quinta-feira, 17 de abril de 2014

Lição 3 – Dons de Revelação, 2Tr14, Ev Henrique 2 Parte


Lição 3 – Dons de Revelação, 2 parte, 2Tr14, Ev Henrique, EBD NA TV
2. Sua função.
Esse dom revela coisas que não são percebidas pela visão natural (ver 1 Sm 16.7; Jo 2.24,25). Na vida prática da igreja, algumas experiências demonstram que o dom da palavra da ciência pode ser dado nos tempos presentes. Num Círculo de Oração, em Natal-RN, as irmãs estavam tranquilas, orando e louvando a DEUS, numa congregação, anos atrás. Apresentou-se um homem, muito bem vestido, de paletó de tecido fino, sapato lustroso, gravata e Bíblia debaixo do braço. Ao ser interpelado, para ser apresentado, disse que era um servo de DEUS, que estava de passagem por ali, e que viera visitar o trabalho. Acrescentou que era “filho do Ministro da Educação, Sr. Jarbas Passarinho”. A apresentação do “ilustre” visitante foi feita, e as irmãs de imediato quiseram ouvir uma palavra por ele.
Uma humilde serva de DEUS, num lampejo divino, disse à dirigente: “Não dê oportunidade a ele. E um mentiroso, falso e procurado pela polícia...!”. Foi um mal-estar, pois a dirigente já ia anunciar a oportunidade ao visitante. Mas, diante da advertência, não o fez. Foi criticada por um santo irmão, que achou uma falta de respeito a um “servo de DEUS”, “filho de uma autoridade pública”. Esse também convidou o visitante para ir à sua casa, num gesto de desagravo e de hospitalidade. No caminho, dizia ao visitante: “Essas irmãs não têm sabedoria”. E pediu desculpas pelo constrangimento. Recebeu-o em casa, apresentou à família, e ofereceu dormida ao desconhecido.
Pela madrugada, alguém bateu à porta. O anfitrião foi abrir, e deparou-se com policiais federais, apontando metralhadoras para sua casa, e dizendo que ele estava preso, pois dera acolhida a um criminoso, estelionatário, que vinha sendo rastreado em sua viagem. Quem revelaria tal coisa a uma simples serva de DEUS? Sem dúvida, foi a operação do dom da ciência, num momento crucial. Este exemplo é prova de que DEUS não muda. Agiu nos tempos antigos. E age em todos os tempos.
Elinaldo Renovato. Dons espirituais & Ministeriais Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário. Editora CPAD. pag. 38-39.
 
Palavra do conhecimento
    De acordo com o registro bíblico, quando este dom era exercido, o extraordinário acontecia, como mostram os exemplos que se seguem:
    - O rei de Israel foi avisado do perigo de destruição por parte do rei da Síria: 2 Rs 6.9-12.
    - Elias recebeu novo alento em meio à perseguição: 1 Rs 19.14-18.
    - A hipocrisia de Geazi foi manifesta: 2 Rs 5.20-
    - A samaritana foi convencida da necessidade dum Salvador: Jo 4.18,19,29.
    - Saul foi achado no meio da bagagem: 1 Sm 10.22.
    - A necessidade de Saulo foi revelada a Ananias: At 9.11.
    - Foi desmascarada a hipocrisia de Ananias e Safira: At 5.3.
    Este dom pode manifestar-se por diferentes meios, seja através da pregação no púlpito, da profecia, do aconselhamento aos necessitados e aos que buscam orientação divina, ou mesmo através de sonhos.
 Raimundo F. de Oliveira. A Doutrina Pentecostal Hoje. Editora CPAD.
 
3. Exemplos bíblicos da palavra da ciência.
O profeta Eliseu sabia os planos de guerra do rei da Síria, mesmo à distância. Quando o rei pensava em atacar o exército de Israel de surpresa, em determinado lugar o profeta de DEUS alertava ao rei de Israel dos planos do inimigo, por diversas vezes. O rei sírio ficou intrigado e desconfiou de que haveria um traidor no meio de suas tropas. Mas um dos servos do rei o fez saber o mistério: “E disse um dos seus servos: Não, ó rei, meu senhor; mas o profeta Eliseu, que está em Israel, faz saber ao rei de Israel as palavras que tu falas na tua câmara de dormir” (2 Rs 6.8-12).
Era um conhecimento muito mais aperfeiçoado do que todos os atuais sistemas de informação, com uso de tecnologia de ponta, usados no mundo atual. Eliseu não tinha informantes, nem sonhava com equipamentos de comunicação ou de satélites. Era a mensagem divina, diretamente do ESPÍRITO SANTO ao seu coração. Quando o profeta Samuel disse a Saul que as jumentas do pai já haviam sido encontradas, foi pela ciência ou conhecimento de DEUS (1 Sm 9.15-20).
Elinaldo Renovato. Dons espirituais & Ministeriais Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário. Editora CPAD. pag. 37-38.
 
1. Antecedentes (5.1-16)
Existem pessoas orgulhosas, de posses, que gostam de impressionar a igreja com métodos falsos. Ananias e Safira pertenciam a esta categoria. Eles tinham bons nomes. Ananias, o equivalente do Novo Testamento ao Hananias do Antigo Testamento, significa “aquele a quem Jeová foi gracioso”. Mas Ananias não era muito gracioso para DEUS. Ele guardou para si parte do que fingiu estar dando à igreja. Safira significa “bonita”. Mas ao invés de ser uma pedra de “safira” brilhante, como sugere o seu nome, ela representa a falta de sinceridade, que é muito feia. Barnabé tinha recebido um elogio especial pela sua generosidade para com a igreja. Ele vendera um terreno na ilha de Chipre e colocara todo o dinheiro aos pés dos apóstolos (4.36-37). Evidentemente, Ananias e Safira estavam ansiosos por receber um reconhecimento similar. Assim, venderam uma propriedade (1) — uma herdade (3) que possuíam.
Mas, diferentemente de Barnabé, eles retiveram parte do preço (2). O verbo pode ser traduzido como “defraudar, desviar”. Lake e Cadbury escrevem: “A expressão ocorre com certa frequências na prosa helenística... e sempre implica: (a) que o roubo é secreto; (b) que parte de uma quantia maior é usurpada... Deve-se observar, adicionalmente, que o verbo é mais comumente usado referindo-se à usurpação daquilo que é entregue em confiança... do que ao roubo de um indivíduo, por outrem”. Aqui é usado adequadamente neste contexto da mordomia cristã. A palavra é usada em Josué 7.1 (Septuaginta), sobre Acã, que “tomou do anátema”. E encontrada novamente no versículo 3, e no Novo Testamento somente em Tito 2.10, onde é traduzida como “defraudar”.
Guardar para si mesmos o que eles estavam ostensivamente entregando à igreja foi um ato premeditado de Ananias e Safira. O relato diz sabendo-o também sua mulher — literalmente, “a sua mulher também sabia, com” o seu marido. Por ser deliberado, o pecado era ainda mais grave.
Pedro provavelmente recebeu uma revelação especial dada pelo ESPÍRITO — Pedro desafiou Ananias. Por que este membro da igreja tinha permitido que Satanás entrasse no seu coração e fizesse com que ele mentisse ao ESPÍRITO SANTO (3)? No versículo 4, Pedro diz: Não mentiste aos homens [ou seja, não somente aos homens] mas a DEUS. Estas duas frases juntas indicam tanto a personalidade quanto a divindade do ESPÍRITO SANTO.
Enquanto a terra fosse guardada, sem ser vendida, não ficava para ti? (4) E, vendida, não estava em teu poder [exousia, “autoridade”]? Estas duas perguntas confirmam o que já observamos em conexão com 2.44-45 e 4.32-35: uma comunidade universal de bens nunca foi praticada nem exigida pela Igreja Primitiva.
Quando Ananias ouviu esta revelação da sua tentativa de ludibriar, ele caiu e expirou (5). Uma única palavra em grego descreve este fato, exepsyxen — literalmente, “expirou”. A melhor tradução é “expirou”. No Novo Testamento, o verbo aparece somente aqui, no versículo 10 (sobre Safira) e em 12.23 (sobre a morte de Herodes Agripa I). Hobart diz: “A palavra ekpsychein é muito rara e parece estar quase sempre confinada aos autores médicos, e mesmo assim é raramente usada por eles”.
Os jovens (6) — lit., “os homens mais jovens” (NEB), os que estavam capacitados para aquele trabalho, em contraste com os homens mais velhos — cobriram o morto ou “envolveram-no com panos, cobrindo o seu corpo” (cf. NEB). Este é o costume no Oriente Próximo hoje — e, transportando-o para fora, o sepultaram. Era necessário que o morto fosse enterrado no mesmo dia, e também fora dos muros da cidade (exceto no caso de reis).
b. A Morte de Safira (5.7-11). Passadas três horas da morte tão repentina de Ananias, entrou... sua mulher (7) no principal local de reuniões da igreja — talvez o cenáculo (1.13). Ela não tinha sido informada do que acontecera com o seu marido. Pedro dirigiu-se a ela — e disse (8) — na Septuaginta e no Novo Testamento este termo frequentemente significa algo como “perguntou-lhe” (RSV). Talvez a melhor tradução seja a de Phillips: “Diga-me, você vendeu a sua terra por tanto?” A resposta dela foi: Sim, por tanto. Obviamente, a quantia mencionada nos dois casos foi a que Ananias tinha apresentado aos apóstolos. Então Pedro expôs a conspiração da fraude (9) e anunciou que aqueles que estavam acabando de retornar, tendo enterrado o seu marido, também iriam levá-la. Ela imediatamente “expirou” e os jovens (10) — uma expressão (um substantivo) diferente daquela do versículo 6, mas referindo-se ao mesmo grupo de pessoas — levaram-na para o seu sepultamento. O versículo 11 é uma ampliação da última frase do versículo
5. “E houve um grande temor em toda a igreja e em todos os que ouviram estas coisas”. As duas mortes foram julgamentos divinos diretos, atos imediatos de DEUS. Pedro amaldiçoou este casal de hipócritas. Ele predisse a morte de Safira no que poderia ser descrito como um anúncio do julgamento divino. Mas isto é tudo.
“Eles pensaram mais na exibição que estavam fazendo aos pés dos apóstolos do que no pecado perante os olhos de DEUS”.
Ralph Earle. Comentário Bíblico Beacon. Editora CPAD. Vol. 7. pag. 238-240.
 
Desmascarado o pecado. O ESPÍRITO SANTO, habitando no meio da Igreja, detecta todo o pecado. Ananias escolheu um lugar muito perigoso e uma época desfavorável à pratica da hipocrisia. O divino ESPÍRITO de pureza, sinceridade e verdade tinha sido derramado em abundância. Portanto, era imediatamente reconhecido o espírito da falsidade e hipocrisia que, em tais circunstâncias, era ainda mais imperdoável. Num ambiente de tanta espiritualidade, havia pessoas dispostas à hipocrisia. O que aconteceria, então, em tempos mais difíceis se não condenassem este pecado? Pedro, mediante o dom do discernimento de espíritos, viu o que havia em Ananias. Ele não pertencia àquele ambiente espiritual. Pela inspiração divina, Pedro disse: “Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao ESPÍRITO SANTO, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a DEUS”.
Pearlman. Myer. Atos: e a Igreja se Fez Missões. Editora CPAD. pag. 61.
 
III - DISCERNIMENTO DOS ESPÍRITOS
1. O dom de discernir os espíritos.
Mais adiante, na epístola em apreço, encontramos o “dom de discernir os espíritos” (1 Co 12.10b). Refere-se à capacidade sobrenatural, concedida por DEUS, com a finalidade de identificarem-se as origens e natureza das manifestações espirituais. Tais manifestações podem ter basicamente, três origens: De DEUS, do homem (da carne) ou do maligno. Em determinadas ocasiões, uma manifestação espiritual pode apresentar-se, no meio da congregação, ou diante de um servo de DEUS, com aparência de genuína, e ser uma mistificação diabólica, ou artimanha de origem humana. Pelo entendimento e pela lógica humana, nem sempre é possível avaliar a origem das manifestações espirituais. Mas, com o dom de discernir os espíritos o servo de DEUS ou a igreja não será enganada.
Segundo Boyd, “a palavra ‘discernir’ (grego “diakrisis”) julgado através de, distinguir, e tem o sentido de penetrar por baixo da superfície, desmascarando e descobrindo a verdadeira fonte dos motivos e da animação”. Através desse dom, em suas diversas manifestações, a igreja pode detectar a presença de demônios, no meio da comunidade ou congregação, a fim de expulsá-los, no nome de JESUS. Na ilha de Pafos, Paulo defrontou-se com uma ação diabólica declarada com o objetivo de impedir a pregação do evangelho ali, e a conversão de uma autoridade pública. Mas o apóstolo, cheio do ESPÍRITO SANTO, percebeu as artimanhas do Adversário, e, na autoridade de DEUS, declarou que o opositor do evangelho ficaria cego por algum tempo, o que de pronto aconteceu. Diante de tamanho sinal, “Então, o procônsul, vendo o que havia acontecido, creu, maravilhado da doutrina do Senhor” (At 13.12).
Myer Pearlman diz que se pode saber a diferença entre uma manifestação espiritual legítima e uma falsa manifestação, através desse dom. “Pelo dom de discernimento que dá capacidade ao possuidor para determinar se um profeta está falando, ou não, pelo ESPÍRITO de DEUS. Esse dom capacita o possuidor para ‘enxergar’ todas as aparências exteriores e conhecer a verdadeira natureza duma inspiração.” A manifestação espiritual precisa passar por duas provas de sua legitimidade: A prova doutrinária e a prova prática.
A prova doutrinária pode basear-se no ensino do apóstolo João, que diz:
“Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de DEUS, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o ESPÍRITO de DEUS: todo espírito que confessa que JESUS CRISTO veio em carne é de DEUS; e todo espírito que não confessa que JESUS CRISTO veio em carne não é de DEUS; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que está já no mundo. Filhinhos sois de DEUS e já os tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo. Do mundo são; por isso, falam do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de DEUS; aquele que conhece a DEUS ouve-nos; aquele que não é de DEUS não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro.” (1 Jo 4.1-6)
A prova prática tem base no ensino de JESUS, quando advertiu acerca dos falsos profetas, que podem ser conhecidos pelos “seus frutos”, ou seja, pelo seu caráter, demonstrado em seu testemunho, na vida prática: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.15-20).
JESUS tinha esse dom. Quando seus adversários queriam apanhá-lo em alguma palavra ou alguma falta, Ele já sabia o que se passava no interior das pessoas. “Mas o mesmo JESUS não confiava neles, porque a todos conhecia e não necessitava de que alguém testificasse do homem, porque ele bem sabia o que havia no homem” (Jo 2.24, 25). O apóstolo Pedro teve a percepção de que Ananias estava mentindo, quando sonegou parte da oferta que prometera a DEUS, por esse dom especial de discernir os espíritos (At 5.3).
No ministério de Paulo, temos o exemplo notável do uso desse dom (At 16.12-18). Ao lado de seu companheiro, Silas, chegou à cidade de Filipos, na Macedônia, para onde se dirigiram por orientação do ESPÍRITO SANTO. Após um período de oração e evangelização pessoal, foi acolhido por Lídia, a vendedora de púrpura, que aceitou a CRISTO e foi batizada com toda a sua família. Era patente o sucesso da missão dos apóstolos naquele lugar. O Adversário não ficaria satisfeito de forma alguma e resolveu atacar de uma forma muito sutil, usando uma jovem para tecer um dos mais elevados elogios que um pregador poderia receber publicamente.
Ela era bem conhecida na cidade, pois era usada por comerciantes inescrupulosos que obtinham grande lucro, usando-a em seu proveito, pois possuía “espírito de adivinhação”. Quando os dois apóstolos saíram para a oração, a jovem os seguiu, dizendo em alta voz: “Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo” (At 16.17). E fez essa declaração elogiosa, durante vários dias. Pregadores são seres humanos, sujeitos às falhas próprias de sua natureza. Elogios em geral sempre fazem bem ao ego, à parte emocional, ainda mais, quando o elogio é verdadeiro, como era o que a moça propagava acerca dos dois servos de DEUS.
Jamais alguém poderia imaginar que aquele elogio não seria de origem legítima. Podemos entender até, que, a princípio, os apóstolos devem ter ficado pensativos com aquela declaração. De fato, eles eram servos do DEUS Altíssimo! O que haveria de errado ou repreensível ouvir tal elogio? Não teria a jovem percebido que eles eram cristãos autênticos? Acontece que Paulo e Silas eram homens de oração, tinham comunhão com o ESPÍRITO SANTO. Depois de alguns dias, ouvindo aquela declaração, Paulo discerniu a sua origem.
Não era nada da parte de DEUS. A afirmação era verdadeira, mas a origem e a intenção eram malignas. O Diabo queria iludir os apóstolos, com bajulação e lisonja, para que o demônio continuasse livre para agir, após a saída dos servos do Senhor. Assim, “Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu” (At 16.18).
Elinaldo Renovato. Dons espirituais & Ministeriais Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário. Editora CPAD. pag. 39-42.
 
Como podemos conhecer um verdadeiro cristão (I Jo 4.1-21)
A PRINCIPAL TESE DO APÓSTOLO JOÃO nessa epístola é provar que temos a vida eterna (5.13). Ao longo da carta, João trabalha com três provas insofismáveis que identificam um verdadeiro cristão: a prova doutrinária, a social e a moral. No texto em apreço, o apóstolo retorna à prova doutrinária e social, ou seja, à fé e ao amor.
Um verdadeiro cristão é conhecido por aquilo que ele crê (4.1-6)
“Provar” significa, à semelhança do metalúrgico que testa a integridade do metal por meio do fogo, testar a mensagem com a verdade apostólica, para saber qual o espírito que está por trás dela.
Os falsos mestres fizeram do mundo suas salas de aula. Desejavam conquistar a audiência de muitos cristãos. Simon Kistemaker fala de duas esferas espirituais neste mundo: uma é do domínio do ESPÍRITO SANTO; a outra é do domínio do diabo.
Mais assustador do que a pregação herética dos falsos profetas é o silêncio dos profetas de DEUS. Assistimos, estarrecidos, a uma perigosa tolerância para com as falsas doutrinas.
LOPES. Hernandes Dias. 1, 2, 3 JOÃO Como ter garantia da salvação. Editora Hagnos. pag. 185-188.
 
DEUS nos concedeu o ESPÍRITO. Nessa posse do ESPÍRITO reconhecemos que DEUS permanece em vós.
Na mais antiga carta de Paulo que nos foi preservada há a solicitação de não “desprezar” as “profecias”, os “vaticínios”, e sim “examiná-los” (1Ts 5.19-21; de forma análoga também em 1Co 14.29).
João tem a experiência de que existem “muitos” desses pseudoprofetas que “têm saído para o mundo”. A expressão “têm saído” remete ao fato de que os falsos mestres destacavam enfaticamente seu “envio” que os impelia para atuar mundo afora. O aspecto sedutor desses homens era o fato de se apresentarem com essa consciência de envio, demandando “fé” e obediência. Talvez utilizassem a fórmula introdutória dos profetas do AT “Assim diz o Senhor”, ou rotulassem seus discursos e ditos como inspirados pelo ESPÍRITO, e talvez até mesmo se credenciassem “por meio de sinais e prodígios”. Como se torna difícil, então, “examinar”! Será que nesse caso de fato podemos questionar e examinar? Não cumpre simplesmente curvar-se e crer? Da maneira mais clara possível o apóstolo João afirma que não, expressamente desafiando as igrejas a não crer em qualquer espírito, mas “examinar os espíritos se são vindos de DEUS”.
Werner de Boor. Comentário Esperança I João. Editora Evangélica Esperança.
 
Observação minha - Ev. Luiz Henrique - Veja que até para o crente mais sábio fica difícil discernir se a origem de uma mensagem é de DEUS, do homem ou de Satanás - Paulo foi enganado pela pitonisa de Filipos. É nessa hora que entra a manifestação do dom de discernir espíritos, essa manifestação é sobrenatural - Não é o homem que revela, é o ESPÍRITO SANTO que entra em ação revelando a origem da mensagem.
 
2. As fontes das manifestações espirituais.
AS OBRAS DE DEUS
Outro aspecto da doutrina de DEUS que requer a nossa atenção é o das suas obras.Têm a ver com as ações de DEUS, e não com a sua natureza (Rm 3.26). Dentro desses decretos, há as ações praticadas por DEUS, pelas quais tem Ele responsabilidade soberana; e também as ações das quais Ele, embora permita que aconteçam, não é responsável.
Baseado nessa distinção, torna-se possível concluir que DEUS nem é o autor do mal (embora seja o criador de todas criaturas subalternas), nem é a causa derradeira do pecado.
Além disso, DEUS está sustentando ativamente o mundo que criou. Na conservação, Ele sustenta a criação através de leis estabelecidas (At 17.25). Na providência, Ele controla todas as coisas existentes no Universo, com o propósito de levar a efeito seu plano sábio e amoroso, de forma que não venha a interferir na liberdades das suas criaturas (Gn 20.6; 50.20; Jó 1.12; Rm 1.24).
Servir a DEUS começa com o orar em seu nome. Isto implica em reconhecer como é distinta a sua natureza conforme revelada nos seus diversos nomes. Ele se revela a nós a fim de que o glorifiquemos e cumpramos a sua vontade.
HORTON. Staleym. Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Editora CPAD.
 
HOMEM CARNAL
Paulo divide em três claras distinções os tipos de homens:
1. O homem carnal (I Cor. 3:1); 2. O homem espiritual (I Cor. 3:1); e 3. O homem natural (I Cor. 2:14).
O homem natural é o homem que ainda não foi regenerado.
O homem espiritual é aquele que já foi regenerado e que está vivendo de acordo com os principias ditados pelo ESPÍRITO, ou seja, vitorioso sobre os antigos impulsos carnais.
O homem carnal é uma espécie de meio-termo entre os dois primeiros. Realmente, converteu-se, pelo que entrou nos primeiros estágios da regeneração; mas continua sendo derrotado por seus próprios antigos impulsos.
ELEMENTO. DA CARNALIDADE:
1. Embora certas pessoas se apresentem como espirituais, na verdade andam vendidas ao pecado, sendo escravas do principio do pecado (Rom. 7:14).
2. Tal pessoa é dotada de uma mente carnal, que está em conflito com DEUS (Rom. 8:7).
3. O homem carnal vive como se não fosse regenerado (I Cor. 3:3).
4. O homem carnal é faccioso (I Cor. 3:4).
5. O homem carnal tem vicias na sua vida, e ignora o cultivo das virtudes espirituais (Gâl. 5:19 ss).
CHAMPLIN, Russell Norman, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol. 3. Editora Hagnos. pag. 150-151.
DEMÔNIO, DEMONOLOGIA (Diabo, Satanás)
Duas coisas são indiscutíveis sobre esse assunto: primeira, nem os hebreus e nem os cristãos criaram as elaboradas demonologias e angelologias que, finalmente, vieram a ser aceitas. Segunda, apesar das elaborações, exageros e elementos místicos que entraram no pensamento hebreu e cristão, no tocante aos demônios, essas noções são corretas quanto à temível realidade dos demônios e sua capacidade de influenciar e de apossar-se das pessoas. Que os espíritos malignos existem e exercem poder sobre os homens tem sido uma ideia universalmente aceita. Essa ideia permeia todos os níveis da sociedade, podendo ser encontrada entre as tribos mais primitivas e as civilizações mais avançadas. Essa universalidade fala em favor da veracidade dessas noções, sem importar os exageros e os elementos mitológicos criados em torno do assunto.
CHAMPLIN, Russell Norman, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol. 2. Editora Hagnos. pag. 48.
Satanás é o principal poder maligno, e a Bíblia apresenta-o como uma espécie de comandante das forças da malignidade. O poder de Satanás é limitado por DEUS (Jô 1:12.; 2:6), apesar do que ele é muito poderoso, encabeçando um vasto exército do mal (ver Efé, 2:2; 6:12). Porém, sua queda final é certa (Luc. 10:18).
Anjos caídos, poderes e demônios fazem parte do reino das trevas, reino esse que tem o poder de influenciar os homens e de votá-los à perdição.
CHAMPLIN, Russell Norman, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol. 5. Editora Hagnos. pag. 311.
3. Discernindo as manifestações espirituais.
Temos aqui uma advertência contra os falsos profetas.
Devemos prestar atenção para não sermos enganados ou nos deixar impressionar por eles. Profetas são aqueles que preveem as coisas que vão acontecer. Existem alguns, mencionados no Antigo Testamento, que tinham a pretensão de fazer previsões, sem dar nenhuma garantia, e os acontecimentos desmentiram as suas pretensões; dentre eles, estão Zedequias (1 Rs 22.11) e um outro Zedequias (Jr 29.21). Os profetas também ensinavam ao povo o seu dever, de modo que os falsos profetas mencionados aqui também eram falsos mestres.
Os falsos mestres e os falsos profetas:
1. São todos aqueles que afirmam ter certas incumbências, não as tendo.
2. São todos aqueles que pregam uma falsa doutrina sobre tudo aquilo que é essencial à religião.
Precisamos ter muito cuidado porque suas pretensões são muito justas e plausíveis e, assim sendo, irão nos enganar se não estivermos em guarda.
Também precisamos ter muito cuidado porque sob essas pretensões seus desígnios são mal-intencionados e enganadores e, no seu interior, eles não passam de lobos devoradores.
Eles são glutões e servem ao próprio ventre (Rm 16.18), eles lucram conosco e fazem de nós a sua presa. Como isso é muito fácil, e também muito perigoso, tenha cuidado com os falsos profetas.
Eis aqui uma boa regra para ser obedecida em nossos cuidados; devemos examinar todas as coisas (1 Ts 5.21), e provar todos os espíritos (1 Jo 4.1).
Um mau tesouro irá produzir coisas más. (2) Por outro lado, se você conhecer como o fruto é, poderá conhecer como é a árvore que o produziu.
HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento MATEUS A JOÃO Edição completa. Editora CPAD. pag. 85-87.
Advertência contra os falsos profetas, V.15: Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores.
HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento ATOS A APOCALIPSE Edição completa. Editora CPAD. pag. 926.
Um esclarecimento necessário (4.2,3).
Nisto reconhecereis o ESPÍRITO de DEUS: todo espírito que confessar que JESUS CRISTO veio em carne é de DEUS; e todo espírito que não confessa a JESUS não procede de DEUS; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo.
Simon Kistemaker diz que, no grego, João usa o tempo perfeito para a palavra veio a fim de indicar que JESUS veio em natureza humana e, ainda agora, no céu, ele possui uma natureza humana, ou seja, além de sua natureza divina, ele também tem uma natureza humana.
Os falsos mestres gnósticos negavam tanto a divindade quanto a humanidade de CRISTO. Eles negavam tanto a sua encarnação como a sua ressurreição. Eles negavam tanto o seu nascimento virginal quanto a sua morte expiatória.
O ministério particular do ESPÍRITO é testemunhar de JESUS (Jo 15.26; 16.13-15). O ministério do ESPÍRITO é o ministério do holofote. Ele aponta sua luz para JESUS. O ESPÍRITO veio para testemunhar que JESUS não deixou de ser DEUS ao se fazer homem. Sua encarnação não foi aparente como ensinavam os falsos mestres do docetismo nem sua divindade foi uma mera simulação.
“Filhinhos, vós sois de DEUS e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo.”
Eles procedem do mundo; por essa razão, falam da parte do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de DEUS; aquele que conhece a DEUS nos ouve; aquele que não é da parte de DEUS não nos ouve. Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.
LOPES. Hernandes Dias. 1, 2, 3 JOÃO Como ter garantia da salvação. Editora Hagnos. pag.188-192.
A igreja precisa reconhecer que o “espírito” do anticristo “virá” não apenas em um momento posterior, mas que “já está no mundo”, e precisamente na hora em que lhe é apresentado um novo “cristianismo”! O soberano anticristão do mundo um dia tentará “dissolver” a JESUS e sua igreja com toda a força brutal. Porém a igreja deve notar: essa “dissolução” já se inicia agora de maneira sutil sob a aparência de um melhoramento do cristianismo.
Werner de Boor. Comentário Esperança I João. Editora Evangélica Esperança.
ELABORADO: Pb Alessandro Silva com comentários extras meus - Ev. Luiz Henrique.
 
Questionário da Lição 3 - Dons de Revelação
Responda conforme a revista da CPAD do 2º Trimestre de 2014 - Para jovens e adultos
Tema: Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário
Complete os espaços vazios e marque com "V "as respostas verdadeiras e com "F "as falsas
 
TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos _________________________, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem __________________________, tem _________________________________, tem interpretação. Faça-se tudo para ___________________________ (I Co 14,26).
 
VERDADE PRATICA
2- Complete:
Os dons de ______________________________ divina são indispensáveis à igreja da __________________________________, pois vivemos em um tempo marcado pelo _______________________.
 
COMENTÁRIO/INTRODUÇÃO
3- Como são classificados os dons de 1 Coríntios 12.8-10, pela maioria dos estudiosos?
(    ) Em três categorias: revelação, milagres e expressão, [tendo] três dons em cada categoria".
(    ) Em três categorias: revelação, poder e expressão, [tendo] três dons em cada categoria".
(    ) Em três categorias: revelação, poder e profecia, [tendo] três dons em cada categoria".
 
I - PALAVRA DA SABEDORIA
4- Qual o conceito de palavra de sabedoria, segundo nossa revista da CPAD?
(    ) O termo palavra exprime uma manifestação verbal ou escrita. Segundo o Dicionário Eletrônico Houaiss, sabedoria significa “discernimento inspirado nas coisas sobrenaturais e humanas”.
(    ) A sabedoria abordada pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 12.8a refere-se a uma capacitação divina sobrenatural para tomada de decisões sábias e em circunstâncias extremas e difíceis.
(    ) A sabedoria abordada pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 12.8a refere-se a uma capacitação divina sobrenatural para realização de milagres tremendos.
(    ) De acordo com Estevam Ângelo de Souza, “a palavra da sabedoria é a sabedoria de DEUS, ou, mais especificamente, um fragmento da sabedoria divina, que nos é dada por meios sobrenaturais”.
 
5- Como é a palavra de sabedoria na Bíblia, segundo nossa revista da CPAD? Complete:
Embora na Antiga Aliança os dons espirituais não fossem plena e claramente ______________________________ como na Nova, alguns episódios do Antigo Testamento vislumbram o quanto DEUS conferia aos homens sabedoria do alto para executar tarefas ou tomar ______________________________. Um exemplo disso é a revelação e a interpretação dos ______________________________ de Faraó através de José, o filho de Jacó (Gn 41.14-41). Ele não apenas interpretou os ______________________________ de Faraó, mas trouxe orientações sábias para que o Egito se preparasse para o período de fome que estava para vir. A habilidade do rei ______________________________ em resolver causas complexas, igualmente, é um admirável exemplo de dom da sabedoria no Antigo Testamento (1 Rs 3.16-28; 4.29-34). Em o Novo Testamento podemos tomar como exemplo de palavra da sabedoria a exposição da Escritura realizada pelo diácono e primeiro mártir cristão, _______________________________. O livro de Atos conta-nos que os sábios da sinagoga, chamada dos Libertos, “não podiam resistir à _______________________________ e ao ESPÍRITO com que falava” (At 6.9,1 0).
 
6- Como manter uma liderança sábia utilizando os dons?
(    ) A palavra de sabedoria é a manifestação de parte da revelação do futuro.
(    ) A palavra de sabedoria é de grande valor na tarefa do aconselhamento pessoal e em situações que demandam uma orientação no exercício do ministério pastoral.
(    ) Tenhamos cuidado para não confundir a manifestação desse dom com o nosso desejo pessoal.
(    ) Lembremo-nos de que DEUS manifesta os dons em nossas vidas segundo o conselho da sua sabedoria, não da nossa.
(    ) Tenhamos maturidade e cuidado no uso dos dons!
 
II - PALAVRA DA CIÊNCIA
7- O que é a palavra da ciência, segundo nossa revista da CPAD?
(    ) Este dom muito se relaciona ao ensino das verdades da Palavra de DEUS, fruto do resultado da iluminação do ESPÍRITO acerca das revelações dos mistérios de DEUS conforme aborda Stanley Norton, em sua Teologia Sistemática (CPAD).
(    ) Este dom também se relaciona à capacidade sobrenatural concedida pelo ESPÍRITO SANTO ao crente para este conhecer fatos e circunstâncias ocultas.
(    ) Este dom também se relaciona à onipresença de DEUS.
 
8- Qual a função do dom palavra da ciência, segundo nossa revista da CPAD?
(    ) Esse dom visa revelar aquilo que está acontecendo numa outra parte da Terra.
(    ) O dom da palavra da ciência não visa servir a propósitos triviais, como o de descobrir o significado dos tecidos do Tabernáculo ou a identidade da mulher de Caim, etc.
(    ) Este dom de DEUS não foi dado para satisfazer a curiosidade humana.
(    ) A manifestação sobrenatural deste dom tem a finalidade de preservar a vida da igreja, livrando-a de qualquer engano ou artimanha do maligno.
 
9- Quais alguns exemplos bíblicos da palavra da ciência, segundo nossa revista da CPAD?
(    ) Ao profeta Eliseu foram revelados os planos de guerra do rei da Síria. Quando o rei sírio pensou em atacar o exército de Israel, surpreendendo-o em determinado lugar, o profeta alertou o rei de Israel sobre os planos inimigos.
(    ) JESUS viu Natanael debaixo da figueira.
(    ) A revelação de Daniel acerca do sonho de Nabucodonosor, quando DEUS descortinou a história dos grandes impérios mundiais ao profeta.
(    ) Em o Novo Testamento, esse dom foi manifesto quando o apóstolo Pedro desmascarou a mentira de Ananias e Safira.
(    ) O dom da palavra da ciência não é adivinhação, mas conhecimento, concedido sobrenaturalmente, da parte de DEUS.
 
III - DISCERNIMENTO DOS ESPÍRITOS
10- O que é o dom de discernir os espíritos, segundo nossa revista da CPAD?
(    ) É a capacidade de ver o agir dos demônios nas pessoas e confere poder para expulsá-los.
(    ) É uma capacidade sobrenatural dada por DEUS ao crente para discernir a origem e a natureza das manifestações espirituais.
(    ) De acordo com o termo grego diakrisis, a palavra discernir significa “julgar através de”; “distinguir”.
(    ) Denota o sentido de “se penetrar da superfície, desmascarando e descobrindo a verdadeira fonte dos motivos”.
(    ) Stanley Horton afirma que este dom “envolve uma percepção capaz de distinguir espíritos, cuja preocupação á proteger-nos dos ataques de Satanás e dos espíritos malignos” .
 
11- Quais as principais fontes das manifestações espirituais?
(    ) Ao longo das Escrituras podemos destacar três origens das manifestações espirituais no mundo: DEUS, o homem e o Diabo.
(    ) Ao longo das Escrituras podemos destacar quatro origens das manifestações espirituais no mundo: DEUS, o homem, os anjos e o Diabo.
(    ) Uma profecia, por exemplo, pode ser fruto da ordem divina ou da mente humana ou ainda de origem maligna. Como saber? Aqui, o dom de discernir os espíritos tem o papel essencial de preservar a saúde espiritual da congregação.
(    ) Segundo nos ensina o pastor Estevam Ângelo, o “discernimento de espíritos não é habilidade para descobrir as faltas alheias”.
(    ) O dom não é uma permissão para julgar a vida dos outros.
 
12- Como discernir as manifestações espirituais?
(    ) A Palavra de DEUS nos ensina que os espíritos devem ser confrontados, mas também temidos.
(    ) A Palavra de DEUS nos ensina que os espíritos devem ser provados.
(    ) Toda palavra que ouvimos em nome de DEUS deve passar peio crivo das Sagradas Escrituras, pois o Senhor JESUS nos advertiu sobre os falsos profetas.
(    ) O Senhor JESUS ensinou-nos que os falsos profetas são conhecidos pelos “frutos que produzem”, isto é, pelo caráter.
(    ) JESUS conhece o segredo do coração humano, mas nós não, e por isso precisamos do ESPÍRITO SANTO para revelar-nos a verdadeira motivação daqueles que falam em nome do Senhor.
(    ) O apóstolo João nos advertiu acerca do “espírito do anticristo” que já opera neste mundo.
 
CONCLUSÃO
13- Complete:
A Igreja de JESUS necessita dos dons de _______________________________ para discernir entre o certo e o errado, entre o legítimo e o falso. Os falaciosos ensinos e as manifestações _______________________________ podem ser desmascarados pelo dom do ______________________________ dos espíritos. Que DEUS conceda à sua igreja dons de ______________________________ para não cairmos nas astutas ______________________________ do Maligno.
 
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO EM http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm 
 

Referências Bibliográficas

BERGSTÉN, Eurico. Introdução à Teologia Sistemática. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueir, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006.
Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
CHAMPLIN, R.N. O Novo e o Antigo Testamento Interpretado versículo por Versículo. (CPAD)
CHOWN, Gordon. Os dons do Espírito Santo. São Paulo: Vida, 2002.
CONDE, Emílio. Pentecoste para todos. 6ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1985.
Corrigida, 4ª ed., 2009. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
DAVIDSON. F. Novo Comentário da Bíblia. Êxodo. pag. 2.
Dicionário Bíblico Wycliffe - Charles F. Pfeiffer, Howard F. Vos, João Rea - CPAD.
Dicionário Vine antigo e novo testamentos - CPAD.
Donald S. Metz. Comentário Bíblico Beacon. Editora CPAD. Vol. 8. pag. 267.
Eberhard Hahn. Comentário Esperança Efésios. Editora Evangélica Esperança.
Elinaldo Renovato. Dons espirituais & Ministeriais Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário. Editora CPAD. pag. 30-31.
Ênio R. Mueller. I Pedro. Introdução e Comentário. Editora Vida Nova. pag. 238-243.
Francis Foulkes. Efésios. Introdução e Comentário. Editora Vida Nova. pag. 72-73.
GEE, Donald. Acerca dos dons espirituais. 5ª ed. Pindamonhangaba, SP: IBAD, 1985.
GILBERTO, Antonio. Verdades pentecostais. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
HENRY. Matthew. Comentário Matthew Henry Novo Testamento ATOS A APOCALIPSE Edição completa. Editora CPAD. pag. 585.
HORTON, Stanley M. A Doutrina do ESPÍRITO SANTO no Antigo e Novo Testamento. 12. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
HORTON, Stanley M. O que a Bíblia diz sobre o Espírito Santo. 5ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.
http://estudaalicaoebd.blogspot.com.br/
http://www.escoladominical.net
http://www.gospelbook.net
http://www.portalebd.org.br/
James, por Hendrickson Publishers - Edição Contemporânea, da Editora Vida, Traduzido pelo Rev. Oswaldo Ramos.
KRETZMANN. Paul E. Comentário Popular da Bíblia Novo Testamento Editora Concordia Publishing House.
Leo G. Cox. Comentário Bíblico Beacon. Editora CPAD. Vol. 1. pag. 141.
Novo Testamento Interlinear grego-português. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004.
O NOVO DICIONÁRIO DA BÍBLIA – Edições Vida Nova – J. D. Douglas
Pequena Enciclopédia Bíblica - Orlando Boyer - CPAD
SILVA, Severino Pedro. A Existência e a pessoa do Espírito Santo. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.
SOUZA, Estevam Ângelo de. Nos domínios do Espírito. 4ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD
Uwe Holmer. Comentário Esperança Cartas aos I Pedro. Editora Evangélica Esperança.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
www.ebdweb.com.br
 

Nenhum comentário: