quinta-feira, 6 de maio de 2010

ESTUDOS DA LICAO 6, A SOBERANIA E A AUTORIDADE DE DEUS

LIÇÃO 6, A SOBERANIA E A AUTORIDADE DE DEUS
Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 2º Trimestre de 2010
Jeremias - Esperança em tempos de crise
Comentários da revista da CPAD: Pr. Claudionor de Andrade
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO
"Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?" (Rm 9.21).

VERDADE PRÁTICA
Em sua inquestionável soberania, DEUS trata as suas criaturas como bem lhe aprouver. Submetamo-nos, pois, à sua perfeita, infinita e sábia vontade.

LEITURA DIÁRIA
Segunda Sl 2.9 O oleiro tem poder sobre cada vaso
Terça Is 29.16 O oleiro não pode ser questionado
Quarta Is 64.8 O oleiro tem de ser reconhecido pelo vaso
Quinta Jr 18.2 O oleiro quer que ouçamos a sua Palavra
Sexta Jr 18.4 O oleiro e a sua paciência
Sábado Jr 19.11 O oleiro e a sua ira

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Jeremias 18.1-10
1A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, dizendo:2Levanta-te e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.3E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas.4Como o vaso que ele fazia de barro se quebrou na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer.5Então, veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:6Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.7No momento em que eu falar contra uma nação e contra um reino, para arrancar, e para derribar, e para destruir,8se a tal nação, contra a qual falar, se converter da sua maldade, também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe.9E, no momento em que eu falar de uma gente e de um reino, para o edificar e para plantar,10
se ele fizer o mal diante dos meus olhos, não dando ouvidos à minha voz, então, me arrependerei do bem que tinha dito lhe faria.

18.2 DESCE À CASA DO OLEIRO. DEUS ordenou que Jeremias fosse à casa do oleiro; aí observou que o oleiro fazia um vaso de barro. O vaso partiu-se nas mãos do oleiro, o qual o refez, porém, diferente do vaso anterior. Esta parábola contém várias lições importantes sobre a obra de DEUS em nossa vida.
(1) Nossa submissão a DEUS como aquele que molda tanto o nosso caráter quanto o nosso serviço para Ele, determina, em grande parte, o que Ele pode fazer através de nós.
(2) Falta de profunda dedicação a DEUS, da nossa parte, pode estorvar seu propósito original para nossa vida (cf. v. 10).
(3) DEUS, se quiser, pode mudar seus planos para a nossa vida ( fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer , v. 4).

18.8 EU ME ARREPENDEREI. A palavra arrepender , aqui, significa compadecer-se, mudar de intenção e propósito, ou reconsiderar. DEUS é livre para mudar suas decisões e ajustar seus assuntos conosco, conforme o nosso modo de considerar o seu perdão ou suas advertências de castigo. As coisas da vida não são predeterminadas e inalteráveis, nem sequer na mente de DEUS; Ele considera as mudanças espirituais da pessoa. Embora DEUS, quanto à sua natureza, não mude em si mesmo (Nm 23.19; Tg 1.17), Ele muda, se quiser, de idéia e altera suas promessas e advertências já anunciadas. Nunca devemos aceitar uma teologia que negue a DEUS essa sua liberdade soberana (cf. Ez 18.21-28; 33.13-16).

COMENTÁRIO
Por que DEUS levou o profeta Jeremias até à casa do oleiro?
Para revelar ao profeta e à nação Judia sua autoridade e soberania. Por isso mesmo vamos estudar mais nessa lição a respeito dessa doutrina, que, quer queiramos ou não, nos leva a meditarmos sobre o Livre-arbítrio, a eleição, a predestinação; e, portanto, o calvinismo e o arminianismo.

Palavra Chave: Soberania de DEUS - Do lat. super. Autoridade inquestionável que DEUS exerce sobre todas as coisas criadas no céu e na terra.

REFLEXÃO"[...] O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade." Isaías 46.10

Quanto a eleição e predestinação leia a segunte lição nº 5 do 4º Trimestre de 2008
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao5-dlld-soberanialivrearbitrio.htm

Duas orações baseadas na oração Pai-nosso, tão conhecida por todos, deveria ser o centro de nossas atenções quando formos orar da próxima vez, para servir de inspiração:

VENHA O TEU REINO (Lc 11.1-4 E Mt 6.7-15 )
Venha o Teu reino, Tua soberania domínio e senhorio em todas as áreas da minha vida. Venha o Teu reino sobre minha família, minha cidade, meu Estado, meu País. Venha hoje o Teu reino na igreja e na vida de todos os homens. Porque o domínio pertence a Ti e reinas sobre as nações.
Teu Reino, Senhor, não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no ESPÍRITO SANTO. Não consiste em palavras, mas em poder e este é o caminho que quero seguir. Pai, aguardo o dia quando unirei minha voz à de miríades, proclamando: O reino do mundo passou a ser do Senhor nosso e do Seu CRISTO, e Ele reinará pelos séculos dos séculos.
Referências Bíblicas Sl 145:11-13; Mt 6:33; Hb 12:28; Mt 6:10; Lc 17:21,22; 1 Jo 3:2,3 Amp.; Sl 22:28; Mt 5:3-11; Tt 2:11-13; Sl 103:19; Rm 14:17; Zc 14:5,9 ;Is 9:6,7; 1 Co 4:20; Ap. 11:16,17; Mt 4:17; Cl 1:12-14; 1Cr 29:11

VONTADE DE DEUS (Lc 11.1-4 E Mt 6.7-15 )
Seja feita a Tua vontade, assim na terra como é no céu.
Pai, oro para que Tua vontade seja feita na minha vida, de um modo tão perfeito como ela é feita no Céu. Deleito-me em fazer tua vontade, ó DEUS meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração. Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu DEUS; guie-me o Teu bom ESPÍRITO por terreno plano.
Oro como JESUS: “Não se faça a minha vontade, mas a tua”, não importa qual seja, pois ela é sempre o melhor para minha vida. A minha comida é fazer a Tua vontade e realizar a obra que me confiaste. Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; porque não procuro a minha vontade, mas a Tua.
Pois esta é a Tua vontade, que eu seja consagrado (separado e colocado á parte para uma vida pura e santa): que eu me abstenha de todo vicio sexual; que eu saiba como possuir (controlar dirigir) meu próprio corpo em consagração (pureza, separado das coisas profanas) e honra, não (para ser usado) em paixão e lascívia como os pagãos, que são ignorantes do verdadeiro DEUS e não têm conhecimento da Sua Vontade.
Referências Bíblicas Mt 6:10; At 13:22; 1 Jo 2:17; Ef 1:4,5 Amp.; Sl 40:8; 143:10; Rm 8:26,27; 12:2; Cl 1:9 Amp; Lc 22:42; 1 Ts 4:3-5 Amp.; Fp 2:13;
Jo 4:34; 5:30; Sl 1:3,4 Amp.; Hb 13:20,21

DEUS É SOBERANO E NÃO HÁ AUTORIDADE IGUAL OU SUPERIOR À DELE.
ELE É O CRIADOR DE TUDO E DE TODOS.

Os atributos de DEUS revelam alguns aspectos d`ELE que não são vistos em nenhum outro ser:
SOBERANIA: DEUS É SUPREMO, CHEFE, DONO.
ETERNIDADE: SEM PRINCÍPIO E SEM FIM. SEMPRE EXISTIU E SEMPRE EXISTIRÁ.
ONISCIÊNCIA: SABE DE TUDO, TODAS AS COISAS; SABE QUANTOS FIOS DE CABELO TEM EM NOSSA CABEÇA, SABE O QUE PRECISAMOS ANTES DE PEDIRMOS.
ONIPRESENÇA: ESTÁ EM TODA PARTE AO MESMO TEMPO, NINGUÉM SE ESCONDE DE DEUS; SABE O NOSSO DEITAR E LEVANTAR.
ONIPOTÊNCIA: PODE TUDO, É AUTO-SUFICIENTE, CRIA O QUE QUER E DESTRÓI O QUE QUER; ELE MESMO FAZ A FERIDA E ELE MESMO A SARA.
IMUTÁVEL: O MUNDO VAI SER DESTRUÍDO, MAS A PALAVRA DE DEUS PERMANECE PARA SEMPRE; DEUS SEMPRE FOI ESSE MESMO DEUS, ELE NUNCA MUDARÁ; O QUE DEUS PENSAVA HÁ 5.000 ANOS, ELE PENSA HOJE DO MESMO JEITO E VAI CONTINUAR PENSANDO PELA ETERNIDADE, POR ISSO A BÍBLIA É SEMPRE ATUAL.
No relacionamento de DEUS conosco também conhecemos mais d`ELE:
RETIDÃO: DEUS NUNCA ERRA.
JUSTIÇA: DEUS JAMAIS É DESONESTO.
AMOR: DEUS AMA COM AMOR DESINTERESSADO, PURO.
ATRIBUTOS EXCLUSIVOS DE DEUS.
(1) DEUS é onipresente — i.e., Ele está presente em todos os lugares a um só tempo. O salmista afirma que, não importa para onde formos, DEUS está ali (Sl 139.7-12; cf. Jr 23.23,24; At 17.27,28); DEUS observa tudo quanto fazemos.
(2) DEUS é onisciente — i.e., Ele sabe todas as coisas (Sl 139.1-6; 147.5). Ele conhece, não somente nosso procedimento, mas também nossos próprios pensamentos (1Sm 16.7; 1 Rs 8.39; Sl 44.21; Jr 17.9,10). Quando a Bíblia fala da presciência de DEUS (Is 42.9; At 2.23; 1Pe 1.2), significa que Ele conhece com precisão a condição de todas as coisas e de todos os acontecimentos exeqüíveis, reais, possíveis, futuros, passados ou predestinados (1Sm 23.10-13; Jr 38.17-20). A presciência de DEUS não subentende determinismo filosófico. DEUS é plenamente soberano para tomar decisões e alterar seus propósitos no tempo e na história, segundo sua própria vontade e sabedoria. Noutras palavras, DEUS não é limitado à sua própria presciência (ver Nm 14.11-20; 2Rs 20.1-7).
(3) DEUS é onipotente — i.e., Ele é o Todo-poderoso e detém a autoridade total sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas (Sl 147.13-18; Jr 32.17; Mt 19.26; Lc 1.37). Isso não quer dizer, jamais, que DEUS empregue todo o seu poder e autoridade em todos os momentos. Por exemplo, DEUS tem poder para exterminar totalmente o pecado, mas optou por não fazer assim até o final da história humana (ver 1Jo 5.19). Em muitos casos, DEUS limita o seu poder, quando o emprega através do seu povo (2Co 12.7-10); em casos assim, o seu poder depende do nosso grau de entrega e de submissão a Ele (ver Ef 3.20).
(4) DEUS é transcendente — Ele é diferente e independente da sua criação (ver Êx 24.9-18; Is 6.1-3; 40.12-26; 55.8,9). Seu ser e sua existência são infinitamente maiores e mais elevados do que a ordem por Ele criada (1Rs 8.27; Is 66.1,2; At 17.24,25). Ele subsiste de modo absolutamente perfeito e puro, muito além daquilo que Ele criou. Ele mesmo é incriado e existe à parte da criação (ver 1Tm 6.16). A transcendência de DEUS não significa, porém, que Ele não possa estar entre o seu povo como seu DEUS (Lv 26.11,12; Ez 37.27; 43.7; 2Co 6.16).
(5) DEUS é eterno — i.e., Ele é de eternidade à eternidade (Sl 90.1,2; 102.12; Is 57.12). Nunca houve nem haverá um tempo, nem no passado nem no futuro, em que DEUS não existisse ou que não existirá; Ele não está limitado pelo tempo humano (cf. Sl 90.4; 2Pe 3.8), e é, portanto, melhor descrito como “EU SOU” (cf. Êx 3.14; Jo 8.58).
(6) DEUS é imutável — i.e., Ele é inalterável nos seus atributos, nas suas perfeições e nos seus propósitos para a raça humana (Nm 23.19; Sl 102.26-28; Is 41.4; Ml 3.6; Hb 1.11,12; Tg 1.17). Isso não significa, porém, que DEUS nunca altere seus propósitos temporários ante o proceder humano. Ele pode, por exemplo, alterar suas decisões de castigo por causa do arrependimento sincero dos pecadores (cf. Jn 3.6-10). Além disso, Ele é livre para atender as necessidades do ser humano e às orações do seu povo. Em vários casos a Bíblia fala de DEUS mudando uma decisão como resultado das orações perseverantes dos justos (e.g., Nm 14.1-20; 2Rs 20.2-6; Is 38.2-6; Lc 18.1-8).
(7) DEUS é perfeito e santo — i.e., Ele é absolutamente isento de pecado e perfeitamente justo (Lv 11.44,45; Sl 85.13; 145.17; Mt 5.48). Adão e Eva foram criados sem pecado (cf. Gn 1.31), mas com a possibilidade de pecarem. DEUS, no entanto, não pode pecar (Nm 23.19; 2Tm 2.13; Tt 1.2; Hb 6.18). Sua santidade inclui, também, sua dedicação à realização dos seus propósitos e planos.
(8) DEUS é trino e uno — i.e., Ele é um só DEUS (Dt 6.4; Is 45.21; 1Co 8.5,6; Ef 4.6; 1Tm 2.5), manifesto em três pessoas: Pai, Filho e ESPÍRITO SANTO (e.g., Mt 28.19; 2Co 13.14; 1Pe 1.2). Cada pessoa é plenamente divina, igual às duas outras; mas não são três deuses, e sim um só DEUS (ver Mt 3.17; Mc 1.11).

ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS. Muitas características do DEUS único e verdadeiro, especialmente seus atributos morais, têm certa similitude com as qualidades humanas; sendo, porém, evidente que todos os seus atributos existem em grau infinitamente superior aos humanos. Por exemplo, embora DEUS e o ser humano possuam a capacidade de amar, nenhum ser humano é capaz de amar com o mesmo grau de intensidade como DEUS ama. Além disso, devemos ressaltar que a capacidade humana de ter essas características vem do fato de sermos criados à imagem de DEUS (Gn 1.26,27); noutras palavras, temos a sua semelhança, mas Ele não tem a nossa; i.e., Ele não é como nós. (1) DEUS é bom (Sl 25.8; 106.1; Mc 10.18). Tudo quanto DEUS criou originalmente era bom, era uma extensão da sua própria natureza (Gn 1.4,10,12,18,21,25,31). Ele
continua sendo bom para sua criação, ao sustentá-la, para o bem de todas as suas criaturas (Sl 104.10-28; 145.9); Ele cuida até dos ímpios (Mt 5.45; At 14.17). DEUS é bom, principalmente para os seus, que o invocam em verdade (Sl 145.18-20).
(2) DEUS é amor (1Jo 4.8). Seu amor é altruísta, pois abraça o mundo inteiro, composto de humanidade pecadora (Jo 3.16; Rm 5.8). A manifestação principal desse seu amor foi a de enviar seu único Filho, JESUS, para morrer em lugar dos pecadores (1Jo 4.9,10). Além disso, DEUS tem amor paternal especial àqueles que estão reconciliados com Ele por meio de JESUS (ver Jo 16.27).
(3) DEUS é misericordioso e clemente (Êx 34.6; Dt 4.31; 2Cr 30.9; 'Sl 103.8; 145.8; Jl 2.13); Ele não extermina o ser humano conforme merecemos devido aos nossos pecados (Sl 103.10), mas nos outorga o seu perdão como dom gratuito a ser recebido pela fé em JESUS CRISTO.
(4) DEUS é compassivo (2Rs 13.23; Sl 86.15; 111.4). Ser compassivo significa sentir tristeza pelo sofrimento doutra pessoa, com desejo de ajudar. DEUS, por sua compaixão pela humanidade, proveu-lhe perdão e salvação (cf. Sl 78.38). Semelhantemente, JESUS, o Filho de DEUS, demonstrou compaixão pelas multidões ao pregar o evangelho aos pobres, proclamar libertação aos cativos, dar vista aos cegos e pôr em liberdade os oprimidos (Lc 4.18; cf. Mt 9.36; 14.14; 15.32; 20.34; Mc 1.41; ver Mc 6.34).
(5) DEUS é paciente e lento em irar-se (Êx 34.6; Nm 14.18; Rm 2.4; 1Tm 1.16). DEUS expressou esta característica pela primeira vez no jardim do Éden após o pecado de Adão e Eva, quando deixou de destruir a raça humana conforme era seu direito (cf. Gn 2.16,17). DEUS também foi paciente nos dias de Noé, enquanto a arca estava sendo construída (1Pe 3.20). E DEUS continua demonstrando paciência com a raça humana pecadora; Ele não julga na devida ocasião, pois destruiria os pecadores, mas na sua paciência concede a todos a oportunidade de se arrependerem e serem salvos (2Pe 3.9).
(6) DEUS é a verdade (Dt 32.4; Sl 31.5; Is 65.16; Jo 3.33). JESUS chamou-se a si mesmo “a verdade” (Jo 14.6), e o ESPÍRITO é chamado o “ESPÍRITO da verdade” (Jo 14.17; cf. 1Jo 5.6). Porque DEUS é absolutamente fidedigno e verdadeiro em tudo quanto diz e faz, a sua Palavra também é chamada a verdade (2Sm 7.28; Sl 119.43; Is 45.19; Jo 17.17). Em harmonia com este fato, a Bíblia deixa claro que DEUS não tolera a mentira nem falsidade alguma (Nm 23.19; Tt 1.2; Hb 6.18).
(7) DEUS é fiel (Êx 34.6; Dt 7.9; Is 49.7; Lm 3.23; Hb 10.23). DEUS fará aquilo que Ele tem revelado na sua Palavra; Ele cumprirá tanto as suas promessas, quanto as suas advertências (Nm 14.32-35; 2 Sm 7.28; Jó 34.12; At 13.23,32,33; ver 2Tm 2.13). A fidelidade de DEUS é de consolo inexprimível para o crente, e grande medo de condenação para todos aqueles que não se arrependerem nem crerem no Senhor JESUS (Hb 6.4-8; 10.26-31).
(8) Finalmente, DEUS é justo (Dt 32.4; 1Jo 1.9). Ser justo significa que DEUS mantém a ordem moral do universo, é reto e sem pecado na sua maneira de tratar a humanidade (Ne 9.33; Dn 9.14). A decisão de DEUS de castigar com a morte os pecadores (Rm 5.12), procede da sua justiça (Rm 6.23; cf. Gn 2.16,17); sua ira contra o pecado decorre do seu amor à justiça (Rm 3.5,6; ver Jz 10.7). Ele revela a sua ira contra todas as formas da iniqüidade (Rm 1.18), principalmente a idolatria (1Rs 14.9,15,22), a incredulidade (Sl 78.21,22; Jn 3.36) e o tratamento injusto com o próximo (Is 10.1-4; Am 2.6,7). JESUS CRISTO, que é chamado o “Justo” (At 7.52; 22.14; cf. At 3.14), também ama a justiça e abomina o mal (ver Mc 3.5; Rm 1.18; Hb 1.9). Note que a justiça de DEUS não se opõe ao seu amor. Pelo contrário, foi para satisfazer a sua justiça que Ele enviou JESUS a este mundo, como sua dádiva de amor (Jo 3.16; 1Jo 4.9,10) e como seu sacrifício pelo pecado em lugar do ser humano (Is 53.5,6; Rm 4.25; 1Pe 3.18), a fim de nos reconciliar consigo mesmo (ver 2Co 5.18-21). A revelação final que DEUS fez de si mesmo está em JESUS CRISTO (cf. Jo 1.18; Hb 1.1-4); noutras palavras, se quisermos entender completamente a pessoa de DEUS, devemos olhar para CRISTO, porque nEle habita toda a plenitude da divindade (Cl 2.9).

ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO
CALVINISMO - ERRÔNEA INTERPRETAÇÃO DA SOBERANIA DE DEUS
O sistema teológico e as práticas da igreja, da família ou na vida política, todas elas algo ambiguamente chamadas de "Calvinismo", são o resultado de uma consciência religiosa fundamental centrada na "soberania de Deus".
O Calvinismo pressupõe que o poder de Deus tem um alcance total de atividade e resulta da convicção de que Deus trabalha em todos os domínios da existência, incluindo o espiritual, físico, intelectual, quer seja secular ou sagrado, público ou privado, no céu ou na terra. De acordo com este ponto de vista, qualquer ocorrência é o resultado do plano de Deus, que é o criador, preservador, e governador de todas as coisas, sem excepção, e que é a causa última de tudo. As atividades seculares não são colocadas abaixo da prática religiosa. Pelo contrário, Deus está tão presente no trabalho de cavar a terra como na prática de ir ao culto. Para o cristão calvinista, toda a sua vida é um culto a Deus.
De acordo com o princípio da Predestinação, por causa de seus pecados,o homem perdeu as regalias que possuía e distanciou-se de Deus. O homem é considerado "morto" para as coisas de Deus e é dominado por uma indisposição para servir a Deus.
Só havia, então, uma maneira de resolver esse problema: o próprio Deus reatando os laços. Deus então, segundo a doutrina da predestinação, escolheu alguns dos seres humanos caídos para salvar da pecaminosidade e restaurar para a comunhão com ele. Deus teria tomado esta decisão antes da criação do Universo. Mas é claro que não é por causa de quaisquer boas ações que eles foram escolhidos: "porque pela graça sois salvos,mediante a fé, e isso não vem de vós;é dom de Deus; não vem de obras, para que ninguém se glorie".(Efésios 2:8,9) Os cinco pontos do calvinismo (conhecidos pelo acróstico TULIP, referente às iniciais dos pontos em inglês) são doutrinas básicas sobre a salvação, definidas pelo Sínodo de Dort.
São eles:
Depravação total do homem;
Eleição incondicional;
Expiação limitada;
Vocação eficaz (ou Graça Irresistível);
Perseverança dos santos.
O Calvinista acredita que Deus escolheu um grupo de pessoas e que as restantes vão para o Inferno. Conseqüentemente, a pergunta que qualquer Calvinista se faz é: "Estarei eu entre os escolhidos?".
Como é que um Calvinista sabe se está entre os escolhidos ou não? Teoricamente, não é ele que o determina. A decisão está tomada. Foi tomada por Deus. Como é que eu sei se fui escolhido ou não? Resposta: Deus me atraiu e eu cri na sua palavra. Ela é que me diz: "Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus a saber os que creem em seu nome". Pela graça sois salvos, isto não vem de vós é dom de Deus para que ninguém se vanglorie.
Sendo um bom cristão, trabalhando muito, seguindo sempre todos os princípios bíblicos, o Calvinista prova a si mesmo que foi um escolhido, pelo seu sucesso como cristão. Não é a sua própria ação, mas de Deus, pois se Deus trabalha por ele, ele conclui que foi um dos eleitos.

RESUMO DAS DOUTRINAS CALVINISMO E ARMINIANISMO
CALVINISMO
João Calvino (Noyon, 10 de Julho de 1509 — Genebra, 27 de Maio de 1564) foi um teólogo cristão francês que sistematizou a predestinação absoluta, só para os pré-eleitos, sem direito de escolha. ARMINIANISMO
Jacó Armínio (James Arminius, Jacob Harmenszoon; 10 de outubro de 1560 – 19 de outubro de 1609) foi um teólogo neerlandês que sistematizou a predestinação para todos os que aceitarem a salvação em Jesus, levando em conta o Livre-arbítrio.
Predestinação garantida desde o nascimento Predestinação Condicional
Expiação de JESUS particular – Só para eleitos Expiação Universal – Para todos – Para quem quer
Depravação Geral Livre-arbítrio
Perseverança dos salvos – Basta estar na Igreja Qualquer um pode rejeitar a salvação (Rejeitar a graça)
Graça Irrestível – Uma vez salvo, salvo para sempre Pode cair da graça

Denominações Calvinistas
O Calvinismo é a doutrina de diversas denominações Protestantes, dentre elas destacamos:
Igreja Reformada Suíça - religião oficial da maioria dos cantões da Suíça.
Igreja Protestante Evangélica Holandesa - recentemente unificada, não é mais a religião oficial dos Países Baixos
Igreja Reformada Francesa - a igreja dos Huguenotes
Igreja Congregacional - concentrada na Nova Inglaterra, nos Estados Unidos, hoje parte da Igreja Unida de Cristo.
Igreja Reformada Hungara
Igreja da Escócia
Igreja Presbiteriana do Brasil
Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil
Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil
Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal
Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
Igreja Batista Reformada

OBSERVAÇÃO
PARA O CALVINISMO A SALVAÇÃO INDEPENDE DA SANTIDADE E DA PERSEVERANÇA NA FÉ.
É A DOUTRINA DE "UMA VEZ SALVO, SALVO PARA SEMPRE". A SALVAÇÃO PARA OS TAIS É INCONDICINAL.
UNS NASCEM PARA SEREM SALVOS E OUTROS (A MAIORIA), JÁ NASCEM CONDENADOS AO LAGO DE FOGO.
NÃO HÁ ESCOLHA DO HOMEM, SE NASCEU PARA SER SALVO O SERÁ AINDA QUE ESTEJA VIVENDO NA PRÁTICA DO PECADO.
É TÃO ABSURDO O CLVINISMO QUE É MELHOR DEIXAR DE COMENTAR A SEU RESPEITO.

ELEIÇÃO E PREDESTINAÇÃO BÍBLICOS (BEP DA CPAD)
Ef 1.4,5 “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em caridade, e nos predestinou para filhos de adoção por JESUS CRISTO, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade.”

ELEIÇÃO. A escolha por DEUS daqueles que crêem em CRISTO é uma doutrina importante (ver Rm 8.29-33; 9.6-26; 11.5, 7, 28; Cl 3.12; 1Ts 1.4; 2Ts 2.13; Tt 1.1). A eleição (gr. eklegoe) refere-se à escolha feita por DEUS, em CRISTO, de um povo para si mesmo, a fim de que sejam santos e inculpáveis diante dEle (cf. 2Ts 2.13). Essa eleição é uma expressão do amor de DEUS, que recebe como seus todos os que recebem seu Filho JESUS (Jo 1.12). A doutrina da eleição abarca as seguintes verdades: (1) A eleição é cristocêntrica, i.e., a eleição de pessoas ocorre somente em união com JESUS CRISTO. DEUS nos elegeu em CRISTO para a salvação (1.4; ver v. 1). O próprio CRISTO é o primeiro de todos os eleitos de DEUS. A respeito de JESUS, DEUS declara: “Eis aqui o meu servo, que escolhi” (Mt 12.18; cf. Is 42.1,6; 1Pe 2.4). Ninguém é eleito sem estar unido a CRISTO pela fé.
(2) A eleição é feita em CRISTO, pelo seu sangue; “em quem [CRISTO]... pelo seu sangue” (1.7). O propósito de DEUS, já antes da criação (1.4), era ter um povo para si mediante a morte redentora de CRISTO na cruz. Sendo assim, a eleição é fundamentada na morte sacrificial de CRISTO, no Calvário, para nos salvar dos nossos pecados (At 20.28; Rm 3.24-26).
(3) A eleição em CRISTO é em primeiro lugar coletiva, i.e., a eleição de um povo (1.4,5, 7, 9; 1Pe 1.1; 2.9). Os eleitos são chamados “o seu [CRISTO] corpo” (1.23; 4.12), “minha igreja” (Mt 16.18), o “povo adquirido” por DEUS (1Pe 2.9) e a “noiva” de CRISTO (Ap 21.9). Logo, a eleição é coletiva e abrange o ser humano como indivíduo, somente à medida que este se identifica e se une ao corpo de CRISTO, a igreja verdadeira (1.22,23; ver Robert Shank, Elect in the Son (Eleitos no Filho). É uma eleição como a de Israel no AT (ver Dt 29.18-21; 2Rs 21.14).
(4) A eleição para a salvação e a santidade do corpo de CRISTO são inalteráveis. Mas individualmente a certeza dessa eleição depende da condição da fé pessoal e viva em JESUS CRISTO, e da perseverança na união com Ele. O apóstolo Paulo demonstra esse fato da seguinte maneira: (a) O propósito eterno de DEUS para a igreja é que sejamos “santos e irrepreensíveis diante dele” (1.4). Isso se refere tanto ao perdão dos pecados (1.7) como à santificação e santidade. O povo eleito de DEUS está sendo conduzido pelo ESPÍRITO SANTO em direção à santificação e à santidade (ver Rm 8.14; Gl 5.16-25). O apóstolo enfatiza repetidas vezes o propósito supremo de DEUS (ver 2.10; 3.14-19; 4.1-3, 13,14; 5.1-18). (b) O cumprimento desse propósito para a igreja como corpo não falhará: CRISTO a apresentará “a si mesmo igreja gloriosa... santa e irrepreensível” (5.27). (c) O cumprimento desse propósito para o crente como indivíduo dentro da igreja é condicional. CRISTO nos apresentará “santos e irrepreensíveis diante dele” (1.4), somente se continuarmos na fé. A Bíblia mostra isso claramente: CRISTO irá “vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis, se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé e não vos moverdes da esperança do evangelho” (Cl 1.22,23).
(5) A eleição para a salvação em CRISTO é oferecida a todos (Jo 3.16,17; 1Tm 2.4-6; Tt 2.11; Hb 2.9), e torna-se uma realidade para cada pessoa consoante seu prévio arrependimento e fé, ao aceitar o dom da salvação em CRISTO (2.8; 3.17; cf. At 20.21; Rm 1.16; 4.16). Mediante a fé, o ESPÍRITO SANTO admite o crente ao corpo eleito de CRISTO (a igreja) (1 Co 12.13), e assim ele torna-se um dos eleitos. Daí, tanto DEUS quanto o homem têm responsabilidade na eleição (ver Rm 8.29; 2Pe 1.1-11).

A PREDESTINAÇÃO. A predestinação (gr. proorizo) significa “decidir de antemão” e se aplica aos propósitos de DEUS inclusos na eleição. A eleição é a escolha feita por DEUS, “em CRISTO”, de um povo para si mesmo (a igreja verdadeira). A predestinação abrange o que acontecerá ao povo de DEUS (todos os crentes genuínos em CRISTO).
(1) DEUS predestina seus eleitos a serem: (a) chamados (Rm 8.30); justificados (Rm 3.24; 8.30); (c) glorificados (Rm 8.30); (d) conformados à imagem do Filho (Rm 8.29); (e) santos e inculpáveis (1.4); (f) adotados como filhos (1.5); (g) redimidos (1.7); (h) participantes de uma herança (1.14); (i) para o louvor da sua glória (1.12; 1Pe 2.9); (j) participantes do ESPÍRITO SANTO (1.13; Gl 3.14); e (l) criados em CRISTO JESUS para boas obras (2.10).
(2) A predestinação, assim como a eleição, refere-se ao corpo coletivo de CRISTO (i.e., a verdadeira igreja), e abrange indivíduos somente quando inclusos neste corpo mediante a fé viva em JESUS CRISTO (1.5, 7, 13; cf. At 2.38-41; 16.31).

RESUMO. No tocante à eleição e predestinação, podemos aplicar a analogia de um grande navio viajando para o céu. DEUS escolhe o navio (a igreja) para ser sua própria nau. CRISTO é o Capitão e Piloto desse navio. Todos os que desejam estar nesse navio eleito, podem fazê-lo mediante a fé viva em CRISTO. Enquanto permanecerem no navio, acompanhando seu Capitão, estarão entre os eleitos. Caso alguém abandone o navio e o seu Capitão, deixará de ser um dos eleitos. A predestinação concerne ao destino do navio e ao que DEUS preparou para quem nele permanece. DEUS convida todos a entrar a bordo do navio eleito mediante JESUS CRISTO.

OS ATRIBUTOS DE DEUS
Sl 139.7,8 “Para onde me irei do teu ESPÍRITO ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também”.

A Bíblia não procura comprovar que DEUS existe. Em vez disso, ela declara a sua existência e apresenta numerosos atributos seus. Muitos desses atributos são exclusivos dEle, como DEUS; outros existem em parte no ser humano, pelo fato de ter sido criado à imagem de DEUS.

INTERAÇÃO
Na lição de hoje veremos que DEUS ensina, de modo prático, uma importante lição a Jeremias. O Senhor pede que o profeta vá à casa do oleiro, para que ali observe o trabalho do artífice. Jeremias obedece ao Senhor e, naquele local, aprende uma importante lição a respeito da soberania divina.
O Altíssimo mostra ao profeta que Ele pode e faz, sempre, o que é melhor (ainda que não entendamos assim). DEUS desejava moldar seu povo. Eles precisavam aprender que o Criador tem poder sobre o barro (Judá) para fazer dele um vaso útil. DEUS também deseja moldá-lo e fazer de você um vaso de honra. Permita que o Oleiro Celeste trabalhe em sua vida.

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Explicar por que DEUS enviou Jeremias à casa do oleiro.
Conscientizar-se de que DEUS é soberano.
Compreender que a soberania de DEUS está baseada em sua onipotência, onipresença e onisciência.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, para a aula de hoje, sugerimos que seja feito um quadro com algumas lições práticas que DEUS apresentou a Jeremias. DEUS utilizou diversos métodos e modos para comunicar sua Palavra a Judá. Reproduza a tabela da página ao lado no quadro-de-giz ou tire cópias para os alunos. Explique à classe que temos muito a aprender por meio destas lições. Enfatize o amor e o cuidado de DEUS para com um povo rebelde e apóstata. Não deixe de ler as referências e destaque o fato de que DEUS exorta, consola e edifica mediante a sua mensagem.

RESUMO DA LIÇÃO 6, A SOBERANIA E A AUTORIDADE DE DEUS
O capítulo 18 de Jeremias é conhecido como a Parábola da Soberania de DEUS.
I. A VISITA À CASA DO OLEIRO
1. A casa do oleiro.
2. Seus instrumentos de trabalho.
3. A visita à casa do oleiro.
II. A SOBERANIA DE DEUS
A soberania de DEUS é uma das mais difíceis doutrinas das Sagradas Escrituras.
1. Definição.Autoridade inquestionável.
2. Soberania não é arbitrariedade.
3. Eleição e predestinação.
4. O profeta Jeremias e a soberania de DEUS.
III. O CRENTE E A VONTADE DE DEUS
Humildemente, oremos: "Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu".
CONCLUSÃO
Ele é o Oleiro; nós, apenas a argila.
SINOPSE DO TÓPICO (1)Assim como o oleiro tem poder sobre a argila, de igual modo, DEUS tem poder sobre nossa vida.
SINOPSE DO TÓPICO (2)DEUS é soberano, no entanto, suas criaturas são livres para render-se, ou não, a Ele.
SINOPSE DO TÓPICO (3)O crente precisa submeter-se à vontade de DEUS, a fim de que Ele opere em sua vida segundo o seu querer.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
Comentário Bíblico Beacon. Vol. 4: Isaías a Daniel. Rio de Janeiro, CPAD, 2005.
RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005.
SAIBA MAIS NA Revista Ensinador Cristão - CPAD, Nº 42, P.39.

AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
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SÉRIE ESCOLA DE ORAÇÃO (LIVRO - VM)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Calvinismo acesso em 04-05-2010
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao5-dlld-soberanialivrearbitrio.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-salvacao-achamadadivinaeolivre-arbitrio.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao8-salvacao-aeleicaoeofuturodeisrael.htm

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