quinta-feira, 30 de julho de 2009

ESTUDOS DA LIÇÃO 05 - A FORÇA DO AMOR CRISTÃO

LIÇÃO 05 - A FORÇA DO AMOR CRISTÃO Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 3º TRIMESTRE DE 2009 1 João - Os Fundamentos Da Fé Cristã Comentários do Pr. Eliezer de Lira e Silva Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antonio Gilberto Complementos, questionários e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva TEXTO ÁUREO "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis" (Jo 13.34). VERDADE PRÁTICA O amor cristão é o resultado da transformação espiritual experimentada no novo nascimento e a prática central do conteúdo da fé cristã. LEITURA DIÁRIA Segunda Mc 12.33 O amor cristão é o resumo da lei de DEUS Terça 1 Jo 3.17 O amor de DEUS leva o crente a ser Quarta 1 Jo 3.18 O amor verdadeiro não consiste em palavras,mas em obras Quinta 1 Jo 3.15 Quem odeia o seu irmão é considerado homicida Sexta Mt 24.12 A multiplicação da iniqüidade é a causa do esfriamento do amor Sábado Rm 8.35,39 Nada pode nos separar do amor de CRISTO LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1 João 2.7-11; 3.14-18. 1 João 2.7-11 - 7 Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes. 8 Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz alumia. 9 Aquele que diz que está na luz e aborrece a seu irmão até agora está em trevas. 10 Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. 11 Mas aquele que aborrece a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos. 1 João 3.14-18 - 14 Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos; quem não ama a seu irmão permanece na morte. 15 Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna. 16 Conhecemos a caridade nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. 17 Quem, pois, tiver bens do mundo e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar o seu coração, como estará nele a caridade de DEUS? 18 Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. REFERÊNCIAS: JOÃO 13.34 AMEIS UNS AOS OUTROS. O cristão é exortado a amar de um modo especial a todos os outros cristãos verdadeiros, quer sejam membros da sua igreja e da sua persuasão teológica, quer não. (1) Isso significa que o crente deve saber distinguir os cristãos verdadeiros daqueles cuja confissão de fé é falsa, observando a sua obediência a JESUS CRISTO e sua lealdade às Sagradas Escrituras (5.24; 8.31; 10.27; Mt 7.21; Gl 1.9). 2) Isso significa que quem possui uma fé viva em JESUS CRISTO e é leal à Palavra inspirada e inerrante de DEUS, conforme tal pessoa a compreende, e que resiste ao espírito modernista e mundano predominante em nossos tempos, é meu irmão em CRISTO e merece meu amor, consideração e apoio especiais. (3) Amar a todos os cristãos verdadeiros, inclusive os que não pertencem à minha igreja, não significa transigir ou acomodar minhas crenças bíblicas específicas nos casos de diferenças doutrinárias. Também não significa querer promover união denominacional. (4) O cristão nunca deverá transigir quanto à santidade de DEUS. É essencial que o amor a DEUS e à sua vontade, conforme revelados na sua Palavra, controlem e orientem nosso amor ao próximo. O amor a DEUS deve sempre ocupar o primeiro lugar em nossa vida (ver Mt 22.37,39). JOÃO 13.35 CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. agape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de CRISTO (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7). 1JOÃO 3.15 NENHUM HOMICIDA TEM... A VIDA ETERNA. A Bíblia geralmente faz uma distinção entre tipos diferentes de pecados: pecados involuntários (Lv 4.2,13,22; 5.4-6; ver 4.2; Nm 15.31), pecados menos sérios (Mt 5.19), pecados voluntários (5.16,17) e os pecados que levam à morte espiritual (5.16). João enfatiza que há certos pecados que o crente nascido de novo não cometerá, porque nele permanece a vida eterna de CRISTO (cf. 2.11,15,16; 3.6-8,10,14,15; 4.20; 5.2; 2 Jo 9). Esses pecados, por causa da sua gravidade e da sua origem no próprio espírito da pessoa, evidenciam uma rebelião resoluta da pessoa contra DEUS, um afastamento de CRISTO, um decair da graça e uma cessação da vida vital da salvação (Gl 5.4). (1) Exemplos de pecados nos quais há evidência clara de que a pessoa continua nos laços da iniqüidade ou que caiu da graça e da vida eterna são: a apostasia (2.19; 4.6; Hb 10.26-31), o assassinato (v. 15; 2.11), a impureza ou imoralidade sexual (Rm 1.21-27; 1 Co 5; Ef 5.5; Ap 21.8), abandonar a própria família (1 Tm 5.8), fazer o próximo pecar (Mt 18.6-10) e a crueldade (Mt 24.48-51). Esses pecados abomináveis evidenciam uma total rejeição da honra devida a DEUS, e da solicitude amorosa para com o próximo (cf. 2.9,10; 3.6-10; 1 Co 6.9-11; Gl 5.19-21; 1 Ts 4.5; 2 Tm 3.1-5; Hb 3.7-19). Por isso, quem disser: "O ESPÍRITO SANTO habita em mim, tenho comunhão com JESUS CRISTO e estou salvo por Ele", mas pratica tais pecados, engana a si mesmo e "é mentiroso, e nele não está a verdade" (2.4; cf. 1.6; 3.7,8). (2) O crente deve ter em mente que todos os pecados, até mesmo os menos graves, podem levar ao enfraquecimento da vida espiritual, à rejeição da direção do ESPÍRITO SANTO e, daí, à morte espiritual (Rm 6.15-23; 8.5-13). 1JOÃO 3.17 VENDO O SEU IRMÃO NECESSITADO. O amor se expressa pela ajuda sincera aos necessitados, compartilhando com eles nossos bens terrestres (cf. Tg 2.14-17). Recusar a doar parte do nosso alimento, das nossas roupas, ou do nosso dinheiro para ajudar os necessitados, é fechar-lhes o nosso coração (cf. Dt 15.7-11). Por amor devemos também contribuir com o nosso dinheiro para ajudar a propagar o evangelho aos que ainda não o ouviram (4.9,10). O AMOR CRISTÃO DEVE SER DEMONSTRADO PRINCIPALMENTE NAS ORAÇÕES DE INTERCESSÃO FEITAS UNS PELOS OUTROS. O AMOR CRISTÃO: 1. Uma vida nova. É impossível falar do salvo em CRISTO sem se referir ao verdadeiro amor cristão. -A nova vida em CRISTO concretiza-se no amor de DEUS. 2. DEUS nos amou primeiro. O amor com o qual os cristãos devem amar-se uns aos outros é um reflexo do amor de DEUS em CRISTO. 3. Edificados em amor. -Amar uns aos outros é um mandamento do Senhor JESUS. -O amor é um elemento essencial para a vida e o crescimento da Igreja. -O amor é mais importante do que qualquer discussão. -É o amor que mantém a unidade da Igreja e do corpo de CRISTO. -Amar uns aos outros, assim, todos saberão que somos seus discípulos. -O amor é o vínculo da perfeição. O individualismo é prejudicial ao amor. 1. Individualismo. -O individualismo é o sistema egocêntrico no qual o ser humano opta por viver exclusivamente para si. -Algumas diferentes manifestações do individualismo: a- O egoísmo. b- A inimizade. c- O ódio. 2. O contra-ponto. -Os alvos do viver cristão: a- Amar ao próximo. b- Considerar os outros superiores a si mesmo. c- Abdicar de seus direitos em prol do bem-estar alheio. -A Bíblia exorta-nos a ter o mesmo sentimento de CRISTO: a- Humildade. b- Amor c- Altruísmo. O AMOR NAS NECESSIDADES DA FAMÍLIA AMOR NO LAR I Cor 13:4-7 A. O Amor. DEUS é amor (I Jo 4:8), mas o homem não é. DEUS manda o homem amar (Mar 12:30,31). Amor é essencial para um casamento, mas o casamento não depende no amor para continuar existente. É o amor que depende do casamento para existir. Casando Bíblica e socialmente retos dá um ambiente estável e permanente no qual pode crescer e amadurecer o amor. Casamento força o casal a serem determinados a vencer os tempos de dificuldade e desenvolverem níveis novos de amor e de entendimento. Há três palavras distintas no Grego que são traduzidas pela única palavra amor em português popular. Eros significa amor no senso de paixão, sentimento e desejo; nossa palavra “erótico” vem dessa palavra. Essa palavra no grego nunca aparece no Novo Testamento, mas é o significado que é dado para o amor na maioria das vezes no ambiente social. Philía significa amor no senso de afeição, amizade e consideração humana; nossas palavras “filantropia” e “calor humano” vêm dessa palavra. Essa palavra é usada raramente no Novo Testamento e é traduzida “amigos” e semelhantes e nunca ‘amor’. Todos os casos no Novo Testamento que esta palavra grega é usada são os seguintes: Lu 7:6;12:4; 14:12; 15:6,9,29; 16:9; 21:16; 23:12; Jo 15:13-15; Atos 10:24; 19:31; 27:3; III Jo 14. Ágape significa amor que é medido por sacrifício. É essa palavra que é usada na maioria das vezes no Novo Testamento para descrever o amor de DEUS e o amor que Ele cria no homem. É usada em Jo 3:16; Rom 5:5 e I Cor 13 entre outros. (The Christian Family, p. 126,127) O conceito do amor que deve reinar no lar é aquele com qual CRISTO ama a sua igreja. Este amor é visto no Seu sacrifício (“a si mesmo se entregou por ela”) e pelo resultado (“membros do Seu corpo, da Sua carne, e dos Seus ossos.”) O amor verdadeiro terá união e harmonia como o resultado ou efeito. “Serão dois numa carne” significa muito além do ato do casamento. Mostra como serão eventualmente o casal, e os também no lar, emocional, mental e espiritualmente unidos. Mas isso só através do amor verdadeiro que procura ser um “salvador do corpo.” Efésios 5:23,25,30 32. B. O Amor e o lar diferenciados “No amor se vê só felicidade, no casamento se vê responsabilidade diante do mundo e da humanidade. Seu amor é uma possessão particular ; casamento é mais que algo pessoal, - é um status, um ofício.” Dietrich Bonhoeffer, The Cristian Family, p.9. Amor é o porquê que deseja um lar. Lar é uma responsabilidade assumida por causa do amor. O lar fornece um ambiente seguro para o amor amadurecer. Tudo isso opera para a glória de DEUS. Sem o amor verdadeiro, pode houver uma família mas não pode houver um lar. O lar é o que dá o local no qual o amor verdadeiro cresce e amplifica. O amor é um servo do lar. Em Efésios 5:22-6:4, DEUS não manda um casal se amarem ou os filhos obedecerem os pais para ter um lar. Ele dá os princípios de amor porque um lar existe já. Então, o amor acha sua expressão madura por causa da existência do lar. No lar é que se vê a necessidade das qualidades do amor expressas em I Cor 13: 4-7. Esforços têm que ser praticados para o amor ser o amor verdadeiro, e o ambiente onde este amor verdadeiro é exercitado é o lar, que por sua vez, requer o amadurecimento do amor verdadeiro, que logo firma a existência do lar mais ainda, e assim continuamente, tudo crescendo para a glória de DEUS e o bem da família. Casando e tendo filhos pode fazer uma família. Amando conforme a Bíblia transforma a família num lar. C. O amor e o respeito mútuo das posições 1. As posições que DEUS estipulou para o lar. Essas posições que seguem no estudo existiram antes que o pecado apareceu no mundo entre os homens. Depois que o pecado veio as posições eram modificadas e amplificadas mas não eliminadas. As posições são perfeitas e ordenadas por serem ordenadas por DEUS. Há paz, harmonia e bênçãos abundantes com DEUS quando as posições estão implantadas na prática do lar, mesmo hoje, com a presença do pecado. a. DEUS acima de todos Tudo foi feito para a glória de DEUS. Rom 11:36. Tudo vem de DEUS. I Cor 11:12. DEUS é a cabeça de CRISTO. I Cor 11:3. CRISTO é a cabeça de todo o homem. I Cor 11:3 DEUS COM POSIÇÃO DE DIREITO Só DEUS é onisciente, onipotente, onipresente e juiz e por estes atributos, Ele é além de qualquer outro. Ele, e só Ele, por ele ser o único DEUS vivo e verdadeiro, Ele deve ter o temor e obediência de todo o homem , “Porque DEUS há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mal” (Ecl 12:13,14). DEUS COM POSIÇÃO DE LOUVOR Por DEUS ser a primeira causa de tudo (Gên 1:1; Col 1:17), Ele está na posição de ter todo “o poder, e riquezas, e sabedoria, e forca, honra e glória, e ações de graças ... para todo o sempre” (Apoc 5:12,13). DEUS COM POSIÇÃO DE EXEMPLO DEUS é o exemplo principal para todos seguirem em todas as instâncias, e isso inclui o ambiente do lar. Efésios 5;25 os maridos devem amar a suas mulheres, “como também CRISTO amou a igreja”. Em I Pedro 2:21-3:8, no contexto de CRISTO padecendo por nós, “deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas” as instruções para os do lar e da sociedade. “Semelhantemente, vós mulheres” (3:1), “Igualmente vós, maridos” (3:7) , “E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis” (3:8). b. Homem sobre a mulher O homem é a imagem e glória de DEUS. I Cor 11:7. O homem é a cabeça da mulher. I Cor 11;3; Efés 5:23 Como CRISTO é a cabeça da igreja, o homem é do lar. HOMEM COM POSIÇÃO DE EXEMPLO Cabe ao homem a posição primária de exemplificar o amor no lar em todos os aspectos. Efés 5:25,26; I Jo 4:19. Em Efés 5:25, “Vós, maridos, amai vossas mulheres” é usada a palavra grega Ágape que significa amor que é medido por sacrifício. Então, o homem tendo o mandamento (Efés 5:25) e o exemplo de CRISTO (I Jo 4:19; Efés 5:25) de amar na maneira que é vista pelo sacrifício dele para o bem do lar podemos ver o homem na posição de exemplo. HOMEM COM POSIÇÃO DE RESPONSABILIDADE Quando a mulher tomou e comeu o fruto no jardim do Éden, o homem é quem foi responsável por ter responsabilidade por ela. (Gên 3;6). I Timóteo 2:14 diz, “Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” mas em Romanos 5:12 é o homem que trouxe o pecado no mundo. A mulher pecou primeira, mas foi o homem que levou a primeira responsabilidade. Em I Samuel 3;13, Eli foi castigado pelos pecados dos filhos que mostra o pai é responsável pelo lar. OBS: O homem, antes do pecado, já trabalhou (Gên 2:15, 19) mas depois do pecado, o homem tinha que trabalhar para poder comer. O trabalho tornou-se obrigatório. Nisso, podemos ver que o trabalho não é pecado, mas a necessidade de trabalhar veio por causa de pecado. Antes do pecado, o homem não reclamou do trabalho, só depois. c. Mulher sob o homem Terá o teu desejo para o teu marido. Gên 3;16. Será dominada. Gên 3:16; Efés %:22,24; I Tim 2:1`1-14. A mulher é a glória do homem e criada por causa do homem. Gên 2;18,22; I Cor 11:7,9. 1. Necessidades relativas à sobrevivência. São necessidades concentradas na área física: alimentação, descanso, lazer, proteção e auxílio mútuo entre os membros da família, a partir do casal. A posição de sujeição da mulher ao homem pode ser vista como uma bênção. O homem sendo a cabeça, ela não tem a responsabilidade primária do andamento do lar, das finanças, dos filhos, etc. Se ela tem uma cabeça sobre ela não há necessidade para ela preocupar-se a desenhar os traços para os planos futuros das a crianças, levar pessoalmente a conseqüência das decisões grandes ou ter o peso de dirigir o lar. A mulher é a ajudadora em todas estas tarefas, mas o peso da responsabilidade não é dela, é do homem. MULHER COM A POSIÇÃO DE PROTEGIDA Gên 2:22, “E da costela”. A mulher não foi feita com parte da cabeça do homem para simbolizar o seu domínio sobre ele, nem feita com parte do pé do homem para simbolizar a sua escravização a ele, mas veio ela da costela do homem para simbolizar que ela é protegida pelo homem e próximo ao coração dele. 2. Necessidades psicológicas. A necessidade primordial dessa personalidade é a de amar e ser amado. Amor pleno e mútuo (Pv. 10:12) - o amor não é a causa única da felicidade conjugal, mas é a principal (I Co. 7:3, I Pe. 3:1, Ef. 5:22-25 e 28.3). Uma esposa bem amada muito dificilmente deixa de responder à altura do amor que recebe. PARA OS CASAIS ... * Fale menos e escute mais * Não ataque a pessoa * Concentre-se no problema * Procure ser brando no falar * Seja sincero * Ceda por um momento, mesmo que esteja com a razão * Não use as emoções como arma * Não rotule seu cônjuge * Tente administrar bem suas emoções II. O AMOR DO MARIDO PELA ESPOSA O Marido deve amar a sua esposa: Quando ele ama a esposa, DEUS tem liberdade para criar nela o respeito por ele. O marido não deve poupar esforços no sentido de semear este amor, pois é um mandamento bíblico. ( .. vós maridos, amai as vossas mulheres... - Ef. 5:25,28,29 ).O marido deve lembrar que quanto mais ele ama a sua esposa, mais a esposa responde a altura desse amor recebido, respeitando-o e tornando-se cada vez mais submissa. 1. Amar como CRISTO amou a Igreja. Exemplo de CRISTO Amoroso - Mar 1:11; Jo 13:1. Iniciante no amor - Jo 3:16; Fil. 1:6; I Jo 5:19. Levou peso do outro - I Cor 13:7; Heb 12:2. Iniciou a união - Col 3:14. Sacrifício - Jo 3:16. Zeloso - Zac. 8:2. Exemplar - Jo 14:9. 2. Características do amor do marido: Lição para o Homem do Lar Seja ativo; não desinteressado, com apatia. Seja valioso à sua família Encare os problemas; não abandone a família. Não seja satisfeito com a destruição da família. Renunciar-se voluntariamente; não seja egoístico Não fique com sentimento morno Não seja vergonhoso, mas algo de orgulho à família. a) Puro. b) Sincero. c) Constante. d) Perpétuo. e) Protetor (sacerdotal). f) Provedor. 3. Amar como a seu próprio corpo. Não bater, pois isto seria o anti-evangelho, seria trabalho do próprio anti-CRISTO. Não ter relação sexual contrária à Palavra de DEUS (Rm 1), pois isto é bestialidade, abominação (Lv 20), é pecado tanto o sexo anal, como o oral, como com animais ou com pessoa do mesmo sexo, também sexo durante a menstruação (Lv 20). Ame o corpo de seu(a) esposo(a) como se fosse seu próprio corpo. III. QUANDO O AMOR CONJUGAL REGRIDE 1. No marido. A mulher que não se sente amada pode ter o seu comportamento no lar distorcido, trazendo danos para si mesma e para toda a família. a) Ela pode, por decepção, se isolar e tornar-se inútil. b) Pode, também, tornar-se uma mãe dominadora, controlando ilogicamente os filhos e tornando-os objetos de sua satisfação pessoal, uma vez que não a encontrou em seu marido. Esses filhos podem crescer com problemas psicológicos, bloqueios e serem incapazes de enfrentar a vida. c) Um outro mecanismo seu de compensação, quando frustrada e desnorteada, é buscar afeto fora do lar. 2. Na esposa. Quando a mulher se casa por fama, dinheiro, sensualidade, ou necessidade de sobrevivência, esta crise pode instalar-se, partindo dela para o seu marido. Neste caso, os papéis se invertem. O marido vai compensar suas frustrações investindo nos filhos, em segmentos sociais, onde sinta-se valorizado, e às vezes em relacionamentos pecaminosos. A falta de amor na mulher normalmente se manifesta pela falta de respeito à autoridade do marido. A Bíblia exige dela este respeito (Ef 5.22; Cl 3.18). A falta de amor tanto do marido quanto da esposa, se não administrada em tempo hábil, pode levar à desintegração do lar, com prejuízos espirituais, morais e sociais. IV. COMO MANTER O AMOR 1. Auto-avaliação. É dever de todo o cônjuge avaliar diariamente a sua conduta dentro do casamento. Ajustamento conjugal: O marido e a mulher vieram de universos sociais totalmente diferentes, isto nunca deve ser esquecido. Deve o casal sempre lembrar-se destas palavras "errei", "desculpe-me", "perdoe-me", "obrigado", "eu te amo" 2. Humildade. É indispensável que ambos tenham a humildade para corrigirem seus equívocos, exageros e omissões no relacionamento. 3. Diligência. É imprescindível a iniciativa de um procurar o outro para retomada de posições quando qualquer problema surgir, para não incorrer no distanciamento emocional, manifesto em silêncio e/ou agressões verbais. 4. Presença no altar. É necessário que o casal reserve um bom período no altar da oração, apresentando-se quebrantado diante do Senhor, a fim de receber dEle a graça necessária à harmonia no casamento. CONCLUSÃO O amor ensina o perdão e o perdão leva-nos a DEUS. O amor vem de DEUS e deve voltar-se para DEUS. É em DEUS que duas pessoas que se amam se encontram Vivemos um período em que o individualismo, o egoísmo, o egocentrismo e tantos outros sentimentos perniciosos têm dominado os corações. Com os crentes isso tem ocorrido também, por incrível que pareça. São os nominais que se passam por cristãos, o joio no meio do trigo. como fazer para mudar essa dura realidade? Só o amor pode vencer essa barreira. OBJETIVOS Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Explicar porque o amor é atemporal. Entender que amar aos irmãos é a prática que evidencia a sua salvação. Praticar o amor segundo o padrão bíblico. ATRIBUTOS DO AMOR - Charles Finney Atributos naturais e morais:

Palavra Chave: Amor: Sentimento e dedicação voluntários e desinteressados. “Caridade” (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14). Cl 3.14 O Amor é o vínculo da perfeição 1 Pedro 4.8 Mas, sobretudo, tende ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobrirá a multidão de pecados, João 13.34 Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Romanos 13.8 A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. 1Jo 4.7 O Amor confirma a filiação divina 4.7 AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS. Embora o amor seja um aspecto do fruto do ESPÍRITO (Gl 5.22,23) e uma evidência do novo nascimento (2.29; 3.9,10; 5.1), é também algo que temos a responsabilidade de desenvolver. Por essa razão, João nos exorta a amar uns aos outros, a termos solicitude por eles e procurar o bem-estar deles. João não está falando apenas em sentimento de boa-vontade, mas em disposição decisiva e prática, de ajudar as pessoas nas suas necessidades (3.16-18; cf. Lc 6.31). João nos admoesta a demonstrar amor, por três razões: (1) O amor é a própria natureza de DEUS (vv. 7-9), e Ele o demonstrou ao dar seu próprio Filho por nós (vv. 9,10). Compartilhamos da sua natureza porque nascemos dEle (v. 7). (2) Porque DEUS nos amou, nós, que temos experimentado o seu amor, perdão e ajuda, temos a obrigação de ajudar o próximo, mesmo com grande custo pessoal. (3) Se amamos uns aos outros, DEUS continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (v. 12). 1Co 13.13 O Amor é a essência das virtudes cristãs 13.13 A MAIOR... É A CARIDADE. Este capítulo deixa claro que um caráter semelhante ao de CRISTO, DEUS o enaltece acima do ministério, da fé ou da posse dos dons espirituais. (1) DEUS valoriza e destaca o caráter que age com amor, paciência (v. 4), benignidade (v. 4), altruísmo (v. 5), aversão ao mal e amor à verdade (v.6), honestidade (v.6), e perseverança na retidão (v. 7), muito mais do que a fé que move montanhas ou realiza grandes feitos na igreja (vv. 1,2,8,13). (2) Os maiores no reino de DEUS serão aqueles que aqui se distinguem em piedade interior e no amor a DEUS, e não aqueles que se notabilizam pelas realizações exteriores (ver Lc 22.24-30). O amor de DEUS derramado dentro do coração do crente pelo ESPÍRITO SANTO, é sempre maior do que a fé, a esperança, ou qualquer outra coisa (Rm 5.5). Rm 12.9 O Amor combate a hipocrisia Hb 1.9 AMASTE A JUSTIÇA E ABORRECESTE A INIQÜIDADE. Não basta o crente amar a justiça; ele deve, também, aborrecer o mal. Vemos esse fato claramente na devoção de CRISTO à justiça (Is 11.5) e, na sua aversão à iniqüidade; na sua vida, no seu ministério e na sua morte (ver Jo 3.19; 11.33). (1) A fidelidade de CRISTO ao seu Pai, enquanto Ele estava na terra, conforme Ele demonstrou pelo seu amor à justiça e sua aversão à iniquidade, é a base para DEUS ungir o seu Filho (v. 9). Da mesma maneira, a unção do cristão virá somente à medida que ele se identificar com a atitude do seu Mestre para com a justiça e a iniquidade (Sl 45.7). (2) O amor do crente à justiça e seu ódio ao mal crescerá por dois meios: (a) crescimento em sincero amor e compaixão por aqueles, cujas vidas estão sendo destruídas pelo pecado, e (b) por uma sempre crescente união com o nosso DEUS e Salvador, do qual está dito: "O temor do SENHOR é aborrecer o mal?? (ver Pv 8.13; Sl 94.16; 97.10; Am 5.15; Rm 12.9; 1 Jo 2.15; Ap 2.6). Rm 5.5 O Amor é resultado da ação do ESPÍRITO SANTO no crente 5.5 O AMOR DE DEUS... EM NOSSO CORAÇÃO. Os cristãos experimentam o amor de DEUS nos seus corações, pelo ESPÍRITO SANTO; especialmente em tempos de aflição. O verbo "derramar" está no tempo pretérito perfeito contínuo, significando que o ESPÍRITO continua a fazer o amor transbordar em nossos corações. É essa experiência sempre presente do amor de DEUS, que nos sustenta na tribulação (v. 3) e nos assegura que nossa esperança da glória futura não é ilusória (vv. 4,5). A volta de CRISTO para nos buscar é certa (cf. 8.17; Jo 14.3) 1Jo 4.16 DEUS é a fonte e a causa do Amor 1 João 4.8 Aquele que não ama não conhece a DEUS, porque DEUS é caridade. 12 Ninguém jamais viu a DEUS; se nós amamos uns aos outros, DEUS está em nós, e em nós é perfeita a sua caridade. 1 João 3.24 E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós: pelo ESPÍRITO que nos tem dado. Lucas 6.27-35 = 27 "Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, 28 abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. 29 Se alguém lhe bater numa face, ofereça-lhe também a outra. Se alguém lhe tirar a capa, não o impeça de tirar-lhe a túnica. 30 Dê a todo aquele que lhe pedir, e se alguém tirar o que pertence a você, não lhe exija que o devolva. 31 Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles. 32 "Que mérito vocês terão, se amarem aos que os amam? Até os 'pecadores' amam aos que os amam. 33 E que mérito terão, se fizerem o bem àqueles que são bons para com vocês? Até os 'pecadores' agem assim. 34 E que mérito terão, se emprestarem a pessoas de quem esperam devolução? Até os 'pecadores' emprestam a 'pecadores', esperando receber devolução integral. 35 Amem, porém, os seus inimigos, façam-lhes o bem e emprestem a eles, sem esperar receber nada de volta. Então, a recompensa que terão será grande e vocês serão filhos do Altíssimo, porque ele é bondoso para com os ingratos e maus. 6.27 AMAI A VOSSOS INIMIGOS. Nos versículos 27-42, JESUS nos ensina como devemos conviver com outras pessoas. Como membros da nova aliança, temos a obrigação de cumprir as exigências que Ele expõe aqui. (1) Amar os nossos inimigos não significa um amor emotivo, i.e., de ter afeto por eles, mas, sim, uma genuína solicitude pelo seu bem e pela sua salvação eterna. Uma vez que sabemos da terrível ruína que aguarda os que são hostis a DEUS e ao seu povo, devemos orar por eles e procurar pagar-lhes o mal com o bem, levá-los a CRISTO e à fé do evangelho (ver Pv 20.22; 24.29; Mt 5.39-45; Rm 12.17; 1 Ts 5.15; 1 Pe 3.9). (2) Amar nossos inimigos não quer dizer ficarmos indiferentes enquanto os malfeitores continuam nas suas atividades iníquas. Quando necessário for, pela honra de DEUS, pelo bem ou segurança do próximo, ou proveito maior dos pecadores, deve-se tomar providências rigorosas para deter a iniqüidade (ver Mc 11.15; Jo 2.13-17). DINÂMICA: Eu utilizo uma rosa fechada, quase botão. Chamo a rosa de Fruto do ESPÍRITO Amor, aí vou abrindo cada pétala que sai do amor de DEUS, e vou nomeando cada pétala, como qualidades ou resultados deste amor. ***Para ensinar sobre o Fruto do ESPÍRITO utilizo uma laranja com nove gomos, se não achar com nove abra-a em gomos e depois de contar nove gomos retire os gomos que estão sobrando e dê para algum aluno chupar. Chame a laranja de Fruto do ESPÍRITO e os gomos de qualidades do Fruto. Depois diga aos alunos que se cada um aproveitar de cada gomo como o aluno chupou aquele gomo que você lhe deu, será perfeito discípulo de CRISTO. Se o aluno não chupar de algum gomo ficará com deficiência em seu caráter cristão, se chupar um mais do que o outro também ficará com deficiência , o importante é que durante nossa peregrinação por aqui (na Terra), estejamos todo o tempo, chupando a laranja o mais possível, afinal, vitamina "C" é ótimo!!!!!! "C" de Caráter e "C" de CRISTO. Quatro termos que estruturam os quatro tipos de Amor: GREGO DESCRIÇÃO CONTEXTO FONTE Ágape Amor abnegado Divino DEUS Philia Amor Fraterno Amizade Homem Eros Amor Físico Erótico Sentidos Storge Amor Familiar Familiar Família Os Quatro Tipos De Amor: Amor:- A palavra 'amor' neste trecho das Escrituras é a tradução da palavra grega 'agape'. Este é amor que flui diretamente de DEUS. 'O amor de DEUS está derramado em nossos corações pelo ESPÍRITO SANTO que nos foi dado'(Rm 5.5). É um amor de tamanha profundidade que levou DEUS a dar seu único Filho como sacrifício pelos nossos pecados (Jo 3.16). É o amor de JESUS por nós: 'conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a nossa pelos irmãos (leia Jo 3.16; 15.2-13). É muito fácil amar os seus entes queridos, como os pais, filhos esposos, parentes, amigos, esposas, etc. Mas, somente pelo ESPÍRITO SANTO, você é capaz de dedicar o amor aos seus inimigos, de tal forma que lhes deseje o bem e perdoe as suas ofensas, de todo o coração, para jamais se lembrar delas. 1- O Amor Divino: O amor é a essência da natureza de DEUS. DEUS age sempre , em tudo, com Amor e conosco não é diferente, DEUS nos ama de uma tal forma que foi capaz de nos dar o que ELE tinha de maior valor para que reconhecêssemos esse imenso amor, seu único amado Filho, JESUS CRISTO. Ágape Ou Agapê (Amor De DEUS, O Importante E Necessário, O Principal) DEUS ME AMA, e a prova que ele deu deste amor, foi enviando o seu Filho para morrer por mim quando eu era ainda seu inimigo (Rm. 5.8-10). Estava morto espiritualmente, mas Ele bondosamente me deu vida. Achava-me perdido, sem a menor chance de escapar da condenação eterna, porém, Ele graciosamente me salvou. JESUS veio para me dar vida, e vida com abundância O ágape cristão, sentimento que nos liga mesmo aos que nos são indiferentes, mesmo aos nossos inimigos, e tem como horizonte virtual a humanidade inteira. 2- O Amor Fraterno: Phileo (Fraternal, De Irmãos, Necessário Mas Não O Principal) “Aquele que ama a DEUS [ ou que julga amá-lo], ame também seu irmão” (4:21). Mas, seria o amor um atributo exclusivo daqueles que são da luz e da justiça? Uma análise sincera do texto somada a outras passagens parece indicar-nos que “não”.Enquanto sentimento inerente ao ser humano, o amor pode pertencer a todos os homens, quer sejam aliados do CRISTO ou do Anticristo. Notemos que a teologia joanina possibilita a este amor-sentimento objetos que não coadunam com a permanência em DEUS: pode-se amar ao mundo (2:15), as trevas (João 3:19) ou até mesmo as glórias mundanas (João 12:43). E confiando na historicidade do relato de Mateus 5:47, podemos imaginar João entre aqueles que ouviram JESUS dizer: “Se amais apenas os que vos amam, que fazeis de extraordinário? Não fazem os pagãos a mesma coisa?”. Em outras palavras, até mesmo os falsos profetas e os anticristos poderiam amar aos seus irmãos ou adeptos. A busca joanina pela diferença básica entre os de DEUS e os do mundo não se vê, pois, satisfeita num único discurso sobre o “amar ao irmão”. Não que ele abandone o tema ou passe a considerá-lo de somenos importância, mas que desligado dos outros temas da justiça e da fé ele se torna incompleto. Embora nem todos os que amam procedam da luz, todos os que procedem da luz necessariamente amam. E não somente isto, mas praticam a justiça e mantêm a fé. O amor ao próximo se demonstra com ações. De que valeria a nosso semelhante um amor de indicações? Será que estamos encaminhando aos serviços sociais todos aqueles que vêem a nós em busca do amor de DEUS? Como DEUS poderia operar os dons do ESPÍRITO SANTO para ajudar às pessoas se todas as oportunidades que temos de servir a DEUS, enviamos a outrem o necessitado e o aflito? Is 56.6 Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo?7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?8 Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a glória do Senhor será a tua retaguarda.9 Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente;10 e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia.11 O Senhor te guiará continuamente, e te fartará até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca falham. 3- O Amor Físico Eros (Atração Física, Necessário Mas Não O Principal) As múltiplas faces de Eros A concepção do erótico abrange um espectro extremamente amplo de experiências, práticas culturais e relações. Embora não se identifique com os impulsos sexuais e libidinais, eros os contém indiscutivelmente. O amor humano para com DEUS é da natureza de eros, pois inclui 'elevação do inferior para o superior, dos bens inferiores para o summum bonum'[5]. Além disso, o amor governa o ciclo de separação e reunião que estrutura todas as dimensões da realidade humana e cósmica. Nesse ciclo, sempre está presente uma dimensão de eros. Eros não é apenas a energia que impulsiona todas as realizações culturais e todas as formas de experiência mística, mas é simplesmente a força que anima cada movimento no mundo. Está presente nos 'poderes originários da existência', nas forças elementares da origem que são o sangue, o solo, o grupo social[6], energias que estão na base da sexualidade, da economia, da política e da religião e não podem ser controladas pela racionalidade analítica. Eros aparece assim como essencialmente ambíguo e demônico, criador e destruidor ao mesmo tempo. 4- O Amor Familiar Storge (Afetivo, Amor Romântico, Necessário Mas Não O Principal) A família moderna estrutura-se basicamente em torno do casamento, e nesse sentido, é uma família conjugal – sei que há a “família pós-moderna” e seus novos arranjos sociais, aos quais não vou tecer considerações nesse momento. A relação familiar é algo extremamente complexa e dinâmica. Daí o amor se constituir em um desafio de escolha à cada dia: escolher amar o outro apesar das diferenças e do desgaste que muitas vezes a relação apresenta diante do fator tempo. Você pode estar pensando que isso não é fácil, mas com a sua escolha adicionada à graça de DEUS torna-se possível. Porque família é projeto de DEUS em primeiro lugar; Ele é o maior interessado. Mas família também tem que ser projeto de homens e mulheres; ou seja, é preciso implicação de cada membro familiar. Amor a DEUS - A Dimensão Vertical 1- Amar a DEUS acima de tudo EU AMO A DEUS, devo toda a minha vida a Ele, e a Ele entrego-me com alegria para o seu serviço. Dedicar-me-ei a este curso, participando com empenho e com prazer, esforçando-me para aprender, de maneira que eu possa crescer espiritualmente, fortalecendo-me na graça e no conhecimento do meu Senhor, JESUS CRISTO. 2- O Exemplo de JESUS À esta altura percebemos que o “amor ao próximo”, conforme apresentado na primeira epístola de João, embora não negue um peculiar caráter “opcional”, ultrapassa a dimensão da escolha racional para tornar-se, principalmente, um resultado da graça divina. Sua fonte transfere-se da alma (antropologia hebraica) para o ser de DEUS. A adesão (sent. próprio do hebraico 'ahabh), segundo esta teologia joanina, não é uma mera filiação partidária ou paixão por uma causa (coisa que os “do mundo” também podem ter); ela é, antes, uma aliança ou pacto com o próprio DEUS. É aderir não a algo, mas a alguém. A partir deste ponto, podemos interpretar João com os olhos de SANTO Agostinho que entendia o Ágape joanino como sendo uma pessoa. Aliás, note-se que, desde o evangelho e o Apocalipse, é comum para João personificar em DEUS, os títulos que lhe atribuímos. E assim como o Logos e a Luz procederam do Pai, encarnando-se na figura histórica de JESUS CRISTO, do mesmo modo o Amor manifestado entre os homens (4:9) é outra “figuração personificada” para falar do mistério da encarnação. Portanto, o dizer que o Amor procede de DEUS (h agaph ek tou qeou estin[ 4:7]) é uma explícita referência à procedência de CRISTO do Pai(para tou Patera [ João 6:46; 7:29; 8:14; 8:42; 11:27, 16:28]) e quando se diz “DEUS é amor”(o Qeos agaph estin) paralelamente se deve lembrar do dito “e o Verbo era DEUS”(kai Qeos hn o logos). O amor/ágape é, enfim, o Filho de DEUS vindo ao mundo e o “permanecer” neste amor equivale a “andar como ele andou” (amando ao próximo, cumprindo a justiça, obedecendo à lei) e confessar o que ele é de fato (1:6 e 4:2). Fazendo isto, trazemos para o presente uma encarnação salvadora fazendo com que ela deixe de ser mero evento de um longínquo passado com o qual não temos relação. O Teste do Amor ágape Como sabermos se amamos com o amor de DEUS? Se somos capazes de amar como DEUS ama, então sentimos este amor fluir de cada um de nós. Jo 3.16 "Porque DEUS tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Somos capazes de amar a ponto de darmos tudo o que temos de mais precioso, por amor aos outros? Rm 5.8 Mas DEUS demonstra seu amor por nós: CRISTO morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. Veja que DEUS não nos amou porque éramos bons; somos capazes de amar aos pecadores e por eles darmos nossas vidas? Mt 5.44 Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, Somos capazes de amar nossos inimigos e orar por eles? Jo 13.35 A marca distintiva do crente 35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS. O amor (gr. agape) deve ser a marca distintiva dos seguidores de CRISTO (1 Jo 3.23; 4.7-21). Este amor é, em suma, um amor abnegado e sacrificial, que visa ao bem do próximo (1 Jo 4.9,10). Por isso, o relacionamento entre os crentes deve ser caracterizado por uma solicitude dedicada e firme, que vise altruisticamente a promover o sumo bem uns dos outros. Os cristãos devem ajudar uns aos outros nas provações, evitar ferir os sentimentos e a reputação uns dos outros e negar-se a si mesmos para promover o mútuo bem-estar (cf 1 Jo 3.23; 1 Co 13; 1 Ts 4.9; 1 Pe 1.22; 2 Ts 1.3; Gl 6.2; 2 Pe 1.7). Amor Ao Próximo - A Dimensão Horizontal A questão do relacionamento humano, se torna ajustada, encaminhada e equilibrada quando há o diferencial DEUS, que nos tornou, pela salvação em CRISTO JESUS, Seus filhos, e criou a família de fé na qual somos irmãos que devem aprender a se amar. Afinal, "Aquele que odeia a seu irmão está nas trevas, e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas lhe cegaram os olhos" e, "Nisto são manifestos os filhos de DEUS, e os filhos do diabo: quem não pratica a justiça não é de DEUS, nem aquele que não ama a seu irmão" (1Jo 2.11; 3.10).Entendamos: para o Antigo Testamento, para a cultura hebréia, o próximo, o semelhante era o igual. Os termos de Levítico 19.18 deixam claro esse fato: "Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor" (cf. Pv 3.28; Jr 22.13). Amar o próximo tinha como contrapartida odiar o inimigo. Assim o refletem Êxodo 15.6 e Levítico 26.8: "A tua destra, ó Senhor, é gloriosa em poder; a tua destra, ó Senhor, despedaça o inimigo"; "Cinco de vós perseguirão a cem, e cem de vós perseguirão a dez mil, e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós". JESUS e os apóstolos, porém, estendem o significado: "Amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios", disse um escriba ao Mestre, que aprovou a sua exclamação (cf. Mc 12.33). "Cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação", enunciou Paulo (Rm 15.2), precisamente na linha de João que deixou a exortação, "Aquele que não ama a seu irmão a quem viu, como pode amar a DEUS a quem não viu?" (1Jo 4.20b). 4.7 AMEMO-NOS UNS AOS OUTROS. Embora o amor seja um aspecto do fruto do ESPÍRITO (Gl 5.22,23) e uma evidência do novo nascimento (2.29; 3.9,10; 5.1), é também algo que temos a responsabilidade de desenvolver. Por essa razão, João nos exorta a amar uns aos outros, a termos solicitude por eles e procurar o bem-estar deles. João não está falando apenas em sentimento de boa-vontade, mas em disposição decisiva e prática, de ajudar as pessoas nas suas necessidades (3.16-18; cf. Lc 6.31). João nos admoesta a demonstrar amor, por três razões: (1) O amor é a própria natureza de DEUS (vv. 7-9), e Ele o demonstrou ao dar seu próprio Filho por nós (vv. 9,10). Compartilhamos da sua natureza porque nascemos dEle (v. 7). (2) Porque DEUS nos amou, nós, que temos experimentado o seu amor, perdão e ajuda, temos a obrigação de ajudar o próximo, mesmo com grande custo pessoal. (3) Se amamos uns aos outros, DEUS continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (v. 12). Amor A Si Mesmo - A Dimensão Interior 1- O Amor a si mesmo reflete o amor de DEUS por nós É importante ser ensinável, se submeter à sã doutrina. Mas há algumas coisas que nenhum ser humano pode ensinar. Há algumas crises que só o ESPÍRITO SANTO pode levar à uma saída. Às vezes inexistem respostas em lugar algum da mente humana, e então o ESPÍRITO SANTO precisa nos ensinar como sair da crise! Necessitamos voltar-nos para o nosso interior, e bloquear todas as vozes e as falas exteriores. Eis a prova: • “...a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine...” (I João 2:27). • “...a loucura de DEUS é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de DEUS é mais forte do que os homens” (I Coríntios 1:25). As coisas que DEUS deseja fazer por nós ainda nem sequer chegaram à mente dos conselheiros sábios do mundo. • “...nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que DEUS tem preparado para aqueles que o amam” (I Coríntios 2:9). Elas são reveladas pelo ESPÍRITO em nós! • “...DEUS no-lo revelou pelo ESPÍRITO...” Se aquilo que DEUS preparou para nós ainda “nem penetrou na mente humana”, como alguém poderá me dizer algo que não sabe? • “Porque qual dos homens sabe as cousas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as cousas de DEUS, ninguém as conhece, senão o ESPÍRITO de DEUS” (I Coríntios 2:11). Não estou contra o cristão buscar bom aconselhamento. Não estou contra a psicologia cristã. Mas nenhuma delas vale sequer mencionar, a menos que leve a pessoa à esta verdade absoluta: nenhum outro ser humano pode ser a sua fonte de felicidade e paz! Os que se apóiam nos braços da carne cavam poços que não agüentam um teste. Estão sempre precisando de alguém para lhes derramar um conselho, mas não o retém. São cisternas rotas. • “Não sabeis que sois santuário de DEUS e que o ESPÍRITO de DEUS habita em vós?” (I Coríntios 3:16). • “Mas o fruto do ESPÍRITO é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio...” (Gal. 5:22). • “é necessário que aquele que se aproxima de DEUS creia que ele existe (em nós) e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6). • “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o SANTO ESPÍRITO da promessa, o qual é o penhor da nossa herança, até o resgate da sua propriedade...” (Efésios 1:13,14). Você está pronto para receber essa verdade e agir baseado nela? O que foi que acabamos de ler? Ele está em você: para consolar, para guiar, para guiar à toda a verdade; para lhe mostrar as coisas que virão; para lhe vivificar; para lhe ajudar em suas enfermidades; para lhe ajudar a entender todas as coisas que DEUS graciosamente lhe concedeu; para lhe trazer alegria, amor, paz, paciência, bondade, domínio próprio; para lhe dar tudo que foi prometido a um filho de DEUS; para lhe recompensar por sua diligência; para lhe assegurar liberdade; para lhe prover acesso ao Pai; para lhe levar a um lugar de repouso suave e de verdade. 2- O Pecado impede que a pessoa ame a si mesma O pecado faz divisão entre nós e DEUS, causa o efeito "Falta de confiança para falar com DEUS ou ouvir DEUS falando conosco". A fé fraqueja no momento mais difícil e de precisão da alma que anseia pela comunhão, mas sucumbe na dúvida. 3- Relação entre as três dimensões do amor ágape Há uma distinção entre ágape e as outras qualidades do amor, sempre integradas uma à outra e presentes em toda experiência do amor. Pelo seu caráter transcendente, ágape não pode ser experimentada como força vital, senão através das outras e especialmente do eros. Contudo, em todas as decisões morais, ágape deve ser o elemento determinante, pois é ligado à justiça e transcende a finitude do amor humano. Sozinha, ágape se tornaria moralista e legalista. Mas sem ágape, o amor perderia a sua seriedade. Contudo, não vimos uma ordem hierárquica entre as qualidades do amor, a não ser em relação à ágape. O fruto do ESPÍRITO é como uma linda flor que se abre com uma chave chamada AMOR; é só apartir do Amor que conhecemos as outras qualidades do fruto do ESPÍRITO em nós implantado, no instante em que aceitamos a CRISTO como nosso Senhor e Salvador. Conclusão Como vimos, o amor não pode por um lado ser um tema abandonado, nem por outro, um discurso isolado. Se somos cristãos de fato, a mais autêntica cristologia bíblica deverá acompanhar este amor e a importância dada aos demais mandamentos da lei de DEUS deverá testemunhar de nossa fidelidade (ou adesão) ao Bem Maior, que é CRISTO JESUS. Não amamos porque somos naturalmente bons, mas porque nascemos da graça. Não cumpriremos a lei para fazer-nos “justos”, mas porque ele nos justificou com sua justiça. Não brilharemos porque temos luz própria, mas porque refletimos o sol da justiça. kai o ean aitwmen lambanomen ap' autou, oti tas entolas autou throumen kai ta aresta enwpion autou poioumen. E aquilo que pedimos, dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos diante dele o que lhe é agradável. kai auth estin h entolh autou, 1 - ina pisteuswmen tw onomati tou uios autou Ihsou Cristou 2 - kai agappwmen allhlous, kaqws edwken entolhn hmin kai o thrwn tas entolas autou en autou menei kai autous en autw. Ora, o mandamento é este: 1 - que creiamos em o nome de seu Filho JESUS CRISTO 2 - e que amemo-nos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou. E aquele que guarda os seus mandamentos, permanece nele e ele naquele. RESUMO DA LIÇÃO 05 - A FORÇA DO AMOR CRISTÃO REVISTA DA CPAD DO 3º TRIMESTRE DE 2009 COMENTÁRIO INTRODUÇÃO Não se pode falar de cristianismo, de vida cristã, sem falar de amor. I. . O MANDAMENTO ATEMPORAL 1. Mandamento "antigo" e "novo". 2. Em que sentido o mandamento de amar é antigo e novo. 3. O Senhor JESUS é o nosso exemplo de amor. II. O CONTRASTE ENTRE LUZ E TREVAS 1. Os filhos da luz. 2. Evitando o ódio e mantendo- se na luz. 3. Em relação ao pecado, os princípios da graça são mais profundos que as exigências da lei. III. A DEMONSTRAÇÃO COMUNITÁRIA DO AMOR 1. O primeiro motivo para demonstrarmos o amor. 2. O desenvolvimento progressivo do amor. 3. A necessidade do ensino sobre o amor cristão. CONCLUSÃO Os que pregam e ensinam precisam motivar a igreja a buscar esses valores e se aperfeiçoar em todos os aspectos (Cl 3.12-17). SINOPSE DO TÓPICO (1) O fundamento da obediência e a razão principal de sua prática é o amor. REFLEXÃO "Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo." (1 Jo 2.10) SINOPSE DO TÓPICO (2) Contra o pecado do ódio, ou a fim de preveni-lo, só há um remédio: o amor. REFLEXÃO "Amami-vos cordialmente uns aos outros com amor fratenal." (Rm 12 .10) SINOPSE DO TÓPICO (3) Sendo constantemente exercitado, o amor tende a ser cada vez mais intenso e visível. REFLEXÃO "O nosso amor ao próximo deve ser direcionado por aquilo que ele é: um ser criado à imagem e semelhança de DEUS, de quem tem as marcas na própria existência, assim como nós. Assim, em DEUS, ama-se o amigo; por Ele, o inimigo". Geremias do Couto AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Teológico (CPAD) "Passo agora a destacar os atributos daquele amor que se constitui obediência à lei de DEUS Esse amor, portanto, não sóconsiste num estado de consagração a DEUS e ao universo, mas também implica emoções profundas de amor a DEUS e aos homens. Ainda que seja um fenômeno da vontade, ele implica a existência de todos aqueles sentimentos de amor e afeição a DEUS e aos homens que necessariamente resultam da consagração do coração ou da vontade ao máximo bem-estar deles. Também implica todo aquele curso visível de vida que necessariamente flui de um estado de vontade consagrada a esse fim. Tenha-se em mente que se esses sentimentos não brotam da sensibilidade e se esse curso de vida não existe, ali não existe o verdadeiro amor ou consagração voluntária a DEUS e ao universo requerido pela lei. Aqueles brotam desta por uma lei de necessidade. Aqueles, ou seja, sentimentos e emoções de amor, e uma vida exterior correta, podem existir sem esse amor voluntário, conforme terei ocasião de mostrar no devido momento; mas esse amor não pode existir sem aqueles, uma vez que brotam dele por uma lei da necessidade. Essas emoções variam em força, de acordo com as variações de constituição e das circunstâncias, mas precisam existir em algum grau perceptível, desde que a vontade esteja numa atitude benevolente". (FINNEY, C. Teologia Sistemática. RJ: CPAD, 2001, p.195). BIBLIOGRAFIA SUGERIDA FINNEY, C. Teologia Sistemática. RJ: CPAD, 2001. BRUNELLI, D. Conhecidos pelo Amor. RJ: CPAD, 1995. SAIBA MAIS EM Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 3, p.38. APLICAÇÃO PESSOAL (CPAD) Quando olhamos para a primeira epístola de João e vemos o teste que ele apresenta para comprovar o amor cristão na vida do salvo - "Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos" (3.16) -, pensamos ser esta avaliação um pouco exagerada. Contudo, recorrendo aos escritos paulinos, encontramos sua recomendação aos crentes de Éfeso: "Sede, pois, imitadores de DEUS, como filhos amados; e andai em amor, como também CRISTO vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a DEUS, em cheiro suave" (Ef 5.1,2). Como nós, meros mortais, podemos imitar o Imortal e Supremo? Como o finito e efêmero pode imitar o Infinito e Eterno? Tanto o apóstolo do amor quanto o dos gentios, não está insinuando que existe a mínima possibilidade de o ser humano igualar-se a DEUS. O que se entende, e é ponto pacífico em ambos os textos, é o inegável fato de que, após entregar-se novamente aos cuidados do Eterno, o ser humano tem possibilidade de desfrutar de um dos atributos comunicáveis de DEUS. Exercer o amor cristão é uma das formas mais eficazes de pregar o evangelho. JESUS disse em João 13.35 que seus discípulos seriam conhecidos pelo amor entre eles. Apesar da questão temporal, esta palavra é estendível a cada um de nós, discípulos do Mestre, no tempo presente, pois o teste joanino continua em vigor. AJUDA CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal. http://universobiblico.com.br/assembleia/estudosbiblicos/videosebdnatv.htm (VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE) BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD. 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