Escrita Lição 7, O Povo de DEUS deve Separar-se do Mal, Pr Henrique, EBD NA TV

Lição 7, O Povo de DEUS deve Separar-se do Mal
 
Revista Adulto, CPAD, 3° trimestre 2020
Tema: Os Princípios Divinos em Tempo de Crise - A reconstrução de Jerusalém e o avivamento espiritual como exemplos para os nossos dias
Comentarista: Pr. Eurico Bergstén
Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454. - henriquelhas@hotmail.com - Americana - SP - Tel Esposa - 19-98448-2187
 
 
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http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao6-ldj-amaldicaodopecado.htm  (Pecado de Acã e a cidade de Ai)
 
 
TEXTO ÁUREO
“Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei.” (2 Co 6.17)
 

VERDADE PRÁTICA
O mundanismo na Igreja corrompe os bons costumes e extingue a santidade.
 

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Js 23.1-13 Separação, ordem divina
Terça - Os 7.8-16 O trágico resultado da mistura
Quarta - Dt 28.1-13 Vida separada glorifica a DEUS
Quinta - At 2.41-47 O ambiente numa igreja despertada
Sexta - Is 52.1-11 O despertamento renova
Sábado - Rm 13.11-14 É tempo de despertamento
 
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Esdras 2.59-62; 4.2,3; 6.2-4
Esdras 2.59 - Também estes subiram de Tel-Melá e Tel-Harsa, Querube, Adã e Imer, porém não puderam mostrar a casa de seus pais e sua linhagem, se de Israel eram. 60 - Os filhos de Delaías, os filhos de Tobias, os filhos de Necoda, seiscentos e cinquenta e dois. 61 - E dos filhos dos sacerdotes: os filhos de Habaías, os filhos de Coz, os filhos de Barzilai, que tomou mulher das filhas de Barzilai, o gileadita, e que foi chamado do seu nome. 62 - Estes buscaram o seu registro entre os que estavam registrados nas genealogias, mas não se acharam nelas; pelo que por imundos foram rejeitados do sacerdócio.
 
Esdras 4.2 - Chegaram-se a Zorobabel e aos chefes dos pais e disseram-lhes: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso DEUS; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos mandou vir para aqui. 3 - Porém Zorobabel, e Jesua, e os outros chefes dos pais de Israel lhes disseram: Não convém que vós e nós edifiquemos casa a nosso DEUS; mas nós, sós, a edificaremos ao SENHOR, DEUS de Israel, como nos ordenou o rei Ciro, rei da Pérsia.

Esdras 6.2 - E em Acmetá, no palácio que está na província de Média, se achou um rolo, e nele estava escrito um memorial, que dizia assim: 3 - No ano primeiro do rei Ciro, o rei Ciro deu esta ordem: Com respeito à Casa de DEUS em Jerusalém, essa casa se edificará para lugar em que se ofereçam sacrifícios, e seus fundamentos serão firmes; a sua altura, de sessenta côvados, e a sua largura, de sessenta côvados, 4 - com três carreiras de grandes pedras e uma carreira de madeira nova; e a despesa se fará da casa do rei.
 
 
OBJETIVO GERAL - Compreender que o relacionamento harmonioso com DEUS exige a separação do pecado e do mundanismo.
 
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Destacar que DEUS não aceita mistura do seu povo com o mundo;
Entender que DEUS exige plena santidade do seu povo;
Ressaltar que a santidade resulta em bênçãos para o povo de DEUS.
 
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Os filhos de Judá tiveram que tomar sérias decisões para não serem absorvidos pela cultura dos povos que ocupavam suas redondezas. Levemos em consideração também o meio usado pelos líderes judaicos para se comprovar a filiação dos repatriados. Se tal medida não fosse tomada, até mesmo a genealogia estaria comprometida. Como povo de DEUS, devemos manter a nossa identidade como servos de DEUS e preservar o nosso nome no Livro da Vida, afastando-nos de qualquer mundanismo que possa comprometer a nossa comunhão com o Salvador. Fazendo assim não seremos envergonhados no grande Dia do Cordeiro.
 
 
PONTO CENTRAL - A comunhão plena com DEUS exige santidade.
 
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE
Há um equívoco na Lição 7 de Jovens e Adultos da CPAD, que será estudada. No tópico I, o comentarista Eurico Bergstén (de saudosa memória) afirmou que somente os judeus de etnia comprovadamente pura puderam retornar do cativeiro babilônico para Judá. Com esta tese é que todo o primeiro tópico da Lição é desenvolvido. Porém, à luz de Esdras 2.59-63 e Neemias 7.61-65, fica claro que mesmo judeus de ascendência genealógica não comprovada retornaram à Judá. O que eles não puderem foi exercer ofício religioso.

Professores devem proceder a correção amanhã com seus alunos.
 
 
 
Resumo da Lição 7, O Povo de DEUS deve Separar-se do Mal
I – SOMENTE OS JUDEUS RETORNARIAM A JUDÁ
Para uma pessoa ser considerada apta para fazer parte do grupo que iria transferir-se para
Jerusalém, exigia-se que desse prova de sua linhagem, que provasse ser realmente de Israel.
II – OS JUDEUS NÃO ACEITARAM A AJUDA DOS SAMARITANOS
1 - Quem eram os samaritanos?
2. Os samaritanos ofereceram cooperação aos judeus.
3. Os samaritanos procuraram aparentar-se com os judeus.
4. Os samaritanos tornaram-se inimigos dos judeus:
III – DEUS EXIGE SANTIDADE DO SEU POVO
1. Retornando do cativeiro, Israel separou-se do mal (2 Co 6.17; 7.1).
2. Quando Josué se preparou para passar o Jordão, ele disse ao povo: “SANTIFICAI-VOS
3. O anjo do Senhor visita o acampamento israelita.
4. Israel é derrotado pela pequena cidade de Ai.
IV – DEVEMOS MANTER UMA VIDA DE SEPARAÇÃO DO MAL
1. Os judeus mantiveram-se separados dos samaritanos.
2. A Bíblia mostra exemplos de servos de DEUS que duvidaram se valia a pena manter a linha de separação do mal.
3. Devemos viver conforme a vontade do Senhor.
4. Bênçãos acompanham os que vivem conforme a vontade de DEUS!
 
 
 
 
Resumo do Pr Henrique da Lição 7, O Povo de DEUS deve Separar-se do Mal
 
Quando o Senhor, teu DEUS, te tiver introduzido na terra, a qual passas a possuir, e tiver lançado fora muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus, sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu; e o Senhor, teu DEUS, as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas concerto, nem terás piedade delas; nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos e não tomarás suas filhas para teus filhos; pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós e depressa vos consumiria. Porém assim lhes fareis: derrubareis os seus altares, quebrareis as suas estátuas, cortareis os seus bosques e queimareis a fogo as suas imagens de escultura.
Porque povo santo és ao Senhor, teu DEUS; o Senhor, teu DEUS, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que sobre a terra há. O Senhor não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos, mas porque o Senhor vos amava; e, para guardar o juramento que jurara a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito. Deuteronômio 7:1-8
 
Só Judeus legítimos poderiam participar da construção de Jerusalém, do templo e dos muros.
Para ser Judeu legítimo deveria comprovar sua ascendência e ter guardado sua santidade, ou seja, ter se separado para DEUS. Não ter se misturado com outros povos (por casamentos mistos e nem se aparentado com ímpios).
 
 
I – SOMENTE OS JUDEUS RETORNARIAM A JUDÁ
 
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE
Há um equívoco na Lição 7 de Jovens e Adultos da CPAD, que será estudada. No tópico I, o comentarista Eurico Bergstén (de saudosa memória) afirmou que somente os judeus de etnia comprovadamente pura puderam retornar do cativeiro babilônico para Judá. Com esta tese é que todo o primeiro tópico da Lição é desenvolvido. Porém, à luz de Esdras 2.59-63 e Neemias 7.61-65, fica claro que mesmo judeus de ascendência genealógica não comprovada retornaram à Judá. O que eles não puderem foi exercer ofício religioso.

Somente Judeus que comprovassem sua ascendência e sua santidade poderiam EXERCER FUNÇÕES IMPORTANTES NA CONTRUÇÃO DO TEMPLO, DA CIDADE E DOS MUROS DE JERUSALÉM. Para uma pessoa ser considerada apta para fazer parte do grupo ESPECIAL LÁ EM JERUSALÉM exigia-se que desse prova de sua linhagem, que provasse ser realmente de Israel e de ser separado para DEUS (SANTIDADE).
 
Ascendência é o vínculo da pessoa com as gerações anteriores (pais, avós, bisavós). Descendência é o vínculo da pessoa com as gerações posteriores (filhos, netos, bisnetos)
 
 
 ESDRAS 2:64 Assim, os que voltaram para Judá eram um total de 42. 360 pessoas; 65 isso sem contar 7. 337 escravos e 200 cantores, tanto homens como mulheres. 66 Eles levaram consigo 736 cavalos, 245 mulos, 67 435 camelos e 6. 720 jumentos.
 
2.1 SUBIRAM DO CATIVEIRO. O livro de Esdras descreve duas das três levas de israelitas exilados que voltaram a Judá. (1) A primeira leva ocorreu em 538 a.C., sob a liderança de Zorobabel (v. 2; 3.8; cf. Ag 1.1,14; Zc 4.9). Aproximadamente 50.000 pessoas voltaram (vv. 64,65) e reedificaram o templo, e o completaram em 516 a.C. (ver 6.15). Os profetas Ageu e Zacarias ministraram ali nesse período (5.1,2). (2) A segunda leva ocorreu em 457 a.C. sob a liderança de Esdras (7-10). Como líder, Esdras concentrou sua atenção em promover a vida espiritual do povo e em motivá-lo à obediência à Lei de Deus (7.10; 10.1-6). (3) O terceiro retorno ocorreu em 444 a.C. sob a liderança de Neemias, que foi a Jerusalém a fim de reedificar os muros da cidade (Ne 2.17). É provável que o profeta Malaquias tenha ministrado em Judá durante os dias finais de Esdras e Neemias.


2.64 QUARENTA E DOIS MIL TREZENTOS E SESSENTA. A soma dos totais que aparecem nos versículos 3-63 chega a quase 11.000 a menos, em relação aos 42.360 mencionados aqui. É possível que os 11.000 a mais, sejam exilados doutras tribos além de Judá (cf. v. 70; 6.17; 8.35), as mulheres e crianças, e os sacerdotes não arrolados (vv. 61,62). Certas diferenças numéricas na lista de Neemias (7.6-73) pode ser devido a falhas dos escribas na transmissão de números.


2.70 TODO O ISRAEL. Essa expressão sugere que pessoas de todas as doze tribos integravam o remanescente que voltou (ver 6.17; 8.35).
 
Esdras 2:36-63
Lista dos que Voltaram: Os Sacerdotes, Levitas e Serventes do Templo


Temos aqui um relato:
I
Dos sacerdotes que retornaram, e eles formavam um número considerável, ou seja, cerca da décima parte de toda a congregação: porque o número total de pessoas que voltaram para Judá era pouco mais de 42 mil (v. 64), e quatro famílias de sacerdotes totalizavam 4.200 pessoas (vv. 36-39). Três dos pais dos sacerdotes aqui mencionados eram cabeças de turmas (1 Cr 24.7,8,14). O quarto era Pasur (v. 38). Se esses eram descendentes do Pasur que maltratou Jeremias (Jr 20.1), é estranho que um homem tão iníquo tivesse uma semente tão boa, e tão numerosa.
II
Dos levitas. Não posso deixar de admirar o pequeno número deles, porque somando os cantores e os porteiros (vv. 40-42), não chegavam a 350 pessoas. Houve época em que os levitas eram mais prestativos no seu serviço do que os sacerdotes (2 Cr 29.34), mas esse não era o caso agora. Se um lugar, uma família, tem a reputação por um zelo piedoso agora, um outro pode tê-lo em outra época. O vento assopra onde quer (veja Jo 3.8), e muda suas posições.
III
Os netineus, que, supõe-se, eram os gibeonitas, dados (esse é o significado dos seus nomes) por Josué primeiro (Js 9.27), e novamente por Davi (Ed 8.20), quando Saul os tinha expulsado, para serem empregados pelos levitas no trabalho da Casa de DEUS como lenhadores e carregadores de água; e, com eles, os filhos dos servos de Salomão, quem ele deu para o mesmo uso (se eram judeus ou gentios não aparece) e que são mencionados aqui entre os serventes do Templo e enumerados com os netineus (vv. 55,58). Observe: É uma honra pertencer à casa de DEUS, mesmo que execute a tarefa mais humilde ali.
IV
De alguns que eram vistos como israelitas de nascença, e outros como sacerdotes e, no entanto, não era possível distinguir um claro título que os honrasse. 1. Havia alguns que não podiam provar serem israelitas (vv. 59,60), um número considerável, que presumia ser da descendência de Jacó, mas não podia provar sua linhagem e, mesmo assim, subiriam a Jerusalém, tendo uma afeição pela casa e povo de DEUS. Esses envergonhavam aqueles que eram israelitas genuínos e, no entanto, não eram chamados israelitas de fato, que saíram das águas de Judá (Is 48.1), mas tinham perdido a satisfação por aquelas águas. 2. Havia outros que não podiam provar serem sacerdotes e, no entanto, presumia-se serem eles da descendência de Arão. O que não é preservado preto no branco, provavelmente, será esquecido em pouco tempo. Lemos aqui:
(1) Como perderam suas provas. Um dos seus ancestrais casou-se com uma filha de Barzilai, esse grande homem da época de Davi; ele gloriava-se na aliança com aquela honrável família e, preferindo isso à dignidade do seu sacerdócio, chamou seus filhos segundo a família de Barzilai; assim a sua linhagem foi preservada nos registros dessa casa, não da casa de Arão, e acabou se perdendo. Na Babilônia não havia vantagens com o sacerdócio e, portanto, eles não se preocuparam em permanecer aparentado a ele. Aqueles que acham que seu ministério, ou seu relacionamento com os ministros, é uma diminuição ou menosprezo, esquecem aquele que disse: glorificarei o meu ministério (veja Rm 11.13). (2) O que perderam com isso. Não podia ser tomado por certo que eram sacerdotes quando não podiam apresentar suas provas, assim, por imundos foram rejeitados do sacerdócio (v. 62). Agora que os sacerdotes tinham recuperado seus direitos, e tinham o altar para viver dele, eles prazerosamente queriam ser considerados sacerdotes. Mas eles tinham vendido seu direito de primogenitura pela honra de serem nobres e, portanto, foram rebaixados e proibidos de comer das coisas sagradas. Observe: CRISTO se envergonhará daqueles que se envergonham dEle e do seu serviço. Foi o tirsata (v. 63), ou governador, que os colocou debaixo dessa segregação. Alguns entendem ser ele Zorobabel, o governador atual, enquanto outros pensam ser ele Neemias (que é assim chamado, Ne 8.9; 10.1, e que deu essa ordem quando veio a Jerusalém, alguns anos mais tarde); mas, a proibição não era permanente; era somente uma suspensão, até que houvesse um sumo sacerdote com Urim e com Tumim, por meio de quem poderiam conhecer a vontade de DEUS nessa questão. Isso, pelo que parece, era esperado e desejado, mas pelo que tudo indica, eles não chegaram a ser abençoados diante do segundo Templo. Eles tinham o cânon do Antigo Testamento completo, que era melhor do que o Urim; e, pela vontade desse oráculo, eles foram ensinados a esperar pelo Messias, o grande Oráculo. O Urim e o Tumim apenas tipificavam o Messias. Também não se sabe se o segundo Templo tinha a arca nele, a antiga ou uma nova. Essas sombras gradualmente se desvaneceram, à medida que a essência se aproximava; e DEUS, pelo profeta, anuncia ao seu povo que sofreriam nenhum prejuízo pela falta da arca (Jr 3.16,17): Naqueles dias, quando chamarão Jerusalém de trono do SENHOR, e todas as nações se ajuntarão a ela, nunca mais se dirá: A arca do concerto do SENHOR! Nem lhes virá ao coração, porque estarão muito bem sem ela.
 
Na arca, nada havia, senão só as duas tábuas de pedra que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o Senhor fez aliança com os filhos de Israel, saindo eles da terra do Egito. 1 Reis 8:9
Na arca, não havia senão somente as duas tábuas que Moisés tinha posto junto a Horebe, quando o Senhor fez concerto com os filhos de Israel, saindo eles do Egito. 2 Crônicas 5:10
 

652 pessoas foram descartadas de serem aceitos como de pura linhagem, já na primeira triagem.

Havia outros que não podiam provar serem sacerdotes e, no entanto, presumia-se serem eles da descendência de Arão. O que não é preservado corretamente, provavelmente, será esquecido em pouco tempo. (Ed 2.59-62).

Nascidos de casamentos mistos, filhos de pais judeus com não judeus também estavam entre os que chegaram a Jerusalém.

DEUS não aceita mistura do seu povo com o povo do mundo. Não pode haver comunhão da luz com as trevas, por isso os impuros não puderam ocupar posições de relevância, porém trabalharam nas construções.

A história de Israel registrava uma amarga experiência neste sentido. Quando os israelitas, libertados pela mão do Senhor, se preparavam para ir a Canaã, um grande povo de “mistura”, não israelita, queria acompanhá-los. Foi exatamente essa gente que durante o trajeto pelo deserto foi fonte inspiradora de murmuração (Nm 11.4).

A Bíblia diz: “Estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida” (Mt 7.14). Não é lucro, e, sim, grave prejuízo, alguém querer facilitar a entrada de “mistura de gente”, dando maior ênfase à QUANTIDADE do que à QUALIDADE. JESUS disse: “Necessário vos é nascer de novo” (Jo 3.7).

 Observe: É uma honra pertencer à casa de DEUS, mesmo que execute a tarefa mais humilde ali.
 
 
II – OS JUDEUS NÃO ACEITARAM A AJUDA DOS SAMARITANOS

1 - Quem eram os samaritanos?
 
Os assírios usavam a tática de retirarem os povos conquistados de suas terras e levá-los para a Assíria, enquanto colocavam povos estrangeiros conquistados, em suas terras.
Porque, depois que o Senhor rasgou a Israel da casa de Davi, e eles fizeram rei a Jeroboão, filho de Nebate, Jeroboão apartou a Israel de seguir o Senhor e os fez pecar um grande pecado. Assim, andaram os filhos de Israel em todos os pecados que Jeroboão tinha feito; nunca se apartaram deles. Até que o Senhor tirou a Israel de diante da sua presença, como falara pelo ministério de todos os seus servos, os profetas; assim, foi Israel transportado da sua terra à Assíria, onde permanece até ao dia de hoje. E o rei da Assíria trouxe gente de Babel, e de Cuta, e de Ava, e de Hamate, e de Sefarvaim e a fez habitar nas cidades de Samaria, em lugar dos filhos de Israel; e tomaram a Samaria em herança e habitaram nas suas cidades. 2 Reis 17:21-24
 
 
2. Os samaritanos ofereceram cooperação aos judeus.
 
Queriam enganar os judeus - Fizeram de tudo para pararem a obra, até mesmo se aparentarem com os judeus, se diziam adoradores do mesmo DEUS.
 
Esdras 4.2 - Chegaram-se a Zorobabel e aos chefes dos pais e disseram-lhes: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso DEUS; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos mandou vir para aqui. 3 - Porém Zorobabel, e Jesua, e os outros chefes dos pais de Israel lhes disseram: Não convém que vós e nós edifiquemos casa a nosso DEUS; mas nós, sós, a edificaremos ao SENHOR, DEUS de Israel, como nos ordenou o rei Ciro, rei da Pérsia.
 
 
 
3. Os samaritanos procuraram aparentar-se com os judeus.
 
Uma estratégia muito usada por Satanás, para enfraquecer o povo de DEUS, é aparentar os salvos com idólatras. Não são poucos os casamento de crentes com descrentes que acabam em tragédia, separação, divórcio, sofrimento e angústia.
Ora, antes disso, Eliasibe, sacerdote, que presidia sobre a câmara da Casa do nosso DEUS, se tinha aparentado com Tobias;
Neemias 13:4
E vim a Jerusalém e compreendi o mal que Eliasibe fizera para beneficiar a Tobias, fazendo-lhe uma câmara nos pátios da Casa de DEUS, Neemias 13:7
Também um dos filhos de Joiada, filho de Eliasibe, o sumo sacerdote, era genro de Sambalate, o horonita, pelo que o afugentei de mim. Neemias 13:28
 
 
4. Os samaritanos tornaram-se inimigos dos judeus:
Por saberem que a idolatria deles não seria mais permitida e por saber que perderam as terras que eles invadiram.
 
 
 

II. OS JUDEUS NÃO ACEITARAM A AJUDA DOS SAMARITANOS

1. Quem eram os samaritanos? Os samaritanos eram uma mistura de gente, na sua maioria de origem pagã. Este povo apareceu depois do ano 721 a.C., quando o reino de Israel foi derrotado pelo exército de Sargão II e as dez tribos do Norte levadas cativas para a Assíria. Por ordem do rei da Assíria foram trazidos povos de Babel, de Cuta, de Ava, de Hamate, de Sefarvaim, e habitaram cidades de Samaria em lugar dos sacerdotes; e tomaram Samaria em herança, e habitaram em suas cidades (2Rs 17.24).

Posteriormente, o rei da Assíria enviou-lhes um sacerdote dos israelitas para ensinar ao povo da terra o temor de DEUS. Assim, os samaritanos temiam o Senhor, mas também serviam a seus deuses (2Rs 17.33). Aceitaram o ensino do sacerdote israelita, mas não deixaram a idolatria (2Rs 17.34-41). Representam muito bem uma vida na carne, da qual a idolatria é uma expressão (Gl 5.20).

2. Os samaritanos ofereceram cooperação aos judeus. Quando os judeus começaram a construção do Templo, os samaritanos ofereceram-se para cooperar (Ed 4.1). Os judeus, porém, rejeitaram firmemente a proposta (Ed 4.1-3). Igualmente quando da construção dos muros, a cooperação dos samaritanos foi recusada (Ne 6.2,3).

Esta atitude é bíblica, pois a Bíblia manda que nós devemos nos afastar daqueles que não tem a sã doutrina (1Tm 6.3-5: Tt 3.10; 2Jo 10,11). Igualmente devemos nos afastar daqueles que tem uma vida irregular (2Pe 3.17; 1Tm 6.20,21; 2Ts 3.6,14) como também daqueles que causam divisões (Rm 16.17,18; 2Pe 2.10,13,18; Jd 12,18,19).

3. Os samaritanos procuraram aparentar-se com os judeus. Casaram com as filhas dos judeus, e deram filhas aos judeus em casamento. Alguns caíram nesta armadilha (Ed 9.1,2). Este assunto é tão sério e importante que merece um estudo em separado, o que iremos fazer na lição número 12.

4. Os samaritanos tornaram-se inimigos dos judeus:

a. Os samaritanos invejaram os judeus. Antes de os judeus terem chegado a Jerusalém, os samaritanos tinham uma certa liderança na região. Quando os Judeus chegaram e começaram a sacrificar ao único DEUS verdadeiro e a adorá-lo, então a atenção dos habitantes da região passou para os judeus, e os Samaritanos perderam a sua posição privilegiada, e encheram-se de inveja (Jo 11.47; 12.19). Isto sempre foi assim. Os fariseus tinham inveja de JESUS, os sacerdotes tinham inveja da Igreja etc. (At 5.17,13,45; 17.5).

b. Os samaritanos imaginaram que se conseguissem associar-se aos judeus gozariam do mesmo prestígio que estes. Quando os judeus não aceitaram nada da parte dos samaritanos, o ódio velado transformou-se em inimizade declarada.

 
 
 
III – DEUS EXIGE SANTIDADE DO SEU POVO

1. Retornando do cativeiro, Israel separou-se do mal (2 Co 6.17; 7.1).
 
No início não se misturaram, depois se misturaram, depois se consertaram de novo.
 
 
2. Quando Josué se preparou para passar o Jordão, ele disse ao povo: “SANTIFICAI-VOS".
 
Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, Hebreus 12:14
E ser-me-eis santos, porque eu, o Senhor, sou santo e separei-vos dos povos, para serdes meus. Levítico 20:26
Eu sou o Senhor, vosso SANTO, o Criador de Israel, vosso Rei. Isaías 43:15
Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o Senhor, vosso DEUS. Levítico 20:7
Fala a toda a congregação dos filhos de Israel e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o Senhor, vosso DEUS, sou santo.
Levítico 19:2
Porque eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso DEUS, e para que sejais santos; porque eu sou santo. Levítico 11:45
 
 
3. O anjo do Senhor visita o acampamento israelita.
 
E sucedeu que, estando Josué ao pé de Jericó, levantou os seus olhos, e olhou; e eis que se pôs em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua; e chegou-se Josué a ele e disse-lhe: És tu dos nossos ou dos nossos inimigos?
E disse ele: Não, mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então, Josué se prostrou sobre o seu rosto na terra, e o adorou, e disse-lhe: Que diz meu Senhor ao seu servo? Então, disse o príncipe do exército do Senhor a Josué: Descalça os sapatos de teus pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim. Josué 5:13-15
 
4. Israel é derrotado pela pequena cidade de Ai.
 
Josué não buscou a orientação de DEUS e o pecado de Acã estava oculto desde Jericó. por isso, ao atacarem Ai, menospresaram o exército inimigo, enviando cerca de três mil soldados. Foram derrotados, vencidos, morreram 36 soldados de Israel e passaram vergonha.
 
 
 
Esdras 4.2 - Chegaram-se a Zorobabel e aos chefes dos pais e disseram-lhes: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso DEUS; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos mandou vir para aqui. 3 - Porém Zorobabel, e Jesua, e os outros chefes dos pais de Israel lhes disseram: Não convém que vós e nós edifiquemos casa a nosso DEUS; mas nós, sós, a edificaremos ao SENHOR, DEUS de Israel, como nos ordenou o rei Ciro, rei da Pérsia.
 
Esdras 4:1-5
Os Samaritanos se Oferecem para Ajudar na Construção


Temos aqui um caso de um antigo inimigo que foi colocado entre a semente da mulher e a semente da serpente. O Templo de DEUS não será edificado sem que Satanás se enfureça e as portas do inferno combatam contra ele. O reino do evangelho, de maneira semelhante, seria estabelecido com muita luta e contenda. Muitasvezes o inimigo se faz passar por amigo e até irmão, mas seu intento é a destruição da obra de DEUS e do povo de DEUS.
A glória desta última casa (templo de Zorobabel) será maior do que a da primeira (templo de Salomão), diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos. Ageu 2:9 - JESUS, DEUS mesmo entrou nesta casa (segundo templo, construído por Zorobabel e restaurado por Herodes depois).
I
Os empreendedores são chamados de os que tornaram do cativeiro (v. 1), o que os torna muito insignificantes. Eles tinham recentemente voltado do cativeiro, nasceram no cativeiro e ainda traziam as marcas do cativeiro. Embora não fossem agora cativos, estavam debaixo do controle daqueles de quem tinham sido cativos recentemente. Israel era filho de DEUS, seu primogênito; mas pela iniqüidade deles, o povo se vendeu e escravizou-se, e assim tornaram-se filhos do cativeiro. Mas, pelo que parece, esse pensamento estimulou-os para essa obra, porque foi por negligenciarem o Templo que perderam sua liberdade.
II
Os opositores desse empreendimento são aqui chamados de os adversários de Judá e Benjamim (judeus - parte sul de Israel). Não são eles os caldeus ou persas (esses não os perturbaram — “que construam e sejam bem-vindos”), mas o restante das dez tribos, e os estrangeiros que haviam se ajuntado a eles, e remendavam essa religião mestiça (samaritanos, povos misturados com Assírios): ao SENHOR temiam e também a seus deuses serviam (veja 2 Rs 17.33). Eles são chamados de o povo da terra (v. 4). Os piores inimigos de Judá e Benjamim eram aqueles que se diziam ser judeus e não eram (Ap 3.9).
II
I. Os adversários tinham muito da sutileza da antiga serpente. Quando ouviram que o Templo estava sendo edificado, logo estavam cientes que seria um golpe fatal para a sua superstição, e dedicaram esforços para opor-se a essa construção. Eles não tinham poder para fazê-lo pela força, mas tentaram outras formas para serem bem-sucedidos.
1. Eles ofereceram seus serviços para construírem junto com os israelitas, para que dessa forma tivessem uma oportunidade de atrasar a obra, embora fingissem estar ajudando na construção. No entanto:
(1) Sua proposta era razoável e parecia bondosa: “Deixai-nos edificar convosco, planejar e contribuir com as despesas, porque, como vós, buscaremos a vosso DEUS” (v. 2). Isso era falso, porque, embora buscassem o mesmo DEUS, não buscavam somente a Ele, nem o buscavam da maneira como Ele havia ordenado e, portanto, não o buscavam como os israelitas. Dessa forma, planejavam, dentro do possível, atrapalhar a construção do Templo, pelo menos atrapalhar que usufruíssem confortavelmente dele; era melhor não ter o Templo do que não tê-lo só para si mesmos para a adoração pura do verdadeiro DEUS e dele somente. Assim os beijos do que aborrece são enganosos (veja Ct 1.2); suas palavras são mais macias do que a manteiga, mas no seu coração há guerra (veja Sl 55.21). Mas:
(2) A recusa da ajuda deles era muito justa (v. 3). Os chefes dos pais de Israel logo perceberam que não tinham a intenção de ser amáveis, mas realmente planejavam causar-lhes dano e, portanto, (embora tivessem necessidade de ajuda, desde que fosse confiável) disseram claramente a eles: “Não convém que vós e nós edifiquemos casa a nosso DEUS; vós não terão parte nessa questão, não são israelitas de nascença nem fiéis adoradores de DEUS. Vós adorais o que não sabeis (Jo 4.22). Não ousamos ter comunhão convosco, portanto, nós mesmos edificaremos esse Templo”. Eles não argumentam com eles em relação a lei do seu DEUS, que os proibia de misturar-se com estrangeiros (embora esse fosse o motivo principal que tinham em mente), mas ressaltaram aquilo que chamaria mais a atenção deles, ou seja, a ordem do rei, que era dirigida somente a eles: “O rei da Pérsia nos mandou edificar essa casa, e o afrontaríamos e trairíamos a sua confiança caso pedíssemos a ajuda de fora”. Observe: Ao fazermos o bem, necessitamos da prudência da serpente, bem como da simplicidade da pomba, e temos a necessidade de acautelar-nos dos homens (Mt 10.16,17). Deveríamos cuidadosamente considerar com quem estamos aliados e para que lado estamos tendendo. Enquanto confiamos em DEUS com uma convicção zelosa, devemos confiar nos homens com um zelo e cautela prudente.
2. Quando essa conspiração fracassou, fizeram o possível para distraí-los da obra e desanimá-los. Eles debilitavam as mãos do povo de Judá ao contar-lhes que sua tentativa era em vão, chamando-os de construtores tolos, que começavam algo que não tinham condições de terminar, e com sua insinuação os importunavam e inquietavam. Nem todos apresentavam o mesmo zelo na obra. Os apáticos e indiferentes, que queriam a ajuda deles, desanimaram com suas artimanhas (v. 4). E, visto que os judeus suspeitavam daquilo que os adversários diziam, e não se deixavam influenciar, os inimigos, então, de forma traiçoeira, alugaram contra eles conselheiros, que fingindo aconselhá-los para o melhor, buscavam dissuadi-los em dar continuidade a obra e frustrar, assim, o seu plano (v. 5); ou buscavam dissuadir os homens de Tiro e Sidom a fornecer-lhes a madeira que necessitavam (3.7); qualquer negócio que tinham com a corte persa, em que precisavam solicitar a concessão ou favor deles, conforme o édito geral de sua liberdade, havia aqueles que tinham sido “alugados” para aconselhar contra eles e frustrar os seus planos. Não devemos ficar admirados com a inquietação dos inimigos da Igreja em suas tentativas contra a edificação do Templo de DEUS. Aquele que eles servem, e cujo trabalho estão fazendo, é incansável em andar pela terra para causar dano (veja Zc 6.7). Que aqueles que buscam tirar o ânimo de uma boa obra e debilitar as mãos daqueles que estão empregados nela vejam bem de quem é o padrão que estão seguindo.
 
 

III. DEUS EXIGE SANTIDADE DO SEU POVO

Em toda a história do povo de DEUS, observa-se que Ele, para manifestar-se no meio do seu povo, exige plena santidade. DEUS espera que seu povo esteja sempre em comunhão com Ele, vivendo separado do mal.

1. Retornando do cativeiro. Israel separou-se do mal (2Co 6.17; 7.1). Por isso a bênção de DEUS os acompanhou, e eles conseguiram concluir a construção do Templo e reconheceram que “DEUS FIZERA ESTA OBRA” (Ne 6.16).

2. Quando Josué se preparou para passar o Jordão, ele disse ao povo: “SANTIFICAI-VOS porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós” (Js 3.5).

3. O anjo do Senhor visita o acampamento israelita. Antes de iniciar a conquista de Canaã, Josué recebeu a visita de um anjo. Josué então lhe perguntou: “Que diz meu Senhor ao seu servo?”. E a resposta que recebeu foi: “Descalça os sapatos de teus pés, porque o lugar em que estás é santo!” (Js 5.13-15).

4. Israel é derrotado pela pequena cidade de Ai. Quando Josué, com o rosto em terra, perguntou ao Senhor o porquê daquela derrota, o Senhor respondeu: “SANTIFICAI-VOS para amanhã” (Js 7.11,13). “Anátema há no meio de vós, Israel; diante dos vossos inimigos não podereis suster-vos, até que tireis o anátema do meio de vós” (Js 7.13). O pecado descoberto, foi desarraigado, e então disse a Josué: “Levanta-te e sobe a Ai. Olha que te tenho dado na tua mão o rei de Ai, e seu povo e a sua cidade, e a sua terra” (Js 8.1).

DEUS exige santificação de seu povo para poder operar no meio dele.

 
 
 
IV – DEVEMOS MANTER UMA VIDA DE SEPARAÇÃO DO MAL
1. Os judeus mantiveram-se separados dos samaritanos.
 
2. A Bíblia mostra exemplos de servos de DEUS que duvidaram se valia a pena manter a linha de separação do mal.
3. Devemos viver conforme a vontade do Senhor.
4. Bênçãos acompanham os que vivem conforme a vontade de DEUS!
 
 
Esdras 6.2 - E em Acmetá, no palácio que está na província de Média, se achou um rolo, e nele estava escrito um memorial, que dizia assim: 3 - No ano primeiro do rei Ciro, o rei Ciro deu esta ordem: Com respeito à Casa de DEUS em Jerusalém, essa casa se edificará para lugar em que se ofereçam sacrifícios, e seus fundamentos serão firmes; a sua altura, de sessenta côvados, e a sua largura, de sessenta côvados, 4 - com três carreiras de grandes pedras e uma carreira de madeira nova; e a despesa se fará da casa do rei.
 
Esdras 6:1-12
A Leitura do Decreto de Ciro para a Edificação do Templo e a Sanção desse Decreto por uma Nova Ordem de Dario para a Conclusão dessa Obra


Temos aqui:
I
A repetição do decreto de Ciro para a edificação do Templo. Os samaritanos se referiam a isso porque os judeus alegavam ter recebido essas ordens. Talvez esperassem que não fosse encontrado, e então seu apelo seria indeferido e a obra parada. Uma busca desse decreto foi autorizada entre os registros; pelo que parece, as tribos não tinham tomado o devido cuidado para guardar uma cópia autêntica desse decreto, que lhes teria sido muito útil agora, mas precisavam solicitar o original. Fizeram uma busca por esse decreto na Babilônia (v. 1), onde Ciro estava quando ele foi assinado. Mas, quando não foi encontrado ali, Dario não concluiu sua busca, nem fez um julgamento contra os judeus. É provável que, tendo ouvido que esse decreto certamente foi redigido, ordenou que os rolos de outros palácios fossem averiguados e, finalmente, foi encontrado em Acmetá, na província dos medos (v. 2). Talvez, alguém que não teve a coragem de destruí-lo, o escondeu ali de maneira maldosa, para que os judeus perdessem o seu benefício. Mas a Providência assim ordenou que fosse encontrado; e esse decreto está aqui inserido (vv. 3-5).
1. Havia uma autorização para a edificação do Templo: Com respeito à Casa de DEUS em Jerusalém, essa casa se edificará, com tais e tais dimensões, e com tais materiais.
2. Havia uma autorização para que se pagassem as despesas da edificação da casa do rei (v. 4). Não encontramos que haviam recebido o que é aqui ordenado a eles, talvez pelas mudanças da corte que logo se seguiram.
3. Havia uma autorização para a restituição dos vasos e utensílios do Templo, que Nabucodonosor havia tirado (v. 5), com uma ordem de que os sacerdotes, os ministros do Senhor, deviam devolvê-los todos aos seus lugares na casa de DEUS.
II
A confirmação disso por um decreto de Dario, baseado nisso e por conseqüência disso.
1. O decreto de Dario é muito explícito e satisfatório.
(1) Ele proíbe seus oficiais de fazer qualquer coisa em oposição à edificação do Templo. A forma de expressão sugere que ele sabia que havia uma disposição para impedi-la: apartai-vos dali (v. 6). Deixa-os na obra desta Casa de DEUS (v. 7). Assim a ira do inimigo foi feita para louvarem a DEUS e o restante dela ele restringiu.
(2) Ele ordena que dos seus próprios proventos paguem os construtores:
[1] Para que dessem continuidade à obra (v. 8). Aqui ele segue o exemplo de Ciro (v. 4).
[2] Para a manutenção dos sacrifícios enquanto estavam construindo o Templo (v. 9). Ele ordenou que fossem supridos com tudo que desejassem tanto para os holocaustos como para as libações. Ele estava satisfeito que o pagamento viesse dos tributos dalém do rio, e ordenou que isso fosse pago todos os dias, sem falhar, para que pudessem oferecer sacrifícios e orações por eles (porque os patriarcas, quando ofereciam sacrifícios, invocavam o nome do SENHOR, isso de acordo com Samuel, Elias e outros), pela vida (isto é, a felicidade e prosperidade) do rei e seus filhos (v. 10).
Veja aqui como ele honra:
Em primeiro lugar, o DEUS de Israel, a quem chama repetidas vezes de DEUS dos céus.
Em segundo lugar, os seus ministros, ao ordenar que seus comissários forneçam suprimento para o serviço do Templo, de acordo com a designação dos sacerdotes. Esses que planejavam controlá-los precisam agora estar, nessa questão, debaixo do comando deles. Era uma nova situação para os sacerdotes de DEUS ter esse tipo de influência em relação ao dinheiro público.
Em terceiro lugar, a oração: Para que orem pela vida do rei e de seus filhos. Ele sabia que era um povo de oração, e tinha ouvido que DEUS estava próximo deles naquilo que invocavam o seu nome. Ele estava consciente de que precisava de suas orações e que poderia ser beneficiado por elas, e foi bondoso com eles para que pudesse ser abençoado por essas orações. É o dever do povo de DEUS orar por aqueles que estão em autoridade sobre eles, não somente pelos bons e generosos, mas também pelos obstinados; mas eles estão particularmente comprometidos a orar pelos seus protetores e benfeitores; e os príncipes sábios desejarão suas orações e se comprometerão com eles. Que os príncipes mais notáveis não desprezem as orações dos santos mais humildes. É desejável tê-los a nosso favor, e é temível tê-los contra nós.
(3) Ele reforça seu decreto com um castigo (v. 11): “Que ninguém se oponha à obra e serviço do Templo ou retenha a ajuda concedida pela coroa, sob pena de morte. Se alguém alterar esse decreto, que seja (pendurado diante de sua casa, como costumamos dizer) pendurado em uma viga de sua própria casa, e, como um homem abominável, que da sua casa se faça um monturo”.
(4) Ele vincula uma maldição divina sobre todos os reis e povo que estendessem a mão na destruição dessa casa (v. 12). O que ele próprio não podia fazer para a proteção do Templo desejava que DEUS, a quem a vingança pertence (veja Sl 94.1), o fizesse. Isso mostra quão zeloso era em relação a essa causa; e embora esse Templo fosse, finalmente, destruído de forma justa pela mão de DEUS, talvez os romanos, que foram os instrumentos dessa destruição, sentiram os efeitos dessa maldição, porque esse império perceptivelmente declinou depois desse fato.
2. De tudo isso aprendemos:
(1) Que o coração dos reis está nas mãos de DEUS, e Ele os converte como lhe apraz; o que eles são Ele os faz ser, porque Ele é o Rei dos reis.
(2) Que quando chega o tempo de DEUS do cumprimento dos seus graciosos propósitos em relação à sua Igreja, levantará instrumentos para promovê-los de quem tais bons serviços não eram esperados. A terra, às vezes, ajuda a mulher (Ap 12.16), e esses que têm pouca religião podem ser usados para defendê-la.
(3) Que aquilo que é planejado para o prejuízo da Igreja tem, com freqüência, pela providência predominante de DEUS, contribuído para o bem dela (Fp 1.12). Os inimigos dos judeus, ao apelar para Dario, esperavam receber uma ordem para esmagá-los, mas, em vez disso, receberam uma ordem para supri-los. Assim, do comedor sai comida (veja Jz 14.14).
 
 

IV. DEVEMOS MANTER UMA VIDA DE SEPARAÇÃO DO MAL

1. Os judeus mantiveram-se separados dos samaritanos. Se os judeus tivessem aberto a porta para uma união com os samaritanos, estes, provavelmente, ter-se-iam mostrado afáveis e pacíficos no início, mas teriam perturbado a união que havia entre os judeus. Teriam participado do culto dos judeus, e afastado a presença do Senhor, uma vez que DEUS não se une à idolatria. Vale a pena manter a separação com o mundo.

2. A Bíblia mostra exemplos de servos de DEUS que duvidaram se valia a pena manter a linha de separação do mal.

a. O salmista Asafe escreveu no Salmo 73: “Na verdade que em vão tenho purificado meu coração e lavado as minhas mãos na inocência” (Sl 73.13). Ficou profundamente perturbado, mas DEUS o ajudou a encontrar a resposta. “Até que entrei no santuário de DEUS; então entendi o fim deles” (v.17). O salmista ficou tranquilo: “Todavia estou de contínuo contigo, tu me seguraste pela minha mão direita. Guiar-me-ás com teu conselho e depois me receberás em glória” (vv.23,24). Asafe entendeu que valia a pena servir ao Senhor.

b. Malaquias respondeu aos que diziam ser inútil servir o Senhor (Ml 3.15), dizendo: “[…] Há um memorial escrito diante dele, para os que temem ao SENHOR e para os que se lembram do seu nome. E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos, naquele dia que farei, serão para mim particular tesouro; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve” (Ml 3.16,17). Vale a pena servir ao Senhor!

3. Devemos viver conforme a vontade do Senhor. “Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de DEUS” (1Pe 4.2). Qual seria então a vontade de DEUS para conosco? A Bíblia diz: “Esta é a vontade de DEUS, a vossa santificação” (1Ts 4.3). Já observamos que santificação significa uma vida que se abstém das coisas que não agradam a DEUS, conforme a Palavra: “Apartai-vos, diz o Senhor, e não toqueis nada imundo” (2Co 6.17), e: “Aperfeiçoando a vossa santificação no temor de DEUS” (2Co 7.1). Devemos sempre muito desejar ser-lhe agradáveis (2Co 5.9), andando dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo (Cl 1.11), guardando seus mandamentos, e fazendo o que é agradável à sua vista (1Jo 3.22).

4. Bênçãos acompanham os que vivem conforme a vontade de DEUS! DEUS garante, aos que assim vivem, plena vitória contra os ataques do Diabo. O crescimento espiritual deles está garantido (Cl 1.6,10). O ESPÍRITO SANTO tem plena liberdade para atuar em suas vidas, e eles tornam-se preparados para serem usados por DEUS em sua obra (2Tm 2.19-21). E, acima de tudo, aqueles que vivem segundo a vontade de DEUS, estão preparados para o arrebatamento! ALELUIA! VALE A PENA VIVER NA VONTADE DE DEUS! (Hb 12.15; 15.5,23).

 
 
 
SÍNTESE DO TÓPICO I - DEUS não aceita mistura do seu povo com o mundo.
SÍNTESE DO TÓPICO II - Os samaritanos imaginaram que se conseguissem associar-se aos judeus gozariam do mesmo prestígio que estes.
SÍNTESE DO TÓPICO III - DEUS espera que seu povo esteja sempre em comunhão com Ele, vivendo separado do mal.
SÍNTESE DO TÓPICO IV - Devemos andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo.
 
 
 
SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO TOP1
Para iniciar a lição desta semana é fundamental que seus alunos compreendam qual era a significação teológica da restauração da comunidade judaica. Para lhe auxiliar nessa tarefa, leve em conta o seguinte fragmento textual:
“Qual era a significação teológica da restauração da comunidade judaica, conforme está apresentada em Esdras e Neemias? Este primeiro, toma a forma de listas genealógicas extensas (Ed 2.1-70; 8.1-14; Ne 7.5-65), cujo propósito era pelo menos duplo: (1) legitimar aqueles que voltaram, identificando-os com os ancestrais tribais, e (2) demonstrar por essa ligação que o exílio, embora traumático e terrivelmente destruidor, não cortara a linhagem da promessa que originou-se em Abraão e continuaria para sempre. Havia nestas listas as linhagens dos sacerdotes, levitas e outros funcionários religiosos (Ed 2.36-54; 8.1-14; Ne 7.39-56), pois o reino teocrático, como reino de sacerdotes, era um povo de adoradores que expressava a vassalagem na forma relacionada ao culto.
As genealogias dão a entender que a mesma nação que fora desarraigada tão violentamente da terra da promessa voltaria. E ainda que não fossem as mesmas pessoas, eram os seus descendentes, castigados e de número muito reduzido. Neemias conhecia muito bem o penhor do Senhor dado a Moisés (Dt 30.2-4) que, mesmo que o desobediente fosse exilado nos confins da terra, Ele os ajuntaria e os traria de volta ao lugar habitado pelo seu nome (Ne 1.8-10). Neemias também sabia que seria quase como um novo começo, pois o povo restaurado seria apenas um remanescente (nis’arîm, Ne 1.3). É de tal começo humilde que Esdras também sabia que a comunidade restaurada tinha de surgir novamente (Ed 9.15)” (ZUCK, Roy B. Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2009, p. 214).
 
 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO TOP2
“A restauração da adoração.
O remanescente do povo era mais que apenas uma entidade étnica ou nacional — era o povo vassalo do Senhor eleito e redimido por Ele para servi-Lo como luz para as nações. Nessa função, eles tinham de modelar os propósitos soberanos e salvíficos divinos e mediá-los para o mundo. Isto está de acordo com o tema central do concerto mosaico em que Israel tem de assumir a responsabilidade de ser um reino sacerdotal e um povo santo (Êx 19.4-6).
A demonstração mais clara do caráter teocrático da comunidade foi o compromisso fiel ao concerto e a pratica dos seus termos, uma pratica indissoluvelmente ligada ao sistema de adoração nacional com lugares santos, pessoas santas e tempos santos. Era Israel em adoração que melhor modelava o domínio do Senhor sobre todos os aspectos da vida humana. Da mesma maneira que a destruição do Templo e de seus ministérios sinalizava o verdadeiro começo do exílio, assim a reconstrução e renovação dos seus ministérios efetivaria o restabelecimento do povo de DEUS ao papel de redenção. A comunidade sem adoração não tinha a função efetiva.
Não é surpreendente, então, que o primeiro evento da vida pós-exílica de Judá fosse a celebração da Festa dos Tabernáculos, uma celebração que obviamente precedeu a reconstrução do Templo (Ed 3.1-7). Como foi adequado que a Festa dos Tabernáculos, que comemorava a provisão de DEUS para o povo no deserto do Sinai, fosse agora a ocasião de alegrar-se pelo cuidado divino durante os 70 anos do deserto exílico na Babilônia. Dezesseis anos depois, tendo se concluído a construção do templo, o povo comemorou novamente a provisão graciosa do Senhor em um grandioso e esplendoroso culto de dedicação na virada do ano através da observância da Páscoa (6.16-22)” (ZUCK, Roy B. Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2009, p.214).
 
 
SUBSÍDIO TEOLÓGICO TOP3
“Elpisate é um imperativo aoristo que estabelece e resume o curso que os cristãos devem seguir. Em vista de nossa identidade como cristãos, nós somos os eleitos de DEUS, estrangeiros em nossa sociedade. Desta maneira, nossas esperanças, nossas expectativas, não devem estar concentradas em nada que este mundo possa oferecer. Riqueza, fama, aceitação, até mesmo sobrevivência — tudo isto é sem significado quando comparado com a herança que será nossa quando CRISTO vier. Se não esperarmos por nada aqui, se todas as expectativas estiverem fixas na Segunda Vinda, então nada que aconteça pode nos levar a agir de maneira que possa implicar negação de nosso Senhor. ‘Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver’ (Cl 1.15). A santidade aqui é a pureza moral. Assim como a atitude de fixar nossa esperança na graça que será nossa nos fortalece para vivermos na sociedade como estrangeiros, fixar a nossa esperança nele nos separa do poder daquelas ‘concupiscências que havia em [nossa] ignorância’ (1.14)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.521).
 
 
SUBSÍDIO DE VIDA CRISTÃ TOP4
“Os cristãos são chamados a cooperar com os propósitos e o poder santificadores de DEUS. Tem de haver a disposição de abandonar os caminhos malignos e impuros; de ser separado de tudo que pode impedir o desenvolvimento da vida semelhante à de CRISTO. A santificação não é a separação de um eremita ou recluso, pois JESUS se misturou com os pecadores. Todavia, em seu caráter e padrão, Ele estava ‘separado’ dos pecadores. (Hb 7.26). O desejo do Senhor para seus seguidores é que continuem envolvidos no mundo ao mesmo tempo e que permanecem livres de seus malefícios.
O sucesso na vida cristã, em grande extensão, depende de nossa disposição em nos entregarmos a DEUS em total sacrifício de nós mesmos.O cristão que leva a santidade a sério é considerado um ‘escravo’ da justiça; um ‘sacrifício vivo’ para DEUS; um utensílio doméstico puro” (Guia Cristão de Leitura da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, p.490).
 
 
PARA REFLETIR - A respeito de “O Povo de DEUS deve Separar-se do Mal”, responda:
Qual a condição imposta pelos líderes israelitas para a volta dos exilados? Que provassem ser israelitas.
Na primeira triagem, quantos exilados foram impedidos de voltar? Foram impedidos de voltar 652.
Por que os judeus não aceitaram a ajuda dos samaritanos? Porque, como povo de DEUS, não podiam se colocar sob um jugo comum com os incrédulos.
Por que os samaritanos procuraram se associar aos judeus? Para poderem desfrutar do mesmo prestígio que os judeus desfrutaram no que tange ao verdadeiro culto a DEUS.
Por que o povo de DEUS não deve se misturar com os incrédulos? Para que não percamos nossa condição como povo de DEUS.
 
 
AJUDA
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - BÍBLIA de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.- BEP - CPAD - CD
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Veja vídeos em http://ebdnatv.blogspot.com, http://www.ebdweb.com.br/ - Ou nos sites seguintes: 4Shared, BauCristao,
Dadanet, Dailymotion, GodTube, Google, Magnify, MSN, Multiply, Netlog, Space, Videolog, Weshow, Yahoo, Youtube.
www.portalebd.org.br (Caramurú)
BANCROFT, E. H. Teologia Elementar. São Paulo, IBR, 1975.
CEGALLA, D. P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1977.
BÍBLIA. Português. Bíblia Sagrada. Edição contemporânea. São Paulo, Vida, 1994.
McNAIR, S. E. A Bíblia Explicada. Rio de Janeiro, CPAD, 1994.
Espada Cortante 2 - Orlando S. Boyer - CPAD - Rio de Janeiro - RJ
CHAMPLIN, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. v. 1
JOSEFO, Flávio. História dos hebreus: de Abraão à queda de Jerusalém obra completa. 9. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
VOS, Howard F.; REA, John. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
Dicionário Bíblico Wycliffe - CPAD
VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William. Dicionário Vine. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
Coelho, Valnice Milhomens. Personalidades restauradas, São Paulo: Edição do autor, 1992. 244p.1. Palavra da Fé Produções Caixa Postal 60061 - CEP 05096-970 Av. Pompéia, 2110 - São Paulo - S. P. - Tel. :(011) 873-3117, FAX 62.4015
Comentários Bíblicos - Matthew Henry (Exaustivo) AT e NT - CPAD