sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

ESTUDOS DA LICAO 03 - A GLORIA DO MINISTERIO CRISTAO

LIÇÃO 03 - A GLÓRIA DO MINISTÉRIO CRISTÃO Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 1º TRIMESTRE DE 2010 2Coríntios - "Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas". Comentários da revista da CPAD: Pr. Elienai Cabral Consultores Doutrinários e Teológicos da CPAD: Pr. Antonio Gilberto e Claudionor de Andrade Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev.. Luiz Henrique de Almeida Silva TEXTO ÁUREO "E graças a DEUS, que sempre nos faz triunfar em CRISTO e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento" (2 Co 2.14). VERDADE PRÁTICA A glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o evangelho e na salvação e edificação dos fiéis. LEITURA DIÁRIA Segunda - Ef 6.6 Servindo a DEUS com autenticidade Terça - 2 Co 11.2 Servindo a DEUS com zelo Quarta - 2 Sm 12.7 Ministrando com autenticidade Quinta - 2 Ts 2.5,6 Autenticidade na conduta Sexta - GI2.7-14 Autenticidade nas convicções Sábado - Jo 2.1 3-1 7; 8.46 CRISTO, suprema autenticidade e zelo LEITURA BÍBLICA EM CLASSE 2 Coríntios 1.12-14,21 ,22; 2.4,14-17 2 Coríntios 1.12- Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade e sinceridade de DEUS, não com sabedoria carnal, mas na graça de DEUS, temos vivido no mundo e maiormente convosco. 13- Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis, 14 - como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no Dia do Senhor JESUS. 2 Coríntios 1.21- Mas o que nos confirma convosco em CRISTO e o que nos ungiu é DEUS, 22- o qual também nos selou e deu o penhor do ESPÍRITO em nossos corações. 2 Coríntios 2.4- Porque, em muita tribulação e angústia do coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que vos entristecêsseis, mas para que conhecêsseis o amor que abundantemente vos tenho. 2 Coríntios 2.14- E graças a DEUS que sempre nos faz triunfar em CRISTO e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento. 15- Porque para DEUS somos o bom cheiro de CRISTO, nos que se salvam e nos que se perdem. 16 - Para estes, certamente, cheiro de morte para morte; mas, para aqueles, cheiro de vida para vida. E, para essas coisas, quem é idôneo? 17- Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de DEUS; antes, falamos de CRISTO com sinceridade, como de DEUS na presença de DEUS. PALAVRAS-CHAVE - Autêntico: do grego authentikós; genuíno, legítimo. Glória de Paulo - o testemunho da nossa consciência, de que, com simplicidade e sinceridade de DEUS, não com sabedoria carnal, mas na graça de DEUS, temos vivido no mundo e maiormente convosco. Gloria e traducao de “kauchesis” (καυχησις - “confianca”, “orgulho”, “ufania”, “condicao ou estado de espirito de quem se regozija”, “motivo de alegria, prazer, orgulho”, “sentimento da propria honra, dignidade, valor; brio, fidalguia” (Caramuru). Glória de DEUS - A glória de DEUS é manifestada aos homens por sua graça na salvação através de JESUS. Também a glória de DEUS se manifesta em sinais e prodígios, confirmando sua Palavra e/ou sua presença.. Consciência - A consciência é uma qualidade da mente, considerando abranger qualificações tais como subjetividade, auto-consciência, sentiência, sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente. Consciência - função alta da mente. Consciencia e “a voz de Deus que se encontra em nosso interior”. (Rm.2:15,16).(Caramuru). Simplicidade - ou frugalidade é a ausência de artifícios, extravagâncias e excessos de ordem material, social ou psicológica. Sinceridade - qualidade ou condição daquilo ou daquele que é sincero - Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos, e escudo para os que caminham na sinceridade. Provérbios 2:7. - diz-se daquilo ou daquele em que não há engano, hipocrisia ou fingimento; probidade na intenção ou no falar. Cheiro de CRISTO - O bom cheiro de Cristo, para que todos conheçam que Jesus Cristo é Senhor? O bom perfume de pessoas santificadas que, na sua vida, proclamam Cristo, ou o cheiro de morte e maldição para os que se perdem? Onde Paulo chegava, também chegava o cheiro do evangelho de JESUS CRISTO. Cheiro bom para quem desejava ser reconciliado com DEUS, porém cheiro de morte para quem não quer se arrepender de seus pecados. 1.12 NOSSA GLÓRIA É ESTA. A base de Paulo para alegrar-se e gloriar-se era a sinceridade e a integridade do seu comportamento. Ele tomara a resolução de que, por toda sua vida cristã, permaneceria fiel ao seu Senhor; recusar-se-ia a conformar-se com o mundo, que crucificou seu Salvador, e perseveraria na santidade, até DEUS levá-lo para o lar celestial (Rm 12.1,2). Na vida eterna futura, nossa maior alegria será a consciência de termos vivido a nossa vida "com simplicidade e sinceridade de DEUS", por CRISTO nosso Salvador. Paulo esperava que seus filhos na fé se lembrassem dele, de como se portara no meio deles e dessem testemunho de sua santidade, honestidade e zelo pela obra do Senhor. Paulo considerava os coríntios como glória de seu ministério, pois eram filhos seus na fé e por eles Paulo receberia galardão no céu. Paulo também queria que os coríntios considerassem glória deles terem aceitado a CRISTO por intermédio dele, pois seu ministério era de um legítimo apóstolo, sendo confirmado por DEUS por meio de sinais e prodígios. 1.22 O PENHOR DO ESPÍRITO. Paulo esboça quatro aspectos da obra de DEUS no crente, mediante o ESPÍRITO. (1) O ESPÍRITO SANTO firma o crente e o ajuda a perseverar na vida de fé (ver 1 Pe 1.5). (2) O ESPÍRITO SANTO unge o crente para revesti-lo de poder para testemunhar (ver At 1.8), para realizar as obras de CRISTO (Is 61.1; Mt 10.19,20; Jo 14.12; At 10.38) e para conhecer a verdade (1 Jo 2.20,27). (3) O ESPÍRITO SANTO é o selo oficial da possessão de DEUS, que marca o crente como sua propriedade e que produz um caráter santo na sua personalidade (cf. 3.18; Gl 5.22; Ef 1.13). (4) O ESPÍRITO SANTO que em nós habita é um "penhor", i.e., uma garantia para o crente e, ao mesmo tempo, as primícias da vida melhor com CRISTO, no futuro (5.5; Rm 8.23; ver Ef 1.13,14). Como os dons eram manifestos no ministério de Paulo, ele esperava que os coríntios comparassem-no com os falsos mestres e descobrissem que seu ministério tinha o selo de DEUS, enquanto os dos falsos mestres não tinham autenticidade dada por DEUS 2.4 EM MUITA TRIBULAÇÃO E ANGÚSTIA DO CORAÇÃO. Este trecho revela uma das qualificações essenciais do ministro do evangelho, que é um coração amoroso e sensível e que se angustia e chora ao ver o povo de DEUS desviando-se do caminho reto e voltando a envolver-se com o pecado e o engano (cf. Sl 126.5,6; Mc 9.24; ver Lc 19.41; Jo 11.35; At 20.19). 2.14 NOS FAZ TRIUNFAR EM CRISTO. Paulo descreve os crentes como conduzidos por DEUS num desfile aqui no mundo, seguindo a CRISTO, como triunfo e troféu da sua graça redentora. Por meio desse desfile triunfal, o conhecimento de CRISTO e a vida redimida do crente se manifestam como suave aroma diante de DEUS e dos homens. Para DEUS, isso é agradável e para os seres humanos resulta em vida ou em morte (vv. 15,16). Paulo faz aqui uma alusão aos perfumes e aromas liberados pelos habitantes de Roma aos seus exércitos vencedores, quando seus exércitos voltavam das batalhas, fazendo com que os soldados se alegrassem e se sentissem valorizados por darem suas vidas pelo bem-estar de Roma e de seus habitantes. É evidente que o ministério de Paulo era o bom perfume de CRISTO espalhado entre os que se convertiam à vida eterna através de CRISTO, porém entre os inimigos do evangelho, se tornou seu ministério como cheiro de carniça, trazendo guerra e morte eterna contra o reino de Satanás e seus asseclas. 2.17 FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS. Paulo descreve, aqui, pregadores de então que reduziam as exigências do evangelho a fim de obterem lucro, aceitação e sucesso (cf. 11.4,12-15). Eram talentosos e persuasivos, mas, secretamente, insinceros. Cobiçavam dinheiro e visavam à preeminência (cf. Jo 10.12,13; Fp 1.15,17; 1 Pe 5.2; 2 Pe 2.1-3,14-16). Podemos até depreender aqui que esses falsos mestres não eram batizados com o ESPÍRITO SANTO, ou pelo menos que não possuíam o selo ou autenticação da glória de DEUS aos seus ministérios, ou seja, os sinais e prodígios que atestaram o ministério de CRISTO e dos primeiros apóstolos e o de Paulo. Atos dos Apóstolos 2:22 A Jesus Nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; Mc 16:14-20 De fato, o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à destra de Deus. E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam.” QUALIFICAÇÕES MORAIS DO PASTOR (BEP CPAD) 1Tm 3.1,2 “Esta é uma palavra fiel: Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar.” Se algum homem deseja ser “bispo” (gr. episkopos, i.e., aquele que tem sobre si a responsabilidade pastoral, o pastor), deseja um encargo nobre e importante (3.1). É necessário, porém, que essa aspiração seja confirmada pela Palavra de DEUS (3.1-10; 4.12) e pela igreja (3.10), porque DEUS estabeleceu para a igreja certos requisitos específicos. Quem se disser chamado por DEUS para o trabalho pastoral deve ser aprovado pela igreja segundo os padrões bíblicos de 3.1-13; 4.12; Tt 1.5-9. Isso significa que a igreja não deve aceitar pessoa alguma para a obra ministerial tendo por base apenas seu desejo, sua escolaridade, sua espiritualidade, ou porque essa pessoa acha que tem visão ou chamada. A igreja da atualidade não tem o direito de reduzir esses preceitos que DEUS estabeleceu mediante o ESPÍRITO SANTO. Eles estão plenamente em vigor e devem ser observados por amor ao nome de DEUS, ao seu reino e da honra e credibilidade da elevada posição de ministro. (1) Os padrões bíblicos do pastor, como vemos aqui, são principalmente morais e espirituais. O caráter íntegro de quem aspira ser pastor de uma igreja é mais importante do que personalidade influente, dotes de pregação, capacidade administrativa ou graus acadêmicos. O enfoque das qualificações ministeriais concentra-se no comportamento daquele que persevera na sabedoria divina, nas decisões acertadas e na santidade devida. Os que aspiram ao pastorado sejam primeiro provados quanto à sua trajetória espiritual (cf. 3.10). Partindo daí, o ESPÍRITO SANTO estabelece o elevado padrão para o candidato, i.e., que ele precisa ser um crente que se tenha mantido firme e fiel a JESUS CRISTO e aos seus princípios de retidão, e que por isso pode servir como exemplo de fidelidade, veracidade, honestidade e pureza. Noutras palavras, seu caráter deve demonstrar o ensino de CRISTO em Mt 25.21 de que ser “fiel sobre o pouco” conduz à posição de governar “sobre o muito”. (2) O líder cristão deve ser, antes de mais nada, “exemplo dos fiéis” (4.12; cf. 1Pe 5.3). Isto é: sua vida cristã e sua perseverança na fé podem ser mencionadas perante a congregação como dignas de imitação. (a) Os dirigentes devem manifestar o mais digno exemplo de perseverança na piedade, fidelidade, pureza em face à tentação, lealdade e amor a CRISTO e ao evangelho (4.12,15). (b) O povo de DEUS deve aprender a ética cristã e a verdadeira piedade, não somente pela Palavra de DEUS, mas também pelo exemplo dos pastores que vivem conforme os padrões bíblicos. O pastor deve ser alguém cuja fidelidade a CRISTO pode ser tomada como padrão ou exemplo (cf. 1Co 11.1; Fp 3.17; 1Ts 1.6; 2Ts 3.7,9; 2Tm 1.13). (3) O ESPÍRITO SANTO acentua grandemente a liderança do crente no lar, no casamento e na família (3.2,4,5; Tt 1.6). Isto é: o obreiro deve ser um exemplo para a família de DEUS, especialmente na sua fidelidade à esposa e aos filhos. Se aqui ele falhar, como “terá cuidado da igreja de DEUS?” (3.5). Ele deve ser “marido de uma [só] mulher” (3.2). Esta expressão denota que o candidato ao ministério pastoral deve ser um crente que foi sempre fiel à sua esposa. A tradução literal do grego em 3.2 (mias gunaikos, um genitivo atributivo) é “homem de uma única mulher”, i.e., um marido sempre fiel à sua esposa. (4) Conseqüentemente, quem na igreja comete graves pecados morais, desqualifica-se para o exercício pastoral e para qualquer posição de liderança na igreja local (cf. 3.8-12). Tais pessoas podem ser plenamente perdoadas pela graça de DEUS, mas perderam a condição de servir como exemplo de perseverança inabalável na fé, no amor e na pureza (4.11-16; Tt 1.9). Já no AT, DEUS expressamente requereu que os dirigentes do seu povo fossem homens de elevados padrões morais e espirituais. Se falhassem, seriam substituídos (ver Gn 49.4; Lv 10.2; 21.7,17; Nm 20.12; 1Sm 2.23; Jr 23.14; 29.23). (5) A Palavra de DEUS declara a respeito do crente que venha a adulterar que “o seu opróbrio nunca se apagará” (Pv 6.32,33). Isto é, sua vergonha não desaparecerá. Isso não significa que nem DEUS nem a igreja perdoará tal pessoa. DEUS realmente perdoa qualquer pecado enumerado em 3.1-13, se houver tristeza segundo DEUS e arrependimento por parte da pessoa que cometeu tal pecado. O que o ESPÍRITO SANTO está declarando, porém, é que há certos pecados que são tão graves que a vergonha e a ignomínia (i.e., o opróbrio) daquele pecado permanecerão com o indivíduo mesmo depois do perdão (cf. 2Sm 12.9-14). (6) Mas o que dizer do rei Davi? Sua continuação como rei de Israel, a despeito do seu pecado de adultério e de homicídio (2Sm 11.1-21; 12.9-15) é vista por alguns como uma justificativa bíblica para a pessoa continuar à frente da igreja de DEUS, mesmo tendo violado os padrões já mencionados. Essa comparação, no entanto, é falha por vários motivos. (a) O cargo de rei de Israel do AT, e o cargo de ministro espiritual da igreja de JESUS CRISTO, segundo o NT, são duas coisas inteiramente diferentes. DEUS não somente permitiu a Davi, mas, também a muitos outros reis que foram extremamente ímpios e perversos, permanecerem como reis da nação de Israel. A liderança espiritual da igreja do NT, sendo esta comprada com o sangue de JESUS CRISTO, requer padrões espirituais muito mais altos. (b) Segundo a revelação divina no NT e os padrões do ministério ali exigidos, Davi não teria as qualificações para o cargo de pastor de uma igreja do NT. Ele teve diversas esposas, praticou infidelidade conjugal, falhou grandemente no governo do seu próprio lar, tornou-se homicida e derramou muito sangue (1Cr 22.8; 28.3). Observe-se também que por ter Davi, devido ao seu pecado, dado lugar a que os inimigos de DEUS blasfemassem, ele sofreu castigo divino pelo resto da sua vida (2Sm 12.9-14). (7) As igrejas atuais não devem, pois, desprezar as qualificações justas exigidas por DEUS para seus pastores e demais obreiros, conforme está escrito na revelação divina. É dever de toda igreja orar por seus pastores, assisti-los e sustentá-los na sua missão de servirem como “exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza” (4.12). OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Conscientizar-se de que a glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o Evangelho Explicar as razões da mudança de planos da ida de Paulo a Corinto. Saber que somos o bom cheiro de CRISTO. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Professor, converse com os alunos explicando que Paulo advertiu os coríntios a respeito da ameaça dos falsificadores da Palavra de DEUS (2.17). Estes ainda hoje são uma ameaça para a Igreja, por isso precisamos estar atentos para não sermos enganados. Para a aula de hoje, sugerimos que você relacione no quadro-de-giz algumas características desses falsificadores. RESUMO DA LIÇÃO 03 - A GLÓRIA DO MINISTÉRIO CRISTÃO INTRODUÇÃO Paulo agora segue fazendo uma defesa de sua conduta aos irmãos de Corinto. I. O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE PAULO (1. 12-22) 1. Confiabilidade, a garantia do ministério (1.12-14). 2. A força de sua consciência (1.12). 3. A autenticidade ministerial (1.18-22). II. A ATITUDE CONFIANTE DE PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA (1.23-2.13) 1. Razões da mudança de planos da ida de Paulo a Corinto (1.23-2.4). 2. O perdão ao ofensor arrependido e a disciplina eclesiástica (2.5-11). 3. A confiança de Paulo no triunfo da Igreja. III. PAULO SE PREOCUPA COM OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS (2.14-17) 1. A visão do triunfo do Evangelho no mundo (2.14). 2. Somos o bom cheiro de CRISTO (v.15). 3. A ameaça dos falsificadores da Palavra de DEUS (2.17). CONCLUSÃO A glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o Evangelho, visando a salvação de todos. SINOPSE DO TÓPICO (I) Paulo era um homem tão íntegro e tinha um caráter tão firme que, diante das acusações contra a sua vida, ele apela para a sua consciência pessoal como testemunho de sua sinceridade nas ações de seu ministério. SINOPSE DO TÓPICO (2) A igreja não pode deixar de administrar a disciplina aos que cometem pecado, para que não haja contaminação dos demais, entretanto, o tratamento com o pecador deve ser feito com atitude corretiva, terapêutica e restauradora, visando proporcionar-lhe o arrependimento e o recomeço da vida cristã. SINOPSE DO TÓPICO (3) Pregadores mercadores são aqueles que oferecem um evangelho de imitação. corrompido, o qual ilude aos interessados. No capítulo 11.13, Paulo condena os falsos apóstolos que torciam o Evangelho para tirar proveito próprio em detrimento dos demais. QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 03 - A GLÓRIA DO MINISTÉRIO CRISTÃO RESPONDA CONFORME A REVISTA DA CPAD DO 4º TRIMESTRE DE 2009 Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas corretas e com "F" as falsas. TEXTO ÁUREO 1- Complete: "E graças a DEUS, que sempre nos faz _____________________ em CRISTO e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o _____________________________ do seu __________________________________" (2 Co 2.14). VERDADE PRÁTICA 2- Complete: A glória do ___________________________________ cristão está na ______________________________ e sinceridade com que se prega o evangelho e na salvação e _____________________________ dos fiéis. INTRODUÇÃO 3- O que Paulo faz agora, a partir do versículo 12, após render graças a DEUS pela libertação divina que tivera na Ásia (1.8-11)? ( ) Faz uma defesa de sua conduta aos irmãos de Corinto. ( ) Faz uma defesa de sua posição na Igreja de Jerusalém, aos irmãos de Corinto. ( ) Faz uma defesa de sua luta contra os pecadores entre os irmãos de Corinto. 4- Por que Paulo foi acusado, por alguns dos coríntios, de não haver cumprido com a sua palavra? ( ) Porque Paulo havia escrito para os coríntios dizendo que enviaria recursos financeiros e alimentos para seus necessitados e não o fez. ( ) Porque Paulo precisou mudar seu roteiro de viagem. ( ) As acusações contra ele tinham por objetivo arruinar sua credibilidade perante a igreja coríntia. ( ) O apóstolo estava ciente de que havia pessoas sinceras e amorosas que o conheciam e estavam seguras de sua sinceridade no trato com a igreja. I. O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE PAULO (1. 12-22) 5- Em que estava fundado o ministério apostólico de Paulo? ( ) Na confiabilidade, a garantia do ministério. ( ) Na sua posição entre os apóstolos de Jerusalém. ( ) Na força de sua consciência. ( ) Na autenticidade ministerial. 6- Como era a confiabilidade, ma garantia do ministério de Paulo (1.12-14)? ( ) Nos versículos 1 a 10, o apóstolo é confortado com o fato de que os próprios coríntios podiam testificar acerca de sua postura moral, espiritual e ministerial. ( ) Nos versículos 2 a 15, o apóstolo é confortado com o fato de que os próprios coríntios podiam testificar acerca de sua postura moral, espiritual e ministerial. ( ) Nos versículos 3 a 11, o apóstolo é confortado com o fato de que os próprios coríntios podiam testificar acerca de sua postura moral, espiritual e ministerial. 7- Como era a força da consciência de Paulo em seu ministério apostólico(1.12)? ( ) Paulo declara, sem medo, que ministrava aos crentes coríntios com "duplicidade e sinceridade de DEUS". ( ) Paulo declara, sem medo, que ministrava aos crentes coríntios com "praticidade e amizade de DEUS". ( ) Paulo declara, sem medo, que ministrava aos crentes coríntios com "simplicidade e sinceridade de DEUS". 8- Como era a autenticidade ministerial de Paulo (1.18-22)? ( ) O apóstolo afirma que ele e seus companheiros podiam falhar, mas CRISTO nunca. ( ) Suas mensagens não eram vacilantes e que não oscilavam entre sim e não. ( ) O apóstolo afirma que ele e seus companheiros de ministério eram fiéis. ( ) Paulo diz que o JESUS que eles pregavam não era "sim e não", mas "sim". 9- Qual era a garantia da integridade da mensagem no apostolado Paulino? ( ) Paulo não se preocupa com sinais e prodígios, mas somente com as almas salvas em seu ministério e com a Palavra de DEUS pregada. ( ) No versículo 21, Paulo declarou que a confirmação do seu ministério e o de seus companheiros era a unção que haviam recebido de DEUS. ( ) Paulo declara que eles foram selados e receberam "o penhor do ESPÍRITO SANTO". ( ) O "selo" é um elemento que denota posse e autenticidade num documento. ( ) Em nossos tempos, denominamos carimbos ou autenticações, os instrumentos investidos de poder que imprimem marcas de propriedade e garantia. ( ) Em CRISTO, os crentes são selados com o ESPÍRITO SANTO, tornando-se propriedade exclusiva do Senhor. II. A ATITUDE CONFIANTE DE PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA(1.23-2.13) 10- Cite algumas razões da mudança de planos da ida de Paulo a Corinto (1.23-2.4). O que o levou Paulo a desistir de visitar a igreja em Corinto naquela oportunidade? ( ) Ele declara que não se tratava de qualquer tipo de capricho, orgulho, covardia e muito menos conveniência pessoal. ( ) Paulo queria evitar constrangimento maior em face da linguagem forte de disciplina contra alguém que havia pecado, maculando a santidade da igreja. ( ) Como essa pessoa era apoiada pelos opositores de Paulo, ele quis poupar a congregação do exercício desagradável de sua autoridade apostólica ( ) Sua visita provocaria ainda mais os humores negativos dos rebeldes no seio da igreja e entristeceria os demais. ( ) Paulo estava triste e não queria visitá-Ios em angústia e tristeza. ( ) Paulo também foi impedido por um anjo de visitar os coríntios, ele diz para eles que só isso já seria suficiente para que o perdoassem. ( ) Paulo queria que o pecador se arrependesse e fosse perdoado com todo o amor da igreja, a fim de que não fosse "devorado de demasiada tristeza".. 11- Como foi o perdão ao ofensor arrependido e a disciplina eclesiástica (2.5-11). ( ) O pecado tem que ser banido do meio da Igreja custe o que custar, por isso Paulo não se arrepende e nem deseja reconciliar o pecador arrependido. ( ) Paulo deparou-se com um opositor, que o ofendeu e incitou os coríntios a rejeitarem sua autoridade apostólica. ( ) Essa atitude ganhou adeptos e Paulo ficou muito triste e ofendido (2.4). ( ) Os líderes da igreja não tiveram forças para disciplinar tal membro, apesar de ela ter, em sua maioria, percebido que era necessário obedecer a orientação de Paulo. ( ) A rigidez do apóstolo provocou contenda, e isto o obrigou a abrandar sua atitude, preocupando-se com a recuperação do ofensor. ( ) O apóstolo, embora severo, era agora capaz de orientar a igreja a que perdoasse o ofensor, caso este demonstrasse arrependimento. ( ) A igreja não pode deixar de administrar a disciplina aos que cometem pecado, para que não haja contaminação dos demais, isto é, a punição do pecado é inevitável. ( ) O tratamento com o pecador deve ser feito com atitude corretiva, terapêutica e restauradora, visando proporcionar-lhe o arrependimento e o recomeço da vida cristã. ( ) O objetivo de Paulo, contudo, era levar estes a se arrependerem de seus pecados e a retornarem à plena comunhão com a Igreja de CRISTO. 12- Como foi a confiança de Paulo no triunfo da Igreja? ( ) Nos versículos 12 e 13, Paulo está ansioso por ter notícias de Tito, seu fiel companheiro na batalha pelo Evangelho. ( ) Tito tinha ido a Atenas e ainda não havia voltado, por isso Paulo estava muito ansioso quanto ao seu retorno. ( ) Paulo tinha o cuidado com os companheiros, dos quais não tinha notícias e as "portas" que se abriam para a pregação do Evangelho. ( ) O apóstolo dos gentios interrompe sua preocupação com a chegada de Tito. ( ) Paulo expressa sua gratidão a DEUS por essas comunidades de fé, uma vez que vislumbra o triunfo da Igreja como o cortejo de um exército vitorioso que entra na cidade de cabeça erguida. ( ) A linguagem de Paulo é agora de alegria e felicidade, porque, ao contrário da lembrança deprimente e triste anterior, agora o apóstolo transborda de gratidão a DEUS. III. PAULO SE PREOCUPA COM OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS (2.14-1 7) 13- Explique a visão do triunfo do Evangelho no mundo (2.14): ( ) Paulo se referia com certeza ao triunfo de CRISTO sobre Satanás e as flores do túmulo onde foi sepultado. ( ) Em algumas versões a palavra "triunfo" dá a idéia de um cortejo militar, onde um general vitorioso conduz seu exército numa marcha triunfal entrando na capital do império. ( ) O general traz seus prisioneiros de guerra e exibi-los diante do povo, que assiste ao grande cortejo. ( ) Segundo os estudiosos, o povo queimava incensos e exalava fragrâncias variadas de flores, enchendo o ar daquele agradável cheiro. ( ) Dessa mesma forma, Paulo contemplava a força da mensagem do Evangelho. 14- Por que somos o bom cheiro de CRISTO (v.15)? ( ) O que Paulo estava dizendo à igreja de Corinto era que ele e seus companheiros de ministério eram os agentes que espalhavam a perfumada fragrância de CRISTO por onde andavam. ( ) Esse aroma emana de CRISTO, e na linguagem do Novo Testamento significa um sacrifício como oferta agradável a DEUS. ( ) Os sofrimentos sugerem, figurativamente, a queima de ramos que exalam bom cheiro, assim como o incenso e outras especiarias do altar de incenso no Tabernáculo. ( ) Tipologicamente, a fragrância, que emana do sacrifício de CRISTO no Calvário, sobe às narinas divinas para honrar ao Senhor. ( ) Somos o bom cheiro de CRISTO, porque o evangelho que pregamos é o mesmo que CRISTO desejava pregar e não pode, pois morreu antes. ( ) O texto ainda diz que para alguns a pregação do Evangelho é cheiro de morte, para outros é cheiro de vida. ( ) O evangelho é cheiro de morte por rejeitarem a mensagem, e vida por aceitarem a CRISTO e sua Palavra. 15- O que significa a palavra "falsificadores"? ( ) Paulo usa a palavra grega kapeleuiein, que se refere ao negociante que procura lucrar honestamente. ( ) Pode ser entendida como "mercadores" porque tais homens não tratam a Palavra de DEUS como a revelação divina, mas como uma mercadoria, um produto de mercado que pode ser vendido e manipulado. ( ) Paulo usa a palavra grega kapeleuiein, que se refere ao negociante que procura lucrar injustamente. 16- O que são pregadores mercadores? ( ) São pregadores que são muito usados por DEUS em sinais e prodígios. ( ) Pregadores mercadores são aqueles que oferecem um Evangelho de imitação, corrompido, o qual ilude aos interessados. ( ) No capítulo 11.13, Paulo condena os falsos apóstolos que torciam o Evangelho para tirar proveito próprio em detrimento dos demais. ( ) O apóstolo denuncia essas distorções do Evangelho que visavam apenas enganar o povo de DEUS. CONCLUSÃO 17- Complete: A glória do ministério cristão está na _________________________________ e ______________________________________ com que se prega o Evangelho. Motivos falsos produzem resultados falsos, por isso, todos os motivos do apóstolo Paulo e de seus companheiros eram o de ________________________ o Reino de DEUS por toda a terra para a ________________________ única do Senhor JESUS. A glória do ministério cristão se dá pela confirmação de DEUS (com sinais e prodígios), da pregação do evangelho, no poder e unção do ESPÍRITO SANTO. “O Senhor ______________________ e lhes __________________________ a palavra com os _____________________________ que a acompanhavam” Mc 16,20b. RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm ASSISTA AOS VÍDEOS. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2005. SAIBA MAIS NA REVISTA Revista Ensinador Cristão, CPAD, nº 41, p.37. AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I Subsídio Histórico - Paulo considera seus adversários como 'falsos apóstolos' (11 .1 3). As bases sobre as quais faz este julgamento são claras. Existe somente um evangelho apostólico verdadeiro (cf. GI 1 .6-8), e estes homens não o estavam pregando. [ou] Além disso, o caráter interior do ministério dos adversários, como um todo, era estrangeiro e desigual ao de Paulo [que] viu em seus adversários a negação de uma identificação consciente com a fraqueza e os sofrimentos de CRISTO (11.23-33; 12.7-10) [...]. 2.Paulo vê seus adversários como enganadores. [...] Apresentavam um evangelho estranho e um JESUS estranho, tendo o objetivo de enganar os Coríntios e afastá-Ios de uma fé simples e pura no Senhor JESUS (11.3). [...]. 3.Paulo descreve seus adversários como 'carnais' ou 'mundanos', [...] (1.17; cf. 5.17), e condena a vanglória orgulhosa de seus adversários classificando-a como estando de acordo com o modo de agir do mundo (ou 'da carne', cf. 11.18), mesmo quando sarcasticamente ilustra esta carnal idade por meio de suas próprias ostentações" (Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2004, p.1 073). AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II Subsídio Bibliológico - "Guiado e Enviado por DEUS" 2.14-17 Paulo divaga para defender seu ministério (incluindo o dos seus companheiros). Embora não tivesse uma visão ou palavra direta de DEUS para ir à Macedônia, como teve em sua viagem anterior (a segunda, At 16.9,10), ele sabia que DEUS sempre o estava guiando e também à sua equipe, pelo que dá graças a DEUS. Alguns escritores interpretam que o 'triunfar' tem a idéia de procissão triunfal tendo como chefe o ressurreto e ascendido CRISTO, conduzindo em vitória os cativos pelo triunfo de sua redenção e dando-Ihes como dons à Igreja (Ef 4.7,8,10-1 3). A idéia de procissão triunfal não significa que Paulo estava se sentindo triunfante. Scot Hafmann considera 2 Coríntio 2.14 a 3.3 como parte do 'coração teológico' de 2 Coríntios. Ele interpreta que 'nos faz triunfar' (gr. tbriambeuont/) para descrever um general romano em procissão triunfal de suas tropas. Pondo em exibição os inimigos por ele conquistados à medida que os conduz à morte. Como ex-inimigo de CRISTO, Paulo estava sendo conduzido por JESUS à morte. Ao conduzi-Io, o propósito de CRISTO era revelar-se. Sofrimento e fraqueza eram essenciais ao plano de DEUS para disseminar o Evangelho. Assim, Paulo estava sendo esmagado como pétalas de rosa para extrair a fragrância. Todas as dificuldades de Paulo só lhe tornavam possível mostrar o 'cheiro do [...] conhecimento [de CRISTO]' (o qual hoje encontramos na Bíblia) em todas as pessoas e em todos os lugares que fosse. Ele se tornou a doce fragrância de CRISTO dirigida a DEUS entre os que 'se salvam' e os que 'perecem', perdidos, encaminhados à morte eterna. Isto quer dizer que Paulo deu a mesma mensagem a todos, mas cada um teve de fazer uma escolha. Para alguns, tornou-se cheiro de vida que trouxe vida, para outros, cheiro de morte que os condenou à morte eterna. Ao perguntar 'para essas coisas, quem é idôneo?', Paulo quis dizer que estes resultados não vieram por causa de sua suficiência, competência, qualificações ou mérito. Ninguém pode produzir tais resultados por ser quem é ou por aquilo que é. Eles aparecem por causa da soberania de CRISTO, de quem Ele é. Quando estamos fazendo sua obra, nossa suficiência é de DEUS" (HORTON, Stanley. II Coríntios: Os Problemas da Igreja e suas Soluções. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2003, pp.193-94). AJUDA CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal. VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD. 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