30 abril 2026

Escrita Lição 6, Betel, Discernimento espiritual - a sabedoria divina em tempos de engano, 2Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Escrita Lição 6, Betel, Discernimento espiritual - a sabedoria divina em tempos de engano, 2Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
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ESBOÇO DA LIÇÃO
1. O PERIGO DE CRER EM FALSOS PROFETAS  
1.1. Falsos profetas no AT
1.2. Falsos profetas no NT 
1.3. O perigo dos falsos profetas nos dias de hoje 
2. CARACTERÍSTICAS DOS FALSOS PROFETAS  
2.1. Distorcem a Palavra de DEUS 
2.2. Suas profecias e ensinos são antibíblicos 
2.3. Suas obras são más 
3. NEEMIAS MANTEVE-SE FIEL A DEUS 
3.1. Neemias não cedeu aos falsos profetas 
3.2. Neemias julgou a profecia 
3.3. A profecia não dá direção pessoal 
 
TEXTO ÁUREO 
"E conheci que eis que não era DEUS quem o enviara; mas esta profecia falou contra mim, porquanto Tobias e Sambalate o subornaram", Neemias 6.12 
 
VERDADE APLICADA 
É preciso ser vigilante quanto às manifestações espirituais, que devem sempre estar respaldadas pela Palavra de DEUS. 
 
TEXTOS DE REFERÊNCIA - 1 TIMÓTEO 4.1-2; MATEUS 24.4-5
1. Mas o ESPÍRITO expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, 
2. Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência. 
MATEUS 24 
4. E JESUS, respondendo, disse-lhes: Acautelai- -vos, que ninguém vos engane, 
5. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o CRISTO; e enganarão a muitos. 
 
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Lição 5, Contra os Falsos Profetas
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TEXTO ÁUREO
“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.”  (2 Pe 2.1)
 
VERDADE PRÁTICA
Os falsos profetas contrapõem a Palavra de DEUS e lançam dúvidas no coração do seu povo.
 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Dt 18.20-22 Os falsos profetas e predições não cumpridas
Terça - Mt 7.15-20 Os falsos profetas, suas heresias e erros doutrinários
Quarta - 1 Rs 22.24 Os falsos profetas se apresentam como exclusivos de DEUS
Quinta - Jr 28.15 Uma das especialidades dos falsos profetas é enganar o povo
Sexta - 2 Tm 3.8 A verdade e as falsificações
Sábado - Mt 24.11 A multiplicação dos falsos profetas indica um sinal dos tempos
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Ezequiel 13.1-10
1 - E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: 2 - Filho do homem, profetiza contra os profetas de Israel que são profetizadores e dize aos que só profetizam o que vê o seu coração: Ouvi a palavra do SENHOR. 3 - Assim diz o Senhor JEOVÁ: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e coisas que não viram! 4 - Os teus profetas, ó Israel, são como raposas nos desertos. 5 - Não subistes às brechas, nem reparastes a fenda da casa de Israel, para estardes na peleja no dia do SENHOR. 6 - Veem vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: O SENHOR disse; quando o Senhor os não enviou; e fazem que se espere o cumprimento da palavra. 7 - Não vedes visão de vaidade e não falais adivinhação mentirosa, quando dizeis: O SENHOR diz, sendo que eu tal não falei? 8 - Portanto, assim diz o Senhor JEOVÁ: Como falais vaidade e vedes a mentira, portanto, eis que eu sou contra vós, diz o Senhor JEOVÁ. 9 - E a minha mão será contra os profetas que veem vaidade e que adivinham mentira; na congregação do meu povo, não estarão, nem nos registros da casa de Israel se escreverão, nem entrarão na terra de Israel; e sabereis que eu sou o Senhor JEOVÁ. 10 - Visto que, sim, visto que andam enganando o meu povo, dizendo: Paz, não havendo paz; e um edifica a parede de lodo, e outros a rebocam de cal não adubada.
 
Comentários BEP - CPAD
13.2-23 PROFETIZA CONTRA OS PROFETAS. DEUS condena os falsos profetas de Israel que profetizavam a inexistência de julgamento iminente. Anunciavam que os israelitas estavam seguros, embora vivessem no pecado, inclusive na idolatria (ver Jr 6.14; 23.17). Quanto a esses falsos profetas, DEUS declarou: Eu sou contra vós (v. 8).
13.10 ENGANANDO O MEU POVO, DIZENDO: PAZ. Os falsos profetas criaram nos judeus uma falsa segurança, prometendo-lhes paz e livramento, embora descumprissem, por rebeldia, as suas leis. Por isso, DEUS os extirparia da nação de Israel (ver a nota anterior). (1) Hoje, há falsos profetas na igreja que ensinam ser possível ter a vida eterna em CRISTO, e ao mesmo tempo, viver na prática da imoralidade, do homossexualismo, feitiçaria, ou de qualquer outro tipo de abominação. (2) O apóstolo Paulo previne que o crente não deve se deixar enganar por tais mentiras (Ef 5.6), pois os que tais coisas praticam não terão herança no reino de DEUS (ver 1 Co 6.9; Gl 5.21; Ef 5.5).
 
Resumo Lição 5, Contra os Falsos Profetas
I - SOBRE OS PROFETAS
1. O termo “profeta”.
2. Outros termos para designar os profetas de DEUS.
3. Os falsos profetas.
II - SOBRE OS FALSOS PROFETAS EM EZEQUIEL
1. Os dois lados.
2. Apresentação (v.2).
3. O desserviço dos falsos profetas (v.3).
4. As “raposas do deserto” (v.4).
III – SOBRE A GERAÇÃO DAS MENSAGENS FALSAS
1. O profeta no Antigo Testamento.
2. Os portadores de mensagens falsas (vv.6-8).
3. A ira de DEUS contra os falsos profetas (v.10).
 
 
FALSOS MESTRES
Mc 13.22: “Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os
escolhidos
DESCRIÇÃO. O crente da atualidade precisa estar informado de que pode haver, nas igrejas, diversos obreiros corrompidos e distanciados da verdade, como os mestres da lei de DEUS, nos dias de JESUS (Mt 24.11,24). JESUS adverte, aqui, que nem toda pessoa que professa a CRISTO é um crente verdadeiro e que, hoje, nem todo escritor evangélico, missionário, pastor, evangelista, professor, diácono e outros obreiros são aquilo que dizem ser.
Esses obreiros “exteriormente pareceis justos aos homens” (Mt 23.28). Aparecem “vestidos como ovelhas” (Mt 7.15). Podem até ter uma mensagem firmemente baseada na Palavra de DEUS e expor altos padrões de retidão. Podem parecer sinceramente empenhados na obra de DEUS e no seu reino, demonstrar grande interesse pela salvação dos perdidos e professar amor a todas as pessoas. Parecerão ser grandes ministros de DEUS, líderes espirituais de renome, ungidos pelo ESPÍRITO SANTO. Poderão realizar milagres, ter grande sucesso e multidões de seguidores (ver Mt 7.21-23 notas; 24.11,24; 2Co 11.13-15).
Todavia, esses homens são semelhantes aos falsos profetas dos tempos antigos (ver Dt 13.3 nota; 1Rs 18.40 nota; Ne 6.12 nota; Jr 14.14 nota; Os 4.15), e aos fariseus do NT. Longe das multidões, na sua vida em particular, os fariseus entregavam-se à “rapina e de iniqüidade” (Mt 23.25), “cheios de ossos de mortos e de toda imundícia” (Mt 23.27), “cheios de hipocrisia e de iniqüidade” (Mt 23.28). Sua vida na intimidade é marcada por cobiça carnal, imoralidade, adultério, ganância e satisfação dos seus desejos egoístas.
De duas maneiras, esses impostores conseguem uma posição de influência na igreja. (a) Alguns falsos mestres e pregadores iniciam seu ministério com sinceridade, veracidade, pureza e genuína fé em CRISTO. Mais tarde, por causa do seu orgulho e desejos imorais, sua dedicação pessoal e amor a CRISTO desaparecem lentamente. Em decorrência disso, apartam-se do reino de DEUS (1Co 6.9,10; Gl 5.19-21; Ef 5.5,6) e se tornam instrumentos de Satanás, disfarçados em ministros da justiça (ver 2Co
. (b) Outros falsos mestres e pregadores nunca foram crentes verdadeiros. A serviço de Satanás, eles estão na igreja desde o início de suas atividades (Mt 13.24-28,36-43). Satanás tira partido da sua habilidade e influência e promove o seu sucesso. A estratégia do inimigo é colocá-los em posições de influência para minarem a autêntica obra de CRISTO. Se forem descobertos ou desmascarados, Satanás sabe que grandes danos ao evangelho advirão disso e que o nome de CRISTO será menosprezado publicamente.
A PROVA. Quatorze vezes nos Evangelhos, JESUS advertiu os discípulos a se precaverem dos líderes enganadores (Mt 7.15; 16.6,11; 24.4,24; Mc 4.24; 8.15; 12.38-40; 13.5; Lc 12.1; 17.23;20.46; 21.8). Noutros lugares, o crente é exortado a pôr à prova mestres, pregadores e dirigentes da igreja (1Ts 5.21; 1 Jo 4.1). Seguem-se os passos para testar falsos mestres ou falsos profetas:
Discernir o caráter da pessoa. Ela tem uma vida de oração perseverante e manifesta uma devoção sincera e pura a DEUS? Manifesta o fruto do ESPÍRITO (Gl 5.22,23), ama os pecadores (Jo 3.16), detesta o mal e ama a justiça (Hb 1.9 nota) e fala contra o pecado (Mt 23; Lc 3.18-20)?
Discernir os motivos da pessoa. O líder cristão verdadeiro procurará fazer quatro coisas: (a) honrar a CRISTO (2Co 8.23; Fp 1.20); (b) conduzir a igreja à santificação (At 26.18; 1Co 6.18; 2Co 6.16-18); (c) salvar os perdidos (1Co 9.19-22); e (d) proclamar e defender o evangelho de CRISTO e dos seus apóstolos (ver Fp 1.16 nota; Jd 3 nota).
Observar os frutos da vida e da mensagem da pessoa. Os frutos dos falsos pregadores comumente consistem em seguidores que não obedecem a toda a Palavra de DEUS (ver Mt 7.16 nota).
Discernir até que ponto a pessoa se baseia nas Escrituras. Este é um ponto fundamental. Ela crê e ensina que os escritos originais do AT e do NT são plenamente inspirados por DEUS, e que devemos observar todos os seus ensinos (ver 2Jo 9-11? Caso contrário, podemos estar certos de que tal pessoa e sua mensagem não provêm de DEUS.
Finalmente, verifique a integridade da pessoa quanto ao dinheiro do Senhor. Ela recusa grandes somas para si mesma, administra todos os assuntos financeiros com integridade e responsabilidade, e procura realizar a obra de DEUS conforme os padrões do NT para obreiros cristãos? (1Tm 3.3; _ 6.9,10).
Apesar de tudo que o crente fiel venha a fazer para avaliar a vida e o trabalho de tais pessoas, não deixará de haver falsos mestres nas igrejas, os quais, com a ajuda de Satanás, ocultam-se até que DEUS os desmascare e revele aquilo que realmente são.
 
 
Comentário Bíblico Wesleyana - Exposé dos Falsos Profetas e profetisas (13: 1-23)
Ezequiel, como os homens de DEUS antes dele, teve que distinguir entre o verdadeiro e o falso. Desde os primeiros dias da divisão do reino os verdadeiros profetas do Senhor teve de lidar com os falsos profetas (1 Reis 22). Jeremias tinha dado vários oráculos contra eles (Jer 23; 27). Os falsos profetas deu a sua avaliação da situação humana embalando as pessoas em uma falsa segurança. Eles previram a "paz" quando a guerra era iminente, "segurança" quando a destruição estava próximo (Jer. 23:17).
O oráculo contém dois movimentos: um contra os falsos profetas (13: 1-16 ), e outro contra falsas profetisas ( 13: 17-23 ).
um. Contra Falsos Profetas (13: 1-16)
¹ E veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
² Filho do homem, profetiza contra os profetas de Israel que profetizam, e dize aos que só profetizam de seu coração: Ouvi a palavra do Senhor;
³ Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e que nada viram!
⁴ Os teus profetas, ó Israel, são como raposas nos desertos.
⁵ Não subistes às brechas, nem reparastes o muro para a casa de Israel, para estardes firmes na peleja no dia do Senhor.
⁶ Viram vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: O Senhor disse; quando o Senhor não os enviou; e fazem que se espere o cumprimento da palavra.
⁷ Porventura não tivestes visão de vaidade, e não falastes adivinhação mentirosa, quando dissestes: O Senhor diz, sendo que eu tal não falei?
⁸ Portanto assim diz o Senhor DEUS: Como tendes falado vaidade, e visto a mentira, portanto eis que eu sou contra vós, diz o Senhor DEUS.
⁹ E a minha mão será contra os profetas que veem vaidade e que adivinham mentira; não estarão na congregação do meu povo, nem nos registros da casa de Israel se escreverão, nem entrarão na terra de Israel; e sabereis que eu sou o Senhor DEUS.
¹⁰ Porquanto, sim, porquanto andam enganando o meu povo, dizendo: Paz, não havendo paz; e quando um edifica uma parede, eis que outros a cobrem com argamassa não temperada;
¹¹ Dize aos que a cobrem com argamassa não temperada que ela cairá. Haverá uma grande pancada de chuva, e vós, ó pedras grandes de saraiva, caireis, e um vento tempestuoso a fenderá.
¹² Ora, eis que, caindo a parede, não vos dirão: Onde está a argamassa com que a cobristes?
¹³ Portanto assim diz o Senhor DEUS: Fendê-la-ei no meu furor com vento tempestuoso, e chuva de inundar haverá na minha ira, e grandes pedras de saraiva na minha indignação, para a consumir.
¹⁴ E derrubarei a parede que cobristes com argamassa não temperada, e darei com ela por terra, e o seu fundamento se descobrirá; assim cairá, e perecereis no meio dela, e sabereis que eu sou o Senhor.
¹⁵ Assim cumprirei o meu furor contra a parede, e contra os que a cobriram com argamassa não temperada; e vos direi: Já não há parede, nem existem os que a cobriram;
¹⁶ Os profetas de Israel, que profetizam acerca de Jerusalém, e veem para ela visão de paz, não havendo paz, diz o Senhor DEUS. (Ezequiel 13:1-16).
Filho do homem, profetiza contra os profetas de Israel. O comando é irônico, já que os falsos profetas não pertencia ao verdadeiro Israel espiritual. Embora os judeus, eles não eram homens de DEUS. Mais tarde o comentário de João é esclarecedor: "Saíram de nós, mas não eram de nós" (1 João 2:19).
Na descrição de Ezequiel dos falsos profetas (vv. 2-7), cinco características se destacam.
Em primeiro lugar, um falso profeta é pessoal em sua mensagem. Ele fala do seu próprio coração, para fora de seu próprio espírito. Eu é a fonte da mensagem proposta de DEUS. Isso corresponde com a descrição de Paulo do falso mestre em Colossos: "Acautelai-vos, para que não será qualquer um que faz da estragar de você através de sua filosofia e vãs sutilezas "(Colossenses 2:8, grifo meu). Vaidade pessoal é sempre uma marca da falsa doutrina. Em segundo lugar, eles são auto-seeking : . como raposas nos desertos . Como a escalada raposa do deserto sobre os escombros da cidade em ruínas procurando apenas a sua própria comida e segurança, esses falsos profetas estão preocupados apenas com a auto Resíduos lugares sugere que profetas como estes florescer em sociedades decadentes. Em terceiro lugar, os falsos profetas são de vontade fraca e covarde : Ye não ter ido até as lacunas. Os figura muda e imagens da violação feita na parede da cidade sitiada. Os defensores precisam de alguém para ficar na brecha, para reuni-las para reconstruir a parede. Mas os falsos profetas não têm coragem de defender o que é certo, para defender o povo, no dia da batalha, o dia do Senhor, ou qualquer dia da crise e julgamento. Em quarto lugar, eles estão enganados: Viram vaidade e adivinhação mentirosa. Enquanto professando ter a Palavra de DEUS, eles não têm comissão real a partir do Todo-Poderoso. Assim, eles construir falsas esperanças e homens para adormecer no meio de grandes crises. Finalmente, eles são falsa e enganadora: Não tendes visto uma visão falsa, e não falastes adivinhação mentirosa? Eles afirmam falar a palavra de DEUS, mas o juízo de DEUS é, eu não falei com eles. Sem uma comissão, eles estão sem uma mensagem de DEUS. JESUS apresenta um comentário Novo Testamento sobre esses falsos profetas, quando diz: "Ai de vós ... porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade "(Mateus 23:27-28).
A descrição dos falsos profetas é seguido por sua denúncia (vv. 8-16). A polêmica em três frentes é levantadas contra eles, a palavra vem de Jeová que eles são recusadas, deserdados, e para ser descartado.
Eu sou contra você. Embora chamados "profetas do Senhor," o próprio DEUS toma uma posição contra eles por causa de sua falsidade e mentiras. O DEUS de verdade não pode sancionar uma falsa doutrina. Continuamente o líder do povo de DEUS precisa examinar a si mesmo e suas idéias para harmonizá-los com a verdade bíblica. O que eu sou contra você é clarificado pela condenação de JESUS sobre aqueles que dar frutos maus, "Nunca vos conheci: afastar-me, vós que praticais a iniqüidade" (Mateus 7:23).
O versículo 9 estabelece a deserdação dos falsos mestres. Em um clímax ascendente, a sua exclusão se pronunciado: eles não estarão no concílio do meu povo, nem serão escritos na escrita ... nem entrarão na terra. O Conselho especifica a esfera social; . eles deixam de atuar como conselheiros para o povo A escrita é, literalmente, o "cadastre-se", e fala das tabelas genealógicas que havia sido começado muito antes deste tempo (Gn 2:4; 5:1 ; Êxodo 32:32; 1 Crônicas 1:1 f..). O último pronunciamento estabelece que a previsão é claramente de Ezequiel no período de exílio, pois menciona que os falsos profetas que sobreviveram à destruição de Jerusalém não eram para continuar durante todo o período de cativeiro e voltar para a terra da Palestina na restauração. Se alguém que não Ezequiel tinha escrito a profecia, ele não teria que colocar o fato desta forma. Como os rebeldes no deserto, os falsos profetas não entra aliança de DEUS de descanso (Heb. 4:10-11).
Os versículos 10-16 concluir a polêmica em um símbolo profetizando que as tempestades da vida vai destruir as paredes caiadas de branco dos falsos profetas. DEUS vai usar calamidades naturais para descartar tanto o seu trabalho e as suas pessoas: e ela cai, e vós perecereis no meio dela. A figura é potente e o significado é claro, como comentários Davidson:
A figura descreve de forma incisiva os projetos fúteis do povo, e  a bajulação débil e aprovação dos profetas. Quando um homem fraco não pode originar qualquer coisa mesmo, ele adquire um certo crédito por uma forte aprovação dos regimes dos outros, dizendo: Certo! Dou-lhe a minha aprovação cordial, e de fato teria sugerido isso!
Quantas vezes nossas paredes caiadas desmoronar nas tempestades da vida! Infelizmente hipocrisia e fingimento destruir tanto o trabalho e do trabalhador: A parede já não existe, nem aqueles que a rebocaram.
Há significado nas figuras bíblicas descrevem falsos profetas. Esses chamados raposas (v. 4 ) nos dias de Ezequiel havia mudado para os lobos por tempo de JESUS ( Mat. 07:15 ). Nos últimos dias, eles vão assumir a natureza de feras terríveis que dificilmente pode ser imaginado na terminologia humana (Dan 7: 19-23; Apocalipse 13:1 f.). "Os homens perversos e impostores encerará cada vez pior, enganando e sendo enganados" (2 Tim. 3:13).
b. Contra profetas falsos (13: 17-23 )
17  E tu, ó filho do homem, dirige o teu rosto contra as filhas do teu povo, que profetizam de seu próprio coração; e profetiza contra elas, 18  e dize: Assim diz o Senhor DEUS: Ai das que cosem pulseiras mágicas a todos os cotovelos, e que fazem véus para a cabeça de pessoas de toda estatura para caçarem as almas! Quereis caçar as almas do meu povo, e salvar almas viver para vós? 19  E vós me profanastes entre o meu povo por punhados de cevada, e por pedaços de pão, para matar as almas que não devem morrer, e para salvar as almas vivas que não haviam de viver, mentindo ao meu povo, que dão ouvidos mentiras.
20  Portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra as vossas almofadas, com que vós ali caçar as almas para fazer -los voar, e as arrancarei de vossos braços; e eu vou deixar as almas, sim as almas que vós caça para fazê-los voar. 21  vossos véus também vou rasgar, e livrarei o meu povo das vossas mãos, e eles não estarão mais em vossas mãos para serem caçados; e sabereis que eu sou o Senhor. 22  Porque com mentiras que entristecestes o coração do justo, não o havendo eu entristecido, e fortalecestes as mãos do ímpio, para que não se desviasse do seu mau caminho, e ser salvos viva; 23  , portanto, não tereis mais visões vãs, nem mais fareis adivinhações; e eu o livrarei o meu povo das vossas mãos; e sabereis que eu sou o Senhor.
Filho do homem, dirige o teu rosto contra as filhas do teu povo, que profetizam de seu próprio coração. O antigo Israel foi marcada não só por falsos profetas, mas por bruxas e adivinhos. A profecia se relaciona conosco sua conduta (vv. 17-19) e sua condenação (vv. 20-23).
As práticas dessas feiticeiras são difíceis de entender, porque a informação não é dado o suficiente. A RSV esclarece o texto, "Ai das que cosem bandas mágicas sobre todos os punhos, e fazem véus para as cabeças de pessoas de toda estatura." É melhor tomar as palavras literalmente e generalizar que eles se referem a amuletos mágicos e encantos que enganou o povo para se comprometerem com as feiticeiras. Para caçar almas é uma figura sugerindo influência total sobre a vida dos outros. Por que eles fazem isso? Estes profetisas são, de acordo com a conta, mágicos mercenários olhando para sua própria prosperidade e prestígio. Seus equivalentes modernos são os adivinhos, os editores do horóscopo, e os cultos que lidam com o espiritismo e necromancia, que foram crescendo rapidamente nos tempos modernos.
Em fortes palavras de condenação DEUS diz: "Eu sou contra as vossas práticas" e "Eu sou contra você." Verso 20 pode ser parafraseada: "Eu sou contra as vossas pulseiras mágicas, com o qual você capturar os incautos como pássaros. Vou libertá-los de suas superstições "DEUS condena falsos ensinamentos em duas bases:. (Vv porque armadilha inocentes, e porque eles são antiéticos 22-23). O terreno mais forte está lá em cima que para condenar as multidões de falsos "ismos" e cultos hoje! Qualquer prática que borra as distinções morais é mau. Qualquer prática que não leva os homens mais próximos de DEUS merece a condenação dos homens de bem: porque ... ye ... fortaleceu as mãos do ímpio, para que não se desviasse do seu mau caminho, e ser poupado a vida. Uma vez que a tarefa do profeta é trazer homens mais próximos de DEUS, aquele que não é um falso profeta.
Exposição de Ezequiel tem muitas lições para hoje. Ele aponta para a forma de reconhecer os falsos mestres. Em segundo lugar, o seu método de lidar com eles antecipa as grandes capítulos do Novo Testamento ( 23 Matt. ; 2 Pedro 2. ; Jude). Mas acima de tudo, ele expõe a Palavra de DEUS como um espelho para verificar as tendências em nossas vidas com a qual DEUS pode estar descontente.
 
 
Com. Bíblico - Matthew Henry (Exaustivo) AT e NT - A Culpa dos Falsos Profetas
Ezequiel 13. 1-9
Os falsos profetas, contra os quais aqui é profetizado, estavam, alguns deles, em Jerusalém (Jr 23.14): “Nos profetas de Jerusalém, vejo uma coisa horrenda”. Alguns deles, entre os cativos na Babilônia, pois a eles escreve Jeremias (Jr 29.8): Não vos enganem os vossos profetas que estão no meio de vós, nem os vossos adivinhos. E assim como os profetas de DEUS, mesmo que muito distantes entre si, em lugar ou tempo, ainda assim pregavam as mesmas verdades, o que era uma evidência de que eram guiados pelo mesmo e único bom ESPÍRITO, também os falsos profetas profetizavam as mesmas mentiras, sendo inspirados pelo mesmo e único espírito do erro. Havia poucas esperanças de levá-los ao arrependimento, eles estavam muito endurecidos no seu pecado. No entanto, Ezequiel deve profetizar contra eles, com a esperança de que o povo possa ser advertido a não dar ouvidos a eles. E assim será registrado um testemunho contra eles e eles ficarão indesculpáveis. Ezequiel tinha ordens expressas de profetizar contra os profetas de Israel. Assim eles se chamavam, como se ninguém, além deles, fosse merecedor do nome de profetas de Israel, ainda que fossem, na verdade, enganadores de Israel. Mas deve-se notar que Israel jamais foi enganado por aqueles que fingiam profetizar, até depois de terem rejeitado e maltratado os verdadeiros profetas. Assim como, posteriormente, jamais foram enganados por falsos messias até depois de terem recusado o verdadeiro Messias, e tê-lo rejeitado. Estes falsos profetas devem ouvir a palavra do Senhor. Eles se permitiam falar daquilo que interessava a outros, como vindo de DEUS. Agora, que ouçam o que lhes interessa, como vindo dele. E o profeta é instruído a fazer duas coisas:
I
Revelar a eles o seu pecado, e se possível, convencê-los dele, ou desta maneira, evitar que sigam adiante tornando manifesto a todos os homens o seu desvario, 2 Timóteo 3.9. Aqui, eles são chamados de “profetas loucos” (v. 3), homens que não compreendiam nada do assunto que fingiam dominar. Para enganar o povo, enganavam a si mesmos e aplicavam a maior trapaça às suas próprias almas. Vejamos de que eles são acusados. 1. Eles fingiam ter uma comissão de DEUS, quando Ele jamais os enviou. Eles se lançaram no trabalho profético, sem autorização daquele que é “o Senhor, o DEUS dos santos profetas”, o que foi uma loucura. Pois como podiam esperar que DEUS os reconhecesse em um trabalho para o qual Ele jamais os havia chamado? Eles são profetas que “só profetizam o que vê o seu coração”, profetas de suas próprias criações, v. 6. Eles dizem: O Senhor disse. Eles fingiam ser mensageiros de DEUS, mas o Senhor não os enviou, não lhes deu nenhuma ordem. Eles falsificaram o selo do céu e não poderiam fazer uma indignidade maior à humanidade, pois com isto eles envergonham a revelação divina, diminuem e enfraquecem a sua credibilidade. Quando for revelado que estes impostores são enganadores, os ateus e infiéis deduzirão: Todos são assim. “O Senhor não os enviou”. Pois, embora sejam suficientemente ardilosos em outras coisas, como as raposas e muito sábios diante do mundo, ainda assim são profetas loucos e não têm conhecimento experimental das coisas de DEUS. Observe que os profetas loucos não são enviados por DEUS, pois àqueles aos quais Ele envia, Ele julga adequados, ou torna adequados. Quando Ele dá autorização, Ele dá também sabedoria. 2. Eles fingem ter instruções de DEUS, quando Ele jamais lhes deu a conhecer a Si mesmo ou à Sua vontade: Eles seguiam seu próprio espírito (v. 3). Eles transmitiam como sendo uma mensagem de DEUS aquilo que era o produto, ou da sua invenção astuciosa, para que lucrassem algo com isto, ou de sua própria enlouquecida e acalorada imaginação, para dar vazão a uma fantasia. Pois “não viram” nada, não tiveram, na verdade, uma visão celestial. Eles fingiram que “o Senhor disse” aquilo que diziam, mas DEUS nega isto: Eu tal não falei – jamais disse, jamais quis dizer isto. Aquilo que eles transmitiam não era o que tinham visto ou ouvido, como é aquilo que transmitem os ministros de CRISTO (1 Jo 1.1) mas o que tinham sonhado, ou o que julgavam que iria agradar àqueles que ambicionavam lucrar algo com isto. Isto é chamado de vaidade e adivinhação mentirosa (v. 6): eles fingiam ter visto o que não viram, e apresentavam como uma verdade divina aquilo que sabiam ser falso. Com o mesmo propósito (v. 7): Eles viam visões de vaidade e falavam adivinhações mentirosas, que não haviam tido origem divina, e não teria efeito, mas certamente seriam refutadas pelos acontecimentos. As palavras são diferentes (v. 8): “Falais vaidade e vedes a mentira”. Aquilo que viam e o que diziam era semelhante – uma mera simulação. Eles não viam nada e não diziam nada relevante e verdadeiro, nada em que se pudesse confiar, nada que merecesse ser levado em consideração. Outra vez (v. 9): Eles vêem vaidade e... adivinham mentira. Eles fingiam ter tido visões, como tinham os verdadeiros profetas, quando, na realidade, não tinham nenhuma, mas era a criação da sua própria fantasia (eles pensavam ter tido visões, como fazem os homens que deliram, que vêem vaidades), ou era uma ficção de seus próprios interesses e eles sabiam que não tinham visto nada, então viam mentiras e adivinhavam mentiras. (Veja Jeremias 23.16, e versículos seguintes). Observe que uma vez que se sabe, universalmente, que o diabo é o pai da mentira, fazem a maior afronta imaginável a DEUS aqueles que dizem mentiras, e então dizem que Ele é o Pai delas. Mas aqueles que atribuem o caráter de DEUS a Satanás, ao adorar demônios, chegam a tal ponto de impiedade que atribuem o caráter de Satanás a DEUS. 3. Eles não tomaram precauções para evitar os juízos de DEUS que irrompiam sobre o reino. E são semelhantes às raposas nos desertos, correndo de um lado a outro, parecendo estar em grande pressa – mas era para fugir e escapar, para sua própria segurança e não para fazer qualquer bem: O mercenário foge e deixa as ovelhas. Eles são como raposas gananciosas de despojos para si mesmos, ardilosas e cruéis para se alimentarem. Mas (v. 5), “Não subistes às brechas, nem reparastes a fenda da casa de Israel”. Uma brecha foi feita nas suas defesas, pela qual os juízos estão prestes a se derramar sobre eles. E então, é o momento de prestar-lhes serviços, se possível. Mas não fizeram nada para ajudar. Eles deveriam ter intercedido pelo povo para desviar a ira de DEUS. Mas não eram profetas de oração, não tinham um interesse pelo céu, nem um relacionamento com o céu (como os profetas costumavam ter, Gênesis 20.7). E assim, não lhes seriam úteis desta maneira. Eles deveriam ter se dedicado a pregar e aconselhar, para levar o povo ao arrependimento e à reforma, tendo, assim, reparado a fenda e posto um fim aos juízos de DEUS. Mas eles não se preocupavam com isto – eles planejavam como agradar as pessoas e não como beneficiá-las. Eles viram um dilúvio de profanações e impiedades irrompendo sobre a terra. Iniciando uma guerra contra a virtude e a santidade, ameaçando esmagar e destruir estas qualidades. Eles então deveriam ter se apresentado como um auxílio ao Senhor, ajudando-o contra os poderosos, dando testemunho contra a iniquidade da época e do lugar em que viviam. Mas pensaram que isto seria um serviço tão perigoso quanto ficar em uma brecha, para usá-la contra os sitiadores, e por isto se recusaram, não fizeram nada para deter a maré, não lutaram na batalha contra a maldade e a imoralidade, mas, de forma infame, desertaram a causa da religião e da reforma, no dia do penhor, quando foi proclamado: “Quem é do Senhor?” Quem será por mim contra os malfeitores? (Sl 94.16). Aqueles que eram capazes de pensar tão favoravelmente sobre o pecado, que tinham pouquíssimo zelo por DEUS e pelo bem-estar público, eram indignos do nome de profetas. 4. Eles adulavam o povo, em uma vã esperança de que os juízos que DEUS tinha ameaçado jamais viriam e com isto endureciam no pecado aqueles aos quais deveriam ter se esforçado para desviar do pecado (v. 6): Eles fizeram que os outros tivessem esperança de que tudo ficaria bem e teriam paz, ainda que prosseguissem em suas transgressões e que este evento confirmaria a palavra. Eles estavam prontos a dizer, Nós garantimos a vocês que todos estes problemas chegarão rapidamente ao fim, e nós teremos prosperidade outra vez – como se as suas garantias confirmassem falsas profecias, em desafio ao próprio DEUS.
II
Ezequiel é orientado a denunciar os juízos de DEUS contra eles, pelos seus pecados, dos quais a simulação que faziam do caráter de profetas, não os isentaria. 1. De maneira geral, aqui há um ai, um lamento contra eles (v. 3), e leremos qual é este lamento (v. 8): “Eis que eu sou contra vós, diz o Senhor Jeová”. Observe que estão em condição lamentável aqueles que têm a DEUS contra eles. Ai, e mil ais, àqueles que têm a DEUS como seu inimigo. 2. De maneira particular, eles são sentenciados a serem excluídos de todos os privilégios da comunidade de Israel, pois são considerados como os tendo perdido (v. 9): A mão de DEUS será contra eles, para agarrá-los e trazê-los ao Seu tribunal, para tirá-los da Sua presença, e eles descobrirão que “horrenda coisa é cair nas mãos do DEUS vivo”. Eles fingem ser profetas, favoritos particulares do céu, e autorizados a presidir a congregação da igreja de DEUS na terra. Mas com a sua pretensão às honras às quais não tinham direito, eles perderam aquelas que de outra maneira, poderiam ter aproveitado, Mateus 5.19. A sua condenação é: (1) Serem expulsos da comunhão dos santos e não serem considerados como pertencentes a ela: “Na congregação do meu povo, não estarão”. A sua loucura se manifestará tão claramente que jamais serão consultados, nem será pedido seu conselho. Eles não estarão presentes em nenhum debate sobre questões públicas. Ou, em outras palavras, não estarão presentes na assembleia do povo de DEUS para adoração religiosa, pois se envergonharão por terem que mostrar as suas faces ali, quando os eventos provarem que são falsos profetas, e como Caim, saírem da presença do Senhor. O povo que tinha sido enganado por eles os abandonará, e decidirá não ter mais nada a ver com eles. Àqueles que usurparam a cadeira de Moisés não será permitido sequer o lugar de porteiro. No grande dia, não estarão na congregação dos justos (Sl 1.5), quando DEUS congregará junto a Si os Seus santos (Sl 50.5,16), para que estejam com Ele para sempre. (2) Terem os seus nomes apagados do livro da vida. Eles morrerão em seu cativeiro, e morrerão sem filhos, não deixarão descendentes que tenham o seu nome, e assim os seus nomes não serão encontrados entre aqueles que retornaram da Babilônia, dos quais, em particular, era mantido um registro público, que era chamado de registro da casa de Israel, como vemos em Esdras 2. Eles não serão inscritos entre os vivos em Jerusalém, Isaías 4.3. Ou não serão encontrados registrados entre aqueles aos quais DEUS, desde a eternidade, escolheu, para que fossem vasos da Sua misericórdia, por toda a eternidade. Nós lemos sobre aqueles que profetizavam em nome de CRISTO, mas que Ele dirá que nunca conheceu (Mt 7.22,23), porque não estavam entre aqueles que lhe foram dados. A paráfrase dos caldeus traz: Não estarão inscritos no registro da vida eterna, que é escrito para os justos da casa de Israel. Veja Salmos 69.28. (3) Serem, para sempre, excluídos da terra de Israel. DEUS jurou, na Sua ira, a respeito deles, que jamais entrarão com os cativos que retornavam à terra de Canaã, que pela segunda vez, será um descanso para eles. Observe que aqueles que se opõem ao desígnio das ameaças de DEUS e não se assombram nem são influenciados por elas, perdem o benefício da Sua promessa, e não podem esperar ser consolados e encorajados por elas.
 
A Condenação e a Destruição dos Falsos Profetas
Ezequiel 13. 10-16
Aqui temos novas e claras palavras contra os falsos profetas e mais detalhes da sua condenação. Nós vimos as pessoas se envergonhando dos falsos profetas (ainda que, algumas vezes, tivessem gostado deles), e expulsando-os, como haviam feito com os seus falsos deuses, com indignação. Aqui os encontramos igualmente envergonhados de suas falsas profecias, em que confiaram algumas vezes, com tanta certeza. Observe:
I
Como o povo é enganado pelos falsos profetas. Andam enganando o meu povo, dizendo: Paz, não havendo paz, v. 10. Eles fingiram ter tido visões de paz, v. 16. Mas isto não podia ser verdade, pois não havia paz, diz o Senhor DEUS. Não havia prosperidade designada para eles, e por isto, não haveria base para a sua segurança. Ainda assim, os falsos profetas lhes disseram que DEUS estava em paz com eles e tinha misericórdia armazenada para eles, que a guerra que tinham com os caldeus logo terminaria em uma honorável paz e a sua terra desfrutaria de um feliz repouso e tranquilidade. Eles disseram aos idólatras e a outros pecadores que não havia nem mal nem perigo na guerra em que se encontravam. Assim, seduziram o povo de DEUS. Eles os enganaram, os levaram a erros, e os afastaram daquele caminho de arrependimento e reforma ao qual outros profetas se esforçavam para levá-los. Observe que são os mais perigosos enganadores aqueles que sugerem aos pecadores aquilo que tende a diminuir o seu terror do pecado e o seu temor a DEUS. Isto é comparado à edificação de uma parede frágil, de lodo, ou de acordo com a comparação do nosso Salvador, que tem o mesmo objetivo que esta (Mt 7.26), a edificação de uma casa sobre a areia, que parece ser um abrigo e uma proteção durante algum tempo, mas cairá com a chegada de uma tempestade. Um falso profeta construiu a parede, estabeleceu a noção de que DEUS não estava nem um pouco descontente com Jerusalém, mas, que a cidade seria confirmada em sua condição próspera e seria vitoriosa sobre as forças que agora a ameaçavam. Esta noção era muito agradável e aquele que a iniciou tornou-se aceitável com ela, e foi bem tratado por todos, o que convidava a outros a dizerem a mesma coisa. Eles faziam o assunto parecer ainda mais plausível e promissor. Eles cobriram de cal a parede que o primeiro tinha construído, mas, foi com cal não adubada, material de má qualidade, que não segura os tijolos. Eles não tinham fundamento para o que diziam, nem tinham nenhuma coerência, mas estavam fora da realidade. Eles não fortaleceram a parece, não se preocuparam em deixá-la firme, em assegurar que eles andassem sobre terrenos firmes. Eles somente as cobriram para esconder as rachaduras e torná-la agradável aos olhos. E a parede assim construída, quando submetida a alguma pressão, e muito mais a algum perigo, se arqueará e tremerá, e cairá gradualmente. Observe que as doutrinas que são infundadas, por mais que sejam agradáveis, mas que não são edificadas sobre a fundação das Escrituras, nem solidificadas com o cimento das Escrituras, ainda que pareçam tão plausíveis e tão agradáveis, não têm nenhum valor, nem servirão de nada aos homens. E as esperanças de paz e felicidade que não têm a autorização da Palavra de DEUS, apenas enganarão aos homens, como uma parede que está realmente bem coberta de cal, mas mal construída.
II
Como, em breve, eles terão o seu erro exibido pelo juízo de DEUS, que temos certeza, “é segundo a verdade”. 1. DEUS, na Sua ira, trará uma terrível tempestade que se abaterá violentamente e furiosamente sobre a parede. O ataque que o exército caldeu fará sobre Judá, e o cerco que fará a Jerusalém, serão como uma grande pancada de chuva, ou uma inundação (como Salomão chama uma chuva impetuosa, que não deixa nenhum trigo, Provérbios 28.3), derrubará tudo o que estiver à sua frente, como fez o dilúvio nos tempos de Noé: “Vós, ó pedras grandes de saraiva, caireis”, a artilharia do céu, cada pedra como uma bala de canhão, espancará esta parede, e com elas, um vento tempestuoso, que às vezes é tão forte a ponto de quebrar as penhas (1 Rs 19.11), muito mais uma parede mal edificada, v. 11. Mas aquilo que torna esta chuva, e esta saraiva, e este vento, mais terríveis, é o fato de que eles se originam na indignação de DEUS, e são impelidos por ela; é ela que os envia; é ela que as incita (v. 13): Um vento tempestuoso a fenderá no meu furor, e uma grande pancada de chuva haverá na minha ira, e grandes pedras de saraiva, na minha indignação, para a consumir. A fúria de Nabucodonosor e seus príncipes, que se ressentiam profundamente da traição de Zedequias, tornaram a invasão mais formidável, mas isto não era nada, em comparação com o desprazer de DEUS. A minha indignação é como bordão nas suas mãos, Isaías 10.5. Observe que um DEUS irado tem ventos e tempestades ao Seu comando, com os quais alarmar os pecadores seguros. E a Sua ira os torna realmente assustadores e violentos. Pois “quem parará diante do seu furor? E quem subsistirá diante do ardor da sua ira?” 2. Esta tempestade derrubará a parede: Ela cairá, e o vento tempestuoso a fenderá (v. 11), a saraiva a consumirá (v. 13). Eu a derrubarei (v. 14), darei com ela por terra, e o seu fundamento se descobrirá. E ficará evidente o quanto ela era falsa, e frágil, para a vergonha profética de seus edificadores. Quando o exército caldeu tiver assolado Judá e Jerusalém, então a credibilidade dos profetas e as esperanças do povo afundarão juntas. Os profetas se revelarão falsos na adulação do povo, e o povo, louco, por permitir ser enganado desta maneira, expondo-se à maior confusão, quando os juízos os surpreenderem na sua segurança. Observe que qualquer coisa com que os homens pensem em se proteger dos juízos de DEUS, enquanto permanecem sem se reformar, provará ser apenas um refúgio de mentiras, e não os beneficiará no dia da ira. Veja Isaías 28.17. A ira dos homens não pode sacudir aquilo que DEUS edificou (pois a ofensa dos terríveis é apenas como uma tempestade contra a parede, que faz um grande ruído, mas não faz mexer a parede. Veja Isaías 25.4), mas a ira de DEUS destruirá aquilo que os homens tiverem edificado, em oposição a Ele. Eles, e todos os seus esforços, eles e toda a segurança em que se entrincheiravam, serão como uma parede encurvada e uma cerca pouco segura (Sl 62.3,10). E quando as suas vãs predições forem refutadas e suas vãs expectativas forem desapontadas, então se descobrirá que não havia fundamento nem para uma, nem para outra, Habacuque 3.13. O Dia declarará a obra de cada um e o fogo a provará, 1 Coríntios 3.13. 3. Os que edificaram a parede, e os que a cobriram de cal, serão, eles mesmos, sepultados em suas ruínas: Assim cairá, e perecereis no meio dela, v. 14. E assim as ameaças do furor de DEUS, e todas as suas justas intenções, serão completamente cumpridas, tanto sobre a parede quanto sobre aqueles que a rebocaram, v. 15. Os mesmos juízos que provarão que os falsos profetas são falsos, os punirão por sua falsidade. E eles mesmos serão envolvidos na calamidade, pois fizeram o povo acreditar que não haveria perigo, e se tornarão monumentos da justiça que desafiaram. Assim, se um cego guiar outro cego, tanto o condutor cego quanto o seguidor cego cairão, ambos, na cova. Observe que aqueles que enganam a outros provarão, no final, ter enganado a si mesmos. E nenhum destino será mais temível do que o dos ministros infiéis, que adulavam os pecadores em seus pecados. 4. Tanto os enganadores quanto os enganados, quando perecem assim, juntos, serão, com razão, ridicularizados e derrotados (v. 12): Eis que, caindo a parede, não vos dirão, aqueles que deram crédito aos verdadeiros profetas e temeram a palavra do Senhor: Onde está o reboco de que a rebocastes? O que aconteceu com todas as palavras agradáveis e suaves e as belas promessas, com que vocês adularam seus ímpios semelhantes e todas as certezas que deram a eles de que as dificuldades da nação logo chegariam ao fim? Os justos rirão deles, o DEUS justo rirá, os homens justos rirão, dizendo: Eis aqui o homem que não pôs a DEUS por sua fortaleza, Salmos 52.6,7. Também eu me rirei na vossa perdição, Provérbios 1.26. Eles vos dirão (v. 15): A parede já não existe, nem aqueles que a rebocaram. As suas esperanças se desvaneceram, e também aqueles que as apoiavam, inclusive os profetas de Israel, v. 16. Observe que aqueles que usurpam as honras que não lhes pertencem, em breve se encherão com a vergonha que lhes pertence.
  
Comentário - NVI (F.F.Bruce) Três denúncias contra a falsa profecia (13.1-23)
Uma das razões por que o povo não se dispunha a crer nas advertências proféticas era a persuasão e intensidade dos “falsos profetas” que continuavam a manipulá-los com “coisas agradáveis” (Is 30.10), em vez de lhes contar a verdade intragável. Os profetas denunciados aqui por Ezequiel são aqueles com quem Jeremias teve de lutar em Jerusalém (cf. especialmente Jr 23.9-40).
a) Primeira denúncia: os mensageiros auto comissionados (13.1-9). v. 2. profetize contra os profetas de Israel, a maioria deles pertencia a escolas e ordens profissionais (chamados em dias antigos de “os filhos dos profetas”), alguns dos quais eram associados a santuários (cf. A. R. Johnson, The Cultic Prophet in Ancient Israel, 1944). que estão profetizando pela sua própria imaginação-, em vez de falar o que vem “da boca do Senhor” (cf. 3.16ss; Jr 23.16). v. 3. que seguem o seu próprio espírito-, em vez de seguirem o ESPÍRITO de Javé (cf. 11.5,24). não viram nada!', em vez de terem visto a verdadeira visão de DEUS (cf. 1.1). v. 4. como chacais no meio de ruínas', colaborando para a destruição com sua escavação de buracos, em vez de reparar o muro para que resista a um ataque inimigo, que era o trabalho do verdadeiro profeta (v. 5; cf. 22.30). v. 6. suas adivinhações \são] mentira-, a adivinhação, que recorre a vários artifícios (a maioria de origem pagã), era proibida em Israel (Dt 18.10-14);
a verdadeira profecia vinha por meio da inspiração divina, e não por manipulação. Dizem ‘Palavra do Senhor': cf. 22.28; Jr 23.31. o Senhor não os enviou: cf. Jr 23.21,32. v. 9. Eles não pertencerão ao conselho de meu povo: eles seriam excluídos do verdadeiro Israel de DEUS e não entrariam na terra com aqueles que retornariam do exílio.
b)    Segunda denúncia: os que passam cal (13.10-16). O estado de Judá e Jerusalém é como o de um muro que está para cair; os falsos profetas, em vez de tomarem iniciativas corretivas, escondem as suas condições precárias ao cobri-lo com uma camada de cal e assim tornam o seu colapso ainda mais certo. Cinco séculos mais tarde, a comunidade de Cunrã usou a mesma denúncia contra os fariseus, “os intérpretes das coisas agradáveis”, como os chamavam (Código de Disciplina, 1.18; 8.12). A “camada de cal” é a garantia que os falsos profetas dão com a sua saudação ‘Paz \ mas quando não há paz (v. 10; cf. Jr 6.14; 8.11; Mq 3.5), “dizendo que tudo está bem quando nada está bem” (NEB). A chuva torrencial, com chuva de pedra e ventos violentos, que derruba o muro (v. 11-14) denota o juízo divino que está por vir sobre Judá e Jerusalém. Os falsos profetas são merecidamente esmagados nas ruínas do muro que eles tanto estimularam a construir.
c)    Terçara denúncia: as caçadoras de almas (13.17-23). As mulheres contra as quais esse oráculo é dirigido profetizam pela sua própria imaginação (v. 17) como os seus correspondentes masculinos (v. 2), mas, em vez de ajudar o povo de DEUS, elas enlaçam a vida do povo (v. 18,20) e assim precipitam a sua destruição. Os berloques de feitiço que elas prendem a seus pulsos e os véus ou xales de vários comprimentos que fazem para a cabeça (v. 18) evidentemente pertencem à parafernália da bruxaria; pensava-se que o seu uso adequado pudesse preservar ou tirar a vida de pessoas, e talvez funcionasse ali onde se cria na sua eficácia (v. 19). O ponto principal de acusação contra elas é que desencorajaram o justo e encorajaram os ímpios (v. 22), mas o poder de DEUS é mais forte do que a bruxaria: ele vai expor as ambições delas e livrar as suas vítimas.
 
 
SUBSÍDIOS DA LIÇÃO - CPAD
SINÓPSE I - Além do termo “profeta”, há outros que a Bíblia apresenta para esse ofício: mensageiro, embaixador,  servo de DEUS e do Senhor.
SINÓPSE II - Assim como há profetas legítimos enviados por DEUS, há falsos profetas provenientes da parte de Satanás.
SINÓPSE III - No AT, a palavra “profeta”, quando se refere ao legítimo, aparece com a expressão qualificativa tal como “mensageiro de DEUS”.
 
PLANO DE AULA
1. INTRODUÇÃO
A Palavra de DEUS deixa claro a existência dos falsos profetas no meio do povo de DEUS. O Senhor JESUS falou a respeito disso no Evangelho de Mateus: "porque surgirão [...] falsos profetas" (Mt 24.24). Essa trágica realidade também estava presente no ministério do profeta Ezequiel. Este tinha uma palavra de juízo; os falsos profetas tinham "palavras de bênçãos". A presente lição é um alerta para o crente viver de maneira prudente. É preciso sensibilidade e discernimento espiritual para discernir a fonte das profecias.
2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO
A) Objetivos da Lição: I) Conceituar o termo profeta; II) Refletir a respeito dos falsos profetas; III) Conscientizar a respeito das mensagens falsas.
B) Motivação: A função do profeta do Antigo Testamento era a de transmitir a mensagem de DEUS ao povo; ao passo que os falsos profetas transmitiam a mensagem do próprio coração. Que perigo é atribuir a DEUS uma mensagem falsa proveniente do coração humano. É preciso refletir a respeito das implicações disso para a vida cristã.
C) Sugestão de Método: Na lição anterior, apresentamos a lei do professor como a primeira lei do ensino. Nesta lição, apresentaremos a segunda lei do ensino: a lei do aluno. Essa lei pode ser sintetizada assim: "o aluno deve estar interessado na verdade a ser aprendida". Essa lei não quer dizer que depende só do aluno o interesse em aprender. Se o professor sabe o que ensina, como na lei anterior, ele também deve ser capaz de estimular esse interesse do aluno. É uma via de mão dupla. Por isso, 1) ouça os alunos antes de ensinar, certificando que eles realmente entenderam o que você ensinou; 2) engaje-se com esforço sincero, de maneira que haja resposta positiva para a seguinte pergunta: "como vou conseguir a atenção dos alunos?"; 3) Seja um catalizador de boas estratégias, pois estas são essenciais para engajar alunos para a disposição de aprender.
3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO
A) Aplicação: Não esqueça que para uma boa conclusão é importante uma revisão. Procure aplicar aos alunos o tema com exemplos vivos que eles os identifiquem no cotidiano. Era assim que JESUS ensinou as maiores lições.
4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR
A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 92, p.38, você encontrará um subsídio especial para esta lição.
B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "Os Profetas do AT" traz uma perspectiva geral do ministério dos profetas no AT; 2) O texto "Profetas apóstatas" traz um aprofundamento a respeito dos falsos profetas em Ezequiel.
 
AUXÍLIO TEOLÓGICO TOP1
OS PROFETAS DO AT
“Os profetas do AT eram homens de DEUS que, espiritualmente, achavam- se muito acima de seus contemporâneos. Nenhuma categoria, em toda a literatura, apresenta um quadro mais dramático do que os profetas do AT. Os sacerdotes, juízes, reis, conselheiros e os salmistas, tinham cada um, lugar distintivo na história de Israel, mas nenhum deles, logrou alcançar a estatura dos profetas, nem chegou a exercer tanta influência na história da redenção. [...] Os profetas exerceram considerável influência sobre a composição do AT. Tal fato fica evidente na divisão tríplice da Bíblia Hebraica: a Torá, os Profetas e os Escritos (cf. Lc 24.44)” (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.1001).
 
Auxílio Teológico TOP2
Profetas apóstatas
“Em total descaso dos grandes princípios do concerto que eles tinham jurado cumprir, o povo de DEUS havia tomado para si outros deuses e feito outras alianças. Não admira que o Senhor levantasse Ezequiel e outros profetas para confrontar o povo por essa apostasia. Para piorar as coisas, muitos dos próprios profetas conduziram ao caminho do declínio espiritual. É verdade que na maioria dos casos eles eram autodesignados porta-vozes sem terem a mensagem do Senhor (Ez 13.1-7). Tinham tampado as rachaduras dos muros de segurança do concerto de Israel, muros que estavam em desintegração (v.10), anunciando paz onde não havia paz (v.16). Por fim, estes charlatões, com todos os instrumentos de adivinhação, seriam expostos ao que verdadeiramente são – cegos que guiam cegos – e cairiam na arruína (vv.8,9,17-21)” (ZUCK, Roy. (Ed). Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2009, pp.401-02).
 
REVISANDO O CONTEÚDO
1. Qual era a sentença para os falsos profetas segundo a lei de Moisés? Profetizar falsamente era crime em Israel sob pena de morte conforme a lei de Moisés (Dt 13.1-5; 18.20-22).
2. Qual a palavra grega empregada na Septuaginta para os falsos profetas? A Septuaginta emprega a palavra grega pseudoprophētēs, “falso profeta” (Jr 6.13; Zc 13.2). É a mesma palavra usada pelo apóstolo Pedro (2 Pe 2.1).
3. O que indica o emprego metafórico da expressão “raposas do deserto”? É uma metáfora dos chacais em meio às ruínas em cidades e civilizações devastadas. Isso significa, na verdade, que eles estão sendo chamados de “profetas-chacais”.
4. Por que os falsos profetas não se intimidavam em seu ofício em relação à lei? Eles contavam com a proteção do estado, pois seus discursos agradavam às autoridades e a maior parte do povo, e às vezes, eram até mesmo encomendados pela corte. Eram na época funcionários públicos (Ez 13.19).
5. Onde estão os atuais discípulos dos falsos profetas e o que estão fazendo? Eles ainda estão por aí desencaminhando o povo e disseminando heresias.
LEITURAS PARA APROFUNDAR - Profetas Menores; Assim diz o Senhor?
 
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Ajuda de revista antiga
Lição 11, Discernimento de Espíritos, um Dom Imprescindível
1º Trimestre de 2019 - Batalha Espiritual: O povo de DEUS e a guerra contra as potestades do mal. - Comentário: Esequias Soares
Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454. - henriquelhas@hotmail.com
Slides - https://ebdnatv.blogspot.com/2019/03/licao-11-discernimento-de-espiritos-um.html
Vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=3Jz5iqsqlKU  
SlideShere - https://www.slideshare.net/henriqueebdnatv/slideshare-lio-11-discernimento-de-espritos-um-dom-imprescindvel-4-partes-1tr19-pr-henrique-ebd-na-tv
Veja escrita ajuda em: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao13-heresias-odiscernimentoespiritualdocrente.htm
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao3-dem-2tr14-dons-de-revelacao.htm
 
Ajuda em Vídeos em: https://www.youtube.com/watch?v=QYPLHDYKreM
 Filmete Atos, Pitonisa.
 
 
TEXTO ÁUREO
“Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido.” (1 Co 2.15)
  
VERDADE PRÁTICA
O discernimento de espíritos é um dos dons espirituais concedidos aos crentes, em JESUS; ele nos capacita a distinguir o real do aparente e a verdade da mentira.
  
LEITURA DIÁRIA
Segunda – At 5.1-5 O uso do discernimento no exercício do ministério
Terça – 1 Co 2.14 O homem natural não compreende as coisas espirituais
Quarta – 1 Co 12.10 O discernimento de espíritos é um dos dons do ESPÍRITO SANTO
Quinta – Hb 4.12 A Palavra de DEUS é apta para discernir os pensamentos do coração
Sexta – Hb 5.14 O discernimento distingue corretamente entre o bem e o mal
Sábado – 1 Jo 4.1 DEUS nos deu as condições para o discernimento de espíritos
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 16.16-22
16 - E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores.17 - Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo.18 - E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu 19 - E, vendo seus senhores que a esperança do seu lucro estava perdida, prenderam Paulo e Silas e os levaram à praça, à presença dos magistrados.20 - E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens, sendo judeus, perturbaram a nossa cidade.21 - E nos expõem costumes que nos não é lícito receber nem praticar, visto que somos romanos.22 - E a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoitá-los com varas.
 
OBJETIVO GERAL - Conscientizar sobre a imprescindibilidade do Discernimento de ESPÍRITO;
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Discorrer sobre Discernir e Discernimento;
Explicitar as artimanhas da adivinhadora de Filipos;
Mostrar como desmascarar os ardis de Satanás.
 
INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Nesta lição estudaremos um tema importante para vivermos a fé nestes últimos dias: o discernimento de espíritos. Quem conhece a DEUS e deseja não ser enganado é importante rogar ao Senhor por essa capacidade. Há coisas na vida que não se discerne com bagagem intelectual, ou sabedoria humana, mas por uma ação sobrenatural de DEUS. Discernimento espiritual é para a obra espiritual. Não se pode querer discernir o que é espiritual com instrumentalidade carnal. No mundo espiritual, o discernimento de espíritos é um dom imprescindível.
 
PONTO CENTRAL - O discernimento de espíritos nos capacita a verdade da mentira.
  
Resumo da Lição 11, Discernimento de Espíritos, um Dom Imprescindível 
I – DISCERNIR E DISCERNIMENTO
1. O verbo “discernir”.
2. O substantivo “discernimento”.
3. Atualidade.
II – A ADIVINHADORA DE FILIPOS
1. Uma avaliação sensata.
2. O espírito de adivinhação.
3. Adivinhações ontem e hoje.
III – DESMACARANDO OS ARDIS DE SATANÁS
1. O dom do ESPÍRITO SANTO.
2. Uma estratégia demoníaca para confundir o povo.
3. A libertação da jovem adivinhadora.
4. A necessidade do dom de discernir.
 
 
SÍNTESE DO TÓPICO I - Discernir pode significar “examinar” ou “investigar”, bem como outras variantes. Discernimento, significa “julgamento” e “distinção”
SÍNTESE DO TÓPICO II - A adivinhadora de Filipos estava possessa por demônios e não falava em nome de DEUS.
SÍNTESE DO TÓPICO III - A partir do discernimento de espíritos, a jovem adivinhadora foi liberta das forças demoníacas
 
 
 

 
 
Resumo Rápido do Pr Henrique da Lição 11, Discernimento de Espíritos, um Dom Imprescindível 
 
 
 
I – DISCERNIR E DISCERNIMENTO
1. O verbo “discernir”.
 ανακρινω anakrino -DISCERNIR
 
1 Co 2:14 Ora, o homem natural não aceita as coisas do ESPÍRITO de DEUS, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 15 Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém.
 (Strong Português) -  ανακρινω anakrino -DISCERNIR
1) examinar ou julgar
1a) investigar, examinar, verificar, analisar cuidadosamente, questionar
1a1) especificamente num sentido forense no qual um juiz conduz uma investigação
1a2) interrogar, examinar o acusado ou testemunha
1b) julgar de, estimar, determinar ( a excelência ou defeitos de alguma pessoa ou coisa
 
Discernir - (Strong Português) - διακρισις diakrisis - habilidade de discernir, discernimento, julgamento. (Quando dom do ESPÍRITO SANTO - habilidade sobrenatural de discernir, discernimento sobrenatural, julgamento sobrenatural).
 
O CRENTE é templo do ESPÍRITO SANTO e tem melhores condições para entender cada situação de maneira espiritual - Exemplo - Todo crente sabe que existem demônios e existem anjos. Todo crente sabe que existem dois reinos espirituais opostos e invisíveis que guerreiam entre si. O reino de DEUS e o reino de Satanás. Colossenses 1:13 Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor.
Porém, devemos entender à luz da bíblia que existem diversas situações em que necessitamos de algo a mais para enxergarmos o que ninguém enxerga. Vermos o invisível. Sabermos com exatidão o que está acontecendo no reino espiritual para podermos lutra e vencer nossos inimigos.
Um exemplo clássico disso é 2 Samuel 6:15 Tendo-se levantado muito cedo o moço do homem de DEUS e saído, eis que tropas, cavalos e carros haviam cercado a cidade; então, o seu moço lhe disse: Ai! Meu senhor! Que faremos? 16 Ele respondeu: Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles. 17 Orou Eliseu e disse: SENHOR, peço-te que lhe abras os olhos para que veja. O SENHOR abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo, em redor de Eliseu. 18 E, como desceram contra ele, orou Eliseu ao SENHOR e disse: Fere, peço-te, esta gente de cegueira. Feriu-a de cegueira, conforme a palavra de Eliseu.
O relato da libertação da pitonisa de Filipos também revela que a necessidade do Dom de Discernimento de espíritos que vai muito além do que pensamos ou imaginamos sobre o reino espiritual (1 Co 12.10).
 
JESUS enxergava o reino espiritual
 Mc 9:25 Vendo JESUS que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: ESPÍRITO mudo e surdo, eu te ordeno: Sai deste jovem e nunca mais tornes a ele. 26 E ele, clamando e agitando-o muito, saiu, deixando-o como se estivesse morto, a ponto de muitos dizerem: Morreu. 27 Mas JESUS, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. JESUS aqui sabia que um demônio causava a surdez e a mudez daquele jovem.
 
 
2. O substantivo “discernimento”.
Discernir - (Strong Português) - διακρισις diakrisis - habilidade de discernir, discernimento, julgamento.
diákrisis só aparece 3 vezes no Novo Testamento com seguintes significados:
 
 sentido de “briga” ou “julgamento” (Rm 14.1);
 sentido de “distinção” em que se julgam pelas evidências se os espíritos são malignos ou se provém de DEUS (1 Co 12.10);
 sentido de discernir entre o bem e o mal (Hb 5.14).
 
Um dos dons do ESPÍRITO SANTO (1 Co 12.8-10; Ef 4.7-11). O discernimento é também a avaliação de alguém que profetizava, fala em línguas, opera milagres etc., pela qual se entende se a pessoa está ou não agindo através do ESPÍRITO SANTO. A palavra gr. diakrisis (“distinção”, “discernimento”, “julgamento”) é usada em Hebreus 5.14, “Discernir tanto o bem como o mal”, e Romanos 14.1, “Quanto ao que está enfermo na fé, recebei-o, não em contendas sobre dúvidas". No NT, um dos significados de 1 Coríntios 12.10 é a habilidade para julgar se alguém fala ou age pelo ESPÍRITO SANTO ou por um falso espírito.
  

3. Atualidade.
Pessoas endemoninhadas matam e morrem todos os dias.
Em noticiário recente podemos ver claramente a ação de demônios. Videogames são armas poderosas de destruição nas mãos de adolescentes e jovens para matarem pessoas.
Assim, na atualidade, milhões de pessoas morrem devido à influência de Satanás que veio matar, roubar e destruir.
O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. João 10:10
Precisamos do Discernimento de espíritos para evitarmos a ação assassina de Satanás.
Nós crentes não imitamos as manifestações do Diabo e de seus demônios, porém, eles nos imitam. Realizam cultos, Cantam, dançam, pulam, pregam, curam, profetizam, fazem milagres, ensinam, têm igrejas, adeptos, recebem dízimos e ofertas, etc...or isso mesmo a trindade satânica imitará a trindade de DEUS. Besta (anti-pai), Anticristo (falso cristo) e Falso profeta (ante espírito santo).
 
 
II – A ADIVINHADORA DE FILIPOS
A Igreja não imita as manifestações de Satanás e seus demônios. Satanás e seus demônios é que nos imitam. Então, não chame de demoníaca as manifestações do ESPÍRITO SANTO.
Talvez você não saiba o que o ESPÍRITO SANTO faz, por isso mesmo, não sabe reconhecer o ESPÍRITO SANTO quando Ele se manifesta assim como os judeus não reconheceram JESUS quando Ele esteve entre eles.
Saul ficou nú todo um dia e profetizou assim - E ele também despiu as suas vestes, e profetizou diante de Samuel, e esteve nu por terra todo aquele dia e toda aquela noite; por isso se diz: Está também Saul entre os profetas? 1 Samuel 19:24
Davi dançou debaixo de uma unção do ESPÍRITO SANTO.

Diário de Gunnar Vingren - Manifestações poderosas dos dons do ESPÍRITO SANTO - Algumas estranhas para os crentes da atualidade -  "2 de maio de 1913. DEUS estava perto de nós hoje no culto. Durante a oração, o ESPÍRITO SANTO se manifestou poderosamente. Alguns riam debaixo do poder de DEUS, outros falavam em línguas, outros profetizavam, e todos se alegraram imensamente. Nunca vi o poder de DEUS derramado com tanta intensidade num culto como hoje na Vila Correia. O ESPÍRITO SANTO fez, Ele mesmo, através de uma irmã, o convite para os pecadores se converterem. Uma grande multidão se reuniu para ver essa manifestação maravilhosa do poder de DEUS. Durante a pregação, as bênçãos de DEUS também caíram sobre os crentes! Aleluia!"

Os missionários tinham agora se espalhado por todo o Norte do País. No mês de novembro, houve uma revolução, mas isso não impediu o trabalho. O poder de DEUS operava cada vez mais nas igrejas e entre o povo. Acontecimentos sobrenaturais eram freqüentes. Num culto, o poder de DEUS se manifestou, e uma irmã viu o rosto e as roupas do missionário Vingren transformadas e brilhantes como o sol.

Num daqueles dias o Senhor falou em profecia para o irmão Vingren, dizendo: "Chega mais perto de mim! Eu conheço as tuas lutas. Passarás por grandes tribulações e prepararão muitas ciladas para tirar a tua vida, mas eu farei com que sejam todos envergonhados, e cairão nas suas próprias ciladas. Toma conta do meu rebanho, por que muitos são fracos. Tem paciência para com eles. Eu te guardarei". Profecias foram constantes durante toda a vida e trabalho de Gunnar Vingren.

Quatro moças sentiram o poder de DEUS de maneira maravilhosa. Uma delas sentiu tanto o peso dos seus pecados, que começou a chorar e a pedir perdão. Uma amiga sua, que não era crente, sentiu também o poder de DEUS de uma maneira tão forte que caiu de costas no chão e começou a clamar a DEUS pelo perdão dos seus pecados. Depois o ESPÍRITO SANTO desceu sobre ela e ela começou a falar em outra língua e a cantar um hino espiritual no novo idioma que recebera de DEUS. Também cantou um hino em português, enquanto o poder de DEUS estava fortemente sobre ela. Os vizinhos ficaram zangados com o barulho que fizemos. O culto de oração terminou à meia noite" 

 (Strong Português) - πυθων Puthon - Serpente
de Putho (nome da região onde Delfos, sede do famoso oráculo, estava localizado);
1) na mitologia grega, nome da serpente ou dragão Pitiã que habitava na região de Pito, junto ao Parnasso em Focis. Diz-se ter ela guardado o oráculo de Delfos. Foi eliminada por Apolo
2) espírito de adivinhação


1. Uma avaliação sensata.

A Jovem Pitonisa de Éfeso estava realmente sendo usada por um demônio ou espírito adivinhante. Paulo, Silas, Timóteo e Lucas, nenhum deles notou isso até que o ESPÍRITO SANTO revelou a Paulo a procedência de sua declaração, mesmo que fosse verdade o que gritava pelas ruas. Satanás, às vezes usa servos disfarçados para minar a ação de DEUS na salvação das almas. Basta vermos o que o calvinismo tem feito com a Assembleia de DEUS. Nunca houve tão pouca oração, tão poucos batismos, tão poucas almas ganhas, tanto esfriamento espiritual. Líderes convidam calvinistas para darem palestras para obreiros e para ministrarem em cursos de teologia para futuros líderes. O resultado tem sido funesto. Já quase nem se ouve alguém falar em línguas na igreja e dificilmente se arranca um glória a DEUS na igreja. Somente com um empurrão de algum pregador ou líder. Nada espontâneo vindo do ESPÍRITO SANTO residente no crente.

Satanás sempre tentou imitar todas as manifestações sobrenaturais de DEUS, todos seus sinais, prodígios e maravilhas. Como servos de DEUS temos que pedir a DEUS discernimento para não sermos enganados. Este tem sido um grande problema para a igreja atual. Como a maioria dos líderes da igreja, na atualidade, não são homens de jejum e oração, não são usados em dons, não sabem, portanto, julgar as manifestações do ESPÍRITO SANTO. Se pelo menos buscassem ter o Dom de Discernir os espíritos já ajudaria muito. O que estamos vendo acontecer na igreja é que, por não terem prática e nem discernimento, os líderes proíbem ou inibem as manifestações do ESPÍRITO SANTO na igreja. Assim o povo de DEUS anda disperso em busca da presença de DEUS em várias denominações e até em residências de pessoas que se intitulam profetas de DEUS. O povo de DEUS precisa ver DEUS na igreja. Estamos vendo de tudo, menos DEUS. Corais, cantores, musicistas, bandas, teatro, coreografia, pregadores e ensinadores com homilética, exegese e filosofia. Porém DEUS não é visto.

Tudo com DEUS é pela sua graça. É exigido apenas desejo e fé.

 

2. O espírito de adivinhação.

  

Advinhação:

A tentativa de discernir eventos futuros por algum meio como êxtases, visões etc., ou por meio de objetos físicos. Estes eram variados:

(1) rabdomancia, atirar pedaços de madeira ou flechas para o ar (Ez 21.21; cf. Os 4.12);

(2) hepatoscopia, examinar o fígado ou outros órgãos de animais (Ez 21.21);

(3) terafins (ídolos do lar), imagens usadas para a adivinhação (1 Sm 15.23; Ez 21.21; Zc 10.2);

(4) necromancia ou magia negra, comunicação com os mortos (Dt 18.11; 1 Sm 28.8; 2 Rs 21.6) que era condenada na lei (Lv 19.31; 20.6) e nos profetas (Is 8.19,20);

(5) astrologia, ler as estrelas e chegar a conclusões com base em suas posições e nas relações entre as estrelas; isto foi declarado vão em Isaías 47.13 e Jeremias 10.2;

(6) hidromancia, adivinhação pela água, feita observando-se os reflexos, ou induzindo um êxtase por este meio.

A fim de confundir os seus irmãos, José mandou que os seus servos dissessem que o copo encontrado em seus sacos de mantimento era utilizado para este propósito (Gn 44.5,15); nenhuma aprovação para esta prática é sugerida.

DEUS condena severamente todo e qualquer meio de se buscar o conhecimento oculto e o conhecimento do futuro. O único meio permitido é a sua divina revelação.
O uso de sortes, sonhos e sinais não é considerado adivinhação. No AT, DEUS permitiu que se lançassem sortes para certos propósitos, como por exemplo a designação do território para cada uma das dez tribos (Js 18.10), a escolha do bode para ser sacrificado no Dia da Expiação (Lv 16), a determinação de uma pessoa culpada (Js 7.14; Jn 1.7), a atribuição do serviço do Templo (1 Cr 24.5), e uma vez no NT para a escolha de um substituto para o apóstolo Judas (Atos 1.15-26). É significativo observar que o uso de sortes cessou após o Pentecostes. (estude sobre Urim e Tumim).

Os sonhos também foram um meio usado por DEUS para dar revelações, embora seja significativo notar que não lemos sobre ninguém pedindo especificamente direção desta maneira (por exemplo, os sonhos de José, Gênesis 37.5-11; o sonho de Nabucodonosor, Daniel 2; os sonhos de José, o marido de Maria, Mateus 1.20; 2.19).
Em vários casos, os crentes do AT pediram a DEUS um sinal para guiá-los, como por exemplo, quando Gideão, pôs o seu velo de lã do lado de fora (Jz 6.37-40) e quando Jônatas tomou a resposta específica do inimigo como a direção de DEUS para si (1 Sm 14.8-10). O uso de sortes foi ordenado por DEUS somente para a tomada de decisões, nos casos em que fosse necessário mais do que a sabedoria humana.

No caso dos sonhos, podemos considerar que este foi o modo usado por DEUS para conceder a revelação divina apenas nas situações de extrema emergência.
Bibliografia.
Yehezkel Kaufmann, The Re· ügion of Israel, trad. por Moshe Greenberg, Chicago. Univ. of Chicago Press, 1960, pp. 42-53, 87-93. R. A. K.

 

3. Adivinhações ontem e hoje.

O rei Saul com sua consulta a uma Pitonisa de En-Dor talvez seja o maior exemplo para nós. Um crente desviado que procurou o Diabo em rebelião contra DEUS. Foi enganado pelo Diabo que apenas imita as coisas de DEUS. O Diabo é mentiroso e pai da mentira.

“Quem foi que apareceu a Saul em 1 Samuel 28.7-25?”
Preliminarmente, ressaltamos, que o capítulo 28 de 1 Samuel, a começar do seu versículo 7 até o 25, foi escrito por uma testemunha ocular; logo, por um dos servos de Saul que o acompanhou à necromante: vv.7,8. Frequentemente, esses servos eram estrangeiros e quase sempre supersticiosos, crentes no erro – razão por que o seu estilo é tão convincente. Esta crônica que é parte da história de Israel, pela determinação divina, entrou no Cânon assim como os discursos dos amigos de Jó (42.7), as afirmações do autor de “debaixo do sol” (Ec 3.19) e a fala da mulher de Tecoa (2 Sm 12.2-21), que são palavras e conceitos meramente humanos. A confusão gerada pelo assunto exposto no texto é porque foi analisado o ponto de vista do servo de Saul. Todavia, sobre a questão se Samuel falou ou não com Saul, a Bíblia é bem clara e tem argumentos definidos para desmentir todas e quaisquer afirmações hipotéticas e asseverações parapsicológicas a seu respeito. Examinaremos alguns desses argumentos e veremos a impossibilidade de ter sido Samuel a pessoa com quem falou Saul:1

1 Argumento gramatical (v.6): “… o Senhor… não lhe respondeu”. O verbo hebraico é completo e categórico. Na condição que Saul estava, DEUS não lhe responderia e não lhe respondeu. O fato é confirmado pela frase: “… Saul… interrogara e consultara uma necromante e não ao Senhor…”, 1 Cr 10.13,14.
2 Argumento exegético: v.6. Nem por Urim – revelação sacerdotal (w.14,18), nem por sonhos – revelação pessoal, nem por profetas – revelação inspiracional da parte de DEUS. Fosse Samuel o veículo transmissor, seria o próprio DEUS respondendo, pois Samuel não podia falar senão por inspiração. E, se não foi o Senhor, não foi Samuel.
3 Argumento ontológico. DEUS se identifica como DEUS dos vivos: de Abraão, de Isaque, de Jacó: Êx 3.15; Mt 22.32. Nenhum deles perdeu a sua personalidade e sua integridade. Seria Samuel o único a poluir-se, contra a natureza do seu ser, contra DEUS e contra a doutrina que ele mesmo pregara (1 Sm 15.23), quando em vida nunca o fez? Impossível.
4 Argumento escatológico. O pecado de Samuel tomar-se-ia mais grave ainda, por ter ele estado no “seio de Abraão”, tendo recebido uma revelação superior e conhecimento mais exato das coisas encobertas, e não tê-las considerado, nem obedecido às ordens de DEUS: Lc 16.27-31. Mas Samuel nunca desobedeceu a DEUS: 1 Sm 12.3,4.
5 Argumento doutrinário. Consultar os “espíritos familiares” é condenado pela Bíblia inteira. Logo, aceitando a profecia do pseudo Samuel, cria-se uma nova doutrina, que é a revelação divina mediante pessoas ímpias e polutas. E, além disso, para serem aceitas as afirmações proféticas como verdades divinas, é necessário que sejam de absoluta precisão; o que não acontece no caso presente.
6 Argumento profético: Dt 18.22. As profecias devem ser julgadas: 1 Co 14.29. E essas do pseudo Samuel não resistem ao exame. São ambíguas, imprecisas e infundadas. Vejamos:
a) Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus (1 Sm 28.19), mas se suicidou (1 Sm 31.4) e veio parar nas mãos dos homens de Jabes-Gileade: 1 Sm 31.11,13. Infelizmente, o pseudo Samuel não podia prever este detalhe;
b) não morreram todos os filhos de Saul (“… tu e teus filhos”, 1 Sm 28.19) como insipua essa outra profecia obscura. Ficaram vivos pelo menos três filhos de Saul: Isbosete (2 Sm 2.8-10), Armoni e Mefibosete: 2 Sm 21.8. Apenas três morreram, como anotam clara e objetivamente as passagens seguintes: 1 Sm 31.6 e 1 Cr 10.2-6;
c) Saul não morreu no dia seguinte (“… amanhã… estareis comigo”, 1 Sm 28.19). Esta é uma profecia do tipo délfico, ambígua. Saul morreu cerca de dezoito dias depois: 1 Sm 30.1,10,13,17; 2 Sm 1.13. Afirmar que a palavra hebraica “mahar” (amanhã), aqui, é de sentido indefinido, é torcer o hebraico e a sua exegese, pois todos vão morrer mesmo, em “algum dia” no futuro, isto não é novidade;
d) Saul não foi para o mesmo lugar que Samuel (“…estareis comigo”, 1 Sm 28.19). Outra profecia inverossímil: interpretar o “comigo” por simples “além” (Sheol), é tergiversar. Samuel estava no “seio de Abraão”, sentia isso e sabia a diferença que existe entre um salvo e um perdido. JESUS também o sabia, e não disse ao ladrão que estava na cruz: “Hoje estarás comigo no além (Sheol)”, mas sim no “Paraíso”. Logo, Samuel não podia ter dito a Saul que este estaria no mesmo lugar que ele: no “seio de Abraão”. Porque com o ato abominável e reprovado de Saul em consultar uma feiticeira e não ao Senhor, foi completamente anulada a sua possibilidade de ir para o mesmo lugar de Samuel – o “seio de Abraão”.
Ainda notamos este absurdo, analisando a palavra “médium” (heb), que é traduzida em outras versões por “espírito adivinhador” ou “espírito familiar” e no texto grego (LXX) por “engastrimuthos”, que significa ventríloquo, isto é, um de fala diferente, palavra que indica a espécie de pessoa usada por um desses espíritos.
Assim concluímos que:

-Não foi Samuel quem apareceu e falou com Saul, mas sim um espírito demoníaco.
-Nenhum morto por invocação humana pode aparecer ou falar com alguém, e quanto mais Samuel.
-Todas as predições do pseudo Samuel estavam deturpadas. Nada se cumpriu. Isto é um verdadeiro contrassenso, visto que, Samuel quando em vida, “nenhuma só das suas palavras caiu por terra”. 1 Sm 3.19.
-Quem pratica tais coisas, a saber, invoca os mortos, consulta necromantes, está sendo logrado pelas artimanhas de Satanás.
-DEUS é DEUS dos vivos e não dos mortos: Mt 22.32. Assim, aqueles que invocam os mortos estão indo de encontro a essa lei básica e bíblica.
-Não existe, portanto, neste trecho nenhuma similaridade ou abertura para supostos fundamentos de doutrinas heréticas. Ademais, todos esses argumentos provam categoricamente a impossibilidade de tais pensamentos. A Bíblia é a verdade.

Fonte: Livro – “A Bíblia Responde” – Editora CPAD

 

 

Os demônios (ou diabos) são indubitavelmente reais, seres individuais tendo personalidade e conhecimento sobre DEUS e os homens (Tg 2.19; Atos 19.15). Seu domínio atual é o reino espiritual ou a esfera sobrenatural (Ef 6.12), mas eles desejam ser incorporados a seres humanos vivos ou animais. Os demônios são capazes de invadir ou influenciar as mentes de professores humanos a fim de sugerirem doutrinas falsas (1Tm 4.1; 1Jo 4.1-6; Tg 3.15). Eles na verdade comungam com as almas de homens no caso de médiuns que se entregam a eles.
No NT, é frequentemente dito que os demônios tomam posse dos homens, e que CRISTO, portanto, os expulsa (por exemplo, Mt 4.24; 8.16; 9.33; 15.22). Às vezes, mais de um demônio pode possuir uma pessoa, como nos casos do endemoninhado de Gadara (Mc 5.1- 17; Lc 8.30-33,36) e de Maria Madalena (Lc 8.2). Tais demônios frequentemente produzem impureza, seja ritual, moral on espiritual (Lc 4.33-36; 6.18; 8.27-29; 9.42; 11.24-26). Os discípulos foram capacitados e comissionados para curar toda sorte de doenças e para expulsar demônios (Mt 10.8; Lc 9.1; 10.17-20). Porém, eles tiveram sérios problemas com certos demônios e foram informados por CRISTO que estes só poderiam ser expulsos após oração e jejum (Mc 9.14-29). Os apóstolos libertaram as vítimas de opressão demoníaca através do uso do nome de JESUS (Atos 16.16-18; 19.12-17). Os escritos dos patriarcas pré-nicenos indicam que a igreja continuou a expulsar demônios bem depois da era apostólica. Essa promessa de CRISTO em Marcos 16.17 “E estes sinais seguirão aos que crerem; em meu nome, expulsarão demônios...” ( Mc 16.9-20) seria descritiva das condições do início do século II d.C.
Pastores e missionários estrangeiros testificam da possessão demoníaca entre muitos povos do mundo hoje, de tribos primitivas e pagãs com crenças anímistas até pessoas altamente educadas na Europa e na América. Em vários casos aqueles que cometem assassinatos em massa ou o suicídio parecem ter sido impelidos por espíritos malignos. É urgente que os obreiros cristãos levem a sério esta doutrina e aprendam a exercer a autoridade de CRISTO para libertar aqueles que estão oprimidos ou possessos por demônios.

Dicionário Bíblico Wycliffe - Charles F. Pfeiffer, Howard F. Vos, João Rea - CPAD.

 

 

III – DESMACARANDO OS ARDIS DE SATANÁS


1. O dom do ESPÍRITO SANTO.

O dom sobrenatural do ESPÍRITO SANTO Discernimento de espíritos.
1 Coríntios 12:10
8 Porque a uns é dado por meio do ESPÍRITO a palavra de sabedoria; a outros, segundo o mesmo ESPÍRITO, a palavra de conhecimento; 9 a outro, no mesmo ESPÍRITO, a fé; e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, os dons de curar. 10 A outro, o dom de efetuar milagres; a outro, a profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, diversidades de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. 11 Mas um só e o mesmo ESPÍRITO efetua todas essas coisas, repartindo a cada um segundo Sua vontade.
 
Discernir - (Strong Português) - διακρισις diakrisis - habilidade de discernir, discernimento, julgamento. (Quando dom do ESPÍRITO SANTO - habilidade sobrenatural de discernir, discernimento sobrenatural, julgamento sobrenatural)
 
 
Discernimento de espíritos: 
Saber de onde vem e o que está operando numa pessoa. JESUS enxergava a fé dentro das pessoas. Tem a ver com a onipotência de DEUS (Aqui se expulsa demônios e se vence forças e idéias malignas). Tem mais a ver com Onisciência de DEUS, pois revela o oculto, revela a fonte ou procedência de um comportamento ou de uma manifestação sobrenatural. Paulo enxergou um demônio falando a verdade a seu respeito, através de uma jovem, em Éfeso, mas com o intuito de ganhar crédito para suas adivinhações. Expulsou o demônio e a jovem foi liberta.
 
Exemplo:
JESUS:
"E JESUS, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5). Aqui um discernimento de algo bom.
 
Exemplo em Atos dos apóstolos:
Paulo e a pitonisa:
" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de JESUS CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18). Aqui um discernimento de algo ruim.
  
Para julgar profecias esse dom é imprescindível.
1Co 14.26 - "E falem dois ou três profetas, e os outros julguem".
O julgamento de manifestações espirituais é uma ordenança bíblica. O apóstolo João escreveu: "Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de DEUS, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo"(1Jo 4.1). O discernimento é uma necessidade para a igreja dos dias atuais, pois há um verdadeiro bombardeio de modismos doutrinários, heresias e misticismos antibíblicos. Em meio a essa confusão da espiritualidade pós-moderna, a "profecia", ou melhor, a profetada é um dos meios em que muitas heresias têm sido geradas.
Como saber se determinada manifestação espiritual vem do ESPÍRITO de DEUS, do espírito humano ou de Satanás? Se detectado apenas comparando com a Bíblia é discernimento humano. Feito pela inteligência humana.
Se concedido pelo ESPÍRITO SANTO - Somente com o discernimento dado pelo ESPÍRITO SANTO se detecta a ação de demônios.
 
Esse dom também tem a ver com o discernimento para se distinguir a fonte do falar em línguas espirituais (ou estranhas).
- se aquele que fala em línguas está falando na carne (fingindo ser batizado, ou aquele que aprendeu a repetir palavras como se fossem em línguas espirituais),
- se aquele que fala em línguas está falando línguas vindas de DEUS (foi ou não realmente batizado)
- ou se fala imitações de Satanás, através de demônios que imitam o falar em línguas verdadeiro.
 
A própria pregação e/ou ensino deve ser ouvida e julgada para se discernir entre a pregação/ensino que vem de DEUS ou a que vem do homem ou a que vem do Diabo.
 
Mediante este dom o ESPÍRITO SANTO o crente é capacitado a discernir a presença de espíritos malignos em pessoas ou próximo de pessoas ou ver os espíritos enquanto operam malvadamente. Existem espíritos de vários gêneros, isto é, ocupados a fazer várias formas de mal. Existem espíritos que provocam mudez e surdez como aquele expulso daquele menino epiléptico por JESUS, de fato JESUS lhe disse: "ESPÍRITO mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele" (Mar. 9:25). De modo que nestes casos para que a cura se faça é necessário discernir o espírito ou os espíritos que provocam as doenças para depois expulsá-lo ou expulsá-los em nome de JESUS CRISTO. Existem espíritos enganadores que estão ocupados a enganar; Paulo diz de fato que em dias vindouros "alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores…." (1 Tim. 4:1). Destes espíritos existem já muitos no seio do povo de DEUS; mediante eles toda a sorte de falsa doutrina é ensinada a certos crentes. Existem espíritos que farão durante a Grande Tribulação grandes sinais e prodígios; João viu alguns deles em visão: "E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do DEUS Todo-Poderoso" (Ap. 16:13-14).
E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. Apocalipse 13:13.

 

 

2. Uma estratégia demoníaca para confundir o povo.

A intenção de Satanás parece clara - A moça advinha seria considerada pelo povo como integrante da equipe evangelizadora comandada por Paulo. Assim quando esta equipe fosse embora da cidade, a jovem assumiria a posição de representante única do verdadeiro DEUS na cidade. Imagine! Uma advinha, uma pitonisa, uma serva de Satanás - como líder espiritual de uma cidade.

 

3. A libertação da jovem adivinhadora.

At 16:17 - Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo.18 - E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu

Por muitos dias, tanto Paulo como Silas, Timóteo e Lucas, foram enganados pensando ser aquela jovem uma admiradora do evangelho e futura serva de DEUS. Ela ajudava muito na propagação da mensagem dando apoio aos missionários.

Quando Paulo recebe do ESPÍRITO SANTO a revelação do engodo (ou engano), por meio do dom de discernimento de espíritos, imediatamente Paulo expulsa o demônio advinho daquela jovem e ele sai deixando a moça livre dai por diante.

 

4. A necessidade do dom de discernir.

 

1Co 14:1 SEGUI a caridade, e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar.
Procurai com zelo os dons. Buscai ardentemente em outra tradução.
Procurai no original
ζηλοω zeloo
1a) estar cheio ou ferver de ciúme, ódio, raiva 1a1) num bom sentido, ser zeloso na busca do bem 1b) desejar sinceramente, procurar 1b1) desejar sinceramente, esforçar-se muito por, ocupar-se de alguém 1b2) empenhar-se por alguém (para que não seja arrancado de mim) 1b3) ser o objeto do zelo de outros, ser zelosamente procurado
Boa tradução é:
Deseje como se fosse a única coisa importante do mundo, se esforçando por receber.

 

1 Tessalonicenses 5:20
(LTT2015) - LITERAL 2015 1Ts 5:20" Às profecias não desprezeis;
LTT2015n - Literal Texto Tradicional 1Ts 5:20">Às profecias não desprezeis;
ARCA_COMPLETA Não desprezeis as profecias.
ARM1967 não desprezeis as profecias,
BAM Não desprezeis as profecias.
BJP não desprezeis as profecias.
BLivre Não desprezai as profecias.
BPT nem desprezem a voz dos profetas,
JFA-RA(Pt) não desprezeis as profecias,
JFA-RC(Pt) Não desprezeis as profecias;
LTT 1Ts 5:20">Às profecias não desprezeis;
NT Judaico não desprezeis as profecias,
NTLH Não desprezem as profecias.
VIVA Não zombem daqueles que profetizam,

 

 

Dom de Discernimento de Espíritos (12.10). Trata-se de uma dotação especial dada pelo ESPÍRITO, para o portador do dom discernir e julgar corretamente as profecias e distinguir se uma mensagem provém do ESPÍRITO SANTO ou não (ver 14.29; 1Jo 4.1). No fim dos tempos, quando os falsos mestres (ver Mt 24.5) e a distorção do cristianismo bíblico aumentarão muito (ver 1Tm 4.1), esse dom espiritual será extremamente importante para a igreja.

 

 

Lições antigas

LIÇÃO 13 – O DISCERNIMENTO ESPIRITUAL DO CRENTE - SEGUNDO TRIMESTRE DE 2006

TEMA – Heresias e modismos – Combatendo os erros doutrinários - COMENTARISTA : Esequias Soares

 

 

 

TEXTO ÁUREO:

"Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido" (1 Co 2.15).

 

VERDADE PRÁTICA:

Discernimento é a habilidade conferida pelo ESPÍRITO SANTO ao cristão para distinguir o real do aparente e a verdade da mentira.

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Deuteronômio 13.1-3; Atos 16.16-18

Deuteronômio 13.1-3

1 Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio, 2 e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, 3 não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o SENHOR, vosso DEUS, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso DEUS, com todo o vosso coração e com toda a vossa alma.

NÃO OUVIRÁS AS PALAVRAS DAQUELE PROFETA. É fundamental à comunhão do crente com o Senhor, a sua fidelidade a DEUS e à Palavra revelada dEle (8.3). Os versículos 1-5 mostram que a tentação visando a destruir nossa lealdade a DEUS, às vezes surge através de pessoas parecendo

espirituais. Várias inferências decorrem disso, para nossa vida como crentes.

(1) DEUS, às vezes, testa a sinceridade do nosso amor e dedicação a Ele e à sua Palavra (cf. 8.2).

(2) DEUS, às vezes, nos prova permitindo que surja entre o seu povo, pessoas afirmando que são profetas de DEUS, e que realizam "sinal ou prodígio" (vv. 1,2).

Tais pessoas, às vezes, falam com muita "unção", predizem corretamente o futuro, e operam milagres, sinais e prodígios. Ao mesmo tempo, porém, podem pregar um evangelho contrário à revelação bíblica, acrescentar inovações à Palavra de DEUS ou subtrair partes dela (cf. 4.2; 12.32). Aceitar esses falsos pregadores, significa abdicar da fidelidade total a DEUS e à sua Palavra inspirada (v. 5).

(3) O NT também, por sua vez, adverte que falsos profetas e falsos mestres perverterão grandemente o evangelho de CRISTO nos últimos dias desta era. O crente deve ter firme determinação quanto a sua fidelidade à revelação escrita de DEUS, como a temos na Bíblia. A autenticidade do ministério de uma pessoa e do seu ensino não deve ser avaliada apenas pela sua pregação talentosa, alocuções proféticas poderosas, realização de milagres ou número de decisões. Esses critérios tornam-se cada vez menos dignos de confiança à medida que se aproximam os tempos do fim. O padrão da verdade sempre deverá ser a infalível Palavra de DEUS.

 

Atos 16.16-18

16 E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. 17 Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo. 18 E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu.

ESPÍRITO DE ADIVINHAÇÃO.

As expressões vocais demoníacas da jovem escrava eram consideradas a voz de um deus; por isso, os serviços dela como adivinha eram muito procurados, dando grande lucro aos seus donos. Através de Paulo, CRISTO demonstrou aqui, mais uma vez, seu poder sobre o império do mal.

Atos 16.16-21 = 16. A segunda parte da história nos leva para fora do mundo do judaísmo para o contato com a superstição popular do mundo helenístico. Numa das visitas para o lugar de oração, ele e seus companheiros foram encontrados por uma jovem escrava, que tinha o dom da vidência, e dava lucro aos senhores com suas adivinhações. Lucas atribui esta capacidade a um espírito adivinhador, literalmente, "um espírito, um pitão". Esta última palavra originalmente significava uma serpente, e, em especial, a serpente que guardava o oráculo célebre em Delfos e que, segundo a lenda, foi morta por ApoIo. A palavra também se emprega no sentido de ventríloquo. Os ventríloquos agiam como adivinhadores, e, sem dúvida, o caráter incomum dos sons que produziam tinha efeito numinoso; pensava-se, provavelmente, que um demônio neles habitava. No presente caso, supõe-se que a jovem falava como ventríloquo e que tinha o dom da clarividência.. e, portanto, Lucas disse que tinha um espírito (i.é, um espírito maligno), a saber, um que era capaz da ventriloquia.

17. A jovem saiu ao encontro de Paulo e seus companheiros na rua, e gritava, seguindo após eles, que eram servos do DEUS Altíssimo, e que proclamavam o caminho da salvação. Semelhantes descrições do DEUS supremo se acham alhures nos lábios de pagãos (Lc 8:28), mas também se empregavam entre os judeus de língua grega; é provável que os pagãos copiassem o uso linguístico dos judeus quando se referiam ao DEUS deles. Salvação era um termo comum para o conteúdo da mensagem cristã (4:12; 13:26, 47). E possível, portanto, que o grito da jovem dependesse meramente daquilo que era do conhecimento geral acerca das atividades dos missionários em Filipos. Mesmo assim, a história se conta de modo semelhante às histórias de exorcismo nos Evangelhos, nas quais os endemoninhados proclamam seu conhecimento da identidade de JESUS (Lc 4:34, 41; 8:28) como meio de procurar demonstrar a autoridade que desejariam ter sobre Ele. Parece provável que Lucas atribuísse o conhecimento da jovem à clarividência dos  endemoninhados. Noutras partes do Novo Testamento, é igualmente difícil reconhecer as fronteiras claras entre a possessão demoníaca, a doença mental e a obra de charlatães.

18. O efeito da proclamação da jovem, que foi repetida no decurso de muitos dias, cada vez que se encontrava com Paulo, foi dar aos missionários uma publicidade inesperada. Paulo não fez tentativa alguma para tratar do caso na primeira ocasião, por razões que não ficam claras. Talvez, de início, os gritos da jovem não parecessem perigosos; na realidade, não havia sugestão alguma de que ela era hostil aos missionários. Mas logo fica sendo claro a Paulo de que ela estava no poder de um espírito maligno e passou a exorcizar o espírito por meio do nome de JESUS. A história não nos conta se a jovem se converteu; o interesse de Lucas aqui se focalizava no efeito que o incidente teve sobre Paulo e seus companheiros. O que ficou claro é que o exorcismo privou a jovem da sua capacidade de adivinhar ou da sua disposição para assim fazer.

19. Não se diz se os senhores da jovem estavam com ela durante o exorcismo, mas o certo é que logo descobriram que não somente o espírito deixara a jovem, como também a fonte de lucro deles (Lucas deliberadamente emprega o mesmo verbo, para efeito humorístico, nos vv. 18 e 19), e sabiam quem era o responsável por isto. Assim como aconteceu no caso posterior, em Éfeso (19:23-27), o efeito do evangelho era arruinar os negócios daqueles que tiravam lucro ou vantagem das superstições e dos vícios humanos. Assim, os donos da escrava; sem dúvida com a ajuda de amigos ou circunstantes, prontamente agiram na sua própria causa ao lançarem mão de Paulo e Silas, arrastando-os para a praça central da cidade onde podiam apresentar acusações contra eles diante dos magistrados. Os demais membros do grupo (Timóteo e Lucas), não foram envolvidos na cena (o emprego de "nós" cessa no v. 17), ou porque eram de menos importância que os missionários principais, ou apenas porque estavam noutro lugar na ocasião. (Ou será que foram presos apenas os membros do grupo que eram judeus de pleno direito, conforme sugere Bruce, Livro, pág. 3357). A praça do mercado era o centro dos negócios da cidade; já foi escavada pelos arqueólogos.

20-21. Os pretores se mencionam com o título geral de "autoridades" no v. 19, mas aqui recebem seu nome mais específico. O seu título especial era duoviri, conforme atestam as inscrições. A palavra grega que aqui se emprega, strategoi, talvez seja a equivalência mais próxima que existe em Grego (Sherwin-White, págs. 92-93), mas também podia traduzir o título mais grande eloquente de preletores; comentaristas mais antigos sugerem que os magistrados tenham arrogado sobre si este título (assim como faziam em Cápua no século I. a.C.; Bruce, Livro, pág. 335), mas é improvável que este uso arcaico ainda estivesse corrente. É de significância que, quando os acusadores fazem a sua queixa, as considerações econômicas se colocam em segundo plano, e procuram-se outros pretextos. A queixa, na realidade, se divide em duas partes. A primeira é que Paulo e Silas estavam perturbando a ordem pública, o que era apoiado pelo comentário de que eram judeus, a fim de tirar vantagem do sentimento antijudaico que não era incomum naquela época (ver 18:2, 12-17). A segunda parte da acusação era que Paulo e Silas estava propagando costumes antiromanos. Assim, o exorcismo foi colocado no contexto mais lato da atividade missionária. Vemos aqui a autoconsciência romana que se achava numa colônia. Os romanos eram oficialmente proibidos de praticar religiões estrangeiras, embora pudessem, na prática, fazer assim na condição de não haver nada que ofendesse contra os costumes romanos. O princípio era claramente flexível, e podia ser invocado conforme a necessidade. Durante o século I d.C. em diante, empregava-se quando os cultos estrangeiros levavam a práticas criminosas; aqui, a queixa tem o som arcaico de que o respectivo culto era "não-romano". As vezes tem sido argumentado que os judeus eram banidos por proselitização, mas não parece que foi assim a situação (Sherwin-White, págs. 78-83).

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda Mt 16.1-3 Os hipócritas não discernem o tempo de DEUS.

1 E, chegando-se os fariseus e os saduceus para o tentarem, pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu. 2 Mas ele, respondendo, disse-lhes: Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro. 3 E pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis diferençar a face do céu e não conheceis os sinais dos tempos?

Os sinais dos tempos

Lc 12.54 E dizia também à multidão: Quando vedes a nuvem que vem do ocidente, logo dizeis: Lá vem chuva; e assim sucede.55 E, quando assopra o vento sul, dizeis: Haverá calma; e assim sucede.56 Hipócritas, sabeis discernir a face da terra e do céu; como não sabeis, então, discernir este tempo?

 

Terça At 5.1-5 O exemplo clássico de discernimento.

1 Mas um certo varão chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade 2 e reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos. 3 Disse, então, Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao ESPÍRITO SANTO e retivesses parte do preço da herdade? 4 Guardando-a, não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a DEUS. 5 E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram.

5.3 MENTISSES AO ESPÍRITO SANTO. A fim de obterem prestígio e reconhecimento, Ananias e Safira mentiram diante da Pedro que representava naquele momento a igreja a respeito das suas contribuições. DEUS considerou um delito grave essas mentiras contra o ESPÍRITO SANTO. As mortes de Ananias e Safira ficaram como exemplos perpétuos da atitude de DEUS para com qualquer coração enganoso entre aqueles que professam ser cristãos. Note, também, que mentir ao ESPÍRITO SANTO é a mesma coisa que mentir a DEUS, logo, o ESPÍRITO SANTO também é DEUS (vv.3,4; ver Ap 22.15).

5.4 POR QUE FORMASTE ESTE DESÍGNIO...? A raiz do pecado de Ananias e de Safira era seu amor ao dinheiro e elogio dos outros. Isto os fez tentar o ESPÍRITO SANTO (v.9). Quando o amor ao dinheiro e o aplauso dos homens tomam posse de uma pessoa, seu espírito fica vulnerável a todos os tipos de males satânicos (1 Tm 6.10).

Ninguém pode estar cheio de amor ao dinheiro e, ao mesmo tempo, amar e servir a DEUS (Mt 6.24; Jo 5.41-44).

5.5 ANANIAS... CAIU E EXPIROU. DEUS feriu com severidade a Ananias e Safira (vv. 5,10), para que se manifestasse sua aversão a todo engano, mentira e desonestidade no reino de DEUS. Um dos pecados mais abomináveis na igreja é enganar o povo de DEUS no tocante ao nosso relacionamento com CRISTO, trabalho para Ele, e a dimensão do nosso ministério. Entregar-se a esse tipo de hipocrisia significa usar o sangue derramado de CRISTO para exaltar e glorificar o próprio eu diante dos outros. Esse pecado desconsidera o propósito dos sofrimentos e da morte de CRISTO (Ef 1.4; Hb 13.12), e revela ausência de temor do Senhor (vv. 5,11) e de respeito e honra ao ESPÍRITO SANTO (v. 3), e merece o justo juízo de DEUS.

 

Quarta 1 Co 2.14 O homem natural não compreende as coisas espirituais.

14 Ora, o homem natural não compreende as coisas do ESPÍRITO de DEUS, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

O homem/mulher natural (gr. psuchikos, 2.14), denotando a pessoa irregenerada, i.e., governada por seus próprios instintos naturais (2Pe 2.12). Tal pessoa não tem o ESPÍRITO SANTO (Rm 8.9), está sob o domínio de Satanás (At 26.18) e é escravo da carne com suas paixões (Ef 2.3). Pertence ao mundo, está em harmonia com ele (Tg 4.4) e rejeita as coisas do ESPÍRITO (2.14). A pessoa natural não consegue compreender a DEUS, nem os seus caminhos; pelo contrário, depende do raciocínio ou emoções humanas.

 

Quinta 1 Co 12.10 O dom de discernir os espíritos.

10 e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.

O Dom de Discernir espíritos funciona como uma bússola e é uma manifestação sobrenatural do ESPÍRITO SANTO que visa descobrir a origem de quem está inspirando uma mensagem, se DEUS, ou o Homem ou Satanás, ainda se seu comportamento está de acordo com a Palavra de DEUS.

 

Sexta Hb 4.12 A Palavra de DEUS é apta para discernir os pensamentos dos corações.

12 Porque a palavra de DEUS é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

A PALAVRA DE DEUS A palavra de DEUS mostra quem vai entrar no repouso de DEUS. Ela é uma espada cortante que penetra no mais íntimo do nosso ser para discernir se nossos pensamentos e motivos são espirituais ou não (vv. 12,13). Tem dois gumes e corta, ou para nos salvar ou para nos condenar à morte eterna (cf. Jo 6.63; 12.48).

Por isso, nossa atitude para com a palavra de DEUS deve ser achegar-nos a JESUS como nosso sumo sacerdote.

 

Sábado Hb 5.14 O discernimento do crente experiente. 14 Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.

DISCERNIR TANTO O BEM COMO O MAL. Quem é fraco e imaturo na fé não tem sensibilidade nem discernimento espiritual para perceber o que é bom e o que é mau nesta vida e aquilo que honra a DEUS e o que o desonra. O crente espiritualmente maduro, por outro lado, é aquele que tem seus sentidos espirituais treinados para distinguir claramente entre o bem e o mal mediante a prática constante da justiça e da obediência a DEUS e à sua Palavra. Este crente aprendeu a amar a justiça e a odiar a iniqüidade (ver 1.9), tendo uma mente renovada segundo os princípios da justiça (Rm 12.1,2). E, por ser capacitado pelo ESPÍRITO SANTO para ver as coisas do ponto de vista de DEUS, está apto a receber o alimento sólido da sua Palavra e crescer segundo a estatura completa de CRISTO (cf. Ef 4.13).

 

Sabemos que o homem natural, que não tem o ESPÍRITO, não distingue o certo do errado, o puro do impuro, o santo do profano. Mas o filho de DEUS, discerne bem entre o certo e o errado. Assim como Paulo, na era apostólica, levantou-se cheio de ousadia e repreendeu o espírito de adivinhação daquela jovem, da mesma maneira, Pedro, orientado pelo ESPÍRITO SANTO, foi sabedor das reais intenções de Ananias. É, portanto, desejo de DEUS que nós, cristãos da presente era, peçamos a Ele que capacite homens com o Seu poder e com o dom de discernimento dos espíritos, a fim de livrar nossas igrejas de heresias e movimentos que cercam o povo de DEUS.

 

SÍNTESE TEXTUAL: A necessidade do discernimento espiritual e do conhecimento das doutrinas bíblicas tem aumentado nesses dias devido ao crescimento das sutilezas de Satanás. Mas por outro lado, estamos advertidos por JESUS que disse:

"porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo

tenho predito." (Mt 24.24). Hoje, faz-se necessário o dom de discernir os espíritos que estão camuflados com doutrinas que parecem cristãs.

 

Nesta propomos um recurso que visa despertar seus alunos quanto as doutrinas que invadem nossas igrejas através das músicas que, cheias de sensacionalismos e emoções, arrebanham vidas. As músicas sempre defendem uma visão doutrinária, por isso, escreva trechos de músicas sacras e outras com teor duvidoso (músicas que colocam o arcanjo Miguel como maestro do coral de DEUS, ou outras que incitam pessoas a mergulharem numa aventura de fé, como alguns hinos denominados de guerra ou de adoração), em folhas de papel e dê aos alunos para eles analisarem a letra à luz da Bíblia. Conceda-lhes alguns minutos para debaterem entre si e depois conclua corrigindo as letras dos hinos e valorizando as músicas com letras doutrinárias.

 

COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO:

Aprendemos a precavermo-nos das sutilezas de Satanás e dos perigos à nossa volta. Há heresias, aberrações teológicas e doutrinas que parecem cristãs. Por meio do ensino dos falsos mestres é possível o cristão reconhecer a fonte, mas, às vezes, tais doutrinas são apresentadas de maneira sutil, tornando-se impossível o seu discernimento sem a ajuda do ESPÍRITO SANTO.

 

 

É função sacerdotal o discernimento:

Ez 44.23 E a meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão discernir entre o impuro e o puro.

É nosso dever como sacerdotes de DEUS na terra, assumirmos nosso papel de sal da terra e luz do mundo. Para isso precisamos enxergar pelo ESPÍRITO SANTO o que é de DEUS, o que é do homem e o que é de Satanás.

Devemos identificar o joio e não permitir que o mesmo mate o trigo, embora conviva com este.

 

 

 

I. DEFININDO OS TERMOS

1. Sinais e prodígios (v. 1). 

A palavra hebraica 'ôth, traduzida no texto, por "sinal" é termo genérico que significa: "marca, insígnia, indício, milagre, sinal miraculoso". Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. (Mateus 24:24 RC) a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, (2 Ts 2:9 RC)

"A contrafação será de tal modo semelhante à manifestação verdadeira, que será impossível distinguir entre ambos sem o auxílio das Escrituras Sagradas."

Nos dias de Moisés e Arão, com que propósito Satanás operou milagres?

Êxodo 7:10-13. A que perigo estão sujeitos aqueles cuja fé se baseia na manifestação de milagres?

10 Então, Moisés e Arão entraram a Faraó e fizeram assim como o SENHOR ordenara; e lançou Arão a sua vara diante de Faraó, e diante dos seus servos, e tornou-se em serpente. 11 E Faraó também chamou os sábios e encantadores; e os magos do Egito fizeram também o mesmo com os seus encantamentos. 12 Porque cada um lançou sua vara, e tornaram-se em serpentes; mas a vara de Arão tragou as varas deles. 13 Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito. (Êxodo 7:10-13 RC)

"O homem que torna a operação de milagres a prova de sua fé verificará que Satanás pode, por meio de uma variedade de enganos, efetuar prodígios que parecerão genuínos milagres. Ele esperou fazer disto um elemento de prova para os israelitas ao tempo de seu livramento do Egito."

Alguns motivos para sinais:

***Autenticar os mensageiros dessas revelações (1Rs 17:24; Jo 10:24-25; At 2:22; 14:3);

- Então a mulher disse a Elias: Nisto conheço agora que tu és homem de DEUS, e que a palavra do SENHOR na tua boca é verdade. (1 Reis 17:24)

- Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o CRISTO, dize-no-lo abertamente. Respondeu-lhes JESUS: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço, em nome de meu Pai, essas testificam de mim. (João 10:24-25).

- Homens israelitas, escutai estas palavras: A JESUS Nazareno, homem aprovado por DEUS entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que DEUS por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; (Atos 2:22)

- Detiveram-se, pois, muito tempo, falando ousadamente acerca do Senhor, o qual dava testemunho à palavra da sua graça, permitindo que por suas mãos se fizessem sinais e prodígios. (Atos 14:3)

***Fazer crer em CRISTO, o centro das revelações, E na Bíblia - Jo 20:31; At 5:12-14.

Estes, porém, foram escritos para que creiais que JESUS é o CRISTO, o Filho de DEUS, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome. (João 20:31)

E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de Salomão. Dos outros, porém, ninguém ousava ajuntar-se a eles; mas o povo tinha-os em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais. (Atos 5:12-14).

 

2. ESPÍRITO de adivinhação (v.16).

A palavra grega usada para "adivinhação" é python, nome de um dragão que, segundo a mitologia clássica, era guardião do templo de Apolo e do oráculo de Delfos na Grécia.

Em Atos 16:16-18, uma menina que tinha um espírito de adivinhação (ou, no jargão moderno, que era “psíquica”), só teve tais poderes porque foi possuída por um demônio. O apóstolo Paulo expulsou este demônio, no nome de JESUS CRISTO, e deixou a menina livre desta opressão sombria. Por que DEUS odeia adivinhação?

Porque é uma forma diabólica e desautorizada de revelação.

DEUS deu aos homens um guia perfeito, infalível, para a salvação, vida e conduta santa. Este guia é a Bíblia. “Toda Escritura é dada por inspiração de DEUS, e é útil para o ensino, para repreensão, para correção, para instrução na justiça; a fim de que o homem de DEUS seja perfeito, completamente capaz para realizar toda boa obra” (2 Tm. 3:16,17).

Também o ESPÍRITO SANTO -  Mas, quando vier aquele ESPÍRITO de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. João 16:13.

Quando as pessoas rejeitam, ignoram ou tentam alegorizar a Bíblia para incorporá-la em um paradigma oculto ou novo, eles estão afirmando sua independência de DEUS. Eles insultam a majestade de DEUS. Eles estão dizendo por suas ações: “A Bíblia é desnecessária;” ou, “A Bíblia não é adequada como regra de vida.” Elas estão dizendo: “Eu vou fazer do meu jeito. Eu não preciso de DEUS me dizendo o que crer ou como agir.” Os praticantes da adivinhação, quer eles tenham percebido ou não, estão aceitando a doutrina satânica da salvação e poder, buscando autonomia (independência) de DEUS (cf. Gn. 3:1-6; Jz. 21:25).

Satanás foi o primeiro adivinho da história. Quando Adão e Eva obedeceram a Satanás mais do que a DEUS, eles estavam buscando um atalho para alcançar poder e domínio. Adão e Eva rejeitaram o plano de DEUS, creram na palavra de Satanás e decidiram seguir seu padrão ético (cf. Gn. 3:1-6). O resultado da desobediência à palavra de DEUS é a morte (cf. Gn. 2:17), morte espiritual e escravidão ao pecado e a Satanás nesta vida; morte física, inferno e lago de fogo no futuro.

Quando as pessoas buscam a resposta para os problemas da vida por meio de adivinhos, eles só aumentam seus problemas.

É perfeitamente racional buscar meios de contornar os problemas da vida; mas fazer isto à parte da Palavra de DEUS é uma forma de idolatria e auto adoração. Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a DEUS e a Momom [i.e., as riquezas]... Mas buscai primeiro o reino de DEUS, e a sua justiça; e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt. 6:19-21,24,33).

Em vez da tagarelice tola e vã dos adivinhos, você tem que se submeter à Palavra de DEUS como seu projeto de vida.

Talvez você esteja se perguntando: “Por que eu preciso crer em JESUS CRISTO? A história de Seu nascimento virginal, crucificação e ressurreição não são mitos criados na época da igreja primitiva?” Absolutamente não! O apóstolo Pedro disse, “Não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor JESUS CRISTO seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares de sua majestade” (2 Pe. 1:16).

A adivinhação não o salvará. Ela o arrastará para a cova do inferno, “o lançará fora nas trevas exteriores: ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt. 8:12).

 

3. Discernimento.

A palavra grega para "discernimento" é diakrisis. Está completamente fora das possibilidades do homem natural compreender o ESPÍRITO, pois só quem tem a mente purificada pode fazê-lo. Porque o ESPÍRITO tomou posse do crente, em vez da mente natural, possui "a mente de CRISTO". "O homem que possui o ESPÍRITO compartilha do divino " (cf. 2Pe 1.4 ). Paulo fez uma afirmação ousada: "nós temos a mente de CRISTO", por essa razão, o homem espiritual não vê as coisas da perspectiva do mundo, mas do ponto de vista do seu Salvador.

 

 

 

II. AS ARMAS ESPIRITUAIS

1. O dom do ESPÍRITO SANTO. 

O dom de discernir os espíritos aparece logo após o dom de profecia (1 Co 12.10).

Dom de Discernimento de Espíritos (12.10). Trata-se de uma dotação especial dada pelo ESPÍRITO, para o portador do dom discernir e julgar corretamente as profecias e distinguir se uma mensagem provém do ESPÍRITO SANTO ou não (ver 14.29; 1Jo 4.1).

No fim dos tempos, quando os falsos mestres (ver Mt 24.5) e a distorção do cristianismo bíblico aumentarão muito (ver 1Tm 4.1), esse dom espiritual será extremamente importante para a igreja. Esse tempo já chegou.

 

Discernimento: Saber de onde vem e o que está operando numa pessoa.

Ex: JESUS: "E JESUS, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5)

Paulo:" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de JESUS CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18).

 

2. O discernimento apostólico (v. 18). 

Há duas maneiras para se discernir a fonte da mensagem ou dos milagres: pelo conteúdo doutrinário (Hb 5.14; 1 Jo 4.1) ou pela revelação do ESPÍRITO SANTO (At 5.1-5).

1 Co 12.4 Os dons são operações sobrenaturais do ESPÍRITO.

4 Há diversidade de dons, mas o ESPÍRITO é o mesmo.

12.1-6 DONS ESPIRITUAIS. Os termos que a Bíblia emprega para os dons espirituais descrevem a sua natureza.

(1) "Dons espirituais", (gr. pneumatika, derivado de pneuma, "espírito"). A expressão refere-se às manifestações sobrenaturais concedidas como dons da parte do ESPÍRITO SANTO, e que operam através dos crentes, para o seu bem comum (vv. 1,7; 14.1).

(2) "Dons" ou "dons da graça" (gr. charismata, derivado de charis, "graça"), indicam que os dons espirituais envolvem tanto a motivação interior da pessoa, como o poder para desempenhar o ministério referente ao dom (i.e., a capacitação dinâmica) recebido do ESPÍRITO SANTO.

Esses dons fortalecem espiritualmente o corpo de CRISTO e aqueles que necessitam de ajuda espiritual (v. 4; ver Rm 12.6; Ef 4.11; 1 Pe 4.10;).

 

 

 

III. AS ASTÚCIAS MALIGNAS

1. Uma mensagem embaraçosa (v. 17). 

A jovem estava possessa, tomada pelo espírito das trevas, logo, a mensagem não vinha de si mesma, mas do espírito que a oprimia. Dizia a Verdade, mas com fins malévolos. Ser reconhecida como parte da equipe de Paulo.

 

2. O termo "salvação" (v. 17). 

O texto não esclarece a que salvação o espírito imundo referia-se, considerando ser um termo comum entre os pagãos, mas cremos que falava mesmo sobre a salvação correta, pois o demônio nela sabia sobre o verdadeiro evangelho..

A legítima salvação:

Nossa salvação envolve primeiro, a morte de CRISTO por nós, segundo, CRISTO vivendo em nós (João 15:4; 17:26; Colossenses 1:27) e nós vivendo em CRISTO, unidos com Ele em Sua morte e ressurreição (Romanos 6:3-10; Colossenses 2:12, 20; 3:1). Esta união vital, que é sustentada pelo ESPÍRITO, do lado divino, e pela fé, do nosso lado, é formada através do nosso novo nascimento, e pressupõe uma aliança no sentido de nossa eleição eterna em CRISTO (Efésios 1:4-6).

 

3. Qual a intenção do espírito de adivinhação? 

O propósito diabólico era dizer a todos que a mensagem que Paulo e Silas pregavam seria a mesma da jovem adivinhadora.

ADIVINHAÇÃO: Arte de conhecer por meios sobrenaturais: A adivinhação é comum entre todos os povos em todos os tempos. A idéia é quase universal que certos deuses, ou certos espíritos, têm conhecimento, escondido aos homens, mas que. sob certas condições, esses. espíritos ficam prontos a revelar.

Refere-se a Bíblia a várias maneiras de adivinhar, por meio de:

a. Astromancia ou astrologia: Arte de adivinhar por meio dos astros, Is 47.13; 2 Rs 17.16; 21.3; 23.5; Dn 2.27. Os livros dos que seguiam artes mágicas (At. 19. 19) naturalmente incluíam os almanaques e as tábuas de astrologia. Entre as nações somente os judeus foram ensinados a não seguir artes mágicas nem temer aqueles que as exerciam. Is 44.25: Jr. 10.2.

b. Belomancia: Arte de adivinhar por meio de flechas. Depois de marcar as flechas, escolhiam uma, ou sacudiam todas até uma cair fora, de modo que satisfazia a informação ali ensejada. Ou ainda julgavam pela maneira de cair a flecha quando lançada para cima. "Pois o rei de Babilônia parará na encruzilhada,

para usar de adivinhações sacode as setas. . ." Ez 21.2I(R).

c. Hepatoscopia: Arte de adivinhar por meio de inspeção do fígado das vítimas, Ez 21. 2J. Cada parte do fígado tinha sua própria significação.

A idéia baseava-se em que o deus a quem. ofereciam o animal em sacrifício, revelasse. sua vontade pela forma que dera ao fígado, órgão que consideravam

como o centro da vida da vítima.

d. Hidromancia: Arte de adivinhar por meio de água. Deixava-se um objeto de ouro, de prata, ou uma pedra preciosa, cair em uma vasilha d’água. O movimento da água ou as figuras resultantes do movimento que resultavam, eram interpretadas por regras fixas. Ver Gn 44.5.

e. Necromancia: Arte de adivinhar por meio de evocação dos mortos, Dt 18. 11. Por meio de espíritos familiares, isto é, espíritos que se podem fazer aparecer por meio de esconjuros, invocações ou exorcismos, Is 8.19; Dt 18.11(R); 2 Rs 21.6(B); I Cr 10. 13(B): I Sm 28.3, 7, 8, 9(8); Is 19.3(B); 29. 4(B). Em vez de necromante é traduzido, também, pitão (F), ou na forma feminina, pitonisa (F).

f. Rabdomancia: Adivinhação por meio de varinha mágica. Os 4. 12.

g. Sonhos: Refere-se em Is 65.4 ao costume de adivinhar, dormindo junto às sepulturas; etc...

h- Sortilégio ...;

i- Terafim ...;

j- Filhos oferecidos em holocaustos; etc...

 

IV. DISCERNIMENTO

1. O falso e o verdadeiro (v.2). 

DEUS deu a Israel profetas legítimos, os quais falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO no AT e no NT. Dentre os principais estão Abraão, Moisés, Samuel, Natã, Elias, Eliseu, no AT. Barnabé, Ágabo (Atos 21:10-12), Judas e Silas (At 15:32) e outros como está registrado em Ef 4:11, no NT..

 

2. A necessidade do discernimento. 

Já vimos em lições anteriores a possibilidade de manifestações sobrenaturais por meio de homens não comprometidos com a verdade. 

MILAGRE: Sucesso que se não explica por causas naturais: propriamente obra de DEUS, Êx 7.3,4; At 10.38. contudo os milagres são feitos, às vezes, por poderes maus: Mt 24.24; 2 Ts 2.9; Ap 13.14; 16.14.: Empregam-se vários outros vocábulos para exprimir a idéia de milagres: prodígios, maravilhas, sinais, poderes miraculosos.

Alguns têm caráter profético e pressagioso, predizendo grandes juízos: as pragas sobre o Egito, Êx 3.20; prodígios no céu, At 2.19. Outros são grandes e poderosos, Mt 13.54; Mc 6.14; At 6.8; 8.6,13; 2 Co 12.12.

Milagres extraordinários. At 19. 11. Ainda outros tinham significação teológica, servindo como "sinais", Jo 2.11; 4.54. 11 Não todos os grandes servos de DEUS faziam milagres: Jo 10.41; 1 Co 12.10,29. As curas eram milagrosas, At 4.22. Havia quatro períodos quando DEUS operava maior número de milagres:

1) Quando 'formava a nação de Israel, sob Moisés e Josué.

2) Sob Elias e Eliseu, quando o culto a Baal ameaçava destruir toda a adoração a DEUS.

3) No tempo de Daniel.

4) Ao estabelecer a Igreja. no tempo de CRISTO e os apóstolos. Mas não foi porque DEUS não quisesse que os milagres continuassem ininterruptamente; antes foi porque o povo não mais atentava para a voz do Senhor. Ver 1 Sm 3; etc. As Escrituras não ensinam que milagres cessariam com os apóstolos, mas sim que permaneceriam até que viesse o que é perfeito, 1 Co 13.10, isso só se dará quando formos arrebatados. Tanto os sinais como a salvação pertencem à promessa de Mc 16.16, 17. Milagres, prodígios e sinais são para a confirmação da Palavra, At 2.22; Hb 2.4. E nunca houve maior necessidade, de confirmação do que há atualmente. CRISTO operava milagres, movido de compaixão, Mt 9.36. Ele, portanto, atende aos necessitados hoje, porque Ele, é o mesmo, Hb 13.8. 11. JESUS curava toda sorte de doenças e enfermidades, em toda parte, e fazia muitos outros sinais que não estão registrados nas Escrituras. Mt 4.23, 24; 8.16; 9.35; 10.8; 14.14; 5.30;21.14; Jo 20.30.

 

CONCLUSÃO:

É dever do cristão não se levar pela manifestação de sinais sobrenaturais sem antes ter certeza de sua origem.

 

AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Apologético

"O momento é de alerta"

O momento atual da Igreja de JESUS CRISTO impõe urgência ao tratar as doutrinas fundamentais da Bíblia Sagrada como prioridade inegociável. É preciso escrevê-las, discuti-las, ensiná-las com mais profundidade e dedicação para que possam ser aprendidas, lembradas, divulgadas como tarefa sine qua non da igreja. No passado, gastávamos muito tempo falando mais de costumes do que de doutrina. Hoje, infelizmente, não falamos nem de uma coisa nem de outra. Muitos de nossos púlpitos estão indefinidos porque cederam à tentação dos avivamentos coreográficos, da exibição dos grandes números e da cultura imediatista, as quais flagelam os que procuram seriedade no servir a DEUS. Algumas igrejas, por causa disso, tornaram-se patrocinadoras de espetáculos e locais onde o ego humano é 'massageado', com o nítido objetivo de crescimento rápido e vantajoso. Resultado: vulnerabilidade doutrinária e frenesi pelas novidades (At 17.21).

Com a falta de ensino bíblico em muitos de nossos púlpitos, criou-se no povo um fascínio desesperadamente ambicioso pela experiência, que acabou se tornando a pedra de toque da vida da esmagadora maioria dos crentes pentecostais. As profecias, sem nenhum ensino, acabaram tomando o primeiro lugar na preferência da maioria dos nossos cultos, valendo, para muitos, mais uma profecia do que um ensino bíblico.

Não esqueçamos que o nascedouro de heresias é sempre a ausência de estudo bíblico sistemático. Ademais, o povo de DEUS precisa ter conhecimento das doutrinas cardeais das Sagradas Escrituras para poder se defender das heresias.

Precisamos, portanto, e com muita urgência, fazer uma nova leitura das necessidades reais do nosso povo e da sociedade ao nosso redor e pensar num meio

de tornar as Boas Novas do Evangelho mais convincentes para o homem atual". (LIMA, Paulo César. O que está por trás do G-12. Rio de Janeiro : CPAD, 2000. p.30-31.)

 

Ajuda de www.cpad.com.br bíblias. livros e revistas.

Copyright © Brian Schwertley, Lansing, Michigan, 1998.

ATOS - EDITORA MUNDO CRISTÃO

 

Lição 3 - Dons de Revelação

LIÇÕES BÍBLICAS - 2º Trimestre de 2014 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário
Comentário: Pr. Elinaldo Renovato de Lima

 

 

TEXTO ÁUREO

"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação (I Co 14,26).

 

VERDADE PRATICA

Os dons de revelação divina são indispensáveis à igreja da atualidade, pois vivemos em um tempo marcado pelo engano.

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 1 Coríntios 12.8,10; Atos 6.8-10; Daniel 2.19-22

1 Coríntios 12 - 8 - Porque a um, pelo ESPÍRITO, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo ESPÍRITO, a palavra da ciência; 10 - e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.

Atos 6 - 8 - E Estêvão, cheio de fé e de poder; fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.

9 - E levantaram-se alguns que eram da sinagoga chamada dos Libertos, e dos cireneus, e dos alexandrinos, e dos que eram da Cilicia e da Ásia, e disputavam com Estêvão. 10 - E não podiam resistir à sabedoria e ao ESPÍRITO com que falava.

Daniel 2 - 19 - Então foi revelado o segredo a Daniel numa visão de noite; e Daniel louvou o DEUS do céu. 20 - Falou Daniel e disse: Seja bendito o nome de DEUS para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força; 21 - ele muda os tempos e as horas; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos inteligentes. 22 - Ele revela o profundo e o escondido e conhece o que está em trevas; e com ele mora a luz.

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS DONS - 1 Co 12

DONS DE REVELAÇÃO 

DONS DE PODER  

DONS DE ELOCUÇÃO

Palavra da sabedoria

Fé 

Profecia

Palavra do conhecimento 

Curar 

Variedade de línguas

Discernimento de espíritos

Operação de milagres  

Interpretação de línguas

Extraído de Nos Domínios do ESPÍRITO, CPAD p. 131.

 

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

SOUZA, Estevam Ângelo de. Nos Domínios do ESPÍRITO. 2. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1987.

HORTON, Stanley M. A Doutrina do ESPÍRITO SANTO no Antigo e Novo Testamento. 12. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.

SAIBA MAIS pela Revista Ensinador Cristão CPAD, n° 58, p.37.

 

Meus comentários - Ev. Henrique

Atos 16.16-24

16 - E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. 17 - Esta, seguindo a Paulo e a nós, c/amava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do DEUS Altíssimo. 18 - E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu.

 

Fruto do ESPÍRITO X Batismo No ESPÍRITO X Línguas faladas no batismo X Dons do ESPÍRITO

Fruto do ESPÍRITO - O fruto é implantado no crente no momento de sua conversão e o recebemos pela graça de DEUS e sem merecimento - Pegue uma laranja com nove gomos como exemplo - No momento da conversão se recebe a laranja para que bebamos dos nove gomos em nossa caminhada cristão. Podemos beber muito de um gomo e de outro não, mas seguramente beberemos de todos, pelo menos um pouco de cada. Se bebermos muito do primeiro que é o amor, seguramente beberemos muito de todos os outros.


Batismo No ESPÍRITO - Quanto ao batismo recebemos pela graça de DEUS e sem merecimento. JESUS quer batizar-nos desde o momento de nossa conversão, assim como o fruto nos foi implantado desde esse momento. O ESPÍRITO SANTO já estará habitando em nós a partir daí - O problema é deixarmos que o ESPÍRITO SANTO fale através de nossa língua (membro difícil de ser domado) - Devemos permitir que o ESPÍRITO SANTO controle nosso ser, nosso eu, que ELE nos use para ganharmos almas; só assim poderemos ser revestidos de poder para sermos testemunhas de CRISTO. Só podemos confirmar se alguém recebe o Batismo o ESPÍRITO SANTO quando este fala em línguas espirituais (At 2.4-8; 10.45; At 19.6; 1 Co 14.18, etc...)
 

Línguas faladas no batismo - Quanto às línguas faladas no batismo são para o crente orar em línguas durante toda sua vida. Essa linguagem é para se falar diretamente com DEUS (1 Co 14.2), é para edificação do crente (1 Co 14.4; Jd 1.20), é para orar com perfeição (Rm 8.26).

Atenção - Não é dom do ESPÍRITO SANTO arrolado em 1 Coríntios 12.8-10 o falar em línguas diariamente na língua em que se foi batizado.

No dom do ESPÍRITO SANTO chamado "Dom de Línguas" ou Variedade de Línguas, o crente fala diversas línguas e não somente a linguagem do batismo (4 tipos de línguas).

 

Dons do ESPÍRITO - Quanto aos dons, recebemos pela graça de DEUS e sem merecimento, à medida que acreditamos na ação sobrenatural do ESPÍRITO SANTO e nos dispomos a ser Seu canal de poder para operação de seus dons. Temos que desejar os dons, ter fé que são para nós e abundar neles (1 Co 14.12). Temos que dar a vida pelos outros. Ser usado em dons significa ser criticado, odiado, perseguido e tudo isso por causa dos outros. Para que possamos ser usados nos dons temos que amar aos outros como a nós mesmos e sacrificarmos nossa vida por eles. Jejuar, orar e estudar muito.

 

INTRODUÇÃO

"Porque os dons e a vocação de DEUS são sem arrependimento" (Rm 11.29).

Estamos em plena crise de dons na igreja - enquanto uns pouquíssimos são usados em vários dons, a grande maioria da igreja nem mesmo sabe diferenciar entre um dom e outro. A bíblia afirma: "Todos podeis profetizar...", mas a realidade é que quase nenhum profetiza.

"Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados." - Paulo, (I Coríntios, 14:31).

 

Os dons são concedidos pelo nosso desejo em dar espaço ao ESPÍRITO SANTO de agir em nossa vida e trabalho na obra de DEUS.

A vontade de DEUS não exclui de modo algum o desejar por parte do crente estes dons, de fato Paulo diz várias vezes para ambicionar os dons espirituais: "Desejai ardentemente os maiores dons" (1 Cor. 12:31), "procurai abundar neles, para edificação da igreja" (1 Cor. 14:12), diz Paulo. Estes dons devem ser objeto de busca por parte de todos nós, ninguém está excluído. Não há uma categoria de crentes que está excluída desta busca. Todos devem estar envolvidos nela. Quem não os deseja na realidade não quer que a Igreja seja edificada pela manifestação do ESPÍRITO. Ele não quer que a Igreja de hoje seja edificada por meio dos dons, como o era a igreja antiga. 

 

Discernimento de espíritos:

Saber de onde vem e o que está operando numa pessoa. JESUS enxergava a fé dentro das pessoas. Tem a ver com a onipotência de DEUS (Aqui se expulsa demônios e se vence forças e idéias malignas). Paulo enxergou um demônio falando a verdade a seu respeito, mas com o intuito de ganhar crédito para suas adivinhações.

 

Exemplo:

JESUS:

"E JESUS, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Filho, perdoados são os teus pecados."(Mc 2:5).

 

Exemplo em Atos dos apóstolos:

Paulo e a pitonisa:

" E fazia isto por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Eu te ordeno em nome de JESUS CRISTO que saias dela. E na mesma hora saiu."(At 16:18).

 

Para julgar profecias esse dom é imprescindível.

1Co 14.26 - "E falem dois ou três profetas, e os outros julguem".
O julgamento de manifestações espirituais é uma ordenança bíblica. O apóstolo João escreveu: "Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de DEUS, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo"(1Jo 4.1). O discernimento é uma necessidade para a igreja dos dias atuais, pois há um verdadeiro bombardeio de modismos doutrinários, heresias e misticismos antibíblicos. Em meio a essa confusão da espiritualidade pós-moderna, a "profecia", ou melhor, a profetada é um dos meios em que muitas heresias têm sido geradas.

Como saber se determinada manifestação espiritual vem do ESPÍRITO de DEUS, do espírito humano ou de Satanás? Somente com o discernimento dado pelo ESPÍRITO SANTO.

 

Esse dom também tem a ver com o discernimento para se distinguir a fonte do falar em línguas espirituais (ou estranhas).

- se aquele que fala em línguas está falando na carne (fingindo ser batizado, ou aquele que aprendeu a repetir palavras como se fossem em línguas espirituais),

- se aquele que fala em línguas está falando de DEUS (foi realmente batizado)

- ou se fala imitações de Satanás, através de demônios que imitam o falar em línguas verdadeiro.

 

A própria pregação e/ou ensino deve ser ouvida e julgada para se discernir entre a pregação/ensino que vem de DEUS ou a que vem do homem ou a que vem do Diabo.

 

Mediante este dom o ESPÍRITO SANTO capacita o crente de discernir a presença de espíritos malignos em pessoas ou próximo de pessoas ou ver os espíritos enquanto operam malvadamente. Existem espíritos de vários gêneros, isto é, ocupados a fazer várias formas de mal. Existem espíritos que provocam mudez e surdez como aquele expulso por JESUS, daquele menino epiléptico. De fato JESUS lhe disse: "ESPÍRITO mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele" (Mar. 9:25). De modo que nestes casos para que a cura se faça é necessário discernir o espírito ou os espíritos que provocam as doenças para depois expulsá-lo(s) em nome de JESUS CRISTO. Existem espíritos enganadores que estão ocupados a enganar; Paulo diz de fato que em dias vindouros "alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores…." (1 Tim. 4:1). Destes espíritos existem já muitos no seio do povo de DEUS; mediante eles toda a sorte de falsa doutrina é ensinada a certos crentes. Existem espíritos que fazem sinais e prodígios; João viu alguns deles em visão: "E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta, vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do DEUS Todo-Poderoso" (Ap. 16:13-14).
  

COMENTÁRIO/INTRODUÇÃO

Os dons de revelação constituem parte da revelação de DEUS, concedida ao homem salvo, para que, por eles, a “multiforme sabedoria” divina seja manifestada no meio da Igreja, e os crentes em JESUS sejam protegidos das sutilezas do Adversário e das maquinações humanas contra a fé cristã.

Sem a presença física de CRISTO, após sua Ascensão aos céus, os salvos, reunidos em igrejas locais, precisam, de maneira indispensável, dos dons espirituais, tanto para cumprirem a Missão confiada por CRISTO, quanto para lutar e vencer “as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais” (Ef 6.12). Sem eles, a igreja local não passa de uma comunidade humana, uma associação religiosa, como um “vale de ossos”, transformados em corpos com tecidos humanos, mas sem vida. Tem estruturas humanas, ministeriais, denominacionais, intelectuais, políticas e administrativas, mas não tem o poder de DEUS em sua vida institucional. Os dons espirituais propiciam a provisão divina para a igreja cumprir a sua missão, concedida por CRISTO, de proclamar o evangelho por todo o mundo e a toda a criatura.

Dentre esses, os chamados “dons de revelação” aparecem como categoria de grande valor e necessidade, no meio das igrejas locais. No tempo de Paulo, havia confusões, mistificações doutrinárias, ensinos heréticos e tantos outros tipos de informações, que chegavam aos ouvidos dos crentes, que muitos se desviaram, iludidos pelos “ventos de doutrina” (Ef 4.14). O gnosticismo ameaçava a integridade da fé cristã. Os judaizantes queriam impor seus ensinos legalistas e ultrapassados. A igreja precisava de recursos espirituais sobrenaturais para não ser esmagada pelas heresias, muitas delas travestidas de verdades absolutas. Só a revelação de DEUS, manifestada de forma incisiva, poderia evitar a derrocada do cristianismo.

E, nos dias presentes, será que não há necessidade da revelação especial de DEUS, através de sua palavra e de dons ou carismas que façam a diferença, para que os cristãos saibam discernir o “joio do trigo”? Certamente hoje, mais do que nunca, a igreja de JESUS, em toda a parte, necessita desses recursos. Os dons de revelação podem identificar a origem, os meios e os propósitos de muitas falsas doutrinas que surgem a cada dia, no meio evangélico. Pela revelação sobrenatural, pode-se desmascarar os falsos pastores, os “obreiros fraudulentos”, “de torpe ganância”.

Elinaldo Renovato. Dons espirituais & Ministeriais Servindo a DEUS e aos homens com poder extraordinário. Editora CPAD. pag. 31-32.

  

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DISCERNIMENTO ESPIRITUAL
Posto que a guerra espiritual é justamente isso: espiritual, deve ser entendida com uma mente espiritual. Em nosso estado natural de pecado, nós não podemos entender as coisas espirituais:
“Ora, o homem natural não aceita as coisas do ESPÍRITO de DEUS, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Coríntios 2.14).
É necessário usar o “discernimento espiritual” para entender as coisas espirituais. Talvez um dos melhores exemplos de discernimento natural e espiritual está registrado em 2 Reis capítulo 6, que registra a história de uma batalha natural na qual as tropas da nação inimiga da Síria haviam rodeado um pequeno povo chamado Dotã onde o profeta Eliseu estava. Quando o servo de Eliseu, Geazi, viu o grande exército do inimigo, ele teve medo. Eliseu orou para que DEUS abrisse os olhos espirituais de Geazi para que ele pudesse ver as hostes espirituais que o rodeavam e os protegiam. Nesta ocasião, DEUS abriu os olhos espirituais de Geazi e lhe permitiu ver visivelmente as forças superiores de DEUS listadas para a batalha.
A história desta batalha em Dotã é semelhante às condições espirituais na Igreja. Há alguns, como Eliseu, que vêem claramente dentro do reino espiritual. Eles sabem que há um conflito que está ocorrendo, têm identificado o inimigo e reconhecido as grandes forças de DEUS que asseguram a vitória. Há outros como Geazi, que com um pouco de encorajamento, serão capazes de abrir seus olhos espirituais e não serão mais temerosos ou derrotados pelo inimigo. Porém, tristemente, há muitas pessoas que, como aqueles na cidade de Dota, estão dormindo espiritualmente. Eles não sabem inclusive que o inimigo os tem rodeado e está posicionado para ao ataque.

 

Todos os crentes são chamados a “provar os espíritos” (1 João 4.1). “Provar” significa “testar” os espíritos. Se provar os espíritos isso não significa que estás atuando com incredulidade. Se os espíritos são de DEUS passarão pela prova!


DETECTANDO A PRESENÇA DEMONÍACA
Para derrotar os poderes demoníacos é importante ser capaz de reconhecer sua presença e táticas. O ESPÍRITO SANTO está provido de um dom espiritual especial para este propósito. Este dom é chamado “discernimento de espíritos” (1 Coríntios 12.10).
Discernir significa “descobrir, revisar, fazer uma distinção entre”. O dom de discernimento de espíritos capacita o crente para discernir os espíritos que estão operando nas pessoas. Ele permite descobrir, revelar, e identificar espíritos malignos.
O dom de discernimento de espíritos é muito importante na hora de tratar com poderes demoníacos. Capacita imediatamente a discernir se uma pessoa tem um espírito maligno operando através ou mediante ela. Evita o engano de irmãos de
espíritos mentirosos, os enganadores. As pessoas com este dom podem reconhecer as táticas malignas e os motivos dos poderes demoníacos.
Por exemplo, algumas surdez e mudez (segundo registro bíblico) podem ser causadas por um espírito ou pode ser o resultado de um acidente ou de enfermidade. O discernimento te permitirá determinar a causa por traz da situação e permitirá o exercício de um ministério específico.
Não são todos os crentes que têm este dom espiritual especial de discernir espíritos. Se um crente não tem este dom existem sinais da presença demoníaca que podem ser observados.

Quando a mulher Ciro fenícia veio a JESUS com o pedido que JESUS expulsasse um espírito imundo de sua filha, ela disse “minha filha está gravemente atormentada por um demônio” (Mateus 15:22). ¿ Como ela entendeu isto? Logo, foi pelos sintomas. A detecção é simplesmente observar o que os espíritos demoníacos fazem a uma pessoa.
Aqui há alguns sintomas de atividades demoníacas:
Indução demoníaca: É reconhecida por um controle incomum pelos demônios. Tal pessoa pode interessar-se pelas práticas ocultas, constantemente atribuindo tudo a Satanás e aos demônios, ou estar mais preocupada com o estudo dos demônios e Satanás.


Opressão demoníaca: Pode ser reconhecida pelos seguintes sinais:
1.Uma atadura física: A “filha de Abraão” a quem JESUS aliviou de um espírito de enfermidade estava atada fisicamente. Ver Lucas 13.10-17. Enfermidade crônica pode ser opressão demoníaca. Nem toda enfermidade é causada por poderes demoníacos. Algumas enfermidades são causadas por uma violação das leis naturais, tais como não comer apropriadamente, o beber água em más condições... Algumas enfermidades são também correção. Um rei na Bíblia que não deu a glória a DEUS foi ferido com enfermidade intestinal e morreu!
2.Opressão mental: Distúrbios na mente nos pensamentos tal como tormento mental, confusão, dúvida, perda de memória etc. Falta de descanso, falta de habilidade para raciocinar e escutar os outros; problemas de fala e timidez podem manifestar.

3. Nem todos os problemas mentais são causados por Satanás. Desalento, depressão, desorientação podem ser causadas por alergias a certas comidas ou um balanço químico inapropriado no cérebro. DEUS é capaz de sarar os problemas mentais e…
4. Problemas espirituais: dificuldades extremas em vencer o pecado, incluindo hábitos pecaminosos. Rejeição de soluções espirituais aos problemas. Qualquer tipo de erro doutrinal, incluindo o jugo a objetos e a literatura de cultos.
5.Circunstancias: Os demônios podem criar circunstancias difíceis que são opressoras. Tais circunstâncias usualmente envolvem confusão e podem imediatamente ser identificadas como demoníacas porque DEUS não é o autor de confusão (1 Coríntios 14.33; Tiago 3.16).


Possessão demoníaca: pode ser reconhecida pelos seguintes sinais:
1.Habitação de um espírito imundo: Isto é demonstrado por uma moral básica de impureza. Pode incluir o desejo de andar sem roupa. Para exemplos ver Marcos 5.2 e Lucas 8.27.
2. Força física incomum: Uma pessoa mostra força além da capacidade normal. Por exemplos ver Marcos 5.3 e Lucas 8.29.
3.Ataques de ira: estes ataques podem vir acompanhados de espuma na boca. Ver Marcos 9.14-29 e Lucas 8.26-39.
4.Resistência as coisas espirituais: Nos registros de Marcos 6.7 e 1.21-28, os demônios conheciam a JESUS, apenas o viram e lhe pediram que os deixassem em paz. O temor do nome de JESUS, a oração e a Palavra e a blasfêmia contra o que é espiritual são sintomas da possessão demoníaca. Blasfêmia excessiva pode ser notada, características físicas transformadas e abruptas mudanças de comportamentos quando se menciona coisas espirituais.
5.Mudanças na personalidade e na voz: Uma pessoa que é normalmente tímida pode apresentar-se agressiva ou violenta. Ações a semelhança da aparência, podem também ser afetada. O caráter moral e a inteligência podem mudar. A voz pode ser alterada. Ver Marcos 5.9.
6.Acompanhamento de aflições físicas: Em casos de possessão demoníaca, estas parecem ser mais comumente aflições do sistema mental e nervoso. (Ver Mateus 9.33; 12.22; Marcos 5.4-5). Pode também incluir uma convulsão. (Ver Marcos 9.14-29).
7.Dano físico autoflagelo: Em Mateus 17.14-21 está a história do filho de um homem que se lançava a no fogo. Em Lucas 8.26-39 este homem possuído por um demônio se cortava com pedras para autoprovocar danos físico.
8.Angústia terrível: Lucas 8.28 relata de um homem que morava nos sepulcros devido aos tormentos tremendos internos causados pela possessão.
9.Incapacidade para a vida normal: Este homem não podia viver na sociedade por isso que vivia nas tumbas do cemitério. Ver Lucas 8.27.
10.Mediante métodos não bíblicos, a habilidade de predizer o futuro e descobrir o que é desconhecido: A mulher em Atos 16.16 que se dizia estar “possuída” por um espírito de adivinhação.
Os quadros seguintes também podem indicar indução, opressão e possessão demoníaca:
1. Obsessiva imoralidade como envolvimento com pornografia, adultério, fornicação, masturbação, homossexualidade, e outros pecados sexuais. Forte compulsão, desordem alimentar, suicídio, autoflagelação, mutilação e assassinato.
2. Uso das drogas e do álcool.
3. Transes, visões, e meditação que não está de acordo com a verdade de DEUS.
4. Emoções tais como medo, ansiedade, depressão, ódio, ira, enfado, orgulho, amargura, negativismo, e crítica.


CONTRA ESTRATÉGIAS PARA LIDAR COM OS DEMONIOS
Aqui estão algumas contra estratégias espirituais para tratar com os poderes demoníacos.


PREPARAÇÃO PRELIMINAR PARA TI:
A fé vem pelo ouvir a Palavra de DEUS, a palavra específica, “rema”. Começa por edificar a fé em teu próprio coração, lendo o Novo Testamento com uma nova atitude:

- Qualquer coisa que JESUS disse a Seus seguidores que fizessem, comesse a fazer.

- Qualquer coisa que disse que falassem, comesse a falar.

- Se Ele disse que poderiam liberar aqueles afligidos por Satanás, espera então vê-los liberados, creia.

- Se Ele disse para expulsar demônios, então faça em Seu nome e espera que te obedeçam.

Deixa de lado todos os ensinamentos dos homens e as experiências pessoais que já teve. Aceita que o Novo Testamento significa exatamente o que diz. O aceite como verdadeiro e atual e seja um embaixador de CRISTO (2 Coríntios 5.20). Um embaixador nunca dúvida do que diz o país que representa e guardará sua palavra.

Antes de ministrar libertação lembre-se que o poder e a autoridade para a libertação vêm de DEUS. É bom estar em contato com ele! Alguns demônios só saem com jejum e oração. Isaías 58 ensina que DEUS honra aquele que se concentra em ministrar às necessidades dos outros.

PREPARAÇÃO PRELIMINAR PARA OUTROS:
Quando há possibilidade de uma equipe de crentes, se deve utilizar para atar e expulsar demônios. JESUS enviou Seus discípulos em pares para este ministério:
“E chamou a si os doze, e começou a enviá-los a dois e dois, e dava-lhes poder sobre os espíritos imundos;” (Marcos 6:7).
Isto não significa que não podes ministrar sozinho a um afetado pelo demônio quando te encontras com um, pois há poder na unidade da oração com outros irmãos. Posto que o poder venha da unidade, daqueles que se unem neste ministério de libertação, porem devem estar similarmente preparados com jejum e oração.

Em casos de opressão condução (tais como depressão, enfermidades causadas por demônios etc.) prepara a pessoa que está por receber o ministério. Eles necessitam ter sua fé edificada sobre a palavra “rema” de DEUS acerca da libertação (isto pode não ser possível nos casos de possessão).

Se você orar pelo afetado por demônio sem a preparação adequada, é como animar aos não crentes a aceitar a JESUS como Salvador sem saberem quem é Ele. Reconhecer seus pecados é necessário para a salvação. Ao compartilhar o Evangelho um ganhador de almas sábio não pressiona por uma decisão rapidamente. Existe um ministério prévio a ser realizado. Instruções adequadas devem ser dadas.

É certo que algumas vezes, DEUS liberta sem estas instruções ao afetado. Mas ao ministrar libertação deves usar cada canal prescrito na Palavra de DEUS para ver a obra completa. Às vezes um dos canais para o poder libertador de DEUS vem apenas por escutar a Palavra, de tal maneira que a instrução é importante. JESUS combinou palavra e ensinamento com saúde e libertação e instruiu a Seus seguidores a fazer o mesmo.


O LUGAR PARA MINISTRAR:
A ministração de libertação àqueles afetados por poderes demoníacos pode ser feita durante uma parte regular dos trabalhos da igreja ou não. Tal ministério não necessita estar confinado somente a seções privadas. Este é um ministério válido da igreja.

JESUS ministrou aos possuídos de demônios como parte regular do serviço (Marcos 1.21-25). Não é necessário esperar que haja um serviço regular para tratar com os poderes demoníacos. JESUS tratou de libertação qualquer momento quando encontrava os demônios.


O TEMPO PARA MINISTRAR: Quando estás pronto para ministrar libertação...
1. Começa com adoração e louvor: entramos em Sua presença (onde há libertação e vida) mediante a adoração louvor. Liberação pode vir mediante o louvor e a adoração, inclusive sem ministrar mediante a oração porque DEUS habita entre os louvores de Seu povo. Quando louvamos, Ele está presente para sarar e libertar.
2. Crie um ambiente de fé: começa fazendo isto e quando ministrar a palavra sobre libertação, também podes necessitar tomar uns passos adicionais para criar um ambiente de fé. A incredulidade impede a ação o poder, inclusive o ministério de JESUS em Nazaré, algumas vezes JESUS afastou os incrédulos quando ministrava (Marcos 5.35-40). Algumas vezes guiou as pessoas fora de suas vilas (um ambiente de incredulidade) tendo em vista a ministrar (Marcos 8.23).
3.Orar primeiro: pedir por discernimento e sabedoria antes que comeces a ministrar liberação. Durante a oração, DEUS pode revelar-te:
4.Uma palavra de conhecimento: fatos específicos e informações sobre uma pessoa e condições de maneira que saberás como orar. Uma “palavra de conhecimento” pode incluir uma profunda sensação de conhecimento, uma certeza em teu espírito, pensamentos, palavras e sentimentos. A palavra de conhecimento pode revelar o que a enfermidade é o por que a pessoa está nesta condição.
5.Um Versículo das Escrituras: A palavra “rema” para esta situação, condição da pessoa ou grupo.
6. Uma visão: imagens em sua mente relacionadas com quem está ministrando.
7. Palavras de fé: palavras especiais de alimento e fé especificamente para o indivíduo.
8.Uma unção especial: um derramamento repentino de poder, que será sentido como um calor, uma confiança sobrenatural.
9.Conduzir uma entrevista breve: isto não é requerido. É opcional e só deve ser feito com a direção de DEUS. DEUS pode te dar palavras específicas de sabedoria sobre a condição da pessoa e não ser necessário entrevista-la. Pelo que se DEUS não te revela sobrenaturalmente algo, não deves usar a entrevista para isto (o diabo é mentiroso). JESUS usou tanto os métodos naturais como os sobrenaturais.

Em ocasiões discerniu a condição das pessoas pelo ESPÍRITO SANTO. Em outra lhes perguntou o que queriam e quanto tempo haviam estado afetados, porem sempre na dispensação do ESPÍRITO SANTO (autoridade). Uma entrevista te ajuda a ganhar informações de tal maneira que podes orar mais especificamente. Também te ajuda a determinar se a pessoa necessita de instruções adicionais antes da oração. JESUS com frequência fazia isto. Perguntou as pessoas com relação a sua fé e logo tratou com as forças negativas da incredulidade antes de ministrar-lhes.

 

Estude os seguintes exemplos:

- Marcos 5.1-20: JESUS pergunta ao homem endemoniado.

- Marcos 8.22-26: perguntando ao homem cego.

- Marcos 9.14-27: um menino com um espírito maligno.

- Marcos 10:46-52: perguntando ao cego Bartimeu.

 Pergunta a pessoa “Qual é o problema?”. Perguntar o motivo de oração é importante. JESUS libertou a muitos que vieram a Ele sabendo quais eram suas necessidades. Ele pedia a eles mesmos um ato de fé que pode por em movimento o processo de cura (Tiago 5.14-15). Pede uma declaração específica de fé. Só necessita de atos breves. Não necessitas da historia completa ou uma história de vida.
Não trate de canalizar as informações que se Da. Tua função é ministrar libertação. Somente alguns casos únicos pedem privacidade e maior quantidade de tempo para aconselhamento com um conselheiro. Tem conselheiros disponíveis para este propósito.
Quando estás ministrando a uma multidão, é melhor treinar os outros para ministrar contigo e não fazer toda ministração sozinho. JESUS falou que estes sinais seguiriam aos que creem. A obra do ministério havia de ser mediante o corpo, e não mediante um dos crentes ou evangelista.
1.Determine qual o problema específico: usa as informações da entrevista e a sabedoria que DEUS te tem dado para discernir se o problema está:
No reino espiritual: problemas relacionados com o pecado. Isto requer um ministério de santidade espiritual (salvação, arrependimento e perdão de pecados).
No reino físico: enfermidade corporal provocada por espíritos demoníacos de enfermidade.
No reino emocional: problemas relacionados com a ansiedade, temor, enjôos, amargura, ressentimento, culpa, duvida, fracasso, ciúmes, orgulho, confusão, frustração, perfeccionismo, falta de perdão, traumas.
A maior barreira para sanidade emocional é a falta de perdão, de tal maneira que a sanidade emocional inclui a sanidade de relações sociais (conjugal, financeira, profissional, filial, paternal, maternal…)
Somos chamados a serem ministros de reconciliações (2 Coríntios 5.18-21). Reconciliações tanto com DEUS como com o próximo, e aqui é onde a cura emocional, mental, ou interior entra em cena.
Pode necessitar instruir a pessoa o perdão. Isto Não é:

- Justificar os erros que alguém tenha cometido.

- Negar que fomos errados primeiro.

- Aceitar com restrição o que te foi feito.

- Esperar por “tempo” para sarar a ferida.


O verdadeiro perdão vem por:
- Reconhecer que o que nos foi feito, é resultado de homens pecaminosos em um mundo pecaminoso.
- Confessar a ferida a DEUS e pedir a Ele que sare as emoções feridas (por exemplo, ódio, amargura, etc.). Pedir que nunca duvidasse do fato do incidente o que necessitas é da cura das emoções errôneas relacionadas com o fato.

- Pedir a DEUS que te ajude a perdoar aos outros involuntariamente, logo perdoar como CRISTO te perdoa. Reconhecer que DEUS estende o perdão a ti na medida em que perdoas aos outros.
- Reconhecer o pecado que causa culpa e emoções pecaminosas, confessá-las a DEUS e arrepender-se. Pedir-lhe, que perdoe teu pecado e sare tuas emoções.
- Reconhecer quando DEUS perdoa e não duvidar.
- Clamar 1 João 1.8-9 e Romanos 8.1.
- Por um ato de tua própria voluntariedade, libera a ti mesmo da condenação. Controla os patrões futuros de pensamento despojando-se de “vans imaginações” e “esquecendo aquelas coisas do passado”.


Reino mental: problemas relacionados com o pensamento negativo, ataques de Satanás na mente e retardo mental. Posto que o homem seja um ser trino, os problemas neste reino afetam toda a pessoa. Na medida em que se ministra, trate com toda a pessoa, não somente com uma área. O homem é corpo, alma, e espírito. A totalidade implica tratar com tudo isto.


2.Determinar se é tempo de orar: determinar se é tempo de orar a oração de cura. Na maioria dos casos, orar pelo que em alguns casos não se surpreendas se o Senhor retardar a oração.
JESUS retardou a cura no caso da filha da mulher siro-fenícia e Lázaro. Não fez muitas obras em Nazaré por causa da incredulidade. O Senhor pode também dirigir-te a retardar até que instruções adicionais sejam dadas, por exemplo, podem necessitar tratar com um problema de pecado, necessitar de mais instrução sobre libertação, etc.
3.Orar a oração de libertação: Ao fazer uma oração de libertação sobre um problema específico de influência demoníaca que se tenha identificado Não tem que persuadir a DEUS a libertar por tua oração. A salvação está disponível, o mesmo é certo da libertação. Assim como a salvação está baseada sobre a condição da fé, assim a libertação. DEUS quer libertar, como também quer salvar.
JESUS ensinou que primeiro deves atar o inimigo, e logo podes exercer poder sobre ele:
“Ou, como pode alguém entrar na casa do valente, e roubar-lhe os bens, se primeiro não amarrar o valente? e então lhe saquear a casa.” (Mateus 12.29).
A fé, o jejum, e a oração são necessários para expulsar os demônios (lê o registro em Mateus 17.14-21). Esta é a razão pela qual a preparação preliminar se necessita nestas áreas. A Palavra de DEUS (Efésios 5.17; Hebreus 4.12); o sangue de JESUS (Apocalipse 12.11) e o poder do ESPÍRITO SANTO (Atos 1.8; 2.38) são também “ferramentas” para a libertação que DEUS te tem dado.
Gritar com demônios não é necessário. É a tua autoridade no nome de JESUS que expulsará, e não o volume de tua voz durante a oração de libertação. Sempre proíba aos demônios de voltar. É uma parte importante da oração de libertação:
“E JESUS, vendo que a multidão, correndo, se aglomerava, repreendeu o espírito imundo, dizendo…

Quando um demônio é expulso anda sem descanso e descontente fora de um corpo humano. É somente mediante a habitação controle de uma vida humana que o demônio é capaz de cumprir com os planos malignos de Satanás. Esta é a razão pela qual expulsar os demônios não é suficiente. A “casa” espiritual deve ser adornada pela experiência do novo nascimento a presença do ESPÍRITO SANTO a Palavra de DEUS e fazer parte de uma comunidade de cristãos.
Aqueles que experimentam libertação dos poderes demoníacos devem ser animados a dar seu testemunho. JESUS disse ao endemoniado gadareno: “Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes o quanto o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti. Ele se retirou, pois, e começou a publicar em Decápolis tudo quanto lhe fizera JESUS; e todos se admiravam.” (Marcos 5:19-20).


PROTEÇÃO DOS PODERES DEMONÍACOS
Há maneiras específicas de proteger-se das atividades dos poderes demoníacos. A maior proteção é receber a JESUS cristo como Salvador, posto que os demônios não podem possuir a um verdadeiro crente nascido de novo. Mantenha-se afastado do pecado, porque pelo pecado “você pode dar lugar ao diabo”. Seja pleno do ESPÍRITO SANTO. Os espíritos demoníacos e o ESPÍRITO de DEUS não podem habitar a mesma casa espiritual.
Evite o interesse excessivo nos demônios. Não é errado estudar o que a Palavra de DEUS disse sobre eles, mas evita livros seculares. Evita todo contato com o oculto. Não consultes bruxas, astrólogos, horóscopos, cartas, etc. Não permitas que ídolos se introduzam dentro de tua casa através dessas leituras:
“As imagens esculpidas de seus deuses queimarás a fogo; não cobiçarás a prata nem o ouro que estão sobre elas, nem deles te apropriarás, para que não te enlaces neles; pois são abominação ao Senhor teu DEUS. Não meterás, pois, uma abominação em tua casa, para que não sejas anátema, semelhante a ela; de todo a detestarás, e de todo a abominarás, pois é anátema.” (Deuteronômio 7.5-26).
É importante que controles tua mente, tua língua, e que seleciones tuas amizades cuidadosamente. É também importante que tenha vitória sobre o mundo e a carne.

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SUBSÍDIOS DA REVISTA DA CPAD - LIÇÃO 11 - DISCERNIMENTO

PARA REFLETIR - A respeito de “Discernimento de Espíritos – um Dom Imprescindível”, responda:
O que mostra a importância e a atualidade do dom de discernir os espíritos? Em todos os lugares e em todas as épocas, sempre existiram falsas imitações, e só com o discernimento do ESPÍRITO SANTO é possível identificar a fonte de tais manifestações.
Por que as práticas ocultistas são repulsivas aos olhos de DEUS? São práticas repulsivas aos olhos de DEUS porque se trata de uma forma de idolatria (Ap 21.8; 22.15).
Qual o propósito diabólico, segundo a lição, com os elogios a Paulo e Silas? O propósito diabólico aqui era transmitir ao povo a falsa ideia de que a mensagem que Paulo e Silas pregavam seria a mesma da jovem adivinhadora.
O que aconteceu aos missionários depois da libertação da jovem adivinhadora? A população não viu a maravilha da grande libertação da moça, e Paulo e Silas não foram denunciados por causa da expulsão do espírito maligno da jovem.
O que era completamente impossível acontecer sem a atuação do ESPÍRITO SANTO de acordo com o contexto de Paulo? Reconhecer a origem maligna de uma manifestação contra a Igreja não é tão difícil, mas, no contexto de Paulo, diante dos elogios da adivinhadora, isso era praticamente impossível sem a atuação do ESPÍRITO SANTO.

 

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO TOP1
“Discernimento de espíritos. A expressão inteira, no grego, apresenta-se no plural. Este fato indica uma variedade de maneiras na manifestação desse dom. Por ser mencionado imediatamente após a profecia, muitos estudiosos o entendem como um dom paralelo responsável por ‘julgar’ as profecias (1 Co 14.29). Envolve uma percepção capaz de distinguir espíritos, cuja preocupação é proteger-nos dos ataques de Satanás e dos espíritos malignos (cf. 1 Jo 4.1). O discernimento nos permite empregar a Palavra de DEUS e todos os demais dons para liberar o campo à proclamação plena do Evangelho. ‘Da mesma forma que os demais dons, este não eleva o indivíduo a um novo nível de capacidade. Tampouco concede a alguém a capacidade de sair olhando as pessoas e declarando do que espírito são. É um dom específico para ocasiões específicas’” (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p.475)

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO TOP2
Para lição desta semana é importante você estudar o tema dos Dons Espirituais de um modo geral e específico com relação ao dom de discernimento de espíritos. Para isso, sugerimos a obra “Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal”, editada pela CPAD. Lembre-se de que o planejamento e a organização são fundamentais para uma aula eficaz. Não deixe para se organizar em cima da hora. Antecipe-se!

 

SUBSÍDIO DE VIDA CRISTÃ
“Dei uma conferência na África sobre os demônios. Sobre o assunto argumentei: ‘Espanta-me constatar que durante todos esses anos em que houve missões nesta terra, as mãos de vocês estivessem amarradas por causa de médiuns feiticeiros. Por que vocês não saem e expulsam o Diabo das pessoas e as livram do poder que as escraviza?’
O segredo de nossa obra, a razão de DEUS nos ter dado cem mil almas, o motivo por que temos mais mil e duzentos pregadores nativos em nossa obra na África, é devido ao fato de crermos na promessa: ‘Filhinhos, sois de DEUS e já os tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo’ (1 Jo 4.4).
Nós não apenas saímos para buscá-las, mas as desafiamos individual e coletivamente, e pelo poder de DEUS libertamos as pessoas do poder que as acorrenta. Quando são libertas, elas se rejubilam pela libertação da escravidão na qual estavam presas. ‘Porque DEUS não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação’ (2 Timóteo 1.7)” (LAKE, John G. Devocional. Série: Clássicos do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp.146-47).

 

CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 77, p41.

 

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Ajuda revista antiga

Escrita Lição 6, Betel, Edificando a Casa de DEUS, unidos pelo cuidado, 2Tr25, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV
Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva
 
 
EBD, Revista Editora Betel | 2° Trimestre De 2025 | TEMA: MORDOMIA CRISTà– A Gratidão e Fidelidade na Administração dos Recursos que DEUS nos Confiou  | Escola Bíblica Dominical
 
Vídeo https://youtu.be/_QAMismS1IQ?si=iXn01BI8DD7_Rql2
Escrita https://ebdnatv.blogspot.com/2025/04/escrita-licao-6-betel-edificando-casa.html
Slides https://ebdnatv.blogspot.com/2025/04/slides-licao-6-betel-edificando-casa-de.html
PowerPoint https://pt.slideshare.net/slideshow/slides-licao-6-betel-edificando-a-casa-de-DEUS-2tr25-pptx/278538940
 
ESBOÇO DA LIÇÃO
1- AGEU. O PROFETA DO DESPERTAMENTO
1.1. A mensagem de Ageu 
1.2. Saindo da apatia espiritual  
1.3. A bênção retida  
2- A BÊNÇÃO DA OBEDIÊNCIA  
2.1. A importância da liderança   
2.2. Priorizando as coisas de DEUS  
2.3. DEUS reprova a desobediência  
3- O CUIDADO COM O TEMPLO
3.1. As bênçãos do esforço  
3.2. As bênçãos da obediência  
3.3. As bênçãos da santificação  
 
  
Ajuda Revista antiga 

Escrita Lição 11, Betel, Ageu, Um chamado para despertar da inércia, 3Tr23, Pr. Henrique, EBD NA TV

 

EBD Revista Editora Betel | 3° Trimestre De 2023 TEMA, PROFETAS MENORES DO ANTIGO TESTAMENTO – Proclamando o arrependimento, justiça e fidelidade a DEUS. Anunciando a esperança da salvação através do Messias. Escola Bíblica Dominical 

 

 https://youtu.be/UPClh6RZ3vE?si=NT6ZYPzQzqaBhg-w Vídeo

Escrita https://ebdnatv.blogspot.com/2023/08/escrita-licao-11-betel-ageu-um-chamado.html

Slides https://ebdnatv.blogspot.com/2023/08/slides-licao-11-betel-ageu-um-chamado.html

PowerPoint https://www.slideshare.net/henriqueebdnatv/slides-lio-11-betel-ageu-um-chamado-para-despertar-da-inrciapptx

 

ESBOÇO DA LIÇÃO

1- O CENÁRIO DO PROFETA AGEU

1.1 Conhecendo um pouco mais o profeta

1.2 A mensagem do profeta

1.3 Convocação à reconstrução do Templo

2- A NECESSIDADE DE ARREPENDIMENTO

2.1 O povo obedece a ordem de DEUS

2.2 O novo Templo

2.3 DEUS promete abençoar o povo

3- AGEU PARA HOJE

3.1 Prioridades erradas

3.2 A importância do encorajamento mútuo

3.3 Promessas valiosas de DEUS

  

Ajuda revista Antiga

LIÇÃO 11 – AGEU, O COMPROMISSO DO POVO DA ALIANÇA - CPAD

4º Trimestre de 2012 - Data: 16 de Dezembro de 2012

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Ageu 1.1-9.

https://www.estudantesdabiblia.com.br/cpad_sumario_2012_4t.htm

  

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LIÇÃO 11, AGEU, O COMPROMISSO DO POVO DA ALIANÇA - CPAD

LIÇÕES BÍBLICAS - 4º Trimestre de 2012 - CPAD - Para jovens e adultos

Tema: Os Doze Profetas Menores - Advertências e Consolações para a Santificação da Igreja de CRISTO.

Comentários da revista da CPAD: Pr. Esequias Soares

Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto

   

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Ageu 1.1-9

1 No ano segundo do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR, pelo ministério do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, príncipe de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo: 2 Assim fala o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a Casa do SENHOR deve ser edificada. 3 Veio, pois, a palavra do SENHOR, pelo ministério do profeta Ageu, dizendo: 4 É para vós tempo de habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta? 5 Ora, pois, assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. 6 Semeais muito e recolheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vestis-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário recebe salário num saquitel furado. 7 Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos. 8 Subi o monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei e eu serei glorificado, diz o SENHOR. 9 Olhastes para muito, mas eis que alcançastes pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu lhe assoprei. Por quê? disse o SENHOR dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, e cada um de vós corre à sua própria casa.

 

Comentário rápido - Pr Henrique

Nove profetas menores já profetizaram até aqui sobre o cativeiro de Israel e os juízos de DEUS sobre Israel, tanto do norte como sobre Judá devido a sua idolatria.

Agora o império babilônico cai. O império vigente agora é o Persa.

O profeta Ageu é o primeiro dos profetas menores a profetizar após o cativeiro babilônico. Ageu - seu nome significa festa, alegria de voltar a Jerusalém e celebrar festas ao Senhor. Profetizou na época do profeta Zacarias.

Após 70 anos de cativeiro como Jeremias havia profetizado o rei Ciro II ou Ciro” o grande”, rei da Pérsia, 2 Cr 36.22 permitiu e incentivou o povo de Israel a viajarem para Jerusalém para que a casa do Senhor  fosse reconstruída. Nessa época Daniel faleceu. Nem todos desejaram voltar, mas aqueles que se prontificaram voltaram sob o comando de Zorobabel que tinha a primazia sobre eles por ser descendente direto dos reis e junto com o sumo sacerdote Josué.

Quem estava bem financeiramente ficou em babilônia e região. Todos já haviam sido curados da idolatria aos deuses da terra de Canaã.

O rei Cambises ordenou que fosse paralisada a obra do templo por ouvir a denúncias de inimigos dos Judeus que moravam na região, principalmente os samaritanos.

O rei Dario Histaspes autorizou a continuação da obra do Templo (Ed 6.1,12,13). Até pediu a oração do povo em seu favor.

O pecado do povo agora não era a idolatria, mas o amor ao dinheiro. Desanimaram de construir o templo e passaram a se dedicar a embelezar suas próprias casas.

Qual era a situação desse povo? A bebida era escassa, a roupa de baixa qualidade e o salário não tinha a bênção de DEUS (v.6). Por que? Era o castigo de DEUS pela desobediência e quebra da aliança que DEUS tinha com eles  (Dt 28.38-40).

O profeta Ageu foi o mensageiro de DEUS para levar uma mensagem de reflexão sobre a situação em que estavam vivendo e de fé e de ânimo ao povo. Ao contrário do povo de antes que não ouvia seus profetas, aqui, o povo ouve Ageu e trabalha na construção do templo acontecendo assim um verdadeiro avivamento e a construção do Templo prosseguiu sob a liderança de Zorobabel e do sumo sacerdote Josué (v.14).

Assim o Templo foi inaugurado em 516 a.C. "no sexto ano de Dario" (Ed 6.15) em quatro anos duração. Esse é o segundo e o último Templo de Jerusalém na história dos Judeus conhecido como o templo de Zorobabel.

Ageu profetizou durante quase 4 meses e entregou 4 mensagens. Ano em que profetizou - 521 a.C.

Mensagens entregues por Ageu:

Primeira Mensagem: Concluir a Construção do Templo (1.1-15)
Segunda Mensagem: A Promessa de Maior Glória (2.1-9)
Terceira Mensagem: A Chamada à Santidade com Bênçãos (2.10-19)
Quarta Mensagem: Uma Promessa Profética (2.20-23)
Propósitos do livro:

(1) exortar Zorobabel (o governador) e Josué (o sumo sacerdote) a mobilizarem o povo para a reedificação do templo; e

(2) motivar o povo a reordenar suas vidas e prioridades para que a obra da Casa de DEUS fosse recomeçada com as bênçãos divinas.
A glória desse segundo templo seria maior do que a glória que apareceu no templo de Salomão. JESUS (DEUS mesmo) estaria ali no futuro. No templo restaurado por Herodes, mas esse mesmo templo, conhecido como templo de Zorobabel.

Quem é santo e toca em alguém não vai tornar puro aquele em que ele toca (santidade é conseguida por esforço e decisão individual), mas aquele que é impuro torna impuro aquele em que ele toca (concordar ou participar dos pecados alheios, manter a comunhão com os pecadores nos torna impuros).

Aplicação

Será que estamos deixando de contribuir com a obra de DEUS para nos dedicarmos a nossas casas?

Será que gastamos mais em Coca-Cola do que em ofertas para missionários?

Será que nossos líderes gastam mais em mansões, carros de luxo, ternos de grifes famosas, templos suntuosos do que em missões e evangelização mundial?

Será que estamos mantendo nossa fidelidade nos dízimos e ofertas para a obra do Senhor?

Será que estamos nos santificando ou estamos nos misturando ao mundo e até somos confundidos com seu cidadãos?

  

Comentários da BEP - CPAD

1.1 VEIO A PALAVRA DO SENHOR, PELO... PROFETA AGEU. Ciro, rei da Pérsia, havia permitido que 50.000 Judeus exilados voltassem a Jerusalém sob a liderança do governador Zorobabel e do sumo sacerdote Josué (ver Ed 1.2-4; 2.64, 65; 3.2; 5.1). Durante o segundo ano de seu retorno (536-535 a.C), foram lançados os alicerces do templo (ver Ed 3.8-10). A oposição dos samaritanos, porém, fez cessar a obra (ver Ed 4.1-5,24). Consequentemente, os Judeus tornaram-se espiritualmente apáticos. Passar-se-iam dezesseis anos até que retomassem à construção da Casa do Senhor. DEUS, então, envia-lhes os profetas Ageu e Zacarias para encorajá-los a recomeçar a obra (ver a introdução do livro de Ageu).
1.4 CASAS ESTUCADAS. Os Judeus que haviam voltado do cativeiro, estavam tão ocupados com os próprios interesses, que passaram a negligenciar a construção da Casa de DEUS. Suas casas achavam-se revestidas de madeira de cedro, ao passo que o templo permanecia em ruínas. Ageu, então, mostra-lhes que a obra de DEUS tem de ter toda a primazia. Da mesma forma, o reino de DEUS e os interesses da causa do Mestre devem ser a suprema prioridade em nossa vida (Mt 6.33). Note como o Senhor JESUS era zeloso pela casa e obra de DEUS (Jo 2.17; 4.34; 6.38; 9.4). O que estabelecemos como prioridade, indica o amor que devotamos ao nosso Senhor.
1.6-11 SEMEAIS MUITO E RECOLHEIS POUCO. O povo de DEUS perdera a sua bênção, pois estava vivendo apenas em função das próprias vantagens. Eles revelavam um mínimo interesse pelos alvos e propósitos divinos. De igual modo, poderemos esperar um declínio das bênçãos e da ajuda de DEUS em nossa vida, se não estivermos vitalmente interessados pela sua obra, tanto no lar quanto entre as nações.

1.12 OUVIU... A VOZ DO SENHOR. Os líderes e o povo reagiram positivamente à mensagem de Ageu, obedeceram e temeram ao Senhor. Levando a sério a palavra de DEUS, recomeçaram de imediato os trabalhos de construção da Casa de DEUS.
1.13 EU SOU CONVOSCO. DEUS responde à obediência de seu povo, prometendo-lhe que estaria ao seu lado. Fortaleceu-lhes a resolução, e ajudou-os a levar a efeito a obra (cf. Zc 4.6). Estar "contigo" é a mais grandiosa promessa que o Senhor pode fazer-nos (ver Gn 26.24; 28.15; 39.2,3,21,23; Êx 3.12; Mt 28.20).

2.3 ESTA CASA NA SUA PRIMEIRA GLÓRIA. Depois de concluída a obra do templo pós-exílico, algumas pessoas viram-se desanimadas e desiludidas por considerarem o novo templo como "nada" em comparação à magnificência do templo construído por Salomão. Sendo assim, DEUS encoraja o povo com três promessas:

(1) o próprio DEUS estará com eles para garantir o cumprimento de todas as suas promessas segundo o concerto (v. 4);

(2) o ESPÍRITO de DEUS permanecerá entre o povo (v. 5); e

(3) a glória do último templo seria maior que a do primeiro por causa da demonstração do poder de DEUS que nele haverá (v. 9; cf. o ministério de JESUS e dos apóstolos, conforme registrado nos Evangelhos e em Atos, dar-se-ia na época do segundo templo). Não é a beleza das estruturas eclesiásticas que, em última análise, dá frutos ao reino de DEUS. O que mais importa é a presença dos dons, ministérios e poder do ESPÍRITO SANTO em nosso meio. Perguntemo-nos a nós mesmos: O ESPÍRITO SANTO manifesta-se em grande medida em nossas reuniões, ou há pouca, ou nenhuma evidência, de sua presença e poder entre nós
2.6-9 FAREI TREMER OS CÉUS, E A TERRA. Estes versículos referem-se ao juízo divino contra o mundo antes e durante a volta de JESUS CRISTO (cf. Hb 12.26,27): "Os céus e a terra tremerão" (Jl 3.16; cf. Mt 24.29,30). A glória de DEUS, então, encherá o templo como nunca dantes aconteceu. Ele habitará entre o seu povo, em paz, como o Salvador glorioso.

2.10-14 PERGUNTA, AGORA, AOS SACERDOTES. DEUS mostra ao povo que, embora a santidade não possa ser transmitida mediante o contato, as influências corruptíveis do pecado não deixam de ser contagiosas. Noutras palavras: morar na terra santa não torna ninguém santo, ao passo que o pecado profana tudo quanto o povo faz, inclusive os atos de adoração.

2.15-19 APLICAI O VOSSO CORAÇÃO A ISSO, DESDE ESTE DIA EM DIANTE. DEUS ordena ao povo que considere por que não fora ainda abençoado. A causa era a desobediência (ver 1.9-11).
Agora, porém, dispunham-se a edificar o templo. Por sua vez, DEUS faz com que tudo quanto eles empreendam tenha êxito. Tal princípio é expresso também no NT. O favor de DEUS, seu amor e comunhão, vêm-nos somente à medida que continuamos a buscá-lo, e a observar-lhe os mandamentos (ver Jo 14.21-23).
2.21 FAREI TREMER OS CÉUS E A TERRA. O profeta encoraja Zorobabel, governador do povo de DEUS, garantindo-lhe que, um dia, o Senhor destruirá o poder dos reinos e nações em toda a terra. Este dia dar-se-á quando JESUS CRISTO estiver reinando sobre todos os habitantes do mundo (ver Ap 19.11-21).
2.23 ZOROBABEL... COMO UM ANEL DE SELAR. Quando chegasse o momento de abalar os céus e a terra, Ele faria de Zorobabel um anel de selar. Constituía-se este na marca oficial da autoridade suprema; era uma garantia do favor de DEUS para com o seu povo. É possível que Ageu estivesse profetizando acerca de JESUS CRISTO que, como descendente de Zorobabel (ver Mt 1.12-13), será, "naquele dia", o governante supremo, cujo reino há de ser absoluto e universal.

 

Esboço da BEP - CPAD
I. A Primeira Mensagem: Concluir a Construção do Templo (1.1-15)
A. Data: 1º de Elul (29 de agosto) de 520 a.C. (1.1)
B. O Profeta Repreende o Povo por Não Ter Concluído a Construção do Templo   (1.2-11)
C. A Reação do Povo (1.12-15)
II. A Segunda Mensagem: A Promessa de Maior Glória (2.1-9)
A. Data: 21 de Tisri (17 de outubro) de 520 a.C. (2.1)
B. O Último Templo Comparado ao Anterior (2.2-4)
C. A Glória do Último Templo Será Maior (2.5-9)
III.A Terceira Mensagem: A Chamada à Santidade com Bênçãos (2.10-19)
A. Data: 24 de Quisleu (18 de dezembro) de 520 a.C. (2.10)
B. O Efeito Corruptor do Pecado (2.11-14)
C. A Bênção da Obediência (2.15-19)
IV. A Quarta Mensagem: Uma Promessa Profética (2.20-23)
A. Data: 24 de Quisleu (18 de dezembro) de 520 a.C. (2.20)
B. A Ruína Futura das Nações (2.21,22)
C. O Significado Profético de Zorobabel (2.23)


Autor: Ageu
Tema: Reedificação do Templo
Data: 520 a.C.


Considerações Preliminares
Ageu é o primeiro de três livros pós-exílicos no AT (os outros dois são Zacarias e Malaquias). É mencionado nominalmente duas vezes em Esdras (5.1; 6.14), e nove neste livro. É chamado “o profeta” (1.1; 2.1,10; Ed 6.14) e “embaixador do Senhor” (1.13). Pode ter sido um daqueles poucos exilados que, ao voltarem para repovoar Jerusalém, ainda se lembravam do templo de Salomão antes que fosse destruído pelos exércitos de Nabucodonosor em 586 a.C. (2.3). Sendo assim, Ageu devia ter entre setenta e oitenta anos de idade ao profetizar. O livro tem uma data exata para sua composição: o segundo ano do rei Dario da Pérsia (520 a.C.; 1.1).
O contexto histórico do livro é importante para compreendermos sua mensagem. Em 538 a.C., Ciro, rei da Pérsia, promulgara um decreto, permitindo aos Judeus exilados voltarem à pátria para reconstruir Jerusalém e o templo, cumprindo, assim, as profecias de Isaías e Jeremias (Is 45.1-3; Jr 25.11,12; 29.10-14), e a intercessão de Daniel (Dn 9). O primeiro grupo de Judeus a voltar para Jerusalém, havia deitado os alicerces do novo templo em 536 a.C., em meio a muita emoção e expectativa (Ed 3.8-10). No entanto, os samaritanos e outros vizinhos opuseram-se fisicamente ao empreendimento, desanimando os trabalhadores de tal maneira, que a obra acabou por ser interrompida em 534 a.C.. A letargia espiritual generalizou-se, induzindo o povo a voltar à reconstrução de suas próprias casas. Em 520 a.C., Ageu, acompanhado por um profeta mais jovem — Zacarias (ver a introdução de Zacarias), conclama Zorobabel e o povo a retomar a construção da casa de DEUS. Quatro anos mais tarde, o templo foi completado e dedicado ao Senhor (cf. Ed 4—6).

Propósito
Durante um período de quatro meses, em 520 a.C., Ageu entregou quatro concisas mensagens registradas neste livro (ver o esboço).

As mensagens tinham duplo propósito:

(1) exortar Zorobabel (o governador) e Josué (o sumo sacerdote) a mobilizarem o povo para a reedificação do templo; e

(2) motivar o povo a reordenar suas vidas e prioridades para que a obra da Casa de DEUS fosse recomeçada com as bênçãos divinas.

Visão Panorâmica
O livro contém quatro mensagens, cada uma delas introduzida pela frase: “a palavra do Senhor” (1.1; 2.1; 2.10; 2.20). (1) Primeiro, Ageu repreende os repatriados por estarem tão interessados em suas próprias casas, revestidas de cedro por dentro, enquanto a Casa de DEUS permanecia em desolação (1.4). O profeta exorta-os por duas vezes a considerar seus caminhos (1.5,7), revelando-lhes ter o Senhor DEUS retirado a bênção sobre eles em consequência de seus maus caminhos (1.6,9-11). Zorobabel e Josué, juntamente com o restante do povo, reagindo à palavra do profeta, demonstram reverência a DEUS, e recomeçam a obra (1.12-15).
(2) Poucas semanas depois, a reação dos repatriados, que haviam visto a glória do primeiro templo e que consideravam como nada o segundo, começava a desanimar o povo (2.3). Ageu, então, exorta os líderes a se mostrarem corajosos, porque (a) seus esforços faziam parte de um quadro profético mais amplo (2.4-7), e (b) “a glória desta última casa será maior do que a da primeira” (2.9). (3) A terceira mensagem de Ageu, que conclama o povo a viver uma vida de santa obediência (2.10-19), (4) e sua quarta mensagem (2.20-23), foram entregues no mesmo dia. A última mensagem prediz que Zorobabel representaria a continuação da linhagem e da promessa messiânica (2.23).
Características Especiais
Quatro aspectos básicos caracterizam o livro de Ageu. (1) Foi a primeira palavra profética nítida ouvida por Judá depois do exílio babilônico. (2) É o segundo menor livro do AT (apenas trinta e oito versículos); Obadias é o menor. (3) A frase “assim diz o Senhor” (e suas variações) ocorre vinte e nove vezes, ressaltando a urgência de sua mensagem aos repatriados. (4) Contém uma das profecias mais arrojadas do AT a respeito da visitação futura de DEUS (2.6-9).

O Livro de Ageu ante o NT
Vários versículos do capítulo 2 falam da vinda do Messias (vv. 6-9, 21-23). O abalo futuro dos céus, da terra, das nações e dos reinos é referido pelo autor de Hebreus (Hb 12.26-28). Além disso, Ageu profetiza que Zorobabel será como o “anel de selar”, ou selo oficial. Em ambas as genealogias de JESUS CRISTO, no NT (Mt 1.12,13; Lc 3.27), Zorobabel é o ponto que liga as ramificações da linhagem messiânica: de Salomão (filho de Davi) até Zorobabel, e daí até Maria; e de Natã (filho de Davi) até Zorobabel, e daí até José.
   

RESUMO DA LIÇÃO 11, AGEU, O COMPROMISSO DO POVO DA ALIANÇA

I. O LIVRO DE AGEU  

1. Contexto histórico.

a) Cambises. b) Dario Histaspes.

2. Vida pessoal.

3. Zorobabel.

4. Estrutura e mensagem.

II.  RESPONSABILIDADE E OBRIGAÇÕES 

1. A desculpa do povo.

2. Inversão de prioridades (vv.3,4).

3. Um convite à reflexão.

III. A EXORTAÇÃO DIVINA 

1. Crise econômica. .

2. A solução.

3. O Segundo Templo.

 

Ajuda Revista Antiga 

LIVRO DE AGEU - PRINCÍPIOS PARA O SUCESSO E PROSPERIDADE - REVISTA BETEL - 2º TRIMESTRE DE 2008

 

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Ag 1.4 - É para vós tempo de habitar em vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta?

Ag 1.5 - Ora, pois, assim diz o diz o Senhor dos exércitos: Aplicai o vosso coração aos vossos caminhos.

Ag 1.6 - Semeais muito e recolheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vestidos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário recebe num saquitel furado.

Ag1.7 - Subi o monte e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei e eu serei glorificado, diz o Senhor.

Ag 1.9 - Olhastes para muito, mas alcançastes pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu lhes assoprei. Por que? - Disse o Senhor dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, e cada um corre à sua própria casa.

 

INTRODUÇÃO

DEUS comissionou Ageu para revelar aos Judeus que as dificuldades financeiras deles eram reflexos diretos do abandono do propósito pelo qual o Senhor os trouxera do cativeiro. Sua profecia é fundamental para a Igreja do Senhor JESUS, pois a observância dos princípios nela apresentados, guarda-nos de cair no engano de Satanás, principal interessado em desviar e empobrecer os filhos de DEUS e impedir a difusão do evangelho e o estabelecimento do reino dos céus.

 

1- O CONTEXTO HISTÓRICO DE AGEU

2- AGEU CONCLAMA A DAR PRIORIDADE A DEUS .

3- AGEU CONCLAMA A RESGATÀR O PLANO DE DEUS

4- AS PREOCAUÇÕES PAR MANTER A PROSPERIDADE

CONCLUSÃO

A prioridade de DEUS para a Igreja é que, através dela, o mundo ouça o Evangelho e milhões sejam salvos pela fé em JESUS. Se vivermos em sintonia com este propósito, não precisaremos temer a pobreza, nem sermos consumidos pela avidez das riquezas. Portanto, "busquemos primeiro o reino de DEUS, e a Sua justiça, e todas essas coisas nos serão acrescentadas" (Mt 6.33).

 

I. O PROFETA

II. SEU LIVRO 

III. MENSAGEM

ANÁLISE

I. AGOSTO DE 520: AGORA OU NUNCA (1:1-15)

a. Desafio (1:1-11)

b. Reação (1:12-15)

II. OUTUBRO de 520: ANIMEM-SE E TRABALHEM (2:1-9)

III. DEZEMBRO DE 520: PROMESSA E PREDIÇÃO (2: 10-23)

a. De agora em diante, bênçãos (2: 10-19)

b. Zorobabel, escolhido e precioso (2:20-23)

II. OUTUBRO DE 510: ANIMEM-SE E TRABALHEM (2:1-9) 

III. DEZEMBRO DE 520: PROMESSA E PREDIÇÃO (2:10-23)

 

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA 

HARRISON, R. K. Tempos do Antigo Testamento: Um Contexto Social, Político e Cultural. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.

MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino de sacerdotes que DEUS colocou entre as nações. 6.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007.

 

SAIBA MAIS PELA Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 52, p.41.

  

 

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Lição 5, Zorobabel Recomeça a Construção do Templo - CPAD

Revista Adulto, CPAD, 3° trimestre 2020
Tema: Os Princípios Divinos em Tempo de Crise - A reconstrução de Jerusalém e o avivamento espiritual como exemplos para os nossos dias

Comentarista: Pr. Eurico Bergstén

Slides

https://ebdnatv.blogspot.com/2020/07/slides-licao-5-zorobabel-recomeca.html

https://www.slideshare.net/henriqueebdnatv/slideshare-lio-5-zorobabel-recomea-a-construo-do-templo-3tr20-pr-henrique-ebd-na-tv

Vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=7YUiLVWdoBs

  

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Esdras 5.1,2; Ageu 1.1,12; Zacarias 4.6-10
Esdras 5
1- E Ageu, profeta, e Zacarias, filho de Ido, profeta, profetizaram aos Judeus que estavam em Judá e em Jerusalém; em nome do DEUS de Israel lhes profetizaram. 2- Então, se levantaram Zorobabel, filho de Sealtiel, e Jesua, filho de Jozadaque, e começaram a edificar a Casa de DEUS, que está em Jerusalém; e com eles os profetas de DEUS, que os ajudavam.
Ageu 1
1- No ano segundo do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR, pelo ministério do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, príncipe de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo:

12- Então, ouviu Zorobabel, filho de Sealtiel, e Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e todo o resto do povo a voz do SENHOR, seu DEUS, e as palavras do profeta Ageu, como o SENHOR, seu DEUS, o tinha enviado; e temeu o povo diante do SENHOR.
Zacarias 4
6- E respondeu e me falou, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força, nem por violência, mas pelo meu ESPÍRITO, diz o SENHOR dos Exércitos. 7- Quem és tu, ó monte grande? Diante de Zorobabel, serás uma campina; porque ele trará a primeira pedra com aclamações: Graça, graça a ela. 8- E a palavra do SENHOR veio de novo a mim, dizendo: 9- As mãos de Zorobabel têm fundado esta casa, também as suas mãos a acabarão, para que saibais que o SENHOR dos Exércitos me enviou a vós. 10- Porque quem despreza o dia das coisas pequenas? Pois esse se alegrará, vendo o prumo na mão de Zorobabel; são os sete olhos do SENHOR, que discorrem por toda a terra que discorrem por toda a terra.

  

Resumo da Lição 5, Zorobabel Recomeça a Construção do Templo

I - DEUS SUSCITA OS PROFETAS AGEU E ZACARIAS.
1 . DEUS levantou dois profetas.

2. O resultado da mensagem dos profetas.

3. O impulso espiritual dado pelos profetas continuou dominando os construtores até à conclusão da construção.

II – O MINISTÉRIO PROFÉTICO, UMA PROVA DA MANIFESTAÇÃO DE DEUS
1. Manifestações sobrenaturais no Antigo Testamento.

2. Manifestações sobrenaturais no Novo Testamento.

III – O MINISTÉRIO DE PROFETA À LUZ DA BÍBLIA
1. O profeta na dispensação do Antigo Testamento. Mediador entre DEUS e o povo.
2. O profeta na dispensação do Novo Testamento.

 

 

AJUDAS DIVERSAS

 DARIO I - (https://cronologiadabiblia.wordpress.com/2011/05/21/dario-i-o-grande/)

529 AC – (Anno Mundi 3367) – Dario torna-se rei da Pérsia
Dario I foi um dos generais de Cambises e assumiu o poder depois de sua morte, tendo governado a Pérsia por 36 anos. Ocupou-se de ampliar as fronteiras persas e empreendeu uma grande reforma administrativa por todo o império, que foi dividido em províncias, cujos sátrapas tinham poder absoluto, prestando conta de seus atos apenas ao rei.

Dario fez várias tentativas de anexar a Grécia ao seu império, mas fracassou em todas, sendo finalmente derrotado na famosa batalha de Maratona. Durante seu tempo, Ageu e Zacarias foram os profetas que incentivaram Israel a prosseguir na reconstrução do Templo de Jerusalém (Ed 5:1).

Flávio Josefo (História dos Hebreus, Vol. 3, Cap. IV, § 449, Pág. 313) nos diz que desde antes de Dario se tornar rei da Pérsia já era amigo de Zorobabel, e que havia feito um voto ao amigo de que se ele se tornasse rei um dia retomaria as obras de reconstrução do Templo de Jerusalém que estavam paradas há tempos.

Dario se tornou rei e nomeou Zorobabel um dos três gestores de sua casa. Lembremos que 14 anos antes de Dario assumir o reino da Pérsia Zorobabel havia ido com a primeira leva daqueles libertados no 1º ano de Ciro. A informação de Josefo indicaria, portanto, que Zorobabel numa certa altura haveria retornado a Pérsia.

Diz Josefo que em seu primeiro ano de governo Dario deu um grande banquete para seus convidados e neste dia propôs a seus três administradores uma questão trivial, e entre todas as respostas ouvidas, foi a de Zorobabel a que mais lhe agradou e fê-lo desta forma merecedor de um presente do rei.

Zorobabel lhe teria pedido então que relembrasse da promessa de reconstruir o Templo de Jerusalém. É uma ilustração interessante, mas em desacordo com o relato bíblico, que nos informa que Dario autorizou a continuação das obras depois de uma consulta do governador das terras de além do Eufrates.

Além disto Ed 5:2 nos dá conta de Zorobabel já trabalhando na reconstrução do Templo junto com os profetas Ageu e Zacarias antes da autorização oficial de Dario.

Mesmo assim, não deixa de ser um relato interessante, pois mostra até que ponto a cultura popular tende a influenciar a história, pois este conto muito se parece com as estórias que o povo conta para valorizar um mito.

529 AC – (Anno Mundi 3367) – as obras do Templo são retomadas
Incentivados pela morte de Cambises, os profetas Ageu e Zacarias, no primeiro ano de Dario, exortaram o povo para que as obras de reconstrução do Templo fossem continuadas, mesmo sem autorização oficial para fazê-lo. (Ed 5:1-5)

529 AC – (Anno Mundi 3367) – Dario é questionado sobre as obras
Conforme todo capítulo 5 de Esdras, ao ver as obras do Templo serem retomadas, Tatenai, governador da província, enviou uma carta a Dario questionando se os Judeus estavam ou não autorizados a continuar com seu trabalho, uma vez que estes argumentavam haver uma ordem do rei Ciro a este respeito. Porém, enquanto houve o trâmite deste documento, as obras continuaram mesmo sem autorização oficial.

528 AC – (Anno Mundi 3368) – Dario autoriza a continuidade das obras
Ao receber a carta do governador, Dario deu ordem para que se verificasse nas crônicas reais se Ciro havia de fato autorizado a reconstrução do Templo de Jerusalém (Ed 6:1).

Uma vez constatada a existência de tal ordem, Dario ordenou que as obras prosseguissem de acordo com a vontade de Ciro (Ed 6:6-12).

Os reis sábios costumam respeitar as decisões de seus antecessores para que suas próprias decisões sejam respeitadas pelos que virão depois dele.

528 AC – (Anno Mundi 3368) – Zorobabel governador da Judéia
De acordo com Ag 1:1, no segundo ano de Dario Zorobabel já era governador da Judéia em lugar de Sesbazar.

524 AC – (Anno Mundi 3372) – termina a reconstrução do Templo
De acordo com Ed 6:15: “acabou-se esta casa no terceiro dia do mês de Adar, no sexto ano do reinado do rei Dario.”
A conclusão das obras se deu 18 anos depois de iniciada no primeiro ano de Ciro, 437 anos depois de Salomão haver inaugurado o Templo em 961 AC.

493 AC – (Anno Mundi 3403) – morte de Dario, o Grande
De acordo com a história secular, Dario reinou 36 anos, de onde concluímos, de acordo com as datas bíblicas, que sua morte se deu em 493 AC

 

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Esdras 5:3-17 - A Reação dos Inimigos - Comentários Bíblicos - Matthew Henry (Exaustivo) AT e NT

Temos aqui:
I
O conhecimento que os seus vizinhos logo tomaram da retomada dessa boa obra. Parece que tinham um olho invejoso sobre eles e, assim que o ESPÍRITO de DEUS encorajou os amigos do Templo a dar continuidade à obra, o espírito perverso incitou seus inimigos a se opor a ela. Enquanto o povo edificava e colocava um fino acabamento nas suas próprias casas, seus inimigos não os incomodavam (Ag 1.4), embora a ordem do rei tivesse sido de parar a edificação da cidade (Ed 4.21); mas quando voltaram ao trabalho do Templo, logo soou o alarme e todos os líderes vizinhos estavam empenhados em impedi-los (vv. 3,4). Os adversários são mencionados aqui: Tatenai e Setar-Bozenai. Os governadores mencionados anteriormente (Ed 4), provavelmente foram substituídos no início desse reinado, como de costume. É a política dos príncipes de mudar com frequência os delegados, pro cônsules e magistrados das províncias. Esses, embora inimigos reais da construção do Templo, eram homens de índole melhor do que os anteriores, e buscaram retratar a verdade. Se a fé não é de todos (2 Ts 3.2), é bom que alguns a tenham. Os inimigos da Igreja não são todos igualmente iníquos e imoderados. O historiador começa a relatar o que se passou entre os edificadores e esses inquisidores (vv. 3,4), mas interrompe o seu relato, e faz alusão à cópia da carta que enviaram ao rei, onde a mesma aparece de forma mais completa e detalhada, e que ele começou a resumir (v. 4), embora, depois de pensar bem, tenha inserido todo o conteúdo.
II
O cuidado que a Providência divina teve em relação a essa obra (v. 5): os olhos de DEUS estavam sobre os anciãos dos Judeus, que estavam ativos na obra, assim que seus inimigos não podiam fazê-los parar, como teriam feito, até que a questão fosse levada a Dario. Eles desejavam que somente parassem até que tivessem instruções do rei a esse respeito. Eles não os impediram porque os olhos de DEUS estavam sobre eles. 1. Isso aturdiu, confundiu e debilitou seus inimigos e protegeu os construtores dos seus desígnios perversos. Enquanto estamos empenhados na obra de DEUS estamos debaixo de sua proteção especial; seus olhos estão sobre nós para o bem, sete olhos sobre uma única pedra em seu Templo (veja Zc 3.9; 4.10). 2. Isso os estimulou. Os anciãos dos Judeus viram que os olhos de DEUS estavam sobre eles, para observar o que faziam e reconhecer que estavam fazendo uma boa obra. Assim, tiveram coragem suficiente para enfrentar seus inimigos e dar continuidade vigorosamente à obra, não obstante toda a oposição que enfrentavam. Nossos olhos sobre DEUS, observando seus olhos sobre nós, nos manterão em nosso serviço e nos encorajarão quando as dificuldades forem desanimadoras.
III
O relato que enviaram ao rei acerca dessa questão, em que podemos observar:
1. O relato completo que os anciãos dos Judeus deram aos samaritanos acerca de sua conduta. Encontrando-os ocupados e bem-sucedidos, com todas as mãos ocupadas no trabalho da construção dessa edificação, e vendo que progrediam rapidamente, fizeram as seguintes perguntas: “Com que autoridade estão fazendo essas coisas, e quem deu essa autoridade a vocês? Quem os colocou no trabalho? Existe alguém que confirme esse trabalho?”. A isso, os anciãos responderam que tinham garantia suficiente para fazer o que faziam; porque: (1) “Somos servos do DEUS dos céus e da terra. O DEUS que adoramos não é um DEUS local e, portanto, não podemos ser acusados de partidarismo, ou estabelecer uma seita, ao edificar este Templo para a sua honra: mas pagamos nossa homenagem ao DEUS de quem depende toda criação e, portanto, precisa ser protegido e servido por todos e não impedido por ninguém”. É a sabedoria e o dever dos reis encorajar os servos do DEUS dos céus. (2) “Temos uma prescrição para esta casa; ela foi edificada para a honra de nosso DEUS por Salomão, muitos anos antes. Não é uma invenção recente; estamos levantando os fundamentos de muitas gerações” (Is 58.12, ARA). (3) “Foi para castigar-nos pelos nossos pecados que ficamos sem a posse desta casa por um período; não porque os deuses das nações prevaleceram contra o nosso DEUS, mas porque O provocamos (v. 12); por esse motivo ele nos entregou, e o nosso Templo, nas mãos do rei da Babilônia, mas nunca pretendeu, com isso, colocar um ponto final em nossa religião. Apenas fomos suspensos por um tempo, não despojados para sempre”. (4) “Temos o decreto real de Ciro que nos justifica e apoia naquilo que estamos fazendo. Ele não somente permitiu e consentiu, mas ordenou-nos a edificar esta casa (v. 13), e a edificá-la neste lugar (v. 15), o mesmo lugar onde foi edificada anteriormente”. Ele deu essa ordem, não somente pela compaixão aos Judeus, mas em respeito ao seu DEUS, dizendo: Ele é o DEUS. Ele também entregou os utensílios do Templo a alguém em quem confiava para que fossem devolvidos ao seu antigo lugar e uso (v. 14). E eles tinham esses utensílios para confirmar o que estavam alegando. (5) “A edificação começou de acordo com essa ordem, tão logo retornamos, assim que não deixamos de cumprir o benefício da ordem por decurso de prazo; ainda estamos construindo e não terminamos a obra, porque enfrentamos oposição”. Observe que eles não mencionam a falsidade e maldade dos governadores anteriores, nem reclamam deles, embora tivessem motivos suficientes para fazê-lo; isso nos ensina que não devemos retribuir amargura com amargura, nem a censura mais justa pela mais injusta, mas estar satisfeitos caso obtenhamos um tratamento justo no futuro, sem uma alusão hostil a insultos anteriores (v. 16). Este é o relato que deram do seu procedimento; não perguntaram sob que autoridade os estavam investigando, nem os reprovaram pela sua idolatria, e superstições, e religião confusa. Estejamos dispostos a dar com humildade e temor a razão da esperança que há em nós (1 Pe 3.15), a entender da maneira correta, e então a declarar prontamente o que fazemos a serviço de DEUS e o motivo pelo qual o fazemos.
2. Quão imparcialmente os samaritanos apresentaram essa situação ao rei. (1) Eles chamaram o Templo em Jerusalém de a casa do grande DEUS (v. 8); porque embora os samaritanos, pelo que parece, tivessem muitos deuses e senhores, eles reconheceram que o DEUS de Israel era o grande DEUS, que está acima de todos os deuses. “É a casa do grande DEUS e, portanto, não ousamos nos opor à edificação dela, sem ordens de sua parte”. (2) Eles relataram claramente o que estava sendo feito, não afirmando, como fizeram os seus predecessores, de que estavam fortificando a cidade como se estivessem planejando uma guerra, mas somente que estavam edificando o Templo, com o objetivo de adoração (v. 8). (3) Eles sugeriram que o rei consultasse os registros, para ver se Ciro, de fato, tinha feito esse decreto, e então tinha dado orientações como lhe parecia bem (v. 17). Temos motivos para pensar que se a causa dos Judeus tivesse sido apresentada a Artaxerxes de modo tão justo, no capítulo anterior, como o foi a Dario, ele não teria ordenado a paralisação da obra. O povo de DEUS não podia ser perseguido se não fosse desvirtuado, não podia ser seduzido se não fosse vestido com pele de urso. Que a causa de DEUS seja declarada de maneira justa, e ouvida de maneira justa, e ela se manterá firme.

 

  

CAPÍTULO 5 - (520 a C) - EXPOSITOR BÍBLIA THE WORD


A RECONSTRUÇÃO COMEÇOU NOVAMENTE

Os profetas, Ageu, o profeta, e de Zacarias, filho de Ido, profetizaram aos Judeus que estavam em Judá e Jerusalém, em nome do DEUS de Israel lhes profetizaram (os dois livros de Ageu e Zacarias deve ser lida em conexão com o presente capítulo) .
2 Então se levantaram Zorobabel, filho de Sealtiel, e Josué, filho de Jozadaque, e começaram a edificar a casa de DEUS, que está em Jerusalém; e com eles estavam os profetas de DEUS ajudando-os (os Profetas agora entrar em cena, com a Palavra do Senhor de que o trabalho deve ser retomado, e rapidamente, as pessoas haviam se tornado tão ocupado em construir suas
próprias casas e se preparando, que pouca atenção foi dada agora para o Templo, sem verdadeiros profetas, a Igreja vai definhar) .


OS INIMIGOS DOS JUDEUS PROCURAM IMPEDIR A CONSTRUÇÃO DE NOVO
UMA CARTA PARA O REI DARIO BUSCANDO PARAR O TRABALHO NO TEMPLO
 

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Esdras - LIVRO - Dicionário Bíblico Wycliffe

 

O livro que leva o nome de Esdras estava originalmente combinado com o de Neemias, em um único volume. Isto era verdade nos manuscritos hebraicos, até que houve a separação em um manuscrito datado de 1448 d.C. No entanto, os livros eram conhecidos por Orígenes e Jerônimo como obras separadas em algumas versões de manuscritos gregos.
Esboço
I. O primeiro retorno, 1.1-2.70
A. A permissão para retornar, 1.1-11
B. O registro dos que retomaram, 2.1- 70
II. A reconstrução do templo, 3.1-6.22
A. Construção do altar e das fundações do templo, 3.1-13
B. Empecilhos ao trabalho, 4.1-5,24
C. Oposição posterior, 4.6-23
D. Conclusão do templo, 5.1-6.22
III. A atividade de Esdras, 7.1-10.44
A. A missão de Esdras, 7.1-28
B. A chegada de Esdras, 8,1-36
C. O problema dos casamentos mistos, 9.1-10.44
Fontes
A natureza combinada do livro é também evidente, especialmente no Texto Massorético. A alternância dos pronomes pessoais de primeira e terceira pessoas, e o uso alternado do hebraico e do aramaico são facilmente reconhecíveis. O livro fez as seguintes combinações:
1. Memórias de Esdras (7.27-9.15). Estas foram escritas em primeira pessoa. Podem ter sido um resumo do relato que Esdras teve que fazer à corte persa.
2. Documentos em aramaico (4.7-16; 4.18- 22; 5.7-17; 6.3-12; 7.12-26). Estes incluem cartas e documentos oficiais e semioficiais.
3. Documentos hebraicos (1.2-4; 2.1-70; 8.1- 14; 10.18-44). Estes vêm, sem dúvida, e principalmente, dos arquivos de estado.
Autoria
De acordo com o Talmude (Baba Bathra 15a) e outras evidências da tradição hebraica, Esdras escreveu tanto o livro que leva seu nome quanto o livro de Neemias. No entanto, é prática mente universal mente aceito hoje em dia que Crônicas, Esdras e Neemias formavam originalmente um único livro. Como os versículos finais do segundo livro de Crônicas também aparecem no início do livro de Esdras, provavelmente a ordem tenha sido invertida. A expressão “o cronista” é normal mente atribuída ao autor de toda a obra. Embora muitos estudiosos reconheçam Esdras como “o cronista”, outros datam o trabalho de compilação desses livros como tendo ocorrido no final do século IV a.C. (aprox. 330 a.C.). No entanto, as grandes semelhanças linguísticas com papiros em aramaico do século V, da comunidade judaica em Elefantina, no Egito, requerem uma data dentro da época de Esdras. Veja Papiros de Elefantina. K. M. Y.

  

 

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– O livro de Ageu, que tem dois capítulos, pode ser dividido em quatro partes, a saber:

a) 1ª parte – primeira mensagem do profeta – Ag.1

b) 2ª parte – segunda mensagem do profeta – Ag.2:1-9

c) 3ª parte – terceira mensagem do profeta – Ag.2:10-19

d) 4ª parte – quarta mensagem do profeta – Ag.2:20-23

– Em Ageu, vemos o cuidado de DEUS em preservar a identidade religiosa e espiritual de Seu povo e a continuação da construção do cenário que serviria para a suprema manifestação do amor de DEUS na pessoa de JESUS CRISTO, a glória do segundo templo, o Desejado de todas as nações (Ag.2:7).

OBS: ” O livro de Ageu ante o Novo Testamento – Vários versículos do capítulo 2 falam da vinda do Messias (vv.6-9, 21-23). O abalo futuro dos céus, da terra, das nações e dos reinos é referido pelo autor de Hebreus (Hb.12.26-28). Além disso, Ageu profetiza que Zorobabel será como ‘o anel de selar’, ou selo oficial. Em ambas as genealogias de JESUS CRISTO, no NT (Mt.1.12,13; Lc.3.27), Zorobabel é o ponto que liga as ramificações da linhagem messiânica: de Salomão (filho de Davi) até Zorobabel, e daí até Maria; e de Natã (filho de Davi) até Zorobabel, e daí até José.” (BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL, p.1347).

” CRISTO Revelado – Duas referências a CRISTO no Livro de Ageu são destacadas.

 

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LIÇÃO 11 – AGEU, O COMPROMISSO DO POVO DA ALIANÇA

 

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REVISTA BETEL 3TR23 NA ÍNTEGRA

Escrita Lição 11, Betel, Ageu, Um chamado para despertar da inércia, 3Tr23, Pr. Henrique, EBD NA TV

Para me ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 

EBD Revista Editora Betel | 3° Trimestre De 2023 TEMA, PROFETAS MENORES DO ANTIGO TESTAMENTO – Proclamando o arrependimento, justiça e fidelidade a DEUS. Anunciando a esperança da salvação através do Messias. Escola Bíblica Dominical 

    

TEXTOS DE REFERÊNCIA - AGEU 1

1 No ano segundo do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do Senhor, pelo ministério do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, príncipe de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo:
2 Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada.
3 Veio, pois, a palavra do Senhor, pelo ministério do profeta Ageu, dizendo:
4 É para vós tempo de habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta?

  

  

ESBOÇO DA LIÇÃO

1- O CENÁRIO DO PROFETA AGEU

1.1 Conhecendo um pouco mais o profeta

1.2 A mensagem do profeta

1.3 Convocação à reconstrução do Templo

2- A NECESSIDADE DE ARREPENDIMENTO

2.1 O povo obedece a ordem de DEUS

2.2 O novo Templo

2.3 DEUS promete abençoar o povo

3- AGEU PARA HOJE

3.1 Prioridades erradas

3.2 A importância do encorajamento mútuo

3.3 Promessas valiosas de DEUS

     

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LIÇÃO 6, BETEL, 2TR25, NA ÍNTEGRA COMO NA REVISTA

 

Escrita Lição 6, Betel, Edificando a Casa de DEUS, 2Tr25, unidos pelo cuidado, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 

EBD, Revista Editora Betel | 2° Trimestre De 2025 | TEMA: MORDOMIA CRISTà– A Gratidão e Fidelidade na Administração dos Recursos que DEUS nos Confiou  | Escola Bíblica Dominical

 

ESBOÇO DA LIÇÃO

1- AGEU. O PROFETA DO DESPERTAMENTO

1.1. A mensagem de Ageu 

1.2. Saindo da apatia espiritual  

1.3. A bênção retida  

2- A BÊNÇÃO DA OBEDIÊNCIA  

2.1. A importância da liderança   

2.2. Priorizando as coisas de DEUS  

2.3. DEUS reprova a desobediência  

3- O CUIDADO COM O TEMPLO

3.1. As bênçãos do esforço  

3.2. As bênçãos da obediência  

3.3. As bênçãos da santificação  

 

 

TEXTO ÁUREO

“Subi o monte, e trazei madeira, e edificai a casa; e dela me agradarei, e eu serei glorificado, diz o Senhor”. Ageu 1.8.

 

VERDADE APLICADA

Movido pela Palavra e ação do ESPÍRITO, cada membro do Corpo de CRISTO deve estar comprometido com a edificação da Igreja.

 

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Reconhecer a necessidade de engajar-se no cuidado do Templo.
Ressaltar que devemos priorizar as coisas de DEUS.
Saber que o cuidado com a Casa de DEUS deve ser constante

 

TEXTOS DE REFERÊNCIA - Ageu 1.2, 4-7, 9
2 Assim fala o Senhor dos Exércitos, dizendo: Este povo diz: Não veio ainda o tempo, o tempo em que a casa do Senhor deve ser edificada.
4 É para vós tempo de habitardes nas vossas casas estucadas, e esta casa há de ficar deserta?
5 Ora, pois, assim diz o Senhor dos Exércitos: Aplicai os vossos corações aos vossos caminhos.
6 Semeais muito e recolheis pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vesti-vos, mas ninguém se aquece, e o que recebe salário, recebe salário num saco furado.
7 Assim diz o Senhor dos Exércitos: Aplicai os vossos corações aos vossos caminhos.
9 Olhastes para muito, mas eis que alcançastes pouco; e esse pouco, quando o trouxestes para casa, eu lhe assoprei. Por que causa? – disse o Senhor dos Exércitos. Por causa da minha casa, que está deserta, e cada um de vós corre à sua própria casa.

 

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA | Ed 4.23,24 A obra do Templo é suspensa.
TERÇA | Ed 5.1,2 Recomeçando a edificação do Templo.
QUARTA | Ed 6.15, 16 Não menospreze o seu próximo.
QUINTA | Jr 14.10, 11 DEUS não gosta de desculpas.
SEXTA | 2 Cr 36.23 O rei da Pérsia autoriza a construção do Templo.
SÁBADO | Ag 2.9 A promessa da glória da segunda Casa.


HINOS SUGERIDOS: 212, 459, 304

 

MOTIVO DE ORAÇÃO - Ore para que não sejamos descuidados com a Casa de DEUS.

 

PONTO DE PARTIDA: Ageu exortou o povo a reconstruir o Templo.

 

INTRODUÇÃO

Ageu foi usado por DEUS para exortar os israelitas quanto à reconstrução do Templo. O povo estava acomodado, sem cuidado com a Casa do Senhor, mas a mensagem do profeta provocou um retomo à comunhão com DEUS.

 

1- AGEU. O PROFETA DO DESPERTAMENTO

Ageu foi contemporâneo de Zacarias, sendo o primeiro profeta a falar ao povo pós-exílio. Ele levou a Palavra de DEUS ao governador Zorobabel e a Josué, o sumo sacerdote, pois era preciso concluir a obra de reconstrução do Templo em Jerusalém (Ag 1.1,2).

 

1.1. A mensagem de Ageu 

Cerca de 539 a.C., o rei Ciro emitiu um decreto autorizando os Judeus a retornarem à terra de Judá. Depois da morte de Ciro, em 530 a.C., Artaxerxes se tornou o rei da Pérsia, reinando até 522 a.C. (Ed 4.7-23). Influenciado pelos samaritanos, Artaxerxes decidiu interromper a reconstrução do Templo em Jerusalém (Ed 4.23). Porém, após sua morte, Dario assumiu o trono da Pérsia, reinando até 486 a.C., e foi favorável ao retomo da reconstrução da Casa de DEUS. Ageu levou mensagens proféticas à nação, uma vez que recebeu do Senhor a missão de despertar o povo para a necessidade de reconstruir o Templo, destruído por Nabucodonosor em 586 a.C.

 

Alexandre Coelho e Silas Daniel: “Somente após o falecimento de Cambises, quando Dario Histaspes assume o Reino da Pérsia. o povo judeu recebe autorização de novo para reconstruir o templo. Só que, em vez de os Judeus, voltarem-se para o projeto de reconstrução, relaxaram totalmente, Eles inverteram suas prioridades e começaram a se preocupar mais em adornar as próprias casas e fazer os seus negócios pessoais. Simplesmente abandonaram o compromisso que haviam assumido, logo quando voltaram do exílio, de reconstruir o templo do Senhor”.

 

1.2. Saindo da apatia espiritual  

Ageu foi encarregado pelo Senhor de falar ao povo de Israel sobre a reconstrução do Templo (Ag 1.8). A mensagem do profeta foi uma exortação para os israelitas renovarem a comunhão com DEUS, sendo tão incisiva que o povo teve temor do Senhor (Ag 1.12). O Livro de Ageu nos leva a pensar sobre a importância de não nos descuidarmos quanto ao investimento de tempo e de recursos nos serviços de adoração ao Senhor.

 

Comentário Bíblico Matthew Henry: “Não disseram que construíram um templo; eles o fariam, mas não naquele momento. (…) Desta maneira, o grande trabalho para o qual fomos mandados ao mundo para realizar fica por fazer. Existe em nós a tendência de pensar mal dos desalentos que surgem em nosso dever, como se fossem uma exoneração de nosso dever, quando são somente para provar a nossa coragem e fé”.

 

1.3. A bênção retida    

Ageu foi instrumento de DEUS para animar o povo a reconstruir o Templo (Ed 6.14). Assim como o profeta Zacarias, ele levou aos israelitas que estavam em Judá e em Jerusalém as mensagens que recebia do DEUS de Israel (Ed 5.1). O governador Zorobabel e o sumo sacerdote Josué também estavam apáticos em relação à reconstrução do Templo em Jerusalém. Ageu, então, os exortou a reconstruir o Templo juntamente com o povo, que só assim seria abençoado. A mensagem profética revelou a razão de o povo não estar desfrutando das bênçãos: eles estavam adiando a tarefa de prosseguir com a reconstrução do Templo (Ag 1.4, 14).

 

Pr. Antônio Paulo Antunes (Revista Betel Dominical. 3° Trimestre de 2023. Lição 11): ”A profecia de Ageu é uma exortação a começar sem demora a reconstrução do Templo; pois não poderia continuar em ruínas por muito tempo, mas deveria ser restaurado para a glória de DEUS (Ag 1.8). A ordem vinha da parte de DEUS. Essa ordem não podia ser ignorada sem que trouxesse sérios resultados para todos: a seca, a perda das colheitas e a pobreza, que seriam indicativos da ira divina (Ag 1.9-11). Por outro lado, DEUS abençoaria e traria uma rápida e perene salvação ao seu povo se, mediante o esforço coletivo, o Templo fosse reconstruído (Ag 1.8; 2.6-9, 20-23 )”

 

EU ENSINEI QUE:

Ageu levou aos israelitas que estavam em Judá e em Jerusalém as mensagens recebia do DEUS de Israel.

 

2- A BÊNÇÃO DA OBEDIÊNCIA  

O Livro de Ageu registra mensagens proféticas, anunciadas entre agosto e dezembro. Embora tenha sido um curto período, o impacto na vida do povo foi relevante, como registrou Esdras (Ed 6.14). Porém, não é possível saber se Ageu testemunhou a conclusão da reconstrução do Templo.

 

2.1. A importância da liderança   

No livro Os cinco Pilares da Liderança (2014, p.11), Bispo Abner Ferreira ressalta: “Nada acontece sem liderança. Não importa a condição que exista, em qualquer situação, nada muda sem liderança”. Isso nos remete ao posicionamento de Ageu ao perceber a indiferença dos Judeus por ocasião do regresso do exílio (Ag 1.9). Como embaixador do Senhor (Ag 1.13), o profeta Ageu exortou o povo a reerguer o Templo. Isso aconteceu durante o segundo ano do reinado de Dario (Ag 1.12-15).

 

O Senhor DEUS levanta pessoas, a quem capacita e anima na condução e no cuidado com o Seu povo. Foi assim quando os Judeus receberam a autorização para retomar à terra de Judá. O tato sagrado menciona que eles •vieram com . Zorobabel” (Ed 2.2). Ao chegarem em Jerusalém, Zorobabel é novamente mencionado, juntamente com outros homens, liderando o povo na edificação do altar (Ed 3.2). Tempos depois, vemos Zorobabel reagindo positivamente às mensagens proféticas de Ageu e de Zacarias para conduzir a edificação da Casa de DEUS (Ed 5.2). Zorobabel é um líder que está atento à Palavra de DEUS e sensível ao agir de DEUS; ele teme a DEUS, se levanta e é animado pelo Senhor (Ag 1.12-14; 2.4). Mesmo sendo tempos difíceis e desafiadores, DEUS levanta, capacita e anima Zorobabel.

 

2.2. Priorizando as coisas de DEUS  

É interessante que a primeira mensagem de Ageu registrada no livro que recebe o seu nome mencione a maneira como o povo de DEUS estava administrando o tempo. Eles achavam que ainda não era tempo de reconstruir o Templo (Ag 1.2). A resposta de DEUS a esse pensamento se inicia também fazendo menção ao tempo (Ag 1.4). Assim, vemos que o Senhor dos Exércitos estava convocando os israelitas a rever suas prioridades, não segundo limitadas percepções, mas à luz da Palavra. Era preciso acertar as prioridades para desfrutar das bênçãos da provisão de DEUS. Ainda hoje, dependemos da Palavra de DEUS e da direção do ESPÍRITO SANTO quanto à mordomia do tempo, avaliando se nossos planos e atitudes estão em conformidade com a vontade de DEUS.

 

Comentário Bíblico Beacon: “Os Judeus esperaram o momento certo para reconstruir o Templo; diziam que ainda não era o momento. [ … ] julgavam que o período ainda não se completara. Outra razão sugerida para a interrupção das obras era que o Senhor não os abençoará com boas colheitas. Este fato, segundo eles, indicava que DEUS estava irado com eles; portanto, não veio ainda o tempo. DEUS conforme este ponto de vista, não tinha criado as condições favoráveis para a reconstrução”.

 

2.3. DEUS reprova a desobediência  

O rei Dario havia autorizado as obras de reconstrução do Templo; entretanto, o povo alegava que ainda não era tempo de realizar aquela obra (Ag 1.2). Diante disso, DEUS levanta Ageu e conclama Seu povo a pensar bem quanto ao que estava acontecendo (Ag 1.5). O povo está sendo chamado a uma mudança de atitude (Ag 1.8). A mensagem de Ageu revela a desobediência dos filhos de Israel: Como não estava se agradando disso, o Senhor revelou tanto as atitudes erradas de Seu povo quanto as que eles deveriam adotar (Ag 1.8-9).

 

J.G. Baldwin comenta Ageu 1.5-7 (Ageu, Zacarias e Malaquias: introdução e comentário. Primeira Edição. Mundo Cristão, 1982, p. 31): “Refletir sobre os acontecimentos à luz da palavra de DEUS é indispensável para o povo de DEUS, se quiser saber o significado da sua orientação providencial nas coisas do dia a dia. Assim Moisés reflete sobre os acontecimentos do êxodo em Dt 1.1-11, tirando conclusões salutares de fracassos e desilusões passadas. Ageu não se surpreende com a insatisfação que o povo sentia, apesar de trabalhar tanto seu dinheiro se esvaía como farinha pela peneira. DEUS estava falando com o povo através de coisas circunstanciais, como preços altos e inflação

 

EU ENSINEI QUE:

Como embaixador do Senhor, o· profeta: Ageu exortou o povo a reerguer o Templo.

 

3- O CUIDADO COM O TEMPLO

O contexto do profeta Ageu nos mostra que o desinteresse, o esforço e a falta de prioridade do povo de DEUS em relação à reconstrução do Templo estavam associados à vida de adoração, ao testemunho perante as outras nações acerca do DEUS de Israel, à expectativa de cumprimento das promessas do Senhor para Israel e ao comprometimento deles com o Senhor e Sua Palavra.

 

3.1. As bênçãos do esforço  

As profecias de Ageu ressaltam que a reconstrução do novo Templo era importante para os Judeus. Eles precisavam se animar para executar a obra, pois a glória daquela casa seria maior do que a da primeira (Ag 1.8; 2.9). Segundo a profecia de Ageu, era necessário que o povo se voltasse de coração para o Todo-Poderoso, que encheria o Templo de glória. As nações trariam suas riquezas para o esplendor do Templo em Jerusalém, porque toda prata e todo ouro do mundo pertencem ao Senhor (Ag 2.7,8).

 

Warren Wiersbe: “Quando os alicerces do templo foram lançados, dezesseis anos antes, alguns dos homens mais velhos olharam para trás com tristeza ao se lembrar da glória e da beleza do templo de Salomão (Ed 3.8-13). É possível que Ageu fizesse parte da geração mais velha e que tivesse visto o templo antes de ser destruído, mas certamente não chorou como os outros de sua idade. Alegrou-se, porque a obra havia começado, e era seu desejo vê-la completa”.

 

3.2. As bênçãos da obediência  

Ageu expôs o juízo de DEUS sobre Israel devido à desobediência do povo (Ag 1.6). O profeta os advertiu acerca da solução para as adversidades que estavam enfrentando: eles deveriam subir ao monte e trazer madeiras para a edificação do Templo (Ag 1.8). Caso obedecessem, o Senhor se agradaria pela reconstrução do Templo, onde seria adorado. As palavras de Ageu caíram em solo fértil, pois os líderes e o povo que havia voltado do exílio aceitaram a exortação que o Senhor lhes fez por intermédio do profeta Ageu (Ag 1.12).

 

Warren Wiersbe: “Quando DEUS nos fala por sua Palavra, a única resposta aceitável é a nossa obediência. Não pesamos as opções, não analisamos as alternativas nem negociamos os termos. Simplesmente fazemos o que DEUS nos ordena e deixamos o resto ao encargo dele. ‘Fé não é crer apesar das evidências: disse o pregador inglês Geoffrey Studder-Kennedy; ‘é obedecer apesar das consequências ‘. ( … ) A obediência dos líderes e do povo era resultado da operação de DEUS no coração deles, da mesma forma como havia tocado o coração do rei Ciro e dos exilados que haviam retornado para Jerusalém com Zorobabel (Ed 1.5)”.

 

3.3. As bênçãos da santificação  

Ageu entregou ao povo uma terceira mensagem, que remetia aos ensinamentos da Lei Mosaica (Ag 2.10-19). Para que eles entendessem a situação em que estavam, o profeta usou como exemplo as coisas santificadas, que não são capazes de santificar o que é impuro. Já as coisas impuras contaminam o que é puro. Ou seja, a santidade não contamina, mas o pecado sim. O povo daquele lugar e seus sacrifícios eram impuros para DEUS, por isso os israelitas precisavam viver em santidade (Ag 2.11-14).

 

Warren Wiersbe: “DEUS não podia abençoar o povo da maneira como desejava, pois estavam contaminados, de modo que era importante que se mantivessem puros diante do Senhor. Os conceitos de “limpos” e “imundos” eram extremamente importantes para os Judeus que viviam sob a antiga aliança; sendo, inclusive, o tema principal do livro de Levítico”.

 

EU ENSINEI QUE:

Era necessário que o povo se voltasse para o Todo-Poderoso, que encheria o Templo de glória.

 

CONCLUSÃO  

 O profeta Ageu exortou os israelitas de maneira objetiva e clara. Era necessário priorizar a reconstrução do Templo para desfrutarem as bênçãos de DEUS. Entretanto, além de se esforçar na obra de reconstrução, o povo deveria viver em obediência e santificação.

 

 

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NA ÍNTEGRA - LIÇÃO 6, BETEL, DISCERNIMENTO ESPIRITUAL - A SABEDORIA DIVINA EM TEMPOS DE ENGANO, 2º TRIMESTRE DE 2026

 

Escrita Lição 6, Betel, Discernimento espiritual - a sabedoria divina em tempos de engano, 2Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 

ESBOÇO DA LIÇÃO

1. O PERIGO DE CRER EM FALSOS PROFETAS  

1.1. Falsos profetas no AT

1.2. Falsos profetas no NT 

1.3. O perigo dos falsos profetas nos dias de hoje 

2. CARACTERÍSTICAS DOS FALSOS PROFETAS  

2.1. Distorcem a Palavra de DEUS 

2.2. Suas profecias e ensinos são antibíblicos 

2.3. Suas obras são más 

3. NEEMIAS MANTEVE-SE FIEL A DEUS 

3.1. Neemias não cedeu aos falsos profetas 

3.2. Neemias julgou a profecia 

3.3. A profecia não dá direção pessoal 

 

TEXTO ÁUREO 

"E conheci que eis que não era DEUS quem o enviara; mas esta profecia falou contra mim, porquanto Tobias e Sambalate o subornaram", Neemias 6.12 

 

VERDADE APLICADA 

É preciso ser vigilante quanto às manifestações espirituais, que devem sempre estar respaldadas pela Palavra de DEUS. 

 

TEXTOS DE REFERÊNCIA - 1 TIMÓTEO 4.1-2; MATEUS 24.4-5

1. Mas o ESPÍRITO expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, 

2. Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência. 

MATEUS 24 

4. E JESUS, respondendo, disse-lhes: Acautelai- -vos, que ninguém vos engane, 

5. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o CRISTO; e enganarão a muitos. 

 

INTRODUÇÃO  

Neemias sofreu ataques também de falsos profetas, que colocaram à prova sua confiança em DEUS. Nesta lição, teremos a oportunidade de aprender como identificar e lidar com essas pessoas segundo a Bíblia, tendo em vista o perigo que representam à Igreja e aos seus membros. 

 

1. O PERIGO DE CRER EM FALSOS PROFETAS  

Tanto no AT quanto no NT, DEUS alerta Seu povo sobre o perigo de sermos enganados por falsos profetas. Essa advertência vale ainda hoje, pois falsos profetas surgem a todo momento. 

 

1.1. Falsos profetas no AT

No AT, vemos os danos causados por falsos profetas a algumas pessoas e também à nação de Israel (1Rs 22.23; Ap 2.20; 1Rs 18.22). Podemos destacar dois exemplos emblemáticos: (1) O homem que profetizou contra o altar de Jeroboão (1Rs 13). Depois de ser tremendamente usado por DEUS, aquele profeta acabou sendo enganado por uma falsa profecia, que lhe induziu a desobedecer à Ordem Divina. Ele acabou sendo morto por um leão naquele mesmo dia, ou seja, o que começou com a manifestação do Poder de DEUS terminou em morte. (2) Elias e os profetas de Baal e Aserá (1Rs 18.1-19). A nação de Israel estava sendo levada pelo rei Acabe a um caminho de idolatria e feitiçaria dos povos pagãos ao seu redor. Oitocentos e cinquenta falsos profetas eram mantidos pelo governo, usufruindo do apoio real para destruírem os valores divinos e implantar uma nova cultura na nação (1Rs 18.19). Porém, eles foram derrotados pelo Poder de DEUS (1Rs 18.2-39), que usou Elias para isso. 

 

A Escritura distingue o verdadeiro do falso profeta pela origem, pelo conteúdo e pelo fruto da mensagem. A origem é revelada pela fonte: o verdadeiro fala "em nome do Senhor" porque foi enviado por Ele (Jr 23.21-22), enquanto o falso fala "da própria imaginação" (Jr 23.16; Ez 13.2). O conteúdo se mede pela aliança: toda palavra autêntica é confirmada pela Escritura e pelo testemunho (Dt 13.1-5; Is 8.20), exalta a santidade de DEUS, chama ao arrependimento e promove justiça (Mq 6.8). O fruto se prova no tempo: "pelos frutos os conhecereis" (Mt 7.15-20): onde a profecia autenticamente Divina opera, há conversão, verdade e vida; onde é espúria, há vaidade, mercantilização do sagrado e acomodação do pecado (Mq 3.5-11; 2Pe 2.1-3). 

 

1.2. Falsos profetas no NT  

No NT, encontramos muitas advertências quanto aos falsos profetas que se inserem no meio do povo de DEUS. O mágico Elimas, um falso profeta, se opôs à pregação de Paulo (At 13.6); também alguns falsos apóstolos procuravam desviar o rebanho de CRISTO (2Co 11.13) para o caminho das heresias, sendo chamados na Bíblia de "obreiros fraudulentos" e "ministros de Satanás" (2Co 11.13,15). Outro exemplo está na carta apocalíptica à Igreja de Tiatira: "Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria", Ap 2.20. Portanto, os falsos profetas podem nos enganar com falsas profecias, mas também com falsos ensinos. 

 

A profecia verdadeira, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, nunca foi isenta de exame. O apóstolo Paulo estabelece que a palavra profética deve ser discernida e julgada pela comunidade espiritual (1Co 14.29), e esse juízo não é meramente humano, mas doutrinário. O padrão de aferição é o ensino apostólico, que representa o depósito da revelação Divina (1Co 14.36-38). Assim, toda mensagem inspirada deve estar em consonância com o testemunho dos apóstolos e com a totalidade da Escritura, que é a norma de fé e prática da Igreja (2Tm 3.16). 

 

1.3. O perigo dos falsos profetas nos dias de hoje  

A marca deste tempo presente é o engano (1Tm 2.14; 2Tm 3.13; 1Jo 2.26; Cl 2.4; Tt 1.10). Certa vez, os discípulos perguntaram a JESUS sobre os sinais do fim dos tempos e da Sua vinda, e Ele respondeu: "Acautelai-vos, que ninguém vos engane", Mt 24.4. JESUS sabia que muitos falsos cristos e falsos profetas tentariam enganar a muitos com sinais e prodígios (Mc 13.22). Na grande tribulação, o falso profeta é chamado de besta e descrito como enganador (Ap 16.13). Portanto, é preciso conhecer bem as Escrituras para conseguir discernir se a Palavra que vem do púlpito está ou não de acordo com a Palavra de DEUS. Toda manifestação e ensino precisa passar pelo crivo da Palavra de DEUS. Paulo advertiu que ainda que um anjo ou ele mesmo pregasse outro Evangelho, deveria ser rejeitado (Gl 1.8). 

 

William Barros (2022): "Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas, 2Tm 4.3,4. Temos testemunhado essa profecia se cumprindo em nossos dias. Teorias e fábulas impossíveis de serem provadas ganham status de verdade absoluta e são difundidas por pseudo especialistas, ganhando, assim, aspecto sério e confiável": 

 

EU ENSINEI QUE: No Novo Testamento, encontramos muitas advertências quanto aos falsos profetas que se inserem no meio do povo de DEUS. 

 

2. CARACTERÍSTICAS DOS FALSOS PROFETAS  

A Bíblia descreve os falsos profetas como figuras perigosas e enganadoras, inclusive os comparando a lobos ferozes disfarçados de ovelhas, que se infiltram entre os crentes para disseminar mentiras usando o nome de DEUS (Mt 7.15). Devemos confiar apenas na Palavra, pois é nela que encontramos os critérios que identificam os falsos profetas. 

 

2.1. Distorcem a Palavra de DEUS 

Os falos ensinamentos deturpam as passagem  bíblicas para levar as pessoas a atitudes que não encontram respaldo na Palavra de DEUS. O Apóstolo Paulo foi enfático ao afirmar que “ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema", Gl 1.8. Profecias e ensinos contrários à Palavra de DEUS não devem encontrar espaço no coração dos crentes. A Bíblia é a inerrante Palavra de DEUS, na qual devemos estar firmados (Jo 17.17). Erros e desvios doutrinários podem vir até nós, numa roupagem inofensiva e aparentemente verdadeira: "Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de CRISTO. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz”, 2 Co 11.13,14. 

 

O apóstolo Paulo estabelece um critério absoluto para o discernimento doutrinário: nem apóstolos, nem anjos, nem novas revelações têm autoridade para modificar o evangelho já entregue à igreja. "Ainda que nós mesmos, ou um anjo do céu, vos pregue outro evangelho... seja anátema" (Gl 1.8). Onde a mensagem desloca a cruz, dilui o senhorio de JESUS ou acrescenta exigências que a graça não impõe, não há boa-nova, há desvio. A igreja, portanto, julga o ensino pela conformidade com a Palavra, pela centralidade de CRISTO e pelo fruto que promove santidade e verdade (Gl 1.9; 1Co 14.29; 2Tm 3.16). 

 

2.2. Suas profecias e ensinos são antibíblicos 

Muitas falsas seitas tiveram início com revelações e profecias falsas. Quando não deturpam o texto bíblico, simplesmente se afastam dele, dando ênfase a ensinos baseados em visões e revelações particulares de origem maligna. Muitas pessoas foram enganadas, passando a seguir o que acreditam firmemente ser a direção de DEUS. Um falso profeta disse a Neemias para fazer algo contrário à Palavra, mas ele não obedeceu àquele homem (Ne 6.10-13). Muitas pessoas foram e são enganadas por falsas profecias, como a que causou a morte do profeta que profetizou contra o altar de Jeroboão (1Rs 13.11-29). Ele seguiu cegamente uma falsa profecia, abandonando a Palavra de DEUS, e isso o levou à morte. Essa é uma advertência que está eternizada nas escrituras para nosso aviso. 

 

Vivemos dias em que a influência do mal se manifesta com sutileza e alcance global. O inimigo já não se apresenta apenas em formas grotescas, mas se infiltra na cultura e nas ideias, tudo para distorcer a verdade da Palavra. O apóstolo Paulo advertiu que, "nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios" (1Tm 4.1). O avanço do mal, portanto, não é apenas moral, mas espiritual e intelectual: ele corrompe valores, relativiza a verdade e confunde consciências. 

 

2.3. Suas obras são más  

JESUS nos deu um aviso importante sobre os falsos profetas: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores", Mt 7.15. Ainda que aparentem piedade e devoção, são enganadores, cujas obras mostram seu real caráter (Mt 7.16). Profetizam mentiras agradáveis (Jr 5.31); suas obras são más (Mt 7.15-20); buscam seus próprios interesses (1Tm 3.3,8; At 20.29). Não são os dons que definem o verdadeiro profeta, mas suas obras e práticas. Sem observar isso, podemos ser facilmente enganados e manipulados; portanto, devemos observar a Palavra de DEUS e viver em obediência somente a ela. 

 

A maior astúcia do maligno não é o ataque frontal, mas a imitação do sagrado. O apóstolo Paulo adverte que Satanás se disfarça de anjo de luz (2 Co 11.14), isto é, apresenta-se com aparência de verdade, estética de piedade e vocabulário devocional. Seu objetivo não é assustar, mas seduzir; não é negar a Escritura, mas torce-la; não é destruir o culto, mas colonizá-lo com intenções estranhas ao evangelho. Por isso, a igreja não deve discernir apenas pelo que brilha, mas pelo que permanece: a centralidade da cruz, a fidelidade ao ensino apostólico, o fruto de santidade e amor (Gl 1.8-9; Mt 7.16). 

 

EU ENSINEI QUE: Não são os Dons que definem o verdadeiro profeta, mas suas obras e práticas. 

 

3. NEEMIAS MANTEVE-SE FIEL A DEUS 

Neemias foi severamente confrontado por seus inimigos; mesmo assim, ele se manteve firme no propósito que DEUS havia colocado em seu coração. A maneira como reagimos aos ataques verbais e às adversidades na caminhada cristã reflete quanto estamos comprometidos em cumprir o propósito de DEUS para nossa vida. 

 

3.1. Neemias não cedeu aos falsos profetas  

Sambalate e Tobias sabiam da importância dos profetas de DEUS na vida do povo de Israel, por isso subornaram alguns deles para atemorizar Neemias, fazendo com que a reconstrução do muro parasse. Segundo a Bíblia, Semaías, a profetisa Noadias e outros profetas (Ne 6.10,14) proferiram falsas profecias, dizendo a Neemias, repetidamente, que ele seria morto. A resposta de Neemias à profecia de Semaías mostra bem o tipo de fé e coragem que norteavam seus passos: "Porém eu disse: Um homem como eu fugiria?", Ne 6.11. Ainda hoje, diante dos ataques de Satanás, devemos mostrar a mesma fé e coragem. Que possamos vivenciar o que diz o hino 225 da Harpa Cristã: "Na batalha contra o mal, sê valente!". Satanás usa algumas pessoas para nos fazer desistir da caminhada com DEUS, mas nós devemos responder a elas com firmeza e sabedoria. 

 

Valdir Alves de Oliveira (2022): "Precisamos, pois, estar atentos e seguros na Palavra de DEUS para não sermos levados por espíritos enganadores (1Tm 4.1,2). Israel tinha as Escrituras Sagradas e os profetas que o Senhor enviou, porém desprezaram. E nós hoje? Temos a Bíblia completa, o ESPÍRITO SANTO habitando em nós, os dons ministeriais. Como estamos reagindo às providências de DEUS para a Sua Igreja?" Discernir é obedecer: provemos os espíritos, aferimos doutrina pela Escritura e submetamos tudo ao senhorio de CRISTO (1Jo 4.1; At 17.11). Se DEUS provê Palavra, ESPÍRITO e dons, nossa resposta é fé prática: arrependimento, santidade e perseverança que geram fruto. 

 

3.2. Neemias julgou a profecia  

De todos os falsos profetas que se levantaram contra Neemias, só temos o registro da mensagem de Semaías. É possível que ela resuma o tipo de ataque que ele estava sofrendo, ao ouvir coisas como: "Vamos juntamente à casa de DEUS, ao meio do templo, e fechemos as portas do templo; porque virão matar-te; sim, de noite virão matar-te”, Ne 6.10. Porém, Neemias logo percebeu que a mensagem era falsa, porque lhe mandava cometer um pecado: entrar no Templo. O povo podia entrar no pátio do Templo, mas somente os sacerdotes podiam entrar no Lugar SANTO, e só o sumo sacerdote entrava no Lugar Santíssimo (Hb 9.6-9). DEUS não mandaria um profeta dizer algo contrário à Sua Palavra. Assim, como Neemias, devemos avaliar qualquer mensagem que nos seja dada como sendo da parte de DEUS para evitar confusões e contendas (1Jo 4.1; 1Ts 5.20,21). 

 

Bispo Abner Ferreira (2021): "A luta cristã, mesmo sendo espiritual, se desenvolve em várias esferas. DEUS nos supriu com toda a armadura e seguramente não podemos permitir que parte alguma fique descoberta, porque Satanás sempre irá buscar alguma área desprotegida para usá-la como ponto de partida para seus ataques". A vigilância espiritual não é opção, é disciplina de guerra. Cada área negligenciada torna-se brecha para o inimigo semear o engano. O cristão maduro se cobre de toda a armadura: verdade na mente, justiça no coração e fé nas mãos, para que nenhuma flecha encontre espaço desprotegido. 

 

3.3. A profecia não dá direção pessoal 

A profecia tem um lugar importante na experiência cristã. São muitos os testemunhos de mensagens proféticas que se cumpriram, trazendo respostas de DEUS. Porém, uma condição deve ser observada: a profecia exorta, edifica e consola (1Co 14.3), mas não dá direção pessoal, como, por exemplo, dizer com quem determinada pessoa vai se casar. 

Em Atos 21.10-14, Ágabo profetizou que o Apóstolo Paulo seria preso em Jerusalém; mesmo assim, ele foi para lá, contrariando o apelo dos discípulos para que não fosse. A profecia era de DEUS? Sim, era e se cumpriu. Entretanto, não foi uma direção pessoal para Paulo, mas a revelação do que lhe aconteceria. A Vontade de DEUS era que Paulo fosse para Jerusalém, onde seria preso. Neemias não seguiu a profecia de Semaías porque conhecia a Vontade de DEUS para sua vida. 

 

Bispo Oides José do Carmo (2022): "A Igreja de CRISTO, bem doutrinada, não tolera os falsos profetas em seu meio e faz uso correto dos Dons espirituais, de acordo com a Palavra de DEUS. João sedimenta que é dever da Igreja julgar as profecias para ver se estão de acordo com a Palavra de DEUS (1Jo 4.1)". Dons autênticos servem à verdade revelada: profecia se submete à Escritura, e a igreja, guiada pelo ESPÍRITO, disciplina, prova e retém o que é bom (1Ts 5.19–21). Onde a doutrina é sólida e o juízo é bíblico, o rebanho permanece protegido e os falsos profetas perdem o púlpito e o poder. 

 

EU ENSINEI QUE: Sambalate e Tobias sabiam da importância dos profetas de DEUS na vida do povo de Israel, por Isso subornaram alguns deles para atemorizar Neemias. 

 

CONCLUSÃO 

JESUS nos advertiu sobre os falsos profetas. Portanto, assim como Neemias, devemos conhecer a Vontade de DEUS para nossa vida e julgar, à luz das Escrituras, qualquer profecia que venhamos a receber. 

 

 

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TAYLOR, J. B. Ezequiel, Introdução e Comentário,1ªEdição. Editora Mundo Cristão, São Paulo, SP, 1984
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Leo G. Cox. Comentário Bíblico Beacon. Editora CPAD. Vol. 1. pag. 141.

Livro Batalha Espiritual - Livro de Apoio Adulto 1º Trimestre -  2019 - Pr. Esequias Soares

Novo Testamento Interlinear grego-português. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004.

O NOVO DICIONÁRIO DA BÍBLIA – Edições Vida Nova – J. D. Douglas

Pequena Enciclopédia Bíblica - Orlando Boyer - CPAD

Pequeno Atlas Bíblico - CPAD Hermenêutica Fácil e Descomplicada - CPAD

Primeira tradução do Antigo Testamento do hebraico para o grego, em Alexandria, no Egito, feita em cerca de 285 a.C., conhecida como a tradução dos setenta — LXX.
MARTENSEN, Christian Dogmatics, 133.
O Novo Testamento Versículo por Versículo, Candeia. Champlin comenta sobre Efésios 1.21.
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SILVA, Severino Pedro da, A Doutrina Bíblica dos Anjos, CPAD.
PERLMAN, Mver, Conhecendo as Doutrinas da Bíblia, Editora Vida.
Teologia Sistemática Atual e Exaustiva, Edições Vida Nova.
PERLMAN, Myer, Conhecendo as Doutrinas da Bíblia, Editora Vida.
Comentário Bíblico Pentecostal do Novo Testamento, CPAD.
HORTON, Stanley M., A Vitória Final, CPAD.
ARCHER, Gleason L., Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas, Editora Vida. Archer
é professor de Antigo Testamento e Estudos Semíticos na Trinity Divinitv School — em Deerfield, Illinois, Estados Unidos — e deão no Fuller Theological Seminary.
GRAHAM, Billy. Anjos, os Agentes Secretos de DEUS. Record, pp.79-89.
Bíblia de Estudo de Genebra.
Homília de Centum Ovibus (Homílias sobre os Evangelhos), citado por Tomás de Aquino.
OLSON, N. Lawrence, Plano Divino através dos Séculos, CPAD.
GILBERTO, Antônio, Manual da Escola Dominical, CPAD.
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OLSON, N. Lawrence, Plano Divino através dos Séculos, CPAD.
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Revista Ensinador Cristão - CPAD.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.

SILVA, Severino Pedro. A Existência e a pessoa do ESPÍRITO SANTO. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.

SOUZA, Estevam Ângelo de. Nos domínios do ESPÍRITO. 4ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.

STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD

Teologia Sistemática - Conhecendo as Doutrinas da Bíblia - A Salvação - Myer Pearman - Editora Vida

Teologia Sistemática de Charles Finney

Teologia Sistemática Pentecostal - A Doutrina da Salvação - Antonio Gilberto - CPAD

Uwe Holmer. Comentário Esperança Cartas aos I Pedro. Editora Evangélica Esperança.

www.ebdweb.com.br

 

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