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EBD | 2° Trimestre De 2026 | EDITORA BETEL |
TEMA: Neemias – Restaurando muros, reconstruindo vidas e renovando
propósitos | Escola Bíblica Dominical | Lição
09: Alegria e gratidão ao Senhor resultam da Palavra de DEUS
ESBOÇO DA LIÇÃO
1- A ALEGRIA
DOS SALVOS
1.1. O conceito
de alegria no AT.
1.2. O conceito
de alegria no NT.
1.3. A alegria
que vem do relacionamento com o ESPÍRITO SANTO.
2- CELEBRANDO
AS VITÓRIAS E CONQUISTAS
2.1. Celebrar é
olhar além dos problemas.
2.2. Celebrar é
reconhecer a Bondade de DEUS.
2.3. Celebrando
as pequenas vitórias.
3- GRATIDÃO E
ALEGRIA PELA PROVIDÊNCIA DE DEUS
3.1. O
princípio da gratidão.
3.2. A gratidão
motiva o culto a DEUS.
3.3. A gratidão
é um princípio cristão.
TEXTO ÁUREO
“Disse-lhes
mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não
têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor.
Portanto, não vos entristeçais; porque a alegria do Senhor é a vossa
força”. Neemias 8.10
VERDADE
APLICADA
O
relacionamento com DEUS, conforme revelado nas Escrituras, resulta em um viver
caracterizado por alegria e gratidão.
OBJETIVOS DA
LIÇÃO
Reconhecer a
alegria que vem da comunhão com DEUS.
Ressaltar que o pecado enfraquece o ser humano.
Saber que a verdadeira alegria é uma dádiva divina.
TEXTOS DE REFERÊNCIA
- NEEMIAS 8.9-12
9 E Neemias (que era o governador), e o
sacerdote Esdras, o escriba, e os levitas que ensinavam ao povo disseram a todo
o povo: Este dia é consagrado ao Senhor, vosso DEUS, pelo que não vos
lamenteis, nem choreis. Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da lei.
10 Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai
porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao
nosso Senhor. Portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a
vossa força.
11 E os levitas fizeram calar a todo o povo, dizendo: Calai-vos, porque este
dia é santo; por isso, não vos entristeçais.
12 Então todo o povo se foi a comer e a beber, e a enviar porções, e a fazer
grandes festas, porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber.
LEITURAS
COMPLEMENTARES
SEGUNDA | Sl
64.10 DEUS é a fonte de alegria do Seu povo.
TERÇA | Atos 2.46 O crente deve se alegrar.
QUARTA | 1Ts 5.18 O verdadeiro adorador adora em qualquer circunstância.
QUINTA | Cl 3.15 A gratidão é um princípio espiritual.
SEXTA | Sl 100.4 Devemos cultuar a DEUS com gratidão.
SÁBADO | Dt 11.19 Devemos ensinar a Palavra de DEUS aos nossos filhos.
HINOS SUGERIDOS: 18, 459, 505
MOTIVO DE
ORAÇÃO
Ore para que a alegria e a gratidão sejam
marcas constantes na vida dos servos de DEUS.
PONTO DE
PARTIDA - Sejamos alegres e gratos a DEUS.
|
Tema |
Descrição |
Referência
Bíblica |
|
Alegria
dos Salvos |
A verdadeira
alegria nasce do relacionamento com o ESPÍRITO SANTO e da compreensão da
Palavra de DEUS. |
Salmos 16:11;
João 15:11; Gálatas 5:22 |
|
Celebrando
Vitórias e Conquistas |
Celebrar é
enxergar além das dificuldades, reconhecer a bondade divina e valorizar as
pequenas vitórias. |
Êxodo 15:1-2;
Salmos 126:3; Filipenses 4:4 |
|
Gratidão
pela Providência de DEUS |
A gratidão é
um princípio cristão que motiva o culto e fortalece a fé, reconhecendo a ação
constante de DEUS na vida do crente. |
1
Tessalonicenses 5:18; Colossenses 3:15-17; Salmos 103:2 |
|
Mensagem
Central |
A alegria e a
gratidão ao Senhor são frutos da comunhão com Ele e da obediência à Sua
Palavra. |
Neemias
8:9-12 |
|
Tema |
Descrição |
Referências
Bíblicas |
|
Alegria
dos Salvos |
A verdadeira
alegria nasce do relacionamento com o ESPÍRITO SANTO e da Palavra
de DEUS. |
Salmos 16:11;
João 15:11; Gálatas 5:22 |
|
Vitórias
e Conquistas |
Celebrar
as bênçãos e valorizar as pequenas
vitórias, reconhecendo a bondade divina. |
Êxodo 15:1–2;
Salmos 126:3; Filipenses 4:4 |
|
Gratidão
a DEUS |
A gratidão
fortalece a fé e motiva o culto, reconhecendo a providência do
Senhor. |
1
Tessalonicenses 5:18; Colossenses 3:15–17; Salmos 103:2 |
|
Mensagem
Central |
Alegres
e gratos ao Senhor pela Sua
Palavra e pela Sua bondade! |
Neemias
8:9–12 |
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SUBSÍDIOS
EXTRAS – BÍBLIAS, GOOGLE, LIVROS, REVISTAS ANTIGAS
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A alegria, a
celebração das vitórias e a gratidão pela providência de DEUS são pilares da
vida cristã, fundamentados em toda a Escritura. O Antigo e o Novo Testamento
revelam que a verdadeira alegria não depende das circunstâncias, mas nasce da
presença de DEUS e da ação do ESPÍRITO SANTO.
1. A Alegria
dos Salvos
1.1 Alegria no
Antigo Testamento
- Hebraico
“simchah”: alegria ligada às festas e à salvação (Neemias 8:10 – “A
alegria do Senhor é a vossa força”).
- Salmos
16:11 – “Na tua presença há plenitude de alegria”.
- Isaías 9:3
– O povo se alegra como na colheita.
1.2 Alegria no
Novo Testamento
- Grego
“chara”: alegria interior, fruto da fé (João 15:11 – “Minha alegria esteja
em vós”).
- Filipenses
4:4 – “Alegrai-vos sempre no Senhor”.
- 1 Pedro
1:8-9 – Alegria indizível pela salvação.
1.3 Alegria
pelo ESPÍRITO SANTO
- Gálatas
5:22 – A alegria é a segunda qualidade do fruto do ESPÍRITO.
- Atos 13:52
– Os discípulos transbordavam de alegria e do ESPÍRITO SANTO.
- Romanos
14:17 – O Reino de DEUS é justiça, paz e alegria no ESPÍRITO SANTO.
2. Celebrando
Vitórias e Conquistas
2.1 Olhar além
dos problemas
- Habacuque
3:17-18 – Mesmo sem frutos, “eu me alegrarei no Senhor”.
2.2 Reconhecer
a bondade de DEUS
- 1
Coríntios 15:57 – “Graças a DEUS que nos dá a vitória por meio de nosso
Senhor JESUS CRISTO”.
- Romanos
8:37 – “Em todas estas coisas somos mais que vencedores”.
2.3 Celebrar
pequenas vitórias
- Salmos
44:3-4 – Não pela força humana, mas pela mão de DEUS.
- Filipenses
4:13 – “Tudo posso naquele que me fortalece”.
3. Gratidão e
Alegria pela Providência de DEUS
3.1 O princípio
da gratidão
- 1
Tessalonicenses 5:18 – “Em tudo dai graças”.
- Salmos
100:4 – Entrar na presença de DEUS com ações de graças.
3.2 Gratidão
motiva o culto
- Hebreus
13:15 – Sacrifício de louvor como fruto de lábios agradecidos.
- Salmos
92:1-2 – “Bom é render graças ao Senhor”.
3.3 Gratidão
como princípio cristão
- Colossenses
3:17 – Fazer tudo em nome de CRISTO, dando graças.
- Salmos
136:1 – “Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom”.
Comparativo:
Alegria, Vitória e Gratidão
|
Tema |
Antigo
Testamento |
Novo
Testamento |
Aplicação
Cristã |
|
Alegria |
Festas,
salvação, presença de DEUS (Sl 16:11; Ne 8:10) |
Fruto
do ESPÍRITO, alegria em CRISTO (Jo 15:11; Gl 5:22) |
Viver
em paz e esperança |
|
Vitória |
DEUS
concede vitória (Dt 20:4; Sl 44:3) |
Vitória
em CRISTO (1Co 15:57; Rm 8:37) |
Celebrar
conquistas espirituais |
|
Gratidão |
Louvor
e ações de graças (Sl 100:4) |
Gratidão
em tudo (1Ts 5:18; Cl 3:17) |
Culto
e vida diária |
|
|
|
|
|
Infográfico
(conceitual)
📊 Fluxo da Vida
Cristã
1.
Alegria → fruto do ESPÍRITO.
2.
Vitória → celebrada em fé.
3.
Gratidão → resposta à providência de DEUS.
4.
👉 Assim, a vida
cristã é marcada por alegria constante, celebração das vitórias e gratidão pela
providência divina, formando um ciclo de fé e esperança que fortalece o coração
dos salvos.
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ALEGRIA CRISTÃ
- VITÓRIA CRISTÃ - GRATIDÃO CRISTÃ
Esses três
temas estão profundamente conectados na vida cristã: a gratidão abre o coração,
a alegria brota da presença de DEUS e a vitória vem pela fé em CRISTO.
1. Alegria
Cristã
A alegria
cristã não depende das circunstâncias externas, mas da relação com JESUS. É uma
alegria profunda e duradoura.
- Filipenses
4:4: “Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: alegrem-se!”
- Neemias
8:10: “...Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor é a força de
vocês.”
- Salmos
16:11: “Tu me farás conhecer os caminhos da vida; na tua presença há
plenitude de alegria, e em tua destra, delícias perpetuamente.”
- Gálatas
5:22: “Mas o fruto do ESPÍRITO é: amor, alegria, paz...”
Reflexão: A
verdadeira alegria vem de habitar na presença de DEUS e confiar Nele em todo
tempo.
2. Vitória
Cristã
A vitória do
cristão não é pela própria força, mas pela obra de JESUS na cruz e pela fé.
- 1 João
5:4: “Porque todo o que é nascido de DEUS vence o mundo; e esta é a
vitória que vence o mundo: a nossa fé.”
- 1Coríntios
15:57: “Mas graças a DEUS, que nos dá a vitória por nosso Senhor JESUS CRISTO.”
- Romanos
8:37: “Em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele
que nos amou.”
- Filipenses
4:13: “Tudo posso naquele que me fortalece.”
Reflexão: Em CRISTO,
já somos mais que vencedores. A batalha é do Senhor, e Ele já triunfou!
3. Gratidão
Cristã
A gratidão não
é apenas um sentimento, mas uma atitude de fé e obediência, mesmo em meio às
dificuldades.
- 1
Tessalonicenses 5:18: “Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é
a vontade de DEUS para vocês em CRISTO JESUS.”
- Salmos
107:1: “Rendam graças ao Senhor, porque ele é bom; o seu amor dura para
sempre.”
- Salmos
100:4: “Entrem por suas portas com gratidão e em seus pátios com louvor;
deem-lhe graças e bendigam o seu nome.”
- Colossenses
3:17: “E tudo o que fizerem, quer em palavra quer em ação, façam-no em
nome do Senhor JESUS, dando graças a DEUS Pai por meio dele.”
Reflexão: A
gratidão transforma o que temos em suficiente e nos aproxima do coração de DEUS.
Um exemplo de Oração Unindo os Três
“Senhor JESUS,
eu Te agradeço por Tua bondade e misericórdia que se renovam todos os dias.
Enche meu coração com a alegria do Senhor, que é minha força. Ajuda-me a viver
em vitória pela fé, sabendo que maior é o que está em mim do que o que está no
mundo. Em Teu nome, amém!” Que DEUS encha sua vida de gratidão, alegria e
vitória em CRISTO!
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Lição 6: Neemias lidera um genuíno avivamento – CPAD - 4º
Trimestre de 2011
Lições Bíblicas CPAD - Jovens e Adultos -
Título: Neemias — Integridade e coragem em tempos de crise
Comentarista: Elinaldo Renovato - Data: 6 de Novembro de
2011
TEXTO ÁUREO
“E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação [...] E
leu nela [...] desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e
sábios; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei” (Ne
8.2,3).
VERDADE PRÁTICA
Somente o genuíno ensino da Palavra de DEUS é capaz de produzir um
verdadeiro avivamento.
HINOS SUGERIDOS - 5, 85, 505.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Am 8.11 Fome e sede da Palavra
Terça - Rm 12.7 Ensino com dedicação
Quarta - Lc 11.28 São felizes os que ouvem a Palavra
Quinta - Jó 34.3 O ouvido prova as palavras
Sexta - Ez 3.3 Doce como o mel é a Palavra de DEUS
Sábado - Ne 8.9,10 Um dia consagrado ao Senhor
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Neemias 8.1-3,5,6,9,10.
1 - E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas
suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da
Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei
de Moisés, que o Senhor tinha ordenado a Israel.
2 - E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação,
assim de homens como de mulheres e de todos os sábios para ouvirem, no primeiro
dia do sétimo mês.
3 - E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das
Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e sábios; e os
ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei.
5 - E Esdras abriu o livro perante os olhos de todo o povo;
porque estava acima de todo o povo; e, abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé.
6 - E Esdras louvou o Senhor, o grande DEUS; e todo o povo
respondeu: Amém! Amém! —, levantando as mãos; e inclinaram-se e adoraram o
Senhor, com o rosto em terra.
9 - E Neemias (que era o tirsata), e o sacerdote Esdras, o
escriba, e os levitas que ensinavam ao povo disseram a todo o povo: Este dia é
consagrado ao Senhor, vosso DEUS, pelo que não vos lamenteis, nem choreis.
Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei.
10 - Disse-lhes mais: Ide, e comei as gorduras, e bebei as
doçuras, e enviai porções aos que não têm nada preparado para si; porque esse
dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto, não vos entristeçais, porque a
alegria do Senhor é a vossa força.
INTERAÇÃO
Prezado professor, estudaremos hoje o avivamento ocorrido em Israel
sob a liderança de Neemias. O que ali se deu, só foi possível através da
leitura e da compreensão que os filhos de DEUS obtiveram da Lei. Devemos
compreender que um genuíno avivamento só pode ser deflagrado, com o estudo e
prática da Palavra do Senhor DEUS. “Avivamento” sem doutrina bíblica é apenas
movimento passageiro que não dá frutos.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Saber que um genuíno avivamento só pode ocorrer a partir do estudo
e da prática da Palavra de DEUS.
Compreender que a Bíblia é a inerrante e infalível Palavra de DEUS.
Conscientizar-se de que o genuíno avivamento ocorre quando há
entendimento da Palavra de DEUS.
Palavra Chave - Avivamento: Retorno de algo à sua verdadeira natureza e propósito.
COMENTÁRIO - introdução
Os avivamentos na história do povo de Israel e da Igreja só tiveram
resultados duradouros quando começaram e prosseguiram sob o ensino da Palavra
de DEUS. Avivamento sem a exposição da Bíblia Sagrada não passa de um mero
movimento religioso, pois não resulta em mudanças significativas e
transformadoras de vidas.
Na lição de hoje, veremos que o ensino das Sagradas Escrituras foi
o que forjou e impulsionou o avivamento espiritual desencadeado por Neemias.
I. O POVO SE AJUNTOU NA PRAÇA PARA OUVIR A LEITURA DA LEI
1. Reunidos para ouvir a Lei. Neemias relata que o povo,
egresso do exílio babilônico, tinha fome e sede por ouvir a Palavra de DEUS:
“Todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas;
e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o
Senhor tinha ordenado a Israel” (Ne 8.1). E assim tem início, bem “diante da
Porta das Águas”, um poderoso avivamento na história de Jerusalém. Impulsionado
pelo ESPÍRITO SANTO, Esdras, o escriba, abriu a Lei do Senhor e pôs-se a lê-la
pausadamente, para que todo o povo a entendesse. A leitura da Palavra de DEUS
foi efetuada das seis da manhã ao meio-dia.
2. O povo estava atento à leitura da Lei. “E leu nela, diante
da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia,
perante homens, e mulheres, e entendidos; e os ouvidos de todo o povo estavam
atentos ao livro da Lei” (Ne 8.3). Esdras estava de pé, sobre um púlpito de
madeira, para melhor se fazer ouvir pelo povo. Ao seu lado, à direita, estavam
os líderes e mestres que compunham, “o ministério local” (Ne 8.4). É importante
ressaltar que a leitura do livro e sua explicação duraram sete dias, durante
seis horas diárias (Ne 8.3,18). Apesar de toda essa carga-horária, o povo ouvia
atentamente a exposição da Palavra de DEUS.
3. O culto de doutrina. Hoje, em algumas igrejas, as reuniões
de ensino são precariamente assistidas. Sim, os cultos de doutrinas são
desprezados enquanto festas e shows tidos como evangélicos são bem
frequentados. Isso demonstra a falta de apetite pela Palavra de DEUS; é um
sintoma de doença espiritual de extrema gravidade. Quem ama a DEUS também ama a
sua Palavra e nela medita dia e noite (Sl 1.2; 119.97).
SINOPSE DO TÓPICO (I) - O povo de DEUS reuniu-se para ouvir
atentamente a Sua Palavra.
II. O ENSINO BÍBLICO
1. Homens preparados para o ensino (Ne 8.7). Instrutores foram
designados para ministrar o ensino da Palavra de DEUS em todas as cidades de
Judá. Até os levitas que serviam no Templo foram envolvidos nessa tarefa. Não
podemos nos enganar. A exposição das Sagradas Escrituras é a base do avivamento
(2 Cr 34.15; 35.1-19).
2. O líder deve ser apto para o ensino. Além do pastor, há
pessoas, na igreja local, que foram dotadas por DEUS com habilidades para o
ensino, conforme escreve Paulo: “Se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm
12.7b). O mesmo acontecia no Antigo Testamento. Os israelitas no tempo de
Esdras, confrontados pela Palavra de DEUS, arrependeram-se de seus pecados e
foram procurar o favor divino. Aliás, um dos primeiros requisitos para se
exercer o santo ministério é justamente a aptidão para o ensino (1 Tm 3.2).
3. A Bíblia é a Palavra de DEUS. Inspirados por teologias
liberais, há crentes que não mais veem a Bíblia como a inspirada, inerrante e
infalível Palavra de DEUS — nossa única regra de fé e prática. Alguns chegam a
ensinar que a Bíblia se limita a conter a Palavra de DEUS. Cuidado! Esse ensino
é diabólico. A Bíblia é, de fato, a Palavra de DEUS. Leia com atenção 2 Timóteo
3.16. É indispensável, por conseguinte, que o crente estude e obedeça às
Sagradas Escrituras, pois sem estas não pode haver avivamento.
SINOPSE DO TÓPICO (II) - O líder deve saber ensinar a Palavra de DEUS
e ter a consciência de que ela é inerrante e infalível.
III. O ENTENDIMENTO DA PALAVRA GEROU O AVIVAMENTO
1. O ensino significativo. “E leram o livro, na Lei de DEUS, e
declarando e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse” (Ne 8.8).
Esdras não se limitou a ler as Sagradas Escrituras, mas “declarando e
explicando” cada texto exposto, fez com que todos compreendessem o real
significado da Palavra de DEUS. Entendendo-a, o povo chorou. Era um choro de
sincero arrependimento. Esdras e Neemias, porém, disseram à nação: “Este dia é
consagrado ao Senhor, vosso DEUS, pelo que não vos lamenteis, nem choreis”
(8.9). Era a hora de celebração! O avivamento havia começado. Lembre-se: realce
o ensino significativo da Palavra de DEUS. Siga o exemplo de Esdras.
2. “Comei as gorduras, e bebei as doçuras” (Ne 8.10). Esdras e
Neemias despediram o povo, a fim de que este, segundo o costume judaico, saísse
a celebrar as vitórias conquistadas no Senhor. No entanto, havia muitos pobres
entre os israelitas. Então, numa demonstração de amor e fraternidade, Neemias
exorta aos mais ricos a enviar uma generosa porção de alimento aos seus irmãos
mais necessitados. A Palavra de DEUS ensina-nos a respeito do socorro que se
deve prestar aos mais carentes: “Aprendei a fazer o bem; praticai o que é reto;
ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas” (Is
1.17). Não podemos ser omissos em relação ao sofrimento alheio (Tg 4.17).
3. “A alegria do Senhor é a nossa força” (Ne 8.10). O povo
judeu estava desfrutando de grande alegria. Havia um clima de festa e de
comemoração. E toda aquela felicidade era resultado do genuíno avivamento
espiritual produzido pela exposição da Palavra de DEUS. Era a alegria vinda de
cima, do céu, da parte de DEUS. Era “a alegria do Senhor”. Aleluia.
SINOPSE DO TÓPICO (III) - O genuíno avivamento ocorre quando a
Palavra de DEUS é estudada e compreendida pelos seus servos.
CONCLUSÃO
Somente após a exposição da Lei de DEUS na Praça de Jerusalém, foi
que irrompeu um dos maiores avivamentos da história sagrada. O povo alegrou-se
com o Templo construído sob a liderança de Esdras. A nação jubilou com a
restauração dos muros sob a administração de Neemias. Mas o avivamento somente
veio quando todos ouviram, compreenderam e obedeceram a Palavra de DEUS.
VOCABULÁRIO
Aptidão: Disposição inata.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
PACKER, J. I. Neemias — Paixão Pela Fidelidade. Sabedoria
extraída do livro de Neemias. 1.ed., RJ.CPAD.2010.
Comentário Bíblico Beacon. 1.ed., RJ: CPAD, 2005.
EXERCÍCIOS
1. Qual o nome do local onde o povo reuniu-se para ouvir a
Lei?
R. O povo reuniu-se para ouvir a Palavra de DEUS na praça,
diante a Porta das Águas.
2. Quanto tempo durou a leitura da Palavra e a sua explicação?
R. A leitura da Palavra e a sua explicação duraram sete dias,
durante seis horas diárias.
3. Qual é a base para um avivamento genuíno?
R. A base para o genuíno avivamento é a exposição das Sagradas
Escrituras.
4. O que ocorreu com o povo ao compreender a Palavra de DEUS?
R. Ao compreender a Palavra o povo chorou, arrependeu-se dos
seus pecados, tornando possível o avivamento.
5. A alegria do povo era decorrente de quê?
R. A alegria do povo era decorrente do genuíno avivamento
espiritual que estavam desfrutando.
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I
Subsídio Bibliológico
“O primeiro resultado mencionado a respeito da leitura da Lei é que
ela causou muita tristeza, pois tomaram consciência de que a Lei de DEUS havia
sido infringida. ‘Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei’ (Ne
8.9). Mas essa tristeza não durou muito tempo: ‘Bem-aventurados os que choram,
porque eles serão consolados’ (Mt 5.4). Quando Neemias e Esdras viram que o
povo estava arrependido e chorava, eles provavelmente disseram: Não vos
entristeçais, mas alegrai-vos porque DEUS foi bondoso e perdoou o vosso pecado.
‘Porque esse dia é consagrado ao nosso Senhor; portanto, não vos entristeçais,
porque a alegria do Senhor é a vossa força’ (Ne 8.10).
Isso parece ser uma simplificação do processo pelo qual uma alma
oprimida pelo pecado passa a entender a disposição divina de perdoar e, de
repente, troca a sua tristeza pela alegria. Embora isso não demande um longo
período de tempo, basta, entretanto, que exista uma completa sinceridade.
Parece que foi isso que aconteceu com aqueles que ouviram a leitura feita por
Esdras” (Comentário Bíblico Beacon. 1.ed., V.2., RJ: CPAD, 2005, p.525).
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II
Subsídio Devocional
“‘[...] todo o povo [retornou de suas cidades e] se ajuntou
como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o
escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés’ (Ne 7.73b; 8.1).
O que foi isso? Foi certamente uma ocasião planejada, porque uma
grande plataforma de madeira fora construída para a leitura feita por Esdras
(8.4,5), e é natural supormos que o planejador foi Neemias. É fácil imaginá-lo
anunciando a reunião, enquanto despedia-se de cada destacamento de sua
força-tarefa: ‘Lembrem-se: estejam de volta no primeiro dia do mês, quando,
juntos, aprenderemos a Lei do nosso DEUS’. A necessidade de que todos
conhecessem a revelação de DEUS acerca da sua vontade e de seus caminhos, na
Torá (os cinco livros de Moisés), era clara e óbvia: A Lei achava-se escrita em
hebraico, enquanto todo o povo falava aramaico; e como, ao menos desde o
exílio, não se fizera nenhuma tentativa de âmbito nacional de se ensinar a Lei,
o povo comum era profundamente ignorante de seu conteúdo. E a ignorância torna
impossível servir e agradar a DEUS. Um programa nacional de instrução da lei
divina fazia-se urgentemente necessário.
Vale a pena observar, [...] que uma reprodução do que Neemias fez
em Jerusalém, na metade do quinto século a.C, é extremamente necessário no
Ocidente moderno. Os pais já não ensinam a Bíblia aos filhos em casa; os
pregadores, na igreja, são geralmente temáticos e superficiais, em vez de
expositivos e teológicos; o ensino da Escola Dominical é muitas vezes
rudimentar no que diz respeito à Bíblia; o sistema educacional público e a
mídia, tanto popular quanto a acadêmica, tratam o cristianismo como uma letra morta,
sobrevivente apenas como um hobby para pessoas de um estilo singular.
Assim, não há em nossa cultura o menor encorajamento para se tornar
biblicamente literato, e o resultado é uma geração assustadora e pateticamente
ignorante da Palavra de DEUS. Não se pode esperar nenhum movimento
significativo em direção a DEUS enquanto as coisas permanecerem como estão”
(PACKER J. I. Neemias — Paixão Pela Fidelidade. Sabedoria extraída do
livro de Neemias. 1.ed., RJ: CPAD, 2010, pp.166-67).
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Lição 4,
Alegria, Fruto do ESPÍRITO; Inveja, Hábito da Velha Natureza
1º Trimestre de
2017 - Título: As Obras da Carne e o Fruto do ESPÍRITO - Como o
crente pode vencer a verdadeira batalha espiritual travada diariamente.
Comentarista: Pr.
Osiel Gomes da Silva (Pr Pres. Tirirical - São Luis -MA)
Complementos,
ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
NÃO DEIXE DE
ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES
DETALHADAS DA LIÇÃO
Figuras da
Lição http://ebdnatv.blogspot.com.br/2017/01/figuras-da-licao-4-alegria-fruto-do.html
TEXTO ÁUREO
“Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez
digo: regozijai-vos.” (Fp 4.4)
Regozijar -
χαιρω chairo
1) regozijar-se, estar contente
2) ficar extremamente alegre
3) estar bem, ter sucesso
4) em cumprimentos, saudação!
5) no começo das cartas: fazer saudação, saudar
VERDADE PRÁTICA
A alegria, fruto do ESPÍRITO, não depende de
circunstâncias.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Pv
14.30 A inveja faz a alma adoecer - O coração com saúde é a vida da carne, mas
a inveja é a podridão dos ossos.
Terça - Gn 30.1 A inveja gera rivalidades e prejudica os relacionamentos -
Vendo, pois, Raquel que não dava filhos a Jacó, teve Raquel inveja de sua irmã
e disse a Jacó: Dá-me filhos, senão morro.
Quarta - Pv 3.31 Não tenhas inveja do homem violento - Não tenhas inveja do
homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos.
Quinta - Rm 13.13 Não ande em dissoluções, nem contendas e inveja - Não tenhas
inveja do homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos.
Sexta - 1 Co 3.3 Não seja um crente invejoso - Não tenhas inveja do homem
violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos.
Sábado - Tg 3.14 Não dê lugar a inveja em seu coração - Não tenhas inveja do
homem violento, nem escolhas nenhum de seus caminhos.
LEITURA BÍBLICA
EM CLASSE - João 16.20-24
20 - Na verdade, na verdade vos digo que vós
chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas
a vossa tristeza se converterá em alegria. 21 - A mulher, quando está para dar
à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à
luz a criança, já se não lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um
homem no mundo. 22 - Assim também vós, agora, na verdade, tendes tristeza; mas
outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria, ninguém
vo-la tirará. 23 - E, naquele dia, nada me perguntareis. Na verdade, na verdade
vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar.
24 - Até agora, nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa
alegria se cumpra.
OBJETIVO GERAL
- Explicar a alegria como fruto do ESPÍRITO e a inveja como obra da carne.
Mostrar que DEUS é a fonte da nossa alegria;
Entender que a inveja traz muitos males para o invejoso;
Saber que o crente tem a alegria do ESPÍRITO apesar das circunstâncias
PONTO CENTRAL
O crente tem a alegria do ESPÍRITO apesar das
circunstâncias.
Resumo da Lição
4, Alegria, Fruto do ESPÍRITO; Inveja, Hábito da Velha Natureza
I - ALEGRIA,
FELICIDADE INTERIOR
1. A alegria do Senhor.
2. A fonte da
nossa alegria.
3. A bênção da
alegria.
II - INVEJA, O
DESGOSTO PELA FELICIDADE ALHEIA
III - A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA
1. A alegria no
viver.
2. Alegria no
servir.
3. Alegria no
contribuir.
PARA REFLETIR -
A respeito da alegria, fruto do ESPÍRITO e da inveja; hábito da velha natureza,
responda:
Segundo a lição, o que é a alegria do ESPÍRITO?
A alegria do ESPÍRITO é um estado de graça e de
bem-estar espiritual que resulta da comunhão com DEUS.
Qual é a fonte de nossa real alegria?
DEUS é a fonte da nossa alegria e de todas as dádivas que recebemos.
Defina inveja.
A inveja é uma dor intensa (interior), diante do sucesso do próximo;
"a inveja é a podridão dos ossos". Definitivamente, a inveja é um
sentimento negativo que pertence à natureza adâmica.
A inveja é resultado do quê?
A inveja é fruto da velha natureza.
Como deve ser a nossa contribuição?
Devemos contribuir não com tristeza ou por obrigação, mas com alegria, pois
DEUS ama ao que oferta com contentamento.
CONSULTE
Revista
Ensinador Cristão - CPAD, nº 69, p38. . Você
encontrará mais subsídios para enriquecer a lição. São artigos que buscam
expandir certos assuntos.
SUGESTÃO DE
LEITURA
A Santidade que
Liberta, Abraçado pelo ESPÍRITO e Billy Graham-Paz com DEUS
VÁRIOS
COMENTÁRIOS DE LIVROS COM ALGUMA CORREÇÃO DO Pr. Luiz Henrique
Nossa
verdadeira e humilde atitude deveria ser:
Eu não tenho
conseguido me entregar ao ESPÍRITO SANTO de maneira que as qualidades do
ESPÍRITO SANTO apareçam em meu caráter.
Eu vejo em mim
todas as obras da carne e com a ajuda do ESPÍRITO SANTO tenho lutado contra
essas e algumas vezes reconheço que tenho perdido a batalha, pois deixei de
seguir a orientação do ESPÍRITO.
COMENTÁRIO
BÍBLICO - John Macarthur - NT (Tradução M4ycqn)
JESUS deixou
claro que o problema básico do homem não é com o que está fora dele, mas com o
que está dentro dele. "O que sai do homem, isso é o que contamina o
homem. Porque de dentro, do coração dos homens, procedem os maus pensamentos,
as prostituições, roubos, homicídios, adultérios, atos de cobiça e maldade,
assim como o engano , sensualidade, inveja, calúnia, orgulho e insensatez Todos
estes males procedem de dentro e contaminam o homem "(Marcos 7: 20-23)..
A lista de
JESUS é muito parecida com a de Paulo, e em ambas as passagens é ensinado que a
sede desses males se originam de dentro do homem, de dentro de si mesmo, não de
Satanás ou do mundo exterior. Nesse breve relato JESUS menciona três vezes
que os pecados vêm de dentro do homem, e Paulo identifica sua lista de pecados
como obras da carne , isto é, obras produzidas pela própria
natureza não regenerada.
Há apenas dois
possíveis pontos de vista da natureza do homem: ele é visto tanto como
basicamente bom ou basicamente mal. A visão humanista é que ele nasce
moralmente bom, ou pelo menos moralmente neutra. A Bíblia, no entanto,
mantém o contrário, que o homem é inerentemente corrupto e depravado em todos
os aspectos do seu ser. Por conseguinte, embora o ambiente do homem nunca
seja perfeito e muitas vezes tem um efeito negativo sobre ele, nunca isso será
o seu pior problema. É principalmente o homem que polui o meio ambiente, e
não o ambiente que o polui.
É por isso que
melhores condições de moradia, transporte, educação, emprego, renda,
assistência médica, e todas as outras coisas desejáveis como estas podem não
ser suficientes para resolver o problema básico do homem, que é o pecado dentro
dele. Nenhum benefício exterior pode melhorar-lhe interiormente. Em
vez disso, melhores condições exteriores podem até oferecer melhores e mais
sofisticadas oportunidades para fazer o mal e para aqueles que muito se
beneficiam por serem corrompidos e corruptores de pessoas que estavam
destinadas a ajudar.
Embora Paulo
liste aqui os pecados (cf. Rom 1: 29-31; 2 Cor 12:20-21.) estes são
características naturais da humanidade não redimida,não é em todas as pessoas
que se manifestam todos os pecados ou se manifestam com a mesma
intensidade. No entanto, cada pessoa possui a carne , o
que é pecado e, portanto, pode ser manifestada em comportamento pecaminoso,
quaisquer que sejam as condições particulares de que possa ter. Estes são
comportamentos normais e contínuos para os descrentes em seu curso de vida na
carne, mas são um comportamento normal e corriqueiro na vida dos cristãos, que
vivem no ESPÍRITO. Um cristão pode andar no ESPÍRITO e evitar todos esses
pecados, ou ele pode viver na carne e ser vítima de qualquer um
deles ou até de todos.
A lista de
Paulo das obras da carne engloba três áreas gerais: sexo, religião, e
relações humanas.
Alegria . A segunda manifestação do fruto do ESPÍRITO é alegria . Chara ( alegria )
é utilizado cerca de 70 vezes no Novo Testamento, sempre para significar um
sentimento de felicidade que é baseado em realidades espirituais. Alegria é
o deep-down sensação de bem-estar sendo que habita no coração da pessoa que
sabe tudo está bem entre ele e o Senhor. Não é uma experiência que vem de
circunstâncias favoráveis ou até mesmo uma emoção humana que é divinamente
estimulados. É um presente de DEUS para os crentes. Como Neemias,
declarou: "A alegria do Senhor é a vossa força" (Ne 8:10). Alegria é
uma parte da própria natureza e de DEUS ESPÍRITO que Ele se
manifesta em seus filhos.
Falando de como
nos sentimos a respeito do Senhor JESUS CRISTO, Pedro escreveu: "Ainda que
você não O tenha visto, você o amam, e ainda que você não O veja agora, mas
acredita Nele, exultais com alegria indizível e cheia de glória" (1
Pe. 1:8). Alegria é o excesso inevitável de receber JESUS
CRISTO como Salvador e do crente de conhecer a Sua presença contínua.
Alegria não só não vem de circunstâncias humanas favoráveis, mas às
vezes é maior quando essas circunstâncias são as mais dolorosas e
graves. Pouco antes de sua prisão e crucificação, JESUS disse aos seus
discípulos: "Em verdade, em verdade vos digo que, que vocês vão chorar e
lamentar, mas o mundo se alegrará; vós estareis tristes, mas a vossa tristeza
se converterá em alegria" ( João 16:20). Para ilustrar essa verdade
JESUS comparou a divina alegria para uma mulher em trabalho de
parto. "Ela tem tristeza, porque é chegada a sua hora; mas quando ela
dá à luz a criança, ela não se lembra da angústia mais, por causa da alegria
que trouxe uma criança ter nascido no mundo. Por isso vocês agora também tendes
tristeza;. Mas eu vou estar com vocês novamente, e seus corações se alegrarão,
e ninguém tirará essa alegria de vocês" (vv. 21-22).
A alegria de
DEUS é completa, completa em todos os sentidos. Nada de humano ou
circunstancial pode completá-la ou afastar-se dela. Mas não é cumprida na
vida de um crente, exceto através da dependência e obediência ao
Senhor. "Pedi e recebereis", JESUS passou a explicar, "que
a vossa alegria seja completa" (João 16:24). Uma das motivações de
João ao escrever sua primeira epístola foi ensinar que nossa alegria pode
"ser feita completa" (1 João 1:4).
O próprio JESUS
é mais uma vez o nosso exemplo supremo. Ele era "um homem de dores, e
experimentado no sofrimento" (Isaías 53:3; cf. Lc 18:31-33), mas, assim
como Ele havia prometido para seus discípulos, Sua tristeza se transformou em
alegria. "Para o gozo que lhe [Ele], suportou a cruz, desprezando a
ignomínia, e está assentado à destra do trono de DEUS" (Heb
12:2). Apesar do mal-entendido, a rejeição, o ódio e a dor que Ele
suportou dos homens, enquanto encarnado entre eles, o Senhor nunca perdeu a sua
alegria no relacionamento que teve com seu pai. E que alegria Ele dá a
cada um de Seus seguidores.
Apesar da alegria ser
um dom de DEUS através de Seu ESPÍRITO para aqueles que
pertencem a CRISTO, ela também é um mandamento para nós. "Alegrai-vos
sempre no Senhor; outra vez eu vou dizer: alegrem-se!"Paulo ordena (Fp
4:4; cf. 3:1). Porque a alegria vem como um presente
dEle, o comando, obviamente, não é para os crentes fabricarem ou tentar
imitá-la. O comando é aceitar com gratidão e deleitar-se com esta grande
bênção que já possuem. "Porque o reino de DEUS não é comida nem bebida,
mas justiça, paz e alegria no ESPÍRITO SANTO" (Rom 14:17).
Discórdias,
dissensões, facções, e invejas são
as expressões mais particulares e permanentes dos pecados gerais que os
precedem na lista. Eles representam animosidades entre indivíduos e grupos
que, por vezes, continuam a apodrecer e crescer muito depois de a causa
original do conflito já ter passado. Esses pecados dominaram feudos de
velhos tempos e clãs das montanhas por muitas gerações com hostilidades
nacionais que duraram séculos, esses pecados podem se tornar um modo de vida
estabelecido e destrutivo. Podem atingir famílias que se odiarão por séculos.
passam a ser uma tradição familiar ou entre igrejas ou entre empresas, etc...
RESUMO
RÁPIDO DO Pr. HENRIQUE
COMENTÁRIO/INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, estudaremos a
alegria, como qualidade do fruto do ESPÍRITO
Existe alegria
da alma e do ESPÍRITO. A alegria que vem do fruto do ESPÍRITO é espiritual,
portanto, sobrepõe a alegria da alma, sobrepõe os sentimentos, sobrepõe as
aflições, angústias e todas as circunstâncias adversas que possam ocorrer.
I -
ALEGRIA, FELICIDADE INTERIOR
1. A alegria do Senhor.
A alegria,
qualidade ou virtude do fruto do ESPÍRITO, independe do que está acontecendo a
nossa volta. O crente pode estar alegre mesmo estando preso numa cadeia, como
aconteceu com Paulo, quando escreveu aos filipenses. essa alegria é provinda da
comunhão e intimidade com o ESPÍRITO SANTO. O crente que está alegre
espiritualmente não se entristece com as circunstâncias a sua volta. A situação
moral, espiritual ou material dos outros não pode abalar sua alegria com DEUS.
A alegria da certeza da salvação e da viva esperança do arrebatamento não podem
ser subjulgadas pelos problemas da vida.
A alegria, a
marca distintiva do povo de DEUS (Fp 4.4) - Coleção Comentários Expositivos
Hagnos - Hernandes Dias Lopes
O apóstolo
Paulo fala sobre três características da alegria:
Em primeiro
lugar, a alegria é uma ordenança, e não uma opção. Ser alegre é um mandamento, e não uma recomendação. Deixar de ser
alegre é uma desobediência a uma expressa ordem de DEUS. O evangelho trouxe
alegria, o Reino de DEUS é alegria, o fruto do ESPÍRITO tem como uma de suas
qualidades a alegria, e a ordem de DEUS é “alegrai-vos”.
Em segundo
lugar, a alegria é ultracircunstancial. Paulo diz que devemos nos alegrar sempre. Como a vida é um mosaico
em que não faltam as cores escuras do sofrimento, nossa alegria não pode
depender das circunstâncias. Na verdade, nossa alegria não é ausência de
problemas. Não é algo que depende do que está fora de nós. Neste mundo,
passamos por muitas aflições, cruzamos vales escuros, atravessamos desertos
esbraseados, singramos águas profundas, mas a alegria verdadeira jamais nos
falta.
Em terceiro
lugar, a alegria ê Cristocêntrica. Nossa alegria
é uma pessoa, e não ausência de problemas. Nossa alegria está centrada em
CRISTO. Quem tem JESUS, experimenta essa verdadeira alegria. Quem não tem
JESUS, pode ter momentos de alegria, mas não a alegria verdadeira. Quem tem
JESUS, tem a alegria; quem não O tem, jamais a experimentou.
2. A
fonte da nossa alegria.
ALEGRIA DO
ESPÍRITO - Milagre de DEUS, vem de DEUS, é sobrenatural, é pura, é perfeita.
Tiago nos revela que DEUS é a fonte de todas as dádivas que recebemos (Tg
1.17).
É um milagre de
DEUS - Vem do ESPÍRITO SANTO, não é nossa, não vem de nós - DEUS é a fonte da
Alegria Verdadeira.
Tg 1.17 Toda a
boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em
quem não há mudança nem sombra de variação.
3. A
bênção da alegria.
Segredos
conhecidos, mas pouco praticados para se ter uma vida alegre com DEUS - oração,
a leitura da Palavra e o jejum.
Dois tipos de
alegria - da alma e do ESPÍRITO.
ALEGRIA DA ALMA
- Emoção e estado de satisfação e felicidade (Sl
16.11; Rm 14.17).
חדוה chedvah
1) alegria, contentamento
Dicionário
Português - Qualidade de alegre. 2. Contentamento. 3. Tudo o que alegra. 4.
Divertimento, festa.
Ne 8.10
Disse-lhes mais: Ide, e comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções
aos que não têm nada preparado para si; porque esse dia é consagrado ao nosso
Senhor; portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do SENHOR é a vossa
força.
ALEGRIA DO
ESPÍRITO
χαρα chara
1) alegria, satisfação
1a) a alegria recebida de você
1b) causa ou ocasião de alegria
Rm 14.17 Porque o reino de DEUS não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria
no ESPÍRITO SANTO.
II - não comentaremos
III
- A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA
1. A
alegria no viver.
Seja alegre
todo tempo e em todo tempo. A alegria vem em abundância sobre aqueles que estão
em comunhão com o ESPÍRITO SANTO. Estão ocupados na obra de DEUS. praticam a
oração em abundância., bem como o estudo da Palavra de DEUS e o jejum.
2.
Alegria no servir.
JESUS é o
modelo de serviço a todos e principalmente a DEUS. Por isso mesmo o PAI também
se alegrou com as obras do Filho (Mt 3.16,17).
Servir a DEUS e
a nosso próximo é dever de todos nós, pois o amor de DEUS nos constrange a
isto. Representamos JESUS aqui na terra e devemos fazer as mesmas obras que ELE
fêz e até maiores.
Na verdade, na
verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e
as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. João 14:12
3.
Alegria no contribuir.
Nunca escolha o
pior para DEUS, isso é o que fazem os tolos. Na hora de contribuir com suas
ofertas, escolhem as piores notas ou até mesmo moedas para ofertarem. Querem
muito de DEUS, mas dão para DEUS o seu pior. A oferta deve ser dada com alegria
e agradecimento a DEUS que nos deu de tudo o que necessitávamos.
Quem não dizima
e nem oferta não deveria nem entrar num templo onde se louva e adora a DEUS e
se recebe de DEUS. Tudo ali foi construído com o dinheiro dos dízimos e das
ofertas.
CONCLUSÃO
A alegria é uma
felicidade interior, é a alegria do senhor que é a nossa fonte de onde jorra
alegria e nos abençoa com a alegria de DEUS.
A inveja é o
desgosto pela felicidade alheia, é por definição o sentimento de pesar pelo bem e pela felicidade de outra pessoa,
junto com o desejo de ter isso para si (Sl 37.1; Pv 14.30; 1Pe 2.1). A Inveja
é o fruto da velha natureza e tráz consigo efeitos malignos como
Paulo escreveu aos coríntios, foi responsável pelo assassinato de Abel cometido
por Caim, pela fuga de Jacó diante de Esaú, pela venda de José para o Egito
pelos seus irmãos, pela tentativa de assassinato feita por Saul contra Davi, e
pelo ódio pagão que derramou o sangue dos mártires cristãos (I Clemente 4.6).
A alegria do
espírito é para ser vivida, é a alegria no servir e no contribuir, é a alegria
da comunhão com DEUS. Seja feliz e alegre, você é filho(a) de DEUS.
Obra
da Carne e o Fruto do ESPÍRITO-William Barclay
ALEGRIA - chara
χαρα - Alegria Do Viver
Somente quando
estudamos detalhadamente o Novo Testamento descobrimos quão importante livro de
alegria ele é.
No Novo
Testamento o verbo chairein, que significa alegrar-se, ocorre setenta e duas
vezes, e a palavra chara, que significa alegria, aparece sessenta vezes. O Novo
Testamento é o livro da alegria.
A saudação
grega normal, tanto na conversa quanto nas cartas, é a palavra chairein, e é
geralmente traduzida simplesmente por “Saudações!”
Assim é usada
na carta de Felix a respeito de Paulo, dirigida ao oficial romano Claudio
Lisias (Atos 23.26). Se fossemos dar a chairein sua tradução integral e
literal, teríamos: “A alegria seja contigo!” , e há certas ocasiões no Novo
Testamento em que somente a tradução integral é correta.
Quando a Igreja
cristã resolveu no Concilio de Jerusalém que a porta da Igreja seria aberta aos
gentios, os lideres da Igreja enviaram aos cristãos gentios na Síria, Antioquia
e Cilicia uma carta informando-os a respeito daquela grande decisão, e a carta
começa com: “Chairein” - a alegria seja convosco! (Atos 15.23). Estava aberta a
porta a alegria cristã. Quando Tiago estava escrevendo aos cristãos dispersos
pelo mundo, e quando estava pensando neles como exilados da eternidade, começa
sua carta: “A alegria esteja convosco!” (Tiago 1.1). Uma das ultimas palavras
que Paulo escreveu aos seus amigos em Corinto foi: “A alegria seja convosco,
irmãos!” (2 Co 13.11). Há dois belíssimos usos desta palavra chairein em
conexão com a vida de JESUS. Quando o anjo veio a Maria, a fim de contar-lhe a
respeito do filho ao qual havia de dar a luz, a sua saudação foi: “A alegria
seja contigo!” (Lc 1.28). E na manhã da ressurreição a saudação do CRISTO
ressurreto às mulheres que tinham vindo para lamentar foi: “A alegria seja
convosco” (Mt 28.9). Esta grande saudação ressoa de modo triunfante pelas
páginas do Novo Testamento. Examinemos, portanto, esta alegria cristã conforme
nos mostra o Novo Testamento.
(i) Devemos
começar notando que a alegria é a atmosfera distintiva da vida cristã. Podemos
expressá-la da seguinte maneira — seja quais forem os ingredientes da vida
cristã, e as proporções em que forem misturados, a alegria é um deles. Na vida
cristã, a alegria sempre permanece como um fator constante. “Alegrai-vos no
Senhor,” escreve Paulo aos seus amigos filipenses, e passa a repetir a sua
ordem: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos” (Fp 3.1;
4.4). “Regozijai-vos sempre,” escreve aos tessalonicenses (I Ts 5.16). Já foi
dito que “alegrai-vos!” é sempre a ordem do dia para o crente.
Na carta aos
colossenses há uma passagem muito relevante. Paulo diz aos colossenses que está
orando por eles, pedindo a DEUS para que transbordem do pleno conhecimento da
Sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual, a fim de viverem de
modo digno do Senhor, para o Seu inteiro agrado, frutificando em toda a boa
obra, e crescendo no pleno conhecimento de DEUS. Continua, então: “ sendo
fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a
perseverança e longanimidade” — e então vem as palavras finais: “com alegria”
(Cl 1.9-11).
Toda virtude e
conhecimento devem ser irradiados com alegria; até mesmo a paciência e a
perseverança, que podem ser coisas áridas e repugnantes, devem ser iluminadas
com a alegria. “O reino de DEUS não é comida, nem bebida, mas justiça, e paz, e
alegria no ESPÍRITO” escreveu Paulo aos romanos (Rm 14.17).
Não há virtude
na vida cristã que não se torne radiante com a alegria; não há circunstância e
ocasião que não sejam iluminadas com a alegria.
Uma vida sem
alegria não é uma vida cristã, porque a alegria é um ingrediente constante na
receita para a vida cristã.
Quando
examinamos as referências a alegria no Novo Testamento, com toda a sua
variedade e multiplicidade, elas enquadram-se num certo padrão, e nos falam
acerca de certas esferas em que a alegria cristã deve ser descoberta de modo
especial.
(a) Há a
alegria da comunhão cristã. O Novo
Testamento está cheio da alegria daquilo que pode ser chamado de “
fraternidade” . É uma alegria até semelhante à comunhão. Paulo escreve a
Filemom dizendo-lhe da alegria e conforto que recebeu do amor de Filemom e ao
ver o modo pelo qual os santos foram reanimados pelos cuidados amorosos dele
(Fm 7). Num famoso ditado, os pagãos olhavam para a Igreja cristã e diziam:
“Vede como estes cristãos amam-se mutuamente.” Nunca deve-se esquecer de que
uma das maiores influências na evangelização do mundo é a visão da verdadeira
comunhão cristã, e uma das maiores barreiras a evangelização é a visão de uma
igreja onde a comunhão está perdida e destruída. É uma alegria ainda maior
gozar da comunhão cristã. Alegra o coração de Paulo o fato de seus amigos em
Filipos terem se lembrado dele com suas dádivas (Fp 4.10). Ver a comunhão
cristã é algo glorioso, estar envolvido nela é mais glorioso ainda. É uma
alegria ver a comunhão cristã restaurada. Quando Tito voltou da igreja
perturbada em Corinto com a notícia de que o problema havia sido sanado e a
comunhão restaurada, Paulo regozijou-se (2 Co 7.7,13). É uma alegria
experimentar a comunhão cristã restaurada. O Novo Testamento mostra a alegria
de alguém ao reencontrar-se com amigos. João espera que se encontrará outra vez
com seus amigos, e então sua alegria será completa (2 Jo 12).
No Novo
Testamento, não existe vestígios da religião que isola o homem do seu próximo.
O Novo Testamento mostra vividamente a alegria de fazer amigos, conservá-los e
reencontrá-los, porque a amizade e a reconciliação entre um homem e outro
refletem a comunhão e a reconciliação que há entre o homem e DEUS;
(b) Há a
alegria do evangelho. Há a alegria da
nova descoberta e pode ser dito que a história do evangelho começa e termina em
alegria.
Foram novas de
grande alegria que os anjos trouxeram aos pastores (Lc 2.10), e os sábios se
alegraram quando viram a estrela que lhes contou sobre o nascimento do rei (Mt
2.10). Assim, houve alegria no inicio. Na manhã da Ressurreição as mulheres
voltaram do túmulo após seu encontro com o Senhor Ressurreto, em temor e grande
alegria (Mt 28.8). Os discípulos nem podiam acreditar nas boas novas, por causa
de tanta alegria (Lc 24.41).
Quando JESUS
colocou-se no meio deles, os discípulos se alegraram ao verem o Senhor (Jo
20.20). E bem no fim, conforme Lucas narra a história, após a Ascensão, os
discípulos voltaram para Jerusalém com grande alegria (Lc 24.52). A história do
evangelho começa, continua e termina com grande alegria. Há alegria de receber
o evangelho. Foi com alegria que Zaqueu recebeu JESUS em sua casa (Lc 19.6). Os
tessalonicenses receberam a palavra com alegria (1 Ts 1.6).
Repetidas vezes
Atos fala a respeito da alegria que veio aos homens quando o evangelho chegou
entre eles. A pregação de Filipe trouxe alegria para Samaria (At 8.8); depois
do seu batismo, o eunuco etíope foi seguindo o seu caminho, cheio de jubilo (At
8.39). Havia alegria em Antioquia da Pisidia quando os gentios ouviram que o
evangelho estava para sair da sinagoga e chegar a eles (At 13.48). O Novo
Testamento torna claro que a conversão deve ser uma das experiências mais
felizes de todo o mundo.
Há a alegria de
crer. A oração de Paulo pelos cristãos em
Roma é para que o DEUS da esperança os encha de todo gozo e paz em sua crença
(Rm 15.13). Paulo deseja aumentar a alegria de sua fé para os filipenses (Fp
1.25). O Novo Testamento torna claro que a crença cristã é seguida pela
alegria. Dizia-se a respeito de Burns que ele era mais pressionado do que
ajudado pela sua religião. Sempre existem aqueles que tem feito da sua religião
uma agonia. Mas para o Novo Testamento, a fé e a alegria andam juntas.
Há uma certa
severidade nesta alegria cristã. É uma alegria que se regozija até mesmo na
disciplina e na provação. Tiago ordena que seus leitores se alegrem quando são
provados (Tg 1.2). A alegria cristã é como a alegria de uma mulher de quem as
dores de parto já se foram, e cujo filho chegou (Jo 16.21, 22).
É notável quão
frequentemente no Novo Testamento a alegria e a aflição andam lado a lado. A
despeito da perseguição, os cristãos em Antioquia ficam cheios do ESPÍRITO
SANTO e de gozo (Ato 13.52).
O cristão pode
ter tristezas mas também estar se regozijando (2 Co 6.10). O evangelho trouxe
tribulação a Tessalônica mas também trouxe alegria (1 Ts 1.6).
Esta alegria na
tribulação pode ser uma coisa muito maravilhosa, e a maravilha dela acha-se no
fato de ser suportada e empreendida por amor a JESUS CRISTO. Pedro e João
deixaram o Sinédrio e as suas ameaças, regozijando-se por terem sido
considerados dignos de sofrer afrontas pelo nome de JESUS (Ato 5.41). Pedro
encoraja os seus leitores, dizendo-lhes que quando sofrem estão compartilhando
dos sofrimentos do próprio CRISTO (1 Pe 4.13).
A .passagem mais
estarrecedora no Novo Testamento acha-se em Cl 1.24 onde Paulo diz que se
regozija nos seus sofrimentos. “Preencho o que resta das aflições de CRISTO, na
minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja.” Como é que algo pode
faltar, ou restar, dos sofrimentos de JESUS CRISTO? Façamos uma analogia. É
possível que um cientista, um cirurgião ou um médico, no seu laboratório,
centro cirúrgico ou sala de pesquisas, trabalhe com esforço e sofrimento,
correndo perigo, arriscando e destruindo sua própria saúde para achar a cura ou
alguma ajuda para as dores e enfermidades dos homens. Mas a sua descoberta
permanece inútil a não ser que seja tirada do laboratório e colocada a
disposição dos homens em todas as partes do mundo. E é bem possível que aqueles
que levam a descoberta até aos homens tenham de suar, labutar, sofrer e fazer
sacrifícios para torná-la disponível. É pode-se dizer com exatidão e
propriedade que os sofrimentos deles para tornar a dádiva disponível aos homens
preenchem e completam os sofrimentos do grande homem que fez a descoberta
original. A obra de JESUS CRISTO foi realizada e completada. Mas ainda falta
torná-la disponível aos homens. Repetidas vezes na história, os homens tem
labutado, sofrido e morrido para contar aos outros aquilo que JESUS CRISTO fez
por eles. E em seus sofrimentos podemos dizer que estão completando os
sofrimentos do próprio JESUS CRISTO. Aqui está o grande pensamento inspirador
afirmando que, se em qualquer tempo nosso serviço e lealdade a Ele nos custarem
alguma coisa, isto quer dizer que estamos completando os sofrimentos de JESUS
CRISTO. Que privilégio e mais sublime do que este? Se assim for, a alegria não
poderá ser retirada de nós (Jo 16.22).
(c) Há a
alegria da obra e do testemunho cristãos, Há alegria ao ver DEUS em ação. Os Setenta voltaram com alegria,
porque os demônios foram conquistados no nome de CRISTO (Lc 10.17). Diante das
obras maravilhosas de JESUS o povo se regozijou por causa das coisas gloriosas
que estavam sendo feitas por Ele (Lc 13.17; 19.37). Há alegria ao ver o
evangelho sendo anunciado.
Barnabé ficou
alegre quando viu os gentios sendo trazidos para a fé em Antioquia (Ato 11.23).
O relato da propagação do evangelho trouxe muita alegria aos irmãos (Ato 15.3).
O evangelho é a ultima coisa que algum cristão deveria guardar para si mesmo.
Quanto mais o evangelho se propaga, e quanto maior for o número de pessoas que
compartilham dele, maior será a sua alegria.
Há a alegria do
mestre e do pregador no progresso cristão do seu povo. A notícia da obediência dos cristãos em Roma propagou-se e Paulo
está alegre por causa deles (Rm 16.19). A unidade da congregação é a alegria do
pastor (Fp 2.2). Mesmo em sua ausência, Paulo regozija-se na firmeza dos
cristãos em Colossos e com o progresso dos cristãos de Tessalônica (Cl 2.5; 1
Ts 3.9). João se alegra quando seus filhos andam na verdade (2 Jo 4). “Não
tenho maior alegria do que esta,” diz ele, “a de ouvir que meus filhos andam na
verdade” (3 Jo 4).
Nunca devemos
nos esquecer de que, segundo o Novo Testamento, o objetivo de toda a pregação
cristã é trazer alegria aos homens. “Tenho-vos dito estas coisas,” disse JESUS,
“para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo” (Jo 15.11). O
objetivo de JESUS ao falar aos Seus discípulos era que tivessem o Seu gozo
cumprido em si mesmos (Jo 17.13).
O alvo de João
ao escrever aos seus conhecidos era que a alegria deles e a sua fossem
completas (1 João 1.4). O desejo de Paulo para os coríntios era de que pudesse
cooperar com eles visando a alegria (2 Co 1.24).
Paulo gostaria
de ser poupado por um pouco mais de tempo a fim de que ajudasse os filipenses
no seu progresso e gozo da fé (Fp 1.25).
Pode ser que um
pregador tenha de despertar tristeza e arrependimento no seu povo; é possível
que tenha de colocar temor nos seus corações; pode ser que tenha de levá-lo a
ter auto repugnância e a se humilhar.
Mas nunca um
sermão cristão pode parar ai. O sermão que deixa o homem nas trevas do
desespero não é um sermão cristão, porque depois da vergonha e da humilhação do
arrependimento deve haver a alegria do perdão recebido e do amor de DEUS que
foi experimentado. Ninguém deve, em ocasião alguma, levantar-se no fim de um
culto cristão sem a possibilidade de a alegria arder e flamejar diante dele.
Stanley Jones conta a respeito de Rufus Moseley: “O cristão mais fervoroso” que
havia conhecido. Alguém disse a respeito dele: “Na primeira vez que o ouvi,
achei que ele estava louco, mas na segunda vez, tive a certeza disso.” Certa
vez, alguém perguntou a Moseley se achava que JESUS riu alguma vez: “Não sei,”
disse ele, “mas certamente consertou a minha vida de modo que eu possa rir.”
É bem possivel
que, no final, a maior alegria será a alegria nas pessoas que trouxemos para
JESUS CRISTO.
Para Paulo, os
filipenses e os tessalonicenses são sua alegria e coroa (Fp 4.1; 1 Ts 2.19,
20). O escritor aos Hebreus conclama aqueles que estão colocados numa posição
de liderança e autoridade a serem fieis a sua vocação, de modo que possam
prestar contas, no fim da jornada, não com tristeza mas com alegria (Hb 13.17).
Quando Samuel
Rutherford estava encarcerado por causa de sua fé, sua mente estava na pequena
igreja de Anwoth onde morara, ministrara e trabalhara. Estava pensando nas
pessoas que ali ensinara e amara, e no fim do qual agora não poderia escapar. A
Sra. Cousins expressa em palavras os pensamentos que ele tinha naqueles
momentos:
Bela Anwoth no
Rio Solway, Ainda me és querida; Já estando perto do céu, Dedico-te uma
lágrima. Oh! se uma só alma de Anwoth, Encontrar-me à destra de DEUS, Meu céu
será dois céus Na terra de Emanuel.
E assim
chegamos ao fim, porque esta alegria é a alegria do próprio DEUS; e a alegria
de quem achou as coisas que se perderam, como o pastor e as ovelhas perdidas
(Lc 15.5, 7;Mt 18.13); como a alegria da mulher que achou a moeda que estava
perdida (Lc 15.10); como a alegria do pai cujo filho perdido voltou para casa
(Lc 15.32).
Tanto para o
homem como para DEUS, a maior de todas as alegrias é a alegria do amor
renascido e restaurado, é a alegria do pastor pelo seu povo não é outra coisa
senão a alegria de DEUS.
Alegrar-Se,
(Dicionario Vine Antigo e Novo Testamento)
שמח samach
שמחה simchah
שמה sameach
ALEGRAR-SE
A.Verbo.
sãmah (שפה): “alegrar-se. regozijar-sc”. Este verbo
também ocorre no ugarítico (onde seus radicais são sh-m-h) e talvez no
aramaico-siríaco. Aparece em todos os períodos do hebraico e por volta de 155
vezes na Bíblia.
O termo sãmah
diz respeito a uma emoção espontânea ou felicidade extrema que é expressa de
maneira visível e/ou externa. Não representa um estado permanente de bem-estar
ou sentimento. Esta emoção surge em banquetes, festas de circuncisão, de
casamento, de colheita, a derrota dos inimigos e em outros eventos semelhantes.
Os homens de Jabes-Gileade irromperam com alegria quando souberam que seriam
libertos dos filisteus (1 Sm 11.9).
A emoção
manifesta no verbo sãmah encontra expressão visível. Em Jr 50.11. os
babilônicos são denunciados por "se alegrarem’' e saltarem de prazer com a
pilhagem de Israel. Sua emoção é revelada externamente por terem inchado como
bezerra gorda e relinchando como garanhões. A emoção representada no verbo é
concretizada no substantivo .· ir-ihãh é acompanhada às vezes por dança, canto e
instrumentos musicais. Este era o sentido quando Davi foi aclamado pelas
mulheres de Jerusalém quando ele voltava vitorioso das batalhas contra os
filisteus (1 Sm 15.6). Esta emoção é descrita como produto de uma situação,
circunstância ou experiência exterior, como a encontrada na primeira ocorrência
bíblica de sãmah. DEUS disse a Moisés que Arão estava vindo para encontrá-lo e,
־‘vendo-te, se alegrará em seu coração” (Êx
4.14). Esta passagem fala do sentimento interno que é expresso visivelmente.
Quando Arão viu Moisés, ele foi vencido pela alegria e o beijou (Êx 4.27).
O verbo sãmah
sugere três elementos: 1) Um sentimento espontâneo e descontinuado de júbilo,
um sentimento tão forte que encontra expressão em um ato exterior e 3) um
sentimento provocado por um incentivo exterior e não sistemático.
Este verbo é
usado 110 vezes no modo intransitivo com o significado de que a ação é enfocada
no sujeito (cf. 1 Sm 11.9). DEUS é, às vezes, o sujeito, aquele que "se
alegra e se regozija”: “A glória do SENHOR seja para sempre! Alegre-se o Senhor
em suas obras!" (SL 104.31). Quanto aos justos: “Alegrai-vos no SENHOR e
regozijai-vos; [...] e cantai alegremente” (SL 32.11). No lugar que o Senhor
escolher, Israel deve “alegrar-se” em tudo o que o Senhor o abençoar (Dt 12.7).
Usado neste modo, o verbo sãmah descreve um estado no qual a pessoa se coloca
sob determinadas circunstâncias. Tem o sentido adicional e técnico de descrever
tudo o que se faz ao preparar uma festa perante DEUS: Έ ao primeiro dia
tomareis para vós ramos de formosas árvores, ramos de palmas, ramos de árvores
espessas e salgueiros de ribeiras; e vos alegrareis perante o SENHOR, vosso
DEUS, por sete dias” (Lv 23.40).
Em alguns
casos, o verbo descreve um estado contínuo. Em 1 Rs 4.20, o reinado de Salomão
é resumido assim: "Eram, pois, os de Judá e Israel muitos, como a areia
que está ao pé do mar em multidão, comendo, e bebendo, e alegrando-se".
Substantivo.
simehãh (שסחח): “alegria, regozijo”. Este substantivo,
que também aparece no ugarítico, é encontrado 94 vezes no hebraico bíblico. O
substantivo sinfhãh é termo técnico para designar a expressão exterior de
“alegria” (Gn 31.27, primeira ocorrência bíblica; cf. 1 Sm 18.6; Jr 50.11) e é
uma representação do sentimento ou conceito abstrato de “alegria” (Dt 28.47).
Em outro uso técnico, este substantivo significa toda a atividade de fazer uma
festa perante DEUS: "Então, todo o povo se foi a comer, e a beber, e a
enviar porções, e a fazer grandes festas [literalmente, “fazer grande
alegria”]” (Ne 8.12).
O substantivo
apanha a nuança concreta do verbo. como em Is 55.12: "Porque, com alegria,
saireis; [...] os montes e os outeiros exclamarão de prazer perante a vossa
face e todas as árvores do campo baterão palmas".
Adjetivo.
sãmeah (riçrj:
“alegre, contente". Este adjetivo ocorre 21 vezes no Antigo Testamento. A
primeira ocorrência bíblica está em Dt 16.15: ‘ Sete dias celebrarás a festa ao
SENHOR, teu DEUS no lugar que o SENHOR escolher, porque o SENHOR, teu DEUS te
há de abençoar; [...] pelo que te alegrarias certamente”.
ALEGRIA
(Dicionário Teológico)
[Do lat. alacer
] Satisfação, contentamento, júbilo. De conformidade com as Sagradas
Escrituras, a alegria do crente independe das circunstâncias. Como dom de DEUS
e fruto do ESPÍRITO SANTO, pode ser desfrutada sob as mais adversas condições
(Gl 5,22).
Eis as palavras
hebraicas mais usadas no Antigo Testamento para expressar alegria: simhã -
gozo, riso; gûl - saltar, ser alegre; e: sãmeah - brilhar, estar contente. No
Novo Testamento, temos os seguintes vocábulos: chara - gozo; chairo -
regozijar-se. Esta alegria pode manifestar-se até mesmo em meio às perseguições
e às mais impensáveis provas (Mt 5.12; 2 Co 12.9). A graça de CRISTO faz-nos
assentar nos lugares celestiais.
AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias,
CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD
na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
Referências
Bibliográficas (outras estão acima)
Dicionário
Bíblico Wycliffe. 4.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, Bíblia de estudo -
Aplicação Pessoal, Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP:
Sociedade Bíblica do Brasil, 2006, Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e
Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de
Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com
referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida-
EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA
EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias,
CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD
na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - www.ebdweb.com.br - www.escoladominical.net - www.gospelbook.net - www.portalebd.org.br/ --
Dicionário Vine
antigo e novo testamentos - CPAD, Manual Bíblico Entendendo a Bíblia, CPAD,
Dicionário de Referências Bíblicas, CPAD, Hermenêutica Fácil e
descomplicada, CPAD, Revistas antigas - CPAD
Tesouro de
Conhecimentos Bíblicos / Emilio Conde. - 2* ed. Rio de Janeiro: Casa
Publicadora das Assembleias de DEUS, 1983
Wiesber,
Comentário Bíblico. Editora Geográfica, 2008,
Champlin,
Comentário Bíblico. Hagnos, 2001,
Concordância
Exaustiva do Conhecimento Bíblico "The Treasury of Scripture
Knowledge"
Peq.Enc.Bíblica
- Orlando Boyer - CPAD
Bíblia The Word
- Bíblia SWord
Dicionário
Strong Hebraico e Grego
Dicionário
teológico - Claudionor Correa de Andrade
Enciclopédia
Ilúmina
Obra da Carne e
o Fruto do ESPÍRITO - William Barclay
))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
REVISTA
NA ÍNTEGRA - LIÇÃO 9, BETEL, ALEGRIA E GRATIDÃO AO SENHOR RESULTAM DA PALAVRA DE
DEUS, 2º TRIMESTRE DE 2026
Escrita, Lição
9, Betel, Alegria e gratidão ao Senhor resultam da Palavra de DEUS,
2Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz
Henrique de Almeida Silva
EBD | 2° Trimestre De 2026 | EDITORA BETEL |
TEMA: Neemias – Restaurando muros, reconstruindo vidas e renovando
propósitos | Escola Bíblica Dominical | Lição
09: Alegria e gratidão ao Senhor resultam da Palavra de DEUS
ESBOÇO DA LIÇÃO
1- A ALEGRIA
DOS SALVOS
1.1. O conceito
de alegria no AT.
1.2. O conceito
de alegria no NT.
1.3. A alegria
que vem do relacionamento com o ESPÍRITO SANTO.
2- CELEBRANDO
AS VITÓRIAS E CONQUISTAS
2.1. Celebrar é
olhar além dos problemas.
2.2. Celebrar é
reconhecer a Bondade de DEUS.
2.3. Celebrando
as pequenas vitórias.
3- GRATIDÃO E
ALEGRIA PELA PROVIDÊNCIA DE DEUS
3.1. O
princípio da gratidão.
3.2. A gratidão
motiva o culto a DEUS.
3.3. A gratidão
é um princípio cristão.
TEXTO ÁUREO
“Disse-lhes
mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções aos que não
têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao nosso Senhor.
Portanto, não vos entristeçais; porque a alegria do Senhor é a vossa
força”. Neemias 8.10
VERDADE
APLICADA
O
relacionamento com DEUS, conforme revelado nas Escrituras, resulta em um viver
caracterizado por alegria e gratidão.
OBJETIVOS DA
LIÇÃO
Reconhecer a
alegria que vem da comunhão com DEUS.
Ressaltar que o pecado enfraquece o ser humano.
Saber que a verdadeira alegria é uma dádiva divina.
TEXTOS DE REFERÊNCIA
- NEEMIAS 8.9-12
9 E Neemias (que era o governador), e o
sacerdote Esdras, o escriba, e os levitas que ensinavam ao povo disseram a todo
o povo: Este dia é consagrado ao Senhor, vosso DEUS, pelo que não vos
lamenteis, nem choreis. Porque todo o povo chorava, ouvindo as palavras da lei.
10 Disse-lhes mais: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai
porções aos que não têm nada preparado para si; porque este dia é consagrado ao
nosso Senhor. Portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a
vossa força.
11 E os levitas fizeram calar a todo o povo, dizendo: Calai-vos, porque este
dia é santo; por isso, não vos entristeçais.
12 Então todo o povo se foi a comer e a beber, e a enviar porções, e a fazer
grandes festas, porque entenderam as palavras que lhes fizeram saber.
LEITURAS
COMPLEMENTARES
SEGUNDA | Sl
64.10 DEUS é a fonte de alegria do Seu povo.
TERÇA | Atos 2.46 O crente deve se alegrar.
QUARTA | 1Ts 5.18 O verdadeiro adorador adora em qualquer circunstância.
QUINTA | Cl 3.15 A gratidão é um princípio espiritual.
SEXTA | Sl 100.4 Devemos cultuar a DEUS com gratidão.
SÁBADO | Dt 11.19 Devemos ensinar a Palavra de DEUS aos nossos filhos.
HINOS SUGERIDOS: 18, 459, 505
MOTIVO DE
ORAÇÃO
Ore para que a alegria e a gratidão sejam
marcas constantes na vida dos servos de DEUS.
PONTO DE
PARTIDA - Sejamos alegres e gratos a DEUS.
INTRODUÇÃO
Depois da
pressão sofrida durante a reconstrução dos muros da cidade, chegou o momento de
reunir o povo para a exposição da Palavra de DEUS. Esse retorno às Escrituras
resultou em quebrantamento, contrição, alegria, gratidão e grandes festas.
Nesta lição, aprenderemos verdades importantes sobre a gratidão e a alegria do
Senhor na vida cristã.
1- A ALEGRIA
DOS SALVOS
A alegria é um
sentimento importante para uma vida física e emocionalmente equilibrada e
fortalecida. Hoje, fala-se muito sobre manter uma vida leve, cultivar amizades
saudáveis e praticar atividades que nos sejam prazerosas, pois isso contribui
para o bem-estar como um todo. Porém, a alegria dos salvos vai além: o Senhor é
o principal motivo da nossa alegria.
1.1. O conceito de alegria no AT.
Os crentes são alegres porque DEUS é uma fonte inesgotável de
alegria, na qual nos alegramos (Sl 64.10; Sl 32.11; Sl 97.12; Jl 2.23). Essa
alegria está relacionada ao perdão dos pecados (Sl 51.8), ao grande amor
revelado no cuidado e na proteção de DEUS (Sl 31.7) e à Sua Palavra (Sl
119.14,16, 28; Sl 48.11). No AT, a alegria se revelava no louvor a DEUS com
palmas, danças e instrumentos musicais (Hc 3.18; Jr 31.7; Sl 149.3; 150.4; Êx
15.20). Desde então, alegrar-se em DEUS expressa gratidão por tudo que Ele fez,
faz e fará na vida daqueles que O amam. O Salmo 68 mostra o contraste
entre o ímpio e o justo. Enquanto o ímpio perece e é destruído em sua
arrogância e altivez (vs. 1 e 2), o justo se regozija na Presença de DEUS (v.3)
e reconhece nEle todas as bênçãos recebidas: “Bendito seja o Senhor, que de dia
em dia nos cumula de benefícios; o DEUS que é a nossa salvação”, Sl 68.19.
Comentário
Bíblico de Matthew Henry (2010): “Sua fortaleza estava no gozo do Senhor.
Quanto melhor compreendermos a Palavra de DEUS, mais consolo achamos nela; a
escuridão da prova surge da escuridão da ignorância”. A alegria do Senhor não é
um sorriso superficial; é a convicção profunda de que DEUS permanece o mesmo em
meio a tudo (Ne 8.10; Tg 1.2-4). Quando a mente é iluminada pela Escritura, o
coração encontra direção no vale e sobriedade no cume: “Lâmpada para os meus
pés é a tua palavra” (Sl 119.105).
1.2. O conceito
de alegria no NT.
Na Nova
Aliança, a alegria é um dos aspectos de maior relevância na vida cristã. O
Evangelho é descrito como “novas de grande alegria” (Lc 2.10) e, onde é
pregado, esse sentimento acompanha a pregação e as conversões (Atos 8.8; 13.48,
52). O crente deve se alegrar mesmo em meio às adversidades, pois crê na
brevidade da vida terrena e na iminente volta de CRISTO: “Mas alegrai-vos no
fato de serdes participantes das aflições de CRISTO, para que também na
revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis”, 1 Pe 4.13. JESUS concede ao
crente que vive no Seu amor a verdadeira alegria e o significado pleno da vida
cristã (Jo 15.9-12). Ao se despedir dos crentes de Éfeso, o Apóstolo Paulo
testificou que estava pronto para suportar todo tipo de adversidade em sua
missão, contanto que cumprisse a carreira com alegria (Atos 20.24).
Sobre o dever
do crente de alegrar-se (Fp 2.18), Matthew Henry (2010) observa: “A vontade de DEUS
é que os crentes estejam muito alegres; e aqueles que estiverem tão felizes por
terem bons ministros terão muitas razões para regozijarem-se com estes”. Assim,
a alegria não é mero sentimento passageiro, mas resposta obediente à graça,
fortalecendo a fé pessoal e o testemunho coletivo.
1.3. A alegria
que vem do relacionamento com o ESPÍRITO SANTO.
A alegria está
entre as virtudes do Fruto do ESPÍRITO (Gl 5.22), o que significa que ela vem
de DEUS, independentemente das circunstâncias. Ao mesmo tempo que nos
entristecemos diante de problemas e provações, também nos alegramos porque o ESPÍRITO
SANTO habita em nós. Sobre a palavra “alegria”, o Dicionário Bíblico
Wycliffe observa: “As principais palavras do NT (gr. chara e chairo) vêm
da mesma raiz de ‘graça’ (charis)”. A alegria é uma dádiva de DEUS, concedida e
aperfeiçoada quando amamos a DEUS e nossos irmãos. O texto de Atos 2.46 mostra
a atmosfera em que viviam os crentes da Igreja Primitiva. É nos dito que: “E,
perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam
juntos com alegria e singeleza de coração”.
Comentário
Bíblico Beacon (2012): “Esta alegria cristã não é efervescência superficial,
mas jorra de fontes profundas e interiores da vida cheia do ESPÍRITO. É um
Fruto do ESPÍRITO! A alegria é a manifestação externa da paz (eirene) interna.
Essa paz não é mera ausência de dificuldade, ansiedade e preocupação. Trata-se
de serenidade, que é o resultado de viver uma relação certa com DEUS, com os
homens e consigo mesmo. Pela fé em CRISTO, o homem encontra paz com DEUS (cf.
Rm 5.1), e esta nova relação se torna o fundamento para uma vida de paz nas
outras duas dimensões”.
EU ENSINEI QUE:
A verdadeira
alegria vem de DEUS e está presente na vida daqueles que O servem e amam.
2- CELEBRANDO
AS VITÓRIAS E CONQUISTAS
Embora Neemias
tivesse ainda muitos desafios pela frente, ele não perdeu a oportunidade de
louvar a DEUS pelos Seus feitos no passado e celebrar as vitórias alcançadas
até ali, após o retorno do cativeiro. Essa é uma lição que devemos aprender e
colocar em prática.
2.1. Celebrar é
olhar além dos problemas.
Muitas pessoas
sofrem por longo tempo devido a algum problema. A dor e a frustração são suas
companheiras constantes, por isso vivem tristes. Por outro lado, o mesmo não
acontece com a alegria das coisas boas que vivenciam. Quando os habitantes de
Jerusalém começaram a chorar, Neemias os exortou, porque deviam se alegrar ao
trazer à memória o favor divino (Ne 8.9,10). Carregar a cruz não é viver
entristecido, mas renunciar ao mundo e às suas concupiscências e andar nas
pisadas de CRISTO (Mc 8.34): “Porque o reino de DEUS não é comida nem bebida,
mas justiça, e paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO”, Rm 14.17. Entender isso nos
faz enxergar a vida conforme os valores do Reino, como revelado na Palavra de DEUS.
Celebrar com
entendimento não era um detalhe, mas uma exigência: as festas foram instituídas
por DEUS para manter viva a memória de Suas obras (Lv 23; Êx 12), transmitir
essa herança aos filhos (Dt 6.6–7; Sl 78.4–7) e sustentar o coração de Israel
na confiança diária em Sua providência (Sl 103.2; Pv 3.5–6). Quando o povo
compreendia o propósito, a celebração deixava de ser rotina e se tornava
gratidão e fidelidade (Dt 16.12; Ex 13.8-10).
2.2. Celebrar é
reconhecer a Bondade de DEUS.
Celebrar é
reconhecer que DEUS governa a nossa vida e tem cuidado de nós. Um ambiente de
alegre celebração e ação de graças em reconhecimento à Bondade e Proteção de DEUS
é incompatível com murmurações, contendas e tristeza (Sl 106.1). Investimos
muito tempo em pedir respostas e bênçãos, mas pouco tempo em reconhecer e
celebrar o Favor de DEUS. Devemos reconhecer a Bondade de DEUS para conosco e
louvar o Seu nome. Inicie o dia orando e louvando a DEUS e, certamente, você se
sentirá melhor e mais confiante para lidar com todas as demandas que surgirem
ao longo do dia.
Bispo Primaz
Dr. Manoel Ferreira (2001, L.10) comenta que, desde os dias de Josué, o povo de
Israel não celebrava como naquele momento (Ne 8.17): “Chegara o momento de
renová-la na presença do Senhor. [ … ] Foi assim que os judeus dos dias de
Neemias relembraram as vagueações dos hebreus pelo deserto, depois de terem
deixado o Egito (Lv 23.43) e seu próprio estado de peregrinos, tendo escapado
ainda tão recentemente da escravidão na Babilônia. Portanto, Jeová continuou
livrando o Seu povo. Assim, foi uma grande oportunidade para o povo do Senhor
louvá-1O, “porque a Sua benignidade é para sempre» (SI 136.26).
2.3. Celebrando
as pequenas vitórias.
Louvar ao
Senhor pelas pequenas vitórias é importante. Quando Israel atravessou
o mar Vermelho, tinha pela frente o deserto: “O grande e terrível deserto
de serpentes ardentes, e de escorpiões, e de secura, em que não havia água”: Dt
8.15. Porém, aquele cenário adverso não os impediu de celebrar a vitória e o
livramento que tinham acabado de receber (Êx 15.1-21). Moisés cantou, e Mirian
e as outras mulheres dançaram e celebraram o livramento recebido. Agradeça
sempre que receber uma bênção, ofereça um culto em ação de graças a DEUS quando
possível, célebre e festeje a sua vitória, seja ela pequena ou grande. Crie em
sua família o hábito de orarem pela solução dos problemas, mas também de orar
em agradecimento pelas vitórias.
Quando passamos
a notar as pequenas vitórias que DEUS nos concede – “toda boa dádiva vem dEle
(Tg 1.17) – a perspectiva muda: gastamos menos energia remoendo problemas,
porque apresentamos nossas ansiedades en1 oração e recebemos a paz que guarda
mente e coração (Fp 4.6-7; Mt 6.34; SI 55.22); ganhamos mais espaço para a
alegria e o louvor, mantendo viva a memória de Seus benefícios (Fp 4.4; 1 Ts
5.16-18}; e, pouco a pouco, a casa e a igreja deixam de ser terreno de
murmuração para se tornar ambiente de celebração, onde servimos “sem queixas,,
e deixamos que a gratidão oriente palavras e atitudes (Fp 2.14; Cl 3.15-17).
EU ENSINEI QUE:
Ao reconhecer
a. Bondade de DEUS, o crente celebra todas as suas vitórias e conquistas.
3- GRATIDÃO E
ALEGRIA PELA PROVIDÊNCIA DE DEUS
Quando os judeus
de Jerusalém ouviram a leitura da Lei, começaram a chorar, entristecidos pelo
estado em que estavam (Ne 8.9). Porém, foram exortados pelos levitas a enxergar
aquele dia como um dia santo (Ne 8.9-11), ou seja, um dia para se alegrarem e
se sentirem gratos pelo favor de DEUS.
3.1. O
princípio da gratidão.
Gratidão é
tirar o olhar do que não temos, ou perdemos, ou ainda não alcançamos e manter o
foco no que DEUS nos ajudou a conquistar. A gratidão moveu o coração de Davi;
embora usufruindo de conforto e riqueza, ele não se esqueceu de que DEUS o fez
chegar até ali, por isso planejou construir um Templo para honrar o Seu nome
(2Sm 7). O salmista ensinou o caminho da gratidão: “Que darei eu ao Senhor por
todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação e invocarei
o nome do Senhor. Pagarei os meus votos ao Senhor, agora, na presença de todo o
seu povo’: Sl 116.12-14. Assim, a gratidão é mais do que um sentimento, é um
princípio espiritual que deve ser assimilado e colocado em prática diariamente
(Cl 3.15).
Howard Marshall
( 1984, p. 186) comenta 1 Tessalonicenses 5.18: “Os crentes devem achar razão
para louvar e agradecer a DEUS em qualquer situação na qual se acharem;
portanto, a todo tempo. De um lado, o crente sempre pode ver (ou deve sempre
procurar crer) que até mesmo as adversidades podem ter um propósito benéfico
(1Pe 4.12-13; Rm 8.28). Por outro lado, tem acesso a uma fonte de alegria
interior na sua comunhão com CRISTO que não pode ser perturbada, nem mesmo
pelas circunstâncias mais adversas”.
3.2. A gratidão
motiva o culto a DEUS.
A gratidão
define a atitude do crente em relação ao culto a DEUS (Sl 100.4). Quando JESUS
ensinou Seus discípulos a orarem, antes de pedir o pão de cada dia, Ele os
ensinou a louvar a DEUS e reconhecer a Sua Grandeza (Mt 6.9). A oração do
crente deve ser constante e cheia de gratidão (Cl 4.2); além disso, ao cantar
hinos de louvor a DEUS, devemos ter o coração grato (SI 147.7). A falta de
interesse pelos cultos, somada a uma atitude irreverente na Casa de DEUS, é
totalmente incompatível com um ambiente onde a gratidão domina os corações: “Em
tudo dai graças, porque esta é a vontade de DEUS em CRISTO JESUS para
convosco’: 1 Ts 5.18).
A irreverência,
o desrespeito e a busca exclusiva de bênçãos são comportamentos incompatíveis
com o princípio bíblico da gratidão, que deve motivar o culto a DEUS. Chegar
atrasado, conversar ou usar o celular durante o culto é inaceitável aos padrões
bíblicos. Nadabe e Abiú morreram por apresentar fogo estranho perante o Senhor
(Nm 26.61 ).
3.3. A gratidão
é um princípio cristão.
Quando os
filhos de Israel se ajuntaram para ouvir as palavras da Lei de DEUS, eles se
entristeceram e começaram a chorar, demonstrando quebrantamento e contrição (Ne
8.1-9), possivelmente por trazer à lembrança os pecados cometidos e terem se
afastado dos Mandamentos e da Lei do Senhor. Trata-se de uma reação positiva,
pois não estavam indiferentes à situação; mas agora deviam se alegrar pela
renovação do relacionamento com o Senhor, que os tinha permitido retornar do
cativeiro. Chegará o momento de ação de graças e louvor com abundância de
alegria. “Fiquem alegres e contentes” era a ordem (Dt 16.15).
Sobre o culto
na era apostólica, Myer Pearlman afirma: “Oravam a DEUS e davam testemunhos e
instruções espirituais. Cantavam os Salmos e também os hinos cristãos, os quais
começaram a ser escritos no primeiro século. Eram lidas e explicadas as
Escrituras do AT e havia leitura ou recitação decorada dos relatos das palavras
e dos atos de JESUS. Quando os Apóstolos enviaram cartas às Igrejas, a exemplo
das Epístolas do NT, essas também eram lidas. Esse singelo culto podia ser
interrompido a qualquer momento pela manifestação do ESPÍRITO em forma de
profecia, línguas e interpretações”.
EU ENSINEI QUE:
A gratidão é
mais que um sentimento, é um princípio espiritual que deve ser vivido e
ensinado.
CONCLUSÃO
Como resultado
da reconciliação com DEUS, por intermédio de JESUS CRISTO, a alegria e a
gratidão são parte da vida dos discípulos de CRISTO. Para isso, dependemos da
ação do ESPÍRITO SANTO e do contínuo contato com as Escrituras. Assim, nossas
reuniões serão marcadas por momentos de alegria, cânticos espirituais e
gratidão ao “nosso DEUS e Pai, em nome de nosso Senhor JESUS CRISTO” (Ef
5.19-20; Cl 3.16-17).

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