29 julho 2026

Escrita Lição 6, CPAD, A suficiência da Graça na cidade de Corinto, 3Tr26, Pr Henrique, EBD NA TV

Escrita Lição 6, CPAD, A suficiência da Graça na cidade de Corinto, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 


ESBOÇO DA LIÇÃO

I – PAULO CHEGA A CORINTO (At 18.1-6)

1. Corinto: riqueza material e miséria espiritual   

2. Temor humano e dependência da graça   

3. O início do ministério e a oposição na sinagoga   

II – A CONTINUIDADE DA MISSÃO E O ENCORAJAMENTO DIVINO (At 18.7-11)

1. A casa de Justo e o avanço do Evangelho   

2. O medo do apóstolo e a palavra que fortalece   

3. Graça suficiente, perseverança e transição   

III – PAULO DIANTE DE GÁLIO: A GRAÇA QUE SUSTENTA EM MEIO À OPOSIÇÃO (At 18.12-17)

1. A acusação dos judeus e a proteção divina   

2. O espancamento de Sóstenes e o alcance da graça  

3. A suficiência da graça na experiência de Paulo   

 

TEXTO ÁUREO

 “Porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade.” (At 18.10)

 

VERDADE PRÁTICA

DEUS é Onipotente e não há nada que Ele não possa realizar segundo a sua vontade.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - At 18.1-4 A luz do Evangelho resplandece em ambientes desafiadores

Terça - 1 Co 2.3-5 A obra de DEUS avança pelo poder do ESPÍRITO

Quarta - At 18.5,6 DEUS sustenta a missão mesmo diante da rejeição e da oposição

Quinta - Fp 4.15,16 Na comunhão a igreja se fortalece e se mantém viva

Sexta - At 18.9,10  A presença do Senhor nos encoraja a pregar

Sábado - 2 Co 12.9 A graça de DEUS é o poder divino que se aperfeiçoa na fraqueza

 

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 18.1-11

1 - Depois disto, partiu Paulo de Atenas e chegou a Corinto. 2 - E, achando um certo judeu por nome Áquila, natural do Ponto, que havia pouco tinha vindo da Itália, e Priscila, sua mulher (pois Cláudio tinha mandado que todos os judeus saíssem de Roma), se ajuntou com eles, 3 - e, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas. 4 - E todos os sábados disputava na sinagoga e convencia a judeus e gregos. 5 - Quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, foi Paulo impulsionado pela palavra, testificando aos judeus que JESUS era o CRISTO. 6 - Mas, resistindo e blasfemando eles, sacudiu as vestes e disse-lhes: O vosso sangue seja sobre a vossa cabeça; eu estou limpo e, desde agora, parto para os gentios. 7 - E, saindo dali, entrou em casa de um homem chamado Tito Justo, que servia a DEUS e cuja casa estava junto da sinagoga. 8 - E Crispo, principal da sinagoga, creu no Senhor com toda a sua casa; também muitos dos coríntios, ouvindo-o, creram e foram batizados. 9 - E disse o Senhor, em visão, a Paulo: Não temas, mas fala e não te cales; 10 - porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade. 11 - E ficou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de DEUS.

 

HINOS SUGERIDOS:  79, 89, 205 da Harpa Cristã

 

PALAVRA-CHAVE - SUFICIÊNCIA

 

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SUBSÍDIOS EXTRAS

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COMENTÁRIO TEOLÓGICO AMPLIADO — A GRAÇA SUFICIENTE NA FUNDAÇÃO DA IGREJA EM CORINTO

 

INTRODUÇÃO

A narrativa de Atos 18 apresenta mais do que um registro histórico da chegada de Paulo a Corinto; ela revela a dinâmica espiritual da missão cristã quando o Evangelho confronta uma sociedade marcada por prosperidade material, idolatria, sincretismo religioso e profunda confusão moral. Corinto era uma cidade estratégica, influente e culturalmente complexa, mas espiritualmente necessitada. Nesse cenário, o apóstolo Paulo não aparece como um herói autossuficiente, e sim como um servo consciente de sua fraqueza, sustentado pela graça soberana de DEUS. A fundação da igreja coríntia demonstra que a obra do Reino não depende da força humana, da eloquência retórica ou das condições favoráveis do ambiente, mas da presença fiel do Senhor, da centralidade de CRISTO crucificado e da ação poderosa do ESPÍRITO SANTO.

Por isso, estudar Atos 18 é observar a graça divina operando em três dimensões: a graça que conduz o missionário ao campo, a graça que o fortalece em meio ao temor e a graça que preserva a igreja diante da oposição. A experiência de Paulo em Corinto também ilumina a vocação da igreja contemporânea: proclamar o Evangelho com fidelidade doutrinária, depender da suficiência divina e perseverar mesmo quando o contexto cultural parece resistente à verdade bíblica.

I – PAULO CHEGA A CORINTO: O EVANGELHO EM UMA CIDADE MORALMENTE FRAGMENTADA (Atos 18.1-6)

1. CORINTO: RIQUEZA MATERIAL E MISÉRIA ESPIRITUAL

Depois de sair de Atenas, Paulo chegou a Corinto, capital da província romana da Acaia desde 27 a.C. A cidade possuía posição geográfica privilegiada, intensa atividade comercial e grande diversidade cultural. Contudo, a abundância econômica não correspondia a saúde espiritual. Corinto era conhecida por sua licenciosidade, por seus cultos pagãos e por uma religiosidade pluralista incapaz de conduzir o ser humano ao conhecimento do DEUS verdadeiro. Assim, a cidade ilustra uma verdade recorrente nas Escrituras: uma sociedade pode ser rica em recursos, influência e cultura, mas pobre diante de DEUS quando vive distante da santidade, da verdade e da justiça.

Atos 18.1 diz: “Depois disto, partiu Paulo de Atenas e chegou a Corinto”. Essa simples transição geográfica carrega profundo significado missiológico. Paulo deixa o ambiente filosófico ateniense e entra em uma cidade comercial, sensualizada e espiritualmente contaminada por ídolos. Entretanto, o Evangelho não recua diante da complexidade urbana. A missão cristã se dirige justamente aos lugares onde a necessidade espiritual é mais evidente. Como escreveu Paulo: “Porque nada me propus saber entre vós, senão a JESUS CRISTO, e este crucificado” (1 Coríntios 2.2).

 

Resumo teológico do contexto de Corinto

Aspecto

Descrição

Lição espiritual

Economia

Cidade rica, comercial e estratégica.

A prosperidade material não substitui a reconciliação com DEUS.

Religião

Ambiente pluralista, marcado por cultos pagãos.

O Evangelho confronta a idolatria e revela o DEUS vivo.

Moralidade

Decadência ética e permissividade social.

A graça não apenas perdoa, mas também santifica.

Missão

Campo difícil, mas estrategicamente relevante.

DEUS envia seus servos a lugares desafiadores para manifestar sua glória.

 

Referências bíblicas por extenso: Atos 18.1 — “Depois disto, partiu Paulo de Atenas e chegou a Corinto”. 1 Coríntios 2.1-5 — “E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de DEUS, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a JESUS CRISTO, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do ESPÍRITO e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de DEUS”.

 

2. TEMOR HUMANO E DEPENDÊNCIA DA GRAÇA

Paulo chegou a Corinto trazendo consigo as marcas de perseguições recentes em Filipos, Tessalônica e Bereia. Sua condição emocional não deve ser romantizada. Ele mesmo afirma que esteve entre os coríntios “em fraqueza, e em temor, e em grande tremor” (1 Coríntios 2.3). Isso não diminui sua fé; pelo contrário, revela uma espiritualidade madura, consciente de que o ministério cristão é exercido por vasos de barro para que a excelência do poder seja de DEUS e não dos homens. O temor humano, quando submetido ao Senhor, torna-se ocasião para uma dependência mais profunda da graça.

Teologicamente, essa experiência evidencia a doutrina da suficiência da graça. A palavra grega charis significa graça, favor imerecido, benevolência divina concedida ao pecador e ao servo de DEUS sem mérito próprio. Em 2 Coríntios 12.9, o Senhor declara: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. A graça não elimina necessariamente a pressão externa, mas sustenta o crente no meio dela; não transforma o servo em alguém invulnerável, mas o mantém fiel apesar da vulnerabilidade.

 

Termos gregos centrais

Termo grego

Transliteração

Significado em português

Aplicação teológica

χάρις

charis

Graça, favor imerecido.

DEUS sustenta o servo não por mérito, mas por bondade soberana.

δύναμις

dynamis

Poder, força eficaz.

O poder divino se manifesta na fraqueza humana.

φόβος

phobos

Temor, medo, reverência.

O medo humano deve ser conduzido à confiança em DEUS.

κηρύσσω

kerysso

Proclamar, anunciar como arauto.

A pregação cristã é anúncio público da verdade de CRISTO.

 

Referências bíblicas por extenso: 2 Coríntios 4.7 — “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de DEUS, e não de nós”. 2 Coríntios 12.9 — “E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de CRISTO”. Filipenses 4.13 — “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.

 

3. O INÍCIO DO MINISTÉRIO, O TRABALHO MANUAL E A OPOSIÇÃO NA SINAGOGA

Paulo iniciou sua atuação em Corinto na sinagoga, como era seu costume missionário, demonstrando a continuidade entre a promessa veterotestamentária e seu cumprimento em CRISTO. Ele anunciava que JESUS é o Messias prometido, o Cordeiro de DEUS, o Servo sofredor e o Senhor ressuscitado. Nesse período, encontrou Priscila e Áquila, judeus expulsos de Roma pelo decreto de Cláudio, e trabalhou com eles na fabricação de tendas. Essa parceria mostra que a missão cristã envolve tanto proclamação quanto comunhão, tanto ensino quanto cooperação prática. Quando Silas e Timóteo chegaram da Macedônia, Paulo pôde dedicar-se mais intensamente à Palavra, mas a oposição judaica revelou que a fidelidade ao Evangelho frequentemente provoca resistência.

A expressão “testificando aos judeus que JESUS era o CRISTO” (Atos 18.5) indica uma pregação cristocêntrica e apologética. Paulo não apresentava uma religião genérica, mas demonstrava, à luz das Escrituras, que JESUS de Nazaré cumpria as promessas messiânicas. Essa dimensão apologética da missão permanece essencial: a igreja não deve apenas emocionar, mas instruir; não deve apenas reunir pessoas, mas formar discípulos enraizados na verdade.

Referências bíblicas por extenso: Atos 18.2-3 — “E, achando um certo judeu por nome Áquila, natural do Ponto, que havia pouco tinha vindo da Itália, e Priscila, sua mulher, pois Cláudio tinha mandado que todos os judeus saíssem de Roma, se ajuntou com eles; e, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas”. Atos 18.5 — “E, quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, foi Paulo impulsionado no espírito, testificando aos judeus que JESUS era o CRISTO”. Romanos 1.16 — “Porque não me envergonho do Evangelho de CRISTO, pois é o poder de DEUS para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego”.

 

II – A CONTINUIDADE DA MISSÃO E O ENCORAJAMENTO DIVINO (Atos 18.7-11)

1. A casa de Justo e o avanço do Evangelho

Quando a oposição impediu Paulo de continuar na sinagoga, a missão não foi interrompida. Tito Justo, homem temente a DEUS, abriu sua casa, que ficava junto à sinagoga, para que a Palavra continuasse sendo anunciada. A mudança de espaço revela a providência divina conduzindo a missão por caminhos inesperados. O fechamento de uma porta não significa o fim da obra; muitas vezes, é o meio pelo qual DEUS reposiciona seus servos e amplia o alcance do Evangelho.

O fato de Crispo, principal da sinagoga, crer no Senhor com toda a sua casa mostra que a Palavra possui eficácia espiritual. A conversão de uma liderança judaica em Corinto indicava que a oposição não podia impedir a ação da graça. Lucas registra que “muitos dos coríntios, ouvindo-o, creram e foram batizados” (Atos 18.8). Aqui aparecem elementos fundamentais da eclesiologia: pregação, fé, batismo, discipulado e formação de uma comunidade visível.

 

Resumo do avanço missionário

Evento

Significado

Princípio teológico

Saída da sinagoga

Ruptura com a oposição persistente.

A missão continua mesmo diante da rejeição.

Casa de Tito Justo

Novo espaço de proclamação.

A providência abre caminhos alternativos.

Conversão de Crispo

Impacto sobre uma liderança religiosa.

A graça alcança pessoas estratégicas.

Batismo dos coríntios

Resposta pública de fé.

A igreja nasce da Palavra recebida e confessada.

 

Referências bíblicas por extenso: Atos 18.7-8 — “E, saindo dali, entrou em casa de um homem chamado Tito Justo, que servia a DEUS, e cuja casa estava junto da sinagoga. E Crispo, principal da sinagoga, creu no Senhor com toda a sua casa; também muitos dos coríntios, ouvindo-o, creram e foram batizados”. Mateus 16.18 — “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

 

2. O medo do apóstolo e a palavra que fortalece

Mesmo vendo frutos espirituais, Paulo ainda precisava de encorajamento divino. O Senhor lhe apareceu em visão e disse: “Não temas, mas fala, e não te cales” (Atos 18.9). Essa ordem contém três elementos pastorais: a proibição do medo paralisante, a convocação à proclamação contínua e a rejeição do silêncio diante da verdade. A presença de DEUS não significa ausência de conflitos, mas garantia de companhia, proteção e propósito. O Senhor acrescenta: “Porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade” (Atos 18.10).

A frase “tenho muito povo nesta cidade” expressa a soberania de DEUS na salvação e o fundamento da perseverança missionária. Antes mesmo que muitos coríntios se manifestassem publicamente como crentes, o Senhor já conhecia aqueles que seriam alcançados por sua graça. Isso não elimina a evangelização; ao contrário, fortalece a evangelização, pois a eleição divina não é obstáculo à missão, mas sua garantia. Paulo deveria continuar pregando porque DEUS tinha propósitos redentores naquele lugar.

Referências bíblicas por extenso: Atos 18.9-10 — “E disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala, e não te cales; porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade”. Isaías 41.10 — “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu DEUS; eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”. João 10.16 — “Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor”.

 

3. Graça suficiente, perseverança e consolidação da igreja

Fortalecido pela promessa do Senhor, Paulo permaneceu em Corinto durante um ano e seis meses, ensinando a Palavra de DEUS. A permanência prolongada indica que a missão não se limita à evangelização inicial; ela inclui discipulado, formação doutrinária e consolidação comunitária. A igreja precisa nascer da proclamação, mas também crescer no ensino. O verbo ensinar aponta para a necessidade de catequese, instrução bíblica e maturidade espiritual.

A experiência de Paulo ensina que perseverança não é teimosia humana, mas fidelidade sustentada pela graça. O servo de DEUS permanece porque o Senhor o fortalece. A graça suficiente não apenas salva; ela também preserva, capacita e amadurece. Em Corinto, a igreja foi estabelecida em solo moralmente difícil, mas espiritualmente fértil para a manifestação do poder de DEUS.

 

Dimensões da graça em Atos 18

Dimensão

Descrição

Resultado

Graça que envia

DEUS conduz Paulo a Corinto.

A missão alcança um centro estratégico.

Graça que sustenta

DEUS fortalece Paulo em meio ao medo.

O apóstolo continua pregando.

Graça que salva

Muitos coríntios creem e são batizados.

A igreja é formada.

Graça que preserva

DEUS protege Paulo diante da oposição.

A obra prossegue.

 

Referências bíblicas por extenso: Atos 18.11 — “E ficou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a Palavra de DEUS”. Colossenses 1.28 — “A quem anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo homem perfeito em JESUS CRISTO”. 2 Timóteo 2.2 — “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros”.

 

III – PAULO DIANTE DE GÁLIO: A GRAÇA QUE SUSTENTA EM MEIO À OPOSIÇÃO (Atos 18.12-17)

1. A acusação dos judeus e a proteção providencial

A oposição judaica levou Paulo ao tribunal de Gálio, procônsul da Acaia, acusando-o de persuadir os homens a adorar a DEUS de modo contrário à lei. Antes que Paulo apresentasse defesa, Gálio recusou julgar a questão, entendendo tratar-se de disputa interna sobre palavras, nomes e lei religiosa. O episódio revela a providência divina atuando por meio de uma autoridade civil que, mesmo sem intenção espiritual explícita, acabou preservando o missionário e garantindo continuidade à obra.

A providência é a ação soberana de DEUS governando todas as coisas para cumprir seus propósitos santos. Em Corinto, DEUS não apenas falou a Paulo em visão; também confirmou sua promessa no cenário público do tribunal. A proteção divina não veio por meio de um milagre espetacular, mas por uma decisão administrativa. Isso ensina que o Senhor pode usar meios ordinários — leis, autoridades, circunstâncias e decisões humanas — para preservar sua obra.

Referências bíblicas por extenso: Atos 18.12-16 — “Mas, sendo Gálio procônsul da Acaia, levantaram-se concordemente os judeus contra Paulo e o levaram ao tribunal, dizendo: Este persuade os homens a servir a DEUS contra a lei. E, querendo Paulo abrir a boca, disse Gálio aos judeus: Se houvesse, ó judeus, algum agravo ou crime enorme, com razão vos sofreria; mas, se a questão é de palavras, e de nomes, e da lei que entre vós há, vede-o vós mesmos; porque eu não quero ser juiz dessas coisas. E expulsou-os do tribunal”. Romanos 13.1 — “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de DEUS; e as autoridades que há foram ordenadas por DEUS”.

 

2. O espancamento de Sóstenes e o alcance transformador da graça

Depois da decisão de Gálio, Sóstenes, principal da sinagoga, foi espancado diante do tribunal. O texto não explica todos os detalhes do episódio, mas evidencia a instabilidade das alianças humanas e a fragilidade da oposição religiosa quando se levanta contra os propósitos de DEUS. Posteriormente, Paulo menciona um Sóstenes como “irmão” em 1 Coríntios 1.1. Não é possível afirmar com absoluta certeza que se trata da mesma pessoa, mas, se for, temos um notável testemunho da graça que alcança até opositores e transforma inimigos em irmãos.

Essa possibilidade dialoga com a própria história de Paulo, que antes perseguia a igreja e foi alcançado por CRISTO no caminho de Damasco. A graça redentora não apenas melhora comportamentos; ela regenera, converte e reconcilia. O Evangelho cria uma nova identidade em CRISTO, na qual antigos adversários podem tornar-se cooperadores da verdade.

Referências bíblicas por extenso: Atos 18.17 — “Então todos os gregos agarraram Sóstenes, principal da sinagoga, e o feriram diante do tribunal; e a Gálio nada destas coisas o incomodava”. 1 Coríntios 1.1 — “Paulo, chamado pela vontade de DEUS para ser apóstolo de JESUS CRISTO, e o irmão Sóstenes”. 1 Timóteo 1.13-14 — “A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e injurioso; mas alcancei misericórdia, porque o fiz ignorantemente, na incredulidade. E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e amor que há em JESUS CRISTO”.

 

3. A suficiência da graça na experiência de Paulo

Em Corinto, Paulo experimentou a suficiência da graça em condições concretas: fraqueza emocional, oposição religiosa, pressão cultural, necessidade material, trabalho missionário intenso e conflitos públicos. A graça não foi uma ideia abstrata, mas uma realidade vivida. Ela o sustentou na chegada, o fortaleceu na pregação, o encorajou no medo, o guardou no tribunal e consolidou uma igreja em meio a um ambiente espiritualmente hostil.

A teologia paulina da fraqueza ensina que DEUS não depende da autoconfiança humana. Pelo contrário, muitas vezes Ele escolhe contextos improváveis e servos fragilizados para evidenciar que a glória pertence somente a Ele. Por isso, a igreja em Corinto tornou-se testemunho vivo de que onde abundou o pecado, superabundou a graça. A cidade marcada por idolatria e imoralidade tornou-se palco da misericórdia divina e da formação de uma comunidade chamada à santidade.

 

Aplicações doutrinárias da experiência de Paulo

Doutrina

Expressão em Atos 18

Aplicação para a igreja

Providência

DEUS conduz circunstâncias e autoridades.

A igreja confia no governo soberano do Senhor.

Graça

DEUS sustenta Paulo em sua fraqueza.

O ministério depende do favor divino, não da autossuficiência.

Missão

O Evangelho avança em uma cidade difícil.

Não há campo impossível para a Palavra de DEUS.

Eclesiologia

Uma igreja é formada por fé, batismo e ensino.

A comunidade cristã deve ser evangelística e discipuladora.

 

Referências bíblicas por extenso: Romanos 5.20 — “Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça”. 1 Coríntios 1.27-29 — “Mas DEUS escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e DEUS escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e DEUS escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante Ele”. 2 Coríntios 12.9 — “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”.

 

IV – SÍNTESE TEOLÓGICA E APLICAÇÕES PRÁTICAS

A fundação da igreja em Corinto ensina que a graça de DEUS é suficiente para a missão, para a fraqueza, para a oposição e para a perseverança. Paulo não venceu porque possuía vantagens humanas, mas porque o Senhor estava com ele. A promessa “eu sou contigo” é o eixo espiritual de toda a narrativa. Ela recorda a presença de DEUS com Moisés, Josué, os profetas e, finalmente, com a igreja enviada por CRISTO ao mundo.

Para a igreja atual, Corinto representa os grandes centros urbanos, as culturas moralmente confusas, os ambientes de oposição religiosa e os corações sedentos de redenção. A resposta da igreja não deve ser o silêncio, o medo ou a adaptação doutrinária, mas a proclamação fiel de CRISTO, com dependência do ESPÍRITO, amor pastoral e firmeza bíblica. A graça que sustentou Paulo continua sustentando todos os que servem ao Senhor com fidelidade.

 

Aplicações para hoje

Realidade enfrentada

Resposta bíblica

Texto de apoio

Medo diante da missão

Confiar na presença do Senhor.

Atos 18.9-10; Isaías 41.10

Ambientes moralmente difíceis

Proclamar CRISTO com santidade e amor.

1 Coríntios 2.2; Romanos 1.16

Oposição à verdade

Perseverar sem abandonar a fidelidade.

2 Timóteo 4.2; Atos 18.11

Fraqueza pessoal

Depender da graça suficiente.

2 Coríntios 12.9; 2 Coríntios 4.7

 

 

CONCLUSÃO

A experiência de Paulo em Corinto demonstra que a missão cristã floresce não porque o campo seja fácil, mas porque a graça de DEUS é poderosa. O apóstolo chegou a uma cidade marcada por riqueza, idolatria e imoralidade, mas ali encontrou portas abertas pela providência divina, cooperadores fiéis, conversões significativas e proteção sobrenatural. Sua fraqueza não impediu o avanço do Evangelho; antes, tornou-se o cenário no qual o poder de CRISTO se manifestou com maior clareza. Assim, Atos 18 nos ensina que a igreja deve anunciar a Palavra mesmo em tempos de resistência, crendo que o Senhor tem seu povo e que sua promessa permanece: “Eu sou contigo”.

Que a igreja de hoje aprenda com Paulo a unir coragem e humildade, zelo doutrinário e sensibilidade pastoral, perseverança e dependência da graça. Em cada cidade, família, comunidade e geração, o Evangelho continua sendo o poder de DEUS para salvação. A suficiência da graça não é apenas uma doutrina a ser explicada, mas uma realidade a ser vivida. Quando DEUS chama, Ele sustenta; quando envia, Ele acompanha; quando há oposição, Ele preserva; quando há fraqueza, Ele aperfeiçoa seu poder. Por isso, podemos servir com confiança, sabendo que a graça do Senhor JESUS CRISTO permanece suficiente para manter sua obra frutífera até o fim.

 

 

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NA ÍNTEGRA COMO NA REVISTA

 

ESCRITA LIÇÃO 6, CPAD, A SUFICIÊNCIA DA GRAÇA NA CIDADE DE CORINTO, 3TR26, COM. EXTRAS PR. HENRIQUE, EBD NA TV

Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 

ESBOÇO DA LIÇÃO

I – PAULO CHEGA A CORINTO (At 18.1-6)

1. Corinto: riqueza material e miséria espiritual   

2. Temor humano e dependência da graça   

3. O início do ministério e a oposição na sinagoga   

II – A CONTINUIDADE DA MISSÃO E O ENCORAJAMENTO DIVINO (At 18.7-11)

1. A casa de Justo e o avanço do Evangelho   

2. O medo do apóstolo e a palavra que fortalece   

3. Graça suficiente, perseverança e transição   

III – PAULO DIANTE DE GÁLIO: A GRAÇA QUE SUSTENTA EM MEIO À OPOSIÇÃO (At 18.12-17)

1. A acusação dos judeus e a proteção divina   

2. O espancamento de Sóstenes e o alcance da graça  

3. A suficiência da graça na experiência de Paulo   

 

TEXTO ÁUREO

 “Porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade.” (At 18.10)

 

VERDADE PRÁTICA

DEUS é Onipotente e não há nada que Ele não possa realizar segundo a sua vontade.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - At 18.1-4 A luz do Evangelho resplandece em ambientes desafiadores

Terça - 1 Co 2.3-5 A obra de DEUS avança pelo poder do ESPÍRITO

Quarta - At 18.5,6 DEUS sustenta a missão mesmo diante da rejeição e da oposição

Quinta - Fp 4.15,16 Na comunhão a igreja se fortalece e se mantém viva

Sexta - At 18.9,10  A presença do Senhor nos encoraja a pregar

Sábado - 2 Co 12.9 A graça de DEUS é o poder divino que se aperfeiçoa na fraqueza

 

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 18.1-11

1 - Depois disto, partiu Paulo de Atenas e chegou a Corinto.

2 - E, achando um certo judeu por nome Áquila, natural do Ponto, que havia pouco tinha vindo da Itália, e Priscila, sua mulher (pois Cláudio tinha mandado que todos os judeus saíssem de Roma), se ajuntou com eles,

3 - e, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas.

4 - E todos os sábados disputava na sinagoga e convencia a judeus e gregos.

5 - Quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, foi Paulo impulsionado pela palavra, testificando aos judeus que JESUS era o CRISTO.

6 - Mas, resistindo e blasfemando eles, sacudiu as vestes e disse-lhes: O vosso sangue seja sobre a vossa cabeça; eu estou limpo e, desde agora, parto para os gentios.

7 - E, saindo dali, entrou em casa de um homem chamado Tito Justo, que servia a DEUS e cuja casa estava junto da sinagoga.

8 - E Crispo, principal da sinagoga, creu no Senhor com toda a sua casa; também muitos dos coríntios, ouvindo-o, creram e foram batizados.

9 - E disse o Senhor, em visão, a Paulo: Não temas, mas fala e não te cales;

10 - porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade.

11 - E ficou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de DEUS.

 

HINOS SUGERIDOS:  79, 89, 205 da Harpa Cristã

 

PALAVRA-CHAVE - SUFICIÊNCIA

 

PLANO DE AULA

1. INTRODUÇÃO

O estudo desta lição nos convida a uma leitura madura e reflexiva da experiência de Paulo em Corinto, integrando fé, contexto e vida. Considerando que a aprendizagem ocorre na interação entre experiências pessoais e a ação formadora da Palavra, este plano valoriza o diálogo e a aplicação consciente da Palavra. Ao reconhecer desafios, medos e decisões do apóstolo, o aluno é levado a reinterpretar sua própria caminhada à luz da suficiência da graça de DEUS, fortalecendo a fé e o compromisso cristão.

2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

A) Objetivos da Lição: I) Conduzir o aluno a compreender Corinto e os desafios do Evangelho; II) Verificar com o aluno a missão de Paulo e a suficiência da graça; III) Conscientizar sobre a graça de DEUS diante dos desafios da vida cristã.

B) Motivação: Estudar a experiência de Paulo em Corinto permite compreender que a missão cristã não se sustenta na força humana, mas na graça de DEUS. Esse tema fortalece a fé, orienta a prática cristã e ajuda o aluno a interpretar desafios pessoais e ministeriais à luz da fidelidade divina.

C) Sugestão de Método: Para introduzir o primeiro tópico, o professor pode iniciar a aula apresentando um panorama histórico, social e religioso da cidade de Corinto, situando o aluno no contexto em que Paulo desenvolveu seu ministério. Por meio de uma breve exposição dialogada, destaque o contraste entre riqueza material e decadência moral, estimulando o aluno a perceber como o ambiente influencia a nossa jornada de fé. Em seguida, apresente a estratégia inicial de Paulo ao pregar na sinagoga, convidando a classe a refletir sobre desafios, resistências e a necessidade de depender da graça divina em contextos adversos. Use a Bíblia de Estudo Pentecostal: Edição Global, editada pela CPAD, para enriquecer seu plano de aula.

3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO 

A) Aplicação: A vida cristã é sustentada pela graça de DEUS em meio às pressões e fragilidades. Assim como Paulo, o crente aprende a confiar na presença do Senhor, perseverar diante das dificuldades e servir com fidelidade, mesmo em contextos moral e espiritualmente desafiadores.

4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR

A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 106, p.39, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "Corinto", localizado depois do primeiro tópico, remonta o contexto religioso e moral da cidade de Corinto; 2) O texto "Porque Eu Sou Contigo", localizado ao final do segundo tópico, aprofunda o aspecto encorajador do Evangelho ao ministério do apóstolo Paulo.

 

COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO

A fundação da igreja em Corinto, narrada em Atos 18, revela um momento decisivo da missão cristã, no qual a graça de DEUS se mostra plenamente suficiente em meio a adversidades intensas. Em uma cidade marcada pela imoralidade e pelo pluralismo religioso, o apóstolo Paulo experimenta o sustento divino para perseverar e anunciar o Evangelho com fidelidade. Este episódio ensina que, mesmo em contextos desafiadores, a graça do Senhor capacita seus servos a permanecer firmes e frutíferos.

 

I – PAULO CHEGA A CORINTO (At 18.1-6)

1. Corinto: riqueza material e miséria espiritual   

Após deixar Atenas, Paulo chega a Corinto, capital da província romana da Acaia desde 27 a.C. A cidade havia superado Atenas em importância política e comercial, tornando-se um dos maiores centros econômicos do mundo romano. Cosmopolita e estrategicamente localizada, Corinto reunia povos de diversas culturas, mas também se destacava por sua profunda decadência moral. Templos pagãos, especialmente o de Afrodite, marcavam a vida religiosa da cidade, associando culto e prostituição ritual. Historiadores antigos relatam a presença de centenas de prostitutas religiosas ligadas a esse culto. Diante desse cenário espiritualmente caótico, Paulo chega consciente da complexidade da missão que o aguardava, anunciando o Evangelho em “fraqueza, e em temor e em grande tremor” (1 Co 2.1-5).

 

2. Temor humano e dependência da graça   

O apóstolo traz consigo as marcas das perseguições sofridas em Filipos, Tessalônica e Bereia (At 16.22-24; 17.5-10,13), além da constante preocupação pastoral com as igrejas já fundadas (2 Co 11.28). A grandiosidade econômica de Corinto contrastava com sua profunda degradação espiritual, intensificando o peso emocional da missão. O próprio Paulo reconhece que esteve entre eles “em fraqueza, e em temor e em grande tremor” (1 Co 2.3). Ainda assim, ele não recua. Sua experiência revela que o temor humano não anula a chamada divina, mas conduz o servo a uma dependência mais profunda da graça de DEUS, que se aperfeiçoa na fraqueza (2 Co 12.9).

 

"Apesar dos frutos visíveis, Paulo enfrenta forte oposição e passa a temer por sua permanência em Corinto.”

 

3. O início do ministério e a oposição na sinagoga   

Como era seu costume, Paulo inicia sua obra na sinagoga, anunciando que JESUS é o CRISTO prometido. Nesse período, encontra Priscila e Áquila, judeus expulsos de Roma pelo decreto do imperador Cláudio. Trabalhando com eles como fabricante de tendas, Paulo une sustento próprio e missão, estabelecendo uma parceria que seria decisiva para a igreja em Corinto (At 18.2,3). Com a chegada de Silas e Timóteo, trazendo notícias animadoras e apoio das igrejas da Macedônia, Paulo passa a dedicar-se integralmente à Palavra (At 18.5). Contudo, a crescente oposição judaica o impede de continuar na sinagoga, preparando o caminho para uma nova etapa da missão, agora fora daquele ambiente religioso.

 

AMPLIANDO O CONHECIMENTO

O PAPEL DE CORINTO

“Corinto desempenhou um papel significativo no ministério de Paulo, pois este a visitou em diversas ocasiões (1 Co 12.14; 13.1), escreveu 1 e 2 Coríntios para a sua igreja e foi onde, ao que tudo indica, escreveu Romanos e 1 e 2 Tessalonicenses. Outros líderes da Igreja Primitiva também ministraram em Corinto, como Apolo por exemplo (At 19.1)”. Amplie mais o seu conhecimento lendo o Dicionário Bíblico Baker, editado pela CPAD, pp.126-27.

 

SINÓPSE I - Paulo anuncia o Evangelho em Corinto, enfrentando oposição e dependendo da graça.

 

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

“CORINTO.

 [...] Corinto ostentava a acrópole mais impressionante da Grécia — a sua Acrocorinto elevava-se a duzentos e quarenta metros acima da cidade. A Acrocorinto servia de fortaleza e abrigava templos, sendo o mais famoso o templo de Afrodite, que, na cidade velha (destruída pelos romanos em 146 a.C.), ostentava mil escravos e prostitutas do templo. A sua presença contribuiu para a reputação de Corinto como cidade excessivamente imoral. Um verbo grego foi cunhado: korinthiazomai (lit., “corintiar”), que significava “praticar imoralidade sexual”.

Na época da chegada de Paulo, Corinto era um dos centros comerciais mais importantes de todo o Império Romano e a maior cidade da Grécia, com uma população livre de cerca de 300.000 habitantes e mais 460.000 escravos. Corinto tinha uma população judaica significativa, sobretudo depois de 49 d.C., quando os judeus foram expulsos de Roma (At 18.2). Durante o ano e meio de ministério de Paulo, ele discutia regularmente na sinagoga (18.4)” (Dicionário Bíblico Baker. Rio de Janeiro: CPAD, 2023, p.127).

 

II – A CONTINUIDADE DA MISSÃO E O ENCORAJAMENTO DIVINO (At 18.7-11)

1. A casa de Justo e o avanço do Evangelho   

Expulso da sinagoga, Paulo não abandona a cidade. Um gentio temente a DEUS, Tito Justo, oferece sua casa — localizada ao lado da sinagoga — como novo espaço para a pregação. Essa mudança estratégica amplia o alcance do Evangelho e confere visibilidade positiva à nova comunidade cristã. O resultado é expressivo: muitos coríntios creem, entre eles Crispo, principal da sinagoga, que aceita a fé juntamente com toda a sua casa (At 18.7,8). O Evangelho demonstra, mais uma vez, que, quando portas se fecham, DEUS abre novos caminhos para a expansão do Reino.

 

"DEUS reafirma sua presença, promete proteção e revela que há ‘muito povo’ naquela cidade.”

 

2. O medo do apóstolo e a palavra que fortalece   

Apesar dos frutos visíveis, Paulo enfrenta forte oposição e passa a temer por sua permanência em Corinto (1 Co 2.3). O peso espiritual da cidade, aliado à hostilidade crescente, fragiliza emocionalmente o apóstolo. Nesse contexto, o Senhor lhe aparece em visão e o exorta: “Não temas, mas fala e não te cales” (At 18.9). DEUS reafirma sua presença, promete proteção e revela que há “muito povo” naquela cidade. Essa palavra divina não apenas consola, mas reposiciona Paulo na missão, lembrando-o de que o sucesso da obra não depende da força humana, mas da fidelidade à chamada.

 

3. Graça suficiente, perseverança e transição   

Fortalecido pela promessa do Senhor, Paulo permanece em Corinto por um ano e seis meses, ensinando a Palavra de DEUS e consolidando a igreja (At 18.11). A experiência do apóstolo ensina que sentir medo não é sinal de fracasso espiritual, mas de oportunidade para experimentar a suficiência da graça divina. Quando o servo confia na presença de DEUS, o temor é vencido e a missão prossegue. Contudo, a fidelidade de Paulo não o livraria de novos conflitos. A consolidação da igreja em Corinto logo despertaria reações mais intensas, culminando no julgamento do apóstolo diante do procônsul Gálio, episódio que revelará a soberania de DEUS até mesmo nos tribunais humanos (At 18.12-17).

 

SINÓPSE II - DEUS encoraja Paulo, fortalece a missão e sustenta a igreja em Corinto.

 

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO

“PORQUE EU SOU CONTIGO.

Para Paulo, estas palavras não se referem à presença geral de CRISTO em todos os lugares (cf. 17.26-28; Sl 139; Jr 23.23-24; Am 9.2-4). Antes, elas se referem à sua proximidade especial com aqueles que são fiéis a Ele. A proximidade de CRISTO significa que Ele está pessoalmente aqui para comunicar os seus desejos e propósitos e para cooperar conosco ao realizar estes propósitos. A presença especial de DEUS também dá ao seu povo um senso maior do seu amor e os ajuda a experimentar um relacionamento mais profundo com Ele. O fato de que DEUS está conosco significa que Ele está presente em todas as situações de nossas vidas para nos abençoar, ajudar, proteger e guiar. (1) Podemos aprender mais sobre o que significa ‘CRISTO conosco’ considerando as passagens do Antigo Testamento onde DEUS disse que estava com o seu povo fiel. Quando Moisés estava com medo de voltar para o Egito, DEUS disse: ‘Eu serei contigo’ (Êx 3.12). Quando Josué se tornou o líder de Israel após a morte de Moisés, DEUS prometeu: “Serei contigo; não te deixarei nem te desampararei” (Jo 1.5). E DEUS encorajou Israel com estas palavras: ‘Quando passares pelas águas, estarei contigo [...] Não temas, pois, porque estou contigo’ (Is 43.2,5)” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1981).

 

III – PAULO DIANTE DE GÁLIO: A GRAÇA QUE SUSTENTA EM MEIO À OPOSIÇÃO (At 18.12-17)

1. A acusação dos judeus e a proteção divina   

A oposição judaica em Corinto não cessou, e Paulo foi levado diante de Gálio, procônsul da Acaia, sob a acusação de ensinar “contrariamente à lei” (vv.12,13). Antes mesmo que Paulo se defendesse, Gálio rejeitou a denúncia, declarando não ser de sua competência julgar disputas religiosas internas (vv.14,15). Ao expulsar os acusadores do tribunal, o governador confirmou, sem o saber, a promessa do Senhor de que ninguém faria mal ao apóstolo (At 18.9,10). Assim, DEUS usou a autoridade civil para preservar a obra missionária.

 

2. O espancamento de Sóstenes e o alcance da graça   

Após a decisão de Gálio, Sóstenes, principal da sinagoga, foi espancado diante do tribunal, sem que o procônsul interviesse (v.17). Embora o texto não detalhe as motivações, o episódio revela a instabilidade da oposição humana. Posteriormente, um Sóstenes é citado como irmão em CRISTO (1 Co 1.1), o que sugere uma possível conversão. Se confirmada, essa transformação reforça o poder do Evangelho, capaz de alcançar até mesmo seus opositores.

 

3. A suficiência da graça na experiência de Paulo   

Em Corinto, Paulo viveu intensamente a suficiência da graça de DEUS. Em meio a fragilidades, pressões e oposição, aprendeu que o poder divino se aperfeiçoa na fraqueza (2 Co 12.9). A cidade marcada pela decadência tornou-se um campo fértil para a manifestação da graça. Sustentado pelo Senhor, Paulo permaneceu ali dezoito meses, e uma igreja foi estabelecida (At 18.11). Assim, aprendemos que não é a ausência de lutas, mas a presença da graça, que nos mantém firmes. Como Paulo, somos chamados a confiar que a graça de DEUS é suficiente para nos sustentar em qualquer circunstância.

 

SINÓPSE III - A graça de DEUS protege Paulo e triunfa sobre a oposição em Corinto.

 

CONCLUSÃO

A experiência de Paulo em Corinto ensina que a missão cristã exige coragem sustentada pela graça e discernimento para anunciar a verdade eterna em contextos marcados por profundas mudanças. A igreja ali não nasceu em terreno favorável, mas foi estabelecida e fortalecida pela suficiência da graça de DEUS. O avanço do Evangelho não depende de recursos humanos, mas da presença fiel do Senhor que assegura: “Eu sou contigo”.

Que aprendamos hoje com Corinto a confiar plenamente na graça divina, proclamando o Evangelho com fidelidade doutrinária, sensibilidade pastoral e amor genuíno, certos de que a graça de DEUS continua sendo suficiente para sustentar e fazer frutificar a obra em qualquer tempo e lugar.

 

 

REVISANDO O CONTEÚDO

1. Quais características de Corinto representavam um grande desafio para a missão de Paulo, tanto do ponto de vista moral quanto espiritual?

Cosmopolita e estrategicamente localizada, Corinto reunia povos de diversas culturas, mas também se destacava por sua profunda decadência moral. Templos pagãos, especialmente o de Afrodite, marcavam a vida religiosa da cidade, associando culto e prostituição ritual.

2. De que maneira o contexto cultural e religioso de Corinto intensificavam o peso emocional da missão?

A grandiosidade econômica de Corinto contrastava com sua profunda degradação espiritual, intensificando o peso emocional da missão. O próprio Paulo reconhece que esteve entre eles “em fraqueza, temor e grande tremor” (1 Co 2.3).

3. Como a parceria entre Paulo, Priscila e Áquila foi decisiva para a igreja em Corinto?

Trabalhando com eles como fabricante de tendas, Paulo une sustento próprio e missão, estabelecendo uma parceria que seria decisiva para a igreja em Corinto (At 18.2,3).

4. Após Paulo ser expulso da sinagoga e dar continuidade ao trabalho missionário na casa de Tito Justo, quais foram os resultados dessa mudança estratégica?

Essa mudança amplia o alcance do Evangelho. O resultado foi expressivo: muitos coríntios creem, entre eles Crispo, principal da sinagoga,

que aceita a fé juntamente com toda a sua casa (At 18.7,8).

5. Como o julgamento de Paulo diante de Gaio evidenciou a soberania de DEUS no cumprimento da promessa divina feita ao apóstolo em Corinto?

Ao expulsar os acusadores do tribunal, o governador confirmou, sem o saber, a promessa do Senhor de que ninguém faria mal ao apóstolo (At 18.9,10), e DEUS usou a autoridade civil para preservar a obra missionária.

 

Fonte: revista CPAD

 

Questionário sobre a Fundação da Igreja em Corinto — Atos 18

 

Parte 1 — Questionário com 20 perguntas e respostas (professores)

1. Pergunta: Em qual capítulo de Atos é narrada a fundação da igreja em Corinto?
Resposta: A fundação da igreja em Corinto é narrada em Atos 18.

2. Pergunta: Qual tema central aparece na experiência de Paulo em Corinto?
Resposta: O tema central é a suficiência da graça de DEUS em meio às adversidades.

3. Pergunta: De qual cidade Paulo partiu antes de chegar a Corinto?
Resposta: Paulo partiu de Atenas antes de chegar a Corinto.

4. Pergunta: Qual era a condição espiritual de Corinto, apesar de sua riqueza material?
Resposta: Corinto era marcada por decadência moral, idolatria e pluralismo religioso.

5. Pergunta: Qual templo pagão é mencionado como símbolo da religiosidade coríntia?
Resposta: O templo de Afrodite é mencionado como símbolo da religiosidade pagã da cidade.

6. Pergunta: Como Paulo descreveu sua chegada e atuação entre os coríntios?
Resposta: Paulo disse que esteve entre eles em fraqueza, temor e grande tremor.

7. Pergunta: Quais perseguições anteriores marcaram a experiência de Paulo?
Resposta: Paulo havia enfrentado perseguições em Filipos, Tessalônica e Bereia.

8. Pergunta: O temor humano anulou a chamada divina de Paulo?
Resposta: Não. O temor humano levou Paulo a depender mais profundamente da graça de DEUS.

9. Pergunta: Onde Paulo iniciou sua obra missionária em Corinto?
Resposta: Paulo iniciou sua obra na sinagoga.

10. Pergunta: Quem foram Priscila e Áquila?
Resposta: Foram judeus expulsos de Roma pelo decreto de Cláudio e cooperadores de Paulo na missão.

11. Pergunta: Qual era o ofício de Paulo, Priscila e Áquila?
Resposta: Eles trabalhavam como fabricantes de tendas.

12. Pergunta: O que aconteceu quando Silas e Timóteo chegaram da Macedônia?
Resposta: Paulo passou a dedicar-se integralmente à Palavra.

13. Pergunta: Quem abriu sua casa para a pregação após a saída de Paulo da sinagoga?
Resposta: Tito Justo abriu sua casa para a pregação.

14. Pergunta: Quem era Crispo?
Resposta: Crispo era o principal da sinagoga e creu no Senhor com toda a sua casa.

15. Pergunta: Qual ordem o Senhor deu a Paulo em visão?
Resposta: O Senhor disse: “Não temas, mas fala e não te cales”.

16. Pergunta: Que promessa DEUS fez a Paulo em Corinto?
Resposta: DEUS prometeu estar com Paulo, protegê-lo e revelou que tinha muito povo naquela cidade.

17. Pergunta: Quanto tempo Paulo permaneceu ensinando em Corinto?
Resposta: Paulo permaneceu em Corinto por um ano e seis meses.

18. Pergunta: Quem era Gálio?
Resposta: Gálio era o procônsul da Acaia diante de quem Paulo foi levado.

19. Pergunta: O que Gálio fez diante da acusação contra Paulo?
Resposta: Gálio rejeitou a denúncia e recusou julgar disputas religiosas internas.

20. Pergunta: Qual lição principal a experiência de Paulo em Corinto ensina?
Resposta: Ensina que a graça de DEUS é suficiente para sustentar seus servos em qualquer circunstância.

Parte 2 — O mesmo questionário com 20 perguntas sem respostas (Alunos)

1. Em qual capítulo de Atos é narrada a fundação da igreja em Corinto?

2. Qual tema central aparece na experiência de Paulo em Corinto?

3. De qual cidade Paulo partiu antes de chegar a Corinto?

4. Qual era a condição espiritual de Corinto, apesar de sua riqueza material?

5. Qual templo pagão é mencionado como símbolo da religiosidade coríntia?

6. Como Paulo descreveu sua chegada e atuação entre os coríntios?

7. Quais perseguições anteriores marcaram a experiência de Paulo?

8. O temor humano anulou a chamada divina de Paulo?

9. Onde Paulo iniciou sua obra missionária em Corinto?

10. Quem foram Priscila e Áquila?

11. Qual era o ofício de Paulo, Priscila e Áquila?

12. O que aconteceu quando Silas e Timóteo chegaram da Macedônia?

13. Quem abriu sua casa para a pregação após a saída de Paulo da sinagoga?

14. Quem era Crispo?

15. Qual ordem o Senhor deu a Paulo em visão?

16. Que promessa DEUS fez a Paulo em Corinto?

17. Quanto tempo Paulo permaneceu ensinando em Corinto?

18. Quem era Gálio?

19. O que Gálio fez diante da acusação contra Paulo?

20. Qual lição principal a experiência de Paulo em Corinto ensina?

Parte 3 — Somente as respostas (professores)

1. A fundação da igreja em Corinto é narrada em Atos 18.

2. O tema central é a suficiência da graça de DEUS em meio às adversidades.

3. Paulo partiu de Atenas antes de chegar a Corinto.

4. Corinto era marcada por decadência moral, idolatria e pluralismo religioso.

5. O templo de Afrodite é mencionado como símbolo da religiosidade pagã da cidade.

6. Paulo disse que esteve entre eles em fraqueza, temor e grande tremor.

7. Paulo havia enfrentado perseguições em Filipos, Tessalônica e Bereia.

8. Não. O temor humano levou Paulo a depender mais profundamente da graça de DEUS.

9. Paulo iniciou sua obra na sinagoga.

10. Foram judeus expulsos de Roma pelo decreto de Cláudio e cooperadores de Paulo na missão.

11. Eles trabalhavam como fabricantes de tendas.

12. Paulo passou a dedicar-se integralmente à Palavra.

13. Tito Justo abriu sua casa para a pregação.

14. Crispo era o principal da sinagoga e creu no Senhor com toda a sua casa.

15. O Senhor disse: “Não temas, mas fala e não te cales”.

16. DEUS prometeu estar com Paulo, protegê-lo e revelou que tinha muito povo naquela cidade.

17. Paulo permaneceu em Corinto por um ano e seis meses.

18. Gálio era o procônsul da Acaia diante de quem Paulo foi levado.

19. Gálio rejeitou a denúncia e recusou julgar disputas religiosas internas.

20. Ensina que a graça de DEUS é suficiente para sustentar seus servos em qualquer circunstância.

Parte 4 — Questionário com respostas múltiplas, marcando as corretas (professores)

1. Em qual capítulo de Atos é narrada a fundação da igreja em Corinto?
A) Atos 16
B) Atos 17
C) Atos 18
D) Atos 19

2. Qual tema central aparece na experiência de Paulo em Corinto?
A) A superioridade política de Corinto
B) A suficiência da graça de DEUS
C) A riqueza econômica da Acaia
D) A filosofia ateniense

3. De qual cidade Paulo partiu antes de chegar a Corinto?
A) Roma
B) Atenas
C) Éfeso
D) Jerusalém

4. Como era Corinto espiritualmente?
A) Plenamente fiel ao DEUS de Israel
B) Livre de idolatria
C) Marcada por decadência moral e pluralismo religioso
D) Isolada de outras culturas

5. Qual templo pagão é destacado no texto?
A) Templo de Zeus
B) Templo de Apolo
C) Templo de Afrodite
D) Templo de Artemis

6. Como Paulo descreveu sua condição entre os coríntios?
A) Em riqueza e honra
B) Em triunfo político
C) Em fraqueza, temor e grande tremor
D) Em descanso e segurança

7. Em quais cidades Paulo havia sofrido perseguições?
A) Roma, Éfeso e Jerusalém
B) Filipos, Tessalônica e Bereia
C) Antioquia, Damasco e Tarso
D) Corinto, Atenas e Cesareia

8. O que o temor humano produziu em Paulo?
A) Abandono da missão
B) Negação da fé
C) Dependência mais profunda da graça de DEUS
D) Silêncio definitivo

9. Onde Paulo começou sua obra em Corinto?
A) No palácio romano
B) Na sinagoga
C) No templo de Afrodite
D) No tribunal

10. Quem foram Priscila e Áquila?
A) Autoridades romanas
B) Filósofos de Atenas
C) Judeus expulsos de Roma e cooperadores de Paulo
D) Sacerdotes pagãos

11. Qual era o ofício de Paulo, Priscila e Áquila?
A) Pescadores
B) Escribas
C) Fabricantes de tendas
D) Comerciantes de púrpura

12. O que Paulo fez após a chegada de Silas e Timóteo?
A) Voltou imediatamente a Atenas
B) Dedicou-se integralmente à Palavra
C) Abandonou a cidade
D) Foi para Roma

13. Quem ofereceu sua casa para a pregação?
A) Gálio
B) Tito Justo
C) Sóstenes
D) Cláudio

14. Quem era Crispo?
A) Procônsul da Acaia
B) Principal da sinagoga
C) Imperador romano
D) Fabricante de tendas

15. Qual foi a ordem do Senhor a Paulo?
A) Sai imediatamente da cidade
B) Cala-te diante da oposição
C) Não temas, mas fala e não te cales
D) Volta para Jerusalém

16. Que promessa DEUS fez a Paulo?
A) Que não haveria oposição nenhuma
B) Que estaria com ele, o protegeria e tinha muito povo naquela cidade
C) Que ele seria governador da Acaia
D) Que Corinto se tornaria capital de Israel

17. Quanto tempo Paulo permaneceu em Corinto?
A) Três meses
B) Seis meses
C) Um ano e seis meses
D) Três anos

18. Quem era Gálio?
A) Principal da sinagoga
B) Imperador de Roma
C) Procônsul da Acaia
D) Discípulo de Paulo

19. Como Gálio reagiu à acusação contra Paulo?
A) Condenou Paulo à prisão
B) Rejeitou a denúncia e recusou julgar disputas religiosas internas
C) Mandou Paulo para Roma
D) Proibiu a pregação cristã

20. Qual é a principal lição da experiência de Paulo em Corinto?
A) A missão depende apenas de recursos humanos
B) A ausência de lutas prova a bênção divina
C) A graça de DEUS é suficiente para sustentar seus servos
D) A oposição sempre impede o Evangelho

Parte 5 — Questionário com respostas múltiplas, sem marcar as corretas (Alunos)

1. Em qual capítulo de Atos é narrada a fundação da igreja em Corinto?
A) Atos 16
B) Atos 17
C) Atos 18
D) Atos 19

2. Qual tema central aparece na experiência de Paulo em Corinto?
A) A superioridade política de Corinto
B) A suficiência da graça de DEUS
C) A riqueza econômica da Acaia
D) A filosofia ateniense

3. De qual cidade Paulo partiu antes de chegar a Corinto?
A) Roma
B) Atenas
C) Éfeso
D) Jerusalém

4. Como era Corinto espiritualmente?
A) Plenamente fiel ao DEUS de Israel
B) Livre de idolatria
C) Marcada por decadência moral e pluralismo religioso
D) Isolada de outras culturas

5. Qual templo pagão é destacado no texto?
A) Templo de Zeus
B) Templo de Apolo
C) Templo de Afrodite
D) Templo de Artemis

6. Como Paulo descreveu sua condição entre os coríntios?
A) Em riqueza e honra
B) Em triunfo político
C) Em fraqueza, temor e grande tremor
D) Em descanso e segurança

7. Em quais cidades Paulo havia sofrido perseguições?
A) Roma, Éfeso e Jerusalém
B) Filipos, Tessalônica e Bereia
C) Antioquia, Damasco e Tarso
D) Corinto, Atenas e Cesareia

8. O que o temor humano produziu em Paulo?
A) Abandono da missão
B) Negação da fé
C) Dependência mais profunda da graça de DEUS
D) Silêncio definitivo

9. Onde Paulo começou sua obra em Corinto?
A) No palácio romano
B) Na sinagoga
C) No templo de Afrodite
D) No tribunal

10. Quem foram Priscila e Áquila?
A) Autoridades romanas
B) Filósofos de Atenas
C) Judeus expulsos de Roma e cooperadores de Paulo
D) Sacerdotes pagãos

11. Qual era o ofício de Paulo, Priscila e Áquila?
A) Pescadores
B) Escribas
C) Fabricantes de tendas
D) Comerciantes de púrpura

12. O que Paulo fez após a chegada de Silas e Timóteo?
A) Voltou imediatamente a Atenas
B) Dedicou-se integralmente à Palavra
C) Abandonou a cidade
D) Foi para Roma

13. Quem ofereceu sua casa para a pregação?
A) Gálio
B) Tito Justo
C) Sóstenes
D) Cláudio

14. Quem era Crispo?
A) Procônsul da Acaia
B) Principal da sinagoga
C) Imperador romano
D) Fabricante de tendas

15. Qual foi a ordem do Senhor a Paulo?
A) Sai imediatamente da cidade
B) Cala-te diante da oposição
C) Não temas, mas fala e não te cales
D) Volta para Jerusalém

16. Que promessa DEUS fez a Paulo?
A) Que não haveria oposição nenhuma
B) Que estaria com ele, o protegeria e tinha muito povo naquela cidade
C) Que ele seria governador da Acaia
D) Que Corinto se tornaria capital de Israel

17. Quanto tempo Paulo permaneceu em Corinto?
A) Três meses
B) Seis meses
C) Um ano e seis meses
D) Três anos

18. Quem era Gálio?
A) Principal da sinagoga
B) Imperador de Roma
C) Procônsul da Acaia
D) Discípulo de Paulo

19. Como Gálio reagiu à acusação contra Paulo?
A) Condenou Paulo à prisão
B) Rejeitou a denúncia e recusou julgar disputas religiosas internas
C) Mandou Paulo para Roma
D) Proibiu a pregação cristã

20. Qual é a principal lição da experiência de Paulo em Corinto?
A) A missão depende apenas de recursos humanos
B) A ausência de lutas prova a bênção divina
C) A graça de DEUS é suficiente para sustentar seus servos
D) A oposição sempre impede o Evangelho

 

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