01 setembro 2026

Escrita Lição 10, Betel, O poder das palavras: a responsabilidade do que dizemos, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Escrita Lição 10, Betel, O poder das palavras - a responsabilidade do que dizemos, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

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ESBOÇO DA LIÇÃO
1- DOMINANDO A PRÓPRIA LÍNGUA 

1.1. Bênção ou maldição?   

1.2. Advertência a pais e filhos   

1.3. Palavras que abençoam   

2- O PODER DAS PALAVRAS

2.1. Palavras penetram na alma   

2.2. Palavras ficam gravadas na mente e no coração   

2.3. Palavras falsas causam ruína  

3- CUIDE DO QUE VOCÊ FALA

3.1. Não alimente maledicências   

3.2. Fuja de palavras torpes   

3.3. Cuidado com palavras bajuladoras   

 

TEXTO ÁUREO

“A boca do justo é manancial de vida, mas a violência cobre a boca dos ímpios”, Provérbios 10.11

 

VERDADE APLICADA

As palavras podem edificar ou destruir, por isso devemos pedir ao ESPÍRITO SANTO que nos conceda sabedoria ao usá-las

 

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Saber que nossas palavras devem ser uma fonte de bênçãos
Destacar o poder das palavras

Reconhecer que falar com mansidão e sem ofensas faz parte da vida do cristão

 

TEXTOS DE REFERÊNCIA - PROVÉRBIOS 12
6- As palavras dos ímpios são para armarem ciladas ao sangue, mas a boca dos retos os livrará.
13- O laço do ímpio está na transgressão dos lábios, mas o justo sairá da angústia.
17- O que diz que a verdade manifesta a justiça, mas a testemunha falsa engana.
18- Há alguns cujas palavras são como pontas de espada, mas a língua dos sábios é saúde.
19- O lábio de verdade ficará para sempre, mas a língua mentirosa dura só um momento.
22- Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor, mas os que obram fielmente são o seu deleite.
25- A solicitude no coração do homem o abate, mas uma boa palavra o alegra

 

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA | Sl 34.13 Guarde sua língua do mal.
TERÇA | Tg 3.10 As palavras podem abençoar ou amaldiçoar.
QUARTA | SI 39.1 Vigie suas palavras para não pecar
QUINTA | Sl 35.28 Proclamem ao Senhor com sua língua.
SEXTA | Sl 120.2 Que o Senhor nos livre da língua traiçoeira.
SÁBADO | Pv 10.9 Quem controla a língua é sensato.


HINOS SUGERIDOS: 210, 217,545

MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que não saiam de nossa boca palavras torpes, mas abençoadoras.

 

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SUBSÍDIOS EXTRAS – BÍBLIAS, LIVROS, REVISTAS E COPILOT

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📖 O PODER DAS PALAVRAS – A RESPONSABILIDADE DO QUE DIZEMOS

 

🌅 INTRODUÇÃO

JESUS declarou: “Raça de víboras! Como podeis falar coisas boas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca” (Evangelho segundo Mateus, capítulo 12, versículo 34).

Tiago reforça: “De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim” (Epístola de Tiago, capítulo 3, versículo 10).

O termo grego glōssa (γλῶσσα) significa “língua” ou “linguagem”, mostrando que o falar é reflexo direto da vida espiritual. DEUS criou o mundo pela palavra: “E disse DEUS: Haja luz; e houve luz” (Gênesis, capítulo 1, versículo 3).

Portanto, nossas palavras têm poder derivado do próprio DEUS e devem ser usadas para edificação, consolação e exortação.

Palavras de JESUS são ESPÍRITO e Vida.

Os mundos pela Palavra de DEUS foram criados.

Pai Fala - Filho, JESUS, como verbo, ação, executa - ESPÍRITO SANTO dá poder e revela.

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γλωσσα glossa
1) língua como membro do corpo, orgão da fala
2) língua
1a) idioma ou dialeto usado por um grupo particular de pessoas, diferente dos usados por outras nações

 

🕊️ 1. DOMINANDO A PRÓPRIA LÍNGUA

“A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto” (Provérbios, capítulo 18, versículo 21).

“Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo” (Epístola de Tiago, capítulo 3, versículo 2).

 

Comentário Teológico Expandido

A língua é descrita na Escritura como um dos menores membros do corpo, mas com grande poder. Tiago afirma: “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade; a língua está situada entre os membros do nosso corpo e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta em chamas pelo inferno” (Epístola de Tiago, capítulo 3, versículo 6).

Isso mostra que o domínio da língua não é apenas questão de disciplina pessoal, mas de santificação espiritual. O ESPÍRITO SANTO é quem capacita o crente a controlar o falar.

a. A língua como instrumento de vida ou morte

“A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra” (Provérbios, capítulo 12, versículo 25).

Aqui vemos que a palavra pode ser remédio para a alma. O termo hebraico usado para “boa palavra” transmite a ideia de algo que restaura e fortalece.

b. A religião vã sem domínio da língua

“Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã” (Epístola de Tiago, capítulo 1, versículo 26).

A palavra grega para “vã” é mataios (μάταιος), que significa “inútil, sem valor”. Ou seja, uma fé que não transforma o falar é considerada sem fruto diante de DEUS.

c. O sábio controla suas palavras

“No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os seus lábios é prudente” (Provérbios, capítulo 10, versículo 19).

O domínio da língua é sinal de sabedoria. O termo hebraico ḥākām (חָכָם), traduzido como “prudente”, também significa “sábio, hábil”. Logo, controlar a fala é uma habilidade espiritual que demonstra maturidade.

 

📊 Tabela-Resumo

Aspecto

Texto Bíblico

Aplicação

A língua pode gerar vida ou morte

Provérbios 18:21

Escolher palavras que edifiquem e curem.

A religião sem domínio da língua é vã

Tiago 1:26

A fé deve transformar o falar.

O sábio controla suas palavras

Provérbios 10:19

Prudência no falar evita pecados.

A língua é fogo e pode contaminar

Tiago 3:6

Necessidade de santificação contínua.

 

Aplicações Práticas

1.    Oração constante – pedir ao Senhor que guarde nossos lábios (Salmos 141:3).

2.    Disciplina espiritual – meditar na Palavra para que ela molde nosso falar (Salmos 119:11).

3.    Prudência relacional – evitar palavras precipitadas em momentos de ira (Provérbios 15:1).

4.    Testemunho cristão – usar a língua para louvar, ensinar e encorajar, nunca para ferir.

 

Dominar a própria língua é um dos maiores desafios da vida cristã. Não se trata apenas de evitar palavras negativas, mas de cultivar um coração cheio da Palavra de DEUS, pois “a boca fala do que está cheio o coração” (Mateus 12:34).

 

1.1 - LÍNGUA – BÊNÇÃO OU MALDIÇÃO?

Comentário Teológico Expandido

A Bíblia apresenta a língua como um dos menores membros do corpo, mas com poder desproporcional. Tiago declara: “A língua também é um fogo; é mundo de iniquidade. A língua está situada entre os membros do nosso corpo e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta em chamas pelo inferno” (Epístola de Tiago, capítulo 3, versículo 6).

Esse texto mostra que a língua pode ser instrumento de bênção ou de maldição. O mesmo órgão que louva a DEUS pode ferir o próximo. Por isso, o domínio da língua é uma das maiores evidências de maturidade espiritual.

a. A língua como instrumento de bênção

“A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra” (Provérbios, capítulo 12, versículo 25).

A palavra pode ser remédio para a alma. O hebraico usa o termo ṭôb (טוֹב) para “boa”, que significa “agradável, benéfico, saudável”. Assim, palavras de bênção têm efeito terapêutico, trazendo cura emocional e espiritual.

JESUS também ensina: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de DEUS” (Evangelho segundo Mateus, capítulo 5, versículo 9). O pacificador usa sua língua para promover reconciliação e paz.

b. A língua como instrumento de maldição

“O que guarda a sua boca e a sua língua guarda das angústias a sua alma” (Provérbios, capítulo 21, versículo 23).

Por outro lado, palavras precipitadas podem trazer ruína. Isaías reconheceu sua condição: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de lábios impuros; e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos” (Isaías, capítulo 6, versículo 5).

A maldição verbal não é apenas um insulto, mas uma declaração que pode ferir profundamente o coração e a mente. Por isso, Tiago adverte que da boca do crente não deve sair maldição (Tiago 3:10).

c. A religião vã sem domínio da língua

“Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã” (Epístola de Tiago, capítulo 1, versículo 26).

O termo grego mataios (μάταιος) significa “inútil, sem valor”. Ou seja, uma fé que não transforma o falar é considerada sem fruto diante de DEUS. O verdadeiro culto inclui santificação da boca.

 

📊 Tabela-Resumo

Aspecto

Texto Bíblico

Aplicação

A língua pode gerar vida ou morte

Provérbios 18:21

Escolher palavras que edifiquem e curem.

A boa palavra alegra

Provérbios 12:25

Usar a fala para consolar e animar.

A língua pode contaminar

Tiago 3:6

Necessidade de vigilância espiritual.

A religião sem domínio da língua é vã

Tiago 1:26

A fé deve transformar o falar.

Isaías reconheceu lábios impuros

Isaías 6:5

Reconhecer a necessidade de purificação.

 

🌱 Aplicações Práticas

1.    Orar por vigilância – “Põe, Senhor, uma guarda à minha boca” (Salmos 141:3).

2.    Evitar palavras precipitadas – “A palavra branda desvia o furor” (Provérbios 15:1).

3.    Usar a língua para edificação – “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação” (Efésios 4:29).

4.    Reconhecer a necessidade de purificação – como Isaías, pedir que DEUS santifique nossos lábios.

 

A língua é um dom divino que pode ser usado para louvar ou para ferir. O discípulo de CRISTO deve buscar diariamente a ajuda do ESPÍRITO SANTO para que sua fala seja instrumento de graça, cura e edificação. Assim, nossas palavras serão bênção e não maldição, refletindo o caráter de CRISTO.

 

1.2- ADVERTÊNCIA A PAIS E FILHOS QUANTO ÀS PALAVRAS

Comentário Teológico Expandido

A Bíblia trata com seriedade o poder das palavras dentro da família. O lar é o primeiro ambiente onde a linguagem molda identidades, valores e destinos. Por isso, tanto pais quanto filhos são advertidos a usarem a língua como instrumento de bênção, e não de maldição.

a. Advertência aos Pais

Muitos pais, em momentos de ira ou frustração, acabam proferindo palavras que ferem profundamente seus filhos. A Escritura alerta: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Epístola aos Efésios, capítulo 6, versículo 4).

Palavras negativas como “você não presta” ou “não vai ser ninguém” podem se tornar maldições emocionais, gerando baixa autoestima e insegurança. Ao contrário, DEUS deseja que os pais abençoem seus filhos, como fez Isaque ao abençoar Jacó (Gênesis, capítulo 27, versículos 27–29). A bênção paterna tem peso espiritual e influencia gerações.

O livro de Provérbios também ensina: “A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra” (Provérbios, capítulo 12, versículo 25). Assim, palavras de encorajamento e fé podem levantar o ânimo e fortalecer a identidade espiritual dos filhos.

b. Advertência aos Filhos

A Bíblia também adverte os filhos a honrarem seus pais. “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu DEUS te dá” (Êxodo, capítulo 20, versículo 12).

E ainda: “O que amaldiçoa a seu pai ou a sua mãe, apagar-se-lhe-á a sua lâmpada e ficará em densas trevas” (Provérbios, capítulo 20, versículo 20).

Palavras de desonra ou maldição contra os pais trazem juízo espiritual. O mandamento de honrar pai e mãe é o primeiro com promessa, mostrando que o falar respeitoso e honroso abre caminho para bênçãos e longevidade.

c. A Palavra como Herança Espiritual

Pais e filhos são chamados a cultivar uma linguagem que edifica. O salmista declara: “Os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão” (Salmos, capítulo 127, versículo 3).

Se os filhos são herança, cabe aos pais tratá-los com palavras que transmitam fé, esperança e amor. Da mesma forma, os filhos devem responder com gratidão e respeito, reconhecendo a autoridade espiritual dos pais.

 

📊 Tabela-Resumo

Grupo

Advertência

Texto Bíblico

Aplicação

Pais

Evitar palavras de maldição e encorajarem os filhos

Efésios 6:4; Provérbios 12:25; Gênesis 27:27–29

Usar palavras de bênção e disciplina amorosa

Filhos

Honrar e não amaldiçoar os pais

Êxodo 20:12; Provérbios 20:20

Falar com respeito e gratidão

Família

A palavra como herança espiritual

Salmos 127:3

Construir identidade e fé através da linguagem

 

🌱 Aplicações Práticas

1.    Pais: substituir críticas destrutivas por afirmações de fé e encorajamento.

2.    Filhos: cultivar gratidão e respeito, evitando palavras de desonra.

3.    Família: criar um ambiente onde a comunicação seja marcada por bênção, oração e edificação.

 

A língua dentro da família pode ser bênção ou maldição. Pais são chamados a abençoar seus filhos com palavras que transmitam vida, e filhos são chamados a honrar seus pais com palavras de respeito. Assim, o lar se torna um espaço de graça, onde a comunicação reflete o caráter de CRISTO e gera frutos espirituais para as próximas gerações.

 

 

1.3 PALAVRAS QUE ABENÇOAM

📖 Comentário Teológico Expandido

Quais palavras Pais devem falar aos filhos que os abençoam?

Quais palavras Filhos devem falar aos pais que os abençoam?

 

a. Palavras de Pais que Abençoam os Filhos

Na tradição bíblica, a bênção dos pais sobre os filhos é vista como profética e geracional. Não é apenas um desejo humano, mas uma declaração espiritual que molda o futuro.

Exemplo: Isaque abençoando Jacó

“Cheirando Isaque o cheiro das suas vestes, abençoou-o e disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o Senhor abençoou. DEUS te dê do orvalho do céu e da fertilidade da terra; abundância de trigo e de vinho. Sirvam-te os povos, e nações se curvem diante de ti. Sê senhor de teus irmãos, e os filhos de tua mãe se curvem diante de ti. Malditos sejam os que te amaldiçoarem, e benditos os que te abençoarem” (Gênesis, capítulo 27, versículos 27 a 29).

Aqui vemos que a bênção paterna envolve prosperidade, autoridade e proteção divina.

Exemplo: Jacó abençoando seus filhos e netos

“O DEUS em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o DEUS que me sustentou desde que existo até este dia, o Anjo que me livrou de todo mal, abençoe estes meninos; sejam eles chamados pelo meu nome e pelo nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidão sobre a terra” (Gênesis, capítulo 48, versículos 15 e 16).

Jacó transmite identidade espiritual e promessa de multiplicação.

👉 Portanto, pais devem falar palavras que:

  • Declarem identidade (“Você é filho amado do Senhor”).
  • Transmitam esperança e futuro (“DEUS tem planos de paz para sua vida”).
  • Reforcem propósito espiritual (“Você será bênção para sua geração”).

b. Palavras de Filhos que Abençoam os Pais

A Bíblia também mostra filhos honrando e abençoando seus pais com palavras de gratidão e respeito.

Exemplo: José honrando Jacó

“Então José lançou-se sobre o rosto de seu pai, chorou sobre ele e o beijou” (Gênesis, capítulo 50, versículo 1).

José expressa amor e honra ao pai, mesmo no momento da morte.

Exemplo: Rute honrando Noemi (sua sogra, figura materna)

“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigues a não seguir-te; porque aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu DEUS é o meu DEUS” (Rute, capítulo 1, versículo 16).

Aqui vemos palavras de fidelidade, honra e compromisso espiritual.

👉 Portanto, filhos devem falar palavras que:

  • Demonstrem honra (“Obrigado por me ensinar o caminho do Senhor”).
  • Expressem gratidão (“Sou abençoado por ter você como pai/mãe”).
  • Reforcem amor e respeito (“Eu oro para que DEUS prolongue seus dias em paz”).

 

📊 Tabela-Resumo

Grupo

Exemplo Bíblico

Tipo de Palavra

Aplicação

Pais

Isaque abençoando Jacó (Gn 27:27–29)

Prosperidade, autoridade, proteção

Declarar futuro e identidade espiritual dos filhos

Pais

Jacó abençoando netos (Gn 48:15–16)

Identidade, multiplicação, promessa

Transmitir fé e legado espiritual

Filhos

José honrando Jacó (Gn 50:1)

Amor, honra, respeito

Demonstrar gratidão e afeto

Filhos

Rute honrando Noemi (Rt 1:16)

Fidelidade, compromisso, devoção

Expressar lealdade e reconhecimento

 

🌱 Aplicações Práticas

  • Pais: devem abençoar seus filhos diariamente com palavras de encorajamento, fé e esperança, lembrando que suas declarações têm peso espiritual.
  • Filhos: devem honrar seus pais com palavras de gratidão e respeito, reconhecendo que a honra abre portas para bênçãos divinas (Êxodo 20:12).
  • Família: deve cultivar uma cultura de comunicação abençoadora, onde cada palavra fortalece vínculos e transmite graça.

 

 

Palavras são sementes espirituais. Pais que abençoam seus filhos com declarações de fé e filhos que honram seus pais com palavras de gratidão constroem um legado de bênção que atravessa gerações. Assim, o lar se torna um espaço onde a língua é usada como instrumento de vida, refletindo o caráter de DEUS.

 

RESUMO DO TÓPICO 1 EM TABELA

Subtópico

Síntese Teológica

Texto Bíblico

1.1 Bênção ou Maldição

A palavra pode ser instrumento de graça ou de juízo.

“O que guarda a sua boca e a sua língua guarda das angústias a sua alma” (Provérbios, capítulo 21, versículo 23). “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos” (Isaías, capítulo 6, versículo 5).

1.2 Advertência a Pais e Filhos

Palavras familiares moldam destinos.

“O que amaldiçoa a seu pai ou a sua mãe, apagar-se-lhe-á a sua lâmpada, e ficará em densas trevas” (Provérbios, capítulo 20, versículo 20). “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Epístola aos Efésios, capítulo 6, versículo 4).

1.3 Palavras que Abençoam

O coração regenerado fala vida.

“A boca fala do que está cheio o coração” (Mateus, capítulo 12, versículo 34). “O sábio de coração será chamado prudente, e a doçura dos lábios aumentará o ensino” (Provérbios, capítulo 16, versículo 21). “Põe, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta dos meus lábios” (Salmos, capítulo 141, versículo 3).

 

 

🔥 2. O PODER DAS PALAVRAS

“Estas seis coisas o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos” (Provérbios, capítulo 6, versículos 16 a 19).

 

2.1 PALAVRAS PENETRAM NA ALMA

📖 Comentário Teológico Expandido

Palavras Penetram na Alma

A Bíblia ensina que a palavra não é apenas som articulado, mas força espiritual que pode penetrar profundamente na alma humana, trazendo vida ou morte, cura ou destruição.

a. Palavras que Ferem

“Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz cura” (Provérbios, capítulo 12, versículo 18).

Aqui vemos o contraste entre palavras precipitadas e palavras sábias. O hebraico usa o termo ḥereb (חֶרֶב) para “espada”, indicando que palavras podem cortar, dividir e causar dor tão intensa quanto uma arma. Muitas vezes, uma frase dita em ira ou desprezo pode marcar a alma por toda a vida.

b. Palavras que Curam

“Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e saúde para o corpo” (Provérbios, capítulo 16, versículo 24).

O favo de mel é símbolo de nutrição e prazer. O termo hebraico noʿam (נֹעַם), traduzido como “agradáveis”, significa “delícia, suavidade”. Assim, palavras de bênção e encorajamento têm efeito terapêutico, trazendo paz interior e até saúde física.

c. A Palavra de DEUS como Espada Espiritual

“Porque a palavra de DEUS é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Epístola aos Hebreus, capítulo 4, versículo 12).

O termo grego machaira (μάχαιρα), “espada”, indica uma arma curta usada em combate corpo a corpo. A Palavra de DEUS é comparada a essa espada porque atua diretamente no íntimo do ser humano, revelando motivações ocultas e trazendo transformação espiritual.

 

📊 Tabela-Resumo

Tipo de Palavra

Texto Bíblico

Efeito Espiritual

Palavras que ferem

Provérbios 12:18

Cortam como espada, causam dor e destruição

Palavras que curam

Provérbios 16:24

São doces como mel, trazem paz e saúde

Palavra de DEUS

Hebreus 4:12

Penetra na alma, discerne intenções e transforma

 

🌱 Aplicações Práticas

1.    Discernir antes de falar – evitar palavras precipitadas que podem ferir como espada.

2.    Cultivar palavras de bênção – usar a fala para encorajar, consolar e edificar.

3.    Meditar na Palavra de DEUS – permitir que a Escritura penetre na alma e molde pensamentos e intenções.

4.    Reconhecer o poder da língua – entender que cada palavra é uma semente espiritual que gera frutos.

 

As palavras penetram na alma como flechas invisíveis. Podem ser veneno ou remédio, espada ou bálsamo. O discípulo de CRISTO é chamado a usar sua língua como instrumento de cura, proclamando palavras que edificam e transmitindo a Palavra de DEUS, que é viva e eficaz. Assim, a comunicação se torna ministério espiritual, capaz de transformar vidas e revelar o coração de DEUS.

 

2.2 GRAVADAS NA MENTE E NO CORAÇÃO

 

 

Subtópico

Síntese Teológica

Texto Bíblico

2.1 Palavras Penetram na Alma

A palavra é como espada espiritual.

“Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz cura” (Provérbios, capítulo 12, versículo 18). “Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e saúde para o corpo” (Provérbios, capítulo 16, versículo 24). “Porque a palavra de DEUS é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Epístola aos Hebreus, capítulo 4, versículo 12).

2.2 Gravadas na Mente e no Coração

Palavras moldam memória espiritual.

“Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma” (Deuteronômio, capítulo 11, versículo 18). “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Salmos, capítulo 119, versículo 11).

2.3 Palavras Falsas Causam Ruína

A mentira destrói relacionamentos.

“A língua falsa aborrece aqueles a quem ela fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína” (Provérbios, capítulo 26, versículo 28). “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros” (Epístola aos Efésios, capítulo 4, versículo 25). “Mas, quanto aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos homicidas, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte” (Apocalipse, capítulo 21, versículo 8).

 

 

💬 3. CUIDE DO QUE VOCÊ FALA

“A boca do justo profere palavras agradáveis, mas a boca dos perversos é cheia de perversidade” (Provérbios, capítulo 10, versículo 32).

 

Subtópico

Síntese Teológica

Texto Bíblico

3.1 Não Alimente Maledicências

A fofoca destrói comunhão.

“As palavras do difamador são como doces bocados, que penetram até o íntimo do ventre” (Provérbios, capítulo 26, versículo 22). “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem” (Epístola aos Efésios, capítulo 4, versículo 29).

3.2 Fuja de Palavras Torpes

O vocabulário do crente deve ser santo.

“Nem conversas indecentes, nem tolices, nem gracejos imorais, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças” (Epístola aos Efésios, capítulo 5, versículo 4). “Agora, porém, despojai-vos também de tudo: da ira, da indignação, da maldade, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca” (Epístola aos Colossenses, capítulo 3, versículo 8).

3.3 Cuidado com Palavras Bajuladoras

A bajulação é falsidade disfarçada.

“Os lábios ardentes e o coração perverso são como caco de barro coberto de escória de prata” (Provérbios, capítulo 26, versículo 23). “Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobrado” (Salmos, capítulo 12, versículo 2).

 

🌿 CONCLUSÃO

O falar é ministério espiritual. Paulo afirma: “De sorte que somos embaixadores em nome de CRISTO, como se DEUS exortasse por nosso intermédio” (Segunda Epístola aos Coríntios, capítulo 5, versículo 20).

O uso santo da língua é sinal de vida cheia do ESPÍRITO: “Enchei-vos do ESPÍRITO, falando entre vós com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor” (Epístola aos Efésios, capítulo 5, versículos 18 e 19).

Que nossas palavras sejam como: “Maçãs de ouro em salvas de prata” (Provérbios, capítulo 25, versículo 11

 

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QUESTIONÁRIOS PARA PROFESSORES E ALUNOS

 

1 Questionário com 20 perguntas e 20 respostas.

2 O mesmo questionário com 20 perguntas, mas sem respostas.

3 Apenas as 20 respostas.

4 Questionário com 20 perguntas em formato de múltipla escolha, com as alternativas e a correta marcada.

5 O mesmo questionário em múltipla escolha, mas sem marcar a correta.

 

 

📘 1. Questionário com 20 perguntas e respostas PARA PROFESSORES

1.   O que Tiago ensina sobre bênção e maldição? Resposta: Que da mesma boca não devem proceder bênção e maldição (Tiago 3:10).

2.   Qual é o poder da língua segundo Provérbios 18:21? Resposta: A morte e a vida estão no poder da língua.

3.   O que acontece com quem não controla a língua, segundo Tiago 1:26? Resposta: Sua religião é vã e ele engana a si mesmo.

4.   O que Isaías reconheceu em Isaías 6:5? Resposta: Que era um homem de lábios impuros e habitava entre um povo de lábios impuros.

5.   O que Provérbios 21:23 ensina sobre guardar a língua? Resposta: Quem guarda a língua livra sua alma das angústias.

6.   O que Provérbios 20:20 diz sobre filhos que amaldiçoam seus pais? Resposta: Sua lâmpada se apagará e ficará em densas trevas.

7.   O que JESUS disse em Mateus 12:34 sobre o coração e a boca? Resposta: A boca fala do que está cheio o coração.

8.   Qual é a oração do salmista em Salmos 141:3? Resposta: “Põe, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta dos meus lábios.”

9.   Quais três coisas relacionadas à fala DEUS abomina em Provérbios 6:16–19? Resposta: A língua mentirosa, a testemunha falsa e o que semeia contendas.

10.               O que Provérbios 12:18 ensina sobre palavras? Resposta: Algumas ferem como espada, mas a língua dos sábios traz cura.

11.               O que Provérbios 16:24 compara às palavras agradáveis? Resposta: A favo de mel, doces para a alma e saúde para o corpo.

12.               O que Hebreus 4:12 diz sobre a Palavra de DEUS? Resposta: Que é viva, eficaz e mais cortante que espada de dois gumes.

13.               O que Deuteronômio 11:18 ordena sobre as palavras de DEUS? Resposta: Que sejam colocadas no coração e na alma.

14.               O que Salmos 119:11 ensina sobre guardar a Palavra? Resposta: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.”

15.               O que Provérbios 26:28 diz sobre a língua falsa? Resposta: A língua falsa aborrece e a boca lisonjeira provoca ruína.

16.               O que Efésios 4:25 ordena sobre a mentira? Resposta: Que cada um fale a verdade com o próximo.

17.               O que Apocalipse 21:8 declara sobre os mentirosos? Resposta: Que terão parte no lago de fogo e enxofre, a segunda morte.

18.               O que Provérbios 26:22 diz sobre fofoca? Resposta: São como doces bocados que penetram no íntimo do ventre.

19.               O que Efésios 5:4 ensina sobre palavras torpes? Resposta: Que não devem existir, mas sim ações de graças.

20.               O que Provérbios 25:11 compara às palavras ditas a seu tempo? Resposta: A maçãs de ouro em salvas de prata.

 

 

📘 2. Questionário com 20 perguntas (sem respostas) PARA ALUNOS

1.   O que Tiago ensina sobre bênção e maldição?

2.   Qual é o poder da língua segundo Provérbios 18:21?

3.   O que acontece com quem não controla a língua, segundo Tiago 1:26?

4.   O que Isaías reconheceu em Isaías 6:5?

5.   O que Provérbios 21:23 ensina sobre guardar a língua?

6.   O que Provérbios 20:20 diz sobre filhos que amaldiçoam seus pais?

7.   O que JESUS disse em Mateus 12:34 sobre o coração e a boca?

8.   Qual é a oração do salmista em Salmos 141:3?

9.   Quais três coisas relacionadas à fala DEUS abomina em Provérbios 6:16–19?

10.               O que Provérbios 12:18 ensina sobre palavras?

11.               O que Provérbios 16:24 compara às palavras agradáveis?

12.               O que Hebreus 4:12 diz sobre a Palavra de DEUS?

13.               O que Deuteronômio 11:18 ordena sobre as palavras de DEUS?

14.               O que Salmos 119:11 ensina sobre guardar a Palavra?

15.               O que Provérbios 26:28 diz sobre a língua falsa?

16.               O que Efésios 4:25 ordena sobre a mentira?

17.               O que Apocalipse 21:8 declara sobre os mentirosos?

18.               O que Provérbios 26:22 diz sobre fofoca?

19.               O que Efésios 5:4 ensina sobre palavras torpes?

20.               O que Provérbios 25:11 compara às palavras ditas a seu tempo?

 

 

📘 3. Apenas as 20 respostas PARA PROFESSORES

1.   Que da mesma boca não devem proceder bênção e maldição.

2.   A morte e a vida estão no poder da língua.

3.   Sua religião é vã e ele engana a si mesmo.

4.   Que era um homem de lábios impuros.

5.   Quem guarda a língua livra sua alma das angústias.

6.   Sua lâmpada se apagará e ficará em densas trevas.

7.   A boca fala do que está cheio o coração.

8.   “Põe, Senhor, uma guarda à minha boca.”

9.   A língua mentirosa, a testemunha falsa e o que semeia contendas.

10.               Algumas palavras ferem como espada, mas a língua dos sábios traz cura.

11.               São como favo de mel, doces para a alma e saúde para o corpo.

12.               É viva, eficaz e mais cortante que espada de dois gumes.

13.               Devem ser colocadas no coração e na alma.

14.               “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.”

15.               A língua falsa aborrece e a boca lisonjeira provoca ruína.

16.               Que cada um fale a verdade com o próximo.

17.               Que terão parte no lago de fogo e enxofre.

18.               São como doces bocados que penetram no íntimo do ventre.

19.               Não devem existir, mas sim ações de graças.

20.               São como maçãs de ouro em salvas de prata.

 

 

📘 4. Questionário múltipla escolha (com respostas corretas marcadas) PARA PROFESSORES

1.    O que Tiago ensina sobre bênção e maldição? a) Que é natural amaldiçoar. b) Que da mesma boca não devem proceder bênção e maldição. c) Que palavras não têm importância.

2.    Qual é o poder da língua segundo Provérbios 18:21? a) Produzir música. b) A morte e a vida estão no poder da língua. c) Apenas comunicar ideias.

3.    O que acontece com quem não controla a língua, segundo Tiago 1:26? a) Sua religião é vã e ele engana a si mesmo. b) Ele se torna mais sábio. c) Ele é considerado justo.

4.    O que Isaías reconheceu em Isaías 6:5? a) Que era um homem de lábios impuros. b) Que era perfeito em palavras. c) Que não precisava de purificação.

5.    O que Provérbios 21:23 ensina sobre guardar a língua? a) Quem guarda a língua livra sua alma das angústias. b) Quem fala muito é mais sábio. c) Quem silencia perde bênção.

6.    O que Provérbios 20:20 diz sobre filhos que amaldiçoam seus pais? a) Serão abençoados. b) Sua lâmpada se apagará e ficará em densas trevas. c) Receberão honra.

7.    O que JESUS disse em Mateus 12:34 sobre o coração e a boca? a) A boca fala do que está cheio o coração. b) O coração não influencia a boca. c) As palavras não têm valor.

8.    Qual é a oração do salmista em Salmos 141:3? a) “Põe, Senhor, uma guarda à minha boca.” b) “Senhor, dá-me riquezas.” c) “Senhor, aumenta meu poder.”

9.    Quais três coisas relacionadas à fala DEUS abomina em Provérbios 6:16–19? a) A língua mentirosa, a testemunha falsa e o que semeia contendas. b) O silêncio, a oração e o cântico. c) O ensino, a sabedoria e a prudência.

10.                   O que Provérbios 12:18 ensina sobre palavras? a) Algumas ferem como espada, mas a língua dos sábios traz cura. b) Palavras não têm efeito. c) Palavras sempre são boas.

11.                   O que Provérbios 16:24 compara às palavras agradáveis? a) A favo de mel, doces para a alma e saúde para o corpo. b) A pedras preciosas. c) A ouro refinado.

12.                   O que Hebreus 4:12 diz sobre a Palavra de DEUS? a) Que é viva, eficaz e mais cortante que espada de dois gumes. b) Que é fraca e sem poder. c) Que é apenas simbólica.

13.                   O que Deuteronômio 11:18 ordena sobre as palavras de DEUS? a) Que sejam colocadas no coração e na alma. b) Que sejam esquecidas. c) Que sejam ignoradas.

14.                   O que Salmos 119:11 ensina sobre guardar a Palavra? a) “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.” b) “Ignorei a tua palavra.” c) “Rejeitei a tua palavra.”

15.                   O que Provérbios 26:28 diz sobre a língua falsa? a) A língua falsa aborrece e a boca lisonjeira provoca ruína. b) A língua falsa traz bênção. c) A língua falsa é inofensiva.

16.                   O que Efésios 4:25 ordena sobre a mentira? a) Que cada um fale a verdade com o próximo. b) Que a mentira é aceitável. c) Que se deve calar sempre.

17.                   O que Apocalipse 21:8 declara sobre os mentirosos? a) Que terão parte no lago de fogo e enxofre. b) Que serão salvos. c) Que serão exaltados.

18.                   O que Provérbios 26:22 diz sobre fofoca? a) São como doces bocados que penetram no íntimo do ventre. b) São sempre boas. c) Não têm efeito algum.

19.                   O que Efésios 5:4 ensina sobre palavras torpes? a) Que não devem existir, mas sim ações de graças. b) Que são aceitáveis. c) Que são necessárias.

20.                   O que Provérbios 25:11 compara às palavras ditas a seu tempo? a) A maçãs de ouro em salvas de prata. b) A pedras sem valor. c) A folhas secas.

 

 

📘 5. Questionário múltipla escolha (sem respostas corretas marcadas PARA ALUNOS)

1.    O que Tiago ensina sobre bênção e maldição? a) Que é natural amaldiçoar. b) Que da mesma boca não devem proceder bênção e maldição. c) Que palavras não têm importância.

2.    Qual é o poder da língua segundo Provérbios 18:21? a) Produzir música. b) A morte e a vida estão no poder da língua. c) Apenas comunicar ideias.

3.    O que acontece com quem não controla a língua, segundo Tiago 1:26? a) Sua religião é vã e ele engana a si mesmo. b) Ele se torna mais sábio. c) Ele é considerado justo.

4.    O que Isaías reconheceu em Isaías 6:5? a) Que era um homem de lábios impuros. b) Que era perfeito em palavras. c) Que não precisava de purificação.

5.    O que Provérbios 21:23 ensina sobre guardar a língua? a) Quem guarda a língua livra sua alma das angústias. b) Quem fala muito é mais sábio. c) Quem silencia perde bênção.

6.    O que Provérbios 20:20 diz sobre filhos que amaldiçoam seus pais? a) Serão abençoados. b) Sua lâmpada se apagará e ficará em densas trevas. c) Receberão honra.

7.    O que JESUS disse em Mateus 12:34 sobre o coração e a boca? a) A boca fala do que está cheio o coração. b) O coração não influencia a boca. c) As palavras não têm valor.

8.    Qual é a oração do salmista em Salmos 141:3? a) “Põe, Senhor, uma guarda à minha boca.” b) “Senhor, dá-me riquezas.” c) “Senhor, aumenta meu poder.”

9.    Quais três coisas relacionadas à fala DEUS abomina em Provérbios 6:16–19? a) A língua mentirosa, a testemunha falsa e o que semeia contendas. b) O silêncio, a oração e o cântico. c) O ensino, a sabedoria e a prudência.

10.                   O que Provérbios 12:18 ensina sobre palavras? a) Algumas ferem como espada, mas a língua dos sábios traz cura. b) Palavras não têm efeito. c) Palavras sempre são boas.

11.                   O que Provérbios 16:24 compara às palavras agradáveis? a) A favo de mel, doces para a alma e saúde para o corpo. b) A pedras preciosas. c) A ouro refinado.

12.                   O que Hebreus 4:12 diz sobre a Palavra de DEUS? a) Que é viva, eficaz e mais cortante que espada de dois gumes. b) Que é fraca e sem poder. c) Que é apenas simbólica.

13.                   O que Deuteronômio 11:18 ordena sobre as palavras de DEUS? a) Que sejam colocadas no coração e na alma. b) Que sejam esquecidas. c) Que sejam ignoradas.

14.                   O que Salmos 119:11 ensina sobre guardar a Palavra? a) “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.” b) “Ignorei a tua palavra.” c) “Rejeitei a tua palavra.”

15.                   O que Provérbios 26:28 diz sobre a língua falsa? a) A língua falsa aborrece e a boca lisonjeira provoca ruína. b) A língua falsa traz bênção. c) A língua falsa é inofensiva.

 

16.                   O que Efésios 4:25 ordena sobre a mentira? a) Que cada um fale a verdade com o próximo. b) Que a mentira é aceitável. c) Que se deve calar sempre.

17.                   O que Apocalipse 21:8 declara sobre os mentirosos? a) Que terão parte no lago de fogo e enxofre. b) Que serão salvos. c) Que serão exaltados.

18.                   O que Provérbios 26:22 diz sobre fofoca? a) São como doces bocados que penetram no íntimo do ventre. b) São sempre boas. c) Não têm efeito algum.

19.                   O que Efésios 5:4 ensina sobre palavras torpes? a) Que não devem existir, mas sim ações de graças. b) Que são aceitáveis. c) Que são necessárias.

20.                   O que Provérbios 25:11 compara às palavras ditas a seu tempo? a) A maçãs de ouro em salvas de prata. b) A pedras sem valor. c) A folhas secas.

 

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Provérbios 12

12.1. disciplinai é a instrução (müsâr) de

1.2 com a conotação de correção (3.11). Provérbios está em dia com a ênfase na sabedoria de aceitar correção (v. 15; 9.8; 19.25; 6.23;

13.18) e na tolice dos que não aceitam orientação de ninguém (1.7).

v. 2. favor, uma palavra muito rica, que inclui tanto o benefício do favorecido (aceitação, como Is 58.5; 49.8) quanto o prazer de quem demonstra o favor (11.1; 12.22).

v. 3. Continuação e raízes: uma consideração fundamental da poesia e da sabedoria hebraicas (Pv 12.7,12; SL 1.3; 15.5; 21.7; Jr 17.7,8). A figura tem continuação no NT (Ef 3.17).

v. 4. A mulher exemplar (louvada em detalhes em 31.10-31) é aqui elogiada pela dignidade e crédito que acrescenta a seu marido em contraste com a de comportamento vergonhoso que causa erosão constante da posição dele. exemplar (“virtuosa”, ARA; hayil, heb.) é uma palavra muito ampla, traduzida de diversas maneiras por “forte” (BJ), “valente”, “rica”, “grande”, “capaz”. Rute 3.11 ilustra o significado aqui.

v. 5. planos (cf. 16.3; 20.18); conselho é a “orientação” de 1.5, de forma que ambas as palavras são neutras (v. 6.18). Homens retos ou ímpios usam ou abusam — respectivamente — dessas capacidades que lhes foram dadas quando foram feitos à imagem de Deus (v. Jr 29.11; Jó 37.12 e v. comentário de 8.14).

v. 6. Como 11.9. O sentido pode ser ou que os justos intervêm e livram homens que foram caluniados, ou que a justiça é a melhor defesa contra a calúnia.

v. 7. V. comentário do v. 3; a casa dos justos reflete a idéia presente na cultura hebréia e em outras culturas antigas da continuação da existência de um homem por meio de sua posteridade (v. 2Sm 7.25-29).

v. 8. V. 13.15. A sabedoria é o “viver com sensatez” de 1.3 (v. comentário). Provérbios ou afirma uma regra geral, ou diz como as coisas devem acontecer na sociedade. Primeiro Samuel 18.5,14-16 (em que a NVI traz “tinha êxito” no texto e na nota de rodapé “era muito sábio”) mostra como podem ser confusas as coisas. O v. 9 traz uma ilustração interessante. As pessoas enxergam por entre as ambições vazias.

v. 10. Temos aqui um exemplo notável do paradoxo hedonista observado em 3.2; os ímpios, na sua determinação egoísta, são cruéis com os animais que lhes servem. O justo cuida bem (“sabe, entende”, como em 3.6) dos seus rebanhos, e a sua consideração salutar até pelos animais vai lhe dar a recompensa de um serviço melhor.

v. 11. V. 28.19. Um lembrete de que o mundo precisa ser usado da maneira correta. Quem trabalha a sua terra segue a ordem divina de Gn 2.15, confirmada após a Queda (Gn 3.23). O verbo (jãbad) é a palavra comum para “servir”, e teríamos muitos benefícios em reavivar o conceito de “servir a terra” na nossa época de corrida atrás de fantasias.

v. 12. O texto original corrompido pode levar a traduções muito diversas. A RSV aceita uma emenda (“a torre forte dos ímpios cai na ruína”) para tornar o dístico equilibrado. A NVI tenta fazer sentido do TM.

v. 13,14. O texto apresenta mais dois ditados acerca de um dos temas prediletos de Provérbios (10.11,20,21,31 etc.) e outro exemplo da inevitabilidade entre ação e resultado, se enreda [...] fruto-. contrasta a maquinação perversa em que “o tiro sai pela culatra” com o fluxo da ação em concordância com a natureza. Planejar o mal não dá certo; o bem segue o seu curso em direção à satisfação.

v. 15. o sábio ouve-, quase poderia ser um subtítulo de Provérbios. Em contraste com isso, o isolamento do insensato é deplorável. O que parece-lhe justo lhe impede de ver a verdade, mas não a muda (16.25).

v. 16. o homem prudente-, heb. ‘ãrúm, ocorre aqui e no v. 23. Ele tem a “prudência” de 1.4 (v. comentário) e assim age para o seu próprio benefício, ignora-, a mesma palavra hebraica traduzida por “ocultar” (v. 23); não tem nuanças de arrogância.

v. 17-19. A fala honesta e a falsa são contrastadas em termos de significado social no tribunal (v. 17) e de perseverança (v. 19), como são contrastadas também palavras duras e sábias em termos de e feitos pessoais (v. 18).

O v. 17 não é uma tautologia — em geral se pode confiar em uma testemunha fiel para apresentar evidências honestas, ferem como espada [...] cura\ descrições muito vívidas da ruína ou da cura que as palavras podem produzir.

v. 20. Propósitos completamente diferentes refletem o engano interior e a (surpreendente) alegria contrastante tanto como motivações quanto como resultados. A paz é a tradução do termo hebraico sãlôm, também traduzido por “completude”. A NTLH capta o sentido quando traz “trabalham para o bem dos outros”.

v. 21. Cf. SL 91.10, em que a inferência é que o Senhor protege os justos. Assim, aqui as duas partes falam de resultados, e não só de “acontecimentos”. Os filisteus pagãos sabiam a diferença entre má sorte e juízo (1Sm 6.9). v. 22. V. 6.17. A virtude contrastante é apresentada agora como seu prazer, v. 23. Cf. o v. 16. v. 24. O destino dos diligentes (v. 10.4; 12.27; 13.4; 21.5) e a sina dos preguiçosos (10.4; 19.15, como o “preguiçoso” de 6.6 — v. comentário) são desenvolvidos aqui. Não há somente uma diferença de posses e riquezas (10.4), mas de posição. O trabalho escravo (ou trabalho forçado; heb. mas) foi uma infeliz adoção em Israel realizada pelo próprio Salomão (lRs 5.13).

v. 25. Uma das observações de bom senso de Provérbios acerca da fonte da disposição e do comportamento (v. 18.14). uma palavra bondosa', apropriada, encorajadora, justa, assim como os conselheiros de Salomão recomendaram ao obstinado Roboão (lRs 12.7).

v. 26,27. O texto hebraico é de difícil tradução em ambos os versículos.

v. 26. é cauteloso em suas amizades: algumas versões (RSV e NEB) seguem uma emenda textual. A NVI, como as versões tradicionais em português e a NTLH, tenta fazer sentido do TM que traz “espionar” (como em Jz 1.23), que poderia significar “olhar por”, “procurar”, e gera um dístico simétrico, v. 27. não aproveita a sua caça (“não assará a sua caça”, ARA): a NVI tenta associar o TM a duas raízes possíveis (a NVI escolhe uma raiz traduzida por “chamuscado” em Dn 3.27). A RSV segue a LXX: “não vai pegar caça alguma”. O sentido geral permanece — mais um desenvolvimento do tema do preguiçoso e do diligente (cf. v. 24) — a satisfação exige esforço de algum tipo.

v. 28. A primeira metade está clara. No caminho da justiça (v. comentário de 2.20) está a vida\ isso nos leva a esperar a antítese da NTLH: “mas a falta de juízo é a estrada para a morte”. O texto hebraico é obscuro, e assim a NVI traz essa é a vereda que nos preserva da morte.

Comentário Bíblico NVI  F. F. Bruce

 

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NA ÍNTEGRA COMO NA REVISTA 3º TRIMESTRE DE 2026

 

ESCRITA LIÇÃO 10, BETEL, O PODER DAS PALAVRAS - A RESPONSABILIDADE DO QUE DIZEMOS, 3TR26, COM. EXTRAS PR. HENRIQUE, EBD NA TV

 

ESBOÇO DA LIÇÃO
1- DOMINANDO A PRÓPRIA LÍNGUA 

1.1. Bênção ou maldição?   

1.2. Advertência a pais e filhos   

1.3. Palavras que abençoam   

2- O PODER DAS PALAVRAS

2.1. Palavras penetram na alma   

2.2. Palavras ficam gravadas na mente e no coração   

2.3. Palavras falsas causam ruína  

3- CUIDE DO QUE VOCÊ FALA

3.1. Não alimente maledicências   

3.2. Fuja de palavras torpes   

3.3. Cuidado com palavras bajuladoras   

 

TEXTO ÁUREO

“A boca do justo é manancial de vida, mas a violência cobre a boca dos ímpios”, Provérbios 10.11

 

VERDADE APLICADA

As palavras podem edificar ou destruir, por isso devemos pedir ao ESPÍRITO SANTO que nos conceda sabedoria ao usá-las

 

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Saber que nossas palavras devem ser uma fonte de bênçãos
Destacar o poder das palavras

Reconhecer que falar com mansidão e sem ofensas faz parte da vida do cristão

 

TEXTOS DE REFERÊNCIA - PROVÉRBIOS 12
6- As palavras dos ímpios são para armarem ciladas ao sangue, mas a boca dos retos os livrará.
13- O laço do ímpio está na transgressão dos lábios, mas o justo sairá da angústia.
17- O que diz que a verdade manifesta a justiça, mas a testemunha falsa engana.
18- Há alguns cujas palavras são como pontas de espada, mas a língua dos sábios é saúde.
19- O lábio de verdade ficará para sempre, mas a língua mentirosa dura só um momento.
22- Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor, mas os que obram fielmente são o seu deleite.
25- A solicitude no coração do homem o abate, mas uma boa palavra o alegra

 

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA | Sl 34.13 Guarde sua língua do mal.
TERÇA | Tg 3.10 As palavras podem abençoar ou amaldiçoar.
QUARTA | SI 39.1 Vigie suas palavras para não pecar
QUINTA | Sl 35.28 Proclamem ao Senhor com sua língua.
SEXTA | Sl 120.2 Que o Senhor nos livre da língua traiçoeira.
SÁBADO | Pv 10.9 Quem controla a língua é sensato.


HINOS SUGERIDOS: 210, 217,545

MOTIVO DE ORAÇÃO
Ore para que não saiam de nossa boca palavras torpes, mas abençoadoras.

 

INTRODUÇÃO

O Apóstolo Tiago disse que, de uma mesma boca, procedem bênção e maldição, por isso alertou os irmãos em CRISTO sobre o uso das palavras, dizendo: “Meus irmãos, não convém que isto se faça assim’; Tg 3.10. Ele quis dizer que da boca dos santos deve sair apenas bênçãos, porque amaldiçoar não faz parte da vida dos que estão em CRISTO.

 

1- DOMINANDO A PRÓPRIA LÍNGUA 

O Senhor nos concedeu um órgão capaz de gerar vida ou morte: a língua. Ela é fundamental na produção de sons e palavras, que podem ser como ponta de espada ou como bom remédio para a saúde (Pv 12.25). Mesmo sabendo disso, é difícil dominar esse pequeno órgão; porém, sem controlar a língua, a nossa religião não vale nada, e apenas enganamos a nós mesmos (Tg 1.26). Portanto, aquele que a controla é sensato (Pv 10.19).

 

1.1. Bênção ou maldição?   

O domínio da língua é tão importante que aquele que a guarda livra a própria alma das angústias (Pv 21.23). Infelizmente, muitos dizem palavras de maldição sem refletir sobre os danos emocionais e espirituais que elas podem causar. Sendo assim, devemos ser prudentes com o que falamos, principalmente em momentos mais acalorados. Como reconheceu o Profeta Isaías: “Ai de mim, que vou perecendo! Porque eu sou um homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios”; Is 6.5.

 

F.F. Bruce (2012, p.1468): “O controle perfeito da língua significa uma vida perfeita. Nesse aspecto, até Moisés e Paulo falharam (Sl 106.33; At 23.5). […] A língua é capaz de provocar grandes males, pois assim como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha, também a língua põe fogo (Sl 120.4; Pv 16.27). […] As fortes denúncias do nosso Senhor (Mt 23) e de Paulo (At 13.10; 1 Co 16.22; Gl 1.8) podem parecer contrárias a esse ensino, mas estavam fundamentadas na verdade e no amor, enquanto a maldição que Tiago condena tem sua origem na amargura (Tg 3.11).

 

1.2. Advertência a pais e filhos   

Alguns pais amaldiçoam seus filhos ao dizer palavras como: “Você não vai ser ninguém na vida”; “Você não presta para nada”; “Você é um incapaz”; “Você não tem jeito mesmo”; e coisas desse tipo, que ferem e podem contribuir para que desenvolvam uma baixa autoestima. Por sua vez, alguns filhos também amaldiçoam seus pais, e DEUS os alerta: “O que a seu pai ou a sua mãe amaldiçoar, apagar-se-lhe–á a sua lâmpada e ficará em trevas densas”, Pv 20.20. Portanto, devemos estar sempre atentos às nossas palavras, porque DEUS se agrada quando dizemos o que pode abençoar e edificar, mas abomina palavras que têm o poder de machucar e destruir.

 

R.N. Champlin (2001, p.2641): “Quanto às relações entre pais e filhos, ver Pv 1.8; 10.1 e 19.26. Esta última citação refere-se a maus tratos aos pais, e o versículo à frente continua esse pensamento. Amaldiçoar os pais viola o quinto Mandamento, que exigia punição capital.

Ver Êx 20.12; 21.16; Lv 20.9. Amaldiçoar é prejudicar com palavras e ações. Estão em vista atos como: desprezar os pais, zombar deles, amaldiçoá-los com imprecações e palavras ásperas, tomar a casa deles para uso próprio e, assim, expulsá-los do lar (ver Provérbios 19.26), e atos semelhantes”.

 

1.3. Palavras que abençoam   

Quando o coração está cheio de paz e bondade, certamente a boca expressa paz e bondade, porque a boca fala do que está cheio o coração (Mt 12.34). Também ter prudência ao falar evita palavras inadequadas e faz com que sejamos bênção para outras pessoas (Pv 16.21). A Bíblia nos diz para pedir ao Senhor que coloque uma trava em nossos lábios para evitarmos dizer coisas que O desagradam (Pv 13.3). Assim, devemos pedir a Ele que guarde nossa boca e nossos lábios, para sermos agentes de edificação e não de destruição (Pv 18.21).

 

As palavras que pronunciamos têm impacto profundo sobre a vida, e por isso a Escritura nos chama a falar com sabedoria. Aquilo que sai da boca revela o que está no coração e pode produzir resultados que edificam ou resultados que ferem. A Bíblia afirma que a língua possui força para direcionar caminhos, fortalecer relacionamentos ou arruiná-los completamente. Por isso, cada cristão é convidado a cultivar discernimento antes de falar, lembrando que nossas palavras sempre geram frutos, sejam eles de vida ou de destruição (Pv 18.21). Usar bem a fala é um exercício espiritual que exige consciência, temor do Senhor e responsabilidade diante de DEUS e do próximo.

 

EU ENSINEI QUE: O Senhor nos concedeu um órgão capaz de dar vida ou morte: a língua.

 

2- O PODER DAS PALAVRAS

Das sete coisas que DEUS abomina, registradas em Provérbios 6.16-19, três têm a ver como mau uso das palavras:
1) A língua mentirosa (Pv 6.17);
2) A testemunha falsa que profere mentiras (Pv 6.19);
3) O que semeia contendas entre os irmãos (Pv 6.19).
O Livro de Provérbios dá ênfase ao poder das palavras para que possamos aprender sobre o assunto, vivendo de maneira que agrade a DEUS.

 

2.1. Palavras penetram na alma   

As palavras possuem o poder de penetrar na alma humana, quer para a destruição (Pv 12.18), quer para a edificação (Pv 16.24). Elas são águas profundas; um ribeiro transbordante é fonte de sabedoria (Pv 18.4). Dessa maneira, ao praticar os princípios expostos no Livro de Provérbios, estaremos aptos a usar somente palavras abençoadoras: “Pela bênção dos sinceros, se exalta a cidade, mas pela boca dos ímpios é derribada’; Pv 11.11.

 

Os impactos internos produzidos pela linguagem frequentemente superam os efeitos de eventos externos. Palavras têm capacidade de ferir profundamente, abatendo o espírito (Pv 18.14), mas também de restaurar quando proferidas oportunamente (Pv 12.25). A fala maldosa distorce percepções e compromete relações (Pv 18.8), enquanto a lisonja induz a julgamentos equivocados e condutas imprudentes (Pv 29.5). A linguagem, portanto, exerce papel determinante na formação de convicções e na vida espiritual, podendo tanto destruir quanto edificar (Pv 11.9; 10.21). Assim, o manejo responsável da palavra constitui elemento essencial da sabedoria bíblica.

 

2.2. Palavras ficam gravadas na mente e no coração   

As palavras, boas ou más, têm o poder de ficar gravadas na mente e no coração, dependendo da situação e do momento em que foram ditas. DEUS nos manda guardar as Suas orientações, dizendo: “Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma’; Dt 11.18a. E o salmista declarou: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti’; Sl 119.11.

 

As palavras carregam força para influenciar pensamentos, despertar sentimentos e alterar relacionamentos. A Bíblia mostra que a fala maldosa pode acender conflitos e espalhar discórdia, como fogo que consome onde passa (Pv 16.27-28). Nada do que dizemos é neutro; cada palavra produz impacto, seja para edificar ou ferir. Por isso, a sabedoria orienta a falar com prudência, pois o justo mede sua fala, enquanto o insensato multiplica danos sem perceber (Pv 15.1; Pv 10.19).

 

2.3. Palavras falsas causam ruína   

A língua falsa e a boca lisonjeira podem provocar desavenças e ruínas (Pv 26.28). O sábio ressalta que a língua falsa fere o outro com mentiras, e as palavras bajuladoras causam desgraças. No seu entender, a língua enganosa produz frutos venenosos, e a língua lisonjeira é uma fonte da qual manam águas azedas.

 

A língua tem poder para gerar danos profundos quando usada de forma irresponsável. A Escritura mostra isso na história de Doegue, cujo relato malicioso provocou injustiça e morte entre inocentes (1Sm 22.9-19). Palavras distorcidas acendem conflitos, ampliam inseguranças e podem desencadear consequências devastadoras, como um fogo que se alastra sem controle (Tg 3.5-6). A Bíblia lembra que quem guarda sua boca preserva a própria vida (Pv 13.3), enquanto a fala impensada abre portas para contendas. Usar bem as palavras, portanto, é um compromisso espiritual: elas podem ferir, mas também podem edificar e promover paz (Pv 15.1).

 

EU ENSINEI QUE: As palavras, boas ou más, têm o poder de ficar gravadas na mente e no coração.

 

3- CUIDE DO QUE VOCÊ FALA

Os cristãos devem ter um cuidado especial com o que falam. Em Provérbios 10.32, aprendemos que as pessoas retas sabem dizer coisas agradáveis, porém as más dizem muitos insultos.

 

3.1. Não alimente maledicências   

A fofoca é um alimento especial para os seus amantes. Entretanto, fazem mal ao corpo e à alma: “As palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre’; Pv 26.22. Fofocas e maledicências enfraquecem e matam espiritualmente quem se envolve com elas. Para Derek Kidner (2017, p.46): “O mexerico mais apimentado somente tem influência sobre o ouvinte na medida em que ele mesmo é o malfeitor; andando na falsidade; em quem o gosto pela carniça ultrapassa o amor pela verdade’:

 

Há pessoas que se alimentam de comentários maldosos como se fossem palavras agradáveis, mas a Bíblia alerta que “as palavras do mexeriqueiro descem para o íntimo” e produzem dano silencioso (Pv 18.8). A fofoca distorce percepções, fere relacionamentos e espalha contenda (Pv 16.28), pois a língua é comparada a um fogo capaz de destruir (Tg 3.6). O amor verdadeiro, porém, não se alegra com a queda alheia (1Co 13.6) e nos chama a usar a fala para edificar, e não para ferir (Ef 4.29). Por isso, quem deseja agradar a DEUS deve vigiar o coração e evitar participar de conversas que semeiam maldade, buscando sempre a verdade e a paz (Sl 34.14; Zc 8.16).

 

3.2. Fuja de palavras torpes   

Na Bíblia, a expressão “palavras torpes” refere-se a todo tipo de linguagem indecente, vulgar, imoral ou que degrade a dignidade humana e o testemunho cristão. O termo aparece especialmente em Efésios 5.4, quando o Apóstolo Paulo nos alerta que, em vez de torpezas, conversas tolas e gracejos indecentes, da boca do crente devem sair ações de graças’: E, em Colossenses 3.8, ele nos manda abandonar as palavras torpes, que incluem xingamentos, piadas de duplo sentido, maledicência, fofoca e qualquer fala que estimule o pecado ou desonre a DEUS. A linguagem do cristão, portanto, deve ser pura, edificante e reveladora da Graça de DEUS (Cl 4.6).

 

Comentário Bíblico MacArthur (2019, p.1136): “O pecado mais aparentemente insignificante (inclusive um deslize da língua) carrega o completo potencial de toda a maldade do inferno (Tg 3.6). Nenhuma infração contra a Santidade de DEUS é insignificante, e cada pessoa no final dará conta de tal indiscrição. Nada aponta para uma árvore ruim mais verdadeiramente do que o mau fruto de sua fala. As serpentes venenosas eram conhecidas por suas bocas venenosas (Lc 6.45). DEUS julga uma pessoa por suas palavras, porque elas revelam o estado do coração’

 

3.3. Cuidado com palavras bajuladoras   

O sábio compara os lábios do bajulador a um objeto barato disfarçado de preciosidade (Pv 26.23,24) – um vaso de barro coberto por uma camada fina e falsa de prata: por fora parece valioso e bonito, mas por dentro é fraco e sem valor. Pessoas assim usam palavras doces e elogios exagerados. Seus lábios são afáveis para conquistar a nossa confiança, porém seu coração está cheio de maldade, inveja e intenção de nos manipular.

 

R.N. Champlin (2001, p.2671): “O homem dotado de um coração iníquo, que é ocultado pelas palavras suaves da sua boca, agora fala com voz suave e graciosa. Diz o original hebraico, literalmente, “quando ele faz a sua voz graciosa’: A conversa de um homem é encantadora (Pv 26.23,24), mas pode ocultar um coração perverso. O sábio perceberá a farsa e não acreditará no que ouve, pois esse homem está querendo obter alguma espécie de ganho, que certamente significa perda para quem o ouve’.

 

ENSINEI QUE: Os cristãos devem ter um cuidado especial com o que falam.

 

CONCLUSÃO

Nesta lição, aprendemos a relevância de uma comunicação clara e edificante para o discípulo de CRISTO, porque aquilo que proferimos tem grande influência tanto sobre a nossa vida quanto sobre a vida daqueles que nos ouvem. Segundo Charles Swindoll: “Na verdade, língua, boca, lábios e palavras aparecem aproximadamente 150 vezes no Livro de Provérbios. Em média, a referência à fala aparece cinco vezes em cada um dos trinta e um capítulos’: Portanto, que o ESPÍRITO SANTO nos ajude a usar palavras que produzam edificação e transmitam graça.

 

 

 

 

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