03 julho 2026

Escrita Lição 2, CPAD, A porta da fé se abre entre os gentios, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Escrita Lição 2, CPAD, A porta da fé se abre entre os gentios, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 


ESBOÇO DA LIÇÃO 2

I – A MISSÃO EM CHIPRE:  A PRIMEIRA PORTA ABERTA ENTRE OS GENTIOS

1. O envio missionário e o avanço da Palavra.

2. O confronto com as trevas e a vitória do Evangelho (vv.6-8).

3. Confiando no poder transformador do Evangelho (vv.9-12).

II – A MISSÃO EM ANTIOQUIA DA PISÍDIA: O EVANGELHO QUE ILUMINA

1. A exposição apostólica que revela CRISTO nas Escrituras (At 13.16-43).

2. A rejeição dos judeus e a tristeza de Paulo diante da incredulidade (At 13.44,45).

3. A porta da fé aberta aos gentios pela graça de DEUS (At 13.46-49).

III – A MISSÃO EM ICÔNIO, LISTRA E DERBE: A FÉ QUE PERSEVERA

1. Icônio - o testemunho ousado que enfrenta oposição (At 14.1-7).

2. Listra - milagres, confusão religiosa e sofrimento por CRISTO (At 14.8-20).

3. Derbe - frutos que brotam da perseverança (At 14.20,21).

 

TEXTO ÁUREO

 “Porque o Senhor assim no-lo mandou: Eu te pus para luz dos gentios, para que sejas de salvação até aos confins da terra.” (At 13.47)

 

VERDADE PRÁTICA

O propósito de DEUS é que o Evangelho alcance todas as nações, revelando seu eterno desejo de salvar a todos.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - At 1.8A missão aos gentios nasce da promessa do ESPÍRITO

Terça - At 11.26Quem é formado em CRISTO vive para anunciar CRISTO

Quarta - At 11.20A primeira porta que DEUS usa para alcançar os gentios

Quinta - Is 49.6Deus planejou que seu povo fosse luz para as nações

Sexta - Rm 1.16O Evangelho é poder de DEUS para todo o ser humano

Sábado - At 14.27É DEUS quem abre a porta da fé aos gentios

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 13.44-52

44 - E, no sábado seguinte, ajuntou-se quase toda a cidade a ouvir a palavra de DEUS.

45 - Então, os judeus, vendo a multidão, encheram-se de inveja e, blasfemando, contradiziam o que Paulo dizia. 46 - Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, disseram: Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de DEUS; mas, visto que a rejeitais, e vos não julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios. 47 - Porque o Senhor assim no-lo mandou: Eu te pus para luz dos gentios, para que sejas de salvação até aos confins da terra. 48 - E os gentios, ouvindo isto, alegraram-se e glorificavam a palavra do Senhor, e creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna. 49 - E a palavra do Senhor se divulgava por toda aquela província. 50 - Mas os judeus incitaram algumas mulheres religiosas e honestas, e os principais da cidade, e levantaram perseguição contra Paulo e Barnabé, e os lançaram fora dos seus limites. 51 - Sacudindo, porém, contra eles o pó dos pés, partiram para Icônio. 52 - E os discípulos estavam cheios de alegria e do ESPÍRITO SANTO.

 

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HINOS SUGERIDOS: 65, 224, 305 da Harpa Cristã

 

PALAVRA-CHAVE – Missão

 

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SUBSÍDIOS EXTRAS – BÍBLIAS, GOOGLE, LIVROS E REVISTAS ANTIGAS

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RESUMO RÁPIDO – Pr. Henrique

 

TEXTO ÁUREO

Os evangelhos registram que o ministério de JESUS foi focado primariamente em Israel. No entanto, Ele também realizou curas e libertações notáveis em prol de gentios (não judeus), demonstrando que o Reino de DEUS não tinha barreiras geográficas ou raciais.

Os principais milagres aos gentios incluem:

·        A Cura da Filha da Mulher Cananéia (ou Siro-fenícia): Ocorrido na região de Tiro e Sidom, JESUS atendeu à persistente fé de uma mãe estrangeira e libertou sua filha de um espírito maligno à distância (Mateus 15:21-28).

·        A Cura do Surdo-Mudo em Decápolis: Na região de Decápolis, um território predominantemente gentio, JESUS curou um homem tocando em seus ouvidos e língua com a palavra "Efatá", que significa "Abre-te" (Marcos 7:31-37).

·        A Libertação do Endemoninhado Gadareno: Também na região gentia de Decápolis, JESUS libertou um homem severamente atormentado por legiões de demônios e lhe permitiu voltar para casa restaurado (Marcos 5:1-20).

·        A Cura do Servo do Centurião Romano: Embora em território judeu, JESUS atendeu a um pedido de um oficial romano gentio, elogiando sua fé superior à de muitos em Israel e curando seu servo à distância (Mateus 8:5-13).

Esses feitos serviram como prenúncio da Grande Comissão, quando o evangelho foi estendido a todas as nações. Para uma análise teológica mais profunda sobre como esses eventos destacam a graça universal, confira o artigo sobre os Milagres de JESUS ou a reflexão sobre JESUS: Milagres e Maravilhas.

 

VERDADE PRÁTICA

A frase exata citada refere-se à primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé. O texto se encontra em Atos 13:47, onde Paulo justifica sua missão aos gentios usando uma profecia do livro de Isaías (Isaías 49:6).

Em Atos 9, quando JESUS fala com Ananias em Damasco, Ele define o propósito de Paulo de forma semelhante, mas com palavras distintas:

·        Atos 9:15-16: "Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome."

A essência do chamado de Paulo para ser luz e salvação é confirmada em ambos os episódios, mas a citação exata "Porque o Senhor assim no-lo mandou: Eu te pus para luz dos gentios, para que sejas de salvação até aos confins da terra" ocorre posteriormente, em Atos 13:47.

 

 

INTRODUÇÃO

Excelente introdução! Você resumiu muito bem o itinerário da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé. Esse trecho de Atos 13–14 é fundamental porque marca a transição da missão cristã: de um foco inicial nos judeus para uma abertura clara aos gentios.

📖 Alguns pontos importantes dessa viagem:

·        Antioquia da Síria: ponto de partida e base missionária da Igreja primitiva, mostrando que a comunidade estava organizada e sensível à direção do ESPÍRITO SANTO.

·        Chipre: primeira parada, onde Barnabé tinha raízes. Ali, o Evangelho alcançou tanto judeus quanto gentios, incluindo o procônsul Sérgio Paulo.

·        Ásia Menor (Pisídia, Icônio, Listra, Derbe): cidades estratégicas, culturalmente diversas, onde Paulo enfrentou tanto receptividade quanto perseguição. Em Listra, por exemplo, foi confundido com um deus e depois apedrejado.

·        Mensagem central: a salvação em CRISTO não é exclusiva de Israel, mas destinada a todas as nações. O versículo que você citou (At 13.47) é a chave teológica dessa missão.

Aplicação prática para hoje: Assim como Paulo e Barnabé obedeceram ao chamado de levar a luz de CRISTO “até os confins da terra”, nós também somos convidados a viver uma fé que ultrapassa fronteiras — culturais, sociais ou pessoais. O Evangelho continua sendo inclusivo e transformador, chamando-nos a ser testemunhas em nosso contexto.

 

 

I – A MISSÃO EM CHIPRE:  A PRIMEIRA PORTA ABERTA ENTRE OS GENTIOS

1. O envio missionário e o avanço da Palavra.

A primeira viagem missionária começou em Antioquia da Síria. Enviados pelo ESPÍRITO SANTO, Paulo e Barnabé desceram ao porto de Selêucia e navegaram para a ilha de Chipre. Percorreram a ilha de leste a oeste, de Salamina até Pafos, anunciando o Evangelho, no ministério registrado em Atos 13:1-13.

O avanço da Palavra através da região foi marcado por marcos estratégicos e espirituais:

·        Princípio Missionário: A pregação começava prioritariamente nas sinagogas judaicas, conforme o princípio "primeiro ao judeu e também ao grego" (Romanos 1:16).

·        Apoio Operacional: O grupo contava com o auxílio de João Marcos como cooperador, que acompanhou a equipe missionária desde o início em Atos 12:25.

·        Fidelidade e Reverência: A expansão do Evangelho exige submissão e temor, alicerçada nas orientações das escrituras e na direção do ESPÍRITO SANTO, alinhado com os princípios de Atos 13:2.

·        Os desafios enfrentados por eles em Pafos (como o confronto com o mago Elimas).

·        O impacto do procônsul Sérgio Paulo na região.

 

 

 

2. O confronto com as trevas e a vitória do Evangelho (vv.6-8).

O episódio em Pafos, na ilha de Chipre, destaca o poder do Evangelho ao confrontar as trevas. O falso profeta Elimas (ou Barjesus) tentou desviar o procônsul Sérgio Paulo da Palavra de DEUS, mas a repreensão de Paulo resultou em cegueira temporária, confirmando a autoridade divina e gerando a conversão do líder romano.

O confronto ilustra o triunfo da luz sobre as trevas e demonstra como o Evangelho rompe barreiras sociais e espirituais. O texto base desta narrativa encontra-se na Bíblia, no livro de Atos 13:6-10,

·        contraste entre a cegueira física de Elimas e a cegueira espiritual?

 

3. Confiando no poder transformador do Evangelho (vv.9-12).

O relato de Atos 13.9-12 em Pafos marca a transição no ministério de Saulo, que passa a ser chamado de Paulo, evidenciando o poder transformador do Evangelho. A conversão do procônsul Sérgio Paulo diante do confronto com a oposição espiritual ilustra a vitória da Palavra de DEUS.

Para compreender profundamente a mensagem citada e o impacto dessa jornada, observe os seguintes pontos:

·        O Confronto em Pafos: Paulo, cheio do ESPÍRITO SANTO, confronta o mago Elimas (Barjesus), que tentava desviar o procônsul da fé. A cegueira temporária de Elimas é um sinal do poder de DEUS sobre as trevas.

·        A Conversão do Procônsul: A transformação da mente e a iluminação do entendimento de Sérgio Paulo demonstram que o Evangelho quebra barreiras sociais e espirituais.

·        Princípios de Transformação:

o   A renovação interior citada em Romanos 12.2 e 2 Coríntios 5.17 reflete a mudança de vida genuína.

o   A fé operante, mencionada em Tiago 2.14-26, reforça a produção de frutos visíveis.

·        O Avanço da Missão: A jornada missionária segue para Antioquia da Pisídia, onde Paulo fará um poderoso discurso na sinagoga, anunciando CRISTO ressurreto e expandindo a missão para novas proporções.

·        (o sermão na sinagoga, a reação dos gentios, ou o retorno de João Marcos)?

 

 

II – A MISSÃO EM ANTIOQUIA DA PISÍDIA: O EVANGELHO QUE ILUMINA

1. A exposição apostólica que revela CRISTO nas Escrituras (At 13.16-43).

A exposição de Paulo em Atos 13:16-43 é uma obra-prima da apologética cristã primitiva. O apóstolo sintetiza o Antigo Testamento, provando que a história de Israel culmina em JESUS Atos 13:16-25. A mensagem estabelece que a cruz e a ressurreição cumpriram as profecias, culminando no anúncio da justificação pela fé e salvação a todos os que creem.

O discurso detalha a trajetória histórica e a redenção de forma cronológica:

·        História de Israel: A eleição dos patriarcas, o período dos juízes, o reinado de Saul e a linhagem de Davi, mostrando o cuidado contínuo de DEUS Atos 13:16-25.

·        O Precursor: O ministério de João Batista preparando o caminho do Senhor Atos 13:16-25.

·        Cumprimento na Cruz: A morte de JESUS vista como o cumprimento das Escrituras pelos líderes de Jerusalém Atos 13:16-25.

·        Ressurreição: A prova irrefutável do cumprimento do Salmo 2 e do Salmo 16, atestada por testemunhas oculares Atos 13:1-52.

·        Apelo Final: A justificação gratuita e o alerta solene contra a rejeição do Messias Atos 13:13-15.

A consequência desse ensino messiásico na sinagoga de Antioquia da Pisídia foi um impacto estrondoso. A rejeição por parte de judeus tradicionalistas abriu caminho para a expansão do Evangelho, resultando em um clamor dos gentios para que Paulo repetisse o tema, culminando em quase toda a cidade reunida no sábado seguinte para ouvir a Palavra Atos 13:44-52.

 

 

2. A rejeição dos judeus e a tristeza de Paulo diante da incredulidade (At 13.44,45).

A rejeição em Antioquia da Pisídia marcou um divisor de águas missionário. Diante da rejeição e inveja dos judeus à mensagem cristã, Paulo e Barnabé anunciaram ousadamente que levariam a Palavra aos gentios. Isso cumpriu o plano soberano de DEUS de estender a salvação a todas as nações.

O ministério do apóstolo Paulo foi profundamente marcado por esse dilema. Embora ele mantivesse o princípio de pregar "primeiro ao judeu" conforme detalhado em Romanos 1.16, a recusa de seu próprio povo em aceitar o Evangelho gerava nele uma dor intensa, algo que ele expressou abertamente em Romanos 9.1-3.

Em Atos 13.44-45, vemos que o sucesso inicial da pregação atraiu quase toda a cidade, o que despertou a inveja dos líderes judeus, levando-os à blasfêmia e à contradição. Essa reação resultou no rompimento registrado em Atos 13.46: “Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de DEUS; mas, visto que a rejeitais, [...] eis que nos voltamos para os gentios”.

Esse redirecionamento não foi um fracasso do plano divino, mas a concretização da profecia de que a salvação seria levada até aos confins da terra. Para uma compreensão mais aprofundada de como essa tensão se desenvolve no ministério do apóstolo, a explicação sobre Atos 13.44-52 e os comentários gerais sobre Romanos 9-12 contextualizam essa mudança de paradigma na expansão do cristianismo.

Temas correlatos:

·        Analisar os impactos históricos e geográficos das viagens missionárias de Paulo?

·        Entender melhor a profecia de Isaías citada no texto, referente à luz para os gentios.

·        Explorar o que o apóstolo escreve em Romanos 11 sobre a restauração futura de Israel.

 

Alguns pontos de destaque nesse episódio:

·        Dor pessoal de Paulo: Em Romanos 9.1-3, ele revela sua tristeza pela incredulidade de Israel, chegando a dizer que desejaria ser separado de CRISTO se isso pudesse salvar seu povo.

·        Princípio missionário: “Primeiro ao judeu, depois ao gentio” (Rm 1.16). Paulo manteve esse padrão, mas a rejeição dos judeus abriu espaço para a expansão universal.

·        Reação dos judeus: O sucesso da pregação atraiu quase toda a cidade (At 13.44), mas isso despertou inveja e oposição, culminando na blasfêmia e contradição (At 13.45).

·        Redirecionamento: Em At 13.46, Paulo e Barnabé declaram que, diante da rejeição, voltam-se aos gentios. Isso não foi improviso, mas cumprimento da profecia de Isaías 49.6.

·        Resultado imediato: Muitos gentios se alegraram e creram, e a Palavra se espalhou por toda a região (At 13.48-49).

Contexto maior (Romanos 9–12): Paulo explica que a rejeição de Israel não é definitiva. Há um mistério: a incredulidade de parte de Israel abre espaço para a plenitude dos gentios, mas haverá uma restauração futura (Rm 11.25-26). Assim, o plano de DEUS é inclusivo e progressivo, envolvendo tanto judeus quanto gentios.

Caminhos:

 

·        Histórico e geográfico: entender como as viagens missionárias de Paulo moldaram o mapa da expansão cristã.

·        Profético: explorar Isaías 49 e como a ideia de “luz para os gentios” se cumpre em CRISTO.

·        Escatológico: analisar Romanos 11 e a promessa da restauração futura de Israel.

 

 

3. A porta da fé aberta aos gentios pela graça de DEUS (At 13.46-49).

Atos 13.46-49. Esse trecho é realmente central para entendermos como a “porta da fé” foi aberta aos gentios.

🔑 Alguns pontos-chave do texto:

·        Rejeição dos judeus: não foi por decreto divino, mas por resistência voluntária. Eles se tornaram “indignos da vida eterna” porque recusaram a graça oferecida.

·        Alegria dos gentios: ao contrário, muitos receberam a Palavra com fé sincera e se tornaram testemunhas vivas do poder transformador do Evangelho.

·        Profecia cumprida: Isaías 49.6 e Lucas 2.32 mostram que CRISTO é a luz para os gentios, e Paulo vê sua missão como parte desse plano.

·        Ordenados para a vida eterna: a melhor leitura é “dispostos”, ou seja, aqueles que responderam positivamente ao chamado do ESPÍRITO. Isso reforça que a salvação é oferecida a todos, mas só se concretiza em quem crê.

·        Missão contínua: a obra não parou em Antioquia da Pisídia. O ESPÍRITO conduziu Paulo e Barnabé a novos campos — Icônio, Listra e Derbe — onde milagres e desafios confirmariam novamente o poder do Evangelho.

Aplicação para hoje: Assim como DEUS abriu uma porta inesperada em Antioquia, Ele continua abrindo oportunidades missionárias em lugares e situações que não imaginamos. A chave é a resposta da igreja: fé, discernimento e obediência. Cada crente é chamado a ser portador da luz de CRISTO, participando da expansão do Reino.

 

 

III – A MISSÃO EM ICÔNIO, LISTRA E DERBE: A FÉ QUE PERSEVERA

1. Icônio - o testemunho ousado que enfrenta oposição (At 14.1-7).

O episódio em Icônio (At 14.1-7) mostra como o testemunho ousado de Paulo e Barnabé produzia frutos e, ao mesmo tempo, despertava oposição.

📖 Elementos principais do texto:

·        Pregação ousada: Eles entraram na sinagoga e anunciaram o Evangelho com convicção, resultando na fé de muitos judeus e gregos.

·        Confirmação divina: O Senhor respaldava a mensagem com sinais e prodígios, mostrando que não era apenas palavra humana, mas graça operando pelo ESPÍRITO.

·        Divisão da cidade: O Evangelho sempre provoca reação — alguns creem, outros resistem. Essa polarização é recorrente no ministério de Paulo.

·        Conspiração contra os missionários: A oposição chegou ao ponto de planejar apedrejá-los.

·        Retirada estratégica: Paulo e Barnabé não fugiram por medo, mas obedeceram ao princípio de prudência (Mt 10.23), preservando-se para continuar a missão em Listra e Derbe.

Aplicação prática:

·        Onde a Palavra frutifica, a oposição também se levanta. O avanço do Evangelho não é sem resistência, mas a obra não pode ser detida.

·        O testemunho cristão exige ousadia, mas também discernimento: saber quando permanecer e quando se retirar para que a missão continue.

·        A confirmação divina por meio de sinais e prodígios nos lembra que a obra não depende apenas de esforço humano, mas da graça que dá eficácia à mensagem.

Esboço de ensino sobre Icônio em três partes:

1.    A ousadia da pregação (v.1-3)

2.    A oposição e divisão (v.4-5)

3.    A prudência missionária (v.6-7)

 

 

2. Listra - milagres, confusão religiosa e sofrimento por CRISTO (At 14.8-20).

Esse episódio (At 14.8-20) é riquíssimo em lições espirituais e práticas.

📖 Aspectos centrais do texto:

·        Milagre poderoso: Paulo cura um homem aleijado de nascimento, demonstrando o poder do Evangelho em transformar vidas.

·        Confusão religiosa: A multidão, influenciada pela cultura greco-romana, interpreta o milagre como manifestação dos deuses e tenta adorar Paulo e Barnabé como Zeus e Hermes.

·        Rejeição da idolatria: Os apóstolos rasgam suas roupas em sinal de indignação e anunciam o DEUS vivo, Criador de todas as coisas, contrastando a verdade com a superstição.

·        Oposição intensa: Judeus vindos de Antioquia e Icônio incitam o povo contra eles, e Paulo é apedrejado e deixado como morto.

·        Resiliência e restauração: O Senhor o restaura, e Paulo se levanta e retorna à cidade, reafirmando sua fidelidade ao chamado.

Aplicações práticas:

·        A fé bíblica não foge da dor: ela permanece firme porque está ancorada no DEUS vivo.

·        O testemunho cristão precisa rejeitar qualquer forma de idolatria e apontar sempre para CRISTO.

·        O sofrimento por causa do Evangelho não é sinal de derrota, mas de participação na missão de CRISTO.

·        A restauração de Paulo mostra que DEUS sustenta seus servos mesmo em meio às maiores adversidades.

Três partes para estudo ou ensino:

1.    O milagre e a confusão religiosa (v.8-13)

2.    A proclamação do DEUS vivo (v.14-18)

3.    O sofrimento e a restauração (v.19-20)

 

 

3. Derbe - frutos que brotam da perseverança (At 14.20,21).

O relato em Derbe (At 14.20-21) fecha a primeira viagem missionária com uma nota de perseverança e vitória espiritual.

📖 Aspectos centrais do texto:

·        Terreno fértil: Em contraste com Listra, Derbe recebe o Evangelho com abertura. Muitos se convertem e novos discípulos são formados.

·        Frutos da perseverança: Apesar das perseguições e do apedrejamento em Listra, Paulo e Barnabé não desistem. A fidelidade ao chamado gera uma colheita abundante.

·        Edificação da comunidade: Eles não apenas pregam, mas fortalecem os discípulos, mostrando que a missão não é só ganhar novos convertidos, mas consolidar a fé.

·        Raízes na fidelidade: A obra missionária não se apoia em comodidade ou circunstâncias favoráveis, mas na fidelidade ao CRISTO que os enviou.

Aplicações práticas:

·        A perseverança na missão sempre gera frutos, mesmo após momentos de dor e oposição.

·        O verdadeiro avanço do Evangelho não depende de ambientes fáceis, mas da fidelidade ao chamado.

·        Cada crente é convidado a ser perseverante: não apenas iniciar bem, mas permanecer firme até ver os frutos brotarem.

·        A edificação da fé é tão importante quanto a evangelização — discipulado é parte essencial da missão.

 

REQUISITOS PARA O PRESBITERATO

No Novo Testamento, os requisitos para o presbiterato (também referidos como bispos ou anciãos) estão detalhados principalmente nas cartas pastorais de Paulo a Timóteo e a Tito. O foco principal está no caráter moral, na vida familiar e na capacidade de liderança e ensino, e não em status social ou habilidades puramente seculares. [1, 2]

Abaixo estão os critérios divididos por categorias teológicas e práticas:

1. Caráter e Reputação Pessoal

·        Irrepreensível: Alguém contra quem não se possa levantar uma acusação justa ou escândalo público (1Tm 3:2; Tt 1:6).

·        Temperante e sóbrio: Moderado em suas reações, equilibrado e com pleno domínio próprio (1Tm 3:2; Tt 1:8).

·        Hospitaleiro: Pronto a abrir sua casa e acolher pessoas, demonstrando amor prático (1Tm 3:2; Tt 1:8).

·        Não dado ao vinho: Livre do vício ou do controle de bebidas alcoólicas (1Tm 3:3; Tt 1:7).

·        Não violento ou briguento: Paciente, pacífico e avesso a contendas físicas ou verbais (1Tm 3:3; Tt 1:7).

·        Não ganancioso: Livre do amor ao dinheiro e que não busque o ministério por lucro desonesto (1Tm 3:3; Tt 1:7).

·        Bom testemunho dos de fora: Respeitado por pessoas que não fazem parte da igreja (1Tm 3:7). [1, 2, 3, 4, 5]

2. Vida Familiar e Lar

·        Marido de uma só esposa: Fiel aos votos matrimoniais, demonstrando pureza e dedicação conjugal (1Tm 3:2; Tt 1:6). [1]

·        Governe bem a própria casa: Alguém que lidera seu lar com sabedoria, pois "se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de DEUS?" (1Tm 3:4-5). [1, 2]

·        Filhos crentes e obedientes: Filhos que respeitam a autoridade dos pais e não são conhecidos por insubordinação ou dissolução (1Tm 3:4; Tt 1:6). [1]

3. Aptidão Espiritual e Doutrinária

·        Apto para ensinar: Capacidade de comunicar a verdade bíblica de forma clara e instrutiva (1Tm 3:2).

·        Apegado à palavra fiel: Firme na sã doutrina para ser capaz tanto de exortar os crentes quanto de refutar os que a contradizem (Tt 1:9).

·        Não pode ser neófito: Não deve ser um novo convertido, para evitar que se ensoberbeça e caia na condenação do diabo (1Tm 3:6).

·        Amigo do bem: Alguém que ama e promove o que é moralmente correto, justo e santo (Tt 1:8). [1, 2, 3, 4]


 

 

CONCLUSÃO

O retorno de Paulo e Barnabé consolida a primeira viagem missionária. Eles demonstram coragem ao voltar para as cidades onde foram perseguidos. O foco muda da evangelização inicial para a estruturação e o fortalecimento das novas igrejas.

1. Fortalecimento na Tribulação

·        Ânimo aos discípulos: Paulo exorta os novos convertidos a permanecerem firmes na fé.

·        Realismo bíblico: Ele ensina que a entrada no Reino de DEUS exige passar por muitas tribulações (At 14.22).

·        Cuidado pastoral: O acompanhamento visa impedir a apostasia diante das perseguições locais.

2. Organização Eclesiástica

·        Estabelecimento de presbíteros: Os apóstolos consagram líderes locais em cada igreja (At 14.23).

·        Oração e jejum: A liderança é estabelecida sob profunda dependência espiritual e discernimento.

·        Autonomia local: As comunidades recebem estrutura para caminhar de forma independente após a partida dos apóstolos.

3. O Relatório da Graça

·        Prestação de contas: Ao voltar para Antioquia da Síria, eles reúnem a igreja compradora (At 14.27).

·        Porta da fé: O foco do relatório não são os méritos humanos, mas o que DEUS fez entre os gentios.

·         

·        Mapa a rota geográfica exata desse retorno na primeira viagem missionária.

·        Examinar como esse avanço com os gentios provocou o Concílio de Jerusalém em Atos 15.

·        Analisar as funções e os requisitos dos presbíteros no Novo Testamento

 

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COMENTÁRIOS TEOLÓGICOS EXTRAS

 

1. O padrão missionário do ESPÍRITO SANTO em Atos

A primeira viagem missionária estabelece um modelo que reaparece por todo o livro de Atos: o ESPÍRITO SANTO chama, envia, capacita e confirma a missão. A Igreja não cria a missão; ela participa da missão que já pertence a DEUS.

Observe a sequência:

·        O ESPÍRITO separa (At 13.2)

·        A Igreja impõe as mãos e envia (At 13.3)

·        Os missionários obedecem e seguem avante (At 13.4)

·        DEUS confirma por sinais, prodígios e maravilhas, ou milagres (At 14.3)

·        Acontecem ajuntamento de multidões curiosas e são salvas

·        Novos discípulos são formados e vão imitar os enviados (At 14.21)

Esse padrão mostra que o crescimento da Igreja primitiva não ocorreu por estratégias humanas, mas pela ação soberana de DEUS.


 

2. A oposição como evidência do avanço espiritual

Em Atos, oposição frequentemente aparece como consequência do sucesso da missão.

 

Quanto mais o Evangelho avança:

·        maior é a resistência religiosa;

·        maior é o conflito espiritual;

·        maior é a manifestação do poder divino.

 

Há um princípio teológico importante:

Satanás raramente combate aquilo que não ameaça seu domínio.

O conflito com Elimas, a inveja dos judeus e o apedrejamento de Paulo demonstram que o Reino de DEUS invade territórios espirituais anteriormente dominados pelas trevas.


 

3. A transição histórica entre Israel e as nações

Atos 13 marca um momento extremamente importante na história da redenção.

Até então:

·        Jerusalém era o centro principal.

·        Judeus eram os primeiros receptores da mensagem.

 

Agora ocorre uma expansão:

Jerusalém → Judeia → Samaria → Gentios

Isso cumpre exatamente o programa de JESUS em Atos 1.8.

Não significa rejeição definitiva de Israel, mas expansão da graça para todas as nações.


 

4. O sofrimento como parte da vocação cristã

Paulo não considerava perseguição como fracasso ministerial.

Após ser apedrejado, ele declara:

"Por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de DEUS" (At 14.22)

Teologicamente, isso combate a ideia de que a vida cristã é ausência de dificuldades.

 

No Novo Testamento:

·        sofrimento não é sinal automático de abandono;

·        sofrimento pode ser instrumento de amadurecimento;

·        sofrimento pode confirmar fidelidade ao chamado;

·        Perseguição estimula o crescimento.


 

TABELA — CONTRASTE ENTRE AS CIDADES DA PRIMEIRA VIAGEM

 

Cidade

Acontecimento principal

Reação das pessoas

Lição espiritual

Chipre

Elimas confronta Paulo

Sérgio Paulo crê maravilhado

O Evangelho vence as trevas

Antioquia da Pisídia

Grande sermão de Paulo

Judeus rejeitam e gentios recebem

A graça alcança todos

Icônio

Sinais e prodígios

Cidade dividida

A verdade produz decisões

Listra

Cura do aleijado

Idolatria e perseguição

Milagres ajudam

na conversão

Derbe

Muitos discípulos

Boa receptividade

Perseverança produz frutos


 

TABELA — AÇÃO HUMANA E AÇÃO DIVINA NA MISSÃO

 

Ação humana

Ação divina

Paulo prega

ESPÍRITO convence

Igreja envia

DEUS chama

Missionários viajam

DEUS abre portas

Discípulos perseveram

DEUS fortalece

Servos sofrem

DEUS sustenta


 

PALAVRAS GREGAS IMPORTANTES E SEUS SIGNIFICADOS

 

Palavra grega

Transliteração

Significado

Aplicação

εὐαγγέλιον

Euangélion

Boas notícias

A mensagem salvadora de CRISTO

πίστις

Pístis

Fé, confiança, fidelidade

Entrega total a DEUS

χάρις

Cháris

Graça, favor imerecido

Salvação não conquistada por méritos

μετάνοια

Metánoia

Mudança de mente

Arrependimento genuíno

δύναμις

Dýnamis

Poder, força sobrenatural

Ação do ESPÍRITO SANTO

μαρτυρία

Martyría

Testemunho

Evidência pública da fé

ἀπόστολος

Apóstolos

Enviado

Alguém enviado com propósito

σωτηρία

Sotēría

Salvação, livramento

Libertação espiritual em CRISTO

ἐκκλησία

Ekklesía

Assembleia dos chamados

A comunidade dos salvos

διακονία

Diakonía

Serviço, ministério

Trabalho dedicado ao Reino


 

CURIOSIDADES EXEGÉTICAS

 

Atos 13.48 — "ordenados para a vida eterna"

A expressão grega:

τεταγμένοι εἰς ζωὴν αἰώνιον
(tetagménoi eis zoēn aiōnion)

 

Significa literalmente:

"designados" ou "dispostos para a vida eterna"

 

Atos 13.48 — "ordenados para a vida eterna"

A expressão grega:

τεταγμένοι εἰς ζωὴν αἰώνιον
(tetagménoi eis zōēn aiōnion)

 

Pode ser traduzida como:

"designados", "dispostos", "colocados em ordem" ou "destinados para a vida eterna".

O verbo grego τάσσω (tássō) possui o sentido de ordenar, colocar em posição, designar ou estabelecer.

Entre os estudiosos existem diferentes interpretações sobre essa expressão. Entretanto, o conjunto das Escrituras mostra que a salvação nasce da iniciativa de DEUS (redentora realizada por CRISTO ) e é recebida mediante a resposta da fé por parte do novo crente.

 

A Bíblia declara:

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de DEUS." (Ef 2.8). “não vem de vós” a graça (JESUS).

E ainda:

"Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o ESPÍRITO SANTO da promessa." (Ef 1.13).

 

Observe a sequência bíblica:

Ouvir → Crer → Ser selado pelo ESPÍRITO

A graça manifesta-se na obra redentora realizada por CRISTO em sua morte e ressurreição. O homem, ao ouvir o Evangelho, responde pela fé:

"De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de DEUS." (Rm 10.17)

Assim, DEUS oferece a salvação por sua graça, e o homem é chamado a responder ao convite divino mediante a fé.

 

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de DEUS

Efésios 2:8 | ACF

Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele (meu acréscimo: no evangelho) também crido, fostes selados com o ESPÍRITO SANTO da promessa; Efésios 1:13 | ACF

 

A GRAÇA É JESUS EXECUTANDO A OBRA DA SALVAÇÃO MORRENDO E RESSUSCITANDO.

A FÉ DEVE SER DESENVOLVIDA POR NÓS AO OUVIRMOS, PARA SERMOS SALVOS.

A questão, porém, não é resolvida apenas pelo português; o ponto principal está no grego de Efésios 2.8.

O texto grego é:

τῇ γὰρ χάριτί ἐστε σεσῳσμένοι διὰ πίστεως· καὶ τοῦτο οὐκ ἐξ ὑμῶν, θεοῦ τὸ δῶρον
(tē gar cháriti este sesōsmenoi dia písteōs; kai touto ouk ex hymōn, theou to dōron)

Tradução literal:

"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de DEUS."

O debate ocorre em "καὶ τοῦτο" (kai touto) = "e isto".

Gramaticalmente:

·        χάριτι (cháriti / graça) → feminino

·        πίστεως (písteōs / fé) → feminino

·        τοῦτο (touto / isto) → neutro

Como "isto" está no neutro, muitos estudiosos observam que ele provavelmente não aponta exclusivamente para "graça" nem exclusivamente para "fé", mas para a ideia inteira:

"a salvação pela graça mediante a fé"

Em outras palavras:

[salvação + graça + fé] = isto não vem de vós

Isso evita alguns problemas gramaticais.

Mas sua observação teológica sobre a graça possuir origem totalmente em CRISTO encontra apoio bíblico muito forte:

·        CRISTO é a manifestação máxima da graça divina:

"Porque a graça de DEUS se há manifestado..." (Tt 2.11)

·        A obra salvadora foi realizada por CRISTO:

"Mas DEUS prova o seu amor para conosco..." (Rm 5.8)

·        A fé surge mediante a recepção da Palavra:

"De sorte que a fé é pelo ouvir..." (Rm 10.17)

Então uma formulação mais precisa seria:

A graça salvadora procede inteiramente de DEUS e foi manifestada plenamente na obra redentora de CRISTO. O homem não produz a salvação; ele responde ao chamado divino mediante a fé despertada pela Palavra.

 


 

Atos 14.22 — "por muitas tribulações"

Palavra grega:

θλῖψις
(thlípsis)

Significado:

pressão, aflição, aperto, sofrimento intenso.

A imagem é de algo sendo comprimido sob enorme pressão. Paulo ensina que a caminhada cristã frequentemente envolve esse processo de refinamento espiritual.


 

APLICAÇÃO PARA A SALA DE AULA

1.    DEUS continua chamando pessoas para missões.

2.    O Evangelho ainda encontra resistência espiritual.

3.    A oposição não interrompe o plano divino.

4.    A perseverança gera frutos duradouros.

5.    O mesmo ESPÍRITO que enviou Paulo continua capacitando a Igreja hoje.

 

 

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NA ÍNTEGRA COMO NA REVISTA 2026

 

Escrita Lição 2, CPAD, A porta da fé se abre entre os gentios, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 

ESBOÇO DA LIÇÃO 2

I – A MISSÃO EM CHIPRE:  A PRIMEIRA PORTA ABERTA ENTRE OS GENTIOS

1. O envio missionário e o avanço da Palavra.

2. O confronto com as trevas e a vitória do Evangelho (vv.6-8).

3. Confiando no poder transformador do Evangelho (vv.9-12).

II – A MISSÃO EM ANTIOQUIA DA PISÍDIA: O EVANGELHO QUE ILUMINA

1. A exposição apostólica que revela CRISTO nas Escrituras (At 13.16-43).

2. A rejeição dos judeus e a tristeza de Paulo diante da incredulidade (At 13.44,45).

3. A porta da fé aberta aos gentios pela graça de DEUS (At 13.46-49).

III – A MISSÃO EM ICÔNIO, LISTRA E DERBE: A FÉ QUE PERSEVERA

1. Icônio - o testemunho ousado que enfrenta oposição (At 14.1-7).

2. Listra - milagres, confusão religiosa e sofrimento por CRISTO (At 14.8-20).

3. Derbe - frutos que brotam da perseverança (At 14.20,21).

 

TEXTO ÁUREO

 “Porque o Senhor assim no-lo mandou: Eu te pus para luz dos gentios, para que sejas de salvação até aos confins da terra.” (At 13.47)

 

VERDADE PRÁTICA

O propósito de DEUS é que o Evangelho alcance todas as nações, revelando seu eterno desejo de salvar a todos.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - At 1.8A missão aos gentios nasce da promessa do ESPÍRITO

Terça - At 11.26Quem é formado em CRISTO vive para anunciar CRISTO

Quarta - At 11.20A primeira porta que DEUS usa para alcançar os gentios

Quinta - Is 49.6Deus planejou que seu povo fosse luz para as nações

Sexta - Rm 1.16O Evangelho é poder de DEUS para todo o ser humano

Sábado - At 14.27É DEUS quem abre a porta da fé aos gentios

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 13.44-52

44 - E, no sábado seguinte, ajuntou-se quase toda a cidade a ouvir a palavra de DEUS.

45 - Então, os judeus, vendo a multidão, encheram-se de inveja e, blasfemando, contradiziam o que Paulo dizia. 46 - Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, disseram: Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de DEUS; mas, visto que a rejeitais, e vos não julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios. 47 - Porque o Senhor assim no-lo mandou: Eu te pus para luz dos gentios, para que sejas de salvação até aos confins da terra. 48 - E os gentios, ouvindo isto, alegraram-se e glorificavam a palavra do Senhor, e creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna. 49 - E a palavra do Senhor se divulgava por toda aquela província. 50 - Mas os judeus incitaram algumas mulheres religiosas e honestas, e os principais da cidade, e levantaram perseguição contra Paulo e Barnabé, e os lançaram fora dos seus limites. 51 - Sacudindo, porém, contra eles o pó dos pés, partiram para Icônio. 52 - E os discípulos estavam cheios de alegria e do ESPÍRITO SANTO.

 

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HINOS SUGERIDOS: 65, 224, 305 da Harpa Cristã

 

PALAVRA-CHAVE - Missão

 

PLANO DE AULA

1. INTRODUÇÃO

Nesta lição acompanhamos um dos momentos mais marcantes da história da Igreja: quando DEUS abre, de forma clara e soberana, a porta da fé aos gentios. Ao seguir a primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé, percebemos que o Evangelho avança mesmo em meio à oposição, à rejeição e às dores do ministério. Ensinar esse conteúdo é conduzir os alunos a compreenderem que a missão não depende da aceitação humana, mas da fidelidade ao chamado de DEUS. A igreja que discerne o agir do ESPÍRITO aprende a perseverar, a confiar no poder do Evangelho e a celebrar cada porta que o Senhor abre para a salvação.

2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

A) Objetivos da Lição: I) Explicar ao aluno o avanço missionário entre os gentios de acordo com a Missão em Chipre; II) Revelar ao aluno o impacto do Evangelho em Antioquia da Psídia; III) Fortalecer no aluno a fé que perseverou em Icônio, Listra e Derbe.

B) Motivação: Estudar a missão entre os gentios nos ajuda a compreender que o Evangelho ultrapassa fronteiras culturais, religiosas e geográficas. Ao acompanhar a ação do ESPÍRITO SANTO em Atos, percebemos que a igreja de hoje é herdeira dessa missão e chamada a viver a fé com coragem, perseverança e compromisso com a salvação de vidas.

C) Sugestão de Método: Para iniciar a aula, o professor pode apresentar um breve percurso missionário, como se conduzisse a classe por uma "viagem" com Paulo e Barnabé. Comece localizando Chipre como a primeira porta aberta aos gentios, avance para Antioquia da Pisídia, onde o Evangelho ilumina corações e provoca decisões, e prossiga até Icônio, Listra e Derbe, destacando a perseverança da fé em meio à oposição. Use um mapa das viagens missionárias do apóstolo Paulo disponíveis em Atlas ou em Bíblias de Estudo. Esse movimento ajuda o aluno a perceber que a missão cristã é progressiva, enfrenta desafios distintos em cada contexto e permanece firme porque é conduzida pelo ESPÍRITO SANTO.

3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO

A) Aplicação: Assim como a Igreja Primitiva respondeu ao chamado de DEUS em diferentes cidades e contextos, somos desafiados a avaliar nossa disposição em obedecer ao ESPÍRITO SANTO hoje. A lição nos convida a perseverar na fé, anunciar o Evangelho com coragem e confiar que DEUS continua abrindo portas, mesmo em meio às dificuldades.

4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR

A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 106, p.37, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "Luz que Alcança os Gentios", localizado depois do segundo tópico, aprofunda a questão do alcance do Evangelho aos gentios a partir de um debate entre os judeus; 2) O texto "O Papel da fé na Tarefa", localizado ao final do terceiro tópico, reflete sobre o papel da fé na missão da igreja cristã.

 

COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO

A primeira viagem missionária do apóstolo Paulo está registrada em Atos 13 e 14. Logo após serem separados pelo ESPÍRITO SANTO (At 13.2,3), Paulo e Barnabé, guiados pela direção divina, iniciaram a obra que o Senhor lhes confiara. A jornada durou cerca de dois anos, entre 46 e 48 d.C. Nesse período, acompanhados por João Marcos, partiram de Antioquia da Síria, seguiram para Chipre — terra natal de Barnabé — e avançaram pela Ásia Menor, anunciando o Evangelho em Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe. Toda a missão tinha um alvo claro: alcançar os gentios e revelar que o plano de DEUS abraça todas as nações sob a luz de CRISTO. Esse é o assunto que veremos nesta lição.

 

I – A MISSÃO EM CHIPRE:  A PRIMEIRA PORTA ABERTA ENTRE OS GENTIOS

1. O envio missionário e o avanço da Palavra.

Conduzidos pelo ESPÍRITO SANTO, Paulo e Barnabé partiram de Antioquia, desceram a Selêucia e navegaram rumo a Chipre — terra natal de Barnabé e já evangelizada por helenistas (At 11.19). Aportando em Salamina, anunciaram o Evangelho nas sinagogas, cumprindo o princípio missionário revelado por Paulo: “primeiro do judeu e também do grego” (Rm 1.16). Acompanhados por João Marcos, seu cooperador (Cl 4.10), avançaram pela ilha até Pafos (At 13.6). Assim, a missão se expandia, demonstrando que proclamar a Palavra exige fidelidade (2 Tm 3.16,17), reverência (Jr 23.28,29) e obediência sensível à direção do ESPÍRITO SANTO (At 13.2).

 

2. O confronto com as trevas e a vitória do Evangelho (vv.6-8).

Em Pafos, os missionários enfrentaram Barjesus, também chamado Elimas — um mágico e falso profeta (Dt 18.9-11; Gl 5.20,21). Ele resistia à pregação, tentando impedir que o procônsul Sérgio Paulo, homem prudente, ouvisse a Palavra de DEUS. Cheio do ESPÍRITO SANTO, Paulo o repreendeu com autoridade, declarando o juízo divino (v.11). A cegueira que o atingiu confirmou o poder do Evangelho e levou Sérgio Paulo a crer, maravilhado com a doutrina do Senhor. Onde a luz resplandece, as trevas recuam (Jo 1.5; Ef 6.12).

 

3. Confiando no poder transformador do Evangelho (vv.9-12).

O encontro em Pafos revela que o Evangelho rompe barreiras sociais e espirituais. Paulo, cheio do ESPÍRITO SANTO, confronta Elimas e testemunha a conversão de Sérgio Paulo, mostrando que a Palavra transforma mente, coração e vida (Rm 12.2; 2 Co 5.17). O Evangelho ilumina o entendimento, renova o interior e produz frutos visíveis (Tg 2.14-26). Que também confiemos nesse poder, orando por quem resiste e anunciando com fé. A jornada agora avança para Antioquia da Pisídia, onde a missão alcançará novas proporções.

 

SINÓPSE I - Em Chipre, o ESPÍRITO abre a primeira porta da missão gentílica.

 

II – A MISSÃO EM ANTIOQUIA DA PISÍDIA: O EVANGELHO QUE ILUMINA

1. A exposição apostólica que revela CRISTO nas Escrituras (At 13.16-43).

Levantando-se na sinagoga, Paulo dirige-se a judeus e gentios tementes a DEUS e percorre a história de Israel para revelar que tudo aponta para CRISTO. Recorda os juízes e Saul (Jz 2.16; 1 Sm 31.13), apresenta JESUS como o descendente de Davi (Mt 1.1-17; Lc 3.23-38), afirma que João preparou seu caminho (Mt 3), que a cruz cumpriu as profecias (Is 53; Sl 22) e que a ressurreição foi confirmada por testemunhas e pelas Escrituras (1 Co 15.1-23; Sl 2.7; 16.10). Proclama a justificação pela fé (Rm 4.13-21) e a salvação a quem crê (Jo 3.16,36). Seu discurso termina com um apelo solene para que os ouvintes não repitam o erro dos que rejeitaram o Messias. A repercussão é imediata: enquanto muitos judeus se retiram, os gentios rogam que Paulo retorne no sábado seguinte. E assim, “quase toda a cidade” se reúne para ouvir a Palavra (At 13.44), revelando uma abertura extraordinária ao Evangelho.

 

2. A rejeição dos judeus e a tristeza de Paulo diante da incredulidade (At 13.44,45).

Fiel ao princípio de alcançar primeiro o judeu e depois o gentio (Rm 1.16), Paulo inicia sua pregação nas sinagogas. Contudo, em Antioquia da Pisídia, a inveja e a resistência dos judeus revelam a dor do apóstolo ao ver seu povo rejeitar o Evangelho (Rm 9.1-3). Diante dessa recusa, Paulo e Barnabé declaram: “Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de DEUS; mas, visto que a rejeitais, [...] eis que nos voltamos para os gentios” (At 13.46). Assim, dentro do propósito soberano de DEUS, o Evangelho alcança as nações.

 

3. A porta da fé aberta aos gentios pela graça de DEUS (At 13.46-49).

Ao rejeitarem a mensagem, muitos judeus se tornaram “indignos da vida eterna”, não por um decreto arbitrário, mas pela resistência voluntária ao Evangelho. Assim, Paulo volta-se aos gentios, que recebem a Palavra com alegria e fé sincera. Cumpre-se, então, o propósito divino anunciado em Isaías: Israel seria luz para as nações (Is 49.6), e de Israel viria CRISTO, a “luz para revelação aos gentios” (Lc 2.32 — NAA). O texto afirma que “creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna” (v.48). A melhor compreensão, conforme a Bíblia de Estudo Pentecostal, é: “todos os que estavam dispostos para a vida eterna”. Ou seja, todos os que responderam positivamente ao chamado do ESPÍRITO. A salvação é oferecida a todos (1 Tm 2.4; Tt 2.11; 2 Pe 3.9), mas acolhida apenas pelos que creem. Muitos gentios acolheram a Palavra e tornaram-se testemunhas vivas do poder transformador do Evangelho.

Ainda hoje, o Senhor abre portas onde menos esperamos. A missão avança quando a igreja responde com fé, discernimento e obediência. Assim como Antioquia da Pisídia se tornou o lugar de grande colheita, DEUS deseja usar cada crente como portador da luz de CRISTO. A obra, porém, não terminou ali. Agora, a jornada missionária se desloca para Icônio, Listra e Derbe, onde novos desafios e milagres revelarão novamente o poder do Evangelho por meio do ESPÍRITO SANTO.

 

SINÓPSE II - O Evangelho ilumina Antioquia da Pisídia e alcança os gentios.

 

AUXÍLIO DEVOCIONAL - LUZ QUE ALCANÇA OS GENTIOS

“A mensagem de Paulo aos judeus na sinagoga de Antioquia [da Psídia] começou com uma ênfase na aliança de DEUS com Israel. Este era um ponto de acordo, porque todos os judeus tinham orgulho de ser o povo escolhido de DEUS. Então Paulo continuou a explicar como as Boas Novas representam o cumprimento da aliança. Mas, para alguns judeus, foi difícil aceitar esta mensagem. [...] Porque era necessário que as Boas Novas chegassem primeiro aos judeus? DEUS planejou que por intermédio da nação judaica todo o mundo viesse a conhecê-lo (Gn 12.3). Paulo, um judeu, amava seu povo (Rm 9.1-5) e queria dar-lhe a oportunidade de unir-se a ele na proclamação da salvação de DEUS. Infelizmente, muitos judeus não reconheceram a JESUS como o Messias e não entenderam que DEUS oferecia a salvação a todos, judeus e gentios, que fossem a Ele por meio da fé em CRISTO. DEUS planejou que Israel fosse essa luz (Is 49.6). De Israel, nasceu JESUS, a Luz das nações (Lc 2.32). Esta Luz se expandiria e iluminaria os gentios” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, pp.1510,11).

 

III – A MISSÃO EM ICÔNIO, LISTRA E DERBE: A FÉ QUE PERSEVERA

1. Icônio - o testemunho ousado que enfrenta oposição (At 14.1-7).

Em Icônio, Paulo e Barnabé entraram na sinagoga e anunciaram o Evangelho com tal convicção que muitos judeus e gregos creram. O Senhor confirmava a Palavra com “sinais e prodígios” (v.3), dando testemunho da graça que operava por meio deles. Entretanto, a cidade dividiu-se, e uma conspiração surgiu para apedrejá-los. Obedientes à direção do ESPÍRITO, os missionários retiraram-se para Listra, não por medo, mas por prudência, preservando-se para continuar a missão (Mt 10.23). Onde a Palavra frutifica, a oposição também se levanta, mas o avanço do Evangelho não pode ser detido.

 

2. Listra - milagres, confusão religiosa e sofrimento por CRISTO (At 14.8-20).

Em Listra, Paulo cura um homem aleijado de nascimento, o que leva a multidão, confundida, a tentar adorá-los como deuses. Paulo e Barnabé rejeitam a idolatria e anunciam o DEUS vivo, Criador de todas as coisas. Porém, judeus vindos de Antioquia e Icônio incitam o povo contra eles, e Paulo é apedrejado e deixado como morto. Mas o Senhor o restaura, e ele se levanta, retornando à cidade para reafirmar seu compromisso com o Evangelho. A fé bíblica não foge da dor: permanece firme porque está ancorada no DEUS vivo.

 

3. Derbe - frutos que brotam da perseverança (At 14.20,21).

Em Derbe, o Evangelho encontra terreno fértil. Muitos se convertem, e novos discípulos são formados. Mesmo após perseguições e sofrimento, Paulo e Barnabé continuam a pregar e edificam uma comunidade forte na fé. A obra missionária prossegue porque suas raízes não estão na comodidade, mas na fidelidade ao chamado de CRISTO.

 

SINÓPSE III - Em Icônio, Listra e Derbe, a fé persevera apesar da oposição.

 

AUXÍLIO TEOLÓGICO - O PAPEL DA FÉ NA TAREFA

“DEUS ordenou que o cristianismo fosse uma religião de fé. Do ponto de vista objetivo, o cristianismo é uma religião de revelação sobrenatural. Do ponto de vista subjetivo, é uma religião de fé. A fé é o olho espiritual que observa DEUS, que percebe CRISTO como o Salvador e Senhor, que entende a Bíblia como a Palavra de DEUS, que aceita a tarefa missionária como o propósito e a vontade de DEUS, que descobre missões como o resultado natural da obra de CRISTO, e que missões é um elemento inerente do chamado à salvação e submissão obediente às inclinações do ESPÍRITO SANTO. Sem fé é impossível agradar a DEUS; a fé é fundamental para toda a vida e todo empreendimento cristão. Não há uma obra espiritual verdadeiramente cristã que não seja também uma obra de fé. Embora o homem através da queda tenha se transformado de um ser que crê em um ser descrente, ainda assim, através da operação do ESPÍRITO SANTO, pode voltar a ser crente. Pela fé, ele aceita a salvação oferecida em CRISTO. Paulo nos diz que caminhamos pela fé e não pela visão. A vida cristã é, do início ao fim, uma vida de fé; assim como também é a tarefa missionária” (PETERS, George W. Teologia Bíblica de Missões. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, p.196).

 

CONCLUSÃO

Ao encerrar esse ciclo missionário, os apóstolos retornam às cidades onde haviam sofrido, fortalecendo os discípulos e estabelecendo presbíteros (At 14.22,23). Depois, apresentam à igreja de Antioquia o relatório do que DEUS fizera, celebrando que “abrira aos gentios a porta da fé” (At 14.27). A missão continua porque a graça conduz, sustenta e abre caminhos onde parecia impossível.

 

REVISANDO O CONTEÚDO

1. Por onde Paulo e Barnabé avançaram anunciando o Evangelho após partirem de Antioquia da Síria para Chipre?

Avançaram pela Ásia Menor, em Antioquia da Psídia, Icônio, Listra e Derbe.

2. O que o encontro em Pafos revela?

O encontro em Pafos revela que o Evangelho rompe barreiras sociais e espirituais.

3. O que Paulo e Barnabé declaram com a recusa dos judeus ao Evangelho?

“Era mister que nós se vos pregasse primeiro a Palavra de DEUS”.

4. Por que os judeus se tornaram indignos da vida eterna e o que se seguiu?

Ao rejeitarem a mensagem, muitos judeus se tornaram “indignos da vida eterna”, não por um decreto arbitrário, mas pela resistência voluntária ao Evangelho. Assim, Paulo volta-se aos gentios, que recebem a Palavra com alegria e fé sincera.

5. O que aconteceu quando os judeus vindos de Antioquia incitaram o povo contra Paulo e Barnabé?

Paulo é apedrejado e deixado como morto. Mas o Senhor o restaura, e ele se levanta, retornando à cidade para reafirmar seu compromisso com o Evangelho

 

 

 

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