22 julho 2026

Escrita Lição 5, CPAD, Cristo entre os filósofos: o Deus conhecido se revela, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Escrita Lição 5, CPAD, Cristo entre os filósofos: o Deus conhecido se revela, 3Tr26, Com. Extras Pr. Henrique, EBD NA TV

Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 




ESBOÇO DA LIÇÃO

LIÇÃO 5, CRISTO ENTRE OS FILÓSOFOS: O DEUS CONHECIDO SE REVELA

I - CONTEXTO HISTÓRICO, CULTURAL E RELIGIOSO DE ATENAS

1. Atenas: o centro intelectual marcado pela idolatria (At 17.16).

2. O início da evangelização na sinagoga (At 17.17a).

3. A proclamação do Evangelho na ágora (At 17.17b).

II – OS FILÓSOFOS EPICUREUS E ESTOICOS (At 17.18-21)

1. Os epicureus: o prazer como finalidade da vida (At 17.18).

2. Os estoicos: razão, destino e impessoalidade divina (At 17.18).

3. Paulo levado ao Areópago: o Evangelho diante da cultura (At 17.19-21).

III – O DISCURSO DE PAULO NO AREÓPAGO

1. Observação cultural como ponto de contato com o Evangelho (At 17.22-23).

2. O DEUS Criador, Sustentador e Senhor da história (At 17.24-29).

3. O chamado ao arrependimento e o anúncio do Juízo (At 17.30,31).

 

TEXTO ÁUREO

“Mas DEUS, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam.” (At 17.30).

 

Esse versículo de Atos 17.30 é muito poderoso. Ele aparece no discurso de Paulo em Atenas, quando ele fala no Areópago para filósofos e cidadãos curiosos sobre a fé cristã. A ideia central é que DEUS, em sua paciência, “não tendo em conta os tempos da ignorância”, agora chama todos, em qualquer lugar, ao arrependimento.

Algumas reflexões importantes:

  • Universalidade do chamado: Paulo enfatiza que não há distinção — todos os homens, em todo lugar, são convidados a se arrepender.
  • Mudança de era: Antes, havia tolerância à ignorância espiritual, mas com a revelação em CRISTO, a responsabilidade é maior.
  • Arrependimento como resposta: Não é apenas um convite, mas uma ordem divina — arrependimento é o caminho para a reconciliação com DEUS.
  • Contexto cultural: Paulo falava a pessoas acostumadas a muitos deuses e filosofias. Ele mostra que o DEUS verdadeiro não é apenas mais um entre tantos, mas o Senhor que exige mudança de vida.

Esse versículo é um lembrete de que a fé cristã não é restrita a um povo ou cultura, mas é uma mensagem global.

 

VERDADE PRÁTICA

A obra evangelística floresce quando o coração, sensível ao ESPÍRITO, discerne os tempos e proclama com ousadia a graça salvadora de CRISTO.

 

O espírito de Atos 17.30: a obra evangelística não é apenas uma tarefa mecânica, mas um movimento vivo do coração que discerne os tempos e se deixa conduzir pelo ESPÍRITO SANTO.

Quando o coração é sensível ao ESPÍRITO:

  • Discernimento: entende que cada época e cada contexto têm suas próprias necessidades espirituais.
  • Ousadia: proclama CRISTO sem medo, mesmo diante de resistência ou indiferença.
  • Graça salvadora: não se trata de condenação, mas de anunciar a esperança e a vida nova em JESUS.

Paulo em Atenas é um exemplo disso: ele não atacou a cultura local, mas partiu de um ponto de contato (“o altar ao DEUS desconhecido”) e, com ousadia, revelou a plenitude da graça em CRISTO.

Se pensarmos na prática, a evangelização floresce quando unimos sensibilidade espiritual e coragem missionária. É como uma árvore que dá fruto no tempo certo porque está enraizada na Palavra e regada pelo ESPÍRITO.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - At 17.16 O coração sensível ao ESPÍRITO se entristece diante da idolatria

Terça - At 17.17 O Evangelho deve ser anunciado nos ambientes do cotidiano

Quarta - At 17.18 A fé cristã confronta visões de mundo que negam a ressurreição

Quinta - At 17.22,23 A sabedoria espiritual discerne pontes culturais

Sexta - At 17.24,25 DEUS é o Criador e Sustentador de todas as coisas

Sábado - At 17.30,31 DEUS chama todos ao arrependimento e à salvação

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 17.15-20,30-32

15 - E os que acompanhavam Paulo o levaram até Atenas e, recebendo ordem para que Silas e Timóteo fossem ter com ele o mais depressa possível, partiram. 16 - E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria. 17 - De sorte que disputava na sinagoga com os judeus e religiosos e, todos os dias, na praça, com os que se apresentavam. 18 - E alguns dos filósofos epicureus e estoicos contendiam com ele. Uns diziam: Que quer dizer este paroleiro? E outros: Parece que é pregador de deuses estranhos. Porque lhes anunciava a JESUS e a ressurreição. 19 - E, tomando-o, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos nós saber que nova doutrina é essa de que falas? 20 - Pois coisas estranhas nos trazes aos ouvidos; queremos, pois, saber o que vem a ser isso.

30 - Mas DEUS, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam,

31- porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos.

32 - E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez.

 

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PALAVRA-CHAVE - Evangelho

 

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Lição – Paulo em Atenas: O Evangelho diante da Filosofia

 

🕊️ INTRODUÇÃO

A idolatria em Atenas era politeísta e difusa. Havia milhares de estátuas, templos e altares dedicados não apenas aos principais deuses do Olimpo (como Atena, Zeus e Apolo), mas também a conceitos abstratos, heróis e divindades estrangeiras. A cidade era tão repleta de representações divinas que cronistas da época afirmavam ser mais fácil encontrar um deus do que um homem em suas ruas.

Os atenienses praticavam a idolatria de forma cívica e cotidiana através de:

  • Panteão oficial: Adoração aos 12 deuses olímpicos, com grandes festivais públicos (como as Panateneias).
  • Deuses protetores: Cada lar, bairro, praça pública e até portais possuíam estátuas ou pórticos com uma divindade guardiã.
  • Altares a entidades abstratas e desconhecidas: Para evitar a ira de qualquer divindade esquecida, erguiam altares a conceitos como a Fama, o Pudor ou até mesmo ao "DEUS Desconhecido", conforme registrado na narrativa bíblica de Atos 17.

Essa devoção extrema estava profundamente enraizada na cultura, na arte e na filosofia da cidade, moldando a identidade política e social dos atenienses.

 

A chegada de Paulo a Atenas (Atos 17.15–34) marca um dos encontros mais emblemáticos entre o Evangelho e a cultura helênica. Atenas, berço da filosofia ocidental, era célebre por sua erudição, arte e tradição intelectual, mas estava mergulhada na idolatria. O apóstolo, cheio do ESPÍRITO SANTO, percebeu que por trás da sabedoria humana havia corações sedentos de salvação. Seu discurso no Areópago revela como o Evangelho pode dialogar com culturas sofisticadas sem perder sua essência, confrontando ídolos e chamando ao arrependimento.

 

Aspecto

Deuses Olímpicos

DEUS Desconhecido (Agnostos Theos)

Origem

Mitologia grega

Culto apotropaico (evitar ofensa)

Número

12 principais

1, sem nome definido

Função

Domínios específicos (guerra, amor, mar)

Divindade genérica, misteriosa

Culto em Atenas

Templos, festivais, rituais públicos

Altar discreto, juramentos

Interpretação cristã

Vistos como ídolos

Usado por Paulo para anunciar DEUS

 

 

deus

Símbolo

Significado

Zeus

Raio

Poder supremo e justiça divina

Hera

🦚 Pavão

Majestade e fidelidade conjugal

Poseidon

🔱 Tridente

Domínio sobre os mares e terremotos

Atena

🦉 Coruja e escudo

Sabedoria e estratégia militar

Apolo

🎶 Lira

Harmonia, arte e profecia

Artemis

🏹 Arco e flecha

Caça e proteção da natureza

Ares

⚔️ Lança

Força e coragem na guerra

Afrodite

🌸 Concha

Beleza e amor

Hermes

🪶 Caduceu

Comunicação e comércio

Deméter

🌾 Espigas

Fertilidade e agricultura

Hefesto

🔨 Martelo

Criação e tecnologia

Héstia

🔥 Chama

Lar e união familiar

Eros

💘 Arco e flecha

Amor e desejo

Nike

🕊 Asa e coroa

Vitória e sucesso

Hades

🌑 Elmo sombrio

Submundo e mistério da morte

Persefone

👑 Flor e coroa

Renovação e ciclo das estações

Asclépio

🐍 Bastão com serpente

Cura e medicina

DEUS Desconhecido

🕊 Altar com fumaça

Mistério e reverência ao divino não revelado

 

I – CONTEXTO HISTÓRICO, CULTURAL E RELIGIOSO DE ATENAS

 

1. ATENAS: O CENTRO INTELECTUAL MARCADO PELA IDOLATRIA (ATOS 17.16)

Atenas era símbolo da filosofia clássica, com nomes como Sócrates, Platão e Aristóteles. Contudo, Lucas registra que Paulo “se comovia ao ver a cidade entregue à idolatria” (Atos 17.16). A religiosidade ateniense, embora sofisticada, era marcada por altares e deuses falsos.

 

Aspecto

Descrição

Referência

Cultura

Filosofia, arte e poesia

At 17.16

Religião

Politeísmo e idolatria

Rm 1.22–23

Reação de Paulo

Indignação espiritual

At 17.16

 

📖 Termo Grego: εἴδωλον (eídōlon) – ídolo, imagem falsa. A idolatria é a substituição da glória de DEUS por imagens criadas (cf. Romanos 1.23).

 

Comentário Teológico: A idolatria ateniense mostra que a sabedoria humana, sem revelação divina, conduz à vaidade. Paulo discerniu que a cultura, por mais elevada, não pode substituir a verdade revelada. O Evangelho confronta ídolos porque somente DEUS é digno de adoração (Êxodo 20.3–5; Isaías 42.8).

 

Na ágora de Atenas, Paulo levou o evangelho para o espaço público onde ideias eram debatidas, filosofias testadas e decisões sociais tomadas. Hoje, temos novos “ágores”:

  • Redes sociais: como a ágora, são lugares de encontro, debate e exposição de ideias. O evangelho pode ser proclamado ali, mas exige discernimento diante da velocidade e superficialidade das interações.
  • Universidades: tal como os filósofos na ágora, são centros de pensamento crítico e busca pela verdade. O diálogo cristão precisa ser feito com respeito intelectual e profundidade.
  • Praças e espaços comunitários: continuam sendo locais de convivência e troca cultural, onde a fé pode ser vivida de forma prática e relacional.

O paralelo é claro: a evangelização floresce quando a mensagem de CRISTO entra nos espaços onde a sociedade pensa, conversa e se encontra. Assim como Paulo não se isolou, mas foi ao coração da vida ateniense, hoje o chamado é para que cristãos estejam presentes nos “ágores” modernos, levando luz e esperança.

 

2. O INÍCIO DA EVANGELIZAÇÃO NA SINAGOGA (ATOS 17.17A)

Como era seu costume, Paulo começou na sinagoga, dialogando com judeus e gentios tementes a DEUS.

 

Aspecto

Descrição

Referência

Método

Primeiro ao judeu, depois ao grego

Rm 1.16

Espaço

Sinagoga como ponto inicial

At 17.17

Estratégia

Exposição das Escrituras

At 17.2–3

 

📖 Termo Grego: διαλέγομαι (dialégomai) – dialogar, discutir. Paulo não apenas pregava, mas dialogava, mostrando que o Evangelho pode ser apresentado com razão e Escritura.

 

Comentário Teológico: A sinagoga era espaço estratégico porque oferecia base bíblica para apresentar CRISTO como cumprimento das promessas messiânicas. Paulo seguia o princípio da prioridade histórica: primeiro ao judeu, depois ao gentio. Isso revela que o Evangelho é universal, mas respeita a ordem da revelação.

 

3. A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO NA ÁGORA (ATOS 17.17B)

Na ágora, Paulo dialogava diariamente com filósofos e curiosos.

 

Aspecto

Descrição

Referência

Local

Praça pública, centro social

At 17.17

Público

Gentios e filósofos

At 17.21

Estratégia

Evangelho no coração da sociedade

Mt 28.19–20

 

📖 Termo Grego: ἀγορά (agorá) – praça pública, espaço de debate. A ágora era símbolo da vida pública; Paulo leva o Evangelho ao centro da cultura.

 

Comentário Teológico: O Evangelho não se restringe a templos, mas deve alcançar a sociedade. Paulo mostra que a mensagem de CRISTO é relevante em qualquer ambiente, seja religioso ou secular. Isso ensina que a Igreja deve dialogar com a cultura sem perder sua identidade.

 

II – OS FILÓSOFOS EPICUREUS E ESTOICOS (ATOS 17.18–21)

 

1. OS EPICUREUS: O PRAZER COMO FINALIDADE DA VIDA

Epicuro defendia o prazer como bem supremo, entendido como ausência de dor. Negavam a providência divina e a vida após a morte.

 

Aspecto

Descrição

Referência

Filosofia

Hedonismo moderado

At 17.18

Visão de DEUS

Deuses distantes

1 Co 15.32

Visão da morte

Fim absoluto

Hb 9.27

 

📖 Termo Grego: ἡδονή (hēdonḗ) – prazer. Para os epicureus, o prazer era fim último; para o Evangelho, é consequência da comunhão com DEUS.

 

Comentário Teológico: O epicurismo colide com o Evangelho porque reduz a vida ao presente e nega a eternidade. Paulo anuncia CRISTO como Senhor da história e da vida eterna, confrontando a ilusão de que o prazer humano pode satisfazer a alma.

 

O epicurismo foi uma das grandes escolas filosóficas da Antiguidade, fundada por Epicuro de Samos (341–270 a.C.), e oferecia uma visão de vida bem diferente da estoica.

📜 Origem e Contexto

  • Epicuro fundou sua escola em Atenas, chamada O Jardim, por volta de 306 a.C.
  • Era um espaço inclusivo, aberto até para mulheres e escravos, algo incomum na época.
  • O objetivo era ensinar como alcançar a felicidade por meio de uma vida simples e prazerosa.

🌿 Princípios Centrais

  • Prazer como bem supremo: mas não prazer desenfreado; sim, o prazer moderado e racional.
  • Ataraxia: estado de tranquilidade da alma, livre de medos e perturbações.
  • Aponia: ausência de dor física.
  • Simplicidade: viver com pouco, valorizando amizades e o conhecimento.
  • Materialismo: acreditavam que tudo era composto de átomos e vazio; os deuses existiam, mas não interferiam na vida humana.

📖 Grandes Representantes

  • Epicuro: fundador e autor de cartas e máximas sobre ética e felicidade.
  • Lucrécio (c. 99–55 a.C.): poeta romano, escreveu De Rerum Natura, obra que expõe a filosofia epicurista.

🔗 Epicurismo e Cristianismo

  • O epicurismo buscava eliminar o medo da morte e dos deuses, propondo uma vida serena.
  • O cristianismo, por outro lado, não nega a transcendência, mas oferece esperança na vida eterna e um DEUS pessoal que se relaciona com o ser humano.
  • Paulo, em Atos 17, dialoga com epicuristas, mostrando que a verdadeira paz não vem apenas da ausência de dor, mas da reconciliação com DEUS em CRISTO.

 

📊 Comparação: Epicurismo vs. Cristianismo

 

Aspecto

Epicurismo

Cristianismo

Bem supremo

Prazer moderado e ausência de dor

CRISTO e a graça salvadora

Visão de DEUS

Deuses existem, mas são indiferentes

DEUS pessoal e relacional

Medo da morte

Deve ser eliminado pela razão

Superado pela esperança da ressurreição

Caminho para paz

Ataraxia e simplicidade

Paz do ESPÍRITO SANTO

👉 O epicurismo continua inspirando reflexões modernas sobre minimalismo, bem-estar e qualidade de vida. Mas o cristianismo amplia essa busca ao oferecer não apenas serenidade racional, mas também esperança transcendente e comunhão com DEUS.

 

2. OS ESTOICOS: RAZÃO, DESTINO E IMPESSOALIDADE DIVINA

Os estoicos valorizavam a razão e o autocontrole, mas concebiam DEUS como força impessoal.

 

Aspecto

Descrição

Referência

Filosofia

Virtude e razão

At 17.18

Visão de DEUS

Panteísmo

Rm 1.25

Visão da vida

Fatalismo

1 Co 15.12

 

📖 Termo Grego: λόγος (lógos) – razão, princípio universal. Para os estoicos, o lógos era força impessoal; para o Evangelho, é CRISTO (João 1.1).

 

Comentário Teológico: O estoicismo buscava virtude, mas sem revelação pessoal de DEUS. Paulo mostra que o verdadeiro Lógos é CRISTO, que se fez carne e habita entre nós (João 1.14). O Evangelho supera o fatalismo ao revelar um DEUS pessoal que intervém na história.

 

Aspecto

Estoicismo

Cristianismo

Bem supremo

Virtude

CRISTO e a graça salvadora

Visão de DEUS

Logos cósmico, razão universal

DEUS pessoal e relacional

Paixões

Devem ser dominadas (apatheia)

Devem ser transformadas pelo ESPÍRITO

Destino

Aceitação do determinismo cósmico

Esperança na providência e redenção

 

3. PAULO LEVADO AO AREÓPAGO

Paulo é levado ao conselho ateniense, onde apresenta o Evangelho diante da elite intelectual.

 

Aspecto

Descrição

Referência

Local

Areópago, conselho de sábios

At 17.19

Reação

Desprezo e curiosidade

At 17.20–21

Estratégia

Evangelho diante da cultura

1 Co 1.22–24

 

📖 Termo Grego: Ἄρειος Πάγος (Áreios Págos) – Colina de Marte, conselho ateniense.

 

Comentário Teológico: O Areópago simboliza o encontro entre fé e cultura. Paulo mostra que o Evangelho pode dialogar com qualquer filosofia, mas sem diluir sua essência. O crente deve estar preparado para defender a fé em ambientes intelectuais (1 Pedro 3.15).

 

Paulo levado ao Areópago é um dos momentos mais emblemáticos da relação entre o Evangelho e a cultura.

 

🏛️No Areópago, em Atenas, reuniam-se os principais pensadores e líderes para discutir filosofia, religião e política. Era o espaço da alta cultura grega, onde ideias eram testadas diante de uma audiência exigente.

O que acontece ali é extraordinário:

  • Encontro entre fé e razão: Paulo não rejeita a cultura grega, mas dialoga com ela. Ele cita até poetas locais (“Nele vivemos, nos movemos e existimos”), mostrando respeito e conhecimento da tradição.
  • Desafio à idolatria: Paulo reconhece a religiosidade dos atenienses, mas aponta que o “DEUS desconhecido” que eles adoravam é, na verdade, o Criador que se revela em CRISTO.
  • Universalidade da mensagem: O Evangelho não é apenas para judeus, mas para todos os povos e culturas. Paulo anuncia que DEUS “manda que todos, em todo lugar, se arrependam” (At 17.30).
  • Transformação cultural: O Evangelho não se limita a dialogar; ele confronta e transforma. Paulo não oferece apenas mais uma filosofia, mas uma revelação que exige resposta.

📊 Se pensarmos hoje, o Areópago pode ser comparado às universidades, às redes sociais, aos meios de comunicação e aos centros de debate cultural. O desafio continua: como proclamar CRISTO diante de uma cultura plural, sofisticada e, muitas vezes, indiferente?

 

A lição é clara: o Evangelho floresce quando é anunciado com sensibilidade cultural e ousadia espiritual. Paulo não se isolou, mas entrou no coração da cultura ateniense e mostrou que CRISTO é a resposta que transcende todas as filosofias.

 

III – O DISCURSO DE PAULO NO AREÓPAGO

 

1. OBSERVAÇÃO CULTURAL COMO PONTO DE CONTATO

Paulo usa o altar “Ao DEUS Desconhecido” como ponte para anunciar o DEUS verdadeiro.

 

Aspecto

Descrição

Referência

Estratégia

Ponto de contato cultural

At 17.23

Método

Respeito e firmeza

1 Co 9.22

Resultado

Evangelho contextualizado

At 17.22–23

 

📖 Termo Grego: ἀγνοέω (agnoéō) – ignorar, desconhecer. Paulo revela o DEUS que os atenienses adoravam sem conhecer.

 

Comentário Teológico: O apóstolo mostra que é possível usar elementos culturais como ponte para o Evangelho, sem comprometer a verdade. Ele respeita a religiosidade dos atenienses, mas revela que somente CRISTO é o DEUS verdadeiro.

 

Exatamente! Esse detalhe é fascinante: Paulo, ao observar a religiosidade ateniense, encontra o altar dedicado “Ao DEUS Desconhecido” e o utiliza como ponto de contato cultural para anunciar o DEUS verdadeiro.

📌 Observação cultural como estratégia missionária

  • Paulo não começa com uma crítica direta, mas com uma ponte: reconhece a busca espiritual dos atenienses.
  • Ele valoriza o que vê de positivo — a consciência de que existe algo além — e a partir daí revela a plenitude em CRISTO.
  • Esse método mostra que o Evangelho não se impõe de forma alheia à cultura, mas dialoga com ela, reinterpretando seus símbolos à luz da revelação divina.

📖 Discurso no Areópago (Atos 17.22–31)

  • Paulo cita até poetas gregos (“Nele vivemos, nos movemos e existimos”), mostrando que conhece a tradição cultural.
  • Ele parte da religiosidade geral para chegar ao específico: o DEUS criador, que não habita em templos feitos por mãos humanas.
  • O clímax é o chamado ao arrependimento, fundamentado na ressurreição de CRISTO.
  •  

Aplicação contemporânea: Assim como Paulo usou o altar ao “DEUS Desconhecido” como ponte, hoje podemos usar elementos culturais — arte, ciência, filosofia, redes sociais — como pontos de contato para anunciar CRISTO. O segredo está em discernir o que há de verdadeiro na busca humana e mostrar como essa busca encontra resposta plena no Evangelho.

 

👉 Isso nos inspira a ver a cultura não como inimiga, mas como terreno fértil para o diálogo. O Evangelho não se dilui na cultura, mas a transforma ao revelar o DEUS vivo.

 

2. O DEUS CRIADOR, SUSTENTADOR E SENHOR DA HISTÓRIA (ATOS 17.24–29)

Paulo proclama que DEUS é o Criador do mundo e de tudo o que nele há, Senhor do céu e da terra, que não habita em templos feitos por mãos humanas nem depende do serviço humano. Ele afirma a unidade da raça humana e a soberania divina sobre os tempos e limites das nações, revelando que o propósito de DEUS é que os homens o busquem.

 

Aspecto

Descrição

Referência

DEUS

Criador e Senhor

At 17.24

Humanidade

Unidade da raça

At 17.26

Propósito

Que os homens o busquem

At 17.27

Idolatria

DEUS não é imagem material

At 17.29

 

📖 Termo Grego: κτίσις (ktísis) – criação. DEUS é o Criador soberano, e toda a criação depende Dele (cf. Colossenses 1.16–17).

 

Comentário Teológico: Paulo confronta diretamente a idolatria ateniense ao afirmar que DEUS não habita em templos feitos por mãos humanas (Isaías 66.1–2). Ele é o Sustentador da vida, não necessitando de nada, pois é autossuficiente (Salmos 50.12). Ao declarar a unidade da raça humana, Paulo refuta o orgulho cultural dos gregos, mostrando que todos são igualmente dependentes da graça divina. O apóstolo ainda cita poetas gregos (“dele também somos geração” – Atos 17.28), revelando que até na cultura pagã há lampejos da verdade, mas que só em CRISTO ela se cumpre plenamente.

 

A estratégia evangelística de Paulo no Areópago (Atos 17.16-34) é um dos maiores modelos bíblicos de contextualização cultural e apologética clássica.

A Estratégia de Contextualização de Paulo

  • Observação Atenta: Paulo começou observando a cidade. Ele não atacou os atenienses de imediato, mas identificou seus pontos de interesse espiritual, como o altar ao DEUS Desconhecido.
  • Ponto de Contato: Ele usou a própria religiosidade deles como ponte para o Evangelho. Em vez de citar as Escrituras Hebraicas (que os gregos não conheciam ou rejeitavam), ele partiu de uma realidade local.
  • Pontes Culturais: O apóstolo citou poetas gregos respeitados, como Epimênides e Arato, para validar verdades sobre a criação e a dependência humana, demonstrando respeito e erudição intelectual.
  • Confronto Gracioso: Paulo expôs a incoerência da idolatria usando a própria lógica filosófica deles: se somos geração de DEUS, Ele não pode ser uma imagem de ouro, prata ou pedra.
  • Transição ao Evangelho: Ele conduziu o discurso da teologia natural para a revelação específica, proclamando a necessidade de arrependimento, o juízo final e a ressurreição de JESUS.

 

 

3. O CHAMADO AO ARREPENDIMENTO E O ANÚNCIO DO JUÍZO (ATOS 17.30–31)

Paulo encerra seu discurso com um chamado direto ao arrependimento, afirmando que DEUS agora ordena que todos se arrependam, pois estabeleceu um dia em que julgará o mundo com justiça por meio de JESUS CRISTO, confirmado pela ressurreição.

 

Aspecto

Descrição

Referência

Ordem

DEUS manda que todos se arrependam

At 17.30

Juízo

Dia estabelecido por DEUS

At 17.31

Juiz

JESUS CRISTO ressuscitado

At 17.31

Reação

Zombaria, curiosidade e fé

At 17.32–34

 

📖 Termo Grego: μετάνοια (metánoia) – arrependimento, mudança de mente. O arrependimento é transformação interior que conduz à fé em CRISTO (cf. 2 Coríntios 7.10).

 

Comentário Teológico: Paulo mostra que o tempo da ignorância passou; agora DEUS exige arrependimento universal. O juízo é certo e será realizado por JESUS CRISTO, cuja ressurreição é a garantia da justiça divina (Romanos 2.16; 1 Coríntios 15.20–23). A reação dos ouvintes é mista: alguns zombam, outros querem ouvir novamente, e alguns creem, como Dionísio e Dâmaris. Isso revela que o Evangelho sempre provoca decisão — rejeição, curiosidade ou fé.

 

Em seu discurso no Areópago, Paulo cita dois poetas gregos para criar uma ponte cultural com os filósofos atenienses, demonstrando que até mesmo a literatura pagã reconhecia verdades sobre a dependência humana em relação ao divino.

As Citações e Seus Autores

  • Epimênides de Creta: A frase "Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos" (Atos 17:28a) é atribuída ao poema Cretica, escrito no século VI a.C. No texto original, o autor se dirigia a Zeus, mas Paulo ressignifica o conceito para apontar para o DEUS Criador e Sustentador.
  • Arato de Solos: A afirmação "Porque dele também somos geração" (Atos 17:28b) foi retirada do poema astronômico Phaenomena, escrito no século III a.C. Arato era um poeta estoico e abria sua obra louvando a divindade. Paulo valida essa lógica para mostrar que, se somos filhos de DEUS, não faz sentido representá-Lo por ouro ou pedra.

O Objetivo de Paulo

  • Contextualização missionária: Paulo não usa as Escrituras do Antigo Testamento porque os gregos não as consideravam sagradas. Ele usa o que eles conheciam para pregar a Verdade.
  • Coerência lógica: Ao usar os próprios escritores deles, Paulo expõe a contradição da idolatria ateniense de forma respeitosa, porém confrontadora.

 

Dionísio e Dâmaris aparecem no final do relato de Paulo no Areópago (Atos 17.34). Eles são mencionados como exemplos concretos de pessoas que, diante da mensagem do Evangelho, responderam com fé.

📖 Quem eram?

  • Dionísio, o areopagita: provavelmente um membro do conselho do Areópago, ou seja, alguém de posição elevada na sociedade ateniense, ligado à elite intelectual e política. Sua conversão mostra que o Evangelho alcança até os círculos mais sofisticados da cultura grega.
  • Dâmaris: uma mulher ateniense, possivelmente ligada ao grupo de ouvintes que acompanhavam os debates públicos. Sua presença indica que o Evangelho também rompe barreiras sociais e de gênero, acolhendo todos. Podendo até ser uma esposa de algum político ou filósofo importante da elite ateniense.

Significado teológico e cultural

  • O Evangelho não ficou apenas no discurso, mas produziu frutos imediatos.
  • A diversidade dos convertidos (um líder do conselho e uma mulher comum) mostra que a mensagem de CRISTO é inclusiva e universal.
  • Paulo, ao usar o altar “Ao DEUS Desconhecido” como ponte, conseguiu tocar corações em diferentes camadas da sociedade.

📊 Aplicação hoje:  Assim como Dionísio e Dâmaris, pessoas de diferentes contextos culturais e sociais podem ser alcançadas quando o Evangelho é anunciado com sensibilidade e ousadia. A mensagem não é restrita a um grupo, mas é para todos — intelectuais, líderes, trabalhadores, homens e mulheres.

 

👉 O episódio nos lembra que o Evangelho diante da cultura não é apenas diálogo, mas também transformação de vidas.

 

🕊️ CONCLUSÃO

O discurso de Paulo no Areópago permanece como referência para o diálogo cristão com a cultura. Ele parte da realidade dos ouvintes, reconhece os sinais de religiosidade presentes na sociedade e, com fidelidade, conduz à revelação de DEUS em JESUS CRISTO. O Evangelho demonstra ser capaz de dialogar com qualquer filosofia, sem perder seu poder de confrontar consciências e chamar todos ao arrependimento e à fé no CRISTO ressuscitado.

 

📌 Versículo final: “Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos.” — Atos 17.28

 

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NA ÍNTEGRA 3º TRIMESTRE DE 2026

ESCRITA LIÇÃO 5, CPAD, CRISTO ENTRE OS FILÓSOFOS: O DEUS CONHECIDO SE REVELA, 3TR26, COM. EXTRAS PR. HENRIQUE, EBD NA TV

Para nos ajudar PIX 33195781620 (CPF) Luiz Henrique de Almeida Silva

 

ESBOÇO DA LIÇÃO

I - CONTEXTO HISTÓRICO, CULTURAL E RELIGIOSO DE ATENAS

1. Atenas: o centro intelectual marcado pela idolatria (At 17.16).

2. O início da evangelização na sinagoga (At 17.17a).

3. A proclamação do Evangelho na ágora (At 17.17b).

II – OS FILÓSOFOS EPICUREUS E ESTOICOS (At 17.18-21)

1. Os epicureus: o prazer como finalidade da vida (At 17.18).

2. Os estoicos: razão, destino e impessoalidade divina (At 17.18).

3. Paulo levado ao Areópago: o Evangelho diante da cultura (At 17.19-21).

III – O DISCURSO DE PAULO NO AREÓPAGO

1. Observação cultural como ponto de contato com o Evangelho (At 17.22-23).

2. O DEUS Criador, Sustentador e Senhor da história (At 17.24-29).

3. O chamado ao arrependimento e o anúncio do Juízo (At 17.30,31).

 

TEXTO ÁUREO

“Mas DEUS, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam.” (At 17.30).

 

VERDADE PRÁTICA

A obra evangelística floresce quando o coração, sensível ao ESPÍRITO, discerne os tempos e proclama com ousadia a graça salvadora de CRISTO.

 

LEITURA DIÁRIA

Segunda - At 17.16 O coração sensível ao ESPÍRITO se entristece diante da idolatria

Terça - At 17.17 O Evangelho deve ser anunciado nos ambientes do cotidiano

Quarta - At 17.18 A fé cristã confronta visões de mundo que negam a ressurreição

Quinta - At 17.22,23 A sabedoria espiritual discerne pontes culturais

Sexta - At 17.24,25 DEUS é o Criador e Sustentador de todas as coisas

Sábado - At 17.30,31 DEUS chama todos ao arrependimento e à salvação

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - Atos 17.15-20,30-32

15 - E os que acompanhavam Paulo o levaram até Atenas e, recebendo ordem para que Silas e Timóteo fossem ter com ele o mais depressa possível, partiram.

16 - E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria.

17 - De sorte que disputava na sinagoga com os judeus e religiosos e, todos os dias, na praça, com os que se apresentavam.

18 - E alguns dos filósofos epicureus e estoicos contendiam com ele. Uns diziam: Que quer dizer este paroleiro? E outros: Parece que é pregador de deuses estranhos. Porque lhes anunciava a JESUS e a ressurreição.

19 - E, tomando-o, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos nós saber que nova doutrina é essa de que falas?

20 - Pois coisas estranhas nos trazes aos ouvidos; queremos, pois, saber o que vem a ser isso.

30 - Mas DEUS, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam,

31- porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos.

32 - E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez.

 

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HINOS SUGERIDOS: 48, 124, 505 da Harpa Cristã

 

PALAVRA-CHAVE - Evangelho

 

PLANO DE AULA

1. INTRODUÇÃO

Nesta lição, acompanhamos Paulo em Atenas, centro da filosofia e da religiosidade antiga, onde um povo culto vivia distante do DEUS verdadeiro. Com sensibilidade espiritual, o apóstolo discerne a idolatria e anuncia o Evangelho no Areópago, revelando o "DEUS Desconhecido". Guiado pelo ESPÍRITO, Paulo dialoga com a cultura sem comprometer a verdade, proclamando o DEUS Criador, o chamado ao arrependimento e a certeza da ressurreição em CRISTO.

2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

A) Objetivos da Lição: I) Levar o aluno a compreender a idolatria em Atenas; II) Analisar os postulados dos filósofos epicureus e estoicos à luz do Evangelho; III) Aplicar o discurso do apóstolo Paulo no Areópago à vida cristã.

B) Motivação: Estudar o episódio de Atos 17 fortalece a compreensão de que o Evangelho dialoga com a cultura sem perder sua verdade. A lição ensina a discernir contextos, confrontar falsas visões de mundo e proclamar CRISTO com fidelidade, revelando que somente DEUS responde às buscas mais profundas do ser humano.

C) Sugestão de Método: Já estudamos quatro lições. Por isso, antes de iniciar esta lição, sugerimos que faça uma breve revisão orientada das quatro lições anteriores, destacando o fio condutor do trimestre: A Igreja dos Gentios: Da chamada missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Retome, de forma sintética, o chamado dos gentios, os desafios enfrentados pela igreja gentílica nascente e a ação soberana de DEUS em diferentes contextos. Essa revisão ajuda o aluno a perceber a progressão do conteúdo, a unidade temática do trimestre e a compreender que a experiência de Paulo em Atenas não é um episódio isolado, mas parte do agir contínuo de DEUS na missão da Igreja.

3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO 

A) Aplicação: De acordo com esta lição, aprendemos que o cristão é chamado a viver e anunciar o Evangelho com discernimento e fidelidade, mesmo em ambientes culturalmente desafiadores. Assim como Paulo, devemos dialogar com respeito, sem negociar a verdade, proclamando CRISTO como única esperança de salvação.

4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR

A) Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 106, p.38, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula: 1) O texto "Filósofos Epicureus e Estóicos", localizado depois do segundo tópico, expande o contexto a respeito da filosofia dos epicureus e estoicos nos tempos bíblicos; 2) O texto "Ao DEUS Desconhecido", localizado ao final do terceiro tópico, remonta o contexto religioso em Atenas de acordo com o texto bíblico.

 

COMENTÁRIO - INTRODUÇÃO

Partindo de Bereia, Paulo chega a Atenas, célebre por sua erudição, arte e tradição filosófica (At 17.15-34). Embora ainda fosse um centro intelectual de destaque, a cidade estava tomada pela idolatria. Ao observar tantos altares, Paulo se comoveu diante de um povo culto, porém distante do DEUS verdadeiro. Cheio do ESPÍRITO SANTO, ele discerniu que por trás da sabedoria humana havia corações carentes de salvação. É nesse contexto que o apóstolo anuncia CRISTO entre os filósofos, revelando o DEUS até então desconhecido.

 

I - CONTEXTO HISTÓRICO, CULTURAL E RELIGIOSO DE ATENAS

1. Atenas: o centro intelectual marcado pela idolatria (At 17.16).

Quando Paulo chegou a Atenas, por volta do ano 50 d.C., a cidade ainda exercia enorme influência cultural e intelectual, apesar de sua pouca relevância política sob o domínio romano. Berço de filósofos como Sócrates, Platão e Aristóteles, Atenas destacava-se pelas artes, poesia e filosofia. Contudo, por trás de sua sofisticação, havia uma religiosidade profundamente idólatra e politeísta. Lucas registra a reação de Paulo, que se comoveu ao ver a cidade “entregue à idolatria” (At 17.16).

 

2. O início da evangelização na sinagoga (At 17.17a).

Como era seu costume, Paulo iniciou sua proclamação do Evangelho na sinagoga, dialogando com judeus e gentios tementes a DEUS (At 17.17a). Esse método seguia o princípio apostólico de anunciar o Evangelho primeiro ao judeu e também ao grego (Rm 1.16; cf. At 17.2). Ainda que a comunidade judaica em Atenas fosse pequena, ela oferecia uma base inicial para a exposição das Escrituras e a apresentação de JESUS como o Messias prometido. A sinagoga permanecia, assim, como espaço estratégico para o anúncio do Evangelho.

 

3. A proclamação do Evangelho na ágora (At 17.17b).

Além da sinagoga, Paulo levou o Evangelho à ágora, a praça pública onde se concentrava a vida social, política e intelectual da cidade (At 17.17b). Ali, dialogava diariamente com gentios e filósofos interessados em “ouvir alguma novidade” (At 17.21). Esse movimento revela que o Evangelho não se restringe aos espaços religiosos, mas deve alcançar o coração da sociedade.

 

SINÓPSE I - Atenas revela cultura, idolatria profunda e necessidade do Evangelho.

 

"A sinagoga permanecia, assim, como espaço estratégico para o anúncio do Evangelho.”

 

II – OS FILÓSOFOS EPICUREUS E ESTOICOS (At 17.18-21)

1. Os epicureus: o prazer como finalidade da vida (At 17.18).

Entre os que confrontaram Paulo em Atenas estavam os filósofos epicureus, seguidores de Epicuro (341–270 a.C.). Eles defendiam o prazer como bem supremo, entendido como ausência de dor e sofrimento. Eram materialistas e negavam a providência divina, admitindo a existência dos deuses apenas de forma distante e indiferente à vida humana. Para eles, a morte representava o fim de tudo, o que justificava uma vida voltada à satisfação imediata dos desejos. Essa visão colidia frontalmente com o Evangelho, que afirma a responsabilidade moral presente e a realidade da vida eterna (1 Co 15.32).

 

2. Os estoicos: razão, destino e impessoalidade divina (At 17.18).

Também dialogavam com Paulo os filósofos estoicos, seguidores de Zeno (333–263 a.C.). Valorizavam a razão, a virtude e o autocontrole, defendendo que o homem deveria submeter-se ao destino e controlar as emoções. Embora cressem em uma divindade, concebiam DEUS não como um ser pessoal, mas como uma força impessoal que permeava todas as coisas. Eram panteístas e fatalistas, negando tanto a ressurreição do corpo quanto a imortalidade individual da alma, posição que se opunha diretamente à fé cristã (At 17.18; cf. 1 Co 15.12).

 

3. Paulo levado ao Areópago: o Evangelho diante da cultura (At 17.19-21).

Diante das reações diversas, Paulo foi levado ao Areópago, local que designava tanto a Colina de Marte quanto o conselho de sábios atenienses. Alguns o desprezaram, chamando-o de “paroleiro”, enquanto outros demonstraram curiosidade diante do “ensino estranho” que anunciava JESUS e a ressurreição (At 17.19-21). Esse episódio nos ensina que devemos estar preparados para apresentar a fé cristã em contextos intelectuais e culturais desafiadores, sem diluir a verdade do Evangelho.

 

SINÓPSE II - Epicureus e estóicos são confrontados pelo Evangelho pregado pelo apóstolo Paulo.

 

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO - “FILÓSOFOS EPICUREUS E ESTÓICOS.

Os epicureus originalmente ensinavam que fazer ou descobrir o bem definitivo traria a felicidade. Nos dias de Paulo, porém, essa crença havia se degenerado em um modo de vida mais ligado à busca do prazer, baseado na gratificação temporária e no deleite sensual. Os filósofos estóicos ensinavam que as pessoas deveriam viver em harmonia com a natureza, ser autoconfiantes, independentes e reprimir os seus desejos. Em uma época, o estoicismo pode ter apresentado algumas qualidades decentes, mas, naquele período, havia se transformado em um sistema de arrogância e orgulho próprio. Essas filosofias possuem fortes similaridades com as atitudes e crenças de muitas pessoas hoje, que olham para os seus próprios interesses ou confiam em coisas e pessoas diferentes de DEUS para dar significado à vida. Filosofias como essas sempre gerarão oposição à mensagem de CRISTO e aos seus servos. Contudo, a exemplo de Paulo, devemos graciosamente argumentar com pessoas espiritualmente desorientadas e confiar no ESPÍRITO SANTO para que Ele nos conceda as palavras adequadas, a fim de defendermos a nossa fé e convencer alguns da verdade de CRISTO como o único caminho para uma vida verdadeira (Jo 14.6)” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1979).

 

III – O DISCURSO DE PAULO NO AREÓPAGO

1. Observação cultural como ponto de contato com o Evangelho (At 17.22-23).

O discurso de Paulo no Areópago representa um dos encontros mais significativos entre o Evangelho e a cultura helênica. Com sabedoria e sensibilidade espiritual, o apóstolo não inicia com ataques, mas constrói pontes, revelando como a verdade de DEUS pode ser anunciada com firmeza e respeito em ambientes culturais adversos. O apóstolo inicia o seu discurso reconhecendo a religiosidade dos atenienses e menciona o altar dedicado “Ao DEUS Desconhecido”. Em vez de confrontar diretamente a idolatria, utiliza esse elemento cultural como ponto de partida para anunciar o DEUS verdadeiro.

 

2. O DEUS Criador, Sustentador e Senhor da história (At 17.24-29).

Na sequência, Paulo proclama DEUS como Criador do mundo e de tudo o que nele há, Senhor do céu e da terra, que não habita em templos feitos por mãos humanas nem depende do serviço humano (vv.24,25). Afirma a unidade da raça humana e a soberania divina sobre os tempos e limites das nações (v.26), revelando que o propósito de DEUS é que os homens o busquem (v.27). Ao citar poetas gregos, Paulo mostra que até na cultura pagã há vestígios da verdade, mas conclui que DEUS não pode ser comparado a imagens materiais (At.17.29).

 

3. O chamado ao arrependimento e o anúncio do Juízo (At 17.30,31).

Paulo encerra o discurso com um chamado direto ao arrependimento, afirmando que DEUS agora ordena que todos se arrependam, pois estabeleceu um dia em que julgará o mundo com justiça por meio de JESUS CRISTO, confirmado pela ressurreição (vv.30,31; cf. 1 Co 15.1-23). A reação é mista: alguns zombam, outros desejam ouvir novamente, e poucos creem, entre eles Dionísio e Dâmaris (vv.32-34). O discurso do apóstolo no Areópago ensina que o crente deve anunciar o Evangelho com coragem, fidelidade, respeito e sensibilidade cultural, sem abrir mão das verdades centrais da fé.

 

SINÓPSE III - Paulo anuncia no Areópago o DEUS verdadeiro e chama todos ao arrependimento real.

 

AUXÍLIO BIBLIOLÓGICO “AO DEUS DESCONHECIDO.

Os gregos tinham medo de ofender quaisquer ‘deuses’, deixando de lhes dar a devida atenção; por isso, pensaram que esse monumento poderia contemplar algum que tivesse sido esquecido. Ainda hoje, muitas pessoas têm a forte sensação de que algo está faltando em suas vidas, especialmente no que diz respeito às questões espirituais. 

Alguns buscam sinceramente, mas permanecem desorientados em suas crenças e esforços para se conectar com algo sobrenatural. 

Como resultado, continuam espiritualmente perdidos, independentemente de quão sinceros ou dedicados sejam a uma crença ou sistema religioso. Talvez seja surpreendente para alguns cristãos perceber que muitas dessas pessoas estão abertas a considerar uma mensagem que afirme oferecer respostas e esperança. 

O povo de DEUS, que encontrou as respostas por meio do perdão e de um relacionamento pessoal com CRISTO, não deve hesitar em compartilhar essa mensagem de esperança com aqueles que buscam sinceramente a verdade. Por meio do testemunho ousado de um único cristão, muitos outros também podem encontrar aquilo que procuram” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.1979).

 

CONCLUSÃO

O discurso de Paulo permanece como referência para o diálogo cristão com a cultura: parte da realidade do ouvinte, reconhece os sinais de verdade presentes na sociedade e, com fidelidade, conduz à revelação de DEUS em JESUS CRISTO. O Evangelho demonstra ser capaz de dialogar com qualquer filosofia, sem perder seu poder de confrontar consciências e chamar todos ao arrependimento e à fé no CRISTO ressuscitado.

 

REVISANDO O CONTEÚDO

1. Em Atenas, o que Paulo discerniu diante de um povo culto, porém, distante do DEUS verdadeiro?

Cheio do ESPÍRITO SANTO, ele discerniu que por trás da sabedoria humana havia corações carentes de salvação.

2. Em quais dos ambientes Paulo iniciou e expandiu a evangelização em Atenas, segundo a lição?

Como era seu costume, Paulo iniciou sua proclamação do Evangelho na sinagoga, dialogando com judeus e gentios tementes a DEUS (At 17.17a).

3. O que aconteceu quando Paulo foi levado ao Aerópago?

Alguns o desprezaram, chamando-o de “paroleiro”, enquanto outros demonstraram curiosidade diante do “ensino estranho” que anunciava JESUS e a ressurreição (At 17.19-21).

4. Qual foi a postura de Paulo para iniciar seu discurso no Areópago, representando um dos encontros mais significativos entre o Evangelho e a cultura helênica?

Com sabedoria e sensibilidade espiritual, o apóstolo não inicia com ataques, mas constrói pontes, revelando como a verdade de DEUS pode ser anunciada com firmeza e respeito em contextos intelectualmente desafiadores.

5. Como Paulo encerra o seu discurso no Aerópago?

Paulo encerra o discurso com um chamado direto ao arrependimento, afirmando que DEUS agora ordena que todos se arrependam, pois estabeleceu um dia em que julgará o mundo com justiça por meio de JESUS CRISTO, confirmado pela ressurreição (vv.30-31; cf. 1 Co 15.1-23).

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QUESTINÁRIOS DE 20 PERGUNTAS

 

Questionário com 20 perguntas e respostas PARA PROFESSORES

1.  Em que cidade Paulo chegou após sair de Bereia? Resposta: Atenas.

2.  Qual era a principal característica de Atenas no século I d.C.? Resposta: Centro intelectual e cultural, mas marcado pela idolatria.

3.  Como Paulo reagiu ao ver a cidade cheia de ídolos? Resposta: Ficou comovido e indignado.

4.  Onde Paulo iniciou a evangelização em Atenas? Resposta: Na sinagoga.

5.  Quem Paulo encontrou na sinagoga? Resposta: Judeus e gentios tementes a DEUS.

6.  Além da sinagoga, onde Paulo pregou? Resposta: Na ágora (praça pública).

7.  O que os atenienses gostavam de ouvir na ágora? Resposta: Alguma novidade.

8.  Quem eram os epicureus? Resposta: Filósofos que defendiam o prazer como finalidade da vida.

9.  O que os epicureus pensavam sobre a morte? Resposta: Que era o fim de tudo.

10.  Quem eram os estoicos? Resposta: Filósofos que valorizavam razão, virtude e autocontrole.

11.  Como os estoicos concebiam DEUS? Resposta: Como uma força impessoal que permeava todas as coisas.

12.  Para onde Paulo foi levado após o debate com filósofos? Resposta: Ao Areópago.

13.  O que alguns chamaram Paulo no Areópago? Resposta: “Paroleiro”.

14. Qual altar Paulo usou como ponto de contato em seu discurso? Resposta: O altar “Ao DEUS Desconhecido”.

15.   Como Paulo descreveu DEUS em seu discurso? Resposta: Criador, Sustentador e Senhor da história.

16.  O que Paulo afirmou sobre a raça humana? Resposta: Que é uma só, criada por DEUS.

17.  O que Paulo disse sobre os templos humanos? Resposta: Que DEUS não habita em templos feitos por mãos humanas.

18.  Qual foi o chamado final de Paulo no discurso? Resposta: Ao arrependimento.

19. Quem DEUS estabeleceu para julgar o mundo? Resposta: JESUS CRISTO.

20.  Quem creu após o discurso de Paulo? Resposta: Dionísio e Dâmaris.

 

📗 Questionário com 20 perguntas (sem respostas) PARA ALUNOS

1.    Em que cidade Paulo chegou após sair de Bereia?

2.    Qual era a principal característica de Atenas no século I d.C.?

3.    Como Paulo reagiu ao ver a cidade cheia de ídolos?

4.    Onde Paulo iniciou a evangelização em Atenas?

5.    Quem Paulo encontrou na sinagoga?

6.    Além da sinagoga, onde Paulo pregou?

7.    O que os atenienses gostavam de ouvir na ágora?

8.    Quem eram os epicureus?

9.    O que os epicureus pensavam sobre a morte?

10. Quem eram os estoicos?

11.  Como os estoicos concebiam DEUS?

12.  Para onde Paulo foi levado após o debate com filósofos?

13.  O que alguns chamaram Paulo no Areópago?

14.  Qual altar Paulo usou como ponto de contato em seu discurso?

15.  Como Paulo descreveu DEUS em seu discurso?

16.  O que Paulo afirmou sobre a raça humana?

17.  O que Paulo disse sobre os templos humanos?

18.  Qual foi o chamado final de Paulo no discurso?

19. Quem DEUS estabeleceu para julgar o mundo?

20. Quem creu após o discurso de Paulo?

 

📙 Apenas as respostas PARA PROFESSORES

1.  Atenas

2.  Centro intelectual e cultural, mas marcado pela idolatria

3.  Ficou comovido e indignado

4.  Na sinagoga

5.  Judeus e gentios tementes a DEUS

6.  Na ágora

7.  Alguma novidade

8.  Filósofos que defendiam o prazer como finalidade da vida

9.  Que era o fim de tudo

10.  Filósofos que valorizavam razão, virtude e autocontrole

11.  Como uma força impessoal que permeava todas as coisas

12.  Ao Areópago

13.  “Paroleiro”

14.  O altar “Ao DEUS Desconhecido”

15.  Criador, Sustentador e Senhor da história

16.  Que é uma só, criada por DEUS

17.  Que DEUS não habita em templos feitos por mãos humanas

18. Ao arrependimento

19. JESUS CRISTO

20. Dionísio e Dâmaris

 

📒 Questionário múltipla escolha com respostas corretas PARA PROFESSORES

1.    Em que cidade Paulo chegou após sair de Bereia? a) Roma b) Atenas c) Corinto

2.    Qual era a principal característica de Atenas? a) Centro político b) Centro intelectual e cultural c) Centro militar

3.    Como Paulo reagiu à idolatria da cidade? a) Ficou indiferente b) Ficou comovido e indignado c) Ficou alegre

4.    Onde Paulo iniciou a evangelização? a) No mercado b) Na sinagoga c) No Areópago

5.    Quem Paulo encontrou na sinagoga? a) Escravos b) Judeus e gentios tementes a DEUS c) Soldados romanos

6.    Além da sinagoga, onde Paulo pregou? a) No templo b) Na ágora c) No porto

7.    O que os atenienses gostavam de ouvir? a) Notícias políticas b) Alguma novidade c) Histórias antigas

8.    Quem eram os epicureus? a) Filósofos que defendiam o prazer b) Filósofos que defendiam a guerra c) Filósofos que defendiam o comércio

9.    O que os epicureus pensavam sobre a morte? a) Que era o fim de tudo b) Que havia ressurreição c) Que era apenas ilusão

10.  Quem eram os estoicos? a) Filósofos que valorizavam riqueza b) Filósofos que valorizavam razão e virtude c) Filósofos que valorizavam poder militar

11.   Como os estoicos concebiam DEUS? a) Como uma força impessoal b) Como um ser pessoal c) Como um ídolo

12.   Para onde Paulo foi levado após o debate? a) Ao templo b) Ao Areópago c) Ao mercado

13.   O que alguns chamaram Paulo no Areópago? a) “Paroleiro” b) “Sábio” c) “Mestre”

14.   Qual altar Paulo usou como ponto de contato? a) Ao DEUS Desconhecido b) Ao deus Apolo c) Ao deus Zeus

15.  Como Paulo descreveu DEUS? a) Criador, Sustentador e Senhor da história b) Apenas juiz c) Apenas força impessoal

16.  O que Paulo afirmou sobre a raça humana? a) Que é uma só, criada por DEUS b) Que é dividida em castas c) Que é fruto do acaso

17. O que Paulo disse sobre os templos humanos? a) Que DEUS não habita neles b) Que DEUS depende deles c) Que são indispensáveis

18.   Qual foi o chamado final de Paulo? a) Ao arrependimento b) À idolatria c) À filosofia

19.  Quem DEUS estabeleceu para julgar o mundo? a) Moisés b) JESUS CRISTO c) Paulo

20.  Quem creu após o discurso? a) Dionísio e Dâmaris b) Sócrates e Platão c) Barnabé e Silas

 

📕 Questionário múltipla escolha sem respostas corretas PARA ALUNOS

1.    Em que cidade Paulo chegou após sair de Bereia? a) Roma b) Atenas c) Corinto

2.    Qual era a principal característica de Atenas? a) Centro político b) Centro intelectual e cultural c) Centro militar

3.    Como Paulo reagiu à idolatria da cidade? a) Ficou indiferente b) Ficou comovido e indignado c) Ficou alegre

4.    Onde Paulo iniciou a evangelização? a) No mercado b) Na sinagoga c) No Areópago

5.    Quem Paulo encontrou na sinagoga? a) Escravos b) Judeus e gentios tementes a DEUS c) Soldados romanos

6.    Além da sinagoga, onde Paulo pregou? a) No templo b) Na ágora c) No porto

7.    O que os atenienses gostavam de ouvir? a) Notícias políticas b) Alguma novidade c) Histórias antigas

8.    Quem eram os epicureus? a) Filósofos que defendiam o prazer b) Filósofos que defendiam a guerra c) Filósofos que defendiam o comércio

9.    O que os epicureus pensavam sobre a morte? a) Que era o fim de tudo b) Que havia ressurreição c) Que era apenas ilusão

10.  Quem eram os estoicos? a) Filósofos que valorizavam riqueza b) Filósofos que valorizavam razão e virtude c) Filósofos que valorizavam poder militar

11.   Como os estoicos concebiam DEUS? a) Como uma força impessoal b) Como um ser pessoal c) Como um ídolo

12.  Para onde Paulo foi levado após o debate? a) Ao templo b) Ao Areópago c) Ao mercado

13.   O que alguns chamaram Paulo no Areópago? a) “Paroleiro” b) “Sábio” c) “Mestre”

14.   Qual altar Paulo usou como ponto de contato? a) Ao DEUS Desconhecido b) Ao deus Apolo c) Ao deus Zeus

15.    Como Paulo descreveu DEUS? a) Criador, Sustentador e Senhor da história b) Apenas juiz c) Apenas força impessoal

16.   O que Paulo afirmou sobre a raça humana? a) Que é uma só, criada por DEUS b) Que é dividida em castas c) Que é fruto do acaso

17.  O que Paulo disse sobre os templos humanos? a) Que DEUS não habita neles b) Que DEUS depende deles c) Que são indispensáveis

18.   Qual foi o chamado final de Paulo? a) Ao arrependimento b) À idolatria c) À filosofia

19.   Quem DEUS estabeleceu para julgar o mundo? a) Moisés b) JESUS CRISTO c) Paulo

20.   Quem creu após o discurso? a) Dionísio e Dâmaris b) Sócrates e Platão c) Barnabé e Silas

 

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