sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Lição 2, A Criação dos Céus e da Terra, 4 partes, 4Tr15, Ev Henrique 2 Parte

Trabalho do Segundo Dia - Expansão - Céus - 1:6-8
O trabalho dos três primeiros dias foi lento e moroso. O resultado do primeiro dia foi a luz, o do segundo dia foi a criação da expansão ou separação entre as águas debaixo e
as águas de cima. Águas em estado líquido e águas em estado gasoso. Aquelas sobre a face da terra e estas suspensas nos ares. Esta separação tornou possível o aparecimento da expansão de cima. A esta expansão Deus chamou céus. Devemos, porém, notar que os céus foram criados no princípio, juntamente com a terra, conforme o verso primeiro. Assim, o que se deu agora foi o seu aparecimento e não sua criação. O problema, como o compreendemos pelo estudo das ciências físicas, era mais ou menos o seguinte: como já notamos, a matéria estava a princípio, em estado gasoso e foi pouco a pouco se solidificando no nosso planeta. À medida que ia esfriando a crosta da terra, os vapores que estavam no espaço, como resultado do enorme calor desprendido do planeta, foram se condensando pouco a pouco e caindo sobre a terra em forma de água, de modo a haver água embaixo e água em cima, como dizem os versos 6 e 7.
As águas suspensas no espaço não permitiam que o céu fosse visto. Um imenso oceano cobria toda a terra e um espesso nevoeiro, dificilmente deixando transparecer a luz do sol, toldava a atmosfera em cima. É certo que a terra esteve imersa por espaço de tempo ignorado, visto que em qualquer parte se encontram vestígios de vida marinha. Com isso combina o texto sagrado, como se vê nos versos 9 e 10 deste capítulo. Tal foi, pois, o trabalho deste dia. Insignificante à primeira vista, mas consideravelmente grande em si mesmo. O caos do verso 2 tinha sido fundamentalmente modificado pelo aparecimento da luz e pela separação entre águas e águas. Beleza e ordem começam a invadir este cenário em que vivemos. Há progresso e beleza nesta singela narrativa.
A linguagem de Moisés "E chamou Deus à expansão céus" não nos deve confundir, e muito menos é caso de atribuir-lhe ignorância por confundir expansão com céus. Nós usamos, muitas vezes, esta linguagem acomodava e formal, sem merecermos, por isso, a pecha de ignorantes ou descuidados. Chamamos a abóbada celeste céus, quando sabemos que os céus estão muito além, e são muito diferentes do azul do firmamento. Portanto, a palavra céus, usada daqui em diante, não deve atrapalhar-nos. Ela é empregada como sinônimo de expansão ou firmamento. O que Deus criou neste segundo dia nem foi o céu nem o firmamento, mas o espaço ou, como bem diz o texto, a expansão entre o firmamento e a terra. O lugar onde correm as nuvens carregadas de água, onde voam os pássaros, os aeroplanos etc.
A mesma linguagem usada para o primeiro dia é usada aqui: foi a tarde e a manhã, o dia segundo. De quanto tempo foi este dia, não sabemos, mas, se considerarmos os diversos processos por que passam o hidrogênio e o oxigênio, para se transformarem em água e vice-versa, vemos que grande foi o espaço de tempo tomado por este dia. Talvez menor do que o primeiro, mas grande, todavia.
 
Trabalho do Terceiro Dia - Mares, Terra e Vegetação - 1:9-13
O terceiro dia de Gênesis corresponde ao período Secundário ou Mesozóico em Geologia. Um imenso mar cobria toda a terra, por causa da condensação das grandes
camadas de vapor que tinham enchido a atmosfera por longos milênios. Dando todo o crédito à Geologia e à Paleontologia, com suas várias divisões em períodos Laurenciano e Huroniano, verifica-se perfeita analogia entre a ciência e o Gênesis. Os depósitos de grafite encontrados no Canadá pertencem a esse período e representam as mais rudimentares formas de vida vegetal, vida esta que se prolonga até ao principio do Quinto Dia, quando apareceu a vida animal. Nós temos de convir que é extremamente difícil para o geólogo determinar com precisão a concordância entre os dias da Bíblia e os períodos geológicos, visto que as alterações que a crosta terrestre sofreu modificaram muito as várias camadas em que se encontram os vestígios da vida primitiva. Contudo, é de admirar que numa época tão remota Moisés deixasse um relato abreviado da origem do mundo e da vida, que não obstante os preconceitos de muitos, continua a resistir a todos os exames e investigações. Tão grande precisão científica não se encontra em literatura alguma que nos venha da antigüidade. Nem os babilônios, nem os egípcios, nem os gregos, que herdaram a ciência destes antigos povos, (1) nos puderam dar uma filosofia tão precisa sobre a ordem e a origem das primeiras coisas. Isto deve representar muito mais que meros conhecimentos humanos, desde que nenhum outro historiador escreveu como Moisés. É por isso que nós cremos na inspiração da Bíblia. Outros sábios houve no tempo de Moisés. Admiráveis especulações filosóficas também, mas verdade como Moisés deixou em tão poucas palavras ninguém conseguiu alinhar. Dia a dia a ciência vai convencendo de que não há contradição entre a Revelação e a mesma ciência; e quando houver contradição, serão os sábios que estarão errados e não a Bíblia, como já, por muitas vezes, se evidenciou. O trabalho deste dia foi separar a terra das águas e fazer que ela produzisse ervas. A linguagem bíblica é, como sempre, simples e concisa. Ajuntem-se as águas debaixo do céu num lugar à parte e apareça a porção seca. Aceitamos candidamente que este processo se efetuou por meio de abalos vulcânicos. A terra tinha uma pequena crosta, cobrindo a parte incandescente do interior e uma formidável camada d'água cobrindo a mesma crosta.
Esta crosta ia engrossando pouco a pouco e a água ia lentamente se infiltrando, até encontrar a parte interna em fusão. Ainda, o encontro da água com a matéria em fusão
produziria, inevitavelmente, uma explosão de vapores, que, por sua vez, refletiria na superfície, alterando sua conformação grandemente. Estes abalos ou, como chamaríamos
hoje, terremotos, levantariam uma certa extensão da terra e abaixariam outra, dando lugar à elevação de montanhas e abaixamento de vales. As cordilheiras, como a dos
Andes, as montanhas, como o Himalaia, os enormes picos encontrados por toda a terra, e os profundos vales e abismos, crê-se, foram originados por estes abalos subterrâneos. A elevação de uma porção de terra e o abaixamento de outra fizeram que as águas procurassem a parte mais baixa, deixando a outra parte descoberta. Esta parte seca foi por Deus chamada terra, e a parte onde as águas se reuniram foi chamada mar. Ainda hoje se dão os mesmos fenômenos, se bem que em menor número. De um momento para outro, podem aparecer novas ilhas e desaparecer certos continentes. Bastaria um pequeno abaixamento nas imediações das ilhas britânicas, para que a Inglaterra fosse submergida. Não há muita dúvida hoje, nos círculos científicos, de que onde está agora o Oceano Atlântico houve outrora um grande continente chamado Atlântida. Os vulcões não são outra coisa senão resquícios das condições em que a terra estava neste terceiro dia.
As erupções vulcânicas são causadas pelo acúmulo de matéria incandescente que ainda se encontra no coração da terra, alimentada pela infiltração das águas oceânicas e das que caem sobre a terra, as quais vão se acumulando, até que, uma vez cheia a cratera, dá-se a erupção. À medida que se entra no coração da terra, o calor aumenta, um grau em cada trinta metros, segundo as experiências de um sábio francês. Portanto, o que Moisés diz em poucas palavras é tão verdade como é verdade tudo que se tem dito e escrito há muitos anos sobre este assunto.
Apenas apareceu a terra, Deus lhe deu a ordem de produzir relva. É crível que mesmo no fundo dos oceanos Deus tivesse criado as algas marinhas, espécies elementares de
verdura, e estas, uma vez imersa a terra, continuassem sua vegetação. A palavra hebraica traduzida erva na tradução de Almeida é traduzida relva na tradução Brasileira (1) e está muito mais de acordo com o sentido original. Há muita diferença entre relva e erva. A melhor tradução é: Produza a terra relva verde, erva que dê semente ... Esta relva
pertence à família dos criptógamos, que só se reproduzem por meio de esporos, e não por sementes. A erva recebeu capacidade de produzir semente, enquanto que a relva não. Notemos a ordem da criação deste dia: (1) Relva. (2) Erva que dê semente. (3) Árvore frutífera que dê fruto. Há uma admirável ordem na criação. Há uma admirável economia do poder divino. Gesenius, famoso hebraísta alemão, traduz relva por "primeiros rebentos da terra". Moisés não escreveu uma história natural, bem como não escreveu um tratado de Geologia sobre a primeira parte deste dia, mas nem por isso sua narrativa deixa de ser científica. A Geologia confirma que a primeira evidência de vida vegetal no globo era muito rudimentar. Antes das florestas, donde se originaram os grandes depósitos de carvão, de onde nos abastecemos para diversos fins, encontram-se vestígios de vida vegetal muito simples. As grandes florestas vêm muito depois. Estas imensas camadas de carvão de pedra foram o resultado da tremenda vegetação que cobriu a terra e dos terremotos que, alterando continuamente sua feição, sepultaram, à profundidade considerável, as florestas, e daí sua petrificação, transformando-se em carvão. Os inimigos da revelação sobrenatural têm tomado estes fatos para mostrar que houve evolução tanto nas plantas como nos animais. Primeiro relva, depois erva, em seguida árvores, e assim por diante. Mas Deus salvou desta doutrina o mundo, dando a cada planta a lei de reprodução: "Segundo sua espécie". Deus criou certo número de famílias e deu-lhes o poder natural de se reproduzirem segundo sua espécie. Não há nada que prove que uma planta pode mudar-se noutra de diferente espécie. O alarde que se tem feito sobre a origem das espécies de Darwin tem mais fumo do que fogo, é trovoada sem chuva. Ele mesmo, depois de ensaios pacientes, concluiu que se dava o aperfeiçoamento de uma espécie, mas não a sua mutação noutra. Os criadores de gado podem melhorar suas espécies, mas não podem mudar uma espécie. Os agricultores e botânicos podem aperfeiçoar uma planta, mas nunca mudar sua espécie.
Outra coisa que a ciência moderna confirma é que muito antes de aparecer vida animal, existiu vida vegetal. O tempo ninguém pode medir, mas o fato pode ser constatado. A
vida animal vem do quinto dia. Houve, portanto, um imenso período de tempo entre a criação dos vegetais e a criação dos animais.
Diz-se que essas três espécies de plantas mencionadas aqui apareceram com intervalos imensamente grandes. No fim da época Siluriana, só havia os criptógamos e as
algas marinhas, plantas muito rudimentares. Na época Devoniana aparecem as árvores e outras plantas do reino vegetal, de estrutura desenvolvida. Se estas classificações têm razão de ser, o terceiro dia foi de longa duração, e entre a criação da relva, da erva e das árvores mediou considerável espaço de tempo. Para nós, é irrelevante o tempo que Deus gastou, se foi um momento ou miríades de séculos. Cremos que ele criou e que tudo o que o universo apresenta é o resultado das atividades divinas.
A Bíblia diz que este ato do Criador constituiu o terceiro dia, havendo tarde e manhã.
 
Trabalho do Quarto Dia - Sol e Lua - 1:14-19
Tem sido um ponto favorito para os críticos que a cosmogonia mosaica falha nos pontos mais elementares da Astronomia e se contradiz a cada passo, pondo a criação do
sol no quarto dia, quando a luz apareceu no primeiro dia. Qualquer menino de escola primária sabe, porém, que podemos ter luz mesmo sem ter sol. Os indígenas sabem fazer fogo com atrito de dois paus.
Nós, que temos os fósforos, podemos ter luz mesmo numa noite tenebrosa. Houve luz antes de haver sol. Ainda mais, todos sabemos que a terra e os demais planetas que se
encontram no espaço giram todos em torno do sol, e que este é o centro do sistema planetário. Como é que Moisés, dizem, escreve que o sol e a lua só foram criados no
quarto dia, quando não se explica a existência da terra sem o sol? Mas este é um argumento bem pobre para se fazer dele questão de controvérsia. Moisés diz que os céus
e a terra foram criados no PRINCÍPIO, e por céus e terra entendemos o universo. Logo, ele diz que todos os astros ou a matéria de que todos eles se compõem foram criados no princípio. Assim, o sol e a lua foram resultado do ato criador no princípio. Alguns comentadores crêem que a luz que Deus fez aparecer no primeiro dia não foi tanto o
resultado do atrito da matéria, mas a luz do sol mesmo, que procurava atravessar a densa névoa que ainda cobria os astros. Moisés não está discutindo a técnica da criação, mas descrevendo o fato como ele aparecia aos olhos do observador. Voltaire, que se ufanava de encontrar contradições na Bíblia, chegou a afirmar que não podia haver luz sem haver sol, e, portanto, ou não houve luz no primeiro dia ou o sol não foi criado no quarto dia.
Vejamos o que diz o texto sagrado:"Haja luminares na expansão dos céus... " Não se diz que foram criados. O verbo haver nunca foi usado como sinônimo de criar. A forma é a imperativa do verbo ser. Mais adiante diz: "E fez Deus os dois grandes luminares ..." Estes dois verbos decidem por si mesmos o problema. Deus não criou o sol e a lua no quarto dia, mas os fez aparecer. Sejam ou apareçam é o que Moisés diz. Nunca estes verbos são usados para indicar criação de alguma coisa que antes não existia. "No princípio criou Deus os céus e a terra." No quarto dia, fez aparecer o sol e a lua; não os criou. O verbo fazer é usado 32 vezes no Velho Testamento no sentido de preparar, e não no de criar. Basta isto para nos mostrar a certeza com que Moisés descreveu, há tantos séculos, o que nos tempos que passam tem dado tanto trabalho para comprovar.
 
A função destes dois astros foi:
(1) governar o dia e a noite;
(2) marear as estações. Até aqui tinha havido dia e noite ou, de acordo com a ordem bíblica, tarde e manhã; mas daqui em diante temos dia e noite, compreendendo o
espaço de 24 horas. A nossa terra já estava dando a esse tempo as mesmas revoluções que dá hoje, mas era inapreciável sua revolução em torno do sol, visto este não estar à vista do observador. Como ficou notado, a densa névoa que cobria a terra não permitia que o sol desse luz, mas isto não importa na crença de que ele não existia antes.
Juntamente com o sol e a lua, foram feitas as estrelas. Não havia estrelas antes? Certamente que sim. Mas, por que foram feitas neste dia? Pela mesma razão indicada acima e referente ao sol e à lua. Elas lá estavam, mas não podiam cintilar, pela mesma razão que a luz do sol não podia brilhar. Dias e noites e anos começaram a existir desde este momento. A segunda função destes luminares foi trazerem ou marearem as estações. Ainda hoje estes astros servem para estações. Qualquer agricultor sabe que certa fase da lua é melhor para certa plantação do que outra. Ouvi um grande discurso, numa ocasião, em que o orador demonstrava, diante de auditório erudito, que para se poder ter uma boa colheita de batatas era preciso procurar a lua própria para plantá-las. Ele desafiou racionalistas presentes para contestarem, e fiquei até não haver mais ninguém no auditório, para ver se alguém vinha apresentar contestação, mas ninguém apareceu.
Outra expressão que merece ser mencionada é a que diz: "tempos determinados". Que significa isto? Tempos fixos, dias, meses, anos, séculos, milênios etc. Até este ponto, os dias dependiam do tempo tomado para uma determinada atividade; agora este tempo é fixado pela lei da gravidade e sua conseqüente apreciação na volta da terra, em tomo de seu centro de gravitação.
"E foi a tarde e a manhã, o dia quarto." Já havia tempos "determinados" e fixos agora, mas a expressão '"tarde e manhã" continua como no princípio, como se o
aparecimento do sol e da lua não tivessem trazido ao mundo uma nova ordem de fenômenos cosmológicos.
Convém notar que nenhuma criação foi feita neste Dia. A vida vegetal do Terceiro Dia, composta de musgos, algas etc., depois árvores frutíferas, continuou através do período
em que a atmosfera se libertou das compactas camadas de gás carbônico, de maneira a tomar possível o aparecimento do Sol e da Lua. Do ponto de vista paleontológico, o
Quarto dia compreende o Paleozóico ou Primário, e o Mesozóico ou Secundário, pois que nenhuma nova forma de vida apareceu neste dia, continuando naturalmente as existentes. Daí vem que nós não podemos forçar a narrativa de Gênesis a concordar com as divisões da Geologia.
As classificações ordinariamente dadas pelos tratados de Geologia são:
(1) Período Azóico, que corresponde ao Primeiro e Segundo Dias da Criação da matéria e ao aparecimento da luz.
(2) Período Paleozóico ou Primário, que corresponde ao Terceiro Dia, quando foi criada a vida vegetal, desde os musgos até as árvores frutíferas, vida esta que se prolonga
através de todos os demais dias e períodos, inclusive o quarto, em que nenhuma atividade criadora houve.
(3) Período Mesozóico ou Secundário, que corresponde ao Quinto Dia de Gênesis, com o aparecimento da vida animal, primeiro nas águas e depois na terra. A vida vegetal
continuou, apenas diminuindo em proporções, à medida que diminuíam os gases da atmosfera.
(4) Período Cenozóico ou Terciário, que corresponde à primeira parte do Sexto Dia, em que apareceram os mamíferos de grande tamanho, alguns dos quais há muito desapareceram e outros, já muito reduzidos, tais como o elefante, o urso, o hipopótamo etc., que estão desaparecendo. Finalmente,
(5) o Período Quaternário, que, em Geologia, se divide em quaternário antigo e moderno, correspondendo à segunda parte do Sexto Dia de Gênesis, aparecendo o
homem no quaternário moderno.
De um modo geral, é esta a relação entre as duas ciências: a da Bíblia e a da Geologia e Paleontologia. Se bem que não nos preocupemos demasiadamente com as semelhanças,nem por isso deixamos de nos alegrar com elas.
 
Trabalho do Quinto Dia - Animais Aquáticos e Pássaros
Pelas notas do tópico anterior, se viu que a vida do segundo dia continua através do Quarto e do Quinto. O que há de novo neste dia é o aparecimento da vida animal. A
ordem dada pela narrativa mosaica é lógica e obedece ao plano do Criador de povoar a terra com os animais, cujas estruturas e desenvolvimento se acomodariam às condições terráqueas. Assim, (1) os peixes miúdos, (2) as aves e (3) os grandes monstros marinhos constituíram as atividades criadoras deste Período ou Dia. A Paleontologia nos presenteou com enormes escorpiões e gigantescos insetos, de que temos vaga idéia pelos fósseis. Algumas formas desapareceram completamente, tais como o Ictiosaurus, o Plesiosaurus, o Petersaurus, o Megalosaurus etc. Algumas formas de gigantescos répteis, de natureza anfíbia, aparecem neste Período. Os fósseis de algumas espécies de pássaros também nos indicam o que foi a vida nos ares naquela época. Pássaros de dentes encontram-se desde a época Jurássica.
Deveria ser maravilhoso o nosso mundo naquela época remota. Uma vegetação fantástica que nos havia de dar as imensas camadas carboníferas, o petróleo, o gás natural, os diamantes e mil outras utilidades. Por outro lado, vida abundante no mar e na terra. A Bíblia, com a sua escala da vida, é um maravilhoso livro de saber. No mar, os protozoários, espongeários, celentérios, crustáceos etc. Em terra, as aves de grandes proporções encheriam o espaço. Como tudo era grande e abundante!
É baseados nesta observação que alguns querem que estas formas elementares de vida sejam os tipos originais de onde evoluíram as formas desenvolvidas. Esta suposição, porém, cai por terra, se forem tornados em consideração outros elementos científicos relacionados com a formação da terra, que poderia a princípio receber espécies desenvolvidas; além de que todas as formas de vida receberam a ordem de se reproduzir segundo sua espécie. É precário tomar em consideração um elemento e desprezar o outro. Quem poderá crer que a terra podia, no terceiro dia, quando a atmosfera estava carregadíssima de gases, sobretudo de carbono, receber o homem ou mesmo outro animal? A não ser que Deus lhe desse uma natureza dupla, capaz de acomodar-se às condições do sexto dia, quando estes gases tinham diminuído desproporcionalmente, ser a impossível viver nos dois períodos. Está, pois, fora de especulação o fato de não ter havido a princípio formas de vida complexas, como fora de discussão fica o dar este fato qualquer subsídio à moderna doutrina evolucionista.
Notamos método e progresso, a par com desenvolvimento, e nada mais. Deus criou primeiro os répteis. Em seguida, as aves, depois os monstros marinhos, e por fim, já no
sexto dia, os animais da terra. As primeiras formas de vida sobre a terra foram as marinhas, mas ninguém poderá dizer que este relato se parece com o protoplasma do
fundo do mar, de onde os evolucionistas derivam o seu sistema. Nada mais razoável do que crer que as águas eram mais propícias à vida neste período do que a terra. A vida
aparece abruptamente sobre o planeta e nada há que possa explicar este fato senão a Bíblia. Os fósseis são flagrante testemunho disto. Não se pode afirmar que entre os peixes pequenos e os grandes mediou certo tempo, mas parece ser certo isso, visto que a Bíblia oferece margem para esta suposição e os fósseis marinhos a comprovam.
1. "E Deus disse: produzam as águas abundantemente... É difícil exprimir em português a palavra hebraica sherets, nem temos outro recurso senão usar de uma frase:
produzir abundantemente. Nada se pode comparar, em fecundidade, aos peixes. A fêmea do salmão pode produzir, em cada estação, mais de meio milhão de filhos. Vejamos a sardinha, que chega a produzir cardumes, bem assim, o bacalhau. Parece que a vida no mar é mais variada que na terra, mas qualquer pessoa pode verificar que o salmão, a sardinha, o bacalhau e qualquer outro peixe só produzem peixes da mesma qualidade. Eles tiveram ordem de reproduzir segundo a sua espécie.
2. "' ... e voem as aves sobre a face da expansão dos céus..." e (no verso 21) "toda ave conforme sua espécie". As aves foram criadas depois dos peixes, conforme a mesma
lei de reprodução.
3. "E Deus criou as grandes baleias (monstros marinhos) ... conforme suas espécies." Não se sabe muito bem que espécie de animal aquático é representado pela palavra baleia ou, antes, monstro marinho, mas sabe-se que existiram peixes de grandes dimensões que não se encontram hoje, pelo menos na superfície das águas. Talvez, na profundeza dos mares se encontrem peixes desconhecidos e mais de uma vez estes seres estranhos já apareceram na superfície do mar, talvez arrastados por correntes vulcânicas submarinas. Existiram, não há dúvida, se é que não existem mais.
Convém notar a expressão "almas viventes". Tanto os animais terrestres, como os marinhos, são chamados almas viventes. O homem mesmo foi feito alma vivente com o
sopro divino em seu nariz. O que esta expressão significa é difícil saber, se não for que "Deus comunicou a estes seres a vida". Há poucos anos o mundo foi alarmado com a
descoberta de que tinham sido encontrados os diversos elementos de que se compõe o corpo animal, e que era uma questão de tempo, para se gerar a vida nos laboratórios, de modo que se poderiam fazer homens de acordo com as necessidades, tanto da guerra como da paz, do mar como da terra, da cidade como do campo. Coisa muito fascinante, e tentadora. Cada pessoa podia, assim, escolher o tipo que quisesse. Mas os tempos vão se escoando e o costume velho continua, isto é, cada novo ser vem ao mundo pelo mesmo processo do tempo de Adão, quando nada se sabia de laboratórios. A vida é um dom de Deus. Os escultores fazem estátuas e os modistas desenham seus manequins, mas vida, não a podem dar. Esperemos pacientemente pelas investigações científicas, e apoiemo-las no que elas trouxerem de novo e útil, mas será uma triste ilusão, se esmerarmos que a vida nos venha dos laboratórios. Deus criou todo o reino animal, "alma vivente". "Frutificai e multiplicai-vos." Deus não criou tantos animais como existem hoje, mas criou todas as espécies. Esta é a declaração enfática, categórica, simples e singela da Bíblia. Não somente "multiplicai-vos", mas "multiplicai-vos segundo vossa espécie".
 
Trabalho do Sexto Dia - Animais Aquáticos e Pássaros
Coube à Biologia mostrar como as virtudes e defeitos dos pais se transmitem aos filhos de geração em geração, sem que se precise de qualquer desvio. Milênios antes de a
Biologia decidir assunto tão palpitante, quer para a ciência quer para a Bíblia, já Moisés tinha declarado que as plantas, os animais e os homens se reproduzem segundo suas
espécies. O evolucionismo está para sempre liquidado.
O Homem, a Criação por Excelência - Gênesis 1:26-2:7
A segunda parte do dia foi tomada para a criação do mais alto ser - o Homem. A linguagem em que Moisés nos dá a história da criação do homem é significativa: E Deus
disse: façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança." Para com nenhuma outra criação Deus usou linguagem tão expressiva, o que bem mostra a
superioridade do homem sobre todos os demais seres criados. Um ato especial presidiu a sua criação, e linguagem especial foi usada. "Cada passo na criação ,diz o Dr. Carrol, foi uma profecia da vinda do homem". Este mundo é digno da presença de um ser como o homem, ainda que este, em seus pecados, se desvirtue e se aniquile, separando-se de Deus e fazendo do mundo mesmo e seus prazeres o seu deus. Mas quem não se abismará, ao pensar nos imensos recursos armazenados no coração da terra, para gáudio e conforto do homem?
Façamos o homem à nossa imagem... Que significa esta linguagem? Com quem está Deus tomando conselho? Que significa "nossa imagem e semelhança"? Diremos primeiro o que significam o pronome e o verbo no plural.
Há três interpretações possíveis para este texto:
(1) Que Deus está associando os anjos à criação do homem, portanto, invocando sua cooperação.
(2) Que Deus está falando em estilo real, à semelhança dos antigos monarcas.
(3) Que este pronome e este verbo no plural incluem as três pessoas da Trindade.
Sobre a primeira interpretação obsta-se que, conquanto os anjos se tenham alegrado quando Deus lançou os fundamentos da terra, todavia, eles não aparecem em parte
alguma como co-participantes na criação. Seria, aliás, uma honra demasiado grande para seres criados.
Sobre a segunda interpretação, objeta-se também que este estilo real, não se encontra nos escritos dos antigos e que era mesmo desconhecido. É estilo moderno e tem
mais de democrático que de real.
A terceira é aceitável, por estar de acordo com o teor geral da Bíblia, de que as três pessoas da Santíssima Trindade tomaram parte na criação (Gên. 1:4; João 1:1-5 e ref.).
*Nossa imagem e nossa semelhança" significam a mesma coisa. Não se podem referir à imagem física de Deus, por que ele não tem forma. Deus é espírito, diz Jesus Cristo. É notável, entretanto, que, não tendo Deus forma, sempre que se manifesta antropomorficamente, escolhe a forma humana. Ou porque o homem seja a forma mais
ideal, ou porque esta forma tenha algo de superior, que nós não podemos compreender.
Deus Jeová apareceu muitas vezes a Abraão, Jacó, Isaque e outros personagens, sendosempre na forma humana.
"Imagem e semelhança de Deus" só tem paralelo no homem moralmente. Ele é um ser moral, racional e espiritual. Se em tudo mais ele se pudesse igualar com os outros animais, sua razão, espiritualidade e moralidade o tornariam infinitamente superior a qualquer outro animal. Além disto, tem consciência de que é reflexo de sua natureza moral, tem vontade livre e racional, tem capacidade de escolher inteligentemente. Estes predicados o tornam o rei de toda a criação.
"Imagem e semelhança", crêem alguns teólogos, incluem somente personalidade e tendência para a religião. Não se desconhece que a personalidade é maior que qualquer
outra coisa no Reino Moral, mas há outros predicados verificáveis no homem, que o tornam semelhante a Deus em mais coisas do que na personalidade. Os atributos morais e de santidade devem ser incluídos na personalidade do homem, ou ele não poderá ser a imagem e semelhança de Deus. "Santidade" é um atributo fundamental de Deus e deve, necessariamente, ser um atributo do ser criado à sua imagem. Algumas escrituras ensinam que esta qualidade é inerente ao homem (Ecl. 7:29; Ef. 4:24; Col. 3:10). Esta verdade da inerência moral do homem é o seu maior predicado e ascendência sobre todos os brutos.
Por mais degradado que seja um homem, sempre revela maior ou menor propensão para a moral. É uma tendência sua que pretende reviver a imagem de Deus em si, perdida por Adão. Esta constante luta em direção ao céu é mais que "personalidade* e tendência religiosa. Também Satanás é uma personalidade, mas com tendência para a perdição e com espírito religioso desassociado de Deus. O homem foi criado para refletir o caráter do bem, tanto quanto pode ser demonstrado. Podemos enumerar os predicados do homem, que não só o colocam infinitamente acima de toda a demais criação, mas o tornam a imagem e semelhança de Deus:
(1) vontade;
(2) livre arbítrio e
(3) santidade.
Outros predicados secundários:
(1) responsabilidade;
(2) espírito religioso;
(3) amor;
(4) espírito em contraposição com alma vivente;
(5) reflexo da imagem de Deus em sua forma física;
(6) domínio sobre as paixões carnais;
(7) domínio sobre a criação e
(8) comunhão com Deus. (1)
(1) A palavra ALIO significa, no pensamento hebreu, o "pai de todos os viventes", assim como Eva significa "vida". Adão, em hebraico, é o Ânthropo do Grego, que significa
"o que olha para cima". Homo, em latim, pensava-se que provinha de humus, a terra, mas essa interpretação foi abandonada, para aceitar a que significa "o que fala". A Cosmogonia Fenícia chama-o Adam Quadmu, o que "nasce da terra". No Egito pensava-se que tinha ele sido feito do lodo do Nilo. A narrativa caldaica chamava o primeiro homem "o que a terra produz".
O homem foi criado com corpo e espírito, enquanto que todos os outros animais foram criados corpo e alma vivente. Devemos fazer distinção entre "espírito" e alma
vivente. O sopro divino no homem não o tornou um "ser divino", mas tornou-o infinitamente superior a qualquer outro animal, visto que ele se tornou alma vivente só
depois que o espírito lhe foi comunicado. Jó 27:3 descreve, com toda a precisão, que o espírito do homem não é alma animal e que, não obstante ser vida, o princípio que anima seu ser, esta vida, é de origem divina. A palavra Neshama não é empregada na criação dos outros animais nem expressa meramente vida animal (Gên. .7:21-23; Deut. 20:16-22; Js. 11:11-14; 1 Reis 17:17). O espírito do homem foi, portanto, o resultado do ato especial de Deus, assim como foi o seu corpo. Quanto aos peixes, ele diz: "Produzam as águas abundantemente". Quanto aos outros animais, diz: " Produza a terra." Mas, quanto ao homem, diz: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança". O homem é, pois, diferente na criação, na vida e na morte. Esta diferença o separa de todos os demais seres criados e o une, em ser, natureza e atividade, com o Criador (Prov. 20:27; Jó 5.33:4; 27:2,3). Daqui em diante não só toda a criação, mas todas as atividades de Deus são para tornar esse homem feliz e digno de seu Criador. Vejamos o
programa e missão do homem.
 
Completado, assim, o programa criativo, Deus descansa no sétimo dia.
Deus descansou, não porque estivesse cansado, mas porque cessou sua obra criadora; mas não descansou da obra governadora nem da obra providencial. Só no primeiro sentido Deus descansou. Este dia de descanso é ensinado através de todo o Velho Testamento e é típico do dia do Senhor no N.T., bem como uma lição objetiva ao homem de todos os tempos. O homem deve descansar de duas formas: (a) fisicamente e (b) moralmente. Deus descansou para nosso descanso. O homem que não descansa morre cedo. É um problema que não deve ser negligenciado por nenhum governo. De sua observância ou não decorre a virilidade da raça. A mente do homem deve descansar das coisas materiais; precisa meditar, comungar com Deus. Nada é mais ruinoso à sociedade do que a abstenção do culto. O materialismo, a imoralidade e tantas outras coisas que estão minando a estrutura orgânica da sociedade e da família têm sua origem na falta de espiritualidade. O embrutecimento de um povo é fácil, quando esse mesmo povo deixa o seu espírito ao abandono.
A palavra sábado vem da palavra hebraica Shabbath, que significa descansar de trabalhos temporais, para fins santos.
1 . O homem foi criado:
(a) Inocente em si mesmo e à vista de Deus.
(b) Em comunhão com o Criador.
(e) Em feliz harmonia com todo o programa criativo.
(d) Livre da morte. Esta veio como conseqüência do pecado que aboliu a relação existente entre o homem e Deus. Quebrou-se o elo da vida eterna, e o homem morreu.
2. Foi criado para encher a terra: "Frutificai e multiplicai-vos." Deus podia fazer com a raça humana o que fez com os outros animais, mas deixou este privilégio para o homem,
que é uma parte do programa divino. A concessão de uma ajudadora, além do seu fim social, teve como objeto a execução deste plano de Deus. Nada há mais sublime e divino na terra que a lícita propagação e multiplicação da raça humana, e Deus mesmo tem rodeado este programa dos mais intensos afetos e privilégios. Nada há na estrutura social que rivalize com o casamento, e nenhum outro gozo suplanta o que produz a chegada de um ser a este mundo, trazendo nos lábios o doce nome de mãe. Nenhum outro pecado é de conseqüências tão funestas à sociedade como a corrupção dessa instituição divinosocial.
3. Foi criado para domínio e conquista:
(a) "Sujeitai a terra,
(b) dominai sobre seus habitantes e
(e) sobre todos os seus poderes." Este é um dos característicos mais salientes do homem - dominar e governar. Cada dia este programa está sendo mais expansivo. Hoje ele domina a terra, o mar e os ares. Está indo além do seu programa e comissão. Poucas Escrituras se tem tornado tão práticas como esta.
4. Destinado a todas as bênçãos da terra. Em sua comissão de governar é incluída a prescrição alimentar. Toda a erva e fruto da terra, bem como todos os animais, são para
alimentar o rei da criação. Tem-se procurado provar que a disposição edível do homem é contrária ao uso de carnes, e que só escolheu para seu alimento as ervas e os frutos, mas aqui Deus declara que todo animal em que há alma vivente será para alimentar o homem.
A divisão entre animais limpos e imundos veio mais tarde, com o cerimonialismo judaico (Lev. 17:10-18; ver Atos 15:9-20). Está, assim, completo o programa criador. Nada falta na terra para que seja o paraíso.
 
O DIA SÉTIMO (Gên. 2:1-3)
"Tudo que Deus tinha feito era muito bom", até a sua própria vista. Estava pronta a grande obra da criação. O plano onde tantos dramas haviam de realizar-se nas eras
vindouras acabava de sair das mãos do supremo artífice e era muito bom, não tinha defeito. O pecado ainda não tinha entrado no mundo e destruído a grande obra. "E os
céus e a terra foram acabados." A referência é principalmente à terra. Não somente a terra e os céus, mas todas as suas hostes. Esta palavra significa hoste organizada.
O escritor de Gênesis contempla a terra pronta, com todos os elementos que lhe dão vida e beleza. Toda a criação obedeceu a um plano de Deus. Nada surgiu por acaso. Fosse qual fosse o tempo para criar tudo que o nosso planeta contém, tudo obedeceu a um plano. A Bíblia o diz e toda a verdadeira ciência o confirma. A luz da estrela mais remota que se conhece leva 330 mil anos para chegar à terra e crêem os astrônomos que a luz de algumas estrelas ainda não chegou a nós, a despeito de correr 300 mil quilômetros por segundo. Todas estas grandezas e a imensa pequenez de um átomo são partes essenciais deste grande todo que Deus completou nos seis dias da criação. Um cientista afirmou que a destruição de uma mônada alteraria a conformação do universo inteiro. Um mundo ou universo como este precisaria ter um Deus como a Bíblia revela. A pobreza materialista nunca conseguirá explicar a origem e governo do universo. Só a Bíblia o faz.
Completado, assim, o programa criativo, Deus descansa no sétimo dia. Deus descansou, não porque estivesse cansado, mas porque cessou sua obra criadora; mas não descansou da obra governadora nem da obra providencial. Só no primeiro sentido Deus descansou. Este dia de descanso é ensinado através de todo o Velho Testamento e é típico do dia do Senhor no N.T., bem como uma lição objetiva ao homem de todos os tempos. O homem deve descansar de duas formas: (a) fisicamente e (b) moralmente. Deus descansou para nosso descanso. O homem que não descansa morre cedo. É um problema que não deve ser negligenciado por nenhum governo. De sua observância ou não decorre a virilidade da raça. A mente do homem deve descansar das coisas materiais; precisa meditar, comungar com Deus. Nada é mais ruinoso à sociedade do que a abstenção do culto. O materialismo, a imoralidade e tantas outras coisas que estão minando a estrutura orgânica da sociedade e da família têm sua origem na falta de espiritualidade. O embrutecimento de um povo é fácil, quando esse mesmo povo deixa o seu espírito ao abandono.
 
 
 
Referências Bibliográficas (outras estão acima) Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006.
Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
www.ebdweb.com.br
www.escoladominical.net
www.gospelbook.net
www.portalebd.org.br/
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/alianca.htm
GÊNESIS - Introdução e Comentário - REV. DEREK KIDNER, M. A. - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova ,Caixa Postal 21486, São Paulo - SP, 04602-970
Gênesis a Deuteronômio - Comentário Bíblico Beacon - CPAD - O Livro de Gênesis - George Herbert Livingston, B.D., Ph.D.

Revista CPAD - Lições Bíblicas - 1995 - 4º Trimestre - Gênesis, O Princípio de Todas as Coisas - Comentarista pastor Elienai Cabral

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