sábado, 14 de novembro de 2009

ESTUDOS DA LICAO 07 - A EXPANSAO DO REINO

LIÇÃO 07 - A EXPANSÃO DO REINO Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 4º TRIMESTRE DE 2009 Davi - As vitórias e as derrotas de um homem de DEUS Comentários do Pr. José Gonçalves Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antonio Gilberto Complementos, questionários e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva TEXTO ÁUREO "E Davi se ia cada vez mais aumentando e crescendo, porque o SENHOR, DEUS dos Exércitos, era com ele" (2 Sm 5.10). VERDADE PRÁTICA O reino de Israel se tornou forte e respeitado tendo Davi como seu rei. O segredo de todo esse êxito foi a bênção de DEUS. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Samuel 5.6-10 6 E partiu o rei com os seus homens para Jerusalém, contra os jebuseus que habitavam naquela terra e que falaram a Davi, dizendo: Não entrarás aqui, a menos que lances fora os cegos e os coxos; querendo dizer: Não entrará Davi aqui. 7 Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi. 8 Porque Davi disse naquele dia: Qualquer que ferir os jebuseus e chegar ao canal, e aos coxos, e aos cegos, que a alma de Davi aborrece, será cabeça e capitão. Por isso, se diz: Nem cego nem coxo entrará nesta casa. 9 Assim, habitou Davi na fortaleza e lhe chamou a Cidade de Davi; e Davi foi edificando em redor, desde Milo até dentro. 10 E Davi se ia cada vez mais aumentando e crescendo, porque o SENHOR, DEUS dos Exércitos, era com ele. Davi capturou Jerusalém e fez dela a capital de Israel. Espiritualmente, ela veio a tornar-se a cidade mais importante da terra, o centro da obra redentora efetuada por DEUS em favor da raça humana. Foi em Jerusalém que CRISTO foi crucificado e ressuscitou dentre os mortos, e que o ESPÍRITO SANTO foi derramado sobre os discípulos de JESUS, ali reunidos. A Bíblia chama-a de "cidade de DEUS" (Sl 46.4; 48.1; 87.3; Hb 12.22; Ap 3.12) A CIDADE DE JERUSALÉM 1Cr 11.7,8 “E Davi habitou na fortaleza, pelo que se chamou a Cidade de Davi. E edificou a cidade ao redor, desde Milo até completar o circuito; e Joabe renovou o resto da cidade.” HISTÓRIA DA CIDADE DE JERUSALÉM. A primeira referência à cidade de Jerusalém é sem dúvida Gn 14.18, onde Melquisedeque é citado como rei de Salém (i.e., Jerusalém; ver Gn 14.18). Na época dos israelitas cruzarem o Jordão para entrarem na terra prometida, a cidade chamava-se “da banda dos jebuseus” (Js 15.8) ou “Jebus” (11.4). Deixou de ser capturada durante a conquista de Canaã por Josué e permaneceu em mãos dos cananeus até o tempo em que Davi chegou ao reino. O exército de Davi tomou Jebus de assalto, e Davi fez dela a sua capital (2Sm 5.5-7; 1Cr 11.4-7). Jerusalém serviu de capital política de Israel durante o reino unido e, posteriormente, do reino do Sul, Judá. Salomão, sucessor de Davi, edificou o templo do Senhor em Jerusalém (1Rs 5—8; 2Cr 2—5), de modo que a cidade também tornou-se o centro religioso de adoração ao DEUS do concerto. Por causa dos pecados de Israel, Nabucodonosor de Babilônia sitiou a cidade em 586 a.C., e finalmente a destruiu juntamente com o templo (2Rs 25.1-11; 2Cr 36.17-19). Jerusalém permaneceu um montão de ruínas até o retorno dos judeus da Pérsia em 536 a.C. para reedificar tanto o templo quanto a cidade (Ed 3.8-13; 5.1—6.15; Ne 3.4). Já nos tempos do NT, Jerusalém voltara a ser o centro da vida política e religiosa dos judeus. Em 70 d.C., porém, depois de freqüentes rebeliões dos judeus contra o poder romano, a cidade e o templo voltaram a ser destruídos. Quando Davi fez de Jerusalém a sua capital, esta começou a receber vários outros nomes em consonância com a sua índole; nomes como: “Sião” (2Sm 5.7); “a Cidade de Davi” (1Rs 2.10); “santa cidade” (Ne 11.1); “a cidade de DEUS” (Sl 46.4); “a cidade do grande Rei” (Sl 48.2); “cidade de justiça, cidade fiel” (Is 1.26); “a Cidade do SENHOR” (Is 60.14); “O SENHOR Está Ali” (Ez 48.35) e “a cidade de verdade” (Zc 8.3). Alguns desses nomes são proféticos para a futura cidade de Jerusalém. O SIGNIFICADO DE JERUSALÉM PARA OS ISRAELITAS. A cidade de Jerusalém tinha um significado especial para o povo de DEUS do AT. (1) Quando DEUS relembrou sua lei diante dos israelitas na fronteira de Canaã, profetizou através de Moisés que, a determinada altura no futuro, Ele escolheria um lugar “para ali pôr o seu nome” (Dt 12.5, 11, 21; 14.23, 24). Esse lugar seria a cidade de Jerusalém (1Rs 11.13; 14.21) onde o templo do DEUS vivo foi erigido; por isso, recebeu o nome de: “santa cidade”, “a Cidade de DEUS”, e “a Cidade do SENHOR”. Três vezes por ano, todo homem em Israel devia ir a Jerusalém, para aparecer “perante o SENHOR, teu DEUS, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos” (Dt 16.16; cf. 16.2, 6, 11, 15). (2) Jerusalém era a cidade onde DEUS revelava sua Palavra ao seu povo (Is 2.3); era, portanto, “do vale da Visão” (Is 22.1). Era, também, o lugar onde DEUS reinava sobre seu povo Israel (Sl 99.1,2; cf. 48.1-3, 12-14). Logo, quando os israelitas oravam, eram ordenados a orar “para a banda desta cidade” (1Rs 8.44; cf. Dn 6.10). As montanhas que cercavam Jerusalém simbolizavam o Senhor rodeando o seu povo com eterna proteção (Sl 125.1,2). Em essência, portanto, Jerusalém era um símbolo de tudo quanto DEUS queria para o seu povo. Sempre que o povo de DEUS se congregava em Jerusalém, todos deviam lembrar-se do poder soberano de DEUS, da sua santidade, da sua fidelidade ao seu povo e do seu compromisso eterno de ser o seu DEUS. (3) Quando o povo de DEUS destruiu seu relacionamento com Ele por causa da sua idolatria e de não querer obedecer aos seus mandamentos, o Senhor permitiu que os babilônicos destruíssem Jerusalém, juntamente com o templo. Quando DEUS permitiu a destruição desse antigo símbolo da sua presença constante entre os seus, estava dando a entender que Ele pessoalmente estava se retirando do seu povo. Note que a promessa de DEUS, de um “concerto eterno” com seu povo, sempre dependia da condição prévia da obediência deles à sua vontade revelada. Dessa maneira, DEUS estava advertindo o seu povo, daqueles tempos e de agora, que todos devem permanecer fiéis a Ele e obedientes à sua lei, se quiserem continuar a desfrutar de suas bênçãos e promessas. O SIGNIFICADO DE JERUSALÉM PARA A IGREJA CRISTÃ. A cidade de Jerusalém também era importante para a igreja cristã. (1) Jerusalém foi o lugar onde nasceu o cristianismo. Ali JESUS foi crucificado e ressuscitou dentre os mortos. Foi também em Jerusalém que o CRISTO glorificado derramou o ESPÍRITO SANTO sobre os seus discípulos no Pentecostes (At 2). A partir daquela cidade, a mensagem do evangelho de JESUS CRISTO espalhou-se “até aos confins da terra” (At 1.8; cf. 24.47). A igreja de Jerusalém foi a igreja-mãe de todas as igrejas, e a igreja a qual pertenciam os apóstolos (At 1.12-26; 8.1). Ao surgir uma controvérsia se os gentios crentes em JESUS tinham de ser circuncidados, foi Jerusalém a cidade onde reuniu-se o primeiro concílio eclesiástico de importância para resolver o assunto (At 15.1-31; Gl 2.1-10). (2) Os livros do NT reiteram boa parte do significado da Jerusalém do AT, mas com uma nova aplicação: de uma cidade terrena para uma cidade celestial. Noutras palavras, Jerusalém, como a cidade santa, já não estava aqui na terra mas no céu, onde DEUS habita e CRISTO reina à sua destra; de lá, Ele derrama as suas bênçãos; e de lá, JESUS voltará. Paulo fala a respeito de Jerusalém “que é de cima”, que é nossa mãe (Gl 4.26). O livro de Hebreus indica que, ao virem a CRISTO para receber a salvação, os crentes não chegaram a uma montanha terrestre, mas “ao monte de Sião, e à cidade do DEUS vivo, à Jerusalém celestial” (Hb 12.22). E, ao invés de preparar uma cidade na terra para os crentes, DEUS está preparando a nova Jerusalém, que um dia descerá “do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido” (Ap 21.2; cf. 3.12). Naquele grande dia, as promessas do concerto serão plenamente cumpridas: “Eis aqui o tabernáculo de DEUS com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo DEUS estará com eles e será o seu DEUS” (Ap 21.3). DEUS e o Cordeiro reinarão para sempre e sempre no seu trono, nessa cidade santa (Ap 22.3). (3) A cidade de Jerusalém terrestre ainda tem um papel futuro a desempenhar no reino milenar de DEUS? Isaías em 65.17 do seu livro fala de “céus novos e nova terra” (Is 65.17), e em seguida apresenta um “Mas” enfático sobre a grandeza da Jerusalém terrena, no versículo 18. O restante do cap. 65 trata das condições mileniais. Muitos crêem que quando CRISTO voltar para estabelecer seu reino milenial (Ap 20.1-6), Ele porá o seu trono na cidade de Jerusalém. Depois do julgamento do grande trono branco (Ap 20.11-15), a Jerusalém celestial descerá à nova terra como a sede do reino eterno de DEUS (ver Ap 21.2). DAVI CONSULTOU O SENHOR. Um dos pontos fortes de Davi era sua convicção de que a ajuda e a direção de Deus eram absolutamente essenciais para o sucesso na batalha. Por isso, sua prática regular era consultar ao Senhor. Para cumprirmos o propósito de Deus para nossa vida também devemos buscar a direção de Deus, por meio da oração e do Espírito Santo que em nós habita (Rm 8.1-17). Era preocupação de Davi retirar de Israel toda idolatria, tudo o que não fosse da aceitação de DEUS. era preciso destruir os inimigos, os povos pagãos deveriam sr extinguidos do meio de Israel e as Terras dadas pelo SENHOR a Israel deveriam ser possuídas e levadas a serem santificadas a DEUS. A adoração era feita somente no tabernáculo ou no Templo (posteriormente), hoje não há local para culto, pois o templo somos nós mesmos e onde estivermos, ali está o SENHOR. Palavra Chave: Expansão - Fazer crescer, ampliar, desenvolver-se. RESUMO RÁPIDO Davi, além de rei, o que já ocupa muito tempo e desprendimento, era também um crente que buscava ao Senhor em oração, amava a sua Palavra e até escreveu parte desta Palavra, sempre louvava a DEUS com sua harpa e seus cânticos em forma de Salmos. adorava também a DEUS e ESPÍRITO e em Verdade. I. A NOVA SEDE DE UM NOVO REINO 1. Jerusalém e sua posição estratégica. No alto de uma montanha, Monte Moriá, Jerusalém, antes Jebus, era uma cidade fortificada naturalmente por grandes pedras e pronta para proteger as mulheres, velhos e crianças de Israel, enquanto Davi atacava seus inimigos Filisteus, Moabitas e Edomitas. Saul prestou serviços ao povo hebraico, combatendo com sucesso os seus agressores. Entretanto, não quis submeter-se à autoridade espiritual de Samuel, a quem Deus manifestava seus desejos. Por isto foi derrotado em combate e morto. Seu sucessor foi Davi, o verdadeiro fundador da monarquia hebraica. Apoderando-se de uma praça forte — Jebus, pertencente aos cananeus —, lá construiu a cidade de Jerusalém, cuja posição estratégica lhe dava facilidade para se impor aos seus súditos. Muito fortificada a cidade, Davi transportou para ela, em grande pompa, a Arca da Aliança, e fez de Jerusalém a sede da monarquia. Dentro dos muros fortificados de Jerusalém estavam ao mesmo tempo o centro religioso (a Arca da Aliança, e futuramente o Templo), o centro político (Jerusalém era a sede e residência do rei) e o centro militar (era também a grande praça forte do país) do povo hebraico. Davi foi o fundador do poderio hebraico, transformando seus patrícios, antigos montanheses indisciplinados, em súditos dóceis ao seu poder de monarca absoluto. Para tornar efetivo o exercício de seus direitos de soberano, Davi organizou um exército permanente. Depois iniciou diversas guerras tendentes a quebrar definitivamente o poderio dos povos vizinhos, que incessantemente atacavam os hebreus. Tendo sido bem sucedido nessas guerras, Davi estendeu o seu império desde o Mar Vermelho ao Eufrates, e colocou o povo israelita à altura de uma grande monarquia, dotada de uma grande capital e de povos tributários, sobre os quais exercia seu poder. 2. Jerusalém e sua importância histórica. Cidade sagrada para árabes, judeus e cristãos, Jerusalém, graças ao seu poder simbólico, tem sido historicamente palco de terríveis guerras e massacres entre os seguidores de Deus, de Jeová e de Alá. A capital das 12 tribos Bem ali, em meio àquele desconsolo de pedras e areia que cercava um riacho, envolvida por um ar de magia e fé, formou-se Jerusalém! Num dos seus primeiros momentos, as lutas pela sua posse entre filisteus politeístas e monoteístas hebreus, conduziram a que o rei Davi, o sucessor de Saul, conquistasse-a dos jebusianos. II. UM REINO CRESCENTE DESPERTA INIMIGOS 1. Um período de conquista. Após invadir Jebus (Jerusalém), para garantir a segurança dos velhos, mulheres e crianças, Davi é obrigado a se defender dos Filisteus que o atacaram, após saberem que ele havia assumido o reinado do Israel total. Aí começa uma campanha de guerras e Davi vence, não só os Filisteus, como os Moabitas e Amonitas. 2. Reconhecimento lá fora. Supõe-se que ao redor do ano 1000 a.C., o rei-pastor consagrou-a como a capital de todas as 12 tribos de Israel. Sucedido em 970 a.C. pelo seu magnífico filho, o sábio rei Salomão, com seus tributos de 666 talentos de ouro, com quatro mil estábulos para os seus 12 mil cavalos, Jerusalém tornou-se a digna morada de Jeová, em honra de quem o lendário rei, trazendo cedros do Líbano, reformou o Primeiro Templo. O Deus dos hebreus deixava de ser uma divindade dos desertos para ir habitar um grande centro. Confirmação da magnificência do poder e da sabedoria do grande rei foi a visita que lhe fez a tão celebrada e bela rainha de Sabá, lembrando outra passagem bíblica que nos revela que no tempo de Davi, pai de Salomão o rei de Tiro, Hirão, lhe enviara presentes. Aqueles bons tempos idílicos do povo de Israel, quando Jeová reinou poderosamente sobre as terras da Palestina, vivem até hoje na memória dos judeus. Foi sua Era de Ouro. Mas então pairou sobre eles uma enorme nuvem vinda do Oriente. A era das delícias encerrou-se bruscamente em 597 a.C., quando o rei babilônio Nabucodonosor II marchou contra Jerusalém. Conforme as terríveis previsões do profeta Ezequiel, que prognosticou a catástrofe, Naburzadã, o general babilônico, para sufocar a revolta de Sedecias, destruiu o templo sagrado e pulverizou a capital no ano de 586 a.C.. Os seus habitantes viram-se reduzidos à escravidão. Os templos e os céus daquela Cidade Santa esvaziaram-se, enquanto a parte mais aquinhoada do povo hebreu foi levada em cativeiro para a Babilônia. O general Tito invadiu Jerusalém nos idos de 70 e também a destruiu. este povo sofrido, devido à sua falta de lealdade para com seu criador e protetor, passou também e passa até hoje por perseguições implacáveis em todas as terras por eles habitada. III. NOVO REINO, NOVOS ALVOS A ALCANÇAR 1. Adoração ao Senhor. Transportou a Arca para Jerusalém, tornando assim essa cidade em centro mundial de adoração ao DEUS verdadeiro e único digno de adoração. Este ato de Davi em desejar ter a arca da presença de DEUS perto de si e de seu governo, mesmo que ele não sabia disso, trouxe para o povo de Israel inúmeras bênçãos espirituais e grande prosperidade. A nação se tornou conhecida e admirada por todo o mundo até os dias de hoje. 2. Um projeto de construção. Projetou a construção de um templo para adoração a DEUS e entregou, a mando de DEUS, a execução desse projeto a seu filho Salomão. Esse projeto estava no coração de DEUS, mas para um reinado de paz e grande prosperidade, o que veio a acontecer nos tempos de Salomão. Pena que, devido à idolatria de Salomão, tudo isso tenha acabado e o reino foi dividido para só voltar a ser novamente um reino próspero, unido e organizado, sendo dirigido por um descendente de Davi, durante o milênio, época em CRISTO mesmo governará. Quadro histórico de Jerusalém no século XX Data Ocupante Até 1918 Jerusalém era a capital da Palestina, província do Império Turco Otomano De 1918-1948 Protetorado Britânico, que obteve o mandato em 1920 De 1948-1967 Dividida entre israelenses e árabes por determinação da ONU Após 1967 Controle total israelense depois da Guerra dos Seis Dias CONCLUSÃO O legado de Davi para a história bíblica e universal e, particularmente, para a Igreja atual, é muito importante, pois nele está materializada a história de Israel, bem como uma marcante experiência espiritual. Davi é um exemplo de estrategista que coloca DEUS como escudo e galardão, confiando plenamente em seu poder para vencer todo tipo de inimigos. OBJETIVOS Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Relatar a importância da cidade de Jerusalém para Israel e para a Igreja. Reconhecer que todo reino bem-sucedido suscita reações distintas. Identificar o legado de Davi para a história bíblica e para a Igreja. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Professor, reproduza o mapa abaixo e utilize-o para mostrar à sua classe a expansão do reino davídico: 1. Hebrom: Após a morte de Saul, Davi mudou-se da cidade dos filisteus, Ziclague, para Hebrom. 2. Jerusalém: Uma das primeiras batalhas de Davi, como rei, foi travada em Jerusalém. Davi e suas tropas tomaram a cidade de surpresa, e ela se tornou a capital do reino. 3. Gate: Pertencia aos filisteus. Davi e suas tropas os expulsaram (2 Sm 5.17-25) e os dominaram (2 Sm 8.1). 4. Moabe: Davi conquistou Moabe e exigiu que lhe pagassem impostos (2 Sm 8.2). 5. Edom: Davi derrotou os edomitas e os obrigou a pagarem tributos (2 Sm 8.14). REFLEXÃO "DEUS nunca fez uma promessa que fosse boa demais para ser verdade". D. L. Moody SINOPSE DO TÓPICO (1) Jerusalém possui não somente uma posição estratégica, mas também uma importância histórica para Israel e para a Igreja. SINOPSE DO TÓPICO (2)A expansão do reino de Davi despertava admiração e inimizade ao mesmo tempo. REFLEXÃO Quando vivemos no relacionamento correto com DEUS, Ele pode derramar todas as suas bênçãos sobre nós. SINOPSE DO TÓPICO (3) O sucesso do Reino Davídico se deve principalmente ao fato de Davi colocar DEUS em primeiro lugar em sua vida. BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PURKISER, W.T. Comentário Bíblico Beacon. Vol. 2: Josué a Ester. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. Rio de Janeiro: CPAD, 2008. SAIBA MAIS na Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 40, p.39. APLICAÇÃO PESSOAL A partir de um reino despedaçado, que Saul havia deixado como herança, Davi construiu uma potência forte e unida. Quarenta anos depois, esta seria transmitida a seu filho Salomão. O segredo do sucesso do reino de Davi era o seu coração totalmente voltado para DEUS. Foi um rei que governou o povo de DEUS por meio dos princípios de DEUS e, por esta razão, DEUS o abençoou. Pode ser que não alcancemos o sucesso terreno de Davi, no entanto, obedecer a DEUS é, certamente, a melhor e mais acertada decisão. Há muitos crentes que são insubmissos a DEUS e à sua Palavra. Os tais se esquecem que obedecer é um princípio fundamental da vida cristã. O DEUS de Davi continua o mesmo. Ele ainda requer obediência. Davi é um exemplo de que, sem obediência a DEUS, o líder não conseguirá obter o bom êxito e a expansão da obra de DEUS (Adaptado da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: AJUDA CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal. VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD. 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