quarta-feira, 24 de junho de 2015

Lição 13, A Ressurreição de Jesus, 3 parte

VI- AS PROVAS DA RESSURREIÇÃO
1. As provas são Inequívocas, porque estão fundamentadas na Infalível Palavra de DEUS.
a. O túmulo vazio.
Éconsiderado o grande troféu do Cristianismo. Um testemunho absolutamente incontestável é que exalta o extraordinário poder de DEUS. Emesto Renan, o ateísta francês do século passado, escarnecendo dos crentes declarou: "Os cristãos vivem na fragrância de um túmulo vazio". Ele cria que estava zombando dos cristãos, mas na realidade, estava proclamando uma das mais profundas verdades do cristianismo: o túmulo vazio de JESUS, prova irrefutável de que Ele venceu a morte, coisa que ninguém jamais fez, nem fará.
b. O silêncio dos fariseus e dos romanos.
Jamais qualquer pessoa destes dois grupos ousou negar a ressurreição de JESUS, tão evidente que ela se tomou. Eles odiavam essa mensagem mas não puderam refutá-la.
c. A mudança do dia de adoração dos discípulos.
A ressurreição causou um impacto tão grande na mente e no coração dos discípulos que eles fixaram em suas mentes um novo dia para suas reuniões. Deixaram o tradicional e legal sétimo dia e passaram a usar o primeiro dia da semana (Mc 16.2), isto é, o domingo.
 
2. As aparições pessoais de JESUS
a. A Maria Madalena (Mc 16.9-11; Jo 20.18).
b. A algumas mulheres (Mt 28.9,10)
c. A Pedro, no domingo da ressurreição (Lc 24.34; 1 Co 15.5).
d. Aos dois discípulos, no caminho de Emaús (Mc 16.12; Lc 24.13-35).
e. Aos discípulos (Mc 16.14; Lc 24.36-43; Jo 20.19,20).
f. Aos onze discípulos com Tomé (Jo 20.26).
g. Aos sete discípulos, no Mar da Galiléia (Jo 21.1).
h. A quinhentos irmãos (1 Co 15.6).
i. A Tiago (1Co 15.7).
j. A Paulo (como um abortivo).
 
Há outras aparições, mas cremos que estas são suficientes.
 
VII- OS RESULTADOS DA RESSURREIÇÃO
A ressurreição do Senhor JESUS não é um fato isolado e inconseqüente. São muitos os resultados que dele emanaram. Estudemos alguns:
1. JESUS está vivo.
Se CRISTO não houvesse ressuscitado, seria um defunto. Se Ele fosse um defunto, a igreja não seria a Esposa do Cordeiro (Ap 21.9), e sim sua viúva Mas Ele de fato ressuscitou e está vivo para sempre. E porque vive, intercede pelos seus (Hb 7.25) e também pelos transgressores (ls 53.12).
2. Ele está presente.
O CRISTO ressuscitado é um CRISTO onipresente (Mt 28.20b). Por toda parte podemos sentir a manifestação dessa presença gloriosa e amiga. Ele está inspirando os pregadores que proclamam sua Palavra, as ações dos que proclamam. Entemecidamente está salvando os que nEle crêem, de todo o coração.
3. Ele está conduzindo a Igreja.
O CRISTO ressuscitado é Senhor, Rei e Cabeça da igreja. Como Senhor, todos lhe servimos de coração. Como Rei, dita as normas de ação de seu governo; como Cabeça nos mantém junto a Si, inseparavelmente ligados, pois somos o seu corpo: o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas (Cl 1.18; Ef 1.23). Ele é quem dá ministros à igreja (Ef 4.11,12). Ele dá dons aos homens (Ef 4.8). A Igreja O glorifica. exalta, louva e adora.
4. Ele está unindo a igreja.
Se CRISTO não estivesse realmente vivo não poderia executar o milagre de reunir em um só corpo homens e mulheres de todas as raças tribos e nações (Ap 5.9). Veja o que Ele mesmo diz em Ap 1.17, 18.
5. Ele está batizando a Igreja.
Isso prova que CRISTO ressuscitou e está vivo, Ele continua batizando os salvos com o ESPÍRITO SANTO.
6. JEUS continua fazendo milagres e maravilhas.
Alguém duvida disso? Basta assistir um pouquinho de Tv ou ir a algum culto em legítima Igreja de CRISTO.
7. Ele voltará brevemente.
Se CRISTO não estivesse vivo, não teríamos razão de esperá-lo a segunda vez. Mas Ele está vivo! Ele voltará! A cada dia, e em todos os lugares, os sinais estão acontecendo. O CRISTO ressuscitado está às portas. O Rei está voltando.
 
VIII- OS PROPÓSITOS DA RESSURREIÇÃO
 A compreensão natural do homem pecador não está apta a discernir os elevados propósitos de tão extraordinário acontecimento. Temos que ter a mente de CRISTO para avaliar as razões, profundas e misteriosas, de Sua ressurreição.
1. Demonstrar sua divindade.
A não ressurreição de JESUS tê-lo-ia deixado no túmulo, no mesmo nível dos demais homens. Ele teria sido apenas um mortal a mais. Através de Sua ressurreição o Pai declarou solenemente sua divindade (Rm 1.4). Pela ressurreição, CRISTO demonstrou ser impossível à morte detê­lo (At 2.24). Por causa de uma deliberada e amorosa vontade de salvar os homens, o Pai permitiu a JESUS ficar por três dias na região de sombra da morte, mas a sua divindade não lhe permitiu ficar entre os mortos, pois Ele é o Senhor da vida.
2. Aniquilar o medo.
"Não vos atemorizeis" , disse o anjo às mulheres (Mc 16.6). O medo, como estado, paralisa a pessoa, tira o ânimo e conduz à morte.
Foi o medo a primeira conseqüência do pecado: "Tive medo e me escondi " (Gn 3.10). JESUS muitas vezes bradou com autoridade: "Não temas" (Mt 10.26; 14.27;28.10; Mc 5.36; Lc 5.10; 8:50; 12.7; 12.32).
3. Garantir a nossa justificação.
Ao entregar-se à morte, na Cruz do Calvário, JESUS lançou a base do edifício de nossa justificação, que somente se tornou concluído com sua ressurreição (Rm 4.25).
4. Tornar-se as primícias dos que dormem.
Os atuais habitantes do Céu sabem que algum dia, a igreja do Senhor subirá, para lá também habitar. Eles olham para o CRISTO ressuscitado, sentado à destra do Pai e, sabendo que Ele aqui embaixo provou a morte e sobre ela triunfou mediante a ressurreição, sabem também que na sua ressurreição consiste a garantia da nossa. Ele subiu primeiro. Nós subiremos depois.
5. Dinamizar a pregação.
A crença na ressurreição de JESUS, produziu uma nova transformação na vida dos discípulos. Antes eram homens fracos, medrosos e desprezados (Lc 24.37,38). Veja por exemplo o intrépido Pedro, que negou o seu mestre por três vezes. Cf. Lc 22.34,54-60.
Após a ressurreição surgem como propagadores alegres, militantes e agressivos. Será que uma crença equivocada em supostas aparições, produziria uma convicção contagiante como a dos discípulos?
6. Quantos deram suas vidas, defendendo essa ressurreição? Será que morreriam em vão?
Um grande exemplo está marcado na memória do mundo, o Coliseu, em Roma, palco do derramamento do sangue de milhares de cristãos que testificaram assima morte e ressurreição de JESUS.
 
 IX- A RESSURREIÇÃO DO CORPO (BEP-CPAD)
1Co 15.35 “Mas alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?”
A ressurreição do corpo é uma doutrina fundamental das Escrituras. Refere-se ao ato de DEUS, de ressuscitar dentre os mortos o corpo do salvo e reuni-lo à sua alma e espírito, dos quais esse corpo esteve separado entre a morte e a ressurreição.
(1) A Bíblia revela pelo menos três razões por que a ressurreição do corpo é necessária.
(a) O corpo é parte essencial da total personalidade do homem; o ser humano é incompleto sem o corpo. Por conseguinte, a redenção que CRISTO oferece abrange a pessoa total, inclusive o corpo (Rm 8.18-25).
(b) O corpo é o templo do ESPÍRITO SANTO (6.19); na ressurreição, ele voltará a ser templo do ESPÍRITO.
(c) Para desfazer o resultado do pecado em todas as áreas, o derradeiro inimigo do homem (a morte do corpo) deve ser aniquilado pela ressurreição (15.26).
(2) Tanto as Escrituras do AT (cf. Hb 11.17-19 com Gn 22.1-4; Sl 16.10 com At 2.24ss; Jó 19.25-27; Is 26.19; Dn 12.2; Os 13.14), como as Escrituras do 
NT (Lc 14.13,14; 20.35,36; Jo 5.21,28,29; 6.39,40,44,54; Co 15.22,23; Fp 3.11; 1Ts 4.14-16; Ap 20.4-6,13) ensinam a ressurreição futura do corpo.
(3) Nossa ressurreição corporal está garantida pela ressurreição de CRISTO (ver Mt 28.6; At 17.31; 1Co 15.12,20-23).
(4) Em termos gerais, o corpo ressurreto do crente será semelhante ao corpo ressurreto de Nosso Senhor (Rm 8.29; 1Co 15.20,42-44,49; Fp 3.20,21; 1Jo 3.2). Mais especificamente, o corpo ressurreto será:
(a) um corpo que terá continuidade e identidade com o corpo atual e que, portanto, será reconhecível (Lc 16.19-31);
(b) um corpo transformado em corpo celestial, apropriado para o novo céu e a nova terra (15.42-44,47,48; Ap 21.1);
(c) um corpo imperecível, não sujeito à deterioração e à morte (15.42);
(d) um corpo glorificado, como o de CRISTO (15.43; Fp 3.20,21);
(e) um corpo poderoso, não sujeito às enfermidades, nem à fraqueza (15.43);
(f) um corpo espiritual (i.e., não natural, mas sobrenatural), não limitado pelas leis da natureza (Lc 24.31; Jo 20.19; 1Co 15.44);
(g) um corpo capaz de comer e beber (Lc 14.15; 22.16-18,30; 24.43; At 10.41).
(5) Quando os crentes receberem seu novo corpo se revestirão da imortalidade (15.53). As Escrituras indicam pelo menos três propósitos nisso:
(a) para que os crentes venham a ser tudo quanto DEUS pretendeu para o ser humano, quando o criou (cf. 2.9);
(b) para que os crentes venham a conhecer a DEUS de modo completo, conforme Ele quer que eles o conheçam (Jo 17.3);
(c) a fim de que DEUS expresse o seu amor aos seus filhos, conforme Ele deseja (Jo 3.16; Ef 2.7; 1Jo 4.8-16).
(6) Os fiéis que estiverem vivos na volta de CRISTO, para buscar os seus, experimentarão a mesma transformação dos que morrerem em CRISTO antes do dia da ressurreição deles (15.51-54). Receberão novos corpos, idênticos aos dos ressurretos nesse momento da volta de CRISTO. Nunca mais experimentarão a morte física.
(7) JESUS fala de uma ressurreição da vida, para o crente, e de uma ressurreição de juízo, para o ímpio (Jo 5.28,29).
 
Faça a seus alunos a seguinte pergunta: Como será o corpo da ressurreição?
Diante do estudo logo acima (A RESSURREIÇÃO DO CORPO), coloque as respostas no quadro e explique-as com todo cuidado.
   
Exercício:
Como será o corpo da ressurreição?
Respostas corretas são:
a) Visível (Lc 24.39); 
b) Incorruptível (1 Co 15.42,54);
c) Palpável (Jo 20.27);
d) Vivificado (Rm 8.11).
    
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Teológico - "A ressurreição"
A ressurreição de JESUS como um evento real e histórico tem sido a pedra de esquina do cristianismo através dos séculos. O fato de que isso é crido por inúmeras pessoas por uma sucessão ininterrupta de gerações, tem dado pouca oportunidade para o surgimento de repentinos "mitos de JESUS" ou lendas. Além disso, sempre podemos comparar a crença moderna com milhares de escritos antigos do Novo Testamento, e com escritos não-cristãos, para verificar a coerência de vários relatos e garantir a exatidão histórica na doutrina e nas crenças. Diferente de outras religiões, o cristianismo é baseado em fatos históricos. Ele não é uma filosofia ilusória. Se a ressurreição de JESUS nunca tivesse acontecido, não haveria absolutamente nenhuma base para a igreja cristã. Ela não existiria. Como vimos, há uma história contínua da igreja sem interrupção. Podemos voltar ao passado recorrendo aos documentos mais antigos da igreja (primeiros manuscritos do Novo Testamento) e encontrar o dogma essencial da igreja, que permanece o mesmo. Os muitos mártires da fé cristã morreram todos por essencialmente uma coisa - defender o fato histórico de que JESUS CRISTO ressuscitou dos mortos. Os inimigos da igreja esperavam que a execução dos líderes da igreja fizesse a expansão do cristianismo cessar. Em vez disso, aumentou a determinação dos cristãos e fornece evidências pungentes da historicidade da ressurreição de JESUS às gerações posteriores." (MUNCASTER, R. O. Examine as evidências. RJ: CPAD, 2007, pp. 409-10.)
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: uma perspectiva pentecostal. RJ: CPAD, 1996.
MENZIES, W. W.; HORTON, S. M. Doutrinas bíblicas. RJ: CPAD, 1995.
SAIBA MAIS Revista Ensinador Cristão, CPAD.
 
APLICAÇÃO PESSOAL
A Bíblia declara que seremos como JESUS quando o virmos por ocasião de sua vinda (1 Jo 3.2). Nossos corpos serão gloriosos e dotados de esplendor e beleza; serão corpos poderosos e apropriados às regiões celestiais. Essa mudança será repentina e sobrenatural. Isto acontecerá ao soar da última trombeta. Então, encontrar-nos-emos com o Senhor nos ares; e, com Ele estaremos para sempre (1 Ts 4.17).
Não são poucos os que, amedrontados com as guerras e a poluição ambiental, dizem que já não nos resta qualquer esperança. Mas DEUS não permitirá que as circunstâncias lhe prejudiquem os planos, nem que lhe frustrem os decretos. O certo é que JESUS voltará, e porá fim à corrupção, à miséria e às artimanhas. Ele instaurará o seu reino glorioso.
 
Se Judas havia morrido, e Matias, seu substituto, ainda não havia sido empossado, como JESUS poderia ter aparecido aos doze apóstolos?

Texto-base: 
“E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze” (1Co 15.5).

Analisando os eventos da aparição de JESUS após sua ressurreição, encontramos a informação, do apóstolo Paulo, de que JESUS apareceu aos doze apóstolos logo ao deixar a tumba. A dúvida gerada é: se Judas havia morrido e Matias ocupou seu lugar tempos depois, JESUS não deveria ter aparecido somente para onze discípulos? Por que Paulo citou doze ao escrever aos crentes de Corinto? Isso não afeta e denigre a inspiração da Bíblia e a crença na ressurreição de JESUS?

Primeiramente, “é um erro comum, não raramente feito pelos cristãos, mas também pelos não cristãos, pensar que a ressurreição de CRISTO é crida pela Igreja cristã com base na inspiração da Bíblia, colocando-se, assim, em primeiro lugar, a crença na inspiração e, depois, como resultado dela, a crença na ressurreição [...] A crença na ressurreição de CRISTO existia durante quase uma geração antes de serem escritos os primeiros documentos do Novo Testamento [...] Por ser esta a ordem histórica, é também a ordem lógica”. Ou seja, a ressurreição é verdadeira por si só, pelas testemunhas oculares, pelas inúmeras provas históricas e, para os cristãos da Igreja primitiva, isso não dependia do fato de a Bíblia ser inspirada ou não. As Escrituras trataram apenas de documentar esse evento. 

Em segundo lugar, os opositores da Bíblia e da ressurreição de JESUS vão dizer que são poucos e contraditórios os argumentos cristãos que defendem esse acontecimento sobrenatural. Mas isso não condiz com a verdade. Devido à prolixidade do assunto, não serão debatidas, neste espaço, as provas da ressurreição, mas somente a aparição de JESUS “aos doze”.

Os cristãos não têm apenas parcos argumentos da ressurreição de CRISTO, como dizem os opositores. Não são apenas dois ou três argumentos a favor, mas inúmeros. Ao longo do tempo, todas as dúvidas postas pelos críticos foram respondidas com muito requinte pelos teólogos e apologistas. Basta pesquisar em bons livros de teologia e apologética, por exemplo, que as defesas elaboradas são muitas e totalmente convincentes. A verdade é uma só, como sempre ocorre: as críticas são fundamentadas em pressupostos “viciados”. Se o crítico partir para uma análise partidária de qualquer disciplina cristã, de forma tendenciosa, prevendo um final que lhe interessa, tentando tão-somente “desmascarar” os pontos imprescindíveis da fé, sua análise não será verdadeiramente séria e, no fundo, inclinará aos seus interesses particulares. 

Em terceiro lugar, a negação da ressurreição de CRISTO coaduna melhor com os ideais filosóficos e materialistas dos céticos. O próprio JESUS alertou sobre o fato de que muitas pessoas preferem viver à margem da verdade ética, moral, religiosa, porque seus hábitos não são condizentes com os princípios estabelecidos por Ele e pelo evangelho (Jô 3.19-24). Todavia, isso não significa que todos os intelectuais não-cristãos são céticos quanto à ressurreição ou que não há possibilidade de admiti-la sob hipótese alguma. 

Em quarto lugar, não há contradições nos relatos bíblicos das aparições de JESUS aos seus apóstolos e seguidores. A seqüência das aparições é a que segue: 
 
Aparição de JESUS ressurreto
Referências bíblicas
1) A Maria Madalena
Marcos 16.9
2) Às mulheres que retornavam da tumba
Mateus 28.8-10
3) A Pedro, em Jerusalém
Lucas 24.34
4) Aos dois discípulos que iam para Emaús
Marcos 16.12 e Lucas 24.13-32
5) Aos dez discípulos
João 20.19-25
6) Aos onze discípulos
João 20.26-29
7) Aos sete discípulos junto ao Mar da Galiléia
João 21
8) A mais de 500 pessoas
1Coríntios 15.6
9) A Tiago
1Coríntios 15.7
10) Aos onze discípulos em um monte da Galiléia
Mateus 28.16
11) No Monte das Oliveiras, em Betânia
Lucas 24.50-53
12) Ao apóstolo Paulo no caminho para Damasco
Atos 9.3-6 e 1Coríntios 15.8

O apóstolo Paulo menciona poucas pessoas e situa Pedro em primeiro lugar. Isso, no entanto, tem uma explicação: “Paulo não deu uma lista completa, mas somente a que tinha importância para o seu propósito. Desde que apenas o testemunho de homens era considerado legal ou oficial no primeiro século, é compreensível que o apóstolo não tenha listado mulheres na defesa que ele fez da ressurreição”. 

Em último lugar, tanto Paulo (1Co 15.5) quanto Marcos (Mc 16.14; Jo 20.19-25) redigiram números cheios naturalmente, pois utilizavam o termo no sentido coletivo, tendo em mente o colegiado apostólico e não um número definido de pessoas. “A expressão, ‘os doze’, entretanto, era usada como termo genérico para se referir aos apóstolos originais de CRISTO, designando seu ofício apostólico e não seu número exato”. 
 
Afinal, o testemunho de JESUS é verdadeiro ou não?
Textos-base: 
“Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro” (Jo 5.31).
“Respondeu JESUS, e disse-lhes: Ainda que eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro” (Jo 8.14).
Diante desses dois textos que aparentam contrariedade, devemos perguntar: 
• O testemunho de JESUS só pode ser validado por outro homem? 
• O testemunho a respeito de si próprio é válido? 
• Por que precisava de outros testemunhos?

Para responder à primeira e à terceira pergunta, temos de ser sinceros e aceitar que realmente alguém só deveria ser acreditado se pudesse provar, por testemunhas, suas reivindicações. Se alguém testemunhasse de si mesmo às autoridades rabínicas, diante de um tribunal, seu testemunho não seria considerado válido. Ora, esse não é o procedimento normal, até mesmo na sociedade contemporânea, alguém apelar para a justiça dos homens quando seu caso é julgado diante de um juiz? Isto é, de alguma forma, JESUS necessitava de algum tipo de testemunho a seu respeito para que provasse sua messianidade, por exemplo. JESUS não precisava testemunhar de si próprio que Ele era o Messias tão esperado pelos judeus, mas, para que os judeus acreditassem nele, outras pessoas deveriam dar testemunho a seu respeito. Para isso, JESUS contava com testemunhas externas. E teve essa prova em diversas ocasiões. Em resumo: seus milagres foram vistos por inúmeras pessoas. João Batista deu testemunho a seu respeito (Jo 1.7,15,19). E o próprio DEUS deu testemunho de JESUS em dois episódios: no batismo e no momento da transfiguração (Mt 3.16,17; 17.5). 

É relevante atentar para a história do povo hebreu. A vinda de um Messias, salvador e libertador, era um pensamento normal na cultura judaica. O povo judeu, por diversas vezes, esteve sob jugos estrangeiros: egípcios, babilônicos, persas, gregos, sírios, romanos, entre outros. Na época dos juízes, ainda que as pressões sobreviessem dos povos semitas, alguns “parentes” dos judeus, DEUS levantava juízes que, na verdade, eram libertadores do domínio inimigo. Não foram poucos os anos passados em terras distantes, estranhas e em situações adversas. Por isso, o assunto sobre a vinda de um Messias enchia de esperança o povo judeu. Chegando o tempo proposto por DEUS o Messias veio, porém, os judeus estavam equivocados quanto às suas atribuições. 

Em João 1.41, o discípulo André disse a seu irmão Simão Pedro: “Achamos o Messias (que, traduzido, é o CRISTO)”. Filipe disse a Natanael: “Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: JESUS de Nazaré, filho de José” (Jo 1.45). Ao dialogar com JESUS, a mulher samaritana disse: “Eu sei que o Messias (que se chama o CRISTO) vem; quando ele vier, nos anunciará tudo” (Jo 4.25). Ao que JESUS, prontamente, respondeu: “Eu o sou, eu que falo contigo” (Jo 4.26). Daí em diante, a mulher passa a testemunhar de JESUS. “Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àqueles homens: Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o CRISTO? Saíram, pois, da cidade, e foram ter com ele. E muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele, pela palavra da mulher, que testificou: Disse-me tudo quanto tenho feito” (Jo 4.29,30,39). 

Esses exemplos provam que as pessoas têm necessidade de testemunhar sobre JESUS. Ou seja, Ele não precisava falar de si próprio que era o Messias prometido no Antigo Testamento. Os testemunhos a respeito de JESUS procederam de pessoas simples, sinceras, e eram testemunhos verdadeiros (se bem que não de todos). A questão do “testemunho de JESUS não ser verdadeiro” deve ser entendida no sentido de que “palavras sem a necessária confirmação de santidade e poder não convencem. Os judeus, baseados nos seus preconceitos, atribuíram maldade a JESUS. E JESUS, por sua vez, defendendo suas reivindicações messiânicas, apela para a regra bíblica que exigia duas testemunhas (Nm 35.30; Dt 17.6)”. 

Em suma, a resposta à segunda pergunta (O testemunho a respeito de si próprio é válido?) é afirmativa: SIM! JESUS não era somente o Messias prometido, mas também DEUS encarnado. Sendo assim, apenas o testemunho humano não é pleno. Ora, JESUS falava com propriedade do que já havia experimentado na eternidade. Ao orar ao DEUS Pai, disse: “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse” (Jo 17.5). Para Nicodemos, asseverou: “Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu” (Jo 3.13). 

O texto de João 8 sugere que a discussão tinha a ver com o perdão de JESUS outorgado à mulher pecadora. Quando JESUS diz “quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”, obviamente está se referindo a algo muito maior do que ter o messianismo endossado pelos judeus. Fala de algo espiritual, místico, metafísico e, neste sentido, Ele não precisa do endosso de um ser humano. Tanto é assim que os fariseus disseram a JESUS: “Tu testificas de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro”. Ao que JESUS rebateu: “Ainda que eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro, porque sei de onde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis de onde venho, nem para onde vou” (Jo 8.13,14).

Pelo fato de JESUS ser o Emanuel (DEUS conosco), não necessita de provas humanas. JESUS, como todo bom judeu, conhecia bem as normas e os regimentos prescritos aos judeus e, logicamente, como em outros casos muito mais complexos, não os violaria. Contudo, no caso em questão, CRISTO não falava como um simples judeu, mas, sim, como o Soberano do Universo, por isso não precisava de testemunhos. Até porque, os inquiridores de JESUS não estavam aptos a testemunharem a respeito dele, e muito menos a aceitarem seu próprio testemunho.

Norman Geisler arremata: “O testemunho de JESUS não era verdadeiro: oficialmente, legalmente e para os judeus, mas era verdadeiro “factualmente, pessoalmente e em si mesmo”. JESUS tinha os testemunhos completos: das pessoas alcançadas por Ele, de, até mesmo, alguns de seus inimigos e dele próprio.
 
Maio de 2007 Preparado por Gilson Barbosa ICP Responde
Participantes desta edição:
Jaqueline Costa Melo
Hudson Silva
Notas:
1 PIETERS, Albertus. Fatos e mistérios da fé cristã. São Paulo: Editora Vida Nova, 1979, p.114.
2 GEISLER Norman & HOWE Thomas. Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 1999, p 375.
3 Russel Norman Champlin Comentário de I Coríntios 15.5.. São Paulo: Editora Candeia. 
4 Bíblia Vida Nova. Comentário de João 5.31. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.
5 GEISLER Norman & HOWE Thomas. Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 1999, p. 418.
 
SINOPSE DO TÓPICO (1) - A ressurreição de JESUS é o fundamento do Cristianismo.
SINOPSE DO TÓPICO (2) - A Bíblia ensina a doutrina da ressurreição de CRISTO e dos justos.
SINOPSE DO TÓPICO (3) - A ressurreição de JESUS é um fato bíblico e histórico.
SINOPSE DO TÓPICO (4) - Foram testemunhas da ressurreição de CRISTO: Algumas mulheres, entre elas Maria Madalena, também os Doze apóstolos e mais de 500 irmãos e por último Paulo..
 
AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO
Subsídio Teológico
"A ressurreição de CRISTO
Era o tema central da pregação da Igreja Primitiva. Devemos tê-la também como o centro de nossa mensagem, porquanto ela é a garantia de nossa própria ressurreição. A ressurreição de CRISTO é a base de nossa fé e esperança. Uma das grandes afirmações do Novo Testamento encontra-se nestas palavras de JESUS: '... porque eu vivo, e vós vivereis' (Jo 14.19). Paulo classifica a ressurreição de mistério; algo que não havia sido revelado nos tempos do Antigo Testamento, mas que agora é-nos descoberto: 'Eis aqui vos digo um mistério' (1 Co 15.51-54). Tal como o corpo de JESUS, o corpo ressurreto, do qual Ele é a vida animadora, não será nem este corpo mortal que hoje possuímos, nem o espírito desencarnado, mas um corpo espiritual. Um corpo real e espiritual".
 
(MENZIES, William W.; HORTON, Stanley M. Doutrinas Bíblicas. RJ: CPAD, 1995, pp.175-6.)
 
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
MENZIES, William W.; HORTON, Stanley M. Doutrinas Bíblicas, RJ: CPAD, 1995.
 
SAIBA MAIS EM Revista Ensinador Cristão, CPAD, no 38, p. 41.
 
APLICAÇÃO PESSOAL
Receberemos do Senhor um corpo glorioso. A lei da gravidade não é mais forte do que nosso novo tabernáculo. Subiremos às nuvens para nos encontrar com o Senhor. Tudo o mais ficará preso à temporalidade e a gravidade deste mundo. Mas os salvos, juntos do Senhor, descansarão de sua militância; de nossas agruras terrenas não nos lembraremos mais (2 Co 5.1,2). Tudo será passado, e a única coisa importante será a eternidade que passaremos com o Senhor. Nossos corpos mortais serão revestidos de imortalidade. Nossos corpos naturais revestir-se-ão de espiritualidade. Não sentiremos mais cansaços físicos, pois nossos novos corpos não se enfadam. Não sofreremos mais as longas primaveras da vida, pois seremos revestidos de glória, jamais envelheceremos. O "mortal", diz Paulo, será "absorvido pela vida" (2 Co 5.1-4). Maranata!
 
REVISTA CPAD - LIÇÃO 12 - A RESSURREIÇÃO DE JESUS
1º TRIMESTRE DE 2008
TEMA: JESUS CRISTO, Verdadeiro Homem, Verdadeiro DEUS.
Lições Bíblicas CPAD, Jovens e Adultos - 2008
Comentários: Pr. Esequias Soares.
Consultor Doutrinário e Teológico: Pr. Antônio Gilberto.
Complementos - ajuda aos estudantes e professores: Ev. Henrique.
 
 
 
 
AS APARIÇÕES DE JESUS PÓS-RESSURREIÇÃO
 
 
 
 
ARREBATAMENTO - CORPOS TRANSFORMADOS
 
 
 
Sendo hoje considerado pelo mundo cristão o dia da ressurreição de nosso Senhor JESUS CRISTO. é com muita a1egria que estamos estudando este precioso assunto.
Certamente as doutrinas da divindade e da ressurreição do Senhor JESUS são as mais odiadas e hostilizadas por Satanás. O Evangelho que proclamamos não finda no Monte Ca1vário. Ele passa pelo túmulo vazio, desponta no cenáculo e segue a trajetória celestial. Se CRISTO não houvesse ressuscitado seria vã a nossa fé e nulo o nosso testemunho.
 
 
 
Questionário da Lição 13 - A Ressurreição de JESUS
2º trimestre de 2015 - JESUS, o Homem Perfeito: O Evangelho de Lucas, o Médico Amado.
Comentarista: Pastor: José Gonçalves
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas Verdadeiras e com "F" as Falsas, conforme a revista da CPAD.
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"E, estando elas muito ______________________________ e abaixando o rosto para o ___________________, eles lhe disseram: Por que buscais o ___________________ entre os mortos?" (Lc 24.5)

VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
A ______________________________ de JESUS é a ____________________________ de que todos os que morreram em CRISTO se ____________________________ do pó da terra.
 
I. A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO
3- Como é a ressurreição no contexto do Antigo Testamento?
(    ) O Antigo Testamento registra três casos de pessoas que ressuscitaram.
(    ) Os três casos aconteceram no ministério profético de Elias e Eliseu.
(    ) Os três casos aconteceram no ministério profético de Elias, Eliseu e Moisés.
(    ) Em 1 Reis 17.17-24, Elias ressuscita o filho da viúva de Sarepta; em 2 Reis 4.32-37 encontramos Eliseu ressuscitando o filho da Sunamita.
(    ) O outro caso está em 2 Reis 13.21 onde um morto torna à vida quando toca os ossos do profeta Eliseu.
(    ) Esses fatos demonstram, já na Antiga Aliança, o poder de DEUS para dar vida aos mortos.
(    ) Abraão, por exemplo, iria sacrificar seu filho Isaque Porque "considerou que DEUS era poderoso para até dos mortos o ressuscitar".

4- Como é a ressurreição no contexto do Novo Testamento?
(    ) Com o advento da Nova Aliança a doutrina da ressurreição é demonstrada em sua plenitude.
(    ) O Novo Testamento registra vários casos de pessoas sendo ressuscitadas.
(    ) Algumas foram ressurreições efetuadas pelo Senhor JESUS, enquanto outras por seus apóstolos.
(    ) Em todos os casos, exceto a ressurreição de JESUS, as pessoas ressuscitadas morreram novamente.
(    ) Em todos os casos, exceto a ressurreição de JESUS e de Lázaro, as pessoas ressuscitadas morreram novamente.

II. A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
5- Por que a ressurreição de JESUS é literal?
(    ) O testemunho do terceiro Evangelho é de uma ressurreição da alma e do espírito.
(    ) O testemunho do terceiro Evangelho é de uma ressurreição física e literal.
(    ) O próprio JESUS, quando ressuscitou, disse: "Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; tocai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho".
 
6- Por que a ressurreição de JESUS é corporal?
(    ) A apologética cristã sempre assegurou que a ressurreição de JESUS foi um evento físico no qual o seu corpo foi revivificado.
(    ) Isto significa que, apesar de transformado, CRISTO ressuscitou com um corpo físico diferente do que fora sepultado.
(    ) Isto significa que, apesar de transformado, CRISTO ressuscitou com o mesmo corpo físico que fora sepultado.
(    ) Lucas põe em relevo esse fato quando registra JESUS comendo com os discípulos após a ressurreição.
(    ) Em sua primeira Carta aos Coríntios o apóstolo Paulo assevera que toda a fé cristã é falsa se a ressurreição de JESUS não aconteceu de forma corporal.
 
III. EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
7- Quais as evidências diretas da ressurreição de JESUS?
(    ) As Escrituras apresentam muitas evidências da ressurreição de JESUS.
(    ) O texto de Lucas 24.13-35 narra o encontro que dois discípulos, no caminho de Emaús, tiveram com JESUS após a sua ressurreição.
(    ) O texto de Lucas 24.13-35 narra o encontro que três discípulos, no caminho de Emaús, tiveram com JESUS após a sua ressurreição.
(    ) Trata-se de uma evidência direta da ressurreição porque mostra JESUS ressuscitado com um corpo físico e tangível.
(    ) Evidência semelhante pode ser vista no relato da ressurreição do Evangelho de João.
(    ) Nesses relatos observamos que as pessoas para as quais o Senhor apareceu viram o seu corpo, conversaram com Ele e até mesmo chegaram a tocá-lo.
(    ) Não se tratava, portanto, de uma visão ou sonho, mas de um encontro real!
 
8- Quais as evidências indiretas da ressurreição de JESUS?
(    ) Antes da ressurreição encontramos um grupo de discípulos desanimado, triste e cabisbaixo. Era um cenário desanimador.
(    ) Após a ressurreição e Pentecostes, esses mesmos discípulos se apresentam ao povo com uma ousadia nunca vista.
(    ) Eles agora passaram a testemunhar que o Senhor deles estava vivo e apresentavam provas disso.
(    ) Eles curavam os doentes, levantavam os paralíticos, expeliam os demônios e testemunhavam: "DEUS ressuscitou a este JESUS, do que todos nós somos testemunhas".
(    ) A ressurreição de JESUS se tornou o principal tema da pregação apostólica.
(    ) Também a ressurreição de JESUS se tornou o principal tema da pregação atual.
 
IV. O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
9- Qual o propósito da ressurreição de JESUS dentro dos temas salvação e justificação?
(    ) Aos discípulos no cenáculo, JESUS destaca a salvação como propósito da ressurreição.
(    ) A ressurreição de JESUS difere de todas as outras, assim como JESUS difere de todos os homens.
(    ) Ele é o DEUS que se fez carne (Jo 1.14); o segundo Adão, representando a humanidade caída, o único mediador entre DEUS e os homens (1 Tm 2.5), que nos salva de nossos pecados.
(    ) A Bíblia diz que Ele morreu por causa de nossas transgressões; e que seu sacrifício foi em resgate de todos.
(    ) A Bíblia mostra ainda que a sua ressurreição foi por "causa de nossa justificação" e que nesse aspecto Ele foi designado filho de DEUS com poder pela ressurreição dos mortos.
 
10- Qual o propósito da ressurreição de JESUS dentro do tema redenção?
(    ) A ressurreição de JESUS é mais uma garantia de que somente os crentes mortos já estão salvos
(    ) A ressurreição de JESUS é a garantia de que os crentes também ressuscitarão dos mortos.
(    ) Quando ressuscitou dentre os mortos, JESUS se tornou as primícias daqueles que ressuscitarão para não mais morrer.
(    ) O apóstolo Paulo afirma que se CRISTO não ressuscitou então a nossa fé é vã.
(    ) Na ressurreição, JESUS derrotou a morte de forma que não precisamos mais temê-la.
(    ) Na ressurreição, receberemos corpos incorruptíveis e imortais.
 
CONCLUSÃO
11- Complete:
Sem dúvida uma das maiores notícias, e que foi dada por um anjo, foi que JESUS havia _____________________________ (Lc 24.6). Nos dias de JESUS, a crença na _______________________________ dos mortos não era consenso. Os fariseus acreditavam nela, mas os saduceus a rejeitavam, e os gregos a _____________________________. Até mesmo os ______________________________ de JESUS se mostraram incrédulos e lentos em aceitá-la. Quando ______________________________ dos mortos, o Senhor JESUS se apresentou a seus discípulos com provas incontestáveis a fim de que nenhum deles ficasse com dúvida. A _______________________________ de JESUS era uma realidade inconteste para a Igreja Apostólica a ponto de se tornar o ____________________________ tema de sua pregação.
 
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm 
 
Referências Bibliográficas (outras estão acima)
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006.
Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
www.ebdweb.com.br
www.escoladominical.net
www.gospelbook.net
www.portalebd.org.br/
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/alianca.htm
 

Nenhum comentário: