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15 setembro 2026
Vídeo Lição 13, CPAD, A Missão continua em nós, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
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Escrita Lição 13, CPAD, A Missão continua em nós, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
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ESBOÇO DA LIÇÃO
I – O MANDATO UNIVERSAL DE JESUS
1. A autoridade de CRISTO sobre todas as nações (Mt
28.18)
2. A ordem de fazer discípulos em todas as etnias (Mt
28.19)
3. A promessa da presença de CRISTO até o fim (Mt
28.20)
II – O PODER DO ESPÍRITO SANTO NA MISSÃO
1. A capacitação do ESPÍRITO SANTO para testemunhar
(At 1.8a)
2. A expansão geográfica e espiritual do Evangelho
(At 1.8b)
3. A missão como responsabilidade de toda a
Igreja
III – A GRANDE COMISSÃO E A CONTINUIDADE DO CHAMADO
MISSIONÁRIO
1. A inclusão dos gentios no Corpo de CRISTO (Ef
2.11–16)
2. A continuidade da missão até a volta de
CRISTO
3. O compromisso da Igreja atual com missões locais e
transculturais
TEXTO ÁUREO
“Mas importa que o evangelho
seja primeiramente pregado entre todas as nações.” (Mc 13.10)
VERDADE PRÁTICA
Importa que a Igreja pregue o
Evangelho a todas as nações, pois essa missão deve avançar até os confins da
terra.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Mc 13.10 Importa que o Evangelho seja pregado a
todas as nações
Terça - At 1.8 O Evangelho avança até os confins da terra
Quarta - At 28.30,31 O Evangelho é anunciado com ousadia e
sem impedimento
Quinta - Rm 10.14,15 A pregação é o meio de DEUS para
alcançar as nações
Sexta - 2 Tm 2.9 As circunstâncias não impedem o avanço do
Evangelho
Sábado - Mt 28.18-20 A Igreja é enviada para anunciar o
Evangelho a todos os povos
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Mateus 28.18-20; Atos
1.8; Efésios 2.13-18
Mateus 28. 18 - E, chegando-se JESUS, falou-lhes, dizendo: É-me
dado todo o poder no céu e na terra. 19 - Portanto, ide, ensinai todas as
nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO; 20 -
ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu
estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!
Atos 1. 8 - Mas recebereis a virtude do ESPÍRITO SANTO, que
há de vir sobre vós; e serme-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a
Judeia e Samaria e até aos confins da terra.
Efésios 2
13 - Mas, agora, em CRISTO JESUS, vós, que antes
estáveis longe, já pelo sangue de CRISTO chegastes perto. 14 - Porque ele é a
nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação
que estava no meio, 15 - na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos
mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um
novo homem, fazendo a paz,
16 - e, pela cruz, reconciliar ambos com DEUS em um
corpo, matando com ela as inimizades. 17 - E, vindo, ele evangelizou a paz a
vós que estáveis longe e aos que estavam perto; 18 - porque, por ele, ambos
temos acesso ao Pai em um mesmo ESPÍRITO.
Hinos Sugeridos: : 115, 127, 227 da Harpa Cristã
PALAVRA-CHAVE - COMISSÃO
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SUBSÍDIOS EXTRAS – BÍBLIAS, LIVROS, REVISTAS, COPILOT
E GEMINI
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COMENTÁRIOS EXTRAS Pr. Henrique
COMENTÁRIO TEOLÓGICO EXPANDIDO
INTRODUÇÃO
A missão da Igreja nasce do mandato de CRISTO e do
poder do ESPÍRITO SANTO, tendo como alvo todas as nações. A
missão da Igreja é expressão da vontade eterna de DEUS, revelada em CRISTO e
sustentada pelo ESPÍRITO SANTO. Desde o Antigo Testamento, o
Senhor já demonstrava que Seu plano incluía todas as nações (Gênesis 12:3;
Isaías 49:6). A Igreja, portanto, não é apenas uma comunidade local, mas um
povo enviado, chamado a proclamar o Evangelho universalmente. A Grande Comissão
(Mateus 28:18–20) é o coração pulsante da identidade eclesial, e sua relevância
permanece até a consumação dos séculos.
A Grande Comissão é um
dos textos mais marcantes do Novo Testamento. Ela
aparece em Mateus 28:18-20, quando Jesus, após a ressurreição, dá aos
discípulos a ordem de ir e fazer discípulos de todas as nações, batizando-os e
ensinando-os a obedecer a tudo o que Ele havia mandado. É considerada a missão
central da Igreja: anunciar o evangelho, formar discípulos e expandir o Reino
de Deus.
Principais pontos da
Grande Comissão:
- Autoridade de Cristo: Jesus afirma
que toda autoridade no céu e na terra lhe foi dada.
- Mandato missionário: “Ide e fazei
discípulos de todas as nações.”
- Prática do batismo: Batizar
em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
- Ensino contínuo: Instruir
os discípulos a obedecer os mandamentos de Cristo.
- Promessa de presença: “E
eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”
Impacto: Esse
texto moldou a história da Igreja, inspirando missões, evangelização e a
expansão da fé cristã em diferentes culturas e épocas. É visto como um chamado
não apenas para líderes religiosos, mas para todo cristão que deseja viver sua
fé de forma ativa.
O Plano Eterno: Do
Milênio ao Fim da Era Humana
a. O Anjo Pregando o
Evangelho no Milênio
Durante o período milenar, a
proclamação da verdade divina alcançará toda a criação de forma sobrenatural e
universal.
Apocalipse 14:6 "E vi
outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar
aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e
povo."
- Alcance Universal: A
mensagem divina não ficará restrita a um grupo, mas será anunciada a toda
nação, tribo, língua e povo.
- Caráter da Mensagem: Trata-se
do evangelho eterno, a essência imutável da graça e da soberania de Deus
sendo estendida.
- Propósito: Oferecer
a oportunidade final de alinhamento com os propósitos celestiais antes da
conclusão da história terrena.
b. O Fim da Era Humana
pelo Fogo
Após a conclusão do Milênio, a
atual ordem cósmica e terrestre passará por uma purificação radical e
definitiva através do fogo.
2 Pedro 3:10 "Mas o dia
do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande
estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela
há, se queimarão."
- Surpresa e Inesperado: O evento final
ocorrerá como o ladrão de noite, marcando um ponto de virada definitivo e
imprevisto.
- Dissipação dos Elementos: Os céus físicos
passarão com grande estrondo e os elementos materiais se desfarão pelo
calor intenso.
- Destruição Total: Toda a terra e as obras
construídas pela humanidade ao longo dos séculos serão completamente
consumidas pelas chamas, abrindo caminho para novos céus e nova terra.
I – O MANDATO UNIVERSAL
DE JESUS
1. A AUTORIDADE DE
CRISTO SOBRE TODAS AS NAÇÕES (MATEUS 28:18)
Comentário extra -A
autoridade de CRISTO é absoluta e transcendente, pois Ele é o Kyrios (κύριος),
o Senhor soberano. Essa autoridade não é apenas espiritual, mas cósmica,
abrangendo céu e terra. A Igreja não anuncia uma mensagem humana, mas proclama
o senhorio de CRISTO ressuscitado. O poder de CRISTO legitima a missão e
garante sua eficácia. Sem reconhecer essa autoridade, a missão se torna mero
ativismo religioso. A Igreja deve submeter-se ao domínio de CRISTO, pois Ele é
o cabeça (Colossenses 1:18). Assim, a missão é sustentada pela certeza de que CRISTO
reina sobre todas as nações.
|
Subtópico |
Palavra-chave |
Significado |
Referências |
|
Autoridade de Cristo |
Exousía |
Poder legítimo,
soberania |
Mt 28:18; Cl 1:16–18;
Fp 2:9–11 |
2. A ORDEM DE FAZER
DISCÍPULOS EM TODAS AS ETNIAS (MATEUS 28:19)
Comentário extra - O
discipulado é mais profundo que a conversão inicial; é um processo contínuo de
formação espiritual. O termo μαθητής (mathētēs) significa aprendiz, seguidor
comprometido. A ordem de fazer discípulos em todas as etnias revela que o
Evangelho é inclusivo e transcultural. A Igreja deve ensinar, batizar e formar
vidas transformadas pela Palavra. O discipulado é a resposta prática à
autoridade de CRISTO. Ele não se limita a fronteiras culturais, mas alcança
todos os povos (Apocalipse 7:9). Assim, a missão discipuladora é a essência da
Igreja.
|
Subtópico |
Palavra-chave |
Significado |
Referências |
|
Fazer discípulos |
Matheteúsate |
Formar seguidores,
ensinar |
Mt 28:19; Mc 16:15;
At 13:47 |
|
Todas as nações |
Éthnē |
Povos, etnias,
culturas |
Mt 28:19; Ap 7:9 |
3. A PROMESSA DA
PRESENÇA DE CRISTO ATÉ O FIM (MATEUS 28:20)
Comentário extra - A
promessa da presença de CRISTO é a garantia da missão. O termo grego ἐγώ εἰμι
(egō eimi) — “Eu estou” — revela a permanência do Senhor com Seu povo. Essa
presença é mediada pelo ESPÍRITO SANTO, que consola e fortalece. A Igreja não
caminha sozinha, mas sustentada pela presença divina. Essa certeza dá coragem
diante das perseguições e adversidades. Hebreus 13:5–6 confirma que CRISTO
jamais abandona os seus. A missão, portanto, não depende da força humana, mas
da presença constante do Senhor até a consumação dos séculos.
|
Subtópico |
Palavra-chave |
Significado |
Referências |
|
Presença de Cristo |
Syntéleia |
Consumação, fim dos
tempos |
Mt 28:20; Hb 13:5–6;
Jo 14:16–17 |
II – O PODER DO
ESPÍRITO SANTO NA MISSÃO
1. A CAPACITAÇÃO DO
ESPÍRITO SANTO PARA TESTEMUNHAR (ATOS 1:8A)
- O ESPÍRITO SANTO é o agente
principal da missão. *O termo δύναμις (dýnamis) indica poder divino que
capacita para sinais, prodígios e maravilhas, bem como testemunho eficaz.* -
Esse poder não é apenas para milagres, mas também para proclamação ousada da
verdade. - O ESPÍRITO concede discernimento, coragem e autoridade espiritual. -
Ele também atua nos ouvintes, convencendo do pecado (João 16:8). - Sem o
ESPÍRITO, a missão se torna ineficaz.
- A Igreja primitiva só
avançou porque estava cheia do ESPÍRITO (Atos 2:4).
- Assim, a capacitação
espiritual é indispensável para a missão.
.
2. A EXPANSÃO
GEOGRÁFICA E ESPIRITUAL DO EVANGELHO (ATOS 1:8B)
Comentário extra - A
progressão da missão revela o plano divino: Jerusalém, Judeia, Samaria e os
confins da terra. O termo ἔσχατον (éschaton) indica o alcance final e universal
da mensagem. Essa expansão não é apenas geográfica, mas também espiritual,
alcançando culturas e línguas diversas. O livro de Atos mostra essa progressão
como cumprimento da promessa. Paulo confirma em Romanos 15:20 que buscava
anunciar onde CRISTO não havia sido pregado. A missão é, portanto, expansiva e
ilimitada. O Evangelho rompe barreiras e alcança toda a humanidade.
3. A MISSÃO COMO
RESPONSABILIDADE DE TODA A IGREJA
Comentário extra - A
missão não é exclusiva de líderes, mas de todos os crentes. 1 Pedro 2:9 declara
que somos sacerdócio real, chamados para anunciar as virtudes de DEUS. O termo ἀποστέλλω
(apostéllō) significa enviar, e todos os crentes são enviados. Paulo afirma em
Romanos 10:14–15 que a fé vem pelo ouvir, e é necessário que alguém pregue.
Isaías 52:7 celebra os pés dos que anunciam boas-novas. A missão é privilégio e
responsabilidade coletiva. Assim, a Igreja inteira deve se engajar na
proclamação do Evangelho.
Disse-lhes, pois, Jesus outra
vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou,
também eu vos envio a vós. (João 20.21).
III – A GRANDE COMISSÃO
E A CONTINUIDADE DO CHAMADO MISSIONÁRIO
1. A inclusão dos gentios no
Corpo de CRISTO (Efésios 2:11–16)
Comentário extra - A
reconciliação em CRISTO derruba barreiras étnicas e culturais. O termo
καταλλάσσω (katallássō) significa reconciliar, unir em paz. Judeus e gentios
foram feitos um só corpo. Atos 10:34–35 confirma que DEUS não faz acepção de
pessoas. Gálatas 3:28 declara que todos são um em CRISTO. A Igreja é, portanto,
uma comunidade inclusiva e universal. A cruz aboliu a separação e criou uma
nova humanidade. Essa inclusão confirma que a missão é para todos os povos.
2. A CONTINUIDADE DA
MISSÃO ATÉ A VOLTA DE CRISTO
Comentário extra - A
missão é escatológica, pois deve prosseguir até o fim dos tempos. Marcos 13:10
afirma que o Evangelho deve ser pregado a todas as nações antes do fim.
Apocalipse 7:9 mostra a visão da multidão de todas as tribos diante do trono. A
Igreja não pode interromper sua missão, mesmo diante de perseguições. A
perseverança da Igreja primitiva é exemplo para nós. A missão é parte do plano
soberano de DEUS. Assim, a continuidade da missão é sinal da fidelidade da
Igreja.
3. O COMPROMISSO DA
IGREJA ATUAL COM MISSÕES LOCAIS E TRANSCULTURAIS
Comentário extra - A
missão é tanto local quanto global. Paulo exorta Timóteo em 2 Timóteo 4:2 a
pregar a palavra em todo tempo. O termo εὐαγγέλιον (euangélion) significa
boas-novas, e deve ser anunciado em todos os contextos. A Igreja atual deve
sustentar, enviar e ir. 1 Coríntios 9:16 revela a urgência: “Ai de mim se não
anunciar o evangelho.” A missão é global, urgente e inadiável. Assim, a Igreja
deve manter viva a chama missionária até a volta de CRISTO.
CONCLUSÃO
A Igreja nasceu com vocação missionária. A
Igreja é essencialmente missionária, chamada a proclamar CRISTO em todas as
nações. O mandato universal, o poder do ESPÍRITO e a inclusão dos gentios
revelam que a missão é contínua e urgente. A presença de CRISTO garante que a
obra não falhará. Cabe à Igreja atual manter-se fiel, anunciando, discipulando
e testemunhando até a consumação dos séculos. A Grande Comissão é a identidade
da Igreja: enviada, reconciliada e sustentada pela presença do Senhor.
)))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
QUESTIONÁRIOS
1- Questionário com 20
perguntas e 20 respostas.
2- O mesmo questionário com 20
perguntas sem respostas.
3- Apenas as 20 respostas
isoladas.
4- Questionário com 20
perguntas e múltiplas escolhas, marcando a correta.
5- Questionário com 20
perguntas e múltiplas escolhas, sem marcar a correta.
1. Questionário com 20
perguntas e 20 respostas
1. Qual é
a missão da Igreja segundo Atos 28:30–31? Resposta: Anunciar Cristo até
os confins da terra.
2. Em
Mateus 28:18, que autoridade Jesus declara possuir? Resposta: Toda
autoridade no céu e na terra.
3. Qual é
o fundamento da missão da Igreja? Resposta: O senhorio de Cristo
ressuscitado.
4. Em
Atos 1:8, qual é o meio da missão? Resposta: O poder do Espírito Santo.
5. O que
acontece com a Igreja sem missão? Resposta: Perde sua razão de existir.
6. Em
Mateus 28:19, qual é a ordem de Jesus? Resposta: Fazer discípulos de
todas as nações.
7. O que
significa discipulado além da conversão inicial? Resposta: Ensino,
formação espiritual e transformação de vida.
8. Em
Marcos 16:15, qual é o mandamento missionário? Resposta: Pregar o
Evangelho a toda criatura.
9. Em
Mateus 28:20, qual promessa acompanha a missão? Resposta: A presença de
Cristo até a consumação dos séculos.
10.
Em Hebreus 13:5–6, o que Cristo garante? Resposta:
Que nunca nos deixará nem abandonará.
11.
Em Atos 1:8a, o que o Espírito Santo
concede? Resposta: Poder para testemunhar de Cristo.
12.
Em João 16:8, qual é a obra do Espírito? Resposta:
Convencer do pecado, da justiça e do juízo.
13.
Em Romanos 15:20, qual era o alvo
missionário de Paulo? Resposta: Anunciar onde Cristo ainda não havia
sido pregado.
14.
Em 1 Pedro 2:9, qual é a identidade da
Igreja? Resposta: Sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade
exclusiva de Deus.
15.
Em Isaías 52:7, como são descritos os pés
dos missionários? Resposta: Formosos sobre os montes.
16.
Em Efésios 2:11–16, o que Cristo aboliu na
cruz? Resposta: A parede de separação entre judeus e gentios.
17.
Em Atos 10:34–35, o que Pedro declara
sobre Deus? Resposta: Que Deus não faz acepção de pessoas.
18.
Em Gálatas 3:28, como Paulo descreve a
unidade em Cristo? Resposta: Não há judeu nem grego, todos são um em
Cristo.
19.
Em Marcos 13:10, o que deve acontecer
antes do fim? Resposta: O Evangelho ser pregado a todas as nações.
20.
Em 1 Coríntios 9:16, qual é a urgência
missionária de Paulo? Resposta: “Ai de mim se não anunciar o Evangelho.”
2. Questionário com 20
perguntas sem respostas
1. Qual é
a missão da Igreja segundo Atos 28:30–31?
2. Em
Mateus 28:18, que autoridade Jesus declara possuir?
3. Qual é
o fundamento da missão da Igreja?
4. Em
Atos 1:8, qual é o meio da missão?
5. O que
acontece com a Igreja sem missão?
6. Em
Mateus 28:19, qual é a ordem de Jesus?
7. O que
significa discipulado além da conversão inicial?
8. Em
Marcos 16:15, qual é o mandamento missionário?
9. Em
Mateus 28:20, qual promessa acompanha a missão?
10.
Em Hebreus 13:5–6, o que Cristo garante?
11.
Em Atos 1:8a, o que o Espírito Santo
concede?
12.
Em João 16:8, qual é a obra do Espírito?
13.
Em Romanos 15:20, qual era o alvo
missionário de Paulo?
14.
Em 1 Pedro 2:9, qual é a identidade da
Igreja?
15.
Em Isaías 52:7, como são descritos os pés
dos missionários?
16.
Em Efésios 2:11–16, o que Cristo aboliu na
cruz?
17.
Em Atos 10:34–35, o que Pedro declara
sobre Deus?
18.
Em Gálatas 3:28, como Paulo descreve a
unidade em Cristo?
19.
Em Marcos 13:10, o que deve acontecer
antes do fim?
20.
Em 1 Coríntios 9:16, qual é a urgência
missionária de Paulo?
3. Apenas as 20 respostas
isoladas
1. Anunciar
Cristo até os confins da terra.
2. Toda
autoridade no céu e na terra.
3. O
senhorio de Cristo ressuscitado.
4. O
poder do Espírito Santo.
5. Perde
sua razão de existir.
6. Fazer
discípulos de todas as nações.
7. Ensino,
formação espiritual e transformação de vida.
8. Pregar
o Evangelho a toda criatura.
9. A
presença de Cristo até a consumação dos séculos.
10.
Que nunca nos deixará nem abandonará.
11.
Poder para testemunhar de Cristo.
12.
Convencer do pecado, da justiça e do
juízo.
13.
Anunciar onde Cristo ainda não havia sido
pregado.
14.
Sacerdócio real, nação santa, povo de
propriedade exclusiva de Deus.
15.
Formosos sobre os montes.
16.
A parede de separação entre judeus e
gentios.
17.
Que Deus não faz acepção de pessoas.
18.
Não há judeu nem grego, todos são um em
Cristo.
19.
O Evangelho ser pregado a todas as nações.
20.
“Ai de mim se não anunciar o Evangelho.”
4. Questionário com múltipla
escolha (corretas marcadas)
1. Qual é
a missão da Igreja segundo Atos 28:30–31? a) Construir templos b) Anunciar
Cristo até os confins da terra ✅ c) Guardar tradições
2. Em
Mateus 28:18, que autoridade Jesus declara possuir? a) Autoridade parcial b)
Toda autoridade no céu e na terra ✅ c) Apenas sobre Israel
3. Qual é
o fundamento da missão da Igreja? a) O senhorio de Cristo ressuscitado ✅ b) A força humana c) A
tradição judaica
4. Em
Atos 1:8, qual é o meio da missão? a) O poder do Espírito Santo ✅ b) O poder militar c)
O poder político
5. O que
acontece com a Igreja sem missão? a) Cresce espiritualmente b) Perde sua razão
de existir ✅ c)
Torna-se mais forte
6. Em
Mateus 28:19, qual é a ordem de Jesus? a) Fazer discípulos de todas as nações ✅ b) Guardar a lei de
Moisés c) Construir sinagogas
7. O que
significa discipulado além da conversão inicial? a) Ensino, formação espiritual
e transformação de vida ✅ b)
Apenas batismo c) Apenas frequentar cultos
8. Em
Marcos 16:15, qual é o mandamento missionário? a) Pregar o Evangelho a toda
criatura ✅ b)
Guardar o sábado c) Oferecer sacrifícios
9. Em
Mateus 28:20, qual promessa acompanha a missão? a) Prosperidade financeira b) A
presença de Cristo até a consumação dos séculos ✅ c) Vitória militar
10.
Em Hebreus 13:5–6, o que Cristo garante?
a) Que nunca nos deixará nem abandonará ✅ b) Que sempre teremos riquezas c) Que não
haverá perseguições
11.
Em Atos 1:8a, o que o Espírito Santo
concede? a) Poder para testemunhar de Cristo ✅ b) Poder político c)
Poder econômico
12.
Em João 16:8, qual é a obra do Espírito?
a) Convencer do pecado, da justiça e do juízo ✅ b) Dar prosperidade c)
Ensinar agricultura
13.
Em Romanos 15:20, qual era o alvo
missionário de Paulo? a) Anunciar onde Cristo ainda não havia sido pregado ✅ b) Reforçar tradições
judaicas c) Construir templos
14.
Em 1 Pedro 2:9, qual é a identidade da
Igreja? a) Sacerdócio real, nação santa ✅ b) Povo sem missão c) Apenas judeus
15.
Em Isaías 52:7, como são descritos os pés
dos missionários? a) Formosos sobre os montes ✅ b) Pesados e cansados
c) Fracos e inseguros
16.
Em Efésios 2:11–16, o que Cristo aboliu na
cruz? a) A parede de separação entre judeus e gentios ✅ b) A lei moral c) O
templo de Jerusalém
17.
Em Atos 10:34–35, o que Pedro declara
sobre Deus? a) Que Deus não faz acepção de pessoas ✅ b) Que Deus só aceita
judeus c) Que Deus rejeita gentios
18.
Em Gálatas 3:28, como Paulo descreve a
unidade em Cristo? a) Não há judeu nem grego, todos são um em Cristo ✅ b) Apenas judeus são
aceitos c) Apenas homens são aceitos
19.
Em Marcos 13:10, o que deve acontecer
antes do fim? a) O Evangelho ser pregado a todas as nações ✅ b) A reconstrução do
templo c) A volta imediata de Cristo
20.
Em 1 Coríntios 9:16, qual é a urgência
missionária de Paulo? a) “Ai de mim se não anunciar o Evangelho.” ✅ b) “Ai de mim se não
guardar a lei.” c) “Ai de mim se não construir templos.”
5. Questionário com múltipla
escolha (sem marcar corretas)
1. Qual é
a missão da Igreja segundo Atos 28:30–31? a) Construir templos b) Anunciar
Cristo até os confins da terra c) Guardar tradições
2. Em
Mateus 28:18, que autoridade Jesus declara possuir? a) Autoridade parcial b)
Toda autoridade no céu e na terra c) Apenas sobre Israel
3. Qual é
o fundamento da missão da Igreja? a) O senhorio de Cristo ressuscitado b) A
força humana c) A tradição judaica
4. Em
Atos 1:8, qual é o meio da missão? a) O poder do Espírito Santo b) O poder
militar c) O poder político
5. O que
acontece com a Igreja sem missão? a) Cresce espiritualmente b) Perde sua razão
de existir c) Torna-se mais forte
6. Em
Mateus 28:19, qual é a ordem de Jesus? a) Fazer discípulos de todas as nações
b) Guardar a lei de Moisés c) Construir sinagogas
7. O que
significa discipulado além da conversão inicial? a) Ensino, formação espiritual
e transformação de vida b) Apenas batismo c) Apenas frequentar cultos
8. Em
Marcos 16:15, qual é o mandamento missionário? a) Pregar o Evangelho a toda
criatura b) Guardar o sábado c) Oferecer sacrifícios
9. Em
Mateus 28:20, qual promessa acompanha a missão? a) Prosperidade financeira b) A
presença de Cristo até a consumação dos séculos c) Vitória militar
10.
Em Hebreus 13:5–6, o que Cristo garante?
a) Que nunca nos deixará nem abandonará b) Que sempre teremos riquezas c) Que
não haverá perseguições
11.
Em Atos 1:8a, o que o Espírito Santo
concede? a) Poder para testemunhar de Cristo b) Poder político c) Poder
econômico
12.
Em João 16:8, qual é a obra do Espírito?
a) Convencer do pecado, da justiça e do juízo b) Dar prosperidade c) Ensinar
agricultura
13.
Em Romanos 15:20, qual era o alvo
missionário de Paulo? a) Anunciar onde Cristo ainda não havia sido pregado b)
Reforçar tradições judaicas c) Construir templos
14.
Em 1 Pedro 2:9, qual é a identidade da
Igreja? a) Sacerdócio real, nação santa b) Povo sem missão c) Apenas judeus
15.
Em Isaías 52:7, como são descritos os pés
dos missionários? a) Formosos sobre os montes b) Pesados e cansados c) Fracos e
inseguros
16.
Em Efésios 2:11–16, o que Cristo aboliu na
cruz? a) A parede de separação entre judeus e gentios b) A lei moral c) O
templo de Jerusalém
17.
Em Atos 10:34–35, o que Pedro declara
sobre Deus? a) Que Deus não faz acepção de pessoas b) Que Deus só aceita judeus
c) Que Deus rejeita gentios
18.
Em Gálatas 3:28, como Paulo descreve a
unidade em Cristo? a) Não há judeu nem grego, todos são um em Cristo b) Apenas
judeus são aceitos c) Apenas homens são aceitos
19.
Em Marcos 13:10, o que deve acontecer
antes do fim? a) O Evangelho ser pregado a todas as nações b) A reconstrução do
templo c) A volta imediata de Cristo
20.
Em 1 Coríntios 9:16, qual é a urgência
missionária de Paulo? a) “Ai de mim se não anunciar o Evangelho.” b) “Ai de mim
se não guardar a lei.” c) “Ai de mim se não construir templos.”
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REVISTA ANTIGA DE 2023
Escrita Lição 1, CPAD, A
Grande Comissão, Um Enfoque Etnocêntrico, 4Tr23, Pr Henrique, EBD NA TV
Para em ajudar PIX 33195781620
(CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva
4º TRIMESTRE DE 2023 - Até os
Confins da Terra - Pregando o Evangelho a Todos os Povos até a Volta de Cristo
Comentarista – Pr. Wagner
Tadeu dos Santos Gaby
Subsídios - Thiago Santos.
Lição 1, CPAD, A Grande
Comissão, Um Enfoque Etnocêntrico, 4Tr23, Pr Henrique, EBD NA TV
https://youtu.be/knAVB65TnGM?si=ETxNvCNkh4gKdLWX Vídeo
Slides https://ebdnatv.blogspot.com/2023/09/slides-licao-1-cpad-grande-comissao-um.html?zx=27ae5a89ccbd4ad3
Power Point https://www.slideshare.net/henriqueebdnatv/slides-lio-1-cpad-a-grande-comisso-um-enfoque-etnocntricopptx
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE -
Mateus 28.19,20; Marcos 16.15-18
Mateus 28
19 - Portanto, ide, ensinai
todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO;
20 - ensinando-as a guardar
todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os
dias, até à consumação dos séculos. Amém!
Marcos 16
15 - E disse-lhes: Ide por
todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16 - Quem crer e for batizado
será salvo; mas quem não crer será condenado.
17 - E estes sinais seguirão
aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas;
18 - pegarão nas serpentes; e,
se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos
sobre os enfermos e os curarão.
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SUBSÍDIOS EXTRAS PARA A LIÇÃO
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Evangelização transcultural. A
evangelização transcultural começa na vida urbana com as diferentes culturas
vividas pelos seus habitantes. Porém, ela avança quando requer dos missionários
uma capacitação especial para alcançar as pessoas. É preciso que o missionário
tenha uma visão nítida de que a mensagem do evangelho é global, pois o
Cristianismo deve alcançar cada tribo, e língua, e povo, e nação até as
extremidades da terra (Is 49.6; At 13.47). Pr. Elienai Cabral
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SUBSÍDIO CPAD 4º Trimestre
2023
Lição 1 - A GRANDE COMISSÃO:
UM ENFOQUE ETNOCÊNTRICO
Prezado(a) professor(a), a paz
do Senhor. Neste trimestre, estudaremos a respeito da grande missão que o
Senhor JESUS outorgou a seus discípulos: “Ide, por todo mundo, pregai o
evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). A lição deste trimestre tem como título
“Até os Confins da Terra: Pregando o Evangelho a Todos os Povos até a Volta de
CRISTO”. Veremos neste estudo em que consiste a ordem imperativa de nosso
Mestre com vista à universalidade da pregação do Evangelho. A realização dessa
missão requer da igreja conhecimentos fundamentais sobre missões
transculturais, evangelização local e formação de missionários para o
desenvolvimento da obra missionária.
O cumprimento da missão
evangelizadora trata-se de um aspecto inerente à essência do que é a Igreja.
Reconciliar a humanidade com o Criador não foi o único objetivo da vinda de
nosso Senhor a este mundo. Ele veio para reunir um povo que teria, de fato, todas
as condições espirituais necessárias para adorar, servir, bem como para viver
em plena comunhão e santidade com o Criador. Nesse sentido, o povo escolhido
por DEUS para viver essas promessas não estaria limitado ao aspecto étnico,
cultural ou linguístico. DEUS chama todos os povos à salvação e, por essa
razão, incumbiu os apóstolos de proclamarem os fundamentos da fé cristã.
Stanley Horton, na obra
Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal, editada pela CPAD (1996),
destaca do ponto de vista teológico de que “a missão da Igreja é realmente uma
continuação da missão divina da reconciliação. A missão de DEUS sempre foi
suscitar um povo para refletir a Sua glória (inclusive o Seu caráter e Sua
presença). A revelação que DEUS faz de si mesmo sempre envolve Seus esforços
para reconciliar a humanidade e para se restaurar a comunhão com DEUS. A
declaração dessas boas-novas foi iniciada na proclamação e no ministério de
JESUS CRISTO. O Pentecoste garante-nos que a missão de CRISTO permanece
intacta” (p. 597).
Em conformidade com o plano
divino para Igreja neste presente século, os crentes não podem se furtar da sua
responsabilidade com o compromisso missionário. Anunciar as Boas Novas e formar
discípulos comprometidos com as verdades ortodoxas da fé pentecostal são
missões que devem ser cumpridas com excelência.
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O Manual de Missões
INTRODUÇÃO
Todos os cristãos reconhecem a origem divina das Escrituras. Não é possível
separar missão da Bíblia. Nesta encontramos o tema de missões: JESUS, e “tudo o
que diz respeito à vida e a piedade” (2 Pe 1.3). O estudo de hoje não é uma
defesa à inspiração e à autoridade das Escrituras, porque todos os cristãos já
reconhecem a origem divina da Bíblia, mas mostra que a obra missionária está
presente em toda a Bíblia, desde o Gênesis ao Apocalipse.
I. POR QUE A BÍBLIA É O MANUAL DE MISSÕES POR EXCELÊNCIA?
1. Porque ela evidencia os propósitos universais de DEUS para a Redenção do
homem. A Bíblia é a única obra literária do planeta que registra a nossa
origem: o que somos, de onde viemos e para onde vamos. DEUS quer que todos os
seres humanos conheçam a verdade sobre Ele e de como Ele se revelou nas Santas
Escrituras; e, também sobre a natureza humana. A vontade de DEUS é que todos os
homens se arrependam e venham ao conhecimento da verdade (1 Tm 2.4). DEUS
sempre se preocupou com o bem-estar do homem. Essa vontade só pode ser
conhecida pela revelação e isso encontramos nos oráculos divinos, a Bíblia
Sagrada.
2. Porque ela nos apresenta o
fundamento, o norte, e as estratégias missionárias. É na
Bíblia que encontramos os registros das primeiras missões. Além disso mostra
como plantar igrejas locais, as estratégias de evangelização, as possíveis
atividades de um missionário no campo, o papel da igreja missionária e os
problemas enfrentados no campo missionário. Essas coisas nos inspiram e
orientam como fazer missões.
O registro das viagens missionárias na Bíblia serve também para mostrar o modus
operandi, ou seja: como fazer. DEUS nos manda fazer missões e além disso
ordenou fosse registrada em sua Palavra as viagens missionárias, principalmente
as do apóstolo Paulo, para que todos possam visualizar uma viagem missionária e
todas as possível atividades de um obreiro no campo missionário. A Bíblia é o
manual por excelência de missões porque é a revelação de DEUS à humanidade.
Além de ser a única fonte inspirada de teologia e ética, ela nos ensina como
fazer missões.
II. A VISÃO MISSIONÁRIA PRENUNCIADA NO ANTIGO TESTAMENTO
1. Exemplificada no comissionamento dos Patriarcas. A obra missionária
está no coração de DEUS. O patriarca Abraão foi chamado por DEUS para deixar
sua terra e partir para uma terra distante e desconhecida (At 7.2-4). Quando
DEUS apareceu a Abraão, em Harã, prometeu: “Em ti serão benditas todas as famílias
da terra” (Gn 12.3). Essa promessa foi confirmada depois a Isaque (Gn 26.4)
também a Jacó (Gn 28.14). Isso significa que o próprio DEUS pregou o evangelho
primeiramente a Abraão prevendo sua extensão por toda a terra (Gl 3.8). Nisso
podemos ver missões tanto no exemplo, no comissionamento de Abraão, como também
de maneira direta: as famílias da terra sendo abençoadas no patriarca
Abraão.
2. Cantada nos Salmos. Os
salmos também vislumbravam a obra missionária em toda a terra: “Anunciai entre
as nações a sua glória; entre os povos, as suas maravilhas” (Sl 93.3). O salmo
67 é essencialmente missionário. A chegada do evangelho entre os etíopes é
cumprimento de uma profecia bíblica cantada nos Salmos (Sl 68.31). Assim, a
conversão do eunuco da rainha Candace, da Etiópia (At 8.27, 39), eram as
primícias do Pentecostes representadas nas 17 nações que começavam a se
espalhar entre as nações: Etiópia, casa de Cornélio, Antioquia da Síria e
finalmente “os confins da terra”.
3. Conscientizada nos profetas. Estudamos na lição 3 a visão missionária
nos discursos proféticos, sendo Jonas enviado para Nínive. DEUS é apresentado
nos profetas como DEUS universal, de toda a terra, e não meramente um DEUS
tribal restrito aos filhos de Israel (Is 40.28). Encontramos tanto de maneira
implícita como explícita a natureza missionária do Cristianismo em termos
proféticos (Is 42.4; 49.6). Veja o cumprimento dessas profecias no Novo
Testamento (Mt 12.21; At 13.47).
III. A VISÃO MISSIONÁRIA CONFIRMADA NO NOVO TESTAMENTO
1. Os evangelhos – JESUS o maior exemplo. O Senhor JESUS está presente
em cada livro da Bíblia, mas somente os quatro Evangelhos revelam sua vida e
ministério e o reconhecem como o cumprimento das promessas de DEUS. Estudamos
na lição passada que JESUS é o enviado do Pai (Jo 3.16,17), sendo o maior
exemplo para os missionários de todos os tempos. O objetivo da obra missionária
é tornar o nome de JESUS conhecido em todas as nações da terra. De todos os 66
livros da Bíblia os evangelhos se destacam na revelação da pessoa de JESUS e de
sua história: nascimento, vida, morte, ressurreição e ascensão ao céu.
2. As epístolas.
Sabemos que a história da vida de JESUS está registrada nos quatro Evangelhos,
mas a interpretação teológica está nas epístolas. Elas tratam dos mais variados
assuntos fundamentais da fé cristã. No que tange à missiologia, servem também
para estabelecer disciplinas e encorajar as igrejas às missões (Rm 10.13-15; Gl
2.9). O papel de Atos é decisivo em missões, por isso vamos estudá-lo à parte,
na próxima lição. No Apocalipse encontramos o fim glorioso da jornada da Igreja
(Ap 21.3,4). O Senhor JESUS é o centro das Escrituras e da mensagem dos
missionários. Nenhum missionário pode fazer coisa alguma sem o ESPÍRITO SANTO,
sem o Senhor JESUS e sem a Bíblia.
IV. A VISÃO MISSIONÁRIA ULTIMADA NA GRANDE COMISSÃO
1. A Grande Comissão. Registrada nos quatro Evangelhos e repetida em
Atos (Mt 28.18-20, Mc 16.15-20; Lc 24.46-49; Jo 20.20-2; At 1.8). Essas
diferentes narrações se completam entre si apresentando um resumo dos elementos
básicos para missões. No Evangelho de João, lemos que JESUS veio pela
autoridade do Pai, e na sua própria autoridade enviou seus discípulos ao mundo,
e esse poder abrange todo o universo “o céu e a terra”, que na ação do ESPÍRITO
SANTO JESUS deu aos seus discípulos o poder sobrenatural para que a obra de DEUS
seja realizada (Mc 16.17, 18; At 1.8).
2. Uma ordem e não uma recomendação. Fazer missões é mandamento bíblico.
Trata-se de uma ordem bíblica imperativa e não meramente um parecer ou uma
recomendação. É algo que não depende mais de mandamento específico ou de
receber uma visão especial da parte de DEUS para iniciar a obra missionária.
Essa ordem, como vimos, já está na Bíblia (1 Co 9.16). Essa mensagem de
salvação é para ser pregada a “todo o mundo” (Mc 16.15), até aos confins da
terra, mediante a atuação do ESPÍRITO SANTO (At 1.8). Essa incumbência foi dada
à Igreja. O que é necessário é buscar a direção do ESPÍRITO para saber como
realizar tal tarefa.
CONCLUSÃO
Missões está em toda a Bíblia. Visto que o propósito fundamental da Palavra de
DEUS é a redenção humana e missões se insere nesse contexto, é correto afirmar
que está presente desde o Gênesis ao Apocalipse. Essa presença pode ser direta
ou indireta, nas ilustrações, figuras, profecias. O livro de Atos se sobressai
em missões, registra os grandes trabalhos missionários. Missões, contudo, está
em toda a Bíblia. O livro do Senhor é o manual de missões.
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Atos, O Livro das
Missões
INTRODUÇÃO
Dos 66 livros da Bíblia, Atos é o que mais se destaca na obra missionária, pois
registra missões por todos os ângulos, mostrando todas as possíveis atividades
de um missionário. O poder do ESPÍRITO SANTO, a obra da evangelização e as
viagens missionárias do apóstolo Paulo são o conteúdo de Atos. Essas viagens
são o assunto que vamos estudar hoje.
I. O LIVRO DE ATOS
1. O propósito de Atos. O propósito de Lucas, em seu Evangelho, foi
escrever tudo o que JESUS “começou não só a fazer, mas a ensinar” (v.1). No
livro de Atos, o propósito foi registrar o que JESUS continuou a fazer e a
ensinar, agora, pelo ESPÍRITO SANTO, através dos apóstolos, dando ênfase a
ressurreição de JESUS, que “se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas”
(v.3).
2. Visão geral de Atos. O livro de Atos começa com o aparecimento de
JESUS já ressuscitado, reunindo-se com os seus discípulos durante 40 dias.
JESUS, ao ascender ao céu reafirma a promessa do ESPÍRITO SANTO, a fim de que
os seus discípulos se encham do poder de DEUS para pregar e fazer missões. A
trajetória da Igreja começa em Jerusalém (1.1–6.7); em seguida, temos a
extensão do Cristianismo na Palestina (6.8–9.31) e conversão de Saulo de Tarso
até a introdução do evangelho em Antioquia da Síria (9.1–11.19). Depois vem a
campanha de Paulo na Galácia (13.14–16.6); a proclamação do evangelho na Europa
(At 16.8–18.18); e a chegada de Paulo a Roma, a capital do Império Romano
(19.21–28.31).
3. O valor de Atos. Sem o livro de Atos é impossível entender as
epístolas paulinas. A origem da Igreja estaria envolta em mistério, e não
teríamos a garantia do cumprimento das promessas de JESUS sobre a vinda do
Consolador e nem saberíamos qual a experiência dos apóstolos com o ESPÍRITO
SANTO, como foi a obra missionária, como a Igreja se expandiu pelo mundo. Essas
narrativas são de inestimável valor para todas as gerações de cristãos.
II. A PRIMEIRA VIAGEM
1. Partindo de Antioquia. Barnabé foi o companheiro de Paulo na sua
primeira viagem missionária, que durou cerca de dois anos (entre 46 e 48 d.C.)
O objetivo deles era fundar igrejas. Começaram na ilha de Chipre; logo entraram
no continente, passando por Perge e Panfília, indo imediatamente para Antioquia
da Pisídia, na Galácia do Sul.
2. Antioquia da Pisídia. Nessa cidade Paulo e Barnabé começaram a pregar
numa sinagoga (13.14). Uns creram e receberam a palavra, insistindo que Paulo
retornasse no sábado seguinte para continuar o assunto. O número dos
assistentes foi grande no sábado seguinte, e isso causou inveja nos judeus,
resultando em perseguição. Paulo e Barnabé foram expulsos da cidade (13.42-46).
3. Listra, Icônio e Derbe. A
cura de um coxo em Listra serviu como ponto de apoio para a pregação do
evangelho (14.8-10). Depois disso Paulo e Barnabé foram para Derbe (14.20), e
retornaram para o ponto de partida, visitando as igrejas em Listra, Icônio e
Antioquia da Pisídia (14.22) e estabelecendo obreiros nativos, frutos do
trabalho missionário.
III. A SEGUNDA VIAGEM
1. Objetivo da segunda viagem. Na Segunda viagem, Silas foi companheiro
de Paulo. O objetivo era duplo, revisitar as igrejas da Galácia do Sul, que
Paulo fundara juntamente com Barnabé na primeira viagem (15.36; 16.1-6; Gl
1.2), e abrir novas frentes de trabalho, ou seja, fundar mais igrejas locais
(v.6). O apóstolo não pretendia ir para a Europa; sua intenção era ir para
Ásia: “foram impedidos pelo ESPÍRITO SANTO de anunciar a Palavra na Ásia”
(16.6). Depois Paulo intentou ir para a Bitínia, mas novamente foi impedido
(16.7), sendo em seguida impulsionado a rumar para Troas.
2. As igrejas europeias. O apóstolo Paulo visitou muitas cidades
europeias do mundo grego, durante a sua segunda viagem. Aqui mencionamos apenas
as cidades em que ele fundou igrejas. Em Filipos, começou a igreja na casa de
Lídia (16.14,15,40); em Tessalônica, começou pregando numa sinagoga (17.1,2) e
da mesma forma em Beréia (17.10-12). Em Atenas o trabalho começou numa
sinagoga, e depois continuou nas praças e no centro acadêmico da cidade, o
areópago (17.17-19). Em Corinto teve início na sinagoga, como sempre, depois
teve de sair dela, e foi para a casa de Tito Justo, recebendo apoio de Crispo,
principal da sinagoga, que creu no Senhor JESUS (18.4-8). Essa viagem durou
cerca de três anos (entre 49 e 52 d.C.).
IV. TERCEIRA E QUARTA VIAGENS
1. A igreja de Éfeso. Seu propósito era visitar as igrejas para
confirmar e fortalecer os discípulos (At 18.22,23). Fez o mesmo caminho da
segunda viagem: Galácia do Sul, região frígio-gálata, chegando a Éfeso, onde
havia estado no fim de sua segunda viagem, ainda que tenha permanecido não mais
que três dias na cidade (18.19-21). Na terceira viagem encontrou um grupo de 12
novos convertidos, que conheciam apenas o batismo de João (19.1-7). Por essa
cidade havia passado Apolo (18.24) que fora instruído por Áquila (18.26). Nessa
oportunidade, o apóstolo ficou três anos na cidade (20.31). A viagem durou
cerca de quatro anos (entre 53 e 57 d.C.).
2. A cidade de Éfeso. Capital da província romana da Ásia, era a cidade
mais importante da região e cruzamento de rotas comerciais. Nela estava o
templo da deusa Diana (19.35), chamada pelos romanos de Ártemis, uma das sete
maravilhas do mundo antigo. Atualmente a cidade está em ruínas, e encontra-se
localizada na região da Anatólia, Turquia.
3. A viagem para Roma. Paulo partiu de Cesaréia Marítima como
prisioneiro, pois havia apelado para César (At 25.11; 26.32). Foi uma viagem
muito conturbada, por causa do mau tempo, e o apóstolo não perdeu a
oportunidade: evangelizou os demais presos e a tripulação do navio que, em
Malta, naufragou. Apesar dos danos materiais, ninguém pereceu. Nessa ilha, o
apóstolo fundou uma igreja. Depois embarcou para Roma, aonde chegaria em 62
d.C. A viagem está registrada em Atos 27 e 28.
4. Paulo em Roma. Enquanto aguardava a audiência com Nero, o apóstolo
atendia os irmãos em casa alugada (At 28.30). A história de Paulo não termina
aqui. O que se sabe, além da interrupção que Lucas faz de sua narrativa, são
alguns detalhes que o apóstolo dá em suas cartas ou então por intermédio dos
escritos dos Pais da Igreja. Seu caso foi examinado e ele foi absolvido. Nessa
ocasião, se diz que ele cumpriu seu desejo de pregar na Espanha (Rm 15.28). Nas
redondezas de Roma, fez um grande trabalho.
V. MISSÕES MUNDIAIS
1. O campo missionário é o mundo. JESUS disse: “o campo é o mundo” (Mt
13.38). Ele não disse que o campo é Jerusalém, nem a Judéia, nem Roma, nem
minha cidade e a tua. Infelizmente há ainda os que pensam que o “campo” é a sua
cidade e por isso mostram-se não somente apáticos às missões, mas também se
posicionam contra elas. Outros não são contra, mas não se esforçam, são
acomodados. É dever de cada crente incentivar missões, orar pelos missionários
e pelos que estão sendo enviados e contribuir financeiramente para o sustento
dos missionários.
2. “Tanto em Jerusalém como em toda a Judéia” (v.8). JESUS não disse
para primeiro pregar em Jerusalém, depois na Judéia, depois em Samaria e só
então ser testemunha até “os confins da terra”, mas mandou pregar “tanto em
Jerusalém como em toda Judéia, Samaria e até os confins da terra”. Isso fala de
simultaneidade, do contrário o evangelho estaria ainda em Israel, confinado
entre os judeus, pois JESUS mesmo disse: “porque em verdade vos digo que não
acabareis de percorrer as cidades de Israel sem que venha o Filho do Homem” (Mt
10.23).
CONCLUSÃO
Como resultado das viagens de Paulo, surgiram igrejas na Ásia e Europa, e com
elas apareceram as epístolas, que ocupam um terço do Novo Testamento, e o
Cristianismo se tornou universal. Em Atos, portanto, estão registradas as
viagens missionárias mais importantes da história do Cristianismo. É a receita
de missões e de todas as atividades de um missionário. Por essas razões, de
todos os livros da Bíblia, Atos é o livro de missões.
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Missões Transculturais
No Século XXI
INTRODUÇÃO
O terceiro milênio começa com 6 bilhões de habitantes e com 1.739 grupos
étnicos no planeta. Os últimos dados estatísticos nos mostram que cerca de 33%
dos moradores da terra ainda nunca ouviram falar de JESUS. O quadro é mais ou
menos assim: 2 bilhões de pessoas seguem o Cristianismo, incluindo os cristãos
nominais; 2 bilhões já ouviram falar de JESUS pelo menos uma vez e 2 bilhões
nunca ouviram falar de JESUS. Que tipo de sociedade vamos encontrar no séc.
XXI? Como alcançar essas etnias? É sobre isso que vamos estudar hoje.
I. PANORAMA MUNDIAL
1. O fenômeno da globalização. A globalização é um fenômeno curioso que
nos dá a impressão de uma padronização das culturas mundiais. Depois da queda
do Muro de Berlim, marcando o fim da Guerra Fria em 1989, a globalização, ou
mundialização, vem ganhando espaço, dinamizada principalmente pelos modernos
sistemas de comunicação. À parte os efeitos colaterais, como o desemprego, não
devemos negar que essa nova ordem mundial tem facilitado muito a vida do homem.
Isso facilita também a evangelização e as missões, pois o evangelho é também uma
mensagem globalizada; é universal, portanto para todos os povos (Mc 16.15; Ef
2.14-19; Cl 3.11).
2. Perfil do mundo globalizado. Os aeroportos internacionais seguem um
mesmo padrão, para que você se sinta em casa em qualquer país. O sistema
de shopping centers também está padronizado em todo o mundo. Você não terá
muita dificuldade em comprar roupa em qualquer parte do mundo, ainda que não
fale sequer uma palavra em outra língua. Também não morre de fome, o sistema
“fast food” (comida rápida) está em qualquer parte do mundo. Parece que o mundo
vai diminuindo à medida que o tempo passa. Além desse mundo globalizado e
secularista que não quer saber de JESUS, há um outro mundo que não tem acesso à
globalização, que igualmente precisa de JESUS.
3. Os pobres do terceiro milênio. O número deles chega a mais de 800
milhões; mais 10% da população da terra, segundo dados recentes da ONU. Ninguém
pode negar que há mais recursos no mundo de hoje do que no mundo antigo. Isso
deveria melhorar o mundo, mas a humanidade continua na miséria moral e
espiritual. Tanto ricos como pobres estão clamando pelo pão do céu. Só JESUS
pode dar sentido à vida; só Ele pode dar ao homem a alegria de viver. Os tempos
e as coisas mudam, mas o sofrimento permanece atormentando os homens.
II. OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO
1. O avanço dos meios de comunicação. Atualmente o homem pode estar
virtualmente presente em toda a parte do planeta; pode estar conectado em rede,
tanto na Internet, como em sua própria residência através do sistema celular de
telefonia. Pode acessar um terminal eletrônico para movimentar sua conta
bancária de qualquer parte do mundo. Esses avanços têm revolucionado as
indústrias e alterado profundamente a vida da sociedade. Isso já estava no
cronograma divino “e a ciência se multiplicará” (Dn 12.4). Em função desses
avanços, as igrejas têm reavaliado suas estratégias administrativas, os métodos
de evangelização e de fazer missões.
2. Os meios de comunicação no plano de DEUS. A Bíblia diz que as duas
testemunhas mortas em Jerusalém serão vistas ao mesmo tempo pelos moradores da
terra, como se fosse uma transmissão de imagens num noticiário (Ap 11.8-10). Na
segunda vinda de JESUS, todo o olho o verá, até mesmo os judeus (Ap 1.7). Ora,
se nem mesmo o sol pode ser visto ao mesmo tempo no Brasil e no Japão, como
JESUS pode ser visto em toda a terra ao mesmo tempo? Ainda que não existisse
uma explicação, poderíamos estar descansados: o poder de DEUS é infinito
(Sl 147.4,5). O certo é que a Bíblia está falando dos meios de comunicação dos
últimos tempos.
3. Os meios de comunicação a serviço de DEUS. DEUS permitiu e deu
sabedoria aos homens a fim de que produzissem tais recursos para a expansão do
seu Reino, assim como os recursos dos dias apostólicos foram usados por eles e
para o bem-estar da humanidade, como indica a expressão paulina: “Fiz-me de
tudo para com todos, para, por todos os meios, chegar a salvar alguns” (v.22).
Os recursos modernos são a maior ferramenta (em termos materiais, é claro) de
que dispomos para a pregação
do evangelho, pois permite que milhões de pessoas em todo o mundo ouçam ao
mesmo tempo o evangelho: “a sua palavra corre velozmente” (Sl
147.15).
III. A TRANSCULTURAÇÃO
1. O Cristianismo e as culturas. O Cristianismo não tem o objetivo de
padronizar o mundo e nem destruir as culturas; sua mensagem, porém é universal.
No dia do triunfo de CRISTO e da Igreja, cada povo ou etnia se apresentará
louvando a DEUS na sua própria língua (Ap 5.9). Por isso o apóstolo Paulo disse
que, sendo livre, se fez servo de todos, judeu para os judeus, sem lei para os
sem lei (vv.19-22) a fim de ganhá-los para JESUS. Não é necessário destruir a
cultura dessas 7.319 etnias para levá-las à fé cristã, porque o Cristianismo é
transcultural.
2. O respeito pelas outras culturas. Os missionários devem respeitar as
culturas de cada povo. Barnabé sabia que a tradição judaica era mais uma forma
de manter a identidade nacional, e que isso em nada implicaria na salvação dos
novos crentes; portanto, não seria necessário observar o ritual da lei de
Moisés (At 15.19,20). Convém lembrar que a importação de inovações para as
nossas igrejas pode desrespeitar a nossa herança espiritual. Muitas coisas não
servem para a nossa cultura, pois já temos a nossa identidade cultural, como
igualmente esta pode não servir para outras etnias pela mesma razão.
IV. MUITAS TERRAS PARA CONQUISTAR PARA JESUS
1. Estatística missionária. Estamos iniciando o século XXI com 2.500
missionários transculturais brasileiros, de todas as denominações, em mais de
70 países de todos os continentes, com 13% deles na Janela 10/40. É muito
pouco. No mundo todo, segundo dados do livro Intercessão Mundial, há 76.120
missionários protestantes estrangeiros num total de 138.492, incluídos os
missionários que atuam em seus próprios países. Eis a estatística desse mundo
globalizado, com todos os recursos disponíveis. Isso mostra o tamanho do nosso
desafio. Esse número pode crescer muito mais; basta cada líder seguir a ordem
de JESUS (At 1.8), com o apoio espiritual e financeiro dos crentes.
2. O exemplo do apóstolo Paulo. O apóstolo era um judeu rico e culto que
sacrificou as tradições de seus antepassados, deixando tudo para a salvação do
maior números possível de almas (Fp 3.5-8), pois considerava a salvação dos
homens mais importante do que sua identificação cultural como judeu. Todos os
meios lícitos são válidos para conquistar os pecadores para o reino de DEUS.
Paulo conhecia o mundo de sua geração e soube como conquistá-lo para JESUS.
Aqui ele apresenta a receita; os princípios são os mesmos.
CONCLUSÃO
O Reino de DEUS cresce à medida que os pecadores vão se convertendo ao Senhor
JESUS. A Igreja é a única agência do Reino de DEUS escolhida pelo Senhor JESUS
para levar a mensagem do evangelho a um mundo que perece por causa do pecado.
Veja a grande importância da evangelização. Com isso você está dando
continuidade ao trabalho que JESUS começou. Esse trabalho proporciona
crescimento espiritual, aumenta a experiência com o Senhor JESUS, além das
bênçãos prometidas aos que corresponderem ao chamado do Mestre (Jo 15.16).
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Povos Não Alcançados
INTRODUÇÃO
Quando JESUS ordenou que se levasse o evangelho a todas as nações, referia-se
também aos grupos étnicos. A palavra grega para “nações” ou “mundo”, usada
nesse contexto missiológico, (Mt 24.14; 28.19, Lc 24.47) é ethnos, de onde vem
a palavra “etnia”. A ordem não diz respeito meramente a países, mas aos
diferentes grupos étnicos, que se acham nos países politicamente organizados, e
estes estão em torno de 1.739.
I. JANELA 10/40
1. O que é a Janela 10 por 40? É a região onde habita 66% da população mundial,
e ocupa 33% da área total do planeta, compreendendo 62 países. Os dois maiores
países do mundo, em número de habitantes, encontram-se nessa área: China e
Índia. Os dois juntos representam cerca de 33% da população da terra. Esta
região estende-se desde o oeste da África até ao leste da Ásia, e é comparada a
uma janela retangular, estando entre 10 e 40 graus ao norte da linha do
equador. Todas as terras bíblicas encontram-se nessa janela. O apóstolo Paulo
ultrapassou esses limites nas suas viagens missionárias (Rm 15.19).
2. Características. É a área do mundo onde vive o maior número de povos não
alcançados, predominando os seguidores do Islamismo, do Hinduísmo e do Budismo.
O Islamismo está atingindo 1 bilhão de adeptos, o Hinduísmo, mais de 700
milhões. A Janela 10/40 é conhecida como o Cinturão de Resistência; nela se
encontram as fortalezas de Satanás, pois 37 dos 50 países menos alcançados do
mundo localizam-se nessa região. Nessa área, estão 82% dos mais pobres do
planeta. Bilhões de pessoas são vítimas das enfermidades, misérias e
calamidades.
II. POVOS SEM PÁTRIAS
1. Os curdos. São os
descendentes de Elão, filho de Sem, filho de Noé (Gn 10.22). Os elamitas
estavam presentes no Dia de Pentecostes (At 2.9). Atualmente a maioria está
concentrada no Iraque e na Turquia. Lutam para reconstruir sua pátria; o que
eles estão vivendo é o cumprimento da Palavra de DEUS (Jr 49.34-39). A palavra
profética contempla, no v. 34, um final glorioso para esse povo. Sua
evangelização tem sido um desafio para as igrejas, pois eles são
muçulmanos.
2. Os povos berberes rifenhos. São provenientes da região de Cirene, norte da
África, terra de Simão, cireneu, mencionado nos evangelhos sinóticos (Mt 27.32;
Mc 15.21; Lc 23.26); e de Lúcio (At 13.1). Estavam também presentes no Dia de
Pentecostes (At 2.10). A maioria deles habita no norte da África, nas montanhas
do Rife, região que vai do Marrocos até à Tunísia. De maioria muçulmana, sua
maior concentração na Europa está em Amsterdã, Holanda. Falam o Tamazigh; o
evangelho de João já foi traduzido nessa língua. Sua evangelização é um desafio
para as igrejas devido a sua religião islâmica.
3. Os indígenas brasileiros. Quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, em
1500, havia entre 5 a 6 milhões deles, divididos em cerca de 900 grupos
étnicos. Foram dizimados impiedosamente pelos colonizadores. Hoje, 500 anos
depois, eles estão reduzidos a 250 mil e a 221 grupos, sendo 41 desses grupos
com mais de 1.000 membros e 56 com menos de 100 indígenas falando cerca de 185
línguas diferentes (dados de 1991). Sua evangelização constitui-se num desafio
para todos nós, por causa das pressões dos sociólogos incrédulos, da imprensa e
da grande variedade de línguas que dificulta prover literatura em sua
língua.
III. OS ADEPTOS DE SEITAS
1. O desafio das seitas. Onde
quer que o missionário seja enviado, para qualquer parte do planeta, lá estarão
as seitas. Os adeptos de seitas estão incluídos na lista dos grupos não
alcançados, e sua evangelização é um desafio para a Igreja. Hoje há no mundo 10
religiões, além do Cristianismo, são elas: Judaísmo, Islamismo, Hinduísmo,
Budismo, Confucionismo, Taoísmo, Xintoísmo, Jainismo, Sickismo e Zoroastrismo;
e cerca de 10 mil seitas, sendo 6 mil delas na África e 1.200 nos Estados
Unidos. Entre as seitas prolifera o Espiritismo, manifesto ou disfarçado, nas
suas muitas ramificações. Vale ressaltar aqui o nosso lema: “Você está disposto
a fazer pela verdade o que as seitas fazem pela mentira?” (Jd v.3). O que você
está fazendo para a salvação desses povos e grupos não alcançados? (Pv
24.11).
2. Como alcançá-las? Seus adeptos estão à nossa volta, mas requer-se dos
crentes conhecimentos sólidos das doutrinas vitais do Cristianismo. Além disso,
é necessário conhecer as crenças das seitas, seus argumentos e saber como
refutá-los à luz da Bíblia (2 Tm 2.15; 1 Pe 3.15). Mesmo assim, o trabalho só
terá êxito se for realizado na direção e capacitação do ESPÍRITO SANTO (Jo
16.8-11). Ainda são poucos os que se desprendem para tal tarefa. Geralmente
são as pessoas que vieram dessas seitas que se preocupam com a
evangelização de seus antigos irmãos.
IV. OS MUÇULMANOS
1. Sua origem. Os muçulmanos
são os adeptos do Islamismo. O termo “islamismo” vem da palavra árabe islão,
que significa “submissão”; uma referência a sua obediência à sua divindade Alá.
É uma religião fundada por Maomé (570-634 d.C.) na Arábia Saudita. Hoje são
cerca de 1 bilhão de seguidores; a maioria na Janela 10 por 40. Para cada seis
seres humanos no planeta um é muçulmano, dois são cristãos (incluindo os
cristãos nominais), um já ouviu falar de JESUS pelo menos uma vez, e dois nunca
ouviram falar de JESUS.
2. O grande desafio à Igreja. A evangelização dos muçulmanos é um dos maiores
desafios da Igreja, isso porque nenhuma religião do mundo odeia tanto a cruz de
CRISTO como o Islamismo; e além disso, ensinam seus adeptos a opor-se ao
Cristianismo. O islão não é apenas uma religião, mas também um sistema
político, social, econômico, educativo e judicial. A sociedade muçulmana exige
estrita fidelidade por parte dos seus cidadãos. A opinião do indivíduo conta
pouco; o que a comunidade pensa é muito mais importante. O comportamento de um
indivíduo é controlado de tal maneira pela sociedade que quase não resta espaço
para uma ação independente. É por isso que o muçulmano não está habituado a
tomar decisões pessoais, como aceitar o evangelho, crendo em CRISTO como o seu
Salvador.
3. Suas crenças. Negam a Trindade, a divindade de JESUS; afirmam que JESUS não
é o Filho de DEUS; negam sua morte na cruz; ressaltam que não é necessário alguém
morrer pelos pecados de outrem e rejeitam a doutrina do pecado original. Apesar
de serem monoteístas, professando sua crença em Alá como único DEUS e em Maomé
seu profeta, negam e atacam os fundamentos do Cristianismo. O conceito deles
sobre cada doutrina do Cristianismo é distorcido e antibíblico. Eram poucos os
cristãos na Arábia, nos dias de Maomé. Além disso, o Cristianismo daquela
região, de maioria nestoriana, não era bíblico. Isso explica o fato de Maomé
haver pensado que a Trindade se constituísse de Pai, Filho e Maria (Alcorão,
Sura 4.171; 5.72.73), em vez de Pai, Filho e ESPÍRITO SANTO (Mt 28.19; 2 Co
13.13).
4. O Alcorão. Nós temos a Bíblia e eles o Alcorão. Os muçulmanos nunca puderam
provar ser o seu livro de origem divina. Suas declarações são meramente
dogmáticas, baseadas na autoridade que seus adeptos lhe atribuem. O certo é que
a Bíblia e o Alcorão se opõem um ao outro. O Alcorão nega a morte de JESUS; diz
que Ele não foi crucificado (Sura 4.157); ao passo que toda a Bíblia fala de
sua morte, tanto em termo de profecia (Gn 3.15; Is 53), como de figuras, ver o
sacrifício de Isaque (Gn 22); ilustrações (Hb 9.9-11), e sua historicidade nos
Evangelhos e o seu significado nas epístolas (1 Co 15.3). O fato é confirmado
também pela história (Josefo e Tácito).
CONCLUSÃO
A história da Igreja é marcada pelos desafios. Oramos 70 anos para que DEUS
fizesse ruir a Cortina de Ferro (os países comunistas) e DEUS ouviu a nossa
oração. Depois de tudo isso perguntamos: “O que estamos fazendo nesses países?”
Infelizmente, muito pouco. Restam ainda a China, a Coréia do Norte e Cuba.
Apesar de o evangelho estar sendo pregado nesses países, não deixa de ser mais
um desafio para a Igreja. A Janela 10/40 ainda é um dos maiores desafios
missionários da atualidade. Por isso todos os crentes devem orar, contribuir,
apoiar e inteirar-se das necessidades dos trabalhos missionários direcionados
para essa região do planeta.
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A IGREJA E AS MISSÕES
TRANSCULTURAIS
A visão do papel transcultural
da igreja. Teologia Sistemática Pentecostal - CPAD
Segundo Atos
1.8, sua visão não pode circunscrever-se à comunidade local,
mas deve ampliar-se até as últimas fronteiras do planeta. O texto transmite a
ideia de simultaneidade. Enquanto a igreja evangeliza a cidade, seus olhos
pousam mais além e vêem terras mais distantes que estão brancas para a ceifa (Jo
4.35).
Vemos o mesmo conceito de modo
cristalino na visão de João. Ali a expressão “de toda tribo, e língua, e raça
e nação” (Ap 5.9)
implica na proclamação simultânea do Evangelho até os confins da terra. A
linguagem enfática determina que ninguém poderá ficar de fora. Todos os povos
deverão ser alcançados. Assim o Cuia Prático de Missões define Missões
Transculturais:
O prefixo “trans” vem do latim
e significa “movimento para além de”, “através de”. Portanto, em linhas gerais,
missões transculturais é transpor uma cultura para levar a mensagem do
Evangelho. Esta mensagem não pode se restringir a uma só cultura, mas tem
alcance abrangente, em todos os quadrantes da terra, onde quer que haja uma
etnia que ainda não a tenha ouvido.5
É interessante que o número
quatro aparece de forma implícita. Na Bíblia, ele é símbolo de totalidade. Isto
implica em afirmar, com absoluta segurança, que a doutrina de missões é
bíblica, mesmo que este termo não apareça nas Escrituras. Assim como a Trindade
não é mencionada no texto sagrado de forma explícita, o cristão bíblico
não duvida de que ela se constitui numa verdade doutrinária. A mensagem
salvífica, portanto, tem como alvo o mundo em sua globalidade.
Para tornar ainda mais séria a
responsabilidade, o termo “nação”, que aparece em Apocalipse 5.9 e também em
Mateus 28.19, vem do grego ethnos, cujo sentido é diferente da ideia
geopolítica de países como são atualmente constituídos. Aqui significa povos na
sua essência étnica, envolvendo cultura, dialeto, tradições, modus vivendi,
visão de mundo e outras particularidades.
Sob esse ponto de vista, há
pelos menos doze mil povos espalhados no mundo, e todos, sem exceção, estão
incluídos no plano da redenção. Não basta olhar os países, que somam hoje
aproximadamente 240, mas cada “tribo, e língua, e raça, e nação”. Esta é a forma
pela qual DEUS vê o mundo. A visão de Isaías sobre a missão messiânica e, por
conseguinte, da igreja é clara: “... também te dei para luz dos gentios, para
seres a minha salvação até a extremidade da terra” (Is
49.6; cf. At 13.47).
A transculturação, neste caso,
significa encontrar em cada cultura os instrumentos adequados para proclamar
de forma clara, aceitável e consciente a mensagem do evangelho. Há na Bíblia
elementos da cultura judaica que não foram transplantados para o Cristianismo.
O preparo do missionário, de igual modo, implica em ele saber que não lhe cabe
transplantar no país onde exercerá o seu ministério elementos da cultura de seu
país de origem que só ali fazem sentido.
Sabemos que os princípios da
Palavra de DEUS são absolutos, inalteráveis e universais, assim como os
elementos químicos da água. No entanto, pode-se servi-la em copos diferentes.
Para exemplificar, cabe aqui a clássica expressão do famoso evangelista hindu
Sadu Sudar Sing: “A água da vida deve ser servida ao povo hindu em copo hindu”.
Isto é transculturação. E saber discernir em cada cultura aquilo que é bíblico,
antibíblico e extrabíblico.
A visão que revela o
cumprimento da missão da igreja sobre a Terra. A visão do Apocalipse implica em
afirmar a dupla grandeza da missão da igreja.
Os anjos gostariam de ter
assumido esta tarefa, mas coube ao povo de DEUS a singular oportunidade de
abrir as portas da salvação para os perdidos da Terra. Nenhuma instituição
desfruta deste privilégio. Só a igreja (I Pe I.I0-I2).
Trata-se de tarefa gigantesca
alcançar cada “tribo, e língua, e povo, e nação” em seu próprio meio cultural
antes que JESUS venha. Para executá-la só há uma forma: mobilização total e
prioridade absoluta. Nenhuma atividade, por mais importante que seja, poderá
subtrair tempo e recursos dedicados à evangelização mundial. Agir deste modo é
subtrair, também, as bênçãos de DEUS sobre a igreja.
Ou se quer, de fato, ouvir o
clamor do mundo, ou então a igreja estará como os contemporâneos de Ninrode:
construindo torres para ajuntar-se e alegrar-se à sua volta, esquecendo-se das
almas que perecem nas últimas fronteiras do mundo (Gn
I.I-6). Dizer que faltam
recursos é uma aleivosia. Por outro lado, a tecnologia, hoje, põe o mundo
dentro de casa. Assim sendo, resta apenas agir... e rápido.
Todavia, a visão de João traz
uma boa notícia: A igreja não falhará. Ela cumprirá a sua missão, custe o que
custar, nem que seja preciso vir o vento forte da perseguição para espalhar os
seus membros pelo mundo. Impulsionada pelo poder do ESPÍRITO SANTO, a igreja
começa a mover-se em todas as direções para que o mundo todo saiba que JESUS
CRISTO é o Senhor que se revela agora como Salvador, mas um dia Ele
assentar-se-á no trono do Universo para julgar os vivos e os mortos.
Se não for assim, a visão de
João terá sido uma fraude. Mas ela é a eterna e infalível Palavra de DEUS.
Portanto, naquele dia, diante do Cordeiro, a Igreja será formada por pessoas
fiéis — compradas pelo seu sangue — de “toda tribo, e língua, e povo, e nação”,
que se tornarão reis e sacerdotes para DEUS “e reinarão sobre a terra”. O
crescimento universal da igreja, no entanto, gera tensões decorrentes de seu
lado humano. Uma é o crescente denominacionalismo.
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Missionário James Hudson
Taylor (1832-1905)
James Hudson
Taylor (1832–1905).
“Que o DEUS de nosso Senhor
JESUS CRISTO, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação
no pleno conhecimento dele, iluminados os olhos do vosso coração, para
saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua
herança nos santos” (Ef 1.17,18).
Hudson Taylor, missionário
inglês que viveu na China por 51 anos. Foi o fundador da “China Inland
Mission” (Missão no Interior da China), responsável pelo envio de
mais de 800 missionários para aquele país, onde começaram 125 escolas resultando
na conversão à fé cristã de 18.000 pessoas e o estabelecimento de mais de 300
estações de trabalho, contando com cerca de 500 colaboradores locais em
todas as dezoito províncias.
Testemunho de Fé.
Por saber que deveria depender
totalmente de DEUS para o seu sustento diário na China, Hudson muitas vezes
colocava-se em situações para provar sua própria fidelidade e confiança em
DEUS. Ele vivia basicamente se alimentando de aveia e arroz, e grande parte do
seu salário ofertava para a obra do Senhor. Certo dia, quando evangelizava os
pobres, um homem lhe pediu que fosse orar por sua esposa que estava morrendo em
casa. Ao chegar ali, viu uma casa cheia de crianças passando fome, e a mãe que
estava muito enferma. Compadecido daquela situação, depois de orar, tirou do
seu bolso a única moeda que tinha, o sustento da semana, e ofereceu ao casal.
Milagrosamente, naquele mesmo dia, alguém lhe procurou e trouxe um envelope
cheio de dinheiro. Esta experiência ensinou a Hudson Taylor que DEUS era o seu
provedor.
Hudson Taylor foi notado como
um dos europeus mais influentes na China do século XIX, não só por seu trabalho
evangelístico entre aquele povo, como também por sua liderança e engajamento na
campanha da CIM contra o comércio do Ópio.
Frases Memoráveis.
“Confie nisso, a obra de DEUS
feita da maneira de DEUS nunca terá falta do suprimento de DEUS”.
“A Grande Comissão não é
uma opção a ser considerada, é um mandamento a ser obedecido”.
“Não são os grandes
homens que transformam o mundo, mas sim os fracos e pequenos nas mãos de um
grande DEUS”.
Pr. José Rodrigues Filho
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MISSÕES NAS RELIGIÕES ANTIGAS
1. Os pagãos. As religiões do antigo Oriente Médio eram tribais. Não há
registro de que um adepto de Astarote, divindade dos sidônios; ou de Milcom,
dos amonitas (1 Rs 11.5), ou ainda de qualquer outra divindade, haja levado sua
mensagem para os adeptos de outros deuses, pois tais religiões eram algo mais
de caráter cultural do que espiritual. Os pagãos entendiam que a cada povo
bastava o seu deus.
2. O Judaísmo. Apesar de o
Judaísmo não adorar a um DEUS tribal, não é uma religião missionária, nem
proselitista. Mas o Antigo Testamento, que os judeus acatam como a Palavra de
DEUS, assevera que toda a terra é do SENHOR (Êx 19.5; Sl 24.1). Por conseguinte,
DEUS tem o direito de reinar sobre todas as nações e de proclamar seus juízos e
a sua salvação. Com exceção de Jonas, os profetas do Senhor sempre eram
enviados ao seu próprio povo, e, em seus escritos, encontramos mensagens de
advertências, ameaças e também de bênçãos para as nações vizinhas.
3. Os prosélitos no Novo Testamento. Eram gentios convertidos à fé judaica (At
2.10; 6.5; 13.43). Parece que havia empenho das autoridades judaicas do
primeiro século no proselitismo (Mt 23.15). O prosélito submetia-se a três
coisas: fazer a circuncisão, oferecer um sacrifício e submeter-se ao batismo.
No batismo, o local não podia conter menos que 300 litros de água e todo o
corpo devia ser tocado pela água. A pessoa tinha de rapar o cabelo, cortar as
unhas e pôr-se desnuda. Ainda na água, lia uma parte da Lei, e fazia a
confissão de fé, diante de três testemunhas — uma espécie de padrinhos. Em
seguida, recebia as palavras de consolo e de bênção. Quando saía das águas
batismais, já era membro da família de Israel. Era o batismo deles. Hoje os
rabinos fazem sérias objeções aos gentios que desejam se converter ao Judaísmo.
Eles se empenham, acima de tudo, em
trazer de volta para o Judaísmo seus próprios irmãos: os judeus não
religiosos.
4. Profecias cumpridas. Há no
Antigo Testamento vislumbres missionários, de profecias que se cumpriram no
Novo Testamento. A mensagem de Gn 12.3: “Em ti serão benditas todas as famílias
da terra” era a promessa de DEUS para salvar os gentios (Gl 3.8). Isso está
ainda mais claro no profeta Isaías: “As ilhas aguardarão a sua doutrina”
(42.4). Ou: “E, no seu nome, os gentios esperarão”, conforme a Septuaginta,
citada em Mt 12.21. Isso também é visto em Os 1.10; 2.23, citado em Rm 9.25,26.
O Cristianismo é a primeira religião missionária do mundo.
O ENVIADO DO PAI
1. Missionário. O conceito de “missão” no contexto bíblico teológico é “enviar”
e vem da palavra grega apóstolos. Esse vocábulo é usado no Novo Testamento para
designar os doze apóstolos: “e escolheu doze deles, a quem deu o nome de
apóstolos” (Lc 6.13). É também usado para os enviados como embaixadores ou
missionários da Igreja (2 Co 8.23; Fp 2.25). A Igreja Ortodoxa Grega desde o
princípio usava o vocábulo apóstolos para designar seus missionários. Já os
nossos termos linguísticos “missão” e “missionário” vem do latim “mitto”, que
quer dizer enviar, mandar.
2. O enviado de DEUS. JESUS é chamado de apóstolos no Novo Testamento grego:
“Considerai a JESUS CRISTO, apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão” (Hb
3.1). DEUS enviou o seu Filho ao mundo (v.17), o Filho enviou seus discípulos
ao mundo (Jo 20.21), o Pai e o Filho enviaram o ESPÍRITO SANTO para dar poder à
Igreja em sua missão de buscar os perdidos da terra (Lc 24.49; At 1.8). A
Bíblia diz que JESUS veio ao mundo para salvar os pecadores (1Tm 1.15). Essa,
portanto, foi a missão na terra do missionário por excelência.
3. JESUS é singular. Basta uma
lida nos Evangelhos para deixar qualquer um perplexo. A perfeição e a
singularidade que encontramos na vida e ministério de JESUS são algo nunca
visto na história. Não procurava status e associava-se com os pecadores: publicanos
e prostitutas (Mt 11.19; 21.31,32); embora santo, perfeito e impecável, foi
submetido aos nossos sofrimentos e provações. Rompeu barreiras geográficas,
culturais, étnicas e religiosas (Mc 7.24-27; Jo 4.9). Eis o modelo de
missionário: JESUS é de todos e para todos; é o único Salvador do mundo; é
dever nosso levar o seu nome para as nações (Lc 24.47; At 1.8).
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A IGREJA E A COLHEITA DE ALMAS
PARA O REINO DE DEUS
Muitos são os modelos adotados
pelas igrejas locais no propósito de cumprir a missão primordial da igreja;
ganhar e acolher as almas no aprisco. Diga-se de passagem, nenhum modelo humano
é perfeito e jamais pode ser apresentado como a “única” e definitiva fórmula
para o crescimento de uma igreja. Isso é sectarismo.
Todavia, há uma lição básica
que aprendemos na Bíblia; e esta sim legítima e perfeita na propagação do Remo
de DEUS. Ê a lei da semeadura e da colheita, que sugere estratégias eficientes
que podem ser adotadas para uma ação de grandes e abençoados resultados.
A igreja e o princípio da
semeadura. Essas estratégias estão implícitas no episódio da passagem de JESUS
por Samaria, que serviu para ensinar aos discípulos a importância da ceifa no
contexto da igreja. Rumando em direção ao Norte (Jo 4.3), o
Mestre deixara a região desértica de Israel e entrara na parte agricultável do
país. Ali, tendo como cenário os campos plantados, aguardando a hora da
colheita, uma cidade foi alcançada em apenas dois dias, com as boas novas do
Reino (Jo
4.39-42).
Com esse quadro fértil diante
dos olhos, faltando, ainda, quatro meses para a ceifa, CRISTO aproveitou a
oportunidade para mostrar que a colheita do evangelho é sempre urgente. Não
pode ser protelada (Jo
4.35).
Outra lição que também se
extrai do episódio é a necessidade de conhecimento para uma boa semeadura, que
resulte em abundante colheita, principalmente em Israel, onde havia bastante
escassez de água, com o país cortado por colinas rochosas e excesso de pedras
nas áreas férteis. Isso obrigava os agricultores a serem criativos, cavando
reservatórios para reter as águas das chuvas (2 Cr
26.10) e descobrindo técnicas propícias ao cultivo,
como o uso da lei da gravidade para que as águas reservadas chegassem aos
campos plantados.
Hoje, a modernização da
tecnologia permite que Israel e países com a agricultura desenvolvida disponham
de sistema de irrigação comandados por computadores, mediante o qual cada
semente recebe — milimetricamente — todos os dias, na hora certa, a quantidade
de água necessária para frutificar. Nem mais nem menos.
Além do conhecimento (Mt
16.2,3), que
se aperfeiçoa a cada dia, a semeadura produtiva requer um bom preparo da
terra. Nos tempos bíblicos, lavrava-se a terra com arados de madeira ou ferro,
os quais eram puxados por juntas de bois, conduzidas pelo lavrador (I Rs
19.19-21). Atualmente, equipamentos sofisticados fazem
o mesmo trabalho, ganhando tempo e baixando os custos de produção.
A plantação, por sua vez,
requer boa escolha de terra e clima adequados à espécie que se deseja plantar.
Há plantações apropriadas ao clima frio e a regiões montanhosas, enquanto
outras só frutificam em climas tropicais e terreno plano. Cada espécie, por
conseguinte, exige uma forma de sementeira e cultivo para que os resultados
sejam mais proveitosos. Ou seja, não se faz a semeadura a esmo, de modo
dispersivo, como se estivesse simplesmente cumprindo uma obrigação enfadonha.
Não é jogar os folhetos na rua e esperar que “floresçam”. E preciso mais do que
isso.
Em sua passagem por Samaria,
JESUS aplicou todos os recursos possíveis para obter uma boa colheita.
Ele buscou o coração da mulher
samaritana, cujo estado moral propiciava um bom terreno para plantar a semente
do evangelho.
O Mestre não iniciou seu
diálogo fazendo críticas a ela, mas usando como ponto de contato a sua ida ao
poço de Jacó para apanhar água, preparando assim a “terra” para tomar frutífera
a mensagem.
Ele tratou com ela, passo a
passo, até que estivesse pronta para crer em sua messianidade.
JESUS a viu como um
instrumento capaz de impactar os samaritanos com a fé, em virtude de seu estado
anterior à conversão (Jo
4.1-30).
O resultado foi uma boa
colheita para o Reino de DEUS, na cidade de Sicar, de cuja semeadura os
discípulos não participaram, porém estavam agora recebendo os méritos da ceifa
(v.38).
A igreja e as implicações da
semeadura. A lição ensinada pelo Mestre implica em a igreja compreender o
sentido de urgência da semeadura. Ele poderia chegar à Galileia, seu destino
final naquela ocasião, por outras vias de acesso. Até mesmo para evitar a hostilidade
dos samaritanos, rivais milenares dos judeus (Jo 4.9). Sua
passagem por Samaria, todavia, não foi obra do acaso, e sim fruto de uma
decisão amadurecida (Jo 4.4) de
quem vê o mundo como um imenso campo a ser urgentemente lavrado, semeado e
ceifado (Mt
13.38). Ele viu ali uma necessidade e tomou a
decisão de passar por lá para supri-la.
Quando se fala em semeadura, a
ideia ficaria incompleta se não se pensasse em colheita. A Bíblia é rica em
ilustrações que revela tratar-se de etapas que se completam. Não basta lavrar a
terra e semear. Ê preciso colher. Trata-se de um erro pregar e largar ao
abandono a sementeira.
Enfatizam-se muito os
resultados qualitativos, e estes, de fato, não podem ser esquecidos. A
qualidade do que se faz é, em si, uma boa forma de atrair as pessoas. Mas os
resultados quantitativos contam, sim, para o Reino de DEUS (SI 126.5,6). A
colheita tinha tanta importância na vida do povo de Israel que as primícias
eram consagradas a DEUS, como ato de gratidão (Lv
23.9-14).
A igreja preparada para a
colheita. Diante do exposto, verifica-se que a igreja precisa estar preparada
não só para a semeadura, mas também para a colheita. Isso implica ter um
projeto de vida integrado, que tenha por objetivo obter resultados eficientes
em seu trabalho. O que inclui planejamento, estrutura, preparação e ação.
Como pensar, por exemplo, numa
grande colheita se não há depósitos suficientes para guardar os grãos? Esta,
sem dúvida, foi uma das primeiras providências de josé, quando assumiu o posto
de governador do Egito (Gn
41.46-49).
A título de reflexão, como
funcionam os departamentos de cada igreja local? Eles estão integrados a uma
filosofia de trabalho implantado pela igreja, ou cada um age como se fosse um
feudo de propriedade particular por falta de um projeto de vida? A Escola
Bíblica Dominical cumpre a sua missão como a principal agência de ensino da
igreja, ou existe apenas para constar no organograma? A Secretaria de Missões
está inserida na execução de um programa missionário da igreja, ou desenvolve
projetos de sua particular iniciativa, em razão de esta se desobrigar de suas
responsabilidades?
Outra pergunta para reflexão:
A abertura de novas congregações é feita à luz de um planejamento que mobilize
a igreja para a nova semeadura, ou apenas cumpre a rotina de reuniões vazias
que não impactam a comunidade?
Por outro lado, como
desenvolver um programa de evangelização dos drogados, se depois a igreja não
sabe como recuperá-los? Como buscar as prostitutas nos prostíbulos, se depois
não há como integrá-las à vida social? Como tirar os mendigos das ruas, se depois
não há como restaurá-los? Afinal, depois de convertidos, eles não desejarão
continuar debaixo das marquises e, sim, abrigar-se em algum lugar para serem
curados até que possam viver uma vida normal.
Em síntese, os resultados de
uma boa lavoura só aparecem quando as três fases do processo se completam:
semear, cultivar e colher (I Co
3.5-9). Seria algo como ganhar as almas,
discipulá-las e integrá-las na vida da igreja.
Organizar-se, portanto, é
bíblico. Planejar também o é. Preparar-se para a colheita muito mais. E
executar o que foi planejado é a tarefa primordial. Estamos no tempo da
semeadura e da colheita. Ela é simultânea. Muitas vezes uns semeiam, enquanto
outros colhem. O trabalho, no entanto, precisa ser feito.
Esse é o projeto de vida da
igreja para o qual todas as suas forças precisam ser mobilizadas. A igreja
ideal é uma meta. Muitas não chegaram, ainda, a esse padrão, mas perseverar em
buscá-lo é um dever, para que o Reino de DEUS seja recebido nos corações
humanos e, assim, a Igreja — com todos os seus santos — possa ao final desta
era adentrar ao seu destino final.
))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))
REVISTA CPAD 4º TRIMESTRE 2023
NA ÍNTEGRA
Escrita Lição 1, CPAD, A
Grande Comissão, Um Enfoque Etnocêntrico
TEXTO ÁUREO
“E disse-lhes: Ide por todo o
mundo, pregai o evangelho a toda criatura.”
(Mc 16.15)
VERDADE PRÁTICA
A ordem imperativa de JESUS
aos seus discípulos aponta para a universalidade da pregação do Evangelho no
mundo.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Mt 9.37,38
A seara é a grande e são
poucos os ceifeiros
Terça - Rm 15.20
Esforçando-se para pregar onde
CRISTO não foi anunciado
Quarta - Lc 24.49; At 1.8
Cheios do ESPÍRITO para
cumprir a Grande Comissão
Quinta - Gn 3.15; 6.11-14; Gn
12.3
DEUS deseja alcançar os povos
do mundo inteiro
Sexta - At 9.15; 16.5;
22.14,15,21
A missão da Igreja de expandir
o Reino de DEUS em todas as nações
Sábado - Lc 24.46-49
Arrependimento para o perdão
dos pecados
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE -
Mateus 28.19,20; Marcos 16.15-18
Mateus 28
19 - Portanto, ide, ensinai
todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO;
20 - ensinando-as a guardar
todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os
dias, até à consumação dos séculos. Amém!
Marcos 16
15 - E disse-lhes: Ide por
todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
16 - Quem crer e for batizado
será salvo; mas quem não crer será condenado.
17 - E estes sinais seguirão
aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas;
18 - pegarão nas serpentes; e,
se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos
sobre os enfermos e os curarão.
HINOS SUGERIDOS: 132, 431, 541
da Harpa Cristã
PLANO DE AULA
1. INTRODUÇÃO
O tema deste trimestre é a
obra missionária. Estudaremos a seguinte temática: "Até os Confins da
Terra: Pregando o Evangelho a Todos os Povos até a Volta de CRISTO".
Veremos que a obra de Missões envolve evangelização local e transcultural, bem
como a formação de missionários. Nesta primeira lição, trataremos Missões sob
um enfoque etnocêntrico, ou seja, a relação da Grande Comissão com as Missões
Transculturais.
Para tratar desses e outros
assuntos, contaremos com o auxílio do pastor Wagner Gaby, líder da Assembleia
de DEUS em Curitiba (PR), conferencista, advogado, escritor de obras da CPAD,
entre elas: As Doenças do Século, Planejamento e Gestão Eclesiástica, Relações
Públicas para Líderes Cristãos e As Parábolas de JESUS, todas publicadas pela
CPAD.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I)
Conceituar "A Grande Comissão"; II) Explicar Missões Transculturais;
III) Afirmar a visão global do Evangelho no mundo.
B) Motivação: Você já ouviu
falar na expressão "Grande Comissão"? Essa expressão traz consigo uma
ideia de comissionamento para algo, ou seja, um chamado a desempenhar uma ação.
Aqui, percebemos que a Grande Comissão de JESUS para nós tem a ver com Missões
Transculturais e, a partir daí, desenvolvemos uma percepção global na causa do
Evangelho. Que tal você começar a pensar em um país específico que poderia ser
alcançado pelo Evangelho de CRISTO?
C) Sugestão de Método: Como
introdução ao tema geral deste trimestre, e com o auxílio de sites
especializados ou livros de História de Missões, traga um panorama de Missões
ao longo dos séculos. Mostre como o Evangelho chegou às nações ao longo dos
séculos. É muito importante que seus alunos tenham uma noção clara do
desenvolvimento da história das Missões Transculturais no mundo.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Esta primeira
lição nos convida a meditar a respeito da universalidade de nossa
responsabilidade missionária, o compromisso fiel com a evangelização e o
discipulado no mundo. Que possamos nos comprometer com a causa do Evangelho em
nosso bairro, cidade, estado, país e no mundo.
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão.
Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e
subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 95, p.36, você
encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao
final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de
sua aula: 1) O texto "A Tarefa Missionária é Bíblica", localizado
depois do primeiro tópico, aprofunda a reflexão a respeito da Grande Comissão
da Igreja de CRISTO; 2) O texto "O Chamado para o discipulado", ao
final do tópico três, amplia a reflexão a respeito da tarefa da Igreja de
CRISTO na obra de evangelização mundial.
PALAVRA-CHAVE - Etnia
ESBOÇO DA LIÇÃO
I – A GRANDE COMISSÃO
1. O que é a Grande Comissão
2. A questão cultural
3. A ordem de fazer discípulos
em todas a nações
4. A eficácia e os objetivos
da Grande Comissão
II – MISSÕES TRANSCULTURAIS
1. Conceito
2. Visão transcultural da
Bíblia
3. Barreiras nas Missões
Transculturais.
III – VISÃO GLOBAL DO
EVANGELHO NO MUNDO
1. Evangelização e Discipulado
2. Arrependimento e
capacitação do ESPÍRITO
INTRODUÇÃO
Neste trimestre, estudaremos a
respeito da obra missionária. É um convite a refletir sobre o imperativo de
nosso Senhor JESUS para pregar o Evangelho a toda a criatura. Por isso, nesta
primeira lição, nosso propósito é esclarecer a respeito da Grande Comissão,
conceituar e desenvolver o tema das Missões Transculturais e apresentar uma
visão global da mensagem do Evangelho no mundo. Veremos que missões é uma ordem
divina e que DEUS conta com cada crente para dizer “sim” à obra que Ele iniciou
por intermédio de seu Filho, o Senhor JESUS CRISTO.
I – A GRANDE COMISSÃO
1. O que é a Grande Comissão
É o mandamento do Senhor para
a sua Igreja proclamar o Evangelho a todas as nações. Esse mandamento tem
rastros no Antigo Testamento (Is
45.22; cf. Gn
12.3) e está fundamentado no Novo (Mt
9.37,38; 28.19; At 1.8).
Dessa forma, a Grande Comissão pode ser melhor compreendida como uma ordem
pós-ressurreição de JESUS CRISTO dada aos seus discípulos (Mt
28.18-20; Mc
16.15-20; Lc
24.46-49; Jo
20.21-23; At
1.4,5,8). A
respeito dela, James Hudson Taylor, missionário inglês na China por 51 anos,
disse: “A Grande Comissão não é uma opção a ser considerada. É um mandamento a
ser obedecido”.
2. A questão cultural
O “Ide” de JESUS significa
também atravessar fronteiras. Nesse caso, anunciar o Evangelho em uma cultura
diferente é o grande desafio da obra missionária. Logo, não devemos desprezar a
cultura de um povo a quem pretendemos evangelizar, nem lhe impingir a nossa (1
Co 1.1,2). Entretanto, a cultura de um povo deve ser avaliada e provada pelas
Escrituras. Se por um lado a cultura é rica em beleza e bondade, pois o homem
foi criado à imagem e semelhança de um DEUS bom e amoroso; por outro, em
consequência da Queda, ela foi manchada pelo pecado e, em parte, dominada por
ações demoníacas. Portanto, estejamos prontos a pregar o Evangelho além de
nossas fronteiras! Preparemo-nos para esse desafio!
Se por um lado, a cultura é
rica em beleza e bondade, pois o homem foi criado à imagem e semelhança de
DEUS; por outro, em consequência da Queda, ela foi manchada pelo pecado e, em
parte, dominada por ações demoníacas.”
3. A ordem de fazer discípulos
em todas a nações
A palavra “nação” é a tradução
do termo ethnos, que se refere a grupos étnicos e não primariamente a países.
Um país é uma nação politicamente definida, já a etnia é um povo culturalmente
definido com uma língua e uma cultura próprias. De acordo com alguns
missiólogos, há no mundo 24.000 etnias. Quase a metade desse total ainda não
foi evangelizada. Será que isso não nos comove? Há milhões de pessoas que ainda
não ouviram o Evangelho de CRISTO. É urgente e imperioso o clamor do apóstolo
Paulo: “Esforçando-me deste modo, por pregar o evangelho, não onde CRISTO já
foi anunciado” (Rm 15.20 – NAA).
4. A eficácia e os objetivos
da Grande Comissão
Para ser eficaz e cumprir os
seus objetivos, a Grande Comissão deve ser executada por pessoas cheias do
poder do ESPÍRITO SANTO (Lc 24.49; At 1.8), pois é Ele que convence a pessoa do
pecado (Jo 16.8), regenera o pecador (Tt 3.5) e capacita os homens a
confessarem JESUS como Senhor (1 Co 12.3). Nesse sentido, a Igreja estará
pronta para atingir os seguintes objetivos da Grande Comissão: 1) Proclamar o
Evangelho em palavras e ações a toda criatura; 2) Discipular os novos
convertidos, tornando-os fiéis seguidores de CRISTO; 3) Integrá-los espiritual
e socialmente na igreja local, a fim de que cresçam na graça e no conhecimento
por intermédio da ação do ESPÍRITO SANTO em sua vida, desfrutando sempre da
comunhão dos santos.
SINÓPSE I
A Grande Comissão é um chamado
para anunciar o Evangelho a cada criatura e em qualquer lugar.
Auxílio Missiológico
“A Tarefa missionária é
bíblica
[...] O que se aplica a
missões é certamente aplicável ao missionário. Não somos enviados como
missionários meramente para propósitos de amizade ou para demonstrar a
singularidade dos cristãos no corpo de CRISTO. Essas são verdades preciosas e
pertencem ao domínio da genuína vida cristã, mas somos enviados principalmente
para compartilhar com o mundo os grandes benefícios do cristianismo. Somos
testemunhas de CRISTO; somos embaixadores de CRISTO; somos pregadores do
Evangelho de DEUS e portadores da mensagem de DEUS para a humanidade. Nossa
mensagem está contida em um livro, a Bíblia. Felizmente, suportamos o desdém do
mundo por sermos pessoas de um Livro, os mensageiros de uma mensagem antiga. O
desafio de um cristão é ser um ‘missionário’, um ‘enviado’, comissionado pelo
ESPÍRITO SANTO através da igreja (At 13.4) para ser testemunha de CRISTO e
proclamar a mensagem revelada do ato redentor de DEUS em CRISTO JESUS. Isso,
claro, requer um conhecimento absoluto da mensagem como é encontrada na Bíblia,
e uma familiarização íntima e pessoal com CRISTO” (PETERS, George W. Teologia
Bíblica de Missões. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p.195).
II – MISSÕES TRANSCULTURAIS
1. Conceito
O prefixo trans vem do latim e
tem o sentido de “movimento para além de” e “através de”. Em linhas gerais,
Missões Transculturais são transpor uma cultura para levar a mensagem do
Evangelho. Essa mensagem não pode se restringir a uma cultura somente, mas
alcançar todos os quadrantes da Terra, onde quer que esteja uma etnia que ainda
não tenha ouvido falar das Boas-Novas.
2. Visão transcultural da
Bíblia
Quando se fala em missões
transculturais, a Bíblia Sagrada é o padrão a ser seguido. O Antigo Testamento
registra a revelação de um DEUS missionário. Em pelo menos três ocasiões
específicas, no livro de Gênesis, Ele tratou com toda a humanidade e não somente
com uma nação (Gn 3.15; 6.11-14; Gn 12.3). Nesse sentido, Missões
Transculturais têm esse mesmo apelo e são parte fundamental da missão da
Igreja, pois esta é uma agência executiva de missões. DEUS não escolheu outra
instituição, por mais poderosa financeiramente que seja para esse
empreendimento. Entretanto, Ele escolheu a sua Igreja, estabelecendo-a na Terra
com a missão de expandir seu reino para todas as nações (At 9.15; 16.5;
22.14,15,21; 26.16-18).
3. Barreiras nas Missões
Transculturais.
Há barreiras complexas para a
evangelização do mundo e a Igreja precisa conhecê-las e preparar-se para
realizar sua tarefa missional. As barreiras são inúmeras. Vejamos: a) Barreiras
geográficas: novas nações e novas culturas; b) Barreiras culturais: valores de
vida, costumes e hábitos; c) Barreiras econômicas: diferenças de moeda e
comércio; d) Barreiras linguísticas: as línguas nativas; e) Barreiras
religiosas: Islamismo, ateísmo, materialismo, secularismo etc. Os apóstolos
enfrentaram essas mesmas barreiras. Mas, na força do ESPÍRITO SANTO, o
Evangelho saiu de Jerusalém e alcançou os “confins da Terra”. Esse mesmo
ESPÍRITO está com a Igreja do presente século para confirmar a nobre missão de
proclamar o Evangelho.
SINÓPSE II
As Missões Transculturais
passam pelo desafio cultural dos povos nativos.
III – VISÃO GLOBAL DO
EVANGELHO NO MUNDO
1. Evangelização e Discipulado
Em Mateus 28.18-20, percebemos
uma ênfase em “fazer discípulos”. Ora, fazer discípulos é uma ordem baseada na
relação de um mestre com o seu discípulo. Nessa ordem está subentendido que a
missão não se dá em apenas um ato, um momento. Fazer discípulo, conforme as
Escrituras, demanda tempo. Nosso Senhor passou pelo menos três anos forjando o
caráter dos seus discípulos. Por outro lado, em Marcos 16.15-20, percebemos uma
ênfase na “proclamação” e no “anúncio”. A tarefa missional leva em conta a
proclamação pública do Evangelho ao mesmo tempo em que atua na formação
permanente do novo convertido. Evangelização e discipulado não são excludentes,
mas duas faces da mesma missão.
2. Arrependimento e
capacitação do ESPÍRITO
Na Missão Transcultural, a
mensagem missionária tem de levar em conta o apelo ao arrependimento para o
perdão dos pecados (Lc 24.46-49). Esse apelo deve estar sob a autoridade de
JESUS, que tem por objeto “sermos [suas] testemunhas”, no poder do ESPÍRITO
SANTO, “tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da
terra” (At 1.8). Nesse sentido, devemos estar prontos para anunciar a mensagem
de JESUS sob a capacidade do ESPÍRITO SANTO, conforme lemos em Atos dos
Apóstolos, rogando que os pecadores se arrependam e creiam no Evangelho (Mc
1.15).
SINÓPSE III
A proclamação do Evangelho
leva em conta a evangelização, o discipulado, o arrependimento e a capacitação
do ESPÍRITO.
Auxílio Missiológico
“O Chamado para o discipulado
A disciplina cristã é um ideal
bíblico para o qual todo cristão é chamado. Ele está implicado na vida exemplar
de CRISTO e em seu chamado: ‘Sigam-me’. Ele está implícito no programa de
treinamento que o Mestre realizava com seus seguidores. Ele está explícito na
ordem de nosso Senhor como expressa na Grande Comissão e registrado em Mateus
28.18-20. ‘Fazei discípulos’ é certamente central na comissão, enquanto que ir,
batizar e ensinar são os caminhos e métodos para fazer discípulos. A disciplina
cristã está implícita na salvação por meio de CRISTO e deve, portanto, ser
ensinada claramente e pregada enfaticamente assim como praticada humilde e
sinceramente. O conceito de discipulado cristão foi estudado previamente”
(PETERS, George W. Teologia Bíblica de Missões. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD,
2000, p.329).
CONCLUSÃO
Temos um grande desafio em
Missões Transculturais: alcançar o mundo inteiro com a mensagem genuína do
Evangelho. Por isso, como Igreja de DEUS, somos chamados a sair “de Jerusalém”
em perspectiva de alcançar os “confins da Terra”. Há muitos povos neste mundo
para serem alcançados, de sorte que DEUS conta com cada crente comprometido com
a causa do Reino de DEUS. É um imperativo do Reino nos perguntarmos a respeito
do que estamos fazendo para que “a água da vida” sacie a sede dos que estão
sedentos por vida eterna ao redor do mundo. O pecador depende do envio do Corpo
de CRISTO para ouvir de nós as Boas-Novas de salvação.
REVISANDO O CONTEÚDO
1. O que é a Grande Comissão?
É o mandamento do Senhor para
a sua Igreja proclamar o Evangelho a todas as nações.
2. Cite pelo menos dois
objetivos da Grande Comissão.
Proclamar o Evangelho em
palavras e ações a toda criatura; 2) Discipular os novos convertidos,
tornando-os fiéis seguidores de CRISTO.
3. Cite pelo menos duas
barreiras em Missões Transculturais.
Barreiras geográficas: novas
nações e novas culturas; b) Barreiras culturais: valores de vida, costumes e
hábitos.
4. O que percebemos em Mateus
28.18-20?
Em Mateus 28.18-20, percebemos
uma ênfase em “fazer discípulos”.
5. O que a mensagem
missionária tem de levar em conta nas Missões Transculturais?
Na Missão Transcultural, a
mensagem missionária tem de levar em conta o apelo ao arrependimento para o
perdão dos pecados (Lc 24.46-49).
VOCABULÁRIO
Impingir: dar com força;
obrigar a aceitar algo; impor; constranger.
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IMPORTANTE PARA VOCÊ QUE
ESTÀ COMEÇANDO:
Agora
que você já aceitou a Cristo e está em comunhão com Deus, irá desejar aprender
como andar perto Dele. A Bíblia chama isso de crescer "na graça e
conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo." (2 Pedro 3:18)
Algumas atitudes lhe ajudarão a crescer como novo
convertido: Leia a Bíblia diariamente A Bíblia é a Palavra de Deus inspirada. Além de anunciar
as Boas Novas de perdão e vida eterna, ela também responderá às várias dúvidas
que você terá à medida que tentar viver de maneira a agradar a Deus. Ela
capacitará você a estar "perfeitamente preparado para toda a boa
obra". (2 Timóteo 3:17). Veja algumas
sugestões para sua leitura diária da Bíblia:
1.
Leia o Novo Testamento nessa ordem: Primeiro, leia
todo o Evangelho de Lucas, um capítulo por dia. Ele o ajudará a entender os
princípios básicos do Evangelho. Depois o livro de Atos. Você vai ler a incrível história
de como os primeiros discípulos de Jesus espalharam as Boas Novas da Sua morte
e ressurreição. A seguir, leia algumas cartas que os apóstolos de Jesus
escreveram para os seus primeiros discípulos, aqueles que eram novos na fé,
assim como você. Essas cartas vão do livro de Romanos até a terceira Carta de
João. Depois, volte para os evangelhos e leia um destes:
Mateus, Marcos ou João. Depois comece a ler
a Bíblia toda começando de Gênesis; pois esta é a carta de DEUS para você e
deve ser lida toda.
2.
Pense sobre o que está lendo, estude e analise. Peça para o seu pastor ou um
amigo evangélico mais maduro uma sugestão de um bom estudo bíblico. Além de nos
revelar a pessoa de Deus, a Bíblia contém mais princípios de sabedoria do que
qualquer outro livro no mundo.
3.
Leia o Livro de Salmos, que é o livro de adoração do Velho Testamento, para
enriquecer a sua devoção a Deus.
4.
Leia o Livro de Provérbios para adquirir sabedoria e bom senso e para
fortalecer o seu relacionamento com outras pessoas.
5.
Ore pedindo entendimento. O Espírito Santo ajudará você a ver a vida com a
perspectiva de Deus. (Salmos 119:18)
6.
Sempre que puder, converse com outras pessoas sobre o que você está aprendendo.
Ore
Diariamente Fale sempre com Deus. Conte os
seus problemas a Ele. Deixe-O carregar o peso dos seus problemas. (Leia Mateus
11:28; 1 Pedro 5:7).
Louve
e agradeça a Deus pelo que Ele é e pelo que fez por você. Reconheça sua
fraqueza. Confesse seus pecados de maneira específica. Ore pedindo por outras
pessoas para que elas também venham a receber Jesus Cristo como seu Senhor e
Salvador.
Sugestões
para a sua hora devocional diária:
Defina
um horário, de preferência pela manhã, quando você está descansado e sua mente
mais tranquila. Faça disso um hábito. Escolha um lugar
tranquilo, onde você possa ficar sozinho com Deus. Faça uma lista
dos pedidos de oração; ore por você e por outras pessoas. Primeiro leia e
medite sobre um texto das Escrituras e depois gaste alguns momentos em oração. Depois que este
momento com Deus se encerrar, entregue o dia que está começando e a sua vida a
Ele.
Aprenda
a Depender do Espírito Santo Deus, na
verdade, é três pessoas em uma: Deus Pai, Deus Filho (Jesus Cristo) e Deus
Espírito Santo. A Bíblia ensina que o Espírito Santo vive dentro daquele que
realmente crê em Cristo e segue a Ele. (João 14: 16-17) A Bíblia diz o Espírito
Santo, por habitar em você, é o seu consolador e ajuda-lhe a entender a verdade
revelada na Palavra de Deus: "O Consolador, o Espírito Santo, que o Pai
enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o
que vos tenho dito".(João 14:25) O Espírito Santo:
Ensinará
Guiará
Fortalecerá
quando você precisar Consolará Edificará Exortará
Frequente
uma Igreja Regularmente
Quando
você recebeu a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal, você iniciou um
relacionamento não só com Jesus Cristo, mas também com outros, que tomaram este
passo de fé, crentes. Não importa qual era a sua opinião antes, mas ir a igreja
hoje é uma experiência rica e recompensadora. Através do ensino
e da pregação da Palavra de Deus a sua compreensão d'Ela será cada vez maior. Você terá
oportunidade de fazer perguntas e discutir sobre as Escrituras com outras
pessoas. Você aprenderá a adorar a Deus, isto é, louvá-Lo- por
tudo que Ele é, e agradecer por tudo que Ele tem feito por você. Adorando,
aprendendo e servindo com outros cristãos, você descobrirá outras pessoas com
quem pode ter uma amizade duradoura, uma amizade, que será para toda a
eternidade!
Frequente
a Escola Bíblica Dominical para que possa aprender melhor a Palavra de DEUS.
Esteja a Serviço dos Outros Você descobrirá que quanto mais se der servindo ao
próximo, mais prazer você terá na sua vida cristã. Pergunte ao seu pastor de
que maneira você pode servir a Cristo e ser Sua testemunha. "Pois somos
feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou
para andássemos nelas" (Efésios 2:20). Aprenda a
Livrar-se de Suas Dúvidas Às vezes, você
poderá duvidar de que seja realmente filho de Deus: Poderá haver
algumas grandes falhas na sua vida cristã. Você poderá se
pegar pensando em coisas que um crente não deveria pensar. Poderá ser
perturbado por pecados não confessados. Quando
isso acontecer, será bom que você se lembrar que não foi salvo por causa das
coisas boas que fez, mas pelo que Cristo fez por você. Releia as primeiras
páginas desse texto. Fique certo de que se você já recebeu Jesus Cristo pela
fé, e agora é um filho de Deus. Lembre-se de 1Jo 1.9 = Se confessarmos os nossos
pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda
injustiça. Aprenda a Viver Um Dia de Cada
Vez Ficamos ansiosos com muita frequência!
Ficamos doentes de preocupação com o que pode acontecer amanhã. Tentamos
atravessar pontes às quais ainda não chegamos! A Bíblia nos
ensina a não ficarmos ansiosos sobre o que pode acontecer amanhã (Veja Mateus
6:33-34). A Bíblia também promete que "Dure a sua força como
os seus dias" (Deuteronômio 33:25 - versão NVI). Em outras palavras, a
graça de Deus será suficiente para o desafio de cada novo dia.
Aprenda
Sobre a Benção do Sofrimento
Dificuldades,
enfermidades e todos os tipos de sofrimentos ganham outro sentido quando você
tem Cristo em sua vida: Você passa a ver as dificuldades, as enfermidades e
todos os tipos de sofrimento com outros olhos quando tem Jesus Cristo no
coração: As dificuldades, a doença e todo tipo de sofrimento ganham uma nova
perspectiva quando você tem Cristo em sua vida: Ao invés de ficar em
despedaçado, você pode ser fortalecido. Ao invés de ser
um peso para outras pessoas, você pode ser uma bênção. Quando você perceber
qual é a dimensão, o consolo e a força de Deus através das experiências da
vida, crescerá na fé.
Aprenda
a Lidar Com a Tentação
A
tentação é parte da vida. Ela já existia antes de você receber a Jesus e ainda
existe. Não é pecado ter maus pensamentos de vez em quando. No entanto, é
pecado escolher abrigar tais pensamentos na sua mente constantemente. A Bíblia
diz "Vigia e orai, para que não entreis em tentação. Na verdade, o
espírito está pronto, mas a carne é fraca". (Mateus 26:41). Quando Jesus
foi tentado no deserto, Ele respondeu ao diabo usando a Escritura. Três vezes
Ele disse "Está escrito ..." (Mateus 4:4, 7 e 10). Esteja preparado
para a tentação orando e usando o seu conhecimento da Palavra de Deus. A Bíblia diz
"Não veio sobre vós tentação, senão humana. E
fiel é Deus , que não vos deixará tentar acima do que podeis resistir, antes
com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar". (I
Coríntios 10:13)
Esteja
preparado para tirar vantagem da "saída" de Deus para a tentação,
quer seja "fugindo" do local de tentação (I Timóteo 6:11) ou ficando
no local e "resistindo" a ela (Tiago 4:7). Fale aos outros
sobre Jesus Deixar que outros saibam sobre
a sua nova vida com Cristo, através das suas palavras ou de atitudes, é uma das
experiências mais compensadoras que você pode ter. O apóstolo Pedro nos
incentiva dizendo "estai sempre preparados para responder com mansidão e
temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós". (I
Pedro 3:15)
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NA ÍNTEGRA COMO NA REVISTA
ESCRITA LIÇÃO 13, CPAD, A
MISSÃO CONTINUA EM NÓS, 3TR26, COM. EXTRAS PR. HENRIQUE, EBD NA TV
ESBOÇO DA LIÇÃO
I – O MANDATO UNIVERSAL DE JESUS
1. A autoridade de CRISTO sobre todas as nações (Mt
28.18)
2. A ordem de fazer discípulos em todas as etnias (Mt
28.19)
3. A promessa da presença de CRISTO até o fim (Mt
28.20)
II – O PODER DO ESPÍRITO SANTO NA MISSÃO
1. A capacitação do ESPÍRITO SANTO para testemunhar
(At 1.8a)
2. A expansão geográfica e espiritual do Evangelho
(At 1.8b)
3. A missão como responsabilidade de toda a
Igreja
III – A GRANDE COMISSÃO E A CONTINUIDADE DO CHAMADO
MISSIONÁRIO
1. A inclusão dos gentios no Corpo de CRISTO (Ef
2.11–16)
2. A continuidade da missão até a volta de
CRISTO
3. O compromisso da Igreja atual com missões locais e
transculturais
TEXTO ÁUREO
“Mas importa que o evangelho
seja primeiramente pregado entre todas as nações.” (Mc 13.10)
VERDADE PRÁTICA
Importa que a Igreja pregue o
Evangelho a todas as nações, pois essa missão deve avançar até os confins da
terra.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Mc 13.10 Importa que o Evangelho seja pregado a
todas as nações
Terça - At 1.8 O Evangelho avança até os confins da terra
Quarta - At 28.30,31 O Evangelho é anunciado com ousadia e
sem impedimento
Quinta - Rm 10.14,15 A pregação é o meio de DEUS para
alcançar as nações
Sexta - 2 Tm 2.9 As circunstâncias não impedem o avanço do
Evangelho
Sábado - Mt 28.18-20 A Igreja é enviada para anunciar o
Evangelho a todos os povos
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Mateus 28.18-20; Atos
1.8; Efésios 2.13-18
Mateus 28. 18 - E, chegando-se JESUS, falou-lhes, dizendo: É-me
dado todo o poder no céu e na terra. 19 - Portanto, ide, ensinai todas as
nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO; 20 -
ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu
estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!
Atos 1. 8 - Mas recebereis a virtude do ESPÍRITO SANTO, que
há de vir sobre vós; e serme-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a
Judeia e Samaria e até aos confins da terra.
Efésios 2
13 - Mas, agora, em CRISTO JESUS, vós, que antes
estáveis longe, já pelo sangue de CRISTO chegastes perto. 14 - Porque ele é a
nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação
que estava no meio, 15 - na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos
mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um
novo homem, fazendo a paz,
16 - e, pela cruz, reconciliar ambos com DEUS em um
corpo, matando com ela as inimizades. 17 - E, vindo, ele evangelizou a paz a
vós que estáveis longe e aos que estavam perto; 18 - porque, por ele, ambos
temos acesso ao Pai em um mesmo ESPÍRITO.
Hinos Sugeridos: : 115, 127, 227 da Harpa Cristã
PALAVRA-CHAVE - COMISSÃO
PLANO DE AULA
1. INTRODUÇÃO
Ao iniciar esta lição, lembremos de que a missão da
Igreja não é projeto humano, mas desígnio eterno de DEUS. A autoridade de CRISTO
e o poder do ESPÍRITO sustentam o chamado que nos envia até os confins da
terra. Ensinar este tema é reacender no coração da classe a consciência de que
fomos alcançados para alcançar. A missão continua porque o Senhor permanece
conosco, e sua graça ainda reúne povos em um só Corpo.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Explicar o mandato
universal de CRISTO à luz da Grande Comissão; II) Demonstrar o papel do ESPÍRITO
na expansão missionária da Igreja; III) Conduzir o aluno a assumir compromisso
pessoal com missões.
B) Motivação: A missão não é apenas tema doutrinário,
mas identidade da Igreja. Estudar esta lição é compreender que fomos alcançados
para alcançar. Ao refletir sobre o mandato de CRISTO e o poder do ESPÍRITO, a
classe será despertada a perceber que a obra continua e que cada crente tem
parte ativa nela.
C) Sugestão de Método: No fechamento do trimestre,
conduza a classe a reconstruir o percurso estudado - da chamada missionária à
consolidação do Evangelho entre os gentios - destacando como o ESPÍRITO SANTO
dirigiu cada etapa da expansão. Retome Atos 1.8 como eixo estruturante da
narrativa e mostre que o livro termina, mas a missão não. Retome Atos 1.8 como
eixo da narrativa e mostre que Atos 28.30,31 afirma que Paulo pregava com toda
ousadia e sem impedimento, indicando que nada pôde deter o avanço do Evangelho.
Conclua desafiando a turma a reconhecer seus "confins da terra" e
assumir compromisso ativo com a missão.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Se a missão continua, nossa fé não pode
ser passiva. Cada crente é chamado a viver como testemunha onde está: na
família, no trabalho e na igreja. Orar, contribuir, discipular e anunciar fazem
parte da vida cristã autêntica. Alcançados pela graça, tornamo-nos instrumentos
para alcançar outros.
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer
essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à
Lições Bíblicas Adultos. Na edição 106, p.42, você encontrará um subsídio
especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você
encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto
"O ESPÍRITO SANTO e a Glória do CRISTO Exaltado", localizado depois
do segundo tópico, aprofunda a reflexão a respeito do poder do ESPÍRITO para a
Missão; 2) O texto "Começando em Jerusalém", localizado ao final do
terceiro tópico, amplia o estudo sobre a continuidade do chamado missionário.
COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO
A missão da Igreja nasce do mandato de CRISTO e do
poder do ESPÍRITO SANTO, tendo como alvo todas as nações. Desde o princípio, o
plano de DEUS sempre foi alcançar também os gentios, rompendo barreiras étnicas
e culturais. A expansão do Evangelho confirma que DEUS não faz acepção de
pessoas e chama todos para o seu Reino. Assim, a Igreja é essencialmente
missionária e permanece chamada a anunciar CRISTO até os confins da terra (At
28.30,31).
I – O MANDATO UNIVERSAL DE JESUS
1. A autoridade de CRISTO sobre todas as nações (Mt
28.18)
Ao declarar que toda autoridade lhe foi dada no céu e
na terra, JESUS afirma seu domínio absoluto e estabelece o fundamento da missão
da Igreja. Essa autoridade, confirmada após a ressurreição, garante que a ordem
missionária não se apoie em força humana, mas no senhorio do CRISTO
glorificado. Por isso, a missão é universal e inegociável. Em Atos 1.8, o
Senhor revela o meio dessa missão: o poder do ESPÍRITO SANTO. Sem a ação do ESPÍRITO,
não há testemunho eficaz; sem missão, a Igreja perde sua razão de existir.
Hoje, essa mesma autoridade continua sustentando a proclamação do Evangelho em
todas as realidades onde a Igreja está inserida.
“A IGREJA ATUAL é chamada a manter-se fiel ao mandato
missionário,
certa de que o retorno glorioso de CRISTO encontrará um povo
comprometido
com a proclamação do Reino.”
2. A ordem de fazer discípulos em todas as etnias (Mt
28.19)
A Grande Comissão revela que o Evangelho não
reconhece fronteiras culturais, sociais ou étnicas. Fazer discípulos de todas
as nações é o desdobramento natural da autoridade de CRISTO sobre todos os
povos (Mc 16.15). O discipulado vai além da conversão inicial: envolve ensino,
formação espiritual e transformação de vida. Assim, a Igreja dos gentios
confirma que o plano de DEUS sempre foi incluir todos os povos em seu Reino.
Essa missão continua vigente, chamando cada cristão a testemunhar com
fidelidade até a volta de CRISTO.
3. A promessa da presença de CRISTO até o fim (Mt
28.20)
A ordem missionária vem acompanhada de uma promessa
consoladora: JESUS estaria com sua Igreja todos os dias, até a consumação dos
séculos. Essa presença constante, manifestada pelo ESPÍRITO SANTO, sustenta a
obra missionária mesmo em meio às adversidades. Não caminhamos sozinhos; o
Senhor é nosso ajudador (Hb 13.5-6). Essa certeza fortalece a fé, renova a
esperança e garante que a missão de DEUS não falhará. Assim, confiantes na
presença de CRISTO, avançamos para compreender como essa missão se concretiza
na expansão do Evangelho entre os gentios.
SINÓPSE I - A autoridade de CRISTO fundamenta e ordena a missão
universal.
II – O PODER DO ESPÍRITO SANTO NA MISSÃO
1. A capacitação do ESPÍRITO SANTO para testemunhar
(At 1.8a)
Em Atos 1.8, JESUS afirma que a missão da Igreja só é
possível mediante a capacitação do ESPÍRITO SANTO. O poder prometido não é
humano, nem resultado de preparo intelectual apenas, mas uma habilitação divina
que concede ousadia, discernimento e autoridade espiritual para testemunhar de CRISTO
(Lc 24.49). Esse poder capacita o crente a viver em santidade e a comunicar
eficazmente o Evangelho. Além disso, o ESPÍRITO SANTO atua no coração dos
ouvintes, convencendo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8). Ele revela o
pecado da incredulidade, manifesta a justiça de DEUS em CRISTO (2 Co 5.21) e
aponta para o juízo já decretado sobre Satanás, assegurando que a missão não
depende apenas de quem anuncia, mas do agir soberano de DEUS.
2. A expansão geográfica e espiritual do Evangelho
(At 1.8b)
A missão cristã é progressiva e expansiva. O
testemunho começa em Jerusalém, alcança a Judeia e Samaria e se estende até os
confins da terra. Essa progressão revela o plano divino para a evangelização
mundial e estrutura o próprio livro de Atos (1–7; 8–12; 13–28). A expressão
“confins da terra” aponta para todos os povos, culturas e regiões, sem
distinção. Assim, o Evangelho rompe limites geográficos, étnicos e culturais,
demonstrando que o plano de DEUS sempre foi alcançar toda a humanidade (Rm
15.20).
3. A missão como responsabilidade de toda a
Igreja
Paulo mostra que a fé nasce ao ouvir a mensagem
proclamada do Evangelho (Rm 10.13–15). A missão não é tarefa exclusiva de
líderes, mas responsabilidade de toda a Igreja. Todos os crentes foram chamados
para anunciar as virtudes de DEUS (1 Pe 2.9). Ser enviado é um privilégio e uma
honra, pois “quão formosos são sobre os montes os pés do que anuncia
boas-novas” (Is 52.7 — NAA). Assim, fortalecida pelo ESPÍRITO e consciente de
sua vocação, a Igreja segue proclamando o Evangelho, agora considerando como
esse anúncio encontra respostas diferentes no coração humano.
SINÓPSE II - O ESPÍRITO capacita e impulsiona a expansão
missionária.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
O ESPÍRITO SANTO E A GLÓRIA DO CRISTO EXALTADO
. “A partida de JESUS não causou tristeza aos
discípulos. Eles sabiam que o ESPÍRITO SANTO viria em seguida, e lhes seria, de
forma invisível, o que seu Mestre havia sido de forma visível: ‘Vos convém que
eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for,
enviar-vo-lo-ei” (Jo 16.7). Enquanto os discípulos olhavam seu Mestre subindo,
talvez pensassem: Quão grande e rico dom deve ser o Consolador! Se sua presença
custa a ida do Mestre! O ESPÍRITO SANTO não iria comunicar à Igreja o CRISTO
terrestre, e sim o celestial, que voltou a ser investido da glória que tinha
com o Pai antes que houvesse mundo, equipado com os infinitos tesouros da graça
que Ele comprara mediante sua morte na cruz” (PEARMAN, Myer. Atos: A
Igreja Primitiva na força e na unção do ESPÍRITO. Rio de Janeiro: CPAD, 2018,
p.11).
III – A GRANDE COMISSÃO E A CONTINUIDADE DO CHAMADO
MISSIONÁRIO
1. A inclusão dos gentios no Corpo de CRISTO (Ef
2.11–16)
Em Efésios 2.11–16, Paulo afirma que os gentios,
antes separados, sem esperança e alheios às promessas, foram aproximados de DEUS
por meio do sangue de CRISTO. Na cruz, JESUS derrubou a “parede de separação”,
abolindo as ordenanças que dividiam judeus e gentios, criando em si mesmo um
novo homem e estabelecendo a paz. A obra redentora de CRISTO reconciliou ambos
em um só corpo, formando uma nova comunidade espiritual. Assim, a Igreja é
composta de judeus e gentios unidos em CRISTO, confirmando que o Evangelho é
universal e que DEUS não faz acepção de pessoas (At 10.34–36). A inclusão dos
gentios revela que a salvação não pertence a um grupo específico, mas é
oferecida a todos pela graça.
2. A continuidade da missão até a volta de CRISTO
JESUS ensina que, antes do fim, “importa que o
evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações” (Mc 13.10). Mesmo
em meio a perseguições, crises e instabilidades, a missão não pode ser
interrompida. A pregação do Evangelho é parte do plano soberano de DEUS e deve
prosseguir até a consumação dos tempos. Assim como a Igreja Primitiva
perseverou em anunciar CRISTO apesar das adversidades, a Igreja atual é chamada
a manter-se fiel ao mandato missionário, certa de que o retorno glorioso de CRISTO
encontrará um povo comprometido com a proclamação do Reino.
3. O compromisso da Igreja atual com missões locais e
transculturais
Paulo exorta Timóteo a pregar a Palavra “a tempo e
fora de tempo”, revelando que a missão exige perseverança, fidelidade e
prontidão (2 Tm 4.2). Esse chamado se estende à Igreja de hoje, que deve
anunciar o Evangelho em contextos locais e transculturais, sustentando,
enviando e indo. A missão é global, urgente e inadiável (Mt 28.19,20; Mc
16.15). Manter viva a chama missionária é um dever espiritual, pois “ai de mim
se não anunciar o evangelho” (1 Co 9.16). Assim, a Grande Comissão permanece
como o compromisso permanente da Igreja até que CRISTO volte.
SINÓPSE III - A missão continua na Igreja até a volta gloriosa de CRISTO.
AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO
“COMEÇANDO EM JERUSALÉM.
Sentimos uma vocação para ir a um campo missionário
estrangeiro? O melhor teste da nossa vocação é nosso zelo espiritual pelo
próximo, aqui, onde moramos. Se não estamos sendo uma bênção para as pessoas
cuja língua e costumes conhecemos, dificilmente uma viagem marítima operará
essa transformação milagrosa. O amor que transformará o mundo tem que começar
em casa, embora não termine ali. [...] Os discípulos não deviam ficar com os
olhos fitos no céu. JESUS voltaria mais tarde. Nesse ínterim, haveria o serviço
de CRISTO para fazer. A contemplação que não nos leva a enfrentar os deveres
cristãos com zelo e ardor não tem proveito. O Novo Testamento tem muitos
mistérios transcendentes, tais como a Trindade, a encarnação da divindade, a
expiação e outros. Existe o perigo de nos ocuparmos com os mistérios da
Trindade e nos esquecermos do próprio Senhor. De nos dedicarmos ao estudo da
expiação que venhamos a nos esquecer daqueles pelos quais JESUS morreu”
(PEARMAN, Myer. Atos: A Igreja Primitiva na força e na unção do ESPÍRITO.
Rio de Janeiro: CPAD, 2018, pp.14,15).
CONCLUSÃO
A Igreja nasceu com vocação missionária. A expansão
do Evangelho entre os gentios confirma que a salvação não conhece fronteiras
étnicas, culturais ou geográficas. Somos herdeiros diretos da missão confiada à
Igreja Primitiva e chamados a dar continuidade a esse legado. Cabe a nós
proclamar CRISTO a todos os povos, com fidelidade e compromisso, anunciando,
discipulando e testemunhando até a volta do Senhor JESUS. A missão continua, e
a responsabilidade é de toda a Igreja.
REVISANDO O CONTEÚDO
1. Como e por quem foi estabelecido o fundamento da
missão da Igreja?
Ao declarar que toda autoridade lhe foi dada no céu e
na terra, JESUS afirma seu domínio absoluto e estabelece o fundamento da missão
da Igreja.
2. O que revela a Grande Comissão, no tocante a fazer
discípulos de todas tribos, línguas e nações?
A Grande Comissão revela que o Evangelho não
reconhece fronteiras culturais, sociais ou étnicas. Fazer discípulos de todas
as nações é o desdobramento natural da autoridade de CRISTO sobre todos os
povos (Mc 16.15).
3. Segundo Atos 1.8, como a gloriosa e desafiadora
missão da Igreja se torna possível a seres humanos tão limitados?
Em Atos 1.8, JESUS afirma que a missão da Igreja só é
possível mediante a capacitação do ESPÍRITO SANTO. O poder prometido não é
humano, nem resultado de preparo intelectual apenas, mas uma habilitação divina
que concede ousadia, discernimento e autoridade espiritual para testemunhar de CRISTO
(Lc 24.49).
4. O que Paulo afirma em Efésios 2.11–16,
demonstrando que judeus e gentios foram reconciliados em um só corpo por meio
da obra de CRISTO?
Em Efésios 2.11–16, Paulo afirma que os gentios,
antes separados, sem esperança e alheios às promessas, foram aproximados de DEUS
por meio do sangue de CRISTO. Na cruz, JESUS derrubou a “parede de separação”,
abolindo as ordenanças que dividiam judeus e gentios, criando em si mesmo um
novo homem e estabelecendo a paz.
5. O que a igreja de hoje deve fazer diante do
chamado registrado em Mateus 28.19,20 e em Marcos 16.15?
Esse chamado se estende à Igreja de hoje, que deve
anunciar o Evangelho em contextos locais e transculturais, sustentando,
enviando e indo. A missão é global, urgente e inadiável (Mt 28.19,20; Mc
16.15).
Pr Henrique, EBD NA TV, Cajamar, SP, Revista Lições Bíblicas, CPAD, Assembleia de Deus Belém, Missões, Central Gospel, ADVEC, BETEL, Madureira, adultos, estudantes, professores, Imperatriz, MA, Ervália, MG, estudos bíblicos, gospel, DEUS, ESPÍRITO SANTO, JESUS, Slides, Trimestres, Tema diversos, meu telefone, 99-99152-0454, Luiz Henrique de Almeida Silva, Canal YouTube, Henriquelhas, Rodovia Edgar Máximo Zambotto, 354, Residencial Vista Bella, Torre A, Apto 95, Jordanésia, Cajamar, SP. CEP: 07786-015
