprir o seu propósito no mundo.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
O PAPEL DE ISRAEL
“Uma importante razão que Israel tinha para permanecer fiel à Lei de DEUS era a
possibilidade de atrair outras nações para o Senhor, demonstrando a sabedoria e
os benefícios de seguir os seus caminhos (Dt 4.5-8).
Assim como Israel, os crentes do Novo Testamento são a geração eleita, o
sacerdócio real, a nação santa e o povo adquirido por DEUS. Por isso, foram
chamados para proclamar as virtudes, os louvores e a soberania daquele que os
chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pe 2.9; Ap 1.6; 5.10)” (Bíblia
de Estudo Pentecostal Edição Global. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.307).
II – A ELEIÇÃO DE ISRAEL:
AMOR, ALIANÇA E OBEDIÊNCIA
1- O chamado à santidade do
povo de DEUS
O próprio DEUS declara Israel
como povo santo, separado e consagrado, pois lhe pertencia como propriedade
exclusiva. Essa verdade também se aplica à Igreja redimida (Tt 2.14), sendo
“povo próprio”, isto é, tesouro pessoal. A eleição de Israel não se baseou em
méritos humanos, mas no amor soberano do Senhor (Dt 10.22; Rm 5.6-8; 1Jo 4.10),
em fidelidade à aliança. Desde Abraão até o êxodo, percebemos a ausência de
mérito humano, pois tudo procede da graça divina. Do mesmo modo, a salvação em CRISTO
ocorre pela graça (Jo 3.16; Ef 2.8,9). Diante desse amor, devemos responder com
temor, gratidão e obediência.
2- O DEUS fiel e justo: base
da aliança
Cada israelita deveria
reconhecer a fidelidade e o amor de DEUS, evidenciados na escolha e na
libertação do Egito. Assim, cada um compreendia que servia a um DEUS fiel, que
cumpre as suas promessas, honra a sua aliança e requer obediência. Destacam-se
dois atributos: fidelidade (ne’eman), que expressa constância, e misericórdia
(chesed), que revela o seu amor leal. Ele usa de misericórdia até mil gerações,
demonstra graça, mas retribui com justiça (Rm 2.6), o que comprova que o seu
juízo é reto e imparcial. Como cristãos, devemos viver em obediência, pois a
bênção acompanha a fidelidade, enquanto a desobediência traz consequências (Gl
6.7,8).
3- Obediência e confiança: o
caminho da prosperidade em DEUS
Aos que viviam em obediência e
fidelidade, conforme os mandamentos divinos, o Senhor prometia bênçãos
abundantes, e isso envolvia tanto a prosperidade espiritual quanto o cuidado
material (Dt 7.12,13; Êx 15.26). Essa realidade incluía saúde, fecundidade e
provisão. Além disso, Israel deveria confiar no poder de DEUS, que já se
manifestara na libertação do Egito, para vencer as nações da Terra Prometida
(Dt 7.17-19). A memória dos feitos divinos fortalecia a fé para avançar sem
temor. Do mesmo modo, a Igreja é chamada a viver em obediência e dependência de
DEUS, a vencer o mundo e a permanecer fiel ao Senhor (Mt 6.33; Ef 6.12,13; Rm
8.37).
SINOPSE II - O amor
e a fidelidade de DEUS requerem obediência e confiança do seu povo.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
“O CONCERTO E A MISERICÓRDIA
[…] AOS QUE O AMAM. A escolha que DEUS fez de Israel foi motivada pelo seu amor
por eles (vv. 7-8). Além disso, DEUS prometeu guardar fielmente o seu concerto
e mostrar misericórdia às gerações dos ‘que o amam e guardam os seus
mandamentos’ (cf. 6.4-9). Não apenas o amor de DEUS dependia dessa resposta de
amor e obediência, mas também a prosperidade do povo (vv. 13-14), a sua boa
saúde (v. 15) e o sucesso militar (v. 16).” A resposta e a obediência do povo
deveriam ser apresentadas de maneira concreta, como, por exemplo:
“ABOMINAÇÃO EM TUA CASA. A ‘abominação’ se refere à prata e ao ouro dos ídolos
cananeus (v. 25); qualquer coisa ligada à idolatria tinha de ser destruída.
Esta admoestação para que os israelitas removessem tudo o que fosse detestável
de suas casas se aplica ainda hoje. Qualquer coisa que promova o pecado e a
imoralidade e seja contrária à santa natureza de DEUS não deve entrar em nossa
casa (cf. Ez 5.7,9). Portanto, os crentes devem ser extremamente cuidadosos em
não permitir que a influência de modos de vida imorais penetre em seu lar por
meio de pessoas ou algum tipo de entretenimento (cf. 12.29-31; 18.12-13; Pv
6.15-19)” (Bíblia de Estudo Pentecostal Edição Global. 1.ed. Rio de Janeiro:
CPAD, 2022, p.316,17).
III – SANTIDADE E SEPARAÇÃO:
VIVENDO EM OBEDIÊNCIA
1- Fortalecendo a confiança
pela obediência
A geração anterior não entrou
na Terra Prometida por conta da incredulidade e da desobediência. A nova
geração, porém, deveria agir diferentemente: crer e obedecer ao Senhor (Dt
7.18-21). O próprio DEUS lutaria pelo seu povo, como indica o envio de vespas
contra os inimigos (Dt 7.20). A lembrança de Cades-Barneia não deveria gerar
medo, e sim advertência. Agora, confiando no poder divino, Israel poderia
vencer. Assim, a fé fortalecida pela obediência restauraria a confiança e
produziria vitória.
2- Sem acordo com o mal
A vitória sobre as nações era
certa, mas Israel não poderia fazer alianças com elas, pois eram abomináveis
diante de DEUS (Dt 7.16,24-26). Era necessário destruir os seus ídolos e
rejeitar qualquer sedução material. Paulo adverte quanto à bondade e à
severidade de DEUS (Rm 11.22). Hoje, muitos são atraídos por valores mundanos,
o que compromete a santidade. É preciso, portanto, vigilância constante e
rejeição a toda forma de idolatria (Cl 3.5; 1 Jo 5.21).
3- Separação total para uma
vida santa
Qualquer aliança com aquelas
nações levaria Israel à ruína espiritual. O Senhor ordenou a eliminação do mal
para preservar a santidade do povo (Dt 7.25,26). A negligência abriria espaço
para a idolatria e a corrupção, afetando até mesmo os lares. Do mesmo modo, o
cristão deve viver em vigilância e evitar a contaminação com o mundo (Rm 12.2;
2 Co 6.14-17). Quem foi chamado à santidade deve, portanto, separar-se do
pecado e viver consagrado a DEUS (2 Tm 2.21; Hb 12.14).
SINOPSE III - A
santidade exige rejeitar o mal, confiar em DEUS e viver em obediência.
CONCLUSÃO
Como povo eleito, Israel foi
chamado a viver em santidade e obediência, separando-se de tudo o que pudesse
comprometer a aliança com DEUS. Moisés ensinou que o desfrutar das bênçãos
espirituais e materiais estava condicionado à fidelidade e à obediência. Assim,
a aliança divina envolvia promessas, mas também exigia compromisso; sem isso,
as consequências seriam inevitáveis. Do mesmo modo, a Igreja é chamada a viver
em santidade, rejeitar os ídolos contemporâneos e permanecer em consagração ao
Senhor.
REVISANDO O CONTEÚDO
1- Como se fundamentava a
natureza da aliança divina com Israel?
A natureza da aliança divina com Israel fundamentava-se na
eleição e na santidade.
2- De acordo com a identidade de uma nação santa, como Israel deveria viver?
Escolhido como nação santa e testemunho vivo (Ml 3.18), Israel deveria
viver de modo distinto das nações ímpias (Dt 7.6).
3- De acordo com a lição, como DEUS declara Israel?
O próprio DEUS declara Israel como povo santo, separado e consagrado, pois
lhe pertencia como propriedade exclusiva.4- Como a nova geração deveria agir?
A nova geração deveria crer e obedecer ao Senhor (Dt 7.18-21).
5- Como o cristão deve viver?
Do mesmo modo, o cristão deve viver em vigilância e evitar contaminação com
o mundo (Rm 12.2; 2 Co 6.14-17).
I– ELEIÇÃO E SANTIDADE: DOIS ASPECTOS DA ALIANÇA
1- Eleição, santidade e propósito na Aliança Divina
2- A separação como exigência da Lei de DEUS
3- O princípio permanente dos juízos em Deuteronômio
1- O chamado à santidade do povo de DEUS
3- Obediência e confiança: o caminho da prosperidade em DEUS
1- Fortalecendo a confiança pela obediência
3- Separação total para uma vida santa
“Porque povo santo és ao SENHOR, teu DEUS; o SENHOR, teu DEUS, te escolheu, para que fosses o seu povo próprio, de todos os povos que sobre a terra
há.” (Dt 7.6)
A aliança com DEUS exige amor exclusivo, obediência fiel e separação do mal, que nos conduzem à plena comunhão com o Senhor.
Segunda – Êx 19.5; 1 Pe 2.9 Eleição: um chamado para pertencer a DEUS
Terça – Dt 14.2; 1 Pe 1.15,16 Santidade: a resposta ao chamado divino
Quarta – Dt 7.6-8; 1 Jo 4.10 Eleição por amor: a base da aliança
Quinta – Dt 7.9; Rm 2.6 Fidelidade e justiça: o caráter de DEUS
Sexta – Dt 7.12,13; Mt 6.33 Obediência: o caminho das bênçãos de DEUS
Sábado – Dt 7.17-19; Rm 8.37 Confiança em DEUS: vitória sobre os inimigos espirituais
Quarta – Dt 7.6-8; 1 Jo 4.10 Eleição por amor: a base da aliança
Quinta – Dt 7.9; Rm 2.6 Fidelidade e justiça: o caráter de DEUS
Sexta – Dt 7.12,13; Mt 6.33 Obediência: o caminho das bênçãos de DEUS
Sábado – Dt 7.17-19; Rm 8.37 Confiança em DEUS: vitória sobre os inimigos espirituais
Terça – Dt 14.2; 1 Pe 1.15,16 Santidade: a resposta ao chamado divino
Quarta – Dt 7.6-8; 1 Jo 4.10 Eleição por amor: a base da aliança
Quinta – Dt 7.9; Rm 2.6 Fidelidade e justiça: o caráter de DEUS
Sexta – Dt 7.12,13; Mt 6.33 Obediência: o caminho das bênçãos de DEUS
Sábado – Dt 7.17-19; Rm 8.37 Confiança em DEUS: vitória sobre os inimigos espirituais
Hinos Sugeridos: 50, 176 e 386 da Harpa Cristã
Deuteronômio 7.6-13, 21-23
6 – Porque povo santo és ao SENHOR, teu DEUS; o SENHOR, teu DEUS, te escolheu, para que fosses o seu povo próprio, de todos os povos que sobre a terra há.
7 – O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos;
8 – mas porque o SENHOR vos amava; e, para guardar o juramento que jurara a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito.
9 – Saberás, pois, que o SENHOR, teu DEUS, é DEUS, o DEUS fiel, que guarda o concerto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos;
10 – e dá o pago em sua face a qualquer dos que o aborrecem, fazendo-o perecer; não será remisso para quem o aborrece; em sua face lho pagará.
11 – Guarda, pois, os mandamentos, e os estatutos, e os juízos que hoje te mando fazer.
12 – Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardardes e fizerdes, o SENHOR, teu DEUS, te guardará o concerto e a beneficência que jurou a teus pais;
13 – e amar-te-á, e abençoar-te-á, e te fará multiplicar, e abençoará o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o teu cereal, e o teu mosto, e o teu azeite, e a criação das tuas vacas, e o rebanho do teu gado miúdo, na terra que jurou a teus pais dar-te.
21 – Não te espantes diante deles, porque o SENHOR, teu DEUS, está no meio de ti, DEUS grande e terrível.
22 – E o SENHOR, teu DEUS, lançará fora estas nações, pouco a pouco, de diante de ti; não poderás destruí-las todas de pronto, para que as feras do campo se não multipliquem contra ti.
23 – E o SENHOR as dará diante de ti e as fará pasmar com grande pasmo, até que sejam destruídas.
1- INTRODUÇÃO
Deuteronômio enfatiza que a aliança com DEUS não consiste apenas em privilégios, mas também em responsabilidades. Israel foi escolhido por amor e chamado para viver em santidade, fidelidade e obediência ao Senhor. Nesse contexto, Moisés alerta contra a idolatria e reafirma que as bênçãos da aliança estão associadas a uma vida de compromisso com DEUS. A lição é um desafio para cultivarmos uma fé marcada pela consagração e pela fidelidade ao Senhor.
2- APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Evidenciar a relação entre eleição, santidade e propósito na aliança divina; II) Demonstrar como o amor, a fidelidade e a obediência sustentam a aliança; III) Orientar os alunos quanto à importância da santidade e da separação do mal.
B) Motivação: A aliança com DEUS envolve amor, fidelidade e obediência. Por isso, podemos refletir sobre como a santidade e a confiança no Senhor continuam essenciais para a vida cristã. Mostre para a classe que as bênçãos divinas não são fruto do acaso, mas resultado de uma caminhada comprometida com DEUS e a sua Palavra.
C) Sugestão de Método: Para reforçar o terceiro tópico, sugerimos que distribua pequenos cartões e peça que cada aluno escreva, de forma anônima, uma situação, hábito ou influência que pode enfraquecer sua comunhão com DEUS. Em seguida, recolha os cartões e leia alguns exemplos sem identificar os autores. Promova uma reflexão sobre como a obediência e a santidade ajudam o cristão a vencer essas influências. Conclua convidando a classe a assumir um compromisso pessoal de vigilância e consagração durante a semana, aplicando o ensino da lição à vida diária.
3- CONCLUSÃO DA LIÇÃO
Aplicação: Aprendemos que DEUS escolheu o seu povo por amor, chamou-o à santidade e convocou-o a viver em fidelidade à aliança. Israel deveria refletir tudo o que ameaçasse a sua comunhão com o Senhor e confiar plenamente nas suas promessas. Da mesma forma, somos chamados a examinar nossa vida, abandonar práticas incompatíveis com a fé e cultivar uma obediência sincera. A verdadeira bênção está em permanecer fiel ao Senhor todos os dias.
4- SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão: Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 107, p. 39, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao fim do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto “O Papel de Israel”, localizado após o primeiro tópico, auxilia na compreensão da vocação de Israel como povo escolhido para testemunhar às nações; 2) os textos “O Concerto e a Misericórdia […] aos que o Amam” e “Abominação em Tua Casa”, localizados ao fim do segundo tópico, contribuem para o aprofundamento da relação entre o amor de DEUS, a fidelidade à aliança e a santidade exigida do seu povo.
Quem entra em aliança com DEUS deve viver em plena fidelidade com Ele. No segundo discurso de Moisés (Dt 5–26), o legislador adverte o povo quanto ao perigo de negligenciar os mandamentos e cair na idolatria. Pelo pacto com o Senhor, Israel deveria viver em santidade, que é a condição para desfrutar das suas bênçãos. A aliança não era unilateral no tocante às bênçãos, mas baseada em obediência, separação, fidelidade, exclusividade e devoção somente ao Senhor.
1- Eleição, santidade e propósito na Aliança Divina
A natureza da aliança divina com Israel fundamentava-se na eleição e na santidade, de modo que cada israelita compreendia o seu chamado à separação das nações pecaminosas (Dt 7.6-8), sendo propósito exclusivo do Senhor: “sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos” (Êx 19.5; cf. Dt 14.2; 26.19; 1 Pe 2.9). Tal eleição não se refere à salvação individual (soteriológica), mas a um chamado coletivo e funcional: preservar a revelação, servir às nações (Is 49.6) e preparar o caminho do Messias (Gn 12.3; Gl 3.16). Ela não garantia salvação, como mostra Hebreus 3.7-19. Há, portanto, distinção entre Israel nacional e espiritual (Rm 9.8; 9.6). A Igreja, chamada por CRISTO, deve viver em santidade (1 Co 6.19,20; 1 Pe 1.15,16).
Israel, escolhido como nação santa e testemunho vivo (Ml 3.18), devia viver de modo distinto das nações ímpias (Dt 7.6). As suas vitórias e a posse da Terra Prometida provinham do Senhor. Entre os povos cananeus, estavam heteus, jebuseus, girgaseus, heveus (Js 11.3; Jz 3.3), gibeonitas (Js 9.3-15), amorreus, cananeus e ferezeus, ligados à linhagem de Canaã (Gn 10.15-18). Sob o juízo divino, Israel não deveria ter aliança com eles, a fim de preservar a santidade do povo de DEUS. Casamentos mistos eram proibidos e toda forma de idolatria deveria ser removida (Nm 25.1-9). Tal ordem tinha fundamento espiritual e moral para todo o povo peregrino.
O PAPEL DE ISRAEL
“Uma importante razão que Israel tinha para permanecer fiel à Lei de DEUS era a possibilidade de atrair outras nações para o Senhor, demonstrando a sabedoria e os benefícios de seguir os seus caminhos (Dt 4.5-8).
Assim como Israel, os crentes do Novo Testamento são a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa e o povo adquirido por DEUS. Por isso, foram chamados para proclamar as virtudes, os louvores e a soberania daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pe 2.9; Ap 1.6; 5.10)” (Bíblia de Estudo Pentecostal Edição Global. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.307).
1- O chamado à santidade do povo de DEUS
Cada israelita deveria reconhecer a fidelidade e o amor de DEUS, evidenciados na escolha e na libertação do Egito. Assim, cada um compreendia que servia a um DEUS fiel, que cumpre as suas promessas, honra a sua aliança e requer obediência. Destacam-se dois atributos: fidelidade (ne’eman), que expressa constância, e misericórdia (chesed), que revela o seu amor leal. Ele usa de misericórdia até mil gerações, demonstra graça, mas retribui com justiça (Rm 2.6), o que comprova que o seu juízo é reto e imparcial. Como cristãos, devemos viver em obediência, pois a bênção acompanha a fidelidade, enquanto a desobediência traz consequências (Gl 6.7,8).
“O CONCERTO E A MISERICÓRDIA […] AOS QUE O AMAM. A escolha que DEUS fez de Israel foi motivada pelo seu amor por eles (vv. 7-8). Além disso, DEUS prometeu guardar fielmente o seu concerto e mostrar misericórdia às gerações dos ‘que o amam e guardam os seus mandamentos’ (cf. 6.4-9). Não apenas o amor de DEUS dependia dessa resposta de amor e obediência, mas também a prosperidade do povo (vv. 13-14), a sua boa saúde (v. 15) e o sucesso militar (v. 16).” A resposta e a obediência do povo deveriam ser apresentadas de maneira concreta, como, por exemplo:
“ABOMINAÇÃO EM TUA CASA. A ‘abominação’ se refere à prata e ao ouro dos ídolos cananeus (v. 25); qualquer coisa ligada à idolatria tinha de ser destruída. Esta admoestação para que os israelitas removessem tudo o que fosse detestável de suas casas se aplica ainda hoje. Qualquer coisa que promova o pecado e a imoralidade e seja contrária à santa natureza de DEUS não deve entrar em nossa casa (cf. Ez 5.7,9). Portanto, os crentes devem ser extremamente cuidadosos em não permitir que a influência de modos de vida imorais penetre em seu lar por meio de pessoas ou algum tipo de entretenimento (cf. 12.29-31; 18.12-13; Pv 6.15-19)” (Bíblia de Estudo Pentecostal Edição Global. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.316,17).
1- Fortalecendo a confiança pela obediência
A vitória sobre as nações era certa, mas Israel não poderia fazer alianças com elas, pois eram abomináveis diante de DEUS (Dt 7.16,24-26). Era necessário destruir os seus ídolos e rejeitar qualquer sedução material. Paulo adverte quanto à bondade e à severidade de DEUS (Rm 11.22). Hoje, muitos são atraídos por valores mundanos, o que compromete a santidade. É preciso, portanto, vigilância constante e rejeição a toda forma de idolatria (Cl 3.5; 1 Jo 5.21).
Como povo eleito, Israel foi chamado a viver em santidade e obediência, separando-se de tudo o que pudesse comprometer a aliança com DEUS. Moisés ensinou que o desfrutar das bênçãos espirituais e materiais estava condicionado à fidelidade e à obediência. Assim, a aliança divina envolvia promessas, mas também exigia compromisso; sem isso, as consequências seriam inevitáveis. Do mesmo modo, a Igreja é chamada a viver em santidade, rejeitar os ídolos contemporâneos e permanecer em consagração ao Senhor.
1- Como se fundamentava a natureza da aliança divina com Israel?
A natureza da aliança divina com Israel fundamentava-se na eleição e na santidade.
2- De acordo com a identidade de uma nação santa, como Israel deveria viver?
Escolhido como nação santa e testemunho vivo (Ml 3.18), Israel deveria viver de modo distinto das nações ímpias (Dt 7.6).
3- De acordo com a lição, como DEUS declara Israel?
O próprio DEUS declara Israel como povo santo, separado e consagrado, pois lhe pertencia como propriedade exclusiva.
