domingo, 4 de outubro de 2015

Lição 1, Gênesis, o Livro da Criação Divina, 3 parte

Lição 1, Gênesis, o Livro da Criação Divina, 3 parte
Podem-se fazer três comentários finais.
Primeiro, a sugestão exploratória acima é apenas experimental, como deve ser, e constitui opinião pessoal. Pede correção e melhor síntese. Entretanto, pode servir como lembrete de que quando parece difícil harmonizar o revelado com o observado, é porque sabemos de menos, e não demais — como o nosso Senhor fez sentir aos saduceus acerca da sua charada sobre a ressurreição. O que estes capítulos esclarecem muito bem, à luz de outros passos da Escritura, é a doutrina de que a humanidade constitui uma unidade, criada á imagem de Deus, e que em Adão caiu por um ato de desobediência. E estas coisas são afirmadas tão vigorosamente sobre este modo de entender a Palavra de Deus como sobre qualquer outro.
Segundo, pode-se pensar que esta discussão toda permite que a ciência controle demais a exegese. Esta seria uma grave acusação. Mas, tentar correlacionar os dados da Escritura e os da natureza não é desonrar a autoridade bíblica e, sim, honrar a Deus como Criador e aferrar-nos à nossa tarefa de interpretar Seus modos de falar. Na Escritura Ele nos deixa descobrir por nós mesmos pormenores tais como se “ as asas do vento” e “ as janelas do céu” são literais ou metafóricas, e em que sentido o mundo não pode ser abalado (SI 96:10, AV: “ motivo”) ou o sol sai diariamente “ a percorrer o seu caminho” (SI 19:5,6). Algumas destas questões são respondidas tão logo levantadas; outras somente à medida que o conhecimento geral progride;13 em sua maior parte, elas são doutrinariamente neutras. Afirmamos a nossa infalibilidade, não a
nos recusamos a conferir as nossas respostas fatuais com as da pesquisa independente.
Terceiro,  os interesses  e métodos da Escritura e da ciência,   contudo, diferem tão largamente  que,  em  quaisquer  dos  seus pormenores, são mais bem estudados à parte. Suas descrições do mundo são tão distintas (e cada qual tão legítima) como o retrato feito por um artista e o diagrama de um anatomista, sendo que nenhum quadro misto o retratará satisfatoriamente, pois o terreno comum de ambos consiste apenas na realidade total de que tratam.
Não é possível exagerar a ênfase de que a Escritura é o veículo perfeito da revelação de Deus, que é o que nos interessa aqui. E seu arrojado afã seletivo, como o de uma grandiosa pintura, é sua força. Ler a Bíblia com um olho posto em qualquer outro relato é obscurecer a sua imagem e ficar sem a sua sabedoria. Para termos a apresentação feita pelo próprio Deus dos princípios da humanidade nos termos em que eles nos interessam mais profundamente, não precisamos olhar nada além da interpretação que deles faz o Novo Testamento.
 
IV — Teologia de Gênesis
Em Gênesis há material suficiente para um substancial livro sob es­ se título. Aqui vamos considerar abreviadamente apenas três dos seus temas, a saber, Deus, o homem e a  salvação.
a. Deus.
Desde o início, Gênesis nos confronta com o Deus vivo, Deus inequivocamente pessoal. Os verbos do capítulo inicial expressam uma energia mental, de vontade e de julgamento que exclui toda a questão de conceber a Deus “ na categoria do ‘isto’ em lugar do ‘Tu’” (para copiar a frase de Emil Brunner1). E o livro continua a dar esta ênfase em seu relato da constituição do homem à imagem de Deus, e do  persistente interesse de Deus por relações pessoais com os Seus  servos.
Segundo, Ele é o único Deus, o Criador e Senhor Soberano sobre tudo que existe. Se os últimos capítulos de Isaías, o locus classicus do monoteísmo explícito, afirmam isto com veemência, em Gênesis a questão de outras divindades simplesmente não aparece — exceto no único episódio de Jacó fugindo de Labão, onde, para um ouvido atento, Labão pode ser ouvido invocando um deus separado, por sua parte na
aliança com Jacó (ver coment. de 31:53), e onde imagens fazem breve e ignominioso aparecimento, sucessivamente roubadas, servindo de as­ sento e enterradas (31:19,30,34; 35:4). A narrativa da criação estabeleceu a matéria em foco, e a história subsequente confirma que Deus é tão senhor dos acontecimentos no surgimento e na queda das nações (15:14,16; 25:23) como na concepção de uma criança ou no chamamento de um seguidor. O tempo e o espaço, o pecado e mesmo a morte (5:24) não podem competir com Ele, quer opere por meio de milagres patentes, quer mediante providência oculta. E esta é a fé, não só do narrador, mas também das personagens principais, que O proclamam Criador e Juiz de todos (14:19,22; 18:25) e Regente capaz de pôr em ordem as situações mais intratáveis (45:5-8).
Terceiro, Seus meios são perfeitos. A série de expulsões e cataclismos em Gênesis declara que o Céu não pode fazer armistício com o pecado, seja o pecado de lesa-divindade, como a incredulidade e a jactância (como aconteceu no Éden e em Babel), ou as faltas contra o homem, como a violência, a luxúria e a traição. Contudo, Sua justa ira é também pesar (cf. 6:6). Seus juízos são suavizados pela misericórdia (3:21; 4:15; 6:8; 18:32; 19:16,21; etc.) e demoram a sobrevir (15:16). (Seu interesse pela recuperação do pecador é discutido abaixo, na seção c. 3.) Igualmente, se Sua justiça contém amor, Seu amor inclui exigência moral. Há um vestígio de desafio nisto, mesmo no paraíso terrestre (cf. coment. de 2:8-17), e Abraão deveria descobrir, depois de um longo período, e de modo supremo no monte Moriá (capítulo 22), que ser amigo de Deus exigia dele tudo quanto possuía, ainda que lhe fosse devolvido.
Quarto, Ele se nos revela a Si próprio. Ordenando, conversando e, acima de tudo, entrando em aliança, Ele sempre é Aquele que se dá, em alguma medida. Nunca é objeto distante que os homens buscam tateando. Neste livro Ele é conhecido por muitos nomes, além do termo geral Deus e do nome pessoal Yahweh.2 Alguns são títulos que exprimem facetas do Seu ser (Altíssimo, 14:18-22, título frequente nos Salmos; Todo-Poderoso, 17:1 — ver nota — e alhures, também frequente em Jó; Eterno, 21:33; cf. Is 40:28). Outros comemoram um momento especial de encontro (Deus que vê, 16:13, quando se revelou a Hagar; Deus, o Deus de Israel, 33:20, lembrando o novo nome dado a Jacó, cf. 32:28; El-Betel, ou Deus de Betel, 35:7, em memória do sonho de Jacó). Ainda outros declaram um relacionamento empenhado (Deus de Abraão, 28:13, etc.; Temor de Isaque, 31:42,53; Poderoso de Jacó, 49:24).  Estas três classes de título correspondem aos três principais   elementos de toda a revelação — doutrinário, histórico e pessoal. Finalmente, podemos notar pelas indicações ocasionais, nas expressões “ o Anjo do Senhor” ou “ de Deus” e “ o Espírito de Deus”, que a unidade de Deus não é monolítica.  Um estudo das passagens “ Anjo do Senhor” (relacionadas na nota de rodapé) não dá lugar à dúvida de que a expressão indica Deus mesmo, visto em forma humana. O que se deve aduzir é que “ Anjo”, que significa “ mensageiro”, implica em que Deus, fazendo-se visível, é ao mesmo tempo Deus enviado.
No Velho Testamento não se faz nada quanto a este paradoxo, mas não nos deve surpreender que esse aparente absurdo desaparece no Novo Testamento. Exatamente como “ o Espírito de Deus” era uma expressão veterotestamentária aguardando seu esclarecimento completo no Pentecoste, assim“ o Anjo do Senhor”, como expressão referente significação somente à luz daquele “que o Pai... enviou ao mundo”, o Filho preexistente.
b.  O Homem.
1. O homem perante Deus. Uma vez que este assunto é discutido conforme seus vários aspectos vão aparecendo no comentário dos capítulos 1-3, basta mencionar aqui os lugares onde isso é feito.
(1)  Constituição do homem: ver comentário de 1:26 e 2:7.
(2) A vocação do homem: ver principalmente o comentário de 2:8- 17, mas também o último parágrafo do comentário de 1:26, e 3:22.
(3) A queda do homem: ver o cap. 3, principalmente as observações introdutórias sobre o capítulo, e os comentários dos versículos 6 e 7.
(4) A situação do homem: ver comentário de 3:16, e a nota adicional sobre o capítulo (acerca do pecado e do sofrimento).2. O Homem na Sociedade. Apesar de toda a ênfase que Gênesis dá ao indivíduo, com Deus chamando os homens pelo nome e buscando os desprezados, o modelo que o livro apresenta para a vida humana não é o do místico solitário ou franco-atirador, mas o de um ser social que vive dentro de certo padrão de responsabilidades. Já no Éden se pode discernir o princípio desse padrão, com suas três dimensões de coisas, pessoas e autoridade, em relação às quais o homem deve cumprir normalmente a sua vocação e glorificar a Deus. Â medida que o livro prossegue, o padrão tanto se desenvolve como sofre distorção. Desenvolve-se em que o tempo e a população crescente enriquecem o seu conteúdo; sofre distorção em que o pecado leva perturbação a toda parte.
(1) Coisas.
Um importante elemento da vocação original do homem consistia em “ cultivar” e “ guardar” (2:15) seu meio-ambiente imediato, e dominar, bem como encher a terra (1:28). Dessas expressões, o vigor deles comparável ao da rica fertilidade da terra descrita em 1:11 e sua abundância de recursos minerais vislumbrada em 2:11, depreende-se que o homem recebeu a bênção de uma imensa obra criadora desde o início. Se esta era uma perspectiva convidativa, o pecado do homem e a maldição de Deus transformaram-na em grande medida numa carga, com a miséria como chefe de serviço e a morte como a palavra final (3:17-19). O trabalho em si não foi um legado da queda; é-o somente em sua nova característica de fadiga.
O quadro subsequente é do multicolorido progresso, tal como o experimentamos ainda, e o trabalho e as posses do homem são apresentados como instrumentos que podem ser usados para o bem ou para o mal, e não como fins em si mesmos. As artes e ofícios civilizados não são aclamados como panacéia, nem evitados porque descendentes de Caim os inventaram. Contudo, vemos qual deles foi apreciado por Lameque, o tirano (4:22-24), e que novos terrores isso consequentemente lançou sobre a raça! À medida que a narrativa se desenrola, a capacidade artística e fabril do homem ora é bênção, ora maldição, pois serve a Deus na construção da arca e O desafia em Babel. Quanto às possessões, são vistas à mesma luz, sendo obtidas das mãos de Deus e ofereci­ das como dízimos em Sua honra (14:18-20; 28:22), mas não devem ser aceitas incondicionalmente (“ para que” tu, rei de Sodoma, “não digas: Eu enriqueci a Abrão”, 14:23). Acima de tudo, essas coisas não devem tornar-se a meta de ninguém, como aconteceu com Ló, para sua ruína, nem devem tornar-se a obsessão de ninguém, como sucedeu com Labão, para sua completa corrupção.
Pode-se aduzir que, nas narrativas patriarcais, parte das aflições foi retirada da antiga maldição lançada sobre a terra, como para Caim algo lhe foi acrescentado (4:11,12). Houve fomes de verdade, e pelo menos para Jacó, amargos apertos (31:40). Mas houve também excepcionais bênçãos que chamaram a atenção dos seus contemporâneos em cada geração, tanto de Abraão (21:22) como de Isaque (26:12-16,28), Jacó (30:27,30) e José (39:5). Talvez seja para que vejamos nisto um fugaz antegozo da bênção geral que, segundo a promessa, haveria de vir a no final: nada menos que, a suspensão da maldição e a anulação da queda.
(2) Pessoas.
No Éden o companheirismo é apresentado como uma necessidade humana primária, necessidade que Deus se dispôs a satisfazer criando não uma duplicata de Adão, mas seu oposto e complemento, e unindo os dois, homem e mulher, em perfeita harmonia. Limitaremos o presente estudo a esta relação humana fundamental.
O rompimento da harmonia entre o homem e a mulher, não por desacordo mútuo, mas por seu conluio contra Deus, provou de uma vez quão dependente ela era de Sua participação invisível. Sem Ele, daí por diante o amor seria imperfeito, e o casamento gravitaria em direção ao relacionamento “ subpessoal” prefigurada pelos termos “ desejo” e “ governará” (3:16; ver comentário desta passagem).
Embora o restante do livro confirme essa tendência, mostra ao mesmo tempo a graça repressora de Deus. Pois através de todo o livro de Gênesis o casamento é sólido e duradouro, e o próprio fato de que o verbo “ conhecer” (4:1, etc.) é empregado para referir-se à relação sexual dá a ideia de que era originalmente pessoal antes que carnal, ainda que o termo tenha-se degenerado (19:5,8) tornando-se simples eufemismo. Contudo, contra essa estabilidade deve-se antepor o fato de que raramente há uma família, das descritas com alguma municiosidade, que não seja ferida por invejas assassinas, em sua maior parte refletindo conflitos entre os pais.
A poligamia em parte é a culpa disso, mas a própria poligamia é sintoma de uma desequilibrada noção do matrimônio, segundo a qual é uma instituição em que a raison d ’être última da mulher é ter filhos. Enquanto que Deus criou a mulher primeiro e acima de tudo para co-participação, a sociedade com efeito fez dela um meio para um fim, ainda que nobre, e gravou seu modo de ver nos contratos matrimoniais. Foi reconhecidamente um conceito que as mulheres parecem ter com­ partilhado (16:2; 30:3,9), e um arranjo que Deus não contestou. Mas o seu preço, nas relações humanas, poderia ser muito alto, como o demonstra o capítulo 30, entre outros. De modo semelhante, a prática matrimonial do levirato, que se tornaria uma obrigação sob a lei mosaica, ilustra no capítulo 38 as tensões ocasionadas por uma forma de união que não passava de um mecanismo de procriação, mesmo quando se faz a devida avaliação dos caracteres inescrupulosos envolvidos nessa narrativa particular. Qualquer que fosse o valor dessas instituições no seu tempo — e algum valor não se lhes pode negar — somente confirmam a sabedoria da ordenança básica que se acha em 2:24.
(3) Autoridade.
A responsabilidade de governar (à parte do domínio do homem sobre os animais) parece, à primeira vista, emergir somente depois da queda. Germinalmente, porém, tem suas raízes na fundação da sociedade humana, como 1 Co 11:3,8 o expõe, na prioridade de Adão em relação a Eva.
Como vimos acima ao discutir o tema do casamento, uma nota mais desagradável introduziu-se no relacionamento por ocasião da que­ da (3:16), e o primeiro que se ouve expressá-la é Lameque, descendente de Caim (4:19,23). Sua linguagem bombástica chama a atenção para o elemento da força bruta que é o lado obscuro de toda autoridade num mundo decaído. Pois, enquanto que Deus é a fonte do governo humano, e o ordenou para fins de ordem e decência (Rm 13:1-7; 1 Pe 2:13,14), os poderes que estão a cavaleiro de uma dada situação geral­ mente devem, em grande parte, sua posição, sendo eles considerados de outro ângulo, à agressividade de homens ambiciosos. Para um exemplo mais puro de autoridade, temos de voltar-nos para os patriarcas, cuja chefia da sua pequena comunidade devia tudo à ordenação divina. Em parte eles tinham esta prerrogativa simplesmente como pais, fato que se evidencia bem nos incidentes registrados em 9:20, onde se vê que Cão, filho de Noé, trouxe maldição à sua progénie por haver desonrado seu pai, enquanto Sem e Jafé tomaram todo o cuidado para evitar essa impiedade. Naquele momento, a honra de Noé residia na dignidade do seu ofício de pai; toda outra dignidade o abandonara. Entretanto, Deus manteve a sua autoridade. Contudo, de Abraão em diante, tiveram o poder adicional de, antes de sua morte, transmitir as promessas divinas a um ou outro dos seus filhos. A história da bênção de Isaque a Jacó e Esaú ilustra tanto o poder inerente ao seu ofício (pois ele não poderia revogar a bênção que dera, 27:33), como o fato de que a bênção não de­ pendia dos seus méritos pessoais.
Mas no mundo exterior, os patriarcas não exerciam autoridade nenhuma. Não sendo sequer cidadãos de plenos direitos, tinham de fazer todos os arranjos que podiam mediante tratados privados (por exemplo, sobre os direitos do uso de águas, 21:30; 26:15) ou alianças (como a de Abraão e Aner, etc., 14:13) ou aquisições (23:4; 33:19). Embora reprovassem o casamento misto com gente de famílias cananéias (24:3; 26:34) e se mantivessem separados da imoralidade flagrante (14:23; 34:7), amoldavam-se às leis e costumes locais, cientes de que não tinham direito de agir como críticos sociais, nem de pretender cargos. Somente Ló ousou querer subir no mundo, e conseguiu um assento à “ entrada” da cidade (19:1), o que se mostrou ineficiente quando chegou a hora da prova (19:9).
José constitui a única exceção patente dessa regra. Sua promoção veio sem ser procurada e era tão claramente resultante da ação de Deus que ele não hesitou em aceitá-la e a mostrar-se igualmente servo de Deus e de Faraó. Onde Moisés se tornou salvador do seu povo renunciando ao Egito, José se tornou salvador do seu povo, em seu contexto completamente diverso, precisamente empenhando toda a sua energia e sabedoria na promoção dos interesses desse país.
e de Gênesis para com o governo emerge, de fato,   substancialmente como o do Novo Testamento, em que o governo humano é defendido como ordenação divina, e seus oficiais como servos de Deus, embora se exija que o povo de Deus viva, não somente como “ peregrinos e forasteiros” (1 Pe 2:11), mas também  como  cidadãos cooperati­vos cuja “ prática do bem” (1 Pe 2:15) silencia a  crítica.
c.  Salvação.
A graça deve constituir o princípio deste tópico, e Gênesis   revela que a graça, longe de ser mera resposta ao pecado, é fundamental para a própria criação. Isso transparece na decisão de conduzir “ muitos filhos à glória” envolvida na formação do homem à imagem de Deus e na preparação de um mundo no qual a filiação poderia ser levada à maturidade (ver comentário de 2:8-17), e a imortalidade estaria ao alcance do homem (2:9; 3:22). A entrada do pecado introduz na cena outros aspectos da graça, nas medidas tomadas por Deus para preservar a humanidade em algum nível de decência e ordem, e levar certos homens a entrarem em aliança com Ele, por meio dos quais abençoaria finalmente o mundo (18:18). Como “ Salvador” (isto é, Preservador) “ de todos os homens” ,6 Ele é apresentado em Gênesis restringindo a corrupção e a anarquia produzidas pelo pecado, por meio da disciplina do trabalho duro e da mortalidade (3:17, 22), do emprego construtivo dos recursos naturais (3:21), das sanções da lei (9:4-6) e da capacidade de reconhecer obrigações morais (c/. o uso que Abimeleque fez de expressões morais em 20:5,9), como também por meio da influência direta dos Seus servos (por exemplo, 50:20). Como Salvador “ especialmente dos fiéis” (ou “ dos que creem”), Ele revela Sua graça escolhendo-os, chamando-os, justificando-os, estabelecendo aliança com eles e ensinando-lhes os Seus caminhos. Estas atividades vêm resumidas nas duas últimas seções seguintes.
Eleição. Rm 9:6-13 mostra que Gênesis deixa indubitável a soberana escolha de Deus, mediante as narrativas do nascimento de Isaque e de Jacó. Particularmente Jacó foi assinalado em detrimento de Esaú “ ainda antes de haverem nascido, e sem que tivessem feito nem o bem nem o mal”. Longe de serem voluntários fortuitos, esses homens deviam sua existência à intervenção de Deus (pois, como Sara, Rebeca era estéril), e a escolha divina foi mantida contra uma longa história de vacilações e intrigas paternas. A mesma iniciativa divina levantou todos os libertadores, desde Sete, o “ designado” sucessor de Abel (4:25), passando por Noé (cujo papel foi profetizado por ocasião do seu nascimento, 5:29) e Abraão (chamado para longe do seu país da sua parentela), até José,  enviado” , contrariamente a todas asintenções humanas,  para conservar... um remanescente” da família escolhida (45:7,8).
Contudo, é importante notar, de passagem, que a escolha de Isa- que e de Jacó, antes de nascerem, e a correspondente rejeição de Ismael e de Esaú, estavam explicitamente relacionadas com a função deles, não com a sua salvação ou perdição. Isto é especialmente claro no caso de Ismael, rejeitado numa capacidade e aceito na outra. Quando Abraão orou: “ Oxalá viva Ismael diante de ti”, a resposta de Deus foi “ Não” ao pedido implícito de que tomasse o lugar de Isaque, mas foi “ Sim” às palavras em seu sentido literal. ... eu te ouvi: abençoá-lo-ei...” (17:18-21). A eleição, em Gênesis, refere-se ao fato de o homem estar ou não na linha de sucessão que levava a Cristo, a “ semente” que seria para bênção das nações (Rm 9:5; G13:16).
3. Recuperação do pecador. Desde o momento da queda, os efeitos mortais do pecado constituem um dos principais temas de Gênesis, mostrando sua imediata força repulsora entre o homem e Deus, seu crescente domínio do homem, culminando na depravação geral evidente no dilúvio, e suas várias explosões na forma de presunção em Babel, de decadência em Sodoma, e, no âmbito familiar, de todos os pecados do homem constantes do decálogo.
A obra salvadora de Deus não é menos completa nem menos variada. Sua maneira de buscar o pecador pode ser mediante a direta convicção de pecado (seja pelo interrogatório pessoal dirigido a Adão e a Caim, seja pela enigmática prova que quebrantou os irmãos de José em 42:21; 44:16), ou mediante a pura graça que produziu a surpresa reação de Jacó em Betel. Mas é Deus, e não o homem, quem busca. Ló é leva­ do à segurança porque “ achou mercê” ou “ graça” (19:19) quase que a despeito de si próprio. E também é a graça que dá início a toda a história de Noé (6:8).
Da parte do homem, poderíamos ser tentados a supor (menos quanto à indicação sobre Noé que acabamos de mencionar) que a retidão do culto e da vida era o passaporte que assegurava a sua aceitação, até chegarmos à afirmação que põe fim à especulação, a saber, que Abraão foi justificado pela fé (15:6; cf. Rm 4:1-5,13-25) — pronunciamento que lança luz não só sobre cada período subsequente, mas também sobre cada período antecedente, deixando claro que, desde o primeiro caso, a fé fora indispensável para o acesso a Deus (Hb 11:4).
Mas em Gênesis a salvação é muito mais que simples aceitação. Plenamente desenvolvida, é uma intimidade com o Céu, de matizes tão variados como os personagens que a desfrutam. Homens tão diferentescomo Enoque, para quem se derreteu a barreira da morte; Abraão, “ o amigo de Deus” , cuja devoção foi provada até um ponto quase que além de toda possibilidade de se aguentar; o seu servo Eliezer (capítulo 24; cf. 15:2), com sua fé reta, semelhante à do centurião; e Jacó, cuja carreira foi virtualmente “ a domesticação de uma víbora” , sintetizada na luta que travou em Peniel. E essa intimidade não era somente uma afinidade de sentimentos e idéias, mas a relação assumida e firmada numa aliança, na qual Deus prometia ser o Deus da descendência deles (“ Serei o seu Deus”, 17:7), e o homem respondia: “ O Senhor será o meu Deus” (28:21).
Na esfera do caráter e da conduta em relação aos seres humanos, a salvação também vai além de uma justiça meramente imputada. Numa época em que não havia lei, Noé ficou sozinho em sua integridade (6:9), e em contato com Sodoma Abraão evitou até as riquezas da cidade por amor a Deus (14:22,23), enquanto que Ló se apôs à sua corrução (19:7-9; cf. 2 Pe 2:7,8), embora ao fazê-lo tenha revelado possuir um código moral tristemente desequilibrado. Uma insensibilidade semelhante a essa, em Abraão e Isaque, poderia ter-lhes granjeado o desprezo dos pagãos em certas ocasiões. Mas, se a natureza daqueles homens era tão falível como a dos seus contemporâneos, pela graça eles podiam elevar-se a altitudes imensuravelmente maiores. A intercessão de Abraão por Sodoma, como a de Judá por Benjamim, demonstra um interesse altruístico que é próprio dos santos, de Moisés a Paulo, enquanto que a paciência, a pureza, a sabedoria e o amor de José para com os seus inimigos, são pouco menos que semelhantes às virtudes de Deus.
Quanto ao aspecto final da salvação, a libertação do último inimigo, Gênesis mostra apenas débeis delineamentos. “ És pó e ao pó tornarás” tem um toque de finalidade, mas o contexto deixa uma porta entreaberta, pois uma vez Deus tinha soprado a vida nesse mesmo pó. Por duas vezes também há vislumbres mais diretos do Seu poder sobre a morte: uma vez quando Enoque foi tomado (5:24), e outra quando Abraão compreendeu que Deus poderia trazer Isaque de volta dos mortos (“ voltaremos para junto de vós”, 22:5: cf. Hb 11:19).
Contudo, estas lições eram para outra época. Nesse estágio, a esperança era dirigida por Deus rumo ao crescimento da família escolhida, à posse da terra e à bênção das nações. Se nesse meio tempo a morte era recebida tranquilamente pelos patriarcas, era em grande parte porque o sepultamento feito no túmulo da família antecipava a entrada daquela família em sua herança (cf. 47:29; 50:24); pois a “ semente” escolhida é que era investida da promessa e da missão, não qualquer desses indivíduos como tais. “ Certamente Deus vos visitará” (50:25). Esta esperança bastava. A partir do seu cumprimento, franquear-se-ia, sem falta, a plenitude da salvação como a conhece o Novo Testamento. Gênesis contenta-se em vê-la de longe e, nesse ínterim, em interessar-se pelas nascentes deste rio, antes que pelo estuário e pelo oceano distantes.
GÊNESIS - Introdução e Comentário - REV. DEREK KIDNER, M. A. - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova ,Caixa Postal 21486, São Paulo - SP, 04602-970
 
Gênesis - Comentário Adam Clarke - Gênesis.
Cada crente na revelação divina encontra-se amplamente justificado em tomar como certo que o Pentateuco é obra de Moisés. Por mais de 3000 anos, esta tem sido a opinião invariável dos que estavam em melhores condições para formar um julgamento correto sobre o assunto. A Igreja judaica, desde a sua mais remota antiguidade, atribuiu o trabalho a nenhum outro lado, e da Igreja Cristã, desde a sua fundação, tem atribuído ao legislador judeu sozinho. Os pagãos mais respeitáveis concordaram nesse testemunho, e Jesus Cristo e seus apóstolos ter concluído a prova e ter colocado a questão para além da possibilidade de ser posta em dúvida por aqueles que professam crer na autenticidade divina do Novo Testamento. Como para aqueles que, em oposição a todas estas provas, obstinadamente persistem em sua incredulidade, eles são dignos de pouca consideração, como argumento é perdido em seus preconceitos inescrupulosos e de demonstração em suas mentes, porque nunca voluntariamente fechado contra a luz. Quando eles provaram que Moisés não é o autor deste trabalho, os defensores da revelação divina irão reconsiderar que as razões de sua fé.
Que há algumas coisas no Pentateuco que parecem ter sido adicionados por um lado mais tarde pode haver pouca dúvida, entre eles alguns têm contado, talvez sem razão, a seguinte passagem, Gn 12: 6: "E estavam então os cananeus na a terra”, mas ver a nota sobre Gn 12: 6. Nm 21: 14, "No livro das guerras do Senhor," foi provavelmente uma nota marginal, que no decorrer do tempo entrou no texto, veja a nota sobre Nm21: 14.
Para estes podem ser adicionados Dt 1 :1-5; Dt 2: 12, e os oito versos finais do último capítulo, em que temos uma conta da morte de Moisés. Estas últimas palavras não poderia ter sido adicionadas pelo próprio Moisés, mas são muito provavelmente o trabalho de Esdras, por quem, segundo a tradição ininterrupta entre os judeus, os vários livros que constituem o cânon do Antigo Testamento foram coletados e organizados, e tais notas expositivas adicionadas como foram essenciais para conectar as diferentes partes, mas como ele agiu sob a inspiração divina, os acréscimos podem ser considerados de igual autoridade com o texto. Alguns outros lugares poderiam ser acrescentados, mas são de pouca importância, e são mencionados nas notas.
O livro de Gênesis, Γενεσις, tem o seu nome a partir do título que carrega na Septuaginta, βιβλος Γενεσεως, (Gn 2: 4), que significa o livro da geração, mas ele é chamado em hebraico בראשית Bereshith, “No princípio, “a partir de sua primeira palavra”“. É a história mais antiga do mundo, e, a partir da grande variedade de seus detalhes singulares e contas mais interessantes, como é muito superior em seu valor e importância para todos os outros, como é em sua antiguidade. Este livro contém um relato da criação do mundo, e seus primeiros habitantes, a inocência original e queda do homem, a ascensão da religião: a invenção das artes, a corrupção geral e da degeneração da humanidade, o dilúvio universal, repovoando e dividindo da terra, a origem das nações e reinos, e uma história particular dos patriarcas de Adão até a morte de José, incluindo um espaço, na menor computação, de 2.369 anos.
Pode-se perguntar como um detalhe tão circunstancial e minutos poderiam ter sido preservados quando não havia a escrita de qualquer tipo, e quando a terra, cuja história é dada aqui, já existia mais de 2000 anos. Para este inquérito uma resposta muito satisfatória pode ser dada. Existem apenas três maneiras pelas quais esses registros importantes poderiam ter sido preservados e trazidos para o tempo de Moisés. Viz, a escrita, a tradição e a revelação divina. No mundo antediluviano, quando a vida do homem era tão prolongada, não havia necessidade relativamente pouco para escrever de qualquer tipo, e talvez nenhuma escrita alfabética houvéssemos então. Tradição respondeu a cada fim de que a escrita, em qualquer tipo de caracteres pode ser subserviente; e a necessidade de erigir monumentos para perpetuar eventos públicos dificilmente poderia ter sugerido em si, como durante esses momentos pode haver pouco perigo apreendido de qualquer fato importante se tornando obsoleto, como sua história teve que passar por poucas mãos, e todos esses amigos e parentes, no sentido mais próprio dos termos, pois eles viviam em um estado de isolamento sob um governo patriarcal.
Assim, foi fácil para Moisés para ser satisfeito da verdade de tudo o que ele diz no livro de Gênesis, como as contas vieram a ele por meio de poucas pessoas. De Adão a Noé, havia apenas um homem necessário para a transmissão correta da história deste período de 1656 anos. Agora esta história foi, sem dúvida, perfeitamente conhecida a Matusalém, que viveu para ver os dois. Da mesma forma, Sem conectado Noé e Abraão, tendo vivido a conversar com ambos, como Isaac fez com Abraão e José, de quem estas coisas podem ser facilmente transmitidas a Moisés por Anrão, que foi contemporâneo de Jose. Suponhamos, então, todos os fatos curiosos registrados no livro de Gênesis não tinha nenhuma autoridade que não seja a tradição já referida, que estaria em cima de uma base de credibilidade superior a qualquer que o mais respeitável dos antigos historiadores gregos e latinos pode se orgulhar. No entanto, para evitar qualquer possibilidade de erro, o Espírito infalível de Deus dirigiu a Moisés na seleção de seus fatos e da apuração de suas datas. De fato, a narrativa é tão simples, tanto como a verdade, de modo consistente em todos os lugares com ele mesmo, assim corrigir em suas datas, de modo imparcial em sua biografia, tão precisa em seus detalhes filosóficos, tão puros em sua moralidade, e tão benevolentes em seu design, como amplamente para demonstrar que ele nunca poderia ter tido uma origem terrestre. Neste caso, também, Moisés construiu todas as coisas de acordo com o padrão que Deus lhe mostrou no monte.
 
Capítulo 1
Primeiro dia de trabalho: criação dos céus e da terra, 1,2. Da luz e sua separação da escuridão, 3-5. Segundo dia de trabalho: a criação do firmamento, e a separação das águas acima do firmamento daquelas abaixo dela, 6-8. Terceiro dia: águas é separadas da terra e formado em mares, 9,10.  Prestados a terra frutífera, e vestido com árvores, ervas gramíneas, 11-13.  Quarto dia de trabalho: criação dos luminares celestes destinados a medição do tempo, a distinção de períodos, épocas, 14; e para iluminar a terra , 15. conta distinta da formação do sol, a lua e as estrelas , 16 - 19. Quinto dia de trabalho: criação de peixes, aves, répteis e, em geral, de 20. Dos animais aquáticos grandes , 21. Eles são abençoados, de modo a torná-los muito prolífico , 22,23. Sexto dia de trabalho: do gado bravo e manso criado, e todos os tipos de animais que derivam sua nutrição da terra , 24,25. criação do homem à imagem e semelhança de Deus, com o domínio dado a ele sobre a terra e tudo inferior animais , 26. Homem ou Adam, um nome geral para os seres humanos, incluindo ambos os sexos masculino e feminino , 27. sua bênção peculiar , 28. Legumes apontado como o alimento do homem e de todos os outros animais , 29,30. o julgamento que Deus passou em seus trabalhos na conclusão de seus atos criativos , 31.
 
Notas sobre o Capítulo 1
 
Versículo 1 .  Bereshith bara Elohim eth hashshamayim veeth haarets; Deus no princípio criou os céus e a terra .
Muitas tentativas têm sido feitas para definir o termo Deus: como a própria palavra, é puro anglo-saxão, e entre os nossos antepassados significando, não só o Ser Divino agora comumente designado pela palavra, mas também bom, como em suas apreensões parecia que Deus é bom eram termos correlatos, e quando pensava ou falava Dele, foram, sem dúvida, levados a partir da palavra se o considerá-lo como o bem a ser, uma fonte de infinita benevolência e beneficência para com suas criaturas.
A definição geral desta grande Causa Primeira, tanto quanto as palavras humanas se atrevem tentar uma, pode ser assim dada: O ser Eterno, Independente e Auto-exististe: o Ser cujos propósitos e ações da primazia de si mesmo, sem motivo externo ou influência: aquele que é absoluto em domínio, a mais pura, a mais simples, e mais espiritual de todas as essências; infinitamente benevolente, beneficente, verdadeiro e santo: a causa de todo o ser, o sustentador de todas as coisas; infinitamente feliz, infinitamente perfeito e eternamente auto-suficiente nada, precisando que ele fez: ilimitada na sua imensidão, inconcebível em seu modo de existência, e indescritível na sua essência; conhecido plenamente somente para si mesmo, porque uma mente infinita pode ser totalmente apreendido apenas por si mesmo. Em uma palavra, um ser que, a partir de sua infinita sabedoria, não pode errar ou ser enganado, e que, a partir de sua infinita bondade, não pode fazer nada, mas  que é eternamente justo, direito e gentil. Leitor, tal é o Deus da Bíblia, mas como muita diferença do Deus de credos mais humanos e apreensões!
A palavra original  Elohim, Deus, é certamente a forma plural de  El, ou  Eloah, e tem sido suposto, pelos homens mais eminentemente aprendidos e piedosos, implicar uma pluralidade de Pessoas na natureza divina. Como essa pluralidade aparece em muitas partes dos escritos sagrados para ser confinado a três pessoas, daí a doutrina da Trindade, que formou uma parte do credo de todos aqueles que foram considerados sãos na fé, desde os primórdios do cristianismo. Nem são os cristãos singulares em receber esta doutrina, e na derivação a partir das primeiras palavras da revelação divina. Um rabino eminente judeu, Simeon Ben Joachi, em seu comentário sobre a sexta seção de Levítico, tem estas palavras notáveis: “Vem e vê o mistério da palavra Elohim, há três graus, e cada grau por si só, e ainda não obstante todos eles são um, e juntaram-se em um, e não são divididas uma da outra”. “Veja Ainsworth”. Ele deve ser estranhamente preconceituoso no fato que não pode ver que a doutrina da Trindade, e de uma Trindade na unidade, está expressa nas palavras acima. O verbo bara , ele criou, sendo unidos no singular com este substantivo plural, tem sido considerada como apontando para fora, e não obscuramente, a unidade das Pessoas divinas neste trabalho da criação. Na Trindade sempre bendito, a partir da unidade infinita e indivisível das pessoas, não pode ser apenas uma vontade, um propósito e uma energia infinita e incontrolável.
“Que aqueles que têm alguma dúvida se  Elohim , quando significa o verdadeiro Deus, Jeová, ser plural ou não, consultar as seguintes passagens, onde vão encontrar-se junto com adjetivos, verbos, pronomes e plurais”.
Gênesis 1:26 ; 3:22 ; 11:07 ; 20:13 ; 31:7,53 ; 35:7 . Deuteronômio 4:07 ; 5:23; Josué 24:19 ; 1 Samuel 4:08 ; 2 Samuel 7 : 23 Salmos 58:6 ; Isaías 6:8 ;Jeremias 10:10 ; 23:36 . "Veja também Provérbios 9:10 ; 30:3 ; Salmos 149:2 ;Eclesiastes 5:7 ; 12:1 ; Jó 5:1 ; Isaías 6:3 ; 54:5 ; 62:5 ; Oséias 11:12 , ou Oséias 12:1 ; Malaquias 1:6 ; Daniel 5:18,20 ; 7:18,22 . Como a palavra  Elohim é o termo pelo qual o Ser Divino é mais geralmente expresso no Antigo Testamento, pode ser necessário considerá-la aqui mais em geral. É uma máxima que não admite controvérsia, que cada substantivo na língua hebraica é derivado de um verbo, que é geralmente chamado de raiz ou de raiz, a partir do qual, o primeiro não apenas o substantivo, mas todas as flexões do verbo diferente. Esta raiz é a terceira pessoa do singular do pretérito tensa ou passado. O significado ideal  desta raiz expressa alguma propriedade essencial da coisa que designa, ou de que se trata de um apelativo. A raiz em hebraico é em sua língua irmã, o árabe, geralmente consiste de três letras, e cada palavra deve ser atribuída à sua raiz, a fim de determinar o seu significado genuíno, pois somente assim este sentido de ser encontrada. Em hebraico e árabe é essencialmente necessário, e nenhum homem pode seguramente criticar sobre qualquer palavra em qualquer uma destas línguas que não frequentam cuidadosamente a este ponto.
Menciono o árabe com o hebraico, por duas razões. 1º Uma vez que as duas línguas evidentemente primeiro a partir da mesma fonte, e tem quase o mesmo modo de construção. 2º Porque as raízes deficientes na Bíblia hebraica devem ser procuradas na língua árabe. A razão disto deve ser obvio, quando se considera que o todo da língua hebraica se perdeu, exceto o que está na Bíblia, e até mesmo uma parte deste livro é escrito em Caldeu. Agora, como a Bíblia Inglês  não contém todo o idioma Inglês, a Bíblia hebraica não contém todo o hebraico. Se um homem se encontrar com uma palavra em Inglês que ele não pode encontrar em uma concordância ampla ou dicionário com a Bíblia, ele deve, naturalmente, procurar para essa palavra em um dicionário Inglês geral. Da mesma forma, se uma forma particular de uma palavra hebraica ocorrer que não pode ser atribuída a uma raiz na Bíblia hebraica, porque a palavra não ocorre na terceira pessoa do singular do pretérito na Bíblia, é conveniente, é perfeitamente legal, e muitas vezes indispensavelmente necessário, procurar a raiz deficiente no árabe. Porque, como o árabe ainda é uma língua viva, e talvez o mais abundante no universo, pode muito bem ser esperado para fornecer esses termos que são deficientes na Bíblia hebraica. E a razoabilidade desta se baseia em outra máxima. Que ou o árabe foi derivado do hebraico, ou o hebraico do árabe. Não vou entrar nessa polêmica, há grandes nomes de ambos os lados, e a decisão da questão, em qualquer forma vai ter o mesmo efeito sobre o meu argumento. Porque, se o árabe foi derivado do hebraico, que deve ter sido quando o hebraico era uma viva e completa linguagem, porque essa é a árabe agora, e, portanto, todas as suas raízes essenciais podemos razoavelmente esperar encontrar lá: mas se, como Sir William Jones supostamente, o hebraico foi derivado do árabe, a mesma expectativa se justifica, as raízes deficientes em hebraico pode ser procurada na língua mãe. Se, por exemplo, nos deparamos com um termo em nossa língua antiga Inglês o significado do que temos dificuldade em sentido, verificar comum nos ensina que devemos procurar por ele no anglo-saxão, de onde brota nossa língua, e, se necessário, ir até a Teutônica, de que o anglo-saxão foi derivado. Nenhuma pessoa contesta a legitimidade desta medida, e encontramo-lo em prática constante. Faço essas observações no limiar muito do meu trabalho, porque a necessidade de agir sobre este princípio (buscando raízes hebraicas deficientes em árabe) pode muitas vezes ocorrer, e eu gostaria de falar de uma vez por todas sobre o assunto.
A primeira frase na Escritura mostra a conveniência de recorrer a este princípio. Vimos que a palavra  Elohim é plural; que traçamos nosso termo Deus a sua fonte, e ter visto o seu significado, e também uma definição geral da coisa ou ser incluído sob este termo, foi tremenda tentativa. Agora devemos rastrear a origem de sua raiz, mas essa raiz não aparece na Bíblia hebraica. Era o hebraico uma completa linguagem, uma razão piedosa pode ser dada por esta omissão "Como Deus é sem começo e sem causa, como o seu ser é infinito e não derivado, a língua hebraica consulta decoro estrito em dar nenhuma raiz de onde o seu nome pode ser deduzido. “Sr. Parkhurst, cuja aprendeu piedoso e trabalhos na literatura hebraica alunos mais bíblicos estão endividados, acha que encontrou a raiz de  Alah, ele jurou, se uniu por juramento, e, portanto, ele chama a sempre abençoada Trindade  Elohim, como sendo ligado por um juramento condicional para redimir o homem. Mentes mais piedosas se revoltarão de tal definição, e será feliz comigo para encontrar tanto o substantivo e a raiz preservada em árabe. ALLAH [árabe] é o nome comum para Deus na língua árabe, e muitas vezes o enfático [árabe] é utilizado. Agora ambas as palavras são derivadas da raiz Alaha , ele adorou, adorou, foi atingido com medo espanto, ou terror, e, portanto, ele adorava com horror sagrado e veneração, cum sacro horrore ac veneratione coluit, adoravit - WILMET. Daí ilahon, o medo, a veneração, e também o objeto de temor religioso, a Divindade, o Deus supremo, o Ser tremendo . Esta não é uma idéia nova, Deus foi considerado na mesma luz entre os antigos hebreus, e, portanto Jacó jura pelo temor de seu pai Isaque, Gênesis 31:53 . Para completar a definição, torna Golius Alaha, juvit, liberavit, et tutatus fuit ", ele socorreu, liberada, mantidos em segurança, ou defendida." Assim, desde o significado ideal  desta raiz mais expressiva, adquirimos a noção mais correta da natureza divina, pois aprendemos que Deus é o único objeto de adoração , que a perfeição de sua natureza são como deve surpreender todos os que piamente contemplar eles, e preencher com horror todos os que se atrevem a dar a sua glória a outro , ou quebrar seus mandamentos; que consequentemente ele deve ser adorado com reverência e temor religioso , e que cada adorador sincero pode esperar dele ajuda  em todas as suas fraquezas, ensaios , dificuldades, tentações, a liberdade do poder, a culpa, a natureza e as conseqüências do pecado, e ser apoiado, defendido e salvo ao máximo, e até o fim.
Aqui, então, é uma prova, entre multidões que serão apresentados no decorrer deste trabalho, sobre a importância, utilidade, e necessidade de traçar estas palavras sagradas para suas fontes, e uma prova também, que os indivíduos que deveriam estar fora do alcance das pessoas comuns podem, com um pouco de dificuldade, ser interposto em um nível com a capacidade mais comum.
No início - Antes dos atos criativos mencionados neste capítulo tudo era eternidade. Tempo significa duração medida pelas revoluções dos corpos celestes, mas antes da criação destes órgãos, não poderia haver medição da duração e, consequentemente, sem tempo, portanto, em o início deve necessariamente significar o início do tempo, que se seguiu, ou melhor, foi produzido por, atos criativos de Deus, como um efeito segue ou é produzido por uma causa.
Criado 
existência Causada onde anteriormente a este momento não havia nenhum ser. Os rabinos, que são os juízes legítimos em um caso de crítica verbal em sua própria língua, são unânimes em afirmar que a palavra bara expressa o início da existência de uma coisa, ou egressão de nulidade a entidade. Não em seu principal denotar, significado a preservar ou nova formação coisas que existiam anteriormente, como alguns imaginam, mas criação. No sentido próprio do termo, embora tenha algumas acepções outros em outros lugares A suposição de que Deus formou todas as coisas a partir de um pré-existente natureza, eterna, certamente é um absurdo, pois se tivesse havido uma natureza eterna, além de um Deus eterno, deve ter havido dois seres autoexistente, independentes, e eterna, que é uma contradição mais palpável.  eth hashshamayim . A palavra eth, que é geralmente considerado como uma partícula, simplesmente indicando que a palavra está a seguir no caso acusativo ou oblíquo, é muitas vezes entendido pelos rabinos num sentido mais amplo. "A partícula", diz Aben Ezra, "significa a substância da coisa. “A definição como é dada por Kimchi em seu Livro de Raízes. "Esta partícula", diz Ainsworth, "tendo primeiras e últimas letras do alfabeto hebraico em que, supostamente compreendem a soma e a substância de todas as coisas. " "A partícula eth (diz Buxtorf, dicionário talmúdico, você sub) com os cabalistas, são muitas vezes misticamente colocados para o início e o fim, como eu ± alfa e ômega estão no Apocalipse. “Nesta terra estas palavras devem ser traduzidas, "Deus no princípio criou a substância dos céus e da substância da terra”, ou seja, a matéria prima, ou primeiros elementos, dos quais os céus e a terra foram sucessivamente formados. O tradutor sírio entendeu a palavra neste sentido, e para expressar este significado tem usado a palavra [árabe] yoth, que tem este significado, e é muito bem traduzido em Poliglota de Walton, ESSE, caeli et ESSE terrae ", a ser ou substância do céu, e que ser ou substância  da terra " São Efraim Syrus, em seu comentário sobre este lugar, usa a mesma forma. Embora as palavras hebraicas são certamente não mais do que a notação de um caso na maioria dos lugares, mas aqui entendida no sentido acima, argumentam uma precisão filosófica maravilhoso na declaração de Moisés, que traz diante de nós, não um final céu e da terra, como toda outra tradução aparece para fazer, embora depois o processo de sua formação é dada em detalhes, mas apenas os materiais dos quais Deus construiu todo o sistema nos seis dias seguintes.
O céu e a terra
Como a palavra  shamayim é plural, pode-se estar certo de que isso significa mais do que a atmosfera, para expressar o que alguns têm se esforçado para restringir o seu significado. Nem parece que a atmosfera é particularmente necessária aqui, porque este é falado, Gênesis 1:6, sob o termo firmamento. As palavras céus devem, portanto, compreender a totalidade do sistema solar, uma vez que é muito provável que a totalidade desta foi criada nestes seis dias; para menos que a terra tinha sido o centro de um sistema, o inverso do que está suficientemente demonstrado, seria antifilosófico supor que foi criado de forma independente das outras partes do sistema, como nesta suposição, devemos recorrer à onipotência de Deus a suspender a influência do poder gravitando da terra até ao quarto dia, quando o sol foi colocado no centro, em torno do qual a Terra começou a girar em seguida. Mas, como o projeto do escritor inspirado foi relacionar o que especialmente pertencia ao nosso mundo e seus habitantes, portanto, ele passa o resto do sistema planetário, deixando-o simplesmente incluído na palavra plurais céus. Na palavra terra cada coisa em relação ao mundo terra que a está incluído, isto é, tudo o que pertence às partes sólidas e fluidas do nosso mundo com a sua atmosfera circundante. Como, portanto, suponho que todo o sistema solar foi criado no momento, eu acho que perfeitamente no lugar para dar aqui uma vista geral de todos os planetas, com cada coisa curiosa e importante em relação até então conhecido por suas revoluções e afeições principais.
Uma visão geral da tabela do sistema solar inteiro I. -as revoluções, as distâncias,
TABELA II. -satélites de Júpiter
TABELA III. -satélites de Saturno
TABELA IV. -satélites de Herschel, OU A Sidus Georgium
 
OBSERVAÇÕES SOBRE as tabelas anteriores
Na tabela I. A quantidade ou as revoluções periódicas e siderais dos planetas é expressa em anos comuns, cada um contendo 365 dias, como, por exemplo, a revolução tropical de Júpiter é, por tabela, 11 anos, 315 dias, 14 horas, 39 minutos, 2 segundos, ou seja, o número exato de dias é igual há 11 anos, multiplicado por 365, e os 315 dias adicionais adicionados ao produto, o que torna Em todos os 4.330 dias. Os siderais e periódica vezes também são definidas para baixo para o segundo mais próximo do tempo, a partir de números usados na construção das tabelas na terceira edição de Astronomia M. de La Lande. As colunas contendo a distância média dos planetas a partir do sol em milhas inglesas, e sua maior e menor distância da Terra, tal como são resultado das melhores observações dos últimos dois trânsitos de Vénus, que deram a paralaxe solar para ser igual a 8 de três segundos de uma quinta grau, e, consequentemente, o diâmetro da Terra, como visto a partir do sol, deve ser a dupla de 8 de três quinto segundos, ou 17 de um quinto segundo. A partir desta quantidade passado, em comparação com os diâmetros aparentes dos planetas, como pode ser visto a uma distância igual à da Terra em sua distância principal do sol, os diâmetros dos planetas em milhas inglesas , como consta na sétima coluna têm foram cuidadosamente calculadas. Na coluna intitulada " A proporção de massa , a terra sendo 1 ", os números inteiros expressar o número de vezes que o outro planeta contém mais milhas cúbicos, e se o número de quilômetros cúbicos em terra ser dado, o número de quilômetros cúbicos em qualquer planeta pode ser facilmente encontrado, multiplicando as milhas cúbicas contidos na terra pelo número na coluna, e o produto irá ser a quantidade necessária.
Este é um pequeno esboço, mas precisa do vasto sistema solar; descrevê-lo totalmente, mesmo em todos os seus conhecidos revoluções e conexões, em toda a sua energia surpreendente e influência, no seu plano maravilhoso, estrutura, operações e resultados, exigiria mais volumes que pode ser dedicado ao comentário em si.
Como tão pouco pode ser dito aqui sobre um assunto tão vasto, pode parecer para algum impróprio para apresentá-lo a todos, mas para qualquer observação deste tipo I deve ser permitido para responder, que eu deveria considerar imperdoável não para dar uma geral vista do sistema solar no lugar onde a sua criação é introduzido pela primeira vez. Se essas obras forem estupendas e magníficas, o que deve ser Ele quem formou, guias, e suporta todos eles pela palavra do seu poder! Leitor fica admirado com este Deus, e não pequeis. Faça-o teu amigo por meio do Filho do seu amor, e, quando estes céus e esta terra não são mais, tua alma deve existir em felicidade consumada e indizível.
Veja as observações sobre o sol, a lua e estrelas, depois de Gênesis 1:16. Veja Clarke em Gênesis 1:16.
 
Versículo 2 . a terra era sem forma e vazia
O termo original  tohu e   bohu , que traduzimos sem forma e vazia , são de etimologia incerta, mas neste lugar, e onde mais eles são usados, eles transmitem a idéia de confusão e desordem . A partir desses termos é provável que os sírios e egípcios emprestando de seus deuses, Theuth e Bau , e os gregos seu caos . Deus parece à primeira vista ter criado os princípios elementares de todas as coisas, e isso formou o grande massa da matéria, que neste estado deve ser sem arranjo , ou qualquer distinção de partes: uma vasta coleção de materiais indescritivelmente confuso, de entidades sem nome estranhamente misturado, e maravilhosamente bem expresso por um poeta pagão antigo: - Antes dos mares e essa bola terrestre, e copa alta do céu que cobre tudo, Uma era a face da natureza, sem um rosto, mas sim, uma massa rude e desordenada; Um vulto sem vida, não estruturado e emoldurado, de sementes rangendo, e Caos justamente nomeado. DRYDEN.
O mais antigo dos gregos tem falado quase da mesma forma deste bruto, estado desordenado da massa primitiva caótica.
Quando este amontoado de princípios elementares foi trazido junto, Deus teve o prazer de passar seis dias em assimilar, concordar, e organizar os materiais, dos quais ele construiu, não só a terra, mas a todo o sistema solar.
O Espírito de Deus
- Este foi várias vezes estranhamente entendido. Alguns pensam que um vento violento se entende, porque, ruach muitas vezes significa vento, bem como πνευμα espírito, como faz em grego, e o termo de Deus está ligado com ele apenas, como eles pensam, para expressar o grau superlativo. Outros entendem por que um fogo elementar. Outros, o dom, penetrando e secar a terra com seus raios. Outros, os anjos, que deveriam ter sido empregados como agentes na criação. Outros, certo oculto princípio, chamado de anima mundi ou alma do mundo. Outros, uma atração magnética, pela qual todas as coisas foram causados a gravitar para um centro comum. Mas é suficientemente evidente a partir do uso da palavra em outros lugares, que o Espírito Santo de Deus se destina; que nosso abençoado Senhor representa sob a noção de vento João 3:8 , e que, como um vento impetuoso no dia de Pentecostes, encheu a casa onde os discípulos estavam sentados, Atos 2:2 , que foi imediatamente seguido por seu falar em outras línguas, porque eles ficaram cheios do Espírito Santo , Atos 2:4 . Estas escrituras suficientemente determinar o sentido em que a palavra é usada por Moisés.
Movido 
 merachepheth, foi pensando sobre, porque a palavra expressa de que o movimento trêmulo feito pela galinha enquanto que quer chocar seus ovos ou promovendo seus filhotes. É aqui provavelmente significa a comunicação de uma vital ou prolífico princípio para as águas. Como a ideia de incubação, ou a eclosão de um ovo, está implícito na palavra original, portanto, provavelmente a noção, que prevaleceu entre os antigos, que o mundo foi gerado a partir de um ovo.
 
Versículo 3. E disse Deus: Haja luz - Yehi ou,  vaihi .
Nada pode ser concebida mais digna do que esta forma de expressão. Ele argumenta a autoridade uma vez incontrolável, e poder, e em linguagem humana é quase impossível conceber que Deus pode falar mais como ele. Esta passagem, na tradução grega dos Setenta, caiu no caminho de Dionísio Longino, um dos críticos mais criteriosos gregos que já viveram, e que é altamente comemorado todo o mundo civilizado para um tratado que ele escreveu, intitulado Περι , Quanto ao SUBLIME, tanto em prosa e poesia; desta passagem, apesar de um pagão, ele fala nos seguintes termos:- -  και  των Ιουδαιων θεσμοθετης(ουχ  τυχων ανηρ,) επειδη την του θειου δυναμιν κατα την αξιαν εχωρησε, καξεφηνεν· ευθυς εν  εισβολη γραψας των νομων, ΕΙΠΕΝ  ΘΕΟΣ, φησι, τι; ΓΕΝΕΣΘΩ ΦΩΣ· και εγενετο. ΓΕΝΕΣΘΩ ΓΗ· και εγενετο. Assim também o legislador judaica (que não era um homem comum) ter concebido uma idéia justa do poder divino, ele se expressou de forma digna, pois, no início de suas leis, ele fala assim: Deus disse- QUE HAJA LUZ!, e houve luz. QUE HAJA TERRA! E lá era a terra. "-Longino, seita. ix. editar. Pearce.
Muitos têm perguntado: "Como pode a luz ser produzida no primeiro dia, e o dom, a fonte dele, não criado até o quarto dia? “Com as várias respostas e muitas vezes filosófico que foram dadas a essa pergunta eu não vou interferir, mas deverá observar que a palavra original significa não só a luz, mas o fogo, ver Isaías 31:9; Ezequiel 5:2. Ele é usado para o sol; Jó 31:26. E para o fluido elétrico ou relâmpago, Jó 37:3. E é digno de nota que Ele é usado em Isaías 44:16, para o calor, derivado (esh , o fogo . Ele arde parte, no fogo (bemo esh :) sim, ele aquenta si mesmo, e disse: Ah! Que eu já vi o fogo, raithiur, que um filósofo moderno que entendeu a língua não tem escrúpulos para traduzir, eu tenho recebido calórica, ou uma porção adicional de matéria do calor. Concluo, portanto, que, como Deus tem difundido o assunto de calorias ou de calor latente em cada parte da natureza, sem a qual não poderia ser nem vegetação nem vida animal, que é calórico ou de calor latente, que se destina principalmente pela palavra original.  Que não há luz latente, que é provavelmente o mesmo com o calor latente, podem ser facilmente demonstrados: tomar dois pedaços de rocha lisa cristal, ágata, coralina ou pederneira, e esfregue-as rapidamente no escuro, a luz latente ou questão de calórico será imediatamente produzida e se tornam visíveis. A luz ou de calorias, assim, desengatada não funcionar da mesma maneira potente como o calor ou de fogo, que é produzida pela remoção de sílex e de aço, ou a produzida por atrito elétrico. A existência desta calórica latente ou primitiva luz pode ser verificada em vários outros organismos, que pode ser produzido pela pedra e aço, esfregando dois paus duros juntos, martelando ferro frio, que em um curto espaço de tempo torna-se vermelho e quente, e pela compressão forte e repentina de ar atmosférico em um tubo. Fricção em geral, produz tanto fogo e luz. Deus, portanto, criou este agente universal no primeiro dia, porque sem ela não funcionamento da natureza poderiam ser realizadas em ou aperfeiçoado.
A luz é uma das produções mais surpreendentes da habilidade criativa e poder de Deus. É grande o meio pelo qual todos os seus trabalhos de outros são descobertos, examinados e entendidos, na medida em que eles podem ser conhecidos. Sua imensa difusão e extrema velocidade são por si só suficientes para demonstrar a existência e sabedoria de Deus. Luz foi provado por muitos experimentos para viajar à taxa surpreendente de 194.188 milhas em um segundo de tempo! E vem do Sol para a Terra em oito minutos 11 43/50 segundos, uma distância de 95513794 milhas inglesas.
 
Versículo 4. Deus separou a luz das trevas.
Isso não implica que a luz e as trevas são duas substâncias distintas, vendo a escuridão é apenas a privação da luz, mas as palavras simplesmente referir-nos por antecipação para a rotação da terra redonda seu próprio eixo uma vez em 23 horas, 56 minutos, e quatro segundo , o que é a causa da diferença entre o dia e a noite, trazendo as partes diferentes da superfície da terra, sucessivamente para dentro e por baixo dos raios solares, e provavelmente foi neste momento que Deus deu esta rotação da terra, para produzir esta disposição misericordiosa de dia e de noite. Para a forma em que a luz é suposto ser produzida, ver Gênesis 1:16, sob a palavra dom .
 
Versículo 6. E disse Deus: Haja uma expansão
Nossos tradutores, seguindo o firmamentum da Vulgata, que é uma tradução de στερεωμα da Septuaginta, privaram esta passagem de todo o sentido e significado. A palavra hebraica rakia , para  raka , para espalhar-se as cortinas de uma tenda ou pavilhão , simplesmente significa uma extensão ou espaço e, consequentemente, espaço que circum ambiente ou expansão separando as nuvens, que estão nas regiões mais elevadas do que, dos mares , abaixo dela. Este chamamos a atmosfera, a esfera de átomos ou partículas inconcebivelmente pequenas, mas a palavra parece ter sido usado por Moisés, num sentido mais amplo, e de modo a incluir a totalidade do vórtice planetário, ou o espaço que é ocupado pelo conjunto sistema solar.
 
O versículo 10.
E Deus chamou à seca terra Terra, e a reunião em conjunto das águas chamou Mares. Estes dois constituem o que é chamado o globo terrestre, em que a terra e a água existem em uma proporção mais criteriosa para o outro. Dr. Long pegou os papéis que cobrem a superfície de um globo terrestre 17 polegadas, e tendo cuidadosamente separados da terra do mar, ser ponderados os dois conjuntos de papéis com precisão, e descobriu que o papel do mar pesava 349 grãos, e os jornais da terra apenas 124; pelo qual experiência parece que quase três quartos da superfície do nosso globo, do ártico aos círculos Polares Antártico, são cobertos com água. O médico não pesam as partes dentro dos círculos polares, porque não há medição determinada a proporção de terra e de água que eles contêm. Esta proporção de três quartos da água pode ser considerada como demasiado grande, não se inútil, mas o Sr. Ray, pela maioria das experiências precisa feito por evaporação, provou-se que ele requer tanto aquosa de superfície para produzir uma quantidade suficiente de vapor para fins de arrefecimento da atmosfera, e que molha a terra. Veja Ray físico-teológicas Discursos.
Um químico eminente e filósofo, Dr. Priestley, tem muito corretamente observou que parece claro que Moisés considerado todo o globo terrestre como sendo criado em um fluido estado, as partículas de terra e outro de matéria que está sendo misturada com a água. A forma atual da terra demonstra a verdade do relato mosaico, pois é sabido que, se um corpo mole ou elástica globular ser rapidamente girou em torno do seu eixo, as partes nos polos será achatada, e as partes sobre o equador, a meio caminho entre os polos norte e sul, será levantado. Esta é precisamente a forma da nossa terra, que tem o valor de um esferoide achatado, um valor bastante semelhante ao formato de uma laranja. Tem sido demonstrado por aferição de que a Terra é diminuta nos polos e criado no equador. Este foi o primeiro conjecturado por Sir Isaac Newton, e depois confirmada por M. Cassini e outros, que media vários graus de latitude no equador e perto do polo norte, e descobriu que a diferença perfeitamente justificado conjectura de Sir Isaac Newton e, consequentemente, confirmou a conta mosaico. O resultado das experiências instituídos para determinar este ponto, mostrou que o diâmetro da Terra no equador é maior em mais de 23 e uma meia milha do que nos polos, o que permite o polar diâmetro para ser parte 1/334th mais curta do que o equatorial , de acordo com as medições recentes de vários raus de latitude feitas pelos senhores Mechain e Delambre -. L'Histoire des Mathem . par M. de la Lande, tom. iv., parte v, liv. 6.
E Deus viu que isso era bom.
Este é o julgamento que Deus pronunciou sobre suas próprias obras. Eles foram belo e perfeito em sua espécie, pois tal é a importação da palavra tob. Eles estavam em peso e medida perfeita e completa, sem nada. Mas o leitor vai achar estranho que essa aprovação deve ser expressa uma vez nos primeiro, quarto, quinto e sexto dias, duas vezes no terceiro , e não a todos na segunda ! Suponho que as palavras, e Deus viu que isso era bom, quer tenham sido perdidos a partir da conclusão do oitavo verso, ou que a cláusula em décimo versículo originalmente pertencia ao oitavo. Parece, a partir da tradução Septuaginta, que a palavra em questão existia originalmente no fim do oitavo verso, nas cópias que eles usaram, pois nessa versão ainda encontramos, Και ειδεν  Θεος  καλον· E Deus viu que isso era bom. Esta leitura, no entanto, não é reconhecida por qualquer dos Kennicott ou MSS De Rossi, Nem por qualquer uma das outras versões. Se a conta do segundo dia ficou originalmente como faz agora, nenhuma razão satisfatória pode ser dada para a omissão da expressão da aprovação divina do trabalho feito por sua sabedoria e poder naquele dia.
 
Versículo 11.
Deixe a terra relva - erva - árvores frutíferas, .  Nessas expressões gerais de todos os tipos de produtos vegetais são incluídos. Fruta-árvore não é para ser entendido aqui no sentido restrito em que o termo é utilizado no meio de nós; ele significa todas as árvores, não apenas aqueles que produzam frutos, que pode ser aplicada ao uso de homens e gado, mas também aqueles que tinham o poder de propagar-se por sementes, para manifestar-se no pouco , assim como no grande , ele mostrou sua sabedoria consumada em todas as partes do vegetal criação. Quem pode explicar, ou compreender, a estrutura de uma única árvore ou planta? As raízes, o tronco, as fibras lenhosas, a casca, os vasos de ar, os vasos de seiva, as folhas, as flores e os frutos, são tantos mistérios. Toda a habilidade, sabedoria e poder dos homens e dos anjos não poderia produzir um único grão de trigo: Uma mente séria e refletindo pode ver a grandeza de Deus, não só nos imensos cedros do Líbano, mas também nos infinitamente variadas florestas que aparecer através do microscópio no molde de queijo, pasta de velho,
 
O versículo 12.
Cuja semente em si que tem o poder de multiplicar-se por sementes, deslizamentos, raízes, ad infinitum, que contém em si todos os rudimentos da futura planta através de suas gerações sem fim. Esta doutrina tem sido abundantemente confirmada por observações mais precisas dos melhores filósofos modernos. O poder surpreendente com que Deus dotou a criação vegetal para multiplicar suas diferentes espécies pode ser exemplificado na semente do olmo. Esta árvore produz uma mil quinhentos e 84 milhões de sementes, e cada uma dessas sementes tem a capacidade de produzir o mesmo número. Como surpreendente é que esta produzir! No primeiro uma semente é depositada sobre a terra, a partir desta uma árvore de molas que, no decurso da sua vida vegetativa produz 1500 e84 milhões de sementes. Esta é a primeira geração. A segunda geração será de dois trilhões, 500 e nove mil e 56 bilhões. A terceira geração será de 3900 e 74 quatrilhões, 300 e 44700 e quatro trilhões! E a quarta geração destes equivaleria a seis sextillions 200 e 95 mil 300 e 62 quintilhões, 11.000 um quatrilhões cento e 36! Somas imensas demais para a mente humana conceber, e, quando nós permitimos o espaço mais confinado em que uma árvore pode crescer, parece que as sementes da terceira geração de um olmo haveria muitos milhares de vezes mais do que suficiente para abastecer as superfícies inteiras de todos os planetas do sistema solar! Mas as plantas se multiplicam por deslizamentos, bem como por semente. Sir Kenelm Digby viu em 1660 uma planta de cevada, na posse dos pais da doutrina cristã em Paris, que continha 249 talos fugindo de uma raiz ou em grãos, e na qual ele contou para cima de 18.000 grãos. Veja minhas experiências em Lavandro na Revista Metodista.
 
Versículo 14. E disse Deus: Haja luz,
Sede - Uma delas foi dividir entre o dia e a noite. Quando a noite é considerada um estado de relativa escuridão, como luzes de dividir ou distingui-lo? A resposta é fácil: O sol é o monarca do dia, que é o estado de luz, a lua, a noite, o estado de escuridão. Os raios do sol, caindo sobre a atmosfera, são refratadas e difundidas sobre a totalidade do que hemisfério da Terra imediatamente sob sua esfera, enquanto os raios de que luminar vasto que, por causa da pequenez da terra em comparação do sol, são difundida em todos os lados para além da terra, caindo sobre o disco opaco da lua, são refletidas para trás, para o que pode ser chamado o hemisfério inferior, ou que a parte de terra, que é oposta à parte que é iluminada pelo sol, e quanto Terra completa uma revolução em seu próprio eixo em cerca de vinte e quatro horas, consequentemente, cada hemisfério tem dias alternados e noite. Mas, como a luz solar refletida a partir da face da lua é calculado para ser 50 mil vezes menos em intensidade e efeito que a luz do sol, uma vez que provém diretamente do mesmo a nossa terra, (por ligeiras diminuições na sua intensidade como a distância que viagens do sol aumenta), portanto, uma distinção suficiente é feita entre o dia ea noite, ou a luz e as trevas, não obstante cada um é regido e determinado por uma destas duas grandes luzes , a lua governar a noite, ou seja, refletindo a partir de sua própria superfície de volta à terra os raios de luz que ela recebe do sol. Assim, ambos os hemisférios são até certo ponto iluminado: a um, em que o sol brilha, completamente assim, esta é dia : o outro, em que a luz do sol é refletida pela lua, parcialmente, o que é noite . É verdade que ambos os planetas e as estrelas fixas pagar uma parcela considerável de luz durante a noite, no entanto, não pode ser dito para governar ou a predominar por sua luz, porque seus raios são completamente perdidos no esplendor superior da luz da lua.
E sejam eles para sinais - leothoth. Deixe-os a ser consideradas como sinais contínuos de cuidado de Deus concurso para o homem, e como estando provas de sua contínua milagrosa interferência, por isso a palavra OTH é frequentemente utilizado. E não é a energia de Deus todo-poderoso que sustentá-los em ser? O sol e a lua também servem como sinais das mudanças diferentes que ocorrem na atmosfera, e que são tão essenciais para todos os fins de agricultura, comércio,
Para estações -  moadim; Para a determinação dos tempos em que os festivais sagrados devem ser mantidos. Neste sentido, a palavra ocorre freqüentemente, e era certo que na abertura da sua própria revelação de Deus deve informar homem que havia certos festivais que deve ser comemorado anualmente a sua glória. Alguns pensam que devemos entender a palavra original como significando meses, para o que sabemos a lua serve essencialmente através de todas as revoluções do tempo.
Por dias
Ambas as horas do dia e da noite, assim como os diferentes comprimentos dos dias e noites, distinguem-se por os espaços mais longos e mais curtos de tempo o sol está acima ou abaixo do horizonte.
E anos.
Ou seja, esses grandes divisões de tempo pelo qual toda sucessão no lapso grande de duração se distingue. Esta se refere principalmente a uma revolução completa da terra em torno do sol, que é realizada em 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 48 segundos, pois, embora a revolução seja a da Terra, mas ele não pode ser determinado, mas pelos divinos corpos.
 
Versículo 16.
E fez Deus os dois grandes luminares Moisés fala do sol e da lua aqui, não de acordo com sua maior ou teor de sólidos, mas de acordo com a proporção de luz derramaram sobre a terra. A expressão tem sido sofisma liberado menos por alguns que são tão desprovidos de capacidade mental como de franqueza. "A Lua", dizem eles, "não é um grande corpo, ao contrário, é o muito menor em nosso sistema. “Bem, e Moisés disse o contrário”? Ele disse que é uma grande LUZ; havia dito de outra forma ele não tivesse falado a verdade. É, em referência à terra, ao lado do próprio sol, a luz maior do sistema solar, e tanto é verdade que a lua é uma grande luz , que proporciona mais luz para a Terra do que todos os planetas do sistema solar, e de todas as inúmeras estrelas no firmamento do céu, juntos. É digno de nota que no quarto dia da criação do sol se formou, e depois "tentou primeiro seus raios de através a tristeza profunda", e que no final do quarto milenar da criação, de acordo com o hebraico, o sol da justiça brilhou sobre o mundo, como profundamente afundado na escuridão mental produzida pelo pecado como o mundo antigo era, ao mesmo tempo repleta escuridão ocupou o domínio, até que o sol foi criado como o dispensador de luz. O que seria do mundo natural estar sem o sol? Um desperdício uivando, em que nem animal nem vida vegetal poderiam ser sustentada. E o que seria do mundo sem moral ser Jesus Cristo, e à luz de sua palavra e Espírito? Apenas o que as partes agora são onde a sua luz ainda não brilhava: "lugares escuros da terra, cheios de moradas de crueldade", onde prevalece o erro sem fim, e superstição, gerando falsas esperanças e medos falsos, degrada e avilta a mente do homem.
Muitos supõem que os dias da criação resposta para tantos milhares de anos, e que, como Deus criou tudo em seis dias e descansou no sétimo, para que o mundo deve durar seis mil anos, eo sétimo será o descanso eterno que continua a ser para o povo de Deus. Para essa conclusão foram levados por estas palavras do apóstolo, 2 Pedro 3:8 : Um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia . Coisas secretas pertencem a Deus, aqueles que são revelados a nós e nossos filhos.
Ele fez também as estrelas.
Ou melhor, Ele fez a luz menor, com as estrelas, para governar a noite. Veja Claudlan de Raptu PROSER, lib. ii., v 44.
Hic Hyperionis solem de Semine nasci Fecerat, et pariter lunam, sed dispare forma, duces auroras noctisque.
De famoso Hyperion que ele causar a subir O sol, a lua e colocado em meio aos céus, com esplendor vestida, mas de luz muito desigual, radiantes. Os líderes do dia e da noite. 
DO SOL
Sobre a natureza do sol tem havido várias conjecturas. Por muito tempo pensou que ele era um grande globo de fogo 1.384.462 vezes maior que a Terra, e que ele estava emitindo continuamente a partir de milhões de seu corpo inumeráveis de fogo partículas, que, sendo extremamente dividido, responderam com a finalidade de luz e calor sem ocasionar qualquer ignição ou queima, exceto quando coletadas no foco de uma lente convexa ou queima de vidro. Contra esta opinião, no entanto, muitas objeções sérias e importantes foram feitas, e que tem sido tão pressionado com as dificuldades que os filósofos têm sido obrigados a olhar para uma teoria menos repugnante para a natureza e probabilidade. Descobertas do Dr. Herschel, por meio de seus telescópios imensamente de aumento, tem, pelo consentimento geral de filósofos, acrescentou um novo mundo habitável para o nosso sistema, que é o dom Sem parar de entrar em detalhes, o que seria impróprio aqui, é suficiente dizer que essas descobertas tendem a provar que o que chamamos de dom é apenas a atmosfera desse luminar "; que essa atmosfera é composta de vários fluidos elásticos que são mais ou menos lúcida e transparente; que, como as nuvens que pertencem a nossa terra são provavelmente decomposições de alguns dos fluidos elásticos pertencentes à própria atmosfera, então podemos supor que na vasta atmosfera do sol, decomposições semelhantes podem ocorrer, mas com a diferença de que as decomposições dos fluidos elásticos do sol são de uma fosfórico natureza, e são atendidos pelas aparências lúcidos, dando a luz. " O corpo do sol que ele considera como geralmente escondido de nós por meio deste ambiente luminoso, mas o que são chamados de máculas ou manchas no sol são reais aberturas neste ambiente, através do qual o corpo opaco do sol torna-se visível, e que esta atmosfera em si não é inflamado nem quente , mas é o instrumento que Deus concebida para agir sobre o calor calórico ou latente, e que o calor é produzido apenas pela luz Solar, agindo sobre e combinando-se com o assunto calórico ou de incêndio contido no ar, e outras substâncias que são aquecidos por esta. Esta teoria engenhosa é apoiada por muitas razões plausíveis e ilustrações, que podem ser vistas no papel, leu antes da Royal Society. Sobre este assunto ver Clarke em Gênesis 1:3.
DA LUA
Não há praticamente nenhuma dúvida agora permanecendo no mundo filosófico que a Lua é um mundo habitável. As observações mais precisas que foram feitas com os telescópios mais poderosos confirmaram a opinião. A lua parece, em quase todos os aspectos, para ser um corpo semelhante o nosso terra, terem a sua superfície diversificada por montes e vales, montanhas e vales, rios, lagos e mares. E há a mais completa evidência de que a nossa terra serve como uma lua para a lua ela mesma, diferindo apenas no presente, que como a superfície da Terra é treze vezes maior do que o da Lua, então a lua recebe da terra uma luz treze vezes maior em esplendor do que a que ela dá a nós, e por uma analogia muito correto, somos levados a inferir que todos os planetas e seus satélites, ou luas de atendimento, são habitados, por questão parece só existir para o bem dos seres inteligentes.
DAS ESTRELAS
As estrelas, em geral, são consideradas sóis, semelhante ao que em nosso sistema, cada um com um número apropriado de planetas em movimento em volta dela, e, como estas estrelas são inumeráveis, conseqüentemente, há inúmeros mundos, todos dependentes do poder, proteção, e da providência de Deus. Onde as estrelas são em grande abundância, Dr. Herschel supõe formam primárias e secundárias, ou seja, sóis girando em torno de sóis, como planetas giram em torno do Sol em nosso sistema. Ele considera que este deve ser o caso em que é chamada a Via Láctea, as estrelas de estar lá em quantidade prodigiosa. Isso, ele dá a prova seguinte: Em agosto de 22,1792, ele descobriu que não em 41 minutos de tempo de menos de 258 mil estrelas haviam passado pelo campo de visão em seu telescópio. O que deve ser Deus, que fez, governa, e suporta tantos mundos!Para as magnitudes, distâncias, revoluções, do sol, da lua, planetas, e seus satélites, consultem as tabelas anteriores. Veja Clarke em Gênesis 1:1.
 
Versículo 20. Que as águas produzir abundantemente 
Há um significado nestas palavras que raramente é notado. Inumeráveis milhões de animais são encontrados na água. Naturalistas eminentes não descobertos menos de 30 mil em uma única gota! Como inconcebivelmente pequeno deve cada ser, e ainda cada animal perfeito, equipados com todo o aparato de ossos, músculos, nervos, coração, artérias, veias, pulmões, vísceras em geral, espíritos animais,
a fecundidade de peixes é outro ponto pretendido no texto; não da criatura são tão prolífico como estes. A TENCAS colocar 1.000 ovos, uma carpa 20.000, e Leuwenhoek contadas em um COD mediano porte 9.384.000! Assim, de acordo com o propósito de Deus, as águas produzir abundantemente. E o que uma provisão misericordiosa é este para as necessidades do homem! Muitas centenas de milhares de habitantes da Terra vivem para uma grande parte apenas do ano no peixe. Pescar pagar, não apenas um saudável, mas uma dieta muito nutritiva, pois eles estão sujeitos a algumas doenças e, geralmente, vêm em grandes quantidades para as nossas costas, quando em sua maior perfeição. Neste também podemos ver que o tipo providência de Deus anda de mãos dadas com sua criação de energia. Enquanto ele manifesta sua sabedoria e seu poder, ele está fazendo uma disposição permanente para o sustento do homem através de todas as suas gerações. 
 
Versículo 21. E Deus criou grandes baleias
 hattanninim Hagedolim. Embora esta seja geralmente entendida pelos diferentes versões como significando as baleias, mas o original deve ser entendido mais como um modo geral que um determinado prazo, que incluem todos os grandes animais aquáticos, tais como as várias espécies de baleia, o golfinho, o unicórnio ou peixe unicórnio, e o tubarão. Deus se deleita em mostrar-se em pouco, bem como em grandes coisas: por isso ele faz animal tão pequeno que 30.000 podemos ser contidos em uma gota de água, e outros tão grandes que parecem exigir quase um todo mar a flutuar dentro.
 
Versículo 22. Deixe as aves se multipliquem na terra. 
Ele é verdadeiramente surpreendente, com o cuidado, sabedoria e habilidade minutos Deus formou os diferentes gêneros e espécies de aves, quer se destinem a viver principalmente em terra ou na água. A estrutura de uma única pena oferece um mundo de maravilhas, e como Deus fez as aves que possam voar no firmamento do céu, Gênesis 1:20 , ele adaptou a forma de seus corpos, e da estrutura e disposição de sua plumagem , para esse propósito. Cabeça e do pescoço em voo são desenhados principalmente dentro do esterno, de forma que a parte inteira sob exibe a aparência de um casco de navio. As asas são feitas como uso de velas, ou melhor, remos, e a cauda como um leme ou leme. Por meio destes a criatura não só é capaz de preservar o centro de gravidade, mas também para acompanhar a velocidade vasta através do ar, ou para a frente, circular, ou em qualquer tipo de ângulo, para cima ou para baixo. Nestes também Deus mostrou sua habilidade e seu poder na grande e na pequena -no vasto avestruz e casuar, e no belo beija-flor, que na plumagem supera o esplendor do pavão, e em tamanho é quase na um nível com a abelha.
 
Versículo 24. Que a terra produza a criatura viva,
nephesh chaiyah, um termo geral para expressar todas as criaturas dotadas de vida animal, em qualquer de suas gradações infinitamente variadas, desde a metade o raciocínio do elefante para o estúpido potto, ou ainda menor, para o polype, que parece igualmente partilhar a vida vegetal e animal. A palavra
chaitho, na última parte do verso, parece significar todos os selvagens animais, como leões, tigres, carnívoros , ou viver na carne , em contraposição a partir domésticos animais, como são herbívoro , ou viver na grama e outros vegetais, e são capazes de serem treinadas, e aplicados para fins domésticos. Veja Clarke em Gênesis 1:29. Estes últimos são, provavelmente, significa behemah no texto, que nós traduzimos gado, como cavalos, vacas, ovelhas, cães, répteis, Remes, todos gêneros diferentes de serpentes, vermes, e os animais não têm como pés. Em animais também Deus mostrou sua habilidade maravilhosa e poder; no vasto elefante, ou ainda mais colossais mamutes ou mastodonte, toda a raça que parece ser extinto, alguns esqueletos são os únicos remanescentes. Este animal, um efeito surpreendente do poder de Deus, ele parece ter produzido apenas para mostrar o que podia fazer, e depois de sofrer alguns deles para se propagar, ele extinguiu a corrida por uma providência misericordioso, que não pode destruir o homem eo besta. O mamute parece ter sido uma carnívoros animal, como a estrutura dos dentes prova, e de um tamanho imenso, a partir de uma parte considerável de um esqueleto que vi, é calculado que o animal a que pertencia deve ter sido de quase 25metros de altura e 60 de comprimento! Os ossos de um dedo do pé são inteiros, o dedo do pé para cima de três metros de comprimento. Mas este esqueleto pode ter pertencido ao megalonyx, uma espécie de preguiça, ou bradypus, até então desconhecidas. Poucos elefantes jamais foram encontrados para exceder 11 pés de altura. Quão maravilhosas são as obras de Deus! Mas a sua habilidade e poder não são menos visto na bela chevrotin, ou Tragulus, uma criatura do tipo antílope, o menor de todos bífida ou fendido patas dos animais, cujo delicado membros são quase tão grandes como uma pena de ganso comum, e também no rato megera, talvez o menor dos quadrúpedes muitos dedos. No réptil tipo que vemos também a mesma habilidade e poder, não só na imensa cobra chamada Boa constritor , o inimigo mortal e conquistador do tigre real, mas também na cobra de Manille , uma serpente venenosa, apenas um pouco maior do que uma agulha de costura comum.
Versículo 25. E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie. 
Cada coisa, tanto no mundo animal e vegetal foi feita de modo segundo a sua espécie, tanto em gênero e espécie, a produzir sua própria espécie através de gerações sem fim. Assim, as várias raças de animais e plantas foram mantidas distintas, desde a fundação do mundo, para os dias de hoje. Esta é uma prova de que todas as futuras gerações de plantas e animais foram incluídas no seminalmente aqueles que Deus formou no início.
 
Versículo 26. E disse Deus: Façamos o homem
É evidente que Deus tem a intenção de impressionar a mente do homem com um sentido de algo extraordinário na formação de seu corpo e alma, quando ele introduz o relato de sua criação, portanto, vamos EUA o homem. A palavra  Adão, que traduzimos homem, é destinado a designar as espécies de animais, como chaitho, marca os animais selvagens que vivem na vida de um modo geral solitário; behemah, domésticos ou animais gregários e Remes, todos os tipos de répteis, a partir do maior cobra para a enguia microscópica. Embora o mesmo tipo de organização possa ser encontrado no homem, como aparece nos animais inferiores, ainda existe uma grande variedade e complexidade das peças, uma delicadeza de estrutura, um bom arranjo, uma adaptação criteriosa dos diferentes membros de seus escritórios grandes e funções, uma dignidade, de semblante, e uma perfeição do todo, que são procurados em vão em todas as outras criaturas. Veja Gênesis 3:22 .
Em nossa imagem, conforme a nossa semelhança  que está dito acima se refere apenas ao corpo do homem, o que é dito aqui se refere a sua alma. Isto foi feito na imagem e semelhança de Deus. Agora, como o Ser Divino é infinito, ele não é limitado por partes, nem definível por paixões, por isso ele não pode ter imagem corporal depois que ele fez o corpo do homem. A imagem e semelhança se devem, necessariamente, ser intelectual, sua mente, sua alma, deve ter se formado após a natureza e perfeições de seu Deus. A mente humana é ainda dotado de capacidades mais extraordinários, era mais quando a emissão das mãos de seu criador. Deus estava agora a produzir um espírito, um espírito, também, formada após as perfeições da sua própria natureza.Deus é a fonte de onde esse espírito emitido, portanto, o fluxo deve se parecer com a mola que o produziu. Deus é santo, justo, sábio, bom e perfeito, por isso deve ser a alma que surgiu a partir dele: poderia haver nela nada impuro, injusto, ignorante, mal, base, baixa, média, ou vil. Ele foi criado à imagem de Deus, e essa imagem, nos diz São Paulo, consistiu na justiça, a verdadeira santidade , e conhecimento, Efésios 4:24 ; Colossenses 3:10 . Daí o homem era sábio em sua mente, santo em seu coração , e justo em suas ações . Foram mesmo a palavra de Deus em silêncio sobre este assunto, não poderíamos inferir menos das luzes realizadas até nós pela razão e senso comum. O texto nos diz que ele foi o trabalho de ELOHIM, a pluralidade divina, marcado aqui mais claramente pelo plural pronomes EUA e NOSSO, e para mostrar que ele era a obra-prima da criação de Deus, todas as pessoas na Divindade são representados como unidos em conselho e esforço para produzir essa criatura incrível.
Gregory Nyssen tem muito corretamente observou que a superioridade do homem para todas as outras partes da criação é visto no fato de que todas as outras criaturas são representadas como o efeito de Deus palavra, mas o homem é representado como o trabalho de Deus, de acordo com o plano e consideração.Veja suas Obras, vol. i, p. 52, c. 3.
E deixá-los ter domínio
Daí, vemos que o domínio não era o de imagem. Deus criou o homem capaz de governar o mundo, e quando equipados para o escritório, ele fixou-o na mesma. Nós vemos o cuidado de Deus e solicitude concurso parental para o conforto e bem-estar desta obra-prima de sua obra, na criação do mundo anteriormente à criação do homem. Ele preparou tudo para a sua subsistência, comodidade e prazer, antes que ele trouxe à existência, de modo que, comparando pouco com coisas grandes, a casa foi construída, mobilado, e amplamente armazenado, pelo tempo que o inquilino destinados estava pronto para ocupar lo.
Foi suposto por alguns de que Deus fala aqui para os anjos, quando ele diz: Deixe-nos fazer o homem, mas para tornar esta uma interpretação provavelmente essas pessoas devem provar, 1. Que os anjos foram criados. 2. Que os anjos podem ajudar em uma obra da criação. 3. Que os anjos foram-se feito à imagem e semelhança de Deus. Se não fosse, não poderia ser dito, em NOSSA imagem , e não aparecem em qualquer parte nos escritos sagrados que qualquer criatura, mas o homem foi feito à imagem de Deus. Veja Clarke em Salmos 8:5 . 
 
Referências Bibliográficas (outras estão acima) Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006.
Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
www.ebdweb.com.br
www.escoladominical.net
www.gospelbook.net
www.portalebd.org.br/
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/alianca.htm
GÊNESIS - Introdução e Comentário - REV. DEREK KIDNER, M. A. - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova ,Caixa Postal 21486, São Paulo - SP, 04602-970
Gênesis a Deuteronômio - Comentário Bíblico Beacon - CPAD - O Livro de Gênesis - George Herbert Livingston, B.D., Ph.D.

Revista CPAD - Lições Bíblicas - 1995 - 4º Trimestre - Gênesis, O Princípio de Todas as Coisas - Comentarista pastor Elienai Cabral

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